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FAVELA: NÃO SOMOS MARGINAIS, FOMOS MARGINALIZADOS

Vinicius Santos da Silva

Vinyiecd6@gmail.com

Estudante de Geografia da Faculdade de Formação de Professores da Universidade Federal Rural


do Rio de Janeiro (IM-UFRRJ)

INTRODUÇÃO

O Brasil é um país que em sua essência é conhecido por sua diversidade de culturas e condições
social, nesse contexto e pela maneira que se formou a sociedade brasileira, é inevitável desde o
inicio desse processo que uma classe social se sobrepõe a outra. Essa separação é um fenômeno
social que tem implicações coletivas e individuais, nessa configuração a marginalização aparece
como uma forma de exclusão social. Nesse o contexto o racismo ambiental aborda as
desigualdades que trazem como causa principal a segregação étnica e social. É um mecanismo
utilizado pela classe hegemônica para menosprezar uma determinada classe, pondo a mesma
como inferior e jogando sobre ela o peso dessa inferiorização, separando-a pela cor da pele, pela
cultura ou pelo território a que pertence. O termo marginalizar é ligado diretamente à formação
da estrutura social, esse termo coloca uma pessoa ou um grupo em condições de desvantagem
dentro de um meio social. Dessa maneira o marginal é separado do resto da sociedade, não sendo
considerado capaz de conviver no meio social, a não ser que esteja em condições subalternas
servindo como mão de obra e atendendo os anseios da classe dominante.

Falando em Brasil percebemos que o racismo vai além da segregação étnica, as formas de
violência aparecem também através da segregação territorial, de gênero, opção sexual, regional.
Portanto se olharmos o racismo de maneira superficial não conseguiremos perceber essas formas
de segregação, entre elas, o racismo ambiental.

Antes de nos debruçarmos no entendimento do racismo ambiental, e na sua relação com o


processo de marginalização das favelas e do favelados, é importante abordarmos o fator principal
que forma essa marginalização à um grupo étnico e social que é o território. O território é o
ambiente de todos que pertencem aquele espaço, nele estão presentes elementos materiais e
elementos simbólicos, esta ultimo não é levado em consideração nesse processo de marginalização
e desterritorialização, pela lógica capitalista. Sendo assim o termo racismo ambiental surge nessa
dinâmica de segregação sócioespacial, onde os maiores incidentes de danos ambientais são
condicionados às populações de baixa renda, étnica segregada e grupos sociais marginalizados.
.

Nessa conjuntura ao fazermos a junção dos termos marginalização e racismo, logo recordamos do
período da escravidão, árduos 358 anos que mostraram na prática o significado de segregação de
toda uma etnia e marginalização sócio-cultural. Os africanos trazidos ao Brasil eram de sua
maioria da costa ocidental na África, eram capturados algumas vezes em incursões militares e em
outras vezes eram trocados com os chefes de aldeias por tecidos, tapetes, espelhos e outros
produtos. Após serem capturados na África a segunda etapa era o transporte para o Brasil, com o
objetivo de economizar os colonizadores superlotavam os navios que tinham em média 500 negros
em condições insalubres, sem água e alimentos suficientes para todos. Ao chegar no Brasil os
negros escravizados eram alimentados, tomavam banho e recebiam cuidados médicos para
melhorarem a sua aparência e assim aumentarem a possibilidade de serem vendidos.

É notório que o negro ajudou a construir a independência econômica do nosso estado nação, pois o
momento de sua chegada para o trabalho em regime escravo era propicio devido ao período de
crescimento da produção de açúcar e das praticas de trabalho no campo. As condições de trabalho
dos escravizados eram degradantes, os escravizados não tinham descanso, eram entulhados nos

porões chamados de senzala, sem condições de viver e constantemente eram torturados sem que
fosse necessário um motivo plausível. Devido a essas condições desumanas começaram a surgir
movimentos de resistência, eis que surgem os quilombos e conseqüentemente os quilombolas. Em
sua essência os quilombos serviam de refugio para os escravizados que fugiam de onde viviam,
sendo assim sua localização era em áreas de difícil acesso para dificultar a tentativa das forças de
ordem imperial de recapturar escravizados. Assim podemos perceber a importância dos quilombos
rumo ao fim do regime de escravidão, uma vez que passado os anos os quilombos iam expandindo
seu território, ocupando áreas com favelas conhecidas hoje na área da tijuca e Andaraí, ou seja,
nesse processo de expansão urbana da favela os negros e os quilombos tiveram significativa
importância.

