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Tratado integral de

osteopatía
pediátrica

Francisco Fajardo, D.O. FRNO


Q
dilema
EDITORIAL
F r a n c is c o Fa ja r d o , D.O. FRNO
Académico de la Academia Costantiniana de
las Letras, Arte y Ciencia, de Palermo, Italia
"En reconocimiento al excepcional mérito al servicio de la cultura universal
y por la afirmación del valor en el conocimiento humano"

TRATADO INTEGRAL
DE OSTEOPATÍA PEDIÁTRICA

Editorial Dilema
Madrid, 2010
I n d ic e

P rólogo......................................................................................................................................................

Capítulo 1
A n a t o m ía y c e n t r o s d e o s if ic a c ió n d e l m e c a n is m o c r a n e o s a c r o ................................................................

Capítulo 2
O s t e o l o g í a c r a n e a l .........................................................................................................................................................................................

Capítulo 3
D el p a r t o a l a l e s i ó n c r a n e a l .............................................................. ............................................................................................

Capítulo 4
La o s t e o p a t í a e n l o s b e b é s .......................................................................................................................................................................

Capítulo 5
T r a t a m ie n t o p r e l im in a r o s t e o p á t ic o d e l b e b é y d e l n iñ o ..................................................................................

Capítulo 6
C u r io s id a d e s s o b r e l o s b e b é s ...............................................................................................................................................................

Capítulo 7
La f i e b r e .......................................................................................................................................................................................................................

Capítulo 8
El s í n d r o m e d e l n i ñ o s a c u d i d o ........................................................................................................................................................

Capítulo 9
L e s io n e s o s t e o p á t ic a s c r a n e a l e s e n b e b é s p r e m a t u r o s y /o c o n r e t a r d o d e c r e c im ie n t o

in t r a u t e r in o ..........................................................................................................................................................................................................

Capítulo 10
L as d e fo r m a c io n e s c r a n e a le s . La p l a g i o c e f a l i a ..............................................................................................................

Capítulo 11
L as c e f a l e a s y l a s m i g r a ñ a s ....................... ........................................................................................................................................... .

Capítulo 12
Pa t o l o g ía v i s c e r a l ............................................................................................................................................................................. ............... .
6 Í n d ic e

Capítulo 13
Pa t o l o g ía r e s p ir a t o r ia .............................................................................................................................................................................................. 323

Capítulo 14
P a t o l o g í a O R L...................................................................................................................................................... 361

Capítulo 15
Pa t o l o g í a e s t r u c t u a l ................................................................................................................................................................................................. 397

Capítulo 16
D i s f u n c i o n e s o r o f a c ia l e s y o f t a l m o l o g í a .................................................................................................... 461

Capítulo 17
Pa t o l o g í a n e u r o l ó g ic a .............................................................................................................................................................................................. 535

Capítulo 18
La o s t e o p a t ía y e l s is t e m a n e u r o - h o r m o n a l - g l a n d u l a r e n e l n i ñ o .......................................................................... 587

Cuestionarios prácticos..................................................................................................................................... 605

Tabla de los diferentes signos físicos y psicológicos vinculados a las diferentes edades
en la infancia............................................................................... 609

Conclusión............................................................................................................................................................ 611

Tablas resumen de las características y medios de intervención osteopáticas durante el


tratamiento............................................................................................................................................................ 613

Apéndice I ........................................................................................................................................................... 621

Apéndice I I ............................................................................................................................................................ 625

Bibliografía............................................................................................................................................................ 641
P ró lo g o

Cuando nace un niño, se le realizan las revisiones protocolorias que dicta la medicina alopática, se entre­
ga el bebé a los felices padres, indicándoles unas premisas básicas con respecto a tales y cuales revisiones
deberá pasar su retoño y...todos para casa.
En casa, el bebé no duerme bien, llora constantemente, está estreñido, tiene cólicos, le cuesta respirar,
etc.
Ante este tipo de situaciones, los padres acuden al pediatra, el cual, tras comprobar que el niño no tiene
fiebre, ni presenta infecciones en oído, nariz y garganta, les tranquiliza diciéndoles: no tiene nada, se le pasará
en unos días. Estos días, a veces, se convierten en meses e incluso años. En ocasiones, esa patología que rip se
supo diagnosticar y tratar, marcará de por vida a esa persona. ¡j
Los bebés y niños sufren dolores de todo tipo (de cabeza, articulares, viscerales, etc.), se estresan, se de­
primen y, en definitiva, padecen casi las mismas patologías que los adultos. El único problema radica en que
los bebés y niños pequeños no hablan y no pueden quejarse y/o explicarse como los adultos. “Simplemente”
lloran, no duermen bien, regurgitan, no comen, vomitan, padecen mucosidades, alergias, afecciones respira­
torias, etc.
Los pediatras, las matronas, los osteópatas y, en definitiva, toda persona relacionada con la salud y cuida­
do de los niños, deberían saber que 9 de cada 10 bebés que nacen padecen patologías suceptibles de ser tra­
tadas por un osteópata cualificado. Patologías que, de ignorarse, van a marcar la infancia, adolescencia y
etápa adulta de este ser vivo, tan ignorado habitualmente.
La osteopatía pediátrica es una rama, dentro de la osteopatía, de conocimiento obligado para todo osteó­
pata que se precie. No concivo un osteópata que carezca de los conocimientos adecuados para afrontar un
tramiento especializado a un bebé o niño, dentro del campo de la osteopatía. No sirve aquello de “es que a
mí los niños no me gustan”. La osteopatía de alto nivel, tanto en Europa como en Estados Unidos, incluye
de base los conocimientos pediátricos en sus programas de formación. Por ello, hay que desconfiar de la
formación recibida por todo osteópata que no disponga de los conocimientos suficientes para poder atender
a un niño.
La osteopatía, ofrece un amplio abanico de posibilidades terapéuticas para supervisar, tratar y apoyar a los
bebés, niños y adolescentes en una multiplicidad de afectaciones típicas en cada etapa de la vida. La dulzura
y la calidad del tacto con que se realizan este tipo de técnicas, garantizan y avalan la confianza que los padres
depositan en los profesionales que nos dedicamos al tratamiento manual de estos pequeños pacientes, sus
hijos.
El enfoque osteopático del paciente pediátrico se basa en la filosofía y los principios osteopáticos. Los
osteópatas pediátricos utilizan la evaluación neuromusculoesquelética, craneal, visceral y el tratamiento de
manipulaciones orientadas a identificar, tratar e intentar corregir la mecánica estructural, craneal y visceral
ineficaz.
La osteopatía dedicada al tratamiento de los bebés y niños permite, primero, recuperar rápidamente de
sus dolencias y disfonciones a nuestros pacientes y, segundo, evitar con ello las secuelas inevitables que po­
drían marcar su equilibrio y posterior desarrollo. Es importante remarcar que la inmensa mayoría de lab
patologías que padecen los adultos son secuelas no tratadas, adecuadamente, de patologías sufridas durante
la niñez.
Por todo ello, animo a osteópatas, médicos, fisioterapeutas, matronas, personal de enfermería y, como no,
a los padres, a conocer el apasionante mundo de la osteopatía pediátrica. Es una terapia sutil, profunda y
respetuosa con el paciente y su enfermedad, perfectamente combinable con cualquier acto terapéutico en
beneficio, exclusivamente, de nuestros jovenes pacientes.
Este libro no está enfocado para formar, en osteopatía pediátrica, a los profanos de la osteopatía. Va diri­
gido, principalmente, a osteópatas. En él, muestro la experiencia de 22 años de profesión y mi forma perso­
nal de trabajar.
He recopilado las patologías y disfonciones más comunes que se presentan en los bebés, niños y adoles­
centes. Mostrando los protocolos que acompañan a la mayoría de patologías que componen esta obra, no
pretendo dictar sentencia hermética de como se han de tratar en estas situaciones. La osteopatía es más
grande que todo eso, mucho más. Pretendo aportar mi conocimiento y mi perspectiva, con rigor y seriedad.
Yo mismo no trato a dos niños de igual manera, a pesar de que padezcan patologías similares o aparentemen­
te iguales.
Espero cubrir con este libro un sector que presentaba carencias, al menos en este país.
A g r a d e c im ie n t o y h o m e n a je a :

• A.T ST ILL, DO
• W.G. SUTHERLAND, DO
• H. MAGOUN, DO
° Beryl E. ARBUCKLE, DO
• Viola FRYMANN, DO
• D. BROOKS, DO
• J.E . U PLED G ER, DO
• Raymond SOLANO, DO
• Léopold BUSQUET, DO
• Nicette SERGUEEF, DO !f
• Jane E. CARREIRO, DO ':
En reconocimiento a la labor de estudio, investigación y desarrollo en el campo de la osteopatía pediátrica.
Y a todos los autores, a quienes no conozco, que dedican parte importante de su vida a este apasionante
campo de la osteopatía.
C a p ít u l o 1

A natomía, y cen tro s de osificación del mecanismo

CRANEOSACRO
Todas las partes están constituidas por cartílago.
Como dijo MAGOUN:
— el etmoides se osifica hacia los 5 ó 6 años de edad,
— la parte anterior y posterior del esfenoides se osifica hada el T u 8o mes de embarazo,
— la sincondrosis esfenobasilar se osifica entre los 19 y 25 años de vida,
-— la unión de los cóndilos con la superficie basilar del occipital se osifica entre los 7 y 8 años de edad,
— la unión cóndilo-escamosa se osifica entre el 3 er y 5o año de vida.
El estudio de los centros de osificación es indispensable con el fin de permitir una mejor compresión de
la fisiopatología sacroesfenoidal, del niño y del adulto, en función del período desencadenante de las lesiones
mediante la relación con las evoluciones sincrónicas y asincrónicas de la osificación:
— Período prenatal
— Período post-natal
— Infancia j
— Adulto
El dominio de esta materia otorga al osteópata la capacidad profesional e intelectual para comprender
muchas de las patologías que padecen nuestros bebés y niños y, por supuesto, nuestros pacientes adultos.
Aquí tenemos la clave y respuesta a los “misterios” de tantas disfunciones idiopáticas.
Estudiaremos sucesivamente:
I. E l sacro
II. Los huesos de la línea media:
a) Occipital
b) Esfenoides
c) Etmoides
d) Vómer
DI. Los huesos periféricos:
a) Parietales
b) Frontal
c) Temporales
d) Cigomáticos o malares
e) Maxilares superiores
f) Palatinos
g) Mandíbula
IV. Algunos huesos de la cara:
a) Cometes
b) Huesos nasales o huesos propios de la nariz
c) Huesos lagrimales o unguis
14 A n a t o m ía y c e n t r o s d e o s if ic a c ió n d e l m e c a n is m o c r a n e o s a c r o

1 ,/
1. E l sacro ^ fe-
.\f¡J
El sacro es un hueso impar y medial. / €^ ^ ¡ Z-4 )
El sacro se compone de 5 vértebras modificadas que no se fusionan hasta la edad de 25 años. Sin embargó,
las 2 primeras vértebras sacras, donde se inserta la duramadre espinal, se unen a la edad de 7 u 8 años, como
los componentes del occipital.
El sacro está suspendido entre las alas ilíacas mediante los ligamentos articulares muy fuertes y el occipi­
tal mediante el “core-link”, enlace central inelástico, que une el sacro y el cráneo.
El desarrollo del sacro parece a primera vista muy complejo; este hueso tiene de 35 a 40 puntos de osifi­
cación.

1. Desarrollo individual de cada uno de los componentes del sacro

Cada una de las piezas que componen el sacro tiene el significado y el valor de una vértebra. Así pues, cada
una de ellas posee los 3 puntos primitivos descritos en la vértebra ordinaria:
— un punto medio o central para el cuerpo,
— dos puntos laterales o neurales para la masa apofisaria.
s / Estos pimíos primitivos aparecen en el cartílago: el primero hacia el 4omes de vida fetal, los otros dos, del
Í4° al 6o mes.
Además, se observa solamente en las tres primeras vértebras (parte anterior de las apófisis transversas)
otros dos puntos, uno derecho y otro izquierdo, que debemos considerar como costillas sacras rudimentarias
(puntos costales del sacro). Aparecen del 5o al 7o mes.
A estos 5 puntos de osificación, llamados puntos primitivos, se añaden por cada vértebra sacra 3 puñtos
complementarios; uno por la superficie superior del cuerpo, otro por la superficie inferior, y un tercero por
la apófisis espinosa. Los dos primeros aparecen en la infancia hacia los 10-12 años; el punto apofisario de la
apófisis espinosa aparece aproximadamente hacia los 15-18 años.
El modo de osificación de los diferentes puntos óseos que constituyen la vértebra sacra nos recuerda lo
que pasa en las otras vértebras. Primero, se percibe que los dos puntos laterales se unen entre ellos en la línea
medial y cierran, hacia atrás, el canal sacro. Después, los puntos costales se unen en la masa apofisaria para
formar con ella una sola pieza. Esta pieza se osifica al cuerpo. A su vez, pero más bien tarde, los puntos com­
plementarios o apofisarios se osifica a la pieza ósea completando de esta manera la vértebra.

Apófisis mamilar APófisis ardcular suPerior


Porción lateral

O' X
-o .
-Tuberosidad sacra

—Cara auricular

■y- - Cresta sacra lateral posteroextema


J
------------------ Cresta sacra articular posteroextema

c I
" ( ¡resta sacra media

mm Agujero sacro dorsal


-H iato del conducto sacro
- 8® 1 "'"'"'■Asta del sacro

/erace

Sacro, vista posterior


T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a

Cara superior o craneal

2. Osificación recíproca de las diferentes piezas del sacro


La osificación de las piezas sacras se efectúa en el orden siguiente: las láminas primero, después las apófi­
sis espinosas y al final el cuerpo.
y La osificación de las dos primeras vértebras sacras donde se inserta la duramadre espinal se efectúa hacia
/los 7-8 años. )
Generalmente la osificación de las vértebras sacras está completa para los 25-30 años. 1
De los 18-20 años, se desarrollan 4 nuevas piezas: dos de cada lado. Estas “piezas marginales” ocupan la
región de las carillas auriculares y completan lateralmente el sacro.

3. Variedades (según Testut-Latarjet)


No es extraño encontrar sacros formados por 6 vértebras y presentando, por lo tanto, 5 agujeros sacros
anteriores y 5 posteriores.
Esta anomalía proviene más a menudo de que L5 se haya fusionado completa o incompletamente con SI:
la protuberancia, en este caso, se encuentra trasladada hasta la unión de L4 y L5.
Así, a pesar de la agregación de una 6a pieza al sacro, la columna lumbar no posee menos de 5 vértebras.
En un orden de hechos completamente inverso, el sacro puede perder una de sus piezas y, en este caso,
no presenta naturalmente más que 3 pares de agujeros anteriores y 3 pares posteriores. Con esta anomalía la
columna vertebral puede tener 6 vértebras o bien conservar su constitución normal.
Además de que estos casos nos revelan un aumento o reducción numérica de sus piezas constituyentes, el
sacro puede presentar numerosas variedades:
a) Ausencia más o menos extendida de las láminas, determinando una abertura más o menos considerable
del canal sacro. ¿Spi/ií
b) Las dimensiones muy variables de los agujeros sacros, sean anteriores o posteriores
c) El aspecto atípico de las aurículas sacras determinando subluxaciones ilíacas de tipo apertura, cierre o
subluxaciones sacras de tipo:
— Subluxación sacra en rotación pura
— Subluxación sacra en inclinación lateral pura
/ d) El aspecto muy particular de SI que puede comportarse, por un lado como una vértebra sacra, por el
( otro como una vértebra lumbar.
16 A n a t o m ía y c e n t r o s d e o s if ic a c ió n d e l m e c a n is m o c r a n e o s a c r o

4. Relaciones con los principales nervios

— Nervios sacros I-V: agujeros sacros anteriores y posteriores


-— Nervio isquiático: a través del agujero ciático mayor
— Nervio cutáneo lateral del muslo: a través del agujero ciático mayor
— Nervios glúteos superior e inferior: a través del agujero ciático mayor
— Nervio obturador interno: a través del agujero ciático mayor
— Nervio pudendo: a través del agujero ciático mayor
— Nervio femoral: en el extremo superior de la articulación sacroilíaca

El coxis

— Filum termínale: fijo en la cara posterior del coxis


— Nervio coccígeo: punto de salida entre el sacro y coxis
— Plexo coccígeo
— Nervios anococcígeos: desde el plexo anococcígeo

5. Uniones intraespinales

— Duramadre espinal: dos vértebras sacras

6. Relación con las partes blandas

— Utero: mediante uniones ligamentarias con el sacro Coxis

Coxis

— Próstata y vagina: a través del músculo elevador de la próstata o pubovaginal

2. Los iiu e so s d e l a lín e a m ed ial


/ A ^

El occipital es un hueso impar y medial.

1. Período intra-uterino

El occipital presenta:
— 2 centros de osificación en el cartílago para el occipital superior
— 2 centros de osificación en las membranas para el occipital interparietal
— 1 centro de osificación para cada una de las partes laterales y basilares

2. E n el nacimiento

JE1 occipital se compone en 4 partes:


1. La superior occipital basilar: tiene dos centros de osificación e incluye una parte de superficies con-
díleas. En el recién nacido, una molestia entre la parte basilar y la parte condilar puede ser fuente de una
tortícolis denominada “congénita”.
2. Las dos partes cóndilas o masas laterales: cada uno de ellos posee un centro de osificación.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 17

3. L a escama occipital: comprende cuatro puntos de osificación, uno para cada fosa:
— Las fosas cerebelosas forman el occipital superior o supraoccipital (3-a)
— Las dos fosas occipitales forman el ocipital interparietal (3-b)
Nota: todas estas partes están recubiertas de cartílago
) J , te T -fo '-í.
L.-.

Base del occipital (1) ^c


J j' ,
p M u .4 & S'fZTT'. r .J

f rí f 0
Partes condíleas (2)

Occipital superior (3-a)

Escam a del occipital (3)

Occipital interparietal (3-b )

¿r, '

E l occipital al nacer

Hay que señalar que únicamente el occipital interparietal es membranoso y que el resto es cartilaginoso.
La osificación se realiza progresivamente:

3. Entre los 3 y los 5 años \ ,íe<rk 4 í->&g o

.Seproduce la unión escamocondilar \ /

4. Entre los 7 y los 8 años de edad \

Se produce la unión basilocondilar \


Nota: este punto de unión es especialmente importante durante los primeros años de vida y al nacer
frente al efecto de las fuerzas exteriores. Las disfunciones intraóseas pueden conducir, entre otras cosas, al
desarrollo de escoliosis, malformaciones del agujero occipital, trastornos del nervio hipogloso (XII) en el
conducto hipogloso, con problemas de succión y trastornos de los pares craneales IX, X y X I (glosofaríngeo,
vago y espinal) en el agujero yugular o rasgado mayor.

5. E l occipital se articula con otros 6 huesos (y a veces 7)

Su importancia es primordial para los movimientos de los temporales y parietales.


— 2 parietales
— 2 temporales
— 1 esfenoides
— 1 Atlas
y, a veces, se forma un 3er cóndilo occipital con la apófisis odontoides de:
— 1 axis
18 A n a t o m ía y c e n t r o s d e o s if ic a c ió n d e l m e c a n is m o c iia n e o s a c r o

6. El occipital en el adulto

Límites
— Anterior: esfenoides
— Posterosuperior: parietal
— Lateral: temporal
— Inferior: Adas

P orción basilar

C onducto del nervio hipogloso, XEL ■Tubérculo farínsfeo

Agujero occipital - Cóndilo occipital

Agujero condíleo

— Línea nucal inferior;'

Cresta occipital extem a-


V»-'1 ^

\
Línea nucal superior Protuberancia occipital externa Línea nucal suprema

Partes del occipital en el adulto. Vista caudal

El estemocleidomastoideo (ECOM) y el occipital

Dado que el músculo ECOM se extiende por encima de la sutura occipitomastoidea, en caso de existir
una hipertonía del músculo se reduce la movilidad de esta sutura craneal. Ello puede tener como consecuen­
cia alteraciones graves.
El X t par craneal, el espinal, penetra por el agujero yugular, el cual puede verse afectado por una hiper­
tonía del ECOM o del trapecio. Ello, a su vez, puede producir además un aumento adicional de la tensión
muscular de estos dos músculos sobre el X I par craneal.

Uniones fasciales

— Lámina superficial de la fascia cervical: se extiende hacia la línea nucal superior.


— Lámina prevertebraí de la fascia cervical: se inserta en el tubérculo faríngeo, sobre la sutura occipito-
temporal.
— Faringe: en el tubérculo faríngeo.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 19

. v-,vs-
L
CV '-r
a
-S urco del seno sagital
. 7 superior
;*v:
5-
r
Em inencia cru cifon ne- -’f—- -- 'r/"í.*__ -Surco del seno transverso

iv?.'
i

> —Conducto condfleo:


N .hipogloso, X II

Agujero occipital: . / m í
' ) r' , i ú ""
-Apófisis basilar
• Bulbo raquídeo
■Meninges ■</ 'i ;
X: ~ ^
■Aa.vertebrales
• Raíces raquídeas --------------- P orción basilar
de los nn.accesorios

Occipital en el adulto. Vista interna


A <v<-
,* * / n ‘
Membranas intra y extracraneales

— Hoz del cerebro: se extiende a lo largo del surco sagital en dirección descendente hacia la protuberan­
cia occipital interna.
— Tienda del cerebelo: se extiende sobre el cerebelo, entre el borde superior de la porción petrosa del
temporal y el seno transverso.
— Hoz del cerebelo: se inserta en la cara inferior de la tienda y se extiende desde la protuberancia occi­
pital interna a lo largo de la cresta occipital hasta el agujero occipital. Forma un anillo de fibras muy fuerte
que rodea el agujero occipital.
— Duramadre espinal: se extiende desde el agujero occipital hasta el hueso sacro

Relaciones con los pares craneales y con el encéfalo

— Bóveda craneal posterior con el lóbulo occipital y el cerebro.


— Bulbo raquídeo con el clivus en la región occipital, con el centro respiratorio y circulatorio.
— IV ventrículo, pares craneales y núcleos de los nervios craneales en el IV ventrículo (DI, I V¡ V¡ VI, VH,
v m ,ix j x ,x iy x ir ) .
— Nervio glosofaríngeo, IX par craneal, nervio vago, X par craneal, nervio accesorio o espinal, X I par
craneal y ramo meníngeo del nervio vago en el agujero yugular.
— Nervio hipogloso, XH par craneal en el conducto hipogloso.
— Raíz espinal del X I par craneal, el espinal y del bulbo raquídeo en el agujero occipital.
— Ramas meníngeas de las arterias vertebrales,
— Ramo meníngeo del nervio vago en el agujero yugular para el surco del seno transverso y la hoz del
cerebelo.
20 A n a t o m ía y c e n t r o s d e o s if ic a c ió n d e l m e c a n is m o c r a n e o s a c r o

E l esfenoides
L
El esfenoides es un hueso impar y medial.

1. Período intra-uterino

El esfenoides está formado por cartílago, con excepción de las apófisis pterigoides y de las partes superio­
res de las alas mayores. pp<k,

a) El cuerpo

Está compuesto de dos partes hasta el 7o u 8o mes de embarazo: el esfenoides anterior y el posterior:
— El esfenoides anterior presenta:
0 2 centros de osificación para el cuerpo
• 1 centro de osificación para cada ala menor
— El esfenoides posterior presenta:
° 2 centros de osificación para el cuerpo
° 1 centro de osificación para cada língula (raíz del ala mayor)

b) Las alas mayores

Están formadas por cartílago, excepto por la parte superior de las alas mayores y de las láminas pterigoi­
des que son membranosas. Las alas mayores presentan un centro de osificación para cada una de ellas.

2. En el nacimiento:

ELgsfenoides se compone de tres partes que se osifican antes del primer año de vida:
a) El cuerpo (esfenoidal anterior y posterior) y las alas menores
b) El ala mayor derecha y la apófisis pterigoides derecha
c) El ala mayor izquierda y la apófisis pterigoides izquierda
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 7.1

3. Embriológicamente
k.
El esfenoides y el occipital pueden ser considerados como una vértebra modificada. 5
El estudio del desarrollo y características del esfenoides sugiere:
— que la lámina cuadrilátera del esfenoides y sus componentes representan una sola parte,
— que el esfenoides y sus componentes forman una segunda parte,
— que el occipital y sus componentes representan la tercera parte.
Estas estructuras que existen muy temprano en la vida se asemejan a los discos intervertebrales, especial­
mente al nivel de la sincondrosis esfenobasilar.
Esto permite comprender que los métodos osteopáticos adecuados y adaptados son completamente apli­
cables en el terreno craneal.

4. El esfenoides se articula con otros 12 huesos

1 occipital, 2 temporales, 2 parietales, 1 frontal, 2 cigomáticos, 1 vómer, 1 etmoides, 2 palatinos.

5. El esfenoides en el adulto

Límites

— Anterior: etmoides y frontal


— Posterior: occipital
— Lateral: temporales
— Superior: parietales y
— Anterolateral: cigomáticos i1
— Anteroinferior: palatinos
— Inferior: vómer

C resa esfenoidal
Orificio del seno
Ala menor esfenoidal
'X
í - Cara orbitaria

Fisura orbitaria- - Ala mayor


superior n
‘- í ,/
- 7 -Agujero redondo
mayor
Conducto pterigoideo-

'i'Yfc'
A' í .
-Lamina medial
Fosa pterigoidea-

lancho
pterigoideo
:ir\r de la pófisis pterigoides

-Lámina lateral
de la apófisis
pterigoides
Esfenoides en el adulto. Visión frontal

Uniones fasciales

— Aponeurosis interpterigoidea: en la espina del esfenoides y el borde anterior de los agujeros oval y
espinoso
— Aponeurosis pterigotemporomandibular: desde la lámina lateral de la apófisis pterigoides hasta el
agujero oval
22 A n a t o m ía y c e n t r o s jd e o s i f i c a c i ó n d e l m e c a n i s m o c r á n e o s a c r o

— Aponeurosis palatina: en la lámina medial de la apófisis pterigoides


— Fascia orbitaria: la fascia de la cavidad orbitaria \
— Lámina superficial: sobre la inserción muscular y ligamentaria en la apófisis estiloides
— Envoltura visceral y faringe: en la lámina medial de la apófisis pterigoides y el agujero rasgado

Apófisis clinoides
Ala m enor Conducto óptico posterior
Fisura orbitaria
superior
Apófisis-
clinoides Surco pterigoideo
posterior

Trabécula ósea
Conducto pterigoideo
Cuerpo del esfenoides

D orso de '
Lám ina medial
Fosa pterigoidea- la silla ^
Lám ina lateral
-v
Esfenoides en el adulto. Vista posterior

Fisura
Conducto orbitarioa
Ala m enor óptico Yugo esfenoidal superior

— Ala m ayor

~ ■ l ______ Agujero redondo mayor:


Agujero oval:
$ •N . maxilar
•N . mandibular
•A. meníngea
Apófisis clinoides anterior
•N . petroso m enor

Agujero espinoso o
Apófisis clinoides posterior
redondo m enor (a. y
v. meníngeas medias.
Rama meníngea del
n. mandibular).

Esfenoides en el adulto. Vista superior

Membranas intracraneales

— Tienda del cerebelo: en la apófisis clinoides anterior y posterior


— Diafragma de la silla turca o hipofisario: en los bordes laterales de la silla turca
~/~Z" í y- Q '[U ~.p • L L £ [ ’ ¿P't;
/' / '

Relaciones con los pares craneales y con el encéfalo

Hipotálamo: está unido a la apófisis a través del tallo hipofisario, que atraviesa el diafragma en la silla
turca
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 23

Centro del lenguaje de Broca: en la circunvolución frontal inferior, cerca del ala menor
Centro gustativo: cerca del ala mayor
El II ventrículo: por encima de la silla turca
La fosa craneal media con lóbulos temporales e hipofisario
II par craneal, el óptico: en el agujero óptico
DI par craneal, el oculomotor, el IV par craneal, troclear, V I par craneal, el abductor y el nervio oftál­
mico del V par craneal, el trigémino: fisura orbitaria superior
El V I par craneal, el abductor: se extiende por debajo del ligamento esfenopetroso
Pares craneales H3, IV, V I y V/2: en el seno cavernoso
| — Nervio maxilar, V/2 y mandibular, V/3: agujero redondo y agujero oval
\— Ganglio pterigopalatino: en la cavidad pterigopalatina
— Plexo carotídeo interno: junto a la carótida interna n ,/ í) ¡
V *sr U * ta i
Relación con el sistema endocrino
' i f' : r,o
— La hipófisis: en la silla turca c'p/“'
Nota: cuando un elemento fibroso tira constantemente del hueso, provoca una fijación cálcica a nivel de
la inserción y poco a poco en su estructura. La calcificación ligamentaria no es un desorden cálcico, sino el
resultado de una modificación del papel jugado por este plano ligamentario. El ligamento resulta implicado
en una tensión constante.
La calcificación de la silla turca puede traducir una tensión constante que se aplica en este nivel, desarro­
llando de esta manera, de forma lógica, la calcificación.
Para evitar esta evolución es indispensable la movilidad del cráneo y en particular del esfenoides.

E l etmoides ii
El etmoides es un hueso impar y medial.

1. E n el nacimiento
El etmoides está formado de cartílago a partir de 3 centros de osificación:
— Un centro de osificación en la lámina perpendicular
— Un centro de osificación para cada una de las masas laterales
La fusión se efectúa hacia los 5 ó 6 años de edad, osificándose a los 16 años.

Centros de osificación de los huesos etmoides, esfenoides, temporal y occipital


24 A n a t o m ía y c e n t r o s d e o s if ic a c ió n d e l m e c a n is m o c r a n e o s a c r o

2. El etmoides se articula con 14 huesos

1 frontal, 1 esfenoides, 2 palatinos, 2 huesos nasales, 1 vómer, 2 cometes inferiores,


2 maxilares superiores, 2 huesos lagrimales, 1 septum cartilaginoso.
Igualmente existiría en la raza negra.

3. El etmoides en el adulto

Límites

— Anterolateral: frontal
— Anterior: nasal y lagrimal
— Inferior: vómer, maxilar superior y palatino
— Anteroinferior: cartílago del tabique nasal
— Concha nasal inferior

F o ra m e n etm oidal an terior:


Rama nasal interna del nervio
oftálmico
F o ra m e n etm oidal posterior:
Arteria etmoidal anterior
C rista galli N en io esfenoetmoidal
(etmoidal de Luschka)
Arteria etmoidal posterior
Celdillas etm oidales

L ám in a orbitaria

Lám in a perpendicular

C o rn ete nasal m edio

^ D c c . j ~ ^ h axíi /
/Lo'.-ifí í j ': ^
E tm oid es en el adulto. V ista an tero extem a
.¿ i-
....

-L á m in a perp end icu lar

-r v - -
C rista galli-

1^ : W m-, ■'’»
J '- r J v ’f e l
- L ám in a cribosa
Celdillas etm oidales-

- L ám in a orbitaria

ti? ">7

Etmoides en el adulto. Vista superior


T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p k d iá t iíic a 25

Membranas intracraneales

— Hoz del cerebro, insertándose delante en la crista galli


/
Relación con los pares craneales ^ kí
,
ty
Nervio olfatorio (I): por medio de la lámina cribosa \
— Nervio trigémino (W l): el nervio etmoidal anterior penetra a través del orificio etmoidal anterior y el
nervio etmoidal posterior a través del orificio etmoidal posterior (ambos son ramos del nervio nasociliar).

jrjvóm er ^ fao ¡ —
Es un hueso impar y medial.

1. Período intrauterino

El vómer, primitivamente doble, se desarrolla por dos puntos de osificación situados simétricamente a
cada lado de la línea medial y percibidos hacia la mitad del 2o mes de la vida intrauterina.
Se presenta bajo la forma de dos pequeñas laminillas, de 3 mm de longitud y 1 mm de altura, colocados
contra el cartílago del vómer.
Estas dos laminillas aparecen y se desarrollan en el tramo conjuntivo embrionario, y no a expensas del
cartílago.
Las dos laminillas originales del vómer se osifican por abajo hacia la mitad del tercer mes y forman una
especie de canal, abierto por arriba, en el cual reposa el cartílago del vómer.
Los dos bordes de este canal, progresando en todos los sentidos, alcanzan a la vez el esfenoides por arriba
y el orificio posterior de las fosas nasales por detrás. Pero, al mismo tiempo, la osificación de las dos láiiiinas
laterales ha progresado de manera paralela, alcanzando por delante el cartílago.

V óm er
Vómer. Vista lateral izquierda
Vista frontal
26 A n a t o m ía y c e n t r o s d e o s if ic a c ió n d e l m e c a n is m o c r a n e o s a c r o

2. El vómer se articula con 7 huesos


1 esfenoides, 2 palatinos, 2 maxilares superiores, 1 etmoides, 1 septum cartilaginoso.

3. E l vómer en el adulto
Se puede encontrar frecuentemente, en la zona contigua del borde anterior del vómer, una separación de
dos láminas óseas entre las cuales aparece una prolongación (prolongación caudal) del cartílago del tabique.

Límites

— Posterior: esfenoides
-— Anterosuperior: etmoides
— Anteroinferior: cartílago nasal
— Inferoanterior: maxilar superior
— Inferoposterior: palatinos

3. Los H U E S O S P E R IF É R IC O S

Los parietales

El parietal es un hueso par y periférico.

1. Desarrollo

Como la escama temporal y la parte superior del occipital, el parietal se desarrolla a expensas del craneo
membranoso, sin preexistencia del cartílago.
Provienen de un único punto de osificación que aparece, hacia el día 45 de vida intrauterina, en el punto
donde se formará más tarde la eminencia parietal.
De este centro de osificación parten surcos óseos que se prolongan en todos los sentidos, formando 2
capas:
— una profunda: que se convertirá en la parte interna del hueso
' — otra superficial: que se convertirá en la parte externa del hueso
-¡ Se desarrolla de tal manera que el parietal adopta durante un tiempo una forma irregularmente circular y
j se encuentra así separado de los próximos por anchos espacios membranosos que constituyen lo que se 11a-
I man fontanelas.
Un poco más tarde, invadiendo estos espacios, los llena poco a poco y adquiere su configuración defini­
tiva, la de un cuadrilátero.
Hacia el tercer año de vida las formas dentadas están completamente formadas.

2. Los parietales en el adulto

Límites

— Anterior: frontal
— Lateral inferior: temporal
— Posterior: occipital
— Medial: el otro parietal

El parietal se articula con 5 huesos


1 parietal, 1 frontal, 1 occipital, 1 esfenoides, 1 temporal.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a

Uniones fasciales

— Lámina superficial por encima de la fascia temporal, entre las líneas temporales inferior y superior.1

Membranas intracraneales
O2''
— Hoz del cerebelo: en los bordes del surco del seno sagital superior
— Tienda del cerebelo: a lo largo de una corta distancia, su parte superior se inserta en el ángulo poste-
iioinferior del parietal. La inserción se realiza en la apófisis mastoidea del temporal.
/ Nota: este es un punto muy importante, pues las fijaciones suturales témporo-parietales pueden afectar
/el reflujo venoso en el seno sigmoideo.

Borde medial, sutura sagital


Borde anterior
(sutura coronal)
-Foram en parietal:
Vena emisaria de Santorini

r Línea temporal superior

Borde inferior
(sutura escamosa)
Línea temporal inferior

Temporal. Vista lateral

Eminencia parietal
Sutura sagital

Línea tempor;
A
¿oí-'’ Línea temporal
>i?>-■
'
r \ /
Sutura coronal
^

y
Temporales. Vista frontal
28 A n a t o m ía y c e n t r o s d e o s if ic a c ió n d e l m e c a n is m o c r a n e o s a c r o

Relaciones con el encéfalo y el seno sigmoideo


L
— Lóbulo parietal *'

E l frontal
Descompuesto en dos partes, el frontal es un hueso par y periférico dentro de nuestro concepto osteo-
pático.

1. Desarrollo

El frontal se desarrolla mediante dos puntos de osificación primitivos:


— uno por la mitad izquierda
— otro por la mitad derecha

2. Período intrauterino

Estos puntos de osificación aparecen entre los días 40 y 50 en las arcadas orbitales, y de allí, se expanden
por arriba en la porción vertical del frontal y por detrás hacia su porción orbital.
Independientemente de estos puntos primitivos, RAMBAUD y RENAULT demostraron la existencia de
otros ó puntos de osificación secundarios, tres en cada lado, que aparecen un poco más tarde:
— el primero: por la espina dorsal,
— el segundo: al nivel de la porción del hueso que se articula con el ala mayor del esfenoides,
— el tercero: un poco hacia abajo del punto que ocupará más tarde la polea de reflexión del oblicuo mayor.
Estos centros de osificación, todavía diferentes al 4° mes de vida intrauterina, están generalmente unidos
al 7° mes.

3. Nacimiento

El frontal está dividido a lo largo en dos mitades simétricas mediante una sutura media: la sutura me-
¿ tópica.
‘ N;: Esta sutura va desapareciendo poco a poco ella misma; del 6° al 10° año de vida es casi inapreciable en
/sus dos extremos y se cierra generalmente en el adulto, conservando sin embargo un cierto grado de ma-
! leabilidad.
Hay que señalar que, en el hombre como en otros mamíferos, es la parte inferior de la sutura metópica la
que se cierra la última y es ella, también, la que tiene mayor tendencia a permanecer en el período adulto.
Los senos frontales se desarrollan siempre tras el nacimiento: están formados por la extensión de células
etmoidales anteriores en la parte correspondiente del frontal. Esta invasión del frontal por las células etmoi-
dales comienza del 4° al 6° año y progresa lentamente de abajo arriba y de dentro hacia fuera. A los 8 años,
los senos frontales no miden todavía 6 6 7 mm de altura. De los 15 a los 20 años estos senos adquieren todo
su desarrollo por la compresión hacia delante de la lámina anterior del hueso.
La espina frontal no aparece hasta los 12 años.

4. E l frontal en el adulto

Límites

— Posterior: esfenoides y parietal


— Inferior: etmoides
— Inferomedial: maxilar superior y lagrimal
— Lateral: cigomático
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 29

entras de
osificación

■Arcada orbital

Borde orbi

Sutura metópica

E l frontal en el nacim iento

El frontal se articula con otros 12 ó 13 huesos

1 esfenoides, 2 parietales, 1 etmoides, 2 unguis, 2 huesos propios de la nariz, 2 maxilares superiores, 2 y f'
cigomáticos o malares y, a veces, con él mismo según se una la articulación con la otra mitad del frontal,!./
siempre presente en la infancia, que se osifica entre los 6 y 10 años y que, en un 10% de los casos según/
MAGOUN, permanece durante toda la vida.
o A n a t o m ía y c e n t r o s d e o s if ic a c ió n d e l m e c a n is m o c r a n e o s a c r o

Surco del seno sagital superior

Arcos superciliares

' Sutura coronal

Nervio supraorbitario

/* ■
Borde supraorbitario

Fron tal en el adulto. Vista fronto-lateral


T ratado in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 31

Superficie orbitaria
Espina nasal

a. SíM
Orificios etmoidales
Escotadura
Orificio del F r / V
etmoidal
seno
Frontal -/OS t mo¡ ¿ f c X AA
ptArerie* / P 2T'
Frontal en el adulto. Vista inferior /Oc? él*
! i •- p u p>£rj\
. sí! D i/ r tí~ ? C í^ , r te
Uniones fasciales

— Fascia temporal
}
Membranas intracraneales i1

— Hoz del cerebro: se extiende a lo largo del agujero ciego, la cresta frontal y los bordes del surco del
¡seno longitudinal superior.

Relaciones con los nervios craneales y el encéfalo

- Lóbulo frontal: intelecto, motricidad voluntaria, carácter, expresión y centro olfativo.


- Nervio supraorbitario, ramo lateral (V/1): en el agujero supraorbitario
- Nervio supraorbitario, ramo medial (V/1): en el agujero frontal
- Nervio lagrimal (V/1): en la cara orbitaria
- Nervio etmoidal anterior (nervio flasociliar, V/1): en el agujero etmoidal anterior de la sutura fron-
toetmoidal.
- Nervio etmoidal posterior (nervio nasociliar, V/1): en el agujero etmoidal posterior en la sutura fron-
toetmoidal.

Los temporales

El temporal es un hueso par y periférico.

1. Desarrollo

El temporal se desarrolla mediante 4 procesos de osificación, comprendiendo cada uno varios puntos
secundarios:
— un centro para la escama
— un centro para el peñasco
— un centro para el círculo del tímpano
— un centro para la apófisis estiloides
32 A n a t o m ía y c e n t r o s d e o s if ic a c ió n d e l m e c a n is m o c r a n e o s a c r o

Los tres últimos centros aparecen en pleno cartílago. El primero (destinado a la escama) se desarrolla
directamente, sin existencia de cartílago, durante la trama embrionaria. t.

La escama

Comienza a osificarse al 3er mes de la vida fetal. Se desarrolla por 3 puntos de osificación diferentes:
— el punto cigomático, en la base de la apófisis cigomática,
— el punto escamoso, sobre la parte escamosa propiamente dicha, un poco por encima del anterior,
— el punto epitimpánico, un poco por encima del círculo del tímpano.

El peñasco

Comienza a osificarse hacia el 4o mes de vida intrauterina. Se desarrolla mediante numerosos puntos de
osificación, en total 26, de los que 17 son primitivos y 9 complementarios.
De los 17 puntos primitivos, 2 están destinados al caracol, 6 a los canales semicirculares, 9 a los huesillos
del oído.
Los 9 puntos complementarios se reparten de la manera siguiente: 3 para el caracol, 3 para los canales
semicirculares, 1 para el techo de la caja, 1 para el temporal (como después lo demostró BECLAJRD, el tem­
poral depende del peñasco y posee excepcionalmente uno o dos puntos que propiamente le pertenecen).

El círculo del tímpano

Se osifica desde el 5o mes por 3 puntos diferentes:


— un punto medio o inferior ¡í
— un punto anterior
— un punto posterior
Estos 3 puntos se osifican entre ellos muy rápidamente de manera que formen un círculo óseo interrum­
pido únicamente por su parte posterior.
Las transformaciones sucesivas que sufre el círculo del tímpano forman esta cisterna ósea que constituye
la mayor parte del conducto auditivo externo.
La apófisis estiloides se desarrolla a expensas de una parte del 2o arco branquio-cartilaginoso.
Su osificación es tardía comparándola con las otras tres piezas: estos puntos de osificación no aparecen
hasta el 8o año.
Generalmente se cuentan 2:
— uno al nivel de la base
— el otro en su parte media
A veces existe un tercero al nivel de la punta.
La osificación de las tres piezas esenciales del temporal (escama, porción petrosa y porción del tímpano)
comienza en el último mes de vida fetal.
En el nacimiento, esta osificación está ya muy avanzada. Termina en el primer año o en la primera mitad
del segundo.
En cuanto a la apófisis estiloides, no se osifica al temporal hasta los 12 años aproximadamente.
Las cavidades mastoideas no existen en el neonato. Hacia el fin del primer año aparecen por reabsorción
gradual de la capa del tejido óseo que separa, a su nivel, la capa externa de la interna.
Estas cavidades, análogas en esto a los senos frontales, aumentan con la edad y presentan su grado máxi­
mo de desarrollo en la vejez.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a

El temporal en el adulto

Límites

— Anterior: esfenoides y cigomático


— Superior: parietal
— Posterior: occipital
— Inferior: mandíbula
34 A n a t o m ía y c e n t r o s d e o s if ic a c ió n d e l m e c a n is m o c r a n e o s a c r o

Surco arterioso

Apófisis cigomátíca
~vV,
Orificio auditivo interno:
Nervio facial
Nervio auditivo
Foram en mastoideo: Nervio intermediario de VVrisberg
v. emisaria
Rama de la a. occipital V értice de la porción petrosa

Surco del seno sigmoideo


Apófisis estiloides

Temporal en el adulto. Vista interior

-íj -Apófisis cigomátíca

-Tubérculo articular

-F o sa mandibular

Conducto carotídeo:-
Arteria carótida interna
m - Orificio auditivo externo
Piexo carotídeo del gran simpático
Apófisis estiloides
-Apófisis mastoides

Fosa yugular

-Escotadura mastoidea
Foram en estilornastokkn:
Nervio facial
Arteria y vena estilomastoidea

-Foram en mastoideo:
v. emisaria
Rama de la a. occipital

Temporal en el adulto. Vista caudal


T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 35

El temporal se articula con otros 5 huesos

1 occipital, 1 parietal, 1 esfenoides, 1 malar, 1 mandibular y, gracias a la apófisis estiloides, está en relación
con el arco hioidiano.

Uniones fasciales

r — Fascia temporal: desde la línea temporal superior, cubriendo el músculo temporal, se extiende hasta el
u arco cigomático
/ J V — Lámina superficial de la fascia cervical
\ — Lámina prevertebral de la fascia cervical: en la sutura occipitotemporal y el conducto carotídeo
— Aponeurosis interpterigoideal: en la escotadura petrotimpánica
— Faringe: en el agujero rasgado y la superficie inferior de la porción petrosa hasta el agujero carotídeo,
\ por donde pasa la arteria carótida interna

Membranas intracraneales

— Tienda del cerebelo: a lo largo de la apófisis i


sojDetroso-

Relaciones con los pares craneales y el encéfalo

— Lóbulo temporal: en la bóveda craneal media


/
— Cerebelo: en la cara posterior de la porción petrosa it
— Nervio ocular común (HE): en el borde superior de la porción petrosa
— Nervio patético o troclear (TV): en el borde superior de la porción petrosa
— Nervio trigémino (V): el ganglio del trigémino en el saco dural en las impresiones del trigémino en la
superficie anterior del hueso petroso
— Nervio motor ocular externo (VI): en el vértice del agujero petroso
— Nervio facial (VII) y nervio intermedio: a través del conducto auditivo interno en el conducto facial;
unión en el punto de curvatura: ganglio geniculado; en las cuerdas del tímpano, ramificaciones de fi­
bras sensoriales y sensibles; parte principal a través del agujero estilomastoideo
— Nervio vestibulococlear (VULL): a través del conducto auditivo interno hacia el órgano del equilibrio y
el oído
— Nervio glosofaríngeo (EX), nervio vago (X) y nervio accesorio (XI): en la escotadura yugular con la
apófisis intrayugular
— Nervios petroso mayor y menor: en el surco del mismo nombre
— Fibras parasimpáticas: se extienden en parte con el nervio facial e inervan el tímpano
Nota: el V I par craneal está unido fibrosamente con el ligamento esfenopetroso y se extiende entre el
ligamento y el hueso petroso. Por ello, el nervio ocular motor externo (VI), es especialmente sensible a las
tensiones que provienen de la tienda y del ligamento esfenopetroso. Como consecuencia pueden producirse
trastornos oculares, como el bizqueo por fatiga.

Los cigomáticos o malares


El malar es un hueso par y periférico.
36 A n a t o m ía y c e n t ü o s d e o s if ic a c ió n d e l m e c a n is m o c r a n e o s a c r o

1. Desarrollo
Injustamente la mayor parte de los anatomistas han derivado el hueso malar a un solo punto de osifica­
ción.
QUAIN y KO LLIKER admitieron la existencia de dos.
RAMBAUD y RENAULT incluso describen 3, uno para la porción cigomática del hueso y 2 para la por­
ción orbital.
Estos 3 puntos de osificación, bien visibles hacia el final del segundo mes, están totalmente osificados en
el 5o mes de vida intrauterina.
Teóricamente, el hueso malar se compone de 3 piezas óseas:
— una pieza anterior o pre-malar,
— una pieza posterior, situada detrás de la anterior o post-malar,
-— una pieza inferior o hipomalar, respondiendo a la parte inferior del hueso.

2. En el adulto

Límites

— Anterior: maxilar superior


— Posterior: temporal
— Superior: frontal
— Medial: esfenoides ¡

M alar en el adulto. Vista lateral

El hueso malar se articula con otros 4 huesos

1 maxilar superior, 1 frontal, 1 temporal, 1 esfenoides.

Uniones fasciales

— Fascia temporal: en la apófisis temporal.


T ratado in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a

/ '''" i
Relaciones con los nervios encefálicos X

— Nervio cigomático (V/2): en el agujero cigomaticoorbitario en la cara orbitaria, proveniente de la fosa


pterigopalatina. Se divide en los siguientes ramos:
8 Ramo cigomaticotemporal (W2): en el agujero cigomaticotemporal en la cara temporal.
° Ramo cigomaticofacial del nervio cigomático (V/2): en el agujero cigomaticofacial de la cara lateral.

Los maxilares superiores


El maxilar superior es un hueso par y periférico.

1. Desarrollo

Generalmente, se admite que el maxilar superior se desarrolla mediante 5 puntos de osificación. Estos 5
puntos no están precedidos de cartílagos: semejantes en esto a los centros de osificación de la bóveda del
cráneo, aparecen en la trama embrionaria hacia el final del 2° mes.
— De estos 5 puntos, el externo, pieza malar, está situado fuera y corresponde a toda la porción del maxi­
lar comprendido entre el agujero infraorbital y el borde posterior del hueso.
— El segundo, pieza orbitonasaL-está situado en la parte interna del techo de la órbita, así como el seno
maxilar.
— El tercero, pieza nasal, comprende toda la porción del hueso situado entre el diente canino y la apó­
fisis ascendente.
— La cuarta, pieza palatina- se desarrolla hacia dentro de los dientes superiores y se coloca en la línea
medial, constituyendo las 3/4 posteriores de la apófisis palatina. /
— La quinta forma la pieza incisiva, la más interesante de todas debido a lo discutida que ha sido ehtre
los anatomistas, desde VESALE hasta hoy.
La pieza incisiva se sitúa entre la pieza nasal y la línea medial; su parte inferior cuboide acoge a los dos
incisivos y constituye 1/4 anterior de la apófisis palatina. Su parte superior, en láminas, se coloca junto a la
porción nasal y forma la porción más interna de la apófisis ascendente.
El límite que separa a la parte incisiva de la palatina se le denomina canal palatino anterior no es raro
hallarlo en los maxilares de los adultos y a lo largo de este canal, existen trazos muy notables de la osificación
de estas dos piezas.
El seno maxilar está reducido, al principio, a una simple depresión o fosa: la fosa maxilar, situada en la
parte interna de la pieza orbitonasal. El canal alveolar está en contacto con el infraorbital.
Es más tarde cuando todos los centros de osificación se unen, y la fosa maxilar se prolonga en el espesor
del hueso, separa cada vez más la pared orbital del reborde alveolar y, finalmente, alcanza las dimensiones
que le caracterizan en el adulto.
Las diversas piezas óseas que hemos señalado se osifican de una manera satisfactoria al final del 6° mes
según RAMBAUD y RENAULT, constituyendo así un hueso único.
Estos dos autores describieron en el maxilar un 6° punto de osificación: bajo el vómer, dando origen a la
pieza infravomeriana. Este pequeño hueso tiene la forma de una cuña, hundido entre la pieza incisiva y la
palatina. Es el que se interpone entre ambos canales palatino derecho e izquierdo, con su homónimo al otro
lado, transformando ambos en un solo canal: el conducto palatino inferior.

2. El maxilar superior en el adulto

Límites

— Superior: frontal
— Superomedial: etmoides
38 A n a t o m ía y c e n t r o s d e o s if ic a c ió n d e l m e c a n is m o c r a n e o s a c r o

Lateral: cigomáldco
Posterosuperior: lagrimal
Anterosuperior: nasal
Superior: vómer
Medial: maxilar superior del lado contrario y concha nasal inferior

Apófisis ascendente

Cresta lagrimal anterior

Inserción del músc. orbicular


Cara orbitaria Inserción del músc. elevador del labio
superior y del ala de la nariz
Corredera suborbitarin Inserción del músc. elevador del labio
superior

Espina nasal anterior

Cumbri
Fosa mirdfonne

Inserción del músculo mirtiforme

Eminencia canina
Cara posteroexterna-

Inserción del músc. canin

Inserción del músc%


buccinador
Cara anteroexterna
Fosa canina

Maxilar superior en el adulto. Vista externa

Lúnula lagrimal
Cresta turbinal anterior
Hiato maxilar

Trígono palatino

Cresta turbinal inferior'

Fisura palatina
Corredera lagrimad Corredera palatina posterior

Espina nasal anterioi


Parte nasal

Parte bucal
Cresta incisiva

Apófisis palatina

Maxilar superior en el adulto. Vista interna


T ratad o in t e g r a l d e o s t e o f a t ía i >i : i >í á t i ¡ ic a .i 9

M axilar superior en el adulto. Vista inferior

El maxilar superior se articula con otros 8 huesos y 9 con su homólogo

1 frontal, 1 etmoides, 1 maxilar superior del lado opuesto, 1 hueso malar, 1 unguis, 1 hueso propio de la
nariz, 1 vómer, 1 comete inferior, 1 palatino.
En casos raros, se articula al nivel del borde infero-externo de la órbita, con el ala mayor del esfenoides.

Uniones fasciales

— Fascia bucofaríngea: sobre el músculo huccinador ^

Relaciones con los nervios encefálicos

— Nervio maxilar (W2): en la fisura orbitaria inferior


— Nervio infraorbitario (V/2): en el agujero infraorbitario (el nervio maxilar proviene de la fosa pterigo-
palatina, penetra en el conducto infraorbitario y lo abandona como el nervio infraorbitario).
— Nervios alveolares superiores (V/2): en los conductos alveolares en la parte posterior de la cara infra-
temporal. Del nervio infraorbitario en la fosa pterigopalatina surgen los ramos para la inervación de
los dientes y las encías del maxilar superior.
— Nervio palatino mayor: en el conducto palatino mayor

Los palatinos

El palatino es un hueso par y periférico.

1- Desarrollo
El palatino se desarrolla mediante dos puntos de osificación primitivos:
— uno anterior
— otro posterior
Estos puntos aparecen hacia el día 45.
■40 A n a t o m ía y c e n t r o s d e o s if ic a c ió n d e l m e c a n is m o c r a n e o s a c r o

De estos 2 puntos, el posterior forma la apófisis piramidal y la porción de la lámina vertical que está si­
tuada hacia atrás de la escotadura palatina; la anterior forma el resto del hueso, con la excepción de 2 apófisis,
esfenoidal y orbitaria.
Estas últimas apófisis provienen de dos centros apofisarios complementarios, los cuales aparecen bastan­
te más tarde.
Hay que remarcar que las láminas horizontal y vertical tienen la misma longitud al nacer.

2. Los palatinos en el adulto

Límites

— Anterior: maxilar superior


— Posterior: esfenoides
— Superior: vómer y etmoides
Escotadura esfenopalatina

para la apófisis pterigoides Palatino en el adulto. Vista-posterior


T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 41

El palatino se articula con otros 6 huesos incluido su homólogo

1 palatino del lado opuesto, 1 esfenoides, 1 maxilar superior, 1 etmoides, 1 vómer, 1 comete inferior. s

Uniones fasciales

— Aponeurosis palatina: en el borde posterior de la lámina horizontal

Relaciones con los nervios encefálicos

— Nervio palatino mayor (V/2): en el conducto palatino mayor y el agujero palatino mayor hacia el pa­
ladar duro y las glándulas.
— Nervios palatinos menores (V/2): en el conducto mayor y ramos hacia los agujeros palatinos menores
en el paladar blando.
— Nervio nasopalatino: a través del agujero esfenopalatino en la nariz, a lo largo del tabique nasal.
— Rama faríngea del nervio maxilar: en el conducto palatovaginal
^ .G anglio pterigopalatino (un ganglio parasimpático): en la cavidad pterigopalatina, que está limitada
por arriba por el hueso esfenoides y medialmente por la lámina perpendicular.

La mandíbula

Es un hueso par y periférico que forma parte de la esfera de influencia indirecta del occipital. /

1. Período intrauterino

La mandíbula es primitivamente doble y cada una de sus mitades se desarrolla de una manera absoluta­
mente independiente.
Este hueso parece ser un hueso mixto desarrollándose, a la vez, en parte en la trama conjuntiva embrio­
naria y en parte en el cartílago preexistente.
Cada mitad de mandíbula proviene, según RAMBAUD y RENAULT, de 6 puntos de osificación visibles
desde el día 50 de vida intrauterina:
(a) el punto inferior: es visible hacia el día 30-35. Se trata de un pequeño conjunto de granulaciones óseas
situadas hacia el borde inferior del hueso.
(b) El punto incisivo: está situado a cada lado de la sínfisis, en la región que ocuparán más tarde los inci­
sivos.
(c) El punto suplementario del agujero mentoniano: es una laminilla que coopera, por su cara inferior, a
formar este agujero mentoniano.
(d) El punto condilar: formará el cóndilo y la porción subyacente de la rama.
(e) El punto coronoideo: a expensas del cual se desarrollan la apófisis coronoide y la porción de la rama
que le sirve de base.
(f) El punto de la espina de Spix: situada en la cara posterior del hueso, desde el orificio superior del fu­
turo canal dentario hasta la pieza incisiva. El canal dentario, en su origen, se reduce a una simple hendidura
que va, de atrás adelante, por el borde superior de la mandíbula: es la fosa dentaria.
Hacia el 5° mes de vida fetal aparecen, en la parte anterior de esta fosa, tabiques transversales destinados
a separar los dos incisivos, el canino y los dos premolares. Estos tabiques son los orígenes de los alveolos.
42 A n a t o m ía y c e n t r o s d e o s if ic a c ió n d e l m e c a n is m o c r a n e o s a c r o

2. En el nacimiento

A partir de este período se desarrollan, de la misma manera, los alveolos de los grandes molares y eitos
alveolos, a la vuelta, completan la parte correspondiente del canal dentario al formar su pared superior.
El canal dentario del niño y del adulto representa así la fosa primitiva del feto, transformado en canal comple­
to por la aparición por encima de ellos de alveolos dentarios, tanto de los dientes de leche como de los molares.
Al nacer, la mandíbula se compone de 2 mitades independientes, una izquierda, otra derecha, unidas am-:
bas por un tejido conjuntivo en la línea media.
\ I La osificación medial de las dos mitades de la mandíbula, de donde surge la sínfisis mentoniana, se efectúa
/poco tiempo después del nacimiento, hacia el 2o ó 3er mes. En el curso de la existencia, esta sínfisis mentó-
I niana conserva sin embargo un cierto grado de maleabilidad.
Tras la osificación de las dos piezas de la mandíbula aparecen, en la cara posterior de la sínfisis, dos pe­
queños tubérculos óseos denominados tubérculos mentonianos.
Entre las modificaciones que nos presenta la mandíbula en el curso de su evolución, uno de los cambios;
más interesantes que sufre, en su abertura, es el ángulo formado por el encuentro del eje del cuerpo y del eje;
de la rama. Primitivamente, en los primeros estados de la osificación, el cuerpo y la rama estaban casi en la I
misma línea; dicho de otro modo, continúan colocados en un ángulo muy obtuso, cerca de 180°.
En el nacimiento, este ángulo no es más de 130-135°. Después disminuye progresivamente como conse­
cuencia de los enderezamientos de la rama, de la infancia a la adolescencia, y de ahí al estado adulto, de
manera que se acerca al ángulo recto y, a veces, incluso lo alcanza. Después, en la vejez, se vuelve de nuevo
obtuso: la rama, evolucionando ahora en sentido inverso, tiende a volver a la posición oblicua que presenta- j
ba en la infancia.
./

3. La mandíbula en el adulto

Límites

— Superior: temporal

La mandíbula se articula con otros 2 huesos

Los huesos temporales por mediación de una articulación considerada como “diartroidal” en el concepto
osteopático craneal.

Uniones fasciales

— Lámina superficial de la fascia cervical


— Fascia mesentérica: sobre el músculo masetero
— Fascia bucofaríngea: sobre el músculo buccinador
— Aponeurosis pterigotemporomandibular
— Faringe: en la línea milohioidea

.■ Relación con los nervios encefálicos

\,
Ij — Nervio alveolar inferior (V/3): en el conducto milohioideo
— Nervio mentoniano (ramo del nervio alveolar inferior): en el agujero mentoniano
— Nervio milohioideo (ramo del nervio alveolar inferior): en el surco miolohioideo
— Nervio masetérico (ramo del nervio alveolar inferior): en la escotadura sigmoidea
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a

Relación con las partes blandas

— Músculos linguales
— Glándula sublingual y submandibular

Mandíbula del recién


nacido
Osificación mandibular
(6a s.i.)
44 A n a t o m ía y c e n t r o s d e o s if ic a c ió n d e l m e c a n is m o c r a n e o s a c r o

Escotadura
-Cabeza mandibular

Cuello mandibular

P ro ceso condilar

Rama ascendente
Proceso alveolar

Protuberancia' Ángulo mandibular


mentoniana

Agujero mentoniano

Orificio mandibular

Línea milohioidea

Tuberosidad pterigoidea

-Proceso coronbides

Superficie articular

Surco milohioideo
Tuberosidad pterigoidef

3
Línea milohioidea

L a mandíbula en el adulto: 1, vista lateral. 2, vista interna. 3, vista posterior

4 . A lg u n o s h u eso s d e la cara

Los com etes inferiores

El comete inferior es un hneso par. Ver dibujo en página siguiente.


1. Desarrollo: se desarrollan por un solo punto de osificación que se muestra muy tarde, en el 4° ó 5o
mes tras el nacimiento.
2. Variedades: los cometes inferiores pueden osificarse enteramente en el adulto, bien con el maxilar
superior, bien con el etmoides. H YRTL observó a algunos individuos que no tenían cornetes inferiores.
3. E l com ete inferior se articula con otros 4 huesos: 1 etmoides, 1 maxilar superior, 1 unguis, 1 pa­
latino.
T ratad o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a ■15

El cornete inferior o subetmoidal, es el mayor de los cometes. Concurre a formar el conducto nasal y a
estrechar la entrada del seno maxilar. |

C O RN ETES
C o rte frontal a la altara del etmoides

Los huesos propios de la nariz

El hueso propio de la nariz es un hueso par. Ver dibujo en página siguiente.


1. Desarrollo: cada uno de los huesos propios de la nariz se desarrolla por un solo punto de osificación
que aparece hacia la mitad del 3er mes de vida intrauterina.
2. Variedades: la región de los huesos propios de la nariz presenta a veces pequeños huesos supernume­
rarios. Algunas veces, existe una pequeña pieza ósea entre el frontal y el borde superior de los huesos de la
nariz (hueso supernumerario intemasal), o incluso a lo largo del borde inferior (hueso supernumerario sub-
nasal).
Los dos huesos propios de la nariz pueden osificarse en la línea medial en una sola pieza ósea, disposición
normal en el chimpancé desde los 2 años, así como en el gorila.
3. E l hueso propio de la nariz se articula con otros 4 huesos: 1 hueso propio del lado opuesto, 1
maxilar superior, 1 frontal, 1 etmoides.
4. Límites
— Superior: frontal
— Lateral: maxilar superior
— Posterior: etmoides
— Medial: hueso nasal heterolateral
46 A n a t o m ía y c e n t r o s d e o s if ic a c ió n d e l m e c a n is m o c r a n e o s a c r o

Sutura frontonasaL

Sutura nasomaxilar

H ueso nasal derecho. Vista lateral

Los huesos lagrimales o unguis

El unguis es un hueso par.


1. Desarrollo: se desarrolla mediante un solo punto de osificación que aparece generalmente al 3 er mes
de vida intrauterina.
2. Variedades: es el caso en el que el unguis es muy pequeño (incluso puede faltar). Entonces el canal
lacrimo-nasal está formado en su totalidad por el maxilar al que puede imirse el etmoides (caso extremo).
Igualmente puede faltar la cresta del unguis o simplemente su gancho terminal.
En un caso observado por GRUBER, la falta del hueso unguis era reemplazada por una serie de laminillas
óseas desprendidas de los huesos vecinos. H YRTL vio el unguis constituido por dos piezas que formaban
una sutura vertical.
Puede existir, delante del unguis, una pieza supernumeraria: el hueso lagrimal accesorio de ROSSEAU,
pero pertenece al maxilar superior.
El unguis puede no presentar ninguna relación de contacto con el hueso plano, como consecuencia de la
interposición entre estás dos piezas óseas del frontal y del maxilar superior, disposición normal en el gorila y
el chimpancé.
3. E l unguis se articula con otros 4 huesos: 1 maxilar superior, 1 frontal, 1 etmoides, 1 comete infe­
rior.
4. Límites
— Anterior e inferior: maxilar superior
— Posterior: etmoides
— Superior: frontal
— Inferior: comete nasal inferior
— El lagrimal participa en la formación de la pared interna de la cavidad ocular y la pared externa de la
nariz.
T ratado in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a

Sutura frontom axilar-

Cornete nasal inferior ~

Algunos huesos de la cara


Vista frontal
?'

-Sutura frontonasal
-
-Apófisis frontal del maxilar

-Sutura nasomaxilar

Algunos huesos de la cara


Vista frontolateral
C a p ítu lo 2

O s te o l o g ía c r a n iíal
El cráneo es una caja ósea que protege y contiene al encéfalo principalmente. El cráneo humano está
conformado por la articulación de 8 huesos, que forman una cavidad abierta y ovoide de espesor variable,
con una capacidad aproximada de 1.450 mi (en adultos).

Aclaración semántica

El esqueleto de la cabeza, o macizo esquelético cráneo-facial, es el conjunto de los huesos del cráneo y los
huesos de la cara, conocido como calavera en términos coloquiales, aunque anatómicamente es la cabeza
ósea, siendo el cráneo una parte de la cabeza. Es común que cráneo designe a la totalidad de la cabeza ósea,
lo cual es impropio en el estudio de la Anatomía. Sin embargo, en otros ámbitos (embriología, biología, etc.)
se considera el cráneo como sinónimo de esqueleto de la cabeza.
La distinción entre cráneo y cara es muy clara: el cráneo aloja el encéfalo fundamentalmente (neurocrá-
neo), mientras que la cara presta inserción a los músculos de la mímica y de la masticación y aloja algunos de
los órganos de los sentidos. ,/

Huesos del cráneo

Los huesos del cráneo son ocho, cuatro son impares y de situación media, y los otros cuatro son pares y
de situación lateral simétrica. ^ n *■ / / /T .
■ñ ^ f 4 „
— Hueso frontal (1) ( ■" \ ¡ v ¿c ‘
— Hueso etmoides (1)
— Hueso esfenoides (1) %^ ^ c¿> ,
— Hueso occipital (1) . nj w ^ U <~s
— Hueso temporal (2) ‘ T” n pro&W ^
— Hueso parietal (2) p ^ />^s AÍ;
->C?

Regiones^raneale»

El cráneo, como cavidad, puede ser considerado desde el interior de esa cavidad como endocráneo, o
desde el exterior como exocráneo. A su vez, en conjunto, se pueden distinguir dos partes:
— una parte superior, la bóveda craneal o calota;
— una parte inferior, la base del cráneo.
Esta división, no es tan arbitraria, parte del diferente origen embriológico de las estructuras óseas: osifi­
cación endocondral para los huesos de la base craneal, y osificación intramembranosa para los huesos de la
calota.
La bóveda está formada por el frontal (parte vertical), los parietales, las escamas de los temporales y el
occipital (parte superior). Está cubierta por el cuero cabelludo; los huesos se unen por unas articulaciones
llamadas suturas: sutura coronal o frontoparietal, entre el frontal y los parietales; sutura sagital o interparie­
tal, entre los dos parietales; y sutura lambdoidea o parieto-occipital, entre el occipital y los parietales. El
52 O s t e o l o g ía c r a n e a l

punto de unión de las suturas coronal y sagital se llama bregma y allí se localiza, en el recién nacido, una zona
de forma romboidal llamada fontanela anterior o bregmática. i
La base comprende el resto de las partes del esqueleto del cráneo.
El límite entre base y bóveda está representado por una línea sinuosa circunferencial que va desde el sur­
co nasofrontal hacia la protuberancia occipital externa. / t [ , O i -fcJL

V <5 1Kw w rtó,». n f* '


Origen, desarrollo y crecimiento.^ / 0, í
i *«»&***, * ■ ¡fé b o .
Las estructuras cefálicas craneales se originan a partir del mesénquima proveniente de las células de la
cresta neural y el mesodermo paraxial. Los huesos que forman el cráneo no tienen un mismo origen, por ello
se hace la diferencia entre las regiones de la bóveda y la base craneal. / t\ i n i t'
( /_ .C pidJt £■&. « bS^Ja £=-U

iriy. Je i- ¿ ¿ te , y r*
Fontanela anterior” |/ \ /w Jcfinru-zCfe.

I "
Sutura coronal-

Fontanela posterior

Fontanela esfenoidal

Ii
Sutura lambdoidea
:

Sutura escamos;

Fontanela mastoidea

Los huesos craneales planos aquí representados deben crecer con el encéfalo, de modo que no se unen
óseamente hasta mucho más tarde (ver tabla, página siguiente). En el recién nacido aparecen zonas entre los
huesos craneales en crecimiento que ni siquiera están cubiertas de hueso: las fontanelas. Su cierre se efectúa
en momentos distintos:
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a

Á.
Fontanela posterior: 3 er- 6° mes de vida;
Fontanela esfenoidal: 6o mes de vida; /'eu,pp> a
Fontanela mastoidea: 18° mes de vida; Y Q se cí'susa. -f h r L cU^ "y*
Fontanela anterior: 12°-36° mes de vida. g¡^ (h. cpLetá—..
La fontanela posterior es un punto de referencia déla posición de la cabeza del niño durante el parto, la
fontanela anterior es un posible punto de punción para la extracción de líquido cefalorraquídeo en lactantes
(por ejemplo, en sospecha de meningitis).

Deformaciones craneales por cierre prem aturo de suturas

El cierre prematuro de suturas puede originar unas deformidades craneales características que represen­
tan variantes a la norma carentes de valor patológico. Las suturas que pueden cerrarse prematuramente y
determinar distintas formas craneales son las siguientes:
a) Sutura sagital (escafocéfalo),
b) Sutura coronal (oxicéfalo),
c) Sutura frontal (trigonocéfalo),
d) Fusión asimétrica de una sutura, principalmente la sutura coronal (plagiocéfalo).

EDAD D E OSIFICACIÓN D E LAS PRINCIPALES SUTURAS CRANEALES


Sutura Edad de osificación
Sutura frontal Infancia (6o- 10° año)
Sutura sagital 20-30 años de edad
Sutura coronal 30-40 años de edad
Sutura lambdoidea 40-50 años de edad
54 O s t e o l o g ía c r a n ea l

\fe, :í

a: Hidrocéfalo. b: M icrocéfalo.

a) Morfología craneal característica de hidrocéfalo. Si por aumento del líquido cefalorraquídeo (liquido
encefálico) el encéfalo aumenta de volumen antes de la osificación de las suturas (hidrocéfalo), el neurocrá-
neo afectado se agranda mientras el viscerocráneo permanece invariable.
b) El cierre prematuro de suturas origina un microcéfalo.
Observe el neurocráneo pequeño en comparación con las grandes órbitas.

JH ,
1. Neurocráneno membranoso - bóveda craneal .

Los huesos de la calota, son huesos planos de revestimiento. Éstos se generan por el proceso de osifica­
ción intramembranosa a partir de placas de tejido conjuntivo fibroso (mesénquima) que rodean el encéfalo.
De esta forma, centrífugamente se desarrollan (osifican) una cantidad de huesos membranosos planos. Al
momento del nacimiento, los huesos de la calota no están fusionados ni totalmente osificados, dejando espa­
cios interóseos cubiertos por tejido fibroso (suturas y fontanelas).

2. Neurocráneo cartilaginoso (condrocráneo) - base del cráneo

Los huesos de la base craneal se desarrollan por el proceso de osificación endocondral a partir del con­
drocráneo, una estructura formada por varios núcleos cartilaginosos osteogénicos separados y extendidos
por toda la región (condrocráneo precordal originado de la cresta neural, y condrocráneo cordal originado
del mesodermo paraxial).

