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ELETRÔNICA DIGITAL,

AUTOMAÇÃO E CONTROLE
• ELETRÔNICA DIGITAL
É a área da eletrônica que utiliza sinais e circuitos digitais
na sua construção para desenvolver seu trabalho.

• SINAL ANALÓGICO
Um sinal é considerado analógico quando este pode
assumir vários valores de amplitude ao longo do tempo.
Um exemplo de sinal analógico é o som e seu controle.
Sons são irradiações de frequências em várias amplitudes
e seu controle pode ser feito de um nível baixo e subindo
progressivamente até chegar ao nível máximo.
Outro exemplo de sinal analógico é a corrente alternada.
Seu sinal, geralmente, é desenvolvido obedecendo a uma
função senoidal e tem sua amplitude (nível) de tensão
indo do zero até um nível máximo de tensão.
• SINAL DIGITAL

Um sinal é considerado digital quando este assume


apenas dois valores de amplitude ao longo do tempo. Em
outras palavras, um sinal é digital quando este pode estar
no nível mínimo ou nível máximo de amplitude, não
sendo possível um valor intermediário.

• Ao nível mínimo de sinal chamamos de Nível Baixo.


Ainda outras denominações como Nível Zero (0) ou
Falso.

• Ao nível máximo de sinal chamamos de Nível Alto.


Ainda outras denominações como Nível Um (1) ou
Verdadeiro.
• CIRCUITO ANALÓGICO

É um circuito que utiliza um sinal analógico como


circuito de som, rede elétrica, circuito de imagem.

• CIRCUITO DIGITAL

É um circuito que utiliza um sinal digital como


circuito de uma lâmpada (a lâmpada pode estar
ligada ou desligada), computadores, entre outros.
• SISTEMA DE NUMERAÇÃO

É um sistema que define como a base numérica é


formada. Uma base numérica é baseada na quantidade
de algarismo que é utilizado para forma qualquer
número. As bases numéricas mais utilizadas são:

• BASE DECIMAL:

A que mais utilizamos no dia a dia. Utiliza dez (10)


algarismos para formar qualquer número.
Algarismos Utilizados: (0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9)
Exemplo de números: 95, 423, 5912.
• BASE BINÁRIA (BASE DOIS)

A mais utilizada em sistemas digitais. Utiliza dois (2)


algarismos para formar qualquer número.

Algarismos Utilizados: (0, 1)


Exemplo de Números: 10, 1101, 101.

Ainda existem vários outras bases numéricas, como Octal


e Hexadecimal, mas as mais utilizadas em nossas aulas
são as explicadas acima. O aluno poderá fazer uma
pesquisa sobre outras bases numéricas para aprofundar
seu conhecimento.
CONVERSÕES DE BASE NUMÉRICA
Existem métodos para converter um número de uma base
numérica para outro. Abaixo disponibilizamos um tabela com
alguns números em decimal e seu correspondente em binário.

Assim no exemplo:
O número 27
decimal é escrito
como 11011 (lê-se:
um, um, zero, um)
em binário. O
número 3 decimal
como 11 (lê-se: um,
um) em binário.
• DADOS

Dados em automação são os elementos de partida que


servem de base para o tratamento e sobre os quais o um
sistema efetua as operações necessárias à tarefa em
questão. Os dados são uma representação dos fatos,
conceitos ou instruções de uma maneira normalizada que
se adapte à comunicação, interpretação e processamento
pelo ser humano ou através de máquinas automáticas. Os
dados são representados por símbolos como, por
exemplo, as letras do alfabeto: a, b, c, mas não são, em si,
a informação desejada.

• Exemplo:

R V O E D E C N - são dados, mas não é informação


perceptível ao homem.
A informação não é mais do que dados organizados
e ordenados de forma útil. Isto é, informação é o
conhecimento produzido como resultado do
processamento de dados. Se processarmos os dados
que tínhamos anteriormente então obtemos a
informação:

R V O E D E C N - Dados

Processamento

VENCEDOR – Informação
• UNIDADE DE MEDIDA DE DADOS

Os Dados são utilizados em automação em forma de números


binários (chamados também de palavras binárias). Para
formarmos um dado em sistema de automação é necessária a
utilização de um conjunto de nível digital (alto ou baixo)
chamado de Nível Lógico. Quando temos um nível lógico
temos um BIT. O bit é a menor parcela de um dado. Mas para
o dado ser formado são necessários pelo menos 8 bits. Esse
conjunto de 8 bits é denominado BYTE. Dessa forma os dados
são armazenados e processados em Bytes.

