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1ª Questão: Constituem modalidade de receita derivada, exceto:

a) Empréstimo Compulsório

b) Taxas

c) Contribuições de melhoria

d) imposto pago sobre a propriedade de veículo automotor – IPVA

e) Preços públicos, uma vez que são decorrentes de serviços públicos prestados por
concessionário.

2ª Questão: São espécies de receitas derivadas as decorrentes de:

a) locação de imóveis públicos.

b) de contribuição melhoria.

c) laudêmio

d) Aquelas que decorrem do próprio patrimônio do ente federado.

e) Advinda da arrecadação dos Pedágios.

3ª Questão: A respeito dos princípios constitucionais tributários, é correto afirmar que:

a) É permitido aos Estados utilizar tributo com efeito de confisco.

b) Constitui exceção ao princípio da legalidade tributária o Decreto presidencial que busca a


alteração das alíquotas dos seguintes impostos: II (Impostos de importação), IE (imposto de
exportação), ITBI (Imposto de transmissão de bens imóveis) e IOF (Imposto sobre as operações
financeiras).

c) O princípio da irretroatividade tributária veda que os Entes Federativos cobrem tributos em


relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído
ou aumentado.

d) Em obediência ao princípio da Legalidade Tributária, em regra, todo e qualquer Tributo só


poderá ser instituído por Lei Complementar, sendo por Medida Provisória aqueles que a
Constituição da República assim definir.

e) É vedado à União, Estados, DF e Municípios cobrar tributos antes de decorridos 60 dias da


data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou, ressalvadas algumas
exceções.
4ª Questão: Escapa ao conceito de tributo a ideia de:

a) Prestação Pecuniária.

b) Instituído em Lei

c) Penalidade

d) Compulsoriedade

e) Cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada.

5ª Questão: Quanto às taxas, é correto afirmar que:

a) Constituem modalidade de Tributo não vinculado.

b) A criação das taxas de serviço somente será possível mediante a disponibilização de serviços
públicos que se caracterizem pela divisibilidade e especificidade.

c) A taxa não pode ter fato gerador idêntico ao que corresponda a imposto, mas nada impede
que tenha a mesma base de cálculo. Art. 145, § 2º CF impede que tenha a mesma base de
cálculo.

d) É possível que elas sejam calculadas em função do capital das empresas.

e) é constitucionalmente garantida ao contribuinte a restituição dos valores pagos a título de


taxa, num prazo de até 180 dias a contar do desembolso.

6ª Questão: Determinado governador do Estado do Acre está em forte debate com a


Assembleia Legislativa. Apesar de ter sido eleito em primeiro turno com uma expressiva
maioria de votos, sua Assembleia é hoje composta em maioria considerável pela oposição
ressentida por não ter reeleito o antigo governador, candidato da situação.
Diante deste conflito político, o governador não consegue aprovar a lei orçamentária que se
manifesta compatível com suas propostas. Sendo assim, decide baixar o orçamento por
medida provisória. Deputado da oposição se recusa a votar a medida provisória e levanta
argumentos tecnicamente adequados.

Pergunta-se: a) Quais seriam estes argumentos?

O art. 62 da CF menciona que a MP não pode versar sobre lei orçamentária. Há proibição
específica na CF, nesse sentido, o governador não poderia ter ediato a MP.

b) Pode o governador editar medida provisória?

c) Cabe medida provisória em Direito Financeiro? Não há propriamente uma vedação quanto
à edição de medida provisória em Direito Financeiro, com exceção das questões relativas às
leis orçamentárias e tal como previsto no art. 62 §1º d da Constituição. OBS: O STF decidiu
que o dispositivo sobre MP não é de reprodução obrigatória. Nesse sentido, só pode editar
MP governador de Estado que tenha expressa previsão nesse sentido na Constituição do
Estado.

7ª Questão: Em detida análise do conceito de Tributo estabelecido pelo próprio Código


Tributário Nacional, Tributo não constitui sanção de ato ilícito. Por esta razão, o estado do
Rio de Janeiro, se exime de tributar o resultado econômico decorrente de atividade ilícita,
como por exemplo, a renda auferida por traficantes em razão da venda de entorpecentes e
drogas afins. Pergunta-se: Está correto o estado do Rio de Janeiro em não promover a
cobrança Tributária? Justifique sua resposta com os fundamentos adequados. Não, uma vez
que o Estado do Rio deve obedecer ao princípio jurídico consubstanciado no brocardo
pecunia non olet, significando que não importa a natureza da renda auferida: tendo havido
crescimento patronial, deve necessariamente haver a tributação, uma vez que foi praticado
o fato gerador.

8ª Questão: Na hipótese de lançamento tributário, quando se opera pelo ato em que a


autoridade administrativa fiscal competente, tomando conhecimento da atividade assim
exercida pelo obrigado, expressa ou tacitamente homologa o recolhimento de tributos, cuja
legislação atribua ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem a necessidade de
prévia anuência do Fisco. Nesse caso, a modalidade de lançamento tributário configura-se
como:

a) Lançamento Direto.

b) Lançamento por declaração.

c) Lançamento por arbitramento.

d) Auto-lançamento

e) Lançamento por homologação.

