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Bases Patológicas e doenças do Pâncreas e

Sistema Endócrino
 Alunos:
 Alessandra Rodrigues Farm 3M1
 Aline Graziele
 Daniela Almeida
 Eriko Pereira
 Gleida Cabral
 Jéssica Montenegro
 João Vinicius
 Paloma Rodrigues
 Raquel Santos
 Willyana
Sistema Endócrino
 O sistema endócrino compreende os hormônios que são
substâncias formadas por proteínas, aminoácidos ou esteróides,
sendo secretadas por glândulas especializadas. Os hormônios
atuam, juntamente com o sistema nervoso, controlando diferentes
respostas do organismo, como função reguladora, homeostática,
desenvolvimento, reprodução, dentre outras. Quando um
hormônio é liberado no sangue, mesmo atingindo praticamente
todas as células do corpo, ele atua unicamente em algumas
delas, que são chamadas de células-alvo.
Glândulas Endócrinas
 As glândulas endócrinas são as glândulas especializadas na
secreção dos hormônios diretamente na corrente sanguínea,
sendo as principais:
● pineal;
● hipófise
● tireóide
● paratireóide e supra-renais
● supra-renais
 Há ainda as glândulas mistas, ou seja, que possuem uma parte
endócrina e outra exócrina, que são:
● o pâncreas
● as gônadas (ovários e testículos)
Glândula Endócrina
Hipófise
 Localiza-se na base do encéfalo.
● Muitos a classificam como a glândula mestra do corpo, pois os
hormônios que ela produz regulam o funcionamento de outras
glândulas.

● Por ser constituída de tipos diferentes de células endócrinas, a


hipófise é dividida em duas partes: a adenohipófise (ou lobo
anterior da hipófise) e neurohipófise (lobo posterior da hipófise).
Hipófise
● A adenohipófise sintetiza e secreta hormônios. Alguns deles são chamados
de tróficos porque estimulam e controlam outras glândulas endócrinas,são
eles: TSH (hormônio tireotrófico),ACTH (hormônio adrenocorticotrófico),LH
(hormônio luteinizante),FSH (hormônio folículo-estimulante). Secreta outros
hormônios que também são muito importantes para o metabolismo do corpo,
mas que não agem em glândulas endócrinas,como à Prolactina e o hormônio
do crescimento ou GH .

● A neurohipófise é considerada uma expansão do hipotálamo. Ela armazena e


secreta dois hormônios: ocitocina ou oxitocina e ADH (hormônio
antidiurético), também chamado de vasopressina
Hipófise
Tireóide
● Está localizada dentro do pescoço, debaixo das cartilagens da
glote, acima da porção inicial da traquéia.
● Os principais hormônios dessa glândula são a triiodotironina e a
tiroxina, eles são fabricados pelo organismo pelo aminoácido
tirosina e contêm iodo na sua composição.
● A glândula tireóidea executa uma importante função durante a
homeostase
● controlam a nossa pressão sanguínea, o ritmo cardíaco, a
tonificação muscular e as funções sexuais
● A tiroxina e a triiodotironina interagem sobre a maior parte das
células do corpo, estimulando sua atividade metabólica.
Tireóide
Paratireóides
● As paratireóides são 4 pequenas glândulas localizadas atrás da
tireóide.
● As glândulas atuam no organismo de modo a auxiliar na
regulação de nutrientes, como o cálcio e fosfatos.
● a função exercida é controlar a quantidade de cálcio no
organismo. Para isso, ela conta com os hormônios paratormônio.
● O paratormônio (PTH) tem como função manter os nível de cálcio
necessários para o bom funcionamento do organismo.
Paratireóides
Suprarrenais
● As glândulas suprarrenais têm este nome devido ao fato de se
situar sobre os rins, apesar de terem pouca relação com estes em
termos de função.
● possuem funções, como regular o metabolismo do sódio, do
potássio e da água, regular o metabolismo dos carboidratos e
regular as reações do corpo humano ao stress.
● é composta por dois tipos de tecidos secretores distintos, um que
da origem a medula (parte mais interna) da glândula e outro que
forma o córtex (parte mais externa).
● Os dois hormônios principais produzidos pela medula adrenal
são: a adrenalina, ou epinefrina, e a noradrenalina, ou
norepinefrina.
● Os hormônios produzidos pelo córtex são Aldosterona e o Cortisol
Suprarrenais
Glândula Pineal
● A Glândula Pineal, tem tamanho pequeno localizada na parte superior
do terceiro ventrículo do encéfalo, ou seja, na parte central do cérebro
humano.
● Secretar a melatonina, hormônio responsável pela regulação dos
ritmos do corpo (ciclos circadianos), relógio biológico e o sono.
● Durante a escuridão da noite e sono, a glândula pineal funciona mais,
produzindo maior quantidade de melatonina. Já durante a claridade é
produzida uma quantidade menor deste hormônio.
● produz maior quantidade de melatonina nas crianças do que nos
adultos. Por isso, que as crianças, no geral, necessitam dormir mais do
que os adultos
Glândula Pineal
Bibliografia
http://educacao.globo.com/biologia/assunto/fisiologia-
humana/sistema-endocr ino.html
https://www.stoodi.com.br/blog/2018/07/09/sistema-endocrino/
https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/hipofise.htm
https://www.todamateria.com.br/paratireoides/
https://www.todabiologia.com/anatomia/glandula_pineal.htm
Fisiologia do Pâncreas
Células Beta
Células Alfa
Insulina
Glucagon
Suco Pancreático
Glândula Mista
Endócrina

