Disponibliização: Elza Volkov
Tradutora: Leitora Goreth & Andreia M.
Revisão: Andreia M
Formatação: Andreia M.
Isso é uma besteira - protestei, cavando os pés no chão de
linóleo. - Apenas pare por um segundo e deixe-me explicar. - Meus velhos All Star atravessaram a superfície, seguiram-se de perto por
um grito irritante que reverberou em todo o hospital completamente silencioso. A única enfermeira na entrada olhou por cima de sua boina, não mais do que um único olhar antes de voltar a atenção para a tela na frente dela. - Tudo o que preciso é de cinco minutos. Outro puxão e o policial que me acompanhava tropeçou um pouco. – Ande. - ele cuspiu entre os dentes cerrados, seus olhos castanhos e rígidos me desafiaram a fazer outro movimento não cooperativo. Sua mão apertou no meu braço, as unhas do dedo cavaram dentro, e eu estremeci na força que ele impunha ao me empurrar para frente. Idiota.
- Oficial Anderson, peço que você reconsidere. - Respirando
profundamente, eu soltei lentamente antes de me virar para olhar para ele debaixo dos meus longos cílios. - Isso não é necessário e você sabe disso. Estou bem. - Não sabia que você adquiriu uma licença médica na última
hora. - ele respondeu, usando a mesma doçura áspera que eu colocava no meu tom. - Eu devo ter um gênio nas mãos esta noite. - Não sabia que eu tinha sido presa por um rejeitado da Broadway. - eu zombava de volta, um brilho no lugar que não fazia nada para impedir sua próxima jogada. Com um movimento do pulso, meu braço estava torcido em uma posição desconfortável. Fez-me colocar um pouco de peso no pé ferido e mordi meu lábio lutando duro para manter o choro de dor que queria ser liberado.
-
- Quão rápido você virou o roteiro, garota. - Como diabos eu
ainda era criança aos vinte? - Um minuto, a brincadeira tímida e doce, de olhos azuis, a uma guerra amarga no próximo. - Sua respiração quente encontrou a parte de trás do meu pescoço e eu estremeci. O homem estava tirando muito prazer da minha miséria. - Como exatamente eu sou um conflito, oficial? - A malícia no meu tom não podia estar escondida e ele parecia ter tomado uma volta por um segundo. Um segundo, onde eu vi passado seu ridículo tom.
- Eu estou te salvando - o narcisismo e o complexo de herói
era o que ele estava usando. - Caminhe - Em vez de reconhecer minha pergunta, ele me empurrou alguns passos a frente e fez uma pausa na frente da mesa de recepção do hospital. Braços ainda algemados, ele me virou e manteve os olhos nos meus enquanto
falava com a enfermeira. - Preciso de alguém para examinar minha detida. - Estou bem, droga. - Na minha interjeição, suas unhas cavaram mais fundo e eu estremeci. - Me deixar ir.
Olhos altivos estreitaram e o horrível bigode sobre o lábio se contraiu. - Você está? - Ele voltou, cansado do meu desafio sem fim - me atreveu a negar que eu não estava em qualquer tipo de dor, mais do que aquela que ele estava causando. - Por causa do que eu vi e da posição que você se colocou, eu diria que você está ferida. Mais do que dor, mas também teimosamente orgulhosa em admitir ou aceitar a ajuda que lhe está sendo oferecida.
- O que aconteceu com o meu direito legal de negar atenção
médica? - Você perdeu no momento em que eu te prendi, Nora. - Afastando meu corpo do dele, ele desfez minhas algemas e deu alguns passos atrás. Seu baixo riso encontrou meus ouvidos e eu fiquei tensa. Com raiva, enquanto eu levava minhas mãos para cima e esfregava a pele vermelha, onde elas haviam estado. - Você está sob meus cuidados e, como tal, não me provoque.
Celebrar meu vigésimo primeiro aniversário no hospital não estava no topo da minha lista de prioridades. - Você seriamente não vai me deixar ir? - Exasperada, eu segui para dar um passo em direção a ele. Os olhos castanhos se
estreitaram, ele olhou para os meus olhos azuis. Fez-me uma pausa e, em vez disso, tive que me conformar com uma mão no meu
apenas um fim de semestre.
quadril. - Não foi um grande negócio
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Você chama de vandalizar a escola de nada? O que você |
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estava |
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Não era toda a escola, apenas o departamento de arte. - Na |
minha alegação, suas narinas se acenderam e, desta vez, recuei um passo atrás. - Nossa professora esperava isso, sua tradição com todos seus alunos seguindo seu curso.
- Então por que fugiu? - Ele desafiou. Seu rádio deu então uma
rápida rodada de códigos, e logo a voz foi captada do operador. Anderson não lhe prestou muita atenção. - Por que correr quando você me viu. Por que saltar a cerca e, ao fazê-lo, foder seu tornozelo? Uma explicação simples cuidaria de tudo. - A enfermeira atrás de
nós ofegou por sua escolha de palavras, mas permaneceu em silêncio. - Não há respostas?
- Eu quero ir para casa. - Eu estava sendo petulante, mas neste
momento eu não me importava. Estava cansada, com fome e com dor. Se ele realmente estivesse me prendendo, eu estaria em uma
cela em algum lugar. Foda-se isso - Eu quero reaver isso com você. - Porcaria.
- Me ligue e me mande embora. O meu seguro irá lidar com a
conta.
- Cale a boca e sente-se, Nora. Eu já tive o suficiente! - O oficial Grumpy 1 agarrou-me pelo cotovelo então, a dureza de sua colisão me fez tropeçar, e eu soltei um grito de dor.
- Filho da puta! - Empurrando a mão dele, pulei em cima de
uma cadeira e sentei-me. Alcançando, desfiz meu calçado e tirei
meu tênis. O baque da borracha que atingia o linóleo era alto dentro da sala silenciosa.
- Acredita em mim agora? Está torcido. - Comentou Anderson
secamente, uma expressão presunçosa no rosto. O homem poderia ser considerado bonito para um homem mais velho, se não fosse para as tendências semelhantes ao idiota que era.
- Você sai
- Eu irei ficar. - Enfermeira - seja qual for o nome dela - saltou
antes que eu pudesse socar o idiota. Quando ela tinha andado em torno de sua prestigiosa mesa e em nossa direção? Não é que ela veio em meu auxilio ou qualquer coisa. Não uma vez que ela não olhou para o meu pé ferido, não, seus olhos estavam nos seus. - Obrigado, querida. - Ela corou com seu termo de carinho enquanto eu sentei lá com a boca seca. Eles estavam brincando com essa merda? Meu tornozelo tinha cinco diferentes tons de feio e eles estavam flertando? Esta noite acabou ficando mais estranha ou pior, dependendo de como você olha para ela. Limpando a garganta, levantei uma testa. - Vocês estão os dois juntos? Em vez de reconhecer minha pergunta, a enfermeira sorriu. Não era o doce que acabara de dar para o bom oficial há um minuto. Não, este me deixou um pouco desconfortável. Como se eu fosse parte de uma piada que não conhecia. Virando-se, ela adicionou um balanço extra aos quadris enquanto caminhava pela mesa de admissão. Seus olhos ficaram atrás o caminho inteiro, eu revirei os olhos. Eu estava quase tentada
a perguntar se eu deveria sair. Isso funcionaria a meu favor para ser honesta. Pegando o telefone ao lado de seu computador, ela falou sobre isso. Ouvia-se os sussurros até onde eu estava sentada, mas não consegui entender uma única palavra. Chega dessa merda. - Solte-me .
- Não. - Anderson encontrou meu olhar duro com um dos seus
próprios e ambos os braços cruzados sobre seu peito. Envolveu-o em um movimento feito para me intimidar. Não funcionou.
- Sim.
- Minha resposta é não.
- Eu não serei silenciada.
- Nora, eu não sou o seu maldito inimigo. - Meus olhos se
aproximaram dele e tentaram queimá-lo vivo. No entanto, o que encontrei me confundiu um pouco. Atrás da raiva de um minuto atrás. O oficial Anderson pareceu estar pensando nas palavras
certas para dizer. - Esta é a terceira vez em dois meses que eu reti você de algum lugar que você não deveria estar.
- Há uma enorme diferença entre não deve estar e cometer
um crime.
- Justo o suficiente, mas esta noite você foi uma participante
ativa.
Um resmungo me escapou na resposta do relator. - Quem chamou? O zelador? - Uma pequena afirmação em resposta e uma
onda de mão, que eu tomei como sinal para continuar. - Professora Penton incentiva nossa criatividade. Ela empurra seus grupos a cada semestre para superar o último - como eu disse anteriormente, a tradição. O zelador não esteve na escola o suficiente para saber e falar de algo que era e é inofensivo .
- Então, por que correr?
- Porque você não entenderia nem escutaria.
- Justo.
- Isso é tudo o que você pode dizer?
- Não. - No meu brilho, ele sorriu. - Calma, criança. Estamos aqui porque você decidiu correr. Não está em mim.
- Eu ainda estou presa? - Tive que fazer a pergunta, suas emoções confusas estavam me deixando tonta.
- Você está e seus pais já foram informados.
- Porra.
- Sobre tudo isso.
Nós estávamos sentados nessas horríveis cadeiras. Deus, por duas horas agora. Duas horas de merda muito longas.
Para aqueles minutos intermináveis, os únicos ocupantes da sala eramos eu, a dor na bunda do oficial, e a enfermeira flerte. Ninguém para verificar rotineiramente meus sinais vitais ou pelo menos, envolver o tornozelo e mantê-lo elevado. Para ser decente o suficiente para colocar um pouco de gelo no topo. Nenhuma documentação foi iniciada no meu conhecimento. Não se passou nada do momento em que ele me disse que eu estava ferrada. Por causa da merda que acha que cometi, a única fonte de entretenimento que tive era a pequena TV montada na parede oposta da minha cadeira. Onde uma rede de notícias por cabo
e mais uma vez. Tópico de
repetia a mesma história
conversa: quem ganharia as próximas eleições? Eles jogaram um desafio qualificado de quem foi pior. Duas partes, vários painéis de ‘especialistas’ e uma âncora que desdenhava, jogando cada lado contra o outro. Onde diabos foi esse médico?
Para ser franca e honesta, essa merda estava envelhecendo e muito rápido. O meu tornozelo estava inchado, machucado e provavelmente torcido. Minha buceta, bem, essa filha da puta latejava e não estava
bem.
Fui presa mais cedo esta noite ‘vandalizando’ a escola. Nossa brincadeira havia sido definida por semanas. Um grupo de cinco -
e mais
os melhores estudantes de Penton - iriam pintar todas as superfícies da sua sala com tinta cor de tijolos. De sua mesa, cadeiras de estudante e até as pequenas canetas colocadas em uma velha xícara de café na mesa. Nós ficamos no meio do caminho quando os meninos de azul apareceram. Sirenes em plena explosão e armas haviam sido desenhadas enquanto nos pediam que caíssemos no chão. A estupidez foi que, em vez de seguir as ordens, corremos. Em direções diferentes, nós corremos e minha queda estava sendo presa com a única garota que não podia pular uma cerca se sua vida dependesse disso. Tudo estava indo bem: as portas haviam sido desbloqueadas, os suprimentos trazidos e a mão-de-obra representada quando eles apareceram. Ela me seguiu até as cercas perto da academia com uma expressão assustada. Tinha conseguido colocar o pé no nível perfeito para me transportar, quando a desajeitada de proporções épicas caiu. Logo antes de dar um salto. Com uma perna jogada sobre o trilho de vedações, eu alcancei e consegui pegá-la antes de Anderson. O problema com essa falha monumental de um plano: foi que ao puxar e empurrá-la sobre a cerca, escorreguei. Lançando-me forte sobre a estrutura metálica. Andar agora causa dor. Quem disse que apenas os meninos sentem dor lá embaixo? Foi quando senti o primeiro tiro de dor que eu amaldiçoei e ela escapou. Coloque-me no caminho do oficial benfeitor. Ele estendeu a mão para mim e me puxou para baixo sem ter notado a situação em que eu estava. Lutando para ficar um pouco na estrutura, afastei-me de suas mãos. Dois puxões rígidos dele e nós dois caímos no chão. Ele nas costas, enquanto eu pousava na minha bunda, e um pé com um ângulo estranho. Gritos de indignação seguidos de raiva e vergonha se libertaram de mim. Peguei a queda por todos no grupo. E agora, três
horas depois, eu me sento dentro do ER silencioso no Memorial Batista sem fim à vista desta noite hedionda. Uma noite em que eu deveria sair pelas praias neste momento
comemorando meu aniversário de vinte e um. Sob as estrelas. Com muitas quantidades de álcool e amigos ao meu lado. Uma operação de entrada e saída que foi ferrada por um zelador curioso que não deveria estar perto do lado do campus. Em vez disso, estou presa e com dor. Foda minha vida?
- Quem eram as outras crianças com você esta noite? -
Anderson falou depois me rompendo com meus pensamentos. - Preciso de nomes completos Com isso, soltei uma risada forte. - Não vai acontecer.
- Nora, eu não estou brincando aqui. - Virando o assento, ele
olhou para mim. - Nomes. Todos eles.
- Não. - Desafiante, cruzei meus braços sobre meu peito que
combinava com o brilho irado de seu olhar. - Nós não fizemos nada de errado para começar.
- Eu juro
- Inferno e não.
