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15/03/2017

FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU VITÓRIA DA CONQUISTA FISIOTERAPIA – III PERÍODO FISIOLOGIA APLICADA A FISIOTERAPIA
FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU
VITÓRIA DA CONQUISTA
FISIOTERAPIA – III PERÍODO
FISIOLOGIA APLICADA
A FISIOTERAPIA
Prof. Ms. Fernanda de Abreu Silva
Vitória da Conquista
2017
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I - NEUROFISIOLOGIA - FUNÇÃO VEGETATIVA - FILOGÊNESE - NEUROGÊNESE/BIOLETROGÊNESE
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE I - NEUROFISIOLOGIA
- FUNÇÃO VEGETATIVA
- FILOGÊNESE
- NEUROGÊNESE/BIOLETROGÊNESE
- SINAPSES
- SISTEMA SENSORIAL
- CONTROLE DO MOVIMENTO
- FUNÇÕES SUPERIORES
- PLASTICIDADE NEURAL
- 1ª AVALIAÇÃO –10 DE ABRIL DE 2017

15/03/2017

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE II – FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO - CONCEITOS BÁSICOS EM FISIOLOGA DO EXERCÍCIO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE II – FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO
- CONCEITOS BÁSICOS EM FISIOLOGA DO EXERCÍCIO
- EXERCÍCIO, HOMEOSTASE E METABOLISMO
- ERGOMETRIA/CALORIMETRIA
- ADAPTAÇÕES AO EXERCÍCIO:
- NEUROMUSCULARES
- CARDIOVASCULARES
- CARDIORESPIRATÓRIAS
- NEUROENDÓCRINAS
- TREINAMENTO ESPORTIVO E DESEMPENHO AERÓBICO
- TREINAMENTO ESPORTIVO E DESEMPENHO ANAERÓBICO
- NUTRIÇÃO E EXERCÍCIO
- MEDIDAS E AVALIAÇÃO NO EXERCÍCIO
- 2ª AVALIAÇÃO – 5 DE JUNHO DE 2017
FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU VITÓRIA DA CONQUISTA FISIOTERAPIA – III PERÍODO FISIOLOGIA APLICADA A FISIOTERAPIA
FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU
VITÓRIA DA CONQUISTA
FISIOTERAPIA – III PERÍODO
FISIOLOGIA APLICADA A FISIOTERAPIA
Prof. Ms. Fernanda de Abreu Silva
Vitória da Conquista
2017

15/03/2017

Sistema Nervoso • Funções – Detecção sensorial • Transformação da energia ambiental em sinais neurais
Sistema Nervoso
• Funções
– Detecção sensorial
• Transformação da energia ambiental em sinais neurais
– Processamento das informações
• Aprendizado e memória
• Planejamento e implementação de comandos motores
• Emoção e motivação
– Expressão do comportamento
• Atos motores ou resposta autonômica
Organização do Sistema Nervoso
Organização do Sistema
Nervoso

15/03/2017

Sistema Nervoso • Componentes Celulares – Neurônios e Neuroglia Neurônio • Sensoriais • Associativos •
Sistema Nervoso
Componentes Celulares – Neurônios e Neuroglia
Neurônio
Sensoriais
Associativos
Motores
Outras células
Sistema Nervoso • Componentes Celulares – Neuróglia Funcionamento e formação de sinapses Nutrição dos
Sistema Nervoso
• Componentes Celulares – Neuróglia
Funcionamento e formação de sinapses
Nutrição dos neurônios e liberação de neurotransmissores
Participação na barreira hematoencefálica
Controle da propagação de impulsos nervosos.
Envolvem o axônio de neurônios centrais
Formação da bainha de mielina no SNC
Envolvem o axônio de neurônios periféricos
Formação da bainha de mielina no SNP
Células epiteliais
Secreção do líquido cerebroespinal
Reveste o canal central da medula espinhal
Células fagocitárias latentes

