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INTRODUÇÃO À ENGENHARIA MECÂNICA

PROF. MSC. GUILHERME RANGEL

UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS - MS

POR QUE INTRODUÇÃO À

ENGENHARIA?

O ALUNO PRECISA TER ACESSO A INFORMAÇÕES QUE PERMITAM ENCONTRAR-SE COM A PROFISSÃO ESCOLHIDA E IMAGINAR-SE NELA.

TER ESPAÇO NO PROGRAMA DO CURSO NO QUAL SE POSSA DESEMPENHAR O

IMPORTANTE PAPEL DA RECEPÇÃO AO ALUNO, E OS CONSEQUENTES ACONSELHAMENTOS, ENCAMINHAMENTOS, ORIENTAÇÕES E PREPARAÇÕES AO

ESTUDO.

INTEGRAR O ALUNO AO CURSO, NA MEDIDA EM QUE SE PODE MOSTRAR QUAIS

SÃO AS SUAS DISCIPLINAS E COMPONENTES, QUAL A ÁREA DE ATUAÇÃO DO

PROFISSIONAL DE ENGENHARIA, A SUA POSTURA DIANTE DA SOCIEDADE, ETC.

ESTIMULAR A CRIATIVIDADE DO ALUNO E FAZE-LO PARTICIPAR DO APRENDIZADO.

OBJETIVOS DA DISCIPLINA

DAR AO ALUNO UMA VISÃO DA HABILITAÇÃO ENGENHARIA MECÂNICA E DAS

ASSOCIAÇÕES E CONSELHOS QUE A ORIENTAM E FISCALIZAM O EXERCÍCIO

PROFISSIONAL, APRESENTAR OS CAMPOS DE ATUAÇÃO DA ENGENHARIA

MECÂNICA, APRESENTAR A ESTRUTURA E O FUNCIONAMENTO DA INSTITUIÇÃO;

SITUAR HISTORICAMENTE A ENGENHARIA MECÂNICA NO BRASIL E NO MUNDO, ENFATIZANDO O PAPEL SOCIAL DO PROFISSIONAL, AS ÁREAS DE ATUAÇÃO E AS

ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS;

INTRODUZIR A PRÁTICA DO ENSINO/APRENDIZAGEM COMO PROCESSO, NO

QUAL O ALUNO TENHA PARTICIPAÇÃO ATIVA;

PROCURAR INTEGRAR OS CONHECIMENTOS DESENVOLVIDOS NAS OUTRAS DISCIPLINAS, DESENVOLVER A PRÁTICA DO ESTUDO E DO TRABALHO EM GRUPO,

PROCURAR APRIMORAR A CAPACIDADE DE COMUNICAÇÃO DOS DISCENTES;

CONHECER OS PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS PARA A ELABORAÇÃO DE

TRABALHOS ACADÊMICOS.

EMENTA

A PROFISSÃO DE ENGENHARIA NO BRASIL E NO MUNDO (HISTÓRICO,

MEC, CREA/CONFEA, ETC).

O ENGENHEIRO E HABILIDADES DE COMUNICAÇÃO.

MODELAGEM E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS EM ENGENHARIA.

ENGENHARIA DE FLUIDOS.

SISTEMAS TÉRMICOS E DE ENERGIA.

TRANSMISSÃO DE MOVIMENTO E POTÊNCIA.

FORÇAS EM ESTRUTURAS E MÁQUINAS.

MATERIAIS E TENSÕES. PROJETO DE ENGENHARIA, MODELAGEM E SIMULAÇÃO

BIBLIOGRAFIA • INTRODUÇÃO À ENGENHARIA : CONCEITOS, FERRAMENTAS E COMPORTAMENTOS • BAZZO, WALTER ANTONIO;

BIBLIOGRAFIA

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA : CONCEITOS, FERRAMENTAS E COMPORTAMENTOS

BAZZO, WALTER ANTONIO; PEREIRA, LUIZ TEIXEIRA DO VALE. INTRODUÇÃO À

ENGENHARIA : CONCEITOS, FERRAMENTAS E

COMPORTAMENTOS. 2. ED. FLORIANÓPOLIS:

EDITORA DA UF, 2011.

