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Condução, convecção e radiação

Transferência de energia como calor


Quando dois corpos a temperaturas diferentes são postos em contacto, há
transferência de energia do corpo que se encontra a temperatura mais alta para o
corpo que se encontra a temperatura mais baixa.
Sempre que isso acontece, dizemos que ocorre uma transferência de energia como
calor.
A transferência de energia como calor dá-se até os dois blocos ficarem à mesma temperatura. Quando
isso se verifica, dizemos que foi atingido o equilíbrio térmico.

Condução térmica
Quando aquecemos uma das extremidades de uma barra metálica, segurando na outra extremidade com
a mão, gradualmente vamos sentindo um aumento de temperatura e, decorrido algum tempo, temos
mesmo de largar a barra para não nos queimarmos.
Este mecanismo de transferência de energia como calor designa-se por condução térmica.

Há materiais que são bons condutores térmicos, mas outros não.


Quanto maior for o valor da condutividade térmica de um material, melhor é a condução térmica através
dele.
Por exemplo, o cobre é melhor condutor térmico do que o alumínio ou a madeira.

Convecção
Se colocares um pequeno cristal de permanganato de potássio num gobelé com água e aqueceres,
observarás movimentos da água durante a dissolução do permanganato de potássio. A esses
movimentos chamamos correntes de convecção.
Os movimentos da água devem-se à diferença de densidades da água quente e da água fria. A água, à
medida que aquece, expande-se, tornando-se menos densa e, por isso, tende a subir.
À medida que a água quente sobe, a água mais fria e mais densa das camadas superiores tende a
descer, criando-se assim correntes de convecção.
A este mecanismo de transferência de energia como calor, nos líquidos e nos gases, dá-se o nome de
convecção.

A convecção tem diversas aplicações no dia a dia.


É o caso do aquecimento de uma sala por meio de um aquecedor. O ar da sala aquece devido às
correntes de convecção geradas.

Transferência de energia por radiação


A energia também pode ser transferida entre sistemas por radiação.
Por exemplo, o Sol (fonte) emite radiação e a Terra (recetor) absorve parte da radiação que o Sol emite.
Também é por radiação que é feito o aquecimento de alimentos num forno de micro-ondas.
Diferentes classificações dos materiais
Os materiais naturais raramente são utilizados conforme os encontramos na Natureza. Muitos deles,
como a madeira, são transformados para serem usados de acordo com os fins a que se destinam.
Quando isso acontece dizemos que são materiais naturais manufaturados.
Os materiais naturais são os materiais que se encontram na Natureza.

Os materiais naturais manufaturados são os materiais que são obtidos por transformação dos naturais.

Há também materiais manufaturados que são produzidos em laboratório ou na indústria por processos
químicos a partir de outros materiais: são os materiais sintéticos.
á outros critérios de classificação dos materiais, como, por exemplo:
• materiais de origem vegetal, mineral ou animal;
• materiais combustíveis ou incombustíveis;
• materiais solúveis ou insolúveis em água.

Implicações da utilização excessiva de recursos naturais


Atualmente, têm sido postas em prática várias iniciativas que visam reduzir, reutilizar e reciclar resíduos,
procurando preservar o Planeta de forma a não comprometer a nossa qualidade de vida nem a das
futuras gerações.
Substâncias e misturas de substâncias
 O ar é uma mistura constituída por oxigénio (substância), azoto (substância), dióxido de
carbono (substância), vapor de água (substância), árgon (substância) e outros componentes em
quantidades vestigiais

 A água do mar é uma mistura constituída por água (substância), cloreto de sódio (substância) e
outras substâncias.
 As rochas são misturas de minerais que, por sua vez, são constituídos por uma ou várias
substâncias.
 Por exemplo, o calcário é uma rocha essencialmente constituída pelo mineral calcite, cuja
composição química é carbonato de cálcio (substância).

As misturas homogéneas são aquelas em que não é possível distinguir os seus componentes; têm
o mesmo aspeto em toda a sua extensão.

As misturas heterogéneas são aquelas em que é possível distinguir todos ou alguns dos seus
componentes; têm, portanto, aspeto diferente ao longo da sua extensão.

Há misturas que são homogéneas quando observadas macroscopicamente, mas, ao serem observadas
microscopicamente com instrumentos de ampliação já não apresentam aspeto uniforme. Estas misturas
denominam-se misturas coloidais ou coloides. Também o leite, a manteiga, o queijo, o iogurte, a
gelatina, os gelados, o sangue e as tintas são exemplos de misturas coloidais.

A classificação das misturas em homogéneas, heterogéneas ou coloidais tem a ver com o tamanho
médio das partículas que se dispersam.

O significado de material “puro”


Os químicos usam com frequência o termo “puro” para referir que um material é constituído por uma única
em Química um material puro é uma substância.
substância, ou seja,
Há produtos de consumo que trazem nos rótulos o termo “puro”.
Por exemplo, “mel puro” ou “café puro”.

A utilização do termo “puro” nestes contextos tem um significado diferente do que tem em Química.
Nos produtos de consumo, o termo “puro” significa que os produtos não
foram adulterados, isto é, não foram misturados com outros componentes.
Assim, quando se fala em “café puro”, não se está a dizer que o café é uma substância, mas sim que o
café (mistura de substâncias) é só café.
Caracterização de uma solução
Uma solução é uma mistura homogénea de duas ou mais substâncias.

Na solução obtida por dissolução em água de dicromato de potássio, a água é o solvente o dicromato de
potássio é o soluto.
Como se identifica o soluto e o solvente numa solução?

• Se o soluto e o solvente estiverem em estados físicos diferentes, o solvente é o que tem o


mesmo estado físico da solução.
• Se o soluto e o solvente estiverem no mesmo estado físico, o solvente é o que se encontra
em maior quantidade na solução.
Concentração de uma solução
Quando já se tem uma solução preparada, também é possível fazer variar a sua concentração diluindo ou
concentrando a solução.
• Diluir uma solução significa diminuir a sua concentração por adição de mais solvente.
• Concentrar uma solução significa aumentar a sua concentração por adição de mais soluto ou por
vaporização do solvente.
Não é possível concentrar indefinidamente uma solução por adição de soluto, pois, em dado momento, o
solvente não dissolve mais soluto, a essa temperatura.
Quando isso acontece, a solução diz-se saturada.
A concentração mássica, c, de uma solução calcula-se dividindo a massa de soluto, m, pelo volume de
solução, V.

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A concentração mássica exprime-se, geralmente, em gramas por decímetro cúbico, g/dm .
Massa e volume de um corpo
Transformações físicas
 Nas transformações físicas não se formam substâncias diferentes das que tínhamos no início,
isto é, as substâncias continuam a ser as mesmas, apenas mudam de estado físico, ou sofrem
deformação ou ficam mais divididas, etc.

 Nas transformações químicas há formação de novas substâncias, isto é, formam-se


substâncias diferentes das substâncias iniciais.
Por exemplo, a combustão do magnésio é uma transformação química.

Há muitas transformações químicas que podes observar no dia a dia:


• a carne que assa nas brasas;
• a fruta (descascada) que escurece exposta ao ar;
• a lenha que arde;
• a fotossíntese;
• as folhas das árvores que amarelecem;
• o ferro que enferruja; etc.

Numa transformação química, a formação de novas substâncias pode ser


detetada através de:
• mudança de cor;
• llibertação de um gás;
• formação de um sólido;
• deteção de um cheiro característico;
• variação (aumento ou diminuição) de temperatura;
• formação de chama.