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Resumo

Esta pesquisa tem como objetivo analisar a influencia e a relevância do grego no


estudo de físico-química. O alfabeto grego tem sido a fonte privilegiada no que toca a
escolha de letras para representar grandezas físico-químicas. Na matemática e na física
a língua grega tem uma função muito importante, mas esse trabalho focara no estudo
de química e principalmente na matéria de físico-química. Inicialmente, será feito uma
analise na historia da língua grego , desde a origem e desenvolvimento e na sua
importância que tem deixado marca ao longos desses anos. Todas as ocorrência dos
caracteres grego em físico-química será analisado de forma detalhada para que não
fique dúvidas da importância desse idioma será analisado livros de químicas tanto em
português como em inglês na realização desse trabalho.

introdução
A Língua Grega Por ser um membro da grande família de línguas indo-europeias
, que abrange quase toda Europa e parte da Ásia . Essa família além de conter o grego
existem outras línguas culturais bastante importante tais como o sânscrito e o latim,
assim como o armênio, o germânico, o báltico, o eslavo, o albanês e diversas outras
línguas menores.

O conceito de família linguista se baseia na semelhança que elas apresentam


entre si, vocabulário a estrutura gramatical é outros fenômenos linguísticos . No caso
da grande família indo-europeia não é diferente exemplo:

– Pai: no grego é patér, no latim pater, no sânscrito pita, no antigo persa pitar, no gótico fadar,
no inglês father, no alemão Vater.

– Mãe: no grego é méter, no latim mater, no sânscrito matar, no báltico mãte, no inglês
mother, no alemão Mutter.

A origem do grego antig


Assim como no caso do hipotético idioma indo-europeu comum, muitos eruditos
acreditam que, em tempos remotos — talvez por volta de -2200 — nos territórios
gregos mais antigos existia um único dialeto, o grego comum, do qual os demais
derivaram. Outros sustentam que nunca existiu, historicamente, um dialeto grego único.
Um forte argumento a favor dessa segunda possibilidade é o fato de que a cultura grega
daquela época, resultado da mistura de diversas populações do Neolítico e da Idade do
Bronze, era bastante diversificada do ponto de vista arqueológico.
Acredita-se ademais que língua grega guarda resquícios da mistura populacional
neolítica e pré-indo-europeia. Os filólogos modernos notaram, entre outras coisas, que
certas palavras terminadas em -ssos/-nthos e usadas para nomear lugares sã
estruturalmente diferentes do padrão indo-europeu que caracteriza o resto da língua
grega, e devem ter sido incorporadas antes de -2200: Tirintos (nome de cidade),
Parnassos (nome de montanha), Kefissos (nome de rio).( RIBEIRO JR., W.A.)

Os dialetos gregos
O micênico, o árcado-cipriota, o eólico, o dórico, o iônico e o ático são todos
dialetos antigos que que estão contido no termo grego antigo ,segundo RIBEIRO JR.,
W.A a prevalência do dialeto ático deu-se por causa da dominância econômica e
intelectual de Atenas durante o Período Clássico isso fez com quer o dialeto ático usado
em Atenas se propagasse por todo o mundo grego.

Período Helenístico
No período helenístico ainda segundo RIBEIRO JR., W.A os gregos já falavam
um dialeto único, conhecido por koiné (gr. κοινὴ διάλεκτος, ver D.H. Isoc. 2), derivado
do dialeto ático. A koiné, às vezes chamada igualmente de dialeto alexandrino, tornou-
se a língua comum de todo o mundo mediterrâneo, helenizado pelas conquistas de
Alexandre III da Macedônia, e foi utilizado durante muitos séculos, inclusive ao longo
do Período Bizantino. O grego moderno deriva dele.

O grego na educação
Quem não se deparou com letras gregas quando estuda Física, Matématica,
Biologia e Química. A simples menção do termo alfabeto, tão usado na língua
portuguesa, é uma associação das duas primeiras letras do alfabeto grego e isso porque
o alfabeto português também chamado de alfabeto latino se originou-se do grego. Sendo
os gregos, responsáveis pela a criação das vogais e o primeiro a dar a representação
plena de todos os fonemas, fica claro o porque da sua influencia.

