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Hidrologia

FORMAÇÃO DE ORVALHO,

GEADA, NEVOEIROS, TIPOS DE NUVENS, TIPOS DE CHUVAS,

MASSAS DE AR E FRENTES

Aula 6

Introdução

A ocorrência de orvalho, nevoeiro e nuvens depende do modo como o ar úmido se resfria e do modo como a

condensação ocorre.

de orvalho , nevoeiro e nuvens depende do modo como o ar úmido se resfria e
de orvalho , nevoeiro e nuvens depende do modo como o ar úmido se resfria e
de orvalho , nevoeiro e nuvens depende do modo como o ar úmido se resfria e

Orvalho: ocorre quando a condensação do vapor se dá por contato entre o ar quente e úmido com uma superfície fria.

É comum formar-se ao amanhecer, quando o ar registra sua temperatura mínima, deixando as superfícies frias recobertas por uma película de pequenas gotas de água.

Pode ocorrer ao anoitecer, em noites de acentuado

resfriamento (céu claro ou sem nuvens).

de pequenas gotas de água. Pode ocorrer ao anoitecer, em noites de acentuado resfriamento (céu claro

Geada: ocorre quando há o resfriamento mais intenso do ar, com temperaturas mínimas alcançando 0ºC ou negativas.

Notadamente ocorrem em noites de céu limpo, sob a atuação de massas frias, quando ocorre a sublimação do conteúdo de vapor em contato com as superfícies frias e/ou

a solidificação do orvalho.

ocorre a sublimação do conteúdo de vapor em contato com as superfícies frias e/ou a solidificação

Veja o Vídeo 1

Geada branca e negra

Nevoeiro: é também conhecido como neblina e cerração, constitui-se em uma nuvem muito baixa e/ou em contato com

o solo, sendo formada por gotículas d’água.

e cerração, constitui-se em uma nuvem muito baixa e/ou em contato com o solo, sendo formada

Os principais processos formadores de nevoeiros são (lembrar em todos os casos da curva de UR):

nevoeiro frontal: ocorre ao longo das frentes frias, onde as condições de mistura do ar frio e quente podem conduzir à

condensação do vapor próximo à superfície (mais

homogeneamente distribuídas).

ar frio e quente podem conduzir à condensação do vapor próximo à superfície ( mais homogeneamente

nevoeiro de radiação: ocorre em noites de céu limpo (perde-se energia por não haver nuvens para refleti-la ou absorve-la) quando, ao se resfriar por perda da radiação emitida e não refletida ou armazenada nas nuvens, a umidade contida no ar se condensa, resultando em uma nuvem próxima ao solo;

não refletida ou armazenada nas nuvens, a umidade contida no ar se condensa , resultando em

nevoeiro por advecção: ocorre quando há a advecção de ar frio sobre superfícies líquidas, de modo que o vapor

incorporado pelo ar frio o satura (a umidade relativa atinge

100%) e, ao se condensar, gera o nevoeiro;

modo que o vapor incorporado pelo ar frio o satura (a umidade relativa atinge 100%) e,

nevoeiro orográfico: ocorre nas vertentes de barlavento das montanhas, onde o ar úmido é forçado a ascender e, por

resfriamento adiabático, há a condensação do vapor.

Barlavento:

lado onde sopra o vento

forçado a ascender e, por resfriamento adiabático , há a condensação do vapor. Barlavento: lado onde
forçado a ascender e, por resfriamento adiabático , há a condensação do vapor. Barlavento: lado onde

nevoeiro de evaporação: ocorre quando a água evaporada de uma superfície líquida quente ou local alagadiço e/ou

com vegetação evapotranspirando que se condensa ao

entrar em contato com a camada de ar sobrejacente relativamente mais fria (relação com o aumento da UR);

se condensa ao entrar em contato com a camada de ar sobrejacente relativamente mais fria (relação
se condensa ao entrar em contato com a camada de ar sobrejacente relativamente mais fria (relação

