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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO


MARANHÃO – IFMA
CAMPUS CODÓ

ORIENTAÇÕES PARA NORMALIZAÇAO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

Codó/MA
2013
2

PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Dilma Rousseff

MINISTRO DA EDUCAÇÃO
Aloizio Mercadante

SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA


Marco Antonio de Oliveira

REITOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA


MARANHÃO
Francisco Roberto Brandão Ferreira

PRÓ-REITORA DE ENSINO
Ximena Paula Maia da Silva

DIRETOR GERAL DO CAMPUS CODÓ


José Cardoso de Sousa Filho

DIREÇÃO DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL


Francisca Vieira da Silva

DIREÇÃO DE ENSINO
Ivana Maria Sousa Duailibe

EQUIPE PEDAGÓGICA
Francisco da Silva Paiva
Soraya Tatiara Costa Lopes Chicar

COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DAS ORIENTAÇÕES PARA NORMALIZAÇAO


DE TRABALHOS ACADÊMICOS DO IFMA/CAMPUS CODÓ

Eliane de Sousa Almeida


Erika Felipe de Albuquerque
Mayara Oliveira Sousa
Paulo Roberto de Jesus Silva
Wady Lima Castro Júnior
3

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO............................................................................................................. 04

1 TRABALHOS ACADÊMICOS................................................................................ 07
1.1 A monografia............................................................................................................ 07
1.1 Aspectos gerais da monografia................................................................................ 08

2 ESTRUTURA DA MONOGRAFIA....................................................................... 09
2.1 Elementos pré-textuais............................................................................................. 09
2.2 Elementos textuais................................................................................................... 10
2.3 Elementos pós-textuais............................................................................................. 10

3 ORGANIZAÇÃO DA MONOGRAFIA................................................................. 11
3.1 Estrutura de partes específicas................................................................................. 11
3.1.1 Capa....................................................................................................................... 11
3.1.1.1 Lombada.............................................................................................................. 12
3.1.2 Folha de rosto........................................................................................................ 12
3.1.4 Ficha catalográfica................................................................................................ 13
3.1.5 Errata...................................................................................................................... 13
3.1.6 Folha de aprovação................................................................................................ 13
3.1.7 Agradecimentos..................................................................................................... 14
3.1.8 Dedicatória............................................................................................................ 14
3.1.9 Epígrafe................................................................................................................. 14
3.1.10 Listas.................................................................................................................... 15
3.1.11 Resumo................................................................................................................ 15
3.1.12 Sumário............................................................................................................... 16

4 APRESENTAÇÃO GRÁFICA................................................................................ 17
4.1 Orientações gerais..................................................................................................... 17
4.2 Indicativo de seção................................................................................................... 18
4.2.1 Numeração progressiva.......................................................................................... 18
4.3 Paginação.................................................................................................................. 19
4.4 Equações e fórmulas................................................................................................. 19
4.5 Ilustrações................................................................................................................. 20
4.6 Tabelas...................................................................................................................... 21
4.7 Quadros..................................................................................................................... 21

5 APRESENTAÇÃO DE CITAÇÃO......................................................................... 23
5.1 Tipos de citação........................................................................................................ 24
5.1.2 Citação indireta...................................................................................................... 24
5.1.3 Citação de citação.................................................................................................. 25
5.2 Comentário/omissão................................................................................................. 26
5.3 Outros estilos de citação........................................................................................... 26

6 REFERÊNCIAS........................................................................................................ 28
6.1 Localização............................................................................................................... 29
6.2 Apresentação............................................................................................................ 29
6.3 Autoria....................................................................................................................... 29
4

6.4 Monografia no todo.................................................................................................. 31


6.5 Periódico................................................................................................................... 32
6.6 Tese e dissertação..................................................................................................... 33
6.7 Evento....................................................................................................................... 33
6.8 Patente....................................................................................................................... 33
6.9 Documento jurídico.................................................................................................. 34
6.10 Imagem em movimento.......................................................................................... 35
6.11 Documento iconográfico....................................................................................... 35
6.12 Documento sonoro e musical................................................................................. 36
6.13 Documento cartográfico......................................................................................... 36
6.13 Relatório................................................................................................................. 36

REFERÊNCIAS............................................................................................................ 37

APÊNDICE
5

INTRODUÇÃO

Os trabalhos acadêmicos carecem de orientações para sua normalização ou


padronização. Nese sentido, as normas têm como finalidade padronizar a organização das
produções, contribuindo para a troca de informações e leitura harmoniosa do texto.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Fórum Nacional de


Normalização. Este organismo é encarregado de elaborar e revisar as normas vigentes no
Brasil. Os Comitês Brasileiros e os Organismos de Normalização Setorial, constituídos por
Comissões de Estudo, são responsáveis pela elaboração, revisão e divulgação das normas
vigentes (ABNT NBR 10520, 2002).

As orientações de normalização para os trabalhos acadêmicos são especificados pelas


Normas Brasileira de Regulamentação (NBRs) referentes à informação e documentação. O
uso das normas para a elaboração dos trabalhos acadêmicos contribui para a redução de
procedimentos explicativos, uniformizando a comunicação.

Para estas orientações foram utilizadas as seguintes normas:

ABNT NBR 14724, Informação e documentação de trabalhos acadêmicos –


apresentação;

ABNT NBR 6024, Informação e documentação – Numeração progressiva das seções


de um documento escrito – Apresentação;

ABNT NBR 6027, Informação e documentação – Sumário – Apresentação;

ABNT NBR 6023, Informação e documentação – Referências – Elaboração;

ABNT NBR 6028, Informação e documentação – Resumo – Procedimento;

ABNT NBR 6034, Informação e documentação – Índice – Apresentação;

ABNT NBR 10520, Informação e documentação – Citações em documentos –


Apresentação;

ABNT NBR 12225, Informação e documentação – Lombada – Apresentação;


6

Para as tabelas, utilizamos as normas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística


(IBGE), normas de apresentação tabular do IBGE;

No que se refere à ficha catalográfica, a utilizada foi o Código de Catalogação Anglo-


Americano.

A oferta de cursos superiores, no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia


do Maranhão do Campus Codó, impulsionou a organização das diretrizes que compõem esta
síntese das normativas emanadas da ABNT, referentes à informação e documentação, a fim
auxiliar docentes e discentes quanto à elaboração e apresentação dos trabalhos acadêmicos,
em especial das monografias – estudo científico obrigatório para a conclusão de curso.

Portanto, o escopo destas orientações visa, sobretudo, contribuir para o aprimoramento


dos trabalhos acadêmicos elaborados neste Campus, tomando como referência as normas da
ABNT e as particularidades da instituição.

Estas orientações, organizada pela Comissão para sistematização das normas da


ABNT para trabalhos acadêmicos do IFMA Campus Codó visa, sobretudo, nortear a
apresentação das pesquisas em andamento e concluídas, contribuindo desse modo para sua
ampla divulgação e aplicação.
7

1 TRABALHOS ACADÊMICOS

A ABNT NBR 14724/2011 estabelece como trabalhos acadêmicos as atividades


orientadas resultantes de estudos científicos apresentados à apreciação da Instituição (banca,
comissão examinadora e outros). São considerados trabalhos acadêmicos: teses, dissertações,
monografia, dentre outros.

