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perdendo com a pirataria.

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O Autor

Albert Eije é bacharel em Sistemas de Informação e


especialista em Engenharia de Software. Trabalha com
desenvolvimento de software há mais de 20 anos. Possui
larga experiência no desenvolvimento dos mais diversos tipos
de sistemas. Trabalhou na tecnologia do Banco do Nordeste e
também no Complexo Tecnológico do Banco do Brasil em
Brasília.

Atualmente faz parte da Equipe T2Ti formando


profissionais para o mercado e desenvolvendo sistemas para
vários ramos de atuação.

Você pode entrar em contato com o autor através do


Formulário de Contato disponível no site AlbertEije.COM.

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Apresentação

Esse livro foi desenvolvido com o objetivo de ajudar o


leitor a compreender tudo o que está envolvido na emissão
da Escrituração Fiscal Digital, também conhecido como Sped
Fiscal.

O livro está estruturado da seguinte forma:

 Introdução - Explicações introdutórias sobre a


Escrituração Fiscal.
 Noções de Tributação - Serão passadas as noções
básicas sobre tributação para que o leitor tenha uma
base para compreender a escrituração fiscal.
Abordaremos legislação tributária, sistema tributário
nacional, hierarquia das leis, notas fiscais e aspectos
importantes sobre ICMS, IPI, ISS, PIS e COFINS.
 Livros Fiscais - Nesse capítulo conheceremos os livros
fiscais de acordo com a legislação.
 Sped - Retrospectiva e Histórico do Projeto.
 Sped – Sistema Público de Escrituração Digital -
Apresentação do Sped - Sistema Público de
Escrituração Digital.
 Sped Fiscal - Apresentação do projeto Sped Fiscal.
 Escrituração Fiscal Digital - EFD - Nesse capítulo
compreenderemos tudo o que está envolvido na EFD.
 EFD - Blocos - Nesse capítulo veremos quais blocos
estão sendo gerados no protótipo e de onde estão
vindos as informações para geração dos mesmos.
 Protótipo - Apresentação do protótipo desenvolvido
para o livro.

O código fonte do protótipo deve ser solicitado ao autor


por e-mail.

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Introdução

Escrituração é o termo empregado pela legislação para


expressar o ato de se efetuarem os lançamentos em contas
— geralmente para fins contábeis — posteriormente
compilados em livros e fichas. São conhecidos dois tipos de
escrituração:

 Escrituração Mercantil ou Comercial - é também


chamada de Escrituração Contábil. Com o surgimento
do Sped, passou a ser conhecida como ECD -
Escrituração Contábil Digital.
 Escrituração Tributária ou Fiscal - é também chamada
de Escrituração Fiscal. Com o surgimento do Sped,
passou a ser conhecida como EFD - Escrituração Fiscal
Digital.

As empresas deverão manter escrituração fiscal segundo


as atividades por elas exploradas (comércio, indústria,
prestação de serviços) e o regime de tributação a que estão
submetidas pela legislação fiscal.

Para atender às exigências de escrituração estabelecidas


pela legislação do Imposto de Renda e do ICMS/IPI/ISS,
especialmente no que tange à apuração periódica dos citados
tributos, os contribuintes devem manter diversos modelos de
livros fiscais previstos nas mencionadas legislações.

Pelo menos era assim até o surgimento do Sped, onde


os livros foram substituídos por arquivos digitais. Nos
capítulos seguintes compreenderemos os aspectos envolvidos
na Escrituração Fiscal.

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Noções de Tributação

O objetivo desse capítulo é fornecer uma base sobre a


tributação brasileira para que o leitor compreenda como
realizar a escrituração fiscal.

Legislação Tributária

O Direito Tributário é o ramo do direito público que


compreende um conjunto de normas que estabelecem as
relações jurídicas, direitos e deveres entre os Contribuintes e
o Estado. Regula o sistema tributário e disciplina o
lançamento, a arrecadação e a fiscalização do tributo.

Podemos ainda dizer que Direito Tributário é a disciplina


da relação entre o Tesouro Público e o contribuinte,
resultante da imposição, arrecadação e fiscalização dos
tributos.

A vida social é disciplinada pelo Estado (Poder Público)


que nos impõe condutas através de mandamentos, normas
ou regras, enfim, preceitos jurídicos que recebem o nome de
lei.

Nesse sentido, as disposições legislativas pertinentes ao


direito tributário, também são embasadas em leis, que
organizacionalmente obedecem à seguinte hierarquia:

 Constituição Federal: é a fonte soberana da lei que se


sobrepõe às demais leis, sendo que estas devem
harmonizar-se, sob pena de perderem a eficácia por
inconstitucionalidade.
 Emendas à Constituição: são os atos que visam alterar
a própria Constituição Federal, suprimindo ou alterando

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seu texto original.
 Leis Complementares à Constituição: são leis que
complementam a Constituição Federal, disciplinando
detalhes que seriam pequenos para constarem na
Constituição Federal, e grandes demais para serem
lançados em uma Lei Ordinária.
 Leis Ordinárias: são as leis que, efetivamente,
instituem ou criam, aumentam, reduzem, extinguem os
tributos, baseados no princípio da legalidade,
determinando sua natureza ou fato gerador e todos os
demais aspectos formais.
 Leis Delegadas: são aquelas elaboradas pelo Presidente
da República, por delegação do Congresso Nacional,
dentro de certos limites.
 Medidas Provisórias: são normas instituídas pelo
Presidente da República (em caso de urgência ou
relevância), com força de lei, que são submetidas ao
Congresso Nacional para a sua aprovação ou não, no
prazo de trinta dias. Se aprovadas, são convertidas em
leis (ordinárias) imediatamente, caso contrário perdem
a eficácia desde a data de sua publicação.
 Decretos Legislativos: são atos essencialmente
administrativos, sobre assuntos de gestão interna,
mesmo quando produzam efeitos ao público externo.
Sendo assim, o Senado Federal e a Câmara dos
Deputados editam Decretos Legislativos, com o
objetivo de disciplinar suas próprias atividades.
E também é pelo Decreto Legislativo que são
introduzidos os Tratados e Convenções Internacionais
no sistema normativo.
 Resoluções: são atos privativos do Senado Federal, da
Câmara dos Deputados ou do Congresso Nacional, não
necessitando de sanção presidencial.

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Sistema Tributário Nacional

O Sistema Tributário Nacional é a totalidade dos tributos


arrecadados no país e todo o conjunto de regras jurídicas
que ampliam o exercício do poder impositivo, pelos seus
diversos órgãos aos quais a Constituição atribui competência.

Tributo: é toda prestação pecuniária compulsória, em


moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não
constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada
mediante atividade administrativa plenamente vinculada
(artigo 3º do CTN - Código Tributário Nacional).

O artigo 145 da Constituição Federal dispõe que a União,


os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão
instituir os seguintes tributos:

 Impostos: tributo cuja obrigação tem por fato gerador


uma situação independente de qualquer atividade
estatal específica, relativa ao contribuinte. Servem para
atender as necessidades gerais da Coletividade. O
benefício não é individual, e sim para a toda a
comunidade. Exemplos: ICMS, IPI, II, IE, IPVA.
 Taxas: tem como fato gerador o exercício regular do
poder de polícia ou a utilização efetiva ou potencial de
serviço público específico e divisível (coleta de lixo,
licenciamento de veículos, taxa de inspeção sanitária,
etc), prestado ao contribuinte ou posto a sua
disposição.
 Contribuições: Que objetivam a regulamentação da
economia, os interesses de categorias profissionais e o
custeio da seguridade social e educacional.

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Classificação dos Tributos

Os Tributos estão classificados em Diretos e Indiretos.

 Diretos: são aqueles em que o valor econômico da


obrigação tributária é suportado exclusivamente pelo
contribuinte sem que o ônus seja repassado para
terceiros. Os impostos diretos incidem sobre o
patrimônio e a renda, e são considerados tributos de
responsabilidade pessoal. Exemplos: IRPF, IRPJ, IPTU,
ITR, IPVA etc.
 Indiretos: são aqueles em que a carga financeira
decorrente da obrigação tributária é transferida para
terceiros ficando sujeito passivo obrigado a recolher o
respectivo valor, mas o ônus fica transferido para
outrem. Os impostos indiretos são aqueles que incidem
sobre a produção e a circulação de bens e serviços e
são repassados para o preço, pelo produtor, vendedor
ou prestador de serviço. Exemplos: IPI, ICMS, ISS,
COFINS etc.

Princípios Tributários

As limitações ao poder de tributar estão previstas nos


artigos 150 e 151 da Constituição Federal. Seguem alguns
desses princípios:

 Princípio da Legalidade: é proibido exigir ou aumentar


tributo sem que a lei estabeleça (art. 150).
 Princípio da Irretroatividade: elimina a exigibilidade do
tributo no curso do exercício financeiro, portanto, não é
permitido cobrar tributo no mesmo exercício financeiro
em que tenha sido publicada a lei que os instituiu ou
aumentou (art. 150, III, letra b).
 Princípio da Isonomia: tratamento igual a todos os

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contribuintes.
 Princípio da Proibição de Confisco: vedada a
apropriação de bens do contribuinte (art. 150, IV).
 Princípio da Imunidade: vedação para instituir impostos
de patrimônio e de renda entre os poderes tributantes.

Temos, no entanto, algumas exceções, visto que é


permitido instituir ou aumentar os seguintes impostos dentro
do próprio exercício financeiro:

 Imposto de Importação - II;


 Imposto Sobre Produtos Industrializados - IPI;
 Imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro,
ou relativas a títulos ou valores mobiliários.

Pode ser instituído mediante lei complementar:

 Empréstimo compulsório para atender despesas


extraordinárias, decorrentes de calamidade pública, de
guerra externa ou sua eminência;
 Impostos extraordinários criados na iminência de
guerra externa, compreendidos ou não em sua
competência tributária.

Obrigação Tributária

A obrigação tributária é uma relação de direito público,


prevista em lei, que descreve o fato pelo qual o fisco pode
exigir do contribuinte uma prestação. Podemos classificar a
obrigação tributária em Principal e Acessória.

 Obrigação Principal: tem por objetivo entregar


determinado montante em dinheiro aos cofres públicos.
A prestação à qual se obriga o sujeito passivo é de
natureza patrimonial e decorre necessariamente de lei

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(art. 113, § 1º, CTN). Surge com a ocorrência do fato
gerador, tem por objeto o pagamento de tributo ou
penalidade pecuniária e extingue-se junto ao crédito
dela decorrente.
 Obrigação Acessória: tem por objeto deveres formais
que propiciam ao poder público o fiel cumprimento da
prestação tributária e sua consequente fiscalização.
Exemplo: entrega de declarações eletrônicas, emissão
de notas fiscais, elaboração de livros fiscais. A
obrigação acessória é uma obrigação de "fazer" ou "não
fazer". Por exemplo: emitir uma nota fiscal (fazer). Não
receber a mercadoria desacompanhada da
documentação legalmente exigida (não fazer). Decorre
da legislação tributária e tem por objeto as prestações,
positivas ou negativas, nela prevista, no interesse da
arrecadação ou da fiscalização de tributos.

A seguir listamos os Elementos da Obrigação Tributária:

 A Lei: cria a situação de ocorrer incidência tributária


sobre o ato, fato ou negócio jurídico.
 O Fato Gerador: é a situação definida em lei. Motivo da
Incidência do Tributo.
 O Sujeito Ativo: é o Poder Tributante (Governo).
 O Sujeito Passivo: é o Contribuinte, aquele que
realmente paga o tributo.
 O Objeto: é o pagamento do tributo ou a penalidade
pecuniária.

O ato mais importante da Legislação Tributária é a sua


publicação, pois só assim ela entra em vigor. A lei só pode
entrar em vigor na data determinada, prazo determinado ou
na data da sua publicação. Uma lei não retroage, pois ela só
atinge os atos dali para frente.

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Competência Tributária

Os tributos podem ter competência Federal, Estadual ou


Municipal. Vejamos alguns tributos e suas respectivas
competências.

Competência Federal

IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados.


PIS/PASEP – Programas de Integração Social e de
Formação do Patrimônio do Servidor Público.
COFINS – Contribuição para o Financiamento da
Seguridade Social.
Cide Combustíveis - Contribuição de Intervenção no
Domínio Econômico incidente sobre a importação e a
comercialização de gasolina e suas correntes, diesel e suas
correntes, querosene de aviação e outros querosenes, óleos
combustíveis (fuel-oil), gás liquefeito de petróleo (GLP),
inclusive o derivado de gás natural e de nafta, e álcool etílico
combustível.
IR - Imposto de Renda.
II - Imposto sobre Importação.
IOF - Imposto sobre Operações Financeiras.
ITR - Imposto Territorial Rural.
INSS - Instituto Nacional do Seguro Social, relativo às
Contribuições Previdenciárias.
CSLL - Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.

Competência Estadual

ICMS – Imposto sobre Operações Relativas à Circulação


de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte
Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação.
IPVA - Imposto sobre a Propriedade de Veículos
Automotores.
ITCMD - Imposto sobre Transmissão "Causa Mortis" e

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Doação de Quaisquer Bens ou Direitos.

Competência Municipal

ISSQN – Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza.

Observação: O Distrito Federal, de acordo com a


constituição Federal, possui a competência tributária para
instituir todos os tributos de competência dos estados e
municípios.

Enquadramento dos Contribuintes

Os contribuintes são enquadrados de acordo com as


regras abaixo.

Lucro Presumido

O Lucro Presumido é uma forma de recolhimento


tributário que o sujeito passivo poderá escolher de acordo
com as seguintes regras:

 A pessoa jurídica cuja receita bruta total, no ano-


calendário seja igual ou inferior a R$ 48.000.000,00.
(Artigo 13 Lei 9.718/98 com nova Redação dada pela
Lei 10.637/02).
 Que não estejam obrigadas à tributação pelo lucro real
em função da atividade exercida ou da sua constituição
societária ou natureza jurídica.

A opção pelo Lucro Presumido se dá mediante o


pagamento da DARF, código Lucro Presumido, sendo que
durante o ano-calendário não pode alterar a opção para o

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Lucro Real.

Assim, mesmo que a empresa tenha prejuízo na sua


atividade deve pagar o IRPJ e a CSSL nos quatro trimestres
do ano em que optou pelo presumido. (Artigo 13 da Lei
9.718/98).

As pessoas jurídicas que tenham iniciado suas atividades


ou que resultarem de incorporação, fusão ou cisão, ocorrida
a partir do segundo trimestre do ano-calendário, poderão
manifestar a sua opção por meio do pagamento da primeira
ou única quota relativa ao trimestre de apuração
correspondente ao início de atividade (RIR/1999, art. 517).

Lucro Real

É a forma de recolhimento tributário destinado à pessoa


jurídica que aufira no ano-calendário, receita bruta total
superior ao limite de R$ 48.000.000,00 ou a R$
4.000.000,00 multiplicado pelo número de meses de
atividade do ano-calendário anterior, quando inferior a 12
meses (limite fixado pela Lei 10.637/2002).

Porém, são também obrigados a esse regime:

 Bancos comerciais, bancos de investimentos, bancos de


desenvolvimento, caixas econômicas, sociedades de
crédito, financiamento e investimento, sociedades de
crédito imobiliário, sociedades corretoras de títulos,
valores mobiliários e câmbio, distribuidora de títulos e
valores mobiliários, empresas de arrendamento
mercantil, cooperativas de crédito, empresas de
seguros privados e de capitalização e entidades de
previdência privada aberta.
 Empresas que tiverem lucros, rendimentos ou ganhos

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de capital oriundos do exterior.
 Empresas que usufruíram de benefícios fiscais relativos
à isenção ou redução de impostos, autorizadas pela
legislação tributária.
 Empresas que efetuaram pagamento mensal do
imposto de renda pelo regime de estimativa.
 Contribuintes que prestaram serviços de assessoria
creditícia, gestão de créditos, mercadológica e
enquadra-se como factoring.

Observação: As pessoas jurídicas, mesmo se não


obrigadas nos termos acima, poderão por opção apurar seus
resultados tributáveis com base no Lucro Real.

Lucro Arbitrado

De acordo com a Receita Federal do Brasil o


arbitramento de lucro é uma forma de apuração da base de
cálculo do imposto de renda utilizada pela autoridade
tributária ou pelo contribuinte.

É aplicável pela autoridade tributária quando a pessoa


jurídica deixar de cumprir as obrigações acessórias relativas
à determinação do lucro real ou presumido, conforme o caso.

Quando conhecida a receita bruta, e, desde que ocorrida


qualquer das hipóteses de arbitramento previstas na
legislação fiscal, o contribuinte poderá efetuar o pagamento
do imposto de renda correspondente com base nas regras do
lucro arbitrado.

Simples Nacional

Somente a pessoa jurídica que se enquadrar no conceito

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de ME ou de EPP previsto na Lei complementar nº 123/06 é
que poderá optar pelo Simples Nacional.

No caso das MEs, o empresário, a pessoa jurídica, ou a


ela equiparada que aufira, em cada ano-calendário, receita
bruta igual ou inferior a R$ 360.000,00.

No caso das EPPs, o empresário, a pessoa jurídica, ou a


ela equiparada que aufira, em cada ano-calendário, receita
bruta superior a R$ 360.000,00 e igual ou inferior a R$
3.600.000,00.

A ME que no ano-calendário, exceder 360.000,00 de


receita bruta anual passa, no ano-calendário seguinte,
automaticamente, à condição de EPP.

A EPP que no ano-calendário, não ultrapassar


360.000,00 de receita bruta anual passa, no ano-calendário
seguinte, automaticamente, à condição de ME.

O ingresso da ME e da EPP no Simples Nacional se dá


por um dos seguintes modos:

 Por opção: ocorre quando a própria pessoa jurídica


formaliza a sua opção no Portal do Simples Nacional.
 Inclusão administrativa: é ato praticado pela
administração tributária e se dá quando a pessoa
jurídica formaliza a sua opção e ela é indeferida. Não
concordando com o indeferimento da opção, a pessoa
jurídica ingressa com processo administrativo no órgão
de administração tributária federal.
 Inclusão judicial: praticada pela administração em
decorrência de um mandado judicial.

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Características de Alguns Tributos

ICMS

Imposto sobre operações relativas à circulação de


mercadorias e sobre a prestação de serviços de transportes
interestadual e intermunicipal e de comunicação.

Base constitucional: Artigo 155, Inciso I, letra “b” da


Constituição Federal. Cada UF tem sua legislação própria
referente ao ICMS.

Definições

 Contribuinte: é qualquer pessoa física ou jurídica que


realize operações relativas a circulação de mercadorias
ou preste serviço de transporte intermunicipal e
interestadual e comunicação.
 Fato Gerador: na saída da mercadoria do
estabelecimento contribuinte ou no início da prestação
de serviço de transporte interestadual e intermunicipal
e de comunicação.
 Base de cálculo: é o valor que serve de base para
calcular o imposto e que multiplicado pala alíquota,
resultará no valor do imposto. para estabelecimento de
comercialização e industrialização integra a base de
cálculo o valor dos produtos, mais as despesas
acessórias (frete e seguro) menos descontos
incondicionais. Quando se destinar a uso e/ou consumo
próprio ou ativo imobilizado do destinatário o IPI
integra a base de cálculo do ICMS.

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Princípios que Regem o Imposto

 Real: porque a sua incidência não leva em consideração


as condições do contribuinte.
 Indireto: porque sofre o fenômeno da repercussão, ou
seja, possibilidade de se transferir o encargo tributário
do contribuinte de direito para o contribuinte de fato.
 Não-Cumulativo: o imposto não se acumula, ele é
compensado em operação posterior relativa à
circulação de mercadorias ou prestação de serviços
com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo
Estado ou por outro, ou pelo Distrito Federal.

A não-cumulatividade serve para não haver bi-


tributação, ou seja, não recolher/pagar duas ou mais
vezes pelo mesmo tributo. O cálculo dos tributos que
utilizam o princípio da não-cumulatividade é composto
pelos débitos subtraindo os créditos.

Débitos = a recolher (devedor) = Saídas


Créditos = a compensar (credor) = Entradas
Se Débitos > Créditos = a Recolher
Se Créditos > Débitos = a Compensar

 Seletivo: é norteado pelo princípio da essencialidade.


Quanto mais essencial for o produto, menor será a
alíquota.

Alíquotas

As alíquotas internas do ICMS, ou seja, praticadas


dentro da própria UF são definidas pela legislação de cada
Estado. Costumam variar de acordo com a essencialidade da
mercadoria. É facultado ao Senado Federal fixar a alíquota
máxima e a alíquota mínima para operações internas.

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No caso de operações ou prestações interestaduais, a
competência de definir as alíquotas é do Senado Federal que
as fixou por meio das Resoluções do Senado nº 22/189 e
95/1996:

 Operações ou Prestações Interestaduais que


destinarem mercadorias ou serviços a contribuintes
localizados nos Estados das regiões NORTE,
NORDESTE, CENTRO-OESTE e no Estado do ESPÍRITO
SANTO = 7%.
 Operações ou Prestações Interestaduais que
destinarem mercadorias ou serviços a contribuintes
localizados nos Estados das regiões Sul e Sudeste =
12%.
 Todas as Notas Fiscais de ENTRADAS de operações
Interestaduais com destino ao Estado de SÃO PAULO =
12%.
 Operações INTERESTADUAIS para NÃO-
CONTRIBUINTES. Utilizar a alíquota interna do produto
= 7%, 12%, 18% ou 25%.

Observação: Não-Contribuinte é a pessoa física, órgãos


governamentais, associações de classe, sociedade civil e
construtoras, ou seja, não sujeitos a inscrever-se no cadastro
de contribuintes da Secretaria da Fazenda Estadual. Quando
a pessoa jurídica adquire mercadoria para uso e/ou consumo
próprio (uso na manutenção e conservação), é considerada
como usuário final, ao passo que a pessoa física é
considerada consumidor final.

Limitações Tributárias

 Incidência: é a situação descrita em lei que gera o


nascimento do imposto.

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 Não-incidência: a lei não descreve a hipótese de
incidência. Tudo o que ocorre fora da área de incidência
não pertence ao mundo jurídico-tributário.
 Isenção: é a dispensa do pagamento do tributo por
disposição expressa em lei.
 Diferimento: é a transferência do fato gerador para
outra etapa. Diferir significa adiar, postergar o imposto
para uma etapa seguinte ou posterior.
 Suspensão: é suspender o imposto por determinado
prazo.
 Imunidade: é uma espécie de não-incidência
constitucional.

Entendendo a Base de Cálculo

 Para o produto aplicado no Processo Produtivo


(matéria-prima, insumos, produtos intermediários e
material de embalagem), a base de cálculo será
formada pelo valor dos produtos mais as despesas
acessórias (frete + seguro).
 Para o produto usado para comercialização e revenda,
a base de cálculo será formada pelo valor dos produtos
mais as despesas acessórias (frete + seguro).
 Para o produto para uso ou consumo próprio, a base de
cálculo será formada pelo valor total da nota fiscal.
 Para o produto aplicado no ativo fixo, a base de cálculo
será formada pelo valor total da nota fiscal.
 Para o produto importado, a base de cálculo será
formada pelo valor total da nota fiscal.

O valor total da nota fiscal será composto da seguinte


forma:

Total da Nota Fiscal = Total dos Produtos + Total do IPI


+ Despesas Acessórias (frete + seguro).

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IPI

Imposto Sobre Produtos Industrializados. O IPI é um


tributo da esfera federal, real, indireto, não-cumulativo que
incide sobre produtos nacionais ou estrangeiros que resultem
de qualquer processo ou operação que lhes tenha modificado
a natureza ou os aperfeiçoe para o consumo.

Base constitucional: Artigo 153, Inciso IV, da


Constituição Federal.

Definições

 Contribuinte: é qualquer pessoa jurídica que execute


operações de industrialização.
 Fato Gerador: na saída do produto industrializado do
estabelecimento industrial ou equiparado a industrial
ou no desembaraço aduaneiro de produtos de
procedência estrangeira.
 Base de cálculo: a base de cálculo do IPI é o valor do
produto, mais o valor do frete e das demais despesas
acessórias. No caso de mercadoria recebida do exterior,
o Imposto de Importação também integra a base de
cálculo.
 Produto Industrializado: é aquele que resulta de uma
operação que a lei tributária caracteriza como operação
de industrialização.
 Estabelecimento Industrial: é que executa qualquer das
operações definidas como industrialização, de que
resulte produto tributado, ainda que de alíquota zero
ou isento.
 Estabelecimentos Equiparados a Industrial: são os
estabelecimentos que não executam qualquer operação
de industrialização, mas que ficam sujeitos aos direitos
e obrigações do estabelecimento industrial, obrigatória

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ou facultativamente, conforme o caso. Exemplo: filiais,
estabelecimentos importadores de produtos, etc.
 Transformação: modalidade de industrialização que,
exercida sobre matérias-primas ou produtos
intermediários, importe na obtenção de espécie nova.
 Beneficiamento: modalidade de industrialização que
importe em modificar, aperfeiçoar ou, de qualquer
forma, alterar o funcionamento, a utilização, o
acabamento ou a aparência do produto.
 Montagem: modalidade de industrialização que consista
na reunião de produtos, peças ou partes e de que
resulte um novo produto ou unidade autônoma, ainda
que sob a mesma classificação fiscal.
 Acondicionamento ou Reacondicionamento: modalidade
de industrialização que importe em alterar a
apresentação do produto, pela colocação da
embalagem, ainda que em substituição da original,
salvo quando a embalagem colocada se destine apenas
ao transporte da mercadoria.
 Renovação ou Recondicionamento: modalidade de
industrialização que, exercida sobre produto usado ou
parte remanescente de produto deteriorado ou
inutilizado, renove ou restaure o produto para
utilização.

Princípios que Regem o Imposto

 Não-cumulativo: compensa-se o que for devido em


cada operação, com o montante cobrado nas anteriores
 Seletivo: é tributado em função da essencialidade do
produto.

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Alíquotas

As alíquotas do IPI e suas respectivas classificações


fiscais constam da Tabela de Incidência (TIPI), Decreto 4.542
de 26/12/2002 (NCM – Nomenclatura Comum do
MERCOSUL), sofrendo a carga tributária de acordo com a
essencialidade do produto.

A Classificação Fiscal é o código atribuído a cada produto


industrializado, podendo ser uma classificação genérica ou
específica. Ela é formada por oito dígitos, assim distribuídos:
XXXX.XX.XX. Cada classificação fiscal tem uma alíquota
conforme o produto e sua essencialidade.

ISS

Imposto sobre Serviço de Qualquer Natureza.

Base constitucional: Artigo 156, Inciso IV, da


Constituição Federal.

