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RACIOCÍNIO LÓGICO PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil CONCURSO: ASSUNTO:

RACIOCÍNIO LÓGICO PARA CONCURSOS

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo

PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil CONCURSO: ASSUNTO: RACIOCÍNIO LÓGICO
PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil CONCURSO: ASSUNTO: RACIOCÍNIO LÓGICO

OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil CONCURSO: ASSUNTO: RACIOCÍNIO LÓGICO CAPÍTULO 1

CONCURSO:

CONCURSO:

ASSUNTO:

RACIOCÍNIO LÓGICO

CAPÍTULO 1

TEORIA DOS CONJUNTOS

Podemos dizer que um conjunto é sem dúvida um dos conceitos mais básicos da matemática, sendo dessa forma o elemento principal da teoria dos conjuntos. Basicamente, um conjunto é uma coleção de elementos, ou seja, dados agrupados que não levam em conspiração a ordem. A relação básica entre um objeto e o conjunto é a relação de pertinência: quando um objeto x é um dos elementos de um conjunto A, podemos dizer que x pertence ao conjunto A. Como veremos a segui, além de relacionarmos elemento e conjunto, também é fundamental relacionar conjuntos

entre si.

NOMENCLATURA BÁSICA

- conjunto vazio;

- símbolo de união entre dois conjuntos;

- símbolo de intersecção entre dois conjuntos;

- símbolo de pertinência entre elemento e conjunto

- símbolo de inclusão entre dois conjuntos;

- para todo ou qualquer que seja;

- existe pelo menos um.

R

- conjunto dos números reais;

Q

- conjunto dos números racionais;

Z

- conjunto dos números inteiros;

N

- conjunto dos números naturais;

QUANTIFICADORES

São elementos que transformam as sentenças abertas em proposições. Eles são utilizados para indicar a quantidade de valores que a variável de uma sentença precisa assumir para que es- ta sentença torne-se verdadeira ou falsa e assim gere uma proposição.

TIPOS DE QUANTIFICADORES

a) Quantificador existencial:

É o quantificador que indica a necessidade de “existir pelo menos um” elemento satisfazendo a proposição dada pa-

ra que esta seja considerada verdadeira.

É indicado pelo símbolo “”, que se lê “existe”, “existe um” ou “existe pelo menos um”.

EXEMPLO:

(p) xR / x 3 (q) Existe dia em que não chove.

b) Quantificador universal:

É o quantificador que indica a necessidade de termos “todos” os elementos satisfazendo a proposição dada para

que esta seja considerada verdadeira.

É indicado pelo símbolo “”, que se lê “para todo” ou “qualquer que seja”.

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RACIOCÍNIO LÓGICO PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil EXEMPLO: (m)

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PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil EXEMPLO: (m)  x 
PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil EXEMPLO: (m)  x 

OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil EXEMPLO: (m)  x  R 

EXEMPLO:

(m) xR x 5 (Lê-se: “para todo x pertencente aos reais, tal que x é maior ou igual a 5”) (n) Qualquer que seja o dia, não choverá.

UNIÃO ( )

União de dois conjuntos A e B é o conjunto formado pelos elementos que pertencem ao conjunto A, ou ao conjunto B ou a ambos.

A B
A
B

A B

EX.: Pessoas que são atletas (A) ou baianos (B)” (o “ou” não é excludente, portanto isso significa que o conjunto união abrange os elementos que fazem

parte de pelo menos um dos con- juntos)

LINK: 1 o . A  B = B  A 2 o A 
LINK:
1 o . A  B = B  A
2 o
A  = A
3 o
A  A = A
4 o
(A  B)  C = A  (B  C)
5 o
n(A  B) = n(A) + n(B) – n(A  B)

INTERSEÇÃO ( )

Interseção de dois conjuntos A e B é o conjunto formado pelos elementos que pertencem ao mesmo tempo a ambos os con-

juntos dados.

A B
A
B

A B

EX.: Pessoas que são atletas (A) e são baianos (B)

LINK: 1 o A  B = B  A 2 o A  =
LINK:
1 o A  B = B  A
2 o A  = 
3 o A  A = A
4 o (A  B)  C = A  (B  C)

DIFERENÇA ( ) ou COMPLEMENTAR

Diferença entre os conjuntos A e B, nesta ordem, é o conjunto formado pelos elementos que pertencem a A, porém, não pertencem a B. O conjunto A B também é chamado de complementar de B e em A, pois é o que falta para B completar o conjunto A.

A B
A
B

A B

EX.: Pessoas que são atletas (A), mas não são baianos (B)

COMPLEMENTAR EM RELAÇÃO AO UNIVERSO

O complementar de A, é o conjunto de todos os elementos do conjunto universo que não pertencem ao con- junto A.

A B C A = A
A
B
C A = A

EX.: Pessoas que não são atletas (A)” (Dentre todos os envolvidos, podendo ser, ou não, baianos)

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RACIOCÍNIO LÓGICO PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil DIFERENÇA ENTRE

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PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil DIFERENÇA ENTRE UNIÃO E INTERSEÇÃO
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OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil DIFERENÇA ENTRE UNIÃO E INTERSEÇÃO A diferença

DIFERENÇA ENTRE UNIÃO E INTERSEÇÃO

A diferença o conjunto união e o conjunto interseção de A e B, resulta nos elemento que pertencem a somente um desses conjuntos, ou seja, pertencem somente ao conjunto A, ou somente ao conjunto B.

A B
A
B

(AB) - (AB)

EX.: Pessoas que ou são atletas (A), ou são baianos (B)

(O “ou

ou”

é excludente)

LINK: Observe como representar em três diagramas, alguns termos muito usados em provas:
LINK:
Observe como representar em três diagramas, alguns termos
muito usados em provas:

EXEMPLOS

01. Dentre um grupo de N alunos, que estudam para concursos, sabe-se que:

40 tem aulas presenciais;

70 assistem vídeo-aulas;

20 utilizam os dois métodos;

10 estudam sozinhos;

Determine o total de alunos do grupo.

a) 80

b) 90

c) 100

d) 120

1ª SOLUÇÃO:

O preenchimento deve ser feito a partir do centro. Sendo n(P V) = 20, temos:

feito a partir do centro. Sendo n(P  V) = 20, temos: CURSO PRIME ALDEOTA –

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PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil Se n(P) = 40, então
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OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil Se n(P) = 40, então 20 estão

Se n(P) = 40, então 20 estão somente em P.

0020/3/19-Gil Se n(P) = 40, então 20 estão somente em P. Se n(V) = 70, então

Se n(V) = 70, então 50 estão somente em V.

somente em P. Se n(V) = 70, então 50 estão somente em V. Como 10 não

Como 10 não estão nem P, nem V, temos

N = 20+20+50+10 = 100.