Nuvens: resultam dos movimentos ascensionais do ar úmido, que permitem que ele, resfriando-se adiabaticamente, alcance seu ponto de saturação e atinja a temperatura do ponto de orvalho, iniciando-se, assim, a condensação do conteúdo de vapor existente no ar.

e atinja a temperatura do ponto de orvalho , iniciando-se, assim, a condensação do conteúdo de

As nuvens são formadas por gotículas d’água em suspensão no ar, com diâmetros variando de 10 a 100 micrômetros (contendo aproximadamente 100 milhões de gotículas / m 3 ) e por cristais de gelo (tendem a ser um pouco maiores que as gotículas d’água) e a proporção entre os dois depende do tipo de nuvem.

As nuvens são classificadas em tipos

de acordo com a forma que apresentam.

A forma é determinada pela intensidade

com que ocorrem os movimentos

ascensionais, bem como o seu alcance

vertical.

Os movimentos ascensionais que

desencadeiam os processos de formação das nuvens correspondem à

ascensão do ar por convecção,

radiação, ação orográfica e sistemas dinâmicos, tal como

frontal, que somados às condições da dinâmica da Troposfera, permitem a condensação do vapor do ar.

, tal como frontal, que somados às condições da dinâmica da Troposfera, permitem a condensação do

Portanto, pode-se concluir que a condensação do vapor de

ar é a resultante de um desencadeamento de processos.

Portanto, pode-se concluir que a condensação do vapor de ar é a resultante de um desencadeamento

Podemos classificar as nuvens conforme a sua textura em:

Círrus;

Cumulus; e,

Stratus.

Em ambos os casos, o movimento convectivo é o fator que

define as características de altitude, conforme a energia disponível para a verticalização.

A convecção ocorre devido a um intenso

aquecimento do ar em contato com superfícies quentes.

Os movimentos ascensionais que assim são gerados caracterizam-se pelo vigor, podendo atingir mais de 18 km de altitude na zona equatorial.

As nuvens geradas apresentam aspecto

granuloso ou empilhado do tipo “couve-

flor”.

de altitude na zona equatorial. As nuvens geradas apresentam aspecto granuloso ou empilhado do tipo “couve
de altitude na zona equatorial. As nuvens geradas apresentam aspecto granuloso ou empilhado do tipo “couve

Essas nuvens pertencem a família dos Cumulus

(representadas pelo Cu), tais

como apresentadas conforme seu desenvolvimento vertical:

1. Cumulus humilis;

2. Cumulus congestus;

3. Cumulonimbus.

3

2

1. Cumulus humilis

1. Cumulus humilis

2. Cumulus congestus

2. Cumulus congestus
3. Cumulonimbus

3. Cumulonimbus

3. Cumulonimbus

Já quando ocorre uma

ascensão lenta e gradual

(também promovida pelo aquecimento do ar)

desencadeia, pelo mesmo

processo de resfriamento adiabático, a formação de nuvens do tipo

estratificadas, conhecidas

como:

1.Stratus (St);

2.Altostratus; e,

3.as do tipo fibrosas ou onduladas chamadas de Cirrus (Ci).

conhecidas como: 1.Stratus (St); 2.Altostratus; e, 3.as do tipo fibrosas ou onduladas chamadas de Cirrus (Ci).

1.

Stratus (St)

1. Stratus (St)

2. Altostratus

2. Altostratus

3. as do tipo fibrosas ou

onduladas chamadas de Cirrus (Ci).

3. as do tipo fibrosas ou onduladas chamadas de Cirrus (Ci).
3. as do tipo fibrosas ou onduladas chamadas de Cirrus (Ci).

Quando ocorre o deslocamento horizontal do ar e este

encontra um obstáculo de relevo (morros, montanhas,

planaltos, chapadas) a vertente ou lado do ar que está voltado para o vento recebe o nome de barlavento e a que está protegida de sotavento.

ou lado do ar que está voltado para o vento recebe o nome de barlavento e

Assim, sob efeito orográfico, o ar úmido é forçado a subir a barlavento, resfriando-se adiabaticamente e dando início ao processo de formação de nuvens.

