Sie sind auf Seite 1von 8

Colégio Êxito

Valparaiso de Goiás, 2019


Educação Física

Aluno (a): ________________________________________________________

Série: ____________ Fundamental II 2º Bimestre

Professor (a): Glaydson dos Reis Dias

Futsal

Valparaiso de Goiás, 2019


A história do futsal se inicia na década de 30, no Uruguai, por meio do professor Juan Carlos
Ceriani.

Popularmente conhecido como futebol de salão, o futsal está entre os esportes preferidos dos brasileiros,
justamente por ter características muito semelhantes ao futebol.

Aqui, na seleção masculina, nomes como Falcão, Lenísio, Manoel Tobias, Douglas e Jorginho se
consagraram no esporte. Enquanto na seleção feminina, Vanessa, Lu Minuzzo e Cilene estão entre as
melhores jogadoras do país

Professor Juan Carlos Ceriani

O futebol de salão tem duas versões sobre o seu surgimento, e, tal como acontece em vários esportes, há
divergências no que se refere à história do futsal. Alguns acreditam que o mesmo tenha se originado na
década de 40, quando alguns jovens da Associação Cristã de Moços (ACM) de São Paulo, mediante a
falta de campos de futebol, começaram a improvisar e a jogar nas quadras de basquete.
Entretanto, a versão mais aceita (reconhecida inclusive pela FIFA) narra que a história do futsal começa mais
cedo, na década de 30, em outro país sul-americano: O Uruguai, nos anos de 1930, era a grande referência
no futebol, sua seleção foi bicampeã olímpica e sede da primeira Copa do Mundo de Futebol, promovida
pela FIFA, sendo também a primeira seleção campeã. O futebol estava em alta nos dois países e o
intercâmbio dentro da ACM's era constante.

Nesta época, os uruguaios viviam um intenso sentimento de paixão pelo futebol. Semelhante ao que
aconteceu no caso da Associação Cristã de Moços de São Paulo, as crianças uruguaias não tinham onde
praticar o esporte, então simplesmente começaram a jogar futebol nas quadras de basquete.

Vendo aquela realidade, o professor de educação física da ACM de Montevidéu, Juan Carlos Ceriani,
decidiu elaborar regras para tal prática esportiva. Desta forma, usou o regulamento de outros esportes,
como o handebol e o basquete. Ceriani passou a chamar a nova modalidade de Indoor-Foot-Ball (na
tradução literal significa “futebol no interior”).

Em 1965, o esporte já havia se difundido por toda América do Sul, fato que resultou na criação da
Confederação Sul-Americana de Futebol de Salão, composta por Uruguai, Paraguai, Peru, Argentina e
Brasil. Após sua vinculação com a FIFA em 1989, o Futsal começou a contar com grandes torneios
organizados, aspecto que permitiu à modalidade alcançar uma grande visibilidade mundial.

Embora o futebol de campo continue sendo o mais popular por aqui. A disputa entre brasileiros e
uruguaios pelo título de inventor do futsal perdura até hoje

No início, jogavam-se com seis ou sete jogadores em cada equipe, mas logo definiram o número de cinco
jogadores para cada equipe, o pequeno tamanho da quadra e o peso da bola, causavam muitos acidentes
pela potência dos chutes. A bola foi sendo deixada mais pesada numa tentativa de reduzir sua capacidade
de saltar e consequentemente suas frequentes saídas de quadra. A "bola pesada" acabou por se tornar uma
das mais interessantes características originais do futebol de salão.
As primeiras regras foram feitas com base em quatro esportes: futebol de campo, basquete, handebol e
polo aquático. O futebol de campo foi a inspiração para surgir o esporte; o basquete, além da quadra,
contribuiu com a regra das faltas pessoais, com a troca de jogadores e com o tempo de jogo; do handebol,
o professor Ceriani copiou a proibição de marcar gols de qualquer distância; e do polo aquático, quase
todas as regras para o goleiro.

Em 1957 surgiu a primeira iniciativa de se uniformizar as regras do esporte, através da criação do Conselho
Técnico de Assessores de Futebol de Salão, por Sylvio Pacheco, então presidente da Confederação
Brasileira de Desportos (CBD).

