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Incêndios florestais no Brasil em 2019


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Em 25 de agosto de 2019 foi proposta a renomeação deste artigo para Incêndios


florestais na Amazônia em 2019. Se não concorda, use a página de discussão.
Obs.: Como argumentado na discussão.
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de 2019) FireIcon.svg
Incêndios florestais no Brasil em 2019
Nasa brazil fires 20190820.jpg
Imagem de satélite da NOAA/NASA sobre a cor natural dos estados brasileiros de
Amazonas, Mato Grosso e Rondônia, mostrando a fumaça dos incêndios florestais da
bacia amazônica, ocorrida em 20 de agosto de 2019.

Países
Flag of Brazil.svg Brasil
Flag of Bolivia.svg Bolívia
Flag of Peru.svg Peru
Flag of Paraguay.svg ParaguaiVisualizar e editar dados no Wikidata
Local
Amazônia
Estatística
Data
janeiro de 2019 a atualmente
Vitímas mortais
2[1]
editar - editar código-fonte - editar WikidataDocumentação da predefinição

Os incêndios florestais no Brasil em 2019 são uma série de incêndios florestais que
estão afetando o Brasil. Já foram contabilizados pelo menos 75.336 focos de
incêndio no país de janeiro a agosto de 2019,[2] o que representa o maior número
desde que o Brasil começou a coletar dados em 2013, de acordo com o Instituto
Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE),[3] que utiliza satélites para monitorar
incêndios.[4]

Pelo menos 39.194 incêndios foram detectados na Amazônia, que é uma das "maiores
extensões permanentes de floresta intacta" do mundo. Segundo a NASA, em 16 de
agosto de 2019, uma análise dos dados de satélite indicava que o total de incêndios
através da Amazônia neste ano de 2019 estava perto da média em comparação com os
últimos 15 anos.[5] A NASA afirma, no entanto, que esses dados registram um viés de
alta, puxado pelos anos de 2004 e 2010, que tiveram uma quantidade de queimadas
elevadas, inflando a média.[6]

Mais da metade dos focos de incêndios estão concentrados na região da Amazônia[7] e


o número registrado representa um aumento de 84% em relação ao mesmo período de
2018.[8] Há incêndios na floresta tropical em pelo menos nos nove estados
amazônicos brasileiros (Amazônia Legal):[9] Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia,
Roraima, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins. Um estado de emergência foi
declarado no Amazonas em 11 de agosto.[10][11] Também ocorreram incêndios
florestais em outros países sul-americanos, como Bolívia, Peru, Paraguai e Chile.

Índice
1 Contexto
2 Incêndios
2.1 Impacto
2.2 Causas
2.3 Por estado brasileiro
3 Reações
3.1 Nacional
3.2 Internacional
4 Ver também
5 Notas
6 Referências
7 Bibliografia
8 Ligações externas
Contexto
Ver artigos principais: Desmatamento no Brasil, Desmatamento na Amazônia e
Preservação ambiental no Brasil
Ficheiro:NOAA Satellites - Fires in the -AmazonRainforest are continuing to burn.
Here, -GOESEast zoomed in on burn scars in Bolivia, Brazil, and Paraguay via Day
Land Cloud Fire RGB on August 22, 2019. More imagery-.webm
Cicatrizes das queimadas na Bolívia, no Brasil e no Paraguai, capturadas pelo
satélite GOES-16 em 22 de agosto de 2019.
A bacia do rio Amazonas, que tem aproximadamente o tamanho da Austrália, é coberta
por uma vegetação densa que inclui 400 bilhões de árvores. A densa floresta cheia
de umidade "exala um quinto do oxigênio" do planeta, armazena carbono com séculos
de idade e "desvia e consome uma quantidade desconhecida, porém significativa, de
calor solar".[12] A floresta amazônica "alimenta sistemas em escala planetária",
incluindo rios atmosféricos, pois 20% da água doce do mundo passa por ciclos nessa
floresta tropical.[12] Desde a década de 1970, o Brasil cortou e incinerou cerca de
20% da floresta, representando 776.996 km2 - uma área maior do que o Texas.[12]
Dois terços da floresta amazônica estão dentro das fronteiras do Brasil.[12]