2ª SOLUÇÃO:

Sabendo que n(PV) = n(P) + n(V) n(PV)

Temos

n(PV) = 40 + 70 20 n(PV) = 90

Como 10 não estão nem P, nem V, temos

N = 90 + 10 = 100

02. Dentre um grupo de 100 alunos, que estudam para concursos, sabe-se que:

40 tem aulas presenciais;

70 assistem vídeo-aulas;

10 estudam sozinhos, sem aulas;

Determine o número de alunos que utilizam os dois métodos.

a) 20

b) 30

c) 40

d) 50

SOLUÇÃO:

Assim como foi feito na questão anterior, o preenchimento dos diagramas deve ser feito a partir do centro, mas nesse caso, o valor da interseção é justamente o que se pede na questão. Dessa forma, atribuiremos uma variável “x” para a interseção. n(PV) = x

Logo, temos:

“x” para a inters eção. n(P  V) = x Logo, temos: Se n(P) = 40,

Se n(P) = 40, então 40-x estão somente em P e como

temos: Se n(P) = 40, então 40-x estão somente em P e como CURSO PRIME ALDEOTA

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RACIOCÍNIO LÓGICO PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil Se n(V)

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PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil Se n(V) = 70, então
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OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil Se n(V) = 70, então 70-x estão

Se n(V) = 70, então 70-x estão somente em V.

0020/3/19-Gil Se n(V) = 70, então 70-x estão somente em V. Como 10 não estão nem

Como 10 não estão nem P, nem V, temos

estão somente em V. Como 10 não estão nem P, nem V, temos Sendo o total

Sendo o total de alunos igual a 100, temos:

40-x + x + 70-x + 10 = 100

Portanto

x = 20

(CESPE) Em um tribunal, todos os 64 técnicos administrativos falam inglês e(ou) espanhol; 42 deles falam inglês e 46 falam espanhol.

03. Nessa situação, 24 técnicos falam inglês e espanhol.

JULGAMENTO: CERTO

Do enunciado, temos:

n(IE) = 64

n(I) = 42

n(E) = 46

Sabendo que n(IE) = n(I) + n(E) n(IE)

então

64 = 42 + 46 n(IE) n(IE) = 88 64 n(IE) = 24

04. Podemos afirmar que 18 técnicos falam somente inglês.

JULGAMENTO: CERTO

Dos dados anteriores, temos o diagrama preenchido a partir da interseção de I e E.

I 18 24 22
I
18
24
22

E

Portanto, realmente podemos afirmar que 18 falam somente inglês.

05. (IPAD) Em um país estranho sabe-se que as pessoas estão divididas em dois grupos: o grupo dos que têm uma idéia original e o grupo dos que têm uma idéia comercializável. Sabe-se também que 60% das pessoas têm uma idéia original e apenas 50% têm idéias comercializáveis. Podemos afirmar que:

a) 15% das pessoas têm idéias originais e comercializáveis.

b) 10% das pessoas têm idéias originais e comercializáveis.

c) 30% das pessoas têm idéias comercializáveis, mas não originais.

d) 70% das pessoas têm idéias originais e não comercializáveis.

e) 65% das pessoas têm idéias originais e não comercializáveis.

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SOLUÇÃO: RACIOCÍNIO LÓGICO PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil Sejam

SOLUÇÃO:

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PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil Sejam A – grupo dos
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OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil Sejam A – grupo dos que têm

Sejam

A grupo dos que têm uma ideia original ;

B grupo dos que têm uma ideia comercializável;

Como todas as pessoas (100%) estão em pelo menos um dos grupos (A ou B), temos:

A B 60% – x x 50% – x Sabendo que
A
B
60% – x
x
50% – x
Sabendo que

n(A B) = n(A) + n(B) n(A B) 100% = 60% + 50% x

x = 10%

portanto

10% das pessoas têm ideias originais e comercializáveis Resposta: B

CAPÍTULO 2

SENTENÇA

É uma frase declarativa (afirmativa ou negativa), podendo ser classificada como sentença aberta ou sentença fecha- da. Quando a sentença for fechada, ganhará o nome de proposição.

SENTENÇA ABERTA: É aquela frase declarativa na qual não é possível atribuir valor lógico (V ou F), por não termos informações suficientes para defini-la como sendo verdadeira ou falsa. EXEMPLO:

X é um número par” (Pode ser VERDADEIRO ou FALSO) O irmão do meu irmão é meu irmão” (Pode ser VERDADEIRO ou FALSO)

SENTENÇA FECHADA: É aquela frase declarativa que é possível atribuir a ela um valor lógico (V ou F), pois temos in- formações suficientes para defini-la como sendo verdadeira ou falsa. EXEMPLO:

“4 é um número par” (VERDADEIRO) “Pelé jogou futebol no Flamengo” (FALSO)

(VERD ADEIRO) “Pelé jogou futebol no Flamengo” (FALSO) LINK: No Português existem vários tipos de frases

LINK:

No Português existem vários tipos de frases cuja entoação é mais ou menos previsível, de acordo com o sentido que transmitem. Embora só nos interessem para o raciocínio lógico apenas as frases declarativas, vale a pena distingui-las.

DECLARATIVA Esse tipo de frase informa ou declara alguma coisa, podendo ser afirmativas ou negativas. Fortaleza é uma cidade grande.(AFIRMATIVA) Salvador não é a capital do Brasil.(NEGATIVA)

INTERROGATIVA São aquelas que exprimem uma pergunta, podendo ser divididas em direta ou indireta. “Quantos anos você tem?” (DIRETA) “Diga qual é a sua idade.” (INDIRETA)

EXCLAMATIVA São frases que exprimem uma emoção, apresentando entoa- ção ligeiramente prolongada. “Que prova difícil!(ADMIRAÇÃO) Você aqui na cidade?!” (SURPRESA)

IMPERATIVA Contém uma ordem, um conselho ou faz um pedido, utilizan- do o verbo no modo imperativo. Vá estudar agora!(ORDEM) “Por favor, vá estudar.” (PEDIDO)

OPTATIVA Essa classificação menos conhecida, ocorre quando se expri- me um bom desejo. Vá com Deus!” “Tenha um dia feliz.”

IMPRECATIVA Ainda menos conhecida que a optativa, esse tipo de frase exprime um mau desejo. Vai te lascar!” “Eu quero mais é que ela morra!”

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RACIOCÍNIO LÓGICO PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil PROPOSIÇÃO SIMPLES

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PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil PROPOSIÇÃO SIMPLES É uma sentença
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OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil PROPOSIÇÃO SIMPLES É uma sentença fechada, pois

PROPOSIÇÃO SIMPLES

É uma sentença fechada, pois a ela pode ser atribuído um valor lógico: verdadeiro (V) ou falso (F).

EXEMPLO:

A: “Fortaleza é a capital do Ceará” (VERDADE) B: “O Brasil é um país da Europa” (FALSO)

EQUIVALÊNCIA

Duas proposições são ditas equivalentes, quando possuem sempre o mesmo valor lógico, ou seja, di- zemos que A equivale a B, no caso de A ser verdade, B também é verdade, assim como se A é falso, B também é falso. Além disso, temos que A implica em B e que B implica em A ao mesmo tempo.

EXEMPLO:

A: “João é culpado” B: “João não é inocente”

A: “João é culpado” B: “João não é inocente” NEGAÇÃO Uma proposição é a negação de

NEGAÇÃO

Uma proposição é a negação de outra, quando sempre possui valor lógico contrário, ou seja, dizemos que A é negação de B, se A é verdade, então B é falso e se A é falso, então B é verdade.

EXEMPLO:

AFIRMAÇÕES:

A: “Fortaleza é a capital do Ceará” (VERDADE) B: “O Brasil é um país da Europa” (FALSO)

NEGAÇÕES:

~A: “Fortaleza não é a capital do Ceará” (FALSO) ~B: “O Brasil não é um país da Europa” (VERDADE)

~B: “O Brasil não é um país da Europa” (VERDADE) TAUTOLOGIA Dizemos que uma proposição composta

TAUTOLOGIA

Dizemos que uma proposição composta é uma tautologia quando é inevitavelmente verdadeira, ou seja, quando tem sempre o valor lógico verdadeiro independentemente dos valores lógicos das proposições simples usadas na sua elabo- ração.