15/03/2017

COMO OS IMPULSOS NERVOSOS SÃO CONDUZIDOS?
COMO OS IMPULSOS
NERVOSOS SÃO
CONDUZIDOS?
Potencial de Ação
Potencial de Ação

15/03/2017

Potenciais Elétricos • Potencial de membrana: é a diferença de potencial elétrico, em Volts (V),
Potenciais Elétricos
• Potencial de membrana: é a diferença de potencial elétrico,
em Volts (V), entre o meio intracelular e extracelular.
Potenciais Elétricos • Potencial de repouso da membrana: Quando está em repouso, a diferença de
Potenciais Elétricos
• Potencial de repouso da membrana: Quando está em repouso, a
diferença de potencial é -70 mV, indicando que o interior da célula está
negativo em relação ao meio exterior.
Potencial de Ação: São variações rápidas do potencial de
membrana de células excitáveis provocadas por um estímulo.
- 70
mV

15/03/2017

Estágios do potencial de ação Despolarização Repolarização _ _ _ _ _ _ + +
Estágios do potencial de ação
Despolarização
Repolarização
_
_
_
_
_
_
+ + + + + + +
Repouso
mV = +30mV
mV = -70mV
_
_
_
_
_
_
+ + + + + + +
mV = -70mV
Hiperpolarização
mV abaixo de -70mV
_
_
_
_
_
_
+ + + + + + +
+++++++
Repolarização Estágios do potencial de ação + 30 mV 0 mV Período Refratário Absoluto Período
Repolarização
Estágios do potencial de ação
+ 30 mV
0 mV
Período
Refratário
Absoluto
Período
Refratário
Potencial
Relativo
Limiar
- 70 mV
Potencial
de repouso
Hiperpolarização
v
- 100 mV
0
1
2
3
4
5
6
7
8
Tempo (ms)
Voltagem (mV)
Despolarização

15/03/2017

Potencial de Ação • Quais são os principais íons que participam da geração de um
Potencial de Ação
• Quais são os principais íons que participam da
geração de um potencial de ação?
K+
Na+
Cl-
Despolarização Na+ Na+ Na+ Na+ Na+ Na+ Na+ Exterior +++++++++++++++++++++++++++++ Cq Na+ CV Na+
Despolarização
Na+
Na+
Na+
Na+
Na+
Na+
Na+
Exterior
+++++++++++++++++++++++++++++
Cq Na+
CV Na+
+++++++++++++++++++++++++++++
Interior
Na+
Na+
Na+
Na+
Na+
Na+
Na+

15/03/2017

Despolarização Despolarização Disseminação da Despolarização
Despolarização
Despolarização
Disseminação da Despolarização
Repolarização K+ K+ Na+ Na+ Na+ K+ Na+ K+ Na+ Exterior Na+ K+ +++++++++++++++++++++++++++++ Na-
Repolarização
K+
K+
Na+
Na+
Na+
K+
Na+
K+
Na+
Exterior
Na+
K+
+++++++++++++++++++++++++++++
Na- K- ATPase
CV Na+
CV K+
ATP-ADP
+++++++++++++++++++++++++++++
Interior
K+
K+
Na+
Na+
K+
Na+
K+
Na+
Na+
Na+

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Hiperpolarização Cl- K+ Cl- Cl- Cl- K+ Exterior Cl- Cl- +++++++++++++++++++++++++++++ Cq Cl- Cq k+
Hiperpolarização
Cl-
K+
Cl- Cl-
Cl-
K+
Exterior
Cl- Cl-
+++++++++++++++++++++++++++++
Cq Cl-
Cq k+
K+
Interior
K+
Cl-
K+
K+
Cl-
K+
K+
Potenciais Elétricos -> Nos neurônios • Os sinais nervosos são transmitidos por potenciais de ação
Potenciais Elétricos
-> Nos neurônios
• Os sinais nervosos são transmitidos por potenciais de
ação ;
• Para conduzir um sinal neural, um potencial de ação se
desloca, ao longo da fibra nervosa, até atingir sua
extremidade.
• Direção da propagação: o potencial trafegará nas duas
direções a partir do ponto estimulado, até que toda
membrana seja despolarizada.
• Princípio do tudo-ou-nada