é forçado a subir a barlavento, resfriando-se adiabaticamente e dando início ao processo de formação de

Perdendo umidade por condensação e recebendo calor latente a barlavento, o ar, ao chegar a sotavento, não só

estará mais seco, como também não formará mais nuvens,

pois estará aquecendo-se adiabaticamente por descenso (por

isso áreas em sotavento são menos úmidas que aquelas a barlavento).

aquecendo-se adiabaticamente por descenso (por isso áreas em sotavento são menos úmidas que aquelas a barlavento).

Da mesma forma, ao longo da área de contato entre duas massas de ar em movimento de características diferentes, área chamada de zona frontal ou frente, o ar é forçado a ascender, possibilitando o desencadeamento do processo formador de nuvens (nesse caso da Figura a chegada de uma massa quente, menos densa, as formações são mais suaves).

formador de nuvens (nesse caso da Figura a chegada de uma massa quente, menos densa, as

Os processos frontais e orográficos podem gerar todos os tipos de nuvens cumuliformes, estratiformes e cirrus (no caso dessa Figura é a chegada de uma massa fria, mais densa, e provoca a ascensão com maior energia das moléculas de água, gerando maiores tempestades).

uma massa fria, mais densa, e provoca a ascensão com maior energia das moléculas de água,

As nuvens são classificadas também em famílias de acordo com a altura de suas bases em relação ao nível do solo:

NUVENS ALTAS: as bases estão a mais de 7 km da superfície.

Nuvens do tipo Cirrus são compostas por cristais de gelo;

Nuvens com prefixo Cirrus são mistas, compostas de cristais de gelo e água super-resfriada.

por cristais de gelo;  Nuvens com prefixo Cirrus são mistas, compostas de cristais de gelo
por cristais de gelo;  Nuvens com prefixo Cirrus são mistas, compostas de cristais de gelo

NUVENS MÉDIAS: as bases estão entre 2 e 7 km de altura, utilizam o prefixo Alto e são compostas

preferencialmente de água.

São comumente associadas a mau tempo.

de altura, utilizam o prefixo Alto e são compostas preferencialmente de água . São comumente associadas
de altura, utilizam o prefixo Alto e são compostas preferencialmente de água . São comumente associadas

NUVENS BAIXAS: as bases estão abaixo de 2 km de altitude e correspondem as do tipo Stratus, Stratuscumulus e Cumulus.

Pertencem a esta família as nuvens Nimbostratus que são nuvens de chuvas geradas a partir dos Stratus.

e Cumulus. Pertencem a esta família as nuvens Nimbostratus que são nuvens de chuvas geradas a
e Cumulus. Pertencem a esta família as nuvens Nimbostratus que são nuvens de chuvas geradas a

Outra característica das nuvens de desenvolvimento vertical, também

classificadas como nuvens baixas (no início

de sua formação), são aquelas geradas pelos movimentos convectivos que formam nuvens do tipo Cumulus (em forma de

couve-flor com uma média de 12 km de

altitude) e que nos trópicos podem ultrapassar os 18 km de extensão.

Quando pequenas e isoladas, são chamada apenas de Cumulus e indicam bom tempo.

Se evoluem de Cumulus Congestus, mais crescidas e encorpadas, para

Cumulonimbus, que se formam comumente

a tarde, podem trazer chuvas pesadas,

com granizo e relâmpagos.

encorpadas, para Cumulonimbus, que se formam comumente a tarde, podem trazer chuvas pesadas, com granizo e

Além da chuva e da neve, pode haver a precipitação de

pelotas de gelo chamadas granizo.

