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INTRODUÇÃO: QUAL O TEMA DA BÍLIBA

O pastor e autor desta obra James C. Denison expõe uma história sobre o
presidente Truman na igreja, logo, o autor relaciona o entendimento de um sermão ao
que foi falado pelo líder religioso.

Quem é a Figura Central da Bíblia?


Nesta parte, James explica o centro da Bíblia, logo, sem Cristo a Bíblia seria um
livro bastante confuso. Logo, quando Cristo remete a Palavra para os seus seguidores,
fica mais fácil a compreensão da ideia bíblica. Cristo revela o centro da Bíblia: a sua
pessoa, demonstrando uma visão mais clara de como cada um poderá seguir os
ensinamentos de Deus.

Jesus Cumpre o Antigo Testamento


Denison relata, nesta parte, uma visão mais crítica ao Antigo Testamento,
podendo ser melhor compreendido através de pessoas de fé em Cristo, ligando ao foco
mais profundo quando acreditamos nele.

Jesus é o Foco do Novo Testamento


As primeiras pregações se baseavam no Cumprimento de Cristo ao Antigo
Testamento, logo, o autor explica casos de pregações, como de Paulo, em relação as
palavras de Cristo, ligando os moldes de se discutir a Palavra ao Novo Testamento, cujo
passa a ser um caso de estudo bíblico.

Qual é o Tema Central da Bíblia?


O autor descreve, nesta parte, que o centro da fé e a mensagem do Antigo
Testamento é o reino de Deus, acentuando a palavra “Reino” e sua importância, o que
para muitos ainda é desconhecida em visão a procura da fé.

O Antigo Testamento Exalta o Rei


James ressalta a visão de Deus como Rei, logo, Moisés se dirigia, em uma
cantiga, que o Senhor reinará para sempre. Davi também se dirige a Deus como um rei:
“O Senhor preside aos dilúvios; como rei presidirá para sempre” (SI 29.10). O autor
ressalta uma pergunta, se Deus governa o mundo, por que o seu povo é tão oprimido?
Como resposta, vemos as perseguições e conflitos por conta do Divino, o que
ocasionam um tipo de fé massacrante ao olhar de leigos.

Jesus, O messias, Cumpre o Reino


James liga o Messias ao cumprimento de uma promessa nesta parte, logo, vemos
o Reino de Deus, visado por seus seguidores, ao papel da Igreja, a qual remete aos
ensinamentos sobre Cristo, Deus e seus moldes bíblicos.

A Bíblia Encontra Unidade no Reino


As Escrituras Sagradas nos levam a pensarmos no Reino de Deus, sendo que,
quando lemos a Bíblia procuramos entender as explicações sagradas para o nosso
mundo, o que, com as Escrituras, torna-se mais acessível ao pensamento, ressalta o
autor neste ponto.

Do que Tratam os Livros da Bíblia?


Em explicação, o autor ressalta que a Bíblia trata os temas centrais sobre Deus
como Rei, construindo cada seção sobre o anterior, remetendo a explicações mais
profundas a outras seções, o que pode levar a uma direção geral da Bíblia.

O Antigo Testamento
Uma das partes mais longas deste texto, porém mais explicativa. O autor faz
uma analogia a algumas palavras bíblicas, como Êxodo, em relação a libertação dos
hebreus da escravidão no Egito e saída dessa nação. Levítico, em relação a tribo judia
responsável pelo ministério sacerdotal e vida religiosa da nação. Entre outras palavras, o
autor ressalta a importância delas para a composição do Livro Sagrado, preparando o
mundo para a vinda do Reino de Deus.

O Novo Testamento
Nesta parte, o autor ressalta o modo que interpretamos o Novo Testamento.
Logo, vemos a palavra Evangelhos, relacionando-se as “boas novas” da salvação de
Jesus Cristo, como vemos alguns mencionados em relação a Nova Escritura, Marcos e
Lucas, entre outros, fazendo uma analogia a interpretação sobre Jesus e o evangelho na
visão deles. Toda essa parte é direcionada aos moldes para a formação do Novo
Testamento, o que reflete a dizeres sobre antigos mentores e seguidores de Cristo.
QUAIS SÃO AS MELHORES FERRAMENTAS?
Neste ponto, o autor pretende examinar as obras de William Tyndale, cujo
ressalta questões de sua vida e relaciona a tradução do Antigo Testamento a fé e a força
de vontade para fazer tal ato.