DESENVOLVIMENTO

O RACISMO AMBIENTAL

Esse movimento ganhou notoriedade na década de 1980, quando negros estadunidenses amparados
nos debates e estudos a cerca da justiça ambiental, questionaram o fato de um aterro de resíduos
tóxicos, serem despejados em seu território, a cidade de Warren Country, na Carolina do norte. A
EPA –( Environmental Protection Agency ) foi a responsável pela escola da localidade onde seriam
despejados esses resíduos. A resistência dos moradores de Warren Coutry foi ganhando força,
levando o debate para além dos limites da cidade. A partir dai foi verificado que outros locais de
despejo de resíduos tóxicos tinham a sua localização em bairros de predominância negra, esse fato
chamou a atenção então a EPA decidiu criar um comitê para averiguar o caso, e assim em 1991
ocorreu a I Conferência Nacional de Lideranças Ambientais de Cor. Nessa conferência a justiça
ambiental foi debatida com a participação de representantes negros e das comunidades diretamente
afetadas.
O racismo existe e ele é o responsável pela organização sócio econômica do Brasil, através dele foi
separado quem teria os privilégios e quem seria condicionado a subalternidade. Analise a cor da
pele dos que criaram e vivem nas favelas,, os que sofrem com as enchentes, violência urbana e
deslizamentos. Vivemos sob a utopia de que o racismo não existe, e que somos todos iguais,
entretanto, o que vimos ao longo da nossa história é o posto dessa afirmativa. Vimos no processo de
formação da sociedade brasileira uma raça separada e segregada pela cor da pele e após a sua
“libertação”, ser marginalizada e consequentemente perseguida. De forma inevitável o racismo
ambiental desterritorializa aqueles que não detém de poder econômico. Essa dinâmica fica mais
visível na análise de Haesbaert.

“considerando os dois extremos(que, se existissem, seria


apenas enquanto “ tipos ideais”) diriamos que não é
possivel conceber territórios puramente funcionais(já que
sempre, por menosexpressiva que seja, estará neles
contida uma dimensão simbólica) nem territórios
puramente simbólicos)nesse caso, alguma referência a um
espaço material, por alguns denominadosespaço ou
território de referência identitária, deverá estar presente).
Haesbaert ( 2009, P.106)

A percepcção de Haesbart nos mostra que o território possui sua importância material e simbólica, e
essas peculiaridades territoriais são esquecidas quando há um interesse financeiro ou até mesmo a
ideia de manutenção da hegemonia de classe social, fazendo com que a marginalização a um
determinado território seja banalizado, assim através do racismo ambiental podemos entender como
se inicia o processo de marginalização das favelas e consequentemente do negro, levando em
consideração o protagonismo do negro na criação das favelas e o fato de serem a maioria da
população favelada.
Para Fazermos uma análise do racismo ambiental no contexto urbano, é inevitável
percorrermos o contexto histórico para termos uma leitura holística a cerca do tema. É
notório que o racismo foi o mecanismo utilizado para organizar o Brasil no que tange a sua
formação sócioespacial, e nessa organização ficaram explícitas as práticas discriminatórias ,
que originaram as desigualdades raciais e ambientais.Segundo Acserald essas desigualdades
se mantiveram coesas ao passar dos anos, sendo elas responsáveis pela ausência de políticas
públicas em áreas marginalizadas. Para ele o estado tem um papel fundamental na erradicação
ou na evolução dessas desigualdades.

