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Princípios Teológicos para a Ação Missionária

Reformada
por

Timóteo Carriker

Uma boa parte do texto é uma adaptação da reflexão bíblica que


se encontra no capítulo nove do livro Missão Integral: Uma
teologia bíblica, Ed. SEPAL, 1992, do mesmo autor.

Introdução

Recentemente as denominações presbiterianas no Brasil têm


passado por uma conscientização missionária. Isto se torna
evidente não só pela proliferação de conferências missionárias
patrocinadas por igrejas locais, mas também pelos encontros,
consultas e conferências nacionais promovidos pelos diversos
órgãos da IPB, desde a sua Comissão Executiva do Supremo
Concílio (em março deste ano) até as diversas juntas. Também
se evidencia pelas consultas, ao longo dos últimos anos, da
Igreja Presbiteriana Independente, a implantação recente dum
curso de preparo e educação contínua para missionários da
mesma denominação, e a inauguração neste ano do programa
de pós-graduação em missiologia do Seminário Presbiteriano do
Sul.

O estudo seguinte visa esboçar alguns princípios teológicos que


possam orientar este interesse missionário crescente. Tanto os
detalhes quanto a própria linha mestre desta reflexão precisam
ser debatidos e modificados amplamente nas igrejas. Servem de
trampolim para tal tarefa. As sugestões são derivadas de três
fontes: uma reflexão bíblica, a tradição reformada, e as
discussões de missiólogos contemporâneos. Idealmente os
princípios propostos devem ser os mais patentes possíveis para
servirem de orientação em todos os níveis da igreja. Aqui
organizamos os princípios em três afirmações.
1. Primeira Afirmação

A missão tem a sua origem no próprio relacionamento da


Trindade (princípio 1) e encontra o seu instrumento na
incumbência missionária atribuida à igreja (princípio 2). Disto
surge o princípio de integralidade da missão (princípio 3). Noivo
(Cristo) e noiva (igreja) possuem estratégias, metodologias, alvos
e objetivos em comum.

1.1 A origem da missão: O Deus triuno

Através de toda a revelação bíblica se torna patente que o


principal agente no drama é Deus. “No princípio criou Deus...”
É Deus quem cria, quem julga, quem age, quem escolhe, e
quem se revela. Ele é ativo não só na criação, mas também nos
julgamentos, na libertação do seu povo do Egito, nas exortações
dos seus profetas e na promessa de restauração vindoura. Ele é
o único e verdadeiro Deus e deseja que sua glória seja
conhecida nos céus (Salmo 19) e nas extremidades da terra
(Isaías 11.9).

Portanto, “missão” é uma categoria que pertence a Deus. A


missão, antes de ter uma conotação humana que fala da tarefa
da igreja, antes de ser da igreja, é de Deus. Esta perspectiva
nos guarda contra toda atitude de auto-suficiência e
independência na tarefa missionária. Se a missão é de Deus,
então é dEle que a igreja deve depender na sua participação na
tarefa. Isto implica numa profunda atitude de humildade e de
oração para a capacitação missionária, uma dependência
confiante em Deus, em vez da independência característica da
queda, do dilúvio, da torre de Babel e do próprio cativeiro.

Por outro lado, se a missão é de Deus, temos a segurança de


que é Deus quem está comandando a expansão do seu reino,
nos seus termos, e isto nos dá plena convicção de que ele
realizará os seus propósitos.

Implicações

1.1.1 O embasamento teológico para a tarefa missionária da


igreja é especialmente importante por causa da dependência
que a igreja tem dele e para medir os nossos esforços com o
padrão divino.
1.1.2 Isto releva mais ainda o papel da oração e a postura de
humildade que a igreja necessita. Em termos práticos, deve se
indagar se a igreja está devidamente informada através das
publicações, materiais didáticos, congressos e conferências para
sempre orar pelo desempenho missionário.

1.2 O instrumento da missão: a Igreja

Se Deus é o agente e a origem da missão, ele não trabalha


sozinho. Seu instrumento é um povo específico. A missão
também é a tarefa da igreja que, por sua vez, é derivada então
da missão de Deus. Deus escolhe um povo específico como
instrumento da sua missão. Elegeu um povo, Israel, no Velho
Testamento e com este fez uma aliança peculiar a fim de que
este fosse a sua testemunha no meio das nações (Gênesis 12.3;
Êxodo 19.5-6; Efésios 3.10; 1 Pedro 2.9-10). A eleição de Israel,
antes de denotar qualquer favoritismo exclusivista de Deus,
teve um propósito inclusivo de serviço missionário para as
nações. Quando não cumpria este propósito, Israel era julgado
através das mesmas nações para as quais ele deveria ter dado
testemunho e deveria ter sido uma bênção.

Esta perspectiva nos guarda contra todo sentimento de


favoritismo exclusivista. Não nos orgulhemos na nossa eleição
com atitude de superioridade espiritual para com os que não
crêem, separando-nos socialmente deles. A eleição não é para
separação social (separação moral, sim!), mas participação e
serviço. A igreja não encontra sua identidade verdadeira em
contraposição social ao mundo, mas justamente numa relação
com ele, uma relação não de identificação com seus valores,
mas uma relação evangelística de serviço e testemunho
ousados. Então, esta perspectiva também nos guarda contra
todo escapismo deste mundo para um plano espiritual além.

Também nos guarda contra toda passividade e comodismo. A


missão de Deus não inibe a atividade do seu povo, mas
dinamiza-a. Se foi Deus quem escolheu, fica patente que
escolheu um povo para, através dele, realizar sua missão. A
igreja passiva quanto ao seu envolvimento missionário não
poderá invocar a soberania exclusiva de Deus como justificativa
pela sua passividade, pois o Deus soberano escolheu o seu povo
para testemunhar. Usando um exemplo do Novo Testamento,
era necessário que Pedro pregasse para Cornélio, muito embora
o anjo que o precedeu bem pudesse ter anunciado o evangelho
para este centurião (Atos 10). Para atingir alvos universais, a
restauração de toda a criação, Deus escolheu meios
particulares, um povo.

Implicações

1.2.1 Baseado neste princípio convém refletir sobre o tipo de


estrutura(s) missionária(s) mais apropriada (s) para a igreja. A
tarefa missionária pertence à igreja toda e em todas as suas
dimensões e níveis. Uma coordenação estrutural, fiscal e
administrativa seria uma maneira de refletir isto. Entretanto,
não significa necessariamente que as estruturas de envio
não-denominacionais ou mesmo projetos de presbiterianos
locais independentes (dos concílios da igreja local, dos
presbitérios, dos sínodos, ou do Supremo Concílio) estejam fora
da vontade de Deus. Trata-se em parte da definição de “igreja” e
trata-se historicamente do mistério da vontade de Deus em
situações em que uma estrutura denominacional não atenda às
múltiplas dimensões da sua incumbência missionária. Seja
como for, creio que a denominação deve assumir sua tarefa
missionária estruturalmente, procurando manter em sadia
tensão os seus órgãos em nível do Supremo Concílio (as
diversas divisões duma estrutura missionária unificada) e
expressões estruturais mais localizadas e sob medidas (projetos
e organizações de sínodos, presbitérios e igrejas locais). Não
seria, de maneira alguma uma tarefa fácil, mas também não
impossível. Por exemplo, talvez a igreja (IPB) possa criar uma
divisão que: 1) ofereça orientação para sínodos, presbitérios e
igrejas locais sobre a organização e administração das suas
estruturas locais; 2) ofereça treinamento ou recomende
treinamento por organizações competentes; e 3) dê o seu
reconhecimento eclesiástico periódico para as estruturas que se
enquadram dentro dos padrões e alvos da igreja.
Poder-se-ia aplicar este mesmo princípio às estruturas
educacionais da denominação que, dentro dos parâmetros
acadêmicos e eclesiásticos estabelecidos por ela, seriam regidos
mais pelas suas juntas locais e poderiam ter os seus enfoques
mais específicos de preparo.