1.1 A monografia

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão/Campus Codó


estabelece para os cursos superiores ofertados como obrigatoriedade para obtenção do grau de
bacharel ou licenciado em suas áreas específicas, a apresentação de um trabalho de conclusão
de curso em forma de monografia a ser submetida à avaliação de uma banca examinadora,
atentando para as normas da Abnt/Ifma.

Para Marconi e Lakatos (2010, p. 237) a monografia é “[...] um estudo específico ou


particular, com suficiente valor representativo e que obedece a rigorosa metodologia.
Investiga determinado assunto não só em profundidade, mas também em todos os ângulos e
aspectos, dependendo dos fins a que se destina”.

Desse modo, a monografia se caracteriza por ser um estudo apresentado por escrito, de
forma sistemática e completa, que versa sobre um tema específico ou particular de uma
ciência ou parte dela, com metodologia específica de investigação e contribui de forma
significativa, mesmo que inicialmente, para o progresso do conhecimento científico e sua
ampla divulgação.

De modo geral, as pesquisas podem ser classificadas, de acordo com seus objetivos,
em exploratórias, explicativas e descritivas e, de acordo com os instrumentos e técnicas
utilizadas, em bibliográficas, documental, experimental, ex post facto, levantamento, estudo
de campo, estudo de caso, pesquisa ação, pesquisa participante (GIL, 2010).

O Departamento de Ensino, através da Coordenação Geral de Cursos Superiores do


IFMA/Campus Codó estabelece que as pesquisas voltadas para as monografias devam, para
os cursos de licenciatura estar, preferencialmente, articuladas com questões educacionais.
Também se considera válido, para a conclusão de curso, a elaboração de manuais didáticos.
8

1.2 Aspectos gerais da monografia

A monografia a ser apresentada à Instituição deve conter um mínimo de 30 (trinta) e


um máximo de 80 (oitenta) laudas de elementos textuais e ser acompanhada, sistemática e
obrigatoriamente, por um orientador reconhecido e aceito formalmente pela coordenação
específica de cada curso.
9

2 ESTRUTURA DA MONOGRAFIA

A estrutura da monografia compreende três partes: os elementos pré-textuais, textuais


e os pós-textuais. Alguns elementos se apresentam como obrigatórios e outros como
opcionais.

2.1 Elementos pré-textuais

Como parte inicial da monografia, os elementos pré-textuais antecedem ao texto,


contendo informações que identificam o trabalho e são apresentados conforme a sequência
apontada na ilustração:

Fonte: Adaptado da ABNT NBR 14724, 2011.


10

2.2 Elementos textuais

Os elementos textuais é o espaço em que comporta a exposição do estudo realizado em


três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão, conforme ilustração abaixo:

Fonte: Adaptado da ABNT NBR 14724, 2011.

2.3 Elementos pós-textuais

Os elementos chamados pós-textuais sucedem o corpo dos elementos textuais e tem


como finalidade complementar o trabalho. Seguem a ordem assinalada na ilustração abaixo:

Fonte: Adaptado da ABNT NBR 14724, 2011.


11

3 ORGANIZAÇÃO DA MONOGRAFIA

De modo geral, a estrutura da monografia se apresenta de acordo com a ordem


apresentada no quadro abaixo:

QUADRO 1 – Elementos da monografia


PRÉ-TEXTUAIS Obrigatório Opcional Característica

Capa Informação geral do trabalho


Folha de rosto Informação geral sobre o trabalho
Folha de aprovação Informação sobre a apresentação e aprovação
Dedicatória Oferecimento do estudo
Agradecimentos Homenagem
Epígrafe Citação representativa para o contexto do estudo
Resumo Informações concisas de pontos relevantes
Abstract Tradução do resumo
Lista de ilustrações (gráficos, Relação de tabelas, quadros, gráficos, etc.;
tabelas, etc.) apresentados ao longo do texto
Lista de abreviaturas e siglas Relação alfabética das abreviaturas, siglas e
símbolos usados no texto e seu correspondente
significado por extenso
Sumário Enumeração progressiva dos capítulos, seções e
partes do trabalho
TEXTUAIS

Introdução Enunciação clara sobre o tema, problema,


objetivos, finalidade do trabalho. Menciona os
tópicos gerais do texto
Desenvolvimento Exposição do assunto e suas ideias.
Detalhamento do assunto em capítulos e seções
Conclusão/Considerações Síntese e análise crítica dos tópicos
Finais apresentados
PÓS-TEXTUAIS

Referências Lista de documentos citados no texto


Apêndices Materiais adicionais para esclarecimento ou
comprovações elaborado pelo autor
Anexos Materiais adicionais para esclarecimento ou
comprovações não elaborado pelo autor
Glossário Relação em ordem alfabética de expressões ou
termos técnicos e suas definições

Fonte: Adaptado da ABNT NBR 14724, 2011.

3.1 Estrutura de partes específicas

3.1.1 Capa

As informações são apresentadas na seguinte ordem:


12

Instituição

Autor

Título/ subtítulo

Local (cidade)

Ano

Em espaço simples entrelinhas, fonte Times New Roman/Arial, tamanho 12,


centralizado, maiúscula, com negrito no autor e no título/subtítulo do trabalho (Ver Anexo A):

3.1.1.1 Lombada

Parte da capa do trabalho.

Sugere-se espaço de 30 mm da borda inferior para informações de localização do


documento.

Título em letra tamanho 12 sem negrito.

Autor em letra tamanho 12 em negrito.

Ano e instituição em letra tamanho 12 sem negrito.

Exemplo:

ANO TÍTULO Autor INSTITUIÇÃO

Fonte: Ifma-Codó.

3.1.2 Folha de rosto

Elemento similar a anterior (capa). Contém:

Autor

Título e subtítulo (se houver), precedido de dois pontos ( : ). O título deve vir em negrito e
maiúsculo e os subtítulos em minúsculo, sem negrito, espaço simples entrelinhas.
13

Nota indicando a natureza acadêmica (grau, área e/ou disciplina), a unidade de ensino
(departamento, curso, setor etc.) instituição, e o nome do orientador. Recuo em 8 cm da
margem esquerda, letra 10, espaço simples entrelinhas e sem negrito.

Local (cidade)

Ano

(Ver Anexo B).

3.1.4 Ficha catalográfica

Conjunto de elementos de descrição técnica do documento, a ser elaborada pela


Bibliotecária da Instituição. Deve conter os dados de catalogação na publicação, conforme o
Código de Catalogação Anglo-Americano vigente.

3.1.5 Errata

O item Errata contém lista de erros tipográficos com suas devidas correções, indicando
folhas e linhas em que aparecem. Pode ser inserida depois do trabalho impresso. Deve ser
inserida após a folha de rosto.

Exemplo:

FERRIGNO, C. R. A. Tratamento de neoplasias ósseas apendiculares com reimplantação


de enxerto ósseo autólogo autoclavado associado ao plasma rico em plaquetas: estudo
crítico na cirurgia de preservação de membro em cães. 2011. 128 f. Tese (Livre-Docência) -
Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011.

Folha Linha Onde se lê Leia-se


16 10 auto-clavado autoclavado
Fonte: ABNT NBR 14724, 2011, p.11.