“As demandas mais específicas por direitos iguais à


proteçãoambiental sugerem que qualquer distribuição
desigual dos danos decorre da ausência concreta de
políticas, a saber, da inexistência de um conjunto de
medidas capazes de impedir que os agentes dotados do
maior poder projetem sobre os destituidos a maior parte
dos males ambientais do desenvolvimento). (Acsebald et
al, 2009, P. 79)
A FORMAÇÃO DAS FAVELAS

A guerra de Canudos foi predominante para a criação da primeira favela do Rio de janeiro, o morro
da Providência, essa guerra aconteceu na comunidade de Canudos, situado na Bahia esse município
era uma região de seca e pouco desenvolvimento sócio econômico, após a criação da república,
Antonio Vicente Mendes Maciel, apelidado de “Antonio Conselheiro”, foi comerciante, professor
chegou em Canudos em 1893, sendo responsável pelo crescimento da cidade o que causou o
incômodo dos latifundiários da região. Conselheiro tinha uma visão monarquista e acreditava que a
proclamação da república seria uma maneira de exclusão sócio econômica e assim formou um
grupo de resistência. Após perceberem o crescimento desse movimento de resistência, os
latifundiários cobraram junto à nova república providências para esse ato de “rebeldia” de Antonio
Conselheiro e seus comandados. Após 3 tentativas fracassadas de tentar acabar com o movimento
as baixas sofridas pelo exército tiveram repercussão na sociedade para ambos os lados. Na teoria a
escravidão havia acabado e por todo o Brasil se via grupos de ex-escravizados vagando, sem terra,
excluídos do acesso a moradia e do convívio social e esses escravos serviram de soldados para
ambos os lados.

Assim começou a dinâmica de expansão da favela no espaço urbano do Rio de Janeiro, com as
baixas do exército e os negros vagando sem terra, o exército convocou os ex-escravizados para lutar
na guerra de canudos com a promessa de receberem um pedaço de terra ao término da guerra se o
exército tivesse êxito e os mesmos retornarem com vida. A guerra terminou e os negros que
voltaram e pleitearam o seu pedaço de terra, e tiveram como resposta do estado, silencio e incerteza.
Sem ter uma resposta concreta para a solução do problema esses que voltaram da guerra começaram
a se acomodar na região central do Rio de Janeiro, atrás do quartel general do exercito. A ocupação
desse espaço ocorreu após a desterritorialização da população negra e pobre do centro do Rio que
foram migrando para essa região de morro e se expandiu após a ocupação dos negros, que ocuparam
e construíram barracos de madeiras como uma “providência” diante do impasse sobre quais terras
seriam dadas a esses negros, surge então o morro da Providência.

Com o crescimento da industrialização no sudeste as ofertas de emprego aumentaram, paralelo a


esse fenômeno o nordeste vivia um momento de degradação socioeconômica, agricultura estagnada,
grandes latifundiários concentrando a maioria do acesso a terra e conseqüentemente a renda, entre
outros fatores propícios a migração. Nesse momento o Rio de Janeiro passava por um momento de
colapso social, não estando preparado para receber esse contingente de pessoas, isso era visível a
cada chuva forte que caia no Rio de Janeiro, as enchentes eram constantes evidenciando assim a
falta de estrutura para alocar esses migrantes.
Ao chegar ao rio sem condições sem opção de moradia os nordestinos passaram a buscar refúgio
nas favelas que nesse momento já ocupavam os morros cariocas. Os nordestinos passaram a ser
vistos como mão de obra barata, os homens na construção civil e em condomínios como “faz tudo”
ou porteiro e as mulheres como empregadas domésticas. Assim aumentando o número de barracos
de madeira, a precariedade das favelas tornou-se mais notória a toda a sociedade, fazendo a favela
ser tratada como um problema social.

OPRESSÃO: MORAR EM FAVELA TORNA-SE SINÔNIMO DE MARGINAL

Analisando o que foi proposta até aqui vemos que a discriminação a favela não é algo
contemporâneo, desde o seu início a favela é criminalizada já na sua formação, devido aos seus
primeiros habitantes. Naquele momento o crescimento das favelas em áreas urbanas caminhava no
sentido contrário dos anseios do estado, em sua tentativa de modernizar a cidade assemelhando com
as cidades européias. Todas as iniciativas do governo visavam colocar trabalhadores pobres para as
favelas e periferias, tirando assim qualquer possibilidade evolução social. Cogitou-se a construção
de um grande portão no acesso ao morro da providência, entretanto a ideia não vingou.