A História da Bíblia Inglesa


A Bíblia foi escrita originalmente em hebraico, aramaico e grego, porém, vemos
suas cópias espalhadas em várias línguas mundiais, o que ressalta a ideia de que o Livro
Sagrado é o mais traduzido do mundo.

As Primeira Traduções
James relata que, antes mesmo de Tyndale publicar a sua Bíblia inglesa, os
eruditos estavam trabalhando para dar ao seu povo uma Bíblia que as pessoas pudessem
ler. Tentando traduzir o Antigo Testamento, vários moldes foram formados para a
tradução em inglês, passando da Septuaginta até outras como a Vulgata Latina.

A Bíblia em Inglês
Denison revela um pouco da história da tradução da Bíblia inglesa nesta parte,
começando pela chegada do cristianismo na Grã-Bretanha, cujo os primeiros cristãos
fizeram traduções rústicas da Bíblia para a sua língua anglo saxônica, completando os
evangelhos e parte do Antigo Testamento por volta do nono século. O autor termina o
tema desse subtítulo descrevendo um pouco sobre a Bíblia dos Bispos de 1568, sendo
esta a sétima Bíblia inglesa a aparecer na Bretanha em menos de cinco décadas.

Versão do Rei Tiago (King James)


Neste ponto, Denison relata a convocação de um comitê de cinquenta eruditos
em julho de 1604, no caso, sua intenção era traduzir a Bíblia em inglês, porém, baseado
nas línguas originais, dando ao seu povo uma versão que todos pudessem ler.

Por que Tantas Versões?


James explica que, durante trezentos anos, a versão Bíblica do Rei James
manteve o primeiro lugar em popularidade, porém, essa situação mudou com o
movimento Revised Version na Inglaterra em 1885 e sua contraparte americana, a
American Atandard Version de 1901.
Vemos que a versão do Rei James continua sendo a mais popular, contudo,
traduções ainda são feitas nos dias atuais.

Novas Descobertas nos Manuscritos Bíblicos


Denison descreve, nesta parte, que em séculos recentes, manuscritos melhores
foram descobertos, Novos Testamentos inteiros seiscentos anos mais antigos do que os
disponíveis aos tradutores do Rei Tiago, sendo assim, as versões modernas são baseadas
nas cópias mais antigas e melhores desses originais à nossa disposição.

Aperfeiçoamento na Erudição
O autor ressalta o aperfeiçoamento na erudição, diretamente ligada aos modos de
traduções, logo, quanto mais técnica científica for a pesquisa de documentos antigos,
mais cópias diretas do original serão aperfeiçoadas.

Descobertas Arqueológicas
A Arqueologia, como técnica científica de pesquisa física, resultou em várias
descobertas fascinantes para o mundo, logo, a tradução de palavras por uma equipe
técnica resulta no fundamento de estudos mais especializados nos assuntos bíblicos, o
que deixa mais claro uma revisão historiográfica sobre a Palavra.

Mudanças na Língua Inglesa


James ressalta, neste ponto, a importância da tradução bíblica em palavras mais
claras ao público leitor, porém, com a mudança da língua inglesa vários modos de
explicação de provérbios e palavras afim religiosas são mudadas em conjunto, o que
pode mudar, em pequenos pontos, a visão do leitor ao modo escrito.

Como Escolher a sua Versão


Denison realça uma visão mais clara sobre qual tradução alguém escolheria
sobre a Bíblia, ligando a clareza e objetivo de leitura, destacando os mesmos trechos
bíblicos em traduções diferentes, salientando a escolha da pessoa por sua melhor
interpretação.
Conheça os Diferentes Métodos de Tradução Bíblica
O autor apresenta, nessa parte, diferentes modos de traduções ao passar dos
anos, isso é, salientando os diferentes métodos utilizados para a tradução bíblica para
serem utilizados pela própria Igreja e afins públicos. É destacado a Abordagem Literal e
uma Abordagem “Livre”, como também a Abordagem da “Equivalência Dinâmica”,
passando por moldes de utilização bíblica histórica.