- Você ficaria bem em ir para a prisão e aceitar a queda por
todos? - Sua reação incrédula me fez rir. Eu não estava envolvendo meus amigos, especialmente quando este caso não iria a lugar algum. Uma brincadeira, que era esperada da nossa professora, por assim dizer, não iria me fazer processar pela Universidade.
- Levantei
não vai te levar
minhas mãos e fiz um exagerado sinal de citação -
a lugar algum. Mais uma vez, não fizemos nada errado!
- Diga isso ao juiz amanhã de manhã. - ele disse, levantou-se
da cadeira e girou para me encarar. Então ele apontou o dedo gordinho na minha cara como se fosse dar uma ênfase adicional ao
seu ponto. - Ser teimosa vai aterrá-la em mais problemas do que vale a pena. Não seja uma idiota, Nora. Não foda comigo aqui.
- Esse ângulo que você está tentando trabalhar
- O que é tão difícil de entender? - E em uma jogada que me
deixou completamente idiota, levantei e coloquei peso em meu pé ferido. Dor, dor ofegante, esfregou minha perna e chocou minha parte inferior das costas. O meu peito arrasou com a ingestão gigante de ar que eu tomei, tentando como nunca para não gritar com a agonia que consumia todo o mundo em que eu estava. - Filho de uma puta! - Em minha explosão, tanto a enfermeira quanto Anderson vieram com pressa ajudar. Ele estendeu a mão primeiro
sendo o mais próximo, mas eu bati. - Não me toque. - eu gritei entre os dentes cerrados. – Recue.
- Basta. - Uma forte voz masculina ressoou por toda a sala. O
suficiente para que todas as cabeças se dirigissem a ele, de lábios
fechados. Nada foi ouvido, exceto pela minha alta respiração. Alto. Cabelos escuros. Vestido com jaleco azul e um estetoscópio colocado em volta do pescoço, ele examinou a sala. Dos dois enfermeiros agora perto da recepção, ao oficial Anderson e depois a mim. Eles ficaram no meu rosto. Olhos de avelã que pareciam chocados por uma fração de segundo antes que um olhar irritado assumisse o controle.
- Seus olhos voltaram
para a enfermeira flerte e reduziram uma fração. Como se ele estivesse chateado por ser afastado, mas isso não fazia sentido.
- Dr. Reed, nós estávamos apenas
- Fazendo uma cena no meio do ER - Não era uma pergunta.
- Não. Eu
nós
não. - ela falou.
Um resmungo escapou de mim e todos os olhos caíram para mim. - O quê? - Ele saiu mais trêmulo do que eu teria gostado, mas
ter sua atenção me enervou. Fiquei nervosa ainda mais, e tonta de uma só vez. Também não fez nenhum maldito sentido.
- Comporte-se. - Isso veio de meu lado. O bom oficial me puxou
de volta para a cadeira que eu cedi. Mais uma vez, sua idiotice bruta
me fez torcer e machuquei meu tornozelo, a perna de metal da cadeira batendo na área inchada.
- Foda-se. - Uma palavra para descrever a quantidade de dor
e raiva que senti. Se não me garantisse uma viagem até o motel do condado, eu teria dado um soco no oficial pelo incomodo que me causou.
- Antes que Anderson pudesse terminar, o
Dr. Reed tinha meu braço ao seu alcance e me puxou para ele. Perdida no desconforto que senti, nunca percebi que ele caminhará mais perto. Não senti o delicioso calor do corpo que ele exalava até
que eu estivesse quase aninhado contra seu peito. Seu domínio era firme e gentil quando falava com os outros na sala. - Por que ela não foi colocada em uma cama com o seu pé enfaixado? - Havia um tom de raiva em sua voz. A vantagem da autoridade fez meu corpo tremer. Algo que não foi perdido por ele. - Me responda.
- Ela estava se recusando a tratamento médico? - A
enfermeira colocou isso como uma pergunta, mas enquanto os outros dois não estavam seguros, meu médico parecia chateado. Senti a pequena ondulação da ira nos seus dedos escavados no meu
- Me desculpe
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braço. |
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- |
Isso é verdade? - Arqueando as sobrancelhas, ele me |
encarou em desafio. Sobre o que? Eu não tinha ideia de como eu estava perdida dentro desses olhos hipnóticos. Mel colorido e bonito, eles me prenderam.
- Eu vou atestar isso - interrompeu o oficial Anderson,
efetivamente trazendo-me de volta ao presente. Aproveitei um momento para as palavras que acabei de ouvir para fazer sentido, mas elas fizeram minha raiva anterior ressurgiu. Esqueça a dor no
meu pé ou o fato de que toda vez que eu mudo minha buceta clama por misericórdia.
- Como você se atreve a mentir assim? - No meu grito, ambos
deram um passo para trás. - Implorar para ser enfaixada e para me deixar ir e ser ignorada são duas coisas muito diferentes. - Sai de meu estupor interno, consegui pular dois passos antes de eu ser
puxada para trás contra um peito forte. - Deixar-se levar por ela não vai ajudá-lo a ter um encontro para o seu pênis. Não me importava se ele me levasse para o centro, neste momento, e me acusasse. - Um par de lábios tão inocente e doces nunca deveriam pronunciar palavras tão desagradáveis. - Uma corrente de ar quente acariciava a área debaixo da minha orelha e eu congelei. - Comporte-se, querida. - Um aviso, que atravessou o feitiço de raiva que estava sob mim. Foi na forma como ele falou essas palavras. Direto ao ponto. Ele me emocionou e me assustou, meu corpo reagindo a ele de maneiras que ainda não faria sentido. E, no entanto, enquanto ele estava de pé sobre mim - dominando minha pequena imagem - o desejo superou todos os sentidos e eu me inclinei para ele. Derreti contra seu corpo bem definido e tomei seu cheiro nos meus pulmões. A intimidação misturada com a vontade assumiu o corpo magro, causou o tremor e fez minha calcinha umedecer. Estou ferrada.
Dr. Reed, imploro seu perdão. Nós não queríamos causar
uma cena ou interromper a equipe aqui. - Um resmungo me escapou na idiotice de Anderson, fim do show por duas razões. Um:
que pessoal? A enfermeira flerte parecia envergonhada, e os dois
que decidiram mostrar o rosto cinco minutos atrás, pareciam felizes com o entretenimento gratuito. Minha aposta foi que era melhor do que sangue e machucados. E dois: seu tom tão formal. Como foi possível até mesmo parecer tão falso?
- Encontrou algo engraçado, senhorita? - Imediatamente eu
perdi seu calor. As mãos que uma vez me mantiveram no lugar liberaram seu controle e seu corpo colocou espaço entre nós. Assim como os outros ocupantes dentro da sala, o Dr. Reed caminhou ao meu redor, tomou uma posição apenas à esquerda do meu oficial de prisão. Quatro conjuntos de olhos abriram caminho, mas foi o olhar intenso do médico que me fez parar. Testa enrugada e as narinas queimando, não me atrevi a responder. Para desafiar sua autoridade em seu ambiente. Fiquei muda. Havia uma profunda necessidade dentro de mim para gritar:
diga-lhe que se foda, mas eu não o fiz. Não poderia sequer mesmo
que cada fibra do meu ser me dissesse.
- Não. - murmurei depois de alguns segundos intensos de
olhar. Olhos nos meus, ele ergueu arqueou as sobrancelhas mais uma vez, mas desta vez com uma leve curva para cima em seu lábio superior. À direita no canto da boca, definindo o seu sorriso e uma única covinha apareceu em sua bochecha. Com os joelhos fracos, eu
tomei alguns passos entre mim e a cadeira desconfortável em que eu estava sentada toda a noite.
-
Ignorando os olhares aquecidos e os poucos sussurros vindos
das enfermeiras ainda testemunhando o fiasco em que tudo se transformou. Apertei o plástico rígido e inclinei meu peso sobre ele. Minha buceta e tornozelo latejavam enquanto minhas têmporas batiam ao ritmo de cada golpe de dor.
- Não, o quê? - Este homem estava brincando com essa
merda? Uma vez que minha respiração se acalmou e eu poderia me
concentrar nele, eu correspondi com seu olhar aquecido. - Não senhor. Assim está melhor? Inclinando a cabeça uma vez, virou-se com os braços sobre o peito em direção a Anderson. - O que ela fez? Os olhos do oficial tremularam entre o doutor Reed e o meu, sem saber como responder. - Escalou uma cerca enquanto fugia? - Parecia que eu não era a única na sala afetada pela personagem intimidante desse homem. - Você estava perseguindo
- Sente-se. - Uma palavra e eu logo cumpri. O que diabos
estava errado comigo? - Boa garota. - Isso foi sussurrado baixo, tão baixo, eu li seus lábios. Automaticamente, minha buceta apertou-se e senti a pressa de umidade se instalar sobre meus lábios. Eu tinha ouvido falar do Dr. Reed antes, mesmo nunca conhecendo o homem. No verão passado, me ofereci para trabalhar na unidade neonatal com recém-nascidos. Ajudar a alimentar e mudar os humanos adoráveis. Três outras mulheres trabalharam no mesmo turno que eu e falavam. Assim como as enfermeiras, solteiras ou não.
Ele era uma mercadoria. Procurado e desejado pela maioria das equipes do sexo feminino neste hospital. Consideradamente mais velho do que eu, ele parecia estar em seus trinta e poucos anos. Não que isso me incomodasse, apenas me jogou um jogo. Nunca fui atraída por um homem com mais de cinco
anos que eu. Agora, vendo seu corpo - seus músculos - envoltos nesse jaleco, vi o apelo. Todo homem. Camadas grossas de músculo pulsavam cada
vez que ele abria e fechava as mãos. Seu peito se expandiu e sua ingestão de ar era mais sexy do que deveria. Nem uma polegada sólida dele não era atraente e eu queria ele. Isso não era bom. Não era algo para o que eu estava preparada. Ele estava além das palavras.
- Eu não sou uma criança. - Eu bufei, uma vez que ele ignorou
enquanto caminhava de volta para onde eu me sentava. Sete passos. Contei cada um, respirando um pouco agitada, mais perto de mim, ele conseguiu. Foda, sua mera presença encheu o quarto de calor. Resfriamento - uma febre brusca que me fez perder o controle e fez
um suspiro deixar meus lábios.
- Quieta - O Dr. Reed me comeu viva com seus olhos castanhos.
Para um estranho que olhava para essa exibição, pareceria autoritário. Um homem dominante. Seus olhos estavam brilhantes e cheios de algo perigoso que me transformou em uma bagunça tremendo. Músculos espasmaram, as coxas apertaram e as mãos entrelaçaram em punhos apertados. Ele notou isso. Claro que ele
fez, mas não disse uma única palavra em reconhecimento. O efeito que ele teve sobre mim apenas visível para nós. Algo que eu estava agradecida. – Sem outra palavra desrespeitosa. Ficou claro,
senhorita
- Nora. - interveio o oficial Anderson e sorri para o homem.
Os olhos de Reed se estreitaram no ato e eu encostei de volta no
assento. Um sinal de cabeça praticamente perceptível foi todo o reconhecimento que ele deu ao policial atrás dele, seus olhos focados nos meus. - Nora. - Meu nome surgiu em sua língua e, nunca pareceu mais sujo. Uma garota doce surgiu em mim de maneira que eu nunca experimentara antes. Como a simples menção do meu nome acariciou minha pele? Ajoelhando-se diante de mim, meu médico
?
olhou para mim, os olhos sérios e a boca curvada em um sorriso
sinistro. - Você vai sentar-se aqui em silêncio? - Com essa demanda, acenei de cabeça para o seu agrado. A mão que ele colocou no meu joelho exprimiu e eu gemi. - Algo errado?
- O pé dói- - Enquanto isso, eu travei meus dentes. Eu pensei
com certeza que, depois desse aviso final, ele voltaria para trás. Ficando de pé e me deixasse sozinha para reconciliar o que estava acontecendo dentro de mim. Eu estava errada. A mão no meu joelho deslizou pelo minha panturrilha nua e colocou seu calor sobre a área ferida. - Onde? - Os dedos fortes, porém suaves, se envolveram ao redor do tornozelo e aplicaram uma ligeira pressão. Verificou com ternura e orientou sua avaliação sobre o quanto eu me encolhi no toque leve de pena. - Preciso de confirmação verbal, Nora. - Deus, eu queria, mas enquanto a dor se intensificava, havia uma baixa corrente de erotismo em seu toque. Não havia nenhuma maneira para eu conter o ligeiro gemido que implorava para ser liberado e eu abanei minha cabeça. Sendo
negada, ele se inclinou e sussurrou: - Diga-me. Ou eu preciso levá- la de volta para o meu escritório particular? Sua escolha.
- Não. - O Dr. Reed olhou para mim com expectativa. Como se
eu acabasse de cometer um pecado mortal, a única palavra de resposta não era suficiente para o homem bonito. Ele precisava que eu continuasse, mas com tudo o resto percorrendo minha mente, e meu repentino ar submisso ao seu comportamento dominante, e pela primeira vez na minha vida eu estava perdendo as palavras. Nunca em meus vinte anos nesta terra eu tenho sido o tipo de
mulher que inclina a cabeça e fica quieta. Criada em uma casa onde minha mãe era decidida e não se desculpava por isso. Sem pretensões. O que você vê é que você obtém a personalidade. Então, por que agora? Desde quando eu me curvava para a vontade de outro? Não, isso não está certo - não apenas a vontade de ninguém, mas a dele, um homem com quem eu falei um total de quatro palavras também?