15/03/2017

Condução do Potencial de Ação -> Nos neurônios
Condução do Potencial
de Ação
-> Nos neurônios
Condução do Potencial de Ação Axônio Desmielinizado Condução -> Nos neurônios do potencial de ação
Condução do Potencial de Ação
Axônio Desmielinizado
Condução
-> Nos neurônios
do potencial
de ação
Pouco tempo
depois
Axônio Mielinizado
Condução
do potencial
de ação
Para o
Pouco tempo
próximo
depois
nodo

15/03/2017

Condução do Potencial de Ação -> Nos neurônios
Condução do Potencial de Ação
-> Nos neurônios
Referências • Aires, Margarida de Melo . Fisiologia . 3ª edição . Rio de Janeiro
Referências
• Aires, Margarida de Melo . Fisiologia . 3ª edição . Rio de Janeiro . Ed . Guanabara
koogan , 2008 .
• Guyton , Arthur C. Tratado de Fisiologia Médica . Rio de Janeiro : Elsevier, 2006 .
• Berne e Levy . Fisiologia . 6 ª ed . Staton , B .; Bruce, M. Elsevier , 2009 .

15/03/2017

FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU VITÓRIA DA CONQUISTA FISIOTERAPIA – III PERÍODO FISIOLOGIA APLICADA TRANSMISSÃO
FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU
VITÓRIA DA CONQUISTA
FISIOTERAPIA – III PERÍODO
FISIOLOGIA APLICADA
TRANSMISSÃO
SINÁPTICA
Prof. Ms. Fernanda de Abreu Silva
Vitória da Conquista
2017
Transmissão Sináptica Processo pelo qual os sinais elétricos são transferidos entre as células do sistema
Transmissão Sináptica
Processo pelo qual os sinais elétricos são
transferidos entre as células do sistema nervoso
Sinapses
Elétricas
Químicas

15/03/2017

Transmissão Sináptica
Transmissão Sináptica
Transmissão Sináptica Sinalização Neural
Transmissão Sináptica
Sinalização
Neural

15/03/2017

Transmissão Sináptica Tipos de sinapse Axo-axônicas e Axo-dendríticas Axo-somáticas Dendro-dendrítica
Transmissão Sináptica
Tipos de sinapse
Axo-axônicas e
Axo-dendríticas
Axo-somáticas
Dendro-dendrítica
Transmissão Sináptica Sinalização Neural
Transmissão Sináptica
Sinalização Neural

15/03/2017

Tipos de Sinapses Elétrica Química Sem mediadores químicos Nenhuma modulação* Rápida Presença de mediadores
Tipos de Sinapses
Elétrica
Química
Sem mediadores químicos
Nenhuma modulação*
Rápida
Presença de mediadores químicos
Controle e modulação da transmissão
Lenta e prolongada
Sinapse Elétrica • Ocorre apenas no SNC • Rápida e bidirecional • Junções comunicantes •
Sinapse Elétrica
• Ocorre apenas no SNC
• Rápida e bidirecional
• Junções comunicantes
• Dependentes da voltagem da membrana, pH e [Ca2+]
intracelular

15/03/2017

Sinapse Química Unidirecional
Sinapse Química
Unidirecional
Receptores Pós-sinápticos
Receptores Pós-sinápticos

