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Fundamentação do Direito Internacional

Negadores do DIP
Direito Interno Direito Internacional Público
Práticos Negam a Existência do DIP Adolf Lasson Institucionalmente Institucionalmente
Ludwig Centralizado Descentralizado
Gumlowics Relações de Relações de Coordenação
Teóricos Negam a Natureza Jurídica da John Austin Subordinação
Norma; Não tem Eficácia Julio Binder Estado OIs, Tratados
Celso Mello: Sociedade Internacional: descentralizada; institucionalmente imperfeita; aberta; paritária; fundada em direito originário

Evolução do Direito Internacional Fundamentação do Direito Internacional


Direito de Sistema Clássico – Pós-Vestfália Voluntarismo Objetivismo
Coexistência Internacional Autolimitação do Estado: Teoria do Direito
Direito de Sociedade Artificial; Reflexiva; Jellinek Natural
Cooperação Internacional Superficial Vontade Coletiva: Triepel Teoria da Norma-
Século XX; Interdependência; Base: Kelsen
Comércio Delegação do Direito Interno: Teoria Sociológica:
Direito de Comunidade Natural; Orgânica; Profunda Wenzel Duguit; Scelle
Solidariedade Internacional Interesse Comunitário;
Justiça Intergeracional;
Evolução do DIP
Valores Comuns; DH; Meio
Novas fontes: princípios gerais de direito, atos unilaterais, decisões de OIs
Ambiente
Novos sujeitos: OIs indivíduo

Cançado Trindade: Carta da ONU é uma constituição material da Tendências: universalização; regionalização; institucionalização; funcionalização; humanização; objetivação; codificação; jurisdicionalização; integração
comunidade interncional sistemática com Direito Interno
Carta da ONU:
1. Momento constitucional Constitucionalização do DIP: Carta da ONU
2. Sistema de governança Verdross: normas constitucionais costumeiras: pacta; institucionais carta da ONU e Briand-Kellog
3. herarquia das normas
4. perenidade e sistema de emendas
5. Universalidade

Fundamentação da Norma Norma de DIP


Existência Trâmites Legislativos Adequados Assinatura de Tratados
Validade Compatível com o Ordenamento Jurídico Compatibilidade com sistema jurídico internacional
Eficácia Imposição de Sanção Lato Sensu Retorções
*normas secundárias não tem sanção; ex. art. Contramedidas
4º LINDB: uso de analogia em caso de omissão Stricto Sensu Sanções de Organizações
Internacionais
Princípio Lótus: na dúvida não há limitação ao Estado; Soberania; in dubio mitius.

Voluntarismo prevalece, mas não explica: jus cogens (art. 53 CVDT 1969), erga omnes e a Carta da ONU

Cansado Trindade: objetivista, justiça é um valor objetivo


Consentimento é o principal fundamento de DIP
Pacta sunt servanda
Acta sunt servanda
Estoppel
Fontes de Direito Internacional Público Hierarquia: jus cogens, carta da onu, demais normas
Tratados Acordo Formal: Escrito
Sujeito de DIP com capacidade de convenção Soft Law Não Tem Caráter Jurídico Vinculante
Destinado a produzir efeito jurídico Tem Natureza Programática
Fontes Principais de Direito Internacional

Pacta sunt servanda Ex: Agenda 21, Resoluções da AGNU, DUDH,


Costumes Elemento Prática reiterada de maneira geral, mesmo que não Jus Cogens Não é fonte de DIP, é Tipo de Norma
Objetivo unanime Norma Imperativa que não admite derrogação
Uniformidade da prática Tratado que viole jus cogens é nulo
Sem decurso Mínimo de Tempo CSNU é vinculado
Estado Afetado tem Prevalência
Elemento Aceito como Direito [opinio iuris]
Subjetivo Abstenção implica consentimento
Negador persistente é eximido da aplicação da lei
Dualismo Monismo
Artigo 38 do Estatuto da CIJ

Costume Particular (geral ou bilateral) [revoga geral]


Não há antinomia entre direito interno e O DIP e o DI são instâncias de um mesmo sistema
Consuetudo est servanda
internacional jurídico
Princípios Gerais de São Princípios de Direito Interno usados como fonte
DIP deve ser convertido em DI
Direito
Princípios Processuais DI DIP Prevalência de DI Prevalência de DIP
CIJ usa de forma complementar Sujeito: individuo Sujeito: Estado Autolimitação do Estado Norma-base é
Boa-fé; Proporcionalidade; Direito Adquirido; etc.
Jurisprudência Decisões Reiteradas pacta sunt
Direito interno ou Internacional servanda; sob a
Não são Vinculantes (não stare decisis) qual se sustentam
Art. 59: decisões tem efeito inter partes
Doutrina Importância história no início do DIP
até os Estados
Fontes Auxiliares