- Na próxima vez que lhe fizer uma pergunta, espero ser
não posso
ajudá-la, se eu não souber o que há de errado. - As minhas faces
queimaram no lado do meu rosto. Eu me afastei, olhei para os outros ocupantes da sala que pareciam estar tendo sua própria conversa. Dois usavam sorrisos parecidos, enquanto o resto parecia com fome de fofocas. Toda a noite estava cheia de momentos ridículos. Surreal. - Entendido?
- Sim. - De volta a uma palavra, baixa e mansa enquanto eu
estava nisso. Ele parecia se alegrar com a súbita espera que ele
tinha sobre mim e eu odiava ele por isso.
- Não me faça arrepender disso, querida. - Ignorando o
suspiro de estrangulamento que me deixou, o Dr. Reed soltou minha perna de volta ao chão e ficou de pé. Puxou-me no joelho
duas vezes e caminhou até eles.
- Pegue-me uma cadeira de rodas e prepare a sala quatro para
ela. - Esticando, afrouxou os músculos em seu pescoço e parte superior das costas. As ondulações tornaram-se pronunciadas através do material delgado de seu jaleco. Olhos vagando mais a baixo, eles se acomodaram em sua bunda. Agradável e redonda, o suficiente para agarrar enquanto ele me leva sobre sua mesa.
Espere o que? Não. Não estava indo lá. Não podia. – Peça um raios X enquanto você está nisso, eu preciso ter certeza de que não houve ruptura no osso. Não parece ser isso, mas, novamente, preciso ter um melhor diagnostivo.
- Claro, senhor. - uma enfermeira - uma de cabeça vermelha -
respondeu, e se virou para atender o pedido. A outra seguiu sua
companheira, ambos com as cabeças inclinadas para os outros enquanto falavam em sussurros silenciosos.
respondido verbalmente. Não com acenos ou caretas
- Não tenho nada a dizer?
- E ela fala. - Sarcástico, sua resposta teve tanto o policial
quanto seu interesse amoroso. Reed virou-se para o meu oficial no sentido judicial e começou a falar como se eu não estivesse aqui.
Bons murmúrios que encontraram meus ouvidos enquanto os cabeceios eram dados e mãos eram abaladas. Eu estava no meio de uma negociação que ninguém queria que eu fizesse parte, mas me preocupou na íntegra. Quando me ocorreu, eu parecia não ter dúvidas sobre o assunto de acordo com ele.
cuidados comigo, não com eles. - A raiva queimou, uma onda vulcânica de ira aumentou dentro de mim e queria ser liberada através de uma nuvem negra de insultos. Eu era uma adulta, não uma menor. Não devia a ninguém uma explicação para as minhas ações e, embora não quisesse decepcionar meus pais, foi por respeito que não disse para esses idiotas calarem a boca. Mais tarde, a última sílaba passou pelos seus lábios, quando ele virou em minha direção. - Eu vou lidar com você em um minuto. - Me parou no meu caminho, meus braços os que mantiveram meu peso no apoio de cadeiras tremiam de esforço. Ele me desafiou a me apoiar ir até ele. Os dedos longos apontaram para mim, com um simples movimento para cima e para baixo me disse para não me mover. Dispensando-me, e me disse para sentar-me como se eu fosse uma mera criança e, como tal, recuei como um boa garota que eu não estava sendo. O que há de errado comigo? Mais uma vez, ele se virou me dando suas costas. Admirei a vista enquanto falava com Anderson, observava como ele prendeu a atenção de cada pessoa dentro desta sala. Cada um que ia em sua direção. Intencional ou não, sua simples presença também os chamava. Uma aura que expelia o controle. O desejo de dominar tudo ao seu alcance. Um macho alfa em todos os sentidos da palavra, e mesmo que essa cadela quisesse desafiar, ela sabia quando descansar e lamber suas feridas. Então me sentei e esperei.
- O que exatamente aconteceu hoje a noite? Que lesões, além
do pé dela, precisam ser avaliadas? - Minhas bochechas avermelharam. Saber o que estava por vir e aceitá-lo eram duas coisas muito diferentes. Embaraçoso. Anderson assinalou, mudando em seu pé. Claramente
desconfortável. - Longa história. Vandalizou a escola e quando nos
apresentamos, ela correu. Eu a vi escorregar, aterrando entre
- ele disse o último em um sussurro enquanto apontando para baixo. A cabeça de Reed abriu seu caminho e atravessou em minha direção. Mesmo sentando-me lá naquela cadeira de plástico rígida, senti o calor do olhar dele. Senti como se seus olhos estivessem tentando derreter a fina camada de jeans que o separava da minha bichana ferida.
- O que mais? - Ao falar com Anderson, sua atenção estava em
mim.
- Você poderia imaginar meu horror quando ela apenas gritou
de dor e desmoronou. - Não acreditei nessa afirmação, mas o olhar no rosto do polícial me fez fazer uma pausa. Talvez ele fosse mais do que apenas um uniforme fazendo seu trabalho. Fez uma careta, seu rosto se contorceu e seus olhos olharam para longe. Como se ele estivesse revivendo o momento. - Eu a peguei mas ela decidiu lutar contra meu controle fazendo-nos cair. Nora pousou desajeitadamente no seu pé. Um minuto que ela estava de pé e o próximo no chão, não conseguiu se segurar. Eu sei que não está quebrado, mas definitivamente torceu.
- Ela se queixou? - Essa vantagem estava de volta em sua voz.
O mesmo que ele nos dirigiu no momento em que ele entrou no
departamento da E.R.
- Eu estou bem. - Baixo, eu encontrei minha voz, mas ainda
assim foi tão suave. - Apenas me imobilize e eu seguirei no meu caminho. - Provavelmente ainda conseguiria a fogueira antes das dez, e festejaria meu aniversário bêbada.
bem
- De onde eu começo, Nora. - ele falou devagar, mãos ao seu
lado e punhos abrindo e fechando. - A contusão no tornozelo é bastante grave. E do exame rápido que fiz há alguns minutos, é um
pouco pior do que uma lesão. Preciso olhar mais de perto. Os raios- X foram marcados e você irá cumprir. Adicione a isso a outra lesão
que acabei de ser informado
- com bochechas vermelhas, implorei-o
para parar -
garganta, um aviso para meu absoluto desrespeito e uso da palavra com F. Não podia ver o quanto essa situação era humilhante para mim?
O que aconteceu ao fazer com que o paciente se sinta
confortável e suas escolhas fossem respeitadas?
O sorriso dele respondeu a minha pergunta não dita. O
bastardo estava curtindo minha humilhação. Havia uma faísca em seus olhos enquanto ele me avaliava da cabeça aos pés e comecei a me sentir nua. - Nós não estávamos falando com você. - Tone Stern, tinha esse chocolate derretido como a qualidade que fazia as mulheres gemerem. Minha calcinha encharcou, e o tom de rosa nas minhas faces me deixaram quente. Por causa de seu carisma animal, agora usei minha própria Letra Scarlett. Vermelho: cor do pecado e do desejo. Falava para todos que me viam, me fazendo sentir nua ante
dele.
foda-se. - Reed aclarou sua
você não vai a lugar algum.
- Já é o bastante
por favor, apenas
Essa atração intensa e a maneira como ele me fez sentir não se sentaram bem em mim. No entanto, não consegui encontrar em mim para amaldiçoar-lo - expressando a fúria que eu estava sentindo com esse fiasco de uma visita ao E.R. Sua aura poderosa despertou algo dentro de mim. Uma vontade que eu não podia controlar nem queria. Foda-
me.
- Reed - Comecei, mas o olhar em seu rosto me fez retroceder.
Idiota levantou a testa. - Dr. Reed? Isso está melhor? - Isso me deixou em um pequeno suspiro. Um aceno de cabeça quase perceptível. - Tente novamente?
- Senhor? - Ele assentiu, satisfeito com a minha conformidade,
enquanto o oficial, e a única enfermeira com nada melhor para
fazer, riram. Idiotas.
- Erguendo-me do meu assento, foi para onde eles isso é incomodo e completamente desnecessário. Eu
estavam. -
não preciso ser vista ou ‘avaliada’, como você disse com eloquência.
Este não é o meu primeiro, nem será o meu último tombo. Eu vou esfregar o inchaço, bandagem, e mantê-lo elevado. Fácil de cuidar e gerenciar sem sua entrada.
- Não sabia que tinha uma estudante de medicina nas minhas
mãos. - Novamente com o sarcasmo do lindo espécime de um homem. Ignorando seu comentário, escolhi em vez disso colocar uma mão sobre seu bícep para me manter firme. Contraiu o músculo lá
e eu gostei da maneira como ele se flexionava sob a ponta dos meus dedos. Me queimou. Em essência, tudo o que eu queria era chamar
a atenção para que eu pudesse buscar o entendimento. Isso, e não cair na minha bunda.
- Olhe
A dor se intensificou e minha buceta não estava melhorando.
- Ouça, eu vou ficar bem e sei me cuidar sozinha! - Eu gritei
tendo o chão varrido debaixo de mim. Em seus braços fortes, eu me
encontrei a um fôlego longe de seu rosto. Sua expiação foi minha inalação.
- Vou levá-la direto para trás e entrar na sala quatro. Oficial, siga-me. Preciso que você fique com ela enquanto eu arrumo algumas coisas.
- Doutor, seu turno acabou á dez minutos, eu poderia
conseguir que outra pessoa pegasse o quadro - tentou a enfermeira flerte, mas não chegou longe com ele. Seu aperto tornou-se mais forte. - Não.
- Jackson - ela falou baixo, tentando não chamar a atenção
para o fato de ela ter revelado seu primeiro nome. - Deixe o Dr. Kemp cuidar dela e vá descansar um pouco. Você está saindo de um
turno muito longo
- Vá para casa, doutor. Tudo bem. - Anderson interrompeu
com um suspiro. Ele provavelmente se sentia tão irritado quanto eu. Nós estávamos aqui por horas e ainda não tinha sido vista. Não, em vez disso eu me encontrei em seus braços. A separação tornaria a bagunça confusa que eu me tornei desde sua aparição, clara. Talvez eu possa voltar a ser eu e feliz. Alguém que quisesse comemorar seu aniversário com alguns amigos, na praia e com alguns bons shots de tequila. Dançar sob as estrelas e rir. Aproveitar a idade legal para beber e aposentar o seu falso I.D. - Sem sentido, eu tenho tempo e eu não colocaria essa pirralha no cuidado de ninguém. Eu amo muito a minha equipe. - O riso veio dos dois, desinibido desta vez. Fodidamente rude se você me perguntasse.
- Eu vou segui-los para trás. Mais cedo, ela seja despachada, mais rápido eu serei poupado. Ele deve estar brincando comigo. - Qual parte você não entendeu? Nós não vandalizamos nada!
ele vai levar seu caso sem um problema.
- Enfermeira. - Meu captor chamou minha atenção.
- Sim, Dr. Reed?
- Deslize o seu cartão-chave e nos feche assim que eu passar. É hora de lidar com ela.
- Claro, senhor. - Sem outra palavra, ela se virou e se moveu
para fazer o que ele havia ordenado. Ela foi acompanhada por um Anderson cativado que não me poupou um segundo olhar. Como se eu fosse invisível e minhas escolhas não importassem.
- Eu vou te arrumar, querida. - Falou baixo, um sopro de brisa
no lado do meu pescoço para que ninguém mais pudesse ouvir. - E eu acho que vou começar com a sua boa boca. Eu engoli.
Meus olhos irritados se aproximaram de Anderson e diminuíram. Foi culpa dele.
O idiota obstinado estava ignorando o direito da minha lei a
um telefonema. O direito de ser ouvida sem julgamento. Quero dizer, quão difícil era chamar a professora e confirmar todos os detalhes que eu compartilhava? Verificar, em vez de considerar-me culpada por causa de uma merda de passo circunstancial. Eu sabia como parecia, mas vamos lá. Uma discagem em alguns números e as coisas poderiam ser corrigidas, minha noite não seria completamente arruinada. Irritada como inferno, eu empurrei Reed em seu peito revestido pelo o seu jaleco, fazendo-o grunhir. Mas ainda não me
deixou ir, não, em vez disso seus braços apertaram. Machucou, mas ao mesmo tempo foi uma sensação bem-vinda. Seu toque não era aquele que tinha maldade. Não, isso parecia uma combinação de tranquilidade misturada com a necessidade. Meus dedos cavaram e a carne embaixo da minha ponta dos dedos ficou forte. Dura. Sólida. Músculo. - Oh, Deus. - Ao meu suspiro, seu peito se expandiu e a pequena batalha de força que eu tentei acender diminuiu.
A eletricidade fluiu entre nós. Um anseio palpável que não
podia negar quanto mais ele me segurou.
- Pare de guerrear, Nora. - Deixou-o como um rumor
profundo. Um que me sacudiu e causou um atrito ao meu clitóris.
- Me solte. - Todos os movimentos à nossa volta foram
apreendidos. Ninguém dizia uma palavra ou respirava. Como se todos tivessem sido pausados e congelados no tempo. Eles ficaram
de pé e observaram enquanto o Dr. Reed me derrubava. As mãos
fortes que me mantiveram, caíram da minha cintura e seu calor foi perdido imediatamente.