3. Fontanelas y suturas - cráneo del recién nacido

En el momento del nacimiento, los huesos planos del cráneo no están completamente osificados y se
hallan separados entre sí por espacios ocupados por tejido conectivo fibroso (derivado de la cresta neural) i
que futuramente contribuirá a la formación definitiva de los huesos y a su articulación (sinfibrosis). Así, estos
espacios son las suturas metópica, coronal, sagital y lamdoidea. En aquellos sitios donde se articulan más de
dos huesos, las suturas son amplías y forman las seis fontanelas: i
T r a t a d o i n t e g r a l d e o s t e o p a t í a p e d í .v i ii h :a 55

— dos impares y medias: fontanelas anterior y posterior;


.— y dos laterales y pares: posterolateral (mastoidea) y anterolateral (esfenoidal). f.
Las suturas y fontanelas tienen importancia capital durante el parto, ya que admiten una mecánica de
superposición entre las placas óseas del cráneo (modelado) que posibilita el paso de la cabeza fetal a través
del canal de parto. Durante el puerperio, los huesos vuelven a su posición primitiva. Durante la niñez, la
palpación de la fontanela anterior permite verificar la normalidad del desarrollo y osificación del cráneo así
como también la presión intracraneana.

Las suturas craneales

La sutura constituye la unión entre dos huesos craneales adyacentes.

a) Función

Las suturas permiten:


— Una movilidad en el cráneo mínima, pero imprescindible
— El crecimiento del cráneo
— La unión y sujección de los diferentes huesos del cráneo, junto con la duramadre intracraneal.
— Resistencia y protección frente a las influencias mecánicas, como golpes, caídas, compresiones...
— El paso a través del canal del parto gracias a su movilidad durante el nacimiento junto con las fonta­
nelas.
?
;i

b) Forma

Las articulaciones de los huesos craneales son sinartrosis, articulaciones inmóviles que fijan las piezas
óseas entre sí por medio de cartílago (sincondrosis) o de tejido conectivo fibroso (sinfibrosis).
Aquellos huesos que forman parte de la base craneal, desarrollados por osificación endocondral, se unen
entre sí a través de sincondrosis. Y aquellos huesos procedentes de la bóveda del cráneo (y los huesos de la
cara también) desarrollados a partir de esbozos de tejido conjuntivo, se unen entre sí a través de sinfibrosis o
suturas.
Según la configuración de las superficies articulares implicadas en la unión ósea, hay dos tipos de suturas
(4infibió|sls| en el cráneo:
Sincondrosis: es la unión cartilaginosa entre dos huesos. Ej.: sincondrosis esfenobasilar, SEB o la sutura
petroyugular. Se dan en la bóveda craneal.
Sindesmosis: es una unión ligamentaria de tipo sutural. Se dan en la base craneal.
Diferentes suturas craneales
— Sutura escamosa: los bordes anchos inclinados de los huesos se sobreponen en forma de escama: Ej.:
sutura parietoescamosa.
— Sutura serrata o denticulada: es una sutura dentada. Las áreas con más dientes representan las zonas
de crecimiento más activo. Es la articulación que une a los huesos frontal, occipital, parietal, esfenoides y
etmoides (articulaciones fronto-parietal; parieto-parietal; parieto-occipital; fronto-etmoidal; fronto-esfenoi-
dal) y articulaciones con el macizo facial (fronto-malar; fronto-nasal, etc.). Cuanto mayores son los dientes,
mayor es el movimiento de la sutura.
— Sutura escamoserrata: es el encaje de una superficie articular inclinada, de manera que los huesos no
solamente se ensamblan, sino que también se superponen. Ej.: sutura lambdoidea, sutura coronaria.
56 O s t e o l o g ía c r a n ea l

— La esquindilesis, es la articulación del vómer (cara) con el esfenoides (cráneo), formada por la unión
de una superficie con forma de cresta (cresta esfenoidal inferior) que encastra con una superficie comple­
mentaria en forma de ranura (entre las alas del vómer).
— Sutura plana: la estructura es plana, al igual que la sutura escamosa, permitiendo unaespecie de
deslizamiento y de separación. Ej.: sutura nasomaxilar.
— Gomfosis: unión en forma de taco, en la cual el extremo óseo en forma de cono encajaenel hueso
del hueso craneal vecino. Ej. fijación dentaria en las apófisis alveolares.

c) Disfunción de las suturas

Las disfunciones craneales dan lugar a una compresión de los vasos sanguíneos, fibras nerviosas y termi­
naciones nerviosas intrasuturales (Retzlaff). Por lo tanto, las compresiones suturales producen una isquemia
de las suturas a y ésta, a su vez, dolores a través de las fibras nerviosas no mielinizadas. Se sospecha la posi­
bilidad de trastornos funcionales del sistema nervioso central, provocando trastornos de comportamiento y
emocionales.
C a p ít u l o 3

L P A R IO A LA LESIÓN CRANEAL
El nacimiento visto por el osteópata

El parto es un proceso natural que sólo requiere un poco de atención al niño en el momento de nacer y
una ayuda a la madre después.
El nacimiento constituye a menudo para un ser humano la primera prueba de su vida. Nos maravillamos
todos por la venida al mundo de un bebé. Sin embargo pocas personas conocen su mecanismo y tampoco las
dificultades que pueden resultar de un nacimiento trabajoso. Vamos pues a evocar este acontecimiento desde
el punto de vista del osteópata, mostrar como puede tener consecuencias para la vida de un niño y como la
osteopatía puede aportar una ayuda importante.

El cráneo del niño al nacer

En este momento de su desarrollo el cráneo no está osificado. El sistema nervioso central es contenido en
el saco membranoso constituido por las meninges que asegura una cierta solidez y protección para el cere­
bro. Los huesos del cráneo están constituidos por núcleos de osificación y evolucionan un poco como placas
no fusionadas entre ellas y mantenidas por este saco membranoso meníngeo.
Esta organización confiere al cráneo una gran flexibilidad que le permite deformarse y adaptarse al
modelado recibido durante el nacimiento. Pero si las fuerzas mecánicas sobrepasan el umbral de solidez
del conjunto membranoso nada impide que se produzcan deformaciones importantes y a veces irrever­
sibles.
Los huesos del cráneo están constituidos por dos partes esenciales, los huesos de la bóveda y los de la base.
Los huesos de la base están formados por hueso cartilaginoso muy denso y sólido. Los de la bóveda al con­
trario están constituidos por hueso membranoso más fino y se presentan como placas separadas unas de las
otras por membrana. En los primeros meses de vida la membrana que separa estas placas óseas puede ser
percibida por los dedos como una zona mucho más flexible y más hundida. En algunos lugares es llamada
fontanela.
La región de la base craneal debe retener particularmente nuestra atención. El cráneo en el momento del
nacimiento está retenido por el cuello uterino de la madre, el cual se esta dilatando. La base del cráneo reci­
be la presión transmitida por el cuerpo del niño. A este nivel las fuerzas están transmitidas sobre dos peque­
ños puntos: las articulaciones de la primera vértebra cervical con el occipucio.
Conviene pues mirar más detalladamente como está constituido el occipucio en el momento del naci­
miento. En este momento está compuesto por cuatro partes, los núcleos de osificación reunidos por mem­
brana. Estas cuatro partes son la apófisis basilar, las dos partes condilares y la escama del occipital. Debemos
notar que estas cuatro partes forman la circunferencia del agujero occipital, orificio que sirve de paso para la
medula espinal que sale del cráneo hacia la columna vertebral.
Las dos partes condilares forman la parte lateral del agujero occipital y están denominadas así porque
llevan los cóndilos del occipital que se articulan con la primera vértebra cervical. Notemos también que
cerca de estos núcleos de osificación pasan estructuras nerviosas que pueden estar comprimidas por la defor­
mación del hueso durante un nacimiento traumático.
60 D e l p a r t o a l a l e s ió n c r a n e a l

En el centro, la médula espinal pasa por el agujero occipital. De cada lado de las partes condilares a nivel
de su parte posterior, se encuentra un orificio ubicado entre la parte condilar y el hueso temporal llamando
agujero yugular. Por este orificio pasan tres nervios craneales muy importantes: el nervio gloso-faríngeo (IXo
nervio craneal) que controla una parte de la fonación y de la deglución, el neumo-gástrico (Xo nervio cra­
neal) que constituye el 90% del sistema parasimpático y participa del control del funcionamiento de los sis­
temas cardíaco, respiratorio y digestivo; el espinal (XIo nervio craneal) que controla una parte de los múscu­
los de la nuca y de los hombros.
Otros nervios que pasan más adelante pueden también encontrarse lesionados por traumatismos impor­
tantes si la articulación esfeno basilar recibe fuerzas anormales. Son los nervios oculomotores. Una lesión de
uno de estos nervios puede ocasionar un estrabismo.
El agujero yugular deja pasar estructuras vasculares venosas. Por estas estructuras pasa el 95% de la
sangre venosa salida del cráneo lo que corresponde a lo esencial del drenaje venoso craneal. Sabemos lo
importantes que son los flujos de circulación para la vida de los tejidos y particularmente del tejido ner­
vioso, fundamental para el desarrollo psico-motor del niño. Podemos deducir fácilmente que la integridad
de las estructuras de la base craneal es indispensable a la buena vida y al buen desarrollo del sistema ner­
vioso central.

E l parto normal

Placenta

Es un órgano discoide que pesa entre 500 y 600 gramos, y es el órgano intermedio que sirve para que la
sangre del feto se purifique y a través de ella reciba alimentos y oxígeno de la madre.

Cordón umbilical

Liga la parte anterior del abdomen fetal con la placenta insertándose en ésta; dentro de él se encuentran
dos venas y una arteria que son las vías por las que la sangre del feto se purifica y por las que recibe las sus­
tancias nutritivas.

Bolsa de las aguas

Está constituida por las membranas fetales, estructuras que forman una bolsa cerrada dentro de la que se
encuentran el feto y el líquido amniótico, sirviendo este último para amortiguar los golpes.

JE
T ratado in t e g r a l d i : o s t e o p a t ía p iíd iá t h ic a 61

Las fases del parto son tres:

1. Período de dilatación.
2. Período de expulsión.
3. Período de alumbramiento.

1. Dilatación

El cuello del útero se dilata progresivamente,


para permitir la salida del feto (de 2 a 9 cm.).
Puede durar varias horas.
Contracciones uterinas (dolores) espaciadas
(20-10 minutos).
Expulsión del tapón muco-sanguinolento, que
cierra el cuello uterino durante el embarazo.
Rotura de la “bolsa de las aguas”, general­
mente al final de éste período.

2. Período expulsivo

° Contracciones uterinas dolorosas cada


2 ó 3 minutos. (Deseos de empujar).
° Lavarse las manos cuidadosamente.

an
• Colocar a la madre tumbada sobre su
espalda, con las piernas separadas y flexiona-
das sobre los muslos.
0 Salida de la cabeza: Protección del pe­
riné materno: Si el cordón umbilical está al­
rededor del cuello del niño quitarlo.
se

0 Rotación de la cabeza y salida del hombro superior: sujetar.


D el p a r t o a l a l e s i ó n c r a n e a l

Salida del hombro inferior y resto del cuerpo.

D irigir la cabeza hacia arriba para facilitar la salida del hom bro
inferior

NO tirar del niño en ningún momento.


Limpiar las vías aéreas y la boca del niño de secreciones.
El niño comienza a respirar y a llorar. En caso contrario, iniciar las maniobras de RCP para lactantes.
Abrigarlo y colocarlo sobre la madre o entre sus piernas.
Ligar el cordón umbilical por dos sitios (cuando haya dejado de latir) a unos 20 cm. de la tripita del niño.

•Aplicar una pinza en el cordón a 25 cm del niño


•Aplicar dos pinzas separadas cinco centímetros una
de otra
• Utilizar tijeras esterilizadas para cortar el cordón
umbilical
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía pi:m Á T i!ic:,\ 63

o Alumbramiento:
Es la salida de la placenta (aproximadamente
media hora después de la salida del niño).
NO tirar del cordón umbilical para provocar su
salida.
Conservarla para su inspección por el médico.
Limpiar la vulva materna.
Colocar un apósito en la vulva materna, en­
trecruzar las piernas y elevarlas ligeramente
(posición de FRITZ).

El mecanismo del nacimiento

Analicemos brevemente lo que pasa en el cráneo del niño en el momento en que desciende en la pelvis
materna y se encuentra con la barrera del cuello uterino.
El cráneo, buscando el diámetro mayor para pasar más fácilmente, desciende paralelo a la cara anterior
de la pelvis. En este momento, el cráneo ya puede encontrarse afectado y modelado por la prominencia del
sacro o el pubis de la madre. Ver dibujos en página 68.
La cabeza empujada por las contracciones uterinas sigue descendiendo y gira para presentar la parte pos­
terior frente al cuello uterino (se trata de una bajada normal). La cabeza sigue encontrándose con la resisten­
cia del cuello uterino y las fuerzas que se ejercen en este momento sobre la base pueden ser considerables.
Esta rotación de la cabeza bajo presión fuerte produce en los tejidos una impresión mecánica que permane­
cerá perceptible.
Luego siguiendo el trabajo, el cuello se abre y puede dejar pasar la cabeza del niño para su liberación. Las
/
fuerzas mecánicas recibidas por la cabeza no perjudican necesariamente, particularmente si el parto no es
demasiado largo ni las contracciones y la resistencia de los tejidos demasiado fuertes. Ellas hacen un mode­
lado del cráneo que este puede soportar sin perjuicio. \
Es más. Los osteópatas insistimos sobre la importancia de este modelado para la puesta en marcha del'
sistema craneal.
El mundo osteopático descubrió esto analizando los movimientos craneales de niños nacidos normal­
mente y comparándolos a los de niños nacidos por cesárea. Pusieron así en evidencia que el movimiento
craneal del niño nacido por cesárea no es similar. No es tan amplio, menos marcado, a veces mal definido a
nivel de las articulaciones del cráneo. Este, no modelado por el nacimiento presenta anomalías de funciona-/
miento que tienen influencia sobre la fisiología del organismo del niño. Eso va en contra de la idea de hacei^
nacer a todos los bebés por cesárea para ahorrarles dificultades craneales.

a) ¿Qué es el nacimiento normal?

Aunque parezca obvio podemos decir que un nacimiento normal es el que se efectúa sin traumatismo ni
para el bebé ni para la madre.
El nacimiento es un proceso natural de la vida y no se debe considerar como un acontecimiento fuente
automática de problemas. En este sentido la ” medicalización " sistemática del parto aun, en caso de difi­
cultades, conduce a clasificar el proceso del nacimiento en el terreno de la patología lo que es totalmente
equivocado.
Es más, podemos afirmar que la "medicalización” durante el parto y las prácticas ilógicas a las cuales
conducen, constituyen sin duda una fuente de dificultades que no aparecerían si se dejaran expresar espon­
64 D e l p a r t o a x a l e s ió n c r a n e a l

táneamente los procesos normales. Es así con procedimientos tales como provocar sistemáticamente un
parto en el momento decidido por el obstetra o la inyección de productos destinados a parar un trabajo ini­
ciado porque el médico no esta listo...
Analizando los elementos presentes podremos evaluar las condiciones óptimas de un parto.

b) Los elementos necesarios

Son: el cráneo del niño y la pelvis de la madre.


Las mejores condiciones están reunidas cuando el niño llega a término porque el desarrollo del cráneo
está óptimo ofreciendo el mejor conjunto de flexibilidad/solidez.
— El niño no debe ser demasiado grande pues esto aumenta el conflicto cráneo/pelvis materna.
— La pelvis materna debe ser equilibrada sin bloqueo a nivel de las articulaciones esenciales como las
sacro-ilíacas o el pubis. Estos bloqueos provocan zonas duras que no permiten la adaptación de la
pelvis a las fuerzas mecánicas del momento. La elasticidad de los tejidos blandos es importante tam­
bién para que no hagan demasiada resistencia.
— La inercia de los tejidos es uno de los elementos más importantes a nivel mecánico en el momento
del nacimiento. Podemos decir que los tejidos del cuerpo pueden aceptar grandes fuerzas mecánicas
pero necesitan tiempo para hacerlo. Entenderemos la inercia tomando el ejemplo de un bote sobre
el agua que queremos mover disponiendo de una cierta cantidad de energía. Podemos transmitir
esta energía de dos maneras:
o La primera consiste en trasmitirla en un tiempo muy corto lo cual dará una fuerza intensa pero breve.
El bote avanzará poco pues no se respetó su tiempo de inercia. Se comportará como un conjunto fijo, la
parte mayor de la energía transmitida será devuelta y el operador se lastimará.
® La segunda consiste en diluir la energía en un tiempo largo. La fuerza así creada será poco intensa pero
persistente. El bote se moverá dócilmente esta vez.
Todos hemos experimentado que es más difícil desplazar la mano cuando está sumergida en el agua. Si lo
hacemos en la bañera queriendo moverla rápido nos daremos cuenta que la resistencia al desplazamiento es
mucho más importante. Esta resistencia del agua al movimiento de la mano es la prueba de este tiempo de ;
inercia mayor.
El cuerpo humano es un medio hídrico. Los tejidos del cuerpo están constituidos por un mínimo de 65%
de agua. Su tiempo de respuesta frente a un requerimiento exterior es relativamente largo. Muestran una |
gran inercia al movimiento.
W El tiempo de inercia depende igualmente de las estructuras consideradas. El hueso por ejemplo es mucho
/más denso que el músculo y exigirá para deformarse, mucho más tiempo. ¡
En el momento del parto se presenta el mismo tipo de situación. El niño debe abrirse paso a través de
tejidos que se resisten a su progresión. Lo ideal son fuerzas de empuje suficientemente intensas para hacer
progresar al niño pero que dejan el tiempo a los tejidos de la pelvis materna y del cráneo del bebé para qiu1
se adapten a las deformaciones.
La prevención del parto durante el embarazo tanto en el plano psicológico como mecánico tiene mucha
importancia. Es en este momento cuando el organismo de la madre puede prepararse para levantar tensiones
y barreras mecánicas importantes.
— La presentación del niño es igualmente importante pues condiciona el desarrollo mecánico fácil o no
de las distintas fases del parto.
— La utilización de fórceps, ventosas y otras herramientas, aunque indispensable a veces, puede contri­
buir a crear o empeorar deformaciones craneales en el niño.
La utilización de fórceps o ventosas por no progresión implica dos indicaciones osteopáticas:
T ratad o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 65

.— La no progresión indica una impresión de líneas de fuerzas en el organismo del bebé. Las fuerzas
provocarán una lesión osteopática de impactación entre dos suturas craneales. |
^ |— Se trata pues de una anomalía de superficie. Una ventosa deja huellas en superficie pero igualmente
1¡ en profundidad porque tracciona las membranas intracraneales y la duramadre hasta el sacro.

c) Las causas de nacimientos difíciles

Pueden ser numerosas y nos conformaremos con mencionar algunas entre las más frecuentes y evi­
dentes.
— La prematurez del niño. El cráneo es frágil.
— La pelvis de la madre demasiado tónica, deformada o bloqueada.
— El mal estado de salud de la madre, el estrés particularmente es muy perjudicial para el bebé. El es­
tado de estrés induce tensiones anormales en los tejidos del cuerpo. En la mujer embarazada no hay
diferencia marcada a nivel fisiológico, entre los tejidos de la madre y los del niño de manera tal que
la rigidez tisular materna consecutiva al estrés existe también en el niño aumentando las dificultades
mecánicas del parto.
— La mala presentación del bebé.
— La práctica sistemática innecesaria de técnicas médicas como provocar o detener el trabajo del parto.
— La duración: un trabajo demasiado rápido no respeta el tiempo de inercia de los tejidos. Un trabajo
demasiado largo es igualmente perjudicial pues las estructuras están comprimidas demasiado tiempo.

d) Consecuencias del nacimiento difícil (_


Ciertas consecuencias se perciben inmediatamente sea porque son muy graves poniendo en juego la vida
del niño sea porque conllevan manifestaciones visibles como la deformación del cráneo.
Muchos problemas del niño pueden relacionarse con un nacimiento difícil, pero como en la medicina
clásica nada en este campo ha sido imaginado y estudiado, este concepto dista mucho de ser admitido en el
medio médico.
Para terminar este capítulo, vamos a presentar los resultados de un estudio importante de la Dra. Viola
Frymann.
La Dra. Frymann es directora del “Osteopathic Center for Children” en La Jolla, California (U.S.A). En
su hospital, ella y su equipo efectuaron numerosos estudios sobre el neonato y el niño. Ella efectuó varios
estudios científicos para determinar la existencia eventual de una relación de causa a efecto entre ciertos
problemas del desarrollo y la dificultad de nacimiento.
Primero testó el mecanismo craneal de 1250 lactantes y estableció una clasificación de lo que percibió.
Solamente el 11% de estos bebés tenían un mecanismo craneal normal o casi normal. Eso significa que el
89% de los niños tenían un mecanismo craneal alterado en grados distintos después de nacer. Evidentemente
de entre este 89% se encontraron todo tipos de lesiones, desde las más benignas hasta las más graves.
Sobre el total de los niños evaluados el 58% no presentaban síntomas hasta el día de la evaluación efec­
tuada entre uno y cinco días después de nacer. El 17% presentaban síntomas de irritación del sistema ner­
vioso central. El 12% presentaban dificultades respiratorias.
Las conclusiones de la Dra. Viola Frymann son las siguientes:
1. “Es evidente que un traumatismo visible, severo, ha sido infligido a la cabeza, sea antes, sea durante el
trabajo de parto en el 10% de los bebés.”
66 D el p a r t o a l a l e s i ó n c r a n e a l

2. “Tensiones membranosas o articulares que pueden ser detectadas por el profesional formado en las
técnicas osteopáticas de diagnóstico en el campo craneal fueron notadas en el 78% de los casos, de tal forma
que casi 9 de cada 10 niños están afectados.”
3. “Relativamente pocos niños nacen sin tensión intempestiva o sin traumatismo craneal.”
La Dra. Viola Frymann se interesó luego en otro estudio realizado sobre cien niños entre 5 y 14 años que
presentaban dificultades escolares y de comportamiento, particularmente problemas de aprendizaje de la
lectura, de la escritura o dificultades de la visión. Estos estudios permitieron establecer una correlación sig­
nificativa entre estas dificultades y los problemas craneales consecutivos al nacimiento o a un traumatismo
de la primera infancia.
Sus conclusiones son las siguientes:
1. “La anamnesis demostró que 79 niños habían nacido después de un trabajo largo y difícil y tenían uno
o varios síntomas comunes durante el periodo post-natal”.
2. “Muchos casos de alergia infantil se imputan a tensiones músculo-óseas en el momento del nacimiento”.
3. “La escoliosis vertebral durante la infancia o la adolescencia, es, en numerosos casos, la consecuencia
de una escoliosis craneal provocada durante el nacimiento”.
Ciertos elementos no traumáticos influencian el comportamiento. Por ejemplo la calidad de la vida del
niño en su entorno y la ayuda que recibe cuando aparecen dificultades.
La Dra. Frymann insiste en que el tratamiento sistemático de las lesiones craneales de los bebés-astes de
los dos años evitaría probablemente muchos problemas referidos a la vida del niño y a su aprendizaje en la
vida. Esto permitiría a estos niños encontrar menos fracasos escolares, fracasos que no se deben a su falta de
aptitud sino, solamente a problemas de control o de maduración del cuerpo. Los niños que fracasan son
pronto rechazados por su entorno como incapaces y, a menudo, empujados hacia una espiral del fracaso que
los hunde cada vez más.
Ella concluye:
“Las tensiones músculo-óseas que soporta el neonato durante el nacimiento pueden causarle problemas
durante su vida entera. Reconocer y tratar estas disfunciones en el período que sigue inmediatamente al
nacimiento representa una de las fases más importantes, si no la más importante, de las fases de medicina
preventiva en la práctica de la osteopatía”.

r , ')
Los testimonios de un nacimiento difícil ( ^ ,J\ j

Los padres que no conocen nada de la osteopatía ni de la medicina no pueden, con frecuencia, evaluar el
grado de dificultad de nacimiento de su hijo.
La opinión de la madre en este tema no alcanza pues el parto, no habiendo sido demasiado largo ni de­
masiado doloroso, ella tiende a pensar que el niño no sufrió. El osteópata sabe que sólo el punto de vista del
niño es válido. Lo descubre palpando su cráneo. Sólo los tejidos saben verdaderamente lo que pasó.
La opinión de la madre carece de valor cuando la durmieron y, a menudo, cuando tuvo una anestesia
epidural pues las sensaciones viniendo del abdomen o de la pelvis están ausentes o alteradas.
En ausencia de problemas evidentes durante el parto ciertos signos observados más adelante pueden ha­
cer pensar que el parto fue difícil y que hay disfunciones craneales.

Presentaciones fetales

La posición fetal en relación al canal pelviano determina la holgura relativa o la dificultad con la cual la
movilidad fetal va a avanzar en el área pelvicogenital. Normalmente, el feto está replegado sobre sí mismo, y
presenta una convexidad posterior. La cabeza está doblada sobre el esternón, y los brazos están cruzados o
próximos uno del otro sobre el pecho. Los miembros inferiores están doblados, con las rodillas próximas a los
codos. Los pies están en dorsiflexión y en ligera inversión (ver dibujo superior derecho en página siguiente).
T ratad o in t e g r a l d i ; o s rm iw i í \ im íd iá i u ic a 67

La presentación hace referencia a la parte del niño que es la más comprometida en el canal pelviano, o la
más próxima a él. De este modo, cuando el niño está situado según una dirección longitudinal, la presenta­
ción es sobre la cabeza para una presentación cefálica, o sobre las nalgas para una presentación caudal. Para
cada posibilidad, existen unas variantes. En las presentaciones cefálicas, la cabeza puede estar más o menos
en flexión o en extensión. Entonces, las partes que identifican las presentaciones respectivamente son la
cumbre, el bregma, la frente y la cara.
Las presentaciones de nalgas son clasificadas según la posición de las piernas del feto. Se dice que la po­
sición de nalgas es completa cuando el feto está colocado “ en sastre la posición de nalgas es incompleta
cuando las caderas están dobladas, las rodillas están extendidas y los pies llegan a la altura de la cabeza fetal
(ver dibujos inferiores derecha e izquierda).

V
/
Tronco fetal en vista posterior
(diámetro bisacromial: 120 mm.) Posición fetal típica:
Cabeza flaxionada sobre el esternón, antebrazos cruzados
sobre el pecho, piernas flexionadas

/ / w\ \

lik J iA
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7
: 1

Presentación de nalgas completa Presentación de nalgas incompleta


68 .D e l p a r t o a la l e s ió n c r a n ea l

La posición fetal define la relación entre zonas fetales convencionales y la pelvis de la madre:
• El punto de referencia para las presentaciones occipitales es el occipucio, I
• para las presentaciones de la cara, la barbilla,
0 y para las presentaciones de nalgas, el sacro.
Además, el occipucio, la barbilla o el sacro puede estar o sobre el lado derecho (D) o sobre el lado izquier­
do (I) de la pelvis materna, y en una colocación o anterior (A), o posterior (P). Las diferentes presentaciones
son definidas así; por ejemplo, una orientación de la cabeza en occípito-iüaco izquierda anterior es abreviada
ODA. La presentación del vértice o coronilla es la más frecuente (95%), seguida por la de nalgas (3%), por
el hombro (0,4%), y por la cara (0,3%). Entre las presentaciones del vértice, la variedad ODA es la más fre­
cuente (57%) (Ver dibujos inferiores).

Presentaciones cefálicas:
OHA: occípito-ilíaca izquierda anterior. O ID A : occípito-ilíaca derecha anterior
O ID P : occípito-ilíaca derecha posterior. O H P: occípito-ilíaca izquierda posterior
T ratad o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 69
& 2 s/~ri^c£p¡ ct Soircí }/SV
C»W< r?~ c
Pelvis materna \„ , a ic Á>1.
' i.t ^
p e l v is ó s e a

La cintura pelviana está formada por cuatro piezas óseas y por cuatro articulaciones. Ambos huesos coxa-
4es (iliacos) se articulan con el sacro al nivel de las articulaciones sacro-ilíacas, y entre ellos, adelante, a la
/sínfisis pubiana. El coxis se une al sacro para formar la articulación sacrococcígea. La estabilidad de la cintu­
ra pelviana reside en parte sobre la fuerza de sus ligamentos, en particular los ligamentos sacro-ilíacos pos­
teriores y los ligamentos de la sínfisis púbica.
La pelvis representa la cavidad contenida en el interior del anillo pelviano óseo. Es usado en obstetricia
para notar la diferencia entre la verdadera o pelvis menor y la falsa o pelvis mayor. La línea de división es
arbitraria; parte detrás del promontorio del sacro, sigue las líneas innominadas y acaba adelante del lado
superior de la sínfisis pubiana. La pelvis menor está situada bajo este plano; Está limitada por atrás por la cara
anterior del sacro, que es cóncava, y el coxis. Los lados están limitados por las partes iliacas e isquiáticas de
los huesos coxales, y la delantera por las ramas pubianas y la sínfisis. Por encima dekpelvis menor, los límites
son por atrás la base del sacro y las vértebras lumbares, lateralmente los agujeros ilíacos, y adelante la parte
inferior de la pared abdominal.
La pelvis menor puede ser descrita como un cilindro truncado con una apertura superior, el estrecho
superior, y una apertura inferior, el estrecho inferior (ver dibujo inferior y los de la página siguiente). Este
cilindro encorvado sigue la concavidad anterior del sacro y del coxis. En posición anatómica, el lado superior
del canal pelviano mira hacia abajo y hacia atrás, y la parte inferior se curva hacia abajo y hacia adelante. El
marco óseo rígido del canal pelviano va a determinar la vía seguida por la progresión fetal. Los movimientos
posibles entre las articulaciones pelvianas permiten algunos pequeños ajustes, a condición de que estas arti­
culaciones estén libres de toda disfunción somática.

Articulaciones sacroiliacas

Pelvis ósea. A: vista anterior. B: vista posterior


70 D el pa r to a la lestó n cra n ea l

Estrecho superior

Sínfisis púbica

Estrecho inferior

1. Estrecho superior

Habitualmente, en la mujer, el estrecho superior tiene una forma más redonda que ovalada. Sus dimen­
siones son las esenciales desde un punto de vista obstétrico; deben permitir el paso de la cabeza fetal. Cuatro
diámetros son descritos: sagitales, transversos y oblicuos derechos e izquierdos. El diámetro sagital separa el
promontorio del sacro de la sínfisis pubiana. El conjugado obstétrico difiere ligeramente y toma en conside­
ración la distancia entre la cara anterior de la primera pieza sacra y el punto retropubiano de la sínfisis pu­
biana. Mide por término medio 10,5 cm o más. El diámetro transverso es la distancia más grande que separa
las líneas innominadas y mide normalmente 13,5 cm. Los dos diámetros oblicuos van de una eminencia ilio-
pectínea a la articulación sacro-ilíaca heterolateral. Miden cerca de 12,5 cm y son nombrados derechos o
izquierdos según el lado de la eminencia iliopectínea de origen (ver dibujos en página siguiente).
T ratad o in t e g r a l d e o s i ru iw i ú im d i .v i h ic a 71

Diám etros sagitales, transverso y oblicuos derechos e izquierdos del estrecho superior

.,;ív:rí.V,

- .

■ % ' :v

D iám etro sagital del estrecho superior

2. Estrecho inferior

El estrecho inferior es romboide. Está formado por atrás por el sacro y la punta del coxis, lateralmente
por las tuberosidades isquiáticas y los ligamentos sacrotuberosos, y adelante por el borde inferior de las ra­
mas pubianas y de la sínfisis. La forma de este estrecho varía con arreglo a la posición del coxis. Además, la
elasticidad de los ligamentos que participan en su formación reducen la rigidez. Tres diámetros son habitual-
mente descritos: sagital, transverso y sagital posterior. El diámetro sagital es la distancia que separa el borde
72 D f .l p a u t o a la l e s ió n c r a n ea l

inferior de la sínfisis pubiana del ápex coccígeo; mide entre 9,5 y 11,5 cm. El diámetro transverso separa los
bordes internos de las tuberosidades isquiáticas y mide por término medio 11 cm. El diámetro sagital poste­
rior es la parte del diámetro sagital situada detrás del diámetro transverso; es normalmente superior a 7, cm
(ver dibujo inferior).

- A

/ Transverso
)>■

Sagital

Diámetros sagitales y transverso del estrecho inferior

3. Formas pelvianas

Un conocimiento profundo de la pelvis permite comprender la fisiología del parto, cómo la estructura
afecta a la función, y en este caso, la forma pelviana determina la vía para la progresión fetal.
La clasificación de las formas pelvianas de Caldwell y Moloy es siempre de uso. Estos últimos identifica­
ron cuatro tipos de pelvis femeninas: ginecoide, androide, antropoide y platipeloide (Ver dibujo en página
siguiente).
— El tipo ginecoide es el más frecuente; con un diámetro transverso igual o ligeramente superior al diá­
metro AP, el estrecho superior presenta en este caso una forma oval o redondeada.
— El tipo androide es una pelvis de forma triangular en su parte delantera. El diámetro sagital del estre­
cho superior es mucho más corto en su parte posterior que en su parte delantera. El espacio para la
cabeza fetal es reducido, y reservado el pronóstico para un nacimiento por vía baja.
— El tipo antropoide es caracterizado por un estrecho superior de forma más oval, con un diámetro AP
más grande que el diámetro transverso.
— El tipo platipeloide es m enos frecuente; presenta un diámetro transverso importante y un diámetro
AP mucho más pequeño.
Por otro lado, además de las influencias genéticas, la forma de la pelvis femenina parece influida por las
actividades atléticas de la adolescencia; actividades físicas intensas predisponen al desarrollo de una pelvis de
tipo androide.
Dimensiones y configuración pelvianas son apreciadas más precisamente cuando esto se revela necesario,
con pelvimetrías por escanografías y RMN. Desde entonces, los factores de anomalías pelvianas y despro­
porciones fetopelvianas son detectadas.
T ra tad o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 73

A: Pelvis de tipo ginecoide. B: Pelvis de tipo androide. C : Pelvis de tipo antropoide

4. Disfunciones pélvicas

Las disfunciones somáticas de la pelvis, como las disfunciones somáticas posturales, afectan a las dimen­
siones de la pelvis menor. La disfunción en extensión craneosacra disminuye el diámetro AP del estrecho
superior, y aumenta el diámetro AP del estrecho inferior. A la inversa, la disfunción en flexión craneosacra
aumenta el diámetro AP del estrecho superior, y disminuye el diámetro AP del estrecho inferior. Las disfun­
ciones en torsión afectan asimétricamente los dos diámetros oblicuos de la pelvis materna uniendo una arti­
culación sacro-iliaca a la eminencia iliopectínea heterolateral. En el ejemplo de torsión sacra izquierda, el
diámetro oblicuo izquierdo del estrecho superior disminuye.
Nota:el diámetro oblicuo del estrecho superior no se puede confundir con el eje oblicuo del sacro.
A la inversa, con una torsión derecha, el diámetro oblicuo derecho del estrecho superior disminuye.
Estos desplazamientos pelvianos son esenciales en obstetricia, porque facilitan o complican elprogreso del
móvil fetal, a veces con limitaciones sobre el niño. La mayoría de las veces, la cabeza fetal secomprometeen el
estrecho superior, con su diámetro orientado AP en dirección a uno O'Q
de los dos diámetros oblicuos de la pelvis materna. Una disfunción
eñ torsión sacra que disminuye uno de los diámetros oblicuos va a
hacer difícil la orientación de la cabeza fetal en este diámetro, y por
consiguiente va a alterar el desarrollo del parto. /
Durante el embarazo, una relajación de los tejidos de la sínfi­
sis pubiana y de las articulaciones sacro-iliacas resultante de cam­
bios hormonales con un pico de relaxina-hacia la 12a semana de
gestación. Desde entonces, los movimientos de estas articulacio­
nes son facilitados para adaptar las limitaciones causadas por el / / 'A
aumento del volumen uterino, las modificaciones de transmisión N’‘ ‘
de las líneas de fuerza debidas a la gravedad, y la inminencia del
parto. En presencia de disfunciones somáticas sacras y lumbares,
estos cambios adaptativos son restringidos, siendo fuente poten­
cial de dolor durante el embarazo y el parto. Todo lo que contra­ J
ria el bienestar maternal afecta al bienestar del niño. La osteopa-
Compomiso de la cabeza fetal
üa es una práctica holística que debe tener en cuenta el entorno en el estrecho superior
del niño, y en este caso, la madre. según el diámetro oblicuo izquierdo
74 D e l p a rto ~a l a le s ió n c r a n e a l

5. Tejidos blandos de la pelvis


En ausencia de disfunción somática, el sacro está en equilibrio entre ambos músculos piramidales. Durante el
embarazo, el feto se desarrolla segununa posición asimétrica, y arrastra con él al útero materno en una orientación
oblicua. En consecuencia, tensiones asimétricas se ejercen sobre el sacro que resultan en una torsión acomodativa.
El músculo piramidal entonces está sometido a limitaciones más grandes del lado de la rotación sacra, lo que
puede afectar al nervio ciático. En efecto, este nervio deja la pelvis por el agujero ciático mayor y más a menudo
se dirige hacia atrás pasando bajo el borde inferior del músculo piramidal donde puede ser agredido.
! Las mujeres embarazadas a menudo se quejan de dolores en la parte baja de la espalda, localizados late­
ralmente en la región glútea, irradiando sobre la parte posterior del muslo parecido a una ciática. Sin embar-
Igo, en la inmensa mayoría de los casos, el dolor no irradia debajo de la rodilla, y los reflejos tendinosos son
normales, excluyendo de este modo una patología radicular. Los desequilibrios posturales de la madre deben
obligatoriamente ser normalizados, para mejorar la comodidad materna, pero también porque las disfuncio-
nes pélvicas de la madre afectan al desarrollo normal del embarazo y del parto.
El diafragma pélvico es una hamaca musculotendinosa formada de un plano profundo que comprende los
músculos elevadores del ano y el isquiococcígeo, y los ligamentos sacrotuberosos; y de un plano superficial con
los músculos y fascias superficial del perineo. Los músculos elevadores del ano forman la parte más grande del
suelo pelviano. Presentan varias partes, descritas con arreglo a las zonas de inserción; son los haces pubococcí-
geos, puborectales e ilio-coccígeos. Los músculos isquiococcígeos forman la parte posterior del diafragma
pélvico; se insertan sobre las tuberosidades isquiáticas, se agregan a los ligamentos sacroespinosos, y acaban en
el sacro y el coxis (ver dibujo inferior y en página siguiente). El centro tendinoso del perineo es una masa fibro-
muscular situada bajo la piel entre la vagina y el canal anal, donde convergen las fibras tendinosas de la inmen­
sa mayoría de los músculos de los planos superficiales y medios del perineo. En el momento del parto, la pre­
sentación comprime y extiende este centro. El perineo debe entonces adaptarse o romperse. Las fibras de los
músculos elevadores del ano son estiradas considerablemente y el perineo progresivamente se adelgaza. Por
eso, el perineo ofrece al mismo tiempo una resistencia contra la cabeza fetal que facilita la deflexión cefálica.
En definitiva, para facilitar el embarazo y el parto, el perineo debe ser funcional, la pelvis y las visceras intra-
pelvianas equilibradas, como deben ser los músculos abdominales y la columna lumbar. Toda disfunción somá­
tica de estas regiones resulta en una función alterada de sus “estructuras esqueléticas, artroidales y miofasciales,
y elementos vasculares, linfáticos y neurales relacionados con ellos” al afectar, de este modo el desarrollo fetal
y el nacimiento del niño. La práctica de la osteopatía prenatal en la madre mejora las circunstancias del parto.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 75
ce
c , ..

O bturador interno
Arcada tendinosa" M úsculo coccígeo
Agujero obturado

Músculo iliom m V i o Ligam ento sacroespinoso


Elevador_ Avertura anal
M úsculo pubi n. ( n i íy i-i i
del ano
M úsculo puborectal

H iato urogenital

Tejidos blandos de la pelvis: músculos elevadores del ano e isquiococcígeos

Distocia

En medicina, el término distocia se emplea cuando el parto o alumbramiento procede de manera anormal
o difícil. Puede ser el resultado de contracciones uterinas incoordinadas, de una posición anormal del feto o
de una desproporción cefalopélvica relativa o absoluta. Sin embargo, un embarazo complicado por distocia
puede, con frecuencia, llegar a término con el empleo de maniobras obstétricas, como los partos instrumen­
tados (por ejemplo, el uso de fórceps) o, más comúnmente, por una cesárea. Los riesgos reconocidos de una
distocia incluyen la muerte fetal, estrés respiratorio, encefalopatía isquémica hipóxica y daño del nervio
braquial.

1. Clasificación

La distocia de hombros es un caso específico de distocia en el que la porción anterior de los hombros no
logra pasar por debajo de la sínfisis púbica o requiere una considerable manipulación para hacerlo. Es decir,
una vez sale la cabeza fetal, se dificulta el desprendimiento de los hombros del estrecho canal de la pelvis
materna. Aunque poco frecuente, la distocia de hombros es una emergencia obstétrica.
Una prolongación del segundo estadio del alumbramiento es otro tipo de distocia en el que el feto no ha
sido expulsado al transcurrir tres horas desde que el cérvix materno esté completamente dilatada.

2. Epidemiología^,]} L*

Internacionalmente, no existen estadísticas epidemiológicas de la frecuencia de partos anormales,


probablemente debido a lo subjetivo que resulta el diagnóstico exacto. En los Estados Unidos, entre un
25-30% de los partos son por cesárea, de los cuales la distocia representa un 30-40%. Por ello, la frecuen­
cia de distocia estadounidense es aproximadamente 10%. La distocia de hombros es menos frecuente,
con una prevalencia de uno 5 casos por cada 1000 alumbramientos. La distocia de presentación es uno de
los pocos casos en la que resulta considerablemente difícil intervenir con el fin de reducir la tasa de
cesárea.
76 D el p a u t o a l a i .e s i ó n c r a n e a l

3. Complicaciones

Debido a que el tratamiento de la distocia incluye un parto por cesárea, la condición se asocia a una
mayor mortalidad y morbilidad, incluyendo dolor, daños de algunos órganos, trastornos de la fertilidad, in­
fecciones, trombosis, coágulos, anemia y las secuelas que por lo general acompañana a las transfusiones
sanguínea, si dicho procedimiento se amerita. Ciertas estadísticas sugieren que menos de una mujer por cada
2.500 cesáreas morirá, comparado con 1 en 10.000 para el parto vaginal.
La morbilidad del recién nacido es usualmente mínima, por lo general limitado a laceraciones iatrogéni-
cas, es decir, producto de la cesárea. Todos los efectos secundarios para el bebé por razón de una cesárea, se
aplican a operaciones para aliviar la distocia, incluyendo dificultades repiratorias.

E l aspecto de un recién nacido

En las escenas de partos que se ven en el cine o por televisión, la futura madre, a menudo perfectamente
maquillada y bien peinada, “da a luz” a un bebé tras unos cuantos gritos y gemidos. Segundos después, el
médico les presenta a los emocionados padres un precioso y fotogénico bebé de varios meses, limpio y repei­
nado, balbuceando tiernamente.
Compare esta imagen con el aspecto que tiene realmente un recién nacido tras salir del vientre materno:
azulado, cubierto de sangre y una sustancia blanquecina y pegajosa y con el aspecto de acabar de participar
en un combate de boxeo.
Pero el hecho de que su bebé no se parezca a uno de esos querubines de Hollywood no debería ser moti­
vo de sorpresa. Recuerde que el feto se desarrolla inmerso en líquido, replegado sobre sí mismo en un espa­
cio que se le queda cada vez más pequeño dentro del útero. Todo el proceso suele culminar con el bebé
siendo empujado a través de un canal del parto óseo y sumamente estrecho, siendo necesario a veces utilizar
fórceps o ventosa.
De todos modos, hay dos cosas que conviene recordar:
\ . 1. Generalmente, los rasgos que hacen que un bebé normal tenga un aspecto extraño sólo son temporales,
j 2. A los ojos de un padre ilusionado y lleno de admiración, su bebé siempre será el bebé perfecto.
T ratad o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 77

ASPECTO GEN ERAL D E LO S R E C IE N N ACIDOS


£
El momento en que la madre podrá ver, tocar o inspeccionar por primera vez a su recién nacido depen­
derá del tipo de parto que tenga, de su estado y del estado del bebé. Si tiene un parto vaginal sin complica­
ciones, deberían permitirle coger al bebé a los pocos minutos de dar a luz.
En la mayoría de los casos, los bebés parecen encontrarse en un estado de alerta tranquila aproximada­
mente durante la primera hora inmediatamente posterior al embarazo. Ese es un momento perfecto para que
la madre y su pequeño se empiecen a familiarizar el uno con el otro e inicien el proceso de formación del
vínculo. Pero no se desespere si las circunstancias imposibilitan que conozca, vea o coja al bebé inmediata­
mente después de dar a luz. Pronto podrán pasar tiempo los dos juntos, y no hay pruebas científicas de que
el retraso de ese encuentro repercuta negativamente sobre la salud o el comportamiento del bebé, ni sobre
la posterior relación madre-hijo.
Durante las primeras semanas, damos cuenta de que la mayor parte del tiempo el bebé tenderá a mante­
ner los puños apretados, los codos, caderas y rodillas flexionados, y brazos y piernas replegados sobre la
parte anterior del cuerpo. Esta postura se perece bastante a la posición fetal que mantuvo durante los últimos
meses de embarazo. Los bebés que nacen prematuramente pueden presentar algunas diferencias en lo que se
refiere a la postura, aspecto, actividad y comportamiento en comparación con los recién nacidos a término.
Los bebés nacen con una serie de respuestas instintivas a estímulos como la luz o el tacto, conocidas como
reflejos primitivos, que desaparecen gradualmente conforme van madurando. Estos reflejos incluyen:
— Reflejo de succión, que hace que el bebé succione con fuerza cualquier objeto que le pongan en la boca.
— Reflejo de prensión, que hace que el bebé cierre la mano y apriete fuertemente los dedos cuando le
aplican presión en la palma de la mano con un dedo u otro objeto.
— Reflejo de M oro, o reacción de sobresalto, que hace que el bebé extienda súbitamente los brazos
hacia los lados y luego los repliegue sobre el tronco cuando se sobresalta ante un ruido fuerte, una luz inten­
sa, un olor fuerte, un movimiento repentino u otro estímulo.
Asimismo, debido a la inmadurez del sistema nervioso, a los recién nacidos les pueden temblar los brazos,
las piernas o la barbilla, particularmente cuando lloran o están agitados.
Durante las primeras semanas generalmen- ■ -■- - - -
te los bebés se pasan la mayor parte del tiempo
durmiendo. Esto puede estar todavía más exa­
cerbado durante el primer día o primer par de ,
días de vida en los recién nacidos a cuyas ma- ! \ V : '(
dres les administraron ciertos tipos de medica- •' j y 1' - - •
mentos o anestesia durante el parto.
A menudo, a los padres les preocupa el pa­ ,-
W
trón respiratorio de su recién nacido, debido a ■' .
la mayor atención que ha recibido últimamente s- .
el síndrome de muerte súbita del lactante
(SMSL). Pero la madre debe tener en cuenta
que es normal que la respiración de un bebé tan
pequeño sea un poco irregular.
Cuando un bebé está despierto, su frecuen­
cia respiratoria puede variar ampliamente, a
veces excediendo las 60 respiraciones por minuto, sobre todo cuando está agitado o después de un episodio
de llantos. Los recién nacidos también tienen períodos durante los cuales dejan de respirar de 5 a 10 segun­
dos y luego vuelven a respirar por sí mismos. Esto se conoce como respiración periódica, lo que tiende más
a ocurrir durante el sueño y se considera completamente normal. De todos modos, si el bebé se pusiera azul
0 dejara de respirar durante un período de tiempo más largo, se trataría de una emergencia, en cuyo caso se
debería contactar inmediatamente con el pediatra o llevarlo al servicio de urgencias más cercano.
78 D e i. p a u t o a la l e s ió n c r a n ea l

A pesar de que no empezará a hablar hasta mucho más tarde, el recién nacido producirá una sinfonía de
sonidos (sobre todo grititos de alta frecuencia) además de los llantos de rigor. Los estornudos y los hipos
también son muy frecuentes, y en los recién nacidos no indican que el bebé padezca alguna infección, aler­
gias o problemas digestivos.

CABEZA

Puesto que la cabeza es la parte del cuerpo que suele abrirse paso a través del canal del parto, puede verse
afectada por el traumatismo del parto. El cráneo del bebé está formado por varios huesos independientes que
a la larga se acabarán fusionando. Esto permite que la inmensa cabeza del bebé se deforme ligeramente al
pasar por el estrecho canal del parto sin provocar lesiones ni en el bebé ni en la madre.
La cabeza de un bebé nacido por
parto vaginal a menudo presenta al­
Las fontanelas s
gún grado de deformidad o moldea- representan en
miento, que es cuando los huesos del color neCTO.

cráneo del bebé se deforman y se su­


perponen parcialmente, haciendo que
la parte superior de la cabeza del bebé
tenga una forma alargada, abombada,
ovalada o, incluso, “apepinada”. Este
aspecto, que a veces puede resultar
chocante, irá desapareciendo a lo lar­ « W íls iS fc
go de los primeros días de vida, a me­
dida que los huesos del cráneo del
NMMB
bebé se vayan redondeando. Pero esto A-'-’ ¡ ; vi,;
no siempre ocurre así, siendo necesa­ V hM F1
ria la intervención de un osteópata. La
cabeza de los bebés que nacen por ce­
sárea o de nalgas (con las nalgas o los Minutos después dei nacimiento Después de 24 horas

pies primero) generalmente no pre­


senta moldeamiento, pero presentan otros problemas como veremos más adelante.
Debido a la separación existente entre los huesos que conforman el cráneo del bebé, se podráipalpar dos
fontanelas, también conocidas como “puntos blandos o deprimidos”, en la parte superior de la cabeza del
bebé. El de mayor tamaño, ubicado en la parte frontal de la cabeza, tiene forma de diamante y suele medir
entre 2,5 y 7,5 cm de ancho. En la parte posterior de la cabeza los bebés tienen otra fontanela, de menoi
tamaño y en forma de triángulo. No hay que asustarse si comprobamos que la piel que recubre las fontanelas
del bebé sube y baja cuando el bebé llora o se esfuerza y cuando está
tranquilo e incorporado lo hace con los latidos del corazón. Es comple­
tamente normal. Las fontanelas acaban desapareciendo cuando se cie­
rran los huesos del cráneo, generalmente entre los 12 y los 36 meses
para la fontanela anterior y en tomo a los 3-6 meses para la posterior.
Además de tener forma alargada u ovalada, la cabeza de un recién
nacido puede tener una o varias protuberancias provocadas por el trau­
aBnBEBHSi matismo del parto. Conocido como caput succedaneum o “tumor del
parto”, se trata de una zona circular del cuero cabelludo hinchada y
- =- amoratada que generalmente se encuentra en la parte posterior de la
cabeza, que es la que primero se abre paso por el canal del parto. Suele
remitir en unos pocos días.
lr> . : Un cefalohematoma es una masa de sangre que se ha filtrado bajo
« ¡■ ¡¡¡¡■ i la membrana protectora que recubre uno de los huesos del cráneo.
Generalmente está provocado por la presión que ejerce la cabeza del
T ratad o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 79

bebé contra los huesos pelvianos de la madre al atravesar el canal del parto. El edema se limita a un lado de
la cabeza del bebé y, a diferencia del “tumor del parto”, puede tardar una o dos semanas en desaparecer. Lfa
rotura de las células sanguíneas del cefalohematoma puede determinar que el bebé presente una ictericia más
pronunciada durante la primera semana de vida. Es importante recordar que tanto los “tumores del parto”
como el cefalohematoma se producen cuando ha tenido lugar un traumatismo que ha afectado al exterior del
cráneo, por lo que ninguno de ellos indica que se haya lesionado el cerebro del bebé.

CARA

La cara de un recién nacido puede verse un poco hinchada debido a la acumulación de fluido y al duro y
dificultoso paso por el canal del parto. El aspecto del rostro del bebé suele cambiar significativamente du­
rante los primeros días de vida a medida que el pequeño va eliminando el exceso de fluido y se va recuperan­
do del traumatismo del parto. Por eso las fotos que se le toman al bebé una vez en casa serán muy diferentes
a las que le tomaron inmediamente al nacer. En algunos casos, los rasgos faciales del recién nacido pueden
estar bastante distorsionados debido a la posición que tenía en el útero materno y al aplastamiento que ex­
perimentó el rostro al recorrer el canal del parto. No debe preocuparse, las orejas arrugadas, las narices
aplastadas o las mandíbulas asimétricas suelen recuperar sus formas normales con el paso del tiempo.

OJOS

Pocos minutos después del nacer la mayoría de los recién nacidos abren los ojos y empiezan a mirar a su
alrededor. Los recién nacidos pueden ver, pero probablemente no enfocan bien, por lo que puede parecer
que se les van o que bizquean durante los 2 o 3 primeros meses de vida. Al tener los párpados hinchados,
algunos bebés no pueden abrir los ojos inmediatamente después de nacer. Cuando tome en brazos al recién
nacido, podrá estimularle a abrir los ojos aprovechando su reflejo de “ojo de muñeca”, que es la tendencia de
los bebés a abrir los ojos cuando alguien los sostiene en posición vertical.
.. A veces los padres se asustan al comprobar que el blanco de uno o ambos ojos del recién nacido está teñido
de rojo. Este fenómeno, denominado hemorragia subconjuntival, ocurre cuando se filtra sangre bajo la mem­
brana que recubre el globo ocular debido al traumatismo del parto. Se trata de algo completamente inofensivo
similar a un morado, desaparece al cabo de varios días y generalmente no es indicativo de lesión ocular.
A menudo los padres sienten curiosidad por saber de qué color tendrán los ojos su bebé. Si un lactante
nace con ojos marrones, seguirá teniéndolos de ese color. Esto es lo que ocurre en la mayoría de bebés de
raza negra o asiática. La mayoría de los bebés de raza blanca nacen con los ojos grises azulados, pero la pig­
mentación del iris (la parte coloreada del ojo) se puede ir oscureciendo progresivamente, no adquiriendo su
color permanente generalmente hasta que el bebé tiene entre 3 y ó meses de edad.

OREJAS

Las orejas de un recién nacido, al igual que muchas otras partes de la cara, pueden estar aplastadas, arru­
gadas o presentar otras “deformaciones” morfológicas debido a la posición que adoptó el bebé dentro del
útero materno durante la última etapa del embarazo. Puesto que a los recién nacidos todavía no se les ha
desarrollado el cartílago que confiere estabilidad a las orejas de los niños mayores, no es nada raro que los
recién nacidos tengan temporalmente las orejas arrugadas o parcialmente deformadas. También son frecuen­
tes los pequeños colgajos o depresiones en la piel del costado de la cara justo delante de las orejas. Generalmente
son fáciles de extirpar.

n a r iz

Puesto que los recién nacidos suelen respirar por una nariz de pequeño tamaño y por unas vías nasales
muy estrechas, pequeñas cantidades de fluido nasal o mocos pueden hacerles respirar ruidosamente o pare­
cer congestionados aunque no estén acatarrados ni tengan ningún otro problema de salud. Preguntar al
pediatra cómo debe utilizar gotas nasales de solución salina y los extractores para ayudar a despejarle las vías
nasales al bebé si es necesario.
80 D e l p a r t o a la l e s ió n c r a n ea l

Los estornudos también son habituales en los recién nacidos. Se trata de un reflejo completamente nor­
mal que no tiene por qué obedecer a una infección, alergias u otro problema de salud. ' ,

BO CA
Cuando el recién nacido abre la boca al bostezar o llorar, es posible que comprobemos que tiene unos
pequeños puntos blancos en el paladar, generalmente cerca del centro. Se trata de pequeñas masas de células
denominadas perlas de Epstein. Estos puntos, así como los quistes llenos de fluido que a veces están pre­
sentes en las encías de los recién nacidos, desaparecerán durante las primeras semanas de vida.

C U ELLO

Sí... El cuello está ahí: entre el tronco y la cabeza, aunque no lo parezca. Normalmente el cuello parece más
corto en los recién nacidos porque tiende a quedar escondido entre los pliegues de piel y las rollizas mejillas.
A nivel osteopático, el cuello del bebé hay que liberarlo lo antes posible, principalmente el Atlas en rela­
ción al occipital. Cuando el niño comienza a caminar, es el momento para ir evolucionando en esta región.

PEC H O

Puesto que la pared torácica de los bebés es muy fina, es posible que se vea o note al tacto cómo la parte su­
perior del tórax del bebé se mueve cada vez que le late el corazón. Esto es normal y no debería preocupamos.
Asimismo, los recién nacidos de ambos sexos pueden tener las mamas abultadas. Esto se debe a una
hormona femenina denominada estrógeno que la madre trasmite al feto durante el embarazo. Tal vez pueda
palpar unas masas de tejido duro, en forma de disco, debajo de los pezones del bebé, y ocasionalmente los
pezones pueden secretar una pequeña cantidad de fluido con aspecto lechoso (denominado coloquialmente
“leche de brujas”). Este engrosamiento mamario casi siempre desaparece durante las primeras semanas de
vida. A pesar de lo que creen algunos padres, no se deben estrujar o apretar las mamas del bebé, con ello no
se consigue que pierdan volumen más deprisa.

BRAZOS Y PIERN AS

Después del parto, los recién nacidos tienden a adoptar una postura similar a la posición fetal que adop­
taron en el interior del útero durante la última etapa del embarazo: brazos y piernas flexionadas y replegados
sobre el tronco. Generalmente tienen los puños apretados, y puede resultar difícil abrírselos porque el hecho
de tocarles o colocarles un objeto en la palma de la mano desencadena un fuerte reflejo de prensión.
Los recién nacidos pueden tener las uñas de los dedos de las manos lo bastante largas como para ara­
ñarse cuando se llevan las manos a la cara. Si le ocurre esto al bebé, deberemos cortarle con mucho cuidado
las uñitas con unas tijeras pequeñas.
A veces a los padres les preocupa el aspecto curvado de las piernas y pies de su recién nacido. Pero, si
piensa en la postura que adoptaba dentro del vientre materno durante las últimas etapas del embarazo (ca­
deras y rodillas flexionadas con piernas y pies hacia arriba replegados sobre el abdomen) no le debería extra­
ñar que las piernas y los pies de su recién nacido tiendan a curvarse hacia adentro. De todos modos, con el
paso del tiempo, las piernas se van enderezando d.e forma espontánea cuando el pequeño empiece a ganar
peso, a andar y a crecer durante los dos o tres primeros años de vida.

A BD O M EN

Es normal que el abdomen de un bebé (la barriguita) sea bastante prominente y redondeado. Cuando el
bebé llore o se esfuerce (por ejemplo, al defecar), es posible que notemos que la piel que cubre la parte cen­
tral del abdomen se proyecta hacia afuera entre las bandas de tejido muscular que conforman la pared abdo­
minal en cada lado del abdomen. Esto casi siempre desaparece durante los primeros meses de vida a medida
que el bebé va creciendo.
T ratad o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 81

A muchos padres les preocupa el aspecto y cuidado del cordón umbilical del bebé. El cordón contiene
tres vasos sanguíneos (dos arterias y urna vena) rodeadas de una sustancia gelatinosa. Tras el parto, el cordón
se pinza o se ata antes de cortarlo para separar al bebé de la placenta. En la mayoría de centros sanitarios, se
aplica un líquido bactericida al muñón umbilical tras el parto. El muñón umbilical se desprende entre el
décimo día y la tercera semana de vida. Se suele enseñar a curar esta parte del cuerpo del bebé periódicamen­
te con alcohol para prevenir posibles infecciones hasta que el muñón se seque y se desprenda completamen­
te. El muñón umbilical no debería sumergirse en agua durante el baño hasta que esto ocurra. A medida que
se vaya secando, el cordón irá cambiando de color, de amarillo a marrón o negro, es algo normal. Pero se
debería consultar al pediatra si el área del ombligo se enrojece o empieza a supurar o a oler mal.
Las hernias umbilicales son frecuentes en los recién nacidos, particularmente en los de raza negra. Un
orificio en la pared abdominal en el lugar del cordón umbilical o futuro ombligo permite que una parte del
intestino del bebé sobresalga a través del orificio cuando éste llora o hace esfuerzos, provocando que la piel
que la recubre se proyecte hacia fuera. Generalmente estas hernias son inofensivas y no dolorosas. La mayo­
ría de ellas se cierran solas durante los primeros años de vida, pero, en el caso de que no se cierren por sí
mismas, una intervención quirúrgica muy sencilla las puede corregir. Los remedios caseros que se han prac­
ticado durante años para tratar las hernias umbilicales, como atar una moneda con un cordel o dar golpecitos
con una moneda sobre el área, no se deben utilizar. Estas técnicas no sirven de nada y pueden provocar in­
fecciones cutáneas u otras lesiones.

GENITALES

Los genitales (órganos sexuales) de los recién nacidos de ambos sexos pueden parecer relativamente gran­
des e inflamados. ¿Por qué? Por varios motivos, incluyendo la exposición a las hormonas producidas por la
madre y por el feto, las magulladuras e inflamaciones provocadas por el traumatismo del parto y el curso
natural de desarrollo de estos órganos.
En las niñas los labios mayores, esto es, la parte más exterior de la vulva pueden verse hinchados. La piel
de los labios puede estar lisa o bien algo arrugada. A veces, sobresale una pequeña porción de tejido rosa
entre los labios (se trata del colgajo himenal), que no tiene ninguna importancia y que se acaba retrayendo
y pasando a formar parte de los labios cuando crecen los genitales.
Debido al efecto de las hormonas maternas, la mayoría de recién nacidas tienen flujo vaginal. Este está
compuesto por una secreción pegajosa que a veces contiene algo de sangre y que dura varios días. Este “mi-
niperíodo” es una secreción uterina tipo menstrual completamente normal que tiene lugar cuando los estró-
genos que la madre transmitió a.su hija durante el embarazo empiezan a desaparecer.
A pesar de que se trata de algo mucho más frecuente en los bebés de sexo masculino, la hinchazón de la
ingle en una recién nacida puede indicar la presencia de una hernia inguinal.
En los niños, el escroto (la bolsa que contiene los testículos) a menudo parece estar hinchado. Generalmente
esto se debe a un hidrocele, una acumulación bastante habitual de líquido en el escroto que suele desapare­
cer entre el tercer y el sexto mes de vida. Si se detecta una hinchazón o protuberancia en la zona escrotal o
inguinal del bebé que persiste más allá de los tres a seis meses o que parece variar de tamaño, se debería
consultar al pediatra. Eso podría indicar la presencia de una hernia inguinal, que suele requerir tratamiento
quirúrgico. Los testículos de los recién nacidos pueden ser difíciles de palpar dentro de un escroto inflama­
do. Los músculos unidos a los testículos tiran de ellos y hacen que se retraigan bruscamente hasta la región
inguinal cuando alguien toca el área genital del bebé o cuando sus genitales se exponen al frío. Los bebés de
sexo masculino es normal que experimenten frecuentes erecciones, a menudo justo antes de orinar.
Más del 95% de los recién nacidos orinan durante las primeras 24 horas de vida. Si el bebé nace en un
hospital, el personal de la sala de neonatos querrá saber si el bebé ha orinado mientras estaba con usted. Si
un recién nacido parece no haber orinado todavía, es posible que haya orinado apenas al nacer cuando toda-
Vla estaba en la sala de partos. Con tanto ajetreo, es posible que su primera micción pasara desapercibida.
Si a un niño le practican la circuncisión, es decir, le extirpan el prepucio, probablemente éste tardará en-
fre 7 y 10 días en curársele. Hasta que lo haga, es posible que el glande (la punta del pene) esté en carne viva
82 D e l p a u t o a l a l e s ió n c r a n e a l

o amarillento. A pesar de que esto es normal, otros síntomas no lo son. Hay que llamar inmediatamente al
pediatra si el bebé sangra de forma persistente, si detecta un enrojecimiento alrededor de la punta del pene
que empeora tras 3 días, fiebre, signos de infección (como presencia de ampollas llenas de pus), o si el bebé
no orina con normalidad durante las primeras 6 a 8 horas posteriores a la intervención.
Para cuidar el pene de un bebé, esté o no circuncidado, no necesitará utilizar algodoncitos, desinfectantes
de uso tópico ni ningún producto especial para el baño, bastará con que se utilice jabón y agua tibia cada vez
que se le bañe.
Tampoco es preciso adoptar ninguna precaución especial con los bebés recién circuncidados, aparte de
proceder con delicadeza, puesto que el pequeño puede tener algunas molestias tras la intervención. Si al bebé
le han vendado la incisión, es posible que se le tenga que cambiar el vendaje cada vez que se le cambie los
pañales durante uno o dos días después de la intervención (se le puede poner vaselina para que la venda no
se le pegue a la piel). Los pediatras también recomiendan aplicar una pequeña cantidad de vaselina sobre el
pene o en la parte delantera del pañal para aliviar cualquier posible molestia provocada por el roce de la
parte operada con el pañal. La forma de cuidar el pene del bebé también dependerá del tipo de circuncisión
que le hayan practicado.
Si no ha circuncidado a su bebé, asegúrese de no retraerle el prepucio brusca o enérgicamente para lim­
piarle debajo. En lugar de ello, ténselo suavemente contra el glande y limpie cualquier esmegma (secreción
blanquecina compuesta por células de piel muerta mezcladas con la grasa natural del cuerpo). Con el tiempo,
el prepucio se retraerá por sí mismo y podrá separarse del glande sin problemas. Esto ocurre a diferentes
edades en diferentes niños, pero a la mayoría de los niños se les puede retraer el prepucio sin problemas
cuando tienen unos 5 años.

P IE L

Los bebés llegan al mundo empapados de varios fluidos, incluyendo el líquido amniótico y a menudo la
sangre (procedente de la madre, no del bebé). El personal hospitalario procederá casi inmediatamente a se­
car al bebé a fin de evitar cualquier descenso brusco de su temperatura corporal que se produciría si la hu­
medad de la piel se evaporara rápidamente. Los recién nacidos también nacen cubiertos de un material
blanquecino denso, pastoso y pegajoso denominado vemix caseosa (compuesto por secreciones de las glán­
dulas sebáceas y células epiteliales descamadas del mismo feto), la mayor parte del cual se elimina la primera
vez que se baña al bebé.
El color y las manchas que tienen los recién nacidos en la piel pueden alarmar a algunos padres. El aspec­
to moteado o jaspeado de la piel, un patrón irregular de pequeñas áreas rojizas y pálidas, es habitual debido
a la normal inestabilidad de la circulación sanguínea en la superficie dérmica de los recién nacidos. Por ra­
zones similares, los recién nacidos también pueden presentar acrocianosis, una tonalidad azulada en la piel
de manos, pies y el área que rodea los labios, sobre todo si se encuentran en un ambiente fresco.
Cuando se esfuerce para llorar o para hacer de vientre, es posible que la piel del recién nacido adquiera
temporalmente una coloración entre morada y azulada o entre roja y granate. En el rostro y otras partes del
cuerpo del recién nacido son habituales las marcas rojas, los rasguños, los moretones y la petequia (pequeñas
motas rojas provocadas por hemorragias intradérmicas o subcutáneas). Todos ellos están provocados por el
traumatismo asociado al hecho de tener que atravesar el estrecho canal del parto o por la presión que ejercen
los fórceps que a veces se tienen que utilizar durante el parto. Todos ellos se curan y desparecen durante la
primera o dos primeras semanas de vida.
Es posible que la cara, los hombros y la espalda del recién nacido estén cubiertos por un vello fino y sua­
ve, denominado lanugo. La mayor parte del lanugo se pierde dentro del útero materno antes de que la
madre de a luz; por este motivo, el lanugo se ve más habitualmente en bebés prematuros. En cualquier caso,
este pelo se pierde en pocas semanas.
La capa superior de la piel del recién nacido se irá descamando durante la primera semana o dos primeras
semanas de vida. Se trata de algo normal y que no requiere ningún tratamiento especial. Algunos bebés ya vie­
nen al mundo con la piel descamada, sobre todo aquellos que nacen después de la fecha de salida de cuentas.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 83

A pasar del nombre, no todos los bebé vienen al mtm- " ................=—
do con marcas de nacimiento. No obstante, las áreas de
color rosa o rojo, conocidas como parches salmón o he-
mangioma plano, son habituales y suelen desaparecer
durante el primer año. Aunque se observan más frecuen- ^ _
temente en la parte posterior del cuello, o en el puente de
la nariz, los párpados o la frente (de ahí que reciban los _ - /"
graciosos nombres de “picotazo de cigüeña” o “beso de
ángel”), se pueden encontrar en cualquier lugar del cuer­
po, sobre todo en los bebés de piel clara.
Las manchas sacras o mongólicas están presentes en j ___________
más de la mitad de los recién nacidos de raza negra, indí­
genas americanos y asiáticos, y menos frecuentemente en
los bebés de raza blanca. Se trata de áreas planas de color azul pizarra o azul verdoso que parecen manchas
de tinta y que se pueden encontrar en la espalada, las nalgas u otras partes del cuerpo. No tienen ninguna
importancia y casi siempre van perdiendo intensidad hasta desaparecer durante los primeros años de vida.
Los hemangiomas capilares o en fresa son marcas de nacimiento de color rojo, prominentes y de tex­
tura rugosa, provocadas por conjuntos de capilares dilatados. Estas marcas pueden ser de color claro al nacer
pero típicamente se vuelven rojas y aumentan de tamaño durante los primeros meses de vida. Luego suelen
disminuir de tamaño y desaparecer sin tratamiento durante los primeros seis años.
Las manchas tipo vino de oporto, que son de gran tamaño, planas y de color morado rojizo, no desapa­
recen por sí solas. A medida que el niño va creciendo, los problemas estéticos (percibidos por los padres o
por el mismo niño) pueden requerir la atención de un dermatólogo.
Las manchas tipo café con leche, así denominadas por su color marrón claro, están presentes en la piel
de algunos bebés. Su color se puede intensificar (o pueden aparecer por primera vez) conforme el niño va
creciendo. No suelen tener ninguna importancia a menos que sean grandes o de que el bebé presente, seis n
más en el cuerpo, lo que podría indicar la presencia de ciertos trastornos médicos.
Los frecuentes lunares marrones o negros, denominados nevo pigmentado, también pueden estar pre­
sentes desde el nacimiento o bien aparecer o intensificarse su color conforme va creciendo el niño. Los lu­
nares de gran tamaño o de aspecto extraño deben ser examinados por un dermatólogo porque algunos se
deben extirpar.
Hay diversas erupciones inofensivas y problemas dérmicos sin importancia que pueden estar presentes
desde el nacimiento o bienaparecer durante las primeras semanas. El acné miliar, también denominado
“milio”, consiste enpequeños granitos, planos y amarillos o blancos que salpican la nariz y barbilla. Está
provocado por la acumulación de secreciones de las glándulas sebá­
ceas de la piel y desaparece durante las primeras semanas de vida.
La miliaria (una erupción de pequeñas vesículas rojas y promi­
J nentes que suelen tener la “cabeza” blanca o amarilla) se denomina a
V veces acné del lactante por su aspecto. A pesar de que a menudo afec­
ta a la cara y puede abarcar áreas extensas del cuerpo, se trata de un
trastorno cutáneo inofensivo que remite en pocas semanas con los
cuidados normales de la piel.
A pesar de lo imponente de su nombre médico, el eritema tóxico
también es una erupción inofensiva que presentan algunos recién naci­
dos. Consiste en manchas rojas con vesículas de color claro o amarillen­
to en el centro, similares a las ampollas. Esta erupción suele salir duran­
te el primer día o par de días de vida y desaparece en una semana.
La melanosis pustulosa, una erupción presente desde el naci­
miento, sobre todo en bebés de raza negra, se caracteriza por bultitos
84 D e l p a u t o a l a l e s ió n c r a n ea l

0 vesículas de color marrón oscuro que salpican el cuello, la espalda, los brazos, las piernas y las palmas de
las manos. Generalmente desaparece sin tratamiento. Asimismo, no es nada raro ver a recién nacidos con
ampollas por succión en dedos, manos o brazos, ya que el feto puede empezar a chuparse estas partes del
cuerpo cuando todavía está en el útero materno.
La ictericia neonatal, es decir, la coloración amarillenta de la piel y la esclerótica (el blanco de los ojos),
es un trastorno habitual que normalmente no aparece hasta el segundo o tercer día de vida y desaparece en
1 a 2 semanas. La ictericia está provocada por la acumulación de bilirrubina (un producto de deshecho pro­
ducido por la descomposición normal de los glóbulos rojos) en la sangre, la piel y otros tejidos, debido a la
incapacidad temporal del hígado inmaduro del recién nacido para eliminar eficazmente esta sustancia del
cuerpo. Aunque cierto grado de ictericia es normal y esperable, si un recién nacido presenta este problema
antes de lo esperable o su nivel de bilirrubina es más alto de lo normal, entonces el pediatra deberá propor­
cionarle seguimiento atento.