Uso raro pela CIJ Fonte: Estado Fonte: vontade coletiva Validade de Tratados
Instituições: Comissão de Direito Internacional CDI; Curatorium da subordinada a
Academia de Haia de Direito Internacional Constituição
Equidade* Decisão de acordo com Princípios de Justiça Subordinação Coordenação DI acima em caso de
antinomia
Consentimento entre as partes
Triepel; Anziloti Kelsen; Verdross; Duiguit
Nunca foi usado
Infra legem: delimitar o escopo de normas
praeter legem: suprir lacunas do direito
contra legem: para corrigir direito positivo Fonte Costume Não Aplicação Infraconstitucional monismo
Atos Unilaterais Expressão pública de seguir direito por autoridade competente Nao Atos Precisa Imediata
Interpretação Restritiva Escrita Unilaterais Internalizar
Compatível com norma de DIP Pp Geral Infra ou
Fontes Extra estatutárias

Não pode ser revogado arbitrariamente de Dto Constitucional


CIJ – Testes nucleares Au e Nz x Fr 1974 Fonte Decisões Internalizar Promulgação Infraconstitucionais Dualismo
a) Promessa de seguir direito Escrita de OIs e Publicação
b) Protesto contra ato considerado ilegítimo
c) Reconhecimento de fato como jurídico
d) Silêncio reconhece tacitamente
Acta sunt servanda e estoppel
Decisões de OIs A normatividade é prevista no Tratado Constitutivo
Ex. Resoluções do CSNU
Decisões da OMC
Diretrizes do CCM (Mercosul)
STF: dualismo moderado por ser subjetivamente complexo (executivo e legislativo)
Gênese de um Tratado Legitimados art. 7 Depositário Art. 77
Fases Características Formas Efeitos Jurídicos Representante dotado de Todos os Atos a) guardar o texto original
*Negociação -Não há Forma Pré-definida Troca de Notas Nenhum Plenos Poderes
b) preparar cópias autenticadas
-Idioma Voluntário Diplomática Big Chefe de Estado
-Tratados Multilaterais c) receber assinaturas, instrumentos notificações e
Three Chefe de
podem ser Feitos sob OIs Conferência Diplomática comunicações
Governo
Internacional d) informar as partes
Chanceler
Adoção -Fim das Negociações Sobre Regra: Consentimento por Cláusulas Efetivas e) registrar na ONU
Chefes de Missão Adoção entre
o Texto Unanimidade a) Condições de Vigor Diplomática os dois Estados
CDVT69 Exceção: CVDT69 Art. 9: b) Reserva (pode ser feita a Acordo Requisitos Conteúdo
Representante Acreditado Adoção de
art.9 2/3 dos presentes qualquer momento posterior) Executivo Reversibilidade interpretam cláusulas
para Conferência ou OI texto da
c) Atribuição de Depositário de tratado vigente
Conferência ou
d) etc. Negociação decorrem
Órgão
Autenticação -Estabelecimento do Texto Poder ser Tácita pela -Versões Autenticadas: têm Ratificação necessariamente de
Definitivo assinatura ou rubrica do valor legal Simplificada tratado vigente
Adesão Não participação das Negociações
CVDT69 texto da Ata Final -Versões Oficiais: não têm Publicação Cobertura operam como
Ratificação fora do prazo
art. 24 valor legal Orçamentária complemento
Denunciou e pretende retornar
Assinatura1 -Aceitação Formal e Assinatura Obrigação Negativa Modus vivendi: base
Possível antes de entrar em Vigor
CVDT69 Precária do Tratado Troca de Notas [Não Frustrar objeto do para negociações
Cabe Reserva de Ratificação
art. 10 Tratado] art. 18 futuras
Aprovação1 a) CF 88 Art. 49: a) Maioria Simples Não é passível de Emenda,
Parlamentar Competência do Congresso (não pode ser mas pode ser ter Ressalvas e

Decreto Legislativo
Denúncia Cláusula que Preveja Denúncia
em caso de Compromisso matéria de Lei Reservas, mesmo os de DH
Extinção Perde validade no Direito Interno mesmo sem Revogar o Decreto
Gravoso ao Patrimônio Complementar)
ADI 1625: Discute se denúncia exige autorização do CN
b) Tratados de DH b) Maioria Simples Hierarquia Cláusulas
Supralegal Pétreas CT: Ratificação é ato Discricionário; a Denúncia só afeta ela. Nova Adesão Repristina o
Decreto de Ratificação
c) 2235 Emenda
Constitucional Lei interna revoga no DIB mas não no DIP
*Ratificação1 Manifestação Definitiva da Troca de Instrumento de - Irretroativo Extinção em DIP Anula validade do Decreto Interno
CVDT69 Vontade Ratificação - Irretratável (só com
Art. 14 denúncia) Hierarquia
- Não Passível de Condições Regras de DIP Art. 27 DI não pode ser invocado para inobservância de Tratado Ratificado
*Promulgação1 CF88 art. 84 Ato de Tratado Decreto Executivo em CVDT69 Art. 46 A Incompetência pode ser invocada se for manifesta ou ferir elemento
é Competência Privativa do todos os Casos fundamental de Direito
Presidente Direito Interno é Mero Fato para o DIP
*Publicação1 Princípio da Publicidade DOU - O Tratado é Internalizado no Caso SS Winbledom, CPJI, 1923
Ordenamento Jurídico Doutrina Art. 27: Todos Tratados deveriam ser Supralegais
Brasileiro CF88, art. 5º §1º e 2º; todos tratados de DH deveriam ser materialmente
constitucionais segundo a Doutrina (C. Trindade, F. Piovesan, Mazuolli)
- O Tratado só entra em Vigor no DIB se estiver em Vigor no DIP Regras de Equivalem a Lei Solução de Especialidade: revoga
- O Fim do Vigor do Tratado em DIP o extingue no DIB Direito Interno Ordinária Antinomias Temporalidade: suspende
1 – Procedimento Bifásico DH art. 5º §3º Maioria simples: Supralegal
* Procedimento Simplificado: Art. 13: Troca de Instrumentos Constitutivos EC 45/04 2235: Emenda Constitucional com status de cláusula pétrea*
Art. 12: Assinatura pode ter valor de Ratificação CTN66 art. 98 Tratados-contrato tem status supralegal
-OIT: convenções devem passar pelo Congresso e serem ratificadas pelo PR *2009: Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, NY, 07
CF88 Art.71: TCU fiscaliza as contas de empresas multinacionais com participação de capital da União *2018: Acordo de Marraqueche para Facilitar o Acesso a Obras Publicadas às Pessoas Cegas com Deficiência Visual
Direito de Tratados

