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FACULDADE INTEGRADO DE CAMPO MOURÃO – PARANÁ

GABRIEL AGUILAR CAMILO

IDENTIFICAÇÃO E CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS EM SUCESSÃO


DE CULTURAS POR UM CICLO PRODUTIVO

Trabalho apresentado ao Curso


de Agronomia da Faculdade Integrado
de Campo Mourão - PR como requisito
parcial para avaliação na disciplina de
Projeto Integrador VII.

CAMPO MOURÃO
2017
FACULDADE INTEGRADO DE CAMPO MOURÃO - PARANÁ

AGRONOMIA

GABRIEL AGUILAR CAMILO

IDENTIFICAÇÃO E CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS EM SUCESSÃO


DE CULTURAS POR UM CICLO PRODUTIVO

PROFESSOR (A): ÉDINA SIMONE BATISTA DA SILVA

CAMPO MOURÃO
2017
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Identificação e controle de plantas daninhas em sucessão de culturas


por um ciclo produtivo

Gabriel Aguilar Camilo¹; Édina Simone Batista da Silva²

¹acadêmico (a) de Agronomia – Faculdade Integrado de Campo Mourão.


Campo Mourão, PR, Brasil. e-mail:<gabe.camilo@hotmail.com>
²Professor (a) de Agronomia – Faculdade Integrado de Campo Mourão.
Campo Mourão, PR, Brasil. e-mail: <edina.silva@grupointegrado.br >

Resumo: O presente artigo tem como principal objetivo realizar o controle de plantas
daninhas sem que seja realmente necessário utilizar o manejo químico, pois nos
últimos anos o aumento no uso de ingredientes químicos fez com que o meio
ambiente ficasse desequilibrado, causando morte de espécies daninhas,
aumentando assim o nível de resistência das plantas invasoras devido ao
descumprimento do receituário agronômico e desuso das recomendações do
fabricante. Foram efetuadas visitas técnicas coleta e identificação de plantas
daninhas, sendo realizada a classificação botânica das plantas e propor o melhor
manejo possível de controle minimizando a agressão ao meio ambiente. O objetivo
do trabalho foi visitar uma área infestada e indicar um método de controle para essa
área. As plantas estudadas foram a buva (Conyza bonariensis), a corda-deviola
(Ipomoea aristolochiifolia G. Don.) e a Trapoeraba (Commelina benghalensis).Os
métodos para controle são os métodos mecânicos, como por exemplo a utilização de
gradagem para conter as plantas daninhas, método cultural que pode ser a rotação
de cultura ou utilização de áreas de refúgio, métodos preventivos que significa evitar
que as plantas se propaguem se utilizando da limpeza de implementos entre outros
e também o controle químico, que é a utilização de defensivos químicos para
controlar plantas invasoras. Com base nessa revisão, é possível conhecer métodos
para o controle de plantas daninhas que podem minimizar os impactos ambientais
gerados pela utilização contínua de herbicidas, que podem ser desde a
contaminação do solo e lençóis freáticos até a aparição de espécies resistentes a
diferentes herbicidas, gerando assim dificuldade no controle dessas plantas
invasoras.
Palavras-chave:Botânica; Ecossistema; Herbicida.

INTRODUÇÃO
A história da ciência das plantas daninhas se confunde com a história do
homem e da agricultura. As plantas daninhas indesejáveis, infestante ou daninhas,
existem desde que o homem deixou de ser nômade, ou seja, quando passou a criar
animais e a cultivar plantas próximo ao local de habitação, sendo definidas como
qualquer planta que ocorre onde não é desejada, ou então uma planta sem valor
econômico ou que compete com o homem pelo solo (SILVA et al., 2007).
No final do século XIX e início do Século XX, uma grande transformação
ocorreu na agricultura, várias descobertas ajudaram os agricultores europeus e
americanos, tais como o uso de fertilizantes químicos, melhoramento genético,
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motores de combustão interna, melhoramento de herbicidas e irrigação,