FAMILIARIZARSE CO N E L R EC IÉN NACIDO

Los primeros días y semanas de la vida de un recién nacido son una etapa de asombro y regocijo para la
mayoría de los padres. De todos modos, el hecho de ser responsable de una criatura aparentemente tan frágil
y vulnerable puede imponer mucho, sobre todo cuando no se está familiarizado con el aspecto y el compor­
tamiento de los recién nacidos. Si los padres están preocupados o inseguros sobre cualquier aspecto del
cuidado de su bebé, se debe acudir al pediatra en primer lugar, y a un osteópata posteriormente.

P ies de un bebé a las 10 sem anas de g estació n


C a p ít u lo 4

L A OSTEOPATÍA EN LOS BEBÉS


Para los que ignoran todo de la Osteopatía, en los niños parece a veces milagrosa, porque los tratamientos
son casi invisibles. Si uno mira un osteópata trabajando, no ve nada, con excepción de algunas maniobras que
llamamos “Thrusts”, que no se aplican nunca a los bebés y muy pocas veces a los niños un poco más grandes.
Todas las otras maniobras son extremadamente suaves. E l osteópata pone levemente sus manos sobre la ca­
beza, sobre la espalda o la pelvis del bebé y espera. Aparentemente, nada pasa, pero se observa que el bebé
deja de llorar si estaba llorando, o se relaja y, muy a menudo, se duerme.

El cráneo del bebé en el momento del parto


Hay una compresión de los parietales lateralemente, y esta compresión exige una adaptación. Son las
suturas y las fontanelas las que permiten la acomodación del cráneo. Esta queda favorecida por la superposi­
ción de los huesos membranosos. Los parietales, a nivel de la sutura coronal, es decir, su articulación con el
frontal, cubren las dos mitades del frontal, y a nivel del occipital, cubren el occipital. La función por interac­
ción de la duramadre controla y limita la estructura en su adaptación. Entonces, durante esta fase, la progre­
sión del neonato es posible solamente si la cabeza del feto hace una flexión para disminuir el diámetro del
cráneo y permitir la bajada del bebé. Esta flexión involucra el hueso occipital. Este hueso occipital, embrio­
lógico, está formado de cuatro partes no soldadas. Esta particularidad permite la acomodación a nivel de la
sutura entre los parietales y permite un movimiento de báscula entre la parte posterior del occipital y la par­
te de la base, es decir, la parte que corresponde a los cóndilos (articulaciones con la primera vértebra cervi­
cal). Podemos entender muy fácilmente que si hay un exceso de tensiones, una lesión a nivel de la pelvis de
la madre que frena o, por el contrario, que acelera demasiado esta progresión, las fuerzas sobre los huesos
craneales del bebé, y específicamente, las distintas partes del hueso occipital, pueden provocar deformacio­
nes más o menos importantes. Estas deformaciones y alteraciones del movimiento de los huesos, y específi­
camente del hueso occipital, alteraran directamente la relación del cráneo con la columna vertebral. Sobre
todo, van a comprimir la base del cráneo, alterando el diámetro del agujero occipital por el cual pasa la me­
dula espinal y alterando también su parte más alta, el bulbo, que contiene el centro de la respiración entre
otras cosas importantes.
Todo el mecanismo del parto va a constituir y preparar la estimulación neurológica del bebé. Durante sui
migración hacia el alumbramiento, la cabeza fetal está sometida a mi modelado que se orienta en un primer
tiempo hacia una compresión, llevando el cráneo en extensión (con respecto a la sincondrosis esfeno-basilar)
y este fenómeno es útil porque la extensión provoca una hiperpresión del líquido cefalorraquídeo en las ca­
vidades del cerebro, los ventrículos, y un aumento del metabolismo general. Podemos pues concluir que las §v
compresiones del cráneo y del tórax durante el parto provocan la compresión de los centros del bulbo, y \
empujan fuera de los pulmones el líquido amniótico. Todos estos fenómenos mecánicos provocarán modifi­
caciones de la química sanguínea, que va a permitir el inicio de la actividad de los centros neurológicos. E l
conjunto de las estimulaciones percibidas durante la expulsión, que provocan un verdadero aumento del
acido carbónico en la sangre, va a favorecer el comienzo de la actividad del centro respiratorio. Por eso es
obvio que cualquier alteración a nivel del occipital, provocará alteraciones respiratorias, tanto a nivel de los
centros del bulbo como de los nervios que salen por la base del cráneo e involucran las vías respiratorias
superiores: faringe, laringe, bronquios, etc. J
El trabajo del osteópata durante el embarazo y parto
Sería bueno que el osteópata fuese integrado en el equipo médico de las maternidades. En realidad, la
osteopatía, en el bebé, empieza ya con su madre durante el embarazo y el parto. La presencia de un osteópa­
ta en la sala de partos es beneficiosa para ayudar a la parturienta, asistiéndola en forma preventiva a nivel de
sus estructuras (la pelvis), de sus fascias y de sus diafragmas craneal, torácico y pélvico, y controlando sus
tensiones membranosas y su duramadre que indirectamente están solicitadas durante el trabajo de parto y las
contracciones uterinas. Durante el embarazo, el osteópata preparará mensualmente todas las estructuras y
las fascias de la madre para el día del parto. A menudo, va a tener que liberar tensiones excesivas a nivel del
ligamento útero-sacro, porque una tensión crónica en este nivel puede provocar una fibrosis ligamentaria
que tendrá repercusiones en la suspensión del útero y la acción del comienzo del trabajo de parto. Para tener
un buen trabajo de parto necesitamos contracciones uterinas de buena calidad, es decir, eficaces, y una mo­
dificación correcta de la estructura del cuello uterino. Si el cuello es favorable, la dilatación es posible y el
parto se realiza sin problemas, porque el feto puede recorrer su viaje hacia la libertad.
/í-ntíf cswií^. LCG.

El trabajo del osteópata tras el parto


La involución del útero empieza inmediatamente después que terminó el parto y prosigue los días si­
guientes. Después del nacimiento, si el útero está bien vacío, se vuelve duro. Muy rápidamente se va redu­
ciendo para volverse totalmente pélvico doce días después del parto. Las estructuras viscerales no cambiaron
después del parto: siguen idénticas a las del embarazo. A nivel vascular, el calibre de las arterias y de las venas,
sigue muy aumentado. La dilatación venosa sigue presente y las arterias son más sinuosas. Por otro lado, hay
nuevas adaptaciones de las estructuras después del parto. Hasta los músculos deben recuperar su tensión
original. Las fascias del cuerpo han sido estiradas por el peso mismo del bebé y de sus anexos, y el trabajo de
parto. Por eso es muy aconsejable a las madres, después del parto, aconsejarles visitar a un osteópata.

Consecuencias de las múltiples fuerzas sobre el cráneo del bebé


Ya hemos visto que pasa durante el parto normal. Veamos ahora lo que pueden inducir sobre el cráneo del
feto fuerzas de aplastamiento, de compresión o de tensión. Las lesiones de crecimiento o lesiones embrioló­
gicas existen, por supuesto. Pueden ser:
• Extrínsecas, es decir, de origen genético, viral, infeccioso, que favorecen lesiones oftálmicas, del cora­
zón o el mongolismo.
• Podemos tener lesiones que provienen de la absorción de ciertos medicamentos durante el embarazo,
la falta de ciertas vitaminas o el exceso de exposición a los Rayos X.
0 Podemos tener lesiones craneales con orígenes intrínsecos intrauterinos. Por ejemplo, la asfixia produ­
cida por el cordón umbilical que ahorca al bebé; una mala inserción de la placenta; las compresiones provo­
cadas por las cabezas de los gemelos o mellizos que pueden detener el crecimiento o el desarrollo normal del
cráneo de un feto. Siempre debemos revisar con mucho cuidado a los gemelos o mellizos, que casi siempre
se lastiman mutuamente.

Fórceps y ventosas
El fórceps es un instrumento quirúrgico inventado en Inglaterra aproximadamente en el año 1600,
que se utiliza para facilitar la salida de la cabeza del bebé del canal de parto, debido a una emergencia
obstétrica.
El fórceps es una pinza de ramas cruzadas, cuyas cucharas se aplican sobre la cabeza del feto a nivel de las
regiones parieto-malares. Sirven para llevar la cabeza, en forma mecánica, en los distintos movimientos de
inclinación, flexión, extensión o rotación para favorecer la expulsión.
T ratad o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p iíijiá t ü k a 89

La aplicación de los fórceps exige algunas condiciones previas:


1) el orificio uterino debe estar bien dilatado;
2) las membranas deben estar suficientemente rotas;
3) la parturienta debe estar anestesiada y preparada para esta operación.
Ya hemos dicho que la función del fórceps consiste en ayudar a la cabeza del feto retenida todavía en la
pelvis y transmitirle los movimientos que la van a liberar. Por supuesto el fórceps debe intentar imitar los
movimientos normales de un parto fisiológico. Sin embargo, hay una noción de urgencia: el fórceps es un
medio para evitar lo peor' Entonces, se produce la violación de la naturaleza por una ayuda exterior. No
dejamos que se produzca la dilatación fisiológica porque no hay tiempo, y por el contrario, vamos a imponer
una solución al organismo. Eso pone en evidencia las nociones de buena ubicación, de conocimiento del
profesional y de una excelente mano. Por supuesto, se requiere un aprendizaje muy serio, un conocimiento
perfecto de parte del obstetra. Cualquier error en la aplicación de los fórceps va a originar lesiones craneales
más o menos graves.
Existe otro tipo de extractor: son las ventosas (ver dibujo inferior). Se habla también de un extractor neu­
mático, que produce el paso y la expulsión del ápice del cráneo hacia la vulva de la madre. Este sistema pa­
rece menos traumatizante para el feto. Sin embargo, aunque es menos agresivo que los fórceps, las ventosas
implican riesgos para el cráneo porque aspira la cabeza a nivel del vértex, y provoca una torsión que debemos
verificar después del parto.

Conclusión

El sentido común nos lleva a decir que los fórceps bien empleados son útiles. Sin embargo, su empleo intem­
pestivo provoca sistemáticamente lesiones craneales de tipo compresivo. Ya el simple hecho de colocar correc­
tamente el aparato es toda una proeza que exige una manipulación rigurosa de las cucharas y también la buena
ubicación de la mano del profesional y de sus dedos con respecto a la cabeza fetal ya comprimida en la pelvis
materna. Por eso, el uso del fórceps o de la ventosa son una indicación mayor, urgente y precoz para realizar una
consulta osteopática y craneal cuanto antes después del parto, lodo obstetra, pediatra, médico de familia debe­
ría aconsejar una consulta osteopática después de un parto difícil cuando hubo uso de fórceps o ventosas.

La cesárea desde el punto de vista de la osteopatía


A primera vista, podemos pensar que si se hizo una cesárea a una mujer, el bebé no pudo sufrir a nivel
craneal. En realidad, debemos observar que hay dos tipos de cesárea, que no tienen los mismos efectos a
nivel craneal, pero que siempre deberían conducir a un control craneal.
Primero, la cesárea prevista: aquí el cráneo del bebé no sufre ninguna fuerza por causa de un atraso en una
intervención quirúrgica, o por un parto largo y difícil. En cambio, el cráneo no hizo ese trabajo normal y
90 La o s t e o p a t ía e n l o s b e b é s

fisiológico a través de la pelvis de su madre. Consecuentemente, no tuvo el modelado obligatorio que pro­
vocan las solicitaciones y estimulaciones necesarias para el buen desarrollo de sus puntos de osificación cra­
neales. De ahí tenemos posibilidades de varias lesiones, bloqueos y retrasos en el crecimiento.
En el segundo caso, la cesárea no prevista desde el comienzo se efectúa con urgencia porque el desarrollo
del parto no se realiza normalmente. En este caso, por cualquier razón, el cráneo fetal va a sufrir consecuen­
cias imprevistas: las consecuencias de un parto difícil. El obstetra decide con urgencia la intervención para
evitar lo peor al niño y a la madre. Para preparar la intervención se necesita un cierto tiempo: hay que dar
una anestesia a la parturienta y realizar la cesárea. El tiempo pasa. Mientras tanto, las contracciones uterinas
siguen su acción a pesar de los medicamentos que intentan inhibirlas. La cabeza fetal y el feto quedan blo­
queados y esperan su liberación. El cráneo, apoyado contra la pelvis de la madre o bloqueado por un espasmo
muscular que no permite su progresión recibe compresiones, tensiones y modelados demasiado vigorosos y
asimétricos. Luego, el cirujano llega y lo libera de su cárcel, pero durante todo este tiempo, estas fuerzas
anormales se imprimieron sobre el cráneo frágil del bebé. Y las distintas fases del parto que no se puede
producir no permiten, por otra parte, el modelado fisiológico del cráneo. Entonces, en ambos casos, la pre­
vención se impone por una visita de control a un osteópata. Por eso todo obstetra, partera o médico debería
aconsejar sistemáticamente un control craneal con un osteópata después de toda intervención quirúrgica por
cesárea. Y eso en los días que siguen al parto.
Las causas más importantes y comunes de dificultades durante el parto son las siguientes:
— ausencia de inicio espontáneo: ne hay dilatación, no hay contracción;
— inicio de trabajo demasiado lento;
— bajada larga y difícil, a veces imposible;
— paro de la dilatación durante el trabajo;
— mal “borrado” del cuello uterino;
— expulsión larga, trabajosa o imposible.
-i En conclusión, debemos subrayar tres nociones capitales para la salud del cráneo con respecto al parto:
primero, la noción de tiempo, de duración; luego, la noción de intensidad a nivel de las fuerzas de presión;
en fin, la noción de fuerza que sobre toda estructura ósea, y en este caso, los huesos craneales en estado em­
brionario, van a permitir aumentar todas estas posibilidades lesiónales.
Así, quisiéramos darles a las parteras un consejo muy amistoso: no detengan bajo ningún pretexto e inú­
tilmente la expulsión de un feto que llega a su término. Muchas veces, las parturientas deben retenerse o
tratar de esperar. Se les dice: “Espere, que no llegó el doctor”. A menudo, sin querer lastimar, la partera
agrega el gesto que mantiene cerradas las piernas de la mamá para demorar el alumbramiento. Par favor,
amigas parteras, no alteren esta liberación. El Dr. Harold Magoun escribe: “La mayoría de las mujeres pue­
den liberarse normalmente ellas mismas”.
A los padres y a los médicos pediatras, les decimos que deberían recibir un control osteopático todos los
niños nacidos después de:
— un parto difícil, o demasiado largo o demasiado corto;
— un parto provocado, acelerado o detenido;
— un parto con instrumentos (fórceps o ventosa);
i1 — un parto de cara o de nalgas;
-A — un parto por cesárea, prevista o de urgencia;
X — un parto en que la partera obliga a la madre a esperar al médico obstetra ausente;
— un parto antes de término a después de término;
\ — un parto en presentación atravesada.
No olvidemos que la primera fuente de producción de lesión craneal en el bebé es el parto. No olvidemos
que, desde el punto de vista neurológico, el bebé es muy incompleto al nacer y una lesión cerebral puede
manifestarse varios meses o años más adelante. Eso quiere decir que un bebé puede haber recibido una lesión
importante sin tener síntomas inmediatos.
T ratado in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 91

LOS RIESGOS D E L NACIM IENTO PO R CESAREA PARA LA MADRE Y E L BEBÉ

Cada año desde 1983 no menos de una por cada cinco mujeres americanas han dado a luz por cirugía
abdominal. Actualmente una de cada cuatro, equivalente al 25%, tiene una cesárea para el nacimiento de sus
bebés y la incidencia para las madres primerizas puede convertirse hasta en una de cada tres. Los estudios
muestran que la incidencia de cesárea pueden ser reducido a la mitad. La ORGANIZACIÓN MUNDIAL
DE LA SALUD (OMS) recomienda no más del 15% de incidencia de cesárea. Con un millón de mujeres
teniendo cesárea cada año, esto representa que 400,000 a 500,000 de estas fueron innecesarias.

o Peligros de la cesárea para la madre ^ ^^


— Las mujeres corren un riesgo de 5-7 veces mayor con una cesárea en comparación con un parto vaginal.
Las complicaciones durante y después de la ci­
rugía incluyen: lesión a la vejiga, útero y vasos sanguí­
neos (2 por 100), hemorragia (de una a seis mujeres
requieren transfusión sanguínea), accidentes anestési­
cos, coágulos en miembros inferiores (6-20 por mil),
embolismo pulmonar (1-2 por mil), intestino parali­
zado (10 a 20/100 ligero,1/100 severo), e infecciones
(50 veces más común).
— Una de diez mujeres señalan dificultades con
actividades normales dos meses después del nacimien­
to, y una de cuatro señalan dolor en el sitio de la inci­
sión como un problema mayor. Una de cada catorce
-r.
señalan dolor en la incisión seis meses o más después
del nacimiento de sus bebés. ■
— Hay el doble de posibilidad de ser re-hospitalizado después de una cesárea que de un parto vaginal.
— Especialmente con cesáreas no planeadas, es más fácil que las mujeres experimenten emociones nega­
tivas, incluyendo baja autoestima, sensación de haber fallado, pérdida de control y desconcierto.
— Pueden desarrollar depresión postparto o síndrome de estrés postraumático. Algunas madres ex­
presan sentimientos dominantes de temor o ansiedad acerca de su cesárea hasta durante los cinco años
posteriores.
— Las mujeres con cesáreas están menos dispuestas para tomar la decisión de un nuevo embarazo.
— Como es de esperarse en todas las cirugías abdominales, las zonas de cicatrización interna pueden
causar dolor pélvico, dolor a las relaciones sexuales y problemas intestinales.
— Las consecuencias reproductivas comparadas con el nacimiento vaginal incluyen incremento de la
infertilidad, pérdidas fetales, placenta previa (placenta que cubre el orificio interno del cervix) desprendi­
miento de placenta y partos prematuros. En mujeres que planean una segunda cesárea, la ruptura uterina
ocurre con una frecuencia de 1 por 500 y a razón de 1 por 10.000 en mujeres sin cicatriz previa.

0 Riesgos de la cesárea para el bebé -9¡(-

— Especialmente con las cesáreas programadas, algunos bebés serán extraídos inadvertidamente en for­
ma prematura. De cualquier manera los bebés nacen impropiamente antes del momento de estar fistos y
pueden presentar problemas respiratorios o alimenticios.
— Uno o dos bebés por cien podrán ser lesionados por el bisturí durante la cirugía.
— Estudios comparativos entre cesáreas programadas y cesáreas por motivos no inherentes al bebé con
nacimientos por vía vaginal han encontrado que un 50% de los valores de Apgar (ver apéndice n.° I), son más
bajos, requieren cinco veces más frecuentemente asistencia respiratoria, y cinco veces más frecuente son
admitidos a cuidados intermedios o intensivos.
92 La o s t e o p a t ía e n l o s b e b é s

— Los niños que han nacido de una cesárea programada pueden desarrollar cuatro veces más hiperten­
sión pulmonar persistente, comparados con bebés nacidos vaginalmente. La hipertensión pulmonar persis­
tente es una amenaza para la vida.
— Es más difícil para las madres formar vínculo con el bebé. Puede ser que las madres son menos pro­
pensas de abrazar o amamantar al bebé o de tener habitación compartida debido a las dificultades del cuida­
do para el bebé por el proceso de recuperación de una cirugía mayor.
— Los bebés tienen menos probabilidades de ser amamantados. Las consecuencias adversas para la salud
por la alimentación con formula son numerosas y pueden ser severas.
• Riesgos de las cesáreas repetidas
— La cesárea electiva acarrea dos veces más el riesgo de muerte materna comparado con el parto vaginal.
— El tejido cicatrizal antiguo incrementa la posibilidad de lesión quirúrgica.
— Una mujer por cada cien con historia de más de una cesárea, podría presentar un embarazo ectópico
(el implante del embrión fuera del útero). La hemorragia asociada al embarazo ectópico es una de las causas
más frecuentes de la muerte materna en USA.
— Comparando con mujeres sin cicatriz en el útero, las mujeres van a presentar el riesgo 4 veces mayor
de desarrollar una placenta previa con una cesárea anterior, siete veces el riesgo con dos o tres cesáreas pre­
vias y 45 veces mayor con el antecedente de cuatro o más cesáreas previas. La placenta previa incrementa más
del doble las posibilidades de que el bebé fallezca e incremente la incidencia de parto pre-térmimo a más de
seis veces.
— Comparado con mujeres con partos previos y sin cesáreas previas, las mujeres con una cesárea previa
o más tienen tres veces más riesgo de desarrollar desprendimiento de placenta. Con desprendimiento de
placenta, 6 de cada cien bebés podrían morir y tres de cada diez podrían nacer tempranamente.
— Una placenta acreta (placenta que crece dentro del músculo del útero). Casi todas las mujeres con esta
complicación requerirán una histerectomía, cerca de la mitad presentarán una hemorragia masiva, y 1 de
cada 11 bebés sufren el riesgo de morir, lo mismo que las madres en proporción del 1 por cada 14. La inci­
dencia de placenta acreta se ha incrementado 10 veces en los últimos 50 años y ahora ocurre en uno de cada
2500 nacimientos.
— Es mas fácil que las mujeres que tienen cesáreas electivas repetidas presenten infección y hemorragia
requiriendo transfusión.
— La recuperación postparto después de las cesáreas repetidas es aún más difícil cuando se encuentran
al cuidado de otro u otros hijos mayores.

Traumatismos en el nacimiento
Sus orígenes son varios y van a ser responsables de un modelado demasiado duro o excesivo de la cabeza
craneal fetal. Podemos tener un modelado defectuoso por contracciones demasiado intensas a través del
canal pélvico. Eso ocurre a menudo porque, para apurar el tiempo de parto, la medicación es excesiva. Un
parto de cara, de hombro o de nalgas, con insuficiente dilatación del cuello va a comprimir más la cabeza.
Según el grado de compresión, se van a provocar distorsiones que debemos corregir cuanto antes.
0 Riesgos originados durante el parto por:
— parto prematuro,
— inducción por goteo que multiplica por 10 la fuerza de las contracciones uterinas sobre la cabeza del bebé,
— retensión del bebé pidiendo a la madre que cierre las piernas,
— utilización de fórceps o de ventosa,
— embarazo múltiple,
— cesárea, compresión del abdomen de la parturienta para “bajar” el bebé,
— tamaño excesivo del bebé en relación a la pelvis materna, etc.
T r a t a d o i n t w í u a i . d i ; o s t k o i ’a t í a p e d i á t r i c a 9.?

o Síntomas frecuentes en el recién nacido


— deformación de la cabeza, *'
— un ojo más grande o más bajo que el otro,
— una oreja más despegada o más baja,
— bebé que vomita la leche y/o que llora mucho,
— bebé que no duerme o duerme demasiado,
— bebé agitado o, al contrario, que no se mueve,
— trastornos respiratorios o de la deglución,
— postura llamativa. El bebé se pone siempre en la misma posición o no le gusta otra,
— bebé que llora cuando se le toca una parte del cuerpo como cabeza, pies o columna vertebral,
— asimetría en los movimientos de los miembros, etc.
o Trastornos que aparecen en la infancia
— trastornos del sueño o de la concentración,
— dificultades de aprendizaje,
— trastornos reiterados del aparato respiratorio o de los oídos: otitis, bronquitis, bronco-espasmos, falso
croup, asma,
— dislexia, trastornos del lenguaje,
— trastornos digestivos: vómitos, diarreas, constipación,
— dificultades a nivel de la motricidad,
— hiperactividad, hiperkinesia,
— agresividad, irritabilidad,
— deformaciones de los pies, de la columna vertebral, etc.
Muy a menudo, los adultos padecen trastornos cuyo origen se encuentra en trau?natis?nos provocados durante su
nacimiento.

¿Cómo sospechar la existencia de una lesión osteopática craneal en un bebé o en un niño?


Algunos signos permiten a los padres darse cuenta y tomar la decisión de pedir una consulta osteopática.

En el bebé

— Duerme poco y/o mal;


— se pone tenso, rígido sin causa aparente;
— no le gusta que se le toque la cabeza, la columna cervical u otras partes de su cuerpo;
— llora cada vez que se le toca la base del cráneo;
— respira con dificultad por la nariz.
— tiene regurgitaciones, vomita sistemáticamente después de su biberón, o tiene dificultades para tragar;
— es demasiado linfático o atónico, o al contrario, parece hiperagitado, muy nervioso;
— duerme demasiado a menudo y demasiado tiempo durante el día, cuando duerme ya muy bien duran­
te la noche;
— necesita siempre que se lo acune o se le consuele;
—■duerme de día y no de noche.
¿Cómo se acuesta el bebé? ¿Siempre del mismo lado? ¿Puede quedarse acostado de espaldas? ¿Busca un
contacto, un apoyo para su cabeza contra su cuna? ¿Tiene insomnios frecuentes? ¿Como llora el bebé, con
gritos, llantos de cólera o de sufrimiento? ¿Se observan algunas anomalías en la forma de su cabeza o de su cara,
una asimetría? ¿Sus miembros son rígidos, espásticos, blandos...? ¿ Se observan anomalías sobre su cuerpo?

En el niño pequeño

—■ ¿Sufre de otitis o de rino-faringitis repetitivas, de resfriados, de bronquitis reiterativas?


—- ¿Tiene una escoliosis aunque no camine todavía?
94 „ /) ; [ r í) L a jO s t e o p a t ía e n lo s b eb é s
Oc^i^-'l i w ciblrt] Jg
^— ' I i/rfh- ú¿ C/— l~í\n\}~ £c^
r
— ¿Tiene una asimetría a nivel de los ojos? ¿Es bizco? a'cu*i¿jyr f x/ 7‘i '
— ¿Presenta una mala dentición?
— ¿Su paladar es muy hueco o muy plano? ¿El niño usa un aparato de corrección ortodóntica?
— ¿El niño tiene ya problemas oculares, necesita gafas? Etc.

Conclusión

Cuanto más precoz sea el tratamiento de un niño, y si tenemos la posibilidad de intervenir antes de que
se forme la osificación intra-craneal, formando lesiones intra-óseas, mayor eficacia tendremos. Sabemos que
el cráneo se osifica progresivamente a partir del nacimiento y las fontanelas están definitivamente cerradas
hacia los dieciocho meses de vida. Los biseles de los huesos del cráneo aparecen hacia los 7 años. Entonces,
si el tratamiento interviene antes de la formación definitiva del hueso, es cierto que podremos evitar lesiones
definitivas.
El parto es difícil tanto para la madre como para el bebé: es una prueba indispensable, pero prueba al fin.
Muchos factores pueden intervenir para trastornar el parto. Por ejemplo, el hueso occipital, hueso impor­
tante de la parte posterior del cráneo, contiene un agujero grande, llamado occipital, y este agujero deja paso
al bulbo raquídeo, que es seguido por la médula espinal. Si tenemos una lesión del hueso occipital, tenemos
gran posibilidad de comprimir este bulbo raquídeo, y un centro nervioso importante que él contiene, que es
el centro de la respiración automática. Si durante el parto tenemos una compresión transversal del occipital
(y es una lesión frecuente), el agujero occipital va a tomar una forma oval, y cuando se vaya osificando, com­
primirá el bulbo raquídeo.
Algunos estudios norteamericanos e ingleses tienden a probar que el síndrome de la muerte súbita del
bebé sería la consecuencia de una compresión del bulbo raquídeo por osificación de un agujero occipital
ovalizado. Entonces, vemos que la osteopatía puede prevenir ese tipo de tragedia. Por supuesto, no es la
única lesión, y no siempre las consecuencias son tan graves; pero son siempre importantes para la futura vida
del niño, adolescente y, finalmente, adulto.
Otra indicación importante de la osteopatía es la acción en la esfera O.R.L. La patología O.R.L. (OTO-
RINO-LARINGOLOGICA) es muy amplia, sobre todo en los niños, pues esta esfera representa para ellos
una vía preferencial de somatizaciones. Entonces, observaremos que estos niños desarrollan a menudo angi­
nas, otitis, rino-faringitis, etc. Estas son las sintomatologías más frecuentes, y siempre delatan la presencia
de lesiones osteopáticas intra-craneales, adquiridas, casi siempre, durante el nacimiento, y que van a servir
de soporte para la expresión somática de trastornos afectivos.
Las otitis se caracterizan siempre por la presencia anormal de líquido detrás del tímpano. Esta parte del
oído, el oído medio, está llena de líquido amniótico durante la vida fetal, pero en los primeros días de vida,
se vacía de este líquido y se vuelve totalmente aérea. Si el líquido de la otitis permanece estéril, el niño tiene
una otitis serosa; pero si se infecta, tenemos una otitis purulenta y a menudo tendremos una perforación
espontánea del tímpano y una secreción de líquido proveniente del oído medio. A veces, un médico tendrá
que perforar el tímpano para permitir esta salida del líquido contenido en el oído medio.
Para los osteópatas, el origen de la otitis se debe casi exclusivamente a una disfunción de la trompa de
Eustaquio por compresiones periféricas. La trompa de Eustaquio es un conducto pequeño que relaciona la
parte posterior de la nariz con el oído medio. Por su intermedio, el aire llega al oído medio y equilibra las
presiones de cada ládo del tímpano. Cuando esta trompa de Eustaquio no cumple bien con su función de
aeración, los médicos O.R.L. no tienen otra salida que poner un drenaje a través del tímpano para hacer una
derivación aérea. Muchos niños tienen que utilizar estos drenajes o son víctimas de otitis repetitivas, sin que
se sepa por qué.
Por lo tanto, hay que saber que las otitis representan una indicación mayor del tratamiento osteopático,
porque normalizando el movimiento de los huesos craneales, podemos actuar directamente sobre la trompa
de Eustaquio, liberándola de sus compresiones.
T ratado in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a f j^ s í 9?

El concepto craneal
í-
Vamos a dar únicamente unas referencias básicas, ya que este capítulo lo desarrollamos en profundidad
en el libro n° 10 de la colección Cuadernos de Osteopatía.

El mecanismo respiratorio primario

Primario significa de importancia primordial; Sutherland consideró que la respiración torácica era secun­
daria al MRP, y con esto afirmó que los centros fisiológicos que controlan y regulan diferentes funciones:
— Respiración pulmonar
— La circulación
— La digestión
— La eliminación
Se localizan en el piso del 4o ventrículo y dependen del funcionamiento del SNC.
El término respiratorio corresponde al intercambio de gases y de otros metabolitos en el nivel celular.
El término mecanismo implica una máquina integrada donde cada parte está en relación funcional con las
demás. El MRP comprende cinco componentes anatomofisiológicos, aunque como precisa el doctor Rollin
Becker “el mecanismo respiratorio primario se divide en cinco componentes con fines didácticos, pero sigue
siendo una unidad de función”.
1. Motilidad intrínseca del cerebro y de la médula espinal
2. Fluctuación del líquido cefalorraquídeo (LCR)
3. Movilidad de las membranas intracraneales e intraespinales
4. Movilidad articular de los huesos del cráneo
5. Movilidad involuntaria del sacro entre los huesos craneales

Fisiología del mecanismo respiratorio primario


El mecanismo respiratorio primario comprende la movilidad innata del SNC coordinado con la fluctua­
ción del LCR, guiado y limitado por la tensión recíproca de las membranas. Esto provoca una movilidad en
cadena en el sistema sacrocraneal, al igual que dos fases rítmicas de fluctuación a través de todo el cuerpo: la
fase de inspiración y la fase de espiración.
El ritmo del mecanismo respiratorio primario (MRP) es un impulso de movimiento relativamente inde­
pendiente, involuntario, rítmico y automático. Los resultados de los estudios realizados hasta el momento
no han demostrado que exista una frecuencia uniforme del movimiento rítmico, impulso rítmico craneal
(IRC), de expansión y retracción.
El movimiento general del cráneo es similar al del tórax durante la respiración, pero no se producen en
forma simultánea. La respiración torácica desarrolla entre 12 y 16 ciclos por minuto en los adultos y hasta
44 ciclos por minuto en los recién nacidos.
En condiciones normales el MRP suele producir, en el adulto entre 12 y 14 ciclos por minuto.
No ha de extrañar esta diferencia, puesto que el IRC se halla sujeto a las siguientes influencias:
— El miedo puede causar interrupciones de hasta 20 segundos de duración
— La presencia de dioxido de carbono lo reduce, junto con el estrés mental
— El insomnio lo reduce, así como el cansancio crónico y las infecciones crónicas
— Después de un accidente cerebrovascular se observa su pérdida en el lado de la lesión
'— La presencia de oxígeno lo acelera, así como tras un tratamiento craneal eficaz
— La fiebre lo acelera, así como tras un ejercicio intenso
96 La o s t e o p a t ía e n l o s b e b é s

Nota: ciclos inferiores a 9 por minuto indican una personalidad psiquiátrica. La disminución del ritmo se
produce también:
— En la esquizofrenia: disminución del movimiento del occipital
— En la depresión maníaca: disminución del movimiento de la sínfisis esfenobasilar
— En la manía involuntaria: disminución de la movilidad frontoesfenoidal
Los niños tienen una frecuencia algo mayor que los adultos.
Este ritmo se transmite a los huesos del cráneo y a todo el cuerpo en forma de movimientos rítmicos muy
sutiles. La formación de este ritmo no se ha explicado de forma definitiva a pesar de los numerosos estudios
e investigaciones.
Para Viola Frymann, los movimientos articulares activos y pasivos solamente representan la octava parte
visible del iceberg, mientras que los movimientos inherentes del cuerpo constituyen las restantes siete octa­
vas partes ocultas.
En conclusión, el mecanismo respiratorio primario, MRP, es un conjunto de fenómenos fisiológicos in­
teresando a todos los tejidos del cuerpo.
Es una respiración verdadera de los tejidos orgánicos vinculada a los intercambios que se instauran a nivel
celular.
El MRP controla todos los sistemas del cuerpo, todos los fluidos, todas las actividades funcionales. Es
esencial en la homeostasis
Algunas causas comunes de la restricción del Impulso Respiratorio Primario son el resultado de las con­
tracciones o bloqueos que ocurren durante el proceso del parto o de los traumas prenatales. Cuando un niño
nace su cráneo es blando y flexible, lo que le permite pasar por el canal del parto. La cabeza del bebé, literal­
mente, se aplasta cuando recorre este canal y las estructuras craneales quedan a menudo distorsionadas al ser
empujadas y comprimidas unas contra otras. Estas distorsiones tienden a resolverse de manera natural en los
días o semanas después del parto; pero en muchas ocasiones no ocurre así, particularmente cuando el niño ha
quedado atascado en alguna de las fases del parto. De este modo, el trauma contenido en el cuerpo del bebé
puede producir un amplio abanico de síntomas, tales como por ejemplo: inquietud e intranquilidad, pérdida
de apetito, cólicos, espasmos y sacudidas, problemas en el desarrollo e incluso lesiones en el cerebro.
Estos patrones traumáticos a menudo permanecen durante toda la infancia y la vida adulta, produciendo
una amplia gama de disfunciones posibles y contribuyendo al debilitamiento del estado general de salud.
El cráneo de un feto a término es un saco membranoso lleno de líquido cefalorraquídeo, LCR, que con­
tribuye a generar una presión interna en el sistema semicerrado.
Debido a la flexibilidad extrema del cráneo del neonato, las técnicas para la exploración y tratamiento del
sistema cráneo-sacro son diferentes, globalmente, a las aplicadas a los adultos.
El movimiento del sistema cráneo-sacro de los neonatos y lactantes es más difícil de percibir que en el
adulto. La amplitud del movimiento es mucho menor en el recién nacido. La energía inherente del MRP es
también menor que en los adultos. Ademas, las palancas (huesos de la bóveda craneal) con las que percibimos
gran parte del movimiento son bastante menores, y el movimiento de las regiones membranosas es más su­
til.
Las primeras sesiones de terapia craneosacral con un niño suponen un proceso de descubrimiento y ob­
servación de estas profundas interacciones físicas y emocionales. El terapeuta debe aprender a apoyar a la
madre y a su niño, especialmente permitiéndole al niño tener a mano el contacto físico con ella. Por tanto,
las primeras sesiones de terapia craneosacral son más de observación y contenidas.
C a p ít u lo 5

RATA M IEN TO PRELIMINAR O STEO PA TIC O DEL BEBE

Y DEL NIÑO
Introducción
La misión de un bebé sano se basa en comer, hacer pipí, cacas y dormir. Un bebé llora si tiene frío, calor, si
tiene sueño, si se grita a su lado, si se le estresa, si tiene hambre, si necesita que se le cambie el pañal....Si nada
de esto ocurre, podemos estar ante un problema susceptible de ser tratado por un osteópata cualificado.
Los bebés que lloran constantemente (sea de día o de noche), los que no comen correctamente, los que
regurgitan, los que padecen estreñimiento, los que sufren de procesos respiratorios (asma, bronquitis...),
patologías cutáneas (dermatitis, eccemas...), etc. son niños que, habitualmente, padecen patologías tratables
por la osteopatía y que los pediatras son incapaces de reconocer o que enfocan bajo un punto de vista equi­
vocado.
Los primeros años de un niño son fundamentales para su desarrollo físico y mental. Desde la cuna, los
^ niños crecen por etapas y cada una de ellas lleva su tiempo.
/ Al nacer, el recién nacido tiene un sistema nervioso central, SNC, que no está aún terminado; los sistemas
! de la estática y de la motricidad están inacabados.
¿_ El recién nacido tiene una postura de enrollamiento del tronco y de flexión de las extremidades. Aunque
A el tono de los flexores sea superior, aceptan ser colocados en estiramiento pasivo.
-■ / Al principio, el recién nacido va a captar las informaciones, las vibraciones, preferentemente a través de
"Via piel. Por lo tanto, en el lactante es importante comenzar el tratamiento con un masaje especial de sus ca-
¿ denas musculares. Evitaremos, en esta etapa, toda postura excéntrica.
El lactante percibe las tensiones musculares y viscerales. Estas tensiones él las siente desde las primeras
necesidades físicas o psíquicas. Está sometido a su propio cuerpo, con sus reacciones musculares y viscerales.
Está bajo el dominio de sus propias reglas fisiológicas y biológicas. Nuestro tratamiento va a tener una ac­
ción sobre:
— la piel
— la organización muscular
— las articulaciones
— el sistema visceral
— las suturas craneales
El recién nacido va a encontrarse a gusto, sus ritmos biológicos serán respetados con la alternancia de las
tomas y el sueño apacible. En los meses siguientes, tanto en el plano estático como en el dinámico y com-
portamental, la relación continente - contenido permitirá la expansión del niño.

Habilidades del bebé mes a mes


Desde el nacimiento del bebé, comienza una etapa de desarrollo que convierte a una personita indefensa,
en un ser independiente que va hacia donde desea ir y expresa lo que desea o lo que siente. Este cambio no
ocurre bruscamente, sino que es todo un proceso de maduración y de habilidades que va a ir adquiriendo mes
100 ;?B Ú ÍrM ÍÍÍÉ N T O PRELIM INAR OSTEOPÁTICO D E L B E B É Y D E L NIÑO

A continuación se detalla los diferentes grupos de habilidades:


° Habilidades básicas
Aquéllas que la mayoría de los bebés tienen (95%).
° Habilidades avanzadas
Se da en la mitad de los bebés (50%).
• Habilidades superiores
Sólo algunos las desarrollan en forma temprana (10%).
No es necesario que el bebé cumpla con todos estos patrones de desarrollo ya que no todos los bebés son
iguales en su crecimiento. Algunos bebés necesitan más tiempo que otros para lograr nuevas habilidades y
esto no significa que puede existir un retraso en su desarrollo ni que su coeficiente intelectual sea menor.

¿Qué sucede con los bebés prematuros?

Si su bebé nació prematuramente (antes de las 37 semanas de gestación), debe mirar la siguiente guía de
hitos un poco diferente. La edad en que se espera que su bebé logre los varios hitos está basada en la fecha es­
perada de nacimiento y no en el día del nacimiento. Por lo tanto, si su bebé nació dos meses antes de la fecha
esperada, es probable que logre los hitos dos meses más tarde que la fecha indicada en la siguiente guía.

El bebé recién nacido

0 Habilidades básicas
Mueve sus extremidades descontroladamente mientras está despierto, aprieta con su mano, emite gritos
y llantos para comunicar lo que quiere o siente (hambre, dolor, sueño, etc...).
0 Habilidades avanzadas
Levanta un poco la cabeza por algunos segundos, responde a algunos sonidos, observa los rostros.
0 Habilidades superiores
Sigue objetos con la mirada, emite algunos sonidos.

El bebé de 1 mes

• Habilidades básicas
Levanta la cabeza, responde a los sonidos, observa los rostros.
0 Habilidades avanzadas
Sigue objetos con la mirada, emite sonidos (“u” y “a”), distingue patrones en blanco y negro.
0 Habilidades superiores
Sonríe, ríe, mantiene la cabeza erguida a 45°.

El bebé de 2 meses

0 Habilidades básicas
Vocaliza sonidos, sigue objetos con la mirada, mantiene la cabeza erguida por períodos cortos.
0 Habilidades avalizadas
Sonríe, ríe, mantiene la cabeza erguida a 45°, sus movimientos se suavizan.
0 Habilidades superiores
Mantiene la cabeza firmemente, sostiene algo de peso en sus piernas, levanta su cabeza y hombros ál estar
boca abajo.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 101

El bebé de 3 meses
i
0 Habilidades básicas
Ríe, mantiene la cabeza firmemente levantada por momentos, reconoce tu rostro y tu aroma.
0 Habilidades avanzadas
Canturrea y gorjea, reconoce tu voz, levanta su cabeza y hombros al estar boca abajo.
0 Habilidades superiores
Mira hacia la fuente de sonidos altos, junta sus manos y golpea juguetes, se da la vuelta.

El bebé de 4 meses

• Habilidades básicas
Mantiene la cabeza firmemente levantada, sostiene algo de peso en sus piernas, gorjea cuando le hablas.
0 Habilidades avanzadas
Puede tomar un juguete, intenta alcanzar objetos, se da vuelta.
° Habilidades superiores
Balbucea algunos sonidos (BA-BA, GA-GA), corta su primer diente, puede estar fisto para su primera
comida.

El bebé de 5 meses

0 Habilidades básicas
Distingue colores llamativos, se da vuelta, se divierte jugando con sus manos y pies.
0 Habilidades avanzadas
Se vuelve hacia sonidos nuevos, reconoce su nombre cuando lo llaman.
° Habilidades superiores
Se sienta por algunos momentos sin apoyarse, se lleva objetos a la boca, puede comenzar una etapa de
ansiedad.

El bebé de 6 meses

0 Habilidades básicas
Se vuelve hacia sonidos y voces, imita algunos sonidos, hace burbujas con su saliva, se da vuelta en ambas
direcciones, logra el control total de su cabeza.
° Habilidades avanzadas
Alcanza objetos que luego lleva a la boca, se sienta sin apoyarse, está listo para su primera comida.
° Habilidades superiores
Puede abalanzarse hacia adelante o comenzar a gatear, imita el habla combinando sílabas, arrastra objetos
hacia él.

El bebé de 7 meses

° Habilidades básicas
Se sienta sin apoyarse, arrastra objetos hacia él, imita el habla (balbucea).
0 Habilidades avanzadas
Combina sílabas como si fueran palabras, comienza a gatear o a abalanzarse hacia adelante.
102 T r a t a m ie n t o p r e l im in a r o s t k o p á t ic o d e l b e b é y del n iñ o

0 Habilidades superiores
Se para sosteniéndose de algo, mueve la mano diciendo adiós, golpea objetos entre sí.

El bebé de 8 meses

• Habilidades básicas
Puede decir pa-pa o ma-ma a cualquiera, comienza a gatear, se pasa objetos de una mano a otra.
° Habilidades avalizadas
Se para sosteniéndose de algo, gatea completamente, señala objetos.
° Habilidades superiores
Se para solo, toma pequeños objetos con sus dedos a modo de pinza, demuestra lo que desea con gestos.

El bebé de 9 meses

• Habilidades básicas
Combina sílabas como si fueran palabras, se para sosteniéndose de algo.
• Habilidades avanzadas
Toma pequeños objetos con sus dedos a modo de pinza, camina sosteniéndose de algo con pasos irregu­
lares, golpea objetos entre sí.
0 Habilidades superiores
Dice mamá o papá a quien corresponde, juega a las escondidas.

El bebé de 10 meses

• Habilidades básicas
Mueve la mano diciendo adiós, toma pequeños objetos con sus dedos a modo de pinza, gatea completa­
mente, camina con la ayuda de alguien con pasos irregulares e inseguros.
0 Habilidades avanzadas
Dice mamá o papá a quien corresponde, responde a su nombre y entiende la palabra NO, demuestra lo
que desea con gestos.
0 Habilidades superiores
Toma líquidos de un vaso, se para por algunos segundos, pone objetos dentro de otros.

El bebé de 11 meses

• Habilidades básicas
Dice mamá o papá a quien corresponde, se para solo por algunos segundos, juega a las escondidas.
0 Habilidades avanzadas
Imita lo que otras personas hacen, pone objetos dentro de otros, entiende pedidos sencillos.
0 Habilidades superior-es
Toma líquidos de un vaso, dice alguna palabra nueva además de papá y mamá, se agacha cuando está parado.

El bebé de 12 meses

° Habilidades básicas
Imita lo que otras personas hacen, balbucea sílabas como si fueran palabras, demuestra lo que desea con gestos.
T ratado in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 105

• Habilidades avanzadas
Dice alguna palabra nueva además de papá y mamá, comienza a caminar, entiende y responde a pedido®
sencillos.
0 Habilidades superiores
Garabatea con sus primeros crayones, camina completamente, dice dos palabras más además de mamá y papá.

Bases del tratamiento


I El tratamiento tendrá como cualidad el ser preventivo o curativo. Se ha de realizar lo antes posible en el
lactante y en el niño. Nuestro tratamiento va a permitir a los bebés y niños el poder integrarse antes y mejor
al movimiento, evolucionando satisfactoriamente hacia la prehensión de los objetos.

EL TRATAMIENTO PREVENTIVO

Permite verificar si el bebé no está sometido a un estrés, que puede provenir del parto pero también de
un problema digestivo, como el frecuente reflujo. En este caso, se encuentran en el bebé ciertas cadenas
musculares hipertónicas. La madre no percibe este hecho como un motivo de consulta, pero toda agresión
no tratada ya sea interna o externa, tendrá una influencia sobre el sistema postural de su cuerpo y sobre su
sistema inmunitario.
Es importante tratar al bebé dentro de los seis primeros meses, pues durante este periodo el bebé acepta
más fácilmente la posición en decúbito. En cuanto comienza a adoptar la posición cuadrúpeda será menos
disponible para el tratamiento.

EL TRA TA M IEN TO CURATIVO

Realizaremos nuestro tratamiento en los bebés y niños que presenten: . /] i /


*
, 1 7
Malformaciones:
u
^ y n
— tortícolis llamadas “congénitas” km * t vf >r: u
— hundimiento esternal a '
— mal alineamiento óseos, rotación de las extremidades... f T (

Disfimciones: M t jfc b k
— respiratorias j/ le ^ ^ m ^ ^
—“■¿a™ t lp ,, ***: a -,
— oculares (estrabismo) Pn$>Zv 6*'e^ 7 ^
— nerviosas (sueño-lloros) ^ ¡ /r
— etc. J J 7 \rceJ

Los reflejos arcaicos


Los reflejos arcaicos son modelos de movimientos que se producen durante la vida fetal y son decisivos
en la supervivencia del recién nacido.
Son obvios durante los primeros seis meses de vida, por este motivo los tests sobre los reflejos arcaicos
han sido utilizados por los pediatras para valorar la integridad neurológica de los bebés. A medida que el
sistema nervioso se desarrolla, se transforma, y la persistencia de los reflejos arcaicos más allá de su tiempo
normal de expansión (12 meses) intervienen en el posterior desarrollo, así, los reflejos, pueden ser indicativos
del daño neurológico.
'T r a t a m i e n t o p r e l i m i n a r o s t e o p Á'ITCQ d e l b e b é y d e l n i ñ o
101

¿Qué es un reflejo?
Son reacciones automáticas desencadenadas por estímulos que impactan sobre diversos receptores favo­
reciendo la adecuación del hombre al medio.

O r ^ c>lec¿
r
0Reflejo tónico cervical asimétrico
Es un reflejo postural desencadenado por cambios de posición
r
de la cabeza en relación con el tronco en posición de reposo. El
bebé permanece con la cabeza rotada hacia un lado u otro, tanto
en decúbito prono como en decúbito supino. Desaparece hacia el
6o mes. Reflejo tónico cervical asimétrico

i a,'o
r vVÍ/
° Reflejo de Moro ¡ ■ ... V ^ Wik:
■m
También llamado del abrazo o de los brazos en cruz. Es un au­
tomatismo postural de carácter defensivo para resolver situaciones
imprevistas. Un recién nacido descansa sobre los brazos de un
adulto. Si el adulto se inclina irnos 30°, el bebé tiene la sensación
de estar cayendo. Lo primero que hace es abrir los brazos hacia los /'s: / .
lados, para que los padres le vean. Luego vuelve a juntarlos y a
continuación aprieta los puños para agarrarse.
Desaparece hacia los tres meses.
Reflejo de M oro

• Reflejo de marcha automática

El contacto de un pie del neonato con una superficie plana des­


encadena de manera automática un paso con el pie opuesto.
i
i
IpilP*

•'■K
A
Desaparece hacia los dos meses.
: \

u? 1
• Reflejo de succión Y)l
I W
Es el movimiento rítmico y combinado de la lengua y de la
boca del niño que aparece al colocar el pezón o cualquier otro
objeto dentro de ella. Se acompaña de los reflejos de búsqueda y Reflejo de m archa automático
deglución.
Desaparece hacia los tres meses. .3

• Reflejo de prensión palmar

Al aplicar presión en la palma de las manos o la planta de los


pies, responde flexionando sus dedos, los cuales se cierran alrede­
dor de un objeto pequeño.
Desaparece hacia el 5°^mes. Reflejo de prensión palmar
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 105

oReflejo de gateo
En decúbito prono, el osteópata apoya sus pulgares sobre la cara
plantar de los pies del recién nacido: este comienza a gatear. Á
Desaparece hacia el 4o mes.

oReflejo de enderezamiento estático ." —___ _j~_


En decúbito supino, el osteópata apoya sus pulgares sobre la plan- Reflejo de gateo
ta de los pies del recién nacido. Cuando disminuye suavemente la
presión para retirarlos, los miembros inferiores del recién nacido se extienden y los pies parecen pegados a
los pulgares.
Desaparece hacia los dos meses.

Principios de tratam iento

o Método indirecto o principio indirecto

f Se va a favor de la movilidad (sentido lesional) para buscar el punto de equilibrio. Este punto de equilibrio
permite restablecer una idéntica tensión de todos sus componentes membranosos, y, secundariamente, vol­
ver a armonizar la movilidad de la estructura ósea.
\ ,
4/ Este método, empleado preferentemente en la osteopatía craneal, debe utilizarse con mucha delicadeza
( antes de los 5 o 6 años de edad ya que las suturas no se han desarrollado por completo.
No debemos utilizar esta técnica cuando corramos el riesgo de agravar los síntomas presentados por el
paciente, como por ejemplo tras fuertes traumatismos, ancianos o personas muy débiles físicamente.

° Método directo o principio directo

Se va contra la restricción de movilidad (sentido corrección) para buscar el punto de equilibrio.


Sobre todo se utiliza en niños menores de 6 años. Los componentes articulares se acompañan con suavi­
dad hasta la posición fisiológica.
Puede utilizarse en los casos anteriores donde el método indirecto no está totalmente indicado.

Valoración de las principales distinciones del bebé

Antes de valorar las cadenas musculares del bebé, es necesario precisar la importancia de tres zonas en los
bebés:

— El diafragma

Todas las cadenas musculares se entrelazan a nivel del centro frénico. El diafragma debe facilitar las vías
de comunicación entre los niveles torácico y abdominal, pero con frecuencia los perturba. Es importante
liberar todas las tensiones que le impidan trabajar libremente.

~~ La base del cráneo

Es el punto de partida de todas las cadenas musculares. Antes de que el bebé comience a andar, el niño se
organiza en referencia a la base del cráneo, verdadero puzle cartilaginoso. La equilibración de esta área es
primordial para la buena programación del equilibrio estático y dinámico del niño.
106 T r a t a m ie n t o p r e l im in a r o s t e o p á t ic o d e l b e b é y d e i; n iñ o

Hay que prestar una atención especial en los siguientes casos:


— En los niños nacidos de nalgas
— En los niños nacidos con fórceps
— En los niños con tortícolis congénita
— En los niños que padezcan regurgitaciones
— En los niños que cabecean para dormirse
— En los niños con estrabismo
— En los niños que se caen con facilidad
— En los niños con problemas de deglución, etc.

— La nuca

Esta región está solicitada en el nacimiento. Además, hay interdependencia entre la columna cervical y el
cráneo. Será necesario valorarla desde la primera sesión.

T p c í- c lo e c 'i A i* n-i c m i i c í ’i i l 'i r p c

jrosicion terapeuta-runo / '

El terapeuta toma en mecedora al niño con la mano


caudal, pasando el antebrazo entre las piernas. Con la
mano craneal sujeta el occipital y la columna cervical. <■'
\

Test

Flexión de la cabeza del niño hacia el esternón. La


flexión es dirigida por ambas manos. La cadena de exten­
sión es de esta manera desenrollada.
En caso de hiperprogramación de esta cadena, el niño
rehúsa inmediatamente la postura y, en algunos casos, llora.

El terapeuta toma en mecedora al niño con la mano caudal,


pasando el antebrazo entre las piernas. Con la mano craneal su­
jeta el occipital y la columna cervical.

Test \\

Extensión de la cabeza. La extensión es dirigida por ambas


manos. La cadena de flexión es de esta manera desenrollada.
En caso de hiperprogramación de esta cadena, el niño rehúsa
Test para la cadena de flexión
inmediatamente la postura y, en algunos casos, llora.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t í a im id já t r ic a 107

CADENAS CRUZADAS POSTERIORES ;. K 1 M ¿Y hLoaC-4-O r r uy


. . . . . . *■
Posición terapeuta-runo

El terapeuta toma en mecedora al niño con la mano caudal, pasando el antebrazo entre las piernas. Con
la mano craneal sujeta el occipital y la columna cervical.

Test

Torsión anterior izquierda y derecha de la cabeza, hacia los hombros izquierdo y derechos. Las torsiones
son dirigidas por ambas manos. La torsión anterior izquierda y derecha valoran respectivamente las cadenas
CCP izquierda y derecha desenrollándolas.

CADENAS CRUZADAS ANTERIORES c ^ foí’° /°°" J c ' >3j

Posición terapeuta-niño

El terapeuta toma en mecedora al niño con la mano caudal, pasando el antebrazo entre las piernas. Con
la mano craneal sujeta el occipital y la columna cervical.

Test

Torsión posterior izquierda y derecha de la cabeza. Las torsiones son dirigidas por ambas manos. La tor­
sión posterior izquierda y derecha valoran respectivamente las cadenas CCA izquierda y derecha desenro­
llándolas.

T ES T D E LOS MIEMBROS INFERIORES

Es importante valorar los miembros inferiores, sobre todo si el niño ha sufrido algún problema visceral
(gastroenteritis, estreñimiento, invaginación ileocecal, dolores en la expulsión de la heces, fisuras anales).
Estos problemas pueden alterar a la cadena estática visceral y después, por continuidad, a los miembros in­
feriores. Incluso aunque los miembros inferiores no hayan sido utilizadas en la locomoción, las cadenas
musculares pueden estar ya programadas, en función de las tensiones viscerales. Se notarán modificaciones
en la arquitectura de los miembros inferiores, en particular en las rotaciones. Posteriormente la marcha po­
drá verse afectada, en relación a las tensiones internas.

Posición terapeuta-niño m i

El niño está en decúbito supino, con el miembro in­


ferior a valorar colocado perpendicular al tronco.
La mano proximal del terapeuta enlaza el muslo, lo
más cerca posible de la cadera. La mano distal en contac­
to con la anterior. wM m
Test

Se valoran los movimientos de flexión-extensión, ab­


ducción-aducción, rotación interna-rotación externa. ^est *os miembros inferiores
Nota: la limitación de alguno de estos movimientos indicará el desequilibrio de una o varias cadenas mus­
culares.

LOS MIEMBROS SUPERIORES

Los miembros superiores están en relación con la cintura escapular y la nuca. Estos pueden haber sufrido du­
rante el nacimiento (arrancamiento del plexo braquial...). De ahí la importancia de los tests lo antes posible.
108 1 «ATAM IEN TO PRELIMINAR OSTEOPATICO D EL BE BE Y D E L NIÑO

Posición terapeuta-niño
El niño está en decúbito supino, con el miembro su­
perior a valorar colocado perpendicular al tronco.
La mano proximal del terapeuta enlaza el brazo, lo
más cerca posible de la articulación glenohumeral. La
mano distal en contacto con la anterior. ■ ;:

T est "•

Se valoran los movimientos de flexión-extensión, Test de los miembros superiores


abducción-aducción, rotación interna-rotación externa.
Nota: la limitación de alguno de estos movimientos indicará el desequilibrio de una o varias cadenas mus­
culares.
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Tratam iento del bebé y
J del niño (. >$) ' ■.
/ (\ pirnf “2. / - ....~,y
'• /
El recién nacido y el niño no admite el tratamiento mediante posturas excéntricas. No es fisiológicamen­
te aceptable en este periodo de su vida. El bebé y el niño están en plena evolución psicomotriz por lo que
toda postura excéntrica es vivida como una agresión.
Toda tensión, toda pérdida de movilidad puesta en evidencia con las pruebas, es una señal en el lenguaje
del cuerpo del bebé y del niño. A nosotros nos corresponde comprender estas tensiones y relajarlas con una
técnica apropiada para el bebé-niño, hasta que estas desaparezcan.
El tratamiento comprenderá tres fases:
í ~ ( / / )
1. Masaje de las cadenas musculares , y-f ■*=' Vv .
2. Técnica de inhibición of-, \-^>r
3. Técnica de desenrollamiento .

1. MASAJE D E LAS CADENAS M USCULARES

El masaje tiene la cualidad de escucha tisular y de relajación precisa, que en nuestro tratamiento tendrá
una cualidad analítica en la globalidad.
El tacto es el primer sentido que se desarrolla en el embrión. Cuanto antes se desarrolla una función ma­
yor es la probabilidad de que esta sea fundamental.
Los receptores cutáneos u óseos transmiten los estímulos de las contracciones al SNC y al sistema neuro
vegetativo.
Las informaciones cutáneas son uno de los primeros medios de comunicación. Será necesario nutrir estos
circuitos, tras el nacimiento, por medio del masaje.
El tacto, el masaje suave, la caricia, forman parte de las necesidades fundamentales del recién nacido y
participan en su desarrollo psicomotor.
El masaje debe ser suave y firme, de manera que aporte al niño seguridad y una sensación agradable.
Un niño que ha sido acariciado con afecto se sentirá más querido y seguro y esa sensación le acompañará
toda la vida.
En el aspecto físico favorece su flexibilidad y estimula la coordinación muscular.
TÍ! ATAD O IN TEGRAL D E OS IKOIM TIA IM-mÁTHICA 1 ()<)

Un masaje diario reporta beneficios desde el primer día:


— Calma los cólicos y problemas digestivos
— Relaja al bebé favoreciendo el sueño
— Favorece la comunicación
— Fomenta la confianza y la unión
— Ayuda a ganar peso
— Descarga la irritabilidad y la tensión
En nuestro tratamiento con masaje el orden a seguir será el siguiente:
1. Diafragma
2. Orificio superior del tórax
3. Base del cráneo
4. Masa e abdominal
5. Masa e de las cadenas de flexión del tronco
6. Masa e de las cadenas cruzadas anteriores del tronco
7. Masa e de los miembros inferiores
8. Masa e de los miembros superiores
9. Masa e de las cadenas de extensión del tronco
10. Masa e del diafragma (inserciones posteriores)
11. Masa e de las cadenas cruzadas posteriores del tronco

1. Masaje del diafragma

a) Masajearnos los rebordes costales anteriores

Bebé en decúbito supino. Terapeuta con los pulgares di­


rigiéndose hacia los flancos derecho e izquierdo, siguiendo
la cara inferior del reborde condrocostal.
1 ■\

b) Masaje del hemidiafragma

Bebé en decúbito supino. El terapeuta sitúa los dos pul­ Masaje de los rebordes costales anteriores
gares bajo el apéndice xifoides. Mientras un pulgar sirve de
punto fijo, el otro contornea el borde inferior del reborde
condrocostal, del hemidiafragma que estamos tratando,
hasta el flanco correspondiente.
Nota: con este trabajo desprogramamos las CCA y las
CDF.

2. Orificio superior del tórax

Esta zona tiene una importancia especial debido a su re­


lación con:
— Los pulmones
— El mediastino
Masaje del hemidiafragma
— El timo
— La circulación del cuello
— Los miembros inferiores
Para liberar el orificio superior del tórax, es necesario relajar las inserciones inferiores de las aponeurosis
cervicales. Esta aponeurosis pueden estar muy solicitadas durante el nacimiento. Realizaremos masaje en los
músculos:
110 T r a t a m ie n t o p r e l im in a r o s t e o p á t ic o d e l b e b é y d e l n iñ o

Supra y subclaviculares
En los espacios intercostales

Si

BlfffP
*i
, \

Masaje subclavicular y primeros espacios Masaje supraclavicular


intercostales

3. Base del cráneo

Comenzaremos con:
— Masaje de los músculos suboccipitales
— Masaje submandibular
No hay que olvidar el masaje del suelo de la boca, trabajando bien los músculos submandibulares y fascias
de la zona.

•v.
A

Masaje de la musculatura suboccipital Masaje submandibular

4. Masaje abdominal

Permite relajar la parte baja de las CDF y también permi­


te tener una acción sobre la cadena estática visceral y la di­
námica del sistema intestinal.

a) M asaje sobre la cadena deflexión, CDF. M itad inferior
-j
Bebé en decúbito supino. El terapeuta sitúa las dos ma­
nos planas sobre la región epigástrica del abdomen. Están V-i. •'
perpendiculares al tronco y paralelas una a la otra.
Mientras una mano sirve de punto fijo a nivel epigástrico,
la otra desciende hacia el pubis. La mano trabaja alternativa­
Masaje de la CD F, mitad inferior
mente. El ritmo es lento, la presión progresiva. - ^0 ^
T r a t a d o in t e g r a l i»r. o s t i í o i w i ía i t . i ' iá i h ic a 111

b) Masaje sobre la cadena estática visceral, CEV

Bebé en decúbito supino. El terapeuta sitúa las manos su­


perpuestas transversales al cuerpo del niño, sobre el abdo­
men. Se ejerce un movimiento de rotación en sentido de las
agujas del reloj, realizando cada vez una presión mayor. Se
vuelve al punto de partida anulando la presión y se vuelve a
comenzar. Repetir tres veces. ,
. t-i
^ f OCO
u~!re -P
Se £>''T A'-J*
h J j. /
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¡-■te'
fA °i /
■'o
Masaje sobre la C E V
l'-Ci _
7'
5. Masaje de las cadenas de flexión, CDF, del tronco

Bebé en decúbito supino. El terapeuta sitúa las manos 1


paralelas, a cada lado del esternón.
/
Se masajea el reborde costal hasta los hombros. Con ello,
trabajamos la mitad superior de las CDE La parte inferior
es realizada con el trabajo abdominal.
mmfgm

Masaje de las C D F del tronco

wm
¡¡
6. Masaje de las cadenas cruzadas anteriores, CCA,
del tronco

Bebé en decúbito supino. El terapeuta sitúa una mano


como punto fijo a nivel del hombro del bebé, la otra la co­
loca oblicua hacia la cadera opuesta.
i ..
Se realiza bilateralmente, alternando primero una y lue­
go la otra mano. Lento y con una presión ligeramente cre­

m mN
mmi
ciente.

g¡¡
& j
7. Masaje de los miembros inferiores

Bebé en decúbito supino, con los miembros inferiores ¡iS


perpendiculares al tronco.
Una mano entrelaza el muslo del bebé lo más cerca posi­
H
ble de la cadera. La otra mano se sitúa del mismo modo, en
brazalete, en contacto con la anterior y deslizándose hacia el
pie-tobillo. Se realiza en ambas extremidades.
Terminamos movilizando los tobillos del bebé. Masaje de los miembros inferiores
€112 r T r a t a m ie n t o p r e l im in a r o s t e o p á t íc o d e l b e b é y d e l n iñ o

8. Masaje de los miembros superiores


\
Bebé en decúbito supino. El terapeuta enlaza el brazo del \
bebé lo más cerca posible de la articulación glenohumeral.
La otra se coloca del mismo modo, en brazalete, en contacto
con la anterior y se desliza hacia la mano. Se realiza en ambas
extremidades.
Terminamos movilizando la mano-muñeca.

Masaje de los miembros superiores

9. Masaje de la cadena de extensión, CDE, del tronco

Bebé en decúbito prono. El osteópata sitúa una de sus


manos en la parte alta de la espalda del bebé mientras, con la Mr
otra mano, se realiza un deslizamiento desde esta área hasta
los glúteos.
”® Í F

Masaje de la C D E

10. Masaje del diafragma (inserciones posteriores)

Bebé en decúbito prono. El osteópata sitúa sus pulgares


sobre el borde inferior de la última costilla, a un lado y otro
de la columna vertebral.
Se dirigen los pulgares hacia los laterales del cuerpo del
bebé, a lo largo del borde inferior de cada última costilla. (
Masaje del diafragma (inserciones posteriores)

11. Masaje de las cadenas cruzadas posteriores, CCP,


del tronco

Bebé en decúbito prono. El osteópata fija con una de sus


manos uno de los hombros del bebé, mientras con la otra
realiza deslizamientos desde el hombro hasta la cadera opues­
ta. Se realiza bilateralmente.

Masaje de las C C P del tronco


'T r a t a d o in t e g r a l d e o s i io p a t ía im . i j j á t i m c a 113
. .. . _
y Ó c' O
Técnica
■*■ de inhibición y
J desenrollamiento ^ /"JÍ<
?-<$■~7
h>ccL**¿)r ^ /„ *=\) ), / /'£ií^£
/ - , ,-Jlr...
En los bebés y niños de corta edad, el tratamiento con cadenas musculares se compone de dos fases:
1. Un primer tiempo de enrollamiento de la cadena que tiene como objetivo inhibir las tensiones.
2. Un segundo tiempo de desenrollamiento de la cadena que tiene como objetivo comprobar la relaja­
ción. Esta fase no se trata de una postura excéntrica, como las que realizamos a los adolescentes y adultos,
sino de una técnica de verificación. Si el bebé presenta la menor resistencia, volvemos al enrollamiento para
reiniciar la inhibición. A, ¡ a ^ , / </ •, , jt

Técnica de inhibición y desenrollamiento de las C D E •'Í.-.v» a corre cc-'iu .

T écn ica de inhibición de las C D E T écn ica de desenrollamiento de las C D E

Técnica de inhibición y desenrollamiento de las C D F

T ó n i c a di: in h ib ic ió n <lc las C D I 1' I (.Viiic;: di.1 d c ic iim iL m iie iu o d i 1 las C D F

Nota: no sobrepasar jamás la resistencia del bebé. Cuando la relajación sea completa, el bebé “rompe”
espontáneamente la postura. Si no lo hace, hay que volver a trabajar la base del cráneo y el orificio superior
del tórax.
114 T r a t a m ie n t o p r e l im in a r o s t e o p á t ic o d e l b e b é y d e l n iñ o

T ra tamiento de la base del cráneo

Comenzaremos este trabajo con técnicas de inhibición tisular (1-2). A continuación, efectuaremos una
técnica que nos permite el acceso al cráneo (3). Por último, realizamos el trabajo específico para el cuadran­
te occipital (4-5-6). , ■•.jW-
1. Bombeo sacro \\
2. Bombeo occipital yv ,, ñ
3. Técnica de compresión transversal de la escama del occipucio ¡ j 3 c ^ o M C**-- ^
4. Técnica de extensión déla escama del occipucio ^ f. \ ¿jcAp’ 7
5. Descompresión occípito-mastoidea // / / ;J '
6. Descompresión de la base del occipucio. // r' c ^

1. BOMBEO D EL SACRO

Bebé en decúbito supino. El osteópata sentado o en bipedestación a un lado del niño. Con la mano caudal
atrapamos el sacro del bebé fijando, con la mano craneal, el abdomen del niño. Con la mano caudal, bom­
beamos el sacro a razón de tres segundos de tracción y tres segundos de relajación.

Objetivo terapéutico

Mediante la acción inhibidora del bombeo, relajar las tensiones del sacro, la región lumbosacra y la cade­
na neuromeníngea (CNM) a la altura de las vértebras.

Bom beo del sacro


T r a t a d o i n t e g r a l d e o s t h u p . vi ía i*i : d i á i k ic a .115

2. B O M B E O D E L O C C IPIT A L

Bebé en decúbito supino. El osteópata sentado a la cabeza


del paciente. Atrapamos el occipital del niño y lo bombeamos a \

razón de tres segundos de tracción y tres segundos de relaja­


ción. ./
\

Objetivo terapéutico

Descomprimir el occipucio de las presiones óseas y membra­


nosas y efectuar una acción descendente sobre las meninges
medulares. Bom beo del occipital
Nota: las técnicas de bombeo sacro y del oc­
cipital tienen una acción complementaria, muy
importante, sobre:
— El eje vertebral
— La cadena neuromeníngea, CNM
— La cadena estática posterior, CEP
— La cadena de extensión, CE

3. C O M PR ESIO N TRA N SVERSA L D E LA ESCAMA D E L O C C IPIT A L

Bebé en decúbito supino. El osteópata sentado


a la cabeza del paciente, con las palmas de las ma­
nos situadas superpuestas sobre el occipital del
bebé-niño.
La eminencias tenares contactan con los ángu­
los laterales del occipital mientras permanecen
detrás del asterion, detrás de la sutura occípito-
mastoidea.

Realización de la técnica

El osteópata comprime los ángulos laterales


del occipital hacia la línea media de manera conti­
nua. Su intensidad no debe producir sensación de Com presión transversal de la escama del occipucio

endurecimiento del occipital. Si ocurriera esto úl­


timo, tendríamos que disminuir la presión.
La técnica dura el tiempo necesario para que la escama del occipital se adapte a la compresión transversal
a través de su plasticidad. Cuando el occipital opone menos resistencia, el osteópata siente que sus manos se
relajan. Esta distensión va asociada a un desprendimiento de calor. La técnica puede durar de uno a cinco
minutos.

Objetivo terapéutico

Disminuir las tensiones sobre el occipital, permitiendo el acceso al cráneo del bebé con técnicas más es­
pecializadas.