3.1.6 Folha de aprovação

Instituição

Autor
14

Título/subtítulo (se houver), precedido de dois pontos ( : )

Nota indicando a natureza acadêmica (grau área e/ou disciplina), a unidade de ensino
(departamento, curso, setor etc.) instituição, e o nome do orientador ou professor.

Data de aprovação

Nota

Nome completo dos membros da banca examinadora, formação e espaço para assinatura.

A entrega da versão final para a instituição deve conter esta folha constando a
assinatura dos membros da banca.

Local

Ano

(Ver Anexo C).

3.1.7 Agradecimentos

Deve conter o Título – AGRADECIMENTOS – na parte superior da página, letra


tamanho 12, com negrito e centralizado.

3.1.8 Dedicatória

Espaço destinado a homenagens. Localiza-se abaixo da metade inferior da página à


direita.

3.1.9 Epígrafe

Frase representativa do contexto do trabalho; deve estar entre aspas, com indicação de
autoria. Localização: metade inferior da página, à direita.

Pode figurar também no início de seções primárias ou nas principais divisões do


trabalho (alinhado à direita em espaço simples, letra 10 e com a indicação da autoria).
15

3.1.10 Listas

a) Lista de ilustrações:

É a relação das ilustrações (quadros, figuras, desenhos, mapas, esquemas, fotografias,


gráficos, etc.) apresentadas no trabalho.

A elaboração de listas específicas para cada tipo de ilustração é necessária somente


quando existem muitos itens de cada tipo. Caso contrário elabora-se uma única lista,
denominada LISTA DE ILUSTRAÇÕES (Ver Anexo D).

b) Lista de abreviaturas, siglas e símbolos:

Consiste na relação alfabética das abreviaturas ou siglas utilizadas ao longo do


trabalho, seguida de seus termos, por extenso (Ver Anexo E).

3.1.11 Resumo

De acordo com a ABNT NBR 6028, 2003, resumo é a apresentação de uma sequência
concisa de pontos de um documento e não enumeração de tópicos. Portanto, para as
monografias o resumo é elaborado em português e traduzido para uma língua estrangeira e
consiste em:

a) Resumo em português

Feito em um único parágrafo, descreve de forma clara e sintética a natureza do


trabalho: o objetivo, o método, os resultados e as conclusões. Visa fornecer elementos para o
leitor decidir sobre a consulta do trabalho no todo.

Deve-se usar a voz ativa e na terceira pessoa do singular e/ou plural (padronizar). A
primeira frase deve ser significativa, explicando o tema principal do documento. Quanto a
sua extensão deve conter entre 150 a 300 palavras.

O texto do resumo deve estar em espaço simples entrelinhas e sem parágrafos.

Ao pé do resumo devem ser apresentadas as Palavras-chave. Deve conter entre 3


(três) e 5 (cinco) palavras representativas do conteúdo.

O termo RESUMO precede o texto na parte superior, centralizado, em letra tamanho


12, maiúscula e em negrito (Ver Anexo F).
16

b) Resumo em língua estrangeira

Tradução literal do resumo para uma língua estrangeira. O resumo é denominado abstract
em inglês, resumen em espanhol, résumé em francês, riassunto em italiano, e
zusammenfassung em alemão. Segue o mesmo padrão da página de resumo. Também
traduzir as palavras-chave. Sugere-se tradução do resumo para o inglês (Ver Anexo G).

3.1.12 Sumário

É a enumeração progressiva dos capítulos, seções ou partes do trabalho, cujos


indicativos devem conter os títulos das seções na sequência em que aparecem no texto. Segue
aos títulos, linha pontilhadas e página inicial de cada seção (ABNT NBR 6027, 2003).

Indica os títulos de elementos pós-textuais, sem indicativo de numeração.

Utiliza-se o mesmo padrão gráfico empregado no texto, nos capítulos, seções ou


partes.

A numeração progressiva das seções, no sumário, permite a localização imediata de


cada parte no documento.

Algarismos arábicos devem ser usados na numeração, que segue sequência dos
números inteiros a partir de 1(um) com destaque em negrito.

A palavra SUMÁRIO deve ser apresentada na parte superior da página, centralizada,


em letra tamanho 12, em maiúscula e negrito.

Os elementos pré-textuais não devem constar no sumário. Entretanto, os elementos


pós-textuais devem ser indicados, sem numeração.
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4 APRESENTAÇÃO GRÁFICA

Os trabalhos acadêmicos, especificamente as monografias, devem ser apresentados em


papel no formato A4 na cor branca. A impressão do texto deve estar apenas no verso da folha.
Apenas a ficha catalográfica deve ser apresentada no anverso da folha de rosto.

4.1 Orientações gerais

O corpo de texto da Monografia deve apresentar o seguinte formato:


 Digitação com fonte tamanho 12 para o texto (fonte Times new roman ou Arial);
 Digitação com fonte tamanho 10 para citações longas, notas de rodapé, paginação,
legendas de ilustrações e tabelas;
 Espaçamento: 1,5 entrelinhas (exceto para citações longas que deve ter espaço simples);
 Citações com até três linhas: inseridas no contexto entre aspas (1,5 de espaçamento
entrelinhas);
 Citações com mais de três linhas (citação longa): espaço simples nas entrelinhas, fonte
tamanho 10, recuo de 4 cm da margem esquerda e sem aspas);
 As indicações dos autores devem vir no corpo do texto apenas com a primeira letra em
maiúscula. Para as indicações entre parênteses o nome deve ficar em maiúscula e apontar
ano e página separada por vírgula1.
 Margens: superior e esquerda = 3 cm; inferior e direita = 2 cm;
 Recuo de parágrafo: 1,25 cm;
 Para uso de siglas e abreviaturas deve-se colocar o nome por extenso quando aparecem
pela primeira vez no texto, seguido de abreviatura ou sigla entre parênteses. Pode ser
elaborada uma lista de abreviaturas e siglas.
 O espaçamento dos títulos deve ser com espaço simples entrelinhas e espaçamento 12 pts
depois de cada título, exceto para o título de nível 1, seções primárias, que deverá ter
apenas espaçamento 12 pts depois.
 O espaçamento entre parágrafos deve ser de 06 pts antes e depois;
 Para capa, folha de rosto, tabelas, quadros ilustrações e figuras deve-se manter espaço
simples de entrelinhas e espaçamento entre a informação da fonte e a ilustração em 0 pts.

1
Cf.: seção 5 desse manual sobre citações.
18

 As notas de rodapé são separadas do texto em espaço simples entrelinhas. Deve ser
alinhadas a partir da segunda linha da mesma nota, abaixo da primeira palavra em fonte
menor e sem espaço entre uma nota e outra. Sugere-se a numeração progressiva na ordem
em que são inseridas no texto.
 As notas podem ser denominadas de: rodapé – são observações, indicações ou
aditamentos feitos pelo autor, editor ou tradutor; explicativas – consistem em
explanações, explicações ou esclarecimentos de um ponto do texto; referência – consiste
em indicações das obras consultadas.
 Palavras em outros idiomas devem vir em itálico ao longo do texto. Entretanto, para as
referências, apud, deve-se manter a fonte na formatação do texto;
 Acrescentar uma folha em branco ao final do trabalho.