O BYTE é a unidade de medida de Dados.


Assim:
1 – um bit (com nível alto)
0 – um bit (com nível baixo)
10011101 - um Byte
• FUNÇÕES E PORTAS LÓGICAS

Em 1854, o matemático inglês George Boole (1815-1864)


apresentou um sistema matemático de análise lógica
conhecida como Álgebra de Boole. Apenas em meados da
década de 30 é que a teoria da álgebra de Boole foi utilizada
para resolver problemas de circuitos de telefonia com relés.
Foi o início da eletrônica digital.

Este ramo da eletrônica utiliza como elementos básicos


circuitos padronizados chamados de portas lógicas. Através
da utilização conveniente destas portas, podemos
implementar todas as expressões geradas pela álgebra de
Boole. As expressões booleanas utilizam variáveis, que podem
assumir apenas os valores binários, chamadas de variáveis
lógicas, representando elementos antagônicos, como:
verdadeiro (1) e falso (0), sim (1) e não (0), passa (1) e não
passa (0), alto (1) e baixo (0), etc.
• Função AND (E)

A função é definida pela tabela dada abaixo:

Representação esquemática AND e sua tabela


verdade
Representação esquemática AND, podemos perceber que a
lâmpada só irá acender se a chave A e a chave B estiverem
ligadas (Nível Alto (1)) ao mesmo tempo, ou seja, (A e B). A
tabela ao lado, chamada de tabela verdade, mostra que a
saída da função S é igual a 1, só quando as entradas são 1 ao
mesmo tempo (ambas ligadas). A representação da função é:

S = A . B (lida como: S é igual a A e B)

A Função Lógica é uma representação matemática que tem a


letra S representando a saída e letras representando as
entradas. Uma porta lógica poderá ter uma ou várias entradas
e são representadas pelas letras A, B, C, e assim por diante. Os
símbolos matemáticos de multiplicação ponto (.) representa a
função (E) e se lê (ê). O símbolo matemático de adição +
(mais) representa a função (OU) e se lê (ou).
Em termos de circuito, representa-se a função AND pelo símbolo
da porta lógica, como mostra a figura abaixo. Esse símbolo
representa uma porta lógica digital que é um componente
eletrônico que vem em um circuito integrado (chip).

Pode-se estender o conceito da tabela da verdade acima para


qualquer quantidade de variáveis de entrada, ou seja, podemos
ter um circuito com várias chaves A, B, C, D e ainda outras.

Nota-se que a tabela verdade mostra todas as possíveis


combinações de valores para as variáveis de entrada e seus
respectivos valores de saída. O número de soluções possíveis é
igual a 2N, onde N é o número de variáveis de entrada. No
exemplo: N=3, 23=8 possibilidades.
• FUNÇÃO OR (OU)
A função OR é caracterizada pelo fato de sua saída
ser zero somente quando todas as entradas forem,
também, zero. Vê-se abaixo, a tabela verdade desta
função:

Representação esquemática OR e sua tabela verdade


Representação esquemática OR, podemos perceber que a
lâmpada irá acender se a chave A ou a chave B estiver
ligada (Nível Alto (1)) ou de uma chave ou de outra, ou
seja, (A OU B). A tabela verdade mostra que a saída da
função S é igual a 1, quando uma das entradas estão em
nível 1 (uma das duas ligada). A representação da função
é:
S = A + B (lida como: S é igual a A ou B)

O símbolo da porta lógica OU é visto a seguir:


• FUNÇÃO NOT (NÃO)

A função NOT é aquela que inverte ou complementa o


valor de uma variável lógica, ou seja, se a variável estiver
em 0, a saída vai para 1 e vice-versa. A tabela verdade
exemplifica este fato:

Representação esquemática NOT e sua tabela verdade


Representação esquemática NOT, podemos perceber que
a lâmpada só acender se a chave A estiver desligada
(Nível Baixo (o)). A tabela verdade mostra que a saída da
função S é igual a 1, quando a entrada A estiver em nível
0 (uma inversão da entrada). A representação da função
é:
ou S = A’ (lida como: S é igual a A barrado ou negado)