Efeitos Para Terceiros Interpretação de Tratados Dissolução de Tratados


Regra Pacta tertiis nec nocent nec prosunt Declaração o Estado é obrigado pelo artigo, Forma Tipo Requisitos Efeitos
Geral Não Gera Efeitos Para Terceiros Interpretativa mas expressa a interpretação: Extinção Predeterminada Prazo Previsto Ex nunc
É possível aceitação por Escrito pode ser feito a qualquer tempo Objeto Resolvido Mantém efeitos
Presume-se aceitação se for vantajoso Deve ser Escrita Condição de Dissolução anteriores
para o Terceiro Interpretação Regra Gramatical (ex. nº mínimo de ass.) [art. 70]
Exceções Carta da ONU Geral Contexto Normativo Superveniente Consentimento Unanime RG: Ex nunc
Tratados com Efeitos Objetivos (ex: Boa-fé Tratado Posterior Incompatível Exc: Ex tunc se
limites, Constituição de OI) Teleológica Total ou Parcialmente houver violação de
Tratados que gera Efeitos de Fato (ex: Meios trabalhos (Revogação) jus cogens
cláusula de nação mais favorecida) Suplementares preparatórios Violação que autoriza retirada
Emendas Devem ser Aprovadas por cada Estado a) Absurdo circunstâncias de outra Parte
* Parte b) Obscuro externas Impossibilidade de Execução
Adesão (Duplo Regime Jurídico): c) Ambíguo (Física ou Jurídica)
a) Obriga o Tratado Emendado com Versão Oficial: Direito interno Mudança de Circunstância
relação ao Estado que aprovou a Autenticada: Direito (cláusula rebus sic stantibus)
Emenda Internacional Público a) Altera condição de Consenso
b) Obriga o Tratado Original com b) Altera alcance da Obrigação
relação ao Estado que não aprovou Nulidade Relativa Falta de competência pode ser Art. 69: ex tunc
convalidado Atos de boa-fé se
Aceitação expressa ou por mantém
Reserva: Exclusão Unilateral de um Artigo do Tratado Classificação dos Tratados
conduta Art. 49-52: não se
Requisitos a) Deve ser Permitido pelo Tratado Número de Bilateral
Corrupção de Representante aplica a quem agiu
b) Não pode constar em lista de Artigos Não Reserváveis Partes Multilateral
Dolo: conduta fraudulenta de de dolo, corrupção
c) Não pode ser Contrário à Finalidade do Tratado Procedimento Unifásico
outro Estado ou coação
(subjetiva [a critério dos Estados] ou objetiva) de Celebração Bifásico
Erro de fato ou situação Art. 71: nulidade
d) Deve ser feita por Escrito e Confirmada na Ratificação Possibilidade Abertos que viola jus cogens
e) Pode ser feita a qualquer tempo se for aceito pelos de Adesão Fechados Absoluta Não pode ser sanada
-eliminação das
demais estados Natureza Normativo Violação de jus cogens
consequências
f) Só ocorre em tratados multilaterais Jurídica Contratual Coação de representante
-Adaptar a situação
Aceitação a) Dispensável se o Tratado prever a Reserva Coação de estado
imperativa
b) Expressa por outros Estados
Denúncia a) Prevista no Tratado CVDT: prazo de 12
c) Tácita em 12 meses art. 20-5 Ressalva? b) Intenção Implícita de denúncia ou meses
d) Estado age como se tivesse aceito o Tratado
Compatibilidade com a Natureza do Tratado art. 56
Objeção a) Objeção sem efeitos para registrar opinio juris
Suspensão Art72 libera da obrigação
b) Objeção para invalidar o Tratado entre as duas partes
-impede obstrução do fim da suspensão
c) Basta que um Estado aceite a reserva para que o
Guerra Tratados Bilaterais são extintos, Multilaterais são suspensos;
reservante entre no Tratado
Direito Humanitário e de Guerra se mantém, Tratados Objetivos se mantém
