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O livro é proveniente desta reflexão aprofundada e coloca em relevo a necessidade de

trabalhos comparativos para o amadurecimento dos debates sobre as sociedades no pós-


emancipação.

Escravidão e colonialismo formas de opressão baseadas em conceito que categorias de


pessoas estavam dispostas à atender necessidades de quem tinha mais poder.

O mal/ fronteiras do mal e inaceitável/

Mobilização social

1890 – herdeiros da tradição antiescravista, intervenção das potências civilizadas eram


impedir que os africanos se escravizassem. Passa para o recrutamento de mão de obra por
coação. Casos de escravidão africanos entre europeus até em 1920

iciativas que buscaram coibir formas de discriminação racial nas leis coloniais e uma
defesa da igualdade civil e política

modelo teórico da sociedade liberal vai, aos poucos, traçando suas contradições internas.
Esta ideologia pressupunha igualdade perante a lei, igualdade de condições na disputa por
bens e recursos materiais e poder regulador das relações de troca que, por sua vez,
construiriam, teoricamente, uma reformulação do próprio papel do Estad

múltiplos conflitos entres brancos e negros em torno do trabalho, raça, cidadania e


liberdade. Trabalhos compulsórios em todo mundo atlântico

Poucas analises comparativas entre as sociedades pós-emancipação

Dificuldade de conceitualizar escravidão, liberdade e cidadania, como os termos sofram


utilizados por cativos tiveram seus significados próprios.

Primeiro cap: relações gênero e liberdade, a falsa igualdade política no pos-emancipação


da Jamaica por meio do contrato, subordinados à democracia liberal da Inglaterra. Defesa
dos ex-cativos por medidas intervencionistas do Estado para construir uma nova
sociedade. Negros foram culpados pelas condições sociais e culturais. Mentiras e
controvérsias dos britânicos, falta de voz da pop negra.

Seg cap: analise comparativa de Cuba e Louisiana de iniciativas dos ex-cativos por novas
definições de trabalho e cidadania; Nos EUA houve guerra civil que resultou em maior
abertura e autonomia no campo político. Nacionalismo atrelados inter-racial ou em uma
única linha de cor.

Terceiro: discutir formas análogas à escravidão por objetivo discutir as formas de trabalho
forçado utilizadas na África colonial mesmo depois da abolição formal da escravidão.

Discurso colonialista propagava que as nações européiras levariam a “civilidade” à África

Tentativas de impor o trabalho assalariado aos ex-cativos por contrato estabeleceu navas
formas de controle da mo e afastou do acesso a terra, porém existiam as próprias formas
africanas de pensar o trabalho. Esse trabalho mostra que o contexto não era tão moldável
aos europeus, por isso os africanos precisavam ser supervisionados por um Estado
civilizatório para compreender a racionalidade do mercado, ideia do imperialismo
progressivo (progresso atrelado à mão de obra assalariada e pro privada).

Africanos lutaram para manter sua agricultura de subsistência e resistiram ao contrato de


trabalho. O sistema do imperialismo progressivo demonstrou seus limites, por isso o autor
demostra que persistiu formas de trabalho forçado no séc XX. Tentativa de definir o
trabalho livre, contra mão da generalização feita pelo capitalismo e que as diferenças
culturais tinham sido superadas.

Houve para o autor uma generalização dos direitos, que acarretou na assimilação dos
africanos, atrelou a ideia de que o trabalho livre e assalariado era um direito de classe.
Em 1945, a questão da cidade aparece como outro direito universal, utilizada pelo
capitalismo europeu, mas tbm pelos africanos para garantir seu direito. Defesa de que
houve embates políticos, social e culturais.

“Pecularidade do africano’ ideia desenvolvida entre XVIII e XIX. Mão de obra livre como
um valor acultural e universal surgia entre os europeus o que distanciava do africano.
Seus hábitos eram tidos como peculares

Pensa a escravidão de uma forma atlântica, distinções e elementos comuns na dormação


de sistemas escravistas. Racismo, distorções liberais. Negação de direitos, terra, trabalho,
mobilidade social.