Use o Melhor de Cada Abordagem


James utiliza das traduções a sua melhor escolha, no caso, a qual for mais
salientada pelo público leitor é a remetente de sua escolha, porém, partindo da ideia de
utilização de mais de uma tradução, pois cada uma relata de um modo algo que é
exposto unicamente.

Uma Palavra de Perspectiva


Denison ressalta que, para algumas pessoas, a versão traduzida pelo Rei Tiago é
a única Bíblia apropriada para estudo, porém, outros insistem que devemos estudar
quase tudo, menos a do Rei Tiago. O autor faz uma ligação a versões escolhidas por nós
as interpretações feitas por Tyndale, no caso, a visão de escolha a parte da ideia do
Novo Testamento. Conforme Tyndale ressaltaria, traduzir as Escrituras permanece uma
tarefa crítica e essencial hoje.

O QUE POSSO APRENDER DE OUTROS


James C. Denison relata uma questão de aprendizado, visando o entendimento
do assunto por outras pessoas, incluindo diferentes formas de interpretação bíblica de
fontes e métodos para enfoque nos estudos.

A Era Judaica
Denison relata que a Igreja do Novo Testamento começou com as Escrituras
hebraicas e fez uso de métodos hebraicos para interpretá-las. Sendo importante
examinar as abordagens judias para o estudo bíblico.
Esdras – O Início da Hermenêutica
James explica, nesse ponto, que o estudo bíblico em nossos dias continua
seguindo o padrão básico de Esdras. Como os hebreus, quem não souber ler a Bíblia em
suas línguas originais deve usar uma tradução.

A Comunidade de Cunrã – Texto sem Contexto


O autor descreve um pouco sobre a comunidade de Cunrã nesta parte, logo, ele
aponta a observação desta comunidade em relação as Escrituras, aplicando a lei a todos
os aspectos de sua vida comunitária. Porém, suas interpretações quase nunca faziam
referência ao contexto original ou ao significado do texto.

As Escolas Rabínicas – Regras para o Estudo Bíblico


James explica, nesse contexto do tema, que as escolas rabínicas nos mostram
tanto o lado positivo quanto o lado negativo dos métodos de estudo bíblico. Podem
seguir exemplo em desenvolver e utilizar bons procedimentos de interpretação bíblica.
Porém não devemos enfatizar os detalhes da Escritura a ponto de passarmos acima de
suas verdades abrangentes.

Literatura Rabínica – Interpretação Mediante Comentário


A interpretação bíblica levou aos rabinos e seus seguidores a estudarem, por
intenso, as Escrituras, assim, os rabinos criaram comentários de vários tipos e depois
escreveram comentários sobre os seus comentários, trazendo uma gama de estudos
maciços literais.

Judaísmo Alexandrino – Buscando o Significado “Espiritual”


James explica, nesse ponto, que os judeus de Alexandria buscaram meios de
descobrir verdades “espirituais” no texto “material”, o que enfoca os significados
ocultos ou espirituais nas palavras literais.

A Era Patrística
O autor ressalta, nesta parte, o conceito de “Patra”, ligando ao conceito latino
para “Pai”, cujo visa o período dos pais da igreja, no período de aproximadamente 100-
500 A.D.
Descobrindo Cristo no Antigo Testamento
O primeiro problema no estudo bíblico, de acordo com o autor, era a visão dos
pastores e professores primitivos em como usar o Antigo Testamento na igreja, cujo no
primeiro período do estudo bíblico cristão, encontramos a abordagem “espiritual” da
alegoria.

O Triunfo da Alegoria
Ligando a Orígenes, a ampliação da abordagem alegórica com o “método
triplo”, um modelo que durou séculos, foi mais aberto e descritivo em relação a Jesus
Cristo, visando a ligação de Cristo com o espírito.

Esforços para Restaurar a Abordagem Literal


Na visão do autor, o método alegórico se tornasse difundido nos primeiros
séculos da igreja. A abordagem literal não ficou completamente esquecida. Ela se
manteve e permitiu que Agostinho combinasse ambos em princípios de interpretação.