Havendo hipótese de incidência, praticando-se o fato gerador relativo a essa hipótese, nasce
a obrigação tributária. Essa obrigação é constituída pelo dever de pagar, para o contribuinte
e pelo direito de cobrar, para o fisco. Não há, ainda, o cálculo do montante devido. O fisco se
vale do lançamento tributário para liquidar a obrigação (art. 142, CTN). O lançamento
constitu o crédito tributário, fazendo a obrigação exigível, porquanto líquida.

O lançamento pode ocorrer: de ofício, por declaração ou por homologação. De ofício ocorre
quando só o sujeito ativo da obrigação tributária calcula o valor. Exemplo é o IPTU e IPVA,
quando o sujeito ativo diz qual é a base de cálculo e a alíquota e calcula sozinho. O
lançamento por declaração acontece quando o sujeito ativo e o sujeito passivo calculam
juntos o montante devido da obrigação tributária. O sujeito ativo leva a alíquota e o
contribuinte leva a base de cálculo, como ocorre no ITBI. No lançamento por homologação,
mais usual deles, só o sujeito passivo faz o cálculo do tributo a pagar, não se metendo o
fisco. É o caso do IRPF, IRPJ, ICMS, ISS e ITCMD. O fisco tem prazo de até 5 anos para, de
forma expressa ou tácita, homologar.

9ª Questão: São hipóteses de extinção do crédito tributário:

a) O pagamento, a compensação, a moratória e a conversão de depósito em renda.

b) A transação, remissão, a decisão administrativa irreformável e a moratória.

c) O pagamento, a conversão de depósito em renda, a remição e a decadência.

d) A compensação, remissão, anistia e o pagamento.

e) A transação, remissão, a consignação em pagamento, nos termos do CTN, e a decisão


judicial passada em julgado. Art. 156 CTN traz as hipóteses. Ler art. 151 tb, que traz
hipóteses de suspensão. § único diz que as obrigações acessórias não estão dispensadas. Não
se aplica o princípio da gravitação jurídica do Direito Civil aqui. As obrigações acessórias
mantêm-se.

11ª Questão: Em relação à dívida ativa tributária, é correto afirmar que:

a) Regularmente inscrita, goza de presunção relativa de certeza e liquidez e tem o efeito de


prova pré-constituída.

b) Regularmente inscrita, goza de presunção absoluta de certeza e liquidez e tem o efeito de


prova pré-constituída.

c) Regularmente inscrita, goza de presunção de certeza e liquidez, mas não produz efeito de
prova pré-constituída.

d) A fluência de juros de mora exclui a liquidez do crédito.

e) A certidão correspondente ao crédito tributário que deixar de atender aos requisitos


exigidos pelo Código Tributário Nacional será nula, não podendo, mesmo na via
administrativa, ser sanada.

12ª Questão: A anistia implica a:

a) exclusão do crédito tributário. A exclusão opera como barreira no lançamento, não


permitindo que o lançamento seja efetuado. Se materializa por dois institutos: isenção
(tributo) e anistia (multa). Anistia só opera antes do lançamento, mas após a prática do fato
gerador. Depois disso, só remissão, que extingue o crédito.
b) extinção do crédito tributário.

c) suspensão da exigibilidade do crédito tributário.

d) extinção do crédito tributário, mas, nesse caso, não se dispensa o cumprimento das
obrigações acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito seja extinto ou dela
consequente.

e) isenção do crédito tributário relativo às multas.

13ª Questão: A pessoa jurídica ABC, exportadora de café, inconformada com nova cobrança
de determinado tributo, não realiza o pagamento da obrigação tributária. Por tal razão, em
2015, a União ajuizou execução fiscal para a cobrança do valor inadimplido, atualmente em
trâmite na 1ª Vara Federal de Execução Fiscal da Seção Judiciária do Estado do Rio de
Janeiro. Diante destes fatos, marque a medida judicial adequada para impugnação da
cobrança da nova contribuição, expondo, justificadamente, todos os argumentos aplicáveis.
Para a escolha da medida judicial adequada, considere que esta não poderá ser admitida
antes de garantida a execução e que o executado foi intimado de penhora realizada há 15
dias.

a) Consignação em pagamento.

b) Exceção de pré – executividade

c) Embargos à Execução fiscal.

d) Embargos de terceiro

e) Mandado de segurança repressivo.

14ª Questão: Pelo instituto da Repetição em Indébito, o sujeito passivo tem direito à
restituição total ou parcial do pagamento indevido. Acerca deste instituto,
é CORRETO afirmar que:

a) prescreve o direito de ação em 2 anos da extinção do crédito tributário ou do erro da


identificação do sujeito passivo.

b) O valor pago indevidamente ou a maior a título de tributo, será devolvido em dobro ao


contribuinte.

c) há direito à restituição de tributo pago, relativo à cobrança de crédito tributário prescrito.

d) o prazo prescricional é interrompido pelo início da ação judicial.


e) Prescreve o direito desta ação em 10 anos, uma vez que por ser repetição de indébito
obedece ao regramento estabelecido pelo Código Civil Brasileiro.