4.2 Indicativo de seção

O número indicativo de uma seção precede seu título, alinhado à esquerda, em negrito,
separado por um espaço de caractere.

Títulos que ocupem mais de uma linha devem ser alinhados, após a primeira linha,
abaixo da primeira letra da primeira palavra do título.

Os títulos sem indicativo numérico devem ser centralizados (resumo, sumário,


apêndice, anexo), em letra tamanho 12, com negrito e maiúscula.

4.2.1 Numeração progressiva

As alíneas nomeiam cada uma das subdivisões de um documento por letras minúsculas
e seguidas de parênteses. O indicativo de seção refere-se ao número ou grupo numérico que
antecede cada seção do documento (ABNT NBR 6024, 2003).

As alíneas, exceto a última, terminam em ponto e vírgula (;).

A segunda linha da alínea, se houver, deve vir sob a primeira letra da própria alínea.

As seções são partes que dividem o documento em assuntos e ordenam a exposição.

As seções primárias devem ser iniciadas em folhas distintas. Sugere-se limitar a


numeração progressiva até a quinária).
19

Em sua organização utilizam-se algarismos arábicos.

O indicativo da seção deve ser alinhado à esquerda, precedendo o título e separada


dele por um espaço.

Destaque tipográfico para o título das seções: PRIMÁRIAS – letra tamanho 12,
maiúscula, negrito, alinhado à esquerda; SECUNDÁRIAS – letra 12, primeira letra do título
maiúscula, com negrito; Terciárias e seguintes - letra 12, primeira letra maiúscula, sem
negrito.

Não se usa qualquer sinal após o indicativo de seção ou de seu título.

Exemplo:
PRIMÁRIA SECUNDÁRIA TERCIÁRIA QUARTANÁRIA QUINÁRIA

1 1.1 1.1.1 1.1.1.1 1.1.1.1.1

4.3 Paginação

As folhas ou páginas pré-textuais devem ser contadas, mas não numeradas.

A capa não deve ser contada nem numerada.

As demais páginas devem ser numeradas com algarismos arábicos no canto superior
direito, a 2 cm da borda superior ficando o último algarismo a 2cm da borda direita da folha.

4.4 Equações e fórmulas

Aparecem destacadas no texto, de modo a facilitar a sua visualização. Se necessário,


numeradas com algarismos arábicos entre parêntesis alinhado à direita.

Exemplo:

x+y= z

Na sequência normal do texto, usar uma entrelinha maior para comportar o símbolo.

Quando for necessário fragmentar em mais de uma linha, interrompê-las antes do sinal
de igualdade (=) ou depois dos sinais de adição (+), subtração (-), multiplicação (* ou X) ou
divisão (/ ou _ ).
20

Quando destacadas do parágrafo, serão centralizadas.

Exemplo:

4.5 Ilustrações

Ilustrações ou figuras são gráficos, diagramas, desenhos, fotografias, mapas, retratos,


fluxogramas, que complementam visualmente o texto.

A identificação deve aparecer na parte superior da ilustração e centralizada na página


precedida da palavra FIGURA (ou outra denominação), seguida de algarismos arábicos,
numeradas de acordo com a ordem em que aparecem no texto.

Após o título deve existir um título e/ou legenda explicativa.

Apresentar a fonte das informações fornecidas, que deve ser alinhada à margem
esquerda da ilustração. Se a ilustração for desenvolvida pelo autor, deve-se colocar FONTE:
elaborada pelo autor/a.

A ilustração deve estar centralizada na página e o mais próxima possível do trecho a


que se refere.

Exemplo:

FIGURA 2 – Modelo de Ilustração


21

4.6 Tabelas

Uma tabela apresenta, de forma sistematizada, informações geralmente numéricas. Ela


é formada de células, colunas e linhas.

O título deve ser identificado na parte superior da tabela após o termo – Tabela e sua
numeração correspondente. O texto deve vir centralizado na página.

Deve apresentar a fonte das informações fornecidas, que deve ser alinhada à margem
esquerda da tabela, na parte inferior.

A lista de tabelas deve ser feita somente quando o número for superior a dez.

Deve conter um título objetivo e expressivo e sua numeração deve ser sequencial, em
algarismos arábicos. Não se usa ponto final no título.

Seguir os modelos do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).

Exemplo:

FIGURA 3 – Modelo de cabeçalho

FONTE: IBGE

4.7 Quadros

Os quadros apresentam dados em informações textuais agrupadas em linhas e colunas,


com ou sem indicação de dados numéricos. Diferenciam-se das tabelas por apresentarem um
teor esquemático e descritivo, e não estatístico.

Apresentar a fonte das informações fornecidas, que deve ser alinhada à margem
esquerda do quadro. Deve ser identificados na parte superior do quadro, com o texto
centralizado na página. A identificação é feita pelo nome do elemento QUADRO, seguido do
número de ordem, em algarismo romano, maiúscula, sem negrito. Não se usa ponto final no
título do quadro.

A lista de quadros deve ser feita somente quando o número for superior a dez e deve
ser elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto, com cada item designado por seu
nome específico, acompanhado do respectivo número da página.
22

A apresentação dos quadros é semelhante à das tabelas, com dois traços horizontais
limitando o quadro, um separando o topo e o outro separando o rodapé. O cabeçalho,
preferencialmente, não terá linhas verticais.
23

7 APRESENTAÇÃO DE CITAÇÃO

Citações são informações obtidas por meio de levantamentos bibliográficos. Por meio
das citações dialogamos com outros autores fundamentando nossas ideias e argumentos. A
menção de uma ideia sem a devida identificação da autoria é considerada plágio2.

As citações podem aparecer no texto ou em notas de rodapé. As textuais são seguidas


de: autoria, o ano da publicação e a página do trecho mencionado.

As citações podem seguir o sistema autor-data – quando a fonte é feita no texto ou na


nota de referência (aconselha-se o uso do sistema autor-data) ou numérico – feita por uma
numeração única e consecutiva que remete a referência completa no final do texto.

Exemplo, segundo a ABNT NBR 10520, para citações no sistema autor-data3:

No texto:

A chamada “pandectística havia sido a forma particular pela qual o direito romano
fora integrado no século XIX na Alemanha em particular” (LOPES, 2000, p. 225).

Na lista de referências:

LOPES, José Reinaldo de Lima. O Direito na História. São Paulo: Max Limonad, 2000.

No texto:

Bobbio (1995, p. 30) com muita propriedade nos lembra, ao comentar esta situação,
que os “juristas medievais justificaram formalmente a validade do direito romano ponderando
que este era o direito do Império Romano que tinha sido reconstituído por Carlos Magno com
o nome de Sacro Império Romano.”.

Na lista de referências:

BOBBIO, Norberto. O positivismo jurídico: lições de Filosofia do Direito. São Paulo: Ícone,
1995.

Para as notas de referência em rodapé são indicadas as fontes consultadas ou parte


dela4.

2
Apropriação indevida de ideias, conceitos ou frases de outro autor, sem citá-lo como fonte de pesquisa.
3
Exemplos: ABNT NBR 10520, 2002, p.4.
4
Ibid, p.5.
24

Se a obra for apresentada em sequencia em rodapé usa-se expressões latinas para


evitar repetições.

