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EXPERIMENTO 9

LANÇAMENTO OBLÍQUO DE PROJÉTEIS: TRAJETÓRIA BIDIMENSIONAL


Grupo D1
Eduardo Dotto*, Eduardo Karpsak Lopes, Diogo Godoy,
Bruno Salvático, Bruno Rafael e Schandikler Consorte.
*Eduardo-dotto@hotmail.com
“Universidade Estadual do Oeste do Paraná ” – Campus de Foz do Iguaçu
Laboratório de Física I - Curso de Engenharia Elétrica
Data de Realização do experimento: 01/07/2014

Resumo: Neste experimento trabalhamos com o lançamento


oblíquo de projéteis em trajetórias bidimensionais. Através do 2 OBJETIVOS
lançamento do projétil conseguimos obter o ponto inicial e
final, descobrindo assim sua trajetória, e estudando o tempo e a Os objetivos do experimento são:
velocidade, conseguimos descobrir todas as variáveis
1. Analisar o movimento de uma partícula em duas
necessárias, como por exemplo a trajetória completa do
dimensões;
movimento, a velocidade do lançamento, o tempo de voo do
projétil. Através de análises físicas também podemos 2. Comprovar as equações para o alcance e altura
demonstrar ou não qual é a formula do movimento, se é máxima no lançamento de um projétil;
representada ou não por uma parábola. Determinaremos a
altura máxima do projétil e será feito uma comparação com os 3. Verificar que o lançamento de um projétil é a
valores experimentais. composição entre o movimento retilíneo com
velocidade constate na direção x e o movimento de
Palavras-chave: Projétil, trajetória, lançamento oblíquo, queda livre na direção vertical (y).
bidimensional, parábola.
MATERIAIS UTILIZADOS
A seguir apresentam-se os materiais utilizados no
INTRODUÇÃO procedimento experimental:
Nesta experiência será estudado o lançamento oblíquo de
projéteis com trajetória bidimensional. Este estudo é uma 1. 01 conjunto disparador;
importante parte da mecânica onde as leis básicas de 2. 01 escala milimetrada retrátil de 5m;
composição de movimentos ortogonais são utilizados. O
movimento oblíquo de um projétil é um caso de movimento 3. Fita adesiva;
bidimensional, ou seja, representa dois movimentos
simultâneos, um vertical e um horizontal. 4. Tiras de Papel carbono (40 mm x 500 mm);

Equações: 5. Tiras de Papel de seda (40 mm x 500 mm);

Y=Yo+(VoSenθ)t-1/2*g*t² (equação 1) 6. Compasso;


t= x/(Vo Cosθ) (equação 2) 7. Painel vertical para escala, haste principal.
Y=(tgθ)x- gx²/2V²o(cos²θ) (equação 3)
▲x=V²o(sen2θ)/g (equação 4)
▲y= V²o(sen²θ)/2g (equação 5)

Gravidade local:
9,78 ± 0,07 m/s²
3 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
Por questões experimentais consideraremos desprezíveis a - A equação 3 foi utilizada para fazermos o ajustes, onde
resistência do ar e a rotação da terra. Na fig. 1 ilustra-se a atraves de uma matriz 3x3 obtemos:
montagem do aparato experimental.
y=-0,8x²+0,6x

Tabela 4 Y ajustado em relação a X:


Y Ajustado (m)
P1 0,052
P2 0,088
P3 0,1118272
P4 0,07888
P5 0,03808
P6 -0,0073152
Figura 1- Exquema experimental.
Tabela 4: Ajuste.
Foi Executado primeralmente a montagem no ângulo de 30° e
depois no de 60°. Com o anteparo próximo ao canhão,
disparamos o canhão para obter a altura h. Em seguida Tabela 5 Com a equação 2 e a velocidade Vo(tabela 2)
afatemos afae anteparo na direção x para variar y. Foram 06 econtramos os tempos para cada ponto:
lançamentos para o ângulo de 30° e sete para o de 60° com a
mesma velocidade inicial para cada posição do anteparo. Com Tempo (s)
o compasso foi traçado o menor circulo que contem a P1 0,039 ± 0,023
totalidade de pontos para cada posição, com isso encontramos P2 0,076 ± 0,046
o erro. P3 0,159 ± 0,093
P4 0,228 ± 0,133
P5 0,268 ± 0,156
P6 0,299 ± 0,174
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Tabela 5: Tempo até o ponto.
- Resultados com o Ângulo de 30°

Tabela 1 Dados obtidos experimentalmente das distancias de x


e y: - Determinando a altura maxima do projetil:

X (m) Y (m) Derivando a equação de ajuste encontramos o valor para X:


P0 0 0
P1 0,1 ± 0,0005 0,052 ± 0,0002 X: 0,375
P2 0,2 ± 0,0005 0,088 ± 0,0006 Substistituindo x na equação de ajuste encontramos o valor do
P3 0,404 ± 0,0005 0,128 ± 0,0007 alcance maximo:
P4 0,58 ± 0,0005 0,121 ± 0,0004
P5 0,68 ± 0,0005 0,0955 ± 0,0003 Tabela 6 Valor da altura maxima:
P6 0,762 ± 0,0005 0,02± 0,0008 Altura Máxima (m)
Y 0,1125

Tabela1: Dados experimentais. Tabela 6: Altura maxima projetil no ângulo de 30°.