Alguém já perguntou porque as letras gregas aparecem tanto na Matemática e


na Ciência em geral. Essa é uma questão que tem despertado a curiosidade de muitos
afinal qual é a razão de usar os caracteres grego como símbolo de muitas das funções
do estudo da ciência ou ainda porque tem permanecido ate hoje sua influencia. Para
responder esse tipo de pergunta, faz-se necessário analisar o inicio do estudo cientifico
para poder identificar as relações das letras gregas na ciência em geral.

Desde o tempo antigo o homem teve a necessidade de medir terreno daí surgiu
uma ciência bastante conhecida que é a geometria é composta de duas palavras gregas:
geos (terra) e metron (medida). A Geometria como ciência dedutiva apenas tem início
na Grécia Antiga, cerca de sete séculos antes de Cristo, graças aos esforços de muitos
notáveis predecessores de Euclides, como Tales de Mileto (640 - 546 a.C.), Pitágoras
(580 - 500 a.C.) e Eudoxio (408 - 355 a.C.).

Platão interessou-se muito pela Geometria e ao longo do seu ensino evidenciou a


necessidade de demonstrações rigorosas, o que facilitou o trabalho de Euclides.

Euclides (323 - 285 a.C.) deu um grande contributo para a Geometria


escrevendo o livro "Elementos" que é constituído por 13 volumes. Este livro
estabeleceu um método de demonstração rigorosa só muito recentemente superado.

Se a geometria deve sua origem aos gregos não é admiração que os caracteres
grego apareçam com tanta frequência para representar suas equações e funções. De
acordo com o Professor Gleidston Gomes É difícil dizer o significado ou a utilização de
cada uma das letras do alfabeto grego, pois algumas tem vários significados. Abaixo são
apresentados apenas alguns

 Α α Alfa :ângulo ; radiação corpuscular emitida por certos núcleos atômicos


quando sofrem desintegração, libertando átomos de hélio (partículas alfa);

 Β β Beta: ângulo; radiação corpuscular constituída por eléctrones, emitidos por


certos núcleos atômicos ao se desintegrarem (desintegração beta - que pode ser
positiva ou negativa);

 Γ γ Gama: ângulo; radiação eletromagnética de alta frequência emitida por


certos núcleos radioativos.

 Δ δ Delta : ângulo (letra minúscula). Em maiúscula, Δ, representa variação de


uma determinada grandeza, por exemplo: ΔS = variação do espaço ; Δt =
variação do tempo, ΔT = variação da temperatura, etc). E na equação de segundo
grau temos Δ (b^2 - 4.a.c)

 Ε ε Épsilon : constante dielétrica

 Η η Eta : rendimento; índice de refracção de um meio

 Θ θ Teta : ângulo

 Κ κ Capa : constante de Coulomb, Constante de rigidez de uma mola

 Λ λ Lambda : comprimento de onda

 Μ μ miu: peso especifico de uma substancia; micro (10^-6); coeficiente de atrito

 Ν ν Niu : frequência
 Ξ ξ Csi : Usado para representar vaiáveis aleatórias. E em engenharia química a
Duração da reação (um tópico discutido geralmente em cinética da engenharia
química)

 Π π Pi : Representa o número equivalente à razão entre a perímetro da


circunferência e o diâmetro de um círculo, ou seja, pi (3,14159265…).

 Ρ ρ Rô : densidade de uma substancia; resistência especifica

 Σ σ,ς Sigma : constante gravitacional = 6,67.10^-11 N.m^2/Kg^2; Constante de


Stefan-Boltzmann = 5,67.10^-8 W/m^2.K^4. E também Σ, temos como
somatória (somas definidas em alguma sequência, como uma progressão
aritmética), ou de variáveis estatísticas.