Retirada a) Objeção ou Reserva a qualquer momento
*Rompimento diplomático não afeta relações jurídicas
Originária Sujeitos de Direito Internacional
[Pimária, Imediata] Sujeitos Personalidade Capacidades Características
Origem Estados Plena Todas Convenção de Reconhecimento:
Derivada Originária (exceto responsabilidade criminal) Montevidéu 1933, art. 3º a) Declaração Soberana
[Secundária, Mediata] Objetiva Igualdade Soberana a) População Permanente dos demais Estados
b) Território Determinado b) Membro pleno da ONU
Plena c) Governo Efetivo aceito por 2/3 da AGNU
Personalidade de Direito d) Soberania *Não é indispensável
Amplitude
Internacional Organizações Limitada Princípio da Especialidade CVDT: Organização Intergovernamental
Limitada Internacionais Derivada a) Previstas no Estatuto de Constituição Ratificação e Depósito de Tratado Constitutivo
Objetiva b) Implícitas de acordo com a Finalidade* CIJ: Reparação de Danos de 1949 (Caso Bernadotte)
c) Não tem Capacidades Inerentes Parecer Consultivo (ex tunc): OIs são sujeitos
Objetiva
*Teoria dos Poderes Implícitos
Reconhecimento Indivíduos Limitada Reclamação em algumas OIs Direitos: Pacto Internacional sobre Direitos Políticos 66
Qualificada Derivada Responsabilidade Criminal Direito de Petição: Convenção Europeia de DH (50)P 11
Objetiva Deveres: Tribunais de Nurenberg e Tóquio; TPI 2002
Situações Particulares de Subjetividade Internacionais (Qualificadas)
Estados Limitada De Acordo com a Legislação Nacional Legislação local do Estado: Suíça, EUA e Alemanha
Capacidade Jurídicas Membros de Derivada Geralmente são Centrípetas
Capacidade de Produzir Atos Direito de Convenção Federação Qualificada
Jurídicos Movimentos Limitada a) Reclamação em OIs a) Legítimo Representante de um Povo
Capacidade de ser Indivíduo: penal de Libertação Derivada b) Participação em OIs b) Finalidade de Autodeterminação
Responsabilizado por fato Ilícito Estado: internacional (civil) Nacional Qualificada c) População distinta étnica-culturalmente
Capacidade de Participar de Direito de Petição d) Ocupação, Colonização ou Secessão Remedial
Contenciosos (Proteção Diplomática) Beligerantes Limitada Pode ser reconhecido pelo próprio Estado
Capacidade de ser Parte em OIs Estados e algumas OIs e Derivada
Capacidade Estabelecer Direito de Legação Insurgentes Qualificada
Diplomáticas e Consulares Situações Sui Generis de Subjetividade Internacional
Capacidade de ter Imunidade Estados e OIs de acordo Santa Sé Limitada Todas de 1929 – Tratado de Latrão Brasil CF 1891; Estado Laico não faz
de Jurisdição com tratados Derivada Estado Santa Sé: Papa e Cúria / União real Concordata
Federação Qualificada entre Santa Sé e Cidade-Estado 2010 foi feito um Acordo com a Santa Sé
Vaticano
Coordenação Confederação Taiwan e Limitada Membros de OIs (OMC) Brasil rompe relações com Taiwan em 74
Pessoal Hong Kong Derivada Direito de Legação Não são Estados!
União Qualificada Entidades Territoriais não Estatais
Simples
Real Comitê Limitada Proteção Diplomática de seus funcionários Convenção de Genebra de 1949 atribui direitos à CICV
Estado
Vassalos
Compostos Internacional Derivada Celebrar Tratados
Protegidos
da CV (1933) Qualificada
Soberana Limitada Celebra Tratados Já teve território em Rodes
Cliente Ordem de Derivada Direito de Legação Atualmente participa de Tratados
Subordinação Malta (1050) Qualificada
Satélite