Exócrina
Bibliografia
GAMA BITENCOURT,JOSÉ DA PENHA;DA CONCEIÇAO,SANDRA MARIA.
DIDATICO DE ENFERMAGEM,teoria e pratica.volume 1
Pag 367,368 e 406.
Diabetes tipo 1 e 2

 Doença crônica não transmissível


 Ocorre quando o pâncreas não produz insulina suficiente
 Ou quando o corpo não consegue utilizar de maneira eficaz a
insulina que produz
Tipos de diabetes
 O diabetes pode se apresentar de diversas formas e possui
diversos tipos diferentes

 Tipo 1 e tipo 2
Diabetes do tipo 1
 A causa da diabetes do tipo 1 ainda é desconhecida e a melhor
forma de preveni-la é com a prática de exercícios físicos e
alimentação saudável
Sobre...

 Crônica não transmissível genética


 5% a 10% do total de diabéticos do Brasil
 O diabetes do tipo 1 aparece geralmente na infância ou
adolescência
 Mas pode também ser diagnosticado em adultos
 Pessoas com diabetes tipo 1 precisam administrar insulina
diariamente.
Sintomas do diabetes tipo 2
 Fome excessiva
 Sede
 Frequentes infecções na bexiga,rins e pele
 Feridas que demoram a cicatrizar
 Alteração visual
 Formigamento nos pés e mãos
Cuidados da enfermagem com o paciente
 Prevenir,minimizar ou corrigir os problemas identificados
 Checar e orientar sobre
 Sinais de hiperglicemia ou hipoglicemia,orientar em como agir.
 Motivar sobre adoção de estilo de vida saudável
 Percepção de presença de complicações
 A doença e o processo do envelhecimento
 Uso dos medicamentos oral ou
insulina,indicação,dose,horários,efeitos e complicações
 Orientar o uso correto da insulina e rodízio de locais para evitar
lipodistrofia
Bibliografia
 Portalms.saude.gov.br.aplicativopasseidireto
Sintomas de crianças com Diabetes Mellitus do tipo
1 e 2:
 Sente muita fome
 Come muito
 Apesar de comer muito a criança emagrece ou não ganha peso
 Urina frequentemente
 Falta de energia
O que acontece no organismo de uma criança
com Diabetes Mellitus?

 Trata-se de uma doença autoimune


 Diabetes do tipo 1: O pâncreas não produz insulina. É mais
comum.
 Diabetes do tipo 2: O pâncreas produz insulina
Diabetes em crianças obesas
 Atinge geralmente adultos

 A criança é capaz de produzir insulina (diabetes do tipo 2)


Como avaliar se uma criança tem diabetes

 Ao perceber os sintomas deve


procurar um médico

 Deve ser realizado testes


apropriados
Tipos de exames para constatação de Diabetes

 Exame de sangue (glicose em jejum)


 Hemoglobina glicada (feita no exame de sangue)
 Picada no dedo (a qualquer hora)
Cuidados com uma criança diabética
 Precisa de cuidados
 Mais não diferente das outras crianças
 Pode levar uma vida normal
Cuidados com a crianças com Diabetes do tipo 1
 O controle é feito com injeção de insulina
 Monitorar antes e após o exercício físico
 Manter uma dieta equilibrada
Cuidados com a criança com Diabetes do tipo 2

 Pode ser tratada com dieta


 Não é insulino dependente
 Exercício físico
 Emagrecimento
 As vezes com o uso de comprimidos
Bibliografia