EXEMPLO:

Ou Daniel é culpado, ou ele é inocente(Obrigatoriamente VERDADEIRO)

CONTRADIÇÃO

Dizemos que uma proposição composta é uma contradição quando é inevitavelmente falsa, ou seja, quando tem sempre o valor lógico falso independentemente dos valores lógicos das proposições simples usadas na sua elaboração.

EXEMPLO:

“Maria é culpada, mas é inocente” (Obrigatoriamente FALSO)

CONTINGÊNCIA

Dizemos que uma proposição composta é uma contingência quando depende do contingente de proposições sim- ples para poder ser V ou F, ou seja, a contingência pode ter os valores lógico verdadeiro ou falso.

EXEMPLO:

“Renato nasceu em Fortaleza ou nasceu em Natal” (Pode ser VERDADEIRO ou FALSO)

ou nasceu em Natal” (Pode ser VERD ADEIRO ou FALSO) LINK: CUIDADO! Existe uma tênue diferença

LINK:

CUIDADO! Existe uma tênue diferença entre “Algum” e “Nem todos”, por isso é bom prestar atenção.

ALGUM Significa que pelo menos um, mas pode até ser que todos.

NEM TODOS Significa que pelo menos um, mas não todos.

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RACIOCÍNIO LÓGICO PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil DIAGRAMAS LÓGICOS

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PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil DIAGRAMAS LÓGICOS Devemos representar
PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil DIAGRAMAS LÓGICOS Devemos representar

OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil DIAGRAMAS LÓGICOS Devemos representar proposições simples

DIAGRAMAS LÓGICOS

Devemos representar proposições simples através de diagramas, sobretudo aquelas que apresentam pronomes indefinidos, tais como: “Nenhum”, “Algum” ou “Todo”.

tais como: “N e nhum”, “Algum” ou “Todo”. NENHUM (~  ) Não existe interseção entre
tais como: “N e nhum”, “Algum” ou “Todo”. NENHUM (~  ) Não existe interseção entre
tais como: “N e nhum”, “Algum” ou “Todo”. NENHUM (~  ) Não existe interseção entre
tais como: “N e nhum”, “Algum” ou “Todo”. NENHUM (~  ) Não existe interseção entre

NENHUM (~)

Não existe interseção entre os conjuntos. Por exemplo, ao dizer que “nenhum A é B”, garante-se que não existe um elemen- to de A que também esteja em B. Sendo a recíproca verdadeira, ou seja, “nenhum B é A”.

EX.:

A: “Nenhum advogado é bancário

ADVOGADOS BANCÁRIOS
ADVOGADOS
BANCÁRIOS

EQUIVALÊNCIAS:

A: “Não existe advogado que seja bancário” A: “Todo advogado não é bancário” A: “Se ele é advogado, então não é bancário”

NEGAÇÕES:

~A: “Não é verdade que nenhum advogado é bancário” ~A: “Existe pelo menos um advogado que é bancário” ~A: “Algum advogado é bancário”

ALGUM ()

Existe pelo menos um elemento na interseção entre os conjuntos, mas não necessariamente todos. Por exemplo, ao dizer que “algum A é B”, garante-se que existe pelo menos um elemento de A que também esteja em B. Sendo a recíproca verda- deira, ou seja, “algum B é A”.

EX.:

B: “Algum advogado é bancário

ADVOGADOS BANCÁRIOS
ADVOGADOS
BANCÁRIOS

EQUIVALÊNCIAS:

B: “Pelo menos um advogado é bancárioB: “Existe advogado que é bancário” B: “Há um advogado que seja bancário”

NEGAÇÕES:

~B: “Não é verdade que algum advogado é bancário~B: “Não existe um advogado que seja bancário” ~B: “Nenhum advogado é bancário”

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RACIOCÍNIO LÓGICO PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil TODO (

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PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil TODO (  ) Um
PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil TODO (  ) Um

OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil TODO (  ) Um dos conjuntos

TODO ()

Um dos conjuntos é subconjunto do outro. Por exemplo, ao dizer que “todo A é B”, garante-se que se um elemento está em A, então ele também está em B, mas não necessariamente se está em B também estará em A.

EX.:

C: “Todo advogado e bancário” ADVOGADOS BANCÁRIOS
C: “Todo advogado e bancário”
ADVOGADOS
BANCÁRIOS

EQUIVALÊNCIAS:

C: “Nenhum advogado não é bancárioC: “Não existe advogado que não seja bancário” C: “Se ele é advogado, então é bancário”

NEGAÇÕES:

~C: “Não é verdade que todo advogado é bancário~C: “Existe pelo menos um advogado que não é bancário” ~C: “Algum advogado não é bancário”

EXEMPLOS

01. Considere que os argumentos são verdadeiros:

Todo comilão é gordinho;

Todo guloso é comilão;

Com base nesses argumentos, é correto afirmar que:

a) Todo gordinho é guloso.

b) Todo comilão não é guloso.

c) Pode existir gordinho que não é guloso.

d) Existem gulosos que não são comilões.

e) Pode existir guloso que não é gordinho.

SOLUÇÃO:

Do enunciado temos os conjuntos:

GULOSO COMILÃO GORDINHO
GULOSO
COMILÃO
GORDINHO

Portanto, podemos concluir que pode existir gordinho que não seja guloso.

02. (IPAD) Supondo que todos os cientistas são objetivos e que alguns filósofos também o são, podemos logicamente

concluir que:

a) não pode haver cientista filósofo.

b) algum filósofo é cientista.

c) se algum filósofo é cientista, então ele é objetivo.

d) alguns cientistas não são filósofos.

e) nenhum filósofo é objetivo.

SOLUÇÃO:

Dadas as premissas:

A: “todos os cientistas são objetivos” B: “alguns filósofos são objetivos”

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RACIOCÍNIO LÓGICO PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil Sejam O

RACIOCÍNIO LÓGICO PARA CONCURSOS

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PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil Sejam O – Objetivos C
PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil Sejam O – Objetivos C

OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil Sejam O – Objetivos C – Cientistas

Sejam

O Objetivos

C Cientistas

F Filósofos

Do enunciado, para satisfazer as premissas A e B, temos os seguintes diagramas possíveis:

F O
F
O

C

F O
F
O

C

o 3 F O
o
3
F
O

C

Dessa forma, temos que “se algum filósofo é cientista” ele fica de acordo com o 2º ou 3º diagrama, o que implica necessari- amente que “esse filósofo será objetivo”, pois “todo cientista é objetivo”. Resposta: C

03.

(IPAD) Supondo que cronópios e famas existem e que nem todos os cronópios são famas, podemos concluir logicamente

que:

a)

nenhum cronópio é fama.

b)

não existe cronópio que seja fama.

c)

todos os cronópios são famas.

d)

nenhum fama é cronópio.

e)

algum cronópio não é fama.