-
ele parou. Não que o seu acabamento fosse necessário. Ambos
sabíamos que não podia. Quanto mais tempo eu não fosse cuidada, pior seria.
- Se você poder chegar à porta em seus próprios dois pés
- Ela está sob o meu
- Não, oficial Anderson. Nora está debaixo da minha
responsabilidade. - Mais uma vez ele usou esse tom. Profundo e masculino. Um que tanto me excitou e me assustou. A confusão que ele causou dentro de mim não foi bem-vinda, e ainda assim, não queria lutar contra ela. Parte de mim queria mais.
A dor irradiava minha perna e meu quadril, a ponta aguda me
fazia gritar entre meus dentes. - Ninguém se importa com o que eu quero? Nenhum barulho tocau a sala de espera agora semi-ocupada. Com essa resposta, eu fiz o meu próprio conhecimento. Virando-me, eu coxeei em direção às portas do hospital. Dei apenas
alguns passos mais perto da minha liberdade, quando fui puxada de volta e levantada de novo por Reed. Senti sua profunda risada na parte de trás da minha cabeça enquanto ele me carregava pelo
quarto e pela entrada das salas de exame. Senti o calor de seu corpo duro contra o meu próprio, enquanto ele me segurou contra seu forte peito. Senti-o. Cada centímetro.
- Como posso ajudar? - A mesma enfermeira nos seguiu pelas
costas e Anderson também. Ambos ficaram de fora da porta enquanto meu médico me colocava numa maca. Hipnotizantes olhos avelãs nunca deixaram os meus. Havia uma promessa negra por trás de seu sorriso. Tanto dor como prazer. Algo, um instinto interior me levou à luz que causou um tremor severo que correu pela a minha coluna vertebral. Fazendo cada extremidade nervosa em meu corpo congelar enquanto ele apressiava. Enquanto os outros ocupantes dentro
dessas quatro paredes ficavam alheios à ameaça palpável que
pendia no ar. Ele estava me desafiando a me mover de novo. Para desafiá-lo.
- Verifique os malditos pedidos de raios-x. Eu quero seus
resultados na minha mão dentro da meia hora seguinte. - Nada mais dele. Ele era rápido e conciso em suas demandas. Com um aceno de cabeça, a enfermeira virou-se e seguiu as instruções dele. Ela não se preocupou em me perguntar se a queria na sala para meu
exame.
- Sobre o quê
- Eu preciso que você saia, Oficial. Eu vou te chamar uma vez que eu terminar.
- Você tem certeza de que não quer que eu fique no caso de
ela sair da mão? - Foda-se eu parecia uma criança? Com isso, ele riu. Um som profundo que borbulhou do seu peito. - Este deslizamento de uma menina não será um problema. Você quer, querida? - Um pedido. - Responda-me. Os olhos se estreitaram, eu apertei meu lábio. - Eu não sou um
cachorrinho que você diz para se comportar. Não latir sob demanda.
- E você quer que eu vá embora? - Anderson perguntou com um toque de humor em seu tom. Os olhos de Reed deixaram o meu e partiram para o meu
oficial temporário. - Sim, eu quero. - Havia uma ameaça subjacente a suas palavras. Seus movimentos eram menores. Como um predador que exercia domínio sobre o que considerava dele.
- Mas ela
- Vai ficar bem. Agora vá embora. - Mais rude, sua voz agora
demonstrando aborrecimento. - Deixe-me fazer o meu trabalho
sem interrupção
- Claro, doutor. Estarei no lobby. - Anderson olhou para mim
e estreitou os olhos. Com dois dedos levantados, ele apontou entre nós no gesto de mão universal para ‘Eu estou observando você’. Algo em que revirei os olhos.
Não preciso de uma sombra.
A porta foi fechada.
Sozinhos. Apenas nós dois. Foi seguido para um bloqueio ser girado e as luzes da sala foram perdendo a cor. Suor formou na parte de trás do meu pescoço. Uma única gota acariciando a base. Mais baixo então. Meu corpo estourou em arrepios. Carne tornando-se sensível ao menor toque. Peguei uma respiração superficial. Tudo isso e o homem ainda não olhara para mim. Reed ficou em frente a mim, seu rosto em direção à porta, enquanto suas costas se expandiam com cada inspiração profunda. Ele mesmo entrou. Mesmo debaixo de seu jaleco e com o quarto mal iluminado, eu consegui distinguir a ondulação dos músculos nas costas. Filamentos grossos que se espalhavam pela sua forma e faziam com que a minha boca abrisse e a minha buceta aquecesse. Não havia como negar o quanto ele me atraía, mas nada viria. Homens como ele eram atraídos por garotas idiotas e eu concerteza
não era.
- Remova todos os pontos de roupa que você tem, Nora. - Não
era um pedido, este era um comando maldito para a conformidade.
- Não. - Eu estava atrapalhando ele, não consegui me ajudar a fazê-lo quando sua reação causou outra onda de umidade para revestir meus lábios inferiores. Fechou o punho com uma pegada apertada contra a porta de metal. – Agora. - um grunhido de advertência.
- Faça-me. - O que estava errado comigo? A noite inteira
tornou-se uma bola gigante de confusão. Eu estava fazendo - dizendo coisas - que, em uma configuração normal, eu não faria. Reed me perturbou. Fez uma parte de mim, um desejo escondido explodir. Não sei se por uma noite ou tempo indeterminado, eu sentei no topo da pequena cama do hospital uma bagunça descarada. Sexualmente frustrada e na necessidade de uma boa e difícil foda.
Não que eu fosse uma penitenciária, mas entre a escola e as obrigações familiares, eu estava sem a companhia de um homem por algum tempo.
Retire-se disso. Não acontecerá com esse homem, Nora. - Não te pedirei novamente, querida. - Jesus Cristo. Um arrepio, forte e incontrolável balançou meu espaço. Agradeça a todas as divindades acima pelo fato de ele ter me colocado nesta cama desconfortável para que ele não pudesse testemunhar minha morte. Naquele momento, eu deixaria ele fazer o que quisesse comigo. Não é que eu faria isso facil para ele.
- Antes que eu pudesse completar essa frase ou
começar a dar sentido à insanidade, tudo isso estava
presa à cama com um Reed irritado acima de mim. Chateado, seu
eu estava
- Não pense
perfume era delicioso e uma droga total aos meus sentidos. Corrompeu-me. Me fez tornar-me vulnerável e fraca. Desconhecendo meus arredores. Clique. Clique. Ele esmagou meu pulso. Desde quando os hospitais tinham camas com algemas de mão anexados a eles? - Comporte-se.
- O que você está fazendo? - E, no entanto, em vez de lutar
contra ele, eu me concentrei em quão bom era o frio do metal contra
minha pele aquecida. Como seu peso me fez sentir pequena e frágil por baixo dele. - Isso não é necessário.
- Então, você pensa, Nora, mas você provou mais de uma vez
a noite que você é uma pessoa que oferece riscos. - Com as duas mãos na grade reduzida, ele se segurou acima do meu tronco. A poucos centímetros de distância, no entanto, estava em toda parte. Dominou o quarto que me consumiu. Abaixando o rosto, Reed fez uma pausa sobre meus lábios e exalou. Uma lingua suave e cor-de- rosa saiu e passou sobre o lábio inferior fazendo com que eu mordesse o meu. Tão perdida em pensamento como eu estava,
imaginando sua suavidade contra a minha, que eu perdi a metade
do discurso dele. -
mal podia ficar sozinha.
- Estou bem. - Desafiante como sempre.
Narinas queimaram, ele se aproximou ainda mais. Querido Deus, quase poderia prová-lo na minha língua. - Seu corpo inteiro irradiou de dor, e não o tipo associado ao prazer. - Eu suspirei e seu lábio enrolado na esquina. - Não posso permitir que você faça isso, querida. Não está na minha natureza.
- O que isso deveria significar?
- Roupa fora agora. É isso que isso significa.
- Mas e se
- Não me faça arrancá-las. - Houve um longo intervalo de
silencio que abrangeu a sala. A tensão embargada e grossa nos cercou. Eu não podia respirar com ele tão perto, digamos, digerir as
palavras ásperas que passaram por seus lábios. - Sua escolha. Um pequeno gemido escapou dos meus lábios. - Mova-se. - Não podia pensar com ele perto, não quando ele se sentia tão bom quanto ele se sentia.
- Não. - Havia uma inclinação diabólica para aquele tom, um
que enviou tremores severos na minha coluna vertebral. Olhos de avelã deixaram os meus e se estabeleceram em meus lábios. Nenhuma palavra foi trocada enquanto ele observava visualmente devorando todas as curvas do meu corpo. Eu queria protestar, argumentar, mas o dedo sobre os meus lábios me silenciou. - Não faça um som. - Ele quase grunhiu antes de continuar com sua leitura lenta.
A inspeção de Reed me deixou quente. Com um dedo longo e
delgado, ele escorria pela coluna do meu pescoço e borda da minha coluna. Ele focou-se logo abaixo do tecido macio – que causou arrepios em minha pele.
- Por favor. - Implorei. Para quê? Eu não tinha certeza, mas precisava de mais do que o calor do seu corpo.
uma menina
doce, inocente e cheia de desafio. Alguém já disse o quão bonita você é?
No piloto auomático, enrubescida em confusão, eu encolhi os ombros. Como isso era relevante? - - Sim. - Nenhum ponto em mentir. Desde a idade de quinze anos, eu estava virando as cabeças. Loira, de olhos azuis, e com um humor dificultoso. Nem todos eram imunes.
- Eu vi a maneira como os homens olham para você. - Esse
dedo mergulhou mais baixo, abaixo da borda inferior da minha camisa. Acariciou a pele lá – alguns instantes, e então elas abarcaram a extensão. Unhas cavaram quase ao ponto de dor. -Mas você não. Você não tem nenhuma pista, não é? Ou é você que não se importa?
-
Nora
meus olhos responderam aos seus -
-
- O que isso quer dizer?
- Que você não conseguiu me ver do jeito que eu vejo você .
Eu engoli. Senti a frieza de sulcos enquanto tentava mover os lábios. Durou a sutil inclinação de seus quadris - uma mostra de seu pênis endurecido contra minha coxa. Esse toque quase me deixou desfeita. Tão perto até agora. Eu nunca chorei por um pau antes, mas estava perto da minha morte. E tudo isso sem mover uma única polegada. Foda-se, eu queria. Queria me esconder contra ele e satisfazer meu desejo por muito mais. Passar meus dedos pelo cabelo e puxá-lo para mim, pressionar seu lábios suculentos contra os meus. Pegar o que ele estava-me oferecendo, me provocando desde que ele entrou naquela sala de espera. No entanto, foi meu medo da rejeição que me manteve no lugar. Em vez disso, eu fiquei lá e esperei. Bravo com meu olhar ‘foda-se’ com tanta despreocupação quanto eu conseguiria reunir, enquanto cada fibra do meu ser implorava para eu montar seu rosto. Faze-lo beijar cada uma das minhas lesões e usar sua língua como o ingrediente necessário para me recuperar. Mais baixo, seu membro aveludado estava varrendo meus abdominais e em direção ao único lugar que mais doía. Eles ficaram no meu short. Minúsculos, eles eram o tipo que você usava na praia em um dia quente que deixou pouco para a imaginação. Indecente, mas confortável. Tinha sido a roupa perfeita para uma fogueira atrasada depois de um dia cheio. Isso e eles se encaixam na minha bunda como uma luva com apenas o pedaço menor de minhas bochechas deixadas de fora e expostas.
E, no entanto, com a forma como seus olhos se estreitaram e
olharam para o tecido do jeans, alguém se arriscaria a acreditar que eu estava usando um tutu. Ali. Entre as minhas pernas. Ele nunca vacilou. Também não se desculpou. Ele estava frustrado comigo e não entendi o porquê. Um arrepio percorreu minha coluna vertebral e eu movi na cama. Ele seguiu o movimento com os punhos fechados. Gostei da maneira como as pontas de minhas bochechas expostas se moviam enquanto eu tentava me sentir confortável. Se a proeminente protuberância em suas calças fosse qualquer coisa, eu estaria num mundo dolorido. Tipo de dor prazerosa que me deixou com os joelhos fracos. Testando minha teoria, baixei um pouco meu corpo. Deixou mais de mim mesmo balançando na borda do colchão e notei como ele engoliu em troca.
- Vestuário fora. - Outro aviso. Sua voz ecoou nas paredes
brancas. Pensaria que o homem estava sendo torturado pela expressão dolorida em seu rosto. - Agora.
- Como posso quando você me deixa com as algemas?
- Foda-se, você me influencia. - Reed apertou e abriu as mãos
várias vezes antes de ficar em sua altura. Ele deu alguns passos para trás. Tirou o calor do corpo de mim e me deixou em um estado total de confusão. Suas ações e agora o silêncio consumiram o espaço. Fez com que o quarto parecesse menor. Seu perfume infiltrou meus sentidos e dificultou a respiração. Ele não poderia me deixar aqui assim.
Ou isso era parte de algum jogo doentio e torcido que era para foder com minha cabeça já nebulosa. Ter duvidas do meu apelo não era algo que eu estivesse acostumada. Me jogou em um mar de confusão, o que eu odiava. Excitação e dúvida inesperada encheram meu corpo deixando-me uma bagunça nervosa.
Com seus pensamentos inadequados e sua presença
dominante, ele me puxou para dentro, me segurou lá, na borda, e depois se retirou.