15/03/2017

Receptores Pós-sinápticos Receptores Ionotrópicos Receptores Metabotrópicos
Receptores Pós-sinápticos
Receptores Ionotrópicos
Receptores
Metabotrópicos
Receptores Pós-sinápticos  Qual a vantagem de utilizar 2º mensageiro? • Produção de muitos mediadores;
Receptores Pós-sinápticos
 Qual a vantagem de utilizar 2º mensageiro?
• Produção de muitos mediadores;
• Amplificação do sinal inicial;
• Relação é de 1NT: muitos canais;
• 2º mensageiros - sinais intracelulares

15/03/2017

Tipos de Neutransmissores EXCITATÓRIOS INIBITÓRIOS (Despolarizantes) (Hiperpolarizantes) Potencial Pós-sináptico
Tipos de Neutransmissores
EXCITATÓRIOS
INIBITÓRIOS
(Despolarizantes)
(Hiperpolarizantes)
Potencial Pós-sináptico
Potencial Pós-sináptico
Excitatório (PEPS)
Inibitório (PIPS)
Os PEPS e PIPS são, portanto, alterações localizadas no potencial
de membrana causadas por aberturas de canais iônicos
dependentes de neurotransmissores
Tipos de Neutransmissores EXCITATÓRIOS (Despolarizantes) • Potencial Pós-sináptico Excitatório (PEPS • Leva ao
Tipos de Neutransmissores
EXCITATÓRIOS (Despolarizantes)
• Potencial Pós-sináptico Excitatório (PEPS
• Leva ao limiar de excitabilidade
• Dissipação da despolarização

15/03/2017

Tipos de Neutransmissores INIBITÓRIOS (Hiperpolarizantes) • Potencial Pós-sináptico Inibitório (PIPS) •
Tipos de Neutransmissores
INIBITÓRIOS (Hiperpolarizantes)
• Potencial Pós-sináptico Inibitório (PIPS)
• Distancia do limiar de excitabilidade
• Dificulta a geração de potenciais de ação
Integração Sináptica Para que servem os PEPS e PIPS? Como um neurônio que recebe milhares
Integração Sináptica
Para que servem os PEPS e PIPS?
Como um neurônio que recebe milhares
de sinais excitatórios e inibitórios
processam estes sinais antes de gerar um
potencial de ação?
a) se a despolarização atingir o limiar será
gerado um PA;
b) se
a
despolarização
ultrapassar
o
potencial
critico
mais
de
um
PA será
gerado;
c) se a despolarização atingir valores
menores do que o crítico ou se houver
hiperpolarização, não haverá qualquer PA

15/03/2017

Integração Sináptica O mecanismo de combinação dos sinais elétricos membrana sináptica SOMAÇÃO na chama-se
Integração Sináptica
O mecanismo de combinação
dos sinais elétricos
membrana sináptica
SOMAÇÃO
na
chama-se
Mecanismos de Remoção do Neurotransmissor
Mecanismos de Remoção do
Neurotransmissor

15/03/2017

Modulação Sináptica • TERMINAL PRÉ-SINÁPTICO • Neurônio Inibitório – menos NT liberado • Neurônio
Modulação Sináptica
• TERMINAL PRÉ-SINÁPTICO
• Neurônio Inibitório – menos NT liberado
• Neurônio Excitatório – mais NT liberado
• MEMBRANA PÓS-SINÁPTICA E RECEPTORES
• Número de receptores
• Afinidade do receptor pelo NT
• Permeabilidade
Modulação Sináptica Inibição Pré-Sináptica Neuromodulação
Modulação Sináptica
Inibição Pré-Sináptica
Neuromodulação

