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Aula 04

Bloco 1: ORGANIZAÇÃO DA AULA

Olá! Seja bem-vindo à nossa quarta aula de Desenho Técnico!

Nessa aula disciplina iremos abordar vista em corte , tipos de corte, seções, vistas
auxiliares e vistas auxiliares obrlíquas muito importantes para a leitura e interpretação
de Desenho Técnico que serão importantes para interpretação de elementos escondidos
para a construção de peças de equipamentos Mecânico. Além dos aspectos teóricos,
estaremos também abordando diversos problemas práticos para que possamos entender
melhor onde os conteúdos que estaremos estudando podem ser aplicados.

Desde já nos colocamos à disposição para auxiliá-lo no que for necessário. A nossa
equipe está pronta para atender você. A cada aula novos assuntos serão abordados. As
rotas de aprendizagem estão organizadas de modo a facilitar os estudos. Para isso é
importante seguir as orientações de leitura, assistir às videoaulas, participar dos fóruns,
resolver os exercícios propostos e realizar as avaliações.

Sempre que possível, crie grupos de estudos. O ideal é a participação de três ou quatro
pessoas. Está cientificamente comprovado que quando há interação e ajuda mútua entre
os estudantes o aprendizado de todos é muito maior. A leitura também tem um
importante papel na aprendizagem. Busque sempre complementar os estudos recorrendo
às referências indicadas no plano de ensino. O nosso principal objetivo é a
aprendizagem. Saiba que faremos sempre o melhor. O nosso sucesso depende da
participação de todos.

Bons estudos!

Na videoaula4 Bloco 1, a seguir o professor Marcelo Staff apresentará os temas que


serão trabalhados nesta disciplina.
Bloco 2 : VISTAS EM CORTES.

Aplica-se vistas em cortes quando a peça a ser desenhado possuir muitos detalhes
internos, detalhes invisíveis, como furo interno, rebaixos e rasgo. Nas vistas ortogonais
as linhas tracejadas passam a ser linhas cheias facilitando a sua visualização e sua a
interpretação do desenho conforme figura 2.1.

Figura 2.1- Vistas ortogonais em corte.

Imagina-se o corte como um plano secante, que passa pela peça, separando-a em dois
pedaços e mostrando a parte interna conforme figura 2.2

Figura 2.2- Peça em corte


A representação do plano de corte é com um traço-e-ponto, exatamente como a linha de
simetria, com a diferença de ter um traço largo. Indicar o plano de corte com letras
maiúsculas, escrever na vista o corte conforme figura 2.3

Figura 2.3- Vistas em Cortes.

Hachuras
A finalidade das hachuras é indicar as partes maciças, evidenciando as áreas de corte.
As hachuras são constituídas de linhas finas, eqüidistantes e traçadas a 45° em relação
aos contornos ou aos eixos de simetria da peça.
Para cada tipo de material, tem uma representação de Hachuras conforme figura 2.4.

Figura 2.4 – Tipos de Hahcuras

Más podemos encontra em alguns desenhos somente um tipo


de hachura, e o material será indicado na legenda conforme
figura 2.5.

Figura 2.5 –Hachura padrão

Vamos assistir agora a videoaula4 Bloco 2, do professor Marcelo Staff.


Bloco 3: TIPOS DE CORTE.
3.1 – CORTE TOTAL
Corte Total é aquele que atinge a peça em toda a sua extensão, onde o plano
de corte atravessa completamente a peça conforme figura 3.1.2. As partes vazia, como
furos e rasgos não recebem as hachuras.

Figura 3.1.2 – Peça em corte total

3.2 – CORTE COM DESVIO.


O corte é desviado para mostrar os detalhes interno da peça. A linha de corte segue
conforme o desvio dos elementos da peça. Nota que a cada desevio a linha tera que ser
reforçada conforme figura3.2.1

Figura 3.2.1- Corte com desvio


A peça pode-se fazer tantos cortes quantos forem necessários para facilitar o
entendimento de todos os seus detalhes internos conforme figura 3.2.2. que apresenta
um corte total AB, e um corte com desvio CD.