SOLUÇÃO:

Dada a premissa:

A: “Nem todos os cronópios são famas”

Sejam

C Cronópios

F Famas

Do enunciado, para satisfazer a premissa A, temos os seguintes diagramas possíveis:

Fa premissa A, temos os seguintes diagramas possíveis: C o 2 F C Podemos concluir que

a premissa A, temos os seguintes diagramas possíveis: F C o 2 F C Podemos concluir

C

o 2 F C
o
2
F C

Podemos concluir que “Se nem todo cronópio é fama, então necessariamente existe pelo menos um cronópio que não é fama”. Resposta: E

04. É verdade que "Alguns A são R" e que "nenhum G é R" então é necessariamente verdade que:

a)

Alguns A não é G.

b)

Algum A é G.

c)

Nenhum A é G.

d)

Algum G é A.

e)

Nenhum G é A.

SOLUÇÃO:

Sabe-se que todos os A que também são R, não podem ser G, pois nenhum G é R, então existem alguns A que nunca serão G. Resposta: A

OBS.:

Os outros itens estão errados por que podem ser verdade ou não, dependendo de como for o diagrama. Mas como não se pode garantir que G e A têm interseção ou não, nada se pode afirmar.

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PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil 05. Através de uma pesquisa,

OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil 05. Através de uma pesquisa, descobriu- se

05. Através de uma pesquisa, descobriu-se que “nenhum politico é honesto” e que “alguns advogados são honestos”. Dessa

forma, aponte o único item errado.

a) É possível que alguns politicos sejam advogados.

b) Alguns advogados não são politicos.

c) É impossível que algum advogado seja político.

d) Há possibilidade de que nenhum politico seja advogado.

e) Pode ou não haver advogado político.

SOLUÇÃO:

Do enunciado temos os possíveis diagramas, que satisfazem as condições impostas:

P H P o 1 2 o
P
H
P
o
1
2 o

A

que satisfazem as condições impostas: P H P o 1 2 o A H A Cuidado!
H A
H
A

Cuidado! Não podemos afirmar que “existe A que é P”, nem tão pouco dizer que “não existe A que é P”. O fato é que pode ou não existir A que seja P, ou seja, podemos até afirmar que “é possível existir um A que seja P”, ou ainda, “é possível que não exista A que seja P”. Então, será errado dizer que “é impossível que um A seja P”. Resposta: C

dizer que “é impossível que um A seja P”. Resposta: C LINK: CERTEZA 100% de chance

LINK:

CERTEZA 100% de chance de acontecer o fato. PROVÁVEL Possível e com grande chance de acontecer. POSSÍVEL Existe alguma chance de acontecer, seja pequena, média ou grande. IMPROVÁVEL Possível, mas com pequena chance de acontecer. IMPOSSÍVEL 0% de chance de acontecer o fato.

EXERCÍCIOS

01. Qual a negação da proposição “Alguma lâmpada está acesa”?

a) Alguma lâmpada não está acesa.

b) Nenhuma lâmpada não está acesa.

c) Nenhuma lâmpada está apagada.

d) Todas as lâmpadas estão apagadas.

02. Aponte a negação de “Nenhuma cadeira está quebrada”.

a) Todas as cadeiras estão quebradas.

b) Todas as cadeiras estão concertadas.

c) Alguma cadeira está quebrada.

d) Alguma cadeira não está quebrada.

03. Qual das proposições a seguir é necessariamente verdadeira, sempre que a proposição P: “Nenhuma porta

está aberta” for falsa?

a) Todas as portas estão fechadas.

b) Todas as portas estão abertas.

c) Alguma porta está aberta.

d) Alguma porta está fechada.

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PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil 04. Dadas as proposições: I

OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil 04. Dadas as proposições: I – Toda

04. Dadas as proposições:

I Toda mulher é boa motorista.

II Nenhum homem é bom motorista.

III Todos os homens são maus motoristas.

IV Pelo menos um homem é mau motorista.

V Todos os homens são bons motoristas.

A negação da proposição (V) é:

a) I

b) II

c) III

d) IV

e) V

05. Qual é negação da sentença "Os três filhos de Fábio são advogados"?

a) Nenhum dos três filhos de Fábio são advogados.

b) Pelos menos um dos três filhos de Fábio não é advogado.

c) Algum dos três filhos de Fábio é advogado.

d) Todos os filhos de Fábio são advogados.

e) Todos os três filhos de Fábio não são advogados.

06. Das premissas:

A: “Nenhum herói é covarde” B: “Alguns soldados são covardes”

Pode-se corretamente concluir que:

a) Alguns heróis são soldados

b) Alguns soldados são heróis

c) Nenhum herói é soldado

d) Nenhum soldado é herói

e) Alguns soldados não são heróis

07. Supondo que “todos os alunos são inteligentes” e que “Nem todos os filósofos também são inteligentes”, po-

demos logicamente concluir que:

a) não pode haver aluno filósofo.

b) algum filósofo é aluno.

c) nenhum filósofo é inteligente.

d) alguns alunos não são filósofos.

e) se algum filósofo é aluno, então ele é inteligente.

08. Sabe-se que existe pelo menos um A que é B. Sabe-se, também, que todo B é C. Disto resulta que:

a) Algum A não é C

b) Todo A é C

c) Algum A é C

d) Todo C é B.

(AOCP) Em uma sala, estão reunidos treze militares de um batalhão. Em relação a esses treze militares que estão reunidos, julgue os itens.

09.

Podemos, com certeza, afirmar que pelo menos dois fazem aniversário no mesmo mês.

(

) CERTO

(

) ERRADO

10.

Pelo menos dois militares fazem aniversário no mesmo dia.

(

) CERTO

(

) ERRADO

(CESPE) Com relação à lógica formal, julgue os itens subsequentes.

11.

A negação de “Algum vela está acesa” é a sentença “Todas as velas estão apagadas”.

(

) CERTO

(

) ERRADO

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PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil 12. Se a afirmativa “Todos
PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil 12. Se a afirmativa “Todos

OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil 12. Se a afirmativa “Todos os alunos

12. Se a afirmativa “Todos os alunos estão de preto” for considerada falsa (F), então a afirmativa “Pelo menos um

aluno não está de preto” tem de ser considerada verdadeira (V).

(

) CERTO

(

) ERRADO

13.

A negação da proposição “Nenhum aluno tem moto” é a proposição “Algum aluno tem moto”.

(

) CERTO

(

) ERRADO

14.

A negação da proposição “Todos passam no concurso” é “Ninguém passa no concurso”.

(

) CERTO

(

) ERRADO

(CESPE) Com relação à lógica formal, julgue os itens subsequentes.

15. Se a afirmativa “Todos os cidadãos brasileiros têm garantido o direito de herança” for considerada falsa, então

a afirmativa “Nenhum cidadão brasileiro têm garantido o direito de herança” tem de ser considerada verdadeira.

(

) CERTO

(

) ERRADO

16.

A negação da proposição “Nenhum aluno é policial” é a proposição “Algum aluno é policial”.

(

) CERTO

(

) ERRADO

17.

Se a afirmativa “Todos os beija-flores voam rapidamente” for considerada falsa, então a afirmativa “Algum

beija-flor não voa rapidamente” tem de ser considerada verdadeira.

(

) CERTO

(

) ERRADO

18.

A negação de “Algum restaurante tem comida italiana” é a sentença “Nenhum restaurante italiano tem comi-

da”.