Com o passar dos anos a situação das favelas foram se agravando, com a chegada do governo
militar que foi o período mais difícil da história das favelas. A relação do estado com o morador da
favela era de extremo autoritarismo, morar em favela era sinônimo de marginal, e os que lá viviam
eram perseguidos, não tinham direito ao convívio social e tinham suas formas de representação
cultural criminalizadas. Favelado não tinha voz e as pessoas que tentavam se mobilizar eram
considerados pelo governo, comunistas, eram perseguidos, torturados e com muita sorte seus
corpos eram achados. Para um morador de favela nos dias de hoje é praticamente impossível se
sentir seguro com a presença da polícia

O estado como agente repressor tornou a imagem da polícia negativa perante a comunidade, e
esse mesmo estado cometeu a falha de reunir presos políticos com criminosos comuns
contribuindo assim para a organização de uma resistência ilícita, armada que se sustentava com o
comércio de drogas e detém o domínio territorial nas favelas cariocas. Uma comunidade carente de
políticas públicas e abandonada pelo estado é um território perfeito para uma prática ilegal ser
desenvolvida sem que tenha resistência, dessa maneira o tráfico se instaurou sem dificuldades e
permanece coeso até os dias de hoje.
SAMBA: UMA FORMA DE REPRESENTAÇÃO CULTURAL

Dentre as diversas formas de representação cultural das favelas o samba foi a que teve maior
notoriedade, mesmo não incluído no código penal da época como aconteceu com a capoeira os
sambistas eram enquadrados na lei da vadiagem. Essa lei servia como maquiagem para abusos
policiais, pois ela visava punir pessoas aptas a trabalhar e não tinham trabalho. Qualquer roda de
samba ocorrida na favela era motivo para prisões e abusos policiais, ou seja, pessoas segregadas
que não tinham oportunidade de fazer parte do convívio social quando se reuniam como forma
de entretenimento eram acusados de “vadios” presos e em alguns casos torturados. Na segunda
metade do século XIX havia no Rio de Janeiro os clubes sociais, esses promoviam os desfiles
carnavalescos e tinham como publico alvo a elite fluminense deixando de lado as classes
inferiores. Em 1928 foi fundada por Sambistas do morro de São Carlos, entre eles Ismael Silva, a
primeira escola de samba do Brasil a deixa falar. A ideia era criar Algo diferente do ritmo
proporcionado pelos clubes social em seus desfiles, assim em 1932 promovido pelo jornalista
Mario Filho, que era um apaixonado por samba, os desfiles das escolas de samba na Praça Onze,
vencido pela Estação Primeira de Mangueira uma escola oriunda de uma favela e tendo como
vice-campeã a Oswaldo Cruz que anos depois passaria a se chamar Portela, escola de suma
importância no cenário carnavalesco do Brasil, maior detentora de títulos do carnaval carioca e
atual campeã. O crescimento dos desfiles das escolas de samba foi uma forma de inclusão social,
seus participantes compunham os sambas, confeccionavam as fantasias e tocavam os
instrumentos fazendo o ritmo da festa. Com o passar dos anos os desfiles ganharam notoriedade
passando a não distinguir ricos e pobres, tornando o carnaval uma festa híbrida no que tange as
relações sociais.
CONSIDERAÇÕES FINAIS