Definições

 Contribuinte: é o prestador de serviços, de


competência dos Municípios.
 Fato Gerador: quando ocorre a prestação de serviços,
por empresa ou profissional autônomo, com ou sem
estabelecimento fixo.
 Base de cálculo: é o valor do serviço prestado.
 Local do Serviço: o serviço considera-se prestado e o
imposto devido no local do estabelecimento prestador,
ou na falta do estabelecimento, no local do domicílio
prestador, exceto nas hipóteses previstas nos incisos I
a XXII, da Lei Complementar nº 116/03, quando o

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imposto será devido no local (art. 3º da LC 116/03).

Os Municípios e o Distrito Federal, mediante lei,


poderão atribuir de modo expresso a responsabilidade
pelo crédito tributário a terceira pessoa (art. 6º da LC
116/03).

Alíquotas

Conforme definido em legislação Federal, as alíquotas do


ISSQN podem variar entre 2% e 5% (Emenda Constitucional
37/2002). Porém, cada município definirá a correspondente
alíquota para o tipo de serviço.

Por ser um imposto de competência municipal, a forma


de recolhimento e a data são estabelecidas de acordo com a
legislação de cada município, podendo, o recolhimento, ser
efetuado através de guia emitido por meio eletrônico (NFS-e)
ou através de um documento de arrecadação municipal.

PIS/PASEP e COFINS

As siglas PIS/PASEP significam, respectivamente,


Programa de Integração Social e Programa de Formação do
Patrimônio do Servidor Público. Os dois programas,
conhecidos popularmente como PIS/PASEP, foram unificados
em 1976 e nada mais são do que fundos financeiros
constituídos pela arrecadação dos trabalhadores.

A arrecadação do PIS/PASEP ocorre para assegurar, em


conta bancária, os recursos financeiros necessários para
subsidiar benefícios trabalhistas como o seguro-desemprego
e o abono salarial.
A sigla COFINS significa Contribuição para o

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Financiamento da Seguridade Social. É uma contribuição
federal brasileira, de natureza tributária, incidente sobre a
receita bruta das empresas em geral, destinada a financiar a
seguridade social.

Cumulativos

A base de cálculo do PIS/PASEP e da COFINS


cumulativos corresponde ao faturamento. O faturamento
corresponde à receita bruta da pessoa jurídica.

Podem-se deduzir da Receita Bruta total, os seguintes


valores:

 Exportações.
 As vendas canceladas.
 Os descontos incondicionais concedidos (descontos
comerciais).
 As devoluções de vendas.
 O IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados.
 O ICMS Substituição Tributária.
 As reversões de provisões.
 As recuperações de créditos baixados como perdas.
 O resultado positivo dos investimentos avaliados pelo
método de equivalência patrimonial.
 Os dividendos derivados de investimentos avaliados
pelo método de custo.
 O resultado positivo derivado de investimento objeto de
Sociedade em Conta de Participação – SCP.
 O ganho de capital decorrentes das vendas de bens do
ativo permanente.

Em geral, para apuração do PIS/PASEP e da COFINS


cumulativos, aplicar-se-á as seguintes alíquotas sobre a
receita bruta total, considerando as deduções:

25
 0,65% para o PIS – Código da Receita - 8109.
 3% para a COFINS – Código da Receita - 2172.

Não Cumulativos

A base de cálculo da Contribuição para o PIS/PASEP e


Cofins, com a incidência não-cumulativa, é o valor do
faturamento mensal, assim entendido o total das receitas
auferidas pela pessoa jurídica, independentemente de sua
denominação ou classificação contábil.

Podem ser excluídos do faturamento quando tenham


integrado valores:

 Das receitas isentas ou não alcançadas pela incidência


da contribuição ou sujeitas à alíquota 0 (zero).
 Das vendas canceladas.
 Dos descontos incondicionais concedidos.
 Do IPI.
 Do ICMS, quando destacado em nota fiscal e cobrado
pelo vendedor dos bens ou prestador dos serviços na
condição de substituto tributário.
 Das reversões de provisões e das recuperações de
créditos baixados como perdas, que não representem
ingresso de novas receitas.
 Dos resultados positivos da avaliação de investimentos
pelo valor do patrimônio líquido.
 Dos lucros e dividendos derivados de investimentos
avaliados pelo custo de aquisição, que tenham sido
computados como receita.

26
 Das receitas não-operacionais, decorrentes da venda
de bens do ativo permanente.
 Das receitas de revenda de bens em que a contribuição
já foi recolhida pelo substituto tributário.
 Das receitas excluídas do regime de incidência não-
cumulativa, constantes do art. 10 da Lei nº 10.833, de
2003.

As alíquotas da Contribuição para o PIS/PASEP e da


Cofins, com a incidência não-cumulativa, são,
respectivamente, de 1,65% e 7,6%. Há exceções à aplicação
dessas alíquotas como em regimes especiais, alíquotas
concentradas e alíquotas reduzidas.

Simples Nacional

O reconhecimento da base de cálculo mensal é realizado


segundo o regime de competência ou o regime de caixa. A
pessoa jurídica deverá, obrigatoriamente, optar por um
desses dois regimes de reconhecimento, antes de iniciar a
primeira apuração do ano-calendário correspondente, sendo
essa opção irretratável para todo o ano-calendário.

A pessoa jurídica deverá formalizar a opção a cada ano-


calendário. Quando a pessoa jurídica optar pelo regime de
caixa, além de reconhecer a receita bruta mensal por esse
regime, deverá reconhecer a base de cálculo mensal pelo
regime de competência. Nesse caso, a base de cálculo de
cada mês, reconhecida segundo o regime de competência,
servirá para compor a receita dos últimos doze meses, com o
objetivo de determinar a alíquota.

Para calcular o valor devido mensal do Simples Nacional


deve-se, inicialmente, classificar a receita bruta mensal da
pessoa jurídica em dois grupos:

27
 Receita bruta mensal que será tributada por fora do
Simples Nacional (ganhos de capital, receita de
aplicações financeiras etc).
 Receita bruta mensal que será tributada por dentro do
Simples Nacional.

O reconhecimento da base de cálculo mensal é realizado


segundo o regime de competência ou o regime de caixa. A
pessoa jurídica deverá, obrigatoriamente, optar por um
desses dois regimes de reconhecimento, antes de iniciar a
primeira apuração do ano-calendário correspondente, sendo
essa opção irretratável para todo o ano-calendário.

A empresa ME ou EPP, optante pelo Simples Nacional,


deverá verificar a qual Anexo pertence a atividade da
mesma, pois existem cinco deles:

 Anexo I: Comércio.
 Anexo II: Indústria.
 Anexo III: Serviços e Locação de Bens e Móveis.
 Anexo IV: Serviços elencados no § 5º - C, artigo 18 da
LC123/06.
 Anexo V: Serviços elencados no § 5º - D, artigo 18 da
LC123/06.

Alíquotas

Para a determinação da alíquota é necessário,


primeiramente, apurar a receita bruta acumulada dos 12
meses anteriores ao período de apuração reconhecida pelo
regime de competência. Esta é a soma das receitas brutas
mensais de todos os estabelecimentos da pessoa jurídica nos
12 meses que antecedem o período de apuração.

28
A alíquota é determinada localizando-se na tabela
correspondente ao tipo de receita, a faixa da receita bruta
total acumulada da pessoa jurídica nos 12 meses anteriores
ao período de apuração reconhecida pelo regime de
competência, sendo, então, a soma dos percentuais dos
tributos constantes na faixa dessa receita bruta.

As tabelas com os Anexos podem ser encontradas


facilmente na Internet, no portal da Receita Federal. Seguem
para estudo:

29
ANEXO I DA LEI COMPLEMENTAR N o 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006
(vigência: 01/01/2012)
Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Comércio

Receita Bruta
em 12 meses Alíquota IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep CPP ICMS
(em R$)

Até 180.000,00 4,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 2,75% 1,25%

De 180.000,01 a
5,47% 0,00% 0,00% 0,86% 0,00% 2,75% 1,86%
360.000,00
De 360.000,01 a
6,84% 0,27% 0,31% 0,95% 0,23% 2,75% 2,33%
540.000,00
De 540.000,01 a
7,54% 0,35% 0,35% 1,04% 0,25% 2,99% 2,56%
720.000,00
De 720.000,01 a
7,60% 0,35% 0,35% 1,05% 0,25% 3,02% 2,58%
900.000,00
De 900.000,01 a
8,28% 0,38% 0,38% 1,15% 0,27% 3,28% 2,82%
1.080.000,00
De 1.080.000,01
8,36% 0,39% 0,39% 1,16% 0,28% 3,30% 2,84%
a 1.260.000,00
De 1.260.000,01
8,45% 0,39% 0,39% 1,17% 0,28% 3,35% 2,87%
a 1.440.000,00
De 1.440.000,01
9,03% 0,42% 0,42% 1,25% 0,30% 3,57% 3,07%
a 1.620.000,00
De 1.620.000,01
9,12% 0,43% 0,43% 1,26% 0,30% 3,60% 3,10%
a 1.800.000,00
De 1.800.000,01
9,95% 0,46% 0,46% 1,38% 0,33% 3,94% 3,38%
a 1.980.000,00
De 1.980.000,01
10,04% 0,46% 0,46% 1,39% 0,33% 3,99% 3,41%
a 2.160.000,00
De 2.160.000,01
10,13% 0,47% 0,47% 1,40% 0,33% 4,01% 3,45%
a 2.340.000,00
De 2.340.000,01
10,23% 0,47% 0,47% 1,42% 0,34% 4,05% 3,48%
a 2.520.000,00
De 2.520.000,01
10,32% 0,48% 0,48% 1,43% 0,34% 4,08% 3,51%
a 2.700.000,00
De 2.700.000,01
11,23% 0,52% 0,52% 1,56% 0,37% 4,44% 3,82%
a 2.880.000,00
De 2.880.000,01
11,32% 0,52% 0,52% 1,57% 0,37% 4,49% 3,85%
a 3.060.000,00
De 3.060.000,01
11,42% 0,53% 0,53% 1,58% 0,38% 4,52% 3,88%
a 3.240.000,00
De 3.240.000,01
11,51% 0,53% 0,53% 1,60% 0,38% 4,56% 3,91%
a 3.420.000,00
De 3.420.000,01
11,61% 0,54% 0,54% 1,60% 0,38% 4,60% 3,95%
a 3.600.000,00

30
ANEXO II DA LEI COMPLEMENTAR N o 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE
2006 (vigência: 01/01/2012)
Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Indústria

Receita Bruta
em 12 meses Alíquota IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep CPP ICMS IPI
(em R$)

Até 180.000,00 4,50% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 2,75% 1,25% 0,50%

De 180.000,01 a
5,97% 0,00% 0,00% 0,86% 0,00% 2,75% 1,86% 0,50%
360.000,00
De 360.000,01 a
7,34% 0,27% 0,31% 0,95% 0,23% 2,75% 2,33% 0,50%
540.000,00
De 540.000,01 a
8,04% 0,35% 0,35% 1,04% 0,25% 2,99% 2,56% 0,50%
720.000,00
De 720.000,01 a
8,10% 0,35% 0,35% 1,05% 0,25% 3,02% 2,58% 0,50%
900.000,00
De 900.000,01 a
8,78% 0,38% 0,38% 1,15% 0,27% 3,28% 2,82% 0,50%
1.080.000,00
De 1.080.000,01
8,86% 0,39% 0,39% 1,16% 0,28% 3,30% 2,84% 0,50%
a 1.260.000,00
De 1.260.000,01
8,95% 0,39% 0,39% 1,17% 0,28% 3,35% 2,87% 0,50%
a 1.440.000,00
De 1.440.000,01
9,53% 0,42% 0,42% 1,25% 0,30% 3,57% 3,07% 0,50%
a 1.620.000,00
De 1.620.000,01
9,62% 0,42% 0,42% 1,26% 0,30% 3,62% 3,10% 0,50%
a 1.800.000,00
De 1.800.000,01
10,45% 0,46% 0,46% 1,38% 0,33% 3,94% 3,38% 0,50%
a 1.980.000,00
De 1.980.000,01
10,54% 0,46% 0,46% 1,39% 0,33% 3,99% 3,41% 0,50%
a 2.160.000,00
De 2.160.000,01
10,63% 0,47% 0,47% 1,40% 0,33% 4,01% 3,45% 0,50%
a 2.340.000,00
De 2.340.000,01
10,73% 0,47% 0,47% 1,42% 0,34% 4,05% 3,48% 0,50%
a 2.520.000,00
De 2.520.000,01
10,82% 0,48% 0,48% 1,43% 0,34% 4,08% 3,51% 0,50%
a 2.700.000,00
De 2.700.000,01
11,73% 0,52% 0,52% 1,56% 0,37% 4,44% 3,82% 0,50%
a 2.880.000,00
De 2.880.000,01
11,82% 0,52% 0,52% 1,57% 0,37% 4,49% 3,85% 0,50%
a 3.060.000,00
De 3.060.000,01
11,92% 0,53% 0,53% 1,58% 0,38% 4,52% 3,88% 0,50%
a 3.240.000,00
De 3.240.000,01
12,01% 0,53% 0,53% 1,60% 0,38% 4,56% 3,91% 0,50%
a 3.420.000,00
De 3.420.000,01
12,11% 0,54% 0,54% 1,60% 0,38% 4,60% 3,95% 0,50%
a 3.600.000,00

31
ANEXO III DA LEI COMPLEMENTAR N o 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE
2006 (vigência: 01/01/2012)
Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Receitas de Locação de Bens
Móveis e de Prestação de Serviços não relacionados nos §§ 5 o -C e 5 o
-D do art. 18 desta Lei Complementar.

Receita Bruta
PIS/Pas
em 12 meses Alíquota IRPJ CSLL Cofins CPP ISS
ep
(em R$)

Até 180.000,00 6,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 4,00% 2,00%

De 180.000,01 a
8,21% 0,00% 0,00% 1,42% 0,00% 4,00% 2,79%
360.000,00
De 360.000,01 a
10,26% 0,48% 0,43% 1,43% 0,35% 4,07% 3,50%
540.000,00
De 540.000,01 a
11,31% 0,53% 0,53% 1,56% 0,38% 4,47% 3,84%
720.000,00
De 720.000,01 a
11,40% 0,53% 0,52% 1,58% 0,38% 4,52% 3,87%
900.000,00
De 900.000,01 a
12,42% 0,57% 0,57% 1,73% 0,40% 4,92% 4,23%
1.080.000,00
De 1.080.000,01
12,54% 0,59% 0,56% 1,74% 0,42% 4,97% 4,26%
a 1.260.000,00
De 1.260.000,01
12,68% 0,59% 0,57% 1,76% 0,42% 5,03% 4,31%
a 1.440.000,00
De 1.440.000,01
13,55% 0,63% 0,61% 1,88% 0,45% 5,37% 4,61%
a 1.620.000,00
De 1.620.000,01
13,68% 0,63% 0,64% 1,89% 0,45% 5,42% 4,65%
a 1.800.000,00
De 1.800.000,01
14,93% 0,69% 0,69% 2,07% 0,50% 5,98% 5,00%
a 1.980.000,00
De 1.980.000,01
15,06% 0,69% 0,69% 2,09% 0,50% 6,09% 5,00%
a 2.160.000,00
De 2.160.000,01
15,20% 0,71% 0,70% 2,10% 0,50% 6,19% 5,00%
a 2.340.000,00
De 2.340.000,01
15,35% 0,71% 0,70% 2,13% 0,51% 6,30% 5,00%
a 2.520.000,00
De 2.520.000,01
15,48% 0,72% 0,70% 2,15% 0,51% 6,40% 5,00%
a 2.700.000,00
De 2.700.000,01
16,85% 0,78% 0,76% 2,34% 0,56% 7,41% 5,00%
a 2.880.000,00
De 2.880.000,01
16,98% 0,78% 0,78% 2,36% 0,56% 7,50% 5,00%
a 3.060.000,00
De 3.060.000,01
17,13% 0,80% 0,79% 2,37% 0,57% 7,60% 5,00%
a 3.240.000,00

32
De 3.240.000,01
17,27% 0,80% 0,79% 2,40% 0,57% 7,71% 5,00%
a 3.420.000,00
De 3.420.000,01
17,42% 0,81% 0,79% 2,42% 0,57% 7,83% 5,00%
a 3.600.000,00

33
ANEXO IV DA LC N o 123, DE 14/12/2006 (vigência: 01/01/2012)
Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Receitas decorrentes da
prestação de serviços relacionados no § 5 o -C do art. 18

Receita Bruta
em 12 meses Alíquota IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep ISS
(em R$)
Até 180.000,00 4,50% 0,00% 1,22% 1,28% 0,00% 2,00%
De 180.000,01 a
6,54% 0,00% 1,84% 1,91% 0,00% 2,79%
360.000,00
De 360.000,01 a
7,70% 0,16% 1,85% 1,95% 0,24% 3,50%
540.000,00
De 540.000,01 a
8,49% 0,52% 1,87% 1,99% 0,27% 3,84%
720.000,00
De 720.000,01 a
8,97% 0,89% 1,89% 2,03% 0,29% 3,87%
900.000,00
De 900.000,01 a
9,78% 1,25% 1,91% 2,07% 0,32% 4,23%
1.080.000,00
De 1.080.000,01 a
10,26% 1,62% 1,93% 2,11% 0,34% 4,26%
1.260.000,00
De 1.260.000,01 a
10,76% 2,00% 1,95% 2,15% 0,35% 4,31%
1.440.000,00
De 1.440.000,01 a
11,51% 2,37% 1,97% 2,19% 0,37% 4,61%
1.620.000,00
De 1.620.000,01 a
12,00% 2,74% 2,00% 2,23% 0,38% 4,65%
1.800.000,00
De 1.800.000,01 a
12,80% 3,12% 2,01% 2,27% 0,40% 5,00%
1.980.000,00
De 1.980.000,01 a
13,25% 3,49% 2,03% 2,31% 0,42% 5,00%
2.160.000,00
De 2.160.000,01 a
13,70% 3,86% 2,05% 2,35% 0,44% 5,00%
2.340.000,00
De 2.340.000,01 a
14,15% 4,23% 2,07% 2,39% 0,46% 5,00%
2.520.000,00
De 2.520.000,01 a
14,60% 4,60% 2,10% 2,43% 0,47% 5,00%
2.700.000,00
De 2.700.000,01 a
15,05% 4,90% 2,19% 2,47% 0,49% 5,00%
2.880.000,00
De 2.880.000,01 a
15,50% 5,21% 2,27% 2,51% 0,51% 5,00%
3.060.000,00
De 3.060.000,01 a
15,95% 5,51% 2,36% 2,55% 0,53% 5,00%
3.240.000,00
De 3.240.000,01 a
16,40% 5,81% 2,45% 2,59% 0,55% 5,00%
3.420.000,00
De 3.420.000,01 a
16,85% 6,12% 2,53% 2,63% 0,57% 5,00%
3.600.000,00

34
ANEXO V DA LEI COMPLEMENTAR N o 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE
2006
(vigência: 01/01/2012)
Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Receitas decorrentes da
prestação de serviços relacionados no § 5 o -D do art. 18 desta Lei
Complementar.

1) Será apurada a relação (r) conforme abaixo:


(r) = Folha de Salários incluídos encargos (em 12 meses)
Receita Bruta (em 12 meses)
2) Nas hipóteses em que (r) corresponda aos intervalos centesimais da
Tabela V-A, onde "<" significa menor que, ">" significa maior que, "≤"
significa igual ou menor que e "≥" significa maior ou igual que, as
alíquotas do Simples Nacional relativas ao IRPJ, PIS/Pasep, CSLL, Cofins
e CPP corresponderão ao seguinte:

TABELA V-A

0,10≤ 0,15≤ 0,20≤ 0,25≤ 0,30≤ 0,35≤


Receita Bruta (r) (r) (r) (r) (r) (r)
(r) ≥
em 12 meses (r)<0,10 e e e e e e
0,40
(em R$) (r) < (r) < (r) < (r) < (r) < (r) <
0,15 0,20 0,25 0,30 0,35 0,40

13,70 11,82 10,47


Até 180.000,00 17,50% 15,70% 9,97% 8,80% 8,00%
% % %
De 180.000,01 13,90 12,60 12,33 10,72
17,52% 15,75% 9,10% 8,48%
a 360.000,00 % % % %
De 360.000,01 14,20 12,90 12,64 11,11
17,55% 15,95% 9,58% 9,03%
a 540.000,00 % % % %
De 540.000,01 15,00 13,70 13,45 12,00
17,95% 16,70% 10,56% 9,34%
a 720.000,00 % % % %
De 720.000,01 15,30 14,03 13,53 12,40
18,15% 16,95% 11,04% 10,06%
a 900.000,00 % % % %
De 900.000,01 15,40 14,10 13,60 12,60
18,45% 17,20% 11,60% 10,60%
a 1.080.000,00 % % % %
De
15,50 14,11 13,68 12,68
1.080.000,01 a 18,55% 17,30% 11,68% 10,68%
% % % %
1.260.000,00
De
15,60 14,12 13,69 12,69
1.260.000,01 a 18,62% 17,32% 11,69% 10,69%
% % % %
1.440.000,00
De
15,70 14,13 14,08 13,08
1.440.000,01 a 18,72% 17,42% 12,08% 11,08%
% % % %
1.620.000,00

35
De
15,80 14,14 14,09 13,09
1.620.000,01 a 18,86% 17,56% 12,09% 11,09%
% % % %
1.800.000,00
De
15,90 14,49 14,45 13,61
1.800.000,01 a 18,96% 17,66% 12,78% 11,87%
% % % %
1.980.000,00
De
16,00 14,67 14,64 13,89
1.980.000,01 a 19,06% 17,76% 13,15% 12,28%
% % % %
2.160.000,00
De
16,20 14,86 14,82 14,17
2.160.000,01 a 19,26% 17,96% 13,51% 12,68%
% % % %
2.340.000,00
De
16,50 15,46 15,18 14,61
2.340.000,01 a 19,56% 18,30% 14,04% 13,26%
% % % %
2.520.000,00
De
17,45 16,24 16,00 15,52
2.520.000,01 a 20,70% 19,30% 15,03% 14,29%
% % % %
2.700.000,00
De
18,20 16,91 16,72 16,32
2.700.000,01 a 21,20% 20,00% 15,93% 15,23%
% % % %
2.880.000,00
De
18,70 17,40 17,13 16,82
2.880.000,01 a 21,70% 20,50% 16,38% 16,17%
% % % %
3.060.000,00
De
19,10 17,80 17,55 17,22
3.060.000,01 a 22,20% 20,90% 16,82% 16,51%
% % % %
3.240.000,00
De
19,50 18,20 17,97 17,44
3.240.000,01 a 22,50% 21,30% 17,21% 16,94%
% % % %
3.420.000,00
De
20,00 18,60 18,40 17,85
3.420.000,01 a 22,90% 21,80% 17,60% 17,18%
% % % %
3.600.000,00

3) Somar-se-á a alíquota do Simples Nacional relativa ao IRPJ,


PIS/Pasep, CSLL, Cofins e CPP apurada na forma acima a parcela
correspondente ao ISS prevista no Anexo IV.
4) A partilha das receitas relativas ao IRPJ, PIS/Pasep, CSLL, Cofins e CPP
arrecadadas na forma deste Anexo será realizada com base nos
parâmetros definidos na Tabela V-B, onde:
(I) = pontos percentuais da partilha destinada à CPP;
(J) = pontos percentuais da partilha destinada ao IRPJ, calculados após o
resultado do fator (I);
(K) = pontos percentuais da partilha destinada à CSLL, calculados após o
resultado dos fatores (I) e (J);
(L) = pontos percentuais da partilha destinada à Cofins, calculados após
o resultado dos fatores (I), (J) e (K);

36
(M) = pontos percentuais da partilha destinada à contribuição para o
PIS/Pasep, calculados após os resultados dos fatores (I), (J), (K) e (L);
(I) + (J) + (K) + (L) + (M) = 100
(N) = relação (r) dividida por 0,004, limitando-se o resultado a 100;
(P) = 0,1 dividido pela relação (r), limitando-se o resultado a 1.

37
TABELA V-B
Receita
Bruta em 12 CPP IRPJ CSLL COFINS PIS/Pasep
meses (em
R$) I J K L M
0,75 X 0,25 X
Até Nx 0,75 X 100 - I - J - K -
(100 - I) (100 - I)
180.000,00 0,9 (100 - I - J - K) L
XP XP
0,75 X 0,25 X
De 180.000,01 Nx 0,75 X 100 - I - J - K -
(100 - I) (100 - I)
a 360.000,00 0,875 (100 - I - J - K) L
XP XP
0,75 X 0,25 X
De 360.000,01 Nx 0,75 X 100 - I - J - K -
(100 - I) (100 - I)
a 540.000,00 0,85 (100 - I - J - K) L
XP XP
0,75 X 0,25 X
De 540.000,01 Nx 0,75 X 100 - I - J - K -
(100 - I) (100 - I)
a 720.000,00 0,825 (100 - I - J - K) L
XP XP
0,75 X 0,25 X
De 720.000,01 Nx 0,75 X 100 - I - J - K -
(100 - I) (100 - I)
a 900.000,00 0,8 (100 - I - J - K) L
XP XP
De 900.000,01 0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X 100 - I - J - K -
a (100 - I) (100 - I)
0,775 (100 - I - J - K) L
1.080.000,00 XP XP
De
0,75 X 0,25 X
1.080.000,01 Nx 0,75 X 100 - I - J - K -
(100 - I) (100 - I)
a 0,75 (100 - I - J - K) L
XP XP
1.260.000,00
De
0,75 X 0,25 X
1.260.000,01 Nx 0,75 X 100 - I - J - K -
(100 - I) (100 - I)
a 0,725 (100 - I - J - K) L
XP XP
1.440.000,00
De
0,75 X 0,25 X
1.440.000,01 Nx 0,75 X 100 - I - J - K -
(100 - I) (100 - I)
a 0,7 (100 - I - J - K) L
XP XP
1.620.000,00
De
0,75 X 0,25 X
1.620.000,01 Nx 0,75 X 100 - I - J - K -
(100 - I) (100 - I)
a 0,675 (100 - I - J - K) L
XP XP
1.800.000,00
De
0,75 X 0,25 X
1.800.000,01 Nx 0,75 X 100 - I - J - K -
(100 - I) (100 - I)
a 0,65 (100 - I - J - K) L
XP XP
1.980.000,00
De
0,75 X 0,25 X
1.980.000,01 Nx 0,75 X 100 - I - J - K -
(100 - I) (100 - I)
a 0,625 (100 - I - J - K) L
XP XP
2.160.000,00
De 0,75 X 0,25 X
Nx 0,75 X 100 - I - J - K -
2.160.000,01 (100 - I) (100 - I)
0,6 (100 - I - J - K) L
a XP XP

38
2.340.000,00

De
0,75 X 0,25 X
2.340.000,01 Nx 0,75 X 100 - I - J - K -
(100 - I) (100 - I)
a 0,575 (100 - I - J - K) L
XP XP
2.520.000,00
De
0,75 X 0,25 X
2.520.000,01 Nx 0,75 X 100 - I - J - K -
(100 - I) (100 - I)
a 0,55 (100 - I - J - K) L
XP XP
2.700.000,00
De
0,75 X 0,25 X
2.700.000,01 Nx 0,75 X 100 - I - J - K -
(100 - I) (100 - I)
a 0,525 (100 - I - J - K) L
XP XP
2.880.000,00
De
0,75 X 0,25 X
2.880.000,01 Nx 0,75 X 100 - I - J - K -
(100 - I) (100 - I)
a 0,5 (100 - I - J - K) L
XP XP
3.060.000,00
De
0,75 X 0,25 X
3.060.000,01 Nx 0,75 X 100 - I - J - K -
(100 - I) (100 - I)
a 0,475 (100 - I - J - K) L
XP XP
3.240.000,00
De
0,75 X 0,25 X
3.240.000,01 Nx 0,75 X 100 - I - J - K -
(100 - I) (100 - I)
a 0,45 (100 - I - J - K) L
XP XP
3.420.000,00
De
0,75 X 0,25 X
3.420.000,01 Nx 0,75 X 100 - I - J - K -
(100 - I) (100 - I)
a 0,425 (100 - I - J - K) L
XP XP
3.600.000,00

39
Obrigações Fiscais

Obrigação Principal

Surge em decorrência do fato gerador cujo objeto é o


pagamento do tributo ou penalidade pecuniária.