15/03/2017

Modulação Sináptica
Modulação Sináptica
NEUROTRANSMISSORES
NEUROTRANSMISSORES

15/03/2017

Neurotransmissores São mediadores da sinalização química entre os neurônios • Características: 1. Sintetizados
Neurotransmissores
São mediadores da sinalização química entre os neurônios
• Características:
1. Sintetizados pelos neurônios pré-sinápticos;
2. Armazenados dentro de vesículas e nos terminais axônicos;
3. Exocitados para a fenda sináptica com a chegada do PA;
4. Possuir receptores pós-sinápticos
Potenciais pós-sinápticos (excitatórios ou inibitórios)
Neurotransmissores Moléculas Pequenas Peptídeos Gases Acetilcolina Peptídeos Óxido Nítrico Opióides (NO)
Neurotransmissores
Moléculas Pequenas
Peptídeos
Gases
Acetilcolina
Peptídeos
Óxido Nítrico
Opióides
(NO)
Aminoácidos
- Glutamato
Substância P
Monóxido de
- GABA
Carbono
- Glicina
Hormônios
(CO)
Aminas Biogênicas
- Dopamina
- Norepinefrina
- Serotonina
- Histamina
Purinas
- Adenosina
- ATP

15/03/2017

Acetilcolina Neurotransmissor Clássico • Características: 1. Atua no SNP – junções neuromusculares e fibras
Acetilcolina
Neurotransmissor Clássico
Características:
1. Atua no SNP – junções neuromusculares e fibras simpáticas
parassimpáticas;
e
2. Atua no SNC – núcleo do tronco cerebral e córtex pré-frontal;
3. Efeitos: Broncoconstrição, dilatação de esfíncteres no trato
gastrointestinal, sudorese, aumento da salivação e miose
(constrição da pupila).
4. Envolvida na construção da memória;
Acetilcolina JUNÇÃO NEUROMUSCULAR Sinapse entre neurônio e célula muscular Acetilcolina – Liberada pelo
Acetilcolina
JUNÇÃO NEUROMUSCULAR
Sinapse entre neurônio e célula
muscular
Acetilcolina – Liberada pelo
neurônio motor e promove a
contração muscular

15/03/2017

Acetilcolina Curare Bloqueia os receptores nicotínicos causando paralisia Usado na produção de anestésico
Acetilcolina
Curare
Bloqueia os receptores nicotínicos causando paralisia
Usado na produção de
anestésico cirúrgico e
relaxante muscular
Acetilcolina Botox Bloqueia a produção ou liberação de acetilcolina dos terminais pré-sinápticos, causando
Acetilcolina
Botox
Bloqueia a produção ou liberação de acetilcolina dos
terminais pré-sinápticos, causando bloqueio da
transmissão neuromuscular -> paralisia do musculo
esquelético

15/03/2017

Acetilcolina Doença de Alzheimer Perda de neurônios produtores de acetilcolina causando degeneração neural ->
Acetilcolina
Doença de
Alzheimer
Perda de neurônios produtores de acetilcolina
causando degeneração neural -> perda gradual e
progressiva da memória
Catecolaminas NORADRENALINA, ADRENALINA, DOPAMINA
Catecolaminas
NORADRENALINA, ADRENALINA, DOPAMINA

15/03/2017

Catecolaminas NORADRENALINA, ADRENALINA, DOPAMINA • Funções: 1. Envolvidas na determinação do nível de
Catecolaminas
NORADRENALINA, ADRENALINA, DOPAMINA
Funções:
1. Envolvidas
na
determinação
do
nível
de
consciência
Dormindo/Acordado;
1. Mecanismos de Atenção e Regulação do Humor;
2. Regulação da atividade da musculatura lisa dos vasos sanguíneos,
coração e vias respiratórias
Anfetamina e Cocaína – Impedem a receptação das catecolaminas
pelos neurônios pré-sinápticos, prolongando sua presença na
fenda sináptica e seus efeitos no neurônio pós-sináptico.
Catecolaminas Doença de Parkinson Alterações nos níveis de catecolaminas estão envolvidas nos sintomas motores
Catecolaminas
Doença de Parkinson
Alterações nos níveis de
catecolaminas estão
envolvidas nos sintomas
motores da doença de
Parkinson