Federação e Confederação de Futsal


A Federação Internacional de Futebol de Salão, ou FIFUSA, foi a primeira federação internacional a
gerenciar o Futebol de salão no mundo, paralisando suas atividades em 2004. Desde 2002, com a
fundação da Associação Mundial de Futsal - AMF a modalidade passou a ser organizada pela nova
entidade.
A Confederação Brasileira de Futsal (CBFS), também conhecido como Confederação Brasileira de
Futebol de Salão, é o órgão responsável pela organização dos eventos e representação dos atletas
de futsal do Brasil.
Fundamentos
“FUNDAMENTO: É a base e o princípio de algo, as regras ou leis primordiais que regulam determinada coisa.
FUNDAMENTOS ESPORTIVOS: Cada esporte tem o seu fundamento, ou seja, um conjunto de normas e regras que
atuam como base reguladora de toda a modalidade, seja no âmbito técnico, tático ou físico. São os gestos técnicos de
um determinado esporte que em conjunto, permitem a sua prática.
TÉCNICA: Forma biomecânica ideal de se executar um movimento”

O objetivo do jogo é introduzir a bola na baliza da equipe adversária (marcando gols) e, simultaneamente,
evitar que esta seja introduzida na própria baliza, respeitando as regras do jogo. A equipe que obtiver o
número superior de gols no fim do jogo vence.
• Equipe: 5 jogadores efetivos, com 9 suplentes.

• Início do jogo: O jogo deve ser iniciado no centro da quadra (círculo central), pela equipe que vencer o
sorteio da posse de bola, direcionando a bola sempre para frente, que pode ser tiro direto com direito a
barreira ou toque. Mas os jogadores tem que ficar do seu lado da quadra até que o jogo seja iniciado e a
bola role!

• Duração do jogo: O tempo de duração de uma partida é de 40 minutos, cronometrados, divididos em


dois períodos de 20 minutos cada, com tempo máximo de 10 minutos de intervalo.

• Prorrogação ou prolongamento: Em caso de empate, as equipes devem jogar dois tempos adicionais
de 15 minutos cada. Na maioria dos caso, se o jogo continuar empatado ao fim dos dois tempos, ele é
então decidido em cobranças de pênaltis.

• Resultado: ganha quem marcar mais gols durante a partida.

Substituições: São ilimitadas podem ser realizadas com a partida em andamento, porém devem ser feitas
em um espaço de 5m, partindo da linha central da quadra (zona de substituição), estando na frente do
banco de reservas do mesmo.

• Balizas (traves): No meio de cada área e sobre a linha de fundo serão colocadas as metas, formadas
por dois postes verticais separados em 3 (três) metros entre eles (medida interior) e ligados por um
travessão horizontal cuja medida livre interior estará a 2 (dois) metros do solo.
Quadro de oficiais
A competição é dirigida por:
 Dois árbitros – um principal e um secundário, têm como função assegurarem o cumprimento das
regras do jogo.
 Um anotador – têm como funções o preenchimento do boletim de jogo, onde registram os pontos
marcados, as faltas pessoais e técnicas, etc.
 Um cronometrista – verifica o tempo de jogo e os descontos de tempo

Posições e funções
As Posições No Futsal moderno os jogadores acumulam várias funções, jogam, normalmente, sem
posição fixa. O importante é que o atleta desempenhe a função determinada pelo treinador. Para isto o
atleta deve treinar em todas as posições. Todas as funções e posições têm suas características próprias e
para isto devemos treina-las especificamente. Existem 4 posições no Futsal: Guarda-Redes, Fixo, Ala e
Pivô;
 Fixo: defende os ataques da equipe adversária. A função é a mesma que a do zagueiro do futebol de campo.
É o jogador mais recuado ou defensivo de uma equipe de futsal. São características de um bom Fixo ser
um bom marcador e ter um bom Passe. O fixo também deve ser comunicativo para organizar a marcação e
a saída de bola de sua equipe.

 Alas (esquerdo e direito): são os jogadores que ocupam as laterais da quadra, criando jogadas de ataque
e conduzindo a bola até o gol adversário. São características dos alas velocidade e agilidade tanto para
atacar quanto para defender.