Os granizos são gerados nas nuvens cumulonimbus, que por terem grande desenvolvimento vertical e serem formadas por

correntes convectivas velozes (ascendentes e

descendentes) , permitem que as gotas de nuvem e de chuva congelem-se ao serem levadas pelos movimentos

turbulentos a setores da nuvem onde as temperaturas

encontram-se abaixo de 0ºC.

O tamanho da pelota de granizo indica a capacidade de transporte (força) dos movimentos de turbulência que as

sustentam dentro da nuvem: quanto maiores, mais fortes são

os movimentos verticais em seu interior.

turbulência que as sustentam dentro da nuvem: quanto maiores, mais fortes são os movimentos verticais em

Veja o Vídeo 4

Como se forma o granizo?

Processos de Precipitação

A formação de nuvens não é suficiente para que ocorra a precipitação.

A condensação e a sublimação que geram as nuvens

marcam apenas o início do processo de precipitação.

A maioria das gotas são muito pequenas para vencer a barreira das correntes ascendentes de ar que produzem as

nuvens e precipitarem-se além delas. As que conseguem

cair a alguma distância da base da nuvem, logo acabem evaporando-se.

Assim, as gotas de chuva precisam crescer o suficiente para

não serem carregadas pelas correntes do interior das nuvens

e para atingirem a superfície sem antes evaporarem completamente.

Na formação da nuvem, pequeninas gotas e diminutos cristais de gelo rapidamente condensam-se e sublimam-

se ao redor dos núcleos de condensação e sublimação,

crescendo molécula por molécula, sem atingirem o tamanho adequado para se precipitarem.

Contudo, algumas das gotas e cristais crescem o suficiente

para começarem uma queda apreciável.

Em suas quedas, vão agregando

as moléculas que encontram no

caminho, o que permite que elas rapidamente cresçam para gotas maiores, conseguindo atingir a

superfície terrestre na forma de

chuva.

permite que elas rapidamente cresçam para gotas maiores, conseguindo atingir a superfície terrestre na forma de

A diferença entre a gota de chuva e a gota d’água/nuvem decorre da diferença de tamanho entre elas:

Gota de chuva: 500 a 5.000 µm de diâmetro;

•Gota d’água na nuvem: < 500 µm.

de tamanho entre elas: • Gota de chuva: 500 a 5.000 µm de diâmetro; •Gota d’água
de tamanho entre elas: • Gota de chuva: 500 a 5.000 µm de diâmetro; •Gota d’água

Massas de Ar

A expressão massa de ar é usada especificamente para

designar uma grande porção da atmosfera, cobrindo milhares de quilômetros da superfície terrestre e que apresenta uma distribuição vertical aproximadamente

uniforme, tanto da temperatura, como da umidade

(T aproximadamente igual em qualquer ponto no interior da massa).

As massas de ar somente podem se formar quando uma grande

extensão da atmosfera se encontra em repouso ou se

desloca lentamente acima de uma região com características de temperatura e de umidade mais ou menos uniformes (oceanos, grandes florestas, extensos desertos, amplos

campos de gelo).

Massas de Ar

De um modo geral, as áreas mais favoráveis à formação de

massas de ar situam-se nas cercanias dos pólos e nas faixas

anticiclônicas centradas em torno de 30°C de latitude, em ambos os hemisférios.

Na zona equatorial, embora existam grandes florestas e extensas

áreas oceânicas, não se verifica a condição dinâmica exigida à

gênese de massas de ar, exatamente por se tratar de uma zona de baixa pressão à superfície, com forte convergência de ventos e, consequentemente, intensa convecção.

Massas de Ar

De acordo com a região da Terra em que se originam, as massas

de ar podem ser basicamente classificadas em:

Polares (P) pois surgem nas proximidades dos pólos (em ambos os hemisférios);

Tropicais (T) quando se formam nas zonas tropicais de altas pressões.

É comum subclassificar as massas de ar em continentais e marítimas conforme tenham sido formadas sobre o continente ou o oceano.