O símbolo da porta lógica é mostrado abaixo:


• FUNÇÃO NAND (NÃO E)
Esta função é a junção das funções NOT e AND, de forma
que a tabela da verdade fica como:

Representação esquemática NAND e sua tabela verdade


Representação esquemática NAND, podemos perceber
que a lâmpada irá apagar se a chave A e a chave B
estiverem ligadas (Nível Alto (1)) (Não A e B). A tabela
verdade mostra que a saída da função S é igual a 0,
quando as duas entradas estão em nível 1 (as duas
ligadas). A representação da função é:

O símbolo da porta lógica NAND é visto a seguir:


• FUNÇÃO NOR (NÃO OU)

Esta função é a junção das funções NOT e NOR, de forma


que a tabela da verdade fica como:

Representação esquemática NOR e sua tabela verdade


Representação esquemática NOR, podemos perceber que
a lâmpada irá acender somente se a chave A ou a chave B
estiverem desligadas (Nível Baixo (0)), ou seja, (Não A ou
Não B). A tabela verdade mostra que a saída da função S
é igual a 1, quando as duas entradas estão em nível 0 (as
duas desligada). A representação da função é:

O símbolo da porta lógica NOR é visto a seguir:


• BLOCO LÓGICO XOR (OU EXCLUSIVO)

Esta função é chamada de ou exclusivo, a tabela da


verdade fica como:

Representação esquemática XOR e sua tabela verdade


Representação esquemática XOR, podemos perceber que
a lâmpada irá acender somente se a chave A ou a chave B
estiverem diferentes entre si. A tabela verdade mostra
que a saída da função S é igual a 1, quando as duas
entradas estão diferentes entre si. A representação da
função é:

O símbolo da porta lógica XOR é visto a seguir:


• BLOCO LÓGICO XNOR (COINCIDÊNCIA)
Esta função é chamada de coincidência, a tabela da
verdade fica como:

Representação esquemática XNOR e sua tabela verdade


Representação esquemática XNOR, podemos perceber
que a lâmpada irá acender somente se a chave A ou a
chave B estiverem iguais entre si. A tabela verdade
mostra que a saída da função S é igual a 1, quando as
duas entradas estão iguais entre si. A representação da
função é:

O símbolo da porta lógica XOR é visto a seguir:


• CIRCUITOS LÓGICOS
É um circuito eletrônico desenvolvido por portas lógicas.
A junção de portas lógicas em circuitos integrados digitais
formam os circuitos lógicos. Abaixo um exemplo de
circuito lógico:
• EXPRESSÕES BOOLEANAS OBTIDAS DE
CIRCUITOS LÓGICOS
Todo circuito lógico executa uma expressão booleana, e
por mais complexo que seja, é formado pela interligação
das portas lógicas básicas. Podemos obter uma expressão
que é executada por um circuito lógico qualquer.
Considere o circuito abaixo, podemos observar que as
saídas das primeiras portas, da esquerda para direita,
servem de entrada para as portas subsequentes,
tornando as expressões de saída maiores.

Neste caso a Expressão Booleana é a seguinte:


S = (A . B) + C
A Tabela Verdade do circuito abaixo é a seguinte:

Nota-se pela expressão booleana e pela tabela verdade, que o circuito


terá saída em nível alto (1) quando as entradas A e B estiverem ambas
em nível alto, ou se a entrada C estiver em nível alto. Podemos
observar que se somente a entrada C estiver em nível alto a saída
estará também em nível alto. Se a entrada C estiver em nível baixo,
será necessário que as entradas A e B estejam ao mesmo tempo em
nível alto para que a saída esteja em nível alto.
• CONCEITO DE AUTOMAÇÃO E CONTROLE
Automação é um sistema de equipamentos eletrônicos
e/ou mecânicos que controlam seu próprio
funcionamento, quase sem a intervenção do homem.
Automação é diferente de mecanização. A mecanização
consiste simplesmente no uso de máquinas para realizar
um trabalho, substituindo assim o esforço físico do
homem. Já a automação possibilita fazer um trabalho por
meio de máquinas controladas automaticamente,
capazes de se regularem sozinhas.