1.2.2 Se a tarefa missionária tem como o seu instrumento a


igreja, é importante que isto se reflita na igreja cristã toda.
Celebramos o desejo atual de muitas pessoas nas igrejas que
querem ampliar as suas parcerias com outras denominações.
Acreditamos que o próprio testemunho missionário diante do
mundo depende disto (João 17.20-21). É também uma tarefa
difícil e delicada que não poderá ser apressada. Entretanto, sem
um ecumenismo bíblico e sadio, o testemunho missionário cai
por água abaixo.

1.3 A integralidade da missão: Deus e a Igreja

Como os dois conceitos do Servo de Iahweh e do Filho do


Homem no Antigo Testamento oscilam entre uma referência
individual e uma coletiva, nossa referência à missão varia entre
uma referência à missão de Deus e outra à missão do povo de
Deus. Discursando a respeito de missão, referimo-nos, ora à
missão de Deus, ora à missão da igreja, considerando o
conteúdo do primeiro, e por conseqüência, logo refletindo sobre
as implicações disto para o segundo. Tal discurso ilustra a
dinâmica e integralidade da missão como sendo a missão de
Deus e da igreja.

Deus partilha sua tarefa com seu povo e nela o convida a


participar. Este recebe a promessa de que Ele estará sempre
presente na realização da missão. Decerto, a missão de Deus
jamais poderá ser sinônimo da missão da igreja. Por outro lado,
nem tampouco poderá a missão da igreja ser considerada
absolutamente divorciada da missão de Deus. A dinâmica entre
os dois encontra sua expressão ideal à medida que a igreja
discerne a missão de Deus e se conforma à mesma, um ideal
que embora nunca se realize perfeitamente, mesmo assim se
manifesta em parte.

A vice-regência do homem sobre a criação teve como um


propósito refletir a soberania de Deus, mas jamais duplicá-la ou
substituí-la. Israel herda este papel de embaixador de Deus no
meio das nações, ou melhor, de sacerdote e testemunha.
Portanto, Deus e o seu povo não são competidores na missão, e,
sim, cooperadores, sendo a igreja serva da missão de Deus.
Enquanto o povo de Deus é convidado a participar com Deus na
sua missão de restauração, Deus promete sua presença no
desempenho da missão do povo de testemunha diante das
nações.
Implicações

1.3.1 Tal perspectiva da dinâmica da missão nos guarda, por


um lado, contra uma identificação completa dos programas
missionários das denominações e agências missionárias com o
propósito e missão global e integral de Deus. O povo de Deus
reflete, apenas parcial e imperfeitamente, a missão de Deus.
Historicamente, nem sempre a missão da igreja refletiu o
caráter justo, salvador e libertador de Deus. A íntima
associação de missões com a política expansionista e
conquistadora do Império Carolíngio do século VIII na Europa e
da Ibéria do século XVI na América Latina, ou com o
colonialismo do século XIX na África Negra, proíbe qualquer
identificação estreita da missão de Deus com o conceito que às
vezes se tem de missão da igreja. Até hoje, um certo
triunfalismo às vezes se evidencia nas nossas promoções e nos
slogans missionários que jamais poderá ser comparável com a
adoção humilde do papel de missionário-servo do povo de Deus
no meio das nações.

1.3.2 Por outro lado, esta dinâmica da missão estimula e


capacita o povo de Deus a uma aproximação e à participação
com a missão de Deus e nos dá a confiança, mesmo em meio de
dificuldades e desânimo, de que Deus vai levar avante sua
missão. Ele é criador do mundo e autor da história, e sua
missão de restaurar aquele e completar esta vai se realizar, não
apesar, mas através do seu povo.

1.3.3 A cruz é o supremo padrão vivencial e paradigmático do


procedimento missionário. Implica em humildade e não orgulho
(Filipenses 2:5-11), sofrimento e não glória (Colossenses 1:24),
sacrifício e o desafio radical para as nossas congregações. Isto
deve temperar todo o nosso planejamento e organização.

2. Segunda Afirmação

A existência de toda a Bíblia é a primeira evidência de que Deus


tem uma missão, um propósito salvífico para este mundo
(princípio 4). Ele não é um Deus abstrato mas é o Deus que age
no nosso meio, que se revela por si mesmo a nós e que tem uma
finalidade para sua criação. Se a origem da missão está em
Deus - “no princípio criou Deus...” - seu fim está no alcance
universal da sua misericórdia e graça (princípio 5) – “a graça do
Senhor Jesus seja com todos” (Apocalipse 22.21). E este
propósito restaurador da missão tem uma dimensão universal.
Se Deus é o principal agente ou sujeito da missão, e a
restauração o seu conteúdo, então seu alcance abrange a
criação toda. Este é o lugar onde a missão se desdobra, o
mundo, e o seu processo se realiza na história deste mundo
(princípio 6).

2.1 O propósito da missão: a Salvação

Para usar um termo mais abrangente, podemos descrever o


propósito da missão como sendo o de restauração. É a missão
da salvação. Aquilo que Deus criou, ele pretende restaurar.
Contudo, a restauração é salvação não só no sentido de poupar,
mas também no sentido de julgar. Haverá um novo céu e uma
nova terra, mas isto através do sofrimento, tribulação e
julgamento. A mensagem de restauração no Velho Testamento,
consistentemente, inclui estas duas dimensões de salvação e de
julgamento. Vemo-nas no relato do dilúvio (julgamento) e da
arca (salvação), da torre de Babel (julgamento) e do
chamamento de Abraão (salvação), no Êxodo, na aliança com
Israel e na conquista de Canaã. Vemo-nas nas críticas dos
profetas (julgamento) e nas suas promessas de salvação
vindoura. E vemos-nas na resposta humana à provisão do
perdão dos pecados pela morte e ressurreição de Jesus.

Ou misericórdia ou julgamento, era a sorte dada a Israel e às


nações, de acordo com o seu relacionamento de dependência de
Deus e com o seu relacionamento de misericórdia sobre a
criação, duas características da imagem de Deus no homem.
Por isso, tanto a adoração apropriada e genuína para com Deus
(que demonstra a sua dependência) quanto a justiça expressa
nos relacionamentos sociais e ecológicos dentro e fora de Israel
(que demonstra a sua função de mordomo), eram o critério
usado para determinar a ação divina, ou julgamento ou
salvação, ambos como alvo da restauração da criação e da
humanidade.

Este critério duplo, adoração e justiça, integra as dimensões


pessoais e sociais da missão de restauração, fundindo as
distinções espirituais e materiais da fé. A verdadeira
espiritualidade terá expressão mais aguda nas relações
concretas em que o povo de Deus vive.

Esta perspectiva do propósito restaurador da missão nos


guarda contra a falsa dicotomia da tarefa missionária e da fé.
Restauração é este propósito, portanto a obra redentora de
Jesus Cristo e a evangelização permanecem centrais à missão
de Deus. Contudo, esta redenção deve ser entendida como
resultando tanto em adoração própria e sincera a Deus quanto
em relações de justiça para com o próximo e para com toda a
criação.

Implicações

2.1.1 Em termos de adoração, isto implica na dinamização nas


igrejas cristãs, do culto e especialmente da liturgia. Implica na
valorização e implementação de músicas e liturgias
contextualizadas, com conteúdo bíblico e expressão afetiva,
enfim, um culto que leve o povo à profunda e sincera adoração
e não ao mero estímulo intelectual.

2.1.2 O propósito da missão como sendo a restauração, além


de implicar em adoração própria, também implica em relações
de justiça dentro e fora do povo de Deus. Decerto, pouco o povo
de Deus teria de testemunho quanto às questões de justiça se
no seu próprio meio estes padrões não encontrassem expressão.
Ser povo de Deus implica em refletir algo do caráter de Deus, e
isto inclui fundamentalmente a qualidade de justiça. Por isso, a
diaconia na igreja primitiva assumiu uma importância essencial
para o seu testemunho no mundo. A igreja necessita de uma
perspectiva bíblica da sua tarefa para formular seu
entendimento sobre estas questões de acordo com os padrões e
ensinos bíblicos. Tal formulação só poderá desafiar a igreja a
participar no propósito da missão como sendo a remissão dos
seres humanos e da criação toda; e esta participação se
manifestará através de uma adoração sincera e exclusiva ao
Senhor e através de padrões de justiça dentro da igreja que a
chame a anunciar o domínio de Deus ao mundo, o que implica,
simultaneamente, em padrões de justiça no mundo.