Em geral, continentais são relativamente secas quando comparadas as de origem marítima (formadas na mesma latitude

e época do ano).

Massas de Ar

Do ponto de vista termodinâmico podem ser classificadas em

quentes e frias.

Os termos quentes e frias é relativo e exige comparações com a

temperatura da superfície na qual ela se desloca ou com a de

uma outra massa vizinha.

Massas de Ar

No que tange a umidade, as massas de ar são subdivididas em

secas e úmidas.

Essa distinção é feita com base na temperatura e na temperatura

do Ponto de Orvalho que o ar apresenta (UR com coleta na

superfície). Quanto maior a diferença entre as temperaturas, menos úmida será a massa de ar.

Massas de Ar

Devido as condições relacionadas a circulação geral da atmosfera,

as massas de ar frequentemente abandonam a região de

origem, conduzindo consigo as propriedades lá adquiridas e podem causar profundas alterações climáticas nas áreas aonde chegam.

consigo as propriedades lá adquiridas e podem causar profundas alterações climáticas nas áreas aonde chegam.

Massas de Ar FRIAS

Quando uma massa de ar se desloca sobre uma região mais

quente (sendo portanto classificada como fria), a camada

atmosférica está em contato direto com a superfície que foi aquecida, gerando instabilidades.

O movimento convectivo resultante transfere o ar aquecido para

A

níveis mais elevados.

seu

resfriamento causado pela expansão é responsável pelas

núvens cúmulos e cumulonimbos, gerando precipitações

intensas (havendo umidade).

ascensão

vertical

forçada

do

ar

quente

e

depois

o

Massas de Ar QUENTES

Uma massa de ar é dita quente quando se desloca sobre uma área relativamente mais fria.

O ar quente vai perdendo gradualmente o calor, por condução,

devido ao contato com a superfície terrestre subjacente que está mais fria.

Esse resfriamento paulatino provoca tendência à estratificação

do ar e faz aumentar a estabilidade atmosférica na camada vizinha à superfície e acaba inibindo os movimentos convectivos que poderiam causar instabilidades.

Quando o ar quente é umido, o resfriamento favorece a

formação de nevoeiros, sendo que a espessura dependerá da turbulência e velocidade do vento.

Massas de Ar QUENTES

Sendo menor a umidade do ar e havendo vento, haverá uma tendência a formação de nuvens baixas, em geral estratos e

estratocúmulos.

As precipitações serão contínuas (chuva e chuvisco), típicas de nuvens estratiformes.

serão

Devido

a

inexistência

de

convecção,

os

ventos

relativamente fracos e sem rajadas.

Frentes

Existem zonas de transição (quase sempre geladas) entre duas massas de ar (diferentes entre si: de ar quente e de ar frio), sendo que a frente é a linha de interseção da superfície

frontal com o solo.

Basicamente se classificam com as características térmicas da massa de ar que as seguem, em quentes e frias.

Frentes Quentes

Na frente quente o deslocamento se dá da massa de ar mais

quente para a mais fria.

Essa passagem acarreta na substituição de ar frio por ar mais quente.

A massa de ar quente situa-se por cima do ar frio e tende a se justapor a superfície terrestre e tendendo a estabilidade.

A massa de ar quente situa-se por cima do ar frio e tende a se justapor

Frente Quente

Nas cartas

meteorológicas

uma frente quente é indicada por um linha contendo

semicirculos,

voltada para o lado em que se dá o avanço da massa de ar

quente.

quente é indicada por um linha contendo semicirculos , voltada para o lado em que se

Frentes Frias

Na

frente

fria

corresponde

a

ação

de

uma

cunha

de

ar

relativamente frio sob uma massa de ar quente que é assim

levantada.

um

determinado local da superfície terrestre provoca a

substituição do ar quente que ali existia por ar frio.