transformando a agricultura nômade em agricultura de alta produtividade, tornando
os sistemas de produção mais intensivos (HENRIQUES, 2011).
As plantas daninhas podem interferir diretamente e indiretamente na cultura
de interesse econômico, são os indiretos, fungos e pragas que ficam alojados nas
plantas daninhas, tais como insetos, ferrugens, nematoides etc. não somente danos
a cultura, mas também no caso da cana de açúcar, onde trabalhadores se recusam
a realizar trabalho braçal em áreas que contenham infestação de Mucunapruriensi,
essa quando tocada, libera uma substancia que causa inchaço e irritações na pele
dos trabalhadores. Os danos diretos são, competição intraespecífica, competição por
agua, luz e nutrientes, retardando e prejudicando o crescimento da cultura de
interesse econômico, no caso de culturas implantadas para fim de alimentação
animal, pode haver rejeição dos animais por conta de substancias alelopaticas
toxicas no meio do alimento, em campos de sementes comerciais, um lote com
presença de diásporos de plantas daninhas não são aceitas para plantio e vários
outros fatores que podem ocorrer diretamente.
Segundo Meroto (2016) o aumento do rendimento de grãos de milho depende
da maximização da exploração do ambiente que acontece de forma efetiva quando
baixa competição intraespecífica. A uniformidade da arquitetura das plantas,
principalmente em relação a altura, é conseguida com emergência rápida, completa
e regular das plantas (PETR et al., 1988), entretanto fatores como contato com
herbicidas, compactação e encrostamento do solo, tamanho da semente,
profundidade da semeadura, e déficit hídrico podem causar desuniformidade da
emergência das plantas e afetar o rendimento de grãos. A determinação dos efeitos
da desuniformidade de emergência pode auxiliar na tomada de decisão sobre o
replantio de uma lavoura, readequando as práticas de manejo.
Sem nenhuma exigência para germinar, contendo rápido crescimento, alta
capacidade de florescimento, alta produção de sementes, grande habilidade de
dispersão, se adapta às práticas de manejo, tolerância à variação ambiental,
plasticidade fenotípica e formação de raças fisiológicas. São dotadas de certas
características que lhe são peculiares e que interferem na estratégia de seu manejo.
Para se manejar bem estas plantas há necessidade de se conhecer mais
profundamente suas características (EMBRAPA, 2011).
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O objetivo desse trabalho é avaliar o estado de infestação de uma área,


selecionar espécies de plantas daninhas que prejudicam essa área e propor um
método de controle mais eficiente possível com a mínima contaminação do
ambiente, utilizando-se de conhecimento adquirido na área de controle de plantas
daninhas.

MATERIAIS E MÉTODOS
A condução do trabalho será realizada no município de Moreira Sales, Gleba
10, vila Gianello, na área comercial do produtor Sr. José Donizete Camilo, cujas
coordenadas são: latitude 24°00'05.5"S e longitude 52°53'31.5"W e altitude
aproximada de 350 m com dimensões de 108 hectares (Anexo 1).
A área avaliada está no presente momento, implantada a cultura de milho
safrinha, mas os resultados obtidos foram avaliados durante a colheita de soja da
safra 2016-2017. Serão avaliadas as espécies de daninhas presentes na área
comercial e indicar qual tratamento será necessário para controle, deixando o
método químico para última escolha, sendo priorizado o método de rotação de
cultura e outros tipos de controle. As espécies identificadas foram escolhidas
conforme o grau de infestação na área, sendo 3 espécies com maior infestação.
Efetuada uma visita técnica, foram diagnosticados presentes na área as
seguintes plantas daninhas:Buva(Conyzabonariensis), Corda de
viola(IpomoeaaristolochiifoliaG. Don.), Trapoeraba (Commelinabenghalensis).
Segundo o produtor, a área vem sendo cultivada com soja e milho continuamente
desde 2011, sendo assim, completaram-se 7 anos sem nenhum tipo de rotação de
cultura na área. Um fator muito importante, é que a bacia hidrográfica do rio que
passa ao fundo, em suas margens há terras muito férteis, já as localizações mais
distantes do rio são mais fracas, apresentando cerca de 30% de argila em sua
composição, um fator crucial, pois terras de menor fertilidade apresentam uma
queda na produtividade, gerando assim uma maior competição entre daninhas e
cultura implantada.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
A trapoeraba (Commelina benghalensis L.) é uma monocotiledônea da família
commelinaceae, é uma espécie herbácea que se desenvolve em todo o país, é uma
planta anual que é de difícil controle, apresenta caule rizomatoso e caule aéreo ereto
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a decumbente, muito ramificado, cilíndrico, verde e com esparsa pilosidade. Esta


