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INVESTIGAÇÃO DE SOLOS

PARA ESTRADAS
INTRODUÇÃO
 Estudo do subleito
• Este estudo, idealmente, é executado
anteriormente à terraplenagem, mas muitas
vezes algum aprimoramento ainda é necessário
na fase de pavimentação.
• São realizadas sondagens ao longo do
desenvolvimento longitudinal da estrada, sendo
que transversalmente um furo é feito no eixo e
outros dois nos bordos, um em cada lado.

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Estudo do subleito
• Utiliza-se
– Pá
– Picareta
– Trado cavadeira (4" ou 6")
• Espaçamento
– 50 a 100 m
– Em casos especiais 25 m ou 250 m
• Profundidade
– 60 cm a 1,5 m abaixo do greide

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Estudo do subleito
• Nível d'água (NA)
– Anotar a posição do NA e, em regiões de cortes em tálus,
pesquisar a ocorrência do NA até 3 m abaixo do greide.
• Material recolhido
– classificação táctil-visual no campo
– no laboratório
• Peneiramento
• limites (LL e LP)
• compactação e CBR a cada 2 furos com material retirado a 80 cm
abaixo do greide

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Estudo do subleito
• Apresentação dos resultados
– Perfil do terreno
• Escala horizontal  1:4000 até 1:1000
• Escala vertical  1:400 até 1:100
• Segundo a conveniência ou especificação do
órgão contratante da obra

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Estudo do subleito
Apresentação dos resultados

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Estudo de jazidas
• Jazidas de solo e pedreiras

– material de empréstimo para construção de aterros e


do pavimento

– tipos de jazidas

• Cascalheira

• Saibreira

• Areiais (rios, várzeas e barrancos)

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Estudo de jazidas
• Etapas da investigação
– Coleta de informações
• mapas geológicos
• Fotos aéreas
• Moradores da região

– Prospecção preliminar
• Localização com relação à estrada
• Sondagens
– 4 a 8 furos (periferia)
– 1 a 4 furos (região central)

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Estudo de jazidas
• Prospecção preliminar
– Laboratório
• classificação táctil-visual
• limites de consistência (LL e LP)
• Granulometria
• Compactação
• CBR

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Estudo de jazidas
• Prospecção definitiva
– Sondagens
• Malha de quadrados de 30m de lado
– Laboratório
• classificação táctil-visual
• limites de consistência (LL e LP)
• Granulometria
• Compactação
• CBR (a cada 2 furos)
– Delimitação da jazida
– Cubagem da jazida (determinação do volume de material
disponível)  V = h x área delimitada

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ANÁLISE GRANULOMÉTRICA
DE SOLOS

Ensaios de Peneiramento e
Sedimentação

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Análise Granulométrica

 Consiste da determinação das porcentagens, em


massa, das diferentes frações granulométricas que
constituem o solo.
100

80
% que passa

60

40

20

0
0,001 0,01 0,1 1
Diâmetro dos grãos (mm) 12
Análise Granulométrica

Peneiramento
Frações maiores que 0,075mm  conjunto de
peneiras

 Peneiras de malha
quadrada

 Almofariz com mão


de gral recoberta
de borracha

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Análise Granulométrica
Peneiras utilizadas em análises
granulométricas de solos

Peneira Abertura
Abertura (mm) Abertura (mm)
Número (Pol.)
200 0,075 3/8” 9,5
100 0,15 3/4” 19,1
40 0,42 1” 25,4
10 2,0 11/2” 38,1
4 4,8 2” 50,8

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Análise Granulométrica

Sedimentação
Frações menores que 0,075mm  sedimentação
em meio líquido

Os diâmetros das partículas é determinado em função de suas


velocidades de sedimentação, segundo a Lei de Stokes:

d: diâmetro equivalente da partícula;

1800 a : coeficiente de viscosidade do meio

d  x dispersor;

g a t a: altura de queda das partículas, para


as leituras do densímetro;
t: tempo de sedimentação.
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Análise granulométrica

Sedimentação
As porcentagens de material em suspensão são calculadas
segundo a expressão:

g
L
Q  x c
 g  1 Ps
Q: porcentagem de solo em suspensão no momento da leitura;
: porcentagem de material que passa na peneira de 2,00 mm;
Lc: leitura corrigida do densímetro;
Ps: peso solo seco utilizado no ensaio.
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Análise granulométrica
Sedimentação

 Densímetro

 Escala graduada de
densidades

 Bulbo

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Análise granulométrica
Sedimentação

 Dispersor

 Copo de dispersão
munido de chicanas

 Variador de
velocidade de rotação
do dispersor

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Análise granulométrica
Sedimentação
 Solo dispersado para
ensaio de
sedimentação

 Proveta com água,


termômetro e
Densímetro densímetro
mergulhado

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PLASTICIDADE DOS SOLOS

Limites de Liquidez e Plasticidade


(LL e LP)

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Plasticidade dos Solos
Plasticidade é a propriedade que alguns solos têm de se
submeterem a grandes deformações sem que ocorram
fissuras ou variação volumétrica.

Estado sólido Estado plástico Estado líquido

Umidade
LP LL (%)

Estado sólido o solo é quebradiço, não moldável

Estado plástico o solo é moldável

Estado líquido o solo torna-se um líquido viscoso


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Plasticidade dos Solos

Estado sólido Estado plástico Estado líquido

Umidade
LP LL (%)
LP : Limite de plasticidade - umidade correspondente à passagem
do estado sólido para o estado plástico
LL : Limite de liquidez - umidade correspondente à passagem do
estado sólido para o estado plástico

onde,
IP = LL – LP IP : índice de plasticidade
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Limite de Liquidez
 Aparelho de Casa-
grande

 Cinzel para solos


argilosos

 Cinzel para solos


arenosos

 Placa de vidro
jateado
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Limite de Liquidez
 A cuba é preenchida com
solo úmido, com espessura
constante, de 1cm,
aproximadamente.
 É aberta a ranhura com o
cinzel.
 O aparelho de Casagrande
é acionado, com rotação
constante, de 2 golpes
/segundo, até que a ranhura
se feche numa extensão de
1cm.

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Limite de Liquidez

Detalhe do fechamento da ranhura

1cm

ranhura ranhura
aberta fechada

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Limite de Liquidez
Gráfico para a determinação do limite de liquidez (LL)
50

45

40  São executados, no
mínimo, 4 pontos: 2 abaixo
Teor de Umidade (%)

35

30 e 2 acima de 25 golpes.
25

20
LL = 27%
15  LL é o teor de umidade
10 correspondente a 25
5 golpes.
0
0 5 10 15 20 25 30 35 40

Número de Golpes

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Limite de Plasticidade
 Cilindro de solo para
observação das
fissuras

 Padrão de metal para


comparação do
diâmetro do cilindro
de solo (4 mm)

 Placa de vidro jateado

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Limite de Plasticidade
 Cápsulas para
determinação das
umidades
 Cilindro de solo
 Padrão comparador

O ensaio será repetido,


no mínimo, 3 vezes e o
LP será a média das 3
umidades obtidas

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Exemplos de curvas granulométricas

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