2.2 O alcance da missão: Universal


Deus se propõe a restaurar aquilo que criou. Sua missão é uma
missão para a criação. Não é por acaso que a revelação escrita
que descreve a missão de Deus começa com a criação dos céus
e da terra e termina com a restauração dos mesmos num novo
céu e nova terra. O homem não só é guardião do seu próximo,
mas mordomo da própria criação. Através do julgamento do
dilúvio, não só parte da raça humana é salva, mas também
parte representativa da criação toda. As leis da aliança
detalham as dimensões religiosas, sociais e ecológicas da fé e da
obediência do povo de Deus, provendo instruções para o bem-
estar de toda a criação e toda a vida, em todas as suas
múltiplas dimensões. Os salmos e hinos no Velho Testamento
incluem os louvores não só do povo de Deus, mas também da
própria natureza; e a era vindoura de salvação só pode incluir a
expectativa de restauração não só de Israel e das nações, mas
da criação toda (Isaías 43.18-21; 65.17-25).

Implicações

2.2.1 Esta perspectiva nos guarda contra toda sorte de miopia


missionária. Não nos satisfazemos até que todos os povos,
línguas, tribos e nações recebam o evangelho do reino (Mateus
24.14) para o louvor do Cordeiro de Deus (Apocalipse 5.9-14;
7.9-12), implica então numa motivação e estratégia
evangelística que procure ir não só para os mais distantes
lugares, mas aonde quer que Cristo não tenha sido anunciado
(Romanos 15.20), quer sejam grupos humanos negligenciados
ou “escondidos” por perto, quer sejam povos não-alcançados
mais distantes.

2.2.2 Os meios concretos desta missão evangelística incluem


primordialmente a proclamação verbal do evangelho, e também
a implantação de igrejas locais.

2.2.3 Mas o alcance da missão não pára com toda a raça


humana. Também implica na igreja assumir a tarefa de
mordomo sobre a criação toda. Problemas ecológicos como a
seca no nordeste, enchentes no sul, desflorestamento da
Amazônia, poluição do meio-ambiente, o uso apropriado e a
redistribuição de terras também devem ser tratados pelo povo
de Deus.
Fazem parte da sua missão. Que isto seja dever do governo não
há dúvida, contudo a igreja antes, tendo uma restauração
substancial da imagem de Deus nela, deve opinar e se envolver
num testemunho para toda humanidade e toda a criação.

2.3 O local da missão: o Mundo e a História

Desde o início do testemunho bíblico observamos que Deus age


dentro e através de eventos concretos na vida dos seres
humanos. Ele não se manifesta num plano contemplativo e fora
deste mundo, mas dentro e através da história. Julga através
da expulsão do Éden, através do dilúvio e da dispersão de
povos. Julga as nações através das pragas no Egito, a conquista
de Canaã e a queda de um império por outro. Julga seu povo
através dos profetas e através do exílio. Mas também abençoa
através da libertação do Egito, do exílio, e de modo supremo e
definitivo através da morte e ressurreição de Jesus. São todos
estes eventos históricos, acontecimentos neste mundo. Até
mesmo a literatura apocalíptica, que enfatiza um contraste com
este mundo, ensina que a intervenção futura e catastrófica de
Deus será uma irrupção para dentro desta história e deste
mundo. Embora enfatize descontinuidade com a
progressividade natural da história humana, não transfere o
cenário dos atos salvíficos de Deus para um plano extra-
histórico ou ultra-mundano. Apenas ressalta a opção sempre
presente e futuramente iminente da intervenção divina na
história, como sendo abrupta e extraordinária.

Implicações

2.3.1 Creio que a perspectiva bíblica ilumine muito a tarefa ou


a missão da igreja no Brasil e em toda a América Latina.
Sabendo que Deus atua num projeto histórico, a igreja tem uma
boa base para se perguntar: “Onde, nos eventos históricos da
realidade latinoamericana, podemos discernir a mão de Deus?”
Alguns podem entender isto como sendo uma secularização da
fé. Não é nossa intenção. Em vez de reduzir a missão de Deus
aos afazeres deste mundo, queremos discernir onde e como
Deus poderá estar manifestando seu reino na nossa história.
Implica na proclamação do evangelho para arrependimento e
conversão. E implica em participar na luta pela justiça. Com os
pés no chão, as mãos em oração e os olhos abertos à realidade
multidimensional e latinoamericana, a igreja dá testemunho
pela proclamação das boas novas e pela promoção de justiça de
maneira concreta e visível.

2.3.2 Implica numa desmistificação da fé. A verdadeira


espiritualidade não é aquele jejum “sagrado” com orações de
belas palavras perfumadas, mas é um estilo de vida cotidiano
para com o seu próximo que reflete o caráter justo de Deus
(Isaías 58.6-7).

Uma análise, até superficial, da situação socio-econômica na


América Latina deixa a igreja sem desculpa quanto à sua
missão neste mundo e nesta história: anunciar às nações a
chegada do reino de Deus e viver um modelo deste reino através
de sincera adoração e de um padrão de justiça que tome
expressão no mundo e na história.

2.3.3 Não obstante, este processo jamais poderá ser


identificado simplesmente com o processo histórico e humano.
A literatura apocalíptica e as intervenções singelas e dramáticas
de Deus na história de Israel (ex.: o êxodo) nos distanciam de
uma plena confiança nos processos apenas humanos da
história. O reino de Deus não poderá ser identificado com o
processo histórico, embora possamos e devamos detectar
indícios deste reino na história. Conquanto a era escatológica
seja apenas divinamente inaugurável, o povo de Deus também
participa na sua promoção. E, conquanto sua realização seja
apenas futura, já podemos discernir sinais dela na história
presente.

2.3.4 Não podemos tolerar uma visão estreita e imediatista que


sempre vê apenas os desafios atualmente urgentes. Tal visão
curta se alimenta duma escatologia superficial, se sujeita à
tirania do urgente e evidencia cegueira histórica. Paulo, que
desejava o retorno de Cristo, teria razão de pensar assim, mas
não o fez. Sempre pressupôs o longo prazo para o seu
desempenho pastoral e missionário. Necessitamos, portanto,
duma visão larga, profunda e extensa do presente porque os
desafios são eternamente urgentes, uma visão escatológica do
agora baseada no passado distante e um futuro que é
prerrogativa apenas de Deus (Atos 1.8, repare que o “mas”
responde à tentação de identificar datas ou prazos temporais).
Entre outras coisas, este princípio implica num preparo
prolongado, diante tanto do tamanho quanto da urgência do
trabalho
2.3.5 O ensino, a proclamação, a cura e a libertação todos
fazem parte da missão da igreja. Isto deve ser refletido nas
atividades dos nossos obreiros missionários, sendo eles
pregadores da Palavra (evangelistas e pastores/apóstolos), e
também professores, gente da área de saúde, agronomia, etc.

3. Terceira Afirmação

O alvo e o fim último da missão é a glória de Deus, não a


atividade missionária em si. O desafio missionário existe e
persiste porque o culto pleno a Deus ainda não existe. O culto é
o alvo último da igreja. O culto a Deus deve ter prioridade na
igreja, não a obra missionária, porque Deus é último, e não o
ser humano. Quando esta era terminar e representantes de
toda raça, tribo e nação se dobrarem diante do Cordeiro de
Deus, a obra missionária não mais existirá na igreja. Mas
existirá o louvor e a adoração. Permanecerá na igreja o culto. O
culto é o fim último da igreja e o desejo máximo de Deus para
toda a humanidade. A primeira pergunta do Catecismo de
Westminster diz: “Qual é o fim principal do ser humano?” E a
resposta acertada é: “O fim principal do ser humano é glorificar
a Deus e gozá-lo para sempre.” Uma reflexão sobre Romanos
15.4-13 ilustrará que a glória de Deus no culto e a razão
(princípio 7), o combustível (princípio 8) e o alvo (princípio 9) da
obra missionária.