 HOEKENBERRY, Marlyn; WILOAN, David – Fundamentos da


Enfermagem Pediátrica
 Diabetes mellitos cad. Atenção básica. número 16 p 1-64, 2016
portalseer.ufba.br Secretaria Da saúde
Diabetes gestacional
 1 diagnostico no 2 ou
terceiro trimestre de
gravidez
 Muitas vezes sem
sintomas
 Pode desencadear
macrossomia no feto
Grupos de risco
 Excesso de peso
 Idade >35 anos
 Histórico de diabetes tipo 2 na família
 Histórico de diabetes gestacional em uma gravidez anterior
 Ovário Policístico
Sintomas
Excesso de fome
Muita Sede
Cansaço
Visão turva
Candidíase ou infecção urinaria
frequente
Inchaço nas pernas e pés
Ganho de peso exagerado
Riscos para gestante
 Rompimento da bolsa
amniótica antes do tempo
 necessidade de cesárea
 Infecções genitais devido
alterações no ph e baixa
imunidade
 Feto que não vira de
cabeça pra baixo na hora
do parto
Tratamento dietético
 Exercício físico
 Dieta pobre em
carboidratos
 Hipoglicêmicos
 Insulina
Ação medicamentosa

Antidiabético oral

Glifage
ajuda a abaixar o nível de glicose no sangue para um nível tão
normal quanto possível.
Insulina

É absorvida do tecido
subcutâneo pela corrente
sanguínea
Pré natal

 Monitorização do crescimento fetal


 Monitorização metabólica
 Rotina pré natal
Parto
 Risco de parto
prematuro

 Indução do parto

 Aborto
Diabetes gestacional pós parto
 Geralmente a diabetes
gestacional desaparece
depois do parto

 Pode favorecer depressão

 Mudança no estilo de vida

 Redução do peso
Bibliografia
 www.scielo.com
 Revista.hupe.uerj.br
 Google academico
 Proficiencia.cofen.gov.br
 www.diabetes.org.br
 RUBIN,MANUEL.PATOLOGIA,bases clinicopatológicas de medicina.4ª
edição. Capitulo 15
PÂNCREAS PRODUZ DOIS IMPORTANTES
HORMÔNIOS SÃO ELES:
 A Insulina: Facilita a entrada
da GLICOSE nas CELULAS
(onde será utilizada para a
produção de energia) e
armazenada no Fígado em
forma de energia.

 Glucagon: Funciona de
maneira oposta, ou seja,
quando a pessoa fica muitas
horas sem se alimentar, a taxa
de açúcar do sangue cai
muito, podendo a pessoa ter
uma HIPOGLICEMIA
Diabetes em Idosos
 A Diabetes tipo II é a mais comum em idosos, a prevalente,
esta relacionada com o envelhecimento do individuo, ao
sedentarismo

 Glicemia descompensada acentua dificuldades frequentes


nessa fase da vida. Ela pode incapacitar o idoso, pois eleva o
risco de demências como o Alzheimer, além da neuropatia
diabética, que faz com que a pessoa perca a firmeza no anda.
Diabetes em idosos

A diabetes em idosos e mais frequente devido a ausência ou má absorção


da insulina a falta parcial ou total do hormônio, ela é muito comum em
idosos, pois pode ocorrer a redução de algumas funções do organismo.

Com o passar dos anos o pâncreas já funciona bem em idosos. gerando assim
outras complicações que vem a afetar a vida da pessoa.
Doenças causadas pelo Diabetes
 Pé diabético - O pé diabético é uma das complicações mais frequentes da
diabetes e é caracterizado por feridas na pele e falta de sensibilidade no pé,
devido a lesões nos vasos sanguíneos e nervos, podendo, em casos muito
graves, ser necessária a amputação do membro afetado.
 Lesões nos rins - A nefropatia diabética é uma alteração nos vasos
sanguíneos dos rins que levam a dificuldades na filtração do sangue,
podendo levar a insuficiência renal e à necessidade de fazer hemodiálise,
que consiste na substituição da função do rim por uma máquina
 Cataratas em que se forma uma opacidade no cristalino do olho, deixando a
visão embaçada.
 Glaucoma que é a lesão do nervo óptico, podendo levar à perda do campo
visual.
Diabetes em idosos
 Muitos casos a Diabetes
pode ocasionar amputações
parciais ou totais dos
membros. Mas muitas
vezes ela pode ser
silenciosa, o paciente não
tem sintomas, mas quando
descobre a diagnostico
pode ser ruim.
Diabetes em Idosos
 A diabetes é considerada uma
doença prioritária, ou seja, de
maior importância devido a sua
alta incidência na população
com altos índices de
mortalidade.
 A diabetes é uma doença
responsável por diversas
complicações como:
 Doenças cardiovasculares,
Doenças renais, Cegueira
Fatores de risco

Excesso de peso Pressão alta

Colesterol alto Histórico familiar


O que ela pode atingir

CORAÇÃO VISÃO VASOS RINS


SANGUÍNEOS
Tratamentos| Prevenção
 A melhor maneira de prevenir o diabetes tipo 2 é manter
hábitos de vida saudáveis e conservar um peso adequado.