4. E X T E N SIÓ N D E LA ESCAMA D E L O C C IPIT A L

Bebé en decúbito supino. El osteópata sentado a la cabeza del paciente. Situamos los índices por detrás y
hacia el interior de cada apófisis mastoides, delante de la sutura occípitomastoidea (OM). Los dedos medios,
anulares y meñiques se sitúan en abanico sobre la escama del occipital.
116 T r a t a m ie n t o p r e l im in a r o s t e o p á t ic o d e l b e b é y d e l n iñ o

Realización de la técnica
En un primer tiempo, los índices realizan una ligera fuerza transversal
para descomprimir la relación de los temporales con el occipital en cada
OM.
En un segundo tiempo, una vez percibida la descompresión por el te­
rapeuta, los dedos tercero, cuarto y quinto movilizan sutilmente, hacia
atrás y hacia afuera, con el fín de extender la escama del occipital. Si se
siente una asimetría en la respuesta del occipital, se insiste en la zona que
ofrece mayor resistencia.
Cuando se realiza la tensión, la mano se adhiere al cuero cabelludo que
se desliza sobre el plano óseo. Cuando el deslizamiento de la piel sobre el
cráneo ha terminado, la piel, bajo la mano, opone resistencia: este es el Extensión de la
punto justo para realizar correctamente la técnica (grip). Si presionamos escama del occipital
en exceso, perderemos la adherencia cutánea. s- -o

Objetivo terapéutico

Relajar las tensiones que se enquistan en las trabéculas óseas del occipital. Esta relajación tisular influye
en la circulación. Notaremos la liberación de calor.

5. D ESC O M PR ESIO N O C C IPIT O M A ST O ID E A

Bebé en decúbito supino, con la cabeza rotada en sen­


tido heterolateral al lado a trabajar. El osteópata sentado
a la cabeza del paciente. Situamos los dedos índice y me­
dio, en V, homolateralmente a la OM. La otra mano la
sitúa sobre el frontal, en la zona diametralmente opuesta
i
a la OM.

Realización de la técnica

En un primer tiempo, el osteópata descomprime la \7


X
OM mediante una ligera separación de los dedos índice y ¡___ ,
medio. Estos dedos no se deslizan sobre la piel. La sepa­ D escompresión occipitomastoidea
ración se realiza a partir del grip de la piel.
En un segundo tiempo, la mano situada sobre el hueso frontal ejerce una ligera presión dirigida hacia la
OM, a razón de tres segundos de presión y tres segundos de relajación.
Esta técnica se realiza bilateralmente.

Objetivo terapéutico

Relajar las presiones transversales procedentes de los temporales.


Nota: esta técnica es muy importante en caso de que el bebé sufra la denominada tortícolis “congénita”.

6. D ESC O M PR ESIÓ N D E LA BASE D E L O C C IPIT A L

Bebé en decúbito supino. El osteópata sentado a la cabeza del paciente. Cogemos el occipital entre sus
manos y adoptamos la misma toma de contacto que en la técnica de extensión de la escama. Se añade el con­
tacto de los pulgares por detrás de los pilares orbitales externos.
T r a t a d o i n t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e i j i á i h i i ' a 117

Realización de la técnica

En un primer tiempo los pulgares traccionan hacia la parte anterior del


bebé.
En un segundo tiempo se realiza la tracción transversal con los índi­
ces.
En un tercer tiempo se tracciona, en divergencia, de los dedos tercero,
cuarto y quinto.
En un cuarto tiempo se tracciona en el eje de la columna vertebral.
Para ello el osteópata realiza una tracción global de la cabeza en dirección
craneal, siendo el bebé sujetado por el padre o la madre.

D escompresión de la
Objetivo terapéutico base del occipital

Descomprimir la base del cráneo y el agujero occipital.


Nota: esta postura, cuyo objetivo es relajar las tensiones occipitales, se puede practicar con provecho en
el cráneo de un recién nacido, para quien esa relajación resulta fundamental.

r i / - cue; -i / ~ r v- ^ °
T écnica global cráneo-cadenas m usculares —^ ^ ó * '* , ^
J'- O ^ =•"<
Bebé en sedestación. El osteópata de espaldas a él. Se rodea en forma de brazalete(con los dos pulgares y
los dos índices) la línea curva occipital inferior y el borde inferior de la mandíbula.

Realización de la técnica

Se efectúa una elevación, más o menos importante, de la base del cráneo.


Nota: esta técnica, muy eficaz, no debe de sorprender, ni crear temores, más que a los que desconocen la
fisiología y no trabajan con sus manos. En Africa Central ciertas “comadronas” realizan de manera tradicio­
nal esta técnica para crear un buen equilibrio en el recién nacido. La estructura de la base del cráneo podrá
soportar no solamente su propio peso, sino que además se encontrará relajada y equilibrada por la inversión
de todas las tensiones. Observar que esta técnica se realiza al final del tratamiento, cuando todas las zonas de
tensión han sido abordadas y relajadas.
118
T r a ta m ie n to p r e lim in a r o s t e o p á t ic o d e l b e b é yd e l n iñ o -

Enrollam iento fetal

Todo el trabajo que acabamos de realizar permite al niño:


° Sentir su piel, los límites de su cuerpo
• Integrar las cadenas musculares, con el fin de que estén en armonía con los movimientos globales.
0 Liberar todo desequilibrio del tono, ya sea interno o externo
Es debido a estas razones que el masaje, las técnicas de inhibición y las técnicas de desenrollamiento son
indisociables.
En el recién nacido y hasta alrededor de los 6 meses, es primordial terminar el tratamiento por el enro­
llamiento fetal: es necesario realinear, resituar al niño en su piel, en su perímetro, aun a riesgo de explotarlo
hacia el exterior de su cuerpo.

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E nrollam iento fetal ¡ / ,i /]


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TRATAMIENTO DEL CUADRANTE OCCIPITAL


Como ya apuntamos anteriormente, esta región está muy solicitada en el nacimiento. Además, hay inter­
dependencia entre la columna cervical y el cráneo. Será necesario valorarla y tratarla desde la primera se­
sión.
b'l El punto de unión basilocondilar es especialmente importante durante los primeros años de vida y al
¡nacer frente al efecto de las fuerzas exteriores. Las disfunciones intraóseas pueden conducir, entre otras co-
' sas, al desarrollo de escoliosis, malformaciones del agujero occipital, trastornos del nervio hipogloso (XII) en
el conducto hipogloso, con problemas de succión y trastornos de los pares craneales IX, X y X I (glosofarín-
geo, vago y espinal) en el agujero yugular o rasgado mayor.
Al nacer, las porciones condfleas del occipital no están osificadas por completo; sigue habiendo cartílago.
La presencia de este cartílago permite cierta flexibilidad. Cuando las porciones condñeas del occipital se ven
forzadas en sentido anterior durante la hiperextensión de la cabeza sobre el cuello como una fase del proce­
so del parto, tal vez queden enclavadas en el receptáculo decreciente formado por las superficies articulares
del Adas. Si la fuerza hidráulica autocorrectora del sistema craneosacro no consigue corregir esta circunstan­
cia, y si el tratamiento craneosacro no se practica con eficacia, tal vez persista la compresión condílea.
\vi
Como el cartílago es un tanto maleable y el hueso crece en la dirección que menos resistencia ofcece, esta
compresión de las porciones condíleas del occipital entre las superficies articulares receptoras del Atlas pue­
de derivar fácilmente en un crecimiento y desarrollo morfológico anormales del occipital. Esto contribuye a
la asimetría del cráneo y de sus membranas durales. Como resultado, tal vez se produzca la malformación del
foramen magnum, los cóndilos del occipital, los conductos del hipogloso, el agujero rasgado anterior y el
agujero yugular. Las implicaciones clínicas de estas malformaciones son muy variadas y tal vez muy graves.
T ra tad o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic \

A través del foramen magnum pasan:


• el extremo caudal del bulbo raquídeo, '*
0 las meninges y sus vasos sanguíneos,
• las arterias vertebrales,
0 los nervios accesorios,
° las arterias espinales anterior y posterior,
• las membranas de la tienda y los ligamentos alares.
La presión anormal en tomo al agujero magno que provoca su deformación puede, por tanto, iniciar
problemas producto de la presión sobre cualquiera de estas estructuras.
í La compresión de las porciones condíleas puede derivar fácilmente enun desarrollo defectuoso del con-
/ducto del hipogloso. Esta afección genera síntomas clínicos relacionados con la disfuncióndel nervio hipo-
¿■j gloso:
• problemas de coordinación motora,
• atrofia o malformación de la lengua,
S\
° desequilibrio oclusal,
° disturbios de la deglución,
• disturbios de la elocución.
La compresión de los cóndilos del occipital entre las superficies articulares del Atlas también puede inter­
ferir con el funcionamiento normal de la sutura entre el occipital y las porciones petrosas del temporal en la
base del cráneo. Esta interferencia se manifestará como síndromes clínicos relacionados con la deformación
Iy/o disfunción de los agujeros yugulares, el agujero rasgado anterior y las articulaciones atlantooccipitales.
Como el occipital no se osifica por completo hasta aproximadamente los 6 años de edad, la temprana correc­
ción de fuerzas anormales sobre los cóndilos del occipital puede tener de por vida un efecto muy beneficioso
sobre la salud del niño.
i A través de los agujeros yugulares discurre el drenaje venoso de las yugulares procedente de la bóveda del
jcráneo. Por tanto, la deformación o disfunción de estos agujeros suele provocar síntomas relacionados con
j la congestión de líquido intracraneal como disfunción del cerebro o dolor de cabeza. También el IX, X y X I
nervios craneales pasan por estos agujeros. La disfunción de estos nervios puede provocar problemas en el
reflejo faríngeo, anomalías del gusto del tercio posterior de la lengua, problemas con el habla y la deglución,
arritmias cardíacas, problemas digestivos y de eliminación relacionados con el control vagal del estómago y
A
el recto y porción inferior del colon, y tono anormal de los músculos estemocleidomastoideo y trapecio. El
agujero rasgado es llenado parcialmente con fibrocartflago. También está íntimamente relacionado con el
nervio petroso mayor y la trompa de Eustaquio. Los síntomas relacionados con la trompa de Eustaquio sue­
len ser producto de la compresión de los cóndilos del occipital, al igual que los síntomas relacionados con el
deterioro del riego sanguíneo de los lóbulos occipitales del encéfalo. En este riego sanguíneo influye mucho
el nervio petroso mayor (OWMAN y EDVINSSON, 1977).
Como ya hemos apuntado, durante el nacimiento los cóndilos del occipital están separados en dos
partes por la sincondrosis intraoccipital anterior. En esta fase, los cóndilos son relativamente planos;
tomarán una forma convexa sólo más tarde durante la infancia. Son particularmente sensibles a los trau­
matismos infantiles; las disfunciones intraóseas pueden afectar a la forma de los cóndilos y de la escama
del occipital.

Disñmciones intraóseas

Todo hueso vivo consiste en una red de tejido conjuntivo calcificado, de más o menos gran densidad, con
arreglo a la edad y con arreglo a la salud del individuo. En ausencia de disfunción somática, esta matriz
abierta conserva una flexibilidad cierta toda la vida. La inmensa mayoría de los huesos de los niños de pecho
y los niños presentan múltiples núcleos de osificación unidos por tejido cartilaginoso o membranoso flexible,
lugar potencial de disfunciones hasta su osificación.
120 T r a t a m ie n t o p r e l im in a r o s t e o p á t ic o d e l b e b í : y d e l n iñ o

Así, una disfunción intraósea resulta de la pérdida de la flexibilidad normal de las fibras que constituyen
la matriz del tejido óseo, o las zonas todavía no osificadas cartilaginosas o membranosas. La osificación es­
quelética completa no se acaba antes de los 20 - 30 años y, por principio, una disfunción intraósea puede
sobrevenir en toda la estructura que no está completamente osificada. La mayoría de las veces, este tipo de
disfunción sobreviene durante la vida intrauterina, o durante el parto cuando el cráneo es particularmente
vulnerable. Por ello, los traumatismos sufridos durante la infancia pueden también producir estas disfuncio­
nes, pudiendo verse afectado cualquier hueso, con el resultado de una modificación de su forma y de su
función.
Las disfunciones intraóseas deben ser diferenciadas por disfunciones interóseas. Una disfunción intraósea
se produce en la estructura de un solo hueso, mientras que la disfunción interósea se produce entre huesos
adyacentes.
A continuación, vamos a describir las características de la disfunción intraósea del hueso occipital. Las
disfunciones intraóseas del resto de los huesos del cráneo las describiremos en el capítulo o patología corres-
‘t¡ pondiente a cada hueso.
C
? /V!-7V-<Á1

Disfunción intraósea craneal del hueso occipital

En el nacimiento, el hueso occipital consiste en cuatro partes (ver página 17):


' ?j • la parte basilar, tiene dos centros de osificación e incluye una parte de superficies condileas. En el re-
I cién nacido, una molestia entre la parte basilar y la parte condilar puede ser la fuente de una tortícolis deno-
minada “congénita”.
%¡ ° dos partes laterales (cóndilos), cada uno de ellos posee un centro de osificación,
1 ° y posteriormente, la porción escamosa. Comprende cuatro puntos de osificación, uno para cada fosa:
— las fosas cerebelosas forman el supra-occipital,
— las dos fosas occipitales forman el occipital interparietal.
j La osificación entre la parte escamosa y las partes laterales es completa hacia los 2 - 3 años, y entre las
¡ partes laterales y la parte basilar hacia los 7 - 9 años. Los cóndilos occipitales están situados en la unión entre
i las partes laterales y la parte basilar. La parte delantera de cada cóndilo es localizada sobre la parte basilar, y
! la parte posterior sobre la parte lateral. Su fusión se organiza alrededor del nervio hipogloso y forma el canal
s del hipogloso, XII.
Las disfunciones intraóseas del hueso occipital resultan de fuerzas compresivas o de fuerzas de tracción,
que afectan a las zonas entre las diferentes partes del hueso y/o la matriz ósea de cada parte. Este hecho
puede originar modificaciones de:
• la circunferencia del foramen magnum,
0 de la forma de las partes condilares,
0 y de la escama del occipital.
La deformación del hueso occipital encontrada en las plagiocefalias no sinostósicas es un ejemplo de dis­
función intraósea fácilmente visible, donde la asimetría de las fuerzas compresivas resulta en una asimetría
de las mitades izquierdas y derechas de la escama del occipital y de la sincondrosis intraoccipital. Debido a
los cambios de la estructura occipital y de las modificaciones consecutivas en la mecánica vertebral, las dis­
funciones intraóseas del occipucio pueden ser un factor etilplógico en el desarrollo de las escoliosis infanti­
les. De hecho, escoliosis infantiles y disfunciones intraóseas están a menudo asociadas, como lo son también
las plagiocefalias no sinostósicas y las escoliosis.
Además de las consecuencias sobre la columna subyacente, las relaciones occipitales están potencialmen-
te afectadas. Las estructuras nerviosas incluyen los nervios craneales IX, X, XI, XH y el bulbo raquídeo. Las
Ti; disfunciones intraóseas occipitales pueden ocasionar, entre otras cosas:
J \ ° dificultades en la deglución (IX),
° problemas gastrointestinales funcionales,
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 121

• disfunciones cardiovasculares tales como irregularidades del ritmo cardíaco,


t • desórdenes respiratorios (X), j,
A
• dificultades en el desarrollo de las adquisiciones como alzar la cabeza (XI),
0 y dificultades de succión (XII).
Las estructuras vasculares pueden también ser afectadas por las disfunciones intraóseas del occipital. El
área del foramen yugular localizado entre el hueso occipital y la parte pétrea del hueso temporal está consi­
derado como una zona potencial para la compresión de los senos venosos.
/ La estructura membranosa que constituye la capa externa de la duramadre está íntimamente asociada con
i. ■ el periostio y contribuye a la cohesión craneana antes de la osificación. La capa interna de la duramadre
i ] forma las duplicaciones que son la hoz del cerebro, hoz del cerebelo y ambas partes de la tienda del cerebelo.
Estas membranas intracraneales, totalmente fijadas sobre el hueso occipital, pueden por consiguiente estar
:\ afectadas por las disfunciones intraóseas del occipital. Además, la circunferencia del foramen magnum es una
zona esencial de inserción para la duramadre, que se prolonga luego como el manguito dural vertebral, se
inserta sobre el sacro y el coxis, y forma el core-link. Cualquier disfunción intraósea occipital puede afectar
a las zonas a distancia por el core-link. Las disfunciones intraóseas occipitales están entre las disfunciones
intraóseas craneanas más frecuentes.

LESIO N ES IN TRA Ó SEA S D E L O C C IPITA L

Por lo general se deben a traumatismos producidos en la vida intrauterina, el parto o los primeros años
de vida.

1. Lesiones de la parte basilar

Colocada delante de los cóndilos laterales, experimenta las influencias de:


° de ’ v ^
° de los cóndilos
Nota: además de la técnica de extensión de la base, que propondremos para relajar las tensiones de la base
del cráneo, es muy importante normalizar las lesiones de la/SEB. j

2. Lesiones de las masas laterales (cóndilos)

Las compresiones sobre las masas laterales del occipital pueden ser simé­
tricas o asimétricas. La consecuencia más importante de estas lesiones es la
modificación del agujero occipital.
1. Cuando la compresión es posterior en la cabeza posteroflexionada, los
cóndilos:
— avanzan en relación con las cavidades glenoideas del Atlas,
— se acercan a la parte anterior, y el agujero occipital se estrecha hacia
delante.
122 T r a t a m ie n t o p r e l im in a r o s t e o p á t ic o d e l b e b é y d e l n iñ o

2. Cuando la compresión se realiza en el vértice, los cóndilos se deslizan hacia


abajo y adentro de las cavidades glenoideas y el agujero occipital se estrecha late­
ralmente.

3. Cuando la compresión se hace lateralmente, los cóndilos tienen una


posición asimétrica en las cavidades glenoideas.
El agujero occipital está desplazado con respecto al Atlas.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a

„ di
3. Lesiones de la escama del occipital -yfA jf - - -

La escama occipital puede sufrir anomalías en su posición en


alguno de sus tres ejes, generando con ello distorsiones de la base y
de la bóveda.
E je anteroposterior. Pasa por inión, alrededor del cual gira la
escama.

E je transversal. Pasa horizontalmente por inión, alre­


dedor del cual la escama occipital se flexiona.

Apófisis
Basilar

E je vertical. Pasa por inión, alrededor del cual la esca­


ma está lateroflexionada. ~

Técnicas diagnósticas para el occipital

1. D IA G N Ó STIC O D E LO S C Ó N D ILO S D E L O C C IPIT A L

Determinaremos si los cóndilos del occipital están libres como para poder separarse posteriormente de
las superficies articulares del Adas. Si estamos en presencia de una restricción de movilidad, nuestro trata­
miento consistirá en restablecer la movilidad fisiológica para, a continuación, extender las porciones condí-
leas lateralmente todo lo posible después de haberlas separado del Atlas.
124 T r a t a m ie n t o p r e l im in a r o s t e o p á t ic o d e l b e b é y d e l n iñ o

Con el bebé o niño en decúbito supino, introducimos las yemas


de los dedos a lo largo de la superficie inferior del occipital en di­
rección anterior. Procedemos a mover suavemente la superficie
inferior del occipital posteriormente en tomo a su eje transverso.
Si los tejidos suboccipitales están retraídos, esta prueba no la
podríamos realizar sin previamente relajar estos tejidos.
Si no existe fijación occípito-atloidea, el occipital parecerá “flo­
tar” libremente y despegarse del Atlas.
Nota: la compresión de las porciones condíleas del occipital
suele acompañarse de compresión en la región lumbosacra y en la
base del cráneo. Habitualmente, y como desarrollaremos más ade-
lante, este problema se relaciona con: //?i weisfet'i
° la hiperactividad en los niños (Upledger),
0 con cefaleas graves en los adultos (Miller, 1972)
0 con distintos síndromes de difilcultad respiratoria en bebés y neonatos (Fryman, 1966).
Según John Upledger, la disfunción grave de las porciones condíleas del occipital podría contribuir a la
muerte súbita infantil.

2. T E S T O CCIPITAL-A TLAS

Objetivo

0 Valorar la libertad en la relación cráneo - vertebral, uni


o bilateral, antes de cualquier tratamiento craneal.
0 Probocar a través de la repetición de esta maniobra una
liberación de las tensiones de los tejidos blandos periarticu-
lares atlantooccipitales.

Paciente en decúbito supino, con la cabeza en ligera ex­


tensión.

El terapeuta, situado transversalmente a un lado del pa­


ciente. Situamos la mano craneal sobre el hueso frontal del
bebé-niño. La mano caudal, perpendicular al plano de la ca­
milla, situada con el índice sobre el arco posterior del a
Atlas.

La mano caudal es pasiva, haciendo de fulcro y permi­


tiendo calificar y cuantificar la libertad articular atlantoocci-
pital.

La mano craneal es la que realiza una ligera presión en


tres fases diferentes:

Primera fase: se ejerce una presión vertical, muy suave,


relajando en cuanto se percibe resistencia. Este tiempo se repite varias veces.

Segunda fase: realizamos la misma presión, pero oblicuamente de derecha a izquierda. Con ello, valora­
mos la libertad de movilidad atlanto-occipital izquierda.

Tercera fase: realizamos la misma presión, pero oblicuamente de izquierda a derecha. Con ello, valora­
mos la libertad de movilidad atlárito-occipital derecha.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 12.V

Nota,: este test lo podemos convertir en técnica de normalización buscando la relajación de los tejidos al
final de cada maniobra. %

Prim era fase


Presión vertical Presión derecha-izquierda Presión izquierda-derecha
/ / ■, J j, i), 'a oi¡~o ‘fr
Oj? couao /eJr y couvo ’CO

Norm alizaciones del cuadrante occipital

Observaciones

En el momento de una lesión intraósea, el diafragma de la silla turca de la glándula pituitaria puede sufrir
una tensión excesiva. La pituitaria entonces es traccionada, mantenida unilateralmente, por las inserciones
de la tienda del cerebelo. Esta tensión agresiva, provoca una parada o por lo menos una disminución de la
velocidad de su desarrollo armonioso y de su función. En consecuencia, acabamos con diversos efectos como
disturbios del crecimiento, del metabolismo y del comportamiento.
Del mismo modo, encontramos una relación estrecha entre el sistema nervioso y la estructura ósea. En
efecto, la inmensa mayoría de los nervios craneanos cruzan la estructura ósea craneal atravesándola por agu­
jeros o forámenes, o al nivel de ciertas suturas. Muy a menudo, están íntimamente placados sobre ellas.
, í Toda corrección y en particular las lesiones intraóseas del occipucio, deben efectuarse con extrema dul-
zura. De cualquier modo, es imposible sentir, escuchar, analizar una maleabilidad estructural y fascial, una
p - fluctuación o un ritmo si la mano y los dedos del terapeuta están tensos. Del mismo modo, no podemos
dosificar correctamente la búsqueda de un punto de equilibrio o de tranquilidad para efectuar una correc-
\ción, si la dulzura de intervención no es imperativa.
Esta observación tiene su importancia porque, no solamente la brutalidad y el nerviosismo no traen nin­
gún resultado, sino que además, corren peligro de perturbar, molestar al niño, crearle una lesión suplemen­
taria y disturbios tales, como nerviosismo, dolores de cabeza, ruidos en el oído, aturdimientos, etc.
El acceso de las diferentes partes del occipucio embriológico, plantea a veces un problema. Es sobre todo
el caso de la parte basilar que puede ser influido indirectamente. Para tratar esta área, descomprimiremos la
extremidad de las partes condilares y actuaremos también a través del esfenoides.
Sería peligroso querer abordar las partes condilares por la naso-faringe. En efecto, una tensión excesiva
de las membranas de tensión recíproca puede entrañar una rotura de la vena de Galien. Las partes condila-
126 T r a t a m ie n t o p r e l im in a r o s t e o p á t ic o d e l b e b é y d e l n iñ o

res, en contacto con el occipucio, serán abordadas por su extremidad posterior. No habrá ningún problema
en cuanto a la escama cuyo acceso es perfectamente realizable.

1. C O R R E C C IO N D E LAS T E N SIO N E S D E LA BASE D E L CRANEO

Extensión de la escama del occipital. Ver páginas 115 y 116.

A esta técnica se le llama también expansión de la base.


La extensión de la escama del occipital es potencialmente beneficiosa para cada paciente, porque mejora
fe 1 equilibrio postural.
Nota: si esta técnica no restituye la armonía de las tensiones occipitales, pondrá en evidencia lesiones
específicas intraóseas en el occipital.
Es muy importante normalizar las lesiones que presente la SEB.

2. C O R R E C C IÓ N D E LAS LE SIO N ES D E LAS MASAS LA TERALES (PARTES CONDÍLEAS)

— T écnica de descompresión de las masas condíleas

Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la cabeza del paciente. Colocamos las yemas de los
dedos índice y mayor cerca del arco posterior de C1 y a ambos lados del agujero occipital.
La otra mano la colocamos en el frontal, con el dedo mayor sobre la sutura metópica.

Realización de la técnica

En un primer tiempo descomprimimos antero-


posteriormente el occipital, con una tensión hacia
la posterioridad con el objetivo de descomprimir:
0 la relación escama-masas laterales,
0 la relación masas laterales-parte basilar.
En un segundo tiempo se realiza una descom­
presión lateral, separando los dedos índice y ma­
yor para obtener, a distancia, la descompresión
lateral de las partes condíleas.
En un tercer tiempo envía una onda desde el frontal hacia el agujero occipital.

Esquema del efecto de la normalización


de la descompresión de las masas
condíleas
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 127

Objetivo terapéutico

El conjunto de esta maniobra trata de:


• escalonar el occipital focalizando la acción en las masas laterales,
• equilibrar las tensiones intraoccipitales.

Observaciones

Hay que acordarse que, entre los niños de pecho, los cóndilos occipitales no están osificados y consisten
en dos partes separadas por el cartílago de la sincondrosis intraoccipital anterior. Este procedimiento debe
ser realizado sin fuerza, para evitar la introducción de un disfunción condñea intraósea. Durante este proce­
dimiento, el niño no debe en ningún caso manifestar una incomodidad.

3. C O R R E C C IÓ N D E LAS LE SIO N ES D E I A A PÓ FISIS BASILAR

— Descompresión de la base del occipital. Ver páginas 116 y 117.

A esta técnica se le llama también técnica de Platy-basia.

Esquem a del efecto de la normalización de la descompresión de la base occipital

Observaciones

Esta maniobra es semejante a la técnica de expansión de la base, pero es más específica en su descompre-
A sión de la apófisis basilar.
í fj Respetar aquí, los diferentes tiempos de cada descompresión y esperar cada respuesta de la estructura y
I de las membranas de tensión recíproca antes de pasar al tiempo siguiente.
Mantener el conjunto de estas descompresiones hasta la reequilibración y la relajación de las tensiones
membranosas. Servirse del sacro y del M.R.P.
128 T r a t a m ie n t o p r e l im in a r o s t e o p á t ic o d e l b e b é y d e l n iñ o

4. CO RRECCIO N D E LAS LESIONES D E LA ESCAMA:

Indicaciones
Disfunciones somáticas intraóseas del occipital, como en el caso de la
plagiocefalia.
Facilita la normalización de las membranas intracraneales e intraespinales.
Colabora en el restablecimiento de la función vagal del sistema autónomo.

— TÉC N IC A D E DESCOM PRESIÓN Y D E M ODELAJE D E LA


ESCAMA

Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la cabeza del pa­


ciente. Coloca los dedos meñiques sobre el occipital, cercanos a la región
interparietal. Los dedos anulares se colocan por detrás de lambda.

Realización de la técnica

En un primer tiempo descomprimimos la escama con los dedos medio


y anular.
En un segundo tiempo se equilibran los cuatro cuadrantes de la escama
occipital mediante los dedos anulares y meñiques. Los anulares controlan los cuadrantes inferiores y los meñi­
ques los cuadrantes posteriores.

— TÉC N IC A D E DESROTACIÓN D E LA ESCAMA

Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la cabeza


del paciente. Coloca los dedos meñiques y anulares sobre el
occipital. Los dedos anulares se colocan por delante de lambda.

Realización de la técnica

En un primer tiempo descomprimimos la escama con los de­


dos medio y anular.
En un segundo tiempo se imprime una rotación de la escama
que se compara con la rotación opuesta, equilibrando este movi­ D esrotación

miento bilateralmente, utilizando los principios de corrección


indirectos y utilizando las fuerzas inherentes del MRP.

— VARIANTE

Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la cabeza


del paciente. Sitúa una mano bajo la cabeza del paciente, con la
palma girada hacia arriba y envolviendo el occipucio. La otra
mano sobre el hueso frontal.

Realización de la técnica

Acompañar el movimiento de torsión derecha/izquierda se­


gún los principios indirectos, lo que facilita la escucha del MRP,
permite evaluar la movilidad intraósea del occipital e identificar
las restricciones.
Seguir las direcciones más libres empleando las fuerzas inherentes del MRP para modelar tranquilamen­
te las disfunciones del occipital.
T r a t a d o i n t e g r a l d e o s t k o p a ' i ía p i -i d i á t i í i c a

— TEC N IC A D E D EFLEXIO N D E LA ESCAMA

Paciente en decúbito supino. E l osteópata sentado a la cabeza


del paciente. Mano occipital: toma con tres dedos la escama occi­
pital lo más cerca del supraoccipital. El dedo mayor sobre inión
sirve de pivote al movimiento, el índice y el anular de cada lado del
mayor, sobre la escama; pulgar y meñique cerca de astérion sobre el
parietal por encima de la sutura lambdoidea.
Mano frontal: el dedo mayor sobre la sutura metópica, índice y
anular a cada lado.

Realización de la técnica

La mano frontal permanece neutra. La mano occipital equilibra la escama en su movilidad en flexión en
relación al eje transversal, siguiendo los principios indirectos, lo que facilita la escucha del MRP, permite
evaluar la movilidad intraósea del occipital e identificar las restricciones. Seguir las direcciones más libre
empleando las fuerzas inherentes del MRP para modelar tranquilamente las disfunciones del occipital.

TEC N IC A D E DESLATERO FLEXIO N D E LA ESCAMA

Con la misma posición de manos que la técnica precedente,


equilibramos la escama en su movilidad en lateroflexión en re­
lación al eje vertical, siguiendo los principios indirectos, lo que
facilita la escucha del MRP, permite evaluar la movilidad intraó­
sea del occipital e identificar las restricciones.
Seguir las direcciones más libre empleando las fuerzas inhe­
rentes del M RP para modelar tranquilamente las disfunciones
del occipital.

5. CORRECCIO N Y M ODELAJE D EL AGUJERO OCCIPITAL

Esta corrección y este modelado pueden intervenir sólo cuando las


correcciones y la liberación de las diferentes suturas del occipital han
sido tratadas.
Al haber sido realizadas las técnicas de descompresión previamente,
la deformación del agujero occipital, que es sólo la consecuencia de una
de las lesiones intra-óseas de las diversas partes del occipucio embrioló­
gico, únicamente precisa esta maniobra de remodelado del agujero oc­
cipital.
Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la cabeza del
paciente. Se colocan los dedos mayor, anular y meñique sobre la escama
occipital. El dedo índice por delante de la sutura OM y los pulgares
detrás de los pilares orbitales externos. M $ro\A¡-d.

Realización de la técnica

En un primer tiempo se descomprime anteroposteriormente la base, f\


>r la acción de los pulgares
por nul rares aue
que llevan el frontal en dirección anterior. W
^ P •
En un segundo tiempo se descomprime transversalmente las masas laterales mediante la acción de sepa­
ración de los dedos índices y mayores.
130 T r a t a m ie n t o p r e l im in a r o s t e o p á t ic o d e l b e b é y d e l n iñ o

En un tercer tiempo se descomprime posteroanteriormente la escama mediante la tensión ejercida con


los dedos mayor, anular y meñique. r .
En un cuarto tiempo hacemos girar la escama equilibrando el agujero occipital, siguiendo los principios
indirectos, lo que facilita la escucha del MRP, permite evaluar la movilidad intraósea del occipital e identifi­
car las restricciones.
Seguir las direcciones más libre empleando las fuerzas inherentes del MRP para modelar tranquilamente
las disfunciones del occipital. 4 -¡/a W i? íi-’ov..

6. O TRA S N ORM ALIZACIO N ES PARA E L CUA DRA N TE O C C IPIT A L

— D ESC O M PR ESIÓ N O C C IPIT O M A ST O ID E A

La presencia de compresiones en las OM pueden provocar una serie de patologías como:


0 Problemas oculares
0 Neuralgias craneales
• Neuralgias de Amold
0 Migrañas
0 Neuralgias cervicales
0 Cervicobraquialgias
0 Tbrtícolis congénita
Tenemos varias posibilidades terapéuticas en este nivel. Escogeremos la técnica que más se adecúe al bebé
o niño, así como a la patología y necesidades mecánicas que presente.

I a T ÉC N IC A . Ver página 116.

Cuando existen lesiones crónicas, se puede exagerar la lesión de la OM. Con ello relajamos las tensiones
de las membranas que comprimen esta sutura.
La compresión de la OM, o de cualquier otra, presenta como ventaja la relajación de los receptores sen­
sitivos de la articulación envían un mensaje neurológico que estimula, al nivel del plexo coroideo, la secre­
ción de LC R y dinamiza de esta manera su onda.

2a T ÉC N IC A , T É C N IC A D IR E C T A D E LIBE R A C IÓ N D E LA OM

Ejemplo: liberación de la OM derecha. /


Con la mano izquierda se descomprime transversalmente el occipital mientras lo llevamos a flexión.
Con la mano derecha llevamos el temporal a rotación externa. Utilizamos las fuerzas inherentes del MRP.
T r a t a d o i n t e g r a l d e o s t k o i ’a t í a i' k d i á t i í i c a □ I

3a TECN ICA . DESBRIDAMIENTO D E LA OM

Realizamos movimientos no fisiológicos sobre la OM.


En un primer tiempo posicionamos el occipital en exten­
sión, mientra llevamos el temporal en rotación externa.
Co ^O ¿i
i

En un segundo tiempo posicionamos en occipital en flexión,


mientras llevamos el temporal a rotación interna.

— CV4

Indicaciones
o
C i\

\o
A/ó , i
o .

-r
Aumentar la amplitud del IRC para una aproximación occipital. Normalización del ritmo craneosacro.
Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a
la cabeza del paciente. Juntamos las manos colocadas
como si fueran conchas,^con la punta de los pulgares
contactando y formando una V. Este vértice debe ha­
llarse a nivel de las apófisis espinosas de las vértebras
cervicales 2ay 3a. Las eminencias tenares se posan sobre
la escama del occipital, evitando de manera muy impor­
tante el contacto sobre las suturas occípito-mastoideas
(OM), pues se podría desencadenar el vómito o dolor de
cabeza. 1*1 acñ¿ ^ v 'íwW
^ } r
ir ¿. ^ ¿"2.
Realización de la técnicá fíC 'rp o liíb <p.<
7 !jJ-'M >
A medida que se estrecha el occipital del niño duran­
te la fase de extensión del MRP, seguimos este movi­
miento con las eminencias tenares. Cuando el occipital
del paciente trate de ensancharse durante la fase de
flexión del MRP, el terapeuta opone resistencia a este proceso de ensanche. Las manos quedan inmóviles y
sin ejercer ejercen ninguna presión. A medida que se produce el estrechamiento del occipital durante la fase
de extensión, se alcanzará el límite articular siguiendo el estrechamiento del occipital. Durante la siguiente
fase de flexión del MRP se opone de nuevo resistencia al ensanchamiento del occipital. Este procedimiento
se repite hasta que el ritmo craneal se reduzca y desorganice, terminando por detenerse, temporalmente
132 T r a t a m ie n t o p r e l im in a r o s t e o p á t ic o d e l b e b é y d e l n iñ o

pero por completo. El punto inmóvil puede durar de unos segundos a varios minutos. Durante este periodo,
la respiración del paciente se realiza de manera más profunda, se produce una ligera sudoración sobre la
frente, disminución del tono muscular y, en muchos casos, el paciente se queda dormido.
Al final del punto inmóvil, el terapeuta percibe una fuerte presión regular a ambos lados del occipital en
dirección a la rotación externa. Entonces, el terapeuta deja de oponer resistencia, siguiendo este ensancha­
miento y evaluando la amplitud y simetría del ritmo craneosacro.

Objetivos terapéuticos

— Favorece el movimiento del líquido y su intercambio. La mejora del movimiento del líquido siempre
es beneficiosa excepto en los casos citados en las contraindicaciones.
— La técnica de CV4 afecta la actividad del diafragma y el control autónomo de la respiración, y parece
relajar el tono del sistema nervioso simpático en un grado significativo.
— Reduce la hipertonía simpática crónica en pacientes estresados, con ansiedad o insomnio. Siempre se
espera una mejoría funcional vegetativa como resultado de la inducción del punto de quietud, de tipo
homeostásico.
— Según Magoun, esta técnica está clínicamente indicada en todos los casos en los que también lo es una
técnica de bombeo linfático. Reduce el edema postural.
— Se ha conseguido bajar la fiebre hasta 2o C en un espacio entre 30-60 minutos.
— Relaja todos los tejidos conjuntivos del cuerpo y, por tanto, es beneficiosa para las lesiones músculo-
esqueléticas agudas y crónicas. Es eficaz en los procesos artríticos degenerativos.
— Es efectiva en las adherencias postoperatorias que afectan a la movilidad del tubo dural. En este caso,
hay que relizar múltiples repeticiones. Gradualmente, el aumento de la presión del líquido parece
deshacer las adherencias. En estos casos, puede realizarse a diario.
— Es eficaz tanto para la congestión cerebral como pulmonar
— Regula las contracciones uterinas y, por lo tanto, ayuda en los dolores del parto
— En casos de hipertensión arterial
— En casos de taquicardia
— En casos de infecciones e inflamaciones
-— Ayuda a que los huesos osifiquen antes y mejor
-— En casos de depresiones
— En trastornos neuroendocrinos /*
— En casos de hipertiroidismo ' ' v - "'' ' : í -j ’ <-■ ^
— En caso de epilepsia (no obstante, hay que señalar que durante su realización podemos provocar un
ataque).
— Los estudios realizados por Magoun demuestran mi efecto sobre la reducción del azúcar en sangre, así
como la disminución de leucocitos y de la actividad de las glándulas sudoríparas.
— Según Sutherland, esta técnica se puede utilizar siempre que el proceso terapéutico se haya estancado y el
terapeuta no sepa que realizar, así como para compensar el efecto negativo de técnicas mal realizadas.
En conclusión, la técnica de CV4 es un tratamiento en perdigonada muy sencillo para multitud de proble­
mas, porque mejora el movimiento hístico e hidráulico, y restablece la flexibilidad de la respuesta vegetativa.

Observaciones

Frecuentemente, en el momento del “punto inmóvil”, el paciente inspira profundamente. Este procedi­
miento puede ser empleado en el tratamiento de los adolescentes. Está contraindicado en el tratamiento de
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 133

los niños de pecho y de los niños pequeños (sobre todo durante los 3 primeros anos de vida) donde existe un
riesgo de inducir disfunciones intraóseas del occipital. ( 0 - 2
Entre los lactantes y los niños pequeños, la colocación de las manos puede ser similar, y el osteópata pue­
de acompañar el movimiento del MRP, hasta su amplitud óptima, facilitando el descanso del niño. Pero el
occipucio no debe sufrir las fuerzas compresivas del CV4.

Contraindicaciones

— Peligro de derrames cerebrales, apoplejía aguda, ya que la formación de trombos mejora con la estasis.
— Aneurisma cerebral, ya que el cambio de presión intracraneal podría causar una faga o una rotura.
— Hipertensión maligna (a causa del aumento de la presión intracraneal).

— D V4

Efectos, indicaciones y contraindicaciones

Igual que para la técnica de CV4.

Ejecución de la técnica

El occipucio se encuentra en las palmas de las manos. Las


puntas de los dedos se encuentran en la línea media y se diri­
gen en sentido anterior. Durante la fase de inspiración el te­
rapeuta acompaña a la escama del occipital hacia la rotación
externa. En la fase de espiración el terapeuta impide la ex­
pansión y la rotación interna de la escama del occipital ejer­
ciendo una suave presión en sentido anterior con las puntas
de sus dedos en la línea media del occipucio. En la siguiente
fase de inspiración las manos siguen acompañando a la esca­
ma del occipital a la rotación externa. El resto de los detalles
se corresponde con la descripción de la técnica CV4.
C apítulo 6

C uriosidades sobke los bebés


¿Por qué tienen la piel tan suave?
Si pasaras nueve meses metido en un saco lleno de líquido, tu piel también estaría como un pétalo. El
bebé posee una piel con menos capas (la más dura aún no se ha desarrollado) y más grasa e hidratada que la
de los adultos. Sin embargo, la exposición al medio ambiente (sol y viento, principalmente) harán que, pau­
latinamente, su piel se haga más fuerte.
Para mantenerlo suave (y protegerlo de los rayos solares) hay que utilizar siempre un protector solar
(factor de protección 15 o más) formulado especialmente para bebés.

¿Cómo es posible que un bebé pueda asirse con tanta fuerza?


La habilidad para asirse a los objetos es un reflejo innato del bebé. Prueba y verás: coloca tu dedo sobre
la palma de su mano y te sorprenderá la fuerza con la que aprieta.
Nadie sabe cuál es la función exacta de este reflejo, aunque algunos especialistas afirman que es algo que
heredamos de nuestros ancestros, los simios.
A partir del quinto mes este reflejo no será más que un vago recuerdo.

¿Por qué los recién nacidos tienen un pequeño enrojecimiento en la nuca?


La marca en cuestión no es otra cosa que un grupo de vasos sanguíneos visibles a través de la delgada piel
que recubre su nuca. A medida que el bebé crezca y su piel se haga más gruesa, la marca irá desapareciendo:
para cuando tenga cuatro o cinco años, lo más probable es que ya no se pueda ver.
A nivel osteopático podemos considerar este signo como una prueba inequívoca del sufrimiento de la base
del cráneo durante el parto.

¿Cómo es que la mayoría de los bebés tienen ojos azules cuando nacen?
El color azul que tienen los ojos del recién nacido es una “base” cuyo color se modifica a medida que
crece. Los tonos varían de una semana a otra y están determinados por la carga genética que han transmitido
los padres al niño.
Los bebés de piel clara tienden a nacer con ojos color azul pálido, mientras que los de piel oscura, con ojos
azul oscuro o marrones. Aunque cambian con el paso de sus primeros días de vida, cuando cumpla los seis
meses, sus ojos habrán adoptado el color que tendrán de por vida.

¿Por qué huelen tan bien?


La razón para el suave y agradable aroma que desprenden los recién nacidos, puede resumirse en dos
palabras: no sudan. Los bebés no transpiran de la misma manera en que lo hacen los adultos, debido a que
sus glándulas sudoríparas no está desarrolladas. Y si no hay sudor, es difícil que se forme el ambiente propicio
para la reproducción bacterial, responsable del mal olor corporal.
13 8 C u r io s id a d e s so b re lo s bebés

Por si fuese poco, los bebés tienen la suerte de ser cambiados de ropa muchas veces al día. Si sumamos los
baños y el talco ¿Todavía nos extraña que huelan bien?

¿Por qué el aliento de los bebés es tan fresco?


Muy sencillo: no tienen dientes. Las bacterias tienden a acumularse en la dentadura, ocasionando el mal
aliento.
Otra razón, es que los bebés pasan mucho tiempo con la boca abierta, permitiendo que el paso de aire
fresco circule, inhibiendo el crecimiento bacterial.
Por último, una dieta sencilla (no hay ajo ni cebolla en la leche materna) contribuye al mantenimiento de
un aliento uniforme. Sin embargo, pronto comenzarán a salirle los dientecitos y el panorama cambiará com­
pletamente.

¿Por qué algunos bebés nacen con mucho cabello y otros completamente calvos?
De acuerdo a los expertos, esto depende de los antecedentes familiares del bebé: los padres con cabello grue­
so tendrán hijos con mucho cabello, mientras que los de cabello fino, tendrán hijos con poco cabello o calvos.
Sin embargo, no hay que prestar mucha atención a la cantidad de cabello que tenga el bebé al nacer, pues
en pocos meses será reemplazado por el que tendrá durante la niñez.

¿Por qué son tan sensitivos sus pies?


Los pies tienen una gran cantidad de receptores táctiles y los de los recién nacidos son, en particular, muy
sensibles.
Hay que tener en cuenta que la capa más dura de la piel no se ha formado aún, por lo que sus pies son más
sensibles al tacto. De hecho, si colocamos un dedo en la planta, notarás cómo contrae sus deditos (este es un
reflejo innato, similar al de las manos).
Un dato interesante, es que los pies del recién nacido nos permiten detectar la forma en que se siente: si
están rígidos, el bebé nos está diciendo que está molesto. No obstante, esta etapa en que comunica su estado
de ánimo de esta manera es bastante corta, pues para cuando cumpla 10 meses, lo más probable es que ya sea
algo del pasado.

¿Por qué son tan gorditos?


Esa barriguita está allí para que el bebé pueda utilizar la grasa adicional para subsistir durante sus prim­
eros días de vida, mientras la producción de leche materna (su alimento) va regularizándose.

¿Por qué mantienen su pancita hasta entrados los primeros años de vida?
Esto probablemente tenga que ver con el hecho de que una barriga más grande (con mayor acumulación
de grasa) ayuda a mantener el organismo más cálido: es una forma de “protección natural”. Además, los
músculos rectos del abdomen, que lo mantienen en su sitio, aún no cuentan con suficiente desarrollo.
A los tres años de edad, su peso corporal estará distribuido de una manera más equilibrada.

¿Por qué sonríen mientras duermen?


Porque tienen dulces sueños, por supuesto. Curiosamente, los bebés pueden producir unas muecas muy
graciosas mientras duermen y algunos expertos creen que estos son movimientos faciales sin motivo, pero
otros afirman que son muestra de comodidad, calidez y alegría.
Su primera sonrisa como tal, te la dará (totalmente despierto) a las seis semanas de edad, aproximadamente.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a

GUÍA DE ESTIM ULACIÓN PARA JARDÍN MATERNAL D E 0 A 3 AÑOS


En esta sección presentamos actividades y recursos para estimular al niño y lograr los objetivos de acuer­
do a las diferentes áreas desde el nacimiento a los tres años de edad. Ideal para que el osteópata conozca, en
cada etapa del bebé-niño, lo que se considera dentro de los límites de la normalidad. Del mismo modo, es
ideal para presentárselo a los padres, para que ellos mismos controlen los progresos de sus hijos.
Sugerencias: para realizar los ejercicios en casa o en la consulta.

s
Area M otora

1. Recién nacido a mes y medio


2. Mes y medio a cuatro meses
3. Cuatro a ocho meses
4. Ocho a doce meses
5. Doce a dieciocho meses
ó. Dieciocho a veinticuatro meses
7. Veinticuatro a treinta y seis meses.

*
Area Cognitiva (conocimiento, comprensión y razonamiento)

1. Recién nacido a mes y medio


2. Mes y medio a cuatro meses
3. Cuatro a ocho meses
4. Ocho a doce meses
5. Doce a dieciocho meses
6. Dieciocho a veinticuatro meses
7. Veinticuatro a treinta y seis meses.

*
Area socioemocional y lenguaje

1. Recién nacido a mes y medio


2. Mes y medio a cuatro meses
3. Cuatro a ocho meses
4. Ocho a doce meses
5. Doce a dieciocho meses
6. Dieciocho a veinticuatro meses
7. Veinticuatro a treinta y seis meses.
140 C u r io s id a d e s s o b r e l o s b e b é s

AREA M O TO RA

1. Recién nacido a mes y medio

O bjetivo: lo g ra r q u e e l n iñ o fo rta lez ca los m úsculos d e l m ello p a ra q u e p u ed a co n tro la r su cabeza

Actividades "C*
® Incorporarlo desde la posición acostado boca arriba a la po­ O O ■'_.

sición sentado por breves momentos. Al principio mantendrá sn


cabeza firme por algunos segundos, poco a poco la sostendrá por
*; ■ v-:
más tiempo. Este ejercicio favorece también el control de los S- •
músculos del tronco. V ? ’-'-i®’'
® Colocar el niño boca abajo y mostrarle objetos vistosos, ha­
blarle o sonarle objetos para que intente levantar la cabeza. Al
mismo tiempo se estimula su vista y oído.
® Aprovechar cuando está cargado en posición vertical para que trate de sostener él mismo su cabeza.
° Recorrer distintos lugares del área y así podrá observar el medio ambiente.
Recursos: objetos vistosos y sonoros, (maracas, pelotas de colores rojo, amarillo y negro, entre otros)

O bjetivo: lo g ra r q u e los m ovim ientos d e brazos y p ie rn a s sea n m á s suaves y arm ónicos

Actividades
• Acostar al niño boca arriba, subirle y bajarle los brazos. Abrírselos y cerrárselos
• En la misma posición subirle y bajarle las piernas, abrírselas y cerrárselas. Acompañará las acciones de
la palabra: “arriba”, “abajo”... de esta manera se estimula su lenguaje y nociones de espacio.
0 Moverle pies y manos hacia atrás y rotarlos cuidadosamente.

O bjetivo: lo g ra r q u e e l n iñ o ejercite e l a rra stre

Actividad
• Acostar al niño boca abajo, presionarle las plantas de los pies para que se arrastre. Al principio lo hace
de manera automática. Poco a poco aprenderá a arrastrarse voluntariamente.

O bjetivo: lo g ra r q u e e l n iñ o ejercite la m a rch a autom ática

Actividad
• Cargar el niño por las axilas, estimularle el empeine del pie e inclinarlo un poco hacia delante para que
de pasitos.
• Este ejercicio estimula en el niño su direccionalidad y equilibrio para cuando camine.

2. Mes y medio a cuatro meses

O bjetivo: lo g ra r q u e e l n iñ o controle su cabeza y la m a n ten g a en e l centro d e su cuerpo

Actividad
• Estimular al niño con los ejercicios propuestos para la etapa evolutiva anterior.
• De esta manera el niño, entre los 3 y 4 meses de edad, poco a poco adquirirá control de su cabeza y
podrá girarla de un lado a otro (180°).
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p k ijiá t iíic a 1-H

O bjetivo: fa v o re c e r en e l n iñ o m ovim ientos d e brazos y p ie rn a s m á s fle x ib le s y


continuos

Actividad
• Continuar el ejercicio de las actividades propuestas para la etapa evolu­
tiva anterior.

O bjetivo: lo g ra r q u e e l n iñ o se a rra stre v o lu n ta ria m en te

Actividades
• Ejercitar el arrastre en el niño colocando cerca de él objetos que le llamen
\
la atención (de colores brillantes, formas definidas, que suenen...) y estimularlo a
que mueva su cuerpo para alcanzar el objeto.
Recursos: maracas de colores, pelotas de colores brillantes, y otros objetos que al niño le
llame la atención.

O bjetivo: fo rta le c e r en e l n iñ o los m úsculos d e su tronco p a ra q u e a p ren d a a sen tarse

Actividades
® Sentar al bebé acuñado con almohadones, en un porta bebé o apoyar su espalda del pecho de la cuida­
dora. En esta posición aprende también a observar desde otra perspectiva los estímulos del medio ambiente
y adquiere mayor información visual y auditiva.
Recursos: almohadones, porta bebé...

O bjetivo: lo g ra r q u e e l n iñ o lleve su s brazos y m an os a l centro d e l cuerpo

Actividades
0 Colocar en el pecho del niño objetos livianos de diferentes materiales, y acercar sus manos para que los
agarre. De esta manera lleva sus manos al centro del cuerpo y adquiere información acerca de las caracterís­
ticas de los objetos.
° Permitir al niño que acaricie con sus manos la cara de la persona que tiene al frente.
Recursos: pelotas suaves, muñecos, maracas,...

3. Cuatro a ocho meses

O bjetivo: a d q u irir la posición d e sentado con p erfecto control d e tronco

Actividades
0 Sentar al niño cada vez con menos apoyo. Colocar cerca de sus ma­
nos objetos que quepan dentro de ellas y que llamen su atención para que
trate de agarrarlos, así se vera obligado a utilizar sus manos y sentarse sin
ayuda. Además utiliza sus manos voluntariamente y coordina su vista y
prensión para explorar los objetos.
° Es importante colocarle los objetos cada vez más lejos para que al
tratar de agarrarlos se incline hacia delante o hacia los lados.
° Sentar al niño sobre una pelota grande y balancearlo. Con esta actividad
también se estimula su equilibrio.
Recursos: objetos que llamen la atención del niño y pelota grande.
142 C u r io s id a d e s s o b r e l o s b e b é s

O bjetivo: lo g ra r q u e e l n iñ o se voltee

Actividades
® Colocarlo boca abajo y ubicar un objeto llamativo frente a sus ojos, desplazárselo hacia un lado mien­
tras el niño lo ve. Continuar moviendo el objeto hasta que el niño logre voltearse y quede boca arriba
o Acostar el niño de lado con una pierna ligeramente doblada.
® Colocar un objeto vistoso de manera que lo vea.
0 Empujarlo suavemente por la cadera para ayudarlo a que se voltee y agarre el objeto.
® Disminuir poco a poco la ayuda a medida que se repite la actividad.
Recursos: objetos que llamen lo suficiente la atención del niño para que se esfuerce en hacer la actividad.

O bjetivo: fo rta le c e r los m úsculos d e las p ie rn a s

Actividades
® Agarrar el niño por la cintura, cara a cara y moverlo rítmicamente hacia arriba y hacia debajo de modo
que sus pies toquen la mesa o el suelo. Así fortalece sus piernas y adquiere conocimiento de su cuerpo al
sentir el roce de los pies contra la superficie.
° Realizar el mismo ejercicio colocándolo de frente a un espejo.
Recurso: espejo.

O bjetivo: en señ a r a l n iñ o a p a ra rse y m a n te n e r en esa posición

Actividades
• Cuando el niño adquiera la posición de sentado con perfecto equili­
brio, sentarlo cerca de una mesa o mueble bajo.
• Llamar su atención con algún juguete que le guste colocado encima
ii/ ■
H-
del mueble para que tenga que pararse y así alcanzar el objeto.
i'-'- r
Recurso: juguete llamativo, que sea del interés del niño en esos mo­
mentos.
m m k
O bjetivo: estim u la r e l gateo

Actividades
® Acostar el niño boca abajo y colocar frente a él un objeto llamativo i
para que se arrastre y lo agarre. Alejar cada vez más el objeto. i
° Colocar el niño a partir de los 7 meses en posición de gateo y mecer­
lo esa posición. Realizar el mismo ejercicio frente a un espejo.
® Gatear para servirle de modelo. Animarlo a que gatee colocando un
objeto llamativo frente a él para que intente agarrarlo.
Recursos: objeto llamativo y espejo. O

O bjetivo: estim u la r la p ren sió n v olunta ria

Actividades
• Dejar cerca del niño objetos que quepan en sus manos para que los
agarre. WS&Sm
® Ofrecerle un objeto para que lo agarre con una mano.
/
® Ofrecerle otro objeto para que lo agaffe con la otra mano. 1
T r a t a d o i n t e g r a l d e o s t e o p a t í a v i - d i .v t r i c \ I B

® Estimular al niño a partir de los 7 meses para que agarre objetos [ |


pequeños. Primero lo hará con toda la mano, poco a poco aprenderá a
utihzar sus dedos pulgar, índice y medio. L
Recursos: objetos pequeños, (cuentas medianas, pedacitos de galle­
tas duras, pastas sin cocinar).

4. Ocho a doce meses

O bjetivo: ejercita r e l gateo

Actividades
° Continuar con el ejercicio propuesto para la etapa anterior.
° Gatear jugando a las escondidas, a diferente velocidad.
• Perseguir al niño y hacer que él persiga a la otra persona por diferentes caminos. Hacerlo girar y dar
vueltas mientras gatea. Con el gateo el niño adquiere más independencia, coordina todos los movimientos
de su cuerpo, realiza movimientos simultáneos contra laterales, aprende nociones de espacio (por donde
cabe y por donde no) y nociones de tiempo (gatea rápido y lento).

O bjetivo: estim u la r e n e l n iñ o la m a rch a

Actividades
® Tomar al niño de las manos y hacer que de pasitos.
® Ubicar el niño de pie al lado de una mesa baja o mueble de donde pueda agarrarse con sus dos manos
y sostenerse.
• Poco a poco lograra apoyarse en una sola mano y finalmente sin ningún apoyo.

O bjetivo: lo g ra r q u e e l n iñ o a d q u iera la p in z a su p erio r

Actividades
• Ofrecer al niño objetos pequeños, para que los agarre con sus dedos índice y pulgar. Ponerlo en con­
tacto con objetos cada vez más pequeños.
• Enseñarle a pasar las páginas de cuentos infantiles con las hojas gruesas.
Recursos: piedritas, alubias rojas, pedacitos de galletas pasta pequeña y cuento de hojas gruesas de cartón.

5. D oce a dieciocho meses


O bjetivo: estim u la r la m a rch a con eq u ilibrio y direccionalidad

Actividades

í
® Agarrar al niño de la mano y caminar junto a él.
• Llamar al niño desde diferentes sitios para que camine y busque objetos
que le llamen la atención. Al comienzo la marcha es inestable, poco a poco lo­
grará más seguridad y equilibrio.
1
® Poner a caminar al niño con zapatos, descalzo, con medias y sobre dife­
rentes superficies; suelo, alfombra, hierba. /
■S
® Así percibe las diferentes texturas y temperaturas además de ejercitar la
marcha. -
° A medida que adquiera más soltura hacer que camine en puntas de pie.
Realizar el mismo ejercicio frente a un espejo.
Recursos: objetos que llamen la atención del niño, zapatos, medias, alfombra, hierba, espejo.
C U R IO SID A D ES SOBRE LOS BE B É S

O bjetivo: en s e ñ a r a l n iñ o a s u b ir

Actividades
° Llevar al niño a que suba y baje escaleras de pocos escalones no
muy altos y agarrarlo de una o ambas manos. Es probable que al co­
mienzo trate de subirlas gateando y bajarlas sentado. Invitarlo a que
lo haga de pie. Así adquiere control de su cuerpo y se estimula el
equihbrio.
Recursos: escaleras o escalones improvisados con cavas de refresco
u otro soporte que sirva de escalón.

O bjetivo: estim u la r a l n iñ o p a ra q u e a p ren d a a agacharse

Actividades
• Colocar objetos en el piso y una caja encima de una silla, pedirle al niño que recoja los objetos y los
meta dentro de una caja.
0 Es conveniente utilizar objetos de diferentes materiales, texturas, colores y tamaño para que al mismo
tiempo aprenda acerca de las características de los objetos.
• Jugar con el niño y una pelota, rodarla y pedirle que la busque. Así ejercita la marcha y aprende a aga­
charse.
Recursos: objetos de diferentes formas, tamaños, colores y texturas, una caja, silla y pelota.

O bjetivo: en s e ñ a r a l n iñ o a trep a r

Actividades
• Colocar el juguete favorito del niño en un sitio más o menos alto, sobre una mesa, para que trepe para
alcanzarlo. De esta manera se estimula también el equilibrio.
Recursos: juguete favorito del niño, mesa.

O bjetivo: co n tin u a r estim ulando la p in z a su p erio r

Actividades
• Seguir realizando las actividades propuestas para la etapa evolutiva anterior.
• Familiarizarlo con pinturas de cera para que raye. Al comienzo los agarra con toda la mano, pero poco
a poco aprenderá a hacerlo en forma correcta. Hacer que imite rayas horizontales.
• Invitarlo a que pase paginas de libros de hojas cada vez más delgadas. Aprovechar de enseñarle los
nombres de las cosas que hay en las láminas o gráficos y pedirle que los señale, así se estimula el lenguaje.
Recursos: pinturas de cera, hojas blancas, cuentas de hojas gruesas y delgadas.

O bjetivo: estim u la r en e l n iñ o la coordinación visom otora

Actividades
• Dar al niño cajas y envases con tapa para que aprenda a abrirlos y cerrarlos. Colocar dentro de las cajas
y envases objetos y piedritas que los saque y los meta, así se familiariza con los conceptos espaciales, adentro
y afuera.
• Ofrecer al niño frascos de rosca cerrados y transparentes con un objeto adentro y estimularlo a que
desenrosque el frasco para sacar el objeto.
0 Hacer con el niño torres de tacos primero de dos tacos, luego de tres y cuatro, progresivamente.
0 Enseñar al niño a armar rompecabezas de dos piezas.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a

• Utilizar dibujos de animales o de objetos y hablarle acerca de ellos para estimular su lenguaje. Con esta
actividad aprende a relacionar el todo y las partes. j,
Recursos: cajas y envases con tapa, objetos llamativos (pelotas de colores, papel de colores, carritos..),
piedritas, frasco transparentes con rosca, tacos, rompecabezas de dos piezas.

6. Dieciocho a Veinticuatro Meses

O bjetivo: fa v o re c e r m e jo r e l eq u ilib rio y direccionalid ad en los m ovim ientos d e su cuerpo

Actividades
• Hacer que el niño camine rápido y lento en distintas direcciones (hacia delante, hacia atrás, a la dere­
cha, a la izquierda). Así además adquiere nociones de tiempo, de ritmo (rápido-lento) y de espacio.
0 Permitirle que empuje y arrastre objetos sin que se le vuelquen (silla, caja...)
° Estimularlo a que suba y baje escaleras, así solo sean improvisadas
• Colocar en el suelo un cojín o charco de agua pequeño para que el niño brinque con los dos pies.
Recursos: silla, caja, cojín.

O bjetivo: estim u la r en e l n iñ o la coordinación visom otora

Actividades
° Dar al niño papel, pinturas de cera y enseñarle a que haga rayas ver­
ticales, horizontales, círculos y puntitos. Ponerlo primero a que lo haga en
el aire, luego sobre el cuerpo y frente al espejo. Por último sobre el papel.
■ é y
V
r
° Realizar junto con el niño torres desde cuatro tacos en adelante. . 'n
° Realizar con el niño trenes con tacos largos y cortos. Con estas acti­
vidades aprende noción de tamaño: alto-bajo, largo-corto.
y
° Enseñarle a ensartar carretes de hilo vacíos o cuentas.
° Darle envases con tapas de formas y tamaño diferentes para que los
\j&
cierre, los abra. De esta manera aprende también a corresponder cada ele­
mento con su equivalente. í"
A
° Enseñarle a encajar en un tablero figuras circulares, cuadradas. Así
aprende a reconocer formas.
• Ofrecer al niño masa o arcilla para que aprenda a modelar mientras
oye música para que realice diferentes figuras que le sugiere la música.
0 Dar al niño dos envases para que aprenda a pasar el contenido de uno al otro. Se le puede ofrecer gra­
nos, botones, pelotitas. Con esta actividad también aprende nociones de cantidad.
Recursos: papel, pinturas de cera, espejo, tacos, carretes de hilo, cuentas, envases con formas y tamaños
diferentes, tablero de encajar figuras, masa o arcilla, botones, granos y música.

7. Veinticuatro a treinta y seis meses

O bjetivo: estim u lar en e l n iñ o la coordin ación de los m ovim ien tos gru esos de su cuerpo, e l eq u ilib rio y la
direccion alidad

Actividades
° Jugar con el niño a caminar como un gigante y como un enano al compás de una música fuerte (gigan­
te), y música suave (enano).
146 C u r io s id a d e s s o b r e l o s b e b é s

• Dibujar una línea recta en el piso con tiza y enseñar al niño a que
camine siguiendo la línea.
® Colocar obstáculos en un sitio amplio (cajas, mesas...) y enseñar al
niño a no tropezar con ellos y a evitar las esquinas agudas de los muebles.
• Jugar con el niño a que pase por debajo de una mesa baja imitando al
movimiento de una culebra.
® Enseñar al niño a saltar primero en los dos pies y luego en uno solo. ■Sil
fy. :vs v
'. V ' '•v
111»"
Pedirle que salte como una rana, que salte una silla o escalón, ofrecerle
ayuda agarrándole de las manos y poco a poco disminuir la ayuda.
® Llevar al niño al parque y enseñarle a que patee una pelota en dife­
rentes direcciones. Darle puntos de referencia que le permitan adquirir
nociones espaciales: delante de ti, al lado mío.
® Utilizar un aro grande o una cesta y pedirle que trate de meter la
pelota dentro.
® Estimular al niño a que suba y baje escaleras alternando los pies. Primero al subir y luego al bajar.
0 Jugar con el niño y un palo de escoba para que lo monte como caballito y estimularlo a que corra dán­
dole puntos de referencia en línea recta, en circulo, lento, rápido, que corra y se detenga. De esta manera
aprende también a orientarse en el espacio y nociones de ritmo y tiempo cuando corre lento y rápido.
Recursos: música fuerte y suave, tiza, obstáculos grandes, mesa pequeña, pelota, aro o cesta, y palo simu­
lando un caballito.

O bjetivo: fa v o re c e r en e l n iñ o la coordinación visom otora

Actividades

• Ofrecer al niño lápices de cera y estimularlo a que dibuje libremente e imite modelos que se le den,
primero sencillos (líneas verticales, horizontales, círculos) y luego más complicados (cruz, arcos...)
0 Al principio cuando el niño dibuja se sale del contorno del papel. Poco a poco aprende a respetarlo.
También se pueden hacer puntos para que él los una y haga la figura que se está enseñando.
® Dibujar en cada uno de los extremos de una hoja un carro, un garaje, pedir al niño que lleve el carro
por el camino hasta el garaje.
® Es ideal colocar los dibujos del niño en lugares visibles, esto lo hace sentir capaz y valorado.
• Ofrecer al niño revistas periódicos viejos para que rasgue y luego para que recorte. Al principio dirigir
sus movimientos, poco a poco mejorara esta habilidad.
® Hacer con el niño torres de tacos. Enseñarlo a construir un puente de tres piezas. Guiar sus movimien­
tos hasta que el niño lo logre.
• Estimular al niño a que arme y desarme rompecabezas de tres, cuatro o cinco piezas.
0 Proporcionarle al niño un tablero de encajar con diferentes figuras, pueden ser geométricas.
0 Ofrecerle trenzas de zapatos y pasta para que las ensarte.
0 Tomar un papel, unirle las dos orillas e invitar al niño a que marque el doblez presionando con su
mano. Disminuir poco a poco la ayuda.
0 Ofrecer al niño masa o plastilina para que el niño modele figuras. Así se estimula su imaginación y
creatividad.
Recursos: pinturas de cera, hojas blancas, revistas y periódicos, tijeras, tacos, rompecabezas de tres, cua­
tro y cinco piezas, tablero de encajar figuras, trenzas de zapatos y pasta, y masa o plastilina.
T ra tad o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 147

ÁREA CO G N ITIVA

1. Recién Nacido a mes y medio

O bjetivo: a m p lia r en e l n iñ o su cam po visu a l y estim u la r e l segu im ien to visual, la aten ción
y la concentración

Actividades

• Ubicar el niño en distintas posiciones (boca abajo, boca arriba), con la cabeza en el centro del cuerpo, colo­
carle a una cuarta de distancia de los ojos objetos de colores brillantes (rojo, amarillo, verde) y formas definidas.
° Moverle el estímulo muy despacio en sentido horizontal, vertical y circular.
• Realizar la misma actividad con rostros humanos.
• Trasladar al niño de sitios con mucha luz a otros con poca luz.
® Es recomendable estimularlo primero con objetos y posteriormente con la cara de la persona para que
pueda responder al objeto. Poco a poco ampliar los movimientos.
Recursos: pelotas de colores brillantes (rojo, amarillo, verde) y otros objetos similares.

O bjetivo: lo g ra r q u e e l n iñ o ejercite la succión

Actividades

• Estimular los labios alrededor de toda la boca del bebé con diferentes objetos
chupete, biberón, manos y dedos del propio bebé u otro objeto. Cuando el niño chupa
se estimula su iniciativa al tratar de introducirse el estímulo en la boca, además de
ejercitar la succión. A través de la boca el bebé aprenderá a reconocer los distintos
objetos y sus características (suaves, blandos, ásperos, fríos, tibios, redondeados, de
goma, de paño...)
0 Se debe procurar no darle el chupete cada vez que llore o para retrasar su hora
de comer.
Recursos: chupete, biberón, manos y dedos del propio bebé u otro objeto.

O bjetivo: en s e ñ a r a l b eb é a q u e reconozca d iferen tes sonidos

Actividades

• Sonar distintos objetos cerca de los oídos del bebé (maraquitas, cascabeles, cajitas de música...).
0 Hablarle con distintos tonos de voz.
0 Ponerle música suave, la música suave lo tranquiliza.
0 Para estimular la audición es importante realizar los ejercicios por ambos oídos, de cerca y de lejos,
desde arriba y desde abajo.
0 Así poco a poco aprende nociones de espacio.
Recursos: maracas, cascabeles, cajitas de música, música suave.

O bjetivo: estim u la r en e l n iñ o e l a b r ir y c e rr a r sus m ano s

Actividades

• Abrir y cerrar las manos del bebé. Sepárale los deditos.


0 Colocar en las manos del bebé objetos de diferentes materiales, livianos y de tamaño adecuado para que
los agarre. •Luego estimularlo para que lo suelte. De esta manera adquiere información acerca de las carac-
148 C u n iO S rD A D E S SOBRE LOS BEBÉS

terísticas de los objetos; livianos, suaves, fríos, de plástico... aprende a reconocerlos. Pronto podrá agarrar las
cosas voluntariamente.
Recursos: pelota pequeña, puede ser de goma espuma, plástico o tela, sonajero, cualquier objeto limpio
que el niño pueda agarrar en sus manos.

2. M es y medio a cuatro meses

O bjetivo: a m p lia r en e l n iñ o su cam po visual

Actividades
• Realizar frente al niño las actividades propuestas para la etapa evolu­
tiva anterior colocándolo en posición boca abajo y sentado. Ampliar poc<)
a poco el movimiento de los objetos en las distintas direcciones (hori­
zontal, vertical y circular). / 3,,
• Colocar móviles frente a sus ojos, cambiarlos con cierta fre­
cuencia, pues el niño se habitúa al estímulo y no responde. Así co­
menzará alrededor de los 4 meses a relacionar la vista, el tacto y la
audición cuando trate de agarrar los objetos.
• Sentar al niño y colocar frente a sus ojos objetos que suenen,
dejarlos caer para que aprenda a seguir la trayectoria de caída del
objeto. De esta manera aprende a diferenciar las características de los
objetos.
Recursos: móviles llamativo y con sonido, sonajeros, juguetes con
jita de música, pelotas con sonidos...

O bjetivo: ejercita r la succión

Actividad

• Estimular al niño con los ejercicios sugeridos para la etapa anterior. De esta manera además de
adquirir información a través de su boca aprenderá a diferenciar los objetos que son chupables de los que
no.

O bjetivo: lo g ra r q u e e l n iñ o d iferen cie sonidos y ru id o s

Actividades

• Realizar las actividades sugeridas para la etapa evolutiva anterior, con un poco más de frecuencia.

O bjetivo: estim u la r en e l n iñ o e l a g a rre o p ren sió n v olu n ta ria

Actividades

• Continuar con el ejercicio propuesto para la etapa evolutiva anterior


• A partir de los cuatro meses colocar cerca del bebé objetos de diferentes materiales, livianos, de colores
llamativos y de tamaño adecuado para que intente agarrarlos, el solo. Así aprende a diferenciar los objetos
por sus características y a darse cuenta de cuales son para agarrar y cuales no. Además se estimula el inicio de
la coordinación visión-prensión.
• Mover frente a los ojos del bebé objetos de colores brillantes y contrastantes para que insten agarrarlos.
Recursos: maracas de colores, pelota de goma espuma, tacos de goma, juguetes de goma que suenen,...
T r a t a d o i n t e g r a l d e o s i t .u i w t í a i’ k d i .v i hic a

AREA D E L LEN G U A JE

O bjetivo: estim u la r e l len g u a je e n e l niñ o

Actividades

0 Seguir las recomendaciones propuestas para la etapa evolutiva anterior. Repetir sus vocalizaciones para
que el bebé trate de volver a emitirlas

ÁREA SO C IO EM O C IO N A L

O bjetivo: b rin d a r seg u rid a d y co n fia n za a l b eb é

Actividades

0 Seguir las normas y actividades sugeridas para la etapa evolutiva anterior colocar al niño frente a un
espejo, hablar con él y llamarle la atención para que observe su imagen reflejada.
0 Jugar con el niño, acariciarlo, sonreírle con frecuencia, hacerle cosquillas. Así se siente querido y se
estimula para que sonría y carcajee.
0 Relacionarlo con otras personas que le demuestren afecto, de esta manera aprende a confiar en ellas.
Cuando el bebé siente que lo quieren aprende a quererse a sí mismo.
Recurso: espejo.