3.1 A razão de missões: a Glória de Deus

Os versos 8 a 9 de Romanos 15 fazem uma afirmação: Jesus


Cristo comprova a fidelidade e veracidade de Deus porque,
através dele, as promessas de Deus para o povo judeu se
cumprem. Afinal, somente um deus falso e infiel não cumpre as
suas promessas. Em Romanos 15.12, Paulo cita Isaías 11.10
como apoio das Escrituras para sua afirmação que em Jesus
Deus se prova fiel às suas promessas. Os beneficiários das
promessas são primeiro os judeus e também as nações. Este,
aliás, é o tema principal de toda a carta aos Romanos, como
vemos no 1.16: “Na verdade, não me envergonho do evangelho:
ele é força de Deus para a salvação de todo aquele que crê, em
primeiro lugar do judeu, mas também do grego.”
Em Romanos 15.9 as nações glorificam a Deus “por causa da
sua misericórdia”. Isto é, em Jesus Cristo, elas também se
beneficiam da salvação que Deus dá, e como Paulo havia falado
nos capítulos 9 a 11, as nações estavam, de fato, aceitando em
grandes números, o evangelho. Portanto, a misericórdia de
Deus em estender a salvação para as nações é a suprema razão
da obra missionária. É iniciativa e obra dEle, portanto, nós, os
embaixadores de Deus, teremos toda razão de anunciar tão
grande oferta. Enraizamos a razão da obra missionária não no
ser humano, na sua carência de Deus, ou no seu amor para
com aqueles que não tem Deus, mas a razão da obra
missionária está firmemente enraizada na iniciativa e na
misericórdia de Deus, isto é, na sua soberania.

3.2 O combustível de missões: a Glória de Deus

A paixão por Deus no culto precede a oferta de Deus na


pregação. Não se pode recomendar com convicção aquilo que
não se estima com paixão. Não poderá clamar, “Alegrem-se e
exultem as gentes” (Salmo 67.4a) aquele que não pode afirmar
no seu coração, “eu me alegrarei no SENHOR” (Salmo 104.34b;
9.2). “Quando a chama do culto queima com o calor da
verdadeira dignidade de Deus, a luz da obra missionária
brilhará até os povos mais distantes da terra” (John Piper, p.
12). Quando a paixão por Deus está fraca, o zelo por missões
certamente será fraco também. As igrejas que não exaltam a
majestade e a beleza de Deus dificilmente poderão acender um
desejo efervescente para “anunciar entre as nações a sua glória”
(Salmo 96.3). Os nossos cultos fervem com a exaltação da glória
de Deus? O zelo pela glória de Deus no culto motiva a obra
missionária. John Piper, cita o seguinte pronunciamento de
Andrew Murray feito há mais de cem anos: “Enquanto
buscamos a Deus sobre por que, com tantos milhões de
cristãos, o verdadeiro exército de Deus que está combatendo os
exércitos da escuridão é tão pequeno, a única resposta é - falta
de coragem e entusiasmo. O entusiasmo pelo reino de Deus
está faltando. E isto é porque há tão pouco entusiasmo pelo
Rei.”

Ninguém poderá se dispor à magnitude da causa missionária se


não experimentar a magnificência de Cristo (Apocalipse 15.3-4;
cf. Salmos 9.11; 18.49; 45.17; 57.9; 96.10; 105.1; 108.3; e
Isaías: 12.4; 49.6; 55.5)
Nunca esquecerei do jovem rapaz que nos visitou em Santa
Maria, Rio Grande do Sul. Ele falava do seu entusiasmo de
evangelizar, no início da sua fé. Naquele momento, entretanto,
ele achava que já amadurecera e portanto não possuía mais
tanto zelo de evangelizar! Ele precisava mesmo renovar a alegria
da sua salvação para que fluísse, em conseqüência disto, o
culto a Deus e a evangelização (Salmo 51.10-15). O culto é o
verdadeiro combustível para a obra missionária.

3.3 O alvo de missões: a Glória de Deus

O culto é o alvo da obra missionária simplesmente porque


nosso propósito é levar as nações a se regozijarem em Deus e
glorificá-lo acima de tudo. O alvo da obra missionária é a alegria
dos povos na grandeza de Deus (Salmo 97.1; 67.3-4; cf. 47.1;
66.1; 72. 11, 17; 86.9; 102.15; 117.1; e Isaías 25.6-9; 52.15;
56.7; 66.18-19.

Há um aspecto desta verdade que precisamos explorar mais. É


o seguinte: O culto a Deus como alvo da obra missionária ajuda
a entender a própria definição da obra missionária. Pois a obra
missionária enfatiza a prioridade de alcançar povos, ou etnias
não alcançadas. Isto se evidencia na repetida descrição bíblica
da tarefa missionária em termos de etnias (Mateus 24.14;
28.18-20; Romanos 15.19-21). Na Bíblia, a frase, panta ta ethn,
significa “todas as nações” ou “todas as etnias”. A palavra na
forma singular, ethnos, de fato, sempre se refere à coletividade
dum povo ou duma nação. Nunca se refere a indivíduos
gentílicos. O mesmo é geralmente verdade em relação a palavra
na forma plural, ethn. A frase, panta ta ethn, quase sempre
denota esta referência coletiva na Bíblia, também. Que a
estratégia bíblica seja de alcançar especialmente as etnias não
alcançadas é claro em Romanos 15.19-21. Para muitos cristãos,
talvez até a maioria, esta estratégia não parece muito lógica.
Antes alcançar todos os indivíduos ao nosso alcance e
semelhantes culturalmente a nós, que procurar alcançar
representantes de etnias que podem ser geográfica ou
culturalmente distantes. Parece uma questão de mordomia de
esforços.

Este raciocínio parece, sem dúvida, bastante lógico e leva


muitas igrejas a desconfiar da estratégia missionária de
alcançar representantes de diversas etnias. Meu ponto é o
seguinte: se fosse pelo amor humano pelo ser humano, nossa
ênfase deveria estar na salvação de indivíduos que estão
próximos, e isto, de fato, é a prática comum. O amor a Deus,
entretanto, leva a outra conclusão, que acredito ser a bíblica: a
ênfase na prioridade de etnias, e especificamente etnias não
alcançadas porque: 1) há mais beleza e poder de adoração na
unidade de culto derivada da diversidade de povos que canta
todas as partes dum hino a Deus do que no coro que canta
uníssono (Salmo 96.3-4); 2) a fama, a grandeza, e o valor dum
objeto de beleza aumenta na proporção da diversidade daqueles
que reconhecem tal beleza; 3) a força, a sabedoria e o amor dum
líder se magnifica na proporção da diversidade de povos que ele
inspira para segui-lo; e 4) ao focalizar todos os grupos humanos
do mundo, Deus está subvertendo o orgulho etnocêntrico que
se baseia em alguns atributos distintivos que cada povo gosta
de destacar. Ao invés disto, o orgulho etnocêntrico natural de
cada povo dá lugar à graça imerecida de Deus.

Implicações

3.3.1. A liturgia, a educação cristã, e o evangelismo todos fazem


parte da missão e testemunho da igreja. Como expressar isso
estruturalmente na igreja?

3.3.2. A estratégia missionária se resume na frase: os não-


alcançados. O lema de Paulo era “não onde Cristo já fora
anunciado” (Rm 15.20-21) e não “até aos confins da terra” (At
1.8). Ele literalmente "preenchia" os vãos onde o evangelho não
fora anunciado (Rm 15.19 cf. Cl 1.25). Esse slogan deve ser o
nosso: não onde Cristo já fora anunciado. De certo modo a
denominação se preocupará com o estabelecimento de igrejas
onde igrejas desta denominação ainda não foram estabelecidas.
Tal meta tem uma certa lógica organizacional, mas esta meta
deve ser secundária (não descartada) da meta maior de “não
onde Cristo já fora anunciado.”