Tabela 2 Com o auxilio da equação 4 e com o maior alcance da - Comparando a Altura obtida com o valor experimental
tabela 1, encontramos a velocidade incial: constamos uma pequena diferença, mas dentro do previsto.
Velocidade Inicial Vo (2,93347 ± 0,8583) m/s
Tabela 2: Velocidade inicial no ângulo de 30°.

Tabela 3 Utilizando a equação 2 Foi encontrado o tempo total


do lançamente e seu erro:
Tempo de Lançamento (s)
0,29994 ± 0,17454
Tabela 3: Tempo total de lançamento.
- Resultados com o Ângulo de 60° Tabela 11 Com a equação 2 e a velocidade Vo(tabela 8)
econtramos os tempos para cada ponto:
Tempo (s)
Tabela 7 Dados obtidos experimentalmente das distancias de x P1 0,0456 ± 0,0268
e y: P2 0,1123 ± 0,0656
P3 0,1789 ± 0,1044
P4 0,3062 ± 0,1783
X (m) Y (m) P5 0,4117 ± 0,2396
P0 0 0 P6 0,4661 ± 0,2713
P1 0,067 ± 0,0005 0,093 ± 0,003 P7 0,5205 ± 0,3029
P2 0,165 ± 0,0005 0,215 ± 0,003
Tabela 11: Tempo até o ponto.
P3 0,263 ± 0,0005 0,284 ± 0,0005
P4 0,45 ± 0,0005 0,335 ± 0,0008
P5 0,605 ± 0,0005 0,282 ± 0,5
P6 0,685 ± 0,0005 0,183 ± 0,01 - Determinando a altura maxima do projetil:
P7 0,765 ± 0,0005 0,0185 ± 0,009
Derivando a equação de ajuste encontramos o valor para X:

X: 0,386
Tabela7: Dados experimentais.
Substistituindo x na equação de ajuste encontramos o valor do
alcance maximo:
Tabela 8 Com o auxilio da equação 4 e com o maior alcance da
Tabela 12 Valor da altura maxima:
tabela 7, encontramos a velocidade incial:
Altura Máxima (m)
Velocidade Inicial Vo (2,9392± 0,837) m/s
Y 0,3284
Tabela 2: Velocidade inicial no ângulo de 60°.
Tabela 12: Altura maxima projetil no ângulo de 60°.

Tabela 9 Utilizando a equação 2 Foi encontrado o tempo total


- Comparando a Altura obtida com o valor experimental foi
do lançamente e seu erro:
constata uma diferença, mas quando se verifica o erro, ve que o
Tempo de Lançamento (s) valor obtido dentro do previsto.
0,526 ± 0,112
- Comparanto os alcances de 30° e de 60°, foi notado que
Tabela 9: Tempo total de lançamento. foram praticamente iguais em cada ponto, mostrando que a
angulação e não mudou muito o alcance.

CONCLUSÕES
- A equação 3 foi utilizada para fazermos o ajustes, onde Concluímos que o lançamento em movimento oblíquo é
atraves de uma matriz 3x3 obtemos: bidimensional, ou seja, uma parte vertical e outra horizontal.
Na horizontal não existe nenhuma aceleração, logo, a
y=-2,2x²+1,7x componente horizontal da velocidade Vx é uma constante, ou
Tabela 10 Y ajustado em relação a X: seja, este movimento é uniforme. Na direção vertical a
aceleração da gravidade age sobre o objeto, descrevendo uma
Y Ajustado (m) trajetória parabólica, sendo que a componente vertical da
P1 0,1040242 velocidade Vy é máxima no ponto mais baixo e, zero no ponto
P2 0,220605 mais alto quando o objeto para e inicia sua queda. Este
P3 0,2949282 movimento vertical é, então, um movimento uniformemente
P4 0,3195 variado.
P5 0,223245
P6 0,132205 BIBLIOGRAFIA
P7 0,013005
Tabela 10: Ajuste.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos
de Física. v. 1. 8. ed. Rio de Janeiro, RJ publicação:
Livros Técnicos e Científicos, 2011.

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OSTE DO PARANA.


Apostila de lab. Física 2014, professora Elizete.