 Pivô: principal jogador de ataque, é o jogador mais adiantado ou ofensivo de uma equipe de Futsal. São
características de um bom Pivô ter um bom controle de bola, um bom Passe e um bom Chute/Finalização.
O Pivô normalmente recebe a bola de costas para o goleiro adversário, a partir daí o Pivô pode passar a
bola para um companheiro de equipe que se aproxima ou tentar girar e finalizar chutando ao gol. O Pivô deve
estar em constante movimentação, procurando espaços na defesa adversária para receber a bola.

 Goleiro: é o último jogador de defesa e o único que pode segurar a bola com as mãos. É o jogador cujo
principal objetivo é evitar que a bola entre em sua própria meta. O goleiro deve ser veloz e pode usar
qualquer parte do corpo para realizar uma defesa desde que esteja em sua área. Um bom Goleiro deve
ser ágil, ter um bom posicionamento e se comunicar bastante com seus companheiros para organizar o
sistema defensivo.

 Goleiro Linha: é o goleiro que assume a função de jogador de linha quando sua equipe está com a posse
de bola. Pode ser o próprio goleiro que passa a jogar como um jogador de linha ou um jogador de linha que
substitui o goleiro. Geralmente é utilizado quando a equipe está em desvantagem no placar ou quando
precisa da vitória. O Goleiro linha tem a função de ser um jogador a mais para efetuar as jogadas, então
consequentemente o gol fica vazio.
Habilidades do Goleiro
Para o goleiros, além do requisitos já citados, é necessário algumas habilidades especiais.
 Reflexo (rápida reação diante um chute), posicionamento, saída do gol, dentre outros;
 As defesas são executadas com qualquer parte do corpo, mas principalmente com as mãos e com os
pés;
 As mãos são mais exigidas em chutes de meia altura e mais altos;
 Os pés para chutes rasteiros e fortes;
 Existe também o “encaixe” onde se segura a bola com as mãos sem largar;
 Já a defesa chamada “espalmada” é a intervenção a chutes mais no canto do gol e difíceis de serem
seguradas, então usa-se as mãos para desviar a bola da direção do gol. A escolha de qual será feita
depende da velocidade e da força do chute, porém a mais segura é o encaixe, já que não dá
oportunidade do adversário recuperar a posse de bola.
Fundamentos
O futebol de salão é um esporte que exige habilidade, pois o espaço curto da quadra, somado ao peso
maior da bola (em comparação com a bola de campo) e a rapidez com que se é praticado, fazem dele uma
das práticas esportivas onde os competidores devem possuir domínio de força e noção de bola. Para que
as jogadas e os objetivos sejam alcançados, é necessário que haja controle dos fundamentos do futsal.
Fundamentos são as práticas básicas que devem ser aprendidas para se executar o futebol de salão. Os
fundamentos básicos são:
- Passe - Drible e Finta – Cabeceio – Chute – Recepção - Condução - Domínio
Alguns como antecipação, marcação, proteção de bola e posicionamento são aprendidos com mais tempo
de prática do futebol de salão. Isso sem falar que existem os específicos para a posição de goleiro, como
reflexo, posição de defesa com as mãos e com os pés e a forma correta de cair, etc.
Passe
Um dos mais importantes e mais executados em uma partida de futsal. Consiste basicamente em passar a
bola para outro jogador. Para realizá-lo é necessário ter visão de jogo para acompanhar os companheiros
e precisão para acertar na direção e na força necessária para que seu passe não seja interceptado. O
passe pelo chão é o mais utilizado pela rapidez exigida: pelo chão a bola “corre” mais rápido e por isso tem
menor possibilidade de ser roubada pelo adversário. Existe também o passe pelo alto que, apesar de
demorar mais para alcançar seu destino, tem menos possibilidade de ser interceptado. Existem diversas
variações de passe como o “passe de letra”, passe de peito, de cabeça, de calcanhar e todos que a
criatividade permita inventar.
Classificações do Passe
 Quanto a sua trajetória ele pode ser: rasteiro, meia altura ou parabólico;
 Em relação a distância: curto (de até 4 de um jogador até outro), médio (de 4 à 10 metros) ou longo
(acima de 10 metros);
 Quanto à sua execução pode ser: interno, externo (trivela), solado (com a parte de baixo do pé), de