Conclusão

A obra missionária começa e termina com o culto prestado à


glória de Deus. Começa, porque somente o culto genuíno e
profundo pode motivar adequadamente a igreja para assumir
sua vocação missionária. E termina, porque o alvo último e o
fim principal de toda humanidade é glorificar a Deus e gozá-lo
para sempre. E na obra missionária, procuramos levar as
nações à mesma alegria e exaltação que carateriza o nosso culto
a Deus. Portanto, quando afirmamos que a obra missionária é a
prioridade penúltima na igreja não estamos diminuindo a sua
importância. Estamos meramente fazendo o que devemos,
maximizando a tarefa de glorificar a Deus e gozá-lo para
sempre. E assim, enxergamos a verdadeira importância da obra
missionária, certamente acima de outras atividades na igreja,
isto é, estender e diversificar, e assim intensificar o culto que
glorifica e se deleita em Deus entre todas as nações da terra
(Apocalipse 5.9-10; 7.9-10).

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Este site da web é uma realização de


Felipe Sabino de Araújo Neto®
Proclamando o Evangelho Genuíno de CRISTO JESUS, que é o poder de DEUS para salvação de todo
aquele que crê.

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Candidato a APMT - Pré-requisitos

APMT – Agência Presbiteriana de Missões Transculturais

Igreja Presbiteriana do Brasil

Candidato a APMT - Pré-requisitos em 2010

1º. Enviar Carta de Apresentação da Igreja ou do Presbitério, em caso de


pastores, informando ser membro da IPB - Igreja Presbiteriana do Brasil e
recomendando-o para o envolvimento no trabalho evangelístico e missionário
transcultural.

2º. Enviar Currículo Vitae (endereço completo, telefones, e-mail, formação


[com grade curricular] e, experiência profissional e religiosa) juntamente com
foto 3x4, seu e do cônjuge (se for casado); fotocópia autenticada de seus
documentos (Certidão de Nascimento e/ou Casamento, RG, CPF ou CIC,
Título Eleitoral, Certificado de Reservista, Carteira Nacional de Habilitação,
Carteira de Ministro [no caso de pastores], Passaporte, INSS, Imposto de
Renda, Seguro de Vida etc.) e dos familiares.

3º. Enviar Laudo de Perfil Psicológico, seu e do cônjuge, através de


profissional registrado e aprovado pela APMT.

4º. Enviar Carta explicando onde deseja trabalhar e como ocorreu este
chamado. Informar caso esteja em parceria ou trabalhando com outra agência
missionária.

5º. Cursar um Seminário ou Instituto Bíblico Presbiteriano. Caso o candidato


tenha cursado outro seminário ou instituto bíblico, seu currículo será avaliado
para saber se é necessário complementação.

6º. Fazer Curso Transcultural: Centro de Treinamento Missiológico da


APMT. Curso Modular de um ano. Informações: (11) 3207-2139 ou e-
mail: rh@apmt.org.br

7º. Em cumprimento à resolução do SC/IPB (CE-96-168 - Doc. CLXVIII).


Cursar o CTM - Centro de Treinamento Missionário no IBEL - Instituto
Bíblico Eduardo Lane, em Patrocínio - MG. (34) 3832.6413. Curso de
Implantação de Igrejas em, aproximadamente 20 dias, e geralmente em
dezembro.

8º. Carta de intenção que contenha a pretensão ministerial, quanto a atividade


e campo de atuação. Após a analise da diretoria e/ou assembléia, o candidato
irá adotar o Modelo de Elaboração de Projeto aprovado pela APMT. Solicite-
nos e lhe enviaremos via e-mail ou correio após a entrevista com a liderança.
A política dos projetos missionários, será em conformidade com o
planejamento global da APMT. Ao apresentar a carta de intenção, a APMT
em conjunto com o candidato irá adequar ao projeto já definido.

9º. Participar da Semana de orientação. Encontro para informação sobre:


Estatuto, Regimento Interno, Filosofia Missionária da IPB, Contrato
Missionário e orientação sobre o relacionamento com a base.
Aproximadamente cinco dias nos arredores de São Paulo. Geralmente no final
de janeiro ou início de fevereiro.

10º. Levantar o Recurso Financeiro Necessário tanto para o Sustento Pessoal,


como para a realização do Projeto Missionário. Este item só será possível após
a entrevista com a Diretoria e/ou Assembléia da APMT, onde serão definidos
o campo e o valor do sustento geral. Nesta ocasião você terá em mãos uma
carta de autorização para fazer, junto às igrejas, o levantamento dos recursos.

11º. Realizar estágio transcultural, coordenado e/ou supervisionado pela


APMT.

As categorias de missionários que A APMT trabalha:

a) Efetivos: São os missionários de carreira, nomeados e sustentados


integralmente pelos mantenedores e pela APMT, em campos totalmente
jurisdicionados pela APMT;

b) Conveniados: São os missionários da APMT, em parceria com outras


agências Instituições e igrejas conforme o interesse da APMT, estabelecido
através do "Contrato de Parceria Institucional" e "Contrato de
Responsabilidades" previamente assinados por ambas as agências e
missionário.

c) Colaboradores: são missionários não vinculados à APMT e profissionais


liberais e outros, mas sob supervisão desta, que se envolvem pessoalmente no
campo por um curto espaço de tempo. O candidato a ser missionário
colaborador necessita enviar para a diretoria da APMT uma carta
apresentando os seguintes pontos: I - O local que deseja irII - O trabalho que
será desenvolvidoII - O período que pretende ficar no campo Juntamente com
a carta, solicitamos o envio do currículo e a carta de apresentação da Igreja ou
presbitério. Após a apreciação da diretoria, orientaremos quanto aos próximos
passos.

d) Bi-vocacional - Aquele que exerce concomintantemente a função de


missionário e a sua função profissional, tendo seu sustento proveniente de
ofertas, ou seja, não proveniente de sua atuação profissional;

e) Fazedor de tendas - aquele que exerce o ministério missionário transcultural


e que, apesar disso, recebe remuneração financeira proveniente de sua atuação
profissional. Podendo em caso excepcional, com a aprovação da APMT,
receber ofertas de igrejas e pessoas.

Tanto o missionário Bi-vocacional quanto o Fazedor de tendas deverão


cumprir os seguintes requisitos:

a) encaminhamento do conselho da igreja indicando claramente a vocação


missionária e as atividades ministeriais realizadas pelo aspirante na igreja
local;

b) perfil psicológico do aspirante e cônjuge (quando houver) por profissional


indicado pela APMT;

c) entrevista com a assembléia e/ou diretoria da APMT;

d) elaboração de projeto missionário sob a orientação da APMT;

e) curso transcultural: CFM - Centro de Formação Missiológica da APMT;

f) semana de orientação;

g) levantamento de sustento para o missionário bi-vocacional;

h) CTM - Centro de Treinamento Missionário (Conforme resolução do SC -


IPB (CE-96-168 - Doc. CLXVIII).

Qualquer outra informação poderá falar com a Kézia Castro (11) 3207-2139
ou rh@apmt.org.br que lhe ajudará com as questões operacionais.

APMT - Agência Presbiteriana de Missões Transculturais


(11) 3207.2139 - www.apmt.org.br – rh@apmt.org.br
Rua Miguel Teles Júnior, 394 – Cambuci - 01540-040 - São Paulo – SP
Caixa Postal 15.196 - 01537-970 - São Paulo - SP Normal 0 21 false false
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O missionário tem que buscar mantenedores?

O missionário deve buscar parceiros, sócios para o projeto que irão


desenvolver em determinado país, visto que a missão é uma só, a
Missão de Deus, e todos somos cooperadores da missão, orando,
financiando e indo. A APMT através do Comitê Gestor da IPB apóia
com o valor parcial.

Quanto custa um missionário? O valor é igual


para todos os países?

O valor necessário para o sustento pessoal do missionário, varia, de


acordo com o custo de vida de cada país, e/ou localidade. O
levantamento de informações é feito antes da ida para o campo que
irá atuar.
Como é feito o custeio do missionário da APMT e
de onde vem o recurso?

