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SUMÁRIO

INTRODDUÇÃO..............................................................................
CAPÍTULO I
1. TRABALHO, ESTADO, EDUCAÇÃO E ENSINO MÉDIO NO CONTEXTO
DA SOCIABILIDADE DO CAPITAL..........................................................
1.1 Categoria trabalho e marxismo ontológico
1.2 O Estado no referencial marxiano
1.3 Educação institucionalizada e função social da escola sob base das
relações sociais do capital
1.4 Ensino Médio no Brasil e seu caráter histórico, político e econômico
1.4.1 Ensino Médio nas avaliações internacionais e nacionais (base
de dados do Inep)
1.4.2 Ensino Médio no bojo das reformas educativas
1.4.3 Ensino Médio e a Lei 13.415/2017
1.4.4 Ensino Médio e a juventude brasileira da classe trabalhadora
1.5
CAPÍTULO II
2. PROJETO FORMATIVO BURGUÊS E REFORMAS EDUCATIVAS:
INTERESSES E DISPUTAS.....................................................................
2.1 Projeto formativo burguês e educação brasileira
2.1.1 A dualidade histórica da educação brasileira
2.1.2 Escola brasileira e sua função social: o que deveria ser e o que
de fato é
2.2 Reformas educativas no Brasil de 1990 à 2017 Commented [UdW1]: Eu acho que é muito tempo,
2.2.1 Conferência Internacional de Educação e “compromisso” de porém não consigo pensar numa forma de discutir a
reforma do EM sem voltar pelo menos no contexto das
uma “Educação para Todos” reformas da década de 1990. Pedido aqui kkk
2.2.2 Plano Decenal de Educação (1993-2003) e o início de uma
caminhada ao precipício neoliberal brasileiro
2.2.3 Comissão Internacional de Educação (1993-1996) e a
disseminação ideológica neoliberal na educação escolar dos
países periféricos
2.2.4 Lei de Diretrizes e Bases n. 9.394/1996 e o compromisso da
educação básica universalizada
2.2.5 Decreto 2.208/1997 Commented [UdW2]: Regulamentou os artigos 39 e 40
2.2.6 Resolução 03/1998 do Conselho Nacional de Educação da LDB de 1996 – Educação profissional/técnica em nível
médio
2.2.7 Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio
(PCNEM – 1999) Commented [UdW3]: Elaborado com base no Parecer
15/1998 – estabeleceu a criação das diretrizes curriculares
2.2.8 Decreto 5.154/2004 e a revogação do Decreto 2.208/1997 e a nacionais para o EM.
possibilidade do Ensino Médio Integrado
2.2.9 Ensino Médio Inovador (2009) como forma de induzir às futuras
reformulações curriculares
2.2.10 Aprovação do Parecer 05/2011 e os inícios de alterações na
estrutura das políticas curriculares do Ensino Médio
2.2.11 Homologação das Diretrizes Curriculares Nacionais para o
Ensino Médio e a manutenção da formação subjetiva da
juventude (2012) Commented [UdW4]: As DCNEM de 2012 embora não
2.2.12 Plano Nacional de Educação (2014-2024) sendo perfeitas era melhor do que vamos ter adiante... O
fato que gostaria de pontuar aqui assim como nas
2.2.13 Do PL 6.840/2013 à Lei 13.415/2017 alterações anteriores e a forma como o Estado direciona a
2.2.14 Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio formação da subjetividade dos jovens para a formação de
2.3 Interesses e disputas hegemônicas no escopo da educação da classe uma “determinada força de trabalho” e ai entra em
discussão a ideia de que desde 1990 as reforma educativas
trabalhadora no âmbito do ensino médio tem um mesmo objetivo que de
2.3.1 usar da formação da juventude para a manutenção e
reprodução das estruturas e relações sociais... posso ter
viajado, mas foi mais ou menos isso que pensei. kkkk
CAPÍTULO III
Commented [UdW5]: Pensei em dar atenção mais
3. A LEI 13.415/2017 E O RATIFICAÇÃO DOS IDEIAIS NEOLIBERAL DA específicas às metas para o EM. Mas não sei se vale a pena
discutir o PNE tendo em vista que a discussão é apenas pra
BURGUESIA BRASILEIRA.................................................................... mostrar como o EM tem sido projetado e o que se espera e
assim constatar que diante de todas as mudanças nem o
PNE foi cumprido ou melhor foi deixado de lado. Acredito
CAPÍTULO IV que isso também poderia ser diluído na discussão... sei lá,
me deu essa dúvida.
4. REFORMA DO ENSINO MÉDIO COMO MECANISMO DE SUPERAÇÃO
Commented [UdW6]: Só isso aqui já é bastante coisa. E
DA CRISE ESTRUTURAL DO CAPITAL: FORMAÇÃO DA no meio disso tudo tem a BNCC que se estende ao ano de
2018 também, com início de implementação e
SUBJETIVIDADE E FORÇA DE TRABALHO........................................ reestruturação dos currículos em 2019.
Commented [UdW7]: Estou em dúvida ainda sobre isso.
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS................................................................ Não sei se aqui seria o melhor lugar/momento pra fazer
6. REFERÊNCIAS....................................................................................... essa discussão.
Commented [UdW8]: Aqui está meu problema, não sei
como seguir a discussão... Só sei que a Lei é a resposta aos
interesses burgueses e o que prevalece é a lógica neoliberal.
Isso por que ainda nem toquei e nem vou mexer com o
Escola Sem Partido, pois depois do ano de 2015 o projeto de
discussão da BNCC e reforma educativa como um todo teve
toda uma influência direta da bancada evangélica, do
conservadorismo e etc.. o discurso e os documentos
possuem essa carga de “escola sem partido”...
Commented [UdW9]: Acredito que aqui será o maior
problema... lembro que em uma de nossas conversas você
me aconselhou a pensar como que a reforma do EM pode
ser um mecanismo de superação de crise, e mais do que
isso como que a reforma “usa” da educação da juventude
para esse controle e formação de subjetividade... enfim,
sobre isso ainda não consigo pensar muito kkkk

Tínhamos inclusive, feito uns esquemas que era sobre a


relação entre Controle Social; Formação da Subjetividade e
Iniciativa Privada... e a partir disso identificar o que a
reforma do EM trás de rupturas e continuidade no que
tange o projeto formativo da burguesia....