Sie sind auf Seite 1von 96

Aula de Conceito de Doença, Sintomatologia e

Diagnose
Doenças de Plantas
Fitopatologia X Fisiologia Vegetal

Patologia
Normal/Sadio X Anormal/Doente

• INJURIA FISICA
• INJURIA QUIMICA
• DANOS POR DOENÇA
PRAGAS
• ESTRESSES
• AMBIENTE

• NUTRIÇÃO
Kühn (1858): "As doenças de plantas devem ser atribuídas a mudanças anormais nos seus processos
fisiológicos, decorrentes de distúrbios na atividade normal de seus órgãos".
Whetzel (1935): "Doença em planta consiste de uma atividade fisiológica injuriosa, causada pela
irritação contínua por fator causal primário, exibida através de atividade celular anormal e expressa
através de condições patológicas características, chamadas sintomas".
Gaümann (1946): "Doença de planta é um processo dinâmico, no qual hospedeiro e patógeno, em
íntima relação com o ambiente, se influenciam mutuamente, do que resultam modificações
morfológicas e fisiológicas".
Walker (1950): "Plantas doentes são caracterizadas por mudanças na sua estrutura ou processos
fisiológicos acarretadas por ambiente desfavorável ou por algum agente parasitário".
Stakman & Harrar (1957): "Doença de planta é uma desordem fisiológica ou anormalidade estrutural
deletéria à planta ou para alguma de suas partes ou produtos, ou que reduza seu valor econômico",
Horsfall & Diamond (1959): "Doença não é uma condição (...). Condição é um complexo de sintomas
(...}. Doença não é o patógeno (...). Doença não é o mesmo que injúria (...). Doença resulta de
irritação continua e injúria de irritação momentânea (...}. Doença é um processo de mal
funcionamento que resulta em algum sofrimento para a planta".
Agrios (1988): "Doença é o mal funcionamento de células e tecidos do
hospedeiro que resulta de sua contínua irritação por um agente patogênico ou
fator ambiental e que conduz ao desenvolvimento de sintomas. Doença é uma
condição envolvendo mudanças anormais na forma, fisiologia, integridade ou
comportamento da planta. Tais mudanças podem resultar em dano parcial ou
morte da planta ou de suas partes“.
Fenômeno biológico

Interferência em
processo fisiológico

É prejudicial à planta Processo contínuo


DOENÇA ≠ INJÚRIA

IRRITAÇÃO CONTINUA IRRITAÇÃO MOMENTANEA


GEADAS E PICADA DE
INSETO, ...
Causa da doença
 Fumagina
 Alelopatia
 Micorrizas: Fixadoras de P
 Fixação de N por bactérias
NEM TODO PARASITA É UM PATÓGENO.

TODO PATÓGENO NÃO É


NECESSARIAMENTE UM PARASITA.
AS CONSEQUENCIAS DAS
DOENÇAS DE PLANTAS PODEM
SER VISUALIZADAS ATRAVES DE
SINTOMAS, DANO ECONOMICO
(REDUÇÃO DA PRODUÇÃO) E OU
PERDA (REDUÇÃO DO LUCRO).
AGENTE CAUSAL
DOENÇAS INFECCIOSAS DOENÇAS NÃO
(BIÓTICAS) INFECCIOSAS
• Fungos (ABIÓTICAS)
• Bactérias • Nutrição
• Vírus • Ambiente
• Protozoários • Substâncias químicas
• Nematóides
• Micoplasmas
PARASITISMO: relação íntima entre espécies
na qual uma nutre-se às custas da outra,
prejudicando-a.

PATOGENICIDADE: é a capacidade de se
causar doença.
Sintomatologia é o estudo dos sintomas de
doenças. De grande utilidade na diagnose.

Qualquer manifestação das reações da


planta a um agente nocivo pode ser
considerada SINTOMA.

Estruturas do patógeno, quando


exteriorizadas no tecido doente, recebem o
nome genérico de SINAL.
A sequência completa ou o conjunto de
sintomas determinados por uma doença é
conhecido por QUADRO SINTOMATOLÓGICO.
Classificação de sintomas
Sintomas primários: resultantes da ação
direta do patógeno nos órgãos que
exibem os sintomas

Sintomas secundários ou reflexos:


exibidos pela planta em órgão distantes
do local de ação do patógeno.
Sintomas lesionais

Sintomas histológicos

Sintomas fisiológicos

Sintomas morfológicos
Sintoma morfológico: entende-se qualquer
alteração visível na forma. Os sintomas
podem ser necróticos ou plásticos.

São caracterizados pela São caracterizados por


degeneração do protoplasma, anomalias que levam a
seguida de morte de células, alterações visíveis na forma
tecidos e órgãos. ou no conteúdo de tecidos
doentes.
Sintomas necróticos
 Amarelecimento  Gomose
 Encharcamento  Mancha
(anasarca)  Morte dos ponteiros
 Murcha  Mumificação
 Cancro  Perfuração
 Crestamento  Podridão
(requeima)  Pústula
 Damping-off  Seca
 Escaldadura
 Estria (listra)
Sintomas plásticos
 Albinismo  Calo
 Clorose  Enação
 Mosaico  Encarquilhamento
 Estiolamento  Epinastia
 Enfezamento  Fasciação
(nanismo)  Galha
 Roseta  Superbrotamento
 Bronzeamento  Verrugose
Diagnose
O diagnóstico se refere à identificação de uma
doença e do seu agente causal, com base nos
sintomas e sinais.

Agente Agente
biótico abiótico
A correta diagnose e o
conhecimento da epidemiologia
da doença são pré-requisitos
indispensáveis para definir
medidas para o seu MANEJO.
Diagnose de doenças
conhecidas

Quando uma planta exibe sintomas e sinais


suspeitos de infecção por agente biótico, o
primeiro passo é confrontar os sintomas
observados com aqueles relatados na literatura.

Referências: livros-textos, compêndios, manuais e


guias de campo.
Procedimento
Coleta do material Exame em
infectado microscópio
estereoscópico
(lupa)

Observação em
microscópio de luz Coleta das
(ótico) estruturas
CÂMARA ÚMIDA

CORRIDA BACTERIANA

PCR

ELISA

POSTULADOS DE KOCH
CRÉDITOS:

MANUAL DE FITO , VOL. 1