Associado

Microestados
Sucessão de Estados
Codificação Assinatura Vigor Brasil Costume Sucessão de OI Tipo de Sucessão Tratados
Convenção de Viena sobre Sucessão de Estados em Matéria 1978 1996 Congr. 2015 Reflete Não é Automática Convenção 78 Costume
de Tratados parcialmente ONU Sucedeu a Secessão Sucessão Tábula Rasa
Convenção de Viena sobre Sucessão de Estados em Matéria 1983 x Congr. 2018 Reflete Liga das Nações [Sudão do Sul Automática [URSS 91]
de Bens, Arquivos e Dívidas completamente em 1946 2011]
Projeto de Artigos sobre Nacionalidade 1997 x x x x Descolonização Tábula Rasa Tábula Rasa
[Angola, [autodeterminação]
Moçambique]
Desmembramento Sucessão Sucessão
Princípios que regem Sucessão de Tratados Tipo de Sucessão Dívidas Bens
[Ex-Iuguslávia] Automática Automática
Sucessão Automática Sistema da Tábula Rasa Entre Sujeitos de DIP Convenção 83
Fusão Sucessão Sucessão
Princípio da Continuidade do Princípio da Autodeterminação Secessão Art. 37, 40 e 41: Critério bens imóveis e bens móveis
[República Árabe Automática Automática
Estado dos Povos Desmembramento Equitativo de acordo com o relacionados ao território
Unida 1958]
Os direitos e Obrigações são Rompe com os Direitos e Anexação Parcial Benefício ficam no Estado Sucessor
Incorporação Sucessão Tábula Rasa
transmitidos obrigações do Sucedido Incorporação Art. 39: Dívidas transmitidas art. 14 – art. 16
[RFA + RDA 91] Automática [Alemanha
Garantir Execução do Direito Garantir a Soberania Estatal Fusão integralmente 91]
Internacional Descolonização Art. 38: Não são transmitidas; Bens móveis para os quais o Anexação Parcial Tábula Rasa Tábula Rasa
Exceto se adquiridas para sucessor contribuiu ficam com [Acre 1903] Aplicação
Regras Comuns a Convenção de 78 e ao Costume benefício da Colônia ele proporcionalmente Territorial
Tratados Bilaterais Tábula Rasa Exceções Dívidas de Governo x
Tratados Sucessão Automática: mera notificação Dívidas Odiosas
Multilaterais Exceções:
Art. 17 a) Incompatibilidade com o fim do Tratado Arquivos Nacionalidade Sistema Jurídico Participação em OIs Responsabilidade Internacional
b) Consentimento das Partes do Tratado relacionados Art.1: o indivíduo tem Há Substituição do O Estado Sucessor deve Pelo Costume não há sucessão
c) Ingresso em OI exige admissão majoritariamente ao o direito da Sistema Jurídico Solicitar Admissão
Tratados Sucessão Automática território sucessor nacionalidade de um IDI 2015, Marcelo Cohen:
Dispositivos, Art. 11: Tratados de Limites dos dois Estados Art.3 Princípio da Subsidiariedade
Localizados ou Reais Art. 12: Regimes Territoriais Pela administração Art. 5: presume-se a Estado Sucessor Casos Especiais: Bielorrússia
Tratados Pessoais ou Tábula Rasa: aliança militar; amizade normal se encontrem no aquisição da pode usar o sistema e Ucrânia entraram CDI 2017, Pavel Sturma:
Políticos Estado Sucessor nacionalidade do antigo automaticamente na ONU relatoria sobre responsabilidade
Demais Tratados De acordo com o sistema de sucessão Estado Sucessor provisoriamente
* Sucessão Automática em DH segundo
grande parte da Doutrina

CIJ – Caso Projeto Gabcikvo-Nagymaros (Hungria x Eslováquia) CIJ 2008 Croácia x Sérvia
-Tradado de 77 Comprometia a Tchecoslováquia a construir um projeto -2006 Independência de Montenegro
hídrico no Danúbio -A responsabilidade manteve-se com a Sérvia
-1993 Houve desmembramento em Rep. Checa e Eslováquia
-1993 Acordo Especial celebrado entre Hungria a Eslováquia permitiu a
adoção do tratado como Estado Sucedido
Jurisdição capacidade autônoma de criar, aplicar e executar normas Jurisdição do Estado Limites à Jurisdição
Caso – O caso não era sobre voluntarismo Jurisdição Prescritiva / Arrendamentos Concessão do Território para o Uso de outro Estado
Lotus Legislativa Exemplos: Emenda Platt, Guantánamo. 1903; Hong Kong 1898-
Era sobre Jurisdição: Princípio Igualdade Soberana Jurisdição Judicial / 1997; Panamá 1904-200.
Os Estados são livres e a liberdade de um acaba onde Adjudicatória Vínculo entre o Princípio Civil, CPC art. 21 e 22:
inicia a de outro: no território. Jurisdição Coercitiva Estado e o Fato Territorial Penal, CP art. 5º §2º
*Pode existir limitação à soberania, mas deve haver Princípio da Ativa
previsão normativa Abdução internacional: recolher alguém em outro Nacionalidade Passiva
A Jurisdição é Eminentemente Territorial Estado sem permissão; caso Eichmann. Princípio
Protetivo
Imunidades
Universalidade
da Jurisdição

Imunidade Jurisdição -Costume Internacional Ato de império: Não há imunidade Estado Imunidade CV61 sobre Relações Membros acreditados da missão
Soberana -(convenção da ONU legislar; Ato de gestão: Diplomática Diplomáticas diplomática
[Igualdade 2004, não em vigor) desapropriar; comércio, Imunidades Diplomáticas
Soberana] -Convenção da Basiléia atos das forças contratos, questão Exclusivas Penal Civil Adm. Exercício
armadas trabalhistas profissional
Execução Absoluta Agentes Inviolabilidade ratione ratione ratione Vedação
Imunidade Processo de conhecimento Diplomáticos e pessoal, não personae personae personae
de Estado não pode ser julgado em Tribunal de outro Estado familiares pode ser
Jurisdição Relativa em Atos de Gestão preso
Imunidade Processo de Execução Inviolabilidade
de Estado não pode tem os bens executados por outro Estado da residência
Execução Absoluta Membros x ratione ratione ratione x
administrativos personae materiae materiae
e técnicos
Pessoal de x ratione ratione ratione x
serviço materiae materiae materiae