Agostinho – Princípios de Interpretação


James revisa as interpretações de Agostinho, sendo um dos maiores eruditos
cristãos de todos os tempos. Atribuindo alguns sentidos as suas normas:
1. A necessidade da fé cristã para a interpretação;
2. A prioridade dos sentidos literal e histórico do texto;
3. A importância do propósito original do autor bíblico;
4. Ênfase sobre o contexto do texto;
5. Importância de usar passagens claras para interpretar as mais difíceis;
6. Necessidade de conhecimento para a interpretação.

A Idade Média
James relata o período de morte de Agostinho, no caso, dando início na Reforma
é geralmente chamado de período “Medieval” ou “Idade Média”. Este período foi de
maior parte da transição relacionada a interpretação bíblica.

Abordagens ao Estudo Bíblico


O autor, nessa parte, cita quatro métodos da Idade Média que continuam
influentes até hoje. O primeiro é relacionado a “catena”, ou uma série de interpretações
reunidas com base nos primeiros comentários dos pais da igreja. O segundo foi a
“glosa”, sendo uma interpretação ou comentário inserido no texto bíblico e à imagem
dele. O terceiro vincula ao desenvolvimento das escolas de estudo bíblico, cada uma
promovendo sua própria abordagem bíblica. O quarto foi o novo desenvolvimento dos
métodos alegóricos.

Tomás de Aquino – A Prioridade do Literal


Tomás permite a alegoria na interpretação do Antigo Testamento, a “tropologia”
na descoberta de preceitos morais no Novo Testamento, e a “anagogia” no estudo de
tópicos eternos, futuros.

Nicolau de Lira – Uma Ponte para a Reforma


Nicolau, pelo autor e pela história, foi o influenciador de Martinho Lutero e
futuros reformadores. De certa forma, James explica um pouco da trajetória de Nicolau
e sua ênfase sobre o sentido literal da Escritura, um dos principais aspectos da Reforma.

A Reforma
James relata que o movimento de defesa do direito de interpretação da Bíblia por
um indivíduo se opunha à prática secular da interpretação pelos concílios e credos da
igreja. Sendo considerada um ponto chave da “Reforma”.

Martinho Lutero – Princípios de Estudo Bíblico


O autor relata uma parte da visão de Martinho Lutero em relação a Reforma:
1. Princípio “psicológico”, a necessidade do compromisso espiritual;
2. Princípio de “autoridade”, a Bíblia está acima da autoridade da Igreja;
3. Princípio “literal”, o estudo bíblico deve enfatizar o significado histórico e
gramatical do texto;
4. Princípio da “suficiência”, a Bíblia é um livro claro e pode ser interpretado
por todos os cristãos;
5. Princípio “Cristológico”, o propósito de todo o estudo bíblico é encontrar e
aceitar Cristo;
6. Princípio da “lei do evangelho”, a lei do Antigo Testamento foi dada para
julgar o pecado, e a graça do Novo Testamento foi então dada para expiá-lo.
João Calvino – Estudo Científico da Escritura
João Calvino, o primeiro a ser chamado de intérprete científico da Bíblia. Ele
insistiu especialmente que “a Escritura interpreta a Escritura”, argumentando que
devemos estudar a gramática, história e contexto da passagem em lugar de incluir na
leitura as nossas opiniões pessoais.

O Concílio de Trento – Credo Católico Romano


James relata a história do Concílio de Trento, em resposta aos movimentos
protestantes descritos contra ao modelo da própria. O resultado foi um credo muito
estrito de ortodoxia, afirmando que os ensinamentos e credos da igreja são a base de
todo estudo bíblico correto. Duas escolas fundamentais de pensamento estavam sendo
preparadas: interpretação feita por qualquer crente e a interpretação pelo sacerdote e
oficial da igreja.

Os Anabatistas e Outros Reformadores


Anabatistas foi uma outra corrente da Reforma do século dezesseis, enfatizando
o batismo primeiramente como o percursor ao compromisso com Cristo, dando partes
em cinco princípios: “Sola Scriptura”, não dar ênfase aos credos, abordagem
“Cristológica”, o Novo Testamento e o direito de interpretação pelo indivíduo.