 Incentivar o paciente a fazer atividades físicas


A importância do enfermeiro
 A Influencia quanto o enfermeiro é conscientizar pessoas
(idosos) com trabalhos educativos, mostrando a importância à
pratica de exercícios e uma dieta mais saudável.

 uso adequado aos medicamentos


Farmacologia
 Forxiga: É um medicamento que ajuda a controla os níveis de
glicose no sangue.

 Glifage é um medicamento Antidiabético de uso oral, que


associado a uma dieta apropriada, é utilizado para o tratamento
do diabetes tipo 2.

 Azukon: Azukon MR estimula o pâncreas a liberar insulina no


momento certo e na quantidade certa, controlando as taxas de
açúcar no sangue.
Bibliografia
 https://www.tuasaude.com/complicacoes-da-diabetes/
 http://centrodeobesidadeediabetes.org.br/tudo-
sobrediabetes/tratamento-do-diabetes/
 https://www.tuasaude.com/remedio-para-diabetes/
 https://www.comoacabarcomdiabetes.com/forxiga-e-diabetes-
saiba-se-realmente-funciona/
 https://vivabem.uol.com.br/noticias/redacao/2018/05/02/diabetes-
no-idoso-exige-cuidados-especiais-e-atencao-redobrada.htm
Tireóide
Hipotireoidismo
Causas
 Doenças autoimunes
 Tratamento de hipotireoidismo
 Cirurgia de tireóide
 Radioterapia
 Medicamentos
 Doença congênita
 Distúrbio da hipófise
 Deficiência de iodo
Gravidez
 Os principais cuidados que se deve ter com o hipotireoidismo na gravidez é
manter sempre as dosagens do medicamento ajustadas e fazer o
acompanhamento pré-natal com a frequência recomendada. Se o hipotireoidismo
não for devidamente tratado durante a gestação, o cérebro do bebê pode não
crescer e se desenvolver adequadamente
Fatores de Risco
Embora qualquer um possa desenvolver hipotireoidismo, alguns fatores
são considerados de risco para contrair a doença.
Complicações Possíveis
 Bócio
 Problemas cardíacos
 Problemas psicológicos
 Neuropatia periférica
 Infertilidade
 Defeitos congênitos
Sintomas
 Fadiga
 Sensibilidade ao frio
 Prisão de ventre
 Pele ressecada
 Ganho inexplicável de peso
 Inchaço no rosto
 Rouquidão
 Fraqueza muscular
 Colesterol alto
 Dores, sensibilidade e rigidez muscular
 Queda de cabelo
 Ritmo cardíaco mais lento
 Depressão
 Problemas de memória
Diagnóstico
 Mesmo na ausência dos sintomas do hipotireoidismo, é importante informar
ao médico se há casos da doença em parentes próximos. Também vale
relatar qualquer cirurgia ou radioterapia realizada na região do pescoço.
Todas essas informações são valiosas para flagrar uma possível falha no
fornecimento de T3 e T4 para o organismo.
Prevenção
 Não existem meios de se prevenir hipotireoidismo. Exames de triagem para
recém-nascidos podem detectar o quadro congênito. Faça testes de rotina
para verificar o funcionamento da tireóide e detectar possíveis problemas
Tratamento