Tipos de Fonte Jurídica Fundamento Saída do Cargo Beneficiados Exceção Imunidade de Missões Costume Ratione Materiae
Imunidade Especiais
Imunidade dos Costume Ratione Personae Ratione Chefe de Estado Caso
Representantes Internacional [Atos oficiais e materiae Chefe de Governo Pinochet:
(projeto no CDI) Particulares] [Atos oficiais Ministro das crimes
feitos durante o Relações previstos
cargo] Exteriores como crime
internacional
[tortura],
mesmo que
oficiais

Imunidade das OI Tratados Específicos à OI OI


Imunidade Consular CV63 sobre Relações Consulares Membros da repartição consular Representantes dos Estados acreditados na OI
Funcionários das OI
Estado acreditante: envia o representante
Estado acreditado: recebe o representante
Agrément: entrega de credenciais ao chefe de estado
Persona non grata: ato que não exige justificava, 72 horas para retirada. A
imunidade cessa a partir da declaração.
Local da Missão diplomática: inviolabilidade do local, documentos e
correspondência; isenção tributária exceto taxas de serviços públicos.

Imunidade de Jurisdição Absoluta (todos os atos) Relativa Privilégios Diplomáticos Imunidades Consulares
(atos de Previdenciários Prestação de Alfandegários Exclusiva Civil Penal Administrativa
império) Fiscais Serviços Funcionário Prisão ok ok Ok
Imunidade soberana Chefe de Estado, Governo e Estado Públicos Consular preventiva
Min. Rel. Exteriores. Agentes ok ok ok Crime
Diplomáticos e grave com
Nacionais ou residentes: Agentes Diplomáticas tem apenas ratione materiae, os familiares decisão
demais não têm judicial
Renúncia de Imunidades: apenas o Estado, o titular não pode renunciar. Empregados x ok ok Ok
Funções consulares: técnicos e
 proteger os interesses do Estado e dos seus nacionais administrativos
 desenvolver relações econômicas; comerciais; culturais; científicas Membros ok ok Ok (art 36) [Cônsul
 emitir passaportes e vistos administrativos Honorífico]
 prestar assistência aos nacionais e técnicos Pessoal de x x x x
 O Estado deve comunicar prisão de um nacional e permitir visita dos serviço
funcionários Pessoal de Previdenciários x x Locais consulares são invioláveis, exceto em caso de incêndio ou
 Atuar na como notário oficial de registro civil serviço e IR qualquer acaso que exija proteção imediata
Nacionais: cônsul e honorífico, apenas civil, penal e adm.
Solicitação: Carta-patente: indica a pessoa, a sede e a jurisdição consular Renúncia: titular ou o Estado
Aceitação: concessão de exequatur
Privilégios Consulares
Imunidade de Absoluta Exceção Tributação Permissão Previdenciário Fiscal Alfandegário Serviços
Execução residencial de trabalho Públicos
Imunidade Estado e Bens que não têm Consul ok ok ok ok ok Ok
Soberana representantes função pública Empregados ok ok ok ok x Ok
(Informativo nº 76 Servidores X ok ok IR x X
STF) x Ok ok x X x

Desapropriação:
 Utilidade pública
 Defesa nacional
 Pagamento de indenização
Os locais tem isenção fiscal Os documentos são invioláveis
Extradição – Procedimentos: Medida de cooperação internacional pessoa que cometeu crime ou deve cumprir pena
Tratado Lei de Migração
Convenção de Fase Administrativa Fase Judicial Fase Administrativa
Palermo contra o a) canais Contenciosidade Limitada Requisitos: Defesas a) Princípio da Especialidade: crimes anteriores só podem
Crime Organizado diplomáticos Juízo de delibação 1. Não pode ser brasileiro nato ser punidos se mencionados no pedido de extradição
Transnacional de b) diretamente a Analisa requisitos jurídicos 2. Naturalizado apenas por: I – Erro de b) Princípio da Identidade ou Tipicidade: prisão máxima
2000 art. 16 autoridade central sem mérito a) crimes anteriores Identidade de 30 anos
b) tráfico de drogas II – Instrução do c) O tempo de prisão no br deve ser computado
a) Se houver 3. Não pode ser Asilado ou Refugiado Pedido com Falta de d) Não pode entregar a outro Estado sem consultar o
tratado n é 4. Dupla tipicidade ou Incriminação: tem Documento Brasil
discricionário, MJ que ser crime nos dois países III – Legalidade do e) Não pode aravar a Pena por Crime Político
envia ao STF 4.1: Crime Prescrito impede Pedido de f) Não pode Torturar, ser Cruel ou Degradar
b) Se houver 5. Não pode ser Crime Político ou de Extradição
apenas Opinião – STF decide se é a situação Ato discricionário do Presidente
reciprocidade é 6. Processo já Julgado
discricionário 7. Tribunal de Exceção
8. Leis Penais tem que ser aplicáveis no
Brasil (ex. não pode Pena de Morte)
Declaração e Programação de Ação de Viena 1933
Art. 5º Direitos Humanos são universais, indivisíveis, inter-relacionados e interdependentes
Ativa
Cansado Trindade: requerente
Plano Normativo: tratados e costumes internacionais Modalidade
Plano Operacional: capacidade de criar obrigações internacionais
Passiva
requerido
1) Direito Internacional dos Direitos Humanos: realização da vida do ser humano: direitos civis, políticos,
Extradição
econômicos, sociais, culturais, da coletividade
[art 81]
2) Direito Internacional Humanitário: redução de danos e sofrimento durante conflitos armados Instrutória
2.a) Direito de Genebra: protege população civil durante conflito investigação ou
2.b) Direito de Haia: limita os meios (armas) e os métodos de combate processo
3) Direito internacional dos Refugiados: fundado temor de perseguição Finalidade
Executória
Convenção de 1951 sobre o Estatuto dos Refugiados, Protocolo de 67 pena