(

) CERTO

(

) ERRADO

GABARITO

01

02

03

04

05

06

07

08

09

D

C

C

D

B

E

E

C

C

14

15

16

17

18

19

20

21

22

E

C

C

C

E

E

C

C

E

CAPITULO 3

INTRODUÇÃO

A Lógica Matemática, em síntese, pode ser considerada como a ciência do raciocínio e da demonstração. Este impor- tante ramo da Matemática desenvolveu-se no século XIX, sobretudo através das idéias de George Boole, matemático inglês (1815 - 1864), criador da Álgebra Booleana, que utiliza símbolos e operações algébricas para representar proposições e suas inter-relações. As idéias de Boole tornaram-se a base da Lógica Simbólica, cuja aplicação estende-se por alguns ramos da eletricidade, da computação e da eletrônica.

LÓGICA MATEMÁTICA

A lógica matemática (ou lógica simbólica), trata do estudo das sentenças declarativas também conhecidas como proposições, as quais devem satisfazer aos dois princípios fundamentais seguintes:

PRINCÍPIO DO TERCEIRO EXCLUÍDO: uma proposição só pode ser verdadeira ou falsa, não havendo alternativa.

PRINCÍPIO DA NÃO CONTRADIÇÃO: uma proposição não pode ser ao mesmo tempo verdadeira e falsa.

Diz-se então que uma proposição verdadeira possui valor lógico V (verdade) e uma proposição falsa possui valor ló- gico F (falso). Os valores lógicos também costumam ser representados por 0 (zero) para proposições falsas ( 0 ou F) e 1 (um) para proposições verdadeiras ( 1 ou V ).

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PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil As proposições são geralmente, mas
PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil As proposições são geralmente, mas

OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil As proposições são geralmente, mas não obrigatoriamente,

As proposições são geralmente, mas não obrigatoriamente, representadas por letras maiúsculas. De acordo com as considerações acima, expressões do tipo, "O dia está bonito!", “Que horas são?”, “x é um número par” e “x + 2 = 7”, não são proposições lógicas, uma vez que não poderemos associar a ela um valor lógico definido (verdadei- ro ou falso). Exemplificamos a seguir algumas proposições, onde escreveremos ao lado de cada uma delas, o seu valor lógico V ou F. Poderia ser também 1 ou 0.

A: "Fortaleza é a capital do Ceará” (V)

B: “O Brasil é um país da Europa” (F)

C: "3 + 5 = 2" (F)

D: "7 + 5 = 12" (V)

E: "O Sol é um planeta" (F)

F: "Um pentágono é um polígono de dez lados" (F)

SENTENÇA ABERTA: Não pode ser atribuído um valor lógico EX.:

“X é um número par” → Pode ser Verdadeiro (V) ou Falso (F), não se pode afirmar.

SENTENÇA FECHADA: Pode ser atribuído um valor lógico V ou F. EX.:

“O professor Pedro Evaristo ensina Matemática” → Sentença Verdadeira (V) “A soma 2 + 2 é igual a 5” → Sentença Falsa (F)

SÍMBOLOS UTILIZADOS NA LÓGICA (CONECTIVOS E QUALIFICADORES)

CONECTIVOS E QUALIFICADORES

 

NÃO

E

OU

OU

OU

SE

ENTÃO

SE E SOMENTE SE

TAL QUE

IMPLICA

EQUIVALENTE

EXISTE



NÃO EXISTE



EXISTE UM E SOMENTE UM

QUALQUER QUE SEJA

O MODIFICADOR NEGAÇÃO

Dada a proposição p, indicaremos a sua negação por ~p ou p. (Lê-se "não p" ).

EXEMPLOS:

p: “2 pontos distintos determinam uma única reta” (V) ~p: “2 pontos distintos não determinam uma única reta” (F)

q: “João é magro” ~q: “João não é magro” ~q: “Não é verdade que João é magro”

LINK: IMPORTANTE: Afirmação e negação sempre possuem valores lógicos contrá- rios!  Se A é
LINK:
IMPORTANTE:
Afirmação e negação sempre
possuem valores lógicos contrá-
rios!
 Se A é V, então ~A é F
 Se A é F, então ~A é V
A
~A
V
F
F
V

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OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil s : “ Fernando é honest o”

s: “Fernando é honesto” s: “Fernando não é honesto” s: “Não é verdade que Fernando é honesto” s: “Fernando é desonesto”

OBS.:

Duas negações equivalem a uma afirmação, ou seja, em termos simbólicos: ~(~p) = p.

p: “Diego dirige bem” ~p: “Diego não dirige bem” ~(~p): “Não é verdade que Diego não dirige bem”

ESTRUTURAS E OPERAÇÕES LÓGICAS

As proposições lógicas podem ser combinadas através dos operadores lógicos , , e , dando origem ao que conhecemos como proposições compostas. Assim, sendo p e q duas proposições simples, poderemos então formar as se- guintes proposições compostas: pq, pq, pq, pq. Estas proposições compostas recebem designações particulares, conforme veremos a seguir:

CONJUNÇÃO:

p q (lê-se "p e q" )

DISJUNÇÃO NÃO EXCLUDENTE:

p q (lê-se "p ou q")

DISJUNÇÃO EXCLUDENTE:

p q (lê-se "ou p, ou q")

CONDICIONAL:

p q (lê-se "se p então q")

BI-CONDICIONAL:

p q (lê-se "p se e somente se q")

Conhecendo-se os valores lógicos de duas proposições simples p e q, como determinaremos os valores lógicos das proposições compostas acima? Isto é conseguido através do uso da tabela a seguir, também conhecida pelo sugestivo nome de TABELA VERDADE.

TABELA VERDADE

A tabela verdade mostra o valor lógico de proposições compostas, com base em todas as possíveis combinações dos valores lógicos para as proposições simples que a formam. Ou seja, devemos julgar a veracidade (ou não) da proposição composta, mediante todas combinações de V e F das proposições simples envolvidas. O número de linhas da tabela verdade depende do número de proposições, como cada proposição simples pode assumir duas possíveis valorações (V ou F), temos então:

LINK: FÓRMULA n o de linhas da tabela = 2 (nº de proposições simples)
LINK:
FÓRMULA
n o de linhas da tabela = 2 (nº de proposições simples)

CONJUNÇÃO (E)

A  B (lê-se “Premissa A e premissa B”)
A  B (lê-se “Premissa A e premissa B”)

A conjunção só será verdadeira em apenas um caso, se a premissa A for verdadeira e a premissa B também for verdadeira, ou seja, caso uma delas seja falsa a conjunção toda torna-se falsa.

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PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil EXEMPLO: Analise a afirmação: “Pedro
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OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil EXEMPLO: Analise a afirmação: “Pedro vai à

EXEMPLO:

Analise a afirmação: “Pedro vai à Argentina e à Bolívia”. A: “Pedro vai à Argentina” B: “Pedro vai à Bolívia”

TABELA VERDADE

A

B

A

B

V

V

 

V

V

F

 

F

F

V

 

F

F

F

 

F

CONCLUSÕES:

Só existe uma possibilidade de essa proposição composta ser verdadeira, que é no caso de Pedro realmente ir aos dois países.

Observe que a afirmação é falsa, se pelo menos uma das premissas forem falsas.

LINK: A  B “Premissa A e premissa B”
LINK:
A
B
“Premissa A e premissa B”

DISJUNÇÃO NÃO-EXCLUDENTE (OU)

A  B (lê-se “Premissa A ou premissa B”)
A  B (lê-se “Premissa A ou premissa B”)

PREMISSAS NÃO EXCLUDENTES: são aquelas que podem ocorrer simultaneamente. Portanto, nesse caso o “ou” significa dizer que pelo menos uma das premissas deverá ser verdadeira. Nesse caso o “ou” significa que pelo menos uma das premissas é verdadeira.