 Τ τ Tau : tempo de meia vida

 Φ φ Fi: Representa o número de ouro. angulo de fase entre corrente e tensão ;


fase do MHS; fluxo magnético, fluxo de calor em Termologia

 Ψ ψ Psi : A letra Ψ é utilizada na irrigação para representar o Potencial Hídrico e


dos seus componentes.

 Ω ω Ômega: símbolo da unidade de resistência elétrica (Ohm); velocidade


angular (frequência cíclica ou pulsação), População em estatística.

Essa pequena demonstração acima citado apenas introduz a questão da


relevância que os caracteres grego tem na ciência de forma genérica.

Agora é claro que existem uma razão para uso do alfabeto grego na simbologia
da ciência, mas, antes de algumas possíveis razões para o uso dessas serem mencionado
é bom que fique claro que existe muitas letras do nosso alfabeto sendo usado como
símbolos especialmente com variáveis: x, y, z são alguns exemplos comuns, mas outros
são usados também.

O costume de usar as letras gregas como símbolos na ciência remonta aos


filósofos gregos por exemplo Aristóteles, Diofante e outros. Embora a civilização
posterior usassem suas próprias letras, o uso das letras gregas ao longos dos anos passou
a ser uma tendência do que já estava estabelecido.

Atualmente existe na verdade uma grande vantagem em usar o alfabeto grego


como base da simbologia cientifica, primeiro por causa da sua distinção em relação ao
alfabeto normal no uso diário e são menos propensos a serem confundidos com o texto
da linguagem dentro do trabalho matemático que está sendo escrito.

É realmente uma questão de conveniência, bem como a redução da confusão que


levou ao uso continuado de símbolos do alfabeto grego sendo usados para representar
constantes e, às vezes, variáveis em equações.
Os símbolos e caracteres do alfabeto grego têm uma posição central para uso
como constantes dentro de toda a arena científica, desde física e química até áreas mais
específicas, incluindo eletrônica e engenharia eletrônica. Onde quer que seja no espaço
científico, da escola à universidade e da pesquisa até a aplicação da ciência, os símbolos
do alfabeto grego serão encontrados.

Historia da química
A preocupação em saber qual é a constituição do cosmo, de que tipo de matéria
ele é formado é antiga, pois existem registros sobre esse assunto já entre os povos que
habitavam a mesopotâmia. Mas o que realmente teve relevância para o desenvolvimento
da ciência moderna foram as ideias dos filósofos gregos antigos, principalmente em
razão de duas importantes teorias que de certa forma norteou o principio da ciência
química. Essas teorias que salientavam a constituição da matéria passou a ser chamada
de Atomismo e a Teoria dos Quatro Elementos

Esses dois modos de descrição do mundo natural era baseado no raciocínio e não
empiricamente, não havia a verificação prática de suas hipóteses.

O Atomismo grego estar ligado a dois nomes importantes: Leucipo de Mileto


(nascido ao redor de 500 A.C.) e Demócrito de Abdera (470/460 – 370/360 AC). Sendo
Demócrito discípulo e sucessor de Leucipo. Embora esses homens tenham uma
produção grande nenhum de seus escritos chegaram até os dias de hoje, tudo o que se
sabe sobre eles vem de obras de outros autores. Não se sabe de certeza se a teoria: tudo
o que existe é composto por elementos indivisíveis chamados átomos (do grego, "a",
negação e "tomo", divisível. Átomo= indivisível), veio de Demócrito ou Leucipo, o que
se sabe é que eles tinham uma estreita ligação o que dificultava a identificação do que
foi pensado por um ou por outro.

A segunda teoria que trata dos quatros elementos, estar associada a essas duas
figuras: Empédocles e Aristóteles. Empédocles (495/490 – 435/430 A.C.) propôs como
constituindo a matéria de água, ar, fogo e terra. Aristóteles por sua vez se oponha a essa
teoria enfatizando a existência de uma matéria prima que constituiria a base de
formação de todas as substâncias existentes. E que essa matéria prima era constituída
pelos elementos propostos por Empédocles.