Em 2015, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) criou o projeto Terra


Brasilis, que recebe dados do sistema de alerta por satélite Sistema de Detecção de
Desmatamento em Tempo Real (DETER), que publica seus dados mensais e diários sobre
o governo regularmente atualizado no site do IBAMA.[13][14] O DETER apoia "o
monitoramento e controle do desmatamento e da degradação florestal", porque esse
desmatamento é 88% maior do que no mesmo período de 2018.[15]

Em resposta aos relatórios do INPE, que alertaram para as altas taxas de


desmatamento baseadas em dados de satélite, o presidente Jair Bolsonaro demitiu o
diretor do INPE, Ricardo Galvão, no dia 2 de agosto, por fazer uma "campanha contra
o Brasil".[nota 1][13][17][18] No dia 27 de junho, Bolsonaro reiterou que os dados
do INPE seriam falsos, declarou que haveria uma supresa a respeito deles, sem
explicar de qual natureza seria. Bolsonaro criticou líderes anteriores, como o ex-
presidente Lula, por divulgarem dados sobre problemas brasileiro, já que isso
constituiria "campanha contra a pátria". Declarou que a questão ambiental só
interessa a veganos, que segundo ele, "só comem vegetas", Jair Bolsonaro também
questionou se o ambiente garantiria o futuro o Brasil e sugeriu que todos se
tornariam veganos dessa forma. Também criticou uma "psicose ambiental".[19]
Posteriormente, brincou sobre a situação ao se chamar de "Capitão Motosserra",
quando afirmou que os dados do INPE eram imprecisos.[20]

Incêndios
Impacto

Imagens criadas pela sonda infravermelha atmosférica que representa o monóxido de


carbono causado por incêndios na região amazônica do Brasil entre os dias 8 e 22 de
agosto de 2019.[21]
Ficheiro:NOAA Satellites - Below the wispy cirrus clouds over the southern edge of
the Amazon Rainforest, -GOESEast spotted plumes of smoke possibly from agricultural
fires burning in Bolivia and Brazil on Aug. 4, 2019. More imagery-.webm
Imagem do GOESEast da região sul da floresta amazônica, onde plumas de fumaça de
incêndios agrícolas queimam na Bolívia e no Brasil em 4 de agosto de 2019

Imagens de satélite do INPE de uma área de 70 por 70 milhas ao longo do rio Purus,
entre is municípios de Canutama e Lábrea, no estado do Amazonas, tiradas em 16 de
agosto de 2019, mostrando várias nuvens de fumaça de incêndios florestais,
incluindo áreas que foram desmatadas.

Queimadas e suas cicatrizes no município de Altamira, no estado do Pará.

Imagem de satélite de incêndios florestais no Brasil em 11 de agosto.


Quase dois terços da bacia amazônica estão dentro das fronteiras do Brasil[12] e
mais da metade dos incêndios ocorreram na floresta amazônica,[3][22][23][24] a
maior floresta tropical do mundo, considerada "vital para combater o aquecimento
global".[10][11][25] Cerca de 52,5% das queimadas ocorrem na Amazônia, 30,1% no
Cerrado e 10,9% na Mata Atlântica.[26] De janeiro até agosto de 2019 já haviam sido
registrados 38228 focos de incêndio na Amazônia, 21942 no Cerrado, 7943 na Mata
Atlântica, 2491 no Pantanal, 1507 na Caatinga, e 732 nos Pampas.[26]