espécie pode ser reconhecida em campo, inclusive no estado vegetativo, pelas
folhas largo-ovaladas, que não ocorrem nas outras espécies afins. Propagação por
meio de fragmentação do rizoma, fragmentação do caule aéreo e algumas vezes por
sementes.(MOREIRA, 2011)
Buva (Conyza bonariensis) é uma Magnoliophyta da classe Magnoliopsida,
Asterale, Asteraceae, uma espécie herbácea anual que se desenvolve em todo o
País. Ocupa áreas cultivadas com espécies hortícolas e frutíferas, pastagens, terras
abandonadas, margens de rodovias e terrenos baldios. Em função da propagação
facilitada pelo vento e germinação quase uniforme das sementes, é comum
encontrar populações densas dessa espécie, possui alta resistência a herbicidas,
crescimento muito rápido, floração e frutificação precoce, pode produzir milhares de
diásporos. Essa espécie pode ser facilmente reconhecida em campo pelas folhas
longo-lanceoladas e com margem inteira, acrescentando-se ainda a posição da
inflorescência, que é sempre inclusa aos ramos, e também pelos capítulos
globosos.(MOREIRA, 2011)
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiifolia G. Don.)Espécie herbácea anual que
se desenvolve nas Regiões Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste do Brasil, vegetando
junto a culturas anuais de verão e de inverno, planta apícola.Apresenta caule
avermelhado do tipo trepador volúvel, muito ramificado e recoberto por esparsos
pelos esbranquiçados. Os ramos enrolam-se nas plantas cultivadas, dificultando a
colheita. Folhas simples, pecioladas, dispostas de forma alternada. Pode ser
reconhecida em campo pelas folhas, que se apresentam sempre cordiformes e
recobertas por pelos esbranquiçados na face superior ou ventral. Propagação por
meio de sementes, podendo chegar até 3 metros de comprimento, sua raiz principal
é pivotante e pode se adaptar a qualquer tipo de solo (MOREIRA, 2011)
Em experimento feito por Duart (2013), observou-se e recomendou-se que o
controle de plantas daninhas na fase pós-emergente na cultura do arroz de sequeiro
pode ser feito a utilização de 50 gramas de dazomet por metro quadrado. Essa dose
tem um poder residual muito grande, fazendo com que outras aplicações não fossem
necessárias.
Abaixo apresenta-se alguns métodos e estratégias para prevenir e retardar o
aparecimento de espécies daninhas em áreas comerciais:
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Métodos mecânicos: as práticas de cultivos mecânicos se encontram os