15/03/2017

Catecolaminas Diminuição da produção de dopamina Doença de Parkinson
Catecolaminas
Diminuição da
produção de
dopamina
Doença de Parkinson
Serotonina Produzida a partir do aminoácido triptofano - Liberada por neurônios do SNC - Funções
Serotonina
Produzida a partir do aminoácido triptofano
- Liberada por neurônios do SNC
- Funções
- Regulação da temperatura
- Percepção sensorial
- Indução do sono
- Regulação dos níveis de humor

15/03/2017

Serotonina Fatores que interferem com os níveis de SEROTONINA Drogas que bloqueiam a receptação de
Serotonina
Fatores que interferem com os níveis de SEROTONINA
Drogas que bloqueiam a
receptação de serotonina
são usadas em tratamentos
antidepressivos
Distúrbios psíquicos e Neurotransmissores
Distúrbios psíquicos e Neurotransmissores

15/03/2017

Aminoácidos Glutamato, Glicina e GABA 1. GLUTAMATO • Presente na maioria das sinapses excitatórias do
Aminoácidos
Glutamato, Glicina e GABA
1. GLUTAMATO
• Presente na maioria das sinapses excitatórias do SNC
• Ativa receptores ionotrópicos e metabotrópicos
• Funções
• Participa de vias metabólicas importantes
• Precursor do GABA (p. neurotransmissor inibidor)
• Principal neurotransmissor excitatório
• Altas concentrações  Atua como neurotoxina
Aminoácidos Glutamato
Aminoácidos
Glutamato

15/03/2017

Glutamato
Glutamato
Aminoácidos GABA (Ácido gama-aminobutírico) 1. CARACTERÍSTICAS • Principal neurotransmissor inibitório do SNC
Aminoácidos
GABA (Ácido gama-aminobutírico)
1. CARACTERÍSTICAS
• Principal neurotransmissor inibitório do SNC
• Ativa receptores ionotrópicos e metabotrópicos
Drogas tranquilizantes estimulam os
receptores gabaérgicos, aumentando a
inibição do SNC  Tratamento da
ansiedade e convulsão
Exemplo: Benzodiazepínicos

15/03/2017

Aminoácidos Glicina 1. CARACTERÍSTICAS • Principal neurotransmissor inibitório da medula espinhal • Auxilia na
Aminoácidos
Glicina
1. CARACTERÍSTICAS
• Principal neurotransmissor inibitório da medula espinhal
• Auxilia na ação do glutamato
TÉTANO
1. Clostridium tetani entra na pele por alguma lesão
2. Se liga aos receptores para glicina no neurônios motores
Rigidez muscular, dificuldade para abrir a boca, espasmo dos
músculos da face, podendo atingir músculos respiratórios.
muscular, dificuldade para abrir a boca, espasmo dos músculos da face, podendo atingir músculos respiratórios. 33

15/03/2017

Outros tipos de neurotransmissores PEPTÍDEOS OPIÓIDES Acefalinas, endorfinas e dinorfinas 1. Receptores 1. Podem ser
Outros tipos de neurotransmissores
PEPTÍDEOS OPIÓIDES
Acefalinas, endorfinas e dinorfinas
1. Receptores
1. Podem ser estimulados por substâncias opioídes
2. Localizados na parede do trato gastrointestinal e SNC
3. Modulam a sensibilidade a dor
2. Ação: Boqueiam o neurônios envolvidos na dor
3. Substâncias
opióides
exógenas
Analgésicos
potentes
(MORFINA)
Referências • Aires, Margarida de Melo . Fisiologia . 3ª edição . Rio de Janeiro
Referências
• Aires, Margarida de Melo . Fisiologia . 3ª edição . Rio de Janeiro . Ed . Guanabara
koogan , 2008 .
• Guyton , Arthur C. Tratado de Fisiologia Médica . Rio de Janeiro : Elsevier, 2006 .
• Berne e Levy . Fisiologia . 6 ª ed . Staton , B .; Bruce, M. Elsevier , 2009 .