3. Cuatro a ocho meses

ÁREA C O G N TIIV A

O bjetivo: p ro p icia r q u e e l n iñ o coordine d iferen tes acciones

Actividades

0 Enseñarle un objeto que suene para que lo agarre.


0 Estimularlo para que lo sacuda, lo chupe, lo tire, lo golpee. Así adquiere
más información acerca del objeto y aprende que cosas puede hacer con él.
0 Dar al niño un objeto que quepa en sus manos y enseñarlo a que se lo ' “V
pase de una mano a otra.
° Darle un objeto en cada mano y ofrecerle un tercer objeto. Así aprende
a resolver problemas; suelta uno de los dos primeros par agarrar el tercero. '' 7
Recursos: juguete llamativo, maracas, pelotas de diferentes tamaños, muñe- ,
eos de goma...

O bjetivo: lo g ra r q u e e l n iñ o siga con su vista la trayectoria d e los objetos q u e caen

Actividades

° Colocar frente a los ojos del niño un objeto y dejarlo caer mientras el los mira.
° Es conveniente utilizar objetos sonoros para que poco a poco aprenda a anticiparse al lugar donde
caerá el objeto por el ruido que este produce al chocar.
° Atar un globo a la muñeca del niño para que observe como este sube y baja.
Recursos: pelota con sonido, sonajero y globo con cuerda.
150 C u r io s id a d e s s o b r e l o s b e b é s

Objetivo:enseñaralniñoquelosobjetosexisteny
permanecenaunqueelnolosvea
Actividades

° A partir de los 6 meses y medio esconder parcialmen­


te frente a los ojos del niño su juguete favorito (taparlo con
un pañal, periódico, sábana, etc..).
• Es importante dejar una parte del objeto al descubier­
to para que le sirva de indicio o señal al niño.
• Cuando logre consolidar la conducta taparle total­
mente el objeto.
Recursos: juguete favorito del niño en esta etapa, pañal, periódico o sábana.

Objetivo:estimularenelniñoelreconocimientodesusrodillasypies
Actividades

• Subir las piernas y pies del niño a la altura de sus ojos.


• Estimularlo a que agarre sus pies y se los lleve a la boca.
0 Atar cascabeles a los pies del niño para que al mover sus piernas los cascabeles suenen y le preste aten­
ción a sus pies. Así también se estimula su audición.
Recursos: cascabeles con una cinta.

Objetivo:estimularenelniñolaimitación
Actividades

• Colocarse frente al niño y realizar acciones que pueda ver mientras las imita: repita, aplaudir. Dirigirlo
al principio llevándole de la mano.
• Realizar el mismo ejercicio frente al espejo.
Recursos: espejo.

4. Ocho a doce meses

ARFA COGNITTVA

Objetivo:estimularalniñoparaqueexploreconsudedoíndice
Actividades

• Poner al niño en contacto con un teléfono de juguete y enseñarlo a


marcar.
0 Enseñarlo a prender y apagar la luz, a tocar el timbre de la puerta-
así también aprende que sus acciones producen determinados efectos.
Recursos: teléfono de juguete con disco.
'T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá i itir \ 151

Objetivo:enseñaralniñoaresolverpequeñosproblemasenfrentándoloasituacionesnuevas
Actividades
• Colocar un objeto a cierta distancia del niño. Dejar que haga el esfuerzo por alcanzarlo con los recursos
con que cuenta (gatear, pararse, caminar). Complicarle el problema poniendo una silla en el camino para
llegar al objeto. Así aprende a tener iniciativa, a esforzarse para lograr las cosas que desea y poco a poco se
hace más independiente.
• Aprovechar cuando se le da un objeto o juguete nuevo y estimularlo a que descubra como utilizarlo y
para que sirve.
Recursos: objeto que llame la atención del niño, silla.

Objetivo:enseñaralniñoquelascosasexistenypermanecenaunquenolasvea
Actividades
• Jugar con el niño al escondite. Invitarlo a que se esconda.
• Esconder frente a los ojos del niño su juguete favorito en un primer lugar.
• Estimularlo a que lo encuentre. Poco a poco ir complicando la actividad, esconder el juguete en un
segundo, tercer, cuarto... lugar.
Recurso: juguete favorito del niño.

Objetivo:estimularenelniñolaimitacióndeaccionesmáscomplejas
Actividades
• Colocase frente al niño y realizar actividades que pue- , —
da imitar aunque no vea la acción mientras la realiza: sacar ■f ?
la lengua, hacer muecas. .7 ■ % ■
• Repetir la actividad frente al espejo. ~ .
• Hacer sonidos y enseñar al niño a que los imite: soni- ,
dos de animales, ruido de carro, moto, tren...

5. D oce a dieciocho meses

ÁREA COGNTTIVA

Objetivo:estimularenelniñolaexploraciónsistemáticadelosobjetos
Actividades
• Ofrecer al niño objetos de diferentes tamaños, formas, colores, texturas. Invitarlo a que explore y ha­
blarle acerca de los mismos, de sus características y para que sirven.
0 Colocar en un envase con agua objetos que se hundan (piedritas), que floten (plásticos), que absorban
el agua (esponja) y estimularlo a que los explore y realice todo lo que puede hacer con ellos dentro del agua
(piscina). Así también se da cuenta que sus acciones producen determinados efectos.
Recursos: objetos de diferentes características, piedritas, muñecos de plástico, esponjas.

Objetivo:estimularalniñoparaquerealicediversasaccionesylogrediferentesresultados
Actividades

0 Invitar al niño para que juegue con una pelota lazándola cerca, más lejos, la ruede, la tire desde distin­
tas alturas, la empuje. Además aprende a diferenciar entre tirar, rodar y empujar.
152 C u r io s id a d e s s o b r e l o s b e b é s

° Dar al niño un juguete que ruede y estimularlo a que lo ruede rápido, lento, desde un plano inclinado.
Así también aprende nociones de tiempo.
• Darle un objeto envuelto para que lo destape: tirando el papel, apretándolo, rasgándolo.
Recursos: pelota, juguete con ruedas, (carrito, patito...), objeto envuelto.

Objetivo:favorecerqueelniñoutilicediferentesmediosparalograrsusfinesyaprendearesolversus
problemas
Actividades

• Colocarle su juguete favorito sobre una mesa alta para que busque una silla, se suba y lo alcance.
® Colocar el objeto sobre un periódico o alfombra lo suficientemente alejado del niño para que tire del
periódico o alfombra y lo agarre.
• Tirarle una pelota por encima de un mueble (cama, silla) o por debajo de una mesa para que de la vuel­
ta y lo agarre.
Recursos: juguete favorito del niño, pelota, periódico o alfombra.

Objetivo:enseñaralniñoquelascosaspermanecenyexistenaunquenolasvea
Actividades

• Hacer un túnel de cartón o periódico y tirar un carro o una pelota a través de él y pedirle al niño que
lo busque. La idea es que aprenda a anticiparse antes de que vea el objeto.
0 Esconder frente al niño diversos objetos en distintos lugares e invitarlo a que los busque
0 Esconder frente a los ojos del niño un mismo objeto en dos lugares distintos. Poco a poco complicar la
actividad y esconderle el objeto en tres, cuatro, cinco lugares.
Recursos: cartón o periódico, carro o pelota, diversos objetos llamativos.

Objetivo:enseñaralniñoqueconozcasucuerpo
Actividades

0 Hacer que escuche música rápida, lenta y mueva sus manos siguiendo el compás. Repetir la actividad
frente a un espejo y con otras partes de su cuerpo: cabeza, boca, brazos, piernas.
• Señalarle partes de su cuerpo para que las nombre. Al mismo tiempo se estimula su lenguaje.
0 Nombrarle partes de su cuerpo y pedirle que las señale. Realizar las mismas actividades frente al espejo.
Recursos: espejo y música.

6. Veinticuatro a treinta y seis meses

ÁREA C O G N ITIV A

Objetivo:enseñaralniñoareconocercolores
Actividades

0 Dar al niño tres cajas (una amarilla, una azul y una roja) y material de piñatería de los mismos colores.
Pedirle que coloque el material en la caja correspondiente.
0 Pedir al niño que busque objetos de colores, “dame el taco azul”, pásame la pintura amarilla”...
0 Enseñarle los colores por comparación: “Til camisa es azul como mi pantalón. Fíjate que son del mis­
mo color. Dame tu pintura que también es azul”.
T r a t a d o i n t e g r a l d e o s t e o p a t ía im i j i á t k i c a

° Pedirle que haga torres con tacos de un mismo color.


Recursos: cajas amarillas, azul y rojo, tacos unicolores. ^

Objetivo:estimularalniñoareconocerdiferentestexturasytemperatura
Actividades

0 Poner al niño en contacto con objetos, animales y explicarle: el gato es suave, el perro tiene la nariz fría
y húmeda, la corteza del árbol es dura, el algodón es suave.
0 A la hora del baño colocarle las manos al niño en el agua cuando esta fría, tibia, y un poco caliente con
cuidado. Es importante que se le verbalice al niño el estado del agua.
0 A la hora de darle el jugo o agua dárselas en diferentes temperaturas y verbalizarle si está frío, tibio, o
caliente.
Recursos: utilizar diversos materiales: plástico, lija, metal.

Objetivo:estimularenelniñolacomprensióndesemejanzasydiferenciasentrelascosas
Actividades:

0 Dar al niño vasos, hojas, pelotas, piedras... de dos tamaños (grande, pequeño), para que observe las
diferencias. Luego darle tres objetos, dos de un mismo tamaño, el otro diferente (dos chiquitos y uno gran­
de) para que observe cuales son iguales, cual es diferente.
0 Realizar las mismas actividades con los opuestos largo-corto, alto-bajo, delante-atrás, lejos-cerca.
0 Utilizar también colores opuestos blanco-negro. Además se estimula la concentración.
Recursos: vasos, hojas, pelotas, piedras u otros objetos que puedan servir para desarrollar ésta actividad.

Objetivo: enseñaralniñoagruparoclasificar
Actividades

0 Dar al niño botones de dos formas, tamaños y colores diferentes y pedirle que ponga junto todos los
que son del mismo color, tamaño y forma. Recordar que el niño solo es capaz de agrupar por un solo criterio.
Complicar poco a poco la actividad utilizando tres elementos diferentes de cada tipo. Variar el material,
darle tapas de botella, fideos.crudos, tacos...
0 Con el mismo material pedir al niño que busque el más grande, el más pequeño, el diferente, todos los
que son del mismo color, tamaño y forma.
0 Mostrarle al niño dibujos, ilustraciones y hacerlo por categorías: animales, plantas, frutas... “este es un
perro, un animal”.
Recursos: botones de diferentes tamaños

O bjetivo: en señ a r a l n iñ o a o rd en a r

Actividades

0 Jugar con el niño a ordenar en secuencia grande-pequeño hojas, piedras, botes..


0 Complicar poco a poco la actividad incluyendo el elemento intermedio.
0 Ofrecer al niño un palo en forma de pirámide y aros de diferentes tamaños de menor a mayor para que
los ensarte.
Recursos: hojas, piedras, botes o algún otro objeto que llame la atención del niño, juguete de ensartar de
menor a mayor.
154 C u r io s id a d e s so u r e l o s b e b é s

Objetivo:enseñaralniñoacorresponderelementos
Actividades

• Dar al niño tres pares de zapatos u objetos, para que los ubique por pares.
° Dar al niño un determinado numero de platos de cartón, vasos, cubiertos y pedirle que coloque uno
para cada niño
0 Recortar figuras de animales y dárselas al niño para que a medida que oiga el sonido del animal busque
la figura. Preguntarle: “ que animal hace pío, pío?”
Recursos: pares de zapatos u objetos, platos de cartón, vasos, cubiertos, figuras de animales.

Objetivo:favorecerenelniñolanocióndenúmero
Actividades

0 Reunir un grupo de tacos, separar uno y decirle “un taco”. Mostrarle el grupo y decirle “muchos ta­
cos”.
0 Agrupar todos los tacos y pedirle que le dé “uno”.
° Dar al niño una cantidad de granos para que la compare con otra diferente. Preguntarle, dónde hay
más, y dónde hay menos.
0 Ofrecerle una caja con objetos diversos. Darle consignas tales como “dame un carrito”, “mete dos pe­
lotas”, “saca muchas cosas”, “no dejes nada”.
Recursos: tacos, granos, caja con objetos diferentes.

Objetivo:favorecerenelniñoelconocimientodesucuerpo
Actividades

° Dibujar con el niño sus manos sobre un papel. Al mismo tiempo contar los dedos, nombrarlos.
Aprovechar para decirle que las manos sirven para muchas cosas: dibujar, comer, agarrar, ayudar a otros.
0 Hacer la misma actividad con los pies.
0 Hacerle preguntas al niño referidas a todas las partes del cuerpo, ¿Cuál es tu mano?¿ Cuál es la mía?¿
Cuál es más grande?
0 Enseñar al niño a relacionar formas con partes de su cuerpo: tu cara es redonda como un círculo, tu
pecho es cuadrado, tu nariz es un triángulo.
Recursos: lápiz o pinturas, papel.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a

ÁREA SO CIO EM O CIO N A L Y LEN G U A JE

1. Recién nacido a mes y medio

ÁREA D E LEN G U A JE

Objetivo:estimularellenguajeenelniño
Actividades

• Como regla general todas las actividades que se realicen con el niño deben acompañarse de la palabra.
Es conveniente hablarle claro y bien pronunciado, pero con mucho cariño.
® Asimismo hablarle con voz baja y más alta, más rápido y lento, con sonidos agudos y gruesos.
• Repetir los sonidos del bebé.

AREA SO CIO EM O CIO N A L

Objetivo:brindaralbebéseguridadyconfianza
Actividades

• Como norma general todas las actividades que se realicen con el niño
deben efectuarse dentro de una atmósfera de amor y de afecto qne lo hagan
sentirse querido, seguro y confiado. Hacerlo sentir que se acepta tal cual es,
que se necesita y respeta. Todas las personas que rodeen al niño y que tienen
contacto con él en sus actividades de rutina, deben cumplir con ese aspecto
para que así el bebé cuente con diferentes figuras a las cuales vincularse y que
enriquecerán su vida emocional, siempre y cuando sea positivamente.
° Cargarlo por breves momentos, arrullarlo, mecerlo, cantarle, acariciar­
lo. El bebé no comprende las expresiones verbales pero si percibe el lenguaje
del cuerpo y de las manos.
° Sonreírle también es una caricia, así como una voz suave y agradable.
° Satisfacerle sus necesidades básicas de afecto, placer y estimulación, es sumamente
necesario para el niño.

2. Mes y medio a cuatro meses

ÁREA D E L LEN G U A JE

Objetivo:estimularellenguajeenelniño
Actividades

° Seguir las recomendaciones propuestas para la etapa evolutiva anterior.


° Repetir sus vocalizaciones para que el bebé trate de volver a emitirlas.
156' C u r io s id a d e s s o b r e l o s b e b é s

ÁREA SO C IO EM O CIO N A L

Objetivo:brindarseguridadyconfianzaalbebé
Actividades

• Seguir las normas y actividades sugeridas para la etapa evolutiva ante­


rior
• Colocar al niño frente a un espejo, hablar con él y llamarle la atención
para que observe su imagen reflejada.
0 Jugar con el niño, acariciarlo, sonreírle con frecuencia, hacerle cosquillas.
Así se siente querido y se estimula para que sonría y carcajee.
• Relacionarlo con otras personas que le demuestren afecto, de esta manera aprende a
confiar en ellas.
• Cuando el bebé siente que lo quieren aprende a quererse a sí mismo.
Recurso: espejo.

3. Cuatro a ocho meses

AREA D E L LEN G U A JE

Objetivo:estimularellenguajeenelniño ñ l-v -J i
v-;h ■■
Actividades
■ m P
• Seguir las recomendaciones propuestas anteriormente.
0 Repetir las vocalizaciones y balbuceos que el niño uti­
S ■
lice.
m lK
0 Llamarlo por su nombre. ■■-*jV
0 Hacerle preguntas y darles ordenes sencillas para que res­
ponda con señas y/o balbuceos, ¿Dónde esta el carro o muñe­
ca?, etc.

ÁREA SO C IO EM O C IO N A L

Objetivo:propiciarqueelniñodisfrutedelasactividadesquerealiza
Actividades

0 Estimularlo para que disfrute de su baño, de su hora de alimentación, enseñándole actividades a mane­
ra de juego. Así aprende mientras juega y lo disfruta.

Objetivo:favorecerenelniñosuindependencia
Actividades

0 Dejar que el niño agarre su taza y su cuchara.


° Estimularlo a que trate de comer con ella. Poco a poco aprenderá a utilizarla y ensuciará cada vez me­
nos.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 157

Objetivo:propiciarqueelniñoaprendaareconocerseenelespejo
Actividades

• Colocar al niño frente a un espejo y llamarle la atención para que se observe.


• Hablarle y jugar con él a través del espejo.
Recurso: espejo.

4. Ocho a doce meses

Ar e a d e l l e n g u a j e

Objetivo:estimularellenguajeenelniño
Actividades

• Continuar con las actividades ya sugeridas.


• Darle pequeñas ordenes: “Di adiós”, “dame”, “toma este juguete”, “gracias”
0 Mostrarle revista, cuentos, y nombrarles las figuras mientras se le muestra.
Recursos: revistas, cuentos llamativos con figuras grandes.

Ar e a s o c io e m o c io n a l

Objetivo:facilitarqueelniñoaceptealosdesconocidos, aunqueexpresemiedo
Actividades

• Mantenerse cerca del niño cuando haya personas extrañas. De esta


manera se sentirá seguro y apoyado y aprenderá poco a poco a acercarse a
los demás. Esta es una conducta normal a esta edad pues el niño no sabe que

puede esperar de los extraños y esa situación le crea ansiedad. .A --
,v . ,£ • < *
° Consolarlo inmediatamente y permitirle que exprese sus temores.
Decirle “sé que tienes miedo, no dejare que te pase nada”. También es fre­
cuente que demuestre temores a objetos y juguetes muy grandes, personas
arrugadas o con defectos, al pediatra, a ruidos fuertes, a los animales, a la i I
oscuridad, etc. En estos casos hay que familiarizar al niño poco a poco con
la situación que provoca su miedo.

Objetivo:estimularenelniñosuindependencia
Actividades

0 Permitir que el niño realice actividades que puede hacer por el mismo: cuando come (utilizar la cucha­
ra, tomar en su vaso), cooperar cuando se le viste. También hay que estar siempre pendiente de verbaüzar
todas las actividades que se realicen con el niño.

Objetivo:propiciarqueelniñoaprendaareconocersuimagenenelespejo
Actividad

0 Colocarse con el niño frente a un espejo y además de hablarle y llamarle la atención hacia la imagen
que se proyecta, acercarle sus manos para que toque la imagen, trate de agarrarla y le dé besitos.
158 C u r io s id a d e s s o b r e l o s b e b é s

5. D oce a dieciocho meses

ÁREA D E L LEN GU AJE

Objetivo:estimularellenguajeenelniño
Actividades

0 Mostrarle objetos, dibujos, fotos y pedirle que los nombre.


• Familiarizarlo en libros con figuras, nombrárselas.
° Hablarle del trabajo de otras personas con imágenes o cuentos: policía, médico, basurero, maestros,
bomberos...
° Darle ordenes sencillas: “mira”, “dame”, “toma”, “busca”, “vamos”, “agarra”, “corre”.
° Enseñarle periódicamente canciones cortas que rimen.
Recursos: objetos comunes del hogar, revistas, fotos, cuentos de figuras grandes, cuentos que hablen de
oficio, canciones cortas.

ÁREA SO C IO EM O C IO N A L

Objetivo:reforzaralniñoensuautonomía
Actividades

° Motivarlo a que ofrezca los brazos, manos cuando se le viste.


° Permitirle que tome líquidos sosteniendo su vaso. Es probable que al inicio derrame algo de líquido,
llenarle solo un poco el vaso hasta que domine la actividad.
° Dejar que trate de comer solo. Servirle solo lo que se va a comer. No servirle en exceso para evitar que
lo desperdicie. Tampoco es conveniente hacerlo comer a la fuerza y/o maltratándolo.
Recursos: líquidos en vaso.

Objetivo:estimularlainiciativaenelniño
Actividades

° Dejarlo en un lugar espacioso con dos o tres juguetes para que él


decida con cual quiere jugar.

Objetivo:permitiralniñoqueexpresesussentimientos
Actividades

• Dejar que el niño exprese lo que siente y hablarle acerca de lo que


está sintiendo.
0 Se le puede explicar por ejemplo que sentir rabia a veces es un sen­
timiento inevitable pero que nunca debe producir malos efectos sobre los demás.

Recomendaciones

0 A partir de esta edad es importante comenzar a ponerle límites al niño. No se le debe permitir que haga
lo que quiera, pero tampoco abrumarlo con muchos “N O ”. Impedirle explorar limita su desarrollo e inhibe
e aprendizaje
0 El niño mientras más ve, oye, y hace, más conoce.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 159

° Mientras más conoce, más contento está y más fácilmente aprende. Mientras más aprende, más satis­
fecho se siente de sí mismo. j,
• Algunas limitaciones pueden eliminarse retirando el objeto peligroso. Otras pueden reducirse lleván­
dolo a hacer otras actividades: cantar, mirar dibujos. La idea es desplazar su atención hacia otra cosa.
• El control debe ser firme, suavizado con amabilidad, cariño y cordialidad. Esto le da seguridad, por lo
tanto no es conveniente satisfacer todos sus caprichos.
® Cuando no tiene control se siente inseguro. Debe haber un equilibrio, ni demasiado exigente, ni de­
masiado débil.
• También es importante la consistencia en aprobarle o desaprobarle algo.
• Al niño se le debe enseñar a controlarse, a que hay cosas que no se hacen. Se le debe explicar el porqué
se le niegan cosas y hacer que lo entienda.

6. Dieciocho a veinticuatro meses

ÁREA D EL LENG UAJE

Objetivo;estimularellenguajeenelniño
Actividades

• Motivar al niño para que convine dos o tres palabras.


• Permitirle que pida lo que desea haciéndole la pregunta ¿qué quieres? Por ello no se le deben satisfacer
los deseos de inmediato.
• Darle la oportunidad que utilice la pregunta ¿qué es eso? Se le pueden mostrar objetos, laminas, dibu­
jaos que no conozca y decirle “mira” para que pregunte qué es.
• Contarle un cuento de fácil comprensión para él y hacerle preguntas sencillas acerca del mismo.
® Realizar sonidos con maracas, de perro, gato, silbato y preguntarle que oyó.
Recursos: láminas de objetos que no conozca, cuento de fácil comprensión, maracas, silbato...

ÁREA SOCIOEM OCIONAL

Objetivo:enseñaralniñoaesperartumo
Actividades

® Jugar con el niño a hacer torres con las manos del y del adulto. Decirle “ahora yo”, “ahora tu”.

Objetivo:estimularlaindependenciaenelniño
Actividades

® Motivar al niño a que se quite las medias, zapatos, a comer solo, trate de vestirse y desvestirse.
® Darle oportunidad de que decida, prefiera o rechace utilizar determinado juguete.

Objetivo:comenzaraenseñarloacontrolarelesfínteranal
Actividades

• Asegurarse que el niño camina y es capaz de quedarse sentado un rato.


• Observar si el niño dice que tiene ganas de hacer caca, si se quita el pañal cuando está sucio o pide que
se lo quiten.
160 C u r i o s i d a d e s s o b r e i.o s b e b e s

o Colocar un orinal en el baño y explicarle qué es de él y para qué sirve.


o Sentarlo por poco rato con ropa mientras se le lee un cuento. No es conveniente obligarlo a quedarse
por mucho tiempo.
■ Observar durante varios días el horario en que suele hacer caca y alrededor de esa hora sentarlo en el
wc sin pañales.
• Llevarlo al baño enseguida que haya ensuciado el pañal, quitárselo y enseñarle lo que se esperaba de él.
• Llevarlo al orinal cada vez que indique que tiene ganas.
• Decirle que se le va a poner ropa de niños más grandes, pero que debe aprender a mantenerla seca y
limpia.
• Premiarlo cada vez que logre hacer caca en el orinal.
0 Es importante no ser demasiado insistentes o agresivos para evitar el negativismo y puede aparecer el
estreñimiento.
• En caso de que sucedan accidentes enfrentar la situación con tranquilidad “se te olvidó avisar, la próxima
vez lo harás”, “te ayudaré a cambiarte y recuerda que tienes que conservar limpia tu ropa interior.

Objetivo:favorecerenelniñoelreconocimientodesuimagenenelespejo
Actividades
® Colocarlo frente a un espejo y preguntarle ¿quién está en el espejo?¿Dónde está él o ella? Así además
de reconocer su imagen aprende a utilizar el “yo” y el “tu”.
• Preguntarle acerca de algunas partes de su cuerpo para que las identifique a través del espejo.
Recursos: espejo.

7. Veinticuatro a treinta y seis meses

ÁREA D E L LEN GU AJE

Objetivo:estimularellenguajeenelniño
Actividades
® Enseñar al niño a que diga su nombre.
® Marcar bien las S en los plurales para que el niño las oiga y aprenda
a utilizarlas.
• Jugar con el niño a pasarse objetos para que aprenda a utilizar
los pronombre. Decirle al niño al mismo tiempo que se señala “yo
te doy mi peine”, “tu me das tu pelota”.
® Mostrar al niño libros de cuento, revistas, fotos o gráficos y
pedirle que cuente que esta pasando en el dibujo.
® Enseñarle canciones. No solo cantárselas, sino tratar de que
el niño repita a la hora de cantar.
® Preguntar al niño para que sirven algunas cosas, peine, vaso,
cuchara...
0 Leerle cuentos de forma dramatizada, con cambios de voz y so­
nidos onomatopéyicos. También se pueden usar títeres para ayudar a
contar la historia.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 161

ÁREA SOCIOEM OCIONAL

Objetivo;estimularlaindependenciaenelniño %

Actividades
• Enseñar al niño a realizar acciones que pueda hacer por el mismo: abrochar-desabrochar, abotonar-desabro-
char, subir y bajar cierres. Permitir que practique primero en ropa que no use. Poco a poco disminuir la ayuda.
0 Enseñar al niño a ponerse las medias y los zapatos utilizando primero medias y zapatos grandes, fáciles
de poner. •Ayudarlo al principio y poco a poco disminuir la ayuda.
0 Estimular al niño para que se lave y seque las manos.

Objetivo:enseñaralniñoaacatarórdenes
Actividades

0 Darle órdenes de manera específica: “guarda tus cuentos para que no se rompan”.
• Hacer que el niño obedezca mandatos simples. Para facilitar la comprensión utilizar las palabras “pri­
mero”, y “después” (primero haz tal cosa y después haz tal otra).

Objetivo:valoraralniñoydesarrollarsuautoestima
Actividades

0 Hacer sentir al niño importante y capaz, orgulloso de alguna actividad que realice (dibujo). Para ello se
le debe elogiar cuando se ha ganado ese elogio, pues este debe ser merecido y oportuno
0 Respetar al niño, oírlo mientras se le mira a los ojos. No gritarle para poder exigírselo, ayudarlo para
pedirle ayuda.

Objetivo:enseñaralniñoacontrolaresfíntervesical
Actividades

• Seguir las recomendaciones dadas para la etapa anterior.


0 Quitarle los pañales.
0 Estar pendiente de la hora en que el niño pueda mojarse y sentarlo en el orinal por 4 ó 5 minutos máxi­
mos.
0 Llevarlo al baño antes de acostarse.
0 Evitar darle líquidos después de las 6 de la tarde.
0 No hacerlo sentir culpable cuando se ensucie o moje la cama.

Objetivo:propiciarenelniñolaidentificacióncomovarónohembra
Actividades

0 Estimular al niño a maestra, doctor, bomberos..


0 Realizar reuniones de grupo donde se establezcan diferencias entre niños y niñas, quienes usan pelo
largo, quienes no se pueden poner pendientes...
0 En cada oportunidad reforzarle las conductas de acuerdo a su sexo, para que se sienta identificado con
el mismo.
C a p ítu lo 7

La f ie b r e
La temperatura de los niños varía según la edad, hora del día, actividad física y temperatura ambiental. Se
considera normal:
— hasta 37,7 grados, medidos a nivel rectal, bucal o timpánico,
— hasta 36,7 para valores de temperatura obtenidos por medición axilar.
Los dispositivos para colocar en la frente del niño o en los chupetes, arrojan valores de temperatura poco
fiables. En los niños pequeños resultará preferible utilizar un termómetro rectal y en los mayorcitos se pue­
de medir la temperatura utilizando un termómetro bucal. Los termómetros digitales resultan más prácticos,
rápidos y fáciles de leer. Los termómetros timpánicos son costosos y poco precisos, por lo que los pediatras
cada vez los aconsejan menos.
Cuando la temperatura asciende por encima de los 37,7 grados hablamos de fiebre, la cual puede deberse
a numerosas causas tales como: infecciones virales, bacterianas, parasitarias o micóticas, enfermedades inmu-
nológicas, tumorales y otras.
La fiebre actúa como respuesta adaptativa que ayuda al cuerpo a combatir los organismos que causan
enfermedades y surge en respuesta a unas sustancias llamadas pirógeno(s) que se derivan de bacterias o virus
que invaden el cuerpo.
Debido al sistema inmunológico poco experimentado con el que cuentan, son los niños más propensos a
sufrir fiebres elevadas.
Las fiebres por encima de los 40,5 °C pueden amenazar a proteínas de vital importancia, provocando
estrés celular, infarto cardíaco, necrosis de tejidos, ataques paroxísticos y delirios.
A pesar de causar malestar, la fiebre no constituye una enfermedad, por lo contrario, solo representa un
molesto síntoma que corresponde a una reacción corporal ante algún estímulo, por medio de la cual el cuer­
po eleva su temperatura, logrando de esta manera disminuir las consecuencias que dicho estímulo pudiera
ocasionar en el organismo.

Mecanismo de producción

El termostato del cuerpo humano es el hipotálamo. En presencia de pirógenos (producidos bien por al­
gunos tejidos, bien por agentes patógenos), transportados por la sangre desde los lugares del cuerpo con
problemas, se activa y ordena al cuerpo que genere más calor, aumentando para ello el metabolismo, y que
lo conserve, con lo que el flujo sanguíneo periférico se reduce y aparece el calentamiento

¿Cuándo tom ar la temperatura?

En los casos en que el niño esté decaído, cansado, presente escalofríos, duerma más de lo acostumbrado
y en general cuando le parezca que no se siente bien.
166 La f ie b r e

¿Cómo tom ar la temperatura rectal?

— Utilizar un termómetro rectal (punta abultada)


— Agitarlo bien para bajar la marca de lectura.
— Aplicar un lubricante en la punta (vaselina o crema).
— Acostar al niño boca abajo. Los niños mayores pueden acostarse de lado, con las piernas flexionadas.
— Con una mano separar sus glúteos, hasta que se visualice el ano e introducir unos 2 centímetros de la
extremidad abultada del termómetro, con mucho cuidado.
— Mantenerlo en el recto unos 2 minutos.
— Retirarlo y observar el punto donde se detiene la marca de lectura. Esa será su temperatura rectal.

¿Cómo tom ar la temperatura oral?

Si el niño es mayor y lo suficientemente maduro, puede medir su temperatura por vía oral.
— Utilizar un termómetro bucal (punta recta).
— Límpielo bien y agítelo para bajar la marca de lectura.
— Coloque la punta de mercurio bajo su lengua y pídaleque cierre los labios, pero que no lo muerda.
— Manténgalo en su boca unos 3 minutos.
— Retírelo y observe el punto donde se detiene la marca de lectura. Esaserásu temperatura oral.

¿Cuándo se debe combatir la fiebre?

— En los casos de temperaturas elevadas, mayores de 38,5 grados.


— En los casos en que la fiebre cause malestar al niño.
— En aquellos niños que sufren enfermedades neurológicas o convulsiones.
— Cuando existan antecedentes familiares de convulsiones febriles.
Sin embargo, mientras no se conoce el diagnóstico de la enfermedad, se pueden seguir algunas medidas
para disminuir el malestar que origina la fiebre:
— Ventile adecuadamente su habitación
— Manténgalo con poca ropa
— Fricciónelo con agua tibia
— Colóquele compresas con agua fría
-— Abaníquelo o coloque un ventilador (fuera de su alcance)
— Ofrézcale abundantes líquidos
— Consulte al médico

L o que no se debería hacer

— Enclaustrarlo en una habitación cerrada


— Arroparlo en exceso para que “sude la fiebre”
— Bañarlo con agua helada
— Frotarlo con alcohol
— Aplicarle enemas con agua fría
— Darle “purgantes” u otros medicamentos
— Asumir que “ya está curado” al bajar la temperatura

Niveles de fiebre
— Si la temperatura axilar es mayor de 37 °C y menor de 38 se llama febrícula.
— Si la temperatura axilar es mayor o igual a 38 y menor de 40 °C se llama fiebre.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 167

— Si es mayor o igual a 40 °C se llama hiperpirexia.


Nota: Temperaturas superiores a 42 °C en el hombre suelen ser incompatibles con la vida. ^

Causas

La fiebre está relacionada habitualmente con la estimulación del sistema inmunitario del organismo. En este
sentido, puede ser útil para que el sistema inmunitario tome ventaja sobre los agentes infecciosos, haciendo al
cuerpo humano menos receptivo para la replicación de virus y bacterias, sensibles a la temperatura.
Además de las infecciones, son causa de fiebre el abuso de anfetaminas y la abstinencia de una sustrancia psi-
cotrópica en un adicto a ella, así como la recepción de calor emitida por maquinaria industrial o por insolación.

Reacciones en el ser humano a las diferentes temperaturas corporales

Calor

— 36 °C - Temperatura normal del cuerpo, ésta puede oscilar entre 36-37 °C


— 39 °C - (Pirexia) Existe abundante sudor acompañado de rubor, con taquicardias y disnea. Puede sur­
gir agotamiento. Los epilépticos y los niños pueden sufrir convulsiones llegados a este punto.
— 40 °C - Mareos, vértigos, deshidratación, debilidad, náuseas, vómitos, cefalea y sudor profundo.
— 41 °C - (Urgencia) - Todo lo anterior más acentuado, también puede existir confusión, alucinaciones,
delirios y somnolencia.
— 42 °C - Además de lo anterior, el sujeto puede tener palidez o rubor. Puede llegar al coma, con hiper
o hipotensión y una gran taquicardia.
— 43 °C - Normalmente aquí se sucede la muerte o deja como secuelas diversos daños cerebrales, se
acompaña de continuas convulsiones y shock. Puede existir la parada cardiorrespiratoria.
— 44 °C o superior - La muerte es casi segura, no obstante, existen personas que han llegado a soportar
46 °C.

Frío

— 3 5 °C - Se llama hipotermia cuando es inferior a 3 5 °C - Hay temblor intenso, entumecimiento y


coloración azulada/gris de la piel.
— 34 °C - Temblor severo, pérdida de capacidad de movimiento en los dedos, cianosis y confusión.
Puede haber cambios en el comportamiento.
— 33 °C - Confusión moderada, adormecimiento, arreflexia, progresiva pérdida de temblor, bradicardia,
disnea. El sujeto no reacciona a ciertos estímulos.
— 32 °C - (Emergencia) Alucinaciones, delirio, gran confusión, muy adormilado pudiendo llegar inclu­
so al coma. El temblor desaparece, el sujeto incluso puede creer que su temperatura es normal. Hay
arreflexia, o los reflejos son muy débiles.
— 31 °C - Existe coma, es muy extraño que esté consciente. Ausencia de reflejos, bradicardia severa. Hay
posibilidad de que surjan graves problemas de corazón.
— 28°C - Alteraciones graves de corazón, pueden acompañarse de apnea e incluso de aparentar o inclu­
so estar muerto.
— 24-26 °C o inferior - Aquí la muerte normalmente ocurre por alteraciones cardiorrespiratorias, no
obstante, algunos pacientes han sobrevivido a bajas temperaturas aparentando estar muertos a tempe­
raturas inferiores a 14 °C.
C apítulo 8

El síndrome d el njño sacudido


Definición

Este síndrome, con sus diferentes denominaciones, es parte del síndrome del niño golpeado al cual debe
darse un tratamiento especial, por tratarse de niños pequeños, menores de 2 años de edad, en particular,
lactantes menores de seis meses de edad, cuya sintomatología pasa inadvertida en los primeros momentos
para el observador y cuyas manifestaciones pueden confundirse con muchas otras patologías.
En el síndrome del niño sacudido es imprescindible conocer cuándo se trata de un traumatismo de tipo
accidental y de una lesión infligida por uno de los miembros de la familia o quien lo cuida, porque ambos
producen tasa de mortalidad y letalidad altas, pero llevan procedimientos legales diferentes, de ahí, la nece­
sidad de hacer un diagnóstico certero.
Ésta es una forma severa de lesión en la cabeza originada por una sacudida violenta de un bebé o de un
niño. Usualmente se presenta cuando el bebé llora inconsolablemente y la persona que está a su cuidado se
frustra y pierde el control. La sacudida violenta puede ocasionar lesiones severas en el bebé, daño cerebral
permanente o la muerte. Las lesiones que sufre un bebé al ser sacudido generalmente ocurren en menores
de 2 años, pero se puede ver en niños de hasta 5 años.

Consideraciones generales

El síndrome del bebé sacudido puede presentarse inclusive con una sacudida de sólo 5 segundos. Las le­
siones tienen más posibilidades de presentarse cuando existe tanto aceleración (a causa de la sacudida) como
desaceleración (cuando la cabeza se golpea contra algún objeto). Inclusive el hecho de golpearse contra un
objeto suave, como un colchón o una almohada, puede ser suficiente para que los recién nacidos y los niños
pequeños se lesionen. El resultado es un tipo de lesión similar al que se observa en algunos accidentes auto­
movilísticos.
Todos los siguientes factores hacen que los bebés sean altamente vulnerables a la fuerza causada por el
síndrome del latigazo:
® La cabeza de un bebé es grande y pesada en proporción con el resto de su cuerpo, razón por la cual
cuando un bebé se cae o lo lanzan, tiende a caer sobre la cabeza.
• Existe un espacio libre entre el cerebro y el cráneo para permitir el crecimiento y el desarrollo.
0 Los músculos y ligamentos del cuello del bebé son débiles y aún no se han desarrollado por completo.

L a cabeza del bebé es suave y frágil

El síndrome del bebé sacudido es una forma de lesión severa en la cabeza producida por el rebote del
cerebro dentro del cráneo del bebé cuando éste es sacudido. En esta lesión se observa lesión del cerebro,
inflamación, presión y sangrado (hemorragia intracerebral), lo cual puede conducir fácilmente a la muerte o
a un daño cerebral permanente. Generalmente, no se observan signos físicos externos de traumatismo, pero
pueden presentarse cambios en la conducta del niño como irritabilidad, letargo, piel azulada o pálida, vómi­
tos y convulsiones.
172 El s í n d r o m e d e l n iñ o s a c u d id o

Cuando se sacude a un bebé o a un niño pequeño, el cráneo frágil y flexible aún no está lo suficiente­
mente fortalecido como para absorber mucha de esta fuerza, la cual se transmite así al cerebro y luego
rebota contra el cráneo, ocasionando contusión cerebral, hinchazón, presión y sangrado (hemorragia in-
tracerebral).
El hematoma subdural se produce cuando las venas que están entre las meninges o membranas que cu­
bren el cerebro filtran sangre después de una lesión en la cabeza. Esta es una condición grave porque el au­
mento de la presión intracraneal puede causar daño al tejido cerebral y pérdida de la función cerebral.
Las venas grandes que se encuentran a lo largo de la parte exterior del cerebro son igualmente vulnerables
a presentar rupturas a causa de estas lesiones, lo cual puede llevar posteriormente a que se presente sangrado,
hinchazón o aumento de presión (hematoma subdural). Esto fácilmente puede causar daño cerebral severo
y permanente, o la muerte.
El hecho de sacudir a un bebé o a un niño pequeño también puede causar otras lesiones, como daño al
cuello, la columna y los ojos; este último es muy común y puede ocasionar pérdida de la visión (hemorragia
retinal).

Causas

Son fuerzas que deforman el cerebro, provocan tensión y desgarro de los vasos comunicantes y hemorra­
gia y anoxia a niveles diferentes. Lesiones muy comunes son el trauma inflingido. Se propone que un niño
sujeto por el “ejecutor” quien “lo sacude, lo balancea, lo lanza”, la cabeza se mueve en un arco que se detiene
abruptamente contra una superficie. Estas fuerzas rotacional o lineal pueden ser suficientes para provocar las
lesiones del encéfalo. Además, como quiera que estos fenómenos ocurren más a menudo en niños pequeños,
hace más susceptibles al colapso y los desgarros durante los movimiento de la propia masa encefálica y sus
vasos.
• En el síndrome del niño sacudido, un dato siempre oculto por los padres y referido como “se cayó de
la cama”, “de los brazos” o “de la cuna”, por lo general, tiene poca importancia para el observador, sin em­
bargo, es necesario insistir y poder diferenciar estas afirmaciones.
• Aunque el síndrome del niño sacudido, por lo general, no se acompaña de lesiones externas por la ma­
leabilidad de los huesos del cráneo, pueden aparecer fracturas del cráneo de tipos diferentes, hematomas de
la piel o subconjuntival, lesiones sutiles del pabellón de las orejas y lesiones del cristalino o de la retina.
• Como consecuencia de la anoxia o las hemorragias, pueden aparecer lesiones tardías, que dependen de
la severidad de las sacudidas, o de la sacudida más el impacto y que además del edema y las hemorragias pe­
queñas producen lesión difusa.
En la mayoría de los casos, un padre, madre o niñera en un momento de enojo sacude al bebé para casti­
garlo o calmarlo, sin embargo, estas personas casi nunca tienen el propósito de hacerle daño. De cualquier
manera, ésta es una forma de maltrato infantil.

¿Son tan delicados y por cualquier cosa puede ocurrir esto?

El síndrome del bebé sacudido no se ocasiona por dar saltos suaves, balancearlo mientras se juega, levan­
tarlo en el aire o al trotar con él cargado. De la misma manera, es poco probable que este síndrome se pre­
sente a causa de accidentes como caerse de una silla, rodar por las escaleras o caer accidentalmente de los
brazos de alguien. Las caídas pequeñas pueden ocasionar otro tipo de lesiones en la cabeza que son usual­
mente de menor gravedad.
En muy raras ocasiones, esta lesión se puede causar de manera accidental al levantar a un bebé en el aire
o al trotar con él cargado sobre la espalda en un mochila porta bebés. Esta lesión no se presenta a causa del
juego moderado ni por el hecho de dar saltos suaves
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 173

Es difícil interpretar los síntomas

Estos síntomas pueden variar de leves a severos y entre ellos se pueden incluir:
— Irritabilidad extrema u otros cambios en el comportamiento
— Letargo, adormecimiento, ausencia de sonrisa
— Pérdida del conocimiento
— Disminución en el estado de alerta
— Piel pálida o azulada
— Vómitos
— Convulsiones (ataques)
— Alimentación deficiente, falta de apetito
— Interrupción de la respiración

¿Qué se puede observar?

Por lo general, no hay signos físicos exteriores de trauma como contusiones, sangrado o hinchazón. Con
un examen oftalmológico de los ojos del bebé, se puede detectar hemorragia retinal (sangrado detrás del ojo)
o desprendimiento de la retina.
En algunos casos, esta condición puede ser difícil de diagnosticar y puede no ser identificada durante una
consulta médica.
Los traumas cráneo-encefálicos en niños y lactantes son frecuentes en la lesión inflingida.
En este síndrome, el cuadro clínico en sus inicios es muy confuso, por la información escasa que brindan
los padres y por tratarse además de niños muy pequeños, en los cuales se piensa en última instancia en esta
posibilidad, o cuando aparecen tardíamente las secuelas irreversibles del SNC, como consecuencia de la
falta de oxigeno asociada o las hemorragias que provocan lesiones difusas y atrofia cerebral, que concluye en
retardo mental, cuadiiplejía espástica, disfunción motora, hasta la ceguera.
En sus inicios, sólo puede tener una historia de alimentación pobre, vómitos, letargía o irritabilidad, que se
mantiene de forma intermitente por algunos días o semanas antes de ser viso por el médico. En general, los sín­
tomas se atribuyen a una enfermedad viral, disfunción alimentaria o cólico, e incluso pueden nunca ser detectados.
Más tarde aparecen las convulsiones o un estado comatoso, a menudo acompañado de dificultad respiratoria.
El índice de sospecha puede establecerse desde el inicio

Prevención

NUNCA se debe sacudir a un bebé o niño, ni al jugar ni por enojo. Incluso el hecho de sacudirlo suave­
mente puede llegar a convertirse en una sacudida violenta, cuando se está enojado.
No se debe cargar a un bebé durante una discusión.
Si la persona se da cuenta de que está molesta o enojada con su bebé, lo debe colocar en la cuna, salir del
cuarto, tratar de calmarse y llamar a alguien para solicitarle ayuda.
Se debe llamar a un amigo o a un familiar para que venga y se quede con el niño en caso de perder el
control.
Para buscar ayuda y orientación, se puede hacer uso de recursos tales como la línea de maltrato al menor
y la línea local para el manejo de la crisis.
Se recomienda buscar ayuda profesional y asistir a una escuela para padres.
No se debe ignorar la evidencia si se sospecha que un niño es víctima de maltrato en su hogar o en el
hogar de alguien conocido.
C a p ít u l o 9

L E SIO N E S OSTEOPÁTICAS CRANEALES EN BEBÉS PREMATUROS

Y/O CON RETARDO DE CRECIM IEN TO INTRAUTERINO


La observación del bebé bajo el concepto osteopático

Cuando el bebé tiene daños craneales severos, cuando osteopáticamente el movimiento respiratorio pri­
mario (M.R.P.) es débil, cuando se compromete el mecanismo básico del cuerpo, este bebé se encuentra en
condiciones inferiores, con respecto a otros bebés, para afrontar su nueva vida.
El solo nada puede hacer para recuperar sus funciones vitales.
Sus estructuras están lesionadas, y nadie se ha dado cuenta: ni los padres, ni los pediatras...
¿Cómo ayudarlo entonces, si nadie se ha dado cuenta?
Ver con ojos osteopáticos solo está al alcance de un osteópata. Esto nos permite ver lo que otros no ven,
y así poder ayudar a crecer con salud a estos niños que tanto necesitan nuestras atenciones.

Lesiones osteopáticas en bebés

Los bebés prematuros tienen lesiones osteopáticas craneosacrales severas, las cuales podemos solventar
mediante tratamiento osteopático, de manera total o parcial, como mínimo en el 80 % de los casos.
Estas lesiones osteopáticas craneales son producidas, en estos casos como consecuencia de sufrimientos
obstétricos perinatales.
El cráneo fetal está sometido a fuerzas mecánicas o de estrés, antes, durante o después del nacimiento
originándose desplazamientos óseos pasivos que disminuyen el movimiento respiratorio primario con sus ya
conocidas consecuencias.^
Los huesos craneales, al estar en estado embrionario, aumentan su posibilidad de lesión.
Toda mala maniobra del obstetra puede acarrear distintos tipos de lesiones, particularmente a nivel: occi­
pital, Atlas, axis.
El bebé que nace antes de término, está sujeto a las mismas fuerzas del parto, con el agravante de tener
menos desarrollo para soportarlas.
El bebé de pretérmino tiene un crecimiento incompleto, su cráneo no puede afrontar, las fuertes tensio­
nes originadas en el parto, por lo cual está propenso a modeados severos, como veremos más adelante.
• Durante las fases de nacimiento la cabeza puede quedar atascada, por intervalos de tiempo, en el ángu­
lo lumbosacro de la madre.
• La cabeza está ajustada entre las espinas isquiáticas o las cucharas de los fórceps.
® Sobre todo puede chocar contra el sacro o el pubis, creando un punto fijo, esto engendra un pivota-
miento de los huesos en un patrón de torsión y cabalgamiento de los huesos, provocando lesiones de com­
presión de la materia cerebral, pinzamiento de las meninges que pueden ocasionar epilepsia.
• El daño más serio es el creado por la distorsión de las partes condilares del occipital. El cabalgamiento,
mala alineación o desplazamiento de porciones del occipital ocasionan un potencial daño al foramen mág-
num y su contenido y también a las membranas intracraneales e interespinales.
178 L e s i o n e s o s t e o p á t i c a s c r a n e a l e s e n b e b é s p r e m a t u r o s y /o c o n r e t a r d o d e c r e c i m i e n t o i n t r a u t e r i n o

® Como entre las masas laterales y los cóndilos del occipital pasa el canal del hipogloso, la distorsión de
estas estructuras puede acarrear lesiones en la lengua del recién nacido. El hipogloso es el nervio motor de la
lengua y su función fisiológica primaria es de gran importancia para el mecanismo de succión y para tragar.
• Anterolateralmente a la articulación entre la parte basilar y condilar está el foramen yugular. La vena
yugular bilateralmente se aleja del cráneo y provee el 95% del drenaje de la sangre venosa de la cabeza.
• Anterior a la vena yugular se encuentra el nervio vago que sólo está separado del nervio glosofaríngeo
por un tabique de la duramadre. El nervio glosofaríngeo está relacionado con la función de tragar, el vago es
especialmente importante en el recién nacido por su conexión con la fisiología neuromuscular del sistema
digestivo y respiratorio.
De lo dicho se desprende que las irregularidades respiratorias, cardíacas, el vómito o la hiperactividad
peristáltica sugieren disfunciones del nervio vago.
Cuando el moldeo ha sido severo, el bebé puede presentar algunos de los siguientes síntomas o signos:
® Cabeza congestionada, edematizada, con hemorragias petequiales.
® Las partes condilares del occipital son asimétricas.
• Bóveda distorsionada con respecto a la base. Lesiones intraóseas. De los componentes.
• Cabalgamiento de suturas.
0 Encastramiento del ala menor del esfenoides que puede obstruir la arteria cerebral media o hacer im­
pacto en el centro motor del habla.
• Fracturas (ocasionalmente se da en casos de aplicación de fórceps).
0 Hemorragias: resultan por estrés inapropiado o presión, como elongación excesiva de la cabeza, cau­
sando la ruptura de la vena de Galeno, causa común de muerte en los recién nacidos.
Neurológicamente los recién nacidos son bastante inmaduros, por lo tanto los daños son lentos en apa­
recer, a menos que sean severos.
Según un estudio realizado por Rosa Olivo de AH (Argentina) entre una población de 60 bebés prematu­
ros, y/o con retardo del crecimiento intrauterino (R.C.I.), nacidos entre 1999 y marzo de 2000, en el con­
junto de neonatos estudiados se observó que la totalidad de ellos presentaban alguna forma de lesión osteo­
pática.
La estadística de lesiones osteopáticas por área fue:
0 En el cráneo, 43, 33% (26/60)
0 En la S.E.B., 100% (60/60)
0 En el sacro, 91, 67% (55/60)
El tiempo utilizado en el diagnóstico fue de alrededor de ocho a diez minutos dado que estos bebés tienen
su vitalidad muy baja y no toleran más tiempo de contacto.
El seguimiento se realizó durante un año (marzo de 1999 a marzo de 2000).
El conjunto de neonatos estudiados fueron divididos en dos grupos de 30 bebés cada uno: un primer
grupo se llamó “GRUPO TRATAM IENTO” y un segundo grupo “GRUPO C O N TRO L”.
Todos los bebés, ya sea del grupo Tratamiento o Control, recibieron tratamiento médico corrientes, para
las distintas patologías.
El Grupo Tratamiento tuvo tres o más atenciones osteopáticas, realizándose en cada una el diagnóstico y
el tratamiento correspondiente.
El Grupo Control se evaluó en una primera sesión para diagnosticar la lesión osteopática, y en una segun­
da sesión (con intervalo de una semana) para comprobar si la lesión remitió sola o no.
La selección del Grupo Tratamiento se realizó de acuerdo a la prioridad en la sintomatología.
Podemos resumir los RESULTADOS obtenidos, como sigue:
1. El tratamiento osteopático colaboró en la mejoría y/o remisión de los síntomas y lesiones osteopáticas
cráneo-sacras; contribuyendo al acortamiento del tiempo de internación de los bebés.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 179

2. El tratamiento remite, o mejora, en un muy alto porcentaje (más del 95%), las lesiones osteopáticas
encontradas en el Grupo Tratamiento.
3. En el Grupo Control, las lesiones osteopáticas encontradas se mantuvieron luego de la segunda eva­
luación.
4. El Grupo Control tuvo acceso a dos evaluaciones constatando que la-lesión osteopática, en estos be­
bés, no se revierte espontáneamente. En la mayoría de los casos incluso perdura en el tiempo, se hace m á s
profunda y empeora.
5. En su mayoría los bebés tuvieron buena evolución, mejorando su vitalidad y revirtiendo gran número
de los síntomas detectados, bebés que no succionaban, que lloraban sin razón, con temblores, etc.
La Evolución Osteopática fue positiva en el Grupo Tratamiento, respondiendo el 96,67% (29/30) de los
casos con una mejoría o desaparición de la misma.
La comparación de estos resultados con la evolución de la lesión osteopática del Grupo Control mostró
una diferencia estadísticamente muy significativa, comprobándose una evolución sin cambios en el 93,3%
(28/30) de los pacientes de este último grupo.
Del mismo modo, la sintomatología tuvo una evolución muy favorable para el Grupo Tratamiento ha­
biéndose hallado una desaparición o mejoría en el 100% (30/30) de estos pacientes.
No así en el Grupo Control, dado que el 73,3% (22/30) de este se mantuvo sin cambios.
En relación a los resultados obtenidos, es importante destacar que el grupo de bebés tratados correspon­
dió a una edad gestacional y a un peso inferior en relación al grupo control, situación esta, que potencia los
resultados obtenidos con el tratamiento osteopático.

Conclusión

Todo hace pensar que la sintomatología que presentan estos bebés prematuros y/o con retardo del creci­
miento intrauterino, se debe a la falta de madurez de los órganos y sistemas; con lo cual queda enmascarada
la lesión osteopática.
Todos los síntomas del bebé se encuentran rotulados bajo la denominación de BEBÉ PREMATURO.
Esta denominación representa para el médico la trampa que le impide evidenciar precozmente las anor­
malidades que presenta el bebé.
Debemos tener presente que no todo lo que el bebé padece es culpa de la inmadurez. Hagamos una ob­
servación, con un espectro amplio, muchos signos y síntomas que nos muestran estos bebés son restricciones
de movilidad del cuerpo. Dichas restricciones le impiden al cuerpo realizar sus funciones más básicas, como
la de respirar, llorar, succionar, etc.
Intentemos pensar en forma simple: ¿Qué le imposibilita a este bebé realizar eficazmente sus funciones
básicas?
¿Existe algún gesto, postura o síntoma que nos esté mostrando su incomodidad, o su lesión?
¿Por qué pensar que un bebé sufre una estenosis pilórica porque regurgita con cada ingesta?, cuando
podemos pensar más simplemente en una irritación del nervio vago, (en el nacimiento o en su trayecto) o si
tiene vómito ¿Pensar en una rotación de la escama del occipital?
Es necesario tomar conciencia que lo que no se detecta a tiempo deja secuelas imborrables en estos bebés
ya sea de manera inmediata o a largo plazo.
En ocasiones, los bebés que nacen prematuros, padecen un estrés inusual producido durante la vida intra­
uterina, trabajo de parto, y/o nacimiento.
A este estrés debemos sumarle la internación en cuidados intensivos, y todo lo que esto implica (coloca­
ción de sondas, extracciones, canalizaciones, y continuos controles qué agreden y excitan al bebé) y un factor
primordial que es la pérdida de contacto con el vientre materno.
180 L e s i o n e s o s t e o p á t i c a s c r a n e a l e s e n b e b é s p r e m a t u r o s y /o c o n r e t a r d o d e c r e c i m i e n t o i n t r a u t e r i n o

La inmadurez de los sistemas corporales, tiene marcadas consecuencias, debido a que aún faltan los ajus­
tes finales para adaptarse a la vida fuera del útero.
Los cráneos de estos bebés en su mayoría se encuentran compactados, es decir que no se percibe movili­
dad de los huesos entre sí, ni motilidad (migración intrínseca de substancias internas) ni ritmo. No se perci­
be ni expansión ni retracción craneal (M.R.P.). No sentimos nada en el cráneo este se asemeja a una piedra.
No hay vitalidad.
Debemos preguntarnos como lo hacía el Dr. Sutherland: ¿Cómo vive este bebé? ¿Cómo le gustaría
vivir?
Luego de hacer nuestra observación, y nuestra escucha craneal, que será un diálogo o como lo expresaba
Rollin Becker D.O.: “Una meditación craneal”, obtendremos una respuesta a las preguntas formuladas.
Sentiremos que el cráneo del bebé vive muy mal:
— que sus tejidos tienen huellas de sufrimiento (parto prolongado, fuertes contracciones, fórceps, etc.)
— no tienen vitalidad, están comprimidos, apretados, necesitan ser liberados con la ayuda del contacto
de nuestras manos.
— Los fluidos no circulan bien, están ralentizados (estasis) “Rol de la arteria”.
— Las funciones metabólicas no pueden realizarse, debido a la inmadurez de los sistemas, pero también
en parte porque los tejidos están asfixiados o intoxicados por la insuficiente eliminación de desechos,
impidiendo una buena nutrición y en consecuencia una buena función. (Homeostasis).
En definitiva, la osteopatía ofrece una respuesta terapéutica rápida, eficaz y necesaria para estos bebés con
patologías solo perceptibles por un osteópata cualificado que, caso de no solventarse, puede marcar la vida
de este joven paciente.
C apítulo 10
L as deformaciones craneales . La piagiocefalía
Las deformidades craneofaciales siempre han existido. Básicamente son tres:
® la plagiocefalia,
* la braquicefalia,
® la escafocefaha.
La más conocida es la plagiocefalia. Aveces se utiliza su nombre en particular cuando se habla en general
de todas ellas.

-1

Plagiocefalia Braquicefalia Escafbcefalia

Deformaciones craneales complejas

Se denominan a la suma de dos deformidades básicas simples, ya sea por desviaciones en distintos planos
(axial, sagital y coronal), o por ser deformidades acompañantes a las craneosinostosis.

Craneosinostosis

Es importantísimo diferenciar las deformidades craneofaciales posicionales de las craneosinostosis. Son


debidas al cierre antes de tiempo de alguna de las suturas craneales más importantes.
El cráneo crece en el sentido de la sutura cerrada, puede desaparecer la fontanela anterior y puede palpar­
se un relieve a nivel de la sutura cerrada.
Hay varios tipos de craneosinostosis dependiendo de la sutura craneal afectada. Las ponemos por orden
de frecuencia:
® Escafocefalia: se aplica a la fusión prematura de la sutura sagital.
° Plagiocefalia anterior: cuando la sutura fusionada es la hemicoronal.
• Trigonocefalia: es la fusión prematura de la sutura metópica.
0 Braquicefalia bilateral: fusión bilateral de las suturas coronales.
• Plagiocefalia posterior: fusión de la sutura lambdoidea.
° Oxicefalia: cierre de todas las suturas.

Escafocefalia
184 Las d e f o r m a c io n e s c r a n e a l e s. La p l a g io c e f a l ia

Para confirmar la craneosinostosis hay que hacer radiografías de cráneo y para planificar la intervención
es útil la práctica de escáner en tres dimensiones (TAC 3D o CT-scan 3D) y a veces el uso de la Resonancia
Nuclear Magnética (RNM o MRI).
La revisión oftalmológica y neurológica antes de la cirugía es de buena ayuda, y en ocasiones la toma de
la presión intracraneal (PIC).
En algunos casos de craneosinostosis complejas o sindrómicas (Crouzon, Apert, Saethre-Chotzen, etc.)
se hará también estudio genético.
Las craneosinostosis no sindrómicas presentan un elevado porcentaje de retrasos funcionales superior al
50%.

L a plagiocefalia

1. Antecedentes

Durante el año 1992 se desarrolló por parte de la Asociación Americana de Pediatría (AAP) una campaña
de divulgación conocida como “Back to sleep” para intentar disminuir el número de casos de “muerte súbita
del lactante”. En esta campaña se recomendaba que los niños fueran colocados boca arriba para dormir.
Como resultado, algunas estadísticas destacan que se consiguió disminuir la mortalidad hasta en un 40%,
por lo que actualmente no parece aconsejable cambiar una estrategia que ha tenido tanto éxito.
Antes de la campaña la incidencia era de 1/300 nacido vivos, hoy en día se barajan datos de 1/60 nacidos
vivos o el 8.2% de los nacidos vivos.

2. Definición

La plagiocefalia (cráneo oblicuo) es una malformación cráneo facial secundaria a la afectación de una o
más suturas del cráneo.
La plagiocefalia es una lesión craneal, el término deriva del griego, significa cráneo oblicuo, y es una
malformación secundaria a la afectación de una o más suturas del cráneo. La naturaleza de la lesión es benig­
na o no sinostósica, pudiendo tratarse de una impactación o solapamiento de los rebordes de las placas óseas.
Principalmente se ven afectadas las suturas hemilamboidea (plagiocefalia posterior) y hemicoronal (plagio­
cefalia anterior).
La plagiocefalia no sinostósica también llamada posicional o deformacional, es la afectación de una o más
suturas del cráneo. La naturaleza de la afectación es una impactación o solapamiento de los bordes óseos que
conforman la sutura. Como resultado de dicha lesión se produce una deformidad craneal oblicua y asimetrías
craneofaciales secundarias a esta y el compromiso de las estructuras vasculonerviosas en relación con los
huesos afectos.
La plagiocefalia posicional es conocida también en la literatura por otros términos como por ejemplo:
plagiocefalia por moldeamiento, plagiocefalia occipital, plagiocefalia deformativa, plagiocefalia sin craneosi­
nostosis, plagiocefalia postural, plagiocefalia funcional y plagiocefalia posterior.
En este trabajo la denominaremos plagiocefalia posicional, porque probablemente es el que menos con­
fusión genera.

3. Clasificación

Según la naturaleza de la lesión sutural se clasifican en:


— Sinostósica
— No sinostósica
T r a t a d o i n t e g r a l d e o s t i :<h u t í a im .d i á i r ic a 185

Según la sutxira afectada:


— Hemicoronal (PP anterior)
— Hemilambdoidea (PP posterior)

Plagiocefalia no sinostósica Plagiocefalia sinostósica


Esquem a de Plagiocefalia posicional derecha. L a hemilambdoidea derecha
cabeza forma un paralelogramo:
la región occipital deformada está aplanada o inclu­
so "hundida". L a región occipital contralateral está
abombada. L a región parietal unilateral puede tam­
bién estar abombada así com o también la región
frontal unilateral. E l pabellón auricular puede estar
adelantado en el lado de la lesión e incluso el zigo-
m a también puede protuir moderadam ente en el
mismo lado. L a raíz nasal suele estar centrada.

4. Factores Etiológicos

Pueden producirse antes o después del parto.

1. Compresiones intrauterinas

Las de formación prenatal son especialmente severas por cuanto el mecanismo deformativo empieza an­
tes y crea mayores asimetrías y más difíciles de corregir que las que aparecen en los lactantes de pocos meses.
A su favor tienen que, al aparecer ya neonatalmente, son más fácilmente diagnosticables y mejores candida-
tas a ser sometidas a un buen programa de reposición.
Los factores etiológicos implicados en la aparición prenatal incluyen la posición fetal:
° Presentación de nalgas
• Presentación transversa
La restricción del espacio intrauterino:
• Embarazo múltiple
• Malposición intrauterina
• Macrosomía: desarrollo o tamaño excesivo del cuerpo
0 Fetos con cabezas grandes
° Pelvis maternas pequeñas
• Alteraciones de la cantidad del líquido amniótico
0 Miomas uterinos
186 L a s d e fo r m a c io n e s c r a n e a le s . L a p l a g io c e f a l ia

En caso de embarazo múltiple, el gemelo más afectado es el que ha estado debajo del hermano, en la
parte más baja del útero, durante el último trimestre, siendo la deformidad por compresión de la cabeza
contra la pelvis materna.
El encajamiento y el expulsivo prolongados:
• Trabajo parto prolongado (primeriza)

2. Mecanismo lesional del parto (la cabeza al atravesar el canal del parto sufre un solapamiento
fisiologico de los huesos de la bóveda, los diámetros transversales disminuyen 1,5 a 2,5 cm.

° Fuerzas mecánicas. Solapamiento sutural


° OIIA, (occipitoizquierda anterior). Podría estar relacionada con la predominancia de plagiocefalias del
lado derecho que aparecen reflejadas en la mayoría de estudios. Cuando el feto baja hacia la pelvis ve limita­
do el crecimiento del occipucio derecho, comprimido contra el hueso pélvico, y del área frontal izquierda,
comprimida contra la espina lumbosacra. Esta asimetría puede empeorar postnatalmente ya que el neonato
prefiere el lado más aplanado para dormir.
° Parto instrumentado

3. Posicional mantenido en el tiempo

Las deformidades postnatales, mucho más numerosas, son debidas a causas constantes en todos los lac­
tantes afectos:
° Dormir siempre del mismo lado: plagiocefalia.
• Dormir siempre boca arriba: braquicefalia.
• Dormir con la cabeza bien plana de lado: escafocefalia.
• Supino mantenido bajo desarrollo psicomotor
• Tortícolis congénita, restricciones de movilidad rotacional. La presencia de la tortícohs muscular con-
génita junto a una posición siempre del mismo lado de la cabeza es una combinación muy habitual, práctica­
mente la norma. Hay que revisar la unión entre la parte basilar y la parte condilar del occipital, responsable
en innumerables ocasiones de esta tortícohs “congénitas”.
• Tendencia rotacional GORDON
• Exceso de horas semisentados en siilita, carrito o hamaca.
Nota: La hipotonía, la parálisis cerebral infantil, los cuadros neurológicos graves, las estancias prolonga­
das en unidades de cuidados intensivos neonatalas y la colocación de expansores tisulares subgaleales en
lactantes pequeños son factores de riesgo para la formación de plagiocefalias por presión.

Edad gestacional

— La prematuridad es un factor predisponente en los casos post-natales, la escafocefalia se da en mayor


frecuencia en los bebés prematuros.
— Los fetos post-maduros presentan más deformidades pre-natales, en general plagiocefalia y braquice­
falia.

Por sexo

— La plagiocefalia se da 2 veces más en niños que en niñas


— La braquicefalia se da 2 veces más en niños que en niñas
— La escafocefalia afecta por un igual

Por tipo

— La plagiocefalia posicional afecta más al lado derecho que al izquierdo


— La braquicefalia afecta más a niños grandes y dormilones
— La escafocefalia afecta más a los prematuros
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 187

5. Clínica

En los casos en que la deformidad se aprecia al nacer, el bebé acostumbra a seguir descansando sobre la
región aplanada contribuyendo a su empeoramiento. Los intentos de colocarlo hacia el lado contrario acos­
tumbran a fracasar. Un bebé gemelo o mellizo con una deformidad craneal debe hacer sospechar antes un
origen postural que un origen sinostósico.
En la mayoría de ocasiones el bebé nace con la cabeza bien conformada pero se aprecia su predilección a
descansar con la cabeza siempre en la misma posición, sea ésta fija hacia un lado (a unos 45°), hacia el cielo
o completamente de lado. Esta tendencia acostumbra a permanecer incluso cuando es cogido en brazos. Si
el bebé es recolocado al lado contrario de su preferencia, acostumbra a llorar hasta conseguir que los padres
le permitan dormir a su gusto.
En ocasiones el bebé permanece un tiempo recolocado hacia el lado deseado, pero al poco reincide y si­
gue reposando la cabeza sobre el mismo lado. A las pocas semanas o meses de vida de permanecer invaria­
blemente en su posición de comodidad, empieza a aparecer una deformidad que empeora lentamente a pesar
de todo lo que se haga. Cuando ésta se hace importante, la misma deformidad hace que le sea imposible
permanecer con la cabeza mirando hacia arriba o hacia el otro lado.
Algunos bebés acostumbran a forzar la posición del cuello hacia atrás (en opistótonos), a doblar la espalda
hacia atrás o a empujar con el occipucio la parte lateral de la cama, costumbre que debe ser corregida paula­
tinamente.
Opistótonos: es una afección de postura anormal que involucra rigidez y arqueamiento severo de la espal­
da, con la cabeza tirada hacia atrás. Si a una persona con opistótonos se la dejara recostada boca arriba, sólo
la parte posterior de la cabeza y los talones tocarían la superficie de apoyo.
El opistótonos puede ocurrir en los bebés afectados por meningitis, donde es un signo de irritación de las
membranas que rodean el cerebro y la médula espinal (meninges). Se puede presentar igualmente como un
signo de función deprimida del cerebro o una lesión al sistema nervioso.
El opistótonos es mucho más común y más exagerado en los bebés y en los niños que en los adultos, de­
bido a que sus sistemas nerviosos son menos maduros.
Algunos bebés adoptados de países pobres presentan craneotabes (cráneo blando) acompañante o peque­
ñas marcas cicatriciales que hacen pensar que fueron atados durante largo tiempo a la cama.

6. Fisiopatología

“El cierre precoz de una sutura craneal produce el cese del crecimiento en el sentido perpendicular y com­
pensaciones en suturas permeables con alteración del volumen, morfología craneana y facial”. Virchow 1851.
Se puede extrapolar esta ley a las lesiones suturales no sinostósicas. El crecimiento del cráneo es secunda­
rio al del sistema nervioso central. La deformación es un mecanismo de compensación. La plasticidad cra­
neal junto con las fuerzas gravitacionales, favorecen la deformación o modelaje posicional benigno.

7. Consecuencias

“La estructura gobierna la función”. A.T. Still.


Existen evidencias científicas que demuestran que la plagiocefalia posicional produce otras alteraciones
además de las de la deformación craneal y/o facial. Estas deformidades pueden ser tan aparatosas que es
comprensible la grave preocupación que ocasiona en muchas familias. No obstante y, lamentablemente, a los
padres se les dice que no se preocupen pues la plagiocefalia no es más que un problema estético. Este tipo de
afirmaciones puede retrasar el tratamiento de la plagiocefalia, con lo que todos los problemas derivados de
ella se asientan, proliferan y/o producen secuelas, en muchos casos, irreversibles.
188 Las d e f o r m a c io n e s c r a n e a l e s. La p l a g io c e f a l ia

No es raro, por tanto, hallar adultos con deformidades más o menos evidentes que han crecido con su
alteración, que fueron o no diagnosticados y que manifiestan problemas que van desde los trastornos de
imagen a síntomas clínicos inespecíficos como la cefalea, a problemas más serios como maloclusión dentaria,
estrabismo, dolores de la articulación temporomandibular, etc, que nunca fueron relacionados con la defor­
midad acompañante.
Bajo en concepto osteopático, la plagiocefalia produce, principalmente:
° Patología de la SEB
° Alteración global de la mecánica craneal
° Patología membranosa intracraneal e intraespinal
° Alteraciones de la ATM
° Posible actitud escoliótica dorsolumbar
° Posibles alteraciones auditivas
• Posibles alteraciones visuales
0 Posibles alteraciones en el aprendizaje
° Posibles alteraciones en el desarrollo psicomotor
° Posibles secuelas del sistema nervioso central (macrocefalia, acúmulos de LC R extraaxiales, hidrocefa­
lia, hemorragia perinatal, infecciones, espina bífida...).