- Eu não sou um brinquedo. - Fraca e mansa, olhei por cima
da cabeça para o pequeno relógio montado na parede. - Peça a alguém para me verificar.
- Nora. - Ele falou baixo. Uma carícia pecadora do meu nome
enquanto encarava-me. - Eu quero que você escute e escute com
atenção. Entendido?
- Sim
- Responda-me com um aceno de cabeça. - Seguindo suas
instruções, eu assenti com a cabeça e ele sorriu. Caminhou os poucos passos entre nós e colocou uma mão sobre minha panturrilha. Apenas segurou lá. Mantendo seu aperto firme. - Boa garota. – Uma varredura de seus dedos - um toque quase inexistente que me fez respirar profundamente. Segurei-o enquanto ele continuava acariciando a pele lá. Os arrepios surgiram e um forte arrepio percorreu minha espinha. Os mamilos apertaram-se, botões duros que empurraram contra o algodão macio do meu top. Sem sutiã. Eles estavam bastante alegres e minha camisa exibia isso. – Malditamente lindos. - ele murmurou para si mesmo, mas eu o ouvi alto e claro. - Isto é o que vai acontecer, querida. Você deve permanecer calada pelo restante da minha avaliação. Nenhuma palavra. Nenhuma atitude ou sua bunda será manchada de vermelho pelas minhas mãos. Corando, olhei para ele debaixo dos meus cílios. - Você não faria. Vai contra a política hospitalar. - Alguém tinha que segurar
um pedaço de sanidade. O homem poderia perder sua licença médica. E eu era além de estúpida por tentar parar isso. Você o quer. Deus, eu quero.
- Me teste. Estou louco de vontade de te possuir. - Aquela mão
no meu tornozelo deslocou-se mais alto, parou ao meio da coxa e
apertou. Seu polegar se estendeu - com os mais insignificantes toques - acariciou a borda de meus shorts. Bem ali, na pequena lacuna que cobria minha buceta embebida de seus olhos famintos. Olhos que agora pareciam mais escuros. - Eu vou avaliar você da
cabeça aos pés e cada uma polegada de pele no meio. Nada ficará intocado. Ore amada , ore, que a sua afirmação seja verdadeira e que isso seja apenas uma lesão.
- E se não for? - A pergunta passou pelos meus lábios antes
que eu pudesse detê-la. De onde a bravura tinha vindo, eu não tinha ideia.
- ele sorriu e a ação me intimidou.
Lá estava. Essa pista de perigo que me deixou nervosa e me deixou
querendo provar um pouco do risco que ele apresentou. Ambos sabíamos que estava à sua mercê. Fodida, e eu queria que fosse no sentido literal.
- Se você tiver uma fratura
- Não é uma fratura.
- Não o seu trabalho saber isso. - As unhas cavaram um pouco
e então ele puxou para trás. Levou a altura completa no final da
cama padrão e me encarou. - Remova todos os pontos da roupa e deite-se. Espalhe essas coxas, baby e me mostre sua bucetinha doce. Deixe-me fazer essa bucetinha negligenciada sentir-se melhor.
Um duro golpe na minha
coxa me fez sibilar com os dentes cerrados. Picava, sim, mas esse não foi o meu maior problema. Não. Foi o choque da dor que enviou ao meu clitóris. Pulsando. Palpitando.
- Isso não é necessário
merda! -
Dolorida de necessidade, de desejo.
- Querida, é inútil lutar contra mim. Você ficará nua e debaixo
de mim antes que esta sessão termine. - Abrindo minha boca, fui protestar quando ele sacudiu a cabeça. - Considere-se afortunada,
Nora. Lugar ou hora diferente, e você se encontraria sobre o meu joelho com uma bunda muito quente. Minha impressão de mão em
todo o seu corpo delicioso. - ele resmungou no final, o som profundo e cru. Um animal mal contido que envia um aviso.
Jesus Cristo! - Apertando meus dentes, respirei
fundo e tentei ignorar a picada da minha coxa. Sua mão pousou exatamente em frente onde seu primeiro golpe havia pousado. Sacudidas de dor prazerosa me atingiram e eu tentei fechar minhas pernas, algo que ele não permitiria. Não. Em vez disso, ele as separou mais. - Que parte do silêncio você não entendeu? Silêncio. - Oh Deus, essa voz dele só poderia me fazer gozar. Como um rico
chocolate escuro sendo escorrido sobre qualquer sobremesa decadente. Sincero. Ruim para você. Minha destruição. – Não pense em nenhuma merda, Nora. Você está me empurrando.
- Você
eu
- Eu não estou.
- Aprenda algo e rápido, querida. Eu não tolero esse tipo de
comportamento de ninguém, e muito menos, a mulher que eu escolhi para mim. - Minha boca se abriu e a mão na minha coxa subiu em uma ameaça silenciosa. Meus lábios fecharam. - Muito melhor. Ao levantar a mão, ele as levou até a boca e beijou as pontas antes de trazê-las para a minha própria. Reed pressionou-as por um segundo ou dois, antes de abaixá-los para a borda do meu pescoço, e declinando-se mais baixo. Não fez uma pausa no inchaço dos meus mamilos, como eu pensava que seria. Não, ele não parou até ter o tecido em sua mão apertando. Segurando firmemente em seu punho cerrado, ele rasgou o tecido do meu corpo em um único puxão.
- O que você está
- Algodão na mão, ele pegou a camisa até o nariz e
inalou. Aproveitou seu tempo saboreando meu aroma antes de se dirigir a mim mais uma vez. - Você permanecerá amarrada pelo o resto desta consulta. Até que os raios-x estejam feitos e eu satisfaça minha necessidade de ver que o que me pertence não está ferido. - Como eu me esqueci do fato de ter sido algemada nesta cama? -
- Shhhh
Ainda não posso confiar em você. Cumpra e eu lhe darei sua liberdade, me negue e
- Você não faria.
- Eu queria você assim por tanto tempo, Nora. Estive muito tempo esperando.
- Eu não entendo nada disso. Acabamos de nos conhecer.
- Não. - Deixando cair os restos esfarrapados da minha camisa, Reed inclinou-se sobre mim e colocou seus lábios no meu pescoço. Colocado um beijo persistente logo abaixo da minha orelha antes de expirar. - Você é simplesmente muito desatenta quando quer ser. Enquanto você estava ocupada ajudando no neonatal, fiquei fascinado com a sua beleza. Você é uma distração, querida. Uma que eu quero esconder e domar. Faze-la minha. Fiquei sem palavras e assustadoramente amando todas as confissões que escaparam dos lábios gostosos. Boca aberta, deitei tentando dissecar tudo o que ele acabara de dizer. - Não sei o que dizer. - Foi o melhor que eu poderia inventar.
- Embora eu exija o silêncio, eu deixarei passar esse pequeno
deslize. - Reed explodiu uma pequena risada. - Não faça um hábito
disso.
- Sobre o que?
Ao meu sorriso tímido, ele agarrou meu quadril e me
pressionou no colchão. - Foda-se, adoro essa sua boca travessa. Eu me divertirei muito fodendo você, querida. Você também me quer não é? É por isso que você me insulta e me afasta.
- Muito certo de si mesmo.
- Eu vou ter você gritando por mim em breve.
toque cauteloso na minha coxa me fez ficar tensa e não pelo
motivo que a maioria pensaria. Não, foi a pequena sacudida da euforia que disparou a minha rotação e se estabeleceu no meu núcleo. Esta foi uma promessa de mais.
Conforme instruída, eu assenti com a cabeça e ele sorriu. - Boa garota. - Dedos ágeis exploraram meu tornozelo primeiro, levando
o All star preto restante do meu pé. Ele pousou no chão com um
baque apagado. Com cuidado e com cautela, ele rastreou a marca
púrpura inchada que a rodeava. - Isso dói? - Adicionando uma pequena quantidade de pressão, ele percebeu minhas reações.
- Sim. - Saiu como um silvo entre entradas de ar afiadas. Dóia,
e não pude negar isso. As contusões cresceram e, assim, o inchaço
do pé. Qualquer um com senso comum poderia ver o quanto a minha queda causou. Com uma careta no rosto, ele examinou a área e depois fez uma pausa para escrever algo no meu gráfico. - Eu não gosto das contusões neste ponto particular. - ele exclamou. Provando o seu ponto cutucando o local macio e fazendo-me gritar com dor. - Desculpe, querida, mas tem que ser cuidadosamente examinado. - Com os olhos fechados e o lábio entre meus dentes, eu acenei. Mais alguns puxões e o pé em questão foi colocado para baixo e minhas
pernas empurraram para trás. Mais distantes.
Forçou a ponta do meu traseiro sobre a borda do pequeno colchão.
- Comecei apenas a ser silenciada com um único
dedo nos meus lábios. Os meus olhos azuis se abriram e se concentraram em seus avelãs. Observou-me paralisado enquanto
O
- O que
deslizava os dedos pelas minhas coxas e para a bainha do meu short.
Reed fez uma pausa e respirou profundamente. - Eu vou
preciso ver o quanto você sofreu. Quanta
atenção ‘minha’ buceta precisará.
remover isso agora
- Oh Deus.
- Eu sou seu Deus. O único que você sempre adorará. - Um
gemido alto e embaraçoso me escapou então. Um que ele ignorou. Em vez disso, ele se concentrou em observar o rasgo alto na minha coxa que mostrava uma pequena olhada na minha calcinha. O shorts jeans de algodão simples, branco, que eu decidi vestir. Cobiça foi a única palavra para descrever o olhar em seu rosto bonito. Desejo misturado com um anseio que quebrou a feminista dentro de mim. Mais fundo, seus dedos exploraram abaixo. Sob a borda da calcinha e do osso do quadril. Uma provocação, que causou outra onda de umidade que revestiu meus lábios internos. Eu era uma bagunça úmida para ele.
Poderia sentir a umidade enquanto gotejava da minha buceta e baixava em um buraco que até agora ainda não havia sido
explorado. Mas então, tão rápido quanto ele me tocou, ele se foi. Do outro lado da sala e encostado na porta. Parou, observando-me. Calculando.
- Calções fora.
- Eu não posso. - Foda-se, havia muito pouco que eu poderia
reunir sozinha no momento. O senso comum e a funcionalidade deixaram o palco esquerdo, e o que restava de mim não tinha
vontade própria. Tudo o que eu podia fazer era fechar minhas pernas e apertá-las enquanto nossos olhos permaneciam conectados. Esfreguei-os junto com pequenos movimentos dos meus quadris - tentando, como o inferno, aliviar a dor em que eu estava por causa dele.
- Você tem dois minutos antes de eu arrancá-los.
- Foda-se os dois minutos! - Assim que a última sílaba passou
pelos meus lábios as minhas coxas foram arrancadas. Deixou-me aberta. O ar frio acariciou a pele das minhas coxas internas, sentiu a arremetida de arrepios enquanto explodiam em minha carne macia. Espalhei por ele e com o esboço perfeito dos meus lábios pressionados contra o tecido muito apertado do meu short. Os movimentos ágeis tiveram o botão aberto, e meu peso caíu sobre meus quadris no meu próximo suspiro. Abaixei e joguei antes que eu pudesse protestar. Eles pousaram em algum lugar atrás dele. Eu poderia me importar menos com os detalhes com a forma como seus olhos me devoravam. Olhou fixamente concentrado na pequena mancha molhada da minha calcinha. - Uma buceta tão bonita. - ele murmurou baixo enquanto estava com um único dedo sobre o remendo úmido de algodão. - Minha buceta. - Minhas coxas fecharam por vontade própria, mas ele não estava querendo nada disso e pisou entre elas. - Não. - A luxúria crua emergiu de todos os seus poros enquanto eu deslocava meus quadris. A necessidade de me sentir avassaladora. Ele estava perto o suficiente para eu sentir a espessura de seu pênis na minha fenda.
- Preciso mais. - eu gritei e ele se aproximou. Esfregou-se
Duas vezes, antes de agarrar minhas coxas e
forçá-las de volta. Elas estavam suficientemente altas que tocaram
meu estômago e ele poderia segurá-las no lugar com seu peso.
- Confie em que eu sempre cuidarei de você. - Seu pênis se
contraiu contra meu núcleo coberto de algodão e fechei meus olhos. Movimento errado. Porque dentro do próximo suspiro eu estava amarrada - minha perna colocada em seu ombro segura onde eu não podia me mover. Ele me deixou com apenas minha mão direita liberta. Abri a boca para protestar quando ele agarrou meu queixo na mão. - Nem. Uma. Palavra.
contra mim uma vez
Puxando minha calcinha para o lado, ele engoliu em seco.
Toda a cena que ele criou abusou da etica de médico / paciente que jurou defender.
E não o fez mais sexy aos meus olhos.
Com varreduras lentas de seus dedos, ele inventou meus lábios inchados. De quão gotejante eu estava para ele. Como meu clitóris gritou em seu nome. Essa mesma mão agora embebida em meus sucos correu até
o interior das minhas coxas e até a cintura da minha calcinha. O
tecido agarrou firme em sua mão, ele puxou, um puxão rígido, e o
tecido gemeu em protesto. Alto, o som ecoou nas paredes enquanto as fibras cediam e o lado do meu short de garota rasgou-se diretamente.
- Jesus, Reed. Pare de torturar-me. - Implorei com indignação.