Figura 3.2.2- Peça com 2 tipos de corte.

3.3 –MEIO CORTE.


Em peças simétricas é conveniente fazer com que o plano de corte vá
somente até a metade da peça. Deste modo, a vista em corte representará
simultaneamente a forma externa e interna da peça.
O eixo de simetria separa o lado cortado do não cortado. Apenas a metade da peça é
cortada. A outra metade aparece em vista ex-terna conforme figura 3.3.1
Figura 3.3.1- Peça desenhada em emio corte.

3.4 –CORTE PARCIAL


Quando deseja-se cortar somente uma
parte da peça, usa-se o corte parcial. O
corte é limitado por uma linha de
interrupção. Como fazer um Raio X da
peça conforme figura 3.4.1.

Figura 3.4.1- Peça desenhada com corte parcial

Vamos assistir agora a videoaula4 Bloco 3, do professor Marcelo Staff.

Bloco 4. SEÇÃO.

Seção é um corte que representa somente a intersecção do plano secante


com a peça, a seção representa a forma de um determinado ponto da peça conforme
figura 4.1. Nota que não são mostrados as linhas dos contornos da vista.

Figura 4.1- Eixo na vista em seção AA


Observando as figuras 4.2 aa
vista em corte é representado
tudo que se está vendo a partir do
plano de corte AA, enquanto, na
seção é representada somente a
parte atingida pelo plano de corte
AA (parte hachurada).

Figura 4.2- Comparação da vista


em corte e vista em seção

A Seção é indicada com letras maiúscula com uma seta indicando o sentido do corte.
Pode se mostrar varias seções de uma peça, indicando cada detalhe através da de seta e
letras conforme figura 4.3

Figura 4.3- Peça em vistas de seção.

A seção pode ser desenhada dentro


do contorno da vista, com o objetivo
de mostrar a forma do braço com a
nervura conforme figura 4.4.

Figura 4.4- Contorno da peça em


seção.

Vamos assistir agora a videoaula4 Bloco 4, do professor Marcelo Staff.

Bloco 5. VISTAS AUXLIARES.

As vistas auxiliares podem ser representadas em qualquer lugar na folha de desenho.


Não precisar seguir as normas das vistas ortogonais do 1º ou 3º diedro. Principal
objetivo da vista auxiliar é visulizar os detalhes que a peça apresenta.
Para isto basta indicar com uma seta e letra aonde se deseja visualizar os elementos da
peça, indicando no desenho a vista da peça com a letra conforme figura 5.1.
Na vista auxiliar se necessário, pode-se alterar a escala do desenho.

VISTA DE A
Escala 2:1
As vistas auxiliares também pode ser desenhada em outra folha, desde que esteja
identificada de onde foi marcada no detalhe da peça.

Bloco 5.2 VISTAS AUXILIARES OBLÍQUAS.

Uma superfície de uma peça só se apresenta com sua verdadeira grandeza


quando projetada sobre um plano paralelo. Até agora as peças apresentadas têm suas
faces paralelas aos planos principais de projeção, sendo sempre
corretamente representadas.Porém, nada impede que exista um objeto com uma ou mais
faces inclinadas, no qual seria importante representar estas faces de forma verdadeira.
Ora, para perceber a verdadeira grandeza destas faces, é necessário mostrá-la de frente.
Nas vistas auxiliares, é comum traçar somente a face inclinada, omitindo-a
também da vista no qual encontra-se inclinada.
A representação da forma e da verdadeira grandeza de uma superfície inclinada só será
possível fazendo a sua projeção ortogonal em um plano paralelo à parte inclinada, como
mostra a Figura 5.2.1

Figura 5.2.1- Vista auxiliar oblíquas.

As vistas auxiliares, como são localizadas em posições diferentes


das posições resultantes das vistas principais, devem ter o sentido de
observação indicado por uma seta designada por uma letra, que será
usada para identificar a vista resultante daquela direção coforme figura 5.2.1

Vamos assistir agora a videoaula4 Bloco 5, do professor Marcelo Staff.