Exemplos:

Id (idem): quando o trecho citado é do mesmo autor, mas a obra é diferente.

Ibid (ibidem): quando o trecho citado é do mesmo autor e da mesma obra, variando somente a

paginação.

Op. cit. (opus citatum), opere citato: quando a citação referente a uma obra de autor já citada
na monografia, dissertação ou tese, sem ser a imediatamente anterior.

Passim (aqui e ali): quando já se mencionou em diversas passagens.

Loc.cit (Loco citato) – no lugar citado, para substituir o local e pagina da passagem
mencionada.

Cf: (confira/confronte)

5.1 Tipos de citação

5.1.1 Citação direta

Citações diretas são menções de textos onde se utiliza as palavras do autor de forma
literal podem ser curtas ou longas. As citações curtas, aquelas que não ultrapassam três linhas
no texto normal, devem ser inseridas ao longo do texto entre aspas duplas.

As citações longas, que ultrapassam três linhas, devem ser inseridas em parágrafos
próprios, com recuo de 4 cm da margem, em letra menor que a do texto (tamanho 10), em
espaço simples entrelinhas e sem aspas.

Exemplo:

Suspeito que a barbárie existe em toda a parte em que há uma regressão à violência
física primitiva, sem que haja uma vinculação transparente com objetivos racionais
na sociedade, onde exista portanto a identificação com a erupção da violência física.
Por outro lado, em circunstâncias em que a violência conduz inclusive a situações
bem constrangedoras em contextos transparentes para a geração de condições
humanas mais dignas, a violência não pode sem mais nem menos ser condenada
como barbárie (ADORNO, 1995, p. 159-160).
25

5.1.2 Citação indireta

Segundo a ABNT citação indireta, também chamada de paráfrase, “é um texto baseado


na obra do autor consultado” (ABNT NBR 10520, 2002, p. 2). Devem indicar o autor, ano de
publicação. A menção a página é optativa.

“As citações indiretas de diversos documentos da mesma autoria, publicados em anos


diferentes e mencionados simultaneamente, têm as suas datas separadas por vírgula” (ibidem,
p. 3).

Exemplos:

(DREYFUSS, 1989, 1991, 1995)

(CRUZ; CORREA; COSTA, 1998, 1999, 2000).

“As citações indiretas de diversos documentos de vários autores, mencionados


simultaneamente, devem ser separadas por ponto-e-vírgula, em ordem alfabética”. (ibidem,
p.4).

Exemplo:

Ela polariza e encaminha, sob a forma de “demanda coletiva”, as necessidades de


todos (FONSECA, 1997; PAIVA, 1997; SILVA, 1997).

Diversos autores salientam a importância do “acontecimento desencadeador” no início


de um processo de aprendizagem (CROSS, 1984; KNOX, 1986; MEZIROW, 1991).

5.1.3 Citação de citação

Quando se menciona um trecho de um autor quando não se utilizou a leitura original,


mas por meio da leitura de outro autor. Neste caso a citação pode ser direta ou indireta. Para
as citações indiretas usa-se apud ou citado por.

Exemplo:

Gramsci (apud SAVIANI, 2000, p. 25) ou Gramsci (citado por SAVIANI, 2000, p.
25).
26

5.2 Comentário/omissão

Quando se suprime, retira partes do texto que não altera o sentido do que foi expresso
identifica-se esta omissão por colchetes e reticências [...]. Quando se acrescenta algo que não
estava no texto original ou se faz um comentário deve vir indicado entre colchetes [ ].

Quando se deseja enfatizar ou destacar alguma parte do texto usa-se negrito ou itálico.
Sugere-se o uso do negrito. Deve-se mencionar após a referência, grifo nosso.

Se o destaque já fizer parte do trecho do autor usa-se grifo do autor. Quando se fizer a
tradução do trecho incluir tradução nossa.

Exemplo:

“[...] o resurgimento da preocupação, na ética, na política e na antropologia, com a validade


dignidade do outro – tudo isso indica uma ampla e profunda mudança „na estrutura do
sentimento‟.” [...]” (HARVEY, 2002, p. 19, grifo nosso).

Incoerências e incorreções devem ser expressa por [sic].

5.3 Outros estilos de citação

a) Informações verbais como palestras, entrevistas, debates, devem ser seguidas da


expressão informação verbal, informando os dados disponíveis em notas de rodapé.

b) Quando a autoria remeter a uma entidade cita-se o nome de acordo com a que aparece nas
referências abreviadas ou não.

Exemplo:

De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE,


2007) o IDH do município de Codó é de 0,558.

c) Citações de trabalhos em fase de elaboração, mencionar em nota de rodapé da página,


juntamente com os dados disponíveis.

d) Quando houver coincidência de sobrenomes de autores, acrescentam-se as iniciais de


seus prenomes; se mesmo assim existir coincidência, colocam-se os prenomes por
extenso.
27

Exemplos:

(BARBOSA, C., 1958) (BARBOSA, Cássio, 1965).

(BARBOSA, C., 1959) (BARBOSA, Celso, 1965).

e) As citações de diversos documentos de um mesmo autor, publicados num mesmo ano,


são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas, em ordem alfabética, após a data e
sem espacejamento, conforme a lista de referências.

Exemplos:

De acordo com Reeside (1927a)

(REESIDE, 1927b)

f) f) Em citação de obras clássicas, mencionar o nome da obra, o volume (em arábico) e a


página. Em caso de reedição, indicar a data da publicação original, seguida da data da
edição consultada.

g) Trabalhos no prelo são trabalhos ainda não publicados mais confiáveis. Expresso com o
autor seguido entre parênteses da palavra prelo (no prelo) e nota explicativa sobre a
situação do trabalho e relevância para estar sendo citado.
28

8 REFERÊNCIAS

As referências são elementos descritivos que permitem a identificação de uma obra


(ABNT NBR 6023, 2003). Devem aparecer em folha própria no texto e estar obrigatoriamente
citadas ao longo do texto. Referência difere de bibliografia, estas, são obras recomendadas
pelo autor.

Os elementos que compõem as referências são: autor (pessoas ou entidades); capítulos,


seções ou partes (podem ser numeradas ou não); documento (impressos, manuscritos,
registros audiovisuais, magnéticos, outros.); edição; editora (também denominada de
produtora, gravadora de acordo com o material publicado); monografia (item completo);
publicação de periódicos; referência (podendo ser essenciais ou complementares de acordo
com o material); separata; subtítulo; titulo.

Quando necessário incluir elementos tipográfico sem destaque no fim das referências
(mimeografado, no prelo, ou outro).

Caso não haja qualquer indicação de data, seja de publicação, distribuição ou


copyrigth, registra-se em uma das formas seguir:

[1971 ou 1972] um ano ou outro

[1969?] data provável

[1973] data certa, não indicada no item

[entre 1906 e 1912] use intervalos menores de 20 anos

[ca. 1960] data aproximada

[197-] década certa

[197-?] década provável

[18--] século certo

[18--?] século provável

Se houver na listagem de referência mais de um trabalho, de mesmo autor, publicado


no mesmo ano, é preciso acrescentar letras minúsculas após o ano, sem espaço:

Exemplo:
29

SILVA, M. R. Direitos da mulher [...]. 2002a.