Quanto ao projeto do missionário este é apresentado, podendo ou não


ser aprovado, dependendo da avaliação da Diretoria e/ou Assembléia
da APMT e do Comitê Gestor do Fundo Missionário da IPB. Caso seja
aprovado, o projeto poderá receber parte dos recursos financeiros
designados pelo Supremo Concílio para o trabalho missionário
transcultural. Inclui o sustento pessoal e outras áreas de necessidade.

Visita de missionários às igrejas

Você pode entrar em contato conosco por telefone ou e-mail para


saber se há algum missionário que possa atendê-lo.
Quem paga os custos da ida de um missionário a uma igreja?

Sempre que uma igreja convida determinado missionário para falar


sobre missões, seja para pregação, testemunho, palestra, estudo, etc.,
é justo que a própria igreja que está convidando e sendo abençoada
assuma as despesas de transporte e hospedagem do missionário. Os
missionários vivem de ofertas missionárias, portanto por mais que
queiram não podem arcar com as despesas de visita a uma igreja,
tampouco a APMT tem recursos para isso.

Contribuição por Código

Como funciona o sistema de contribuição por código?

Basicamente da seguinte maneira:


Cada missionário, ao integrar o quadro de missionários da APMT,
recebe um código de
de contribuição, um número de 2 dígitos, o qual é divulgado pelo
próprio missionário e nos órgãos informativos.
Ao efetuar seu depósito, coloque o código, referente ao missionário.
Caso não seja possível efetuar o depósito com o código em centavos,
ou seja caixa BDN, comunicar ao escritório, e a oferta será destinada
ao referido missionário.
Depósito Bancário:
APMT – Agência Presbiteriana de Missões Transculturais
Banco do Brasil - Agência 0635-1 (Cambuci) – c/c: 7500-0
Banco Bradesco - Agência 119-8 (Cambuci) – c/c: 107965-4
Através de Carnê:
Solicite o boleto bancário ao nosso escritório. O boleto não possui
data de vencimento e nem valor estipulado. A contribuição através
dele pode ser feita em qualquer banco e em qualquer dia. Nesse caso,
o código em centavos não é necessário.
Através de Cheque:
Cruzado e nominal à APMT – Agência Presbiteriana de Missões
Transculturais.
Transferência online: CNPJ 04.138.895/0001-86
Se a oferta for destinada a sustento de um missionário, favor observar
o código de contribuição (Link – Missionários).
Exemplo: se depositar R$30,00 e o código do missionário a quem se
destina a oferta for “ 0,25” , deposite R$30,25 dessa maneira a oferta
será rapidamente identificada e encaminhada para o referido
missionário.
Caso tenha dificuldade em depositar as moedas, ou caso vá utilizar
um caixa-rápido, entre em contato com o nosso escritório por faz,
telefone ou e-mail, e identifique o missionário a quem se destina a
oferta.

APMT
Fone: (11) 3207-2139 - 3341-8339
E-mail: apmt@apmt.org.br

Candidato a APMT - Pré-requisitos


APMT – Agência Presbiteriana de Missões Transculturais

Igreja Presbiteriana do Brasil

Candidato a APMT - Pré-requisitos em 2010

1º. Enviar Carta de Apresentação da Igreja ou do Presbitério, em caso


de pastores, informando ser membro da IPB - Igreja Presbiteriana do
Brasil e recomendando-o para o envolvimento no trabalho
evangelístico e missionário transcultural.

2º. Enviar Currículo Vitae (endereço completo, telefones, e-mail,


formação [com grade curricular] e, experiência profissional e religiosa)
juntamente com foto 3x4, seu e do cônjuge (se for casado); fotocópia
autenticada de seus documentos (Certidão de Nascimento e/ou
Casamento, RG, CPF ou CIC, Título Eleitoral, Certificado de
Reservista, Carteira Nacional de Habilitação, Carteira de Ministro [no
caso de pastores], Passaporte, INSS, Imposto de Renda, Seguro de
Vida etc.) e dos familiares.

3º. Enviar Laudo de Perfil Psicológico, seu e do cônjuge, através de


profissional registrado e aprovado pela APMT.

4º. Enviar Carta explicando onde deseja trabalhar e como ocorreu este
chamado. Informar caso esteja em parceria ou trabalhando com outra
agência missionária.

5º. Cursar um Seminário ou Instituto Bíblico Presbiteriano. Caso o


candidato tenha cursado outro seminário ou instituto bíblico, seu
currículo será avaliado para saber se é necessário complementação.

6º. Fazer Curso Transcultural: Centro de Treinamento Missiológico da


APMT. Curso Modular de um ano. Informações: (11) 3207-2139 ou e-
mail: rh@apmt.org.br

7º. Em cumprimento à resolução do SC/IPB (CE-96-168 - Doc.


CLXVIII). Cursar o CTM - Centro de Treinamento Missionário no IBEL
- Instituto Bíblico Eduardo Lane, em Patrocínio - MG. (34) 3832.6413.
Curso de Implantação de Igrejas em, aproximadamente 20 dias, e
geralmente em dezembro.

8º. Carta de intenção que contenha a pretensão ministerial, quanto a


atividade e campo de atuação. Após a analise da diretoria e/ou
assembléia, o candidato irá adotar o Modelo de Elaboração de Projeto
aprovado pela APMT. Solicite-nos e lhe enviaremos via e-mail ou
correio após a entrevista com a liderança. A política dos projetos
missionários, será em conformidade com o planejamento global da
APMT. Ao apresentar a carta de intenção, a APMT em conjunto com o
candidato irá adequar ao projeto já definido.

9º. Participar da Semana de orientação. Encontro para informação


sobre: Estatuto, Regimento Interno, Filosofia Missionária da IPB,
Contrato Missionário e orientação sobre o relacionamento com a base.
Aproximadamente cinco dias nos arredores de São Paulo. Geralmente
no final de janeiro ou início de fevereiro.

10º. Levantar o Recurso Financeiro Necessário tanto para o Sustento


Pessoal, como para a realização do Projeto Missionário. Este item só
será possível após a entrevista com a Diretoria e/ou Assembléia da
APMT, onde serão definidos o campo e o valor do sustento geral.
Nesta ocasião você terá em mãos uma carta de autorização para
fazer, junto às igrejas, o levantamento dos recursos.

11º. Realizar estágio transcultural, coordenado e/ou supervisionado


pela APMT.

As categorias de missionários que A APMT trabalha:

a) Efetivos: São os missionários de carreira, nomeados e sustentados


integralmente pelos mantenedores e pela APMT, em campos
totalmente jurisdicionados pela APMT;

b) Conveniados: São os missionários da APMT, em parceria com


outras agências Instituições e igrejas conforme o interesse da APMT,
estabelecido através do "Contrato de Parceria Institucional" e
"Contrato de Responsabilidades" previamente assinados por ambas
as agências e missionário.

c) Colaboradores: são missionários não vinculados à APMT e


profissionais liberais e outros, mas sob supervisão desta, que se
envolvem pessoalmente no campo por um curto espaço de tempo. O
candidato a ser missionário colaborador necessita enviar para a
diretoria da APMT uma carta apresentando os seguintes pontos: I - O
local que deseja irII - O trabalho que será desenvolvidoII - O período
que pretende ficar no campo Juntamente com a carta, solicitamos o
envio do currículo e a carta de apresentação da Igreja ou presbitério.
Após a apreciação da diretoria, orientaremos quanto aos próximos
passos.
d) Bi-vocacional - Aquele que exerce concomintantemente a função de
missionário e a sua função profissional, tendo seu sustento
proveniente de ofertas, ou seja, não proveniente de sua atuação
profissional;

e) Fazedor de tendas - aquele que exerce o ministério missionário


transcultural e que, apesar disso, recebe remuneração financeira
proveniente de sua atuação profissional. Podendo em caso
excepcional, com a aprovação da APMT, receber ofertas de igrejas e
pessoas.

