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Art.

5º, LIV - ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal;
Tal princípio abarca a garantia da transparência na condução do processo, com finalidade de evitar o cometimento de abusos e arbitrariedades por parte do
administrador, bem como a necessidade da Adm. Pública seguir um padrão de conduta na condução de seus processos, sem que haja alteração ou supressão
das fases postas legalmente e que são de importância singular a justificar a conduta que srá desencadeada pelo procedimento.
Devido processo legal
O processo é indispensável no exercício da autotutela administrativa, sempre que o Poder Público atua na anulação de atos viciados, ou revogação de atos
inoportunos ou inconvenientes.
Súmula 473, STF. A administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou
revogá-los, por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial.
Art. 5º, LV - aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios
e recursos a ela inerentes;
Direito conferido ao particular de saber o que acontece no processo administrativo ou judicial de seu interesse, bem como o direito de se manifestar na
realção processual, rquerendo a produção de provas e provocando sua tramitação.
Importa analisar que o texto constitucional determina explicitamente a aplicação deste princípio em sede de processo administrativo, sendo que o
desrrespeito a essa garantia enseja nulidade do processo e de todos os atos administrativos dele decorrente.
O desrrespeito a essa garantia enseja a nulidade do processo e de todos os atos administrativos dele decorrentes.
Para que o contraditório seja exercido de forma regular, é indispensável o respeito ao princípio da igualdade na relação processual.

Defesa técnica Súmula Vinculante 5: A falta de defesa técnica por advogado no processo administrativo disciplinar não ofende a Constituição.
Resta aos particulares acusados em processos administrativos disciplinares a faculdade de se fazer representar por advogados.

Somente em situações emergenciais, nas quais o interesse público esteja em perigo, se admite que a atuação administrativa
anteceda a manifestação do particular.
Contraditório e ampla defesa
Defesa prévia Ex: um prédio privado está em ruína e prestes a desabar em frente a um mercado municipal, com o perigo de destruir toda a
estrutura do mercado e causar a morte de centenas de pessoas. Neste caso, é permitido ao Poder Público que tome as providências
necessárias à demolição do prédio, sendo oportunizada posteriormente, a defesa do proprietário. Tais situações são denominadas de
Princípios contraditório diferido e admitida em decorrência das supremacia do interesse público sobre o privado.
Direito ao recurso administrativo

Prerrogativa que possibilita a reanálise dos atos praticados pela Administração, por provocação do particular, com a
finalidade de evitar que se perpetuem injustiças ou decisões ilegais.
Duplo grau de julgamento
Súmula Vinculante 21: É inconstitucional a exigência de depósito ou arrolamento prévios de dinheiro ou bens para
admissibilidade de recurso administrativo.
Súmula 373, STJ: É ilegítima a exigência de depósito prévio para admissibilidade de recurso administrativo.

Colorário da garantia do contraditório, é o direito de todos os interessados de conhecer o conteúdo das decisões do processo,
bem como de seus atos e das provas produzidas.
Direito à informação A súmula vinculante n. 3 informa que, no momento em que o Tribunal de Contas se manifesta contrário à
aposentadoria pretendida pelo autor, ele não está desconstituindo garantia já consolidada em ato perfeito, estando
de fato, evitando a prefeição do ato, o que enseja a desnecessidade de garantia ao contraditório.
A forma é o instrumento para o alcance dos objetivos do ato. Por isso, o vício de forma é sanável quando não gera prejuízo, desde que mantido o interesse
Instrumentalidade das formas
público face à aplicação do referido princípio.
Parte da doutrina trata da forma o processo administrativo através da aplicação do princípio do formalismo necessário ao estabelecer que, em matéria
Informalismo ou
processual, são obrigatórias as formalidades indispensáveis à segurança jurídica do cidadão que devem ser observadas pela Adm. Pública na condução do feito,
formalismo necessário
a despeito de não se poder exigir formalidades ao particular interessado no procedimento.
Os processos administrativos admitem todos os tipos lícitos de provas, apresentados em qualquer fase do processo, ainda que após o encerramento da instrução, bem
como admite a produção de provas realizadas, de ofício, pela própria Adm. Pública condutora do feito. Isto tudo ocorre em respeito à busca pelo conhecimento do fato
efetivamente ocorrido, a verdade absoluta.
Verdade real
A busca pela verdade terá que se adequar aos limites que são impostos pela limitada estrutura administrativa, bem como deve respeitar a razoável duração do
processo (art. 5º, LXXVIII, CF).

Os processos administrativos são gratuitos, não havendo cobrança de custas, emolumentos ou ônus sucumbenciais aos particulares envolvidos.
Gratuidade Lei 9.784/99, art. 2º, Parágrafo único. Nos processos administrativos serão observados, entre outros, os critérios de:
XI - proibição de cobrança de despesas processuais, ressalvadas as previstas em lei;