A FAVELA RESISTE: SEGUIMOS VIVOS NA LUTA POR IGUALDADE

Percebemos que a visão capitalista atrelada a organização socioeconômica sendo constituída através
do racismo, tem como resultado a produção do racismo ambiental. A vulnerabilidade econõmica
que essa classe foi condicionada por muito tempo a manteve silenciada, trazendo assim um êxito do
processo de marginalização das favelas fluminenses, e consequentemente dos que lá vivem. Sendo
assim conseguimos identificar que o favelado anseia por uma maior representatividade nos debates
a cerca da justiça ambiental, e através dela a polarização das riquezas e possibilidade de
desenvolvimento serão reduzidas. É importante salientar o papel da mídia na propagação da
informação, não apenas em divulgar os fatos, como também deixar evidente que a pobreza, e as
comunidades atingidas tem cor, e essa cor é que mostra a todos o que de fato é o racismo ambiental.
Na sua criação a favela foi marginalizada por abrigar negros ex escravizados, com o passar do
tempo, devido ao processo de industrialização da cidade do Rio de Janeiro, ela foi agregando outros
públicos, devido ao fluxo migratório de pessoas de outros estados. Com isso foi disseminada a idéia
de que a marginalização á favela e aos favelados, é social e não racial, passando a sensação que a
partir desse momento a discriminação racial passou a ser discriminação social. Por mérito dessa
ideia é necessário a criação de uma concepção epistemológica pautada nas especificidades da
sociedade fluminense, fugindo da visão eurocêntrica. Portanto através da afrocentricidade, essa
concepção epistemológica começa a ser criada, como podemos perceber o crescimento de alunos
negros e favelados no ensino superior.
Ao acompanhar a dinâmica de discriminação social destinada aos moradores das favelas cariocas,
percebemos a tentativa de deslegitimar os movimentos de resistência e a luta por igualdade de
direitos e oportunidades. Essa guerra simbólica é desigual, enquanto o estado tem ao seu favor um
forte apoio midiático, sendo utilizado como mecanismo de alienação, a favela sofre com a falta de
representatividade de seus interesses no cenário político e social. É importante salientar a relevância
que as políticas sociais dos últimos 15 anos tiveram na inclusão sócio-educacional do residente da
favela e no acesso a informação. Esses universitários das favelas mostram um perfil militante de
mudança do atual cenário social, não é a toa que os mesmos em sua maioria escolhem os cursos de
áreas humanas tanto nas universidades publicas quanto nas universidades particulares que têm
programas de bolsas. Conseguir ascensão socioeconômica fica em segundo plano, a intenção desses
universitários é tentar através do conhecimento mudar a realidade da favela e tornar um lugar
melhor para se viver. Esses universitários não devem ser tratado como exceção pois a tendência é
que essa prática evolua, mesmo com o atual cenário político onde crescem as práticas neo-liberais
não devemos perder a esperança de um dia termos a tão sonhada igualdade entre as classes sociais.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CAMPOS, A. Do Quilombo à Favela: A produção do “Espaço Criminalizado” no Rio de


Janeiro/Andrelino Campos - 4.ºed.-Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011.

ZALUAR, A ;ALVITO, M. Um século de Favela- 5.ºed- Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006

JUPIARA, A; OTAVIO, C. Os porões da CONTRAVENÇÃO jogo do bicho e ditadura militar: a


história da aliança que profissionalizou o crime organizado- 1.ºed.-Rio de Janeiro: Record, 2015

GRÊMIO RECREATIVO ESCOLA DE SAMBA UNIDOS DE LUCAS. Enredo: Sublime


Pergaminho – Rio de Janeiro: 1968

GRÊMIO RECREATIVO CULTURAL ESCOLA DE SAMBA DRAGÕES DA REAL. Enredo:


Dragões canta Asa Branca – São Paulo, 2017

GRÊMIO RECREATIVO ESCOLA DE SAMBA SÃO CLEMENTE. Enredo: Favela – Rio de


Janeiro, 2014

HAESBAERT, Rogério. Dilema de Conceitos: Espaço-Território e Contenção Territorial. In:


SAQUET, Marcos Aurélio; SPOSITO, Eliseu Savério (orgs.). Territórios e Territorialidades:
Teorias, Processos e Conflitos. São Paulo: Expressão Popular: UNESP, 2009. 95-120 p.

SANTOS, Milton; SOUZA, Maria; SILVEIRA, Maria. TERRITÓRIO Globalização e Fragmentação


– 4.º edição – São Paulo: Editora HUCITEC, 1998