 Em geral, o tratamento para o hipotireoidismo deve ser feito por


toda a vida. Isso só não acontece nas formas transitórias de
hipotireoidismo, como as que costumam se manifestar em
algumas mulheres no pós-parto ou mesmo as ocasionadas por
um efeito colateral de medicamentos. Nesses casos raros, a
reposição hormonal nem sempre é necessária e as funções da
tireóide tendem a se normalizar com o tempo ou com a
suspensão do remédio causador do desbalanceamento.
 Levotiroxina
 Euthyrox
 Puran T4
 Levoid
 Synthroid
 Alimentação saudável
Papel do Enfermeiro
 Avaliar o caso
 Recomendar o melhor tratamento
 Conscientizar
 Acompanhar o paciente
Bibliografia
 www.minhavida.com.br
 www.saude.abril.com.br
 www.mundoboaforma.com.br
Hipertiroidismo
Introdução
 O Hipertireoidismo é o oposto do hipotireoidismo, onde a glândula da
tireóide produz hormônios de forma excessiva para a regulação do
organismo. Se não tratado, o hipertireoidismo pode levar a outros
problemas de saúde. Pessoas com hipertireoidismo leve e os idosos
podem não ter qualquer sintoma.
Causas
 Ingestão excessiva de iodo;
 Doença de Graves (responsável pela maioria dos casos de
hipertireoidismo);
 Inflamação da tireóide (tireoidite) devido a infecções virais ou outros
motivos – como a tireoidite após o parto;
 Tumores não-cancerígenos da tireóide ou da glândula pituitária;
 Super dosagem de hormônio da tireóide;
 Tumores nos testículos ou ovários.
Fatores de risco
 As mulheres com idades entre 20 e 40 anos têm mais chances de contrair
o problema do que os homens. Outro fator que aumenta o risco de
hipertireoidismo é a hereditariedade
Sintomas
Prevenção
 Manter uma alimentação equilibrada e praticar exercícios físicos
regularmente é uma boa maneira de prevenir doenças como o
hipertireoidismo. Caso sejam percebidos sintomas como os descritos,
recomenda-se procurar um médico
Diagnóstico
 A consulta deverá ser feita com um endocrinologista. O paciente deverá anotar
todos os seus sintomas e descrevê-las ao médico. Isso é essencial para que
ele possa realizar o diagnóstico corretamente, uma vez que muitos dos
sintomas e sinais do hipertireoidismo podem ser confundidos com os de outras
doenças.
Prognóstico
 Uma vez iniciado o tratamento, os sintomas devem começar a dar uma
trégua e a qualidade de vida aumentará significativamente. Algumas
medidas caseiras podem acelerar esse processo e tornar o prognóstico
muito melhor.
Tratamento
 Remédios.
 Tratamento com iodo
radioativo
 Cirurgia para a retirada da
tireóide
Hipertireoidismo durante a gestação
 As mulheres com hipertireoidismo podem ter maior dificuldade para
engravidar. Na gravidez, a causa mais comum é a doença de Graves.
Neste caso, o organismo produz anticorpos que estimulam a fabricação de
hormônios pela glândula. O diagnóstico do hipertireoidismo é realizado pelo
exame de sangue que mostra os níveis de T3 e T4 aumentados, assim
como o de TSH (hormônio estimulador da tireóide) baixo. A presença de
níveis elevados dos hormônios tireóideos durante a gestação pode resultar
em vários problemas tanto para a mãe quanto para o feto.
Cuidados de enfermagem

- Alimentação
- Ambiente
- Emocional
Dados estatísticos
Bibliografia
- https://www.minhavida.com.br/saude/temas/hipertireoidismo

- https://www.endocrino.org.br/hipertireoidismo-e-hipotireoidismo/

- https://www.tuasaude.com/sintomas-de-hipertireoidismo/

- https://www.tuasaude.com/remedios-para-tireoide/

- https://www.minhavida.com.br/familia/materias/18044-- hipertireoidismo-na-gravidez-
aumenta-risco-de-pre-eclampsia-e-aborto-espontâneo
- https://pt.slideshare.net/taillanycaroline/hipotireoidismo-e-hipertireoidismo-72638399

- https://www.youtube.com/watch?v=uVnd8Z8B4co
O que é Acromegalia?

 A acromegalia é uma alteração hormonal que acontece quando a


glândula hipófise libera excesso de hormônio de crescimento,
durante a vida adulta de uma pessoa, fazendo com que mãos,
pés e outras partes do corpo aumentem de tamanho.
Acromegalia
Causas
 A glândula hipófise tem a propriedade de produzir diversos
hormônios, como os hormônios que controlam o eixo reprodutivo
no homem e na mulher – LH e FSH, hormônio luteinizante e
folículo estimulante, respectivamente. Produz também o hormônio
que controla o funcionamento da tireóide – o TSH – hormônio
tireoestimulante.

 Além desses e de outros hormônios, a hipófise produz o GH, que


é o hormônio de crescimento. A causa mais comum de
acromegalia é o desenvolvimento de um tumor benigno na
hipófise chamado de Adenoma. O crescimento deste tumor é
lento e portanto o diagnóstico de acromegalia pode demorar
muitos anos para ser feito.
 Menos comumente, a acromegalia pode surgir quando tumores
em outras regiões do corpo produzem o hormônio de
crescimento, como tumores no pulmão, na supra-renal ou no
pâncreas. E ainda, tumores em outra região podem produzir um
hormônio chamado GH-RH, que vai estimular a hipófise a
produzir GH, este bem mais raro de acontecer.
Sintomas
 Crescimento de mãos e pés
 Crescimento de áreas de cartilagem, como orelhas e nariz
 Crescimento do queixo e da língua, e maior espaçamento
entre os dentes
 Rouquidão
 Dor de cabeça e alterações na visão
 Dores nas articulações
 Dormência em mãos, decorrente da síndrome do túnel do
carpo
Sintomas menos comuns
 Ganho de peso indesejado