Em 11 de agosto, o Amazonas declarou estado de emergência.[27] As imagens da NASA


mostraram que, em 13 de agosto, a fumaça dos incêndios era visível do espaço.[28]
No dia 23 do mesmo mês, o estado do Acre declarou estado de emergência pelos
incêndios florestais.[29] Ainda no Acre, em Rio Branco, aproximadamente 30 mil
pessoas já tinham sido diagnosticadas com infecções respiratórias devido a poluição
ocasionada pela fumaça. A fumaça das queimadas contém substâncias tóxicas que são
prejudiciais à saúde humana.[30][31]

Os incêndios ganharam repercussão mundial após a nuvem de fumaça, causada pelos


incêndios florestais de Rondônia e Amazonas, escurecer o céu de São Paulo, a maior
cidade do Brasil, que fica a mais de 2.700 km de distância.[3][11][32][33] Fumaça
de incêndios florestais alcançaram também a Argentina, principalmente na região
norte do país. O Serviço Meteorológico Nacional (SMN) do país vizinho detectou a
presença da fumaça nas províncias de Formosa, Misiones e Salta.[34]

Em 2019, também ocorrem incêndios florestais em outros países sul-americanos, não


só em regiões da bacia amazônica, como Bolívia, Equador, Peru, Paraguai e Chile.
[35] [36][37][38][39][40][41] No entanto, nesses países, o governo tem adotado
métodos proativos para tentar conter os incêndios florestais e determinar a causa
dos mesmos.[42] Em agosto de 2019 foram detectados 34278 focos de incêndio no
Brasil, 10537 na Bolívia, 4817 na Argentina, 3988 no Peru, 3058 no Paraguai, 455 na
Colômbia, e 367 na Venezuela.[43]

Em relação a Bolívia, foi informado que o país teve mais de 740 mil hectares de
floresta tropical perdida por causa de incêndios de grandes proporções no mês de
agosto de 2019. A região mais atingida é a de Chiquitania. Fogo também foi
registrado no Parque Nacional Otuquis.[44] O fogo destruiu florestas, plantações e
pastagens também em Santa Cruz e operações de combate estão sendo realizadas, como
o uso de um avião SuperTanker para combater os focos de incêndios. [45] O Aeroporto
Internacional Viru Viru, localizado em Warnes, região de Santa Cruz de la Sierra,
chegou a ter os vôos suspensos devido a baixa visibilidade causada pelas fumaças.
[46] No lado paraguaio, no departamemto de Alto Paraguai, pelo menos 21 mil
hectares foram atingidos conforme dados divulgados pela Secretaria de Emergência
Nacional (SEN) [44] De acordo com um artigo da Vox, de todos os incêndios
florestais em 2019 — incluindo os da Groenlândia e da Sibéria — os incêndios na
floresta amazônica são os mais "alarmantes".[11]

Causas
Incêndios são mais frequentes durante a estação seca do ano, entre os meses de maio
e setembro. Segundo a Euronews, os incêndios florestais aumentaram à medida que o
setor agrícola "entrava na bacia amazônica e estimulava o desmatamento".[10] Muitos
incêndios são causados por agricultores, que realizam queimadas para desmatar legal
ou ilegalmente a terra para implantação de pastos para a pecuária. Em agosto,
fazendeiros locais no estado do Pará, na Amazônia, publicaram um anúncio no jornal
local sobre uma queimada ou "Dia do Fogo" em agosto, onde eles desmatam a terra
para a criação de gado, queimando.[4][47] Pouco depois, houve um aumento no número
de incêndios.[4] Nos últimos anos, grileiros foram cortados ilegalmente na floresta
em "Terras Indígenas do Brasil e outras florestas protegidas em toda a Amazônia".
Desde a eleição de outubro, eles estão cortando a terra do anteriormente isolado
"Apurinã no Amazonas, onde as" maiores extensões de floresta tropical intacta do
mundo" são encontradas.[12]