Diagnóstico Clínico

Plagiocefalia posicional. Los datos clínicos más característicos son debidos al aplanamiento de la región
parieto-occipital que hace que el peñasco se desplace anteriormente y hacia abajo y al mismo tiempo la re­
gión frontal homolateral se adelanta por crecimiento compensatorio. Así pues se producirá:
— Aplanamiento y también alopecia de la región occipital e incluso parietal
— Abombamiento de la región occipital contralateral. Es posible también abombamiento parietal
— Pabellón auricular ipsilateral adelantado y descendido
— Frontal homolateral abombado
— Raíz nasal centrada
— Región maxilar homolateral puede estar también abombada
La forma del cráneo es la de un paralelogramo (ver dibujo inferior). La plagiocefalia posicional se puede
acompañar además de otra serie de lesiones:
° tortícolis frecuente, hasta en un 41,7%
• macrocefalia moderada (40%),
• acúmulos extraaxiales de LC R en un 35,7%
• y muy variadas lesiones cerebrales como hidrocefalia, hemorragia perinatal, infecciones, espina bífida..
etc. hasta en un 20% de los casos.
Esquema de Plagiocefalia posicional derecha. La cabeza forma un
paralelogramo:
— La región occipital deformada está aplanada o incluso “hundida”.
La región occipital contralateral está abombada. La región parietal unila­
teral puede también estar abombada así como también la región frontal
unilateral. El pabellón auricular puede estar adelantado en el lado de la
lesión e incluso el zigoma también puede protuir moderadamente en el
mismo lado. La raíz nasal suele estar centrada.
Según la costumbre de descanso de cada bebé, hallaremos una deformi­
dad determinada del cráneo y de la cara:
— Si el niño ha dormido y descansado en decúbito supino girando
siempre la cabeza hacia un lado unos 45°, estaremos ante una plagiocefalia,
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 189

que puede ser derecha o izquierda. La acción de la fuerza gravitatoria que actúa sobre el cráneo inmaduro
deforma su circunferencia oval característica hacia la forma de un paralelogramo. Mientras la zona occipital
de un lado se aplana, la base del cráneo rota hacia adelante arrastrando con ella el pabellón auricular. El as­
pecto resultante es el de un hundimiento occipital unilateral con abombamiento frontal del mismo lado, la
mejilla y el reborde orbitario del lado afecto son más prominentes, la hendidura palpebral está más abierta y
la distancia entre el conducto auditivo externo y el cantas externo más corta. Puede aparecer una banda cu­
tánea interna en el ojo del lado afecto a la manera de un epicanto y muy frecuentemente la oreja del lado
afecto se sitúa en valgo.
— Si ha dormido siempre boca arriba sobre el occipucio, con la mirada dirigida hacia el techo, lo más
habitual es hallar una braquicefalia (cabeza corta y ancha), que puede ser más o menos simétrica. La región
occipital se va aplanando totalmente tomando el cráneo, en el peor de los casos, un aspecto triangular, en
visión cenital, o la mayoría de veces, un aspecto totalmente redondo con los diámetros anteroposterior y
transversal iguales. Lateralmente el cráneo se eleva hacia la fontanela lamboidea. En casos extremos la fon­
tanela lambdoidea se invierte y se hunde hacia adentro del cráneo. La frecuencia en nuestra serie es de cerca
del 10% y afecta más a niños que a niñas (2:1).
— Si el lactante ha estado durmiendo con la cabeza reposando siempre de lado sobre la región temporo-
parietal, hallaremos una escafocefalia o dolicocefalia (cabeza larga y estrecha). Afecta sobre todo a lactantes
con problemas neurológicos, con una gran hipotonía o grandes prematuros. La diferencia con la escafocefa­
lia sinostótica es fácil de determinar puesto que no presenta ninguna cresta a nivel de la sutura.

Clasificación

Para determinar el grado de asimetría y clasificar la plagiocefalia se emplean dos tipos de mediciones que
en general realizamos sobre un estudio fotográfico en el que se calcula el índice de asimetría craneal como
la diferencia aritmética entre dos líneas trazadas desde ambas regiones occipitales a las frontales (ver foto
inferior).

Este índice nos permite clasificar a las plagiocefalias en:


— Plagiocefalia leve: la diferencia obtenida es entre 0-10 mm.
— Plagiocefalia moderada: la diferencia oscila entre 10-20 mm.
— Plagiocefalia grave: la diferencia es superior a 20 mm.
También puede calcularse trazando ambas líneas a 30° de la línea media (ver foto en página siguiente).
190 Las d e f o r m a c io n e s c r a n e a l e s. La p l a g io c e f a l ia

Las líneas occípito-frontales se


trazan a 30° de Ja línea media

Cuando la plagiocefalia posicional es bilateral, la cabeza adopta un aspecto braquicefálico y es conocida


también con el nombre de paquicefalia. El aplanamiento afecta a ambas regiones occipitales, con aumento del
diámetro vertical del cráneo en la región parietal, acentuándose la profusión del vértex y existiendo además una
disminución del diámetro antero-posterior craneal. La morfología facial no se afecta, pero vista de perfil la
cabeza en los casos más graves puede parecer que la región occipital ha sido “cortada por un hacha”.
En los casos con plagiocefalia posicional bilateral debe emplearse el índice A-P-Lateral del dibujo inferior.

índice Cefalométrico (A-P-Lateral): Cociente entre la distancia biparietal


máxima dividida por la distancia anteroposterior tomada en la línea media
— y multiplicado por 100 en mm. Indice: Biparietal/A-P x 100 mm.
Grado de deformidad: Leve: 80-90 mm. Moderada: 90-100 vmt. Grave: Mayor de 100 van.

Plagiocefalia occipital por craneosinostosis. El aplanamiento occipital se ve compensado sobre todo por
abombamiento de la región occipito-mastoidea. La típica cresta ósea encima de la sutura lambdoidea suele estar
presente y es palpable. Además el abombamiento contralateral suele ser más parietal que occipital. El peñasco se
desplaza posteriormente, por lo que el pabellón auricular también se mueve en esa dirección (dibujo inferior).

A) Plagiocefalia posicional: aspecto del cráneo en paralelogramo


*B) Craneosinostosis: aspecto trapezoidal del cráneo por abombamiento de la región mastoidea.
T r a t a d o in t e g r a ), dic o s t i :<h >v i ía ím' i j i á t h k h

Diagnóstico por imagen

El diagnóstico es fundamentalmente clínico, por lo que en la mayoría de los casos no son necesarios los
estudios radiológicos.

Diagnóstico Diferencial

En la práctica clínica, ante cualquier deformidad craneal, el primer paso es diferenciar una deformidad
craneal postural de una craneostenosis por craneosinostosis.
Las craneostenosis por osificación precoz de las suturas craneales se producen en 1 de cada 1.000-2.000 recién
nacidos, siendo la sinostosis sagital la más frecuente (escafocefalia). Su aspecto es el de una cabeza muy estrecha y
alargada. No debemos esperar hacer el diagnóstico cuando se establece un gran bolsón frontal u occipital porque
son difíciles de corregir. Palpar un cordón grueso que une ambas fontanelas es prácticamente patognomónico.
La trigonocefalia por sinostosis de la sutura metópica da un aspecto de cráneo triangulado visto desde
arriba y con una cresta palpable y reluciente a nivel de la mitad de la frente con un marcado hipotelorismo
(separación menor de lo normal entre dos partes u órganos). Muchas trigonocefalias son subdiagnosticadas
en la práctica clínica, no siendo raro encontrar muchos casos leves en la primera infancia y niños mayores que
no han sido tratados por éste hecho. La oxicefalia es más rara y debemos sospecharla en bebés con ojos salto­
nes y cabeza puntiaguda a nivel de la fontanela magna.
La verdadera plagiocefalia posterior por sinostosis lamboidea es muy rara. Muchas plagiocefalias postura-
les han sido erróneamente diagnosticada por clínicos, radiólogos y cirujanos de craneostenosis y sometidas a
intervención quirúrgica.
En la práctica, el aspecto clínico y la exploración física deben ser suficientes para llegar a su correcto diag­
nóstico. Todos estos bebés son sometidos a exploraciones radiográficas. Las exploraciones con TAC o RNM
deben ser cuidadosamente seleccionadas para los casos dudosos. Los estudios tridimensionales se reservan a
los casos complejos que requerirán retoques quirúrgicos tales como acortamiento de órbita, aperturas angu­
lares a nivel de la sutura metópica, o avances o craneoplastias complejas.
La plagiocefalia postural se distingue de la sinostosis lambdoidea por la forma que adopta el cráneo en
visión cenital: romboidal en la plagiocefalia postural y trapezoidal en la craneostenosis. A diferencia de la
postural (en que la oreja se desplaza hacia delante), en la craneostenosis hay un desplazamiento posterior de
la oreja del mismo lado, con abombamiento occipital contralateral, aplanamiento frontal ipsilateral y una
sutura lamboidea que se palpa engrosada.
En ocasiones estas craneostenosis se asocian a síndromes malformativos:
Síndrome de Apert. Es una enfermedad genética en la cual las suturas entre los huesos del cráneo se cie­
rran más temprano de lo normal, afectando la forma de la cabeza y la cara.
Síndrome de Crouzon. Es una malformación craneofacial asociada al cierre prematuro de las suturas
craneanas. Esto con lleva a un acortamiento del cráneo y abombamiento en su parte anterior. Suele tener una
forma de cara muy característica que consiste en exoftalmos, hipertelorismo, hipoplasia del piso medio facial,
nariz en pico, implantación baja de las orejas.
Síndrome de Treacher Collins. Es una enfermedad hereditaria rara. Se trata de un síndrome polimal-
formativo (que presenta múltiples malformaciones) caracterizado por anomalías craneofaciales (de la cabeza
y la cara) debido a la hipoplasia (desarrollo incompleto o defectuoso) de ciertas porciones del cráneo: bordes
supraorbitales y arcos zigomáticos.
Síndrome de Saethre-Chotzen. Es una craneosinostosis heredada que asocia una fusión prematura de
las suturas del cráneo (cranioestenosis) con anomalías de los miembros.
Síndrome de Muenke. El síndrome de Muenke se caracteriza por la fusión prematura de la sutura co­
ronal del cráneo durante el desarrollo (craneosinostosis coronal), que afecta tanto la forma de la cabeza como
de la cara.
En estos casos el diagnóstico clínico prácticamente es visual.
192 Las d e f o r m a c io n e s c r a n e a l e s. La p l a g t o c e f a l ia

Prevención

Cualquier recién nacido debe dormir sobre su espalda con la cabeza girada alternativamente a cada lado,
siendo preferible el decúbito supino (o dorsal) al decúbito lateral.
Aún cuando el niño aprende a girarse sobre sí mismo y descansa espontáneamente sobre su estómago,
debería seguir aconsejado el descanso en decúbito supino, puesto que el decúbito prono acarrea problemas:
0 Respiratorios
0 Cardiacos
0 Vertebrales lumbares
0 Vertebrales cervicales
0 Y como no, predisposición a las deformaciones craneales
Medidas que favorecen la alternancia en la posición de la cabeza son:
0 Poner a dormir al niño alternativamente a un extremo y otro de la cuna.
0 A la hora de cambiar los pañales, poner la cabeza del niño alternando los extremos del cambiador. Si la
madre se pone a los pies del niño, es aconsejable que se coloque ligeramente a un lado y a otro del cambiador
para obligar al niño a mover la cabeza.
0 Colocar los juguetes alternativamente a un lado y otro de la cuna, de la sillita o del coche de paseo.
0 Cuando se lleve el bebé en brazos, ponerlo alternativamente sobre la cadera izquierda y derecha.
0 Intentar llamar la atención del bebé de uno y otro lado de la cuna o la sillita ,
Alternar los lados a la hora de dar de comer.

Diagnóstico Osteopático

® El cráneo pierde su forma ovalada y deforma su circunferencia característica hacia la forma de un pa-
ralelogramo.
0 Mientras la zona occipital de un lado se aplana, la base del cráneo rota hacia adelante arrastrando con
ella el pabellón auricular.
0 El aspecto resultante es el de un hundimiento occipital unilateral con abombamiento frontal del mismo
lado y la mejilla y el reborde orbitario del lado afecto son más prominentes.
0 La oreja del lado afectado suele estar muy adelantada.
0 La hendidura palpebral del mismo lado puede estar más entreabierta, hecho que sobresale más con el
llanto
0 La distancia entre el conducto auditivo externo y el cantus externo más corto.
0 Es característico encontrar estrabismo en este tipo de cráneo.
El estudio detallado del cráneo y de la pelvis permite establecer un estrecho paralelismo entre:

0 La fosa temporal 0 La fosa ilíaca


0 La mastoides 0 La tuberosidad isquiática
0 La ATM 0 Articulación coxofemoral
0 Conducto auditivo 0 Agujero obturador
0 Etmoides 0 L4
0 Esfenoides 0 L5
0 Occipucio 0 Sacro
0 Mandíbula 0 Miembro inferior
0 Temporal 0 Ilíaco

La pelvis, como el cráneo, se puede adaptar en paralelogramo. Al igual que los huesos ilíacos, los tempo­
rales sufren tensiones en las rotaciones planas. Ver dibujos en página siguiente.
El trabajo de equilibración del cráneo sólo puede ser estable si las diferentes cadenas musculares y articu­
lares están igualmente equilibradas de la cabeza a los pies y, en particular, a la altura de la ATM.
T r a t a d o i n t e g r a l d e o s t e o p a t í a im-.í i i á i r i c a
193
194 Las d e f o r m a c io n e s c r a n e a l e s. La p l a g io c e f a l ia

1. Exploración manual craneal


° Suturas y fontanelas
• Test de movilidad craneal de la SEB
• Test de movilidad sutural: solapamiento y compresión
2. Evaluación de la movilidad cráneo-cervical
3. Evaluación de las posibles compensaciones a nivel pélvico
4. Principales lesiones en la plagiocefalia posicional
0 SEB en strain lateral
0 Intraósea del occipital
0 Solapamiento de la sutura lamboidea

Objetivos de las técnicas osteopáticas

0 Flexibiüzar y liberar las suturas comprimidas (base del cráneo) o solapadas (bóveda craneal)
0 Corregir las zonas de abombamiento y aplanamiento óseo
0 Normalizar el strain lateral esfenobasilar
0 Normalizar el tono de la musculatura cervical

Contraindicaciones al tratamiento osteopático

• Plagiocefalia craneosinostósica
0 Tratamiento ortopédico o quirúrgico craneales previo o simultaneo
0 Hematomas craneales, fracturas craneales
0 Hidrocefalia, microcefalia, plagiocefalia sinostósica
0 Síndromes malformativos congénitos
0 Malformaciones graves susceptibles de tratamiento quirúrgico
0 Patologías infecciosas, estados febriles
0 Otras patologías neurológicas

Observaciones previas al tratamiento

El tratamiento de la plagiocefalia posicional requiere la resolución de cualquier tensión mecánica o ten­


siones anormales que contribuyen al mantenimiento de la distorsión de los huesos craneales;
El engranaje de distribución del tratamiento en bebés y recién nacidos con PP parece desempeñar un
papel en el resultado final. La resolución de las tensiones de los tejidos implicados y el equilibrio de las fuer­
zas extensibles solamente justo antes de la fase de crecimiento parece permitir al cuerpo restablecer el equi­
hbrio del tejido en el área deformada. Si el niño crece sin tratarse su PP, esta ejerce su influencia sobre la
columna cervical, torácica y sobre el equilibrio postural, y son mucho más difíciles de solucionar estas ten­
siones.
En la PP, la distorsión de la bóveda es a menudo debida a la tensión membranosa que ejerce la membrana
de tensión recíproca (MTR) en el sistema craneal. Dependiendo del punto de vista, esto puede o no ser
adaptable a la tensión en la base craneal o en la unión cráneo-cervical. Todos los componentes (membrano­
sos, articulares y ligamentos) tienen que ser tratados antes de que la distorsión sea resuelta. A menudo la
mecánica fluida en estos recién nacidos y bebés no está considerablemente afectada por la distorsión. Para
liberar la tensión membranosa, podemos utilizar una técnica para el seno venoso modificada. El origen de
este acercamiento es la estructura membranosa en la cual el seno se ha formado, más que la relación entre el
seno y la sutura, o el fluido dentro del seno.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a | y .í

Esto es un acercamiento directo para alcanzar la tensión equilibrada de membrana entre los componentes
de la membrana de tensión recíproca. La siguiente fase describe un acercamiento de tratamiento que co­
mienza en la unión cráneo-cervical y progresa en la bóveda, dirigiéndose primero al tejido membranoso,
después al óseo, y finalmente a los componentes fluídicos. Esta secuencia refleja el desarrollo más probable
del modelo de tensión. Durante el contacto y trabajo, las fuerzas serían dirigidas por la bóveda membranosa
a la unión cráneo-cervical, única unión verdadera en la cabeza neonatal.
Esta unión típicamente cierra la puerta en una posición de flexión cuando la cabeza pasa por la pelvis
materna. Con el occipucio flexionado sobre el Atlas, las fuerzas de rotación y lateroflexión no son fácilmen­
te acomodadas en la unión occipitoatloidea. El estrés de torsión y rotación transmitidas por la bóveda mem­
branosa debe ser absorbida por las áreas de unión de los componentes craneales, base y bóveda. La calidad
membranosa de la bóveda proporciona una relativa flexibilidad que es capaz de acomodar a estas fuerzas a
las estructuras de la base. Cuando el grado de tensión en la bóveda excede la acomodación de la base, el
hueso y las estructuras cartilaginosas de la base craneal desarrollarán un modelo de tensión baja. La bóveda
entonces se adaptará a la tensión baja, causando la PP.
La única unión realmente funcional en la cabeza neonatal es la unión occipitoatloidea. Por consiguiente,
el área condilar se encuentra comúnmente implicada en la PP con origen en la base de craneal. Aunque no
exista una verdadera compresión condilar, la mayoría de las veces habrá alguna tensión entre el occipucio y
el Atlas, que puede o no poder implicar a C2 y C3. Mecánicamente, C3 es un área de unión con la columna
cervical, resolviendo las fuerzas que ocurren en el complejo superior (occipucio, Atlas y axis) con aquellos del
complejo inferior.
Otra área para no ser olvidar es la hoz del cerebelo, que se extiende inferiormente de la tienda a lo largo
de la línea media del área interna del supraoccipucio para anclar en el periostio de los arcos de los nervios de
Cl, C2 y C3. Esto es la continuación del accesorio dural a la columna cervical.
La compresión y solapamiento de las suturas tiene que ser resuelto antes de que la deformación del mol­
deado de los huesos de la bóveda pueda cambiarse. La tensión en la sutura puede ser mantenida por fuerzas
membranosas no resultas dentro de la membrana de tensión recíproca, o por fuerzas miofasciales externas
del cuello y la unión cráneo-cervical. La técnica de moldeado descrita por Sutherland (Magoun 1976) no es
a menudo eficaz hasta que estas otras influencias sean solucionadas.

Protocolo de técnicas osteopáticas craneales en la plagiocefalia posicional, P P

1. Inhibición de la musculatura suboccipital


2. Liberación miofascial del ECOM
3. Desenrollamiento del ECOM
4. Hoz del cerebro
5. Levantamiento del temporal /Tienda del cerebelo
6. Liberación de las partes basilares del occipital
7. Descompresión de la sutura sagital / Hoz del cerebro
8. Levantamiento de parietales
9. Descompresión de la sutura lambdoidea
10. Liberación de las suturas afectadas (coronal-metópica)
11. Levantamiento del frontal
12. Técnica de modelado del frontal
13. Técnica de equilibración de la hoz del cerebro
14. Corrección del lateral strain esfenobasilar
15. Equilibración de los temporales
196 L a s d e f o r m a c io n e s c r a n e a l e s. L a p l a g io c e f a l ia

1. IN H IB IC IO N D E LA M USCULATURA
SU BO C C IP IT A L

Antes de iniciar el tratamiento articular craneal, es importante


liberar las tensiones musculares de la musculatura suboccipital.
W Bm
Una vez localizado el músculo afectado realizamos una técnica de
inhibición.

2. LIBE R A C IO N M IOFASCIAL D E L E C O M

En el caso probable de que la PP se presente con uno de los


ECOM retraidos, utilizaremos una técnica de inhibición para
relajar su contractura. Es importante señalar la contraindica­
ción de estirar este músculo en bebés y niños de corta edad.
Para tratarlo, facilitaremos la posición craneal afectada colo­
cando la cabeza del bebé en la posición del acortamiento mio-
fascial. Esta posición se mantiene mientras el bebé la admita, no
superando en ningún caso los 60 segundos

3. D ESEN R O LLA M IEN TO D E L EC O M


r
Una vez realizada la técnica de liberación miofascial del ¡ ::
ECOM , realizamos el desenrollamiento de dicho músculo. Es
muy importante precisar que no hay que forzar con esta manio­ Wm
bra al músculo afectado. El desenrollamiento depende de la
predisposición del tejido para admitir esta técnica. En el caso de j .. /• y
que notemos resistencia del ECOM , renunciamos a realizar la i -
técnica.

4. H O Z D E L C E R E B E L O

El bebé en decúbito supino sostenido por las manos de uno de los padres. El osteópata sentado a la cabe­
za del paciente, con sus antebrazos apoyados sobre la camilla. Situamos las manos bajo la cabeza del bebé con
un contacto muy bajo (el inferior en inión) sobre el occipucio.
El osteópata coloca sus dedos en contacto con la línea media del occipital justo por debajo de inión a lo
largo del plano sagital del occipucio. Estamos próximos a la ubicación de la hoz del cerebelo.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 197

Los dedos anulares se encuentran en la línea media


en contacto justo por debajo de inión. Los dedos me­
dios se acercan el uno sobre el otro justo inferiores a
los dedos anulares (asteriones). Los índices se ponen
en contacto con la segunda vértebra cervical medial y
posterior a sus procesos transversos.

Realización de la técnica

Con un contacto suave, realizamos una presión es­ ■ ■” - •


table anterolateral dirigida hacia los tejidos profundos Sw i
que conectan con la hoz del cerebelo. Los índices su­
pervisan C2.
Como la textura del tejido bajo el contacto con los
dedos medios comienza a cambiar, los índices pueden
controlar C2 para establecer la tensión equilibrada
membranosa de la hoz del cerebelo y sus conexiones
durales con el complejo cervical superior.
Una vez la que la tensión membranosa se ha equi­
librado es esa posición es mantenida hasta hay un
ablandamiento, un cambio de la textura de tejido o
una corrección de la tensión.

Objetivo terapéutico

Esta técnica utiliza un acercamiento similar a una técnica de extensión de seno venoso pero la intención es
dirigida en la estructura de membrana, la hoz del cerebelo. Los estudios demuestran que la hoz del cerebelo
se continúa por los ligamentos durales extendiéndose del complejo cervical superior hasta C3. Esta técnica se
utiliza para equilibrar las tensiones membranosas en la base craneal que implican estas conexiones.
Esta técnica debe ser realizada antes de la descompresión condilar del occipucio. También puede ser uti­
lizada en niños más grandes con algias trigeminales.

5. LEVANTAM IENTO D EL TEM PO RA L / TIEN D A D EL C ER EBELO

El bebé en decúbito supino sostenido por las manos


de uno de los padres. El osteópata sentado a la cabeza
del paciente, con sus antebrazos apoyados sobre la ca­
milla. El osteópata sitúa sus manos bajo la cabeza del
bebé. Los dedos medios o índices se ponen en contacto
con el hueso temporal justo anterior a la unión occipi-
tomastoidea aproximadamente sobre el mismo plano
que el conducto auditivo externo.

Realización de la técnica

Aplicamos una fuerza apacible y estable en la articu­


lación temporal en dirección anterolateral para ‘levan­
tar’ el hueso temporal y someter a descompresión la articulación.
El objetivo es someter a descompresión está área, sin girar el hueso temporal interna o externamente.
Debemos tener precaución durante el inicio del “levantamiento” al descomprimir la articulación y los teji­
dos. Hay que supervisar la respuesta del occipucio y de la tienda.
198 L a s d e f o r m a c i o n e s c r a n e a i. e s . L a p l a g io c e f a l ia

Como la textura del tejido bajo los dedos comienza a cambiar, el osteópata puede variar ligeramente su
fuerza-vector para alcanzar la tensión equilibrada a lo largo de la articulación y de la tienda.
Una vez que la tensión membranosa es equilibrada, la posición se mantiene hasta que hay un ablanda­
miento, un cambio de la textura de los tejidos o una corrección de la tensión.

Objetivo terapéutico

Esta técnica es utilizada para descomprimir la unión


témporo-occipital. El proceso mastoideo no está pre­
sente en el nacimiento, y tarda varios años en desarro­
llarse. No existe la sutura occipitomastoidea en sí. Esta
técnica se fija en el aspecto posterior de la unión petro-
basilar y la relación entre el área basilar del occipucio y
la porción mastoidea del hueso temporal. „ ' ]

6. LIBE R A C IÓ N D E LAS PA RTES CO N D ÍLEA S D E L O C C IPITA L. Ver página 126.

7. D ESC O M PR ESIÓ N D E LA SU TU R A SAGITAL / H O Z D E L C ER E BR O

Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la cabeza del paciente. Sitúa los pulgares de ambas
manos cruzados cada uno en el parietal contrario. Los dedos 2o a
5o se sitúan por encima de la sutura parietoescamosa o parieto
mastoidea. Los dedos meñiques contactan con el plano de la ca
milla, en la parte anterior del asterion y de la sutura lambdoidea

Realización de la técnica i

En un primer tiempo, el terapeuta ejerce con los pulgares una /i


ligera presión en dirección inferior, lateral y anterior. Una vez el c ■Y
terapeuta .percibe que esto se está produciendo, en una segunda
fase, con el resto de los dedos se ejerce una ligera presión en di­
rección superior y anterior.
Si la sutura no se deja descomprimir, desplazamos los pulgares
hacia la parte trasera de la bóveda repitiendo la maniobra hasta
conseguir la descompresión de la sutura interparietal hasta lambda.
Una vez que la tensión membranosa es equilibrada, la posición se mantiene hasta que hay un ablanda­
miento, un cambio de la textura de los tejidos o una corrección de la tensión.

Objetivo terapéutico

La hoz del cerebro se inserta en la parte craneal en los dos huesos parietales, de forma que éstos pueden
ser utilizados como palanca para relajar la hoz. A través de la inserción de la tienda del cerebelo en el ángulo
inferoposterior del parietal, así como en su prolongación en la parte inferior de la hoz del cerebro, se influye
también sobre las tensiones de la membrana horizontal aplicando la
técnica de levantamiento del hueso parietal.

8. LEVA N TAM IEN TO D E LO S PARIETALES

Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la cabeza del WBm


paciente. Sitúa los dedos 2o a 5o por encima de la sutura parietoes­
camosa o parietomastoidea. Los dedos meñiques contactan con el
plano de la camilla, en la parte anterior del asterion y de la sutura
lambdoidea. Los pulgares-al aire. ■
T r a t a d o in t e g r a !, d i: o s i r o i w r í\ i* i;m .í i uk: \ 199

Realización de la técnica

En un primer tiempo, el terapeuta comprime ligeramente los parietales en dirección medial. Esto se hace
para separarlos de los temporales. Hay que tener cuidado de no comprimir los temporales.
En un segundo tiempo, el terapeuta eleva los parietales añadiendo una ligera presión en dirección craneal.
No hay que soltar la elevación de los parietales bruscamente. Hay que realizarlo gradualmente; de lo
contrario, podemos conseguir que los síntomas se agudicen. Por lo general, cuando notemos esta liberación,
el paciente constatará que la presión en la cabeza se ha aliviado.

Objetivo terapéutico

Utilizar la plasticidad de la bóveda craneal para elevar la sutura interparietal y obtener la postura de la hoz
del cerebro y del cerebelo en sentido vertical.

9. DESCOM PRESIÓN D E I A SUTURA LAM BDOIDEA

Esta técnica puede ser utilizada en niños con una su­


perposición persistente en la sutura lambdoidea.
Típicamente el occipucio intraparietal es inferior a los
parietales en la sutura lambdoidea. La fontanela posterior
puede ser bastante pequeña o no palpable. El osteópata
proporciona un fulcro para el peso de la cabeza del bebé.
El peso de la cabeza y los movimientos inherentes de re­
spiración son las fuerzas de activación en esta técnica. El
osteópata es esencialmente pasivo.
Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la
cabeza del paciente. ü feí

Realización de la técnica

El terapeuta extiende sus dedos índice y medio, formando una de V. El osteópata coloca su mano bajo el
occipucio del bebé de modo que la V formada entre sus dos dedos descanse a lo largo del lado parietal de las
suturas lambdoideas, y no del lado occipital. El bebé es colocado en decúbito supino de manera que el peso
de su cabeza quede apoyada en la. V formada por los dedos del terapeuta. No introducimos ninguna fuerza
en la cabeza del niño.
El osteópata mantiene esta posición hasta que hay un cambio en la textura de tejido.

Objetivo terapéutico

Descompresión de la sutura lambdoidea.

10. LIBERACIÓ N D E LAS SUTURAS AFECTADAS

Las principales suturas afectadas, además de la lambdoidea, en la PP


son:

• SUTURA CORONAL

Tenemos dos posibilidades:


1. La técnica de la V spread.
La fluctuación del líquido cefalorraquídeo puede sentirse colocando las
manos enfrentadas en las partes opuestas del diámetro craneal.
200 L as d e fo r m a c io n e s cra n ea les. La p la g io c e fa lia

Si se acentúa ligeramente la presión de una de las manos sobre el cráneo, se sentirá despues de algunos
instantes el salto de una onda de fluido (LCR) en la otra mano.
Este método puede utilizase para valorar la libertad o la restricción de movilidad las suturas craneales.

Realización de la técnica

Se colocan los dedos índice y medio separados en forma de V a cada lado de la sutura. El dedo que dirige
la energía (dedo emisor) se encuentra en la eminencia frontal.
Los dedos medio e índice se apoyan en forma de V sobre la articulación occipitoatloidea.
Los dedos apoyados en forma de V palpan la fluctuación rítmica del líquido cefalorraquídeo. La mano del
lado contrario, dando un leve impulso, envía una ola de LC R contra la sutura sometida a tratamiento. Los
dedos apoyados en V pueden percibir una apertura en el orificio, comparable a la sensación de una ola que
baña una playa de arena: la sutura está abierta.
2. Técnica de liberación por desencaje o desbloqueo.
Esta técnica se utiliza en las presiones traumáticas im­
portantes. En los casos crónicos, esta técnica permite obte­
ner una relajación de las tensiones fibrosas.
La técnica consiste en separar los bordes de la sutura,
teniendo en cuenta los cambios en los biseles de algunas
suturas.
Con el índice y medio de la mano anterior llevamos el
hueso frontal en dirección anterior.
Con el índice y medio de la mano posterior llevamos el
parietal en dirección posterior.
Con ambas manos podemos añadir a la tracción una ligera presión, las cuales tienen en cuenta las modi­
ficaciones de los biseles.

• SU TU R A M E T Ó P IC A

Las compresiones transversales pueden cerrar esta sutura, durante el parto o durante el desarrollo poste­
rior de la PP. En cualquier-caso, un frontal se monta sobre el otro.
Con los pulgares, cruzados sobre la sutura metópica, realizamos un movimiento de separación, siguiendo
los principios de la osteopatía craneal hasta sentir la liberación de la sutura.
Nota: es importante revisar el resto de las suturas.
T r a t a d o in t e g r a l d 1: o s t e o i u t í . v i>i : i >iá t k i c a ?01

11. LEVA N TAM IEN TO D E L FRO N TA L

Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la cabeza


del paciente. Los dedos anulares se apoyan firmemente sobre la
apófisis cigomátíca del hueso frontal y la utilizan como punto fijo.
Los dedos meñiques pueden apoyar a los anulares o quedarse al
aire, sin contacto con el frontal. Los dedos medio e índice se sitúan
a los lados de la línea central del hueso frontal. Los pulgares se
tocan o cruzan hacia atrás.

Realización de la técnica

Los dedos anulares generan una suave presión en dirección medial apoyados sobre los bordes laterales del
hueso frontal, lo que hace que éste se mueva en rotación interna separándose del esfenoides.
En cuanto el hueso frontal comienza a moverse hacia delante, puede cesar la presión de los dedos anulares
en dirección medial. Al mismo tiempo, los dedos ejercen una tracción en dirección anterior. Esta tracción es
muy suave. Debería ser unos 5 gramos más fuerte que la resistencia anormal del tejido que sufre la disfunción.
La tracción se mantiene siempre debajo del umbral en el cual el tejido comienza a contraerse como reacción.
El peso del cráneo es suficiente para fijar el occipital (la inserción posterior de la hoz) sobre la superficie
de tratamiento.

Objetivo terapéutico

Utilizar la plasticidad del cráneo y la relajación de las suturas.


Relajación de la hoz del cerebro en sentido anteroposterior.

12. T É C N IC A D E M O DELAD O D E L FRO N TA L

Despliegue: se realiza en las áreas prominentes para “dispersarlas”. Situamos todos los dedos de la mano
con mayor sensibilidad alrededor de la prominencia y, suavemente (5 gm), elastificamos el tejido hacia el
exterior del centro de la prominencia.
Repliegue: se realiza en las áreas hundidas para “recoger” el tejido. Situamos todos los dedos de la mano
con mayor sensibilidad alrededor del hundimiento y, suavemente (5 gm), atraemos el tejido desde el exterior
hacia el centro del hundimiento.. .
Modelado: se realiza al final del despliegue o repliegue para armonizar el tejido. Se sitúan todos los dedos de
la mano con mayor sensibilidad alrededor del área a tratar. Seguimos el movimiento que nos marca el tejido hasta
el final del recorrido, sin forzarlo en esa dirección. Lo fijamos en esta posición hasta sentir la liberación del área.
Nota: esta misma técnica podemos realizarla sobre el hueso parietal.

^ ^l//> .
't. ■Ji'-
" ( H iH 'V

Despliegue
202 L as d e f o r m a c i o n e s c r a n e a l e s . L a p l a g i o c e f a l i a

13. T É C N IC A D E EQ U IL IB R A C IÓ N D E LA H O Z
D EL CEREBRO K *___..A

Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la cabeza del


paciente. Situamos una mano transversalmente sobre el occipital, la
otra mano sobre el frontal, en dirección opuesta. /

Ejecución de la técnica

Se visualiza la hoz del cerebro, escuchando, y en armonía con el


MRP, siguiendo el movimiento más amplio. La mano frontal y oc­
cipital acompañan los movimientos respectivos de estos huesos para
facilitar la normalización de la hoz del cerebro.

Obsevaciones

Esta normalización debe asociarse al tratamiento de la SEB. Esta técnica se facilita si las disfunciones
cervicales y torácicas son previamente normalizadas.

14. C O R R E C C IÓ N D E L LATERAL STR A IN ESFENOBASELAR. EJE M P L O , ESFE N O ID E S


D ER EC H O

Tom a occipitoesfenoidal

Paciente en decúbito supino. El osteópata se sienta cómodamente junto a la cabeza del paciente. Los
pulgares sobre las alas mayores. El dedo meñique de ambas manos está en contacto con la escama del oc­
cipital del paciente. Los dedos anulares están en contacto con el occipital, justo posteriores a las suturas oc-
cipitomastoideas. Los dedos medios se aplican sobre las apófisis mastoides de los temporales con las yemas
de los dedos discurriendo en sentido inferior sobre el vértice de las apófisis mastoides. Ni los dedos anulares
ni los medios se sitúan sobre las suturas occipitomastoideas.

Realización de la técnica

Los contactos de la mano derecha avanzan: anterior


Los contactos de la mano izquierda retroceden: posterior
Nota: Utilizamos las fuerzas inherentes del MRP.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 203

15. EQ UILIBRACIO N D E LOS TEM PO RALES -íst;

Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la


cabeza del paciente. Ponemos la palma de las manos a am­
bos lados del cráneo, con los dedos índice por delante de los t* /
conductos auditivos externos y los dedos medios detrás de
las orejas, sobre las apófisis mastoides. El resto de la mano
establece un contacto amplio y superficial sobre el cráneo.
M M" 8'i-**.¡
Realización de la técnica

El osteópata hace avanzar la mano derecha en dirección


anterior y retroceder la mano izquierda en dirección poste­
rior (PP derecha). Todo, con 5 gramos de presión y res­
petando los principios de la osteopatía craneal. Esta maniobra se mantiene hasta sentir la relajación de los
tejidos.

Observaciones generales

Por norma general, no suele ser precisa la utilización de todas las técnicas descritas. Nos amoldaremos a
las necesidades de cada paciente, utilizando específicamente aquellas normalizaciones que consideremos más
útiles para solucionar las tensiones que presenta cada bebé.

Protocolo de actuación en caso de asim etrías craneales

A veces, el bebé no presenta una PP pero sí una asimetría craneal fruto de las tensiones dentro del útero,
del parto o de posiciones mantenidas. En estos casos, la prioridad terapéutica será:
1. Tratamiento de las membranas intracraneales: hoz del cerebro y tienda del cerebelo
2. Descompresión de las suturas afectadas
3. SEB
4. Técnicas de modelado
C a p ít u l o 11

CEFALEAS Y LAS MIGRAÑAS


El dolor de cabeza (cefalea) constituye un problema frecuente en los niños
y un gran “dolor de cabeza” para los profesionales de la salud, que tienen que
diagnosticar su origen entre numerosas causas, tales como: fiebre, infecciones
del tracto respiratorio (rinitis, otitis, sinusitis, adenoiditis, amigdalitis), trau­
matismos de cráneo, abscesos dentales, infecciones del cuero cabelludo, en­
fermedades oculares, intoxicaciones, hipertensión arterial, alteraciones meta-
bólicas, problemas psicológicos y migraña (llamada popularmente jaqueca).

¿Qué duele cuando se tiene un dolor de cabeza?

Existen varias áreas de la cabeza que pueden doler cuando se tiene un dolor
de cabeza, incluyendo las siguientes:
• Una red de nervios que recorren el cuero cabelludo.
• Ciertos nervios de la cara, la boca y la garganta. E n el estado inicial de la
migraña, los vasos sanguíneos
° Los músculos de la cabeza.
del cuero cabelludo
• Los vasos sanguíneos que se encuentran en la superficie y en la base del de estrechan
encéfalo (compuestos de delicadas fibras nerviosas).
Los huesos del cráneo y los tejidos del propio encéfalo no duelen porque
no tienen fibras nerviosas sensibles al dolor.

Los nervios que se derivan del


cerebro pueden sobreexcitarse y
causar dilatación de los vasos
sanguíneos

¿Qué sucede durante un dolor de cabeza?

Los nociceptores (las terminales de los nervios sensibles al dolor) son estimulados por el estrés, la tensión
muscular, los vasos sanguíneos dilatados u otros desencadenantes de los dolores de cabeza, enviando un
mensaje a las células nerviosas del encéfalo, indicándoles que alguna parte del cuerpo tiene dolor.
Diversas sustancias químicas sirven para transmitir la información de dolor al encéfalo, (prostaglandinas,
serotonina, bradiquinina...). Se ha sugerido que las personas que sufren de dolores de cabeza fuertes o de
otros dolores crónicos tienen los niveles de endorfinas más bajos que las personas que no suelen tener dolo­
res. Las endorfinas son proteínas que actúan como calmantes naturales.

¿En qué se diferencian los dolores de cabeza?

Existen dos tipos fundamentales de dolores de cabeza, primarios y secundarios:

Dolores de cabeza primarios

Más del 90% de los dolores de cabeza constituyen esta categoría e incluyen los siguientes:
• Dolor de cabeza tensional (por contracción muscular)
• Dolores de cabeza vasculares (migrañas)
• Dolores de cabeza en brotes (no causados por otras condiciones médicas subyacentes)

Dolores de cabeza secundarios

Menos del 10% de los dolores de cabeza constituyen esta categoría e incluyen los dolores de cabeza que
se producen como resultado de otras patologías.

Definición
Por muchas décadas se definió la migraña como una cefalea aguda, recurrente, caracterizada por un dolor
pulsátil moderado a severo, asociado a palidez, náuseas, vómito, sonofobia, fotofobia y somnolencia. Es en 1988
cuando la Sociedad Internacional de Cefaleas (IHS) logra establecer criterios diagnósticos específicos que per­
miten fundamentalmente realizar investigaciones que permiten comparaciones en diversos lugares del mundo.
La IHS establece los siguientes criterios para la migraña sin aura, antes conocida como-migraña común.

Características de duración, localización y síntomas asociados observados


en adultos

A) Al menos 5 episodios que cumplan B a D


B) Duración de 4 a 72 horas
C) Dos o más de las siguientes características:
1. Localización unilateral
2. Pulsátil
3. Intensidad moderada a severa
4. Incremento con la actividad física
D) Durante la cefalea al menos una de las siguientes características:
1. Náuseas y / o vómito
2. Fotofobia y sonofobia
A su vez, los criterios establecidos para la migraña clásica o con aura son:
° Al menos dos de las siguientes características:
N orm alm ente el dolor de
1. Una o más auras reversibles migraña afecta a un solo lado
de la cabeza.
2. Duración del aura de más de 4 minutos
3. El aura no dura más de 60 minutos
4. La cefalea sigue al aura
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 209

Los criterios previamente enunciados son aplicables fundamentalmente para adultos, hecho que dificulta
la realización de investigaciones epidemiológicas, farmacológicas o de otra índole, debido a que los niños y
adolescentes pueden tener características diferentes en las manifestaciones de la migraña. Maytal J. describe
en uno de sus estudios cómo en la aplicación de los criterios para migraña, en estas edades, logra una sensi­
bilidad de 27,3% y una especificidad de 92,4%. Las posibles razones para una baja sensibilidad son muy
probablemente la duración de la cefalea de más de 2 horas en 55,7%, el dolor unilateral en sólo 34,1%, la
presencia de vómito en 47,7% y fonofobia en 27,3%.

C aracterísticas de duración, localización y síntomas asociados observados en


pediatría

A) Al menos 5 episodios que cumplan B a D


B) Duración de 30 a 48 horas
C) Cefalea con al menos dos de las siguientes características:
1. Localización bilateral (frontotemporal) o unilateral
2. Pulsátil
3. Intensidad moderada a severa
4. Incremento con la actividad física
D) Durante la cefalea al menos una de las siguientes:
1. Náuseas o vómito
2. Fotofobia o sonofobia

Epidemiología

La prevalencia de las cefaleas en general va aumentando a medida que transcurren las diferentes edades
pediátricas como se ilustra a continuación:
Menores de 3 años: 3 - 8 %
Menores de 5 años: 1 5 -1 9 ,5 %
Menores de 7 años: 37 - 51,5%
De 7 a 15 años: 57 - 82 %
La prevalencia de migraña también se incrementa con la edad, siendo de 1,2 a 3% en menores de 3 años
y de 4 a 11% en las edades de 7 a 15 años. En términos generales se consideraba que la migraña era igual­
mente frecuente entre ambos sexos antes de la pubertad y que después de la misma las mujeres eran las más
afectadas; sin embargo algunos estudios de incidencia muestran diferencias importantes tanto en las frecuen­
cias como en las edades de presentación.

Evaluación

Una anamnesis completa y dirigida ayuda en forma significativa a orientar el diagnóstico de las cefaleas
en general y de la migraña en particular. En la anamnesis se tienen que tener en consideración especial los
siguientes puntos:
• Edad de inicio
• Localización del dolor
• Duración
0 Horario de presentación
0 Frecuencia semanal o mensual
0 Sintomatología asociada
0 Severidad
210 L as c e f a l e a s y l a s m i g r a ñ a s

° Tipo o carácter del dolor


• Factores precipitantes
° Medidas de alivio utilizadas y antecedentes patológicos y familiares

Curiosidades sobre la migraña

° Es más frecuente a partir de los 3 años


° No tiene una localización occipital
° Suele presentarse en las horas de la mañana
0 No tiene una frecuencia diaria
° Su duración es larga de 4 a 72 horas
0 Con frecuencia impide las actividades rutinarias de los niños
0 Se asocia a náuseas, vómito, fotofobia, sonofobia y se incrementa con el ejercicio
° Con bastante frecuencia existen antecedentes familiares de migraña y de hecho se postula un fuerte
componente genético como factor etiológico
• Por lo general la cefalea comienza en la región de la sien y de la frente, y se extiende desde allí
• Normalmente es unilateral, si bien cambia a menudo de lado. También es posible una aparición gene­
ralizada.
0 La cefalea es pulsátil o martillante. Rara vez se describe como continua. La actividad corporal la refuerza
0 Los síntomas vegetativos concomitantes son malestar, náuseas, vómito y aversión a la luz y al ruido
• Las extremidades están frías. Las arterias cutáneas de la cabeza se suelen destacar claramente
0 Después del ataque de migraña puede aparecer poliuria y diarrea
Algunos productos alimentarios provocan migrañas en personas propensas, entre ellos los más comunes son:
Quesos, hígado de aves, chocolate, vino tinto, glutamato monosódico y conservadores que se encuentran
en los productos ahumados y carnes en conserva.

Form as especiales

0 La migraña oftálmica va acompañada de parálisis de los músculos externos (laterales) del ojo.
0 La migraña basilar apunta a cefalea acompañada de imágenes dobles, vértigo, ataxia y disartria.
0 La llamada migraña digestiva aparece preferiblemente en la fase de la digestión. Otros síntomas concomitan­
tes son pérdida de apetito, gusto amargo en la boca, sensibilidad olfatoria, estados de debilidad física y psíquica.

¿Cuáles son los tipos más frecuentes de migrañas?

Los tipos más frecuentes de migrañas son las migrañas “clásicas” y las migrañas “comunes”:

M igraña clásica o con aura

Es un tipo de migraña que supone la aparición de síntomas neurológicos, llamados aura (destellos de luz,
rayas zigzagueantes o pérdida temporal de la visión) entre 10 y 30 minutos antes del ataque. Otros síntomas
de la migraña clásica pueden incluir los siguientes:
0 Dificultad para hablar
0 Debilidad en un brazo o en una pierna
® Hormigueo en la cara o en las manos
0 Confusión
El dolor que se produce durante las migrañas clásicas se puede describir como:
0 Dolor intenso, pulsante o martilleante en la frente, la sien, el oído, la mandíbula o alrededor del ojo
0 Dolor que empieza en un lado de la cabeza pero que puede extenderse al lado opuesto
• Los ataques pueden durar uno o dos días
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 211

M igraña común o sin aura

Es un tipo de migraña que generalmente no va precedida de un aura, aunque pueden existir diversos tipos
de síntomas antes de su aparición. Dichos síntomas pueden incluir:
• Falta de claridad mental
° Cambios de ánimo
• Fatiga
• Retención de líquidos no habitual
• Diarrea y aumento del número de micciones
0 Náuseas y vómitos
El dolor durante la migraña común puede durar tres o cuatro días.

¿Qué otros tipos de migrañas existen?


Otros tipos de migrañas son los siguientes:

Migraña hemipléjica

Los síntomas incluyen parálisis temporal en un lado del cuerpo (hemiplejía) problemas de la vista y vér­
tigo, que empiezan entre 10 y 90 minutos antes de la aparición del dolor de cabeza.

M igraña oftalmopléjica

Los síntomas incluyen dolor alrededor del ojo, a veces con caída de un párpado, visión doble y otros pro­
blemas de la vista.

M igraña de la arteria basilar

Supone un trastorno de una arteria importante del cerebro y ocurre con más frecuencia en las adolescen­
tes y las mujeres jóvenes; a menudo está relacionada con el ciclo menstrual. Los síntomas anteriores al dolor
de cabeza pueden incluir los siguientes:
0 Vértigo
° Visión doble
0 Poca coordinación muscular

D olor de cabeza benigno de esfuerzo

Se desencadena al correr, levantar pesas, toser, estornudar o inclinarse; suele aparecer al iniciar la activi­
dad y pocas veces dura más de irnos minutos.

Estatus migrañoso

Es un tipo grave y poco frecuente de migraña que puede durar 72 horas o más. En este tipo de migrañas
el dolor y las náuseas suelen ser tan intensos que puede ser necesario hospitalizar al paciente.

¿Cóm o se produce una migraña?


Aunque en general los profesionales de la salud y los investigadores están de acuerdo en que los cambios en
el flujo sanguíneo en el encéfalo son un factor clave en las migrañas, la causa exacta de las migrañas sigue siendo
desconocida.
De acuerdo con el Instituto Nacional de las Enfermedades Neurológicas y del Derrame Cerebral
(National Institute for Neurological Disorders and Stroke, su sigla en inglés es NINDS), una de las teorías
para explicar cómo se produce una migraña es la siguiente:
212 L a s c e f a l e a s y l a s m ig r a ñ a s

El sistema nervioso responde ante un desencadenante creando un espasmo en las arterias llenas de nervios
en la base del encéfalo.
Dicho espasmo estrecha o constriñe varias arterias que llevan la sangre al encéfalo, incluyendo la arteria
del cuero cabelludo y las arterias carótidas (situadas en el cuello).
Cuando las arterias se estrechan, el flujo de sangre en el encéfalo disminuye.
Al mismo tiempo, las plaquetas (células de la sangre que forman los coágulos) se agrupan en un proceso
que, según se cree, libera una sustancia química llamada serotonina, que actúa como un poderoso constrictor
de las arterias y reduce aún más el aporte de sangre al encéfalo.
Cuando la disminución del flujo sanguíneo hace que llegue menos oxígeno al encéfalo pueden aparecer
los síntomas que indican el dolor de cabeza, como distorsión del habla o de la vista.

. \ 5' \ Las anomalías de los vasos


'v • \ i» V •
j 1 sanguíneos son un compo-
/ ' ■/ \ nente de las cefaleas vascula-
J ¡'. " " i res, como la cefalea migraño-
sa y la cefalea en racimos

> 1¡ ' /
■ é
I

Como forma de reacción ante la disminución del suministro de oxígeno, ciertas arterias del encéfalo se
abren más, o se dilatan, para cubrir las necesidades del encéfalo. Tal dilatación se extiende, afectando final­
mente a las arterias del cuello y del cuero cabelludo.
La dilatación de estas arterias desencadena la liberación de sustancias
productoras de dolor llamadas prostaglandinas por parte de diversos teji­
dos y células de la sangre.
También se liberan sustancias químicas que causan inflamación e hin­
chazón, así como sustancias que causan aumento de la sensibilidad al
dolor.
La circulación de dichas sustancias químicas y la dilatación de las arte­
rias del cuero cabelludo estimulan los nociceptores sensibles al dolor.
Como resultado, según esta teoría, se produce un dolor palpitante en
la cabeza.
Se cree que el dolor proviene de:
° La inflamación o irritación de los vasos sanguíneos del cuero cabe­
lludo (éstos, primero se contraen y luego se dilatan, lo cual produce infla­
mación y dolor palpitante, donde quizás las prostaglandinas sustancias
parecidas a hormonas intervengan). Tras la vasoconstricción
° Las hormonas son también un factor. Así el 70% de los enfermos (estrechamiento de los vasos), éstos
son mujeres y se sabe que los cambios de los niveles de hormonas durante se expanden causando inflamación
la menstruación y ovulación provocan, a menudo, ataques. y dolor palpitante
T r a t a d o i n t e g r a i . d i : o s t i :í i i >.v i í a i t . d i .í t ü i c a

PRIN CIPA LES E ST R U C T U R A S RESPO N SA BLES D E LAS CEFALEAS Y/O MIGRAÑAS

o LAS A RTERIAS

Las arterias son las más sensibles al dolor. El sobreestiramiento, la tracción o la compresión de las arterias
originan dolor. Estos impulsos se transmiten a través de las fibras nerviosas situadas en la adventicia de los
vasos sanguíneos. Pueden aparecer cefaleas por accesos o pulsátiles debido a un sobreestiramiento de las
ramas de la arteria carótida externa, como ocurre con la migraña y con la cefalea histamínica. El sobreesti­
ramiento de las arterias cerebrales por hipertensión arterial, como también la vasodilatación arterial origina­
da, p. ej., por la fiebre, pueden provocar una cefalea continuada y generalizada.
Nota: no es infrecuente que la arteria meníngea media esté sometida a tensión en la sutura esfenoesca-
mosa, lo cual puede dar lugar a dolores de cabeza.

Arterias Irradiación del dolor


0 Arterias intracraneales Irradiación del dolor a través de las fibras nerviosas
existentes en la adventicia de los vasos.
• Cara externa del cráneo:
— Arteria temporal Región parietal
— Arteria occipital Región de la nuca y área posterior del oído
— Arteria supraorbitaria Dolor en la órbita y en la frente

• LAS VENAS

Después de las arterias, los grandes senos venosos son los segundos en el ranlring responsables de las mi­
grañas, viéndose menos afectados los senos pequeños y las venas.
Puede aparecer cefalea por estasis venosa de las siguientes estructuras:
a) Vena yugular interna: en caso de estrechamiento del agujero yugular, p. ej., debido a traumatismos del
cráneo, edemas en esta zona, hipertonía de los músculos estemocleidomastoideo o trapecio, tensiones fas-
ciales y durales.
b) Senos intracraneales: tensiones durales y tumores cerebrales, así como las causas antes mencionadas.
c) Venas en la transición cervicotorácica: en la disfunción de las estructuras esqueleticomiofasciales en
esta zona.
d) La estasis linfática en el diafragma cervicotorácico parece que agrava los síntomas.
e) Insuficiencia cardíaca derecha, con estasis de la vena cava superior.
f) En caso de una estasis en las venas vertebrales, desprovistas de válvulas, aparece presión en la cabeza al
inclinarse hacia delante.
Los vasos sanguíneos de la cabeza son inervados preganglionarmente desde la C8 hasta la T3 por el gan­
glio estrellado (a través de la a. vertebral) y por el ganglio cervical superior (a través de la a. carótida interna
y externa). También se pueden encontrar de forma irregular inervaciones parasimpáticas, p. ej., a través del
n. facial.

Senos durales Irradiación dolorosa


Seno longitudinal superior y venas aferentes Región frontoparietal y de los ojos
Seno transverso, prensa de Herófilo Zona anterior homolateral de la cabeza
Seno petroso superior, seno transverso Región temporal
Seno cavernoso Ojo homolateral, zona del maxilar superior (a través del n. maxilar)
214 L a s c e f a l e a s y l a s m ig r a ñ a s

® LOS HUESOS
• Los traumatismos craneales pueden originar dolor en la cabeza, restricciones motrices de los huesos
del cráneo, disfunciones de la articulación temporomandibular y restricciones motrices del sacro o el coxis a
través de las uniones de la duramadre.
• Vértebras cervicales superiores (ganglio cervical superior, vena yugular, nervios cervicales, área nucle­
ar del trigémino, etc.), o de la región entre C8 y D2 (neurona preganglionar del ganglio cervical superior),
etc.
• Las disfunciones de los nervios superiores, de la articulación estemoclavicular y del agujero yugular
pueden reducir el flujo venoso.
• El dolor en el cráneo puede estar originado por otros factores aparte de los tumores óseos y las enfer­
medades óseas como la enfermedad de Paget.

• LOS M ÚSCULOS

Los músculos principales causantes de cefaleas son la musculatura suboccipital y los músculos masticadores.

Irradiación dolorosa Músculos responsables


Región de la nuca Trapecio, multífidos (elevador de la escápula, esplenio del cuello, infraespinoso)
Trapecio, estemocleidomastoideo (semiespinosos de la cabeza y del cuello, esple­
Occipucio nio del cuello, músculos profundos de la nuca, vientre occipital del músculo occi-
pitofrontal, músculos suboccipilaíes, occipilal, digástrico, temporal).
Vértex Estemocleidomastoideo (cabeza esternal), (esplenio de la cabeza)
Trapecio, estemocleidomastoideo (cabeza esternal), temporal, semiespinoso (es-
Región de la sien
plenio del cuello, músculos suboccipitales).
Región de la frente Estemocleidomastoideo, frontal, cigomático mayor (semiespinoso de la cabeza)

0 M ENINGES Y MEMBRANAS INTRACRANEALES EIN TR A ESPIN A LES

Membranas intracraneales

PIAMADRE

Es la meninge que contiene los vasos sanguíneos y la que se encuentra en el plano más profundo. Es una
fina capa de tejido conjuntivo que se ajusta perfectamente a las involuciones de la sustancia cerebral, aunque
sin estar unida a la misma. Desde ella se extienden los vasos al interior del encéfalo.
Forma unas redes de venas en forma de vellosidades, los plexos coroideos, que penetran en los ventrículos
del cerebro y forman el líquido cefalorraquídeo.

ARACNOIDES

Es esponjosa y translúcida. Se compone de dos capas. La externa se encuentra junto a la duramadre, sin
estar unida a ella. La separa una estrecha ranura, el espacio subdural, en el cual existen venas y nervios. La
capa interna está formada por muchas pequeñas trabéculas.
El espacio situado entre la aracnoides y la piamadre se llama espacio subaracnoideo. Contiene LC R y
forma los espacios cefalorraquídeos externos. En algunos puntos se forman espacios llenos de LC R denom­
inados cisternas. Se conocen las siguientes:
— Cisterna cerebelomedular: es la de mayor tamaño y está situada entre el cerebelo y la médula espinal.
— Cisterna interpenducular: se localiza entre el ángulo y la base del mesencéfalo, los pedúnculos cere­
brales y el puente de Varolio.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 215

— Cisterna quiasmática: se encuentra en el quiasma óptico


— Cisterna ambiens: se encuentra entre la superficie externa del cerebelo, la lámina tectal y la epífisis.
En los conductos de salida al interior del cráneo, sobre todo en el seno recto, se encuentral unas ve­
llosidades llamadas vellosidades aracnoideas. A través de ellas el LC R fluye hacia el sistema venoso.

DURAM ADRE

Está formada por tejido conjuntivo firme, compacto e irregular, con numerosas fibras de colágeno. Es
muy tensa y no permite el paso del LCR. Se divide en duramadre perióstica y duramadre meníngea, entre
las que se sitúa el espacio epidural.
— Duramadre perióstica: es el sistema de sujección más importante de los huesos craneales, hasta que
las suturas se cierran. En los niños está fuertemente unida a las suturas, mientras que en los adultos
puede separarse de ellas.
La duramadre perióstica se prolonga en los orificios craneles en el pericráneo y en la fisura orbitaria su­
perior en el periostio de la cavidad ocular.
— Duramadre meníngea: se separa en algunos puntos de la duramadre perióstica, formando espacios
para los vasos sanguíneos venosos, constituyendo el sistema de drenaje del interior del cráneo. Esta
capa se une a su homologa del lado contrario. Esta unión forma la hoz del cerebro y la hoz del cere­
belo, verticalmente, y la tienda del cerebelo, horizontalmente.
La duramadre meníngea se prolonga en los nervios craneales aferentes en el epineurio (vaina o cubierta
de un tronco nervioso).
La envoltura del nervio óptico se prolonga en las escleras del globo ocular.
El aro tendinoso de los cuatro músculos rectos del ojo está firmemente unido con la envoltura de la du­
ramadre del nervio óptico y del periostio que allí se encuentra. Por ello, son posibles conexiones patológicas
entre la tensión de la duramadre y los músculos oculares, así como el tono de los músculos oculares y la ten­
sión de la duramadre.

Capa externa
(periostio) Vellos aracnoideos, el fluido cerebroespinal

Meninges craneales y la formación de un seno venoso


(Sección frontal a través del cerebro)
216 L a s c e f a l e a s y l a s m ig r a ñ a s

H O Z D E L C ER EBR O

La hoz del cerebro separa los dos hemisferios cerebrales.


Su inserción anteroinferior se realiza en la crista galli del etmoides. Continúa por el agujero ciego, la
cresta frontal y los bordes del surco del seno sagital superior del frontal, sobre la cresta parietal y sobre el
surco sagital del occipital hasta la protuberancia occipital interna. En esta zona, la hoz del cerebro participa
en la formación del seno recto, donde se separan los dos tabiques de la hoz y se convierten en la tienda del
cerebelo.
En los temporales se forma el seno sagital. El borde inferior libre forma el seno sagital inferior.

TIEN D A D EL C ER EBELO

Separa el cerebro del cerebelo, extendiéndose en forma de tienda sobre el cerebelo. En la zona superior
de la tienda del cerebelo se encuentran:
— los hemisferios del encéfalo
— los núcleos subcorticales
— el tálamo
Se origina en el seno recto, junta con la hoz del cerebro y cerebelo. En su región posterior se une a la
protuberancia occipital interna y a ambos lados con las crestas oblicuas del occipital, donde forma el seno
transverso. A ambos lados, se extiende a lo largo del seno y de la sutura parietomastoidea para insertarse con
su capa superior sobre el ángulo inferoposterior del temporal. Su inserción inferior se sitúa sobre la apófisis
mastoides del temporal, zona de inserción muy importante. Desde aquí, se extiende por el borde superior de
la porción petrosa, formando el seno petroso superior. En la parte anterior, la tienda del cerebelo se inserta
sobre las apófisis clinoides, anteriores y posteriores, del cuerpo del esfenoides.
En el área donde los vértices izquierdos de la tienda del cerebelo cruzan por encima de los externos, se
encuentra el nervio troclear, el cual se puede ver afectado por las tensiones de la tienda del cerebelo.

H O Z D EL C ER EBELO

Divide en dos hemisferios el cerebelo, insertándose sobre la cara inferior de la tienda del cerebelo, exten­
diéndose desde la protuberancia occipital interna a lo largo de la cresta occipital hasta el agujero occipital.
Aquí, participa en la formación del anillo fibroso que rodea el agujero occipital, prolongándose como dura­
madre en la médula espinal. También participa en la forma del seno recto.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 217

DIAFRAGMA D E LA SILLA TU RCA

Se extiende horizontalmente, cubriendo la silla turca, e insertándose en los bordes laterales donde se
funde con la duramadre. Rodea la hipófisis y se une a la silla turca. Presenta conexión con el esfenoides a
través de la unión que tiene con la tienda del cerebelo, a través del hiato diafragmático deja penetrar el pe­
dúnculo de la hipófisis.

INERVACIÓN D E LAS M ENINGES INTRACRANEALES

La porción superior del sistema de la duramadre es inervado principalmente por los ramos del nervio
trigémino (V par craneal), y por la porción inferior de los tres primeros nervios cervicales y ramos del nervio
vago. Todos los nervios meníngeos cuentan con fibras provenientes del ganglio cervical superior.
A nivel parasimpático, la duramadre es inervada por el nervio petroso mayor (desde el nervio VH, bis) y
los ramos del nervio vago y del nervio glosofaríngeo.

FUN CIO N ES D EL SISTEM A MEMBRANOSO INTRACRANEAL

— Junto con el LCR, mantienen y apoyan la forma del cerebro


— Fortalecimiento de la forma del cráneo
— Protección ante traumatismos craneales
— Coordinación en los movimientos de los huesos del cráneo y sacro
— Conservación del equilibrio ante las fuerzas axiales producidas por el peso de la cabeza y el tono com­
pensador de la musculatura suboccipital.
— Según L. Busquet representan el “cinturón de seguridad” del cráneo para el cerebro y cerebelo.

CONSECUENCIAS PATOLÓGICAS D E LA TEN SIÓ N D E LA DURAMADRE

Las membranas de la duramadre del cráneo son especialmente sensibles al dolor en el entorno de las ramas
de la arteria meníngea media. La sintomatología principal generada por este hecho está representada por:
— Alteraciones del drenaje venoso del cráneo a través del seno venoso.
— Alteraciones de la irrigación vascular de los tejidos.
— Alteración de la fluctuación del LCR.
— Afectación de la hipófisis (a través del diafragma de la silla turca).
— Cefaleas, dolores intracraneales y retroorbitarios a través de la inervación sensible de la duramadre
(pares craneles V¡ trigémino, y X, vago, y nervios cervicales 1, 2 y 3).
— Dolores faciales y tensiones en los músculos masticadores a través del V par craneal, el trigémino, y el
ganglio trigeminal (recubierto por la duramadre).
— Reducción del drenaje craneal.
— Problemas funcionales de todos los nervios y ganglios encefálicos, principalmente en aquellos puntos
de relación con la duramadre.
— Limitación de la movilidad craneal y sacra.
— Trastornos funcionales de los nervios espinales.
— Transmisión de las tensiones de la duramadre a través de las conexiones fasciales y el epineurio de los
nervios espinales.
218 L a s c e f a l e a s y l a s m ig r a ñ a s

ÁR EA D E L A D URAM AD RE
ERRAD ICACIÓN D E L D O L O R
S E N S IB L E A L D O L O R

CAVIDAD C R A N EA L A N T E R IO R Ojo homolateral o detrás del ojo

— Surco del nervio olfatorio


— Alas menores del esfenoides
— Dorso de la silla turca
— Base de la apófisis clinoides anterior

CAVIDAD C R A N EA L M ED IA Región facial


Región parietal
— Cavidad trigeminal Detrás del ojo
— Silla turca
— Diafragma de la silla turca

CAVIDAD C R A N EA L A N T E R IO R Detrás de la oreja


Occipital y nuca
— Área del seno transverso y sigmoideo Área de la nuca
— Área cercana del agujero occipital
— Hoz del cerebro

H O Z D EL CEREBRO Ojo homolateral

— Tercio posterior y a lo largo del seno sagital


superior, por encima de la crista galli

T IE N D A D E L C E R E B E L O Ojo y área de la parte externa de la mitad anterior de la cabeza.


Detrás de la oreja, mitad anterior de la cabeza y ojo.
— Presión desde arriba
— Presión desde abajo

M embranas intraespinales

PIAMADRE ESPINAL

A ambos lados de la piamadre se extiende el ligamento dentado, una placa de tejido conjuntico, hacia la
duramadre espinal. Este ligamento fija la médula espinal y separa las dos raíces espinales.
La piamadre desciende por el filum termínale hacia el sacro y lo rodea en la parte interior.
Sobre la piamadre se extienden vasos y nervios.

ARACNOIDES ESPINAL

Acompaña a las raíces espinales, junto con la duramadre, razón por la que son bañadas con LCR. Siguen
a los nervios hacia los agujeros intervertebrales, donde rodean al ganglio espinal. La aracnoides se convierte
entonces en el perineuro de los nervios espinales.
La aracnoides es extremadamente pobre en vasos y nervios.

DURAMADRE ESPINAL

Se inserta firmemente en el agujero occipital como prolongación de la hoz del cerebelo y la duramadre
intracraneal. Se inserta, también, en la cara posterior del arco posterior de C l, y en C2 y C3, en el cuerpo
vertebral. Termina insertándose en el segundo cuerpo vertebral sacro.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 219

Se une a los ligamentos adantooccipital posterior, al atlantoaxial y al occipitoaxial.


El filum termínale sale del hiato sacro junto con la duramadre para unirse en la cara posterior del coxis
en el periostio, en el ligamento sacroilíaco y en el ligamento sacrotuberoso.

IN ERVA CIÓ N D E LAS M EN IN G ES IN TRA ESPIN A LES

— Ramo espinal de los nervios espinales


— Red nerviosa del ligamento longitudinal común posterior
— Redes nerviosas perivasculares de las arterias de las raíces

M EM BRANA D E T E N S IÓ N R EC ÍPR O C A

Sutherland llamaba al sistema membranoso de la duramadre, especialmente a la meníngea, “reciprocal


tensión membran system”, (sistema de membrana de tensión recíproca).
A través de la unión estructural de todas las membranas puede actuar sobre las tensiones en cualquier
parte de este sistema. Toda tracción en un punto de la membrana altera toda la unidad y conduce hacia un
nuevo equilibrio (equilibrio inestable).

CO N SECU EN CIA S PATOLÓGICAS

— Las limitaciones de movilidad del sacro afectan a la movilidad del occipital. Inversamente, las limita­
ciones de movilidad del occipital afectan negativamente al sacro.
— Cualquier alteración fisiológica de la movilidad del coxis, por intermediación de la inserción del filum
terminale en el periostio de este hueso, provoca tensiones en la duramadre espinal y en las membranas
intracraneales.
— Cualquier tensión de la duramadre espinal genera tensión en el orificio de salida de los nervios espi­
nales en el agujero de conjunción.

• LO S N ERV IO S

El dolor neurálgico aparece de forma continua o por accesos.


La cefalea por accesos suele estar provocada por estimulación de determinados puntos gatillo.
La cefalea continua es, en no pocos casos, consecuencia de una compresión o una tracción debida a tu­
mores, aneurismas, procesos inflamatorios, aumento de la presión del líquido cefalorraquídeo, trastornos del
drenaje venoso en el agujero yugular o transformaciones fibróticas, por ejemplo, después de una meningitis.
También los tumores de los huesos del cráneo o las formaciones cicatrizales e inflamaciones de la piel de la
cabeza pueden participar en el cuadro etiológico.
Las tensiones musculares anormales de la nuca y las compresiones suturales ejerce a veces tracción o
presión sobre determinados nervios. La consecuencia de la estasis venosa puede ser una restricción de la
capacidad conductora, de los axones o de la transmisión sináptica.
Ver cuadro en la página siguiente.
220 L a s c e f a l e a s y l a s m ig r a ñ a s

Estructuras nerviosas de la transmisión del dolor


Inervación Estructuras participantes
Fosa craneal anterior Nervio oftálmico (V /l) Fisura orbitaria superior, cavidad de
Del occipital hasta C3 Simpática: ganglio cervical superior, Meckel, occipital hasta C3
fibras nerviosas en la adventicia de las Agujero rasgado, conducto pterigoi­
arterias deo, ganglio pterigopalatino, trans­
misión del dolor a través de los ner­
vios V, Di y X
Pared lateral del cráneo Nervio maxilar (V/2), nervio mandi­ Agujeros supra e infraorbitario, cavi­
bular (V/3) dad ce Meckel, occipital hasta C3
Fosa craneal media Nervio vago (X), Agujero yugular
nervio glosofaríngeo (IX)
Fosa craneana posterior Nervio maxilar (V/2), nervio mandi­ Agujeros supraorbitario e infraorbi­
bular (V/3), filamentos del ganglio tario, cavidad de Meckel, occipital
del trigémino hasta C3
Z ona próxima Ramos meníngeos procedentes de Cl, Occipital hasta C3, conducto condí-
al agujero magno C2 y C3 a través de los ramos del ner­ leo anterior
vio hipogloso (XII)
Piel del occipucio Nervios occipital mayor, procedente Articulación occipioadantoaxial, mús­
de C2, occipital menor y auricular culos oblicuo inferior de la cabeza,
mayor, procedente de C2 y C3 semiespinoso de la cabeza, trapecio y
estemocleidomastoideo
Piel de la nuca Nervio occipital tercero, procedente
de C3 y plexo cervical
Piel del rostro Nervio trigémino Frontal, maxilar superior, palatino,
mandíbula, temporal, esfenoides, oc­
cipital hasta C3

N euralgia del trigém ino

Se trata de un dolor paroxístico de pocos segundos de duración a menudo provocado por un estímulo
externo en el territorio de alguna rama del trigémino, sin déficit neurológico. La neuralgia del trigémino,
también llamada tic doloroso es probablemente el dolor agudo más intenso conocido. Afecta a las regiones
de la cara inervadas por el trigémino (V par craneal) siguiendo, de forma característica, la distribución que
las ramas de este nervio realizan en su recorrido.
«■¡■Basa
ETIO LO G ÍAS D E LA NEUROPATÍA TRIG EM IN AL
SEGÚN LA LO CALIZACIÓ N
¿V ' P
1. Lesiones periféricas ■lili
— Traumatismos: craneofaciales, fracturas de la base del
cráneo, extracciones dentales
— Patología infecciosa por proximidad: sinusitis, perio- \
dontitis i
— Tumores malignos primarios o metastásicos
— Síndrome de la hendidura esfenoidal
f i \
h
V--'
jf
'

— Trombosis del seno cavernoso i ir


2. Lesiones en el ganglio de Gasser
— Herpes simple, zoster
— Neurinoma del ganglio de Gasser
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 221

3. Lesiones a nivel de la raíz sensitiva


— Vasculares: ramas aberrantes de la cerebelosa superior, angiomas, aneurismas.
— Tumorales: colesteatomas, meningiomas, neurinomas del acústico.
4. Lesiones a nivel de los núcleos centrales
— Síndrome de Wallenberg
— Tumor protuberancial o bulbar i:í
^TiV'[y'¿yfí?Lv>
— Siringobulbia y siringomielia cervical iTtSjíTrl-ífíl ir
— Esclerosis múltiple . O
4 -'

CLÍN ICA

Dolor parodístico de pocos segundos de du­


ración a menudo provocado por un estímulo
externo en el territorio de alguna rama del tri­
gémino, sin déficit neurológico.

Puntos gatillo ifíjp-iTnpi


:••• - W \ ' !
?CTT$T;^l" ‘i : —~ '■
Es característico de la N T que el enfermo
localice zonas de gatillo en el territorio del tri­
gémino donde ante determinados estímulos o 1ir-i vi r*)i>vrKíftTf Ilú£ ¡ei>

movimientos se desencadene el dolor.