EXEMPLO:

Analise a afirmação: “Pedro vai à Argentina ou à Bolívia”. A: “Pedro vai à Argentina” B: “Pedro vai à Bolívia”

TABELA VERDADE

A

B

A

B

V

V

 

V

V

F

 

V

F

V

 

V

F

F

 

F

CONCLUSÕES:

Sabendo que Pedro foi à Argentina, conclui-se que ele pode ter ido ou não à Bolívia.

Sabendo que ele não foi à Argentina, conclui-se que certamente foi à Bolívia.

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PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil  Sabendo que ele foi

OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil  Sabendo que ele foi à Bolívia,

Sabendo que ele foi à Bolívia, conclui-se que ele pode ter ido ou não à Argentina.

Sabendo que ele não foi à Bolívia, conclui-se que certamente foi à Argentina.

Observe que, nesse caso, o “ou” significa que Pedro vai a “pelo menos” um desses lugares (nada impede que ele vá aos dois países).

LINK: A v B “Premissa A ou premissa B”
LINK:
A
v
B
“Premissa A ou premissa B”

DISJUNÇÃO EXCLUDENTE (OU

OU)

A  B (lê-se “Ou premissa A, ou premissa B”)
A  B (lê-se “Ou premissa A, ou premissa B”)

Quando estamos trabalhando com disjunções, devemos analisar inicialmente se as premissas são excludentes ou não exclu- dentes.

PREMISSAS EXCLUDENTES: são aquelas que não podem ocorrer simultaneamente. Portanto, nesse caso o “ou” significa

devemos entender que se

dizer que exatamente uma das premissas deverá ser verdadeira. Caso seja usado “ou trata de disjunção excludente.

ou”,

EXEMPLO:

Analise a afirmação: “Felipe nasceu ou em Fortaleza, ou em São Paulo”. A:”Felipe nasceu em Fortaleza” B:”Felipe nasceu em São Paulo”

TABELA VERDADE

A

B

A B

V

V

F

V

F

V

F

V

V

F

F

F

CONCLUSÕES:

Sabendo que ele nasceu em Fortaleza, conclui-se que não nasceu em São Paulo.

Sabendo que ele não nasceu em Fortaleza, conclui-se que nasceu em São Paulo.

Sabendo que ele nasceu em São Paulo, conclui-se que não nasceu em Fortaleza.

Sabendo que ele não nasceu em São Paulo, conclui-se que nasceu em Fortaleza.

Observe que na tabela verdade é falso o caso de A e B serem verdade ao mesmo tempo, pois fica claro que ninguém pode nascer em dois lugares ao mesmo tempo. Então, a afirmação só será verdadeira, se exatamente um das duas premissas for

verdadeira.

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RACIOCÍNIO LÓGICO PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil LINK: A

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PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil LINK: A v B “Ou

OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil LINK: A v B “Ou premissa A,
LINK: A v B “Ou premissa A, ou premissa B” (Premissas excludentes)
LINK:
A
v
B
“Ou premissa A, ou premissa B”
(Premissas excludentes)

CONDICIONAL (SE

ENTÃO)

A  B (lê-se “Se premissa A, então premissa B”)
A  B (lê-se “Se premissa A, então premissa B”)

Essa condição deixa clara que se a premissa A for verdadeira, então a premissa B será necessariamente verdadeira também, mas a recíproca não é válida, ou seja, mesmo que A seja falsa nada impede que B seja verdadeira.

EXEMPLO:

Analise a afirmação: “Se Pedro receber dinheiro na sexta-feira então irá à praia no fim de semana”. A:”Pedro recebe dinheiro na sexta-feira” B:”Pedro vai à praia no fim de semana”

TABELA VERDADE

A

B

A B

V

V

V

V

F

F

F

V

V

F

F

V

CONCLUSÕES:

Sabendo que Pedro recebeu dinheiro, conclui-se que necessariamente ele foi à praia.

Sabendo que Pedro não recebeu dinheiro, então ele pode ter ido ou não à praia.

Sabendo que Pedro foi à praia, então ele pode ter recebido ou não o dinheiro.

Sabendo que Pedro não foi à praia, conclui-se que ele necessariamente não recebeu o dinheiro.

Observe que a afirmação só será falsa, se Pedro receber o dinheiro e mesmo assim não for à praia.

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PARA CONCURSOS | Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil LINK: A  B “Se

OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil LINK: A  B “Se premissa A,
LINK: A  B “Se premissa A, então premissa B” Do quadro acima podemos concluir
LINK:
A
B
“Se premissa A, então premissa B”
Do quadro acima podemos concluir que A  B é equivalente a
~B  ~A
“Se não for verdadeira a premissa B, então não será verdadeira
a premissa A”

BI-CONDICIONAL (SE E SOMENTE SE)

A  B (lê-se “Premissa A, se e somente se a premissa B”)
A  B (lê-se “Premissa A, se e somente se a premissa B”)

Nessas condições, fica claro que a premissa A só será verdadeira no caso da premissa B também ser. Fica ainda implícito que a recíproca é válida, ou seja, a premissa B também só será verdadeira no caso da premissa A também ser.

EXEMPLO:

Analise a afirmação: “Pedro irá à praia no fim de semana, se e somente se ele receber dinheiro na sexta-feira”. A:”Pedro recebe dinheiro na sexta-feira” B:”Pedro vai à praia no fim de semana”

TABELA VERDADE

A

B

A B

V

V

V

F

V

F

F

F

V

V

F

F

CONCLUSÕES:

Sabendo que Pedro recebeu dinheiro, conclui-se que certamente foi à praia.

Sabendo que Pedro não recebeu dinheiro, conclui-se que ele não foi à praia.

Sabendo que Pedro foi à praia, conclui-se que é porque ele recebeu o dinheiro.

Sabendo que Pedro não foi à praia, conclui-se que certamente ele não recebeu o dinheiro.

Observe que a afirmação só será verdadeira, se as duas premissas tiverem o mesmo valor lógico.

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OS: 0020/3/19-Gil

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LINK: A  B “Premissa A, se e somente se Premissa B” Do quadro acima
LINK:
A
 B
“Premissa A, se e somente se Premissa B”
Do quadro acima podemos concluir que A  B é equivalente a
~A  ~B
“Premissa ~A, se e somente se Premissa ~B”
OBS.:
 A é condição necessária e suficiente para que B ocorra
 B é condição necessária e suficiente para que A ocorra

NECESSÁRIO x SUFICIENTE

CONDIÇÃO SUFICIENTE: condição máxima que deve ser atendida (basta que A ocorra para B ocorrer)

CONDIÇÃO NECESSÁRIA: condição mínima que deve ser atendida (caso B não ocorra, A não ocorre) Para um condicional (A B), temos:

A é condição suficiente para que B ocorra

B é condição necessária para que A ocorra

~B é condição suficiente para que ~A ocorra

~A é condição necessária para que ~B ocorra

RESUMINDO:

Quem está do lado esquerdo do condicional é sempre condição suficiente para quem fica do lado direito.