Obrigação Acessória

Decorre da Obrigação Principal.

Dentre as obrigações acessórias podemos destacar:

 Livros Fiscais (veremos sobre eles em capítulo


posterior).
 Documentos Fiscais.
 Declarações.
 Guias.

Documentos Fiscais

Temos diversos tipos de documentos fiscais, tais como:


nota fiscal, conhecimento de transporte rodoviário de cargas,
conhecimento de transporte ferroviário de cargas, nota fiscal
de prestação de serviços, ordem de coleta de carga, nota
fiscal de transporte de passageiros, manifesto de cargas,
conhecimento de transporte multimodal de cargas, etc.

No âmbito fiscal servem para acobertar a circulação de


mercadoria ou a prestação de serviço.
No âmbito comercial comprova a transação de compra e
venda.
No âmbito empresarial é um documento que permite a
contabilização e apuração de receita e débito ou crédito do

40
imposto.

No âmbito jurídico comprova a responsabilidade do


devedor ou a garantia e satisfação do comprador.

Seguem alguns modelos de documentos fiscais:

41
Documento Fiscal: NOTA FISCAL FORMATO 21cm X 28 cm
Modelo: 1
Quem Utiliza: Contribuinte do ICMS e IPI

42
Documento Fiscal: NOTA FISCAL FORMATO 31,5 cm X 24,5 cm
Modelo: 1-A
Quem Utiliza: Contribuinte do ICMS

43
Documento Fiscal: NOTA FISCAL DE VENDA A CONSUMIDOR
Modelo: 2
Quem Utiliza: Contribuinte do ICMS

44
Documento Fiscal: Cupom Fiscal emitido por Equipamento Emissor
de Cupom Fiscal - ECF
Modelo: Cupom Fiscal
Quem Utiliza: Contribuinte do ICMS e IPI (em casos de indústria
de concessão de venda a varejo)

45
Documento Fiscal: CONHECIMENTO DE TRANSPORTE
RODOVIÁRIO DE CARGAS
Modelo: 8
Quem Utiliza: Contribuinte do ICMS

46
Séries

O Ajuste SINIEF (Sistema Integrado de Informações


Econômico Fiscal) 03/94 de 29/09/94, adotou os novos
modelos de notas fiscais, criando os modelos 1 e 1-A.

Nesses modelos são vedadas as utilizações de subséries.


Somente poderão ser usadas séries designadas por números
arábicos, em ordem crescente a partir de 1 (Artigo 188,
Parágrafo 1, Itens 1 e 2 - RICMS).

Havendo mais de uma série, esta deverá ser impressa


imediatamente abaixo do número de ordem da nota fiscal. O
emitente poderá usar duas séries, destinando uma
exclusivamente para operações de saídas e outra para
entradas.

Poderá, ainda, criar séries para operações internas


(dentro do estado) e outra para operações interestaduais e
exterior, ou quantas séries necessárias, desde que
autorizadas pelo Fisco Estadual.

Destinação das Vias

Deverão ser confeccionadas no mínimo em 4 (quatro)


vias, tendo a seguinte destinação:

 1a via - Destinatário/Remetente;
 2a via - Fixa ou Arquivo Fiscal;
 3a via - Fisco Destino;
 4a via - Fisco Origem.

1a e 4a vias seguem com a mercadoria em operação


interna;
1a, 3a e 4a vias seguem com a mercadoria em operação

47
interestadual.

CFOP - Código Fiscal de Operações e Prestações

Os códigos fiscais de operações são atribuídos para


ENTRADAS e SAÍDAS.

Aplica-se na ENTRADA:

 1.000 - Entradas ou Aquisições de Serviços no Estado.


 2.000 - Entradas ou Aquisições de Serviços de Outros
Estados.
 3.000 - Entradas ou Aquisições de Serviços do Exterior.

Aplica-se na SAÍDA:

 5.000 - Saídas ou Prestações de Serviços para o


Estado.
 6.000 - Saídas ou Prestações de Serviços para Outros
Estados.
 7.000 - Saídas ou Prestações de Serviços para o
Exterior.

CST - Código de Situação Tributária

O código de situação tributária é composto de três


dígitos, onde o 1º dígito indica a origem da mercadoria, com
base na Tabela A e os dois últimos dígitos a forma de
tributação pelo ICMS, com base na Tabela B.

Seguem as tabelas:

48
Tabela Código da Situação Tributária - CST (ICMS) - A
Data de Data de
CST ICMS Descrição do Código da Situação Tributária
Início Fim
0 Nacional 01012009 31122012
1 Estrangeira - Importação direta 01012009 31122012
2 Estrangeira - Adquirida no mercado interno 01012009 31122012
0 Nacional, exceto as indicadas nos códigos 3 a 5 01012013
Estrangeira - Importação direta, exceto a indicada no
1 01012013
código 6
Estrangeira - Adquirida no mercado interno, exceto a
2 01012013
indicada no código 7
Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de
3 01012013
Importação superior a 40% (quarenta por cento)
Nacional, cuja produção tenha sido feita em
conformidade com os processos produtivos básicos de
4 01012013
que tratam o Decreto-Lei nº 288/67, e as Leis nºs
8.248/91, 8.387/91, 10.176/01 e 11.484/07
Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de
5 Importação inferior ou igual a 40% (quarenta por 01012013
cento)
Estrangeira - Importação direta, sem similar nacional,
6 01012013
constante em lista de Resolução CAMEX
Estrangeira - Adquirida no mercado interno, sem similar
7 01012013
nacional, constante em lista de Resolução CAMEX

Tabela Código da Situação Tributária - CST (ICMS) – B


Data de Data de
CST ICMS Descrição do Código da Situação Tributária
Início Fim
00 Tributada integralmente 01012009
Tributada e com cobrança do ICMS por substituição
10 01012009
tributária
20 Com redução de base de cálculo 01012009
Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por
30 01012009
substituição tributária
40 Isenta 01012009
41 Não tributada 01012009
50 Suspensão 01012009
51 Diferimento 01012009
60 ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária 01012009
Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS por
70 01012009
substituição tributária
90 Outras 01012009

49
No caso de empresa optante pelo Simples Nacional ME
ou EPP que emite NF-e, será usado os Códigos de Situação
de Operação no Simples Nacional – CSOSN, referente a
tributação do ICMS, conforme Anexo Único do Ajuste Sinief
nº 07/05 acrescentado pelo nº 03/10.

Código de Situação da Operação no Simples Nacional


(CSOSN) – B
101 Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito – Classificam-se neste
código as operações que permitem a indicação da alíquota do ICMS devido no
Simples
102 Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito – Classificam-se neste
código as operações que não permitem a indicação da alíquota do ICMS devido pelo
Simples valor do crédito, e não estejam abrangidas nas hipóteses dos códigos 103,
203, 300, 400, 500 e 900.
103 Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita bruta – Classificam-se
neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples para faixa de
receita bruta nos termos da Lei Complementar No- 123, de 2006.
201 Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito e com cobrança do ICMS
por substituição tributária - Classificam-se neste código as operações que permitem
a indicação da alíquota do ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito,
e com cobrança do ICMS por substituição tributária.
202 Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito e com cobrança do ICMS
por substituição tributária - Classificam-se neste código as operações que não
permitem a indicação da alíquota do ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor
do crédito, e não estejam abrangidas nas hipóteses dos códigos 103, 203, 300, 400,
500 e 900, e com cobrança do ICMS por substituição tributária.
203 Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita bruta e com cobrança do
ICMS por substituição tributária - Classificam-se neste código as operações
praticadas optantes pelo Simples Nacional contemplados com isenção para faixa de
receita bruta nos termos da Lei Complementar No- 123, de 2006, e com cobrança
do ICMS por 300 – Imune - Classificam-se neste código as operações praticadas por
optantes pelo Simples Nacional contempladas com imunidade do ICMS.
400 Não tributada pelo Simples Nacional - Classificam-se neste código as operações
praticadas por optantes pelo Simples Nacional não sujeitas à tributação pelo 500 –
ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária (substituído) ou por
antecipação – Classificam-se neste código as operações sujeitas exclusivamente ao
regime de substituição tributária na condição de substituído tributário ou no caso de
antecipações.
900 Outros – Classificam-se neste código as demais operações que não se enquadrem
nos códigos 101, 102, 103, 201, 202, 203, 300, 400 e 500.

50
Tabela de Correlação CST x CSOSN

Simples
Nacional
excesso do Simples Nacional
Simples Nacional
sublimite da Simples Nacional EPP
Regime de EPP
receita bruta ME ICMS sob
Tributação valor ICMS Fixo
(CRT=2) (CRT=1) faturamento(CR
(CRT=1)
Regime T=1)
normal
(CRT=3)
00 - Tributada
101 - Tributada 102 - Tributada
integralmente; 103 - Isenção do
pelo Simples pelo Simples
Tributação 20 - Com ICMS no Simples
Nacional com Nacional sem
Normal redução de base Nacional para faixa
permissão de permissão de
de cálculo; de receita bruta
crédito crédito
90 - Outros;
10 - Tributada e
com cobrança
do ICMS por
substituição
tributária;
30 - Isenta ou
203 - Isenção do 201 - Tributada 202 - Tributada
não tributada e
ICMS no Simples pelo Simples pelo Simples
Emissor com cobrança
Nacional para faixa Nacional com Nacional sem
responsável do ICMS por
de receita bruta e permissão de permissão de
pela retenção substituição
com cobrança do crédito e com crédito e com
do ICMS por tributária;
ICMS por cobrança do ICMS cobrança do ICMS
ST 70 - Com
substituição por substituição por substituição
redução de base
tributária tributária; tributária
de cálculo e
cobrança do
ICMS por
substituição
tributária;
90 - Outros;
500 - ICMS 500 - ICMS 500 - ICMS
Emissor 60 - ICMS cobrado cobrado cobrado
substituído cobrado anteriormente por anteriormente por anteriormente por
(ICMS cobrado anteriormente substituição substituição substituição
anteriormente por substituição tributária tributária tributária
) tributária; (substituído) ou (substituído) ou (substituído) ou
por antecipação; por antecipação; por antecipação
00 - Tributada
integralmente;
20 - Com
Importação 900 - Outros 900 - Outros 900 - Outros
redução de base
de cálculo;
90 - Outros;

51
Simples
Nacional
excesso do Simples Nacional
Simples Nacional
sublimite da Simples Nacional EPP
Regime de EPP
receita bruta ME ICMS sob
Tributação valor ICMS Fixo
(CRT=2) (CRT=1) faturamento(CR
(CRT=1)
Regime T=1)
normal
(CRT=3)
41 - Não
Exportação 300 - Imune 300 - Imune 300 - Imune
tributada
Operações
Isentas:
400 - Não 400 - Não 400 - Não
Remessa para 40 - Isenta;
tributada pelo tributada pelo tributada pelo
Conserto 50 - Suspensão
Simples Nacional Simples Nacional Simples Nacional
Demonstração
etc.

52
Livros Fiscais

Resumo

Salvo legislação especial, o contribuinte do ICMS deverá


manter, em cada estabelecimento, conforme as operações ou
prestações que realizar, os seguintes livros fiscais (art. 51,
Convênio SINIEF s/nº, de 15.12.70, art. 63, e Convênio
SINIEF 6/89, art. 87):

I - Registro de Entradas, modelo 1;

II - Registro de Entradas, modelo 1-A;

53
III - Registro de Saídas, modelo 2;

IV - Registro de Saídas, modelo 2-A;

V - Registro de Controle da Produção e do Estoque, modelo


3;

54
VI - Registro do Selo Especial de Controle, modelo 4;

VII - Registro de Impressão de Documentos Fiscais, modelo


5;

55
VIII - Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos
de Ocorrências, modelo 6;

IX - Registro de Inventário, modelo 7;

56
X - Registro de Apuração do IPI, modelo 8;

57
XI - Registro de Apuração do ICM, modelo 9.

58
Utilização

Os livros Registro de Entradas, modelo 1, e Registro de


Saídas, modelo 2, serão utilizados por contribuinte sujeito,
simultaneamente, à legislação do Imposto sobre Produtos
Industrializados e do ICMS.

Os livros Registro de Entradas, modelo 1-A, e Registro


de Saídas, modelo 2-A, serão utilizados por contribuinte
sujeito apenas à legislação do ICMS.

O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque,


modelo 3, será utilizado por estabelecimento industrial ou a
ele equiparado pela legislação federal, e por atacadista,
podendo, a critério do Fisco, ser exigido de estabelecimento
de contribuinte de outro setor, com as adaptações
necessárias.

O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais,


modelo 5, será utilizado por estabelecimento que
confeccionar impressos de documentos fiscais para terceiro

59
ou para uso próprio.

Os livros Registro de Utilização de Documentos Fiscais e


Termos de Ocorrências, modelo 6, Registro de Inventário,
modelo 7, e Registro de Apuração do ICMS, modelo 9, serão
utilizados por todos os estabelecimentos.

É facultado ao contribuinte acrescentar, nos livros


fiscais, indicações de seu interesse, desde que não lhes
prejudiquem a clareza.

As disposições acima não se aplica a produtor não


equiparado a comerciante ou industrial, que deverá registrar
as operações na forma estabelecida pela Secretaria de
Fazenda Estadual.

Dispensa

O livro Registro de Apuração do ICMS poderá, a critério


do Fisco, ser dispensado:

 Se for adotada a Guia de Informação e Apuração do


ICMS.
 Se o estabelecimento recolher o ICMS com base no
regime de estimativa.

Autenticação

Os livros fiscais, que serão impressos e de folhas


numeradas tipograficamente em ordem crescente, só serão
usados depois de visados pela repartição competente do
Fisco estadual.

Os livros fiscais terão suas folhas costuradas e

60
encadernadas, de forma a impedir sua substituição.

O "visto" será gratuito e será aposto em seguida ao


termo de abertura lavrado e assinado pelo contribuinte. Não
se tratando de início de atividade, será exigida a
apresentação do livro anterior a ser encerrado.

Os livros a serem encerrados serão exibidos à repartição


competente do Fisco estadual dentro de 5 (cinco) dias após
se esgotarem.

As unidades da Federação poderão dispensar o "visto",


desde que os livros tenham sido registrados na Junta
Comercial, ou substituí-lo por outro meio de controle previsto
na legislação estadual.

Escrituração

Os lançamentos nos livros fiscais serão feitos a tinta,


com clareza, não podendo a escrituração atrasar-se por mais
de 5 (cinco) dias, ressalvados os livros a que forem
atribuídos prazos especiais.

Os livros não poderão conter emendas ou rasuras e seus


lançamentos serão somados nos prazos estipulados.

Quando não houver período expressamente previsto, os


livros fiscais serão somados no último dia de cada mês.

Será permitida a escrituração por processo mecanizado,


mediante prévia autorização do Fisco estadual.

61
Escrituração Fiscal Digital - EDF

O Convênio ICMS 143/2006 instituiu a Escrituração


Fiscal Digital – EFD, de uso obrigatório para os contribuintes
do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de
Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte
Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS ou
do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI.

Entretanto, por força do Protocolo ICMS/CONFAZ


77/2008, a obrigatoriedade será aplicada somente aos
contribuintes relacionados no respectivo protocolo, a partir
de 01.01.2009, sendo facultativa aos demais contribuintes.

A cláusula sétima do Convênio ICMS 143/2006 reza:

Cláusula sétima A escrituração prevista na forma deste


convênio substitui a escrituração e impressão dos seguintes
livros:

I - Registro de Entradas;
II - Registro de Saídas;
III - Registro de Inventário;
IV - Registro de Apuração do IPI;
V - Registro de Apuração do ICMS.

62
Sped - Retrospectiva e Histórico do
Projeto

Dezembro de 2003 – Emenda Constitucional nº 42.


Trata da integração entre os Fiscos.

Julho de 2004 – Para atender o disposto da Emenda


Constitucional nº 42, Inciso XXII, art. 37, foi realizado o I
Encontro Nacional de Administradores Tributários – ENAT,
realizado no Estado da Bahia.

O encontro teve como objetivo buscar soluções


conjuntas das três esferas de Governo que promovessem
maior integração administrativa, padronização e melhor
qualidade das informações; racionalização de custos e da
carga de trabalho operacional no atendimento; maior eficácia
da fiscalização; maior possibilidade de realização de ações
fiscais coordenadas e integradas; maior possibilidade de
intercâmbio de informações fiscais entre as diversas esferas
governamentais; cruzamento de dados em larga escala com
dados padronizados e uniformização de procedimentos.

Foram aprovados dois protocolos de cooperação técnica


nas áreas de cadastramento:

 Cadastro Sincronizado;
 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e).

Abril de 2005 – Em parceria firmada com a COFIS


(SRF), o ENCAT assume a coordenação do Projeto NF-e, que
passa a integrar o Projeto SPED – Sistema Público de
Escrituração Digital:

 Nota Fiscal Eletrônica (NF-e);

63
 Escrituração Fiscal Digital;
 Escrituração Contábil Digital.

Abril a Junho de 2005 – O grupo técnico do projeto


unifica o conceito da NF-e e conclui o projeto lógico do
sistema.

Julho de 2005 – O projeto unificado é apresentado e


aprovado pelos administradores e coordenadores tributários
estaduais, durante o ENCAT Pará.

Agosto de 2005 – Durante o segundo ENAT, em São


Paulo, são assinados os seguintes protocolos:

 ENAT 02/2005 – Cria o SPED;


 ENAT 03/2005 – Cria a NF-e.

É formalizada a parceria para a execução do projeto


entre a RFB e os Estados.

Setembro de 2005 – Apresentação do projeto aos


grandes contribuintes do Estado de São Paulo, buscando
parceria para a participação no piloto. Os seguintes Estados
participaram do piloto: BA, SP, RS, GO, MA e SC.

Participaram do projeto-piloto as seguintes empresas:

Bahia
1. BR - Petrobrás Distribuidora de Petróleo S.A.
2. Cervejaria Kaiser S.A.
3. Companhia Ultragaz S.A.
4. Ford Motor Company Brasil Ltda.
5. Gerdau Aços Longos S.A.
6. Sadia S.A.
7. Souza Cruz S.A.
8. Petrobras - Petróleo Brasileiro S.A.

64
Goiás
1. Souza Cruz S.A.

Maranhão
1. Souza Cruz S.A

Rio Grande do Sul


1. BR - Petrobrás Distribuidora de Petróleo S.A.
2. Cervejaria Kaiser S.A.
3. Companhia Ultragaz S.A.
4. Dimed Distribuidora de Medicamentos S.A.
5. General Motors do Brasil Ltda.
6. Gerdau Aços Especiais S.A.
7. Sadia S.A.
8. Siemens VDO Automotive Ltda.
9. Souza Cruz S.A.
10. Toyota do Brasil

Santa Catarina
1. Petrobrás Distribuidora de Petróleo S.A.
2. Wickbold & Nosso Pão Indústrias Alimentícias Ltda.

São Paulo
1. BR Petrobrás Distribuidora de Petróleo S.A.
2. Cervejarias Kaiser S.A.
3. Companhia Ultragaz S.A.
4. Eletropaulo Metropolitana Eletricidade de São Paulo
S.A.
5. Eurofarma Laboratórios Ltda.
6. Ford Motor Company Brasil Ltda.
7. General Motors do Brasil Ltda.
8. Gerdau Aços Longos S.A.
9. Office Net do Brasil S.A.
10. Petrobras - Petróleo Brasileiro S.A.

65
11. Robert Bosch Limitada
12. Sadia S.A.
13. Siemens VDO Automotive Ltda.
14. Souza Cruz S.A.
15. Telefônica - Telesp Telecomunicações de São
Paulo S.A.
16. Toyota do Brasil
17. Volkswagen do Brasil Indústria de Veículos
Automotores Ltda.
18. Wickbold & Nosso Pão Indústrias Alimentícias
Ltda.

Novembro de 2005 – A Suframa passa a integrar o


projeto.

Janeiro de 2007 – SPED e NF-e são incluídos no PAC,


com prazo de dois anos.

Janeiro de 2009 - A EFD passa a ser obrigatória para


grande parte dos contribuintes do ICMS e/ou do IPI,
conforme Protocolo do ICMS nº 77/08.

66
Sped – Sistema Público de
Escrituração Digital

Apresentação

Instituído pelo Decreto n º 6.022, de 22 de janeiro de


2007, o projeto do Sistema Público de Escrituração Digital
(Sped) faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento
do Governo Federal (PAC 2007-2010) e constitui-se em mais
um avanço na informatização da relação entre o fisco e os
contribuintes.

De modo geral, consiste na modernização da sistemática


atual do cumprimento das obrigações acessórias,
transmitidas pelos contribuintes às administrações tributárias
e aos órgãos fiscalizadores, utilizando-se da certificação

67
digital para fins de assinatura dos documentos eletrônicos,
garantindo assim a validade jurídica dos mesmos apenas na
sua forma digital.

 Iniciou-se com três grandes projetos: Escrituração


Contábil Digital, Escrituração Fiscal Digital e a NF-e -
Ambiente Nacional. Depois evoluiu para os demais:
EFD-Contribuições, e-Lalur, EFD-Social e a Central de
Balanços.
 Representa uma iniciativa integrada das administrações
tributárias nas três esferas governamentais: federal,
estadual e municipal.
 Mantém parceria com 20 instituições, entre órgãos
públicos, conselho de classe, associações e entidades
civis, na construção conjunta do projeto.
 Firma Protocolos de Cooperação com 27 empresas do
setor privado, participantes do projeto-piloto,
objetivando o desenvolvimento e o disciplinamento dos
trabalhos conjuntos.
 Possibilita, com as parcerias fisco-empresas,
planejamento e identificação de soluções antecipadas
no cumprimento das obrigações acessórias, em face às
exigências a serem requeridas pelas administrações
tributárias.
 Faz com que a efetiva participação dos contribuintes na
definição dos meios de atendimento às obrigações
tributárias acessórias exigidas pela legislação tributária
contribua para aprimorar esses mecanismos e confira a
esses instrumentos maior grau de legitimidade social.
 Estabelece um novo tipo de relacionamento, baseado
na transparência mútua, com reflexos positivos para
toda a sociedade.

68
Objetivos

 Promover a integração dos fiscos, mediante a


padronização e compartilhamento das informações
contábeis e fiscais, respeitadas as restrições legais.
 Racionalizar e uniformizar as obrigações acessórias
para os contribuintes, com o estabelecimento de
transmissão única de distintas obrigações acessórias de
diferentes órgãos fiscalizadores.
 Tornar mais ágil a identificação de ilícitos tributários,
com a melhoria do controle dos processos, a rapidez no
acesso às informações e a fiscalização mais efetiva das
operações com o cruzamento de dados e auditoria
eletrônica.

Premissas

 Propiciar melhor ambiente de negócios para as


empresas no País;
 Eliminar a concorrência desleal com o aumento da
competitividade entre as empresas;
 O documento oficial é o documento eletrônico com
validade jurídica para todos os fins;
 Utilizar a Certificação Digital padrão ICP Brasil;
 Promover o compartilhamento de informações;
 Criar na legislação comercial e fiscal a figura jurídica da
Escrituração Digital e da Nota Fiscal Eletrônica;
 Manutenção da responsabilidade legal pela guarda dos
arquivos eletrônicos da Escrituração Digital pelo
contribuinte;
 Redução de custos para o contribuinte;
 Mínima interferência no ambiente do contribuinte;
 Disponibilizar aplicativos para emissão e transmissão
da Escrituração Digital e da NF-e para uso opcional pelo
contribuinte.

69
Benefícios

 Redução de custos com a dispensa de emissão e


armazenamento de documentos em papel;
 Eliminação do papel;
 Redução de custos com a racionalização e simplificação
das obrigações acessórias;
 Uniformização das informações que o contribuinte
presta às diversas unidades federadas;
 Redução do envolvimento involuntário em práticas
fraudulentas;
 Redução do tempo despendido com a presença de
auditores fiscais nas instalações do contribuinte;
 Simplificação e agilização dos procedimentos sujeitos
ao controle da administração tributária (comércio
exterior, regimes especiais e trânsito entre unidades da
federação);
 Fortalecimento do controle e da fiscalização por meio
de intercâmbio de informações entre as administrações
tributárias;
 Rapidez no acesso às informações;
 Aumento da produtividade do auditor através da
eliminação dos passos para coleta dos arquivos;
 Possibilidade de troca de informações entre os próprios
contribuintes a partir de um leiaute padrão;
 Redução de custos administrativos;
 Melhoria da qualidade da informação;
 Possibilidade de cruzamento entre os dados contábeis e
os fiscais;
 Disponibilidade de cópias autênticas e válidas da
escrituração para usos distintos e concomitantes;
 Redução do “Custo Brasil”;
 Aperfeiçoamento do combate à sonegação;
 Preservação do meio ambiente pela redução do
consumo de papel.

70
Universo de atuação

 Sped – Contábil

De maneira bastante simplificada, podemos definir o


Sped Contábil como a substituição dos livros da escrituração
mercantil pelos seus equivalentes digitais.