Questão 15ª: Em dificuldade para saldar seus débitos, inclusive tributários, a sociedade
comercial Irmãos Tavares & Cia. Ltda., decidiu cerrar suas portas sumariamente, deixando de
dar baixa regular em seus registros e obrigações comerciais e fiscais. Tomando
conhecimento do fato, fiscais da Receita Federal verificaram não ter sido recolhido o
Imposto de Renda dos dois últimos exercícios, tendo em consequência procedido ao
lançamento. Notificada regularmente a empresa, na pessoa de seu sócio-gerente, deixou de
defender-se administrativamente, correndo o processo administrativo-fiscal à revelia e
culminando com a inscrição do crédito tributário em dívida ativa e imediato ajuizamento da
execução fiscal. Alertado por seu antigo contador, o sócio-gerente aliena vários bens sociais.

Pergunta-se: a) São válidos esses atos de alienação? Em que circunstâncias?

b) Pode a Fazenda Pública requerer a falência da sociedade?

c) É possível ao fisco determinar à instituição bancária que lhe forneça os dados das
movimentações da sociedade e do sócio gerente para buscar identificar as irregularidades,
independente de autorização judicial?

16ª questão: Em março de 2014, o Estado A instituiu, por meio de decreto, taxa de serviço de
segurança devida pelas pessoas jurídicas com sede naquele Estado, com base de cálculo
correspondente a 3% (três por cento) do seu faturamento líquido mensal. A taxa, devida
trimestralmente por seus sujeitos passivos, foi criada com o objetivo de remunerar o serviço
de segurança pública prestado na região. A taxa passou a ser exigível a partir da data da
publicação do decreto que a instituiu. Dez dias após a publicação do decreto (antes,
portanto, da data de recolhimento da taxa), a pessoa jurídica PJ Ltda. decide impugnar o
novo tributo, desde que sem o risco de suportar os custos de honorários advocatícios na
eventualidade de insucesso na demanda, tendo em vista que pretende participar de
processo licitatório em data próxima, para o qual é indispensável a apresentação de certidão
de regularidade fiscal, a qual será obstada caso a pessoa jurídica deixe de pagar o tributo
sem o amparo de uma medida judicial. Considerando a situação econômica do contribuinte,
elabore a medida judicial adequada para a impugnação do novo tributo e a garantia da
certidão de regularidade fiscal necessária à sua participação na licitação, considerando a
desnecessidade de dilação probatória e INDICANDO TODOS OS FUNDAMENTOS JURÍDICOS
APLICÁVEIS

17ª Questão: Supondo que na Prefeitura de Teresina fosse promulgada lei municipal que
determine o cancelamento de débitos fiscais, já lançados, para com a Fazenda Municipal de
valor inferior a R$ 200,00 (duzentos) reais. O vertente caso trata-se de uma:
a) Isenção.

b) Remissão.

c) Anistia.

d) Prescrição.

e) Remição

19ª Questão: No tocante à obrigação tributária:

A - A criação de obrigação acessória independe da competência tributária.

B - A obrigação acessória tem o mesmo destino da obrigação principal. Somente pode existir
em razão dela e, uma vez extinta a obrigação principal, extinta estará também a obrigação
acessória.

C - Contribuinte desobrigado de cumprimento da obriga- ção principal, por imunidade ou


isenção, não pode ser compelido a cumprir a respectiva obrigação acessória.

D - A não emissão de nota fiscal, por contribuinte a ela obrigado, configura descumprimento
de obrigação principal, já que a emissão de referido documento é de suma importância para
a fiscalização tributária.

E - O descumprimento da obrigação acessória pode dar ensejo ao nascimento de uma


obrigação principal.

20ª Questão: Taxas sujeitam-se aos princípios tributários, o que não ocorre com preços
públicos.

Certo

Errado

21ª Questão: Relativamente aos princípios constitucionais tributários, é correto afirmar:

a) O princípio da legalidade tributária, segundo o qual a instituição e majoração de tributos


só podem ser realizadas mediante lei, não admite exceções e guarda relação com o princípio
constitucional geral de que ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer algo senão em
virtude de lei.

b) São exceções ao princípio da legalidade tributária o II, IE, IOF, IPI e COFINS, na medida em
que se faculta ao Poder Executivo, atendidas as condições e os limites estabelecidos em lei,
alterar as respectivas alíquotas.
c) O princípio da irretroatividade tributária consubstancia, de modo rígido, a regra de que o
tempo rege o fato, estabelecendo a proibição de cobrança de tributo em relação a fato
gerador ocorrido antes da vigência da lei que o institui ou majora.

d) O princípio da irretroatividade da lei tributária impera de forma relativa, pois, mesmo não
sendo o tributo sanção de ato ilícito, sofre influência da lei tributária posterior mais benéfica
em relação ao contribuinte.