 Crescimento de pelos

 Pólipos no intestino.
Tratamento da Acromegalia

 O tratamento da acromegalia pode envolver procedimentos cirúrgicos,


radioterapia e terapia medicamentosa. Para esta última, estão
disponíveis no mercado brasileiro três classes de medicamentos:
agonistas da dopamina, análogos da somatostatina e antagonistas do
receptor de GH
 A acromegalia deve ser monitorizada não só para o controle dos
sintomas, mas também para a diminuição da mortalidade. Além do
tratamento da doença, os pacientes também devem receber
tratamento para as complicações decorrentes, como hipertensão
arterial sistêmica, diabetes e doenças cardíacas.
 A principal cirurgia na presença de tumor na hipófise é chamada de
cirurgia transesfenoidal. No entanto, o neurocirurgião poderá definir
outro tipo de cirurgia a depender do tamanho do tumor
Atuação do enfermeiro no tratamento
 Um enfermeiro especialista (endócrino) para ajudar e apoiar no
hospital e ele atuará como uma ponte entre o atendimento primário e o
atendimento secundário.

 Se forem necessários medicamentos para tratar a acromegalia,


geralmente um endocrinologista será quem recomendará este
tratamento. Como a maioria dos medicamentos utilizados para tratar a
acromegalia são adequados para administração na comunidade, um
enfermeiro também podem estar envolvidos nesta parte do tratamento
Cura da Acromegalia
 Com o diagnóstico correto e o tratamento adequado as chances de
cura são muito altas, a depender do tamanho do tumor.
Bibliografia
 https://acromegalia.vivendocom.com.br/
 https://www.minhavida.com.br/
Síndrome do Ovário Policístico
 Definição:

 A Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) é


uma doença endócrina complexa que se
caracteriza por ovários policísticos bilaterais
com infertilidade e que tem como elementos
principais hiperandrogenismo e anovulação
crônica.
 Esta síndrome foi descrita pela primeira vez
em 1935 por Stein Leventh e por isso
também é conhecida como Síndrome de
Stein-Leventh
Causas
 Mesmo tão comum, ainda não se sabia exatamente a causa da doença.
Agora, no entanto, cientistas do Instituto Nacional Francês de Saúde e
Pesquisa Médica (Inserm) revelaram uma possível razão que está ligada a
um desequilíbrio dos hormônios antes mesmo do nascimento. Devido a
síndrome, essas mulheres possuem níveis até 30% mais altos que o
normal de um hormônio chamado anti-Mülleriano.
 Os cistos policísticos são causados por uma taxa anormalmente alta de
testosterona no corpo de uma mulher. Eis que o aumento do anti-
Mülleriano contribui para a produção de testosterona.
Alterações funcionais
 O diagnóstico da SOP é de
exclusão.
 A suspeita se fundamenta em:
• Irregularidade menstrual
• Sinais de hirsutismo
• Acne
• Aumento das concentrações de
testosterona
Mecanismos da doença
 Os achados fundamentais para o
diagnóstico da SOP são:
hiperandrogenismo, anovulação
crônica e ovários policísticos à
ultrassonografia. Porém, outras
condições podem apresentar essas
manifestações fazendo-se
necessário o diagnóstico
diferencial.
Massa e composição corporal
 Vários estudos epidemiológicos tem
enfatizado a importância da composição
corporal, especialmente o padrão de
distribuição abdominal do tecido adiposo
(ou andrógeno), como fator de risco para
doenças cardiovasculares ou metabólicos
como diabetes mellitus.
Resistência a insulina
 A SOP pode ser relacionada à resistência à insulina em 50% dos
casos. Este fato associado com a obesidade, explica a prevalência
aumentada de intolerância a glicose nestas pacientes.
 A droga mais utilizada para este fim é a metformina e a dose diária é
de 1500 a 2000 mg. Os seus efeitos benéficos podem demorar meses
para serem percebidos, mas a paciente não deve desanimar, pois este
tempo de espera é normal.
Tratamento
 O tratamento da SOP visa reduzir os sinais do hiperandrogenismo,
restaurar os ciclos ovulatórios regulares e controlar traços da síndrome
metabólica. A escolha do tratamento dependerá da gravidade dos
sintomas e dos objetivos específicos, considerando sempre as
possíveis consequências em longo prazo.
 A abordagem mais eficiente e barata consiste na prática de atividades
físicas regulares e dieta balanceada. A perda de apenas 2-7% do peso
melhora praticamente todos os parâmetros da SOP, reduzindo os
níveis de andrógenos e melhorando a função ovariana.
Tratamento hormonal
 A terapia combinada estrógeno-progesterona continua sendo a principal
opção para o tratamento do hiperandrogenismo para as mulheres que não
desejam engravidar.Pode ser efetivo para o hirsutismo,acne e alopecia
androgenética, além de prevenir a hiperplasia endometrial e suas
complicações.Para isso se utiliza anticoncepcional oral o qual é composto
por etinil-estradiol e um progestágeno.
Enfermagem e SOP
Alguns sintomas que podem estar relacionados à SOP são:
 Ansiedade
 Disfunção Sexual
 Sintomas Depressivos
 Isolamento Social