O homem viu o efeito que ele tinha sobre mim. Foda-se, a prova
estava escorrendo pelos meus lábios e cobrindo os cobertores
debaixo de mim.
- Jackson, querida. Me chame de Jackson.
oh foda-se! - Ele me mostrou. A mão áspera
me envolveu e apertou um pouco. Felicidade e dor colidiram
criando uma mistura embriagadora. As dores afiadas da minha queda anterior aumentaram a eletricidade que ele forneceu. Eu queria que ele nunca parasse.
- O que você precisa, Nora? - Partindo meus lábios, ele
mergulhou a própria ponta de um dedo dentro. - Que eu deixe você
gozar? Que te toque? Foda você?
- Pegue-me. - Arqueando, ofereci meu corpo para ele, sem dar
uma merda se me fizesse parecer desesperada. Peitos apertados, meu peito sentiu-se inchado e pesado. Sensível. Na necessidade desesperada de sua boca em mim.
- Hmmm. - ele refletiu enquanto empurrava mais fundo,
depois do segundo nó e eu apertei. O mantive lá enquanto meus quadris se erguiam, cavando o dedo. Movimentos restringidos, me mudei em busca de seu toque. Um golpe rápido e apertado no meu
- Por favor, Jack
peito chamou minha atenção para o dele e longe do pequeno momento de felicidade. - Eu acredito que eu disse para você ficar quieta. Não disse? - Minha boca abriu, a resposta ficou na minha língua, quando ele pousou outro golpe no peito oposto. - Nem, um maldito pio. Nenhum som, a menos que seja um gemido proveniente desses lábios sensuais. Sabendo que ele não estava esperando uma resposta, eu mordi o lábio e chorei silenciosamente por mais. Com toda a honestidade, não poderia ter inventado uma reposta, mesmo que quisesse. Seus dedos estavam me atraindo para um nirvana que eu não tinha visto há algum tempo. Alcançando a mão livre, Reed rodeou meu botão apertado com um toque suave. - Você gosta disso, não é? Não posso negar o que é claro para ver ou ignorar seus sucos cobrindo meus dedos. - Novamente eu apertei ao redor dele, mas ele continuou seu assalto, adicionando um segundo dedo enquanto sua língua roçava um mamilo. Foda-se cada martelada e, em seguida, uma mordida. - É a sensação de minha mão em você? Tomando o que me pertence? - Seu rugido contra minha pele se fez sentir sublime, mas foi sua mordida no pescoço que me fez gritar em voz alta. - Você quer vir, querida? Precisa, não é? Uma provocação. Uma que eu respondi com um brilho e um rápido, grunhido. - Sim. Mais rápido, ele empurrou os dedos para dentro, enquanto sua boca comprimia cada peito. - Querida, em cerca de trinta segundos, eu quero que você deixe ir. - Pequenos entalhes de seus dentes jorraram minha parte superior do corpo. Mordidas duras e macias que enviaram ondas de choque eufóricas ao meu redor. - Venha, goze em meus dedos e me dê seus gemidos. Como ele poderia esperar que eu aguentasse se ele estava me fazendo coisas tão deliciosas? Por causa dele, eu era uma bagunça ofegante, mendicante e tremendo em suas mãos capazes.
merda! - A mão pelo meu peito desceu
sobre cada ponta com mais força do que ele usou até este ponto.
- Não pode segurar
Uma picada no meu mamilo, e eu tive que morder meus lábios para manter o grito que implorava para ser deixado ir. - Foda-se contagem decrescente. - Contando, fechei os olhos
com ele. Contando os números e ao dez, seus lábios pairavam sobre os meus, e aqueles longos dedos dentro de mim pararam de se mover. Eu queria gritar com frustração, gritar sobre a injustiça de tudo, mas o olhar escuro em seus olhos me manteve em silêncio. Em vez disso, continuei a contar com ele.
- Um - ele sussurrou antes de empurrar os mesmos dois
dedos dentro de mim a um ritmo acelerado. Os ruídos preenchiam a sala criando uma sinfonia de luxúria. O som da minha umidade e o dedo dele fodendo-me, misturando-se com meus suspiros. Tão perto. Quase. E então ele os empurrou para frente e torceu-os. Eu vim com força.
- Foda-se - me deixou em um gemido esticado. O corpo
curvando-se em si mesmo, aceitei o prazer que ele deu enquanto minha mente se afastava. Por um segundo, tudo ao meu redor desapareceu e tudo o que eu consegui fazer foi respirar e sair.
Permanecendo coerente quando todo meu ser queria era deixar a realidade.
- Feliz aniversário, Nora. - E então seus lábios estavam nos
meus.
Dominada. A única palavra que eu poderia usar para descrever a maneira como ele roubou o ar dos meus pulmões. Nossas línguas se entrelaçaram, ambas se acariciando, enquanto seus dedos continuavam me acariciando a um ritmo muito mais lento. Como para prolongar meu prazer enquanto me mantinha no pico máximo. Não fazia sentido, mas senti-me perto de outro orgasmo. Eu nunca experimentei tal prazer. Nunca meu corpo foi manipulado de tal forma que eu me tornei uma massa fraca de membros para um homem. Porque era o que ele era, um homem. Em todos os sentidos da palavra. Forte e determinado. Não deu nenhuma desculpa para quem e o que ele era.
- Oh, Deus. - gritei, sua boca engolindo o som.
- Absolutamente linda e minha. Você será a mãe de todos os
meus filhos. - Tornou-se um mantra nos últimos minutos, seus lábios deixaram os meus e viajaram mais baixo. Colocando beijos doces na pele do meu queixo e depois do pescoço. Amando a área da minha clavícula com cada movimento de sua língua. Reed atacou qualquer pele que ele pudesse alcançar. Alcançando o topo do meu peito, ele sugou a pele lá. Abaixei a cabeça enquanto sentia suas bochechas, deixando uma marca áspera por onde passava devido sua barba por fazer. Voltando para trás, ele admirava o ferimento com um sorriso malicioso no rosto. - Você, minha querida Nora, é a perfeição na forma feminina. De seus peitos perfeitos, buceta bonita e rosa e rosto bonito. Cada centímetro de você foi projetado para ser adorado por mim. Somente eu. - Desamarrando o pulso de um dos braços, massageou a área avermelhada. - Para o resto de nossas vidas .
Os restos esfarrapados da minha calcinha atingiram o chão em seguida. Ele jogou-os sobre o ombro, enquanto suas mãos vagavam livremente com uma renovada sensação de urgência.
Como se eu de alguma forma desaparecesse do alcance dele. Eu nunca queria sair. Não podia. Com apenas alguns toques, ele me arruinou para outra pessoa. Aqueles lábios suaves tinham reivindicado uma parte adormecida de mim. Possuíu-me.
- É muito rápido. Não faz sentido. - Falei suavemente, mas não suficientemente baixo. Com as duas mãos, ele me olhou nos olhos e colocou a testa no topo da minha. - Porque você é minha outra metade, Nora. Simples assim. Não há necessidade de analisar algo que é tão
normal quanto a respiração. Você foi feita para mim
minha costela. Olhos azuis procuraram seus dourados por qualquer vestígio de uma mentira. Não havia nenhum. Olhar em seus olhos era como voltar para casa. Ele forneceu um nível de conforto que eu nunca
tinha encontrado antes. Não pude deixar de espelhar o sorriso dele. Despreocupado e infantil. Espelhou as emoções inexplicáveis que senti. Luxúria. Uma dose de medo. Felicidade pura e despreocupada.
tirada da
- Como você se sente, querida?
Alcançando minhas mãos, estiquei o aperto de meus ombros. - Muito bem. Relaxada.
- de meus
ombros e até minha cintura, ele correu círculos calmantes sobre
deixe-me ver que tipo de dano você fez. - Com as
duas mãos nos meus quadris, Jackson inclinou meus quadris um pouco. Tirou-me sobre a borda da maca e me segurou lá enquanto ele tomava seu lugar de joelhos. Os olhos de avelãs observavam
minha pele -
- Bom, agora eu preciso que você se comporte
todos os meus movimentos enquanto seus lábios pairavam sobre
meu clitóris. Tufos de ar quente fluíram sob o meu núcleo sensível. Meus mamilos apertaram-se ainda mais. Quase até o ponto de dor. Os músculos no meu estômago enrolaram. Apertando e desabrigando enquanto eu aguentava lá.
- Espalhe por mim, Nora. - Foi tudo o que ele disse depois de
alguns minutos de silêncio, comunicando-se comigo através de seus olhos. Eles falaram alto e claro. Expressando seus desejos.
Fazendo comoordenada, eu abri um pouco mais. - Mais.
- Não pode. - Foda-se, esse tom maldito tornou-me inútil.
Perdi toda a concentração quando resolvi colocar meus olhos em seus lábios e observei enquanto ele falava a palavra. Jackson Reed poderia me ler como um manual de auto-ajuda sobre como cultivar tomates e eu acho que ele despertaria o mesmo desejo.
Mais uma vez eu tentei, mas ainda não era suficiente. Não que eu tivesse muito espaço para começar com as restrições que ele me colocaria. Ele as separou ele mesmo, seguido de uma rápida batida na minha coxa em aviso. No entanto, não entendi como tal e gemi baixo. Cada vez que ele me corrigiu de alguma forma, aumentou os pulsos prazerosos que foram enviados para todos os meus nervos.
- Nunca perca o foco - Meus mamilos foram de repente
arrancados com força, trazendo-me de volta ao presente. Quando
ele ficou de pé?
- Merda! - A súbita picada de seu toque me fez sibilar. Isso me
fez sentir como se eu estivesse sendo chocada, sacudida por mil pinos minúsculos em todo o meu corpo. A sensação pode ser
descrita como requintada.
- Preste atenção, Nora, - ele cuspiu, uma mistura de raiva e
decepção sobre suas características. - Nunca perca o foco do que estamos fazendo. Do contrário, eu nunca mais lhe darei um presente. - Forte e comandando, suas palavras atravessaram a névoa nebulosa da luxúria em que estive. Foi de longe o tom da voz
suave e gentil do homem que há poucos minutos, me deu um prazer imenso. Um presente de aniversário inesquecível.
O homem que estava sobre mim agora era assertivo e com
controle. O médico que me encarregou da sala de espera e me inclinou para o seu comando.
O mesmo que eu achei tão excitante.
- Sim, senhor. - Descaramento em minha resposta, o que eu
pensei que era fofo me ganhou um forte golpe no meu pequeno e
inchado clitóris. - Oh puta
que seus lábios cobrissem os meus em outro beijo ferido. Ele
devorou meus gritos.
- Você gosta disso, não é? Minha pequena puta gosta disso. -
Essas palavras nos lábios de outra pessoa ganhariam um golpe na garganta, mas com ele, eu adorei. Me fez sentir travessa.
oh Deus. - Eu gemei um segundo antes
Possuída pelo espécime masculino perfeito.
- Sim. - Olhando para ele de baixo dos meus cílios, mordi meu
lábio. Um ato tímido que ele aprovou pelo seu mastro duro me esfregando pelo material de seu jaleco. Um único momento de
indulto para ambos, antes de recuar com características educadas. Perdi automaticamente o calor dele. Foi que o homem que me fez vir, em seu lugar era um médico bem respeitado. Reed era tudo de negócios, ele verificava meu pulso, pressão sanguínea e temperatura. Como se os últimos trinta minutos não tivessem acontecido.
O que. Oh. Porra.
- Relaxe - Não tinha notado que eu ficara tensa. Rodando o
scanner temporal na minha testa, ele franziu a testa, o que me
causou alarme. Não me sentia mal.
- O que está errado?
- Leitor não está funcionando.
- Oh, bem, estou bem. Mais do que bem, na verdade. - Isso não
o convenceu um pouco. Em vez disso, ele se afastou, atravessou a sala em direção a armários contra a parede e abriu uma gaveta. Afastando-se para a esquerda e para fora da minha visão, tudo o
que pude ver do meu lugar na cama era suas costas e a forma como os músculos se flexionavam sob o conjunto de jaleco padrão. Jackson puxou algo daquela gaveta e quebrou o selo de
plástico que entrou. - Eu vou ter que verificá-la manualmente. - Tudo isso foi dito sem se virar para olhar meu caminho. - Você precisa relaxar.
- as palavras morreram na minha língua
quando eu entendi o que significava manualmente.
- Comporte-se. - Em uma mão, ele segurou um termômetro
simples, nada extravagante e pequeno. No outro havia um pequeno pacote de vaselina. Nenhuma das quais era necessária para colocar a ponta desse leitor de temperatura na minha boca. Ele queria levar isso muito para meu desagrado e sua alegria. Ninguém jamais me tocou lá antes.
Uma virgem. Com seus olhos noss meu, ele rasgou a pequena extremidade do recipiente do lubrificante e manchou uma pequena quantidade sobre os dedos. Um valor não superior a um níquel. Esfregou as
pontas juntas enquanto caminhava mais perto. Não parou nem desviou o olhar até que ele voltou a ficar na beira da minha cama. Meu corpo era o seu templo.
- Por que eu
- Eu nunca
- Confie em mim. - O toque suave, um toque de dedos quentes
sobre meu orifício franzido me fez ficar tenso. - Olhos no meus não desvie o olhar de mim. - Pressão leve, ele usou dois dedos para espalhar a geléia por aí. Inserindo a ponta do dedo dele, uma vez, duas vezes, três vezes e depois puxou para trás. - Um dia, Nora. Um
dia vou levá-la aqui e você se sentirá tão bem em torno do meu pau. Justa. Fodendo. Apertada. Quente.