bico e de calcanhar. Em relação ao espaço do jogo: paralelo, lateral e diagonal;
Domínio
Esse, consiste em conseguir interromper a trajetória da bola de forma que ela fique sob seu controle. É um
requisito muito exigido, já que os passes são rápidos e, por isso, mais difíceis de serem dominados. A não
ser o braço, todas as outras partes do corpo podem ser usadas para o domínio da bola. Como a maioria
dos passes são feitos pelo chão, o domínio com os pés é bastante trabalhado. Existe o que se chama de
“controle da bola”, que é a capacidade de manter a bola no ar. É uma prática interessante para melhorar o
domínio, já que ela exige a noção do peso da bola e da força necessária para levantá-la, logo, uma
facilidade maior de domínio de bola.
Classificações do Domínio
 Rasteira: Domínio realizado com as partes externas, internas e solado dos pés;
 Meia-altura: Com a parte interna e externa dos pés e coxas;
 Parabólica: Domínio realizado com o dorso dos pés, com o peito, a cabeça e a coxa;
Condução
Esse fundamento consiste em correr pela quadra tendo a bola sob domínio. Pode ser executado em linha
reta (retilíneo) ou mudando de direção (zigue-zague). Com os pés, pode ser feito com a parte interna ou
externa do pé, sendo que com a parte da frete (bico da chuteira) tem-se pouco controle da bola e por isso
é pouco utilizado. Nesse fundamento, é importante deixar a bola o mais perto possível do condutor, para
que seja mais difícil para o adversário conseguir tomar a bola. Além disso, quando a bola está perto dos
pés, conforme se avança pela quadra e os marcadores chegam, a mudança de direção coma bola pode
ser feita mais rapidamente para a execução do drible.
Drible e Finta
São dois fundamentos semelhantes que consistem em passar por um marcador para ter no final da jogada,
a bola em sua posse. A diferença entre os dois é que o drible é feito com a posse de bola no início do
lance, já a finta é feita sem a posse da bola e chamada também de drible de corpo. Exigem, dependo do
lance, velocidade, técnica, criatividade, força e ginga.
- Os dribles podem receber o nome de: elástico, chapéu, caneta são alguns dos dribles executados numa
partida, lembrando que a cada um pode ter nomes diferentes em cada região.
- A finta pode ser chamada de balanço, gato, vai e vem, pique falso e desmarcação.
- O drible é um dos fundamentos mais valorizados pelos jogadores da parte ofensiva para alcançar
fundamento do chute.
Chute
É o ato de bater na bola com os pés com determinado objetivo. Esse destino pode ser a retirada da bola
de jogo, acertar outro jogador e, claro, fazer o gol. Esse mesmo objetivo pode ser executado com a cabeça
(cabeçada) ou com outras partes do corpo (o peito, por exemplo). O chute defensivo (aquele que buscar
afastar o perigo do ataque adversário) é feito de forma mais instintiva, portanto não exige muita técnica. Já
o chute ofensivo (busca fazer o gol) requer percepção do posicionamento do goleiro adversário, noção de
força, precisão e habilidade.
Pode ser, assim como o passe, feito com a parte interna no pé, com a externa (trivela), com o peito do pé,
calcanhar e bico. Geralmente o chute é feito próximo a trave para dificultar a defesa do goleiro, mas outras
técnicas, como chutar no “contra-pé” do goleiro, por cobertura ou colocado, também são importantes para
uma boa finalização.
Cabeceio
É um fundamento defensivo e ofensivo que pode ser realizado entre os jogadores para três finalidades:
defender a equipe, passar a bola e marcar um gol. Ou seja, o treinamento deve prever essas situações. A
trajetória pode ser em direção ao chão da quadra, para o alto ou em linha reta. O cabeceio é feito parado
ou em movimento.
Antecipação
Fundamento que acontece quando o jogador ultrapassa o adversário de forma ofensiva e defensiva. Ele é
realizado para roubar a bola, começar um ataque, um passe, desarmar o adversário, reposicionar a bola,
etc.
Proteção de Bola: A proteção significa manter a bola em sua posse enquanto é marcado pelo adversário.
Existem ainda outros fundamentos que são aprendidos por meio da prática do esporte, como as técnicas
de marcação, antecipação, roubadas de bola, posicionamento, proteção de bola, etc.