 Sped – Fiscal

A Escrituração Fiscal Digital (EFD) é um arquivo digital,


que se constitui de um conjunto de escriturações de
documentos fiscais e de outras informações de interesse dos
fiscos das unidades federadas e da Secretaria da Receita
Federal do Brasil, bem como de registros de apuração de
impostos referentes às operações e prestações praticadas
pelo contribuinte. Este arquivo deverá ser assinado
digitalmente e transmitido, via Internet, ao ambiente Sped.

 NF-e – Ambiente Nacional

O Projeto Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) está sendo


desenvolvido, de forma integrada, pelas Secretarias de
Fazenda dos Estados e Receita Federal do Brasil, a partir da
assinatura do Protocolo ENAT 03/2005, de 27/08/2005, que
atribui ao ENCAT a coordenação e a responsabilidade pelo
desenvolvimento e implantação do Projeto NF-e.

A integração e a cooperação entre Administrações


Tributárias têm sido temas muito debatidos em países
federativos, especialmente naqueles que, como o Brasil,
possuem forte grau de descentralização fiscal.

Atualmente, as Administrações Tributárias despendem


grandes somas de recursos para captar, tratar, armazenar e

71
disponibilizar informações sobre a emissão de notas fiscais
dos contribuintes. Os volumes de transações efetuadas e os
montantes de recursos movimentados crescem num ritmo
intenso e, na mesma proporção, aumentam os custos
inerentes à necessidade do Estado de detectar e prevenir a
evasão tributária.

 NFS-e

O Projeto Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) está


sendo desenvolvido de forma integrada, pela Receita Federal
do Brasil (RFB) e Associação Brasileira das Secretarias de
Finanças das Capitais (Abrasf), atendendo o Protocolo de
Cooperação ENAT nº 02, de 7 de dezembro de 2007, que
atribuiu a coordenação e a responsabilidade pelo
desenvolvimento e implantação do Projeto da NFS-e.

A Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) é um


documento de existência digital, gerado e armazenado
eletronicamente em Ambiente Nacional pela RFB, pela
prefeitura ou por outra entidade conveniada, para
documentar as operações de prestação de serviços.

Esse projeto visa o benefício das administrações


tributárias padronizando e melhorando a qualidade das
informações, racionalizando os custos e gerando maior
eficácia, bem como o aumento da competitividade das
empresas brasileiras pela racionalização das obrigações
acessórias (redução do custo-Brasil), em especial a dispensa
da emissão e guarda de documentos em papel.

 CT-e

O Conhecimento de Transporte eletrônico (CT-e) é o


novo modelo de documento fiscal eletrônico, instituído pelo
AJUSTE SINIEF 09/07, de 25/10/2007, que poderá ser

72
utilizado para substituir um dos seguintes documentos
fiscais:

1. Conhecimento de Transporte Rodoviário de


Cargas, modelo 8;
2. Conhecimento de Transporte Aquaviário de
Cargas, modelo 9;
3. Conhecimento Aéreo, modelo 10;
4. Conhecimento de Transporte Ferroviário de
Cargas, modelo 11;
5. Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário
de Cargas, modelo 27;
6. Nota Fiscal de Serviço de Transporte, modelo 7,
quando utilizada em transporte de cargas.

O CT-e também poderá ser utilizado como documento


fiscal eletrônico no transporte dutoviário e, futuramente, nos
transportes Multimodais.

Podemos conceituar o CT-e como um documento de


existência exclusivamente digital, emitido e armazenado
eletronicamente, com o intuito de documentar uma prestação
de serviços de transportes, cuja validade jurídica é garantida
pela assinatura digital do emitente e a Autorização de Uso
fornecida pela administração tributária do domicílio do
contribuinte.

O Projeto Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e)


está sendo desenvolvido, de forma integrada, pelas
Secretarias de Fazenda dos Estados e Receita Federal do
Brasil, a partir da assinatura do Protocolo ENAT 03/2006, de
10/11/2006, que atribui ao ENCAT a coordenação e a
responsabilidade pelo desenvolvimento e implantação do
Projeto CT-e.

73
 e-Lalur

O objetivo do sistema é eliminar a redundância de


informações existentes na escrituração contábil, no Lalur e
na DIPJ, facilitando o cumprimento da obrigação acessória.

 Central de Balanços

A Central de Balanços brasileira é um projeto integrante


do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), em fase
inicial de desenvolvimento, que deverá reunir demonstrativos
contábeis e uma série de informações econômico-financeiras
públicas das empresas envolvidas no projeto.

As informações coletadas serão mantidas em um


repositório e publicadas em diversos níveis de agregação.
Esses dados serão utilizados para geração de estatísticas,
análises nacionais e internacionais (por setor econômico,
forma jurídica e porte das empresas), análises de risco
creditício e estudos econômicos, contábeis e financeiros,
dentre outros usos.

A Central tem como objetivo a captação de dados


contábeis e financeiros (notadamente as demonstrações
contábeis), a agregação desses dados e a disponibilização à
sociedade, em meio magnético, dos dados originais e
agregados.

Nosso foco será apenas na EFD – Sped Fiscal.


Estudaremos os conceitos teóricos para a implantação desse
quesito do Sped e veremos como implementá-lo na
linguagem alvo.

74
Projeto Sped Fiscal (EFD) -
Apresentação

O Que é

A Escrituração Fiscal Digital - EFD é um arquivo digital,


que se constitui de um conjunto de escriturações de
documentos fiscais e de outras informações de interesse dos
fiscos das unidades federadas e da Secretaria da Receita
Federal do Brasil, bem como de registros de apuração de
impostos referentes às operações e prestações praticadas
pelo contribuinte.

Este arquivo deverá ser assinado digitalmente e


transmitido, via Internet, ao ambiente Sped.

Como Funciona

A partir de sua base de dados, a empresa deverá gerar


um arquivo digital de acordo com leiaute estabelecido em Ato
COTEPE, informando todos os documentos fiscais e outras
informações de interesse dos fiscos federal e estadual,
referentes ao período de apuração dos impostos ICMS e IPI.

Este arquivo deverá ser submetido à importação e


validação pelo Programa Validador e Assinador (PVA)
fornecido pelo Sped.

Programa Validador e Assinador

Como pré-requisito para a instalação do PVA é


necessária a instalação da máquina virtual do Java. Após a

75
importação, o arquivo poderá ser visualizado pelo próprio
Programa Validador, com possibilidades de pesquisas de
registros ou relatórios do sistema.

Outras funcionalidades do programa: digitação,


alteração, assinatura digital da EFD, transmissão do arquivo,
exclusão de arquivos, geração de cópia de segurança e sua
restauração.

Apresentação do Arquivo

Em regra, a periodicidade de apresentação é mensal.

76
Escrituração Fiscal Digital (EFD)

Com o objetivo de simplificar os processos e reduzir as


obrigações acessórias impostas aos contribuintes, foi
instituída a EFD-ICMS/IPI, pela qual o contribuinte
apresentará na forma digital, com transmissão via Internet,
os registros dos documentos fiscais da escrituração e os
respectivos demonstrativos de apuração dos impostos IPI e
ICMS de cada período de apuração, bem como outras
informações de interesse econômico-fiscais.

Objetivos

A Escrituração Fiscal Digital – EFD-ICMS/IPI é parte


integrante do projeto Sped a que se refere o Decreto nº
6.022, de 22 de janeiro de 2007, que busca promover a
integração dos fiscos federal, estaduais, Distrito Federal e,
futuramente, municipais, e dos Órgãos de Controle mediante
a padronização, racionalização e compartilhamento das
informações fiscais digitais, bem como integrar todo o
processo relativo à escrituração fiscal, com a substituição do
atual documentário em meio físico (papel) por documento
eletrônico com validade jurídica para todos os fins.

Para tanto, todos os documentos eletrônicos são


assinados digitalmente com uso de Certificados Digitais, do
tipo A1 ou A3, expedidos, em conformidade com as regras do
ICP-Brasil, pelos representantes legais ou seus procuradores,
tendo este arquivo validade jurídica para todos os fins, nos
termos dispostos na MP-2200-2, de 24 de agosto de 2001.

Para ser possível alcançar os objetivos propostos,


ocorreu a união de esforços de representantes, não só dos
Órgãos de Controle e de Fiscalização Tributária, mas também

77
de representantes da iniciativa privada de diversos
segmentos da vida econômica do País que atuaram de forma
decisiva, como parceiros na elaboração das especificações do
projeto.

Legislação

Dispõe o Convênio ICMS nº 143, de 15 de dezembro de


2006, acerca da instituição da Escrituração Fiscal Digital –
EFD-ICMS/IPI - em arquivo digital, de uso obrigatório para os
contribuintes do Imposto sobre Operações Relativas à
Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de
Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação
– ICMS e/ou do Imposto sobre Produtos Industrializados –
IPI - e que se constitui de um conjunto de registros de
apuração de impostos, referentes às operações e prestações
praticadas pelo contribuinte, bem como de documentos
fiscais e de outras informações de interesse dos fiscos das
unidades federadas e da Secretaria da Receita Federal do
Brasil.

O contribuinte deve gerar e manter uma EFD-ICMS/IPI


para cada estabelecimento, devendo esta conter todas as
informações referentes aos períodos de apuração do(s)
imposto(s).

Estabelece ainda o referido Convênio que o contribuinte


deve manter todos os documentos fiscais que deram origem
à escrituração, na forma e prazos estabelecidos para a
guarda de documentos fiscais na legislação tributária,
observados os requisitos de autenticidade e segurança nela
previstos.

O Ato COTEPE/ICMS nº 09, de 18 de abril de 2008, e


suas atualizações definiram os documentos fiscais, as

78
especificações técnicas do leiaute do arquivo digital da EFD-
ICMS/IPI, que contém informações fiscais e contábeis, bem
como quaisquer outras informações que venham a repercutir
na apuração, pagamento ou cobrança de tributos de
competência dos entes conveniados.

A partir de 01 de janeiro de 2009, os contribuintes


obrigados à Escrituração Fiscal Digital - EFD-ICMS/IPI -
devem escriturá-la e transmiti-la, via Internet. A
obrigatoriedade da EFD-ICMS/IPI encontra-se na legislação
estadual.

Apresentação do Arquivo da EFD

O arquivo digital deve ser submetido a um programa


validador, fornecido pelo Sped – Sistema Público de
Escrituração Digital - por meio de download, o qual verifica a
consistência das informações prestadas no arquivo. Após
certificadora credenciada pela Infraestrutura de Chaves
Públicas Brasileira – ICP-Brasil e transmitido.

As regras de negócio ou de validação, ora


implementadas, podem ser alteradas a qualquer tempo, visto
que têm por finalidade única e exclusivamente verificar as
consistências das informações prestadas pelos contribuintes.
Ainda que determinados registros e/ou campos não
contenham regras específicas de validação de conteúdo ou de
obrigatoriedade, esta ausência não dispensa, em nenhuma
hipótese, a não apresentação de dados existentes nos
documentos e/ou de informação solicitada pelos fiscos.

A Regra é: se existir a informação, o contribuinte está


obrigado a prestá-la. A omissão ou inexatidão de
informações poderá acarretar penalidades e a
obrigatoriedade de reapresentação do arquivo integral, de

79
acordo com as regras estabelecidas pela Administração
Tributária.

A EFD-ICMS/IPI representa a escrituração fiscal do


contribuinte e deve ser apresentada em conformidade com
as disposições previstas na legislação tributária.

Periodicidade das Informações

Os arquivos da EFD-ICMS/IPI têm periodicidade mensal


e devem apresentar informações relativas a um mês civil ou
fração, ainda que as apurações dos impostos (ICMS e IPI)
sejam efetuadas em períodos inferiores a um mês, segundo a
legislação de cada imposto.

Portanto a data inicial constante do registro 0000 deve


ser sempre o primeiro dia do mês ou outro, se for início das
atividades, ou de qualquer outro evento que altere a forma e
período de escrituração fiscal do estabelecimento. A data
final constante do mesmo registro deve ser o último dia do
mesmo mês informado na data inicial ou a data de
encerramento das atividades ou de qualquer outro fato
determinante para paralisação das atividades daquele
estabelecimento.

Os prazos para a transmissão dos arquivos são definidos


por legislação estadual.

Prestação e Guarda de Informações

O arquivo digital da EFD-ICMS/IPI será gerado pelo


contribuinte de acordo com as especificações do leiaute
definido em Ato COTEPE e conterá a totalidade das
informações econômico-fiscais e contábeis correspondentes

80
ao período compreendido entre o primeiro e o último dia do
mês civil, inclusive. Conforme consta no Ajuste SINIEF
02/09, fica dispensada a impressão dos livros fiscais.

Considera-se totalidade das informações:

 As relativas às entradas e saídas de mercadorias bem


como aos serviços prestados e tomados, incluindo a
descrição dos itens de mercadorias, produtos e
serviços.
 As relativas à quantidade, descrição e valores de
mercadorias, matérias-primas, produtos intermediários,
materiais de embalagem, produtos manufaturados e
produtos em fabricação, em posse ou pertencentes ao
estabelecimento do contribuinte declarante, ou fora do
estabelecimento e em poder de terceiros e de terceiros
de posse do informante;
 Qualquer informação que repercuta no inventário físico
e contábil, na apuração, no pagamento ou na cobrança
de tributos de competência dos entes conveniados ou
outras de interesse das administrações tributárias.

Qualquer situação de exceção na tributação do ICMS ou


IPI, tais como isenção, imunidade, não-incidência,
diferimento ou suspensão do recolhimento, também deverá
ser informada no arquivo digital, indicando-se o respectivo
dispositivo legal.

As informações deverão ser prestadas sob o enfoque do


declarante.

O contribuinte deverá armazenar o arquivo digital da


EFD-ICMS/IPI transmitido, observando os requisitos de
segurança, autenticidade, integridade e validade jurídica,
pelo mesmo prazo estabelecido pela legislação para a guarda
dos documentos fiscais.

81
A geração, o armazenamento e o envio do arquivo
digital não dispensam o contribuinte da guarda dos
documentos que deram origem às informações nele
constantes, na forma e prazos estabelecidos pela legislação
aplicável. O arquivo a ser mantido é o arquivo TXT gerado e
transmitido (localizado em diretório definido pelo usuário),
não se tratando, pois, da cópia de segurança.

Os contribuintes obrigados à EFD-ICMS/IPI, mesmo que


estejam com suas atividades paralisadas, devem apresentar
os registros obrigatórios (notação = “O”), informando,
portanto, a identificação do estabelecimento, período a que
se refere a escrituração e declarando, nos demais blocos,
valores zerados, o que significa que não efetuou qualquer
atividade.

Blocos e Registros da EFD

Blocos

Entre o registro inicial (registro 0000) e o registro final


(9999), o arquivo digital é constituído de blocos, cada qual
com um registro de abertura, com registros de dados e com
um registro de encerramento, referindo-se cada um deles a
um agrupamento de documentos e de outras informações
econômico-fiscais. A apresentação de todos os blocos, na
sequência, conforme tabela abaixo, é obrigatória, sendo que
o registro de abertura do bloco indicará se haverá ou não
informação.

82
Tabela dos Blocos da EFD

Bloco Descrição
0 Abertura, Identificação e Referências
C Documentos Fiscais I - Mercadorias (ICMS/IPI)
D Documentos Fiscais II - Serviços (ICMS)
E Apuração do ICMS e do IPI
G* Controle do Crédito de ICMS do Ativo Permanente - CIAP - modelos “C” e “D”
H Inventário Físico
K** Controle da Produção e do Estoque
1 Outras Informações
9 Controle e Encerramento do Arquivo Digital
*Bloco G incluído para vigorar a partir do período de apuração de janeiro de 2011.
** Bloco K incluído para vigorar a partir do período de apuração de janeiro de 2015.

Organização dos Blocos

Os blocos devem ser organizados e dispostos na


sequência estabelecida no item 2.5 do Ato COTEPE/ICMS nº
09, de 18 de abril de 2008 e alterações, ou seja, inicia-se
com o bloco 0 e seus registros, na sequência o bloco C e
registros correspondentes, depois o bloco D e os outros, e,
ao final, o bloco 9, que encerra o arquivo da EFD-ICMS/IPI.

Quando uma EFD-ICMS/IPI for digitada diretamente no


PVA, os registros de abertura e fechamento de blocos serão
gerados automaticamente e não serão visualizados.

Registros

Os registros são compostos de campos que devem ser


apresentados de forma sequencial e conforme estabelecido
no leiaute do respectivo registro com todos os campos
previstos independentemente de haver ou não informação a
ser prestada naquele campo (a exclusão de campos ocasiona
erro na estrutura do registro).

83
Dentro da hierarquia, a ordem de apresentação dos
registros é sequencial e ascendente.

Todos os registros com a observação de “registro


obrigatório” devem constar do arquivo.

 Os registros que contêm a indicação "Ocorrência - um


(por arquivo)" devem figurar uma única vez no arquivo
digital;
 Os registros que contêm itens de tabelas, totalizações,
documentos (dentre outros) podem ocorrer uma ou
mais vezes no arquivo por determinado tipo de
situação. Estes registros trazem a indicação
"Ocorrência - vários (por arquivo)", "Ocorrência - um
(por período)", "Ocorrência - vários (por período),
etc.".
 Um "Registro Pai" pode ocorrer mais de uma vez no
arquivo e traz a indicação "Ocorrência - vários por
arquivo";
 Um registro dependente ("Registro Filho") detalha o
registro principal e traz a indicação:
"Ocorrência - 1:1" significa que somente deve haver
um único registro Filho para o respectivo registro Pai;
"Ocorrência - 1:N" significa que pode haver vários
registros Filhos para o respectivo registro Pai.
 A geração do arquivo requer a existência de um
"Registro Pai", quando houver um "Registro Filho".
 São mutuamente excludentes os registros referentes à
representação do documento, na íntegra (e os
respectivos registros dependentes), e os registros
referentes a resumos do mesmo documento. Ou seja,
somente uma das ocorrências será aceita, de acordo
com o perfil de apresentação da EFD-ICMS/IPI.

84
Organização dos Registros dentro dos Blocos

Dentro de cada bloco os registros devem ser dispostos


de forma sequencial e ascendente, conforme estruturados.
Devem ser apresentados e agrupados todos os registros do
mesmo tipo existentes no período e, após o término daquele
documento, na sequência, serão apresentados os demais
registros.

Ex.: Se a empresa utiliza notas fiscais modelo 1 ou 1A


(código 01) e cupom fiscal, deve assim dispor os registros no
arquivo: para cada documento modelo 01 ou 1A, informar
um registro C100 e seus respectivos registros “filhos” e,
após, informar, por equipamento ECF, os registros C400 e
seus respectivos registros “filhos”.

85
Registros Apresentados - Perfil do Informante

Os fiscos estaduais determinam o enquadramento dos


estabelecimentos nos perfis de apresentação dos arquivos. O
preenchimento de registros está condicionado ao perfil de
enquadramento das pessoas jurídicas e/ou produtores rurais,
de acordo com as operações de entradas e saídas ocorridas
no período.

No geral, o perfil “A” determina a apresentação dos


registros mais detalhados e o perfil “B” trata as informações
de forma sintética (totalizações por período: por exemplo,
diário e mensal). O perfil “C” é mais sintético que o “B”.

As tabelas de obrigatoriedade de registros de acordo


com o perfil constam do item 2.6.1 e seguintes do Ato
COTEPE/ICMS 09/08 e suas alterações. É facultado aos fiscos
estaduais dispensar a apresentação dos registros não
obrigatórios, como por exemplo, os registros C176 e 1400.

Dessa forma, para gerar os registros do Sped Fiscal, é


importante consultar o item 2.6.1 do Ato Cotepe 09/08 e a
legislação local da UF onde o arquivo está sendo gerado.

Em relação à obrigatoriedade do registro:

 Se especificado “O” na coluna de obrigatoriedade,


significa que o registro deve ser sempre apresentado.
 Se especificado “O(...)” na coluna de obrigatoriedade,
significa que, quando ocorrer a condição estabelecida,
o registro deve ser apresentado.
 Se especificado “OC” na coluna de obrigatoriedade,
significa que o registro deve ser apresentado sempre
que houver informação a ser prestada.
 Se especificado “N” na coluna de obrigatoriedade,
significa que o registro não pode ser apresentado.

86
Preenchimento dos Campos

Para campos alfanuméricos, representados por "C",


podem ser usados todos os caracteres da Tabela ASCII,
exceto os caracteres "|" (Pipe, código 124 da Tabela ASCII) e
os não-imprimíveis (caracteres 00 a 31 da Tabela ASCII).

Todos os campos alfanuméricos terão tamanho máximo


de 255 caracteres, exceto se houver indicação distinta, onde,
neste caso, este tamanho distinto prevalecerá. Não poderão
ser informados espaços “em branco” no início ou ao final da
informação.

Para campos numéricos, representados por "N", podem


ser usados algarismos das posições de 48 a 57 da Tabela
ASCII.

Para campos numéricos nos quais há indicação de casas


decimais:

 Deverão ser preenchidos sem os separadores de milhar,


sinais ou quaisquer outros caracteres (tais como: "." "-"
"%"), devendo a vírgula ser utilizada como separador
decimal (vírgula: caractere 44 da Tabela ASCII);
 Não há limite de caracteres para os campos numéricos.
O caractere * (Asterisco) aposto ao lado do tamanho
do campo indica que o campo deve ser informado com
aquela quantidade exata de caracteres;
 Observar a quantidade máxima de casas decimais que
constar no respectivo campo (Ex. para os campos
alíquota de ICMS com tamanho máximo de 06
caracteres considerando a vírgula e duas decimais, o
valor máximo a ser informado é 999,99);
 Preencher os valores percentuais desprezando-se o

87
símbolo (%), sem nenhuma convenção matemática.

Exemplos:

$ 1.129.998,99 -> |1129998,99|


1.255,42 -> |1255,42|
234,567 -> |234,567|
10.000 -> |10000|
10.000,00 -> |10000| ou |10000,00|
17,00 % -> |17,00| ou |17|
18,50 % -> |18,5| ou |18,50|
30 -> |30|
1.123,456 Kg -> |1123,456|
0,010 litros -> |0,010|
0,00 -> |0| ou |0,00|
0 -> |0|
campo vazio -> ||

 Caracteres maiúsculos e minúsculos são considerados


iguais.

Em relação à obrigatoriedade do campo:

 O “O” significa que o campo deve ser sempre


preenchido. Por exemplo: nos registros analíticos dos
blocos “C” e “D” e nos registros de apuração (Bloco E)
todos os campos numéricos devem ser preenchidos,
com valores ou com “0” (zero);
 O “OC” significa que o campo deve ser preenchido
sempre que houver a informação.

Tabelas dos Registros

Seguem as tabelas que explicam a apresentação e


obrigatoriedade dos registros do Sped Fiscal.

88
2.6.1- Tabela Registros e de obrigatoriedade de apresentação

2.6.1.1 - Abertura do arquivo digital e Bloco 0

Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do


registro (Todos os
contribuintes)
0 Abertura do Arquivo Digital e Identificação da0000 0 1 O
entidade
0 Abertura do Bloco 0 0001 1 1 O
0 Dados Complementares da entidade 0005 2 1 O
0 Dados do Contribuinte Substituto 0015 2 V OC
0 Dados do Contabilista 0100 2 1 O
0 Tabela de Cadastro do Participante 0150 2 V OC
0 Alteração da Tabela de Cadastro de Participante 0175 3 1:N OC
0 Identificação das unidades de medida 0190 2 V OC
0 Tabela de Identificação do Item (Produtos e 0200 2 V
Serviços) OC
0 Alteração do Item 0205 3 1:N OC
0 Código de produto conforme Tabela ANP0206 3 1:1
(Combustíveis) OC
0 Fatores de Conversão de Unidades 0220 3 1:N OC
0 Cadastro de bens ou componentes do Ativo 0300 2 V
Imobilizado OC
0 Informação sobre a Utilização do Bem 0305 3 1:1 OC
0 Tabela de Natureza da Operação/ Prestação 0400 2 V OC

89
0 Tabela de Informação Complementar do 0450 2 V
documento fiscal OC
0 Tabela de Observações do Lançamento Fiscal 0460 2 V OC
0 Plano de contas contábeis 0500 2 V O (se existir 0300)
0 Centro de custos 0600 2 V O (se existir 0305)
0 Encerramento do Bloco 0 0990 1 1 O

90
2.6.1.2 - Bloco C

Obrigatoriedade do registro
Perfil A Perfil B Perfil C
Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Entrada Saída Entrada Saída Entrada Saída
C Abertura do Bloco C C001 1 1 O O O O O 0
Nova Redação dada a coluna “Descrição” da tabela 2.6.1.2 – Bloco C, do Registro C100 pelo Ato COTEPE/ICMS 14/13, efeitos a partir
de 22.03.13
C Documento - Nota C100 2 V OC OC OC OC OC OC
Fiscal (código 01),
Nota Fiscal Avulsa
(código 1B), Nota
Fiscal de Produtor
(código 04), e Nota
Fiscal Eletrônica
(código 55), Nota
Fiscal Eletrônica ao
Consumidor Final
(código 65)
Redação anterior dada pelo Ato COTEPE/ICMS 16/12, efeitos de 01.01.13 a 21.03.13.
C Documento - Nota C100 2 V OC OC OC OC OC OC
Fiscal (código 01),
Nota Fiscal Avulsa
(código 1B), Nota
Fiscal de Produtor
(código 04) e Nota
Fiscal Eletrônica
(código 55)
C Operações com C105 3 1:1 OC OC OC OC N N
ICMS ST recolhido

91
para UF diversa do
destinatário do
documento fiscal
(Código 55)
C Complemento de C110 3 1:N OC OC OC OC N N
Documento -
Informação
Complementar da
Nota Fiscal (código
01, 1B, 55)
C Complemento de C111 4 1:N OC OC OC OC N N
Documento -
Processo
referenciado
C Complemento de C112 4 1:N OC OC OC OC N N
Documento -
Documento de
Arrecadação
Referenciado
C Complemento de C113 4 1:N OC OC OC OC N N
Documento -
Documento Fiscal
Referenciado
C Complemento de C114 4 1:N OC OC OC OC N N
Documento - Cupom
Fiscal Referenciado
C Local de coleta e/ou C115 4 1:N N OC N OC N N
entrega (CÓDIGOS
01, 1B e 04)
C Cupom Fiscal C116 4 1:N OC OC OC OC N N
Eletrônico - CF-e
referenciado