Direitos Humanos
Carta da ONU (1946)
Comissão de Direitos Humanos;
1948 – DUDH – resolução meramente delcaratória
1967 recebe poder de investigar violações
-Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos (PIDCP) 66 vigor 76, adesão br em29
a) Sistema de Relatórios: sugere mudanças
b) Comunicações Interestatais:
c) Petições Individuias

-Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais 66 (PIDESC) vigor 76


Protocolo I e II
Princípio Pro Homine
Conselho de Direitos Humanos da ONU; 2005 substitui a Comissão
[art.35 PI] Princípio da Humanidade
[art. 52 PI] Princípio da Necessidade
[art. 52, §5º e 57 §2º PI] Princípio da Proporcionalidade

Direito Humanitário – Jus in Bello


Direito de 1864 Proteção de feridos e de civis que não participam dos combates
Genebra 1906 Nova convenção de Genebra: náufragos em batalha naval
1929 Convenção de Genebra – prisioneiros de guerra
1949 Quatro Convenções I – Feridos e Enfermos nos Combates Terrestres
II – Feridos, Enfermos e Náufragos de Combates Navais
III – Direitos de Prisioneiros
IV – Proteção de População Civil
1977 I Protocolo Adicional: Conflitos Internacionais
II Protocolo Adicional: Conflitos Interno
Direito de Haia 1868 Declaração de São Petersburgo
1899 Conferências de Paz de Haia
1907
1972 Convenção que Proíbe uso de Armas Biológicas
1993 Convenção que Proíbe uso de Armas Químicas
1997 Convenção de Ottawa que Proíbe Minas Terrestres Antipessoais
Direito de Nova
Iorque
Direito de 1988 Estatuto de Roma que rege as consequências de violação do Direito Humanitário
Roma

Reconhecimento de Estado
Ato Requisitos Forma Efeito Natureza Teoria Prós Contras
Reconhecimento 1- Viabilidade Expresso: Escrito; Constitui prova de Constitutiva Fere a Soberania dos demais
de Estado 2- Não Pode ser Constituído por Violação Oral; Convencional Existência do Estado Estados
Grave Ex injuria ius non oritur Tácito Entrada na ONU Declaratória
Doutrina Stimson Admite Declaração de constitui prova Unilateral
3- Não Pode Violar Jus Cogens Não Reconhecimento Declaratório
-É prática exigir defesa de direitos
Discricionário
humanos, mas n é costume
Retroativo
Reconhecimento 1- Governo Efetivo: reconhecer governo O Brasil não costuma Reconhecimento do Irrevogável
de Governo não efetivo viola não-intervenção Reconhecer Governos Governo implica no
- mudança 2- Cumprimento de Obrigações Doutrina Tobar Reconhecimento do
inconstitucional Internacionais (Pp. Da Continuidade do Doutrina Estrada Estado
Estado)
MLN, Beligerantes Ato Constitutivo Indispensável. Pode ser Reconhecido pelo Próprio Estado
e Insurgentes

Doutrinas sobre Reconhecimento Convenção de Montevidéu sobre o Direito dos Estados 1933
Doutrina Tobar Contra o reconhecimento de Governos Art. 3º: A existência política do Estado é independente do seu reconhecimento pelos demais Estados
Equador 1907 Oriundos de Ruptura Constitucional
Doutrina Wilson Impedimento de reconhecimento de Carta OEA
EUA 1913 Governos que tomaram poder pela Força Art. 13: A existência política do Estado é independente do seu reconhecimento pelos outros Estados
Doutrina Larreta Propunha intervenção coletiva contra
Uruguai 1945 Governos Ilegítimos Não é reconhecimento Tácito: negociações não oficiais, participação na mesma conferência, ou na mesma OI, acionar em Tribunal
Doutrina Betancourt Rompe relações com o Brasil em 1964; Internacional, participar em tratados Multilaterais. A conduta que implica em aceitação tácita pode ser declarada não
Venezuela 1959 1966; 1968 reconhecimento
Difícil conciliação com a Realidade; Governos Golpistas mantém o
poder efetivo sobre o Povo e o Território Doutrina Stimson
Doutrina Estrada Considera Reconhecimento de Governos a) é prática reiterada e considera-se razoável exigir respeito aos direitos humanos e que o Estado seja democrático
México 1930 um ato de Intervenção Apenas faz
retirada dos agentes diplomáticos Reconhecimento de Governo
Em caso de mudança inconstitucional
Doutrina Stimson Não reconhece o Estado da Manchúria
EUA 1931 por violação do Pacto de Paris de 1928
Legitimidade do Governo é uma questão interna
A Liga das Nações acompanha
* foi ignorada no caso da Abissínia e da *Cláusula Democrática
Checoslováquia – Foi restabelecido com a OEA art.9
Mercosul Ushuaia, 98; Montevidéu, 11
ONU
UNASUL, 2014; Protocolo de Georgetown
* Declaração de Lima Não se refere a reconhecimento do Estado ou do Governo, mas a uma sansão

