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ZWEITES KAPITEL

DIE DOPPELAUFGABE IN DER AUSARBEITUNG DER SEINSFRAGE


DIE METHODE DER UNTERSUCHUNG UND IHR AUFRISS

Von Herrmann comenta qual o papel do segundo capítulo. A ele correspondem duas tarefas para a
elaboração da questão do ser. O §5 cujo título é “A analítica ontológica do Dasein como liberação
do horizonte para uma interpretação do sentido de ser em geral” corresponde à primeira tarefa, que
corresponde ao que tem no sumário presente no §8 “Die Interpretation des Daseins auf die
Zeitlichkeit und die Explikation der Zeit als des transzendentalen Horizontes der Frage nach dem
Sein”. O Von Herrmann faz corresponder as seguintes coisas:
§5. “Die ontologische Analytik des Daseins als Freilegung des Horizontes für eine Interpretation
des Sinnes von Sein überhaupt”
Erste Teil - “Die Interpretation des Daseins auf die Zeitlichkeit und die Explikation der Zeit als des
transzendentalen Horizontes der Frage nach dem Sein”

“ontologische Analytik des Daseins” = “Interpretation des Daseins auf die Zeitlichkeit”
“Freilegung des Horizontes für eine Interpretation des Sinnes von Sein überhaupt” = “und die
Explikation der Zeit als des transzendentalen Horizontes der Frage nach dem Sein”.

Segundo ele, tanto a “ontologische Analytik des Daseins” como a “Interpretation des Daseins auf
die Zeitlichkeit” correspondem à primeira e segunda seção da primeira parte. E tanto o “Freilegung
des Horizontes für eine Interpretation des Sinnes von Sein überhaupt” como o “Explikation der Zeit
als des transzendentalen Horizontes der Frage nach dem Sein” correspondem ao que seria tratado na
terceira seção da primeira parte, que não foi publicada.

Quanto a segunda tarefa, diz ele, “Die zweite zur Ausarbeitung der Seinsfrage gehörende Aufgabe
ist eine geschichtlich-kritische”. Ou seja, àquilo que será traçado no §6.

§5. Die ontologische Analytik des Daseins als Freilegung des Horizontes für eine
Interpretation des Sinnes von Sein überhaupt

A tarefa do §5 é introduzir a primeira tarefa e suas duas subtarefas da questão do ser. 1. Introduzir a
analítica do Dasein, o que será feito do parágrafo gramátical 1 ao 8, que irá compreender a primeira
e a segunda seção e será falado do perguntado sentido de ser em geral como o tempo originário
(parágrafo gramatical do 9 ao 14).
1 De acordo com os parágrafos anteriores, diz Heidegger, é necessário não só estabelecer o ente que
desempenhará o papel principal onde se deverá “ler o sentido de ser”, mas também uma apropriação
e asseguração do modo correto de acesso a esse ente. Já se evidenciou, nos parágrafos anteriores,
qual é o ente privilegiado, a saber, o Dasein, dado que tem um primado triplo. Mas resta a questão
que Heidegger a coloca da seguinte maneira: “Aber wie soll dieses Seiende, das Dasein, zugänglich
und im verstehenden Auslegen gleichsam anvisiert werden?”“Das Dasein ist zwar ontisch nicht nur
nahe oder gar das nächste – wir sind es sogar je selbst. Trotzdem oder gerade deshalb ist es
ontologisch das Fernste”.
2 O que significa dizer que ontologicamente sermos o mais distante? E o que significa o “gerade
deshalb” um “justamente por isso”, “isso” que se refere ao fato de eu sempre ser o ente a ser
interpretado, o mais perto, eu mesmo sou esse ente e, no entanto, “o mais distante”? I.e., por eu
mesmo ser esse ente, sou ontologicamente o mais distante? Qual a relação entre a proximidade
ôntica, i.e., o fato de nós sempre sermos a cada vez nosso próprio ser-aí e, no entanto,
ontologicamente o mais distante?
Achar que somos o mais perto ontico-ontologicamente signficia achar que somos, não só um caráter
de apreensibilidade imediata do próprio ente, mas também achar que há uma doação prévia do seu
próprio modo de ser.
Pertence ao modo de ser próprio de ser do ser-aí, i.e., à existência uma compreensão de si mesmo e
se manter já a cada vez em uma certa interpretabilidade de seu ser. No entanto, aí é que se esconde o
perigo de distorcer o acesso ao ser-aí, pois essa compreensibilidade em que o ser-aí sempre tem de
seu ser a cada vez e se mantém nessa interpretação de seu ser não nasce de um questionamento
ontológico explícito. A essa interpretação que não é oriunda de um questionamento explícito do
próprio ser Heidegger da o nome de “vorontologische Seinsauslegung”, i.e., interpretação de ser
pré-ontológica, onde já foi distinguido terminologicamente que o ser ontológico do Dasein deve ser
compreendido como ser pré-ontológico e o termo ontológico reservado para o questionamento
explícito da questão do sentido de ser. Nas palavras de Heidegger “Aber damit ist ganz und gar
nicht gesagt, es könne diese nächste vorontologische Seinsauslegung seiner selbst als angemessener
Leitfaden übernommen werden, gleich als ob dieses Seinsverständnis einer thematisch
ontologischen Besinnung auf die eigenste Seinsverfasung entspringen müsste.” Mas se o Dasein
sempre guarda uma compreensão e uma interpretação do seu próprio ser e se mantém nela, por que
a investigação ontológica não poderia se guiar por esse fio condutor? Heidegger responde que há
uma tendência, fundada no próprio modo de ser do Dasein, a existência, a compreender seu ser a
partir do ente que de início e na maioria das vezes se relaciona e compreende e já sempre se
compreendeu e interpretou a partir do modo de ser desse ente. Palavra de Heidegger: “Das Dasein
hat vielmehr gemäss einer zu ihm gehörigen Seinsart die Tendenz, das eigene Sein aus dem
Seienden her zu versthen, zu dem es sich wesenhaft ständig und zunächst verhält, aus der Welt”. A
esse acontecimento Heidegger dá o nome de “Rückstrahlung des Weltverständnisses auf die
Daseinauslegung”