Por estado brasileiro


Número de incêndios florestais detectados de 1 de janeiro a 22 de agosto[2]
Estado / Ano 2013 Dif.% 2014 Dif.% 2015 Dif.% 2016 Dif.% 2017 Dif.% 2018
Dif.% 2019
Acre 700 10% 775 4% 806 134% 1,890 -58% 791 7% 851 197% 2,533
Alagoas 128 -9% 116 69% 196 -60% 78 5% 82 -25% 61 19%
73
Amazonas 1,494 99% 2,977 21% 3,616 26% 4,577 8% 4,948 -42% 2,870 151%
7,225
Amapá 27 77% 48 -8% 44 -13% 38 -55% 17 111% 36 -52% 17
Bahia 2,133 -28% 1,528 11% 1,703 45% 2,475 -38% 1,516 -22% 1,177 90% 2,245
Ceará 274 4% 285 22% 348 29% 450 -56% 194 65% 321 -4% 306
Distrito Federal 52 134% 122 -60% 48 231% 159 -30% 110 -64% 39
51% 59
Espírito Santo 179 -35% 115 119% 252 44% 365 -76% 87 1% 88
160% 229
Goiás 1,338 41% 1,892 -19% 1,520 57% 2,393 -25% 1,792 -24% 1,346 22% 1,653
Maranhão 4,003 81% 7,247 7% 7,822 -16% 6,506 -31% 4,460 -11% 3,951 23%
4,880
Minas Gerais 1,933 24% 2,414 -37% 1,509 90% 2,873 -31% 1,971 -20% 1,564
75% 2,739
Mato Grosso do Sul 1,322 -27% 954 109% 1,999 7% 2,153 9% 2,367 -54%
1,071 278% 4,056
Mato Grosso 7,631 34% 10,267 -15% 8,695 50% 13,078 -33% 8,662 -14%
7,408 91% 14,157
Pará 3,092 170% 8,349 -4% 7,967 -3% 7,709 24% 9,590 -65% 3,330 198% 9,952
Paraíba 71 67% 119 -34% 78 -6% 73 -45% 40 60% 64 20%
77
Pernambuco 173 -5% 164 48% 244 -63% 90 36% 123 -22% 95 36%
130
Piauí 1,440 123% 3,223 -19% 2,599 -7% 2,416 -34% 1,581 85% 2,933 -25% 2,176
Paraná 1,298 -23% 992 20% 1,196 44% 1,724 -10% 1,540 -1% 1,511 12%
1,697
Rio de Janeiro 173 101% 348 -1% 343 0% 346 -30% 241 -41% 140
182% 396
Rio Grande do Norte 69 -17% 57 36% 78 -28% 56 23% 69 21%
84 -31% 58
Rondônia 693 210% 2,151 46% 3,156 -2% 3,073 -12% 2,700 -29% 1,908 203%
5,787
Roraima 950 84% 1,757 -14% 1,499 136% 3,541 -82% 616 221% 1,981 132%
4,608
Rio Grande do Sul 890 33% 1,192 -25% 894 150% 2,242 -37% 1,399 -27% 1,009
80% 1,817
Santa Catarina 958 -49% 481 32% 635 112% 1,352 -23% 1,034 -15% 873
13% 988
Sergipe 155 -56% 68 122% 151 -53% 70 -2% 68 8% 74 -16%
62
São Paulo 1,274 46% 1,872 -42% 1,078 104% 2,208 -29% 1,565 38% 2,172 -30%
1,516
Tocantins 4,095 36% 5,578 -12% 4,909 50% 7,375 -32% 4,995 -23% 3,829 54%
5,900
Total 36,545 50% 55,091 -3% 53,385 29% 69,310 -24% 52,558
-22% 40,786 84% 75,336
Reações
Nacional
Ficheiro:Pronunciamento de Jair Bolsonaro em 23 de agosto de 2019.webm
Pronunciamento de Jair Bolsonaro em 23 de agosto de 2019.
Em 21 de agosto, Bolsonaro atribuiu às organizações não governamentais (ONGs), que
atuam na proteção ambiental, a responsabilidade de estarem envolvidas em incêndios
ilegais, declarando que o Brasil está em "guerra [...] para conter o fogo
criminoso".[48] ONGs, como a WWF Brasil e o Greenpeace, rebateram e criticaram as
afirmações do presidente.[49] No dia 22 de agosto, Bolsonaro disse que o Brasil não
tinha recursos para combater os incêndios, pois a "Amazônia é maior que a Europa".
[50] No dia seguinte, no entanto, o presidente brasileiro anunciou que planejava
mobilizar parte das Forças Armadas do Brasil para ajudar a combater os incêndios
florestais.[51]