Responsabilidade Internacional
Projeto de Artigos de 2011 Responsabilidade Internacional sem ato ilícito – fora do projeto e do costume
Origem da Ilícito Material art 12: Violação de Obrigação Internacional - Danos nucleares de 63/ Br 93
Responsabilidade Atribuível - Poluição por óleo: 69/ Br77
- Objetos Espaciais: 72/ Br 73
Temporal Art. 13: Obrigação deve estar em Vigor para o Estado
Art. 14: Ato pontual no tempo mesmo com efeitos que perduram Caso Nicarágua 1986 – CIJ: Responsabilidade dos EUA sobre os Contra; não pq só armaram e
Ato Contínuo; vigor em qqr momento treinaram mas não controlavam
Ato Composto: da primeira ação à última X
Excludente Permissão ICTY, 1999, Caso Tadic: Havia Controle Genérico
de Art. 21- Legítima Defesa X
CIJ, 2007, Caso Bósnia vs Servia: controle efetivo
Ilicitude Art. 22- Contramedidas: uma resposta a um ato ilícito
Art. 23- Força Maior: materialmente impossível cumprir obrigação -fragmentação do direito internacional-
Art. 24- Perigo Extremo: risco da própria vida ou de quem está em sua responsabilidade
Caso Chorsow
Art. 25- Estado de Necessidade: apenas contra interesse essencial ou perigo iminente se
não houver danos aos outros Estados
Art. 26- Não pode violar Normas Imperativas
Atribuição Art. 4 – Responsabilidade Direta: o ato cometido por agente público de qualquer esfera ou
órgão.
Art. 7- Atos ultra vires: o Estado é responsabilizado mesmo se for feito com abuso ou Histórico da Origem da Responsabilidade
contra recomendação do Estado. 1929 Conferência de Codificação de Haia de– não
- Particulares podem originar Responsabilidade em caso de: omissão, direção ou controle, teve sucesso em RI
ação análoga a pública pela ausência de autoridades públicas; adoção do Estado como sua. CDI Garcia Amador: usando vários projetos
Responsabilidade Indireta: art 17: direção e controle 1950 privados – defendia o dano e um tribunal
Art. 18 Coação de outro Estado com acesso direto aos indivíduos
Consequência Art. 30 Cessação e não repetição 1971 CDI: Revolução Ago estabelece qualquer ato
Art. 31 Reparação moral ou material integral ilícito mesmo sem dano
Art. 34: restituição, indenização ou satisfação (moral) Foco em normas secundárias; introdução de
Art. 35: restituição não pode ser materialmente impossível ou danosa contramedidas, introdução de crime de
Responsabildiade Agrava originda de jus cogens. Consequencia adicional. Ex Juria jus non Estado (não aceito)
oritur -Doutrina Stimson- em caso de ocupação ilícita não é possível tratados em nome do 2001 Projeto de Artigos dos Estados de
território ocupado. Os Estados Cooperar para por fim ao ilícito e fica proibido a auxilio, 2011 Projeto de Artigos das OIs de
ativo, ou a assistência, passiva.
Implementação da Invocação da Responsabilidade – Estado lesado; qqr estado em caso de crime contra a
Responsabilidade humanidade, Tipos de Normas (H. Hart)
Retaliação Intrumental: retorsões(cancelamento de visto, ajuda, etc) e contramedidas – n punitivas, Normas Primárias Normas Secundárias
reversíveis e temporais e não pode usar força Defeito exemplo Solução exemplo
Sanção: punitivo, não precisa ser proporcional / Sanções de OIs Incerteza Proibição Especificação Pena
Caráter Não prevê Emendas e Estipula Processo
Direito Internacional Geral e Costumeiro Estático alterações regulação legislativo de alteração
Ineficácia Proibição Adjudicação Condenação
Responsabilidade Internacional determina as consequências da violação do Direito Internacional criando uma nova relação jurídica a
partir de um ilícito

Responsabilidade Internacional é Objetiva – na norma secundária


A norma primária pode exigir elemento subjetivo

Beligerantes, insurgentes, MLN: se tiverem sucesso em formar um Estado


TPI: responsabilidade de indivíduos é penal