- Meu Deus!
Mais profundo, ele empurrou até que ele alcançou o segundo nó e segurou-se lá. - Mãe de merda. - Reed gemeu, puxando para fora lentamente antes de entrar mais uma vez. Seus olhos olharam enquanto eu empurrava contra sua mão. Senti-me diferente de
qualquer coisa que já havia experimentado antes. Aumentou, eu me senti sensível por toda parte. Como se meu corpo fosse um fio vivo que descarregasse um choque de alta tensão. - Marque minhas
palavras, querida, vou te possuir aqui e te fazer curtir cada segundo.
- A mão não manipulando minha bunda se moveu mais para a
minha buceta e bateu meu clitóris duas vezes com pressão suficiente para me fazer revirar e pressionar. - Apertada e quente. Fodidamente quente de uma maneira deliciosa.
Suas palavras sujas causaram um arrepio incontrolável para apressar minha espinha e se instalar nas pontas dos meus seios. - Por favor - Sensível, soltei um som baixo e agudo. Perguntando-me por que mais ele continuava negando com seu ritmo lento. Não reconheceu o meu pedido, em vez disso, ele tirou o dedo de dentro e anotou algumas coisas. Como ele poderia se preocupar com notas quando ele me fez esperar e querer? Não tinha vergonha do fato de que, para ele, eu me tornaria pronta ao menor toque seu. Uma merda garantida nesse ponto.
- Paciência, amor - Foi tudo o que ele disse antes de mover as
mãos para o meu estômago e em direção ao meu peito. Elas pararam lá, agarrando e marcando seu peso antes de puxar com força a ponta franzida. Apertou-os com força suficiente para fazer me estremecer e depois acalmou a picada com sua língua macia. Tortura celestial. Belicões. Mordidas. Adorei-os com uma urgência que me fez perder a respiração por toda a folha branca intocada sob meu torso nu. Era tudo demais
e, ironicamente, não era o bastante.
- Pegue-me já! - A paciência era um conceito estrangeiro neste
momento. Inexistente. - Por favor. - implorei, não com vergonha, ao mesmo tempo que segurava a cabeça no lugar. Dedos foram
embutidos em seus cabelos, eu puxei duramente os fios curtos. Um grunhido alto reverberou pelo peito e minhas pernas se
contraíram. Urgência reivindicou meus pensamentos. Eu queria estar envolvida em torno dele.
Jackson lançou cada peito com suas mãos ásperas e língua suave. Meus quadris se abalaram, tentaram em vão achar seu pênis
e pôr fim à minha miséria. Um movimento que ele ignorou. Para que sua espessura voltasse para aquele lugar especial onde percebi que ele pertencia. Foda-se, ele era grande. Senti o peso de seu pênis quando ele pegou meus quadris e
me aproximou. Um aperto contra o local em que eu estava ferida. A dor explodiu atrás das minhas pálpebras, mas veio com um sabor repentino de prazer que me surpreendeu. Como poderia, ele, fazer me sentir tão bem? Eu não sabia o que fazer ou dizer. Por um lado, eu deveria estar gritando, mas, novamente, não podia negar que tudo o que veio dele se sentia como o céu. A vergonha me consumiu e algumas lágrimas perdidas vazaram do meu rosto. Algo que ele notou e apagou com seus lábios. Me amou,
e foi essa emoção bruta que demorou entre nós que curou o que eu ainda não compreendi. Que este homem significou mais para mim do que apenas uma merda rápida e suja.
- Quão ruim dói, Nora? Preciso de sua honestidade completa
aqui. - Ele estava falando mais do que apenas as contusões e o
inchaço.
- Não é insuportável ou eu não imploraria que você
- Isso não é o que eu quero dizer e você sabe disso. - Ternura
no olhar preso ao meu rosto, envolto pelo corpo com o calor dele. -
Deixe-me te amar, querida. Toda você. - Sem palavras, assenti e segui o seu exemplo. - Deite. Deixe-me dar uma melhor olhada em
sua buceta ferida e coxa. Bater num poste como esse poderia ter causado algum dano. Fazendo como me foi pedido, eu me afastei e espalhei minha
coxa tão larga quanto as restrições me permitiram. - Tenho certeza de que parece ser pior do que é
- Sua reação me disse que eu tinha Eu deveria bronzear sua pele
por isso. - Características duras, ele olhou para mim. - Vire-se agora.
Com uma sobrancelha levantada, eu o desafiei. - Não pode. Eu ainda estou presa. - Não via por que ele precisava ficar todo tenso. - Observado. - Rápido, e com mais agilidade do que eu pensava possuir, ele desfez as duas tiras e ficou de pé. Com minha sobrancelha levantada encontrei-me com uma fina linha em seus lábios. - Fique de quatro e não se atreva a se queixar.
- Sim, senhor. - Fazendo como foi mandado, eu virei no meu
estômago e levantei minha bunda no ar. As pernas se espalharam
tanto quanto a cama restritiva permitiria.
- Boa garota. - ele cantou antes de agarrar a carne da minha
feito um ponto em mim mesmo -
- Jesus Cristo, Nora. Baby
bunda. - Isso não muda o quanto eu estou com raiva de você - quão imprudente você é com o que é meu, mas é um começo para corrigir
o comportamento. - Com isso, a mão de Reed desceu uma vez, duas
vezes, três vezes em diferentes áreas de minha bunda. Alternou entre tapas firmes e dolorosos. O calor floresceu em cada bochecha. O golpe enegreceu minha pele sensível, me forçando a liberar um som agudo cheio de necessidade. Ele não estava me machucando no mínimo. Tinha o efeito oposto.
Minha excitação estava escorregando pelas minhas coxas.
- Mais. - O que estava acontecendo comigo? Isso me deixava perplexa e emocionada.
- ele gemeu baixo.
- tão perfeita para mim. - Cada palmada alternou entre a parte mais fervida da minha bunda e a pele diretamente abaixo. Essa área macia onde a coxa e a bunda se encontram. Picando. Queimando.
- Minha garota gosta do áspero? Foda-se
Sentindo-me incrível, e tão envergonhada quanto eu era por minha excitação, minha excitação não podia ser escondida. Uma pequena mancha de meus sucos cobriu os lençóis abaixo. Claro como um farol. Quão profundamente depravada eu realmente era.
- Mais.
- Mantenha-se quieta. - ele sibilou antes que sua mão se
ligasse mais uma vez. - Isso é um hospital, não um bar. Mantenha-o
à vontade e tenha em atenção os muitos pacientes que descansam aqui esta noite. - O próximo golpe atingiu-me diretamente ao lado da ponta do hematoma bastante grande formado na minha coxa. O tamanho da contusão ultrapassou a pequena área e se espalhou pela frente e traseira da perna esquerda e da coxa.
oh Deus! - Ele me segurou e usou a palma da
mão para esfregar meu clitóris inchado. - Foda-me já .
- Você quer meu pau? - Alternando entre círculos apertados,
ele usou a ponta desses dedos encharcados para tocar meu clitóris em rápida sucessão.
- Desculpe, eu
- Sempre.
- Então, desça e se incline sobre esta cama. Mostre-me o
quanto você quer e implora pelo privilégio. - A última palavra não deixou seus lábios antes que eu estivesse de pé e assumindo a posição. Uma perna para cima e colocada com o joelho apoiado no colchão. Eu estava aberta para ele, em exibição e esperando. - Boa garota. Agora, espalhe um pouco mais, eu quero ver a obscenidade do meu pau alongando você, preenchendo você - ele falou enquanto passava os dedos pelas minhas coxas e espalhando a umidade lá.
Colocando os dedos embebidos até minha boceta e depois até o meu orifício franzido, empurrando contra a abertura apertada.
- Pegue-me para fora desta miséria ou eu vou acabar comigo
mesma.
- A porra que você vai. - Um grunhido, irritado que veio de
dentro para fora. Ele empurrou o dedo uma vez mais, a gentileza desapareceu. Os músculos se contraiam, puxei-o mais fundo. Minha
abertura se fechou ao redor dele enquanto ele me fodia em um
ritmo muito mais rápido. Não desperdiçando tempo em se preocupar se eu estivesse relaxada o suficiente para aceitar a intrusão. - Minha vagabunda está toda molhadinha, uma boa putinha para o seu homem.
- Me dê seu pau.
- Amo essa boca, querida. Suja e doce, vou me certificar de
preenchê-la antes que termine a noite. - Senti-o mover-se atrás de
mim. O som de um cordão sendo puxado. Deslizando as calças, observei por cima do meu ombro enquanto eles se juntaram a seus pés. Um pau pesado e grosso, saltou e bateu contra o meu abdômen. Brilho de um fluido semelhante a pérola brotavam da ponta e rolavam pelo seu comprimento. Minha boca regada na vista. – Quero te chupar. - Nunca quis
chupar um pingo tanto quanto quis o dele. Sentir seu peso na minha língua. Experimentar sua essência.
- Você vai, Nora, mas depois de eu ter fodido essa bocetinha
doce e pequena. Então, e só então, eu vou lhe dar um gosto. - Um
dedo tornou-se dois e eles se esforçaram para o meu aperto enquanto a outra mão soltou meu clitóris. Incorporou dentro da minha abertura e puxou. Espalhando minha umidade ao redor.
- Preciso vir. - Sem vergonha do jeito que eu implorei, minhas paredes se contraíram em torno de seus dedos. Estremeci.
- Você virá, quando eu mandar, e não um momento mais cedo.
- Com dois dedos no fundo da minha bunda, ele agarrou seu comprimento e correu a cabeça grossa sobre meus lábios. Combinou nossos sucos e respirei profundamente - o quarto
cheirava a nós - antes de empurrar apenas a ponta para dentro. - Agora respire fundo. Eu não sou um homem pequeno. Um impulso profundo, um encaixe de seus quadris, e ele foi enterrando fundo. Suas coxas se encontraram com as minhas enquanto meu núcleo se expandia para recebê-lo. Nós éramos um. E nunca me senti tão completa.
- Filho de uma…
- Deus. Seu Deus, Nora. Nunca se esqueça disso. - Voltando
para trás, ele se segurou com apenas a cabeça para dentro. Foda-se, com o baixo gemido que eu soltei em negar mais uma vez. - Eu quero o seu gozo. - Mergulhando debaixo dele, eu empurrei meu traseiro para trás e o abriguei dentro mais uma vez. Tão desesperada por liberação eu que eu o levaria se isso acontecesse. Havia uma coisa que me importava naquele momento: fazê- lo gozar enquanto o meu próprio foi se aglomerando no meu ventre. Reed enrolou meus cabelos em seus punhos e puxou minha
eu faço.
cabeça para trás. - Você não executa este show, querida
Comporte-se, ou vou casar sua buceta com o meu pau e enviar-lhe no caminho de uma bagunça suja.
- Foda-se você. - Sua grande mão desceu sobre minha bunda
e fiquei contra ele. Porra. Puxou-o para dentro e para fora a uma
velocidade rápida. Atrás de mim, ele gemeu, o som varrendo minha pele como uma forte onda. Balançou o meu núcleo e fez meu clitóris se contrair. Não gostando da minha desobediência, o bom médico me
virou. Me jogou na minúscula cama do hospital e assistiu com saliva quando meus seios caíram. A raiva e a luxúria irradiam de todos os seus poros. Perigo. O tipo mais doce.
- Má garota. - Agarrando uma perna em cada mão, ele as
ergueu. Diretamente no ar e fechou juntas. - Amanhã, quando você se sentar, você será lembrada de quem pertence essa boceta. Você
entenderá por que queria demorar e não quebrar você. Por que sua teimosia é minha coisa favorita. - Com minha boceta em exibição e meu outro orifício perto de seu pênis, eu fiquei tensa. Não estando pronta para ser reivindicada lá ainda, no mínimo, não pela primeira vez. Reed notou e me deu um sorriso caloroso. O gesto me acalmou
- muita ênfase
na última palavra. -
imediatamente. - Eu não vou levar você lá
algum dia eu vou, mas não hoje. Hoje, eu
ainda
quero sua boceta massageando meu pau. Sentindo suas paredes contrair tentando puxar-me mais fundo com cada golpe. Prepare- se, doçura. Estou aqui para destruí-la.
Queria esfregar-me sobre ele. Em vez disso, preparei-me para o que estava por vir. Com as duas mãos, agarrei-me à grade em cada lado da minha cama. Aguardando o castigo que seus olhos prometiam. Uma vez feliz com a posição em que meu corpo se deitou, Jackson começou um deslizamento lento da cabeça de seu pau contra meus lábios encharcados. Parando e massageando meu
clitóris em cada passagem e depois recuou de novo. A umidade se espalhou, ele me levou. Senti a carne sedosa de seu comprimento na minha entrada.
- Eu amo você. - Foi com essas palavras que ele me fez dele.
Entrou em um movimento rápido, enterrando até o punho e reivindicou meu coração. Não houve desânimo em seus traços nem ele me deu a chance de responder a sua verdade. O homem estava em missão de foder essas palavras no meu sistema. Com as duas pernas colocadas sobre os ombros, inclinou o corpo sobre o meu e o meu próprio curvado sob seu peso. Cada centímetro de seu comprimento esfregou-se contra minhas paredes pulsantes. Provocando para me atingir no ponto certo. Apertei ao redor dele. Senti-me tão bem. Cada pressão rápida de seus quadris - a força de cada impulso - me empurrou para cima da cama.
foda-se sim. - gritei quando sua mão se conectou com
a minha bochecha direita. Um golpe rápido e difícil para corrigir minha maldição, mas teve o efeito oposto. A picada intensificou o
golpe de seu pênis.
