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Três Princípios da Perfeita Adoração

João 4.23 – “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o
Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem”.

INTRODUÇÃO:
O texto que acabamos de ler é uma preciosa dica para nos mostrar a atitude ideal para
ser tomada por aqueles que desejam uma aproximação cada vez maior de um Deus que
te escolheu para participar de sua grande família.

Deus não tem dúvida que muitas pessoas desejam de coração apresentar-lhe a melhor
adoração: seja por gratidão, seja por reverência, ou mesmo pelo simples prazer de
adorar um Deus que está acima de as potestades. Mas, embora muitos desejem adorar
em espírito e em verdade, poucos há que consigam prestar a Deus uma adoração plena e
digna de sua Santidade.

A grande razão pela qual as pessoas não conseguem entrar na perfeita adoração é a falta
de esclarecimento acerca do tema.

Marcos 14.3-7 narra o episódio que nos ajuda a aprender alguns conceitos acerca do
assunto: “E, estando ele em Betânia assentado à mesa, em casa de Simão, o leproso,
veio uma mulher que trazia um vaso de alabastro, com ungüento de nardo puro, de
muito preço, e, quebrando o vaso, lho derramou sobre a cabeça. E alguns houve que em
si mesmos se indignaram e disseram: Para que se fez este desperdício de ungüento?
Porque podia vender-se por mais de trezentos dinheiros e dá-lo aos pobres. E bramavam
contra ela. Jesus, porém, disse: Deixai-a, para que a molestais? Ela fez-me boa obra.
Porque sempre tendes os pobres convosco e podeis fazer-lhes bem, quando quiserdes;
mas a mim nem sempre me tendes”.

Quando o Senhor Jesus ressuscitou pôs fim à dispensação da LEI e deu início à
dispensação da graça. De sorte que o que era natural cedeu lugar para o sobrenatural e o
que era material deu lugar ao espiritual. O que antes era um recipiente de pedra passou a
ser um recipiente invisível e intocável a que damos o nome de coração; o que era um
perfume raro e caro chamado NARDO passou a ser a inclinação da alma em direção ao
sacrifício eterno de Nosso Senhor.
Eu aprendo com este texto alguns princípios que o Senhor quer apresentar para sua
igreja:

1) Para uma perfeita adoração é preciso quebrar o vaso – o simbolismo do vaso de


alabastro aponta para a necessidade de quebrar o coração diante do Deus Vivo. Quantas
vezes entramos na casa de Deus preocupados com os problemas que nos assolam,
inquietos com os fantasmas que nos intimidam, enfraquecidos com as acusações que se
assentam sobre nossas vidas, etc e não conseguimos alcançar o quebrantamento
necessário para a perfeita adoração.

a) Abre o teu coração; o coração é como um vaso de alabastro, pois não possui tampa.
Um coração só pode ser aberto para Deus através de quebrantamento - Deus não
despreza um coração quebrantado - Salmos 51.17b – “a um coração quebrantado e
contrito não desprezarás, ó Deus”.
b) Entrega-me hoje o teu coração, diz o Senhor. Hebreus 4.7b adverte: “Hoje, se
ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração”.

c) Quem confia em mim precisa descansar enquanto eu trabalho, diz o Senhor. Jeremias
17.7 promete: “Bendito o varão que confia no SENHOR, e cuja esperança é o
SENHOR”.

2) Quando o vaso estiver quebrado, é preciso começar a derramar o perfume. E


não pode haver demora, pois o perfume pode evaporar sem alcançar o propósito. O
texto de Efésios 5.2 ensina a liberar o perfeito perfume do mais puro nardo espiritual: “e
andai em amor, como também Cristo vos amou e se entregou a si mesmo por nós, em
oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave”.

a) Os ingredientes da receita: amor+ renúncia + oferta; se algum de nós tem dificuldade


para amar, precisamos pedir a Deus que nos ensine. A melhor oração é amar. O
fundamento do amor é a renúncia.

b) O aroma sobe pelo encanamento da oração: Apocalipse 8.4: - “E a fumaça do incenso


subiu com as orações dos santos desde a mão do anjo até diante de Deus”.

c) O incenso deve ser direcionado ao lugar certo. Lembre-se que o Senhor não
concordou que o perfume tão importante para ele fosse vendido para ajudar os pobres,
pois o que é para Deus tem que ser dado a Deus e o que é para o homem ao homem.

3) Aprendo também com a mulher que ungiu os pés de Jesus o valor impagável que
é a liberdade de adoração.
Quando alguém se predispõe a adorar um dos ídolos da terra, tem que escolher o lugar e
a hora certa para não ver sua adoração ser desprezada. Um artista, um político, um atleta
ou qualquer outro tipo de ídolo impõe limites quanto ao tipo, ao tamanho ou ao local da
adoração.

Somente o nosso Deus é digno de adoração e somente Ele lhe dá o devido valor.
Somente Deus repreende qualquer pessoa que tente impedir o verdadeiro adorador de
exaltá-lo. Somente Deus atribui o mesmo VALOR a todos os adoradores, sem
discriminar classe social ou posição financeira.

CONCLUSÃO:
Salmos 15.1-2 ensina: “SENHOR, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no
teu santo monte? Aquele que anda em sinceridade, e pratica a justiça, e fala verazmente
segundo o seu coração”. O Senhor continua procurando perfeitos adoradores. Ele te
convida nesta hora a confiar nele, a buscar nele, a entregar a Ele seu coração
quebrantado e a forma de fazer isso é vir à frente e abrir o coração ao Senhor.