No dia 23 de agosto, Bolsonaro fez um pronunciamento oficial em rede nacional, onde


afirmou que seu governo tem "tolerância zero" com a criminalidade na área ambiental
e disse que os incêndios na Amazônia não podem servir de pretexto para retaliações
internacionais. Ele criticou ainda supostos "dados infundados" que estariam sendo
espalhados para o "uso político" e "desinformação". "Incêndios florestais existem
em todo o mundo e isso não pode servir de pretexto para possíveis sanções
internacionais. O Brasil continuará sendo, como foi até hoje, um país amigo de
todos e responsável pela proteção de sua floresta amazônica", destacou. Bolsonaro
também afirmou que o Brasil é exemplo de sustentabilidade e que as nações
desenvolvidas "não conseguiram avançar com seus compromissos no âmbito do Acordo de
Paris".[52] Durante o pronunciamento, relatos de panelaços de protesto surgiram nas
redes sociais com vídeos que indicavam manifestações deste tipo em várias cidades
do país, como São Paulo, Brasília, Recife, Salvador, Goiânia, Belo Horizonte, Porto
Alegre e Rio de Janeiro. A hashtag #panelaço chegou à primeira posição na relação
de assuntos mais comentados no Twitter.[53]

O ministro das relações exteriores Ernesto Araújo classificou a crise ambiental


como "mentira da esquerda".[54]
O ministro das relações exteriores brasileiro, Ernesto Araújo, acusou a existência
de uma campanha internacional "feroz e injusta" contra o presidente Jair Bolsonaro,
que estaria "reerguendo o Brasil". Araújo acusou a "esquerda foro-são-paulina" de
buscar aliados na mídia internacional e em ambientalistas radicais para atacar o
Brasil e questionar sua soberania.[54] O ministro da educação, Abraham Weintraub,
denominou a situação de "crise amazônica falsa" e a definiu como uma reação de
"agricultores europeus diante da iminente invasão de produtos brasileiros" dentro
do acordo entre União Europeia e Mercosul associados a ONGs de esquerda, artistas
revoltados com o "fim da mamata".[55]

O Governo Bolsonaro também se manifestou contra qualquer supervisão internacional


da situação, considerando os comentários de Macron com um "tom sensacionalista" e
acusando-o de interferir no que ele considera um problema local.[56] De Macron e
Merkel, Bolsonaro afirmou: "Eles ainda não perceberam que o Brasil está sob nova
direção. Que agora existe um presidente que é leal ao povo brasileiro, que diz que
a Amazônia é nossa, que diz que brasileiros ruins não podem divulgar números
mentirosos e fazer campanha contra o Brasil".[20] O ex-general Eduardo Villas Bôas,
do exército brasileiro, considerou que as críticas de líderes mundiais, como Macron
e o primeiro-ministro canadense Justin Trudeau, desafiavam diretamente a "soberania
brasileira" e podem precisar de uma resposta militar.[57]

O presidente da Câmara dos Deputados do Brasil, Rodrigo Maia, disse em seu perfil
pessoal no Twitter que a Casa vai criar uma comissão externa para acompanhar o
problema das queimadas que atingem a Amazônia. Além disso, o parlamentar informou
que vai realizar uma comissão geral nos próximos dias para avaliar a situação e
propor soluções ao governo.[7]

A Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) se posicionou


contra a prática das queimadas e as classificou como criminosas.[58] A ministra da
Agricultura, Tereza Cristina, disse que as queimadas preocupam, no entanto defendeu
que o agronegócio não pode ser culpado pelo problema.[59]