En las N T que afectan a la región oral-auricular los estímulos habitualmente son motores como masticar,
hablar, sonreír y con menos frecuencia los ataques se originan por estimulación sensitiva cutánea o sobre
dientes y mucosa labial (ej. líquidos fríos o calientes). Cuando se trata del área nasal-periorbitaria las zonas
gatillo se sitúan en las alas de la nariz, tercio externo del labio superior, canto interno del ojo, etc. y se des­
encadena la neuralgia por estímulos sensitivos cutáneos, cepillado de dientes, afeitado, sonarse...
La severidad de los episodios viene determinada por su rapidez en reproducirse y ésta depende de la faci­
lidad con que son desencadenados. Por este motivo, durante las crisis el paciente puede evitar cualquier
gesticulación o contacto, incluso negarse a la anamnesis y exploración, lo cual constituye por sí sólo, un dato
de interés.

DIAGNOSTICO

El diagnóstico se basa fundamentalmente en la anamnesis (lo­


calización del dolor, momento del comienzo, desencadenantes,
intervalos libres de dolor, medicación) y en la exploración física
(evaluación sensitiva facial, reflejo corneal, evaluación de múscu­
los masticadores).
Siempre se debe explorar al enfermo buscando asimetrías y
teniendo presente la distribución de las tres divisiones (oftálmica,
maxilar y mandibular).

Sensibilidad

Por lo expuesto, podemos deducir que el V par es un nervio de


predominio sensitivo y la patología derivada del mismo se mani­
festará principalmente mediante alteraciones en dicha función.
Es importante delimitar la región afectada:
• La anestesia del ángulo de la mandíbula corresponde al
plexo cervical y no al trigémino;
222 L a s c e f a l e a s y l a s m ig r a ñ a s

• El signo de Roger es la hipoestesia o anestesia del mentón por neuropatía del n. mentoniano (rama
terminal del n. mandibular);
• Otras ramas sensitivas en cuyos puntos de emergencia se debe averiguar si existe dolor o un déficit
sensitivo son el n. supraorbitario (rama del n. oftálmico) y el n. infraorbitario (rama del n. maxilar supe­
rior).
• El reflejo corneal se altera precozmente en las lesiones del trigémino de forma que en una afectación
sensitiva de toda la cara con reflejo corneal íntegro, dudaremos la existencia de una lesión orgánica. Se ex­
plora tocando levemente la periferia de la córnea con un algodón mientras el sujeto mira hacia el otro lado.
Se encuentra alterado si esto no provoca un cierre de los párpados o el paciente percibe menos estímulo que
en el otro ojo. Hay que descartar que se trate de una lesión del nervio facial (VII par), encargado de la con­
tracción palpebral.

Movilidad

La función motora del V par se examina mediante los movi­


mientos masticatorios de la mandíbula. En el cierre de la boca
participan músculos muy potentes (maseteros y temporales) por
lo que una afectación unilateral puede pasar inadvertida. Se ex­
plora pidiendo al enfermo que muerda con fuerza un depresor y
se intentará sacarlo, realizando la maniobra en ambos lados. La
apertura de la boca depende de músculos más pequeños y su al­
teración se evidencia con facilidad si al decirle al paciente que
abra la boca al máximo o contra una resistencia que hagamos en
el mentón, la mandíbula se desvía hacia el lado enfermo. Hay que
distinguirlo de la parálisis facial donde únicamente se desvían
partes blandas.

TRA TA M IEN TO O ST E O P Á T IC O

Tratamiento de las estructuras cercanas en el recorrido del


nervio trigémino y sus ramas:
1. Vértebras cervicales superiores y articulación atlantoocci-
pital (región del núcleo del trigémino).
2. Hueso temporal p.ej., con una disfúnción en rotación in­
terna: en el vértice del peñasco se encuentra el ganglio del trigé­
mino en la cavidad de Meckel. Allí un desdoblamiento de la duramadre aloja el ganglio.
3. Sutura esfenopetrosa (ligamento esfenopetroso, de Gruber): una extracción dentaria en el maxilar
superior puede originar una disfúnción homolateral del ligamento, mientras que una extracción en la man­
díbula puede originar una disfúnción contralateral.
4. Técnicas de la duramadre: intracraneal y extracraneal.
5. Sincondrosis/sinostosis esfenobasilar (SEB).
6. Sacro.
7. En determinadas circunstancias, la articulación temporomandibular.
8. Sutura esfenofrontal.
9. En caso de dolor infraorbitario en el área de V/2: en determinadas circunstancias palatino, maxilar
superior, sutura pterigopalatina y ganglio pterigopalatino.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t i¡ i c \ 22 .1

N euralgia del glosofaríngeo M em brana


timpánica
Es un raro síndrome de dolor craneofacial que se
caracteriza por severos paroxismos de dolor queman­
te sobre el oído, base de la lengua, fosa amigdaliana, y Amígdala
T ronco del
el área bajo el ángulo de la mandíbula. Ocasionalmente
encéfalo
se irradia a otras zonas del rostro. La distribución del
área sensorial no es solamente la del glosofaríngeo
sino también de las ramas auricular y faríngea del N ervio
nervio vago. El dolor aparece muy abruptamente y glosofaríngeo
persiste por un minuto, terminando también abrup­
tamente. Frecuentemente se presenta un dolor conti­
nuo, profundo sobre el sitio afectado. Los paroxismos
de dolor ocurren con una frecuencia de 5 a 30 por día
Lengua
y comúnmente despiertan al paciente de su sueño. Arteria carótida

Ocasionalmente se presenta ronquera que dura


varios minutos, después de severos dolores. Se pre­
sentan 2 a 3 rachas de dolor al año, que persisten se­
manas a meses; casi siempre hay remisiones de meses a años. El dolor es disparado por acciones como masticar,
deglutir, hablar y toser así como por movimientos rápidos de la cabeza, bostezar o mover la mandíbula. Puede
asociarse con severa bradicardia, hipotensión o asistolia transitoria con síncope o convulsiones.
La compresión del glosofaríngeo por el bloqueo de la primera vértebra cervical ocasiona falso asma. Son
pacientes catalogados de asmáticos, pero que no padecen un problema espiratorio, sino inspiratorio: presen­
tan mía inspiración lenta y difícil y una espiración fácil y corta.

Diagnóstico

El diagnóstico puede efectuarse mediante la anamnesis específica de la localización del dolor y por el
refuerzo del dolor al deglutir o al tocar las amígdalas.
Diagnóstico diferencial: tumores del ángulo menor del puente, de las amígdalas y de la faringe, así como
metástasis en el cuello.

Tratam iento osteopático

1. Articulación adantooccipital.
2. Agujero yugular: huesos temporal y occipital (sutura
occipitomastoidea, sutura petroyugular).
3. Articulación temporomandibular.

N euralgia occipital

Tradicionalmente conocida como Neuralgia de Amold,


actualmente este nombre se ha tendido a dejar de lado, pri­
vilegiándose el término topográfico, más que fisiopatológi-
co, de neuralgia occipital. La neuralgia occipital es un sín­
drome doloroso de la región occipital que afecta a los terri­
torios inervados tanto por el nervio occipital mayor como
por el nervio occipital menor.
Otras causas de dolor occipital que no comprometan a los A la izquierda se observa la zona habitual de dolor.
nervios occipitales mayor o menor, se considerarán como diag­ A la derecha se dibujan las ramas del nervio occipi­
nóstico diferencial y no como dentro de las causas secundarias. tal m ayor
L a s c e f a l e a s y l a s m ig r a ñ a s

Los nervios occipitales son el nervio occipital mayor (Gran nervio de Arnold), el nervio occipital menor
y el 3er nervio occipital. El nervio occipital mayor es la continuación del ramo dorsal de C2 aunque también
tiene un componente C3. Emerge entre el Atlas y el músculo oblicuo inferior de la cabeza, perfora el mús­
culo esplenio de la cabeza y la aponeurosis del músculo trapecio e inerva la piel del occipucio, así como
parte de los músculos de la nuca.
El nervio occipital menor es el ramo cutáneo más superior del plexo cervical, dependiendo fundamental­
mente de la raiz C2. Contornea el borde posterior del músculo estemocleidomastoideo hacia arriba y se
distribuye por la piel del occipucio, anastomosándose lateralmente con el nervio occipital mayor.
El tercer nervio occipital es rama directa del ramo dorsal de la raiz C3 e inerva la piel de la nuca en la zona
de la linea media.
El nervio gran auricular, rama del plexo cervical (C2-C3), también emerge por detrás del músculo ester-
nocleidomastoideo, dirigiéndose a la zona retroauricular. Inerva parte del pabellón auricular y el ángulo de
la mandíbula.
El dolor es una de las formas que el organismo posee para expresar un desequilibrio, una disarmonía, una
pérdida del orden vital. Cuando una parte del organismo duele es porque hay un trastorno en el funciona­
miento de ese organismo; el orden natural tendente al estado de salud, por alguna razón se ha perdido.
El dolor occipital generalmente es el resultado de un proceso.
Para que un nervio se mantenga sano, el organismo debe estar saludable. Las estructuras orgánicas re­
quieren nutrientes, agua, oxígeno y eliminación de los productos de desecho; para todo esto es necesario un
sistema circulatorio eficiente regulado a su vez por un sistema nervioso activo. Todos los sistemas deben
funcionar en forma armónica. Factores irritativos persistentes pueden alterar la función normal del sistema
nervioso y causar enfermedades.
Cuando el dolor persiste en el tiempo y no responde a los tratamientos comunes, la causa habitualmente
es una irritación del sistema nervioso ocurrida con anterioridad (meses, años), en cualquier lugar del orga­
nismo, que finalmente interfiere la capacidad de autoorganización natural. Esa irritación se mantendrá en la
memoria del cuerpo hasta tanto no sea corregida mediante tratamiento adecuado.
Una cirugía, un traumatismo, emociones fuertes, un proceso inflamatorio acontecidos en el pasado pue­
den constituir la irritación inicial y causal de todo el problema actual. Durante la vida se acumulan este tipo
de irritaciones, el organismo las va compensando. La postura, un esfuerzo, una gripe, un problema emocio­
nal o el estrés pueden representar el desencadenante en un sistema sobrecargado por otras irritaciones.
Un nervio, como cualquier otra parte del organismo, n o puede ser analizado como un elemento.

Tratamiento osteopático

1. Vértebras cervicales superiores y articulación atlantooccipital.


2. Fascias del cuello y relajación de los músculos trapecio y semiespinoso de la cabeza.
3. Duramadre intraespinal e intracraneal, incluido el sacro.
4. Occipital y sus suturas.
5. Compresión o dilatación del cuarto ventrículo (CV-4, DV-4).

Factores precipitantes en las cefaleas y migrañas

• La exposición solar prolongada


• La falta de sueño reparador
® La ansiedad, el temor y la preocupación
® El ayuno
® Algunos alimentos que contienen tiramina, glutamato monosódico, aspartamo/e o feniletilamina como
los quesos, las carnes ahumadas, los enlatados, los condimentos, las salsas, los productos dietéticos y los cho­
colates. "
T r a t a d o i n t e g r a l d e o s t h o i '. v i í \ im '.i i i .í i ü i c a 225

• La fatiga
° Cambio de altitud o de presión barométrica
0 Cambios de iluminación como con la televisión, los ordenadores...
0 Algunos olores
0 El clima
El examen físico, tanto general como neurológico debe ser completo poniendo mayor cuidado en los si­
guientes aspectos:
0 Peso y talla
0 Diagnóstico osteopático del cráneo
0 Diagnóstico de la articulación temporomandibular
° Inspección de la cavidad orofaríngea
0 Determinación de los signos Adtales en especial de la presión arterial
• Diagnóstico del Atlas, occipital, vértebras C3 y C4, SEB, vértebras C7, D I, I a costilla y cono pulmonar.
0 2a a 6a vértebra dorsal (inervación preganglionar de los vasos de la cabeza)

Tratam iento global para migrañas y cefaleas

Ningún osteópata ha propuesto todavía un tratamiento definitivo para solucionar las migrañas y/o cefa­
leas. La complejidad radica en la cantidad de órganos y tejidos que pueden estar afectados, así como las di­
versas etiologías que pueden desencadenar esta patología: trastornos viscerales, craneales, articulares somá­
ticos, hormonales, climáticos, alimentarios, emocionales...
No está de más recordar el primer principio de Still “la estructura gobierna la función”, por lo que nuestro
tratamiento deberá comenzar rearmonizando aquellas áreas en lesión relacionadas directamente con esta
disfunción.
La primera sesión comenzaremos por el tratamiento de la estructura. A partir de la segunda sesión, co­
menzaremos nuestro abordaje terapéutico en el cráneo.
El tratamiento que propongo a continuación, por supuesto, no soluciona todas las migrañas. No obstan­
te, nos reportará grandes satisfacciones en el transcurrir de nuestro ejercicio profesional. Es importante sa­
ber “que no somos dioses y que, aunque la osteopatía es grandiosa, no lo soluciona todo”.

Prim era sesión en el cráneo

1. N ORM ALIZACIÓ N D E LAS MEMBRANAS IN TRACRAN EALES:

0 N ORM ALIZACIÓN GLO BAL

Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la cabeza del paciente, para una toma por la bóveda,
o a un lado de la mesa, para una toma fronto-occipital.
Para la toma por la bóveda, los pulgares están uno sobre el otro por encima de la sutura sagital, sin tocar­
la; las manos se ponen en contacto con las partes laterales del cráneo, de tal modo que la pulpa de los índices
esté sobre la cumbre de las alas mayores del esfenoides, la de los dedos medios sobre la escama del temporal
por delante del meato acústico externo, la de los anulares sobre los huesos temporales detrás del meato acús­
tico externo, y la del meñique sobre la escama del occipital.
El contacto del cráneo se realiza con la presión más ligera posible. Un contacto de las manos confortable
es indispensable para conseguir la relajación del paciente. Esto facilita la percepción de los impulsos rítmicos
craneales.
Para la toma fronto-occipital, una mano se coloca transversalmente sobre el occipital. La otra mano se
coloca sobre el frontal del paciente, de tal manera que la pulpa del pulgar se sitúa sobre la cumbre de una de
226 L a s c e f a l e a s y l a s m ig r a ñ a s

las grandes alas del esfenoides, y la pulpa del dedo medio sobre la otra ala mayor. Con bebés y niños peque­
ños, hay que procurar no cubrir los ojos con la mano frontal.

Realización de la técnica
Visualizar las membranas, escuchar y seguir su movimiento en la dirección más facilitada, en armonía con
el MRP, hasta que se produzca una relajación. Frecuentemente en este instante, surge una cooperación res­
piratoria espontánea, en forma de una profunda inspiración. Si esto no se produce o si la relajación es incom­
pleta, podemos solicitar a los pacientes un poco mayores respirar profundamente, en prolongada inspiración
para facilitar la relajación de una disfunción en flexión-rotación externa, o en prolongada espiración para una
disfunción en extensión-rotación interna.

Objetivo terapéutico

La equilibración de las membranas intracraneales forma parte de cada tratamiento craneal, cualesquiera
que sean otros procedimientos utilizados. Es a menudo el primer procedimiento craneal que se debe em­
plear. Facilita el drenaje de los senos venosos.

Observaciones

Cuando la relajación se produce, esta se acompa­


ña de una sensación de calor y flexibilidad en los
tejidos. La relajación completa de la disfunción
membranosa necesita de la normalización de las
disfunciones intra y extra craneales.

o NORM ALIZACIÓN D E LA TIEN D A D EL


C ER EBELO

Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado


a la cabeza del paciente. Realizamos una toma tem­
poral bilateral (toma en mariposa): los pulgares e ín­
dices sobre los procesos cigomáticos, los dedos me­
dios sobre el conducto auditivo externo y los anulares
y meñiques sobre la apófisis mastoides del temporal. Toma en mariposa
T r a t a d o in t e g r a l d e c is t f o im t ía i k ic a

Realización de la técnica

Se visualiza la tienda del cerebelo, escuchando, y en armonía con el MRP, se sigue el movimiento de los
temporales y de la tienda del cerebelo en la dirección más facilitada hasta obtener una relajación.
Se puede solicitar una cooperación respiratoria. Solicitamos al paciente (siempre que no sea muy peque­
ño) que mantenga la inspiración para facilitar la relajación del temporal en rotación externa; la espiración
facilita la rotación interna.

Objetivo terapéutico

Disfunciones de los huesos temporales, de los pares craneales IH, IV y VI, drenaje de los senos venosos y
normalización del área hipofisaria.

VARIAN TE

Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado


a la cabeza del paciente. Entre la yema de los pulgares
y los índices, toma el pabellón de ambas orejas lo más
cerca posible de la raíz superior. V._.' \!
-v
Realización de la técnica

El terapeuta ejerce una tensión transversal en di­


rección externa, anterior e inferior, siguiendo el pla­
no de la tienda del cerebelo. ■K

Objetivos terapéuticos
Postura de la tienda del cerebelo
Ejercer una tensión transversal sobre el cráneo.
Utilizar la plasticidad de la escama de los temporales
y obtener, siguiendo el sentido de tracción, la postura de la tienda del cerebelo.
Gracias a esta tracción, todas las superficies articulares situadas entre el hueso petroso y las correspon­
dientes superficies articulares del esfenoides se liberan, desapareciendo así las tensiones membranosas de la
tienda del cerebelo.

• NORM ALIZACION D E LA H O Z D EL CEREBRO

Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la


cabeza del paciente. Sitúa una mano transversalmente so­
bre el occipital, la otra mano sobre el frontal, en dirección
opuesta.

Realización de la técnica

Se visualiza la hoz del cerebro, escuchando, y en armo­


nía con el MRP, siguiendo el movimiento más amplio. La
mano frontal y occipital acompañan los movimientos res­
pectivos de estos huesos para facilitar la normalización de
la hoz del cerebro.

Objetivo terapéutico Tom a fronto-occipital

Disfunciones de la SEB, drenaje de los senos longitudinales y disfunciones del hueso frontal y del visce-
rocráneo.
228 L a s c e f a l e a s y l a s m ig r a ñ a s

Obsevaciones

Esta normalización debe asociarse al tratamiento de la SEB. Esta técnica se facilita si las disfunciones
cervicales y torácicas son previamente normalizadas.

VARIANTE

Para la normalización de la hoz del cerebro podemos utilizar el método de compresión-descompresión,


primero en sentido vertical y, luego, en anteroposterior.

A) TRA TA M IEN TO D E LA PA RTE V ER T IC A L

Objetivo terapéutico

Utilizar la plasticidad de la bóveda del cráneo para descender, descomprimir la sutura interparietal y es­
perar obtener la relajación de la hoz del cerebro y del cerebelo en sentido vertical. Mejora el drenaje de los
senos sagitales superior e inferior y la circulación de la cavidad subaracnoidea.
Ver imágenes siguientes.

m
?- " i S í ■
" .: -V

Descompresión del parietal


(Relajación en sentido vertical) (Relajación en sentido vertical)

Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la Paciente en decúbito supino. E l osteópata sentado a la
cabeza del paciente. Sitúa los pulgares de ambas manos cabeza del paciente. El terapeuta sitúa los dedos de la
cruzados cada uno en el parietal contrario. L os dedos 2° a misma manera que la técnica anterior, pero con los pul­
50 se sitúan por encima de la sutura parietoescamosa o gares al aire.
parietomastoidea. Los dedos meñiques contactan con el
plano de la camilla, en la parte anterior del asterion y de E n un primer tiempo, el terapeuta comprime ligera­
la sutura lambdoidea. mente los parietales en dirección medial. E sto se hace
En un primer tiempo, el terapeuta ejerce con los pulgares para separarlos de los temporales. H ay que tener cuida­
una ligera presión en dirección inferior, lateral y anterior. do de no comprimir los temporales.
U na vez el terapeuta percibe que esto se está producien­ E n un segundo tiempo, el terapeuta eleva los parietales
do, en una segunda fose, con el resto de los dedos se ejer­ añadiendo una ligera presión en dirección craneal.
ce una ligera presión en dirección superior y anterior. N o hay que soltar la elevación de los parietales brusca­
51 la sutura no se deja descomprimir, desplazamos los pul­ mente. H ay que realizarlo gradualmente; de lo contra­
gares hacia la parte trasera de la bóveda repitiendo la rio, harás que los síntomas se agudicen. P o r lo general,
maniobra hasta conseguir la descompresión de la sutura cuando se nota esta liberación, el paciente constatará
interparietal hasta lambda. que la presión en la cabeza se ha aliviado.

L a técnica finaliza cuando el terapeuta percibe que se ha


llegado al límite del movimiento.
T r a t a d o i n t e g r a i. d i ; o s c h i p -v i ía im-'d i á i i í i c a 219

B) TRATAM IENTO D E LA PARTE A N TERO PO STERIO R

Objetivo terapéutico

Utilizar la plasticidad del frontal para hacer retroceder la sutura metópica, extender el frontal y obtener
la relajación de la hoz en sentido anteroposterior.

Paciente en decúbito supino. E l osteópata sentado a Paciente en decúbito supino. E l osteópata sentado a la
la cabeza del paciente. Sitúa ambas manos planas cabeza del paciente. L o s dedos anulares se apoyan fir­
sobre el frontal, con los dedos índices juntos a cada m em ente sobre la apófisis cigom átíca del hueso frontal
lado de la sutura metópica y la punta de los mismos y la utilizan com o punto fijo. L os dedos meñiques pue­
ligeramente por debajo de las cejas. L o s dedos anula­ den apoyar a los anulares o quedarse al aire, sin contac­
res se sitúan por detrás de los pilares orbitales exter­ to con el frontal. L o s dedos medio e índice se sitúan a
nos. L o s dedos medios, meñique y pulgares se sitúan los lados de la línea central del hueso frontal. L o s pul­
pasivamente en el área que les corresponde. N o inter­ gares se tocan o cruzan hacia atrás.
vienen en la maniobra. L o s dedos anulares generan una suave presión en direc­
ción medial apoyados sobre los bordes laterales del
E n un prim er tiempo, los índices ejercen una ligera hueso frontal, lo que h ace que éste se mueva en rotación
presión en dirección posterior sobre la sutura m etó­ interna separándose del estenoides.
pica. Cuando sentimos que esto está sucediendo, aña­ E n cuanto el hueso frontal comienza a m overse hacia
dimos, en un segundo tiempo, una ligera presión con delante, puede cesar la presión de los dedos anulares en
los anulares sobre los pilares orbitales externos en dirección medial. Al mismo tiempo, los dedos ejercen
dirección anterior-extem a. una tracción en dirección anterior. Esta tracción es muy
L a técnica finaliza cuando el terapeuta percibe que se suave. Debería ser unos 5 g más fuerte que la resistencia
ha llegado al límite del movimiento. anormal del tejido que sufre la disfúnción. L a tracción
se mantiene siempre debajo del umbral en el cual el teji­
N o ta : en el recién nacido, y hasta los 6 -1 0 años, el do comienza a contraerse com o reacción.
frontal está separado en dos partes por la sutura El peso del cráneo es suficiente para fijar el occipital (la
metópica, p or lo que este prim er tiempo de com pre­ inserción posterior de la hoz) sobre la superficie de tra­
sión transversal se puede suprimir. tamiento.

2. NORM ALIZACIÓN D E LAS MEMBRANAS IN TRAESPIN ALES:

• RELAJACIÓN D E LA DURAMADRE DESD E E L O CCIPITAL

Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la cabeza del paciente. Sitúa ambas manos sobre el
occipucio del paciente.
230 L a s c e f a l e a s y l a s m ig r a ñ a s

Realización de la técnica
Se visualizan las inserciones durales intracraneales, la conti- , 1
nuidad entre la duramadre intracraneal y la duramadre intraes- ' >
piñal, las relaciones con el sacro y coxis.
Se ejerce sobre el occipital una tracción suave en dirección era- hv
neal. La potencia de la tracción no debe provocar contracciones ■ ...
en el tejido. En esta manipulación, una tracción voluntaria es de- :
masiado fuerte. Hay que pensar en el movimiento que se va a rea­
lizar. Así, los dedos realizan la fuerza justa, necesaria y suficiente. [ _ __ .. --J
Cuando la duramadre está en ligera tensión, se nota rápidamen- Tratam iento de la duramadre intraespinal
te en que dirección se realiza la tensión “máxima”, tan rápidamente
que se visualiza el tubo dural como las riendas de un caballo, tenien­
do al occipucio como cochero. Muy rápidamente, esta tensión desaparece y es reemplazada por otra tensión en
otra parte, y así sucesivamente... hasta que se obtiene un alivio, que es percibido claramente por el paciente.
El equilibrio de la normalización puede ser facilitado pidiendo, a los niños más grandes, realizar dorsi-
flexión de los pies y/o colocar las piernas en rotación externa para facilitar la flexión sacra, y facilitar la rela­
jación en un esquema de flexión, o hacer una flexión plantar y/o colocar las piernas en rotación interna para
un esquema de extensión.
En los esquemas patológicos en torsión y flexión lateral-rotación, se suele presentar un costado en rota­
ción externa de un lado y un costado en rotación interna del otro lado. En este caso solicitaremos al niño que
realice una extensión/rotación externa del costado en rotación externa, y una flexión/rotación interna del
costado en rotación interna.

Objetivo terapéutico

Armonización de los tres diafragmas: craneal, toracoabdominal y pélvico. La normalización de las mem­
branas intraespinales forma parte de cada tratamiento vertebral.
Nota: Magoun menciona un simposio en la Universidad de California, que trataba de la patología de la
columna cervical y los hombros. Se habían estudiado las adherencias de los discos lumbares como causa de
la sintomatología en cuello y cráneo. Varios investigadores sometieron a tracción el tubo de la duramadre y
observaron el efecto en los segmentos distales. Cuando aquella estaba fijada en un nivel, la limitación de la
movilidad de su tubo aumentaba claramente. Cuando se conseguía la solución de la problemática de los dis­
cos intervertebrales, los síntomas en cráneo y nuca desaparecían. Cuando se resolvían los problemas en los
discos cervicales, también se solucionaba de igual forma la sintomatología de la región lumbar.

o RELAJACIÓ N D E LA DURAM ADRE O C C IPITA L-SA C RO

Tratando a los niños de pecho, un solo osteópata puede


ejecutar esta técnica colocando una mano bajo el sacro y la
otra bajo la cabeza. El paciente puede estar en decúbito sobre
la camilla, o sobre las rodillas del osteópata. Siguiendo los
principios de la técnica precedente, se acompaña a los tejidos
hasta que se produce una relajación.

Objetivo terapéutico

Armonización de los tres diafragmas: craneal, toracoabdo­


minal y pélvico. La normalización de las membranas intraes­
pinales forma parte de cada tratamiento vertebral.
Este procedimiento puede ser empleado para normalizar Relajación de la duramadre intraespinal
las disfunciones asociadas a la posición fetal. Tom a occipital-sacro para bebé:
T r a t a d o i n t e g r a l d i : o s i h o p a t ía im . ih á t i í i c a

VARIANTE PARA NIÑOS MAYORES

Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado transversalmente al paciente, en el centro entre el


sacro y el cráneo. Sitúa una mano lateralmente debajo del occipital y la otra lateralmente debajo del
sacro.
Se sincronizan el movimiento del occipital y el del sacro. Se siguen los mismos principios que las técnicas
precedentes.

Relajación de la duramadre intraespinal


Variante para niños mayores

3. TÉCN ICA S D E M ODELAJE:

M O D ELAJE D EL SACRO

Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado o en bi-


pedestación, a la altura del sacro del paciente. Sitúa una mano
sobre el sacro, con los dedos en dirección craneal y la otra a la
altura de las EIAS. Hay que sentir los movimientos presentes,
flexión/extensión craneosacrales, torsión y/o flexión lateral-
rotación sacra.

Realización de la técnicá

Según los principios indirectos, seguimos los movimientos


percibidos, acompañando al MRP y escuchando la movilidad
intraósea del sacro para identificar las restricciones de movili­
dad. Se acompaña los movimientos mayores y menores del
Modelaje del sacro
sacro, y empleamos las fuerzas inherentes del MRP para reali­
zar un bombeo dulce de la disfunción intraósea y modelar el
sacro.

Objetivo terapéutico

Disfunciones somáticas intraóseas del sacro, facilitación de la relajación de las membranas intraespinales,
normalización de la función autónoma esplácnica pelviana en el tratamiento de las disfunciones viscerales
como la enuresis, el estreñimiento y las dismenorreas.

Observaciones

Esta técnica es muy relajante. Ello facilita la función parasimpática y puede ser empleado al principio del
tratamiento.
232 L a s c e f a l e a s y l a s m ig r a ñ a s

M O D ELA JE D E L O C C IPIT A L
Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la cabeza del paciente. Sitúa una mano bajo la cabeza del
paciente, con la palma girada hacia arriba y envolviendo el occipucio. La otra mano sobre el hueso frontal.
Sentir los esquemas de flexión/extensión, lateroflexión derecha/izquierda, rotación derecha/izquierda
presentes a nivel del occipital, y la relación entre el occipital y el Atlas.

Realización de la técnica

Acompañar estos esquemas según los principios indirectos, lo que facilita la escucha del MRP, permite
evaluar la movilidad intraósea del occipital e identificar las restricciones. Seguir las direcciones más libre
empleando las fuerzas inherentes del MRP para modelar tranquilamente las disfunciones del occipital.

Objetivo terapéutico

Disfunciones somáticas intraóseas del occipital, como en el caso de la plagiocefalia.


Facilita la normalización de las membranas intracraneales e intraespinales.
Colabora en el restablecimiento de la función vagal del sistema autónomo.

Modelaje occipital
Flexión/extensión Lateroflexión derecha/izquierda Torsión derecha/izquierda

Observaciones

Las disfunciones importantes de la base del cráneo deben primero ser consideradas, con el fin de facilitar
el modelaje del occipital. Este modelado puede ser empleado sólo o en asociación con otros procedimientos,
tales como la normalización del S§B. Así como en todos los procedimientos, emplear las fuerzas inherentes
del MRP facilita el relajación de los tejidos orgánicos y, en este caso, el modelado intraóseo.

4. FASCIAS CÉRVTCO-OCCIPITALES

Paciente en decúbito. El osteópata sentado a la cabeza del


paciente. Sitúa una mano sobre el occipucio y la otra mano total­
mente sobre el esternón con los dedos dirigidos caudalmente.

Realización de la técnica

La mano estemo-clavicular va a servir de punto fijo. La


mano occipital va a colocar las fascias en una ligera tensión,
siguiendo los movimientos impuestos por el conjunto miofas-
cial cervical. El equilibrio se obtendrá cuando el terapeuta ten­
ga la sensación de “ún mar desaguas tranquilas”.
T r a t a d o i n t e g r a l d e o s t e o p a i ia i’ e i j i v i k i c a

Observaciones:

• Las manos deben actuar muy ligeramente


• El antebrazo de la mano occipital puede ser colocado “en fulcrum” sobre la camilla pues es ella la que tiene
el papel más difícil: traccionar ligeramente todo manteniendo la sensibilidad, para seguir los movimientos.
• La mano caudal sirve de punto fijo relativo. Igualmente debe seguir los movimientos impuestos por los
tejidos del niño, manteniendo una ligera tensión.
° No hay que realizar grandes movimientos.
Esta técnica se trata de micromovimientos que ofrecerán macrosensaciones, cerrando los ojos y visuali­
zando las diferentes estructuras y sobre todo las fascias cervicales.

5. fflO ID ES

El hueso hioides constituye el esqueleto de la lengua. Varios múscu­


los se unen a él para terminar en la mucosa de la lengua. Cuando existe
una hipertonía de los músculos infrahioideos, es posible que se produzca
una estenosis de la vena yugular interna, lo cual afecta negativamente el
drenaje venoso del cráneo. Ello puede provocar, por ejemplo, cefaleas.
Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado junto al paciente.
Sitúa su mano craneal bajo el cuello del paciente, siendo esta mano pun­ \
to de fijación. Con la mano caudal atrapa el hioides con el índice y pul­
gar. El terapeuta comprueba la movilidad del hioides a derecha e iz­
quierda.

Realización de la técnica

La técnica de normalización consta de tres pasos:


1. Movilizamos, con 5 gramos de presión, el hioides en sentido lesional
2. Movilizamos, con 5 gramos de presión, el hioides en sentido de corrección
3. Descoaptamos el hioides, suavemente, hasta perder el contacto con nuestros dedos

Objetivos terapéuticos

Liberar la tensión existente entre las conexiones aponeuróticas que unen el orificio torácico y la entrada
del cráneo.

6. DESCOM PRESIÓN A TLAN TO -O CCIPITAL

Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la cabeza del paciente. Sitúa el pulgar y el índice de
una mano sosteniendo el arco del Atlas. La otra mano abarca
el occipital, situando los dedos índice y meñique sobre las par­
tes laterales del hueso.

Realización de la técnica

El terapeuta palpa en primer lugar los movimientos de ex­

llS
M lil
tensión y flexión (del MRP) del occipital. A continuación fija
el Atlas. Mientras tanto conduce el occipital en la dirección de
la mayor movilidad en relación con el Atlas (técnica indirec­ ( ■ ¡■ ¡ir
ta). Es importante definir si existe una compresión unilateral
o bilateral.
Esta posición permite normalizar la tensión viciosa liga-
Descompresión atlanto-occipital
mentaria o membranosa.
234 L a s c e f a l e a s y l a s m ig r a ñ a s

Ahora se lleva el occipucio en dirección craneal mediante una suave tracción para distender la articula­
ción.
Se puede efectuar todo tipo de desenrollamiento de tejidos sin reducir la suave tracción craneal en el
occipital.
Emplear la movilidad inherente del MRP para cumplir una aspiración ligera de la compresión hasta que
un relajamiento se produzca.

Objetivo terapéutico

Restaurar las relaciones funcionales entre los cóndilos occipitales y el Adas.

Observaciones

Hay que acordarse que, entre los niños de pecho, el cóndilo occipital no está osificado y consiste en dos
partes (partidas), separadas por el cartílago de la sincondrosis intraoccipital anterior. Esta técnica debe ser
realizada sin fuerza, para evitar a la introducción de un disfunción condilar intraósea. Durante este técnica,
el niño no debe en ningún caso manifestar una incomodidad.

VARIAN TES PARA UNA D ESCO A PTA CIÓ N UN ILATERA L

Cuando un cóndilo no se puede liberar con la técnica precedente, podemos tratarlo de manera específica.
Tenemos dos opciones:

Paciente en decúbito supino. E l osteópata sentado a la


cabeza del paciente, girado del lado en lesión. E l crá­
neo del niño está girado 4 5 ° hacia el lado del cóndilo E l dedo que dirige la energía (dedo emisor) se encuen­
bloqueado. L a mano del lado del cóndilo bloqueado tra en la eminencia frontal.
se sitúa bajo el Atlas, apoyando el área hipotenar sobre L o s dedos medio e índice se apoyan en forma de V
la camilla. L a articulación metacarpofalángica del sobre la articulación occipitoatloidea.
dedo índice está en contacto sobre todo con la super­ L o s dedos apoyados en form a de V palpan la
ficie articular bloqueada del Atlas. E l pulgar se fluctuación rítm ica del líquido cefalorraquídeo. L a
encuentra a un lado del cráneo, sin ejercer presión mano del lado contrario, dando un leve impulso, envía
sobre él. L a otra mano se apoya sobre la frente. E l crá­ una ola de L C R contra la O -A sometida a tratam iento.
neo no tiene contacto con la camilla; se apoya única­ L o s dedos apoyados en V pueden percibir una apertu­
m ente en la mano situada bajo el Atlas. Se ejerce una ra en el orificio, comparable a la sensación de una ola
presión suave (5 gramos), en dirección posterior, con que baña una playa de arena: la sutura está abierta.
la mano sobre el frontal, desde el lado contrario al de
la articulación bloqueada y en dirección a dicha articu­
lación. E sta presión se mantiene hasta qué el occipital
se mueva posteriormente sobre las superficies articu­
lares del Atlas, abriendo de esta forma la articulación
bloqueada, empleando las fuerzas inherentes del M RP.
T r a t a d o i n t e g r a l d e o s i t .o i w i i' a p k d i \i h ic a

7. TRA TA M IEN TO D E L O C C IPITA L

o E X T E N S IÓ N D E LA ESCAMA D E L O C C IPITA L. Ver página 115.

o D ESC O M PR ESIÓ N D E LA BASE D E L O C C IPIT A L (Expansión de la base). Ver página 116.

8. CV4

Ver páginas 131 y 132.

9. T É C N IC A GEN ERAL PARA EQ U IL IB R A R LA A C TIVID A D D E L CRÁNEO, E L TÓ R A X ,


E L A BD O M EN Y LA PELVIS

Está técnica se considera más bien una técnica visceral, aunque es una buena opción para finalizar el tra­
tamiento craneosacro.
Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado junto al paciente, en el centro entre el sacro y el cráneo.

Realización de la técnica

Apoyar una mano sobre el cráneo y la otra sobre el vientre (o la pelvis) y conducir la actividad de estas dos
regiones hacia la cavidad torácica.

Objetivo terapéutico

De esta forma pueden compensarse los desequilibrios entre la actividad neurosensorial (actividad catabó-
lica) y el metabolismo (actividad anabólica).
Esta técnica es muy adecuada para dar por finalizado un tratamiento.

i ;
mU

Segunda sesión en el cráneo

1. CV4

Ver páginas 131 y 132.

2. DV4, SEG Ú N JIM JEA LO U S

Ver página 133.


236 L a s c e f a l e a s y l a s m ig r a ñ a s

3. TRATAM IENTO D E LOS TEM PO RALES

Indicaciones

Desequilibrios entre los huesos temporales, a menudo asociados a una disfunción de la tienda del cerebe­
lo. Disfunciones vestibulares. Afecciones ORL.

0 D ISFUNCIONES INTRAÓSEAS

En el momento del parto el hueso temporal consta de:


• La escama con el anillo timpánico (porción timpánica)
• El peñasco (porción petrosa)
En el parto, la escama y el hueso timpánico ya están unidos parcialmente. De aquí surge la cisura petroes-
camosa, que es un punto posible de disfunciones intraóseas. La escama, el peñasco y la apófisis estiloides se
sueldan entre sí durante el primer año de vida.
La apófisis mastoides no se desarrolla hasta el segundo año de vida y aún no se palpa en el neonato.
La apófisis estiloides es cartilaginosa en el neonato, sus porciones proximal y distal no se sueldan hasta la
pubertad.
La fosa mandibular es plana en el momento del parto y se hace más profunda en el curso del desarrollo
del tubérculo articular.
Las disfunciones intraóseas pueden aparecer de forma primaria por incidencia directa de fuerza sobre el
temporal, sobre todo durante el parto y en la primera infancia.
De forma secundaria se presentan también por disfunciones de otros huesos (occipital, esfenoides).
Para el éxito de las técnicas intraóseas, es importante que todas las uniones suturales del temporal tengan
la movilidad liberada:
® Porción petromastoidea/porción timpánica
• Porción petromastoidea/escama
• Escama/hueso timpánico

Ejecución de la técnica, ejemplos en el lado izquierdo

Escama/porción timpánica

L a mano derecha coge el occipital, con L a mano derecha rodea el occipital, las Los dedos índice, medio y anular de la
las puntas de los dedos situadas sobre la puntas de los dedos situadas sobre la por­ mano derecha se sitúan sobre la escama.
porción mastoidea y sobre la apófisis ción mastoidea y la apófisis mastoides. E l meñique de la mano izquierda se sitúa
mastoides. Los dedos índice, corazón y, dado el en el conducto auditivo externo.
E l meñique de la mano izquierda se sitúa caso, anular de la mano izquierda se sitú­
en el conducto auditivo externo. an sobre la escama.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 237

Técnica directa

Se llevan ambos componentes óseos en la dirección de su restricción motriz, hasta el límite del movi­
miento.
Se mantiene esta posición hasta que se produce una relajación de los tejidos o una intermitencia.

Técnica indirecta

Se llevan ambos componentes óseos en la dirección de la disfunción, esto es, en la dirección de la mayor
movilidad.
La posición en la que ambos componentes óseos se encuentran en un equilibrio óptimo entre sí.
Se mantiene esta posición hasta que se produce una relajación de los tejidos y una mejora de la movilidad.

o LA L E SIÓ N Q U E P R E S E N T E N LO S TEM PO R A LE S

Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la acabeza del paciente. Sitúa ambas manos de la si­
guiente manera: los dedos pulgar e índice sujetan la apófisis cigomática. El dedo medio se sitúa en el con­
ducto auditivo externo. El anular se sitúa sobre el vértice de la apófisis mastoides. El meñique se sitúa sobre
la porción mastoidea.
Ambos codos se apoyan sobre la camilla.

Realización de la técnica

Después de un período de escucha, acompañar los movi­


mientos percibidos en dirección a la disfunción hasta el punto
de equilibrio y esperar una relajación. La cooperación respira­
toria puede ser empleada para facilitar la relajación, con una
inspiración para una disfúnción de rotación externa y una es­
piración para una rotación interna.

Observaciones

En los bebés y los niños pequeños, la posición del dedo


medio puede causar problemas al paciente. Una variante de
esta toma temporal consiste en ponerse en contacto con la
parte escamosa del hueso temporal con el pulgar y flexionar el
índice debajo de la oreja de tal modo que la parte lateral de la
extremidad del índice repose sobre la parte mastoidea. Hay
que acordarse que, en los bebés, el proceso mastoideo no está
completamente desarrollado.
La precisión es necesaria. Además, es fácil cometer el error
de interpretar los pequeños movimientos activos de la rota­
ción de cabeza del niño como que son los movimientos del
hueso temporal.

• SU TU R A O C C IPIT O M A ST O ID E A

Ver página 116.

° T EM PO R A L Y M ANDÍBULA
- :£ )'
Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la ca­ Tratam iento de los temporales
Variante para bebés y niños pequeños
beza del paciente, del lado apuesto a la disfúnción.
238 L a s c e f a l e a s y l a s m ig r a ñ a s

Una mano está colocada sobre el hueso temporal con la


extremidad del pulgar, el índice y el dedo medio por enci­
ma del hueco madibular. La extremidad del pulgar y el
índice de la otra mano está colocada de una y otra parte
por la rama madibular cerca del condilo.
L_
Realización de la técnica

Se realiza una escucha de la movilidad de la ATM y,


según los principios indirectos, acompañar los movimien­
tos disfuncionales hasta la posición de equilibrio óptimo y
esperar la relajación. Temporal y mandíbula

Observaciones

La palma de la mano caudal permite jugar sobre el cuerpo de la mandíbula.


La importancia de las disfunciones de la ATM en los niños y adolescentes no debe ser subestimada.
Aunque estos pacientes puedan no presentar dolor, esta disfunción constituye el terreno para disturbios
posteriores.

Objetivo terapéutico

Disfunciones de la articulación témporo-mandibular (ATM).


Disfunciones orofaciales y problemas ortodónticos asociados. Pueden aparecer si el niño mastica su pul­
gar o lápiz durante largo rato. También si sitúa la lengua entre los dientes o si ha perdido dientes de leche
demasiado pronto. Asimismo, los accidentes pueden ser los responsables de los problemas ortodónticos.

4. ESFEN O ID ES

« SINCONDROSIS ESFEN O PETRO SA

La parte lateral de la pared posterior de la fosa hipofisaria se articula con el vértice del peñasco a través
del ligamento esfenopetroso (de Gruber) de la tienda del cerebelo. Además, el borde horizontal inferopos-
terior del ala mayor se articula con la parte anterior del pe­
ñasco. No obstante, éstos no se encuentran realmente unidos
entre sí. Entre ellos se encuentra el agujero rasgado, de modo ,
que forman los bordes anterior y posterior de esta abertura.
Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la ca­
beza del paciente, del lado de la disfunción.
Una mano atrapa el hueso temporal, con el agarre clásico
en mariposa. La otra mano se coloca sobre la parte anterior f /
del cráneo, de manera que los dedos pulgar y el medio que­
den a una y otra parte del cráneo, sobre la parte superior de
las alas mayores del esfenoides. Esta mano crea una unidad
funcional entre los huesos frontal y esfenoides.

Realización de la técnica

El pulgar realiza una tracción (5 gramos) en sentido medial-anterior-inferior sobre el ala mayor. La otra
mano mantiene el temporal en rotación externa. Utilizamos los principios de tratamiento indirectos espe­
rando hasta la relajación.
T r a ta d o in te g r m . iji: o s i k h p a ' i ía pi-m .-vn iifiA

Objetivo terapéutico

Compresión de los nervios craneales IH, IV¡ V y VI.


Disfunción de la SEB y de la sutura esfenopetrosa.
Normalización de la trompa auditiva.

® D ISFU N C IO N ES IN TRA Ó SEA S. M O LD EA D O (MOLDING)

Esta técnica es específica para el área entre preesfenoides y postesfenoides, así como entre los complejos
cuerpo-alas menores y alas mayores-apófisis pterigoides.
Preesfenoides y postesfenoides se sueldan entre sí en el octavo mes de vida fetal.
En el momento del parto el esfenoides consta de tres partes:
• Una parte: cuerpo con ambas alas menores
• Dos partes: alas mayores a ambos lados y apófisis pterigoides
La osificación completa del esfenoides se produce aproximadamente a la edad de 7 meses.
Según Sutherland, las anomalías entre preesfenoides y postesfenoides en las primeras etapas del desarro­
llo de la base del cráneo pueden dar una conformación oblicua a la órbita, lo cual es también un rasgo típico
del síndrome de Down.
Las alteraciones entre los complejos cuerpo-alas menores y alas mayores-apófisis pterigoides pueden
producir alteraciones del desarrollo de la órbita y trastornos de la visión (II, IH, IV y VI). También pueden
sufrir alteraciones funcionales el nervio V/l y el seno cavernoso, que se encuentra en las inmediaciones.
Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la cabeza del paciente. Postura de la bóveda craneal:
Las manos se encuentran a ambos lados del cráneo. Los dedos índices están a la altura de las alas mayores,
detrás de los ángulos laterajes de los ojos. Los dedos medios, en el hueso temporal, delante del pabellón
auricular. Los anillares, en el hueso temporal, detrás del pabellón auricular. Los meñiques, a los lados, sobre
el occipital. Los pulgares se tocan, si es posible, por encima del cráneo, actuando como “fulcro” o punto de
fijación.

Realización de la técnica

En primer lugar percibimos la tensión del tejido entre pre­


esfenoides y postesfenoides. Ambas partes óseas se mueven en
la dirección de su restricción motriz (técnica directa).
Ajuste del PTM E y PT E L C R entre preesfenoides y pos­
tesfenoides.
Esta posición se mantiene hasta que se percibe una relaja­
ción entre preesfenoides y postesfenoides.
Nota: P T M E (punto de tensión membranosa equilibrada).
P T E L R C (punto de tensión equilibrada del LCR)
El P T M E es la posición en la que se produce la tensión más
equilibrada posible en las meninges y entre las estructuras afec­
tadas. En las restricciones motrices situadas dentro de la ampli­
tud del movimiento fisiológico, el terapeuta se deja llevar al PTM E. Si estas restricciones se encuentran más
allá de dicha amplitud del movimiento fisiológico, el terapeuta lleva las estructuras afectadas hacia el PTM E.
Sutherland destacaba el hecho de que lo que conduce a las estructuras al P T M E no son tanto las directri­
ces del terapeuta como la fluidez de las fluctuaciones del movimiento respiratorio primario (MRP). La fun­
ción del terapeuta consiste más bien en dejarse conducir por las fluctuaciones fluidas al “punto de tensión
equilibrada” (PTE, point of balanced tensión).
240 L as c e f a l e a s y l a s m i g r a ñ a s

Cuando el P T E L R C está ajustado, los movimientos rítmicos del movimiento respiratorio primario
(MRP) pueden trabajar; aquí suele resultar palpable, en un primer momento, una especie de intranquilidad
en los componentes fluidos. Esta intranquilidad termina cuando aparece un PTM E, un fulcro por así llamar­
lo, en el líquido cefalorraquídeo. En este momento tiene lugar la corrección. El terapeuta puede percibir que
las estructuras endurecidas se reblandecen y se deshacen las resistencias del tejido:
Este proceso suele ir- acompañado de diferentes signos como calor, pulso terapéutico en el tejido tratado, un cambio en
la respiración y, a veces, reaparición de recuerdos y sentimientos asociados a la zona.
Las fluctuaciones del líquido cefalorraquídeo han sufrijo un cambio. Se puede percibir una especie de
equilibrio nuevo en el tejido.

Objetivo terapéutico

Esta técnica está indicada sobre todo en neonatos y niños de corta edad, especialmente cuando persisten
compresiones despues de la utilización de fórceps durante el parto.

• L E SIO N Q U E P R E S E N T E E L ESFE N O ID E S

Valoramos la lesión que presenta el esfenoides:


® Flexión/extensión,
• Torsión derecha/izquierda,
® Flexión lateral-rotación derecha/izquierda,
• Strain vertical esfenoides alto/bajo
• Strain lateral esfenoides derecho/izquierdo,
® Compresión.
Tratamos el esfenoides con técnicas de normalización directas
o indirectas (según se adapte mejor en cada caso), siguiendo los
principios de la osteopatía craneal para este hueso.

5. SU TU R A SAGITAL

Paciente en decúbito supino. El osteópata sentado a la cabeza del pa­


ciente. Sitúa los pulgares cruzados sobre la sutura sagital, lo más poste­
riormente posible. El resto HeTos dedos reposan ligeramente sobre el l¡
temporal respectivo.
■j .''s-
Realización de la técnica

Los pulgares, durante cada fase de inspiración, separan la sutura sagi­


tal. El resto de los dedos se adaptan al movimiento de los parietales.
__________

Observaciones

Antes de mejorar la circulación venosa craneal, es importante normalizar la disfunción del foramen
yugular.

Objetivo terapéutico

Drenaje del seno sagital superior.


Aumentar el drenaje venoso de la bóveda.
Disfunciones de la sutura sagital, a menudo en compresión.
Disfunción de la hoz del cerebro.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 241

7. T E C N IC A D E LIBE R A C IO N D E L M U SC U LO TEM PO R A L

Aplicamos una presión MEDIAL - CRANEAL sobre el músculo


en dirección superior, procurando que nuestros dedos no se resbalen
sobre la piel o el pelo. Mantenemos la presión, lo más ligeramente
posible, hasta que sintamos que el músculo se libera. m i

Si esto no es suficiente, podemos estirar las fibras soltando de re­ •’~ i- ■m


m í
pente, como un muelle. Se repite varias veces hasta sentir que el mús­
culo se relaja. l
Esta técnica trabaja sobre todo sobre los parietales. Si hemos tenido
problemas con estos huesos, esta técnica los descomprime.
Esta técnica puede producir una sensación de euforia al paciente,
porque damos “espacio” a la cabeza.
Liberación del músculo temporal

• TEC N IC A D E LIBERACIO N D EL M USCULO TEM PO RA L, UNILATERAL

Ejecución de la técnica

Mano mandibular: el pulgar se introdu­


ce en la boca y reposa sobre los dientes
mandibulares. El mayor y el índice sujetan
la mandíbula.
Mano témporo-parietal: los dedos re­
posan al nivel de la inserción superior del
músculo temporal:
• índice sobre el fascículo anterior
• mayor y anular sobre el fascículo posterior
• meñique sobre le fascículo posterior
Se realiza un bombeo suave de las fibras en tensión hasta obtener la relajación ayudándose con la respira­
ción. Tres segundos de tracción, tres segundos de relajación.
También, se puede realizar una tracción suave, durante cada fase de inspiración del MRP.

8. SU TU R A ESFEN O ESCA M O SA (primero hay que liberar


el músculo temporal, en el caso de presentar restricciones)

La liberación de esta sutura es muy importante, por su relación


\ ■ jl

con la arteria meníngea media y los dolores de cabeza que se pro­


ducen por la irritación de ésta.
La mano intrabucal sitúa el meñique sobre el maxilar superior.
Los dedos medio y anular están sobre el ala mayor del esfenoides.
La mano temporal agarra este hueso con la toma en mariposa. ____
La mano temporal sitúa este hueso en rotación externa mientras que la mano esfenoidal tracciona del ala
mayor en dirección anterior. Todo con 5 gramos.

9. T EC N IC A G ENERAL PARA EQ UILIBRAR LA ACTIVIDAD D EL CRANEO, E L TO RAX,


E L ABDOM EN Y LA PELVIS

Igual que la finalización de la primera sesión. Ver página 235.


242 L a s c e f a l e a s y l a s m ig r a ñ a s

Desarrollo neurobiológico del dolor fetal y neonatal


Los niños no tienen dolor. Si lo tienen, no lo recuerdan.

Grandes falsedades del refranero popular


En los últimos quince años los estudios en los problemas de dolor en los neonatos, lactantes, niños y
adolescentes tuvieron una atención casi sin precedentes. El reconocimiento de la importancia del control del
dolor en niños permitió centrar la atención en estudios de neurobiología básica que localizaron las investi­
gaciones en el desarrollo anatómico, fisiológico y de neurotransmisión.
Los avances en los conocimientos del desarrollo neurobiológico, en especial en los niveles de organiza­
ción cerebral, mostraron que el sistema nervioso del niño no es simplemente un sistema nervioso adulto
inmaduro.
Actualmente sabemos que los neonatos y lactantes perciben el dolor desde el nacimiento, y éste se asocia
a respuestas adversas tanto desde el punto de vista fisiológico, neuroendocrino y del comportamiento.

Teoría de la neurom atriz

A mediados de la década del 90 Loeser y Melzack describieron, a partir de experiencias en pacientes pa-
rapléjicos, una nueva teoría que involucra al sistema nervioso como una neuromatriz para el cuerpo. Esta
teoría crea un concepto muy importante como es la participación del cerebro como primer y último órgano
en la percepción y procesamiento de los estímulos nociceptivos.
El concepto de neuromatriz del propio cuerpo tiene sustento anatómico y funcional en redes neuronales
entre tálamo y corteza y entre corteza y sistema límbico, que están determinadas genéticamente y modeladas
más tarde por aferencia sensorial producen patrones (procesamiento cíclicos e impulsos nerviosos) caracte­
rísticos denominados neurofirmas.
De modo tal que en una red neuronal particular existe una determinada neurofirma. Dentro de esta red
existen porciones de neuromatriz especializada en algunos procesos de información relacionados con even­
tos sensoriales mayores como por ejemplo una lesión descritos por Melzack con el nombre de neuromódu-
los. Estos imprimen una especie de subfirmas en la gran neurofirma.
De esta manera la neuromatriz produce un mensaje continuo del cuerpo-todo comenzando por el final,
con la experiencia de una unidad corporal, buscando diferenciar el detalle dentro del todo.
Así se llega a una muy importante conclusión: no necesitamos un cuerpo para sentir un cuerpo, es decir
el cerebro. Cualquiera sea la experiencia sensorial, se puede repetir. Desde este punto de vista nos podríamos
preguntar si los neonatos necesitan de la experiencia y si realmente, son capaces de guardar memoria.

D esarrollo prenatal

El estudio de la neuroanatomía fetal se demostró que el desarrollo de las vías de dolor se inicia durante el
período embrionario.

Aferentes primarios
Las fibras A y C cutáneas están presentes en proporción similar al adulto a partir de la vigésima semana
fetal. Los receptores polimodales que responden a estímulos mecánicos, térmicos y químicos están presentes
al igual que los mecanorreceptores de alto y bajo umbral.

Asta dorsal

En la decimotercera semana comienza el desarrollo del asta dorsal de la médula espinal cuya morfología
se completa en la trigésima semana de desarrollo con múltiples conexiones sinápticas, diferenciación neüro-
T ra tad o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p i- d iá t iiic a

lógica de la segunda neurona, la clásica disposición laminada o láminas de Rexed y el establecimiento de


campos receptivos extensos.

Proceso de inielinización

La mielinización en el sistema nervioso central es realizado por los oligodendrocitos, mientras que en el
sistema nervioso periférico, por las células de Schwann. La mielinización comienza en la cuarta semana de
gestación haciéndose definitiva en los tractos espinocorticales al final del segundo año post-natal. La mieli­
nización de las asociaciones cerebrales corticales continua hasta la tercera década de la vida.

Corteza cerebral

Entre las 20 y 24 semanas de vida fetal se produce migración neuronal apareciendo conexiones tálamo/
corticales que se consideran básicas para la percepción cortical del dolor. El proceso de mielinización alcan­
za el tálamo en la trigésima semana fetal, continuando después la mielinización tálamo/cortical que llega
progresivamente hacia el sistema límbico e hipotálamo y otras áreas de la corteza cerebral. El proceso se
completa hacia los 5 o 6 años.
Se han obtenido pruebas del desarrollo neurobiológico en registros de potenciales evocados somatosen-
soriales en prematuros de 30 semanas, en el aumento de la actividad metabólica en áreas de la corteza senso­
rial del recién nacido y en la existencia de períodos de sueño y vigilia a las 28 semanas de vida fetal.

Neurotransmisores

El desarrollo neuroanatómico/neurofisiológico tiene su correlato neurobioquímico. La presencia de sus­


tancia P en las terminaciones nerviosas libre del recién nacido y en proporción igual a la del adulto, permiten
que el neonato pueda percibir y transmitir el dolor hacia la corteza.
No tan sólo el niño al nacer o antes tiene percepción del dolor sino, que comparado con el adulto posee
escaso desarrollo del sistema inhibitorio descendente, sistema alfa 2 mediado. Existe asimismo un déficit de
serotonina y noradrenalina.
Los péptidos opioides endógenos y sus receptores se encuentran presentes desde el nacimiento. La mor­
fina tiene efectos analgésicos en los prematuros presentando mayor sensibilidad a esta droga. Esto podría
explicarse por la desproporción de receptores opioides M 1/M 2, los primeros, responsables de la analgesia
y los segundos, responsables de la depresión respiratoria.
Otra evidencia de que existe un sistema nociceptivo aferente plenamente activo al nacer, y Tin sistema
inhibidor descendente poco desarrollado, es que las respuestas al dolor en el neonato y lactante suelen ser
muy exageradas con respecto al adulto.

D esarrollo postnatal

Fisiología del dolor

El dolor es un proceso fisiológico complejo que puede ser dividido en tres eventos neuroquímicos.
1. Transducción: ocurre en el sitio donde inicia el dolor al estimular los nocirreceptores por eventos
mecánicos, térmicos o químicos.
2. Transmisión: el impulso se transmite por fibras mielinizadas tipo A y no mielinizadas tipo C.
3. Modulación: se realiza a nivel de la sustancia gris periacueductal, de la médula oblonga y de las astas
posteriores de la médula espinal por medio de opioides endógenos (encefalinas).
Después del nacimiento se produce la reorganización y crecimiento de las estructuras anatómicas y fun­
cionales involucradas en el registro y procesamiento de la información y experiencia nociceptiva.
244 L as c e f a l e a s y l a s m i g r a ñ a s

V ía posterolateral

Fibras C

Las fibras C en el nacimiento tienen propiedades de receptor sensorial establecida pero no son capaces de
producir edema neurogénico, lo cual puede reflejar los bajos niveles de Sustancia P y de Péptido relacionado
al gen de calcitonina (CGRP) que aumentan considerablemente en el período postnatal temprano.
Las fibras C son inmaduras, neuroquímica y electrofisiológicamente produciendo despolarizaciones
subumbrales en la médula espinal. Sin embargo, en esta etapa ciertos estímulos químicos irritantes que acti­
van las fibras aferentes A producen actividad refleja. Al igual que las fibras C, las fibras A desarrollan una
distribución más restringida en las láminas DI y IV".

Interleukinas

Las respuestas inflamatorias locales son inmaduras y los macrófagos juegan un rol más importante en la
inflamación neonatal siendo capaces de liberar citoquinas y factores de crecimiento incluyendo factor de
crecimiento nervioso (NGF) por lo que el desarrollo de la inervación sensorial puede verse afectada en las
zonas de inflamación.

Asta dorsal

La etapa postnatal temprana somete al asta dorsal a cambios significativos. Las fibras A cutáneas de gran
diámetro entran en el asta dorsal y sus terminales se extenderán dorsalmente desde la lámina V a la lámina I
y II. Las fibras C aferentes entran luego en el asta dorsal y terminan en la sustancia gelatinosa ocupando por
varias semanas las láminas I y II con las fibras A.
Este crecimiento se evidencia en los experimentos de sección de nervio ciático neonatal donde tanto, las fi­
bras A que fueron axotomizadas y las fibras A intactas, invaden dorsalmente la sustancia gelatinosa denervada.

Sustancia P y Glutamato

La sustancia P y el Glutamato se localizan en las terminales C, y si bien están presentes desde duodécima
semana de gestación sus niveles postnatales son bajos.
Durante las dos primeras semanas postales se produce la maduración de la actividad sináptica de las fibras
C para los niveles de transmisores tales como: Sustancia P, CGRP, somatostatina y VIP. Los receptores para
Sustancia P tenían una distribución inicialmente no específica, ahora comienzan a alcanzar una gran concen­
tración en la sustancia gelatinosa.

R eceptor NMDA

La vida postnatal temprana cambia también la afinidad del glutamato por los receptores MNDA y el in­
cremento en el calcio intracelular que sigue a la activación de este receptor. De este modo, el wiñd-up y la
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 245

sensibilización central MNDA dependiente puede ser aún más aparente en el neonato. La disminución de
umbrales cutáneos en aquellos niños o neonatos con procedimientos repetidos en terapia intensiva puede
reflejar cambios en la excitabilidad central.

Mecanismo inhibitorio descendente

Este mecanismo se encuentra presente pero poco desarrollado al momento del nacimiento. Los mecanis­
mos de inhibición local en el hasta posterior son inmaduros y las intemeuronas inhibitorias son las últimas
en desarrollarse, los niveles de encefalinas son bajos y la sensibilidad de los receptores opioides es muy baja;
A pesar de que aumenta tres veces en las primeras tres semanas de vida.
La vía descendente inhibitoria está presente en la vida fetal pero las interconexiones en el hasta dorsal se
desarrollan entre el décimo y decimonoveno día posterior al nacimiento. Como vimos los niveles de
Serotonina y Noradrenalina son inicialmente bajos.
El GABA y la Glicina son neurotransmisores inhibitorios en el adulto, pero en el neonato despolarizan
neuronas inmaduras aumentando el calcio intracelular, actuando entonces como excitadores.
Las investigaciones de María Fitzgerald demostraron que el reflejo flexor del prematuro cuando existe
inflamación crónica en la zona estimulada se produce a un umbral más bajo, lo que presupone que existirían
mecanismos de facilitación espinal superior al de los adultos. La hiperexcitabilidad se puede reducir median­
te el bloqueo previo con anestésicos locales en la zona estimulada.
La falta de inhibición produce una respuesta exagerada y generalizada como respuesta tanto a estímulos
de bajo y alto umbral, que gradualmente se vuelve más específico a medida que el sistema nervioso madura.

Consecuencias inmediatas y tardias del dolor neonatal

Respuesta inmediata

La estimulación nociceptiva del neonato produce una repuesta fisiológica, humoral e inmunitaria inme­
diata, que se traduce en aumentos de la frecuencia cardíaca, presión arterial, presión intracraneana y dismi­
nución de la saturación arterial. Así mismo se ha demostrado extensamente que neonatos con inadecuado
plano anestésico presentan aumentos de cortisol, catecolaminas, aldosterona, Glucagon y otros esteroides
adrenales.

Cambios definitivos

La estimulación de aferentes primarios en el neonato, produce activación de la actividad NMDA de mu­


cha mayor magnitud que en el adulto y lleva a la sensibilización central con cambios estructurales y reorga­
nización funcional persistente.
La expresión de protooncogénes C-fos es proporcional a la magnitud y duración del estímulo, con cam­
bios persistentes en la actividad neuronal. Es así como se ha observado en neonatos sometidos a estimulación
repetida con agujas de extracción de sangre, hiperalgesia y menores umbrales de dolor en las zonas estimu­
ladas.
Las heridas de la piel de ratas recién nacidas aumentos en la inervación de la zona lesionada de hasta el
300 %, persistentes en el tiempo y que se asociaron a reducción del umbral doloroso para estímulos mecá­
nicos.
Los niveles de Factor de crecimiento nervioso (NGF) liberados frente a la injuria neonatal son mucho
mayores en que los registrados en adultos y serían responsables de la hiperinervación. Este efecto es mucho
más marcado mientras más cerca del nacimiento se desarrolle la injuria.
El crecimiento de colaterales en nervios periféricos lesionados es más marcado en el neonato, involucran­
do no solo fibras C como en el adulto, sino también fibras A.
246 L as c e f a l e a s y l a s m i g r a ñ a s

La lesión de axones sensitivos cutáneos produce la muerte de neuronas del ganglio anexo a la raíz dorsal por
pérdida de NGF, lo que conlleva deaferentación en la médula espinal y deterioro de segundas neuronas, con
crecimiento rápido (sprouting) de neuronas de fibras sanas mucho más marcado en el neonato que en el adulto.
Estos cambios pueden producir alteraciones en las conexiones hacia tálamo y corteza con potencial dis­
torsión de las representación del mapa corporal.
Encontramos ejemplos de estos cambios persistentes en un modelo clínico cada vez más frecuente en la
medicina actual, como son los neonatos de bajo peso internados en salas de cuidados intensivos neonatales.
Estos niños se encuentran sometidos a una gran variedad de procedimientos dolorosos.
Estos pacientes han mostrado cambios en el comportamiento persistentes luego de estimulaciones dolo-
rosas repetitivas. Por ejemplo prematuros con menos de 1000 gr de peso al nacer, en cuidados intensivos por
largos períodos, presentaron más somatizaciones con origen desconocido que niños de término, testados
entre los tres y cuatro años de vida.
También se observaron cambios prolongados en el comportamiento en pacientes sometidos a circunci­
sión sin anestesia comparado con un grupo de pacientes con anestesia regional.

Conclusiones

La estructura anatómica, funcional y neuroquímica para desarrollar los procesos nociceptivos se encuen­
tran presentes y funcionantes aún antes del nacimiento. Anteriormente se consideraba importante el grado
de mielinización señalándolo como un índice de madurez neurológica pero, no es imprescindible para la
neurotransmisión, afectando únicamente la velocidad de conducción, en menos que se compensa a su vez,
con la escasa distancia entre las intemeuronas tanto en el embrión como en el neonato. Se ha establecido
definitivamente que la nocicepción es un proceso presente en el neonato y que tiene importantes consecuen­
cias cuando el dolor no es prevenido o tratado. Quizás, lo que deberíamos tratar de entender en los niños
menores de tres años, como cuantificar los componentes sensorio/discriminativos y afectivo/motivacional,
sabiendo que el tratamiento del dolor en prematuros, neonatos y niños pequeños no solo debe hacerse por
razones humanitarias sino porque si el control de la estimulación dolorosa no es adecuada se producen tras­
tornos muy importantes en el corto y largo plazo.

Cuadro clínico

Es importante conocer los cambios subjetivos y objetivos del dolor. Uno de los parámetros de dolor más
conocido es el llanto, sin embargo, su ausencia no indica falta de éste. La monitorización continua de neo­
natos expuestos a estímulos nociceptivos ha demostrado alteraciones de las constantes vitales 4, 5, 7 que no
necesariamente son producidas por la enfermedad de base, esto ha dado los fundamentos para entender las
manifestaciones del dolor en esta población.
Los cambios o manifestaciones de dolor en los RN de término y pretérmino son:
1. Llanto.
2. Expresión facial (gesticulaciones: contracción de cejas, párpados, área genolabial y apertura de boca).
3. Movimientos corporales.
Los indicadores fisiológicos del dolor se asocian a cambios en la frecuencia cardiaca y respiratoria, tensión
arterial, saturación de oxígeno (S02), presión intracraneal, respuesta humoral y metabólica (liberación de:
catecolaminas, glucagón, cortisol, hormona del crecimiento y supresión de la secreciónde insulina), sudación
de las palmas y alteraciones vasculares.

Diagnóstico

Chermont y colaboradores realizaron una encuesta en 104 pediatras y detectaron que solo una tercera
parte de los médicos conoce alguna escala para valorar el dolor en los RN, el resto utilizan parámetros sub­
jetivos, como el llanto y la expresión facial, para la evaluación del mismo.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 247

Existen escalas de valoración del dolor en pediatría, por ejemplo la OPS (Objetive Pain Scale) que se
utiliza en niños de cero a tres años de edad; la CHEOPS (Children’s Hospital Eastem Ontario Pain Scale)
que se ha usado en pacientes mayores de tres años postoperados y sujetos a maniobras nociceptivas como
venopunción; la FLACC (Facial expression, Leg movement, Activity, Cry and Consolability) que valora el
dolor en los postoperados de dos meses a siete años de edad, etc. Otras escalas de dolor se han utilizado en
neonatos pero con fines exclusivos de investigación, por ejemplo, la SUN (Scale for Use in Newboms),
COMFORT, DSVNI (Distress Scale for Ventilated Newbom Infants). Otras más, como la NFCS (Neonatal
Facial Coding System) analizan con mucho cuidado las expresiones faciales, pero es “muy prolongada” y
necesitan hasta ocho horas de observación, por lo que es poco práctica.
Para la medición del dolor y seguimiento en el neonato se recomienda el uso de las siguientes escalas:
1. Perfil del dolor en el RN pretérmino (PIPP: Premature Infant Pain Profile)
2. CRIES: (Crying, Requires oxygen to maintain saturation > 95% , Increased vital signs, Expression,
Sleeplessness). Es la más utilizada en pacientes postoperados. La valoración se debe realizar en dos minutos
y se debe revalorar al RN cada dos horas para continuar con el tratamiento
3. Escala para valorar el dolor en el neonato (NDPS: Neonatal Infants Pain Scale). Al realizar algún pro­
cedimiento médico se incrementa la puntuación

Tratamiento

La valoración y manejo del dolor es multidisciplinario por médicos, enfermeras, terapeutas y familiares
que se encuentran en contacto con el neonato.
Consideraciones terapéuticas:
1. Proporcionar calidez humana
2. Manejo gentil
3. Terapia no farmacológica:
® Caricias
• Arrullo
0 Música
0 Chupete
0 Envolver en una manta
° Hablar suave, con tono tranquilo
0 Minimizar la estimulación nociva por las personas
del entorno
0 Posición adecuada
4. Terapia farmacológica
5. Manejo del dolor en el RN con ventilador una manta
6. Abordaje del dolor

Recordemos

Las nuevas concepciones del desarrollo del dolor des­


de prácticamente la concepción llevan a plantear muy
firmemente la necesidad de prevenir el dolor agudo en el
neonato sin importar su edad gestacional. La medicina
alopática utiliciza fármacos como los opioides. Un opioi-
de es cualquier agente que se une a receptores opioides
situados principalmente en el sistema nervioso central y
en el tracto gastrointestinal. Hay cuatro grandes clases
de opioides:
N eonato sin dolor
0 Péptidos opioides endógenos, producidos en el
cuerpo;
248 L as c e f a l e a s y l a s m i g r a ñ a s

N eon ato con dolor leve: se muestra el llanto que N eon ato con dolor de m oderado a grave: se muestra llan­
cede al arrullo e inicio de gesticulación. to que no cede al arrullo e increm ento de la gesticulación
(contracción de cejas, área geno-labial y apertura de cavi­
dad oral).

• alcaloides del opio, tales como morfina (el opioide prototípico) y codeína;
0 opioides semi-sintéticos, tales como heroína y oxicodona;
0 opioides completamente sintéticos, tales como petidina y metadona, que tienen una estructura no re­
lacionada con los alcaloides del opio.
Aunque el término opiáceo es frecuentemente utilizado para referirse a todas las drogas similares al opio,
es más apropiado limitar su alcance a los alcaloides naturales del opio y a sus derivados semi-sintéticos.

Efectos secundarios

Los niños pequeños pueden tener dificultades en comunicar síntomas subjetivos tales como prurito, náu­
sea, estreñimiento y disforia; el niño que aún no habla puede mostrar solamente incomodidad. Si un lactan­
te o niño que no habla se toma irritable o inquieto a pesar de un incremento en la dosis de los opioides, es
importante considerar el tratamiento de presuntos efectos secundarios.
Algunos profesionales de la salud manifiestan preocupación por el potencial de adicción en los niños de
los opioides.
Uno de los efectos secundarios más temidos con el uso de los opioides es la depresión respiratoria.