• MECANIZAÇÃO
Um guindaste pode suspender um peso muito maior do
que um homem consegue, mas para isso tem que ter o
controle do ser humano em todo o processo, pois o
guindaste não consegue se autocontrolar.
• AUTOMAÇÃO
Uma máquina de lavar consegue lavar a roupa, enxaguar
e secar a mesma sem a interferência do homem,
bastando o ser humano fazer os controles iniciais
necessários para o processo começar e ir até o fim sem a
interferência do homem a partir deste ponto inicial.

• A NECESSIDADE DE AUTOMAÇÃO
Depois da industrialização dos bens de consumo a
indústria teve a necessidade de aumentar a produção e
de ter produtos com melhor acabamento e deforma mais
rápida. Nasce dai a automação que é a ciência que estuda
e implementa controle automático em processos
produtivos. Com a automação os processos são mais
rápidos e de melhor qualidade final e ainda sem a
necessidade da presença do homem (que tem a
possibilidade de cometer erros) em todo o processo.
• AUTOMAÇÃO E CONTROLE
Os sistemas automatizados podem ser aplicados a uma
simples máquina ou em toda indústria, como é o caso das
indústrias petroquímicas. A diferença está no número de
elementos monitoras e controlados. Estes podem ser simples
válvulas ou servomotores, cuja eletrônica de controle é bem
complexa. De uma forma geral o processo de controle tem o
diagrama semelhante ao mostrado abaixo:

Podemos notar um conjunto de elementos básicos para o


processo: Sensor, Atuador, Controle. Dessa forma o processo
só poderá ser automatizado se estes componentes básicos
estiverem devidamente conectados. Outros elementos
poderão estar presentes.
• COMPONENTES BÁSICOS DE AUTOMAÇÃO

São componentes que são indispensáveis no processo de


automação e em sistemas automáticos. Falaremos aqui
de alguns componentes essenciais tendo em mente de
que são muitos os componentes e que a cada dia novos
componentes surgem, pois a automação é uma ciência
diretamente ligada a tecnologia e evolui com esta.

Os componentes básicos são: Chaves, Sensores,


Atuadores e Controle.
Ao lado
apresentamos
uma lista de
símbolos
elétricos de
componentes
que são
utilizados em
esquemas de
sistemas de
automação.
Sensores Eletrônicos
Sensores Eletrônicos
Sensores são dispositivos eletro eletrônicos utilizados para
monitorar processos em sistemas de automação industrial.
O sensor percebe uma determinada grandeza física/química e a
transmite para um indicador ou um controlador. Assim os
sensores são dispositivos capazes de monitorar a variação de
uma grandeza física e transmitir esta informação a um sistema
em que a indicação seja inteligível para nós ou para o elemento
de controle do sistema.
Tipos de Sensores Eletrônicos
Sensores de Contacto
São sensores que precisão ter um contato físico com o
sistema ou peça para fazer a detecção. Um interruptor de
limite simples (final de curso) é um exemplo.

Sensores sem contacto


São sensores que não necessitam ter um contato físico com o
sistema ou peça para fazer a detecção, podem detectar uma
peça sem tocar nela fisicamente.
Tipos de Sensores Eletrônicos
Sensores Digitais
Um sensor digital tem dois estados: ligado ou desligado. São
usados quando a aplicação envolve monitorar a
presença/ausência de peças ou sinal de um procedimento.

Sensores Analógicos
Um sensor analógico é capaz de monitorar sinais com vários
valores entre um mínimo e um máximo. São utilizados
quando a aplicação envolve monitorar sinais com mais de
dois estados.
Tipos de Sensores Eletrônicos

Sensores Óticos

São sensores que utilizam a luz para detectar um sinal ou


objeto. Existem vários tipos de sensores óticos:
Sensores Óticos de Reflexão
Sensores Óticos de Reflexão
Tipos de Sensores Eletrônicos

Sensores Óticos de Reflexão

É constituído de um emissor e um receptor que são


encapsulados na mesma peça. O emissor emite a luz, que
incide no produto a ser detectado. A luz refletida retorna ao
receptor onde é detectada.
Sensores Óticos de Retro-Reflexão
Sensores Óticos de Retro-Reflexão
Tipos de Sensores Eletrônicos
Sensores Óticos de Retro-Reflexão