92
Nova redação dada ao título do registro C120 no item 2.6.1.2-Bloco C, pelo Ato COTEPE/ICMS 34/12, efeitos a partir de 01.01.13.
C Complemento de C120 3 1:N OC N OC N N N
Documento -
Operações de
Importação (código
01 e 55)
Redação anterior dada ao título do registro C120 no item 2.6.1.2 – Bloco C pelo Ato COTEPE/ICMS 16/12, sem efeitos.
C Complemento de C120 3 1:N OC N OC N N N
Documento -
Operações de
Importação (código
01)
C Complemento de C130 3 1:1 N OC N OC N N
Documento -
ISSQN, IRRF e
Previdência Social
C Complemento de C140 3 1:1 OC OC OC OC N N
Documento - Fatura
(código 01)
C Complemento de C141 4 1:N O(Se O(Se existir O(Se O(Se existir N N
Documento - existir C140) existir C140)
Vencimento da C140) C140)
Fatura (código 01)
C Complemento de C160 3 1:1 N OC N OC N N
Documento -
Volumes
Transportados
(código 01 e 04)
Exceto Combustíveis
C Complemento de C165 3 1:N N OC N OC N N
Documento -

93
Operações com
combustíveis
(código 01)
C Complemento de C170 3 1:N O(Se O(Se existir O(Se O(Se existir N N
Documento - Itens existir C100) existir C100)
do Documento C100) C100)
(código 01, 1B, 04 e
55)
C Complemento de C171 4 1:N OC N OC N N N
Item -
Armazenamento de
Combustíveis
(código 01,55)
C Complemento de C172 4 1:1 N OC N OC N N
Item - Operações
com ISSQN (código
01)
C Complemento de C173 4 1:N OC OC OC OC N N
Item - Operações
com Medicamentos
(código 01,55)
C Complemento de C174 4 1:N N OC N OC N N
Item - Operações
com Armas de Fogo
(código 01)
C Complemento de C175 4 1:N OC OC OC OC N N
Item - Operações
com Veículos Novos
(código 01,55)
C Complemento de C176 4 1:N N OC N OC N N
Item
-Ressarcimento de

94
ICMS em operações
com Substituição
Tributária (código
01,55)
C Complemento de C177 4 1:1 N OC N OC N N
Item - Operações
com Produtos
Sujeitos a Selo de
Controle IPI (código
01)
C Complemento de C178 4 1:1 N OC N OC N N
Item - Operações
com Produtos
Sujeitos a
Tributação de IPI
por Unidade ou
Quantidade de
produto
C Complemento de C179 4 1:1 N OC N OC N N
Item - Informações
Complementares ST
(código 01)
Nova redação dada à coluna “Descrição” da tabela 2.6.1.2 – Bloco C, do Registro C190 pelo Ato COTEPE/ICMS 14/13, efeitos a partir
de 22.03.13.
C Registro Analítico do C190 3 1:N O(Se O(Se existir O(Se O(Se existir O(Se O(Se
Documento (código existir C100) existir C100) existir existir
01, 1B, 04, 55 e 65) C100) C100) C100) C100)
Redação anterior dada pelo Ato COTEPE/ICMS 16/12, efeitos de 01.01.13 a 21.03.13.
C Registro Analítico do C190 3 1:N O(Se O(Se existir O(Se O(Se existir O(Se O(Se
Documento (código existir C100) existir C100) existir existir
01, 1B, 04 e 55) C100) C100) C100) C100)

95
C Complemento do C195 3 1:N OC OC OC OC OC OC
Registro Analítico -
Observações do
Lançamento Fiscal
(código 01, 1B e 55)
C Outras Obrigações C197 4 1:N OC OC OC OC OC OC
Tributárias, Ajustes
e Informações
provenientes de
Documento Fiscal
C Documento - C300 2 V N N N OC N OC
Resumo Diário das
Notas Fiscais de
Venda a Consumidor
(código 02)
C Documentos C310 3 1:N N N N OC N OC
Cancelados de Nota
Fiscal de Venda a
Consumidor (código
02)
C Registro Analítico C320 3 1:N N N N O(Se existir N O(Se
das Notas Fiscais de C300 e existir
Venda a Consumidor VL_DOC(C3 C300 e
(código 02) 00) > 0) VL_DOC
(C300)
> 0)
C Itens dos Resumos C321 4 1:N N N N O(Se existir N N
Diários dos C320 e
Documentos (código VL_DOC(C3
02) 00) > 0)
C Nota Fiscal de venda C350 2 V N OC N N N N
a consumidor

96
(código 02)
C Itens do documento C370 3 1:N N O(Se existir N N N N
(código 02) C350)
C Registro Analítico C390 3 1:N N O(Se existir N N N N
das Notas Fiscais de C350)
Venda a Consumidor
(código 02)
Nova Redação dada à coluna “Descrição” da tabela 2.6.1.2 – Bloco C, do Registro C400 pelo Ato COTEPE/ICMS 14/13, efeitos a partir
de 22.03.13.
C Equipamento ECF
(código 02, 2D e
60)
Redação anterior dada pelo Ato COTEPE/ICMS 16/12, efeitos de 01.01.13 a 21.03.13.
C Equipamento ECF C400 2 1:N N OC N OC N OC
(código 02 e 2D)
Nova Redação dada à coluna “Descrição” da tabela 2.6.1.2 – Bloco C, do Registro C405 pelo Ato COTEPE/ICMS 14/13, efeitos a partir
de 22.03.13.
C Redução Z (código C405 3 1:N N O(Se existir N O(Se existir N O(Se
02, 2D e 60) C400) C400) existir
C400)
Redação anterior dada pelo Ato COTEPE/ICMS 16/12, efeitos de 01.01.13 a 21.03.13.
C Redução Z (código C405 3 1:N N O(Se existir N O(Se existir N O(Se
02 e 2D) C400) C400) existir
C400)
C PIS e COFINS C410 4 1:1 N OC N OC N N
Totalizados no Dia
(código 02 e 2D)
Nova Redação dada à coluna “Descrição” da tabela 2.6.1.2 – Bloco C, do Registro C420 pelo Ato COTEPE/ICMS 14/13, efeitos a partir
de 22.03.13.
C Registro dos C420 4 1:N N O(Se existir N O(Se existir N O(Se

97
Totalizadores C400) C400) existir
Parciais da Redução C400)
Z (código 02, 2D e
60)
Redação anterior dada pelo Ato COTEPE/ICMS 16/12, efeitos de 01.01.13 a 21.03.13.
C Registro dos C420 4 1:N N O(Se existir N O(Se existir N O(Se
Totalizadores C400) C400) existir
Parciais da Redução C400)
Z (código 02 e 2D)
C Resumo de itens do C425 5 1:N N N N O(se existir N N
movimento diário C420 e não
(código 02 e 2D) existir C495
e
COD_TOT_P
AR(C420)=
xxTnnnn ou
Tnnnn ou Fn
ou In ou
Nn)
Nova Redação dada à coluna “Descrição” da tabela 2.6.1.2 – Bloco C, do Registro C460 pelo Ato COTEPE/ICMS 14/13, efeitos a partir
de 22.03.13.
C Registro dos C460 4 1:N N O(Se existir N N N N
Totalizadores C400 e não
Parciais da Redução existir
Z (código 02, 2D e C495)
60)
Redação anterior dada pelo Ato COTEPE/ICMS 16/12, efeitos de 01.01.13 a 21.03.13.
C Documento Fiscal C460 4 1:N N O(Se existir N N N N
Emitido por ECF C400 e não
(código 02 e 2D) existir
C495)

98
Incluído o registro C465 na tabela 2.6.1.2 – Bloco C pelo Ato COTEPE/ICMS 14/13, efeitos a partir de 22.03.13
C Complemento do C465 5 1:1 N O(Se existir N N N N
Cupom Fiscal C460 e
Eletrônico Emitido COD_MOD=
por ECF – CF-e-ECF 60)
(código 60).
C Itens do Documento C470 5 1:N N O(Se existir N N N N
Fiscal Emitido por C460)
ECF (código 02 e
2D)
Nova Redação dada à coluna “Descrição” da tabela 2.6.1.2 – Bloco C, do Registro C490 pelo Ato COTEPE/ICMS 14/13, efeitos a partir
de 22.03.13.
C Registro Analítico do C490 4 1:N N O(Se existir N O(Se existir N O(Se
movimento diário C400) C400) existir
(código 02, 2D e C400)
60)”.
Redação anterior dada pelo Ato COTEPE/ICMS 16/12, efeitos de 01.01.13 a 21.03.13.
C Registro Analítico do C490 4 1:N N O(Se existir N O(Se existir N O(Se
movimento diário C400) C400) existir
(código 02 e 2D) C400)
C Resumo Mensal de C495 2 V N O(Se N O(Se N N
Itens do ECF por informante informante
Estabelecimento for for
(código 02 e 2D e BA( UF(000 BA( UF(000
2E) 0)=BA) e 0)=BA) e
não for não existir
informado C425)
C460
N - demais N - demais N N
UF´s UF´s
C Nota Fiscal/Conta de C500 2 V OC OC OC N OC N

99
Energia Elétrica
(código 06), Nota
Fiscal/Conta de
fornecimento dágua
canalizada (código
29) e Nota
Fiscal/Consumo
Fornecimento de
Gás (Código 28)
C Itens do Documento C510 3 1:N N O(Se existir N N N N
- Nota Fiscal/Conta C500)
de Energia Elétrica
(código 06), Nota
Fiscal/Conta de
fornecimento dágua
canalizada (código
29) e Nota
Fiscal/Conta
Fornecimento de
Gás (Código 28)
C Registro Analítico do C590 3 1:N O(Se O(Se existir O(Se N O(Se N
Documento - Nota existir C500) existir existir
Fiscal/Conta de C500) C500) C500)
Energia Elétrica
(código 06), Nota
Fiscal/Conta de
fornecimento dágua
canalizada (código
29) e Nota
Fiscal/Conta
Fornecimento de
Gás (Código 28)
C Consolidação Diária C600 2 V N N N OC N N

100
de Notas
Fiscais/Contas de
Energia Elétrica
(Código 06), Nota
Fiscal/Conta de
Fornecimento d
´água (código 29) e
Nota Fiscal/Conta de
Fornecimento de
Gás (Código 28) -
(Empresas não
obrigadas ao
Convênio ICMS
115/03)
C Documentos C601 3 1:N N N N OC N N
cancelados -
Consolidação diária
de notas
fiscais/conta de
energia elétrica
(Código 06), nota
fiscal/conta de
fornecimento de
água (código 29) e
nota fiscal/conta de
fornecimento de gás
(código 28)
C Itens do Documento C610 3 1:N N N N O(Se existir N N
Consolidado - Notas C600)
Fiscais/Contas de
Energia Elétrica
(Código 06), Nota
Fiscal/Conta de

101
Fornecimento d
´água (código 29) e
Nota Fiscal/Conta de
Fornecimento de
Gás (Código 28) -
(Empresas não
obrigadas ao
Convênio ICMS
115/03)
C Registro Analítico C690 3 1:N N N N O(Se existir N N
dos Documentos - C600)
Notas Fiscais/Contas
de Energia Elétrica
(Código 06), Nota
Fiscal/Conta de
Fornecimento d
´água (código 29) e
Nota Fiscal/Conta de
Fornecimento de
Gás (Código 28)
C Consolidação dos C700 2 V N OC N OC N N
Documentos Nota
Fiscal/Conta Energia
Elétrica (código 06)
emitidas em via
única - (Empresas
obrigadas à entrega
do arquivo previsto
no Convênio ICMS
115/03) e Nota
Fiscal/Conta de
Fornecimento de
Gás Canalizado

102
(Código 28)
C Registro Analítico C790 3 1:N N O(Se existir N O(Se existir N N
dos Documentos - C700) C700)
Nota Fiscal/Conta
Energia Elétrica
(código 06) emitidas
em via única
C Registro de C791 4 1:N N OC N OC N N
Informações de
ICMS ST por UF
C Registro Cupom C800 2 V N OC N N N N
Fiscal Eletrônico -
CF-e (Código 59)
C Registro Analítico do C850 3 1:N N OC N N N N
CF-e (Código 59)
C Identificação do C860 2 1:N N N N OC N OC
equipamento SAT-
CF-e (Código 59)
C Resumo diário de C890 3 1:N N N N OC N O(Se
CF-e (Código 59) existir
por equipamento C850)
SAT-CF-e
C Encerramento do C990 1 1 O O O O O O
Bloco C

103
2.6.1.3 - Bloco D

Obrigatoriedade do registro
Perfil A Perfil B Perfil C
Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Entrada Saída Entrada Saída Entrada Saída
D Abertura do Bloco D D001 1 1 O O O O O O
D Nota Fiscal de D100 2 V OC OC OC OC OC OC
Serviço de
Transporte (código
07) e Conhecimentos
de Transporte
Rodoviário de Cargas
(código 08),
Conhecimento de
Transporte de Cargas
Avulso (Código 8B),
Aquaviário de Cargas
(código 09), Aéreo
(código 10),
Ferroviário de Cargas
(código 11) e
Multimodal de Cargas
(código 26) e Nota
Fiscal de Transporte
Ferroviário de
Cargas(código 27) e
Conhecimento de
Transporte Eletrônico
- CT-e (código 57).
D Itens do documento - D110 3 1:N N O (Se existir N O (Se N N
Nota Fiscal de D100) existir

104
Serviços de D100)
Transporte (código
07)
D Complemento da D120 4 1:N N O (Se existir N O (Se N N
Nota Fiscal de D100) existir
Serviços de D100)
Transporte (código
07)
D Complemento do D130 3 1:N N O (Se existir N O (Se N N
Conhecimento D100) existir
Rodoviário de Cargas D100)
(código 08) e
Conhecimento de
Transporte de Cargas
Avulso (Código 8B)
D Complemento do D140 3 1:1 N O (Se existir N O (Se N N
Conhecimento D100) existir
Aquaviário de Cargas D100)
(código 09)
D Complemento do D150 3 1:1 N O (Se existir N O (Se N N
Conhecimento Aéreo D100) existir
de Cargas (código D100)
10)
D Carga Transportada D160 3 1:N N O ( Se N O ( Se N N
(CÓDIGO 08, 8B, 09, modelo modelo
10, 11, 26 E 27) diferente de diferente
“07” e não de “07” e
existir CFOP não existir
(D190) = CFOP
5359 ou (D190) =
6359) 5359 ou
6359)

105
D Local de Coleta e D161 4 1:1 N OC N N N N
Entrega (códigos 08,
8B, 09, 10, 11 e 26)
D Identificação dos D162 4 1:N N OC N OC N N
documentos fiscais
(código 08,8B,
09,10,11,26 e 27)
D Complemento do D170 3 1:1 N O (Se existir N O (Se N N
Conhecimento D100) existir
Multimodal de Cargas D100)
(código 26)
D Modais (código 26) D180 3 1:N N OC N OC N N
D Registro Analítico dos D190 3 1:N O(Se O(Se existir O(Se O(Se O(Se O(Se
Documentos existir D100) existir existir existir existir
(CÓDIGO 07, 08, 8B, D100) D100) D100) D100) D100)
09, 10, 11, 26, 27 e
57)
Nova Redação dada à coluna “Nível” da tabela 2.6.1.3 – Bloco D, do Registro D195 pelo Ato COTEPE/ICMS 14/13, efeitos a partir
de 22.03.13.
D Observações do D195 3 1:N OC OC OC OC OC OC
lançamento (CÓDIGO
07, 08, 8B, 09, 10,
11, 26, 27 e 57)
Redação anterior dada pelo Ato COTEPE/ICMS 16/12, efeitos de 01.01.13 a 21.03.13.
D Observações do D195 4 1:N OC OC OC OC OC OC
lançamento (CÓDIGO
07, 08, 8B, 09, 10,
11, 26, 27 e 57)
Nova Redação dada à coluna “Nível” da tabela 2.6.1.3 – Bloco D, do Registro D197 pelo Ato COTEPE/ICMS 14/13, efeitos a partir
de 22.03.13.
D Outras obrigações D197 4 1:N OC OC OC OC OC OC

106
tributárias, ajustes e
informações de
valores provenientes
do documento fiscal.
Redação anterior dada pelo Ato COTEPE/ICMS 16/12, efeitos de 01.01.13 a 21.03.13.
D Outras obrigações D197 5 1:N OC OC OC OC OC OC
tributárias, ajustes e
informações de
valores provenientes
do documento fiscal.
D Registro Analítico dos D300 2 V N OC N OC N OC
bilhetes consolidados
de Passagem
Rodoviário (código
13), de Passagem
Aquaviário (código
14), de Passagem e
Nota de Bagagem
(código 15) e de
Passagem Ferroviário
(código 16)
D Documentos D301 3 1:N N OC N OC N OC
cancelados dos
Bilhetes de Passagem
Rodoviário (código
13), de Passagem
Aquaviário (código
14), de Passagem e
Nota de Bagagem
(código 15) e de
Passagem Ferroviário
(código 16)

107
D Complemento dos D310 3 1:N N O (Se existir N O (Se N N
Bilhetes (código 13, D300) existir
código 14, código 15 D300)
e código 16)
D Equipamento ECF D350 2 1:N N OC N OC N OC
(Códigos 2E, 13, 14,
15 e 16)
D Redução Z (Códigos D355 3 1:N N O(Se existir N O(Se N O(Se
2E, 13, 14, 15 e 16) D350) existir existir
D350) D350)
D PIS E COFINS D360 4 1:1 N OC N OC N N
totalizados no dia
(Códigos 2E, 13, 14,
15 e 16)
D Registro dos D365 4 1:N N O(Se existir N O(Se N O(Se
Totalizadores Parciais D350) existir existir
da Redução Z D350) D350)
(Códigos 2E, 13, 14,
15 e 16)
D Complemento dos D370 5 1:N N O(Se existir N N N N
documentos D350 e
informados (Códigos COD_TOT_P
13, 14, 15, 16 E 2E) AR(D365)=
xxTnnnn ou
Tnnnn ou Fn
ou In ou Nn)
D Registro analítico do D390 4 1:N N O(Se existir N O(Se N O(Se
movimento diário D350) existir existir
(Códigos 13, 14, 15, D350) D350)
16 E 2E)
D Resumo do D400 2 V N OC N OC N OC
Movimento Diário

108
(código 18)
Nova redação dada a coluna Perfil B - Saída do registro D410, pelo Ato COTEPE/ICMS 50/12, efeitos a partir de 10.10.12.
D Documentos D410 3 1:N N O (Se existir N O (Se N O (Se
Informados (Códigos D400) existir existir
13, 14, 15 e 16) D400) D400)
Redação anterior dada a obrigatoriedade do registro D410 para o perfil B no item 2.6.1.3, pelo Ato COTEPE/ICMS 34/12, efeitos a
de 01.10.12 a 09.10.12.
D Documentos D410 3 1:N N O (Se existir N O (Se N O (Se
Informados (Códigos D400) existir existir
13, 14, 15 e 16) D400) D400)
Redação original, efeitos até 30.09.12.
D Documentos D410 3 1:N N O (Se existir N N N O (Se
Informados (Códigos D400) existir
13, 14, 15 e 16) D400)
Nova redação dada as colunas Perfil B - Saída e Perfil C- Saída, do registro D411, pelo Ato COTEPE/ICMS 50/12, efeitos a partir de
10.10.12.
D Documentos D411 4 1:N N OC N OC N OC
Cancelados dos
Documentos
Informados (Códigos
13, 14, 15 e 16)
Redação original, efeitos até 09.10.12.
D Documentos D411 4 1:N N OC N N N N
Cancelados dos
Documentos
Informados (Códigos
13, 14, 15 e 16)
D Complemento dos D420 3 1:N N O(Se existir N O (Se N N
Documentos D400) existir
Informados (Códigos D400)

109
13, 14, 15 e 16)
D Nota Fiscal de D500 2 V OC OC OC N OC OC
Serviço de
Comunicação (código
21) e Serviço de
Telecomunicação
(código 22)
D Itens do Documento D510 3 1:N N O (Se existir N N N N
- Nota Fiscal de D500)
Serviço de
Comunicação (código
21) e Serviço de
Telecomunicação
(código 22)
D Terminal Faturado D530 3 1:N N OC N N N N
D Registro Analítico do D590 3 1:N O(Se O(Se existir O(Se N O(Se O(Se
Documento (códigos existir D500) existir existir existir
21 e 22) D500) D500) D500) D500)
D Consolidação da D600 2 V N N N OC N N
Prestação de
Serviços - Notas de
Serviço de
Comunicação (código
21) e de Serviço de
Telecomunicação
(código 22)
D Itens do Documento D610 3 1:N N N N O (Se N N
Consolidado (códigos existir
21 e 22) D600)
D Registro Analítico dos D690 3 1:N N N N O(Se N N
Documentos (códigos existir
21 e 22) D600)

110
D Consolidação da D695 2 V N OC N OC N N
Prestação de
Serviços - Notas de
Serviço de
Comunicação (código
21) e de Serviço de
Telecomunicação
(código 22)
D Registro Analítico dos D696 3 1:N N O(Se existir N O(Se N N
Documentos (códigos D695) existir
21 e 22) D695)
D Registro de D697 4 1:N N OC N OC N N
informações de
outras UFs,
relativamente aos
serviços “não-
medidos” de
televisão por
assinatura via
satélite
D Encerramento do D990 1 1 O O O O O O
Bloco D

2.6.1.4 - Bloco E

Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do


registro (Todos
contribuintes)
E Abertura do Bloco E E001 1 1 O
E Período de Apuração do ICMS E100 2 V O
E Apuração do ICMS - Operações Próprias E110 3 1:1 O

111
E Ajuste/Benefício/Incentivo da Apuração do ICMS E111 4 1:N OC
E Informações Adicionais dos Ajustes da Apuração do ICMS E112 5 1:N OC
E Informações Adicionais dos Ajustes da Apuração do ICMS - E113 5 1:N
OC
Identificação dos documentos fiscais
E Informações Adicionais da Apuração do ICMS - Valores E115 4 1:N
OC
Declaratórios
E Obrigações do ICMS a Recolher - Obrigações Próprias E116 4 1:N OC
E Período de Apuração do ICMS - Substituição Tributária E200 2 V OC
E Apuração do ICMS - Substituição Tributária E210 3 1:1 O(Se existir E200)
E Ajuste/Benefício/Incentivo da Apuração do ICMS -E220 4 1:N
OC
Substituição Tributária
E Informações Adicionais dos Ajustes da Apuração do ICMS E230 5 1:N
OC
Substituição Tributária
E Informações Adicionais dos Ajustes da Apuração do ICMS E240 5 1:N
OC
Substituição Tributária - Identificação dos documentos fiscais
E Obrigações do ICMS a Recolher - Substituição Tributária E250 4 1:N OC
E Período de Apuração do IPI E500 2 V OC
E Consolidação dos Valores de IPI E510 3 1:N OC
E Apuração do IPI E520 3 1:1 O(Se existir E500)
E Ajustes da Apuração do IPI E530 4 1:N OC
E Encerramento do Bloco E E990 1 1 O

2.6.1.5 - Bloco G

Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do


registro (Todos
contribuintes)
G Abertura do Bloco G G001 1 1 O
G ICMS - Ativo Permanente - CIAP G110 2 V OC
G Movimentação de Bem do Ativo Imobilizado G125 3 1:N O(se existir G110)
G Outros créditos CIAP G126 4 1:N OC

112
G Identificação do documento fiscal G130 4 1:N O(se existir G125)
G Identificação do item do documento fiscal G140 5 1:N O(se existir G130)
G Encerramento do Bloco G G990 1 1 O

2.6.1.6 - Bloco H

Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do


registro (Todos
contribuintes)
H Abertura do Bloco H H001 1 1 O
H Totais do Inventário H005 2 V OC
H Inventário H010 3 1:N OC
H Informação complementar do Inventário H020 4 1.N OC
H Encerramento do Bloco H H990 1 1 O

2.6.1.7 - Bloco K

Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do


registro (Todos
contribuintes)
K Abertura do Bloco K K001 1 1 O
K Período de Apuração do ICMS/IPI K100 2 V OC
K Estoque Escriturado K200 3 V OC
K Outras Movimentações Internas entre Mercadorias K220 3 V OC
K Itens Produzidos K230 3 V OC
K Insumos Consumidos K235 4 1:N OC
K Industrialização Efetuada por Terceiros – Itens K250 3 V OC
Produzidos
K Industrialização em Terceiros – Insumos Consumidos K255 4 1:N OC
K Encerramento do Bloco K K990 1 1 O

113
2.6.1.8 - Bloco 1

Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do


registro (Todos
contribuintes)
1 Abertura do Bloco 1 1001 1 1 O
1 Obrigatoriedade de registros do Bloco 1 1010 2 1 O
1 Registro de Informações sobre Exportação 1100 2 V OC
1 Documentos Fiscais de Exportação 1105 3 1:N OC
1 Operações de Exportação Indireta - Mercadorias de 1110 4 1:N
OC
terceiros
1 Controle de Créditos Fiscais - ICMS 1200 2 V OC
1 Utilização de Créditos Fiscais - ICMS 1210 3 1:N OC
1 Movimentação diária de combustíveis 1300 2 V OC
Nova Redação dada à coluna “Obrigatoriedade do Registro (Todos contribuintes)” da tabela 2.6.1.7 – Bloco 1, do Registros 1310.
pelo Ato COTEPE/ICMS 14/13, efeitos a partir de 22.03.13.
1 Movimentação diária de combustíveis por tanque 1310 3 1:N O (Se existir o 1300)
Redação anterior dada pelo Ato COTEPE/ICMS 41/11, efeitos de 01.07.12 a 21.03.13.
1 Movimentação diária de combustíveis por tanque 1310 3 1:N OC
1 Volume de vendas 1320 4 1:N OC
Nova Redação dada à coluna “Obrigatoriedade do Registro (Todos contribuintes)” da tabela 2.6.1.7 – Bloco 1, do Registros 1350.
pelo Ato COTEPE/ICMS 14/13, efeitos a partir de 22.03.13.
1 Bombas 1350 2 V O (Se existir o 1300)
Redação anterior dada pelo Ato COTEPE/ICMS 41/11, efeitos de 01.07.12 a 21.03.13.
1 Bombas 1350 2 V OC
Nova Redação dada à coluna “Obrigatoriedade do Registro (Todos contribuintes)” da tabela 2.6.1.7 – Bloco 1, do Registros 1360

114
pelo Ato COTEPE/ICMS 14/13, efeitos a partir de 22.03.13.
1 Lacres das bombas 1360 3 1:N O (Se existir o 1300)
Redação anterior dada pelo Ato COTEPE/ICMS 41/11, efeitos de 01.07.12 a 21.03.13.
1 Lacres das bombas 1360 3 1:N OC
Nova Redação dada à coluna “Obrigatoriedade do Registro (Todos contribuintes)” da tabela 2.6.1.7 – Bloco 1, do Registros 1370
pelo Ato COTEPE/ICMS 14/13, efeitos a partir de 22.03.13.
1 Bicos da bomba 1370 3 1:N O (Se existir o 1300)
Redação anterior dada pelo Ato COTEPE/ICMS 41/11, efeitos de 01.07.12 a 21.03.13.
1 Bicos da bomba 1370 3 1:N OC
1 Controle de produção de Usina 1390 2 V OC
1 Produção diária da usina 1391 3 1:1 OC
1 Informação sobre Valor Agregado 1400 2 V OC
1 Nota fiscal/Conta de energia elétrica (código 06) - 1500 2 1:N
OC
Operações Interestaduais
1 Itens do documento Nota fiscal/Conta de energia elétrica 1510 3 1:N
OC
(código 06)
1 Total das operações com cartão de crédito e/ou débito 1600 2 V OC
1 Documentos fiscais utilizados 1700 2 V OC
1 Documentos fiscais cancelados/inutilizados 1710 3 1:N OC
1 DCTA - Demonstrativo de crédito do ICMS sobre 1800 2 1:1
OC
transporte aéreo
1 Indicador de sub-apuração do ICMS 1900 2 V OC
1 Período da sub-apuração do ICMS 1910 3 1:N OC
1 Sub-apuração do ICMS 1920 4 1:1 OC
1 Ajuste/benefício/incentivo da sub-apuração do ICMS 1921 5 1:N OC
1 Informações adicionais dos ajustes da sub-apuração do 1922 6 1:N OC

115
ICMS
1 Informações adicionais dos ajustes da sub-apuração do 1923 6 1N OC
ICMS - Identificação dos documentos fiscais
1 Informações adicionais da sub-apuração do ICMS - 1925 5 1:N OC
Valores declaratórios
1 Obrigações do ICMS a recolher - Operações referentes à 1926 5 1:N OC
sub-apuração do ICMS
1 Encerramento do Bloco 1 1990 1 1 O

116
Geração dos Blocos com Base no
Banco de Dados

Nesse capítulo veremos quais blocos serão gerados no


protótipo e de onde estão vindo as informações. Abra o DER
disponibilizado junto do protótipo no DBDesigner e analise
com calma cada uma das tabelas e seus relacionamentos. É
importante fazer isso antes de continuar a leitura para que
possa compreender tudo o que será informado nesse
capítulo.