A  B A é SUFIENTE para B
A
B
A é SUFIENTE para B
~B
~B

~A

~B é SUFIENTE para ~A

Quem está do lado direito do condicional é sempre condição necessária para quem fica do lado esquerdo.

A  B B é NECESSÁRIO para A
A
B
B é NECESSÁRIO para A

~B

fica do lado esquerdo. A  B B é NECESSÁRIO para A ~B  ~A ~A

~A

~A é NECESSÁRIO para ~B

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OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil OBSERVAÇÃO: No caso do bi-condicional, sabemos que

OBSERVAÇÃO:

No caso do bi-condicional, sabemos que A implica em B e, ao mesmo tempo, B implica em A, logo tanto A quanto B funcio- nam simultaneamente como condição necessária e suficiente.

A  B A é NECESSÁRIO e SUFICI- ENTE para B
A
B
A é NECESSÁRIO e SUFICI-
ENTE para B
A  B A é NECESSÁRIO e SUFICI- ENTE para B (A  B)  (B
A  B A é NECESSÁRIO e SUFICI- ENTE para B (A  B)  (B

(A B) (B A)

A é SUFICIENTE para B

A é NECESSÁRIO para B

TABELA VERDADE

Podemos resumir em uma única tabela verdade todos os conectivos vistos. Dadas as proposições simples A e B, cujos valores lógicos representaremos por (F) quando falsa e (V) quando verdadeira, temos a tabela simplificada:

TABELA VERDADE

A

B

A B

A B

A B

A B

A B

V

V

V

V

F

V

V

V

F

F

V

V

F

F

F

V

F

V

V

V

F

F

F

F

F

F

V

V

Da tabela acima, infere-se (deduz-se) que:

a conjunção é verdadeira somente quando ambas as proposições são verdadeiras.

a disjunção é falsa somente quando ambas as proposições são falsas.

a condicional é falsa somente quando a primeira proposição é verdadeira e a segunda falsa.

a bi-condicional é verdadeira somente quando as proposições possuem valores lógicos iguais.

EQUIVALÊNCIAS

Duas proposições são equivalentes quando possuem os mesmos valores lógicos na tabela verdade, ou ainda, quando podem substituir uma à outra sem perda do sentido lógico. Na tabela ao lado, quando A é verda- de (V) temos que B também é verdade (V) e quando A é falso (F) temos que B também é falso (F), logo A e B são equivalentes. O importante nesse caso é não confundir implicação com equivalência. Por exemplo, dizer que A:“João é rico” implica em dizer que B:“João não é pobre”, no entanto, dizer B:“João não é pobre” não implica em dizer que A:“João é rico”, portanto A e B não são equivalentes, mas podemos afirmar que A implica em B (A B). Por outro lado, se P:”João é honesto” então implica que Q:”João não é desonesto” e de forma recíproca se Q:”João não é desonesto” então implica que P:”João é honesto”, portanto nesse caso P e Q são equivalentes pois uma proposição implica na outra (P Q). Observe das principais equivalências para proposições compostas:

das principais equivalências para proposições compostas: A B = ~B  ~A EXEMPLOS: A  P:
A B = ~B  ~A
A B = ~B  ~A

EXEMPLOS:

A P: “Se João está armado, então será preso”. ~P ~A: “Se João não foi preso, então ele não está armado”

R V: “Se Pedro receber dinheiro, então ele viaja” ~V ~R: “Se Pedro não viajou, então ele não recebeu dinheiro”

~S C: “Caso não faça sol, ficarei em casa” ~C S: “Caso não fique em casa, fez sol”

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OS: 0020/3/19-Gil

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LINK:

EQUIVALÊNCIAS:

Algumas formas equivalentes de escrever uma proposição compos- ta condicional.

S P “Se fizer sol então vou à praia”

“Se fizer sol, vou à praia”

“Fazer sol implica em ir à praia”

“Fazendo sol, vou à praia”

“Quando fizer sol, vou à praia”

“Sempre que faz sol, vou à praia”

“Toda vez que faz sol, vou à praia”

“Caso faça sol, irei à praia”

“Irei à praia, caso faça sol”

“Fazer sol é condição suficiente para que eu vá à praia” “Ir à praia é condição necessária para ter feito sol”

S P

~P ~S

“Se não for à praia então não fez sol”

“Não ir à praia é condição suficiente para não ter feito sol” “Não fazer sol é condição necessária para não ir à praia”

A B = ~A  B
A B = ~A  B

EXEMPLOS:

A P: “Se João está armado, então será preso”. ~A P: “João não está armado ou será preso” ~S C: “Caso não faça sol, ficarei em casa” S C: “Faz sol ou fico em casa”

A B = B  A = (A B)  (B  A)
A B = B  A = (A B)  (B  A)

EXEMPLOS:

S P: “Se e somente se fizer sol, então irei à praia” P S: “Se e somente se for à praia, então fez sol”

(S P)(P S): “Se fizer sol, irei à praia e se for a praia, fez sol”

V R: “Viajo se e somente se receber dinheiro”

(R V)(V R): “Se receber dinheiro, viajo e se viajar, recebi”

P E: “Passo se e somente se estudar”

(P E)(E P): “Se passar, estudei e se estudei, passei”

A  B = (A  B)  (~A  ~B)
A  B = (A  B)  (~A  ~B)

EXEMPLOS:

V R: “Viajo se e somente se receber dinheiro”

(R V)(~R ~V): “Ou recebo dinheiro e viajo, ou não recebo e não viajo”

P E: “Passo se e somente se estudar”

(E P)(~E ~P): “Ou estudo e passo, ou não estudo e não passo”

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OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil NEGAÇÕES (~) ou (  ) A

NEGAÇÕES (~) ou ()

A negação de uma proposição (A) é outra proposição (~A) que possui sempre valor lógico contrário, ou

seja, sempre que A for verdadeiro então ~A é falso e quando A for falso então ~A é verdadeiro. Observe na tabe-

la ao lado que as proposições A e B possuem sempre valores lógicos contrários, pois sempre que A é verdade (V)

temos que B será falso (F) e quando A é falso (F) temos que B será verdadeiro (V), logo A é a negação de B.

É comum o aluno confundir antônimo com negação! Mas cuidado, são coisas diferentes. Por exemplo,

negação! Mas cuidado, são coisas diferentes. Por exemplo, “rico” e “pobre” são ant ô nimos, mas

“rico” e “pobre” são antônimos, mas “João é pobre” não é a negação de “João é rico”, afinal se João não for rico não quer dizer que seja pobre, quer dizer apenas que “João não rico”. Mas existe caso em que o antônimo é a negação, tais como:

culpado e inocente, honesto e desonesto, vivo e morto, dentre outros.

EXEMPLOS DE NEGAÇÕES

A: “Aline é bonita”

~A: ”Aline não é bonita”

(o fato dela “não ser bonita” não significa que “ela é feia”)

B: “Kleyton é alto”

~B: ”Kleyton não é alto”

(o fato dele “não ser alto” não significa que “ele é baixo”)

C: “Daniel é magro”

~C: “Daniel não é magro”

(o fato dele “não ser magro” não significa que “ele é gordo”)

E: “Carol foi aprovada”

~D: “Carol foi reprovada”

(nesse caso, reprovado significa não aprovado)

F: “Lia é culpada”

~F: “Lia é inocente”

(nesse caso, inocente significa não culpado)

LEIS DE AUGUSTUS DE MORGAN

Todas as propriedades a seguir podem ser verificadas com a construção das tabelas verdades.