É constituído de um emissor e um receptor que são


encapsulados na mesma peça. O emissor emite a luz, que
incide em um refletor. A luz refletida retorna ao receptor
onde é detectada.
Sensores Óticos de Ruptura de Feixe
Tipos de Sensores Eletrônicos
Sensores Óticos de Ruptura de Feixe

Nesta configuração o emissor e o receptor são empacotados


separadamente. O emissor emite a luz através de um espaço
e o receptor detecta a luz do outro lado. Se o produto passar
entre o emissor e o receptor, a luz para de bater no receptor,
dizendo ao sensor que um produto está interrompendo o
feixe.
Sensores Óticos de Feixe Convergente
Tipos de Sensores Eletrônicos

Sensores Óticos de Feixe Convergente

É um tipo especial de sensor reflexivo. Emite-se a luz a um


ponto focal específico. A luz deve ser refletida do ponto focal
a ser detectado pelo receptor do sensor.
Sensores Óticos Marca de Cor
Tipos de Sensores Eletrônicos
Sensores Óticos Marca de Cor

É um tipo especial de sensor ótico reflexivo difuso que pode


diferenciar cores; alguns podem mesmo detectar o contraste
entre cores.
Sensores Sônicos
Tipos de Sensores Eletrônicos

Sensores Sônicos

São sensores que utilizam o som (geralmente ultra-som) para


detectar um sinal ou objeto. O princípio de funcionamento
baseia-se na emissão e recepção de sinais sonoros ou ultra-
sônicos. São muito utilizados para detectar objetos
transparentes onde a luz não é refletida.
Tipos de Sensores Eletrônicos

Sensores de Campo

Os sensores de campo detectam objetos produzindo um


campo eletromagnético. Se o campo for interrompido por um
objeto, o sensor é ligado. Os dois tipos mais comuns de
sensores de campo, capacitivo e indutivo, funcionam
essencialmente na mesma maneira. Cada um tem um gerador
de campo e um sensor para detectar quando o campo sofre
uma interferência.
Sensores Indutivos
Sensores Indutivos
Tipos de Sensores Eletrônicos

Sensores de Campo Indutivo

Usados para detectar objetos metálicos, o sensor indutivo


trabalha pelo princípio da indução eletromagnética. Quando
um objeto entre no campo, pequenas correntes são induzidas
na superfície do objeto. Por causa da interferência com o
campo magnético, energia é extraída do sensor.
Sensores Magnéticos
Tipos de Sensores Eletrônicos

Sensores de Proximidade Magnética

Sensores magnéticos, são sensores acionados a partir de um


campo magnético geralmente proveniente de um imã
permanente ou de uma bobina. Eles funcionam basicamente
como uma chave liga/desliga que é acionada por atração
magnética.
Tipos de Sensores Eletrônicos

Sensores de Proximidade Magnética

O sensor magnético mais comum e conhecido é o reed-


switches que é formado por um bulbo de vidro no interior do
qual existem lâminas flexíveis feitas de materiais que podem
sofrer a ação de campos magnéticos.
Sensores Magnéticos
reed-switches
Tipos de Sensores Eletrônicos

Sensores de Temperatura

São Sensores capazes de detectar a mudança de temperatura.


Podem detectar alterações de temperatura para menos ou
para mais.
Utilização de Sensores Eletrônicos

Algumas aplicações de sensores eletrônicos


industriais.
Utilização de Sensores Eletrônicos
Sensores Ótico
Sensor ótico usado em uma aplicação de
tamponagem de frascos.
Utilização de Sensores Eletrônicos
Sensores Marca de Cor
Uma aplicação que usa sensores de marcas
coloridas para classificação de embalagens
Utilização de Sensores Eletrônicos
Sensores ultra-sônicos
O sensor ultra-sônico realiza então o
exame de leitura e a altura da peça.
Utilização de Sensores Eletrônicos
Sensores Indutivos
Sensor indutivo que está sendo usado
para verificar o uso correto de parafusos.
Utilização de Sensores Eletrônicos
Sensores de Temperatura
Medição de temperatura de líquidos