Tanto o missionário Bi-vocacional quanto o Fazedor de tendas


deverão cumprir os seguintes requisitos:

a) encaminhamento do conselho da igreja indicando claramente a


vocação missionária e as atividades ministeriais realizadas pelo
aspirante na igreja local;

b) perfil psicológico do aspirante e cônjuge (quando houver) por


profissional indicado pela APMT;

c) entrevista com a assembléia e/ou diretoria da APMT;

d) elaboração de projeto missionário sob a orientação da APMT;

e) curso transcultural: CFM - Centro de Formação Missiológica da


APMT;

f) semana de orientação;

g) levantamento de sustento para o missionário bi-vocacional;

h) CTM - Centro de Treinamento Missionário (Conforme resolução do


SC - IPB (CE-96-168 - Doc. CLXVIII).

Qualquer outra informação poderá falar com a Kézia Castro (11) 3207-
2139 ou rh@apmt.org.br que lhe ajudará com as questões
operacionais.

APMT - Agência Presbiteriana de Missões Transculturais


(11) 3207.2139 - www.apmt.org.br – rh@apmt.org.br
Rua Miguel Teles Júnior, 394 – Cambuci - 01540-040 - São Paulo –
SP
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A APMT e o Sustento de Missionários


Author: Apmt Apmt Created: 04/04/2013 Category: APMT
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A APMT e o Sustento de Missionários

A APMT participa do sustento de seus missionários?

Quando o projeto do missionário é apresentado, por ocasião de seu


ingresso no quadro de missionários da APMT, este projeto pode ou
não ser aprovado, dependendo da avaliação da Diretoria e/ou
Assembléia da APMT e do Comitê Gestor do Fundo Missionário da
IPB. Caso seja aprovado, o projeto poderá receber parte dos recursos
financeiros designados pelo Supremo Concílio para o trabalho
missionário transcultural.

A igreja é obrigada a dar oferta?


h6 style="margin: 15px 0px; padding: 0px; border: 0px;"> A igreja é
obrigada a dar oferta ao missionário que vem falar nela?
Não! Porém essa é uma questão de consciência e sensibilidade.

Consciência porque o missionário é alguém que tudo deixou pelo


chamado de Deus para pregar o Evangelho às nações. Como não
trabalha secularmente como outros cristãos, seu sustento vem de
ofertas principalmente de igrejas que os convidam para testemunhar.
Muitas dessas igrejas acabam até por adotar o missionário, não
apenas contribuindo uma vez, mas regularmente.

Sensibilidade porque o missionário, ao deixar sua terra, ou em muitos


casos, o conforto de suas férias, demonstra disposição e apoio aos
que desejam ouvi-lo. A igreja precisa ser sensível a todas as lutas,
privações e dificuldades pelas quais passam os missionários,
associando-se a eles na medida de suas possibilidades.

Categorias de missionários da APMT

MISSIONÁRIOS (Regimento interno da APMT)

Artigo 14 - A obra mantida pela APMT é realizada através de obreiros,


chamados missionários, conforme as seguintes categorias:

a) Efetivos: São os missionários de carreira, nomeados e sustentados


integralmente pelos mantenedores e pela APMT, em campos
totalmente jurisdicionados pela APMT;
b) Conveniados: São os missionários da APMT, em parceria com
outras agências, Instituições e igrejas conforme o interesse da APMT,
estabelecido através do “Contrato de Parceria Institucional” e
“Contrato de Responsabilidades” previamente assinados por ambas
as agências e missionário.
c) Colaboradores: são missionários não vinculados à APMT e
profissionais liberais e outros, mas sob supervisão desta, que se
envolvem pessoalmente no campo por um curto espaço de tempo.
d) Bi-vocacional – Aquele que exerce concomintantemente a função
de missionário e a sua função profissional, tendo seu sustento
proveniente de ofertas, ou seja, não proveniente de sua atuação
profissional;
e) Fazedor de tendas – aquele que exerce o ministério missionário
transcultural e que, apesar disso, recebe remuneração financeira
proveniente de sua atuação profissional. Podendo em caso
excepcional, com a aprovação da APMT, receber ofertas de igrejas e
pessoas.

Tanto o missionário Bi-vocacional quanto o Fazedor de tendas


deverão cumprir os seguintes requisitos:

a – encaminhamento do conselho da igreja indicando claramente a


vocação missionária e as atividades ministeriais realizadas pelo
aspirante na igreja local;
b – perfil psicológico do aspirante e cônjuge (quando houver) por
profissional indicado pela APMT;
c – entrevista com a assembléia e/ou diretoria da APMT;
d - elaboração de projeto missionário sob a orientação da APMT;
e – curso transcultural: CFM – Centro de Formação Missiológica da
APMT;
f – semana de orientação;
g – levantamento de sustento para o missionário bi-vocacional; CTM –
Centro de Treinamento Missionário (Conforme resolução do SC – IPB
(CE-96-168 – Doc. CLXVIII).

Ao candidato a missionário efetivo ou conveniado, deverão cumprir os


pré-requisitos gerais estabelecidos pela missão.
Sustento de Missionários

Como são sustentados os missionários da APMT?

Através de ofertas missionárias de igrejas e pessoas comprometidas


com o cumprimento do "ide e fazei discípulos de todas as nações".

Os recursos são depositados nas contas bancárias da APMT e


repassados aos missionários nos campos sem qualquer ônus.

Observação:
Quando o projeto do missionário é apresentado, por ocasião de seu
ingresso no quadro de missionários da APMT, este projeto pode ou
não ser aprovado, dependendo da avaliação da Diretoria e/ou
Assembléia da APMT e do Comitê Gestor do Fundo Missionário da
IPB. Caso seja aprovado, o projeto poderá receber parte dos recursos
financeiros designados pelo Supremo Concílio para o trabalho
missionário transcultural.
Depósito Bancário:
APMT – Agência Presbiteriana de Missões Transculturais

Banco do Brasil - Agência 0635-1 (Cambuci) – c/c: 7500-0


Banco Bradesco - Agência 119-8 (Cambuci) – c/c: 107965-4
Através de Carnê:

Solicite o boleto bancário ao nosso escritório. O boleto não possui


data de vencimento e nem valor estipulado. A contribuição através
dele pode ser feita em qualquer banco e em qualquer dia. Nesse caso,
o código em centavos não é necessário.

Através de Cheque:

Cruzado e nominal à APMT – Agência Presbiteriana de Missões


Transculturais.

Transferência online: CNPJ 04.138.895/0001-86

Se a oferta for destinada a sustento de um missionário, favor observar


o código de contribuição (Link – Missionários).
Exemplo: se depositar R$30,00 e o código do missionário a quem se
destina a oferta for “0,25”, deposite R$30,25 dessa maneira a oferta
será rapidamente identificada e encaminhada para o referido
missionário.

Caso tenha dificuldade em depositar as moedas, ou caso vá utilizar


um caixa-rápido, entre em contato com o nosso escritório por faz,
telefone ou e-mail, e identifique o missionário a quem se destina a
oferta.

Tipos de Trabalho Missionário


Author: Apmt Apmt Created: 04/04/2013 Category: APMT
RespondeComments: 0

Tipos de Trabalho Missionário

Tipos de trabalho missionário


Como é o trabalho missionário transcultural realizado pelos
missionários da APMT?