Considera-se

frente

fria

quando

sua

passagem

por

FRENTE FRIA

Frentes Frias

Como o ar frio é mais denso, a superfície frontal fria tende a

permanecer justaposto sobre a superfície terrrestre e

apresentar uma inclinação da ordem de 1:50 a 1:100.

tende a permanecer justaposto sobre a superfície terrrestre e apresentar uma inclinação da ordem de 1:50

Nas cartas

meteorológicas

as frentes frias

são indicadas por uma linha

contendo na

base triângulos

equiláteros e apontando na

direção do

deslocamento.

Frente Fria

indicadas por uma linha contendo na base triângulos equiláteros e apontando na direção do deslocamento. Frente
indicadas por uma linha contendo na base triângulos equiláteros e apontando na direção do deslocamento. Frente

Frente Fria

É importante observar a formação de centros de alta e baixa pressões (devido a compressão do fluído ou devido ao

formato funil gerado pelas nuvens de grande elevação vertical

cumulus, ou ainda pelo movimento giratório das nuvens)

Altas pressões

ainda pelo movimento giratório das nuvens) Altas pressões Baixas pressões que estarão ocorrendo ao longo de

Baixas pressões que estarão ocorrendo ao longo

de toda linha da

frente fria

giratório das nuvens) Altas pressões Baixas pressões que estarão ocorrendo ao longo de toda linha da

RESUMINDO:

Tipos de Chuvas ou Precipitações

São três os tipos de chuvas para a Hidrologia:

Chuvas convectivas;

Chuvas orográficas;

Chuvas frontais.

São três os tipos de chuvas para a Hidrologia: • Chuvas convectivas; • Chuvas orográficas; •

Tipos de Chuvas

As convectivas ou convergentes (origem

térmica) são precipitações formadas pela

ascensão das massas de ar quente da superfície, carregadas de vapor d'água.

Ao subir o ar sofre resfriamento provocando

a condensação do vapor de água presente e, consequentemente, a precipitação.

São características deste tipo de precipitação a curta duração, alta intensidade, frequentes descargas

elétricas e abrangência de pequenas

áreas.

de precipitação a curta duração, alta intensidade, frequentes descargas elétricas e abrangência de pequenas áreas.
de precipitação a curta duração, alta intensidade, frequentes descargas elétricas e abrangência de pequenas áreas.
• Ocasionada pela convecção térmica.

Ocasionada pela convecção térmica.

Tipos de Chuvas

As chuvas orográficas ou de relevo são normalmente provocadas pelo deslocamento de camadas de ar úmido para cima devido a existência de elevação natural

do terreno por longas

extensões.

Caracterizam-se pela longa

duração e baixa intensidade,

abrangendo grandes áreas por várias horas continuamente e sem descargas elétricas.

longa duração e baixa intensidade, abrangendo grandes áreas por várias horas continuamente e sem descargas elétricas.
longa duração e baixa intensidade, abrangendo grandes áreas por várias horas continuamente e sem descargas elétricas.

Observar que isso pode ocorrer em qualquer elevação do terreno, tais como planaltos.

O ar mais seco é dependente da altura da barreira e das condições de

umidade anteriores.

altura da barreira e das condições de umidade anteriores. Precipitações ocorre sempre no mesmo local e

Precipitações ocorre sempre no mesmo local e podem causar deslizamentos.

Tipos de Chuvas

As chuvas frontais originam-se do deslocamento de frentes frias

ou quentes contra frentes contrárias termicamente, são mais fortes que as orográficas abrangendo, porém, como aquelas, grandes áreas, precipitando-se intermitentemente com breves

intervalos de estiagem e com presença de violentas descargas

elétricas.

precipitando-se intermitentemente com breves intervalos de estiagem e com presença de violentas descargas elétricas.
precipitando-se intermitentemente com breves intervalos de estiagem e com presença de violentas descargas elétricas.
Faixas de largura menores de interferência, porém ocorrendo por quilômetros de extensão da linha frontal

Faixas de largura menores de interferência, porém ocorrendo por quilômetros de extensão da linha frontal

Faixas de largura maiores de interferência e, também, ocorrendo por quilômetros de extensão da linha frontal

Temos ainda outras ocorrências:

Frente estacionária: é uma frente que oscila lentamente em

torno de uma posição média, deixando de se mover.