Em uma carta assinada pelos governadores dos estados do Acre, Amapá, Amazonas,
Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins solicitaram ao governo
federal “imediatas providências” para viabilizar a cooperação das estruturas dos
estados da Amazônia Legal e do governo federal no combate a focos de incêndio.[60]
Os governadores pediram também uma reunião em caráter de urgência para tratar das
parcerias necessárias a construção de uma agenda permanente de proteção,
conservação e desenvolvimento sustentável da Amazônia.[60][61] Já os governadores
dos estados das regiões Sul e Sudeste defenderam em uma carta divulgada que os
temas ambientais devem ser tratados com "diálogo e distensão" para fortalecer a
imagem internacional do Brasil, preservando assim as exportações do país.[62]

Protestos foram convocados pelas redes sociais em diversas cidades brasileiras.


Entre 23 e 31 de agosto, estão previstos protestos em pelo menos 47 cidades do
país, de 24 estados.[63]

Manifestação contra a atual política ambiental e pedindo a proteção da Amazônia,


durante a onda de queimadas de 2019, Porto Alegre.
Internacional
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse estar "profundamente
preocupado" com as queimadas no Brasil, principalmente por estarmos "em meio a uma
crise climática internacional".[7] A ativista climática Greta Thunberg, de 16 anos,
idealizadora do movimento estudantil "Fridays for Future" contra o aquecimento
global, também se manifestou contra os incêndios florestais.[7]

O presidente francês, Emmanuel Macron (esquerda), classificou os incêndios


florestais como uma "crise internacional".
O presidente da França, Emmanuel Macron, disse que a cúpula do G7 precisa discutir
os incêndios na Amazônia. "Nossa casa queima. Literalmente. A Amazônia, o pulmão de
nosso planeta, que produz 20% de nosso oxigênio,[nota 2] arde em chamas. É uma
crise internacional", escreveu o líder francês.[65] Macron também pediu
"mobilização de todas as potências" para ajudar o Brasil e os demais países
afetados pelos incêndios e lembrou ainda que o território da Guiana Francesa também
integra a região amazônica.[66][67]

Um porta-voz da primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel afirmou que os


incêndios são uma "situação urgente" e que o assunto deve ser debatido no encontro
de cúpula do G7.[68] O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, também
demonstrou-se "profundamente preocupado" e pediu uma ação internacional para
proteger a maior floresta tropical do mundo.[69][70] Já o primeiro-ministro da
Irlanda, Leo Varadkar, ameaçou votar contra o acordo comercial entre a União
Europeia (UE) e o Mercosul se o Brasil não respeitar seus "compromissos
ambientais".[71][72][73] Por outro lado, o primeiro-ministro de Portugal, António
Costa, rejeitou a ideia francesa e irlandesa de rasgar o acordo comercial com o
Mercosul por causa desses acontecimentos, afirmando que a oposição da França e da
Irlanda ao acordo "é conhecida desde sempre" e que a tragédia dos incêndios na
Amazônia não deve ser utilizada para "aumentar o número de problemas que existem
nestas relações entre a Europa e o Brasil", concluindo que "o Brasil precisa de
solidariedade, não de sanções".[74] O ministro das finanças da Finlândia, Mika
Lintila, atual país na presidência rotativa da União Europeia, condenou a
destruição de florestas e disse que deve rever urgentemente a possibilidade de
banir importações de carne do Brasil, em resposta à devastação causada pelos
incêndios florestais.[75][76] Na mesma linha dos líderes europeus, o primeiro-
ministro do Canadá, Justin Trudeau, também defendeu medidas para agir em favor da
Amazônia e do planeta.[77][78] Também se manifestaram Iván Duque, da Colômbia,[70]
Nicolás Maduro, da Venezuela,[70] Sebastian Piñera, do Chile,[70] Evo Morales, da
Bolívia,[70] Mario Abdo Benítez, do Paraguai,[70] e, Mauricio Macri, da Argentina.
[70]