LOCALIZAÇÃO: 620.007 B364I.3

BIBLIOGRAFIA

BIBLIOGRAFIA • INTRODUÇÃO À ENGENHARIA : UMA ABORDAGEM BASEADA EM PROJETO • DYM, CLIVE L.; LITTLE,

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA : UMA ABORDAGEM BASEADA EM PROJETO

DYM, CLIVE L.; LITTLE, PATRICK; TORTELLO, JOÃO. INTRODUÇÃO À ENGENHARIA

: UMA ABORDAGEM BASEADA EM

PROJETO. 3. ED. PORTO ALEGRE:

BOOKMAN, 2010.

LOCALIZAÇÃO: 620.0042 I619.3

6

BIBLIOGRAFIA

BIBLIOGRAFIA • INTRODUÇÃO À ENGENHARIA MECÂNICA. • WICKERT, J. INTRODUÇÃO À ENGENHARIA MECÂNICA . 1ª ED.

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA MECÂNICA.

WICKERT, J. INTRODUÇÃO À

ENGENHARIA MECÂNICA. 1ª ED. SÃO

PAULO: CENGAGE LEARNING, 2013.

357P.

LOCALIZAÇÃO:

621 W636I

BIBLIOGRAFIA

BIBLIOGRAFIA • INTRODUÇÃO À ENGENHARIA • HOLTZAPPLE, MARK T.; REECE, W. DAN; SOUZA, J. R. INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA

HOLTZAPPLE, MARK T.; REECE, W. DAN; SOUZA, J. R. INTRODUÇÃO À ENGENHARIA. RIO DE JANEIRO: LTC, 2014.

CONSIDERAÇÕES SOBRE O MÉTODO

DE APRENDIZADO

NECESSIDADE DE CONCILIAÇÃO DA VIDA SOCIAL COM OS ESTUDOS.

ALUNO OU ESTUDANTE?

QUADRO DE HORÁRIOS

REVISÃO SEMANA

FASES DO ESTUDO

CAPTAÇÃO

AUDIÇÃO:

A PARTIR DA APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR, DE UM DEBATE

OU DE UMA PALESTRA;

LEITURA:

OBSERVAÇÃO: A PARTIR DA PARTICIPAÇÃO DE EXPERIÊNCIAS.

CONHECIMENTOS OBTIDOS A PARTIR DA LEITURA;

PONTOS A SEREM CONSIDERADOS:

O QUE JÁ SEI SOBRE O ASSUNTO?

QUAL A LIGAÇÃO DESTE TÓPICO COM OUTROS?

QUAL O SIGNIFICADO FÍSICO DESTA FÓRMULA

MATEMÁTICA?

CAPTAÇÃO EXTRA-CLASSE

LEITURA

REVISÃO IMEDIATA APÓS AS AULAS OU LEITURA;

ELABORAÇÃO DE RESUMO DA MATÉRIA ESTUDADA;

EXTRAÇÃO DE IDEIAS PRINCIPAIS DO TEXTO.

PESQUISA E TECNOLOGIA

O QUE É PESQUISA?

É UM CONJUNTO DE INVESTIGAÇÕES, OPERAÇÕES E TRABALHOS

INTELECTUAIS OU PRÁTICOS, QUE OBJETIVA A DESCOBERTA DE NOVOS CONHECIMENTOS, A INVENÇÃO DE NOVAS TÉCNICAS E A EXPLORAÇÃO

E CRIAÇÃO DE NOVAS REALIDADES (BAZZO,1996).

PESQUISA FUNDAMENTAL: VISA DESCOBRIR AS LEIS DA NATUREZA.

PESQUISA APLICADA: PROPOR APLICAÇÕES PARA AS LEIS

FUNDAMENTAIS.

PESQUISA E TECNOLOGIA

O QUE É TECNOLOGIA?

ESTÁ RELACIONADO À DEFINIÇÃO DE PROCEDIMENTOS TÉCNICOS, TÃO EFICAZES QUANTO POSSÍVEL, PARA PERMITIR A PRODUÇÃO DE UM BEM OU SERVIÇO

(BAZZO,1996).

OS DESENVOLVIMENTOS CIENTÍFICOS E TECNOLÓGICOS DEVEM SEGUIR CAMINHOS PARALELOS.