modos de tratos a partir de revolvimento do solo, são eles: arranque manual de
plantas daninhas, aração do solo, uso de enxada manual ou rotativa, tudo aquilo que
revolva o solo se encaixa no método de controle mecânico (OVEJERO, 2004).
Métodos biológicos: a pratica de controle biológico não é muito empregável
em nosso sistema de produção, pois os custos são geralmente altos e sem um
retorno especifico, podendo ou não controlar. O método biológico consiste em utilizar
fungos, bactéria, vírus, insetos, aves, peixes, etc., é capaz de reduzir a capacidade
de invasoras e competição, através de equilíbrio populacional. O equilíbrio ocorre
abaixo ao nível de dano econômico, não havendo erradicação da daninha nem
prejuízos ambientais, sendo assim se torna inviável ao nível de produção comercial
(MACIEL, 2014).
Métodos preventivos: Consiste em prevenir todos e quaisquer métodos que
possam disseminar diásporos de plantas daninhas, tais como maquinas sujas após
colheita, pulverizador sujo após aplicação em lavoura, sapato e roupas sujas após
verificação de áreas infestadas, utilizar sementes certificadas e de boa qualidade,
evitar usar esterco, palha ou compostos que possam conter propágulos de daninhas,
limpeza de canais de irrigação, corredores de divisa de lote, todos itens acima,
considerados básicos são de extrema importância para que não haja disseminação
de sementes de plantas daninhas de uma área para outra (OVEJERO, 2004).
Métodos cultural: o objetivo desse tipo de controle é fazer com que a cultura
expresse seu máximo potencial produtivo e de competir com as plantas daninhas. O
método de preparo físico do solo é uma boa alternativa de preparo, mas é uma
alternativa arriscada, pois ao mesmo tempo que é feita a gradagem ou aração do
solo, os bancos de sementes de daninhas remanescentes na camada superficial do
solo podem vir para a superfície, gerando novos inoculo de plantas daninhas na
superfície onde fora feita o controle anteriormente, também retirando a camada
superficial de matéria vegetal, o que pode ocorrer erosões nos períodos chuvosos. O
melhor método que se encontra dentro do método cultural, é a rotação de culturas,
onde o sistema consiste em utilizar uma cultura de porte baixo e rápido fechamento
de entre linhas com alta densidade de folhas, para acontecer o sombreamento,
evitando a luz de chegar ao solo, evitando a emergência das daninhas, mas também
é preciso conhecer a cultura que está sendo implantada na área, pois fazendo a
decisão errada, a produção de alelopáticos podem interferir na cultura subsequente
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a rotação, podendo também ser hospedeiros de pragas, doenças e nematóides


(OVEJERO, 2004).
Métodos químicos: é o método mais utilizado no mundo, apesar de não ser
benéfico ao meio ambiente, mas tem uma ótima taxa de controle sobre daninhas,
existem produtos químicos, naturais ou sintéticos que visam interferir nos processos
bioquímicos e fisiológicos das plantas, visando sua morte ou redução do
desenvolvimento, sendo capaz de selecionar as plantas. Algumas vantagens de
utilizar os herbicidas são: é mais rápido, prático e eficiente mesmo em grandes
áreas; é eficiente no controle de plantas daninhas não afetando o sistema radicular e
foliar da cultura; tem menor dependência de mão de obra, que por sinal está cada
vez mais cara e escassa; permite o cultivo mínimo ou plantio direto das culturas e o
melhor arranjo de plantas das culturas. Desvantagens: apresentam um alto custo;
pode ocasionar poluição ao meio ambiente, assim como intoxicação humana;
contribui para restos químicos nos alimentos de ingestão humana; pode deixar
resíduos tóxicos para as culturas subsequentes; pode ocasionar danos a culturas
próximas em virtude do risco de deriva do produto; exige um maior conhecimento
técnico para aplicações das diferentes modalidades de uso (MACIEL, 2014).
Antes de qualquer utilização deve ser observado todas as instruções
presentes no rotulo do produto para que não haja riscos de intoxicação, ver as
misturas que podem ser feitas, escolher a melhor época de aplicação, para que o
clima e solo não influenciem na aplicação do produto, ter um tempo mínimo de efeito
sem chuvas após a aplicação, evitar solos molhados para não haver compactação e
sempre utilizar EPI para não haver intoxicação humana (MACIEL, 2014).
Na safra 2017/18, fazer o cultivo de soja e na cultura de inverno seria
recomendado um método mecânico, no caso gradagem, seguido de uma rotação de
cultura, sendo aveia, nabo forrageiro, brachiaria ou qualquer outro tipo de cultura
que não seja colhido.
Depois de utilizado esse método cultura, seria ideal uma dessecação e após
um período de latência de 45-60 dias, fazer outra verificação na área e aplicar
herbicidas seletivos na dose recomendada para as plantas daninhas que ainda
restaram e estão em pequeno porte, exigindo um menor volume de herbicida a
aplicar na área e consequentemente contribuindo com o meio-ambiente e ajudando
na preservação dos recursos hídricos e também na qualidade do solo presente na
área de cultivo.
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CONSIDERAÇÕES FINAIS
Com base nessa revisão e estudo de caso, pode-se concluir que a utilização
intensiva de métodos de controle químico baseados em poucos ou apenas um sítio
de ação dos herbicidas têm gerado resistência por parte das plantas daninhas, tendo
como conseqüência o aumento da dose utilizada para controlá-las na lavoura.
Esse aumento é prejudicial, pois além de contaminar o próprio solo, os
agentes químicos podem também contaminar lençóis freáticos, a fauna da
propriedade e até mesmo os seres humanos que vivem ao redor dela.
A fim de alcançar um controle sustentável, é necessário se utilizar ao máximo
métodos alternativos de controle como rotação de cultura, métodos mecânicos e
físicos. Assim, a qualidade da vida das gerações atuais será melhorada e
conservada para que as futuras gerações possam também utilizar-se dos recursos
naturais disponíveis.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