___. Erros e acertos [...]. 2002b.

6.1 Localização

Podem estar:

a) No rodapé;

b) No fim do texto ou capítulo;

c) em listas de referências.

6.2 Apresentação

As referências, em folha própria, devem vir em letra tamanho 12, alinhadas à esquerda
da página e com espaço simples entrelinhas. Entre uma referência e outra se deve dar um
espaço simples. A ordem dos elementos devem seguir, de forma geral, a indicação e conforme
abaixo:

SOBRENOME DO AUTOR, Nome Prenome. Título da obra: subtítulo. Local: editora, ano
publicação.

As referências devem ser organizadas por ordem alfabética, seguindo o primeiro


elemento indicado acima (autor). O destaque tipográfico deve ser uniforme para todas as
referências, recomenda-se o negrito.

As referências devem vir padronizadas, se optar em utilizar elementos


complementares em uma obra referenciada deve-se utilizar a mesma regra para todas.

6.3 Autoria

A forma de entrada dos nomes, pessoas ou entidades segue as seguintes orientações:


30

a) Por pessoa: SOBRENOME, Nome. O nome pode vir abreviado. Se houver mais de um
autor deve-se separá-los por ponto e vírgula; para mais de três autores usa-se et al após o
primeiro autor citado.

Exemplos:

HARVEY, David.

HARVEY, David; GOMES, Paulo; SOARES, Andrea.

HARVEY, David, et al.

Se o autor for organizador, compilador, editor ou coordenador deve-se mencionar a


abreviatura após o nome dos mesmos.

Exemplo:

ALBUQUERQUE, Erika (Coord.).

b) Quando a autoria é de uma entidade como órgãos governamentais, empresas, seminários


entre outros, a entrada deve ser indicado pelo nome dos mesmos por extenso.

Exemplo:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e


documentação: referências – elaboração. Rio de Janeiro, 2003.

Se a entidade for genérica a entrada será pelo nome do órgão superior ou jurisdição
geográfica.

Exemplo:

BRASIL. Orientações curriculares para o ensino médio. Brasília: Mec, 2007.

Se a autoria for desconhecida a entrada é feita pelo título da obra com a primeira
palavra em letras maiúsculas.

Exemplo:

DIAGNÓSTICO da água. Codó: IFMA, 2010.


31

6.4 Monografia no todo

A ANBT entende monografia como um item não seriado, completo livro, portanto
inclui folheto (manual, guia, catálogo, enciclopédia, dicionário etc.) e trabalhos acadêmicos
(teses, dissertações, entre outros).

Os elementos essências são autor, título, edição, local, editora, ano de publicação.

Os elementos complementares são: autor; título; tradutor; número da edição; local da


publicação; editora; ano da publicação; volume, número de páginas.

Exemplos:

FACHIN, Odília. O idoso e a família. São Paulo: Pró-ciência, 1982.

CAMARGO FILHO, Enio. Poluição e desenvolvimento. Trad. Helena de Castro. 3. ed. São
Paulo: Zahar, 1988, v. II. 200p.

O nome do autor de várias obras referenciadas sucessivamente deve ser substituído,


nas referências seguintes, por um travessão.

Exemplos:

SOARES, Marcelo. Profilaxia e infecção. Rio de Janeiro: Romana, 1995.

___. Doenças contagiosas. Rio de Janeiro: Romana, 1996.

Quando o material referenciado for de meio eletrônico deve-se acrescentar a desrição


referente ao documento, se for material consultado on line deve-se mencionar o endereço, a
localização e a data de acesso.

Exemplos:

KOOGAN, André; HOUAISS, Antonio (Ed.). Enciclopédia e dicionário digital 98. Direção
geral de André Koogan Breikmam. São Paulo: Delta: Estadão, 1998. 5 CD-ROM.

ALVES, Rubem. O que é científico. Psychiatry On-line Brazil (4) Janeiro 1999. Disponível
em: http://www.polbr.med.br/arquivo/arquivo_99.htm). Acesso em: 12 jan. 2013.

Para referências de partes de obra mencionar a autoria, título da parte, seguidos da


expressão “In:” e da referência completa do material. No final da referência, deve-se informar
a paginação ou outra forma de individualizar a parte referenciada.
32

Exemplo:

LEONEL, Efigênio Tiradentes. A população feminina e o mercado de trabalho no Brasil. In:


SANTORO, Amilcar Santoro et al. Crise do trabalho no Brasil: problemas e soluções. São

Paulo: Átila, 2001. p.113-154.

Quando a autoria do capítulo é a mesma da parte mencionada usa-se uma linha


sublinhada.

Exemplo:

SIQUEIRA, Fabio et al. Do conhecimento científico a pesquisa acadêmica. In: ___. Como
elaborar projeto de pesquisa: linguagem e método. FGV, 2008. Disponível em:
www.uff.br/sga/monografia/MATERIAL_U_ECO.pdf. Acesso em: 27 jan. 2013.

6.5 Periódico

Deve conter os seguintes elementos: sobrenome e nome do autor; título do artigo;


nome do periódico (revista); número de volume (se houver); número da revista; página inicial
e final do artigo; data da revista (mês e ano).

Exemplo obra no todo:

REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA. Rio de Janeiro: IBGE, 1999.

Exemplo de partes de periódicos e boletins:

BONIS, André. Evolução dos transportes no Brasil. Rev. Cultura. V. 15. Nº 3. p.14-54,
maio/jun. 1998.

Exemplo em meio eletrônico:

VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro,
n. 2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

Observe que o que está em destaque tipográfico é o nome da revista mencionada.

Exemplo de artigo de jornal:

OLIVEIRA, Heitor de. Programa mostra a cultura popular. Diário do Maranhão, São Luís,
24 set. 1998. Caderno 3, cultura, p.7.
33

ARRANJO tributário. Diário do Nordeste Online, Fortaleza, 27 nov. 1998. Disponível em:
<http://www.diariodonordeste.com.br>. Acesso em: 28 nov. 1998

6.6 Tese e dissertação

Os elementos essenciais são: autor, título, local, ano, número de folhas, indicação de
grau e área (tese, dissertação, monografia), unidade de ensino, Instituição.

Exemplo:

NAVES, M. M. L. Fatores interferentes no processo de análise de assunto: estudo de caso


de indexadores. 2000. 257 f. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) – Escola de Ciência
da Informação, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte.

COSTA, Rose de Almeida. Ciberespaço: em busca de parâmetros e procedimentos para a


atuação das bibliotecas. 2002. 157f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação).
Mestrado Interinstitucional em Ciência da Informação. Universidade Federal do Rio de
Janeiro, Rio de Janeiro, 2002.

6.7 Evento

KOBASHI, Nair Yumiko. A organização e a transferência de informações documentárias:


problemas e perspectivas. In: SIMPÓSIO ESTADO ATUAL E PERSPECTIVAS DA CDU,
1995, Brasília, DF. Anais... Organização do conhecimento e sistemas de classificação.
Brasília, DF: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), 1996. p.
64- 68.