La osteopatía frente al dolor

La osteopatía dispone de técnicas específicas para


controlar, mejorar y hacer desaparecer el dolor, princi­
palmente bajo el enfoque de la osteopatía craneal.
Contra menos medicamentos se le administren al bebé
y al niño, mejor.
• La técnica CV-4
0 Las técnicas para los diafragmas
0 Movilización de las partes afectadas
• Técnica de liberación (desenmarañamiento) fas-
cial local
0 La eliminación de las correspondientes disfun­
ciones subyacentes es condición necesaria para que los
dolores desaparezcan de una forma duradera.
C apítulo 12

P atología visceral
L a leche: el gran alimento innecesario

Cada vez son más las voces que se levantan en contra del consumo de leche de vaca por parte del ser hu­
mano, y cada vez resultan más concluyentes los estudios que relacionan la ingesta de productos lácteos con
múltiples enfermedades.
La leche y los lácteos constituyen una parte importante de la dieta occidental, desde los medios de comu­
nicación y desde la propia clase médica se nos bombardea continuamente con la necesidad del consumo de
lácteos y se nos propone a éstos como una de las soluciones al cada vez más frecuente problema de la osteo-
porosis. Mientras tanto, las empresas de lácteos se llenan los bolsillos y aumentan su producción para atender
las falsas demandas que ellos mismos crean.
Con este artículo, se pretende dar a conocer el otro lado que siempre tienen todas las cosas, ese lado que
generalmente se trata de ocultar porque va en contra de los intereses económicos de las grandes empresas,
medios de comunicación y del propio gobierno.
Se pretende aclarar porqué la leche de vaca natural no es un alimento necesario para el ser humano y
como, la leche procesada por la industria alimenticia es un verdadero cóctel de tóxicos que más valdría evitar
si de verdad nos interesa nuestra salud y la de nuestros hijos.
El ser humano es el único animal del planeta que bebe leche después del destete, y que, por añadidura,
bebe leche extraída de otro animal.
Los chimpancés y gorilas, genéticamente parecidos al ser humano (idénticos en un 95 %), toman el calcio
de las hojas verdes, al igual que los elefantes, jirafas, vacas...

La leche

Puede que la leche fresca y cruda de vaca, cabra, oveja, camella, yak y otros animales similares tenga mu­
chos elementos y cualidades nutritivas, pero su composición química difiere de la leche humana, y carece del
campo energético humano, de la cualidad de humano. Cuando esta leche es a su vez pasteurizada y homoge-
neizada, y cuando se le añade calcio y vitaminas sintéticas, puede ser cierto decir que es una sustancia total­
mente diferente de la que va directamente del pezón de la madre a la boca de su hijo (sin ni siquiera estar
expuesta al aire), y como tal, tiene que tener un efecto totalmente diferente.
Según el “criterio moderno de nutrición”, la leche (pasteurizada, homogeneizada, vitaminada) es un alimen­
to excelente debido a su riqueza en proteínas y calcio. Vamos a demostrar lo erróneo de esta afirmación.
El sentido común nos hace ver que la leche es para los lactantes y que en la naturaleza los animales adul­
tos no maman y menos de hembras de otra especie. La leche es para mamarla, de hecho, desde que se orde­
ña empieza a estropearse rápidamente. El hombre lo soluciona esterilizándola con calor de manera que
pueda seguir “mamando” de la vaca. Pero, ¿es lo mismo mamar de la madre que mamar de la vaca?
Evidentemente no.
La leche es un alimento para lactantes. Con la edad la capacidad digestiva y metabólica disminuye y la
leche deja de ser un alimento saludable. Para muchas personas los lácteos constituyen la fuente más impor­
tante de toxinas, quizá por la cantidad tan elevada que de ellos consumen.
..Vj

>2 5 2: Pa t o l o g í a v is c e r a l

La toxicidad de los lácteos, no se debe sólo a la generada en la actividad industrial, sino, sobre todo, a la
producida en el propio organismo por el tipo y la cantidad de proteínas que contienen. Son tan ricos en ellas
que algunos autores denominan la leche “carne líquida”.

L a leche m aterna

La leche materna es el único alimento que el lactante recibe en el comienzo de su vida, es por tanto un
alimento completo, capaz de nutrir y hacer crecer rápidamente a los bebés. Es tranquilizadora para el ánimo
y portadora del calor vital que permitirá al niño desarrollar su capacidad de amor y cariño. A esto se debe que
la leche, en general, se venga a asociar con la buena nutrición y con la felicidad, tranquilidad y candor de la
infancia. Hoy en día, rara es la madre que da el pecho a su hijo hasta los 6 meses o más. Así, vemos como cada
día se forman más y más niños con leches artificiales que construyen este mundo artificial en el que vivimos
desprovisto de valores morales y de amor.
Es conocido lo mal que se llevan los niños con las verduras. Muchas madres se quejan de que sus hijos no
comen verduras, suelen ser niños que habitualmente consumen leche y demás derivados lácteos. Estos niños, son
los que más infecciones contraen, los que más cansados se encuentran y los que más mucosidades padecen.
En cambio, los niños que no toman leche, curiosamente son asiduos consumidores de verduras y prácti­
camente nunca padecen este tipo de patologías.
Los bebés alimentados con leche materna, desarrollan sus estructuras óseas mejor que los que lo son ali­
mentados a base de biberones elaborados con preparados de leche de vaca, a pesar de la mayor riqueza en
calcio de estos últimos. La clave parece estar en la relación calcio/fósforo, como veremos más adelante, en la
leche humana hay el doble de cantidad de calcio que de fósforo (relación 2,35:1) y esto favorece la absorción
intestinal y la formación del hueso, mientras que en la de vaca la cantidad relativa de calcio/fósforo es de
1,27: 1 lo que hace que el calcio sea peor absorbido.
La leche humana está hecha para el metabolismo humano y la de vaca para el metabolismo de ese animal.
Si introducimos leche de vaca en nuestro cuerpo tendremos un exceso de proteínas y de calcio (sobre todo,
si la leche es enriquecida con calcio) que el cuerpo tiene que eliminar con trabajo extra. En el adulto medio
actual los mecanismos de eliminación están más bien entorpecidos y ralentizados. Los órganos de ehmina-
ción (hígado, riñones, intestinos, pulmones), saturados de productos generadores de tóxicos desde la infan­
cia, han ido perdiendo su efectividad y el cuerpo se ve obligado a buscar otros caminos de salida a esos
tóxicos, generalmente a través de la piel y mucosas de todos los orificios corporales. La materia que no pue­
de salir genera pus o moco que es el medio ideal para el cultivo de bacterias. Así pues, los productos lácteos
son un terreno abonado para el cultivo de infecciones y... ¿De qué enfermedades están llenas las consultas de
los médicos hoy en día? Todas estas patologías, infecciones repetidas, alergias, problemas de piel, etc., tien­
den a remitir cuando se eliminan los lácteos de la alimentación.
Según Alan Lucas, jefe de Nutrición Infantil de la Unidad Dunn de Nutrición del Consejo de Investigación
Médica de Cambridge (Inglaterra), la leche materna contiene una sustancia desconocida que estimula el
desarrollo mental.
Los niños amamantados tienen un coeficiente intelectual más elevado.
Varias investigaciones muestran que los lactantes que se alimentan con leche de vaca presentan con mayor
frecuencia diabetes de tipo I (insulinodependiente).

Análisis comparativo entre la leche humana y la leche de vaca x 100 g de alimento


ingerido

Las proteínas de leche de vaca son un 82% caseínas y un 18% lactoalbúmina. Los glúcidos son la lactosa.
Las grasas, la mayor parte saturadas y colesterol, mientras que en la leche humana hay mayor cantidad de
ácidos grasos poliinsaturados.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá n¡ u :a

En general observamos una mayor cantidad de vitaminas en la leche humana a excepción de las vitaminas
B l, B2 y B6 que se encuentran en mayor cantidad en la leche de vaca fresca. En el caso de la vitamina C
observamos que la leche materna contiene 5 mg/lOOg mientras que las leches pasteurizadas o uperizadas
contienen 1 mg/lOOg.
La cantidad de proteínas en la leche humana es de unas tres a cuatro veces menor que la de vaca y además
son de diferente composición. La excesiva cantidad de caseína (82%) en la leche de vaca neutraliza la acidez
gástrica favoreciendo las infecciones gástricas. Además, se coagula en grumos gruesos que no pueden ser
bien digeridos. Por otro lado, la leche de vaca contiene casi cuatro veces más calcio que la leche humana. Es,
en efecto, perfecta para satisfacer las necesidades de desarrollo de un ternero que, cuando crezca, pesara tres
o cuatro veces lo que pesa un adulto humano.
La proporción de calcio-fósforo en la leche humana es de 2,35:1 pero en la de vaca sólo es de 1,27:1. En
el tubo digestivo el fósforo puede combinar con el calcio e impedir, en realidad, la absorción del calcio.
Paradójicamente se absorbería menos calcio de la leche de vaca (rica en calcio) que de la leche materna hu­
mana (baja en calcio).
La leche humana tiene algo más de grasa (3,7g) que la leche de vaca pasteurizada (3,5g). En cambio, la
leche de vaca fresca tiene algo más (3,8g). En realidad este valor de la grasa es el que más se asemeja en am­
bas leches, todos los demás son distintos.
La cantidad de glúcidos de la leche humana (7,lg) es superior a la cantidad que se encuentran en la leche
de vaca (4,8g). Esto podría explicar la costumbre de endulzar la leche de vaca. Es decir, el consumo de leche
de vaca o derivados genera una necesidad de glúcidos al organismo, es por eso también, que la leche ha de ir
acompañada de alguna galleta.
La leche humana tan solo tiene 15 mg de sodio, contra los 48 mg de la leche de vaca. Esto unido a la
adición de sal y a los quesos es una de las fuentes del exceso de sodio en las dietas.
En la leche humana la proporción de minerales a proteínas, de proteínas a glúcidos y de glúcidos a agua,
es bastante regular, alrededor de 1:8 a 1:9. Sólo las grasas rompen esta progresión. El bebé necesita energía
para su desarrollo, por eso el alto contenido en grasas, pero no en proteínas. Por otro lado la leche humana
es rica en ácidos grasos linoléico, fundamental para la maduración del sistema nervioso del bebé.
Pero de todas las diferencias la más espectacular es la de las hormonas de crecimiento que junto con el
contenido proteico hacen posible el rápido crecimiento de los neonatos. Mientras un bebé dobla su peso en
6 meses, ganando irnos 7 kilos, un ternero lo hace en 47 días, ganando hasta más de 100 kilos.
Las proteínas de la leche de-vaca “formulada” por la industria para bebés, son estables en el estómago
durante 60 minutos, mientras que las de la leche materna lo son sólo 15. Las proteínas extrañas entran en el
intestino delgado intactas, produciendo una sensibilización prematura que puede ser una causa importante
en el desarrollo del asma y eccemas infantiles.

E l cólico del lactante


La dieta no está siempre implicada en el cólico de los lactantes, pero debe ser uno de los principales sos­
pechosos. La primera culpable: la leche.
Si un lactante presenta cólicos, hay que sospechar inmediatamente de la leche. La idea de que esta afec­
ción pueda estar ralacionada con la leche de vaca data de 1927, pero hasta los años 70 no ganó credibilidad
la idea de que la leche era uno de los alimentos culpables. En la actualidad existen muchos estudios que acu­
san a la leche de vaca como responsable principal del cólico en los lactantes. Basta con suspender los bibero­
nes de leche de vaca para que, en muchos casos, el cólico desaparezca.
Por ejemplo, médicos suecos observaron una rápida recuparación de cuarenta y seis bebés hospitalizados
por cólico cuando se les cambió la fórmula a base de leche de vaca por otra a base de leche de soja.
Investigadores de la Universidad de Edimburgo (Gran Bretaña) tuvieron un éxito casi idéntico en un
estudio con diecinueve bebés con cólico.
254 Pa t o l o g ía v is c e r a l

También las madres que amamantan deben cuidarse de los efectos de la leche de vaca. La leche materna pue­
de portar el peligro del cólico cuando la madre consume leche o sus derivados. Las sustancias de los productos
lácteos culpables de producir el cólico pueden sobrevivir a la digestión, concentrarse a la leche materna y llegar
directamente al organismo del bebé, causando tanto daño como si el bebé hubiese tomado la leche de vaca. La
pediatra sueca Irene Jakobsson demostró, en un estudio sin antecedentes, que doce de diecinueve bebés alimen­
tados con leche materna se liberaron del cólico cuando sus madres suspendieron el consumo de leche de vaca.
En otro experimento, la doctora Jakobsson sometió a las madres de ochenta y cinco lactantes con cólico
a una dieta sin leche durante una semana aproximadamente. El cólico desapareció en cuarenta y ocho de los
bebés (56%) y reapareció en treinta y cinco de ellos tan pronto como las madres reanudaron el consumo de
leche. Un simple vaso de leche de vaca hace que la leche materna pase a la zona de riesgo de cólico, dice la
doctora Jakobsson, del departamento de pediatría, Hospital General de Malmo (Suecia).
Según Anthony Kulcyzcki, inmunólogo y profesor asociado de medicina de la Facultad de Medicina de la
Universidad de Washinghton, la leche de vaca genera el cólico en el lactante debido a una protema molesta:
un anticuerpo bovino que pasa de la sangre de la vaca a la leche.
Los anticuerpos cusantes del cólico permanecen en la leche materna y en los tejidos del lactante durante
un periodo muy largo (una semana o más, en algunos casos) antes de ser eliminados. Esto les da tiempo su­
ficiente para provocar dolor y sufrimiento. También significa que probablemente el alivio no será rápido.
Por lo general no basta con suspender el consumo de leche y esperar dos o tres días para ver si el cólico des­
aparece, aunque así sucede en algunos casos. En más de la mitad de los casos se necesita por lo menos una
semana para ver los resultados en la dieta sin leche de vaca, dice Kulcyzcki.

Las diarreas en los lactantes

En los lactantes que padecen de diarrea hay que:


0 Suspender la alimentación a base de leche de vaca, en el caso de los bebés alimentados con biberones a
base de leche.
• Si el bebé toma el pecho, la madre deberá suspender el consumo de leche y sus derivados, porque a
través de su leche puede trasmitir al bebé los agentes causantes de la diarrea. Es algo que ocurre con frecuen­
cia. Los estudios demuestran que, cuando la madre suspende el consumo de todos los productos lácteos, la
diarrea y todos los demás síntomas de enfermedad gastrointestinal del bebé suelen desaparecer totalmente.
El yogur puede prevenir y hasta curar la diarrea, especialmente “la diarrea del turista”, en el caso de los
niños mayores y adultos. Sin embargo, los expertos no aconsejan dar yogur a los lactantes de menos de un
año. Aunque esto es una práctica común en algunos países del centro de Europa y del Mediterráneo, las
proteínas del yogur, al igual que las de la leche, pueden desencadenar reacciones como diarrea, falta de sue­
ño, cólico, sarpullidos y alergias respiratorias.

Pasteurización

En el proceso de pasteurización se calienta la leche a 74°C durante 15 segundos, seguido de enfriamiento


rápido a 4 °C, de esta manera se destruyen los microorganismos pero también vitaminas y enzimas necesarias
para la digestión de su alto contenido proteico. Estos inconvenientes son mayores en las leches esterilizadas
a altas temperaturas, la U.H.T. de larga duración (calentamiento durante 3 seg. a 150 °C seguido de enfria­
miento a 83 °C y envasado).
La pasteurización hace las grasas más saturadas y la homogeineización facilita el paso a través de las pare­
des intestinales de las finísimas partículas de grasas sin previa digestión, lo que hace que se eleven los niveles
de colesterol y de grasas saturadas
En la leche sin pasteurizar los microorganismos se multiplican rápidamente, esto también ocurre en las
leches pasteurizadas aunque en menor velocidad. A pesar de guardar en la nevera la leche abierta, la pobla­
ción microbiana puede doblarse en 35 horas.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 255

En pruebas realizadas con animales, temeros que fueron alimentados con la leche de su madre previa­
mente pasteurizada no vivieron más de 6 semanas.

Hom ogeneización

La leche se somete también al proceso denominado homogeneización para mejorar su textura. Se re­
duce el tamaño de los glóbulos de grasa al menos diez veces, y esto puede aumentar el riesgo de padecer
ataques de corazón a los grandes consumidores de leche. La razón es que, con los pequeños glóbulos de
grasa, la enzima bovina xantin-oxidasa puede pasar intacta las paredes intestinales, llegar a la sangre, y
destruir un componente de las membranas celulares del tejido cardíaco. Pero no sólo esta enzima, sino que
muchas hormonas ven facilitado su paso directo al torrente sanguíneo por este proceso, según señala el
doctor Oster.

La intolerancia a la lactosa

La lactosa es un disacárido que el organismo tiene que romper para poder asimilarlo. La ruptura la lleva
a cabo la enzima lactasa que va desapareciendo con la edad. En los pueblos de color, que tradicionalmente
no han sido consumidores de leche, (personas de ascendencia asiática, africana, malasia, filipina y los descen­
dientes de los indios americanos) la perdida es total en tomo a los 3 años de edad, mientras que en la raza
blanca va disminuyendo lentamente a partir de los 3 años, prolongándose en los habitantes de países tradi­
cionalmente consumidores de leche.
Las reacciones agudas a la leche, como calambres, hinchazón, gases y diarrea se deben a la falta de lac­
tasa. Esta intolerancia a la lactosa es visto por los médicos actuales como un desarreglo funcional cuando
es perfectamente natural debido a que, fisiológicamente, a medida que la persona crece la producción de
lactasa disminuye hasta casi desaparecer, esto es perfectamente lógico, pues el organismo es el primero
que nos está diciendo que la leche era buena cuando éramos bebés y que ahora ya no es un alimento ne­
cesario.
Hay una relación directa entre la enzima lactasa que hidroliza la lactosa y la melanina responsable del
color de piel. Cuanto mayor sea la concentración de melanina, menor es la de lactasa.
Se puede evitar el problema de la intolerancia a la lactosa tomando alimentos ya fermentados, como el
yogur, preferiblemente natural y no azucarado, y el kéfir de agua, donde la lactosa se ha convertido en ácido
láctico. Además, estos productos ayudan a mantener un buen equihbrio de la flora intestinal, es decir, de las
bacterias que nos ayudan y favorecen nuestro sistema inmunológico.
Una leve intolerancia a la lactosa pasa desapercibida pero, poco a poco va creando un déficit de hierro que
se observa en niños alimentados con leche de vaca. La irritación creada por la fermentación hace que los
intestinos sangren cantidades inapreciables pero continuas.
Además la lactosa es un potenciador de la asimilación de metales pesados (cadmio, plomo y mercurio)
altamente tóxicos para el organismo y que se encuentran, gracias a la contaminación, en casi todos los ali­
mentos.

E l “estrés” del sistem a inmunitario

El bebé humano asimila perfectamente la caseína de la leche materna, pero no puede hacer lo mismo con
la caseína de la leche de vaca, que pasan al intestino parcialmente digerida, debido al efecto neutralizante que
ejerce la leche sobre la acidez estomacal necesaria para su ruptura. Este problema se agrava en los adultos, ya
que con la edad disminuye la cantidad de renina gástrica, que es la primera enzima necesaria para comenzar
la ruptura de las grandes moléculas de caseína.
256 Pa t o l o g í a v is c e r a l

La caseína no hidrolizada (no digerida) es una sustancia viscosa (se emplea como pegamento en relojería
y en carpintería), que en algunas personas se deposita en los folículos linfáticos que rodean al intestino, im­
pidiendo la absorción de otros nutrientes y contribuyendo a la fatiga crónica y a alteraciones intestinales
diversas. Los fragmentos pequeños procedentes de la hidrólisis parcial de la caseína pueden atravesar en
ciertas condiciones las paredes intestinales y desencadenar una respuesta inmunológica que sobrecarga al
hígado, bazo y riñón. Si no consiguen ser eKminados se adhieren a capilares sanguíneos o pasan a los líquidos
intersticiales alterando diferentes estructuras.
Dos de las 25 proteínas antigénicas de la leche de vaca, la caseína y la gammaglobulina bovina, son alta­
mente inmunogénicas, lo que quiere decir que plantean una fuerte demanda al sistema inmune para producir
grandes cantidades de anticuerpos.
Otra complicación que resulta del consumo de la leche de vaca es la nefrosis, grupos de investigadores de
diferentes universidades han identificado esta enfermedad en niños con edades de entre 10 y 14 años. Cuando
la leche era eliminada de la dieta de estos niños, la perdida de proteínas en la orina cesaba y se recuperaban
rápidamente. Se cree que es debido a la sobrecarga que recibe el riñón al intentar eliminar los complejos
antígeno-anticuerpo de la caseína.

Diabetes infantojuvenil

Son varios los estudios científicos que muestran la relación entre las proteínas de la leche de vaca y la
diabetes juvenil.
Según los doctores Hans y Michael Dosh del hospital infantil de Toronto, los anticuerpos originados en
el organismo de los niños por la ingesta de leche animal, reacciona con la molécula p69 de las células de los
islotes de Langerhans del páncreas, lo que explica el espectacular aumento de la diabetes en los años 60 en
EE U U y Europa (New England Journal of Medicine. Julio 1992).
Otro estudio realizado en Finlandia revela que los niños diabéticos tienen por lo menos ocho veces más
anticuerpos frente a las proteínas de la leche que los niños sanos (Diabetes Research 7 (3): 137-140. Marzo
1988).
De múltiples estudios podemos deducir que niños que no se han expuesto a los lácteos en tempranas
edades tienen un riesgo muy bajo de desarrollar diabetes. Es decir, que serian necesarias cantidades de lác­
teos muy pequeñas para desencadenar diabetes en niños genéticamente predispuestos.

E l Calcio

Siempre que se sugiere que han de evitarse la leche y sus derivados, surge la inevitable pregunta: ¿Y de
donde voy a sacar el calcio? Se nos ha hecho un lavado de cerebro para que creamos que sólo lo encontramos
en la leche, pero, ya sabemos que grandes animales no consumen precisamente leche para mantener sus
grandes osamentas, por el contrario, consumen alimentos naturales, es decir, hojas, hierba y otras materias
vegetales.
La leche humana contiene menos calcio que la de vaca. Sin embargo, el bebé que mama absorbe mejor el
calcio de la leche materna que los bebés que no maman y toman leche de vaca. La razón, entre otras, parece
estar en el contenido en fosfatos mayor en la leche de vaca que en la materna. Los fosfatos en exceso pueden
combinarse con el calcio en el tracto digestivo impidiendo su absorción, como ya hemos visto.
La cantidad de calcio en la dieta, es sólo uno de los factores que determinan cuanto calcio es asimilado.
El organismo puede autoregularse en casos puntuales de déficit de calcio en la dieta. En este caso, la ab­
sorción intestinal aumenta y la excreción renal disminuye. Así ocurre en el crecimiento, en el embarazo y en
la lactancia.
100 gramos de leche de vaca contiene entre 100 y 120 mg de calcio.
r

T r a ta d o i n t e g r a l d e o s te o p a tía p e d iá tr ic a ?^¡7

Alimentos ricos en calcio

Por 100 gramos mg


Alga hijiki 1400
Alga wakame 1300
Alga arame 1170
Semillas de sésamo 650
Agar-agar seco 625
Alfalfa 525
Polen 480
Mostaza fresca 310
Nabo fresco 267
Almendras 252

Perejil 250
Cacao en grano 247
Avellanas 243
Levadura de cerveza seca 217
Acelga 200

Soja y derivados 200


Col rizada 200
Berros 200
Higos secos 190
Altramuces 180
Diente de león 170
Alga kelp 168

Pistachos 136
Nuez de Brasil 130

Alga espirulina 118


Cacao en polvo 114
Brécol 113

Espinacas 106
Pipas de girasol 100
Hinojo 100

Avena en grano 66

Garbanzos 45

Nota: las sopas preparadas con huesos (de pescado o de ave) y con una cucharada de vinagre de vino,
(extrae el calcio), son una fuente de calcio excepcional.
258 Pa t o l o g ía v is c e r a l

E n tre los elem entos que dificultan la absorción de calcio tenem os:

— Los antiácidos — Azúcares


— La fibra — Café
— Los fosfatos procedentes de los aditivos químicos — Proteínas
— Los carbonates y los oxalatos

E n tre los elem entos que favorecen la absorción de calcio tenem os:

— Un correcto medio ácido en el estómago (los complementos de calcio no deben ser en forma de car­
bonates que neutralizan la acidez del estómago, son mejores los citratos).
— La presencia en los intestinos de vitamina D activa que se consigue naturalmente tomando el sol o
comiendo pescado azul y teniendo en buenas condiciones los órganos hígado y riñón y no comprando
productos enriquecidos con vitamina D sintética.

D ieta sin lactosa

Alimentos que contienen lactosa. A evitar

• Leche entera, semidesnatada y desnatada


• Mantequilla y margarina
• Queso
• Yoghourt y mousse de quesos frescos tipo Petit Suisse
® Galletas, dulces, confituras, flan
• Productos de pastelería
• Helados
• Chocolates, caramelos, chicles
• Jamón de York y mortadelas
8 Croquetas y bechameles
• Alimentos y zumos enlatados o embotellados
• Pastas alimenticias (fideos, macarrones, sopas...)

Ejem plo de dieta sin lactosa (para niños entre 1 y 5 años)

Desayuno

Agua tibia con polvo de leche sin lactosa (o leche de soja, arroz, avena, almendras...), agitar y añadir ce­
reales infantiles, de 2 a 5 cucharadas.

Comida

Primer plato: caldo vegetal (puré de verduras), patata con zanahoria, puré de patatas, patata con judías
verdes (vainas), sémola de trigo, sémola de arroz, sopa de tapioca.
Segundo plato: (para mezclar con el primer plato o no, según el gusto o preferencia del ruño). Pollo her­
vido, a la plancha o frito, ternera, cordero, patatas fritas.
Postre: fruta del tiempo, bien lavada antes y, preferiblemente sin pelarla.
T r a t a d o i n t e g r a l d e o s t e o p a t í a im íijiá t h ic a 1 5 ')

M erienda

Agua tibia con polvo de leche sin lactosa (o leche de soja, arroz, avena, almendras...), pan con jamón de
pavo; fruta del tiempo.

Cena

Semejante a la comida de mediodía (alternando los platos)


Leche sin lactosa (o leche de soja, arroz, avena, almendras...)

Fórm ulas exentas de lactosa

Actualmente disponemos en el mercado de una gran variedad de fórmulas lácteas especiales, exentas de
lactosa, para el tratamiento de la intolerancia a la lactosa en el niño. Según el origen de su composición pro­
teica se clasifican en:
— Caseinatos / Proteinatos
— Fórmulas a base de proteínas de soja
Ninguna de ellas tiene lactosa como hidratos de carbono.
Existen también otras fórmulas más sofisticadas para el tratamiento de intolerancias a proteínas de leche
de vaca (muy distintas a la intolerancia a la lactosa), en las cuales las proteínas son totalmente hidrolizadas, y
que tampoco contienen lactosa.
Caseinatos / Proteinatos. Fórmulas especiales exentas de lactosa, en las que el aporte proteico es un 60
% de suero desmineralizado y un 40 % de caseinato cálcico. Como hidratos de carbono contienen dextri-
nomaltosa, polímeros de glucosa y/o sacarosa. Contienen además proteínas de leche de vaca como alfa-lac-
toalbúmina y beta-lactoglobulina.
Soja. Son fórmulas lácteas especiales exentas de lactosa elaboradas a base de proteínas de soja. Son uti­
lizadas para el tratamiento de la intolerancia a la lactosa y en alguna ocasión también para el tratamiento de
la intolerancia a proteínas de leche de vaca (aunque la soja también es alergénica).
Nota: en cualquier herbolario ya es posible encontrar todo tipo de leches vegetales para alimentar a los
bebés desde el primer día de vida, con total garantía.

Guía práctica para una alimentación vegana durante el embarazo e infancia

Introducción

Desde el momento en que se decide seguir una alimentación vegana durante tu embarazo, tanto amigos
como familiares y la comunidad médica se tomarán en feroces críticos de esta decisión aludiendo a lo poco
aconsejable que eso será tanto para ti como para el bebé. Se experimentan situaciones de oposición que nun­
ca se pueden imaginar.
Es una auténtica hipocresía que la clase médica critique la alimentación vegana durante el embarazo,
lactancia e infancia, cuando es posiblemente la manera más sencilla y demostrada de garantizar salud y ar­
monía, y sin embargo aconsejan el consumo de subproductos alimenta?ios como los lácteos.
Lo que siempre hay que recordar es que una dieta variada totalmente vegana aportará tanto a la madre
como al bebé todos los nutrientes necesarios durante el embarazo, el amamantamiento y la infancia conti­
nuando en los años adolescentes y adultos. De hecho, no existe nutriente alguno que la dieta vegana no
pueda aportar. Numerosos estudios han demostrado que las mujeres veganas por lo general tienen embara­
zos más saludables y sus hijos crecen fuertes y sanos.
260 Pa t o l o g ía v is c e r a l

Nota: se recomienda evitar el consumo de cacahuetes durante el embarazo y cuando se esté amamantan­
do para reducir el riesgo de posibles alergias en el niño.

Sección 1 - Em barazo

La importancia de una buena nutrición

Diferentes estudios realizados en los años 90 demuestran que la dieta que la mujer embarazada siga y la
alimentación del bebé en el primer año de vida repercutirá en la salud del niño 40, 50 o incluso 60 años más
tarde.
Durante el embarazo la CDR (cantidad diaria recomendada) de todos los nutrientes aumenta en un 10%
aproximadamente, respecto a la CDR de las mujeres adultas, excepto en el caso de los folatos, el hierro, el
calcio, y las vitaminas B1 y B6, que aumenta mucho más.

Los primeros meses

Durante el embarazo se recomienda un incremento de vitaminas y minerales pero sin embargo el incre­
mento calórico es relativamente pequeño. El peso que se gane dependerá de cada mujer. Por lo general en
el primer trimestre se gana muy poco peso. En el segundo y tercer trimestre medio kilogramo por semana
es lo normal. En caso de que no se perciba aumento de peso o éste sea muy lento, debe de incrementarse el
consumo calórico. Si ocurre lo contrario y se gana mucho peso y rápidamente, entonces habrá que observar
un poco más de cerca la alimentación que se está llevando. Asegúrate de reemplazar los dulces y comidas de
muy alto contenido graso por fruta fresca, verduras, legumbres y cereales integrales (pan integral, arroz, etc).
Si consideras que tu dieta es lo suficientemente sana entonces céntrate en hacer ejercicio diariamente.
Caminar, nadar, etc.
Durante el primer trimestre no es necesario en absoluto incrementar la ingesta calórica. Sin embargo
para asegurar el aumento de peso durante el segundo y tercer trimestre, se aconsejan unas 300 calorías extra.
Asegúrate de obtener esas 300 calorías de fuentes que te aporten vitaminas y nutrientes. Así pues en vez de
beber 2 latas de coca cola, toma 300 calorías de frutas y verduras.
La ingesta de alimentos debería de repartirse en pequeñas comidas a lo largo de todo el día. Nunca olvi­
des el desayuno y come un almuerzo bastante copioso. Es muy importante asegurarse de abastecer al feto
con un suministro de nutrientes constante. El feto no lleva nada bien el pasar muchas horas sin comer.
A continuación se muestran varios ejemplos de nutrientes necesarios para un cuerpo sano y los alimentos
que aportan dichos nutrientes:
1. Cereales: cebada, arroz, trigo (pan, pasta), avena, mijo, maíz, etc.
2. Legumbres: constituyen la mejor fuente de folatos y una de las mejores de hierro: alubias, guisantes,
lentejas.
3. Frutos secos y semillas: toda clase de frutos secos, mantequillas de frutos secos, semillas de calabaza,
de girasol y de sésamo.
4. Hortalizas y verduras: Son básicas en el menú diario. Tanto frescas como cocidas.
0 Las ensaladas. Bien lavadas, proporcionan fibra, minerales y vitaminas.
0 Las espinacas. Por su riqueza en hierro y vitamina E.
• E l brócoli y la coliflor. Por su aporte de calcio.
5. Frutas: frescas y secas. Las embarazadas deben aumentar el consumo de todas ellas, especialmente de
las siguientes:
0 Manzanas y ciruelas. Evitan el estreñimiento.
0 La piña natural. Ayuda a combatir la pirosis (ardor en la boca del estómago) típica del embarazo
0 Los cítricos. Previenen los resfriados y aumentan la absorción de hierro.
0 La uva y los higos. Por su riqueza en hierro.
T r a t a d o i n t e g r a l d e o s i e o i w i ía im d i á t k i c a 261

Fuentes veganas de nutrientes fundamentales

Proteínas

Cereales integrales (harina y pan integral, arroz integral), frutos secos (almendras, nueces de brasil, ave­
llanas, anacardos), semillas de girasol y calabaza, legumbres (guisantes, lentejas, habas), harina y leche de
soja, tofu.

Carbohidratos

Cereales integrales (trigo, avena, cebada, arroz), pan integral, pasta y otros derivados de harina, lentejas,
habas, patatas, fruta fresca y seca.

Grasas

Frutos secos y semillas, aceite de frutos secos y semillas, margarina vegana, aguacates.

Ácidos grasos esenciales

Existen dos ácidos grasos polisaturados que el cuerpo no elabora por sí mismo y éstos son el ácido lino-
leico (grupo omega 6) y el ácido alfa-linolénico (grupo omega 3).
Acido linoleico - Aceite de girasol, de maíz, de prímula natural y de soja.
Acido alfa-linolénico - Aceite de semillas de lino, semillas de calabaza, nueces, soja y cañóla (colza).

Vitaminas

A - Zanahorias, espinacas, calabazas, tomates, verduras de color verde oscuro y margarinas veganas.
B - Frutos secos, cereales integrales, avena, muesli, legumbres, extracto de levadura (Marmite), verduras
de hoja verde oscuro, patatas, setas y frutas deshidratadas.
B12 - Alimentos fortificados como extractos de levadura, leche de soja, margarinas veganas, hamburgue­
sas vegetarianas. Posiblemente: alimentos fermentados (tamari, miso y tempeh) y algas marinas (hijiki, waka-
me, espirulina).
C - Frutas cítricas (naranjas, limones y pomelos), cerezas, frambuesas, verduras de hoja verde oscuro y
patatas.
D - Exposición moderada a la luz solar, algunas leches de soja y margarinas veganas fortificadas.
E - Frutos secos, semillas, cereales y harinas integrales y aceites vegetales.
Ácido fólico - Germen de trigo, verduras de hoja verde oscuro (brécol, espinacas, berros), levadura y
extractos de levadura, frutos secos, guisantes, habas, naranjas, dátiles, aguacates, cereales integrales.
Minerales
Calcio - Melaza, semillas, frutos secos, algarroba, legumbres (granos de soja, tofu, judías, soja fermenta­
da o miso), perejil, higos (secos), algas marinas, cereales (avena por ejemplo), leche de soja fortificada.
Hierro - Semillas, frutos secos, legumbres, miso, cereales, frutas deshidratadas, melaza, algas marinas,
perejil, verduras de color verde oscuro, utilizar cazuelas y sartenes hechas de hierro.
Zinc - Germen de trigo, cereales integrales (pan integral, arroz, avena), frutos secos, legumbres, tofu,
proteína de soja texturizada, miso, guisantes, perejil y brotes de soja.

Agua

El embarazo es un estado dominado por el agua y es por ello que la mujer embarazada requiere de canti­
dades extra de agua para crear sangre adicional para ella, para su bebé y los seis cuartos de líquido amniótico
que tiene en su útero. Deberían de intentar beberse entre 6 y 8 vasos diarios como mínimo en forma de agua
262 Pa t o l o g í a v is c e r a l

pura, zumos de frutas o zumos vegetales. La cantidad de agua que se necesita en este periodo (entre 2 y 3
cuartos diarios) se puede obtener con facilidad de frutas, verduras, sopas y ensaladas que contienen gran
cantidad de agua.

Más información sobre algunos nutrientes fundamentales para mujeres embarazadas

Ácido fólico

Las mujeres embarazadas deben de asegurar una ingesta de ácido fólico adecuada para proteger al feto de
defectos neurológicos tales como la espina bífida. Diversos estudios muestran que la dieta vegana cuenta con
numerosas fuentes de ácido fólico. Se recomienda a las mujeres intentando concebir, y a las que ya están
embarazadas, tomar un suplemento de ácido fólico así como consumir alimentos ricos en éste. En Gran
Bretaña en 1991 las recomendaciones para mujeres embarazadas eran de 300 ug diarios y para las mujeres
amamantando 260 ug diarios. Todas las mujeres intentando concebir deberían de tomar unos 400 ug diarios
y continuar tomándolos durante las primeras 12 semanas.

Vitamina B12

Las mujeres embarazadas no precisan más que la cantidad media de 1.5 ug diarios de vitamina B12. Las
mujeres que amamantan precisan de 2 ug diarios. Durante el embarazo, los propios depósitos de B12 del
organismo de la mujer no están disponibles para el feto, que obtiene su propio suministro a partir de la in­
gesta actual de la madre de esa vitamina. Si la ingesta de B12 durante el embarazo es baja, el feto no contará
con almacenes apropiados de esta vitamina y podrá sufrir deficiencias tras el parto a pesar de que la madre
no presente síntomas clínicos de deficiencia.

Calcio

Diferentes estudios han mostrado que la ingesta de calcio de los veganos es adecuada y no se conocen casos
de deficiencia. El alto contenido en boro (abundante en frutas y vegetales) de la dieta vegana junto con la ex­
clusión de carnes, contribuyen a que el organismo conserve el calcio. Estudios llevados a cabo sobre los huesos
de veganos y vegetarianos muestran que el riesgo de padecer osteoporosis no es mayor, e incluso puede ser
inferior, al de los omnívoros. En Gran Bretaña se recomienda una ingesta de calcio de 1250 mg diarios para
mujeres amamantando. Sin embargo no se precisa de cantidades extra de calcio durante el embarazo.

H ierro

Las mujeres embarazadas y amamantando no precisan de cantidades extra de hierro ya que el hecho de
que no pierdan hierro durante la menstruación hace que esa cantidad extra que se necesita ya esté facilitada
naturalmente. Sin embargo, en los EE.UU . se recomiendan 30 mg diarios de hierro para la mujer embara­
zada que es el doble de la cantidad para una mujer no embarazada.

Z in c

Se han encontrado evidencias de que ciertas malformaciones en bebés se han debido a una insuficiencia
de zinc en sus madres. La leche humana no es una buena fuente de zinc, y durante los meses que se amaman­
ta el bebé, éste recurre a las reservas que fue haciendo en los últimos 3 meses de gestación. Es por ello que
algunos bebés prematuros pueden presentar deficiencias de zinc. La ingesta de zinc en veganos adultos es
similar a la de los omnívoros. Las mujeres entre los 19-50 años deberían de tomar 12 mg diarios. Se reco­
mienda una ingesta mayor durante el embarazo: 15 mg.
.T r a t a d o i n t e g r a l d e o s i t .o p a t i a p s -.í j i .v i h u ía 2 < ii

Sugerencias de menú durante el embarazo

Desayuno Comida
• Tostada de pan integral untada con margarina 0 Sandwich de queso de soja o tofu y ensalada
vegana y “Marmite” (otro extracto de levadura). ° Hambtu-guesa vegetal, panecillo de pan integral,
• Cereales calientes y frutas deshidratadas cubier­ lechuga, tomates, germinados. Ensalada verde
tas de nueces ° Sopa de verduras y alubias, con patata cocida
• Muesli y fiuta fresca con leche de soja fortificada ° Pastel de fruta
0 Tofu revuelto con cebolla y pimientos sobre tos­
tada de pan integral Cena
0 Tostadas de pan integral untadas con margarina • De primero: sopa de verduras y/o ensalada ver­
vegana y mantequilla de frutos secos de
° Alubias cocidas y setas fritas sobre tostada inte­ • Como plato principal: lasaña vegana, espaguetis
gral a la boloñesa, potajes, pizza, arroz con tofu y
verduras, etc.
Almuerzo
• Postre: fruta fresca en macedonia y helado o fru­
° Fruta fresca y deshidratada ta y natillas hechas con leche de soja fortificada o
0 Frutos secos tarta de manzana y crema de soja o pasteles (de
0 Batidos de frutas (fruta y leche de soja fortifica­ fruta, esponjoso de vainilla, de chocolate, de al­
da) garroba) o tarta de queso de tofu
0 Crackers integrales y paté vegetal
0 Yogures (versión vegana disponible en tiendas de
nutrición natural)

Bebidas

Agua, zumos de fruta, batidos con leche de soja, infusiones.

El peligro de consumir café

Los descendientes de ratas que fueron expuestos a la cafeína durante el embarazo, nacieron con un cuer­
po, hígado, y cerebro más pequeño, comparados con aquéllos que no fueron expuestos. El comportamien­
to de las ratas fue igualmente dé agresivo no importa si recibieron café descafeinado o no comparado con
aquéllos.
Pequeñas cantidades de cafeína consumida durante el embarazo causaron disfuncion del sistema nervioso
en animales de laboratorio. Estos cambios no se manifiestan enseguida del nacimiento. Estos cambios puden
durar hasta la etapa adulta. Algunos de estos cambios pueden pasar hasta la siguiente generación.
Madres que consumen cafeína en cualquier forma, corren el riesgo de dar a luz un bebé de bajo peso. Un
estudio del departamento de Salud Pública de Massachusett reveló que la cafeína puede causar retardo del
crecimiento.
Durante el embarazo el metabolismo de la cafeína se prolonga (hasta 11 horas), lo cual puede aumentar
la posibilidad de un acumulamiento excesivo en el cuerpo. El corazón del feto ha demostrado sensibilidad al
efecto de la cafeína tan temprano como el primer trimestre.
Estudios en animales sugiere que la ingesta de cafeína durante el embarazo puede causar un desarrollo
anormal y cambios corporales en el manejo del colesterol y el zinc.
El uso de la cafeína antes y durante el embarazo aumenta los riesgos de pérdida del feto. Seis o más tazas
de café al día aumentan los riegos de aborto espontáneo en especial durante el segundo trimestre. Los efec­
tos pueden durar hasta 11 horas en la mujer embarazada y hasta 100 horas en el bebé. La vida media de la
cafeína en el cuerpo se dobla en las mujeres que toman contraceptivos orales.
264 Pa t o l o g ía v is c e r a l

Un equipo de investigadores suecos y norteamericanos revelaron que aquellas mujeres que consumen
más de 100 miligramos de cafeína tuvieron más abortos que las que ingirieron menos. Si tomaban más de
500 miligramos, este riesgo aumentaba el doble
Por otro lado un estudio hecho en Conectica demostró que el consumo aunque sea poco, aumenta las
posibilidades de aborto espontáneo, en especial durante lor primeros dos trimestres. Un estudio similar en
España, demostró lo mismo.
Una disminución del flujo sanguíneo placentario se presenta en las mujeres que toman más de dos tazas de
café al día, en especial durante el ultimo trimestre del embarazo. Esto conlleva retraso en el crecimiento fetal.

NÁUSEA M A TU TIN A

Consejos para aliviar la náusea matutina:


• Se recomienda comer 5 o 6 comidas diarias e intentar siempre comer algo cada pocas horas porque si
se siente hambre la sensación de malestar puede incrementarse.
• Evitar comidas grasientas y fritas ya que el cuerpo tarda mucho en digerirlas.
• Si el olor de la comida mientras cocinas te hace sentir extraña, pídele a alguien que cocine y sal a dar
un paseo mientras tanto o come alimentos fríos como sandwiches, cereales, yogures de soja, mantequillas de
frutos secos / semillas, fruta...
° No te acuestes justo al acabar de comer.
• Deja unas galletitas o trozos de pan o cereales en la mesilla o cerca de tu cama y come un poquito antes
de levantarte tanto durante la noche como por la mañana.
• Intenta mezclar diferentes alimentos como puré de patata con verduras picadas o verduras y arroz ya
que los alimentos con almidón suelen apetecer más que las verduras.

Alimentos y productos a evitar especialm ente durante el embarazo

CARNES CURADAS

Diversas investigaciones muestran que la ingestión de carnes curadas durante el embarazo (jamón, embu­
tidos, bacon, etc.), aumenta el riesgo de que el hijo sufra diversos tipos de tumores del sistema nervioso,
como el cáncer cerebral.

• Pruebas experimentales

Investigaciones realizadas en la Universidad del Sur de California con animales de experimentación, han
puesto de manifiesto que, al administrar nitrito sódico y otros precursores de las nitrosaminas a hembras
gestantes, se produce una gran incidencia de tumores cerebrales en sus descendientes.

0 Pruebas estadísticas

— Según el estudio citado en el párrafo anterior, el riesgo de que un niño presente cáncer cerebral es más
del doble si su madre consumió carnes curadas durante el embarazo, que si no lo hizo. Una ingesta elevada
de vitaminas C y E, que se encuentran sobre todo en las frutas y frutos secos oleaginosos, protege parcial­
mente del efecto cancerígeno de las carnes curadas.
Frutos secos oleaginosos: semillas pobres en agua (menos del 50 %) y ricas en grasa: anacardo, nuez,
almendra, avellana, cacahuete, pipas de girasol, de calabaza, semillas de sésamo y de coco.
— Otros estudios muestran que las mujeres embarazadas que toman uno o más hot-dogs (perritos calien­
tes) o salchichas por semana, tienen un 230% más de riesgo que aquellas que no los consumen, de que sus
hijos presenten tumores cerebrales.
El efecto cancerígeno de los nitritos empleados en el curado y conservación de la carne es bien conocido.
Y lo realmente sorprende es que pueda manifestarse también en la descendencia de las mujeres embarazadas
que los ingieren.
T r a t a d o in t e g r a l d e os r r m w i í a im -.i j í á i h i c a 265

Inconvenientes de los nitritos

Los nitritos son sales tóxicas a dosis moderadas. Al reaccionar con la hemoglobina de la sangre, la trans­
forman en metahemoglobina, incapaz para transportar el oxígeno. La dosis mortal de nitrito para un adulto
es aproximadamente de un gramo, cantidad que se encuentra en unos cinco kilos de jamón curado. La can­
tidad de nitrito que se ingiere con una ración de jamón, es obviamente muy inferior a la dosis mortal. El
organismo es capaz de neutralizar el efecto tóxico agudo de pequeñas dosis de nitritos. Sin embargo, persis­
te su acción cancerígena a medio y largo plazo.

CONTAM INACIÓN PO R PESTICIDAS

Los pesticidas organoclorados como el DOT, los PCB (ditenilos policlorados) y las dioxinas, que se en­
cuentran en los alimentos contaminados, atraviesan la barrera placentaria y pasan de la madre al feto.
Los pesticidas resultan muy tóxicos para el nuevo ser, produciendo, entre otras cosas, alteraciones en el
desarrollo cerebral. Estas se manifiestan durante la infancia como trastornos de la conducta y pérdida de
memoria.
Las carnes, los pescados, los lácteos y las frutas de cultivos tratados son las principales fuentes alimentarias
de pesticidas, según un estudio realizado en la Universidad McMaster de Ontario (Canadá).
Una alimentación vegetariana en la que las frutas sean de cultivo biológico, es la que menos pesticidas
aporta, según este estudio.

DROGAS TÓ XICAS

Las sustancias tóxicas que se hallan en las bebidas alcohólicas, en el tabaco, en los opiáceos, en la coca, en
la marihuana o hachís, e incluso en el café, circulan por la sangre materna, atraviesan la placenta y alcanzan
al feto.
El daño que le producen al hijo en formación se manifiesta ya en el momento del nacimiento con un
menor peso y vitalidad; pero no acaba ahí, sino que sus secuelas persisten durante años.
La nicotina del tabaco y otras drogas también pasan a la leche, afectando negativamente al bebé.
El consumo de drogas tóxicas durante el embarazo y la lactanda constituye una grave amenaza para la
salud de los niños.

O tros productos a evitar durante el embarazo y la lactancia

Los lácteos

En los niños están relacionados con las siguientes patologías:


0 Cólico del lactante
• Diarrea del lactante
® Diabetes infantojuvenil
• Intolerancia a la lactosa
• Agotamiento del sistema inmunitario, haciéndolos más vulnerables a las infecciones y a enfermedades
directamente relacionadas con el sistema inmunitario.
• Obesidad infantil
• Acumulación de mucosidades
• Asma
• Alergias
• Patologías cutáneas (eccemas, dermatitis...)
• Impide la eliminación de tóxicos del organismo
266 Pa t o l o g fa v is c e r a l

Carne de cerdo y sus derivados


En los niños están relacionados con las siguientes patologías:
• Apendicitis
® Sinusitis
• Patología intestinal
• Gastroenteritis
° Eccemas agudos
• Obesidad infantil
• Alergias
• Diabetes
• Asma
° Dermatitis
• Gripe
® Fiebre

Coca-cola
En los niños está, supuestamente, relacionada con las siguientes patologías:
® Obesidad infantil
• Diabetes
® Caries
® Acidificación del organismo
® Anemia
® Pérdida de calcio
° Infecciones
® Insomnio
• Cefaleas
• Déficit de vitamina B6 (depresión, convulsiones, fatiga, alteraciones de la piel, grietas en la comisura
de los labios, lengua depapilada, convulsiones, mareos, náuseas, anemia, piedras en el riñón...).
® Hiperactividad

La sal
Durante el embarazo se recomienda no ingerir más de 2 gramos al día, en particular durante los dos últi­
mos meses, con objeto de facilitar el parto.

Azúcar

En los niños está relacionado con las siguientes patologías:


• Acidificación del organismo
• Pérdida de calcio
® Caries
• Infecciones
• Inmunodepresión
• Obesidad infantil
® Colesterol
• Hiperglucemia
0 Miopía
° Dermatitis seborreica
® Ansiedad
• Malformaciones y superposición de los dientes
° Hiperactividad
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía im u iiá t k ic a

° Pérdida de vitaminas del grupo B, especialmente la B1 (trastornos nerviosos)


° Déficit de atención, por la pérdida de vitaminas del grupo B
° Problemas víricos

Hamburguesas de McDonalds o similares

El 80% de los componentes de estos subproductos alimentarios es de origen sintético, lo que los convier­
te en plástico más que en comida.
Tienen gran cantidad de sal, grasas saturas y trans y pocas propiedades nutritivas.

Sección 2 - Amamantar y leche de fórmula

Dar el pecho es lo m ejor

La comida ideal para el bebé vegano recién nacido es la leche de su madre. La leche materna tiene mu­
chos beneficios para el bebé ya que refuerza el sistema inmunológico, protege contra infecciones y reduce el
riesgo de alergias. Además dado que esta leche está creada sólo y específicamente para el bebé contiene sus­
tancias esenciales todavía desconocidas que no se encuentran en ninguna leche de fórmula en el mercado.

Leche de fórmula y leche de soja

Si por cualquier razón se decide no amamantar al bebé, se recurrirá a la leche de fórmula.


• Leche de soja de fórmula ‘Farley’, hecha por Heinz. E n farmacias. Desde el primer día.
0 Sojainstant plus, de Granovita. E n herboristerías. Desde el primer día
Es importante tener en cuenta que no se puede sustituir con leche de soja convencional la leche de soja de
fórmula, ya que la primera no contiene la cantidad apropiada de proteínas, grasas, carbohidratos, vitaminas y
minerales necesarias para una comida completa. No se debería de dar leche de soja a bebés menores de 6 meses
ya que los niveles de protema son demasiado altos y no es aconsejable demasiada protema en este período.
Se recomienda no introducir otros alimentos aparte de la leche en la dieta de los lactantes antes de los 4
meses, pues esto aumenta el riesgo de que los bebés sufran eccema, otras manifestaciones de tipo alérgico y
enfermedades digestivas.
Para reducir la frecuencia de alergias alimentarias, así como de eccema o dermatitis atópica, se recomien­
da no intraducir el trigo, los huevos y el pescado hasta después de los 12 meses y los cacahuetes (maní), >
hasta los 3 años.

La m ejor dieta para madres que amamantan

La mejor dieta para mujeres cuando amamantan es muy similar a la recomendada durante el embarazo.
Las cantidades recomendadas de calorías, proteínas y vitamina B12 son un poco superiores, la de vitamina A
alimenta hasta 1300 ug y la vitamina C aumenta hasta 95 mg. Las de hierro son inferiores que durante el
embarazo (15 mg), así como la de folatos (280 ug).
Se recomienda consumir unas 500 calorías más de lo que normalmente se consume.
Debería de llegarse a los 2.0 mg diarios de B12.
Los requisitos proteicos también se incrementan hasta los 56 g de proteínas diarios desde que el bebé
nace hasta que tiene 6 meses. A partir de los 6 meses esta cantidad puede reducirse hasta los 53 g de proteína
diarios.
A continuación mostramos una guía de referencia con las comidas que deben de consumirse a diario:
Porciones de algunos alimentos veganos que aportan 10 g de proteínas
268 Pa t o l o g í a v is c e r a l

Tipos de alimento y peso que aportan 10 g de pro teína:


° Cacahuetes - 39g
• Almendras - 47g
• Garbanzos, secos y hervidos - 119g
• Tofu al vapor - 124g
0 Guisantes, hervidos - 159g
0 Pan integral - 109g
0 Arroz integral, hervido - 109g
• Espinacas, hervidas - 454g

Pérdida de peso y leche materna

Si se consume poca comida mientras se amamanta la cantidad de leche producida tiende a ser inferior. Sin
embargo también puede darse el caso de que se pueda producir una pérdida de peso debido a las calorías que
se pierden mientras se amamanta. Es aceptable perder entre 250 a 500 gramos por semana mientras se está
dando de mamar pero nunca será aconsejable ningún tipo de dieta de adelgazamiento rigurosa. Igual que
ocurre en el embarazo lo más aconsejable será el consumir comidas pequeñas muy frecuentemente. Dado
que el cuerpo requiere de fluidos extra se aconseja consumir zumos de frutas naturales y verduras, leche de
soja, sopas y batidos que aportan líquido y calorías a la vez.

Sección T res - Alim entar a un bebé vegano


La alimentación de un bebé vegano- ¡Un asunto muy delicado!

Se trata de un asunto muy delicado ya que no cabe ninguna duda de que todos los padres quieren lo me­
jor para sus hijos. Es curioso pero en muchos casos ocurre que la dieta vegana que muchos padres consideran
beneficiosa para ellos, tienen dudas cuando se trata de sus hijos. Todavía son muchos los pediatras, médicos
y expertos en nutrición que se muestran contrarios a la dieta vegana.

Apoyo de un doctor vegano

Uno de los seguidores y promotores más fieles de la dieta vegana para niños es el doctor Michael Klaper,
que se graduó con matrícula de honor en la Universidad de Illinois, Chicago. Tiene un posgraduado en medi­
cina, cirugía, anestesiología y ginecología. Su experiencia clínica incluye ocho años de práctica de medicina
general y tres años como doctor de familia en un hospital aislado en las montañas del norte de California. Miles
de pacientes han pasado por su consulta y tras prescribir dietas veganas a muchos de ellos, vio cambios en su
salud realmente beneficiosos. En muchos casos el consumo de productos lácteos estaba causando desde con­
gestión nasal hasta inflamaciones en las articulaciones. La recomendación de Klaper de que los niños no debe­
rían de consumir derivados lácteos hizo que muchos médicos clamasen al cielo. Ha escrito dos libros educativos
acerca de la nutrición vegana: ‘Vegan Nutrition: Puré & Simple’ (Nutrición vegana: pura y simple) y ‘Pregnancy,
Children & the Vegan Diet’ (Embarazo, niños y dieta vegana) (ambos disponibles en la “Vegan Society’). A
continuación incluimos algunos pasajes extraídos de este segundo libro:

Desde el nacimiento hasta los 18 meses

Si se puede, lo más aconsejable para veganos sería el amamantar durante un año por lo menos ya que no
existe fuente rica en tantos nutrientes como la leche materna. Sin embargo, muchos bebés no quieren mamar
por tanto tiempo y tras 10-12 meses empezarán a beber de un vaso. A continuación mostramos un paseo
cronológico por las necesidades nutritivas de tu hijo y como responder a éstas siguiendo una dieta vegana.

Nacimiento a 6 meses

Desde el nacimiento hasta los 6 meses, todas las necesidades nutricionales del bebé están resueltas con la
leche materna. Nunca dejes que tu bebé mame de tu pecho o del biberón en posición totalmente horizontal
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a

sobre su espalda. Dicha postura hace que la cavidad nasal y los canales medios del oído se llenen de leche lo
que podría resultar en infecciones del oído y alergias.

6 a 8 meses

A los 6 meses ya pueden empezar a introducirse alimentos sólidos pero no hay que apresurarse con el
destete si el bebé se muestra satisfecho con la leche materna sólo. Presta atención a las señales que tu bebé
te vaya dando: si el bebé llora después de haber mamado o si muerde tu pezón puede significar que está pre­
parado para recibir algo más sólido. Incluso entonces, continúa dando de mamar a tu hijo tanto tiempo como
quieras y te sientas cómoda haciéndolo. (Algunos bebés están fistos para alimentos sólidos un poco antes de
los 6 meses. Si ese es el caso de tu bebé, no dudes en introducirle alimentos sólidos.)
El mejor periodo para introducir alimentos sólidos es justo después de darle de mamar ya que entonces
el bebé ya no está tan hambriento. Ten paciencia y ve despacio. El “primer alimento” típico tiende a ser puré
de plátano, puré de manzana o puré de melocotones cocidos. Comienza con una pequeña cantidad de puré
de plátano teniendo al bebé en tu regazo mientras le tumbas muy ligeramente y tocas sus labios con la cu­
chara dejando que el puré caiga en su boca. Muéstrate sonriente y relajada para que el bebé sienta que es algo
que le gustará. Si notas que el bebé no muestra ningún interés al principio no te preocupes en absoluto y
espera otra semana para introducir sólidos. Una vez que el bebé esté preparado no intentes darle demasiado
ya que al principio sólo se trata de una introducción y ha de hacerse lentamente. El bebé ya te irá mostrando
cuando está lleno al girar la cabeza, cerrar la boca o escupir la comida. Asegúrate de prestar atención a sus
mensajes.
Alrededor de los 7 meses el bebé ya debería de estar preparado para cereales integrales bien cocidos con
consistencia pastosa. Evita los cereales especiales para bebés que las marcas comerciales fabrican. Son mucho
más caros y no tienen el mismo valor nutricional que los caseros. En caso de que alguien en la familia tenga
algún tipo de alergia al trigo, soja o maíz, puede comenzarse con cereales de arroz y avena para facilitar la
introducción. Se le puede añadir una pequeña cantidad de puré de plátano o de leche materna para facilitar
el proceso de adaptación.
Cuando vayas introduciendo diferentes alimentos sólidos en la dieta del bebé, ve poco a poco observando
cómo los va tolerando. Si das a tu bebé dos alimentos diferentes a la vez y el bebé sufre diarrea o cólicos u
otros problemas digestivos, no podrás identificar la causa. El sistema digestivo del bebé necesitará de algunos
días (al menos una semana) para familiarizarse con la nueva comida y poco a poco ya se podrán ir introdu­
ciendo diferentes variedades.
Evita todos los alimentos para bebés que contienen azúcar o edulcorantes artificiales. El azúcar no con­
tiene vitaminas ni minerales ni proteínas y su consumo elevado puede derivar en obesidad en la vida futura
de tu bebé. Además, los alimentos endulzados distorsionan el gusto del bebé y seducen el apetito, porque
tienden a satisfacer el hambre y desplazan a otros alimentos más saludables.

8 a 10 meses

Alrededor de los 8 o 10 meses puedes empezar a introducir patatas. Cuécelas enteras para conservar todas
las vitaminas y tritúralas con una pequeña cantidad de agua o leche materna. También puedes triturarlas con
remolacha cocida para que se tomen rosadas y seguro le encantará a tu bebé.
Una vez el bebé ha asimilado bien las patatas estará fisto para frutas frescas tales como peras, melocoto­
nes, ciruelas, melones. Se le puede dar manzana siempre y cuando se pele y se ralle. Para evitar alergias es
aconsejable no dar frutas cítricas a bebés antes de que cumplan 1 año de edad y nunca darles frutas pegajosas
tales como dátiles, higos y uvas pasas hasta que sean capaces de masticar y de limpiarse los dientes después
(con la ayuda de un adulto).

10 a 12 meses

Entre los 10 y 12 meses puedes comenzar a introducir verduras cocidas bien ralladas o en forma de puré.
Introduce boniatos (si no lo has hecho todavía), calabaza y zanahorias y poco a poco ve experimentando con
270 Pa t o l o g í a v is c e r a l

otras verduras. Nunca des al bebé trozos de verduras sin procesar porque pueden correr riesgo de asfixia.
Una vez que ya veas como el bebé va tolerando los diferentes alimentos puedes hacer batidos muy nutritivos.
Aguacate, tofu, manzana, diferentes verduras cocidas, mantequilla de cacahuete (y una gota de vitaminas
enriquecidas con hierro si se desea) pueden crear una buena papilla.
En este período también puedes introducir cereales integrales como arroz, cebada, avena o cualquier
cereal de alto contenido proteico junto con granos de soja y germen de trigo.

12 a 14 meses

Entre los 12 y 14 meses puedes empezar a añadir legumbres (guisantes y alubias) asegurándote de que
están bien cocidas, blandas y sin pieles (especialmente los granos de soja). Una buena introducción a las
proteínas de las legumbres es una sopa de guisantes. Observa los excrementos del bebé y asegúrate de que lo
digirió correctamente. Si las heces huelen ácidas y el ‘culito’ del bebé se irrita o se ven partes de las legum­
bres entre las heces, espera un poco antes de intentarlo de nuevo. Algunos niños no toleran las legumbres
hasta que tienen 2 o 3 años mientras otros las asimilan perfectamente. Esto no ha de preocuparte ya que
otros productos derivados de soja (como la leche de soja y el tofu) y los cereales responderán a todas las ne­
cesidades nutricionales de tu hijo. El humus que se hace con garbanzos y tahín (mantequilla de semillas de
sésamo) es una opción muy sabrosa y cargada de proteínas y calcio. Otra opción acertada es el aguacate que
es rico en riboflavina, ácidos grasos esenciales, potasio y cobre. Pueden dársele pequeños trocitos de aguaca­
te maduro para picar o puede incluirse en las papillas.
Ya puedes empezar a darle pan a tu bebé. Comienza con una tostada que será fácil de masticar para el
bebé. Y no olvides que a los niños les encanta la pasta. La pasta, enriquecida con alcachofa u otros vegetales
y preparada con diversas salsas, les aporta mucha energía y proteínas.
También intenta que tu bebé desarrolle un gusto por las verduras crudas como zanahorias y pepinos.
Puedes rallarlas y mezclarlas con purés para que les atraiga más. El tofu y las tortitas de arroz también son
buenos tentempiés.

14 a 18 meses

Entre los 14 y 18 meses, tu bebé debería de comer lo mismo que tú (en ocasiones convertido en papilla).

Sección 4 - Niños

Los estudios dan un aprobado ‘con nota’ al veganismo


Diferentes estudios llevados a cabo en 1981 y 1992 en niños veganos desde su nacimiento mostraron que
a pesar de ser más ligeros en peso que los niños omnívoros, todos se encontraban entre los límites saludables
tanto de altura como de peso. Los bebés y niños que se crían con una dieta vegana reciben las cantidades de
energía y proteínas adecuadas y crecen saludablemente. Los casos de niños veganos que sufren de carencias
proteicas o energéticas son casi inexistentes. En algunos casos se trataba de niños destetados hacia una dieta
frutariana mal planificada o un régimen macrobiótico. En otros casos, los padres no tenían conocimientos
suficientes de cómo alimentar a su nuevo bebé, eliminando alimentos de su dieta sin buscar el consejo ade­
cuado.

Algunos puntos importantes a tener en cuenta

Los niños necesitan mucha energía. Los cereales preparados en casa deberían de ser consistentes y no
sueltos y ligeros. También se puede optar por añadir un poco de aceite vegetal a los cereales mientras se
cocinan para así aumentar el contenido calórico y el sabor.
Es aconsejable emplear aceite de soja o cañóla (colza), en vez de girasol o maíz. Los primeros posibilitan
la creación de ácidos grasos que son fundamentales en el desarrollo del cerebro y la vista.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 271

No dejes que el niño se llene con líquidos antes de las comidas.


Unta el pan con margarina fortificada con D2 y B12 o con mantequillas de frutos secos o desemillas para
aumentar el valor energético del alimento.
Los extractos de levadura bajos en sal son una buena fuente de vitaminas y minerales.
Las legumbres bien cocidas y trituradas aportan energía y proteínas.
Utiliza ocasionalmente melaza para incrementar la ingestión de calcio y hierro.
El tofu preparado con sulfato calcico aporta más calcio que la leche de vaca. Además es rico enproteí­
nas.
Asegúrate de que el niño sale afuera con frecuencia y juega al sol. En invierno se aconseja darle un suple­
mento de vitamina D2.
Utiliza leche de soja fortificada con vitamina D2 y B12.

INFORM ACIÓN SOBRE ALGUNOS N U TR IEN TES ESEN CIALES

Proteínas

Lo que los niños necesitan fundamentalmente es suficiente energía y no esencialmente proteínas en sí


mismas. Con una cantidad de calorías suficiente, el balance de nitrógeno en el individuo será positivo y las
proteínas serán obtenidas adecuadamente a partir de alimentos de origen vegetal.

Vitamina B12

Tras el nacimiento del bebé, si la leche materna contiene demasiado poca vitamina B12, puede aparecer
una deficiencia en el recién nacido, no en esas primeras semanas sino pasados unos meses cuando se han
acabado sus reservas. Sin embargo los problemas de falta de vitamina B12 en bebés que beben de la leche
materna de madres veganas es muy poco frecuente. Las cantidades recomendadas son de 0.3 ug para los
bebés en los seis primeros meses y de 0.4 ug entre los seis y doce meses. Entre el primer año y los diez años
los niños deberían de consumir 0.5 ug subiendo paulatinamente la dosis hasta 1 ug diario. Las posibilidades
de que se encuentre una deficiencia de B12 en niños son muy bajas. Sin embargo, ha de tenerse en cuenta de
que una deficiencia de esta vitamina puede tener consecuencias muy negativas y dado que no es seguro que
los alimentos de origen vegetal contengan niveles adecuados de esta vitamina, es aconsejable como método
preventivo el incluir en la dieta del niño alimentos fortificados o suplementos de vitamina B12.

Vitamina D

Con la excepción de ciertos lugares de latitud norte, la mayor parte de los seres humanos obtenemos la
vitamina D gracias a la exposición solar y no de nuestros alimentos. Es por ello que en Gran Bretaña se
aconseja una cantidad sólo para casos en los que se pueda correr un riesgo significativo de presentar caren­
cias, se trata de los bebés, que se aconseja una ingesta diaria de 8.5 ug que se irá reduciendo hasta los 7 ug
diarios. La leche de fórmula contiene suficiente cantidad de vitamina D pero la leche materna puede no
aportar suficiente vitamina D a partir de los 4-6 meses especialmente en países del norte y en invierno.
Incluso en la población general, algunos bebés nacidos en otoño y amamantados de forma exclusiva durante
todo el invierno puedan presentar alguna deficiencia por el bajo contenido de vitamina D en la leche mater­
na. El raquitismo nutricional es más probable que se produzca bajo estas circunstancias en personas de piel
oscura, especialmente si se utiliza ropa que limita la exposición al sol. Es aconsejable una breve exposición al
sol diaria en primavera, verano y otoño, evitando el periodo más caluroso del día, para asegurar un aporte
adecuado de vitamina D. Como alternativa, también se puede optar por suplementos de esta vitamina o ali­
mentos enriquecidos en bebés que se alimentan de leche materna exclusivamente y en el destete.
272 P a t o l o g ía v is c e r a l

Calcio

No se ha encontrado caso alguno de deficiencia de calcio en niños veganos. Dada la extrema importancia
de la ingesta de calcio durante la juventud sobre el riesgo futuro de osteoporosis, los padres veganos, al igual
que los demás, deben asegurarse de que su hijo consuma alimentos ricos en calcio. La cantidad recomendada
es de 350-550 mg diarios para bebés y niños hasta los 10 años. Para las jóvenes adolescentes se recomiendan
800 mg y para los jóvenes 1000 mg.

Hierro

Los bebés pueden absorber hasta un 50% del hierro que se encuentra en la leche materna mientras que
sólo absorben un 10% del de la fórmula. Un estudio realizado en Gran Bretaña en 1981 con niños veganos
de edades comprendidas entre 1 y 4’6 años mostró que la cantidad media consumida a diario era de 10 mg
principalmente procedentes del trigo y las legumbres. Esta cantidad supera a la cantidad recomendada de
Gran Bretaña que se encuentra entre 6.1 y 6.9 mg diarios. Un estudio de seguimiento entre las edades de 5’8
y 12’8 años confirmó que todos los niños estaban consumiendo la cantidad recomendada de hierro. Las can­
tidades diarias recomendadas en Gran Bretaña de 1991 son: 0-3 meses: 1.7 mg diarios; 4-6 meses: 4.3 mg
diarios; 7-12 meses: 7.8 mg diarios; niños hasta 10 años: de 6.1 a 8.7 mg diarios (dependiendo de la edad); y
adolescentes entre 11.3 y 14.8 mg diarios.

Zinc

Se ha mostrado en la población general que en muchos casos de malformación fetal el causante inmedia­
to fue una falta de zinc de la madre. La leche humana no es rica en este mineral por lo que es fundamental
que el feto adquiera una cantidad elevada de éste. De este modo, el bebé recurrirá a sus reservas que había
ido almacenando durante los últimos 3 meses de embarazo. Es por esto que algunos bebés prematuros pue­
den tener riesgo de deficiencia de zinc. Las cantidades recomendadas en el Reino Unido son: 0-6 meses: 4
mg/día; 7 meses-3 años: 5 mg/día; 4-6 años: 6 mg/día; 7-10 años: 7 mg/día.

E L SISTEM A D IG ESTIV O

El aparato digestivo es el conjunto de órganos (boca, faringe, esófago, estómago, intestino delgado e in­
testino grueso) encargados del proceso de la digestión, es decir, la transformación de los alimentos para que
puedan ser absorbidos y utilizados por las células del organismo.
La función que realiza es la de transporte (alimentos), secreción (jugos digestivos), absorción (nutrientes)
y excreción (mediante el proceso de defecación).
El proceso de la digestión es el mismo en todos los animales: transformar los glúcidos, Jipi dos y proteínas
en unidades más sencillas, gracias a las enzimas digestivas, para que puedan ser absorbidas y transportadas
por la sangre.
Conociendo, aunque sea elementalmente, el funcionamiento del aparato digestivo podremos sacar nues­
tras propias conclusiones, y así pues, ante un vómito ácido sabremos que proviene del estómago, y en cambio
si es verdoso y de sabor amargo podremos deducir que al menos en parte procede del intestino. Unas heces
con menor consistencia y de color verdoso nos indican un tránsito demasiado rápido ya que, por una parte,
la bilis no ha tenido tiempo de adquirir su color marrón y el intestino grueso no ha podico absorber el agua
suficiente, hecho inverso cuando las heces son exageradamente consistentes.

LA R EG U RG ITA CIÓ N Y E L R E FL U JO G ASTRO ESO FÁG ICO

El reflujo gastroesofágico (RGE) consiste en el paso del contenido gástrico al esófago, a través del esfínter
esofágico inferior. El material refluido puede ser contenido del estómago o del intestino.
T r a t a d o in t e g r a l d e o s t e o p a t ía p e d iá t r ic a 273

La regurgitación consiste en el ascenso a la boca o


faringe de material proveniente del estómago o del
esófago. El reflujo gastroesofágico puede cursar asin-
tomático sin causar lesiones en cualquier persona.
Más frecuente en la niñez, está a menudo consi­
derado como (fisiológico) durante los 2 primeros
meses, con u