- Ação Social
- Capelania hospitalar
- Desenvolvimento de Liderança Autóctone
- Discipulado
- Ensino Teológico
- Evangelismo
- Plantação de Igrejas
- Pré-escola e ensino fundamental
- Tradução da Bíblia
- Ação Social
- Ambulatório - África e Brasil
- Agronomia - Norte da África
- Nutrição – Guiné Bissau
- Projeto Amadeus - Romênia
- Projeto Meninos de Rua - Senegal
- Projeto CEPA – Apoio aos imigrantes – Espanha
- Projeto C-Step – Apoio aos imigrantes - África do Sul
- Cursos Profissionalizantes (corte costura, pequenos socorros,
artesanato, etc)
- Evangelismo
- Aos Refugiados
- Aos Universitários
- Através do Esporte
- Através de Rádio e TV
- Em Escolas
- Em Hospitais
- Plantação de Igrejas
- Bolívia
- Brasil (povos indígenas)
- Espanha
- Guiné Bissau
- Guine Conacri
- Itália
- Paraguai
- Portugal
- Romênia
- Senegal
- Timor Leste
- Pré-Escola e Ensino Fundamental
- Escola Paraguai / Brasil - San Lorenzo (Paraguai)
- Escola Presbiteriana Ebenezer - Assunción (Paraguai)
- Centro Educacional Presbiteriano - Concepción (Paraguai)
- Alfabetização de adultos e reforço escolar - Santa Rita (Paraguai)
- Blocos Étnico-Religiosos
- Animistas
- Árabes
- Budistas
- Ciganos
- Hindus
- Indígenas
- Muçulmanos
- Alcançando os Povos Indígenas
- Alfabetização Bilíngüe (língua mãe e português)
- Assistência à Saúde
- Plantação de Igrejas Autóctones
- Produção de Cartilhas
- Tradução da Bíblia
Categorias de vínculo dos missionários com a APMT:

IV. MISSIONÁRIOS (Regimento interno da APMT)

Artigo 14 - A obra mantida pela APMT é realizada através de obreiros,


chamados missionários, conforme as seguintes categorias:

a) Efetivos: São os missionários de carreira, nomeados e sustentados


integralmente pelos mantenedores e pela APMT, em campos
totalmente jurisdicionados pela APMT;
b) Conveniados: São os missionários da APMT, em parceria com
outras agências Instituições e igrejas conforme o interesse da APMT,
estabelecido através do “Contrato de Parceria Institucional” e
“Contrato de Responsabilidades” previamente assinados por ambas
as agências e missionário.
c) Colaboradores: são missionários não vinculados à APMT e
profissionais liberais e outros, mas sob supervisão desta, que se
envolvem pessoalmente no campo por um curto espaço de tempo.
d) Bi-vocacional – Aquele que exerce concomintantemente a função
de missionário e a sua função profissional, tendo seu sustento
proveniente de ofertas, ou seja, não proveniente de sua atuação
profissional;
e) Fazedor de tendas – aquele que exerce o ministério missionário
transcultural e que, apesar disso, recebe remuneração financeira
proveniente de sua atuação profissional. Podendo em caso
excepcional, com a aprovação da APMT, receber ofertas de igrejas e
pessoas.

Ajudando no escritório da APMT

Como doar minhas férias ou meu tempo livre para ajudar no escritório da APMT?

1. Cadastrando igrejas em nosso banco de dados.


2. Envelopando correspondências.
3. Atendendo telefonemas.

Ligue e fale conosco. (11)3341-8339

Como contribuir com missões?


Author: Apmt Apmt Created: 04/04/2013 Category: APMT
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Como contribuir com missões?

Como contribuir com missões pelo sistema bancário?

1. Depósito no Banco Bradesco


Banco Bradesco - Agência:119-8 - C/C 107965-4 e
Banco do Brasil - Agência 0635-1 - C/C 7500-0
Boca do Cx. (Moedas + Código)
Ao ser depositado observar o código de contribuições, se a oferta for
destinada para missionários.
Caso, necessite de recibo, entrar em contato com o escritório
identificando o depósito.
Cx. Eletrônico (Informe contribuição)

2. Depósito Outros Bancos


TEF/DOC/Tansf. Eletronica na
Boca do Cx. ou Cx. Eletrônico
CNPJ nº04.138.895/0001-86
APMT
Fone: (11) 3207-2139
E-mail: apmt@apmt.org.br

Como posso ofertar?

Como posso ofertar para a obra missionára transcultural?

De inúmeras formas:
http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:WJ10wLbKATQJ:apmt.org.br/respo
nde+&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br

Entendendo a vocação missionária


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ENTENDENDO A VOCAÇÃO MISSIONÁRIA


Conhecer algum tema a fim de poder debater sobre o mesmo requer tempo e
dedicação. Para entendermos o tema vocação missionária é crucial saber a
conotação que essa palavra tem no contexto bíblico e o que pastores e teólogos
entendem a respeito do mesmo. Portanto:
A palavra “vocação” na obra neotestamentária vem da raiz Kaléo que significa
chamar, chamar para, convocar, convidar, ser intitulado. Encontraremos vários
textos nesse sentido (Mateus 2.7;15, 5.9;19, 22.9). O substantivo desse verbo é
“Klésis” que significa: Chamado, vocação, convite, no Novo Testamento a favor e o
privilégio do convite (2Ts 1.11; 2Pe 1.10), a condição secular na qual uma pessoa
foi chamada (1Co 1.26). O adjetivo é Kletós que significa: Chamado, convidado, no
Novo Testamento chamado para alguma função (Rm 1.1, 8.28). (MOUNCE, 2013,
pp. 337,366)
O termo Kaléo é usado por Paulo 29 vezes, Klésis 8 vezes, Kletós 7 vezes
(MAGALHÃES, 1997, p.19) . Nesse sentido vocação é o chamado de Deus na vida
do cristão que é um campo amplo. Em seu livro “vocação missionária” Timóteo
Carriker (1993, p.6) expõe o chamado “geral”, ou, “chamamento geral” que
acontece com respeito à salvação (Rm 1.6-7, 9.24-26), vida prática cristã “serem
santos” (Rm 8.30), levar evangelho de Cristo a todos (testemunha) (At 1.8, Mc
16.15, Mt 28.19-21) .
Somos também chamados para liberdade (Gl 5.13) para os seus propósitos ou a
sua vontade (Rm 16.25-27), para a comunhão nas bordas do Cordeiro (Ap 19).
Edison Queiroz em seu livro A igreja local e missões (1989, p.54) expõe o seguinte
pensamento: “Deus nos chama a um completo arrependimento, a uma nova
entrega, para começarmos tudo de novo, no poder do Espírito Santo”. Esse
princípio eleva o cristão a um relacionamento verdadeiro com Deus e a
consequência é missões.
Em termos parecidos com Carriker, João Calvino citado por Kléos M. (1997, p.18)
escreveu-o como sendo chamado universal: “A Escritura usa esta palavra vocação
para mostrar que uma forma de viver não pode ser boa nem aprovada, a não ser
que Deus seja o seu autor. E esta palavra vocação também quer dizer chamado”.
O pensamento peculiar da vocação missionária não aborda apenas o chamado
geral, mas também o específico. O chamado específico, no entanto, como muitos
afirmam é apenas para alguns crentes. O entendimento fica claro quando
entendemos que “Deus não chama os cristãos somente para lugares, mas chama
também para funções específicas (Ronaldo Lidório, 2012)”. Primeiro precisamos
saber quem somos no ministério para depois saber onde Deus quer nos usar.
Esse chamado específico envolve uma ação de Deus na vida do cristão e no
entendimento intrínseco só pode acontecer se estiver desenvolvendo o chamado
geral (Ef 3.7-8).
Paulo afirma esse pensamento em Efésios 4.11 e demonstra que dentre a grande
massa de cristãos, alguns são chamados a funções específicas. Nesse interim
algumas funções colocadas por Paulo na atualidade tem outro objetivo. A Bíblia
Palavras-Chave contém o dicionário de James Strong, e coloca as funções nesse
sentido:
“Apóstolos (enviado) é a igreja enviando missionários, sendo essa uma igreja
apostólica (missionária). Somente nesse sentido podemos aplicar esse conceito de
apóstolo (o missionário)... (p. 2087). Profetas para a maioria dos teólogos não tem
hoje em dia... (p. 2381). Evangelistas (pregadores do evangelho) não pregando
apenas em lugares fixos, mas viaja como missionários para pregar e fundar
igrejas.., (p. 2215). Pastores, vem da palavra grega poimén (alguém que cuida dos
rebanhos)... (p. 2363). Doutores – aquele que ensina... (p. 2147). Hoje tanto o
pastor quanto o doutor, mestre tem a mesma função e entendimento.”
Vocação missionária, portanto, é o chamado do crente para testemunhar o
evangelho do Senhor Jesus Cristo onde o mesmo estiver, sendo geral ou
específico (funções específicas), o entendimento a cerca do chamado é para o
evangelho ser pregado e expandido.
http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:SRrD-
f8q_VAJ:www.ultimato.com.br/comunidade-conteudo/entendendo-a-vocacao-
missionaria+&cd=3&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br