BLOCO 0: ABERTURA, IDENTIFICAÇÃO E


REFERÊNCIAS

REGISTRO 0000: ABERTURA DO ARQUIVO DIGITAL


E IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE

Registro obrigatório e corresponde ao primeiro registro


do arquivo.

Obs.: Nos casos de EFD-ICMS/IPI apresentadas por


estabelecimentos situados em outra UF e que possuam
Inscrição Estadual nos termos do Convênio ICMS nº 113/04,
deve-se observar o seguinte procedimento para
preenchimento do registro 0000:

 Informar o campo UF da unidade federada do tomador


de serviços;
 Informar no campo IE a inscrição estadual na unidade
federada do tomador de serviços;
 Informar no campo COD_MUN o código de município
correspondente à capital do estado do tomador de

117
serviços.

Alguns campos desse registro são informados pelo


usuário na janela da aplicação, como a versão do layout e a
finalidade do arquivo, por exemplo. Os dados da entidade são
capturados das tabelas EMPRESA e ENDERECO.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO 0001: ABERTURA DO BLOCO 0

Este registro deve ser gerado para abertura do bloco 0 e


indica as informações previstas para este bloco.

Deve-se apenas informar se o bloco possui ou não


dados. Nenhuma informação capturada no banco de dados.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO 0005: DADOS COMPLEMENTARES DA


ENTIDADE

Registro obrigatório utilizado para complementar as


informações de identificação do informante do arquivo.

Os dados do informante são capturados das tabelas


EMPRESA e ENDERECO.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO 0015: DADOS DO CONTRIBUINTE


SUBSTITUTO

118
Registro obrigatório para todos os contribuintes
substitutos tributários do ICMS, conforme definidos na
legislação pertinente. Deve ser gerado um registro para cada
uma das inscrições estaduais cadastradas nas unidades
federadas dos contribuintes substituídos, ainda que não
tenha tido movimentação no período, ficando obrigado à
apresentação dos registros E200 e filhos.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO 0100: DADOS DO CONTABILISTA

Registro utilizado para identificação do contabilista


responsável pela escrituração fiscal do estabelecimento,
mesmo que o contabilista seja funcionário da empresa ou
prestador de serviço.

Os dados do contabilista são capturados da tabela


CONTADOR.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO 0150: TABELA DE CADASTRO DO


PARTICIPANTE

Registro utilizado para informações cadastrais das


pessoas físicas ou jurídicas envolvidas nas transações
comerciais com o estabelecimento, no período. Participantes
sem movimentação no período não devem ser informados
neste registro.

119
Obs.: Não devem ser informados como participantes os
CNPJ e CPF apenas citados nos registros C350 e C460.

O código a ser utilizado é de livre atribuição pelo


contribuinte e possui validade para o arquivo informado. Este
código deve ser único para o participante, não havendo
necessidade, sempre que possível, de se criar um novo para
cada período.

Não podem ser informados dois ou mais registros com o


mesmo Código de Participante.

Para o caso de participante pessoa física com mais de


um endereço, podem ser fornecidos mais de um registro,
com o mesmo NOME e CPF. Neste caso, deve ser usado um
COD_PART para cada registro, alterando os demais dados. As
informações deste registro representam os dados atualizados
no último dia da EFD-ICMS/IPI.

Os dados dos emitentes são capturados das tabelas


NFE_EMITENTE, NFE_CABECALHO, NFE_DESTINATARIO,
FORNECEDOR e CLIENTE. Para facilitar as consultas duas
views foram criadas: VIEW_SPED_NFE_DESTINATARIO e
VIEW_SPED_NFE_EMITENTE.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO 0175: ALTERAÇÃO DA TABELA DE


CADASTRO DE PARTICIPANTE

Este registro é de preenchimento obrigatório quando


houver, dentro do período, alteração nos dados informados
no registro 0150, campos: NOME, COD_PAIS, CNPJ, CPF,
COD_MUN, SUFRAMA, END, NUM, COMPL e BAIRRO. Não
pode ser utilizado, em um mesmo arquivo, um mesmo código

120
para representar um participante diferente do referenciado
anteriormente por tal código.

Os dados informados neste registro serão considerados


até às 24:00 horas do dia anterior à data de alteração.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO 0190: IDENTIFICAÇÃO DAS UNIDADES


DE MEDIDA

Este registro tem por objetivo descrever as unidades de


medidas utilizadas no arquivo digital. Não podem ser
informados dois ou mais registros com o mesmo código de
unidade de medida. Somente devem constar as unidades de
medidas informadas em qualquer outro registro.

Os dados das unidades são capturados da tabela


UNIDADE_PRODUTO.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO 0200: TABELA DE IDENTIFICAÇÃO DO


ITEM (PRODUTO E SERVIÇOS)

Este registro tem por objetivo informar mercadorias,


serviços, produtos ou quaisquer outros itens concernentes às
transações fiscais. Quando ocorrer alteração somente na
descrição do item, sem que haja descaracterização deste, ou
seja, criação de um novo item, a alteração deve constar no
registro 0205.

121
Só devem ser apresentados itens referenciados nos
demais blocos, exceto se for apresentado o fator de
conversão no registro 0220 (a partir de julho de 2012).

A identificação do item (produto ou serviço) deverá


receber o código próprio do informante do arquivo em
qualquer documento, lançamento efetuado ou arquivo
informado (significa que o código de produto deve ser o
mesmo na emissão dos documentos fiscais, na entrada das
mercadorias ou em qualquer outra informação prestada ao
fisco), observando-se ainda que:

 O código utilizado não pode ser duplicado ou atribuído


a itens (produto ou serviço) diferentes. Os produtos e
serviços que sofrerem alterações em suas
características básicas deverão ser identificados com
códigos diferentes. Em caso de alteração de
codificação, deverão ser informados o código e a
descrição anteriores e as datas de validade inicial e
final no registro 0205;
 Não é permitida a reutilização de código que tenha sido
atribuído para qualquer produto anteriormente.
 O código de item/produto a ser informado no
Inventário deverá ser aquele utilizado no mês
inventariado.
 A discriminação do item deve indicar precisamente o
mesmo, sendo vedadas discriminações diferentes para
o mesmo item ou discriminações genéricas (a exemplo
de "diversas entradas", "diversas saídas", "mercadorias
para revenda", etc), ressalvadas as operações abaixo,
desde que não destinada à posterior circulação ou
apropriação na produção:

1. de aquisição de "materiais para uso/consumo"


que não gerem direitos a créditos;

122
2. que discriminem por gênero a aquisição de bens
para o "ativo fixo" (e sua baixa);
3. que contenham os registros consolidados
relativos aos contribuintes com atividades
econômicas de fornecimento de energia elétrica,
de fornecimento de água canalizada, de
fornecimento de gás canalizado, e de prestação
de serviço de comunicação e telecomunicação
que poderão, a critério do Fisco, utilizar registros
consolidados por classe de consumo para
representar suas saídas ou prestações.

Os dados dos produtos e serviços são capturados das


tabelas PRODUTO, NFE_DETALHE e UNIDADE_PRODUTO.
Para facilitar a consulta foi criada a view
VIEW_SPED_NFE_ITEM.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO 0205: ALTERAÇÃO DO ITEM

Este registro tem por objetivo informar alterações


ocorridas na descrição do produto, desde que não o
descaracterize ou haja modificação que o identifique como
sendo novo produto. Caso não tenha ocorrido movimentação
no período da alteração do item, deverá ser informada no
primeiro período em que houver movimentação do item ou
no inventário.

Deverá ser ainda informado quando ocorrer alteração na


codificação do produto.

Não podem ser informados dois ou mais registros com


sobreposição de períodos.

123
Os dados das alterações realizadas nos itens são
capturados da tabela PRODUTO_ALTERACAO_ITEM.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO 0206: CÓDIGO DE PRODUTO CONFORME


TABELA PUBLICADA PELA ANP (COMBUSTÍVEIS)

Este registro tem por objetivo informar o código


correspondente ao produto constante na Tabela da Agência
Nacional de Petróleo (ANP) para os produtos denominados
“Combustíveis”.

Deve ser apresentado apenas pelos contribuintes


produtores, importadores, distribuidores e postos de
combustíveis.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO 0220: FATORES DE CONVERSÃO DE


UNIDADES

Este registro tem por objetivo informar os fatores de


conversão dos itens discriminados na Tabela de Identificação
do Item (Produtos e Serviços) entre a unidade informada no
registro 0200 e as unidades informadas nos registros dos
documentos fiscais.

Quando for utilizada unidade de inventário diferente da


unidade comercial do produto é necessário informar o
registro 0220 para informar os fatores de conversão entre as

124
unidades. Não podem ser informados dois ou mais registros
com o mesmo conteúdo no campo UNID_CONV.

Os dados das são capturados da tabela


UNIDADE_CONVERSAO.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO 0300: CADASTRO DE BENS OU


COMPONENTES DO ATIVO IMOBILIZADO

Este registro tem o objetivo de identificar e caracterizar


todos os bens ou componentes arrolados no registro G125 do
Bloco G e os bens em construção.

O bem ou componente deverá ter código individualizado


atribuído pelo contribuinte em seu controle patrimonial do
ativo imobilizado e não poderá ser reutilizado, duplicado,
atribuído a bens ou componentes diferentes.

A discriminação do bem ou componente deve indicar


precisamente o mesmo, sendo vedadas discriminações
diferentes para o mesmo bem ou componente no mesmo
período ou discriminações genéricas.

As informações nos campos IDENT_MERC, DESCR_ITEM,


COD_PRNC e COD_CTA devem se referir às características
atuais do bem ou componente.

Deverá também ser apresentado registro que identifique


e caracterize o bem que está sendo construído no
estabelecimento do contribuinte, a partir do período de
apuração em que adquirir ou consumir o 1º componente.

Dados não capturados.

125
Registro não informado no protótipo. Deve ser
implementado a critério do leitor.

REGISTRO 0305: INFORMAÇÃO SOBRE A


UTILIZAÇÃO DO BEM

Este registro tem o objetivo de prestar informações


sobre a utilização do bem, sendo obrigatório quando o
conteúdo do campo IDENT_MERC do registro 0300 for igual a
“1”.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO 0400: TABELA DE NATUREZA DA


OPERAÇÃO/PRESTAÇÃO

Este registro tem por objetivo codificar os textos das


diferentes naturezas da operação/prestação discriminadas
nos documentos fiscais. Esta codificação e suas descrições
são livremente criadas e mantidas pelo contribuinte.

Este registro não se refere a CFOP. Algumas empresas


utilizam outra classificação além das apresentadas nos CFOP.
Esta codificação permite informar estes agrupamentos
próprios.

Não podem ser informados dois ou mais registros com o


mesmo conteúdo no campo COD_NAT

Os dados das são capturados da tabela

126
TRIBUT_OPERACAO_FISCAL.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO 0450: TABELA DE INFORMAÇÃO


COMPLEMENTAR DO DOCUMENTO FISCAL

Este registro tem por objetivo codificar todas as


informações complementares dos documentos fiscais
exigidas pela legislação fiscal. Estas informações constam no
campo “Dados Adicionais” dos documentos fiscais.

Esta codificação e suas descrições são livremente


criadas e mantidas pelo contribuinte e não podem ser
informados dois ou mais registros com o mesmo conteúdo no
campo COD_INF.

Deverão constar todas as informações complementares


de interesse do fisco existentes nos documentos fiscais.
Exemplo: nos casos de documentos fiscais de entradas de
devolução, informar o documento fiscal referenciado.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO 0460: TABELA DE OBSERVAÇÕES DO


LANÇAMENTO FISCAL

Este registro é utilizado para informar anotações de


escrituração determinadas pela legislação pertinente aos
lançamentos fiscais, tais como: ajustes efetuados por
diferimento parcial de imposto, antecipações, diferencial de

127
alíquota e outros.

Esta codificação e suas descrições são de atribuição do


contribuinte e não podem ser informados dois ou mais
registros com o mesmo conteúdo no campo COD_OBS.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO 0500: PLANO DE CONTAS CONTÁBEIS

Este registro tem o objetivo de identificar as contas


contábeis utilizadas pelo contribuinte informante em sua
Contabilidade Geral, relativas às contas referenciadas no
registro 0300. Não podem ser informados dois ou mais
registros com a mesma combinação de conteúdo nos campos
DT_ALT e COD_CTA.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO 0600: CENTRO DE CUSTOS

Este registro tem o objetivo de identificar os centros de


custos referenciados no registro 0305. Não podem ser
informados dois ou mais registros com a mesma combinação
de conteúdo nos campos DT_ALT e COD_CCUS.

Dados não capturados.

128
Registro não informado no protótipo. Deve ser
implementado a critério do leitor.

REGISTRO 0990: ENCERRAMENTO DO BLOCO 0

Este registro tem por objetivo identificar o encerramento


do bloco 0 e informar a quantidade de linhas (registros)
existentes no bloco.

Gerado automaticamente pelo componente ACBr.

Registro informado no protótipo.

BLOCO C: DOCUMENTOS FISCAIS I -


MERCADORIAS (ICMS/IPI)

REGISTRO C001: ABERTURA DO BLOCO C

Este registro tem por objetivo identificar a abertura do


bloco C, indicando se há informações sobre documentos
fiscais.

Deve-se apenas informar se o bloco possui ou não


dados. Nenhuma informação capturada no banco de dados.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO C100: NOTA FISCAL (CÓDIGO 01),


NOTA FISCAL AVULSA (CÓDIGO 1B), NOTA FISCAL DE
PRODUTOR (CÓDIGO 04), NF-e (CÓDIGO 55) e NFC-e
(CÓDIGO 65)

129
Este registro deve ser gerado para cada documento
fiscal código 01, 1B, 04, 55 e 65, conforme item 4.1.1 do Ato
COTEPE/ICMS nº 09, de 18 de abril de 2008, registrando a
entrada ou saída de produtos ou outras situações que
envolvam a emissão dos documentos fiscais mencionados.

A partir do mês de referência abril de 2012, a


informação do campo CHV_NFE passa a ser obrigatória em
todas as situações, exceto para NFe com numeração
inutilizada (COD_SIT = 05). IMPORTANTE: para documentos
de entrada, os campos de valor de imposto/contribuição,
base de cálculo e alíquota só devem ser informados se o
adquirente tiver direito à apropriação do crédito (enfoque do
declarante).

Para cada registro C100, obrigatoriamente deve ser


apresentado, pelo menos, um registro C170 e um registro
C190, observadas as exceções abaixo relacionadas:

 Exceção 1: Para documentos com código de situação


(campo COD_SIT) cancelado (código “02”), cancelado
extemporâneo (código “03”), Nota Fiscal Eletrônica
(NF-e) denegada (código “04”), preencher somente os
campos REG, IND_OPER, IND_EMIT, COD_MOD,
COD_SIT, SER, NUM_DOC e CHV_NF-e. Para COD-SIT
= 05 (numeração inutilizada), todos os campos
referidos anteriormente devem ser preenchidos, exceto
o campo CHV_NF-e. Demais campos deverão ser
apresentados com conteúdo VAZIO “||”. Não informar
registros filhos. A partir de janeiro de 2011, no caso de
NF-e de emissão própria com código de situação
(campo COD_SIT) cancelado (código “02”) e cancelado
extemporâneo (código “03”) deverão ser informados os
campos acima citados incluindo ainda a chave da NF-e.
 Exceção 2: Notas Fiscais Eletrônicas - NF-e de emissão
própria: devem ser apresentados somente os registros

130
C100 e C190, e, se existirem ajustes de documento
fiscais determinados por legislação estadual (tabela 5.3
do Ato COTEPE ICMS 09/08), devem ser apresentados
também os registros C195 e C197; somente será
admitida a informação do registro C170 quando
também houver sido informado o registro C176,
hipótese de emissão de documento fiscal quando
houver direito a Ressarcimento de ICMS em Operações
com Substituição Tributária. A critério de cada UF,
informar os registros C110 e C120, a partir de julho de
2012.
 Exceção 3: Notas Fiscais Complementares e Notas
Fiscais Complementares Extemporâneas (campo
COD_SIT igual a “06” ou “07”): nesta situação,
somente os campos REG, IND_EMIT, COD_PART,
COD_MOD, COD_SIT, NUM_DOC e DT_DOC são de
preenchimento obrigatório, devendo ser preenchida a
data de efetiva saída, para os contribuintes das UFs
que utilizam a data de saída para a apuração. Os
demais campos são facultativos (se forem preenchidos,
inclusive com valores iguais a zero, serão validadas e
aplicadas as regras de campos existentes). O registro
C190 é sempre obrigatório e deve ser totalmente
preenchido. Os demais campos e registros filhos do
registro C100 serão informados, quando houver
informação a ser prestada. Se for informado o registro
C170 o campo NUM_ITEM deve ser preenchido.
 Exceção 4: Notas Fiscais emitidas por regime especial
ou norma específica (campo COD_SIT igual a “08”).
Para documentos fiscais emitidos com base em regime
especial ou norma específica, deverão ser apresentados
os registros C100 e C190, obrigatoriamente, e os
demais registros “filhos”, se estes forem exigidos pela
legislação fiscal. Nesta situação, para o registro C100,
somente os campos REG, IND_EMIT, COD_PART,
COD_MOD, COD_SIT, NUM_DOC e DT_DOC são de

131
preenchimento obrigatório. A partir do mês de
referência abril de 2012 a informação do campo
CHV_NFE passa a ser obrigatória neste caso para
modelo 55. Os demais campos, com exceção do campo
NUM_ITEM do registro C170, são facultativos (se forem
preenchidos, inclusive com valores iguais a Zero, serão
validados e aplicadas as regras de campos existentes)
e deverão ser preenchidos, quando houver informação
a ser prestada. Exemplos: a) Nota fiscal emitida em
substituição ao cupom fiscal – CFOP igual a 5.929 ou
6.929 – (lançamento efetuado em decorrência de
emissão de documento fiscal relativo à operação ou à
prestação também registrada em equipamento Emissor
de Cupom Fiscal – ECF, exceto para o contribuinte do
Estado do Paraná, que deve efetuar a escrituração de
acordo com a regra estabelecida na tabela de código de
ajustes); b) Nos casos em que a legislação estadual
permitir a emissão de NF sem informações do
destinatário, preencher os dados do próprio emitente.
Obs.: a partir de janeiro de 2012, para todos os
documentos diferentes de NF-e e com COD_SIT igual a
“08”, deverá ser informada no registro C110 a norma
legal que autoriza o preenchimento do documento fiscal
nessa situação.
 Exceção 5: Para os documentos fiscais emitidos de
acordo com o estabelecido em regimes especiais ou
normas específicas, devidamente autorizados pelo fisco
(campo COD_SIT igual a “08”), será permitida a
informação de data de emissão de documento maior
que a data de entrada ou saída. Ex. aquisição de cana-
de-açúcar, venda de derivados de petróleo, etc. Será
emitida Advertência pelo PVA-EFD-ICMS/IPI.
 Exceção 6: Venda de produtos que geram direito a
ressarcimento com utilização de NF-e: Nos casos de
vendas, para outro estado, de produtos tributados por
ST na operação anterior o contribuinte deverá indicar

132
no registro C176 os dados para futura solicitação de
ressarcimento. O registro C170 deverá ser preenchido
apenas com os itens da NF que gerem direito ao pedido
de ressarcimento, devendo também ser preenchido o
registro C176 (utilização a partir de 01/06/2009). A UF
determinará a obrigatoriedade deste registro.
 Exceção 7: Escrituração de documentos emitidos por
terceiros: os casos de escrituração de documentos
fiscais, inclusive NF-e, emitidos por terceiros (como por
ex. o consórcio constituído nos termos do disposto nos
arts. 278 e 279 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de
1976) e das NF-e “avulsas” emitidas pelas UF (séries
890 a 899) devem ser informados como emissão de
terceiros, com o código de situação do documento igual
a “08 - Documento Fiscal emitido com base em Regime
Especial ou Norma Específica”. O PVA-EFD-ICMS/IPI
exibirá a mensagem de Advertência para esses
documentos.

Obs: Os documentos fiscais emitidos pelas filiais das


empresas que possuam inscrição estadual única ou
sejam autorizadas pelos fiscos estaduais a centralizar
suas escriturações fiscais deverão ser informados como
sendo de emissão própria e código de situação igual a
“00 – Documento regular”.Excepcionalmente, até junho
de 2012, poderão ser informados como sendo de
emissão de terceiros e código de situação de
documento como sendo “08”.

 Exceção 8: NF-e com o campo UF de consumo


preenchido: nos casos de NF-e de emissão própria,
quando o campo UF de consumo for preenchido (onde
a UF de consumo é diversa da UF do destinatário),
deve ser informado no registro C105.
 Exceção 9 - Para notas fiscais eletrônicas ao
consumidor final (NFC-e), modelo 65: devem ser

133
apresentados somente os registros C100 e C190. No
registro C100, não devem ser informados os campos
COD_PART, VL_BC_ICMS_ST, VL_ICMS_ST, VL_IPI,
VL_PIS, VL_COFINS, VL_PIS_ST e VL_COFINS_ST. Os
demais campos seguirão a obrigatoriedade definida
pelo registro.

Não podem ser informados, para um mesmo documento


fiscal, dois ou mais registros com a mesma combinação de
valores dos campos formadores da chave do registro. A
chave deste registro é:

 para documentos com campo IND_EMIT igual a “1”


(um) – emissão por terceiros: campo IND_OPER,
campo IND_EMIT, campo COD_PART, campo
COD_MOD, campo COD_SIT, campo SER e campo
NUM_DOC;
 para documentos com campo (IND_EMIT igual “0”
(zero) – emissão própria: campo IND_OPER, campo
IND_EMIT, campo COD_MOD, campo COD_SIT, campo
SER e campo NUM_DOC.

Os dados são capturados da tabela NFE_CABECALHO.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO C105: OPERAÇÕES COM ICMS ST


RECOLHIDO PARA UF DIVERSA DO DESTINATÁRIO DO
DOCUMENTO FISCAL (CÓDIGO 55)

Este registro tem por objetivo identificar a UF


destinatária do recolhimento do ICMS ST, quando esta for
diversa da UF do destinatário do produto. Ex. Leasing de
veículo quando a entidade financeira está localizada em uma
UF e o destinatário do produto em outra UF.

134
Durante o ano de 2009, as empresas sujeitas ao
recolhimento a UFs diferentes do destinatário dos produtos
deverão estornar o débito correspondente à UF do
destinatário do documento fiscal e deverão adicionar o valor
correspondente na apuração do ICMS ST para a UF do
recolhimento do tributo.

A partir de período de apuração de janeiro de 2010,


essas empresas deverão utilizar o registro C105 para que
possa ser identificada a UF de destino do ICMS ST.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C110: INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR


DA NOTA FISCAL (CÓDIGO 01, 1B, 04 e 55)

Este registro tem por objetivo identificar os dados


contidos no campo Informações Complementares da Nota
Fiscal, que sejam de interesse do fisco, conforme dispõe a
legislação. Devem ser discriminadas em registros “filhos
próprios” as informações relacionadas com documentos
fiscais, processos, cupons fiscais, documentos de
arrecadação e locais de entrega ou coleta que foram
explicitamente citadas no campo “Informações
Complementares” da Nota Fiscal.

Não podem ser informados para um mesmo documento


fiscal, dois ou mais registros com o mesmo conteúdo no
campo COD_INF.

Dados não capturados.

135
Registro não informado no protótipo. Deve ser
implementado a critério do leitor.

REGISTRO C111: PROCESSO REFERENCIADO

Este registro deve ser apresentado, obrigatoriamente,


quando no campo – “Informações Complementares” da nota
fiscal - constar a discriminação de processos referenciados no
documento fiscal.

Não podem ser informados dois ou mais registros com o


mesmo conteúdo no campo NUM_PROC para um mesmo
registro C110.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C112: DOCUMENTO DE ARRECADAÇÃO


REFERENCIADO

Este registro deve ser apresentado, obrigatoriamente,


quando no campo – “Informações Complementares” da nota
fiscal - constar a identificação de um documento de
arrecadação.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

136
REGISTRO C113: DOCUMENTO FISCAL
REFERENCIADO

Este registro tem por objetivo informar, detalhadamente,


outros documentos fiscais que tenham sido mencionados nas
informações complementares do documento que está sendo
escriturado no registro C100, exceto cupons fiscais, que
devem ser informados no registro C114. Exemplos: nota
fiscal de remessa de mercadoria originária de venda para
entrega futura e nota fiscal de devolução de compras.