6.8 Patente

Deve conter o nome da entidade responsável, seguido do nome do autor (depositante,


inventor, titular), o título da patente na língua original e a classificação internacional de
34

patente (quando houver), a sigla do País seguida do número da patente, a data do depósito, da
publicação do pedido de privilégio, da expedição da carta patente, quando houver e a
indicação da fonte onde foi citada a patente.

Exemplo:

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação


Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de
temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

6.9 Documento jurídico

Inclui legislação, jurisprudência (decisões judiciais) e doutrina (interpretação dos


textos legais).

a) Legislação

Compreende a Constituição, as emendas constitucionais e os textos legais


infraconstitucionais (lei complementar e ordinária, medida provisória, decreto em todas as
suas formas, resolução do Senado Federal) e normas emanadas das entidades públicas e
privadas (ato normativo, portaria, resolução, ordem de serviço, instrução normativa,
comunicado, aviso, circular, decisão administrativa, entre outros).

Os elementos essenciais são: jurisdição (ou cabeçalho da entidade, no caso de se tratar


de normas), título, numeração, data e dados da publicação. No caso de Constituições e suas
emendas, entre o nome da jurisdição e o título, acrescenta-se a palavra Constituição, seguida
do ano de promulgação, entre parênteses.

Exemplos:

SÃO PAULO (Estado). Decreto no 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de


legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p. 217-220, 1998.

Para jurisprudência (decisões judiciais)

Compreende súmulas, enunciados, acórdãos, sentenças e demais decisões judiciais. Os


elementos essenciais são: jurisdição e órgão judiciário competente, título (natureza da decisão
ou ementa) e número, partes envolvidas (se houver), relator, local, data e dados da publicação.
35

Exemplo:

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula no 14. In: ___. Súmulas. São Paulo:
Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p. 16.

b) Doutrina

Inclui toda e qualquer discussão técnica sobre questões legais (monografias, artigos de
periódicos, papers etc.), referenciada conforme o tipo de publicação.

Exemplo:

BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do
Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139,
p. 53-72, ago.1995.

6.10 Imagem em movimento

Os elementos essenciais são: título, diretor, produtor, local, produtora, data e


especificação do suporte em unidades físicas.

Exemplo:

OS PERIGOS do uso do tóxico. Produção Jorge Ramos de Andrade. São Paulo:


CERAVI,1983. 1 videocassete (30min.), VHS, son., color.

6.11 Documento iconográfico

Inclui pintura, gravura, ilustração, fotografia, desenho técnico, diapositivo, diafilme,


material estereográfico, transparência, cartaz entre outros.

Os elementos essenciais são: autor, título (quando não existir, deve-se atribuir uma
denominação ou a indicação Sem título, entre colchetes), data e especificação do suporte.

Exemplo:

KOBAYASHI, K. Doença dos xavantes. 1980. 1 fotografia


36

6.12 Documento sonoro e musical

Exemplos:

ALCIONE. Ouro e cobre. São Paulo: RCA Victor, p1988. 1 disco sonoro.

SILVA, Luiz Inácio Lula da. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. 1991].
Entrevistadores: V. Tremel e M. Garcia. São Paulo: SENAI-SP, 1991. 2 cassetes sonoros.
Entrevista concedida ao Projeto Memória do SENAI-SP..13 DOCUMENTOS
CARTOGRÁFICOS.

COSTA, S.; SILVA, A. Jura secreta. Intérprete: Simone. In: SIMONE. Face a face. [S.l.]:
Emi-Odeon Brasil, p1977. 1 CD. Faixa 7.

6.13 Documento cartográfico

Os elementos essenciais são: autor, título, local, editora, data de publicação,


designação específica e escala.

Exemplo:

INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo, SP). Regiões de Governo do


Estado de São Paulo. São Paulo, 1994. 1 atlas. Escala 1:600.000.

6.13 Relatório

CORREA FILHO, F. C. L.; SÁ, AA. M. 1980. Projeto Natividade. Goiânia, DNPM/CPRM.
v. 1, 120p. (Relatório Técnico).
37

REFERÊNCIAS

ADORNO, Theodor. Educação e emancipação. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e


documentação de trabalhos acadêmicos – apresentação. Rio de Janeiro, 2011.

___. NBR 6024: Informação e documentação: Numeração progressiva das seções de um


documento escrito – Apresentação. Rio de Janeiro, 2003.

___. NBR 6027: Informação e documentação: sumário – Apresentação. Rio de Janeiro, 2012.

___. NBR 6028: Informação e documentação: resumo – Procedimento. Rio de Janeiro, 2003.

___. NBR 6034: Informação e documentação: índice – Apresentação. Rio de Janeiro, 2004.

___. NBR 10520: Informação e documentação: Citações em documentos – Apresentação. Rio


de Janeiro, 2002.

___. NBR 12225: Informação e documentação: Lombada – Apresentação. Rio de Janeiro,


2002.

___. NBR 6023: Informação e documentação: Referências – Elaboração. Rio de Janeiro,


2003.

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva. Maria. Metodologia do trabalho


científico. São Paulo: Atlas, 2009.
38

APÊNDICE
39

ANEXO A – Capa

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO


MARANHÃO – IFMA
CAMPUS CODÓ
COORDENAÇÃO GERAL DOS CURSOS SUPERIORES - CGC
CURSO DE LICENCIATURA/BACHARELADO EM [...]

AUTOR

TÍTULO: subtítulo

Codó/MA
2013
40

ANEXO B – Folha de rosto

ALUNO

TÍTULO: subtítulo

Monografia apresentada ao Curso de


Licenciatura/Bacharelado em Ciências Agrárias / Biologia
/ Matemática / Química / Agronomia / Tecnologia de
Alimentos, do Instituto Federal de Educação, Ciência
Tecnologia do Maranhão – IFMA/Campus Codó, como
requisito parcial para obtenção do grau de Licenciado em
Ciências Agrárias/ Química

Orientador: Prof. Esp./Me./Dr./PhD

Codó/MA
2013
41

ANEXO C - Folha de Aprovação

ALUNO

TÍTULO: subtítulo

Monografia apresentada ao Curso de


Licenciatura/Bacharelado em Ciências Agrárias / Biologia
/ Matemática / Química / Agronomia / Tecnologia de
Alimentos, do Instituto Federal de Educação, Ciência
Tecnologia do Maranhão – IFMA/Campus Codó, como
requisito parcial para obtenção do grau de Licenciado em
Ciências Agrárias/ Química

Orientador: Prof. Esp./Me./Dr./PhD

Aprovada em:____/_____/______ Nota: ____________________________

Banca Examinadora:

___________________________________________
Orientador:

____________________________________________
(1º Examinador)

_____________________________________________
(2º Examinador)

Codó/MA
2013
42

ANEXO D – Lista de Ilustrações

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Quadro 1 - Distribuição de alimentos no nordeste................................................... 73

Tabela 1 - Distribuição populacional ........................................................................ 159