Então o enfermeiro tem como principal papel de instruir e traçar planejamento


de ações para garantir a melhora dos sintomas.

A assistência de Enfermagem não se limita ao paciente, mas também na


orientação à família e a comunidade acerca de problemas de saúde,
incluindo a SOP.
 Há necessidade de reconhecimento das manifestações psicossociais
ligadas a SOP pelo enfermeiro, principalmente o da atenção básica. Assim,
abordando a resolução de problemas.
Bibliografia
 Rev. Assoc. Med. Bras. vol.49 no.1 São Paulo Jan./Mar. 2003, artigo de
Paulo Augusto de Almeida Junqueira; Angela Maggio da Fonseca; José
Mendes Aldrighi.
 Moura HHG, Costa DLM, Bagatin E, Sodré CT, Azulay MM. Síndrome
do ovário policístico: abordagem dermatológica. An Bras Dermatol.
2011;86(1):111-9.
 Serviço de Endocrinologia, Hospital das Clínicas de São Paulo, São
Paulo, SP, Brasil, artigo de José Antonio Miguel Marcondes, Cristiano
Roberto Grimaldi Barcellos, Michelle Patrocínio Rocha
Perguntas Pâncreas
1. As vlangehns produz glucagon e insulina.

2. O sistema endócrino do pâncreas contem ácidos e enzimas


digestivas.

3. O fígado quebra a glicose e libera glicogênio.

4. O pâncreas e dividido em 5 partes,cabeça,colo,barriga,corpo e cauda.


Perguntas Diabetes tipo 1 e 2
5. Cegueira é um dos problemas que acomete todo diabético com o
passar do tempo.

6.Todo diabético precisa tomar insulina.

7. Diabéticos precisam ter cautela ao ingerir carboidratos.

8. O diabetes não apresenta sintomas inicialmente


Perguntas Diabetes infantil
9. Crianças podem adquirir diabetes do tipo 2.

10. A criança já nasce com diabetes do tipo 2.

11.Sentir muita sede, fome e comer bastante pode ser um sintoma


de diabetes do tipo 1.

12.Uma criança com diabetes não pode mais levar uma vida
normal.
Perguntas Diabetes gestacional
13. Um dos tratamentos para diabetes gestacional são os
hiperglicêmicos.

14. A diabetes gestacional desaparece após o parto,mas mesmo assim


e recomendado que haja uma mudança no estilo de vida afim não só
de prevenir a diabetes gestacional em uma futura gravidez,mas
também a diabetes tipo 2
Perguntas Diabetes gestacional
15. Uma mulher grávida do seu segundo filho teve diabetes gestacional
em sua gravidez anterior,por isso ela não se encaixa em um dos
grupos de risco,pois se a mesma já teve uma vez,dificilmente vai ter
de novo.

16. É comum em mulheres com diabetes gestacional a depressão pós


parto.
Perguntas Diabetes no idoso
17. A diabetes é gerada devido a ausência e má absorção do
hormônio insulina.

18. A diabetes é considerada uma doença prioritária de pouca


relevância.

19.O fígado e responsável pelos hormônios Insulina e glucagon.

20.Diabetes muitas das vezes pode ser assintomática.


Perguntas Sistema Endócrino
21. O hormônio ocitocina é produzido na adenohipófise e atua nas
contrações do útero durante o parto, estimulando a expulsão do
bebê. Em alguns casos, os médicos aplicam esse soro contendo
ocitocina na mãe para estimular o parto. Esse hormônio também
promove a liberação de leite durante a amamentação.