Não podem ser informados, para um mesmo documento


fiscal, dois ou mais registros com a mesma combinação de
valores dos campos formadores da chave do registro. A
chave deste registro é:

 para documentos emitidos por terceiros: campos


IND_EMIT, COD_PART, COD_MOD, SER e NUM_DOC.
 para documentos de emissão própria: campos
IND_EMIT, COD_MOD, SER e NUM_DOC.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C114: CUPOM FISCAL REFERENCIADO

Este registro será utilizado para informar,


detalhadamente, nas operações de saídas, cupons fiscais que
tenham sido mencionados nas informações complementares
do documento que está sendo escriturado no registro C100.
Nas operações de entradas, somente informar quando o
emitente do cupom fiscal for o próprio informante do arquivo.
Não podem ser informados para um mesmo documento

137
fiscal, dois ou mais registros com a mesma combinação de
conteúdo nos campos ECF_FAB, NUM_DOC e DT_DOC.

Os dados são capturados da tabela


NFE_CUPOM_FISCAL_REFERENCIADO.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO C115: LOCAL DA COLETA E/OU


ENTREGA (CÓDIGO 01, 1B E 04)

Este registro tem por objetivo informar o local de coleta,


quando este for diferente do endereço do emitente do
documento fiscal e/ou local de entrega, quando este for
diferente do endereço do destinatário do documento fiscal,
além de informar a modalidade de transporte utilizada. As
informações prestadas referem-se a transporte próprio ou de
terceiros.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C116: CUPOM FISCAL ELETRÔNICO


REFERENCIADO

Este registro será utilizado para informar,


detalhadamente, nas operações de saídas, cupons fiscais
eletrônicos que tenham sido mencionados nas informações
complementares do documento que está sendo escriturado
no registro C100. Nas operações de entradas no registro
C100, somente informar quando o emitente do cupom fiscal
for o próprio informante do arquivo. Não podem ser

138
informados para um mesmo documento fiscal, dois ou mais
registros com a mesma combinação de conteúdo nos campos
NR_SAT, NUM_CFE e DT_DOC.

Este registro está relacionado ao documento fiscal


informado no registro C800 ou C860.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C120: COMPLEMENTO DE DOCUMENTO -


OPERAÇÕES DE IMPORTAÇÃO (CÓDIGOS 01 e 55)

Este registro tem por objetivo informar detalhes das


operações de importação, que estejam sendo documentadas
pela nota fiscal escriturada no registro C100, quando o
campo IND_OPER for igual a “0” (zero), indicando operação
de entrada.

Não podem ser informados para um mesmo documento


fiscal, dois ou mais registros com o mesmo conteúdo no
campo NUM_DOC__IMP e NUM_ACDRAW.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C130: ISSQN, IRRF E PREVIDÊNCIA


SOCIAL

Este registro tem por objetivo informar dados da

139
prestação de serviços sob não-incidência ou não tributados
pelo ICMS e ainda detalhes sobre a retenção de Imposto de
Renda Retido na Fonte (IRRF) e de contribuições
previdenciárias. Essas três situações possuem características
próprias e tratamentos específicos na legislação, não
guardando entre elas nenhuma relação.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C140: FATURA (CÓDIGO 01)

Este registro tem por objetivo informar dados da fatura


comercial, sempre que a aquisição ou venda de mercadorias
for a prazo, por meio de notas fiscais modelo 1 ou 1A.
Devem ser consideradas as informações quando da emissão
do documento fiscal, incluindo a parcela paga no ato da
operação, se for o caso.

Nos casos onde uma única fatura diz respeito a diversas


notas fiscais, para cada nota apresentada no C100, a fatura
deve aqui ser informada, sempre com o seu valor original,
sem nenhum rateio.

Havendo mais de um tipo de título, informar o campo


IND_TIT com o código ‘99’ (Outros). No campo DESC_TIT
identificar cada um dos títulos, com números e valores. No
campo VL_TIT informar o valor total da fatura.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

140
REGISTRO C141: VENCIMENTO DA FATURA
(CÓDIGO 01)

Este registro deve ser apresentado, obrigatoriamente,


sempre que for informado o registro C140, devendo ser
discriminados o valor e a data de vencimento de cada uma
das parcelas.

Não podem ser informados dois ou mais registros com o


mesmo conteúdo para o campo NUM_PARC.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C160: VOLUMES TRANSPORTADOS


(CÓDIGO 01 E 04) - EXCETO COMBUSTÍVEIS

Este registro tem por objetivo informar detalhes dos


volumes, do transportador e do veículo empregado no
transporte nas operações de saídas.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C165: OPERAÇÕES COM COMBUSTÍVEIS


(CÓDIGO 01)

Este registro deve ser apresentado pelas empresas do

141
segmento de combustíveis (distribuidoras, refinarias,
revendedoras) em operações de saída. Postos de
combustíveis não devem apresentar este registro. Não
podem ser informados para um mesmo documento fiscal,
dois ou mais registros com a mesma combinação de
conteúdo nos campos COD_PART e VEIC_ID.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C170: ITENS DO DOCUMENTO (CÓDIGO


01, 1B, 04 e 55)

Registro obrigatório para discriminar os itens da nota


fiscal (mercadorias e/ou serviços constantes em notas
conjugadas), inclusive em operações de entrada de
mercadorias acompanhadas de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)
de emissão de terceiros.

Conforme item 2.4.2.2.1 do Ato COTEPE/ICMS nº 09, de


18 de abril de 2008, o termo "item" é aplicado às operações
fiscais que envolvam mercadorias, serviços, produtos ou
quaisquer outros itens concernentes às transações fiscais
suportadas pelo documento, como, por exemplo, nota fiscal
complementar, nota fiscal de ressarcimento, transferências
de créditos e outros casos.

Não podem ser informados para um mesmo documento


fiscal dois ou mais registros com o mesmo conteúdo no
campo NUM_ITEM.

IMPORTANTE: para documentos de entrada, os campos


de valor de imposto/contribuição, base de cálculo e alíquota

142
só devem ser informados se o adquirente tiver direito à
apropriação do crédito (enfoque do declarante).

Os são capturados das tabelas NFE_DETALHE,


NFE_DETALHE_IMPOSTO_COFINS,
NFE_DETALHE_IMPOSTO_ICMS, NFE_DETALHE_IMPOSTO_II,
NFE_DETALHE_IMPOSTO_IPI,
NFE_DETALHE_IMPOSTO_ISSQN,
NFE_DETALHE_IMPOSTO_PIS, PRODUTO e NFE_CABECALHO.
Para facilitar as consultas foi criada a view
VIEW_SPED_NFE_DETALHE.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO C171: ARMAZENAMENTO DE


COMBUSTIVEIS (código 01, 55)

Este registro deve ser apresentado pelas empresas do


comércio varejista de combustíveis, somente nas operações
de entrada, para informar o volume recebido (em litros), por
item do documento fiscal, conforme Livro de Movimentação
de Combustíveis (LMC), Ajuste SINIEF 01/92.

Não podem ser informados para um mesmo documento


fiscal, dois ou mais registros com o mesmo conteúdo no
campo NUM_TANQUE.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C172: OPERAÇÕES COM ISSQN


(CÓDIGO 01)

143
Este registro tem por objetivo informar dados da
prestação de serviços.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C173: OPERAÇÕES COM


MEDICAMENTOS (CÓDIGO 01 e 55)

Este registro deve ser apresentado pelas empresas do


segmento farmacêutico (distribuidoras, indústrias,
revendedoras e importadoras), exceto comércio varejista.

A obrigatoriedade deriva do §26 do art. 19 do Convênio


S/N de 1970: “Nova redação dada ao § 26 pelo Ajuste 07/04,
efeitos a partir de 01.01.05. § 26. A Nota Fiscal emitida por
fabricante, importador ou distribuidor, relativamente à saída
para estabelecimento atacadista ou varejista, dos produtos
classificados nos códigos 3002, 3003, 3004 e 3006.60 da
Nomenclatura Brasileira de Mercadoria/Sistema Harmonizado
- NBM/SH, exceto se relativa às operações com produtos
veterinários, homeopáticos ou amostras grátis, deverá
conter, na descrição prevista na alínea “b” do inciso IV deste
artigo, a indicação do valor correspondente ao preço
constante da tabela, sugerido pelo órgão competente para
venda a consumidor e, na falta deste preço, o valor
correspondente ao preço máximo de venda a consumidor
sugerido ao público pelo estabelecimento industrial.”

Em caso de NF-e emitida por terceiros, a informação é


obrigatória, desde que não seja destinado a comércio
varejista.

144
Não podem ser informados, para um mesmo item do
documento fiscal (reg. C170), dois ou mais registros com a
mesma combinação de valores dos campos: LOTE_MED e
QTD_ITEM.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C174: OPERAÇÕES COM ARMAS DE


FOGO (CÓDIGO 01)

Este registro deve ser apresentado pelas empresas que


realizam operações com armas de fogo (indústria, comércio e
demais) e deve ser fornecido apenas para operações de
saída.

Não podem ser informados para um mesmo documento


fiscal, dois ou mais registros com o mesmo valor do campo
NUM_ARM.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C175: OPERAÇÕES COM VEÍCULOS


NOVOS (CÓDIGO 01 e 55)

Este registro deve ser apresentado pelas empresas do


segmento automotivo (montadoras-capítulo 87 da NCM,
concessionárias e importadoras) para informar os itens

145
relativos aos veículos novos. Deve ser informado nas
operações de entrada e saída (exceto pelos contribuintes
emissores de NF-e), exceto quando se tratar de operações de
exportação.

É considerada faturamento direto toda operação


efetuada nos termos do Convênio ICMS nº 51/2000.

Não podem ser informados, para um mesmo registro


C175, dois ou mais registros com o mesmo valor do campo
CHASSI_VEIC.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C176: RESSARCIMENTO DE ICMS EM


OPERAÇÕES COM SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA
(CÓDIGO 01, 55)

Este registro deve ser informado quando da emissão de


documento fiscal, destinado a outra unidade federada, que
ensejará futuro pedido de ressarcimento de ICMS, em
operações com produtos submetidos à substituição tributária
na operação anterior. Aplica-se somente aos contribuintes
domiciliados nos estados, cuja legislação obriga a emissão de
nota fiscal para documentar processo de pedido de
ressarcimento de ICMS/ST.

O documento informado neste registro deverá ser


diferente do documento informado no registro pai (C100),
pois é o documento referente à última aquisição da
mercadoria.

146
Este registro não se aplica a contribuintes que utilizam o
SCANC.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C177: OPERAÇÕES COM PRODUTOS


SUJEITOS A SELO DE CONTROLE IPI

Este registro tem por objetivo informar o tipo e a


quantidade de selo de controle utilizada na saída dos
produtos sujeitos ao selo de controle, pelos fabricantes ou
importadores desses produtos. Ex. bebidas quentes, cigarros
e relógios. Se o produto vendido está sujeito à selagem, o
registro é obrigatório. O registro não deve ser informado nas
operações de aquisição de produtos.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C178: OPERAÇÕES COM PRODUTOS


SUJEITOS À TRIBUTAÇÀO DE IPI POR UNIDADE OU
QUANTIDADE DE PRODUTO

O registro tem por objetivo fornecer informações


adicionais sobre os produtos cuja forma de tributação do IPI,
fixada em reais, seja calculada por unidade ou por
determinada quantidade de produto, conforme tabelas de
classes de valores.

147
Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C179: INFORMAÇÕES


COMPLEMENTARES ST (CÓDIGO 01)

Este registro tem por objetivo informar operações que


envolvam repasse, dedução e complemento de ICMS_ST nas
operações interestaduais e nas operações com substituído
intermediário.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C190: REGISTRO ANALÍTICO DO


DOCUMENTO (CÓDIGO 01, 1B, 04 ,55 e 65)

Este registro tem por objetivo representar a escrituração


dos documentos fiscais totalizados por CST, CFOP e Alíquota
de ICMS.

Validação do Registro: não podem ser informados dois


ou mais registros com a mesma combinação de valores dos
campos: CST_ICMS, CFOP e ALIQ_ICMS. A combinação dos
valores dos campos CST_ICMS, CFOP e ALIQ_ICMS devem
existir no respectivo registro de itens do C170, quando este
registro for exigido.

Os são capturados das tabelas NFE_DETALHE,


NFE_DETALHE_IMPOSTO_COFINS,

148
NFE_DETALHE_IMPOSTO_ICMS, NFE_DETALHE_IMPOSTO_II,
NFE_DETALHE_IMPOSTO_IPI,
NFE_DETALHE_IMPOSTO_ISSQN,
NFE_DETALHE_IMPOSTO_PIS, PRODUTO e NFE_CABECALHO.
Para facilitar as consultas foi criada a view
VIEW_SPED_C190.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO C195: OBSERVAÇOES DO LANÇAMENTO


FISCAL (CÓDIGO 01, 1B E 55)

Este registro deve ser informado quando, em


decorrência da legislação estadual, houver ajustes nos
documentos fiscais, informações sobre diferencial de
alíquota, antecipação de imposto e outras situações.

Estas informações equivalem às observações que são


lançadas na coluna “Observações” dos Livros Fiscais
previstos no Convênio SN/70 – SINIEF, art. 63, I a IV.

Sempre que existir um ajuste (lançamentos referentes


aos impostos que têm o cálculo detalhado em Informações
Complementares da NF; ou aos impostos que estão definidos
na legislação e não constam na NF; ou aos recolhimentos
antecipados dos impostos), deve, conforme dispuser a
legislação estadual, ocorrer uma observação.

Obs.: Não precisam ser informadas neste registro, salvo


disposição contrária da legislação estadual, as informações
que constam do quadro Dados Adicionais das notas fiscais
modelo 1 ou 1A e que não interferem na Apuração do ICMS.

Situação especial: Este registro será gerado também


pelas empresas que são obrigadas a elaborar outras

149
apurações nos estados do Espírito Santo e Pará.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C197: OUTRAS OBRIGAÇÕES


TRIBUTÁRIAS, AJUSTES E INFORMAÇÕES DE VALORES
PROVENIENTES DE DOCUMENTO FISCAL.

Este registro tem por objetivo detalhar outras


obrigações tributárias, ajustes e informações de valores do
documento fiscal do registro C195, que podem ou não alterar
o cálculo do valor do imposto.

Os valores de ICMS ou ICMS ST (campo 07-VL_ICMS)


serão somados diretamente na apuração, no registro E110,
campo VL_AJ_DEBITOS ou campo VL_AJ_CREDITOS, e no
registro E210, campo VL_AJ_CREDITOS_ST e campo
VL_AJ_DEBITOS_ST, de acordo com a especificação do
TERCEIRO CARACTERE do Código do Ajuste (Tabela 5.3 do
Ato COTEPE/ICMS nº 09, de 18 de abril de 2008).

Obs.: Este registro será utilizado ainda por contribuinte


onde a Administração Tributária Estadual exige, por meio de
legislação específica, apuração em separado (sub-apuração).
Neste caso o Estado publicará a Tabela 5.3 com códigos que
contenham os dígitos “3”, “4” e 5” no quarto caractere
(“Tipos de Apuração de ICMS”), sendo que cada um dos
dígitos possibilitará a escrituração de uma apuração em
separado (sub-apuração) no registro 1900 e filhos. Para que
haja a apuração em separado do ICMS de determinadas
operações ou itens de mercadorias, estes valores terão de
ser estornados da Apuração Normal (E110) e transferidos

150
para as sub-apurações constantes do registro 1900 e filhos
por meio de lançamentos de ajustes neste registro. Isto
ocorrerá quando:

1. o terceiro caractere do código de ajuste (tabela 5.3)


do reg. C197 for igual a “2 – Estorno de Débito” e o dígito do
quarto caractere for igual a “3”; “4” ou “5”. Neste caso o
valor informado no campo 07 - VL_ICMS gerará um ajuste a
crédito (campo 07- VL_AJ_CREDITOS) no registro E110 e
também um outro lançamento a débito no registro 1920
(campo 02 - VL_TOT_TRANSF_DEBITOS_OA) da apuração
em separado (sub-apuração) definida no campo 02-
IND_APUR_ICMS do registro 1900 por meio dos códigos “3”,
“4” ou “5”, que deverá coincidir com o quarto caractere do
COD_AJ; e

2. o terceiro caractere do código de ajuste (tabela 5.3)


do reg. C197 for igual a “5 – Estorno de Crédito” e o dígito
do quarto caractere for igual a “3”; “4” ou “5”. Neste caso o
valor informado no campo 07 - VL_ICMS gerará um ajuste a
débito (campo 03- VL_AJ_DEBITOS) no registro E110 e
também um outro lançamento a crédito no registro 1920
(campo 05 - VL_TOT_TRANSF_CRÉDITOS_OA) da apuração
em separado (sub-apuração) que for definida no campo 02 -
IND_APUR_ICMS do registro 1900 por meio dos códigos “3”,
“4” ou “5”, que deverá coincidir com o quarto caractere do
COD_AJ.

Os valores que gerarem crédito ou débito de ICMS (ou


seja, aqueles que não são simplesmente informativos) serão
somados na apuração, assim como os registros C190.

Este registro só deve ser informado para as UF que


publicarem a tabela constante no item 5.3 do Ato
COTEPE/ICMS nº 09, de 18 de abril de 2008.

151
Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C300: RESUMO DIÁRIO DAS NOTAS


FISCAIS DE VENDA A CONSUMIDOR (CÓDIGO 02)

Este registro deve ser apresentado pelos contribuintes


que utilizam notas fiscais de venda ao consumidor, não
emitidas por ECF. Trata-se de um resumo diário, por série e
subsérie do documento fiscal, de todas as operações
praticadas. Existirão tantos registros C300 quantos forem os
agrupamentos de séries e subséries dos documentos fiscais
emitidos no dia. Os valores de documentos fiscais cancelados
não devem ser computados no valor total dos documentos
(campo VL_DOC).

Validação do Registro: não podem ser informados dois


ou mais registros com a mesma combinação de valores dos
campos SER, SUB, NUM_DOC_INI e NUM_DOC_FIN. Não é
permitida a intersecção (sobreposição) de intervalos entre os
registros C300 informados com a mesma combinação de
valores dos campos SER, SUB, NUM_DOC_INI e
NUM_DOC_FIN.

Os são capturados da tabela


ECF_NOTA_FISCAL_CABECALHO. Para facilitar as consultas
foi criada a view VIEW_SPED_C300.

Registro informado no protótipo.

152
REGISTRO C310: DOCUMENTOS CANCELADOS DE
NOTAS FISCAIS DE VENDA A CONSUMIDOR (CÓDIGO
02)

Este registro tem por objetivo informar os números dos


documentos fiscais cancelados.

Os são capturados da tabela


ECF_NOTA_FISCAL_CABECALHO.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO C320: REGISTRO ANALÍTICO DO


RESUMO DIÁRIO DAS NOTAS FISCAIS DE VENDA A
CONSUMIDOR (CÓDIGO 02)

Este registro tem por objetivo informar a consolidação


diária dos valores das notas fiscais de venda ao consumidor,
não emitidas por ECF, e deve ser apresentado de forma
agrupada na combinação CST_ICMS, CFOP e Alíquota de
ICMS.

Os são capturados das tabelas


ECF_NOTA_FISCAL_CABECALHO e
ECF_NOTA_FISCAL_DETALHE. Para facilitar as consultas foi
criada a view VIEW_SPED_C390.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO C321: ITENS DO RESUMO DIÁRIO DOS


DOCUMENTOS (CÓDIGO 02)

Este registro é o detalhamento, por itens de mercadoria,


da consolidação diária dos valores das notas fiscais de venda

153
ao consumidor, não emitidas por ECF.

Validação do Registro: não podem ser informados dois


ou mais registros C321 com o mesmo valor para o campo
COD_ITEM.

Os são capturados das tabelas


ECF_NOTA_FISCAL_DETALHE,
ECF_NOTA_FISCAL_CABECALHO, PRODUTO e
UNIDADE_PRODUTO. Para facilitar as consultas foi criada a
view VIEW_SPED_C321.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO C350: NOTA FISCAL DE VENDA A


CONSUMIDOR (CÓDIGO 02)

Este registro deve ser apresentado pelos contribuintes


que utilizam notas fiscais de venda ao consumidor, não
emitidas por ECF. As notas fiscais canceladas não devem ser
informadas.

Obs.: Os CNPJ e CPF citados neste registro NÃO devem


ser informados no registro 0150.

Os são capturados da tabela


ECF_NOTA_FISCAL_CABECALHO.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO C370: ITENS DO DOCUMENTO (CÓDIGO


02)

Este registro é o detalhamento por itens das notas

154
fiscais de venda ao consumidor, modelo 2.

Os são capturados das tabelas


ECF_NOTA_FISCAL_DETALHE e
ECF_NOTA_FISCAL_CABECALHO. Para facilitar as consultas
foi criada a view VIEW_SPED_C370.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO C390: REGISTRO ANALÍTICO DAS


NOTAS FISCAIS DE VENDA A CONSUMIDOR (CÓDIGO
02)

Este registro tem por objetivo informar as notas fiscais


de venda ao consumidor, não emitidas por ECF, e deve ser
apresentado de forma agrupada na combinação CST_ICMS,
CFOP e Alíquota de ICMS.

Os são capturados das tabelas


ECF_NOTA_FISCAL_CABECALHO e
ECF_NOTA_FISCAL_DETALHE. Para facilitar as consultas foi
criada a view VIEW_SPED_C390.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO C400: EQUIPAMENTO ECF (CÓDIGO 02,


2D e 60)

Este registro tem por objetivo identificar os


equipamentos de ECF e deve ser informado por todos os
contribuintes que utilizem tais equipamentos na emissão de
documentos fiscais. Validação do Registro: não podem ser
informados dois ou mais registros C400 com a mesma
combinação de valores dos campos COD_MOD, ECF_MOD e

155
ECF_FAB.

Os são capturados da tabela ECF_IMPRESSORA.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO C405: REDUÇÃO Z (CÓDIGO 02, 2D e


60)

Este registro deve ser apresentado com as informações


da Redução Z de cada equipamento em funcionamento na
data das operações de venda à qual se refere a redução.
Inclui todos os documentos fiscais totalizados na Redução Z,
inclusive as operações de venda realizadas durante o período
de tolerância do Equipamento ECF.

Os são capturados da tabela ECF_R02.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO C410: PIS E COFINS TOTALIZADOS NO


DIA (CÓDIGO 02 e 2D)

Este registro deve ser apresentado sempre que houver


produtos totalizados na Redução Z que acarretem valores de
PIS e COFINS a serem informados. Os contribuintes que
entregarem a EFD-Contribuições relativa ao mesmo período
de apuração do registro 0000 estão dispensados do
preenchimento deste registro.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

156
REGISTRO C420: REGISTRO DOS TOTALIZADORES
PARCIAIS DA REDUÇÃO Z (COD 02, 2D e 60)

Este registro tem por objetivo discriminar os valores por


código de totalizador da Redução Z.

Validação do Registro: não podem ser informados dois


ou mais registros com a mesma combinação de valores dos
campos COD_TOT_PAR e NR_TOT.

Os são capturados da tabela ECF_R03.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO C425: RESUMO DE ITENS DO


MOVIMENTO DIÁRIO (CÓDIGO 02 e 2D)

Este registro tem por objetivo identificar os produtos


comercializados na data da movimentação relativa à Redução
Z informada, sendo obrigatório, quando os totalizadores
forem iguais a xxTnnnn, Tnnnn, Fn, In, Nn.

Validação do Registro: não podem ser informados dois


ou mais registros com o mesmo valor para o campo
COD_ITEM para cada C420.

É obrigatória a apresentação deste registro, se o valor


no campo COD_TOT_PAR do registro C420 for Tnnnn,
xxTnnnn, Fn, In ou Nn.

Os são capturados das tabelas ECF_VENDA_DETALHE,


ECF_VENDA_CABECALHO, PRODUTO e UNIDADE_PRODUTO.
Foi criada a view VIEW_SPED_C425 para facilitar as

157
consultas.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO C460: DOCUMENTO FISCAL EMITIDO


POR ECF (CÓDIGO 02, 2D e 60)

Este registro deve ser apresentado para a identificação


dos documentos fiscais emitidos pelos usuários de
equipamentos ECF, que foram totalizados na Redução Z.

Para cupom fiscal cancelado, informar somente os


campos COD_MOD, COD_SIT e NUM_DOC, sem os registros
filhos.

Obs.: Os CNPJ e CPF citados neste registro NÃO devem


ser informados no registro 0150.

Validação do Registro: não podem ser informados dois


ou mais registros com a mesma combinação de valores dos
campos COD_MOD, NUM_DOC e DT_DOC.

Os são capturados da tabela ECF_VENDA_CABECALHO.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO C465: COMPLEMENTO DO CUPOM


FISCAL ELETRÔNICO EMITIDO POR ECF – CF-e-ECF
(CÓDIGO 60)

Este registro deve ser apresentado para a identificação


adicional dos cupons fiscais eletrônicos emitidos pelos
usuários de equipamentos ECF, que foram totalizados na
Redução Z.

158
Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO C470: ITENS DO DOCUMENTO FISCAL


EMITIDO POR ECF (CÓDIGO 02 e 2D)

Este registro deve ser apresentado para informar os


itens dos documentos fiscais emitidos pelos usuários de
equipamentos ECF, que foram totalizados na Redução Z. O
serviço de competência municipal (sujeito ao ISSQN)
também deverá ser informado nesse registro. Para tanto,
deverá ser criado o correspondente item no registro 0200,
cujo conteúdo do campo TIPO_ITEM será igual “09”
(Serviços). Não informar o registro para o item, cuja venda
foi totalmente cancelada.

Não informar este registro no caso de Cupom Fiscal


Eletrônico emitido por ECF - CF-e-ECF (Código 60).

Os são capturados da tabela ECF_VENDA_DETALHE.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO C490: REGISTRO ANALÍTICO DO


MOVIMENTO DIÁRIO (CÓDIGO 02, 2D e 60)

Este registro tem por objetivo representar a escrituração


dos documentos fiscais emitidos por ECF e totalizados pela
combinação de CST, CFOP e Alíquota. Não informar este
registro para os totalizadores Can-T, Can-S e Can-O
informados no C420.

159
Validação do Registro: não podem ser informados dois
ou mais registros com a mesma combinação de valores dos
campos CST_ICMS, CFOP e ALIQ_ICMS. A combinação
CST_ICMS, CFOP e ALIQ_ICMS deve existir no respectivo
registro de itens do C470, quando este registro for exigido.

Os são capturados das tabelas ECF_VENDA_DETALHE e


ECF_VENDA_CABECALHO. Foi criada a view
VIEW_SPED_C490 para facilitar as consultas.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO C495: RESUMO MENSAL DE ITENS DO


ECF POR ESTABELECIMENTO (CÓDIGO 02 e 2D)

Este registro deve ser apresentado pelo contribuinte


domiciliado no estado da Bahia, resumindo todas as
informações num único registro por item de mercadorias, não
dispensando a apresentação do registro C400 e registros
filhos.