Na imprensa internacional, as queimadas também causaram grande repercussão. O


jornal britânico The Guardian trouxe a informação de que Bolsonaro acusou
ambientalistas de atear fogo na Amazônia para constranger seu governo, mas que o
presidente não forneceu evidências para tais afirmações. A BBC News, também do
Reino Unido, mostrou um vídeo com imagens dos incêndios na região da Amazônia e
entrevistou cientistas que disseram que a floresta tropical sofreu perdas em um
ritmo acelerado desde que Bolsonaro assumiu o poder em janeiro. O site da revista
alemã Spiegel traz a manchete "Floresta tropical do Brasil está pegando fogo" e diz
que Bolsonaro tem uma política ambiental "inconsequente". Em Portugal, o jornal
Público disse que a Amazônia está ardendo e já é possível ver do espaço. No canal
de notícias árabe Al Jazira, sediado no Qatar, uma reportagem traz informações
sobre os incêndios na Floresta Amazônica do Brasil que atingiram um recorde neste
ano.[7]

Em 23 de agosto, diversos protestos populares foram realizados em cidades da


Europa, Ásia e América. Os manifestantes se concentraram nas embaixadas e
consulados do Brasil em Londres (Reino Unido), Paris (França), Madri (Espanha),
Dublin (Irlanda), Berlim (Alemanha), Genebra (Suíça), Nápoles (Itália), Nova Iorque
e Miami (Estados Unidos), além de outros protestos reportados em Mumbai (Índia),
Amsterdã (Holanda), Barcelona (Espanha), Turim (Itália), Bogotá e Cali (Colômbia).
[79]

Ver também
Bancada ruralista
Desmatamento no Brasil
Problemas ambientais do Brasil
Ricardo de Aquino Salles
Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias
Notas
A demissão do diretor do INPE, Ricardo Galvão, ocorreu devido ao discurso que este
fez em relação ao presidente, após Bolsonaro criticar o INPE, declarando que os
dados sobre desmatamento.[16]
BBC (2019) "Muitos alegam na rede social que a Amazônia produz cerca de 20% do
oxigênio mundial. [...] Mas acadêmicos dizem que esse é um engano bem comum, e que
os números são de menos que 10%."[64]
Referências
«Casal morre abraçado ao tentar fugir de queimada em RO». Consultado em 22 de
agosto de 2019. Cópia arquivada em 15 de agosto de 2019
«Situação Atual». queimadas.dgi.inpe.br. Instituto Nacional de Pesquisas
Espaciais. 23 de agosto de 2019. Consultado em 23 de agosto de 2019
«'Record number of fires' in Brazilian rainforest». BBC News Online (em inglês).
BBC Online. BBC. 21 de agosto de 2019. Consultado em 22 de agosto de 2019
Andreoni, Manuela; Hauser, Christine (21 de agosto de 2019). «Fires in Amazon Rain
Forest Have Surged This Year» (em inglês). Rio de Janeiro: The New York Times.
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Ligações externas
Media relacionados com 2019 wildfires in Brazil no Wikimedia Commons
[Esconder]vde
Brasil Governo Jair Bolsonaro (2019–presente)
← Governo Michel Temer (2016–2019)
Contexto
Crise econômica (2014–atualidade) Crise política (2014–atualidade) Eleição
presidencial em 2018
Brazilian Government's logo (Jair Messias Bolsonaro).svg
Formação do governo
Campanha presidencial Posse de Jair Bolsonaro Ministros do Governo Bolsonaro
Reformas
Empresa Simples de Crédito Decreto Federal do Brasil 9785 de 2019
Crises
Atentados no Ceará em 2019 Caso Queiroz Laranjal do PSL Rompimento de barragem em
Brumadinho Protestos estudantis no Brasil em 2019 Greve geral (2019) Incêndios
florestais (2019)
Ver também
Lista de viagens presidenciais
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