DUART, M.V. et al. Controle pré-emergente de plantas daninhas em sistema de


semeadura de arroz em solo seco. In: 2º Simpósio de Integração Científica e
Tecnológica do Sul Catarinense, 2013. Disponível em:
<https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&ved=0ah
UKEwjr-
5nZr4bUAhXDhpAKHTT6DPIQFggoMAA&url=https%3A%2F%2Fperiodicos.ifsc.edu.
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em: 19/05/2017

EMBRAPA. Biologia e Ecologia de Plantas Daninhas, 2011. Disponível em:


<https://www.agencia.cnptia.embrapa.br/recursos/Plantas_daninhas_definicaoID-
OKBSzkoJUb.pdf> Acesso em: 2 de Abril de 2017

HENRIQUES, A.B. A moderna agricultura no final do século XIX em São Paulo:


Algumas propostas. UNESP, Assis – SP, 2011. Disponível em: Acesso em: 21 abr.
2017
MACIEL, C. D. G.; Aspectos da biologia e manejo das plantas daninhas: Método
de controle de plantas daninhas. São Carlos SP: Rima Editora, 2014. 129-143p.

MEROTTO, A., SANGOI, L., ENDER, M., A desuniformidade de emergência reduz


o rendimento de grãos de milho, 2016 Disponivel em: <
http://hdl.handle.net/10183/22566 > Acesso em 09 abr. 2017.

MOREIRA, H. J. DA C.; BRAGANÇA, H. B. N.;. Manual de identificação de plantas


daninhas: hortifruti. Campinas SP: [s.n.], 2011. 562 p.

OVEJERO, R. F. L. ; CHRISTOFFOLETI, P. J. . Recomendaçoes para a prevenção


e manejo da resistencia a herbicidas. In: CHRISTOFFOLETI, Pedro Jacob (Org.).
Manual de Identificação de Plantas Daninhas.. 2. ed. Campinas-
SP: [s.n.], 2004. p. 49-56.

PETR, J., CERNY, V., HNUSKA, L. Yieldformation in maize. New York: Elsevier,
1988. Cap. 4: Yieldformation in themainfieldcrops: p. 54-172

SILVA, A. A.; FERREIRA, F. A.; FERREIRA, L. R.; SANTOS, J. B. dos. Métodos de


controle de plantas daninhas. In: SILVA, A. A.; SILVA, J. F. Tópicos em manejo de
plantas daninhas. Viçosa: editora UFV, 2007. P.63-81
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ANEXOS

Anexo1: Área de pesquisa, Moreira Sales – Paraná. 2017. Fonte: Google Maps