Validação do Registro: não podem ser informados dois ou


mais registros com a mesma combinação de valores dos
campos COD_ITEM e ALIQ_ICMS.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

Demais Registros do Bloco C

Os demais registros do Bloco C tem a ver com

160
documentos de energia elétrica, água canalizada,
fornecimento de gás, SAT e CF-e e não serão abordados
nesse livro. Devem ser implementados a critério do leitor.

REGISTRO C500: NOTA FISCAL/CONTA DE ENERGIA


ELÉTRICA (CÓDIGO 06), NOTA FISCAL/CONTA DE
FORNECIMENTO D'ÁGUA CANALIZADA (CÓDIGO 29) E NOTA
FISCAL CONSUMO FORNECIMENTO DE GÁS (CÓDIGO 28)

REGISTRO C510: ITENS DO DOCUMENTO NOTA


FISCAL/CONTA ENERGIA ELÉTRICA (CÓDIGO 06), NOTA
FISCAL/CONTA DE FORNECIMENTO D'ÁGUA CANALIZADA
(CÓDIGO 29) E NOTA FISCAL/CONTA DE FORNECIMENTO DE
GÁS (CÓDIGO 28)

REGISTRO C590: REGISTRO ANALÍTICO DO


DOCUMENTO - NOTA FISCAL/CONTA DE ENERGIA ELÉTRICA
(CÓDIGO 06), NOTA FISCAL/CONTA DE FORNECIMENTO
D'ÁGUA CANALIZADA (CÓDIGO 29) E NOTA FISCAL
CONSUMO FORNECIMENTO DE GÁS (CÓDIGO 28)

REGISTRO C600: CONSOLIDAÇÃO DIÁRIA DE NOTAS


FISCAIS/CONTAS DE ENERGIA ELÉTRICA (CÓDIGO 06),
NOTA FISCAL/CONTA DE FORNECIMENTO D'ÁGUA
CANALIZADA (CÓDIGO 29) E NOTA FISCAL/CONTA DE
FORNECIMENTO DE GÁS (CÓDIGO 28) (EMPRESAS NÃO
OBRIGADAS AO CONVÊNIO ICMS 115/03)

REGISTRO C601: DOCUMENTOS CANCELADOS -


CONSOLIDAÇÃO DIÁRIA DE NOTAS FISCAIS/CONTAS DE
ENERGIA ELÉTRICA (CÓDIGO 06), NOTA FISCAL/CONTA DE

161
FORNECIMENTO D'ÁGUA CANALIZADA (CÓDIGO 29) E NOTA
FISCAL/CONTA DE FORNECIMENTO DE GÁS (CÓDIGO 28)

REGISTRO C610: ITENS DO DOCUMENTO


CONSOLIDADO (CÓDIGO 06), NOTA FISCAL/CONTA DE
FORNECIMENTO D'ÁGUA CANALIZADA (CÓDIGO 29) E NOTA
FISCAL/CONTA DE FORNECIMENTO DE GÁS (CÓDIGO 28)
(EMPRESAS NÃO OBRIGADAS AO CONVÊNIO ICMS 115/03)

REGISTRO C690: REGISTRO ANALÍTICO DOS


DOCUMENTOS (NOTAS FISCAIS/CONTAS DE ENERGIA
ELÉTRICA (CÓDIGO 06), NOTA FISCAL/CONTA DE
FORNECIMENTO D’ÁGUA CANALIZADA (CÓDIGO 29) E NOTA
FISCAL/CONTA DE FORNECIMENTO DE GÁS (CÓDIGO 28)

REGISTRO C700: CONSOLIDAÇÃO DOS DOCUMENTOS


NF/CONTA ENERGIA ELÉTRICA (CÓD 06), EMITIDAS EM VIA
ÚNICA (EMPRESAS OBRIGADAS À ENTREGA DO ARQUIVO
PREVISTO NO CONVÊNIO ICMS 115/03) E NOTA
FISCAL/CONTA DE FORNECIMENTO DE GÁS CANALIZADO
(CÓDIGO 28)

REGISTRO C790: REGISTRO ANALÍTICO DOS


DOCUMENTOS (CÓDIGOS 06 e 28)

REGISTRO C791: REGISTRO DE INFORMAÇÕES DE ST


POR UF (COD 06)

REGISTRO C800: CUPOM FISCAL ELETRÔNICO (CÓDIGO


59)

162
REGISTRO C850: REGISTRO ANALÍTICO DO CF-E
(CODIGO 59)

REGISTRO C860: IDENTIFICAÇÃO DO EQUIPAMENTO


SAT-CF-E

REGISTRO C890: RESUMO DIÁRIO DO CF-E (CÓDIGO


59) POR EQUIPAMENTO SATCF-E

REGISTRO C990: ENCERRAMENTO DO BLOCO C

Este registro tem por objetivo identificar o encerramento


do bloco C e informar a quantidade de linhas (registros)
existentes no bloco.

Gerado automaticamente pelo componente ACBr.

Registro informado no protótipo.

BLOCO D: DOCUMENTOS FISCAIS II -


SERVIÇOS (ICMS)

Bloco de registros dos dados relativos à emissão ou ao


recebimento de documentos fiscais que acobertam as
prestações de serviços de comunicação, transporte
intermunicipal e interestadual.

Os registros do Bloco D não serão abordados nesse livro.


Devem ser implementados a critério do leitor.

163
BLOCO E: APURAÇÃO DO ICMS E DO IPI

Bloco de registros dos dados relativos à apuração do


ICMS e do IPI.

REGISTRO E001: ABERTURA DO BLOCO E

Este registro tem por objetivo abrir o Bloco E e indica se


há informações sobre apuração do ICMS e do IPI.

Deve-se apenas informar se o bloco possui ou não


dados. Nenhuma informação capturada no banco de dados.

REGISTRO E100: PERÍODO DA APURAÇÃO DO


ICMS

Este registro tem por objetivo informar o(s) período(s)


de apuração do ICMS. Os períodos informados devem
abranger todo o intervalo da escrituração fiscal, sem
sobreposição ou omissão de datas ou períodos.

Não podem ser informados dois ou mais registros com a


mesma combinação de valores dos campos 02 (DT_INI), 03
(DT_FIN). Não devem existir lacunas ou sobreposições de
datas nos períodos de apuração informados nestes registros,
em comparação com as datas informadas no registro 0000.

Dado informado pelo usuário.

Registro informado no protótipo.

164
REGISTRO E110: APURAÇÃO DO ICMS –
OPERAÇÕES PRÓPRIAS

Este registro tem por objetivo informar os valores


relativos à apuração do ICMS referentes às operações
próprias. O registro deve ser apresentado inclusive nos casos
de períodos sem movimento. Neste caso, os valores deverão
ser apresentados zerados.

Dados capturados da tabela FISCAL_APURACAO_ICMS.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO E111: AJUSTE/BENEFÍCIO/INCENTIVO


DA APURAÇÃO DO ICMS

Este registro tem por objetivo discriminar todos os


ajustes lançados nos campos VL_TOT_AJ_DEBITOS,
VL_ESTORNOS_CRED, VL_TOT_AJ_CREDITOS,
VL_ESTORNOS_DEB, VL_TOT_DED e DEB_ESP, todos do
registro E110.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO E112: INFORMAÇÕES ADICIONAIS DOS


AJUSTES DA APURAÇÃO DO ICMS

Este registro tem por objetivo detalhar os ajustes do


registro E111 quando forem relacionados a processos
judiciais ou fiscais ou a documentos de arrecadação,
observada a legislação estadual pertinente. Valores

165
recolhidos, com influência na apuração do ICMS – Operações
Próprias, devem ser detalhados neste registro, com
identificação do documento de arrecadação específico.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO E113: INFORMAÇÕES ADICIONAIS DOS


AJUSTES DA APURAÇÃO DO ICMS – IDENTIFICAÇÃO
DOS DOCUMENTOS FISCAIS

Este registro tem por objetivo identificar os documentos


fiscais relacionados ao ajuste.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO E115: INFORMAÇÕES ADICIONAIS DA


APURAÇÃO – VALORES DECLARATÓRIOS

Este registro tem o objetivo de informar os valores


declaratórios relativos ao ICMS, conforme definição da
legislação estadual pertinente. Esses valores são meramente
declaratórios e não são computados na apuração do ICMS.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

166
REGISTRO E116: OBRIGAÇÕES DO ICMS
RECOLHIDO OU A RECOLHER – OPERAÇÕES PRÓPRIAS

Este registro tem o objetivo de discriminar os


pagamentos realizados (débitos especiais) ou a realizar,
referentes à apuração do ICMS – Operações Próprias do
período. A soma do valor das obrigações deste registro deve
ser igual à soma dos campos VL_ICMS_RECOLHER e
DEB_ESP, do registro E110.

Dados capturados da tabela FISCAL_APURACAO_ICMS.


OBS: Esse registro está sendo gerado no protótipo numa
relação de 1:1 trazendo os dados da mesma tabela do
registro E110. Mas podem existir vários E116 para um E110.
Analise o DER e veja de que outras tabelas esses dados
poderiam vir ou se existe a necessidade da criação de outras
tabelas para armazenar os dados que farão a composição do
registro E116.

Registro informado no protótipo.

Demais Registros do Bloco E

Os demais registros do Bloco E tem a ver com a


apuração do ICMS ST e do PIS e não serão abordados nesse
livro. Devem ser implementados a critério do leitor.

REGISTRO E200: PERÍODO DA APURAÇÃO DO ICMS -


SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

REGISTRO E210: APURAÇÃO DO ICMS – SUBSTITUIÇÃO


TRIBUTÁRIA

167
REGISTRO E220: AJUSTE/BENEFÍCIO/INCENTIVO DA
APURAÇÃO DO ICMS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

REGISTRO E230: INFORMAÇÕES ADICIONAIS DOS


AJUSTES DA APURAÇÃO DO ICMS SUBSTITUIÇÃO
TRIBUTÁRIA

REGISTRO E240: INFORMAÇÕES ADICIONAIS DOS


AJUSTES DA APURAÇÃO DO ICMS SUBSTITUIÇÃO
TRIBUTÁRIA – IDENTIFICAÇÃO DOS DOCUMENTOS FISCAIS

REGISTRO E250: OBRIGAÇÕES DO ICMS RECOLHIDO


OU A RECOLHER – SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

REGISTRO E500: PERÍODO DE APURAÇÃO DO IPI

REGISTRO E510: CONSOLIDAÇÃO DOS VALORES DO IPI

REGISTRO E520: APURAÇÃO DO IPI

REGISTRO E530: AJUSTES DA APURAÇÃO DO IPI

REGISTRO E530: AJUSTES DA APURAÇÃO DO IPI

168
REGISTRO E990: ENCERRAMENTO DO BLOCO E

Este registro destina-se a identificar o encerramento do


bloco “E” e a informar a quantidade de linhas (registros)
existentes no bloco.

Gerado automaticamente pelo componente ACBr.

BLOCO G – CONTROLE DO CRÉDITO DE


ICMS DO ATIVO PERMANENTE CIAP

Bloco de registros dos dados relativos ao CIAP.

Os registros do Bloco G não serão abordados nesse livro.


Devem ser implementados a critério do leitor.

BLOCO H: INVENTÁRIO FÍSICO

Este bloco destina-se a informar o inventário físico do


estabelecimento, nos casos e prazos previstos na legislação
pertinente.

REGISTRO H001: ABERTURA DO BLOCO H

Este registro deve ser gerado para abertura do bloco H,


indicando se há registros de informações no bloco.
Obrigatoriamente deverá ser informado “0” no campo
IND_MOV no período de referência fevereiro de cada ano,
relativamente a 31/12 do ano anterior.

Deve-se apenas informar se o bloco possui ou não


dados. Nenhuma informação capturada no banco de dados.

169
REGISTRO H005: TOTAIS DO INVENTÁRIO

Este registro deve ser apresentado para discriminar os


valores totais dos itens/produtos do inventário realizado em
31 de dezembro de cada exercício, ou nas demais datas
estabelecidas pela legislação fiscal ou comercial.

A partir de julho de 2012, as empresas que exerçam as


atividades descritas na Classificação Nacional de Atividades
Econômicas /Fiscal (CNAE-Fiscal) sob os códigos 4681-8/01 e
4681-8/02 deverão apresentar este registro, mensalmente,
para discriminar os valores itens/produtos do Inventário
realizado ao final de cada mês. Informar como MOT_INV o
código “01”.

O inventário deverá ser apresentado no arquivo da EFD-


ICMS/IPI, no segundo mês subsequente ao evento. Ex:
inventário realizado em 31/12/08 deverá ser apresentado na
EFD-ICMS/IPI de período de referência fevereiro de 2009.

Atribuir valor Zero ao inventário significa escriturar sem


estoque.

Dados capturados da tabela PRODUTO.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO H010: INVENTÁRIO

Este registro deve ser informado para discriminar os


itens existentes no estoque. Este registro não pode ser
fornecido se o campo 03 (VL_INV) do registro H005 for igual
a “0” (zero).

170
Dados capturados da tabela PRODUTO.

Registro informado no protótipo.

REGISTRO H020: Informação complementar do


Inventário

Este registro deve ser preenchido para complementar as


informações do inventário, quando o campo MOT_INV do
registro H005 for de “02” a “05”. Não informar, se o campo
03 (VL_INV) do registro H005 for igual a “0” (zero).

No caso de mudança da forma de tributação do ICMS da


mercadoria (MOT_INV=2 do H005), somente deverá ser
gerado esse registro para os itens que sofreram alteração da
tributação do ICMS.

Dados não capturados.

Registro não informado no protótipo. Deve ser


implementado a critério do leitor.

REGISTRO H990: ENCERRAMENTO DO BLOCO H

Este registro destina-se a identificar o encerramento do


bloco H e a informar a quantidade de linhas (registros)
existentes no bloco.

Gerado automaticamente pelo componente ACBr.

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BLOCO K: CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO
ESTOQUE

Este bloco se destina a prestar informações mensais da


produção e respectivo consumo de insumos, bem como do
estoque escriturado, relativos aos estabelecimentos
industriais ou a eles equiparados pela legislação federal e
pelos atacadistas, podendo, a critério do Fisco, ser exigido de
estabelecimento de contribuintes de outros setores
(conforme § 4º do art. 63 do Convênio s/número, de 1970).

Os registros do Bloco K não serão abordados nesse livro.


Devem ser implementados a critério do leitor.

BLOCO 1: OUTRAS INFORMAÇÕES

Este bloco destina-se à prestação de outras informações


exigidas pelo fisco.

REGISTRO 1001: ABERTURA DO BLOCO 1

Este registro deverá ser gerado para abertura do bloco 1


e indicará se há informações no bloco.

Deve-se apenas informar se o bloco possui ou não


dados. Nenhuma informação capturada no banco de dados.

REGISTRO 1010: OBRIGATORIEDADE DE


REGISTROS DO BLOCO 1

Este registro deverá ser apresentado por todos os


contribuintes. Caso a resposta seja “S”, o contribuinte está
obrigado à apresentação do registro respectivo. Se houver

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dispensa de apresentação do registro pela unidade federada,
a resposta para o campo específico do registro deverá ser
“N”.

Informar "S" ou "N" para cada um dos campos.

Registro informado no protótipo. Todos os campos são


informados com valor "N" e os demais registros desse bloco
não serão gerados no protótipo, devendo ser implementados
a critério do leitor.

Demais Registros do Bloco 1

REGISTRO 1100: REGISTRO DE INFORMAÇÕES SOBRE


EXPORTAÇÃO

REGISTRO 1105: DOCUMENTOS FISCAIS DE


EXPORTAÇÃO

REGISTRO 1110: OPERAÇÕES DE EXPORTAÇÃO


INDIRETA - MERCADORIAS DE TERCEIROS

REGISTRO 1200: CONTROLE DE CRÉDITOS FISCAIS -


ICMS

REGISTRO 1210: UTILIZAÇÃO DE CRÉDITOS FISCAIS –


ICMS

REGISTRO 1300: MOVIMENTAÇÃO DIÁRIA DE

173
COMBUSTÍVEIS

REGISTRO 1310: MOVIMENTAÇÃO DIÁRIA DE


COMBUSTÍVEIS POR TANQUE

REGISTRO 1320: VOLUME DE VENDAS

REGISTRO 1350: BOMBAS

REGISTRO 1360: LACRES DA BOMBA

REGISTRO 1370: BICOS DA BOMBA

REGISTRO 1390: CONTROLE DE PRODUÇÃO DE USINA

REGISTRO 1391: PRODUÇÃO DIÁRIA DA USINA

REGISTRO 1400: INFORMAÇÃO SOBRE VALORES


AGREGADOS

REGISTRO 1500: NOTA FISCAL/CONTA DE ENERGIA


ELÉTRICA (CÓDIGO 06) – OPERAÇÕES INTERESTADUAIS

REGISTRO 1510: ITENS DO DOCUMENTO NOTA


FISCAL/CONTA ENERGIA ELÉTRICA (CÓDIGO 06)

174
REGISTRO 1600: TOTAL DAS OPERAÇÕES COM CARTÃO
DE CRÉDITO E/OU DÉBITO

REGISTRO 1700: DOCUMENTOS FISCAIS UTILIZADOS

REGISTRO 1710: DOCUMENTOS FISCAIS


CANCELADOS/INUTILIZADOS

REGISTRO 1800: DCTA – DEMONSTRATIVO DE CRÉDITO


DO ICMS SOBRE TRANSPORTE AÉREO

REGISTRO 1900: INDICADOR DE SUB-APURAÇÃO DO


ICMS

REGISTRO 1910: PERÍODO DA SUB-APURAÇÃO DO


ICMS

REGISTRO 1920: SUB-APURAÇÃO DO ICMS

REGISTRO 1921: AJUSTE/BENEFÍCIO/INCENTIVO DA


SUB-APURAÇÃO DO ICMS

REGISTRO 1922: INFORMAÇÕES ADICIONAIS DOS


AJUSTES DA SUB-APURAÇÃO DO ICMS

REGISTRO 1923: INFORMAÇÕES ADICIONAIS DOS

175
AJUSTES DA SUB-APURAÇÃO DO ICMS – IDENTIFICAÇÃO
DOS DOCUMENTOS FISCAIS

REGISTRO 1925: INFORMAÇÕES ADICIONAIS DA SUB-


APURAÇÃO – VALORES DECLARATÓRIOS

REGISTRO 1926: OBRIGAÇÕES DO ICMS A RECOLHER –


OPERAÇÕES REFERENTES À SUB-APURAÇÃO

REGISTRO 1926: OBRIGAÇÕES DO ICMS A RECOLHER –


OPERAÇÕES REFERENTES À SUB-APURAÇÃO

REGISTRO 1990: ENCERRAMENTO DO BLOCO 1

Este registro destina-se a identificar o encerramento do


bloco 1 e a informar a quantidade de linhas (registros)
existentes no bloco.

Gerado automaticamente pelo componente ACBr.

BLOCO 9: CONTROLE E ENCERRAMENTO DO


ARQUIVO DIGITAL

Este bloco representa os totais de registros e serve


como forma de controle para batimentos e verificações.

REGISTRO 9001: ABERTURA DO BLOCO 9

Este registro deve sempre ser gerado e representa a

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abertura do bloco 9.

Gerado automaticamente pelo componente ACBr.

REGISTRO 9900: REGISTROS DO ARQUIVO

Todos os registros referenciados neste arquivo, inclusive


os posteriores a este registro, devem ter uma linha
totalizadora do seu número de ocorrências.

Gerado automaticamente pelo componente ACBr.

REGISTRO 9990: ENCERRAMENTO DO BLOCO 9

Este registro destina-se a identificar o encerramento do


bloco 9 e a informar a quantidade de linhas (registros)
existentes no bloco.

Gerado automaticamente pelo componente ACBr.

REGISTRO 9999: ENCERRAMENTO DO ARQUIVO


DIGITAL

Este registro destina-se a identificar o encerramento do


arquivo digital e a informar a quantidade de linhas (registros)
existentes no arquivo.

Gerado automaticamente pelo componente ACBr.

177
Conhecendo o Protótipo

O protótipo desenvolvido para o livro é composto de


uma janela principal (Menu) que dá acesso a outras cinco
opções:

1. Cadastro de produtos;
2. Cadastro de pessoa (cliente, fornecedor,
transportadora);
3. Entrada de Nota Fiscal;
4. Emissão de NF-e;
5. Sped Fiscal.

O protótipo foi feito originalmente para o Projeto T2Ti


ERP em três camadas. No entanto, o protótipo apresentado
no livro foi modificado para funcionar apenas em duas
camadas, como uma aplicação cliente/servidor. As quatro
primeiras opções estão desativadas e poderão ser acessadas
através do protótipo desenvolvido para o e-book NF-e.

Menu

A seguir podemos observar a imagem da janela de


menu.

178
Janela de Menu

Cadastro de Produto

A seguir podemos observar as imagens da janela de


cadastro de produto (disponível no e-book NF-e).

179
Cadastro de Produto - Consulta

Cadastro de Produto - Inserindo/Alterando

180
Cadastro de Produto - Inserindo/Alterando - Dados Complementares

Cadastro de Pessoa (Cliente / Fornecedor /


Transportadora)

A seguir podemos observar as imagens da janela de


cadastro de pessoa (disponível no e-book NF-e).

181
Cadastro de Pessoa - Consulta

Cadastro de Pessoa - Inserindo/Alterando

Entrada de Nota Fiscal

A seguir podemos observar as imagens da janela de


entrada de nota fiscal (disponível no e-book NF-e).

182
Entrada de Nota Fiscal - Consultando

Entrada de Nota Fiscal - Aba Dados da NF

183
Entrada de Nota Fiscal - Aba Produtos / Serviços

Entrada de Nota Fiscal - Aba Produtos / Serviços (Detalhes)

184
Entrada de Nota Fiscal - Aba Documentos Referenciados

Entrada de Nota Fiscal - Aba Entrega / Retirada

185
Entrada de Nota Fiscal - Aba Transporte

Entrada de Nota Fiscal - Aba Cobrança

186
Entrada de Nota Fiscal - Aba Informacoes Adicionais

Emissão de NF-e

A seguir podemos observar as imagens da janela de


Emissão de NF-e (disponível no e-book NF-e).

Janela NF-e - Consulta

187
Janela NF-e - Aba Dados da Nota

Janela NF-e - Aba Produtos / Serviços

188
Janela NF-e - Aba Documentos Referenciados

Janela NF-e - Aba Entrega / Retirada

189
Janela NF-e - Aba Transporte

Janela NF-e - Aba Cobrança

190
Janela NF-e - Aba Informacoes Adicionais

Observe que as janelas de entrada da nota e da NF-e


são visualmente bem parecidas. No entanto, elas possuem
ações bem distintas.

Emissão do Sped Fiscal

A seguir podemos observar a imagem da janela que


permite a emissão do Sped Fiscal.

191
Emissão do Sped Fiscal

Após informar os dados necessários e clicar no botão


confirmar, o arquivo é gerado e exibido numa janela de
preview, conforme imagem abaixo.

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Preview do arquivo do Sped Fiscal

No tópico a seguir veremos quais os passos necessários


para que o leitor consiga executa o protótipo.

Passos para Executar o Protótipo

Para que seja possível executar o protótipo, os seguintes


passos devem ser seguidos.

Banco de Dados

É possível utilizar o protótipo com os bancos de dados


mais conhecidos, como MySQL, Firebird, Oracle, Postgre e
SQL Server. No entanto, o autor sugere que o leitor utilize o

193
MySQL a princípio, pois foi com esse SGBD que o protótipo
foi desenvolvido.

A primeira coisa que o leitor deve fazer é criar um banco


de dados. Se estiver utilizando o MySQL crie um banco de
dados chamado "spedfiscal".

Nas pastas do projeto o leitor vai encontrar uma


chamada DER. Essa pasta contém dois arquivos:
"DER_SpedFiscal.xml" e "Script_Dados.txt". O arquivo
"DER_SpedFiscal.xml" deve ser aberto no DBDesigner ou no
DBDesigner-Fork. Deve-se utilizar a opção File/Export/SQL
Create Script. Na janela que surgir, deve-se clicar no botão
"Copy Script to Clipboard". Após isso, o código deve ser
colado e executado na ferramenta que o leitor utiliza para
manipular o banco de dados (SQLYog, por exemplo). Com
isso, as tabelas do banco de dados estarão criadas.

Esse é o momento de usar o arquivo "Script_Dados.txt".


Esse arquivo deve ser aberto no editor de textos preferido do
leitor (Notepad++, por exemplo). O script deve ser copiado e
colado na ferramenta de manipulação do banco. Após a
execução do script, algumas tabelas estarão populadas para
testes.

O autor não vai entrar no mérito de explicar o DER, suas


tabelas e relacionamentos. É bom que o leitor analise com
calma o DER no DBDesigner. Boa parte das tabelas possui
uma descrição informando o seu objetivo. Para isso, clique
duas vezes na tabela desejada e acesse a opção
"Comments". Além disso, observe os comentários dos
campos.

Para finalizar esse tópico do banco de dados, devemos


criar as Views. O projeto possui uma pasta chamada
"\ERP_Linguagem\Comum\Views". Adicione a

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VIEW_SESSAO_EMPRESA no banco de dados. Após isso,
acesse a pasta "\ERP_Linguagem\SpedFiscal\Views".
Adicione todas as views disponíveis nessa pasta no banco de
dados. Com isso o banco de dados estará pronto para
utilização

A Aplicação

Se o banco de dados foi devidamente configurado,


conforme orientações anteriores, já será possível executar a
aplicação.

A arquitetura do protótipo é cliente/servidor, ou seja,


roda em duas camadas, acessando diretamente o banco de
dados. O código está estruturado seguindo o padrão MVC,
onde temos as VOs representando as tabelas (Model),
Controllers com as regras de negócio (Controller) e as
janelas (View). Os dados são persistidos e consultados
através de um ORM (T2TiORM feito no Projeto T2Ti ERP, mas
modificado para funcionar numa aplicação cliente/servidor).
O projeto está estruturado de tal forma que pode ser
migrado sem muito esforço para funcionar em três camadas,
com um servidor de aplicações.

Para abrir e estudar o protótipo será necessário instalar


os componentes que estão na pasta
"\ERP_Linguagem\Componentes". Além desses, será
necessário instalar a Suíte de componentes Jedi e os
componentes do Projeto ACBr.

Algumas classes estão presentes apenas para facilitar a


migração para três camadas, principalmente as classes de
infraestrutura.

Nesse momento o leitor deverá abrir o protótipo para

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conhecer os seus arquivos. Procure compreender como as
classes estão estruturadas. Após isso, debugue a aplicação
com calma, iniciando pela janela de Login, entrando nos
Controllers. Debugar cada uma das janelas será de suma
importância para a compreensão do funcionamento do
protótipo. Só assim o leitor poderá adaptar o protótipo para
sua necessidade.

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