A Era Moderna
Bíblia e hermenêutica, assuntos que surgiram nos últimos quatrocentos anos,
visando nossos propósitos, a ênfase de movimentos de movimentos que possam
contribuir ao estudo bíblico hoje é salientado em grande questão.

Liberalismo Moderno – Interpretação Subjetiva


O Liberalismo concede a liberdade do indivíduo interpretar o que ele quiser, de
acordo com o autor e com a história, esta é a abordagem “subjetiva”, em contraste, o
método “objetivo” insiste que o texto possui um significado objetivo, planejado e
querendo que o leitor interprete ou não corretamente.
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Teologia de Princeton – Estudo Bíblico Racional, Tópico
Esta abordagem define a Escrituras em sistemas de doutrinas, sendo um método
de grande influência sobre o estudo bíblico e a pregação de nossos dias. No caso, a
Bíblia é verdadeira e que ela ensina a verdade, mas devemos sempre ter o cuidado na
interpretação desta verdade de acordo com o seu sentido original.

Dispensacionalismo – Interpretação de Acordo com os Períodos Bíblicos


Dispensacionalismo, criado por John Darby (1800-82) e seus seguidores para a
definição de um período de tempo na história e na Bíblia. Este método ensina que as
diversas partes da Bíblia devem ser interpretadas conforme o seu lugar no sistema geral
das dispensações.

O Modelo Institucional – Interpretação Mediante os Credos


De acordo com o autor, o “institucionalismo” é baseado nos credos de uma
determinada instituição ou movimento religioso. Embora possa ser atribuída a Irineu e
continuar sendo aceita por inúmeros católico-romanos.
Análise Critica
James C. Denison expressa de um modo crucial a visão de um leitor da Bíblia e
a sua história, relacionando moldes do Antigo ao Novo Testamento. O autor faz uma
analogia extensa de como podemos ver Deus em cada versículo de seu livro, visando
caracterizar a expansão de visões diferentes de um mesmo assunto relacionado ao lado
humano bíblico, no qual os ensinamentos divinos são abertos em dois pontos: em
discussões e análises públicas e acadêmicas, cujo buscamos refletir sobre Deus e a sua
Palavra em um modo caracterizado e anlítico. Além de bases para o tema bíblico a ser
estudado, vemos uma questão muito mais aprofundada a interpretação histórica e
científica sobre o tema, logo, a visão do autor se concentra em explicar o como achamos
uma tradução certa, se podemos relacioná-la a outras cópias em diferentes línguas, a sua
história e período escrito e a análise que faremos, cientificamente, sobre a Palavra e o
modo que a interpretaremos.
Denison expõe claramente suas respostas de acordo com cada pergunta direta, o
que gera mais leitura e interpretação textual, trazendo mais informações para o
enriquecimento pessoal e acadêmico de um indivíduo.
Análise Pessoal
Embora vemos um texto baseado em teorias interpretativas e histórico-cientifico,
podemos considera-lo mais base para um conhecimento amplo sobre a Bíblia, logo, o
autor James C. Denison expõe sua visão pautada nas interpretações explicativas sobre a
história do Antigo e o Novo Testamento e como isso influencia o modo que procuramos
uma versão certa das Escrituras, além das cópias em outras línguas que podem, ou não,
revitalizar palavras mais acentuadas em suas traduções.
O texto relaciona as perguntas básicas sobre a Bíblia e o por que lemos ela,
porém, expressa uma visão de respostas concretas e diretas, horas ligando a casos, horas
ligando a história da escrita bíblica.
O que foi entendido do texto acaba por abrir uma visão panorâmica sobre o
assunto abordado, logo, James abre sua reflexão aos demais leitores, o que acaba por
contribuir para uma análise crítica, muitas vezes quantitativa, sobre a leitura da Bíblia.
Em análise, observamos que o autor pretende deixar claro sua visão
correlacionada ao pensamento em conjunto, não perdendo o fator científico e histórico,
mas abrindo um leque de pensamentos e análises para os leitores, fazendo pequenos
exames pessoais para quem ler sua obra.