~(A  B) = ~A  ~B
~(A  B) = ~A  ~B

A conjunção só é verdade se as duas proposições forem verdades, portanto se não é verdade (A B) é por que pelo menos uma das proposições é falsa (não precisa que as duas sejam falsas).

TABELA VERDADE

A

B

A B

~(A B)

~A

~B

~A ~B

V

V

V

F

F

F

F

V

F

F

V

F

V

V

F

V

F

V

V

F

V

F

F

F

V

V

V

V

EXEMPLO:

Qual a negação da proposição "Carol estuda e aprende"?

A negação é "Carol não estuda ou não aprende".

EXEMPLO:

Qual a equivalência de “Não é verdade que Ribamar é cearense e é bancário”? Equivale a “Ribamar não é cearense ou não é bancário”.

~(A  B) = ~A  ~B
~(A  B) = ~A  ~B

A disjunção não-excludente é verdade se pelo menos uma das duas proposições for verdadeira, portanto se não é verdade (A

B) é por que as proposições têm que ser falsas.

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| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil TABELA VERDADE A B A  B

TABELA VERDADE

A

B

A B

~(A B)

~A

~B

~A ~B

V

V

V

F

F

F

F

V

F

V

F

F

V

F

F

V

V

F

V

F

F

F

F

F

V

V

V

V

EXEMPLO:

Qual a negação da proposição "O Brasil é um país ou a Bahia é um estado"?

A negação é "O Brasil não é um país e a Bahia não é um estado".

EXEMPLO:

Qual a equivalência de “Não é verdade que Rosélia foi à praia ou ao cinema”? Equivale a “Rosélia não foi à praia e não foi ao cinema

~(A  B) = A  ~B
~(A  B) = A  ~B

O condicional (A B) só é falso se A for verdade e que B for falso, portanto se não é verdade (A B) é por que as proposi-

ções A e ~B têm que ser verdadeiras.

TABELA VERDADE

A

B

A B

~(A B)

A

~B

A ~B

V

V

V

F

V

F

F

V

F

F

V

V

V

V

F

V

V

F

F

F

F

F

F

V

F

F

V

F

EXEMPLO:

Qual a negação da proposição: "Se Maria estuda então aprende"?

A negação procurada é: "Maria estuda e não aprende"

EXEMPLO:

Qual a equivalência de “Não é verdade que se Milena receber dinheiro então viajará”? Equivale a “Milena recebe dinheiro e não viaja”.

LINK: EQUIVALÊNCIAS NEGAÇÕES A  B = (A  B) v (~A  ~B) ~(A
LINK:
EQUIVALÊNCIAS
NEGAÇÕES
A  B = (A  B) v (~A  ~B)
~(A  B) = ~A v ~B
A  B = (A  B)  (B  A)
~(A v B) = ~A  ~B
A  B = B  A
~(A v B) = (A  B) v (~A  ~B)
A  B = ~B  ~A
~(A v B) = A  B
A  B = ~(A  ~B) = ~A v B
~(A  B) = A v B
A = ~(~A)
~(A  B) = A  ~B
LINK:
LINK:

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| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil TAUTOLOGIA Como vimos anteriormente, uma proposição

TAUTOLOGIA

Como vimos anteriormente, uma proposição composta é uma tautologia quando é inevitavelmente verdadeira. Para provar que essa proposição é uma tautologia podemos usar dois métodos:

construir uma tabela verdade verificando que tal proposição é sempre verdade (V) para todas as combinações de V e F das proposições simples usadas na sua elaboração;

tentar atribuir valores lógicos (V e F) para forçar que a proposição composta se torne falsa (F), caso isso não seja possível deduz-se que é uma tautologia e portanto inevitavelmente verdadeira (V). EXEMPLO:

P ~P: “João é honesto ou desonesto(Obrigatoriamente VERDADEIRA)

CONTRADIÇÃO

Uma proposição composta é uma contradição quando é inevitavelmente falsa. Para provar que essa proposição é uma contradição podemos usar dois métodos:

construir uma tabela verdade verificando que tal proposição é sempre falsa (F) para todas as combinações de V e F das proposições simples usadas na sua elaboração;

tentar atribuir valores lógicos (V e F) para forçar que a proposição composta se torne verdadeira (V), caso isso não seja possível deduz-se que é uma contradição e portanto inevitavelmente falsa (F). EXEMPLO:

Q ~Q: “Maria é culpada, mas é inocente”

(Obrigatoriamente FALSO)

CONTINGÊNCIA

Uma proposição composta é uma contingência quando depende do contingente de proposições simples usadas na sua elaboração, para poder ser V ou F.

EXEMPLO:

A B: “João é rico e Maria é bonita”

(Dependendo da outras proposições pode ser VERDADE ou FALSO)

EXEMPLO

01. Dadas às proposições simples:

A: “Sophia é arquiteta”

B: “Sophia gosta de viajar”

C: “Sophia é feliz”

Traduza para a linguagem natural às proposições dadas a seguir, de acordo com a simbologia.

a) ~A: “Sophia não é arquiteta”

b) ~(~A): “Não é verdade que Sophia não é arquiteta”

c) ~B: “Sophia não gosta de viajar”

d) A B: “Sophia é arquiteta e gosta de viajar”

e) A B: “Sophia é arquiteta ou gosta de viajar”

f) A B: “Ou Sophia é arquiteta, ou Sophia gosta de viajar”

g) ~A B: “Sophia não é arquiteta ou gosta de viajar”

h) A ~B: “Sophia é arquiteta ou não gosta de viajar”

i) ~(A B): “Não é verdade que Sophia é arquiteta ou gosta de viajar”

j) A B: “Se Sophia é arquiteta então gosta de viajar”

k) A B: “Se e somente se Sophia é arquiteta então gosta de viajar”

l) ~A B: “Se Sophia não é arquiteta então gosta de viajar”

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OS: 0020/3/19-Gil

| Módulo Completo / Prof. Pedro Evaristo OS: 0020/3/19-Gil m) ~(A  B): “Não é verdade

m)

~(A B): “Não é verdade que se Sophia é arquiteta, gosta de viajar”

n)

(A B) C: “Se Sophia é arquiteta e gosta de viajar, então é feliz”

o)

A (B C): “Se Sophia é arquiteta, então gosta de viajar e é feliz”

p)

~A (B C): “Se Sophia não é arquiteta, gosta de viajar ou é feliz”

02.

Dadas às proposições simples:

A: “Daniel é rico”

B: “Daniel é honesto”

Passe da linguagem natural para a linguagem simbólica, às proposições compostas dadas a seguir.

a)

“Daniel é rico, mas é honesto”: A B

b)

“Daniel não é rico, mas é honesto”: ~A B

c)

“Daniel é rico, mas é desonesto”: A ~B

d)

“Não é verdade que Daniel é rico e é honesto”: ~(A B)

e)

“Daniel é rico ou é honesto”: A B

f)

“Daniel não é rico ou é honesto”: ~A B

g)

“Não é verdade que Daniel é rico ou é honesto”: ~(A B)

h)

“Se Daniel é rico, então ele é honesto”: A B

i)

“Se Daniel é rico, então ele é desonesto”: A ~B

j)

“Se Daniel não é rico, então ele é honesto”: ~A B

k)

“Não é verdade que se Daniel é rico, então ele é honesto”: ~(AB)

l)