22. O hormônio prolactina estimula ​ a produção de leite nas


glândulas mamárias durante a gravidez e amamentação​
Perguntas Sistema Endócrino
23. O hormônio aldosterona é responsável pela reabsorção de
sódio e excreção do potássio nos túbulos renais. No
hipoadrenalismo, a excreção do sódio aumenta.

24. A glândula pineal produz maior quantidade de melatonina nos


adultos. Por isso que adultos em geral necessitam dormir mais do
que crianças.
Perguntas Hipotireoidismo
25. O hipotireoidismo acontece quando os níveis de t3 e t4 estão altos.

26. Deficiências na hipófise não causam hipotireoidismo.

27. Fadiga, ganho inexplicável de peso e sensibilidade ao frio são


sintomas de hipotireoidismo.

28.Ser mulher, ter 60 anos ou mais e já ter feito cirurgia de tireóide são
fatores de risco para desenvolver hipotireoidismo.
Perguntas hipertireoidismo
29. O hipertireoidismo ocorre através de uma baixa produção de
hormônios T3 e T4 da glândula da tireóide.

30. As mulheres são mais propensas à essa doença do que os homens.

31. A causa mais comum do hipertireoidismo é a ingestão excessiva de


iodo.

32. O diagnóstico de hipertireoidismo é feito através de exames de


sangue, com a dosagem dos hormônios tireoidianos (T3 e T4, que ficam
aumentados) e do hormônio que regula a tireóide, o TSH.
Perguntas Acromegalia
33. A causa mais comum de acromegalia é o desenvolvimento de um
tumor maligno na hipófise chamado de Adenoma.

34. A acromegalia é uma doença de curso lento, pois sua principal


causa, que é o tumor de hipófise produtor de GH – tem crescimento
muito lento também.

35. A acromegalia também pode ser suspeitada em pessoas com


pólipos de intestino que não tenham histórico de pólipos na família

36. É mais comum, a acromegalia pode surgir quando tumores em


outras regiões do corpo produzem o hormônio de crescimento, como
tumores no pulmão, na suprarrenal ou no pâncreas
Perguntas Ovário Policístico
37. O diagnóstico de Síndrome de Ovários Policísticos (SOP) se baseia hoje na
presença de pelo menos 02 dos 03 itens: oligo-amenorréia, sinais clínicos
e/ou laboratoriais de hiperandrogenismo e presença de ovário policístico.

38. Não é necessária a avaliação do histórico menstrual detalhado da paciente.

39. As manifestações clínicas dermatológicas do hiperandrogenismo incluem:


hirsutismo, acne, sangramento 3 dias antes da menstruação, tremores nas
mãos e em casos mais graves queda de cabelo.

40. O hirsutismo é definido como crescimento excessivo de pelos terminais em


áreas andrógeno dependente das mulheres.
Gabarito
1.Verdadeiro

2.Verdadeiro

3. falso (libera glicose e quebra glicogênio)

4.falso (são 4 partes,sendo elas cabeça,colo,corpo e cauda)


5. falso (é possível evitar que ela ocorra controlando bem a doença no
decorrer da vida)

6. falso (somente os portadores do diabetes tipo 1 que necessitam de


insulina diariamente)

7. verdadeiro

8.verdadeiro
9. verdadeiro

10. falso (A célula produz insulina mas não o suficiente para


abaixar o açúcar)

11. verdadeiro

12. falso (A criança com diabetes precisa de cuidados mas pode


levar uma vida normal)
13. falso (são os hipoglicêmicos).

14. Verdadeiro

15. falso (por ter tido diabetes gestacional no parto anterior ela
possui riscos sim de ter de novo)

16. verdadeiro
17. Verdadeiro

18. falso (pois é de muita relevância)

19. falso (o pâncreas é o responsável)

20. Verdadeiro
21.falso (é produzido na neurohipófise )

22. Verdadeira

23. verdadeiro

24. falso (À glândula pineal produz maior quantidade de melatonina nas


crianças. )
25. falso (pois acontece quando os níveis de t3 e t4 estão baixos.)

26.falso (pode acarretar em um caso de hipotireoidismo lesões na


hipófise.)

27. verdadeiro

28 verdadeiro
29. falso (É através de um aumento excessivo na produção desses
hormônios na glândula.)

30. Verdadeiro

31. Falsa (A Doença de Graves é a causa mais comum.)

32.Verdadeira
33. Falsa, ( tumor benigno)

34. Verdadeiro

35.verdadeiro

36. Falsa, (É menos comum)


37. verdadeiro

38. falso (é necessária a avaliação prévia do histórico)

39. falso (não incluem sangramento, tremores e queda de cabelo)

40. verdadeiro