CIÊNCIA E TECNOLOGIA SE PREOCUPAM EM OBTER SOLUÇÕES PARA PROBLEMAS, ORIUNDOS DE NECESSIDADES DETECTADAS, USANDO PARA ISTO PROCEDIMENTOS SEMELHANTES DE TRABALHO.

SÃO DIFERENTES OS PROBLEMAS ABORDADOS POR ELAS, POR EXEMPLO, OS

PROBLEMAS CIENTÍFICOS SÃO COGNITIVOS, ENQUANTO OS TECNOLÓGICOS SÃO

PRÁTICOS.

AO ESTUDANTE NÃO BASTA APENAS APRENDER A TEORIA DE COMO PESQUISAR. O

ALUNO DEVE PROCURAR CRIAR CONDIÇÕES PARA SUA PRÓPRIA EVOLUÇÃO E TER

PARTICIPAÇÃO CONCRETA NO SEU PROCESSO EDUCACIONAL.

MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA

MÉTODO:

CAMINHO AO LONGO DO QUAL PODE-SE CHEGAR A UM PONTO DESEJADO.

DEPENDE:

TALENTO; REFLEXÃO; CRIATIVIDADE.

MÉTODO DE PESQUISA

PESQUISA BIBLIOGRÁFICA.

OBSERVAÇÃO (OBSERVAR NÃO É SÓ VER, MAS, ANTES DE TUDO VIGIAR).

HIPÓTESE (SUPOSIÇÃO PROVISÓRIA).

EXPERIMENTAÇÃO (CONJUNTO DE PROCEDIMENTOS APLICADOS COM A FINALIDADE DE CONFIRMAR UMA HIPÓTESE).

INDUÇÃO (PROCESSO ATRAVÉS DO QUAL SE PARTE DE VERDADES PARTICULARES PARA CONCLUIR VERDADES GERAIS, BASEANDO-SE NA GENERALIZAÇÃO DE PROPRIEDADES

COMUNS A UM DETERMINADO NÚMERO DE CASOS OBSERVADOS).

DEDUÇÃO: FORMA DE RACIOCÍNIO, ARGUMENTAÇÃO E REFLEXÃO.

ANÁLISE: PROCESSO METÓDICO DE TRATAMENTO DE UM PROBLEMA.

SÍNTESE: COMPLEMENTAÇÃO DA ANÁLISE, COMPOSIÇÃO GERAL DAS CONCLUSÕES DA ANÁLISE.

TEORIA: É UM CONJUNTO DE PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS QUE PROCURA EXPLICAR, ELUCIDAR, INTERPRETAR OU UNIFICAR UM DADO DOMÍNIO DE FENÔMENOS E

CONHECIMENTOS.

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ORGANIZAÇÃO DA PESQUISA

DEFINIÇÃO DO TEMA;

PESQUISA BIBLIOGRÁFICA;

DELIMITAÇÃO DO ASSUNTO;

DEFINIÇÃO DOS OBJETIVOS;

ESCOLHA DO TÍTULO;

JUSTIFICATIVA DA PESQUISA;

FORMULAÇÃO DO PROBLEMA;

ENUNCIADO DAS HIPÓTESES;

INSTRUMENTOS NECESSÁRIOS AOS TRABALHOS;

PLANO DE TRABALHO;

CRONOGRAMA;

REALIZAÇÃO DO TRABALHO;

DISCUSSÃO DOS RESULTADOS;

CONCLUSÃO E OBSERVAÇÕES SOBRE O PROJETO;

RELATÓRIO.

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SOLUÇÃO DE PROBLEMAS E

COMUNICAÇÃO

SOLUÇÃO DE PROBLEMAS E COMUNICAÇÃO • MCO – NASA – 1999 • $125 MILHÕES • REFERÊNCIA:

MCO NASA 1999

$125 MILHÕES

SISTEMA INTERNACIONAL DE UNIDADES

CRIADO PELA CONFERÊNCIA GERAL DE PESOS E MEDIDAS

(CONFÉRENCE GÉNÉRALE DE POIS ET MESURES)

1960 - RESOLUÇÃO N°12 ADOTOU O NOME SISTEMA

INTERNACIONAL DE UNIDADES (SI).