- Sim
Dentro e fora. Uma onda rítmica. Uma que veio com a batida
do seu osso pélvico no meu clitóris muito sensível. Outra onda de umidade nos cobriu a ambos.
- Essa boca. - Foi tudo o que ele disse antes de tirar as pernas
de seus ombros e deixá-las abertas na altura de seus quadris. Ele não me ofereceu nenhum apoio, apenas uma ordem silenciosa para mantê-las como estavam. Espalhar amplamente e aberta para ele.
- Por favor. - implorei sem uma gota de vergonha. Eu estava
perto. Tão perto. Trazendo a mão entre nós, pressionei meu monte sensível. Não me movi para me tocar, apenas perto o suficiente para provocá-lo. Seus olhos se estreitaram e aquela borda perigosa que eu desejava me atingiu dez vezes. Aqueles olhos cor de avelã pareciam negros da fome que exalava de todos os seus poros. -
Faça-me vir, Jackson. Ouvir o nome dele o deixou feral. Um animal desencadeado que tira suas presas sem uma gota de remorso. Ele me deixou naquela maldita cama de hospital, deixou a marca de seu pau gravado no fundo das paredes. Com as duas mãos segurando minha cintura, ele me empurrou para o colchão. Seu peso me manteve presa no lugar enquanto minhas mãos encontraram apoio em seus ombros. As unhas cavaram, tiraram sangue, enquanto eu segurava. Encontrou a âncora que meu corpo precisava, porque minha mente estava lânguida. Os instintos assumiram o controle e eu conheci seu ritmo enlouquecido com os meus próprios giros. De volta arqueada contra o colchão, inclinei minha buceta e ofereci mais de mim. Por cada bombear rápido de seu pênis, eu girei meus quadris. Diminuiu o ritmo.
- Você vai gozar? - Eu assenti. Reed enrolou seu corpo sobre
o meu então, seus lábios escorrendo a concha da minha orelha. - Eu
quero sentir seus sulcos doces escorrendo ao redor do meu pau e
revestir minhas bolas. Venha por mim, querida. Banhe-me em você.
- Foda-se, eu preciso de você. - Tão perto de ser jogada sobre a proverbial vantagem.
- Você me tem, Nora. Sempre. - ele grunhiu no meio do golpe. Com uma coxa em cada mão, Jackson as fechou. - Muito mais
apertado
pênis através dos meus lábios. Para cima e para baixo em um acidente vascular cerebral severo, batendo meu clitóris sensível em cada passagem. Uma vez, duas vezes, e depois bateu na metade tão dura, meu corpo subiu da cama. Tudo o que restava tocando o pequeno colchão era meus ombros. Seus quadris giraram quando tocavam contra os meus, e sua virilha esfregou forte contra meu clitóris. Movimentos ásperos, com as duas mãos me fixando na cama, ele tirou sua urgência no meu corpo. Punindo. Reivindicando.
- puxando para fora ele correu a cabeça engolida de seu
Uma reivindicação que altera a vida. Olhos fechados, eu arqueei e anexei meus lábios aos dele. - Eu
te amo, Jackson. - O gemido de resposta de Reed era alto contra meus lábios. Rasgado do fundo do peito. Nossas bocas ficaram conectadas, seu peito apertando firmemente contra o meu. Sua respiração era minha.
- Abra esses lindos azuis para mim, querida. Eu preciso deles
em mim enquanto você se desmorona. - Mordendo meu lábio inferior, ele pegou sua boca e sugou a carne abusada. Acalmando a
picada com uma varredura da língua. - Presentei-me o seu prazer.
- Mais. - O que mais implicou, eu não tinha ideia. Perto da
borda. Um passo proverbial longe de cair, mas eu precisava de mais. Precisava de sua direção.
- Toque você mesma, Nora.
Meus olhos se abriram e pousaram em seus maliciosos. - O
que?
- Toque-se. - Empurrando-se, os olhos de Jackson percorreram meu rosto e depois baixaram. Não parando seu caminho até chegar na minha buceta. Devorou a visão de seu
espesso comprimento me alongando. - Você é minha, Nora. Foda-
se esfregue esse pequeno clitóris para mim
brincar com ele. – Congelada. Fui mantida refém sob seu olhar intenso. Esse pedido me pegou desprevenida e fiquei tímida. - Agora.
Eu cumpri. Lentamente e, com os olhos no rosto de Jackson, levei a mão novamente mais uma vez. Acariciei meu corpo, usei a fome crua gravada em suas características para me guiar. Prometi-me ser mais ousada em meus movimentos. O primeiro deslize do meu dedos me levou a gemer e acelerar meus movimentos. Cada círculo apertado sobre meu feixe de nervos escovou seu pênis.
- Merda! - Meus olhos se fecharam, minhas costas arqueadas
e minha boca mordeu no meu lábio inferior. Sensações , correntes elétricas passaram por todas as células do meu corpo. Um fio de alta
tensão.
- Abra. Esses. Olhos. - Agitando a cabeça, mordi mais forte no
meu lábio. Era demais, eu estava perto de lágrimas. - Minha mãe Foda-se olhe para mim. - O desespero refletiu seu tom e fiquei preocupada. Os olhos azuis encontraram-se com os avelãs e o que
vi neles me quebrou. Roubou o ar dos meus pulmões. - Eu te amo,
Nora. Sempre vou te amar. Era o que eu estava perdendo. Precisava ouvir aquelas palavras mais uma vez. Eu vim. Olhos nos dele, bloqueei seu pênis e soltei. Ordenou-o – puxou-me ao encontro de seu pênis. Surgindo depois que um orgasmo me estilhaçou revestindo minhas paredes e misturando com o seu próprio gozo. Me marcando de dentro para fora. Sorridente e completamente saciada, me deitei na cama com
o corpo dele sobre o meu. Os meus dedos passaram por seus
Eu quero assistir você
cabelos suados enquanto nossa respiração se acalmava. Chegando
aos meus seios, Jackson beijou qualquer parte de mim que estava ao seu alcance.
- nenhuma palavra poderia descrever o quão
incrível ele era.
- Nós. Simplesmente nós. - Eu podia ouvir o sorriso em sua
voz.
- Isso foi
- Ei, - eu sussurrei. - Olhe para mim.
Colocando o queixo no meu peito direito, ele olhou para cima.
- O que? Estou confortável aqui. Jackson Reed poderia ser um homem mal-humorado quando tirado do seu conforto, mas ele era meu. Tinha sido assim nos últimos cinco anos.
- Feliz aniversário, Doutor.
- Feliz aniversário, querida. - Sorria amplamente e olhos
brilhantes, ele me deu um sorriso que exibiu seus dentes brancos e perfeitos. Isso o fez parecer mais jovem do que seus trinta anos de mais. - Como você conseguiu? Nem uma vez o meu pager disparou
ou meu nome foi chamado através dos alto-falantes.
- Fácil. - A sobrancelha levantada e uma onda de mão para
continuar foi sua maneira de me dizer que eu ganhei. Encantador. - Seu chefe, Michel, me devia.
- Respostas completas. – Esse era o homem dominante com
quem eu casei.
- Eu poderia ter levado sua esposa para alguns mimos duas
semanas atrás
a convenci a pegar uma cera. Gloria adorou a sensação, e seu chefe
me enviou flores.
- Há quanto tempo você está planejando isso? - Outro beijo
e, em seguida, um contato com meu peito .
- Poucas semanas agora que sou sua enfermeira favorita. Foi
assim que conseguimos que Anderson ajudasse. Foi mais confiável usar o mesmo oficial de prisão da noite em que nos encontramos. Sua enfermeira é dona de suas bolas, eles se encontraram durante
- encolhi os ombros e sorri inocentemente - -
minha prisão naquela noite, e eles me deviam um acordo com minhas notas. Esta noite foi sobre reviver nossa primeira memória e alternar um pouco. Sim, ele me pediu e obteve tudo de mim, mas
não de uma forma suja. Não até muito mais tarde no relacionamento. Esta noite eu queria jogar uma fantasia mútua.
- Você é uma mulher sorrateira, maliciosa e maravilhosa. - De
pé, ele escorregou de dentro de mim e me levou a ficar com ele.
Nossos peitos pressionados contra um ao outro, ele levantou as mãos e acariciou-me o rosto. - Como eu tive tanta sorte?
- Eu sou a sortuda, amor. E também tive segundas intenções para esta noite.
- Eu deveria ter medo? Quantas?
Rolando os olhos, eu me levantei nas pontas dos dedos dos
pés e beliscava seu lábio inferior, difícil. - Cale a boca e deixe de arruinar minha surpresa.
- Pequena coisa violenta. - Meus olhos se estreitaram. - Tudo bem, continue. Mas depois, é sua bunda.
- Não quero isso de outra maneira, Jackson. - Respirando
profundamente, deixo-o lento. Juntei minhas mãos encontrando-as
e depois as sacudi. As coisas estavam prestes a mudar da melhor maneira possível. - Você confia em mim?
- Com a minha vida e você sabe disso.
- Então caminhe até os armários contra a parede e abra a
gaveta mais próxima de nós.
- O que?
- Vá. - Tirando as mãos do meu rosto, eu beijei cada palma e,
em seguida,ele deu um passo para trás. Observou-me com um nó gigante no meu estômago quando ele puxou as calças e seguiu minhas direções. Quando ele abriu a gaveta e tirou a pequena mala de presente que eu coloquei dentro com um olhar perplexo em seu rosto. Voltando-se para mim, ele o levantou. - O que esta acontecendo aqui?
Lágrimas surgiram em meus olhos e soltei uma respiração instável. - Abra baby.
- Por favor. - Com uma expressão preocupante, Reed abriu o
saco e depois engasgou em seu próximo suspiro. Mãos tremendo, tirou a pequena surpresa de dentro. Examinando o meu presente com tanto amor, tive que tomar um momento para colecionar minhas próprias emoções. - Quando eu descobri que tudo o que queria era fazer esse momento memorável para você. Você vai ser
o melhor pai, Reed. Alguém que olhe para cima e saiba sem sombra de dúvida quanto eles são amados. Olhos no pequeno teste de laboratório que eu consegui encontrar, ele sorriu. - Eu vou ser um papai?
- Sim - Com essa confirmação, ele se aproximou e envolveu-
me em seus braços. Me fez sentir segura e amada. Protegida. - Baby
Reed estará aqui no inverno.
- Foda-se, eu amo você. - Seus lábios desceram sobre os meus
então, com tanta paixão. Cheio de todo o amor e luxúria que sentimos. Meus joelhos ficaram fracos e tremiam; Ele notou isso e
me aproximou ainda mais de seu corpo. Ele carregou meu peso enquanto ele me trouxe até seu nível.
- Eu te amo mais do que a minha própria vida. - Esses beijos
falaram mais alto do que qualquer palavra poderia. Todo deslize de sua língua sobre a minha própria explicou o quão feliz ele estava com a notícia. Cada toque de seus beijos nos meus lábios expressava como ele estava excitado e assustado. Emocionado. Além de estar pronto para enfrentar esse novo caminho na vida comigo.
- Obrigado. - Descansando sua testa na minha, Jackson soltou
uma respiração dupla. - Simplesmente, obrigado.
- Por quê? Fizemos isso juntos.
- Por completar minha vida. - Outro beijo nos meus lábios. -
Por me dar uma família minha.
- Idem. - Uma lágrima perdida caiu de meus olhos e ele a
destruiu. - Você e o nosso pequeno centavo são tudo para mim.
- Centavo. - Voltando para trás, ele me deu um olhar horrorizado. - Você chamou nosso bebê de centavo?
- Quem mais?
- Por quê?
- É fofo - respondi com um encolher de ombros. - Parecia
apropriado, pois ele é o tamanho de um, e eu sabia que você deveria
objetar.
- Você está olhando para aquele fofo homem mal humorado?
- Seu pênis se contraiu contra meu estômago e eu ri.
- Não esperaria nada menos. - Removendo-me do abraço,
entrei no mesmo armário e tirei minha bolsa e poupei roupas. Vesti-me sem olhar para ele, mas eu sabia que ele estava me observando. Não foi até que eu me abaixei para escorregar algumas sandálias que ele empurrou contra mim. Pressionou-me e pousou as mãos nos meus quadris. - Levante-se. - Foda-se, esse tom emitiu tremores na minha coluna vertebral. Ignorando o pedido, continuei a ajustar as tiras do meu sapato. Não gostando disso, ele me puxou pelos meus quadris. De
volta ao peito, ele deslizou o nariz no meu pescoço. - Estou lhe dando uma vantagem de vinte minutos. Corra.
- Não estou com medo, Doutor. - Eu empurrei para trás contra
ele e apliquei meus quadris. - Você deveria estar. - Apertando os dentes na minha clavícula, ele acalmou a picada com um toque da língua. - Corra, bebê. - As mãos se moveram dos meus quadris para o pequeno inchamento no meu estômago. - Deixe-me pegar você de novo. Olhando por cima do ombro para ele, eu beijei seu queixo. -
Você pode tentar.
- Eu sempre vou.
Fim
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