Portanto, uma frente estacionária é uma fronteira entre ar quente e ar frio que resulta quando uma frente fria ou quente deixa de se mover. Porém, quando ela volta a se mover, volta a ser fria ou quente.

quando uma frente fria ou quente deixa de se mover. Porém, quando ela volta a se

Perturbações: é resultante da interação entre as massas de ar frio que se dirigem para os trópicos (com ar quente), dando

origem a imensos vértices achatados (ciclones extratropicais).

os trópicos (com ar quente), dando origem a imensos vértices achatados ( ciclones extratropicais ). Oceano

Oceano Atlântico

os trópicos (com ar quente), dando origem a imensos vértices achatados ( ciclones extratropicais ). Oceano

Ciclones extratropicais

Os ciclones extratropicais, onde os ventos giram em torno de um centro de baixa pressão, mas que os processos físicos de formação e manutenção são muito distintos daqueles que atuam no furacão. Normalmente, os ciclones extratropicais se formam quando um centro de baixa pressão viajando sobre oceanos tropicais encontra águas com temperaturas acima de 26°C.

quando um centro de baixa pressão viajando sobre oceanos tropicais encontra águas com temperaturas acima de

Furacões

Um furacão é um ciclone extratropical que se tornou muito intenso com ventos girando no sentido horário no Hemisfério Sul e em sentido anti- horário no Hemisfério Norte ao redor de um centro de baixa pressão. Normalmente, bem no centro do furacão há uma região sem nuvens e com ventos calmos, chamada de olho do furacão.

. Normalmente, bem no centro do furacão há uma região sem nuvens e com ventos calmos,
. Normalmente, bem no centro do furacão há uma região sem nuvens e com ventos calmos,

Furacões

Neles ocorrem movimentos de ar descendentes, ao lado de uma grande área circular de centenas de quilômetros com vigorosos movimentos ascendentes do ar, o que provoca formação de nuvens e muita chuva. Também causam grande destruição, porém por grandes áreas.

do ar , o que provoca formação de nuvens e muita chuva. Também causam grande destruição,
do ar , o que provoca formação de nuvens e muita chuva. Também causam grande destruição,

Veja o Vídeo 6

Diferença entre furacão, tufão e ciclone tropical

Veja o Vídeo 7

Ciclone extratropical no Brasil

Tornados

Tornado é um redemoinho de ventos girando com muita velocidade e que se forma em condições especiais num ambiente de tempestade muito forte.

Este redemoinho descende de uma nuvem de tempestade (cumulunimbus) muitas vezes, atinge o chão (tem que tocar o chão para ser considerado um tornado), causando destruição por onde passa.

vezes, atinge o chão (tem que tocar o chão para ser considerado um tornado), causando destruição

Tornados

A dimensão espacial do tornado é de centenas de metros e ele, normalmente, tem uma vida média de poucos minutos e percorre uma extensão de 500 a 1500 metros, ainda que na sua trajetória os ventos passem comumente de 200 km/h.

A maioria deles giram em sentido ciclônico quando observados de cima, mas alguns foram vistos girando em sentido anticiclônico, ou seja, em sentido horário, quando observados de cima.

Sentido da passagem Área lateral não afetada Área lateral não afetada
Sentido
da passagem
Área lateral
não afetada
Área lateral
não afetada

Veja o Vídeo 8

Como se formam os tornados

Para enriquecer o seu conhecimento e estabelecer ligações entre

os conteúdos apresentados na disciplina

Veja o Vídeo 9

Floresta Amazônica e sua relação com Furacões, Chuvas e Desertificações URL

Veja a Lista 5 de exercícios que está no Moodle.