Tipos de faltas
A falta no futsal acontece quando o atleta ou membro da comissão técnica comete alguma irregularidade
da regra do jogo.
Falta Técnica.
Considera-se falta técnica se o atleta cometer, intencionalmente, uma das seguintes infrações: dar ou
tentar dar pontapé no adversário; calçar o adversário, isto é, derrubar ou tentar fazê-lo usando as pernas,
agachando-se na frente ou por trás dele; segurar um adversário com as mãos ou impedi-lo de ação com
qualquer parte do braço.
Faltas Pessoais.
São faltas pessoais: o goleiro demorar mais de 4 (quatro) segundos para repor a bola em jogo, depois de
ter sido por ele agarrada ou declarada em condições de ser jogada; qualquer atleta demorar mais de 4
(quatro) segundos para repor a bola em jogo nas cobranças de tiro livre, tiro de meta ou penalidade
máxima; o goleiro tocar ou controlar com suas mãos a bola fora da área.
Falta disciplinar.
Entrar na quadra o atleta substituto antes que saia o atleta substituído. Incorporar-se ao jogo por local fora
da zona de substituições será considerado falta disciplinar. Demonstrar por palavras ou atos de
divergência do árbitro, trocar de número sem avisar o árbitro; entrar na quadra de jogo para atrapalhar
ou impedir a tentativa ou a marcação de um tento contra sua equipe.
Punições.
No futsal existe dois tipos de punições para faltas cometidas, o tiro livre direto e o tiro livre indireto.

O tiro livre direto que é uma infração contra o jogador adversário de maneira imprudente, geralmente causada por uso
de força excessiva. Estas infrações serão consideradas um tiro livre direto e serão registradas em súmula como faltas
acumulativas.
O tiro livre indireto é uma infração contra o jogador que tenta burlar a regra impedindo o desenvolvimento do jogo.
Direto: É permitido chutar diretamente a bola para o gol adversário.
Indireto: O gol só será válido se a bola for tocada por outro atleta além daquele que cobrou a falta.

A falta será cobrada do local onde a mesma foi ocorrida e a equipe infratora poderá fazer uso da barreira.
Na cobrança de tiro livre direto ou indireto a bola deverá estar imóvel sobre o piso e a sua movimentação
poderá ser feita para qualquer parte da quadra. Se caso um jogador cometer uma falta para tiro livre direto,
dentro de sua própria área penal será concedido um tiro penal.

As equipes poderão cometer, em cada período de partida, até 5 (cinco) faltas cumulativas. Serão
consideradas faltas cumulativas todas as faltas técnicas e pessoais. O atleta que cometer, durante o
transcorrer da partida, 5 (cinco) faltas técnicas e/ou pessoais, será desclassificado. Caso uma equipe
ultrapasse o limite de 05 faltas em um dos períodos de jogo o arbitro marcará um tiro livre direto da marca
de 10 metros do gol sem a formação de barreira. E isso acontecerá para todas as faltas cometidas após a
quinta falta acumulativa.

Mas então, Toda falta no futsal é acumulativa? Não, apenas as faltas consideradas Tiro Livre Direto, as
faltas de Tiro Livre Indireto não são acumulativas.

A punição dos atletas, técnico ou treinador, massagista, médico e preparador físico, será determinada pela
exibição de cartões, em cores distintas a saber:
- de cor amarela, que significa advertência;
- de cor vermelha, que significa expulsão.
A expulsão de atleta participante da partida será temporária para a equipe e pelo tempo de 2 (dois)
minutos, após o que poderá retomar outro atleta em seu lugar. O atleta expulso não poderá retornar à
partida nem permanecer no banco de reservas.