43

ANEXO E – Lista de Abreviaturas

LISTA DE ABREVIATURAS

ACQB‟s – Associações das Quebradeiras de Coco Babaçu

AMIQCB - Associação do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu

ATES - Assessoria Técnica, Social e Ambiental à Reforma Agrária

CONAB – Companhia Nacional de Abastecimento

CRAS – Centro de Referência da Assistência Social

CADÚNICO – Cadastro Único

DAP – Declaração de Aptidão ao PRONAF

GARSA - Grupo de Ações em Recursos Sustentáveis e Agro-ambientais

IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

IDH – Índice de Desenvolvimento Humano

IFMA – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão

MDS – Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

MIQCB – Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu

PETI – Programa de Erradicação do Trabalho Infantil

PBF – Programa Bolsa Família

PDP – Plano de Desenvolvimento Participativo

PGRM – Programa de garantia de Renda Mínima


44

ANEXO F – Resumo

RESUMO

A atividade do extrativismo do coco de babaçu é tradicionalmente ligada ao trabalho feminino


no estado do Maranhão. Na cidade de Codó, região dos Cocais, verifica-se intensa participação
das mulheres na quebra do coco babaçu. O estudo em questão analisa os processos sociais
relacionados ao tripé gênero, trabalho e identidade a fim de que, de maneira dialética, possamos
compreender o universo cultural destas mulheres quebradeiras de coco. Esta pluralidade de
discursos e posicionamentos constitui formas de acomodação, contestações e resistências
marcando as particularidades dos arranjos familiares, mediados pelo status e lócus laboral. Este
trabalho considera, ainda, o impacto do recebimento do benefício do Programa Bolsa Família
(PBF) na constituição da rotina destas mulheres, de sua identidade e de seus modelos familiares.
Estando o benefício vinculado, especialmente, às mulheres/mães, pretendeu-se investigar como
ele ingressava entre as estratégias e projetos familiares de combate à fome. A metodologia
adotada baseia-se no acompanhamento de doze mulheres em suas práticas cotidianas, suas casas,
seus espaços de trabalho e nas associações as quais são integrantes. Nossa conclusão perpassa
uma análise sobre os encontros e desencontros entre a lógica formal do Programa Bolsa Família
e as sensibilidades e lógicas do público ao qual o Programa se destina.

Palavras-chave: Bolsa Família. Gênero. Arranjos familiares. Fome.

FONTE: ALBUUERQUE, Erika Felipe (Coord.). Relatório Técnico MDS, 2012, p.2. (mímeo).
45

ANEXO G - Abstract

ABSTRACT

The babaçu coconut extraction activity is traditionally linked to female work at state of
Maranhão. In the city of Codó, in Cocais region, it is verified an intense participation of
women in the babaçu coconut break. The study analyzes the social process related to the
tripod genus, work and identity so that in a dialectic way, we can understand the cultural
universe of these coconut breaker women. This plurality of speeches and positions
constitutes ways of accommodation, denial and resistances marking the individual aspects of
family arrangements, brokered by the status the impact of receiving the benefit of the Bolsa-
Família Program in the constitution of their routines, of their identities and familiar models.
Being the benefit linked, specially, to women/mothers, it was intended to investigate hour it
entered among the strategies and familiar projects of hunger combat. The adopted
methodology is based on the accompaniment of twelve women in their daily practices, their
houses, their spaces of work and in the associations which they are part. Our conclusion
passes by an analyze about the meetings and failures in meetings between the formal logical
of the public that the program is destinated to.

Key-words: Bolsa-Família. Genus. Family arrangements. Hunger.

FONTE: Ibid, p.3.


46

Nota sobre os autores

ELIANE DE SOUSA ALMEIDA

Mestre em Políticas Públicas – área de concentração: Cultura, Identidade e Processos Sociais


(Ufpi/2009). Especialista em Docência do Ensino Superior (Ucam/2004). Graduada em
Licenciatura Plena em História (Cesc-Uema/2002). Professora do ensino médio, técnico e
tecnológico, no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (Ifma),
Campus Codó. Chefe do Setor de Programa de Educação de Jovens e Adultos Integrados à
Educação Profissional (Campus-Codó). Tem experiência na área de História, Patrimônio
histórico-cultural, Memória e Identidade, Metodologia do Trabalho Científico e Trabalho de
Conclusão de Curso (Monografia I e II). Email: eliane.almeida@ifma.edu.br

ERIKA FELIPE DE ALBUQUERQUE

Possui graduação em Filosofia (UFC/2002) e mestrado em Filosofia pela Universidade


Estadual do Ceará (2005). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Filosofia da
Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: filosofia medieval, filosofia política,
ética, cidadania, metodologia e história e filosofia das ciências.

MAYARA OLIVEIRA SOUSA

Possui graduação em Licenciatura Plena em Ciências Biológicas (Uespi/2009), especialização


em Gestão Ambiental pela Faculdade Latino Americana de Educação - FLATED (2011).
Participou do programa institucional de bolsas de iniciação científica PIBIC/CNPq (2007 a
2009). Foi bolsista do CNPq, no Projeto Geratec - Subprojeto LABMICRO, modalidade da
bolsa: ATP A. Foi membro do Grupo de Trabalho de Elaboração da Proposta Pedagógica para
o Curso de Licenciatura em Biologia, do IFMA-Campus Codó (2011). Foi coordenadora do
Curso de Licenciatura Plena em Ciências Agrárias do IFMA, Campus Codó (12/2011 a
04/2013). Atualmente é professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do
Maranhão (IFMA), e professora da Rede Pública Estadual do Maranhão. Possui experiência
em Pesquisa na área de Microbiologia de Alimentos e Microbiologia Ambiental, bem como
na área de Meio Ambiente, com ênfase na pesquisa de impactos ambientais de resíduos
sólidos urbanos.

PAULO ROBERTO DE JESUS SILVA

Mestre em Educação (Uema/2012); Especialista em Mídias na Educação (Nead-Ufma, 2010);


Educação Especial (Uema, 2009); Supervisão Escolar (Ucam, 2006) e Psicopedagogia (Ucam,
2004). Graduado em Pedagogia pela Ufma. Professor de disciplinas pedagógicas do IFMA.
Experiência em educação técnica como supervisor e docente. Foi diretor Adjunto do Centro
especializado em deficiência visual. Atuou por 10 anos na equipe de planejamento, gestão e
execução da Política de Inclusão da Prefeitura de São Luís. Possui mais de quinze anos na
docência na Educação Básica e Ensino Superior. Idealizador e Organizador de eventos de
formação docente e discente. Experiência em comissões de trabalhos técnicos institucionais
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(estágio docente, disciplinar, mostra científica). Experiência em conferências e formações de


professores em diversos municípios, atuando principalmente nos seguintes temas: formação
de professores, metodologias inclusivas, inclusão escolar, educação especial, atendimento
educacional especializado, deficiências, estágio curricular, avaliação educacional,
aprendizagem, entre outras.

WADY LIMA CASTRO JÚNIOR

Possui graduação em Agronomia pela Universidade de Brasília (2002), mestrado em


Agronegócios pela Universidade de Brasília (2005). É doutor em engenharia agrícola
(Recursos Hídricos e Ambientais) pela Universidade Federal de Viçosa. Atualmente é
professor do ensino básico, técnico e tecnológico do Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia do Maranhão - Campus Codó. Tem experiência na área de Agronomia, com
ênfase em Engenharia Agrícola, atuando principalmente nos seguintes temas: hidráulica
agrícola, meteorologia agrícola, irrigação, manejo da água na agricultura irrigada.