INTITUIU REGRAS:

PREFIXOS

UNIDADES DERIVADAS

UNIDADES SUPLEMENTARES

ALGUMAS GRANDEZAS FUNDAMENTAIS

E UNIDADES

UNIDADES BÁSICAS

ALGUMAS GRANDEZAS FUNDAMENTAIS E UNIDADES • UNIDADES BÁSICAS 19

ALGUMAS GRANDEZAS FUNDAMENTAIS

E UNIDADES

UNIDADES DERIVADAS

ALGUMAS GRANDEZAS FUNDAMENTAIS E UNIDADES • UNIDADES DERIVADAS 20

SISTEMA AMERICANO (USCS)

UNITED STATES CUSTOMARY SYSTEM

SISTEMA AMERICANO (USCS) • UNITED STATES CUSTOMARY SYSTEM • DICA: HTTP://WWW.WEBCALC.COM.BR/ 21

CURIOSIDADES: DEFINIÇÃO DAS

UNIDADES

METRO (M): É O CAMINHO PERCORRIDO PELA LUZ NO VÁCUO DURANTE UM INTERVALO DE TEMPO DE 1/299 792 458 DE UM

SEGUNDO.

QUILOGRAMA (KG): É IGUAL À MASSA DO PROTÓTIPO INTERNACIONAL, FEITO COM UMA LIGA PLATINA - IRÍDIO,

DENTRO DOS PADRÕES DE PRECISÃO E CONFIABILIDADE QUE A CIÊNCIA PERMITE.

SEGUNDO (S): É A DURAÇÃO DE 9 192 631 770 PERÍODOS DA RADIAÇÃO CORRESPONDENTE À TRANSIÇÃO ENTRE OS DOIS NÍVEIS HIPERFINOS DO ÁTOMO DE CÉSIO-133, NO ESTADO FUNDAMENTAL.

AMPÈRE (A): É UMA CORRENTE CONSTANTE QUE, SE MANTIDA EM DOIS CONDUTORES RETILÍNEOS E PARALELOS, DE COMPRIMENTO INFINITO E SEÇÃO TRANSVERSAL DESPREZÍVEL, COLOCADOS A UM METRO UM DO OUTRO NO VÁCUO, PRODUZIRIA ENTRE ESTES DOIS CONDUTORES UMA FORÇA IGUAL A 2 X10-7 NEWTON, POR METRO DE COMPRIMENTO.

KELVIN (K): É A FRAÇÃO 1/273,16 DA TEMPERATURA TERMODINÂMICA DO PONTO TRIPLO DA ÁGUA.

MOL (MOL): É A QUANTIDADE DE MATÉRIA DE UM SISTEMA QUE CONTÉM TANTAS ENTIDADES ELEMENTARES QUANTOS FOREM OS ÁTOMOS CONTIDOS EM 0,012 QUILOGRAMA DE CARBONO 12. COMENTÁRIOS: A) O NOME DESTA QUANTIDADE VEM DO FRANCÊS "QUANTITÉ DE MATIÈRE",DERIVADO DO LATIM "QUANTITAS MATERIAE", QUE ANTIGAMENTE ERA USADO PARA DESIGNAR A QUANTIDADE AGORA DENOMINADA DE "MASSA". EM INGLÊS USA-SE O TERMO "AMOUNT OF SUBSTANCE".

EM PORTUGUÊS, CONSTA NO DICIONÁRIO COMO "QUANTIDADE DE SUBSTÂNCIA", MAS PODE-SE ADMITIR O USO DO

TERMO "QUANTIDADE DE MATÉRIA", ATÉ UMA DEFINIÇÃO MAIS PRECISA SOBRE O ASSUNTO. B) QUANDO SE UTILIZA O MOL, AS ENTIDADES ELEMENTARES DEVEM SER ESPECIFICADAS, PODENDO SER ÁTOMOS, MOLÉCULAS, ÍONS, ELÉTRONS OU OUTRAS PARTÍCULAS OU AGRUPAMENTOS DE TAIS PARTÍCULAS.

CANDELA (CD): É A INTENSIDADE LUMINOSA, EM UMA DETERMINADA DIREÇÃO, DE UMA FONTE QUE EMITE

RADIAÇÃO MONOCROMÁTICA DE FREQUÊNCIA 540X10 12 HERTZ E QUE TEM UMA INTENSIDADE RADIANTE NAQUELA DIREÇÃO DE 1/683 WATT POR ESTERRADIANO.

MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS DO SI