E verdade que existe semelhança entre o Atomismo de Leucipo/Demócrito e o


modelo do átomo indivisível proposto por Dalton em 1808, mas a visão que os filósofos
gregos antigos tinham defendido sobre matéria e cosmo não resistem ao método
cientifico moderno.

Então diante disso tudo há uma pergunta que não quer calar: Porque estudar
teorias de filósofos gregos antigos sobre matéria e cosmo, visto que elas não tem
nenhuma relevância para o método cientifico moderno. Uma das razões seria é analisar
o tanto que essas ideias aparentemente logicas influíram e dificultaram o
desenvolvimento da ciência por mais de 2.000 anos. E isso principalmente as ideias de
Aristóteles que tinha um apoio muito grande da Igreja Católica e rejeitava o Atomismo
condenando institucionalmente e isso era de fato muito decisivo diante do poder que a
Igreja Católica tinha na idade média. E muitos cientistas sofreram por sustentarem
ideias que confrontavam com o pensamento do catolicismo romano, e isso de certa
forma inibiu o desenvolvimento da ciência. Pode-se perguntar ainda porque a Igreja
Católica aceitavam de bom grado a teoria de Aristóteles e negava taxativamente a
teoria do Atomismo com tanta veemência. A causa dessa rejeição estar no fato da
cosmovisão atomista ser totalmente materialista, que até a visão do atomismo em
relação a alma humana podia ser explicado pelo o movimento atômico, guiado
unicamente pela a razão, tudo isso parecia excluir os valores espirituais.

Quando o assunto é o desenvolvimento da química é importante mencionar um


período que teve uma forte influencia nessa ciência: A alquimia. A influência da
alquimia foi tão marcante na química que muitos consideram como o inicio da química.

Quem nunca ouviu falar na “pedra filosofal”, tão procurado pelos alquimista ou
seja para a transmutação de metais em ouro e do elixir da longa vida. Assim os
alquimistas procuravam transformar metais menos nobres em ouro, desenvolver uma
substancia que prolongasse os anos de vida e curar todos os males da sua existência,
tudo isso seria possível segundos os alquimista se de fato eles encontrassem a “pedra
filosofal”. Então toda essa busca não parece envolver algo material mais soa como algo
ligado ao místico.

As concepções filosóficas era muito presente na alquimia, a composição e a


transformação da matéria. As discussões sobre a matéria tinham um toque de
misticismo, algo característico da alquimia. Muitas informações e técnicas desse
período contribuíram para a formação da química como ciência.

Muita das vidrarias que hoje é utilizada e técnicas de experimentos em


laboratório deve sua origem a alquimia.

Um dos marcos na historia da alquimia que teve consequências direta com a


química, foi o livro Alchemia, de 1957, do professor Andreas Libavius , que nasceu na
Alemanha. Nesse livro escrito de forma clara e objetiva traz muitas informações
sistematizadas sobre química principalmente o preparo de ácidos. Pelo o fato de
Libavius possuir um laboratório em sua casa facilitava a execução de muitas práticas no
decorrer de suas pesquisas é ele detalhou no seu livro de forma como procedia na
preparação de diversas substâncias médicas.

Houve uma complementação das ideias de Aristóteles pelos os alquimistas no


que diz respeito as ideias sobre a constituição da matéria.

O enxofre e o mercúrio sendo incorporado pelos os alquimistas aos quatros


elementos de Aristóteles ( fogo, água, terra e ar). A teoria “enxofremercúrio” postulava
que todo tipo de matéria era composta por proporções diferentes de enxofre e mercúrio.
O enxofre estaria associado à “combustibilidade” e o mercúrio à “metalicidade”.

Ao enxofre e mercúrio foi incorporado outro importante principio, o sal e esse


último, acrescentado por Paracelso (Theophrastus von Hohenheim, 1493-1541). Assim
a combustibilidade do enxofre, o brilho metálico e fluidez do mercúrio e a estabilidade
do sal, esses três princípios perdurou até o surgimento da Química Moderna, quando se
passou a discutir a constituição da matéria com base nos diversos e numerosos
elementos químicos.