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Material de Apoio: Direito Empresarial 1

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NOÇÕES PRELIMINARES DE DIREITO COMERCIAL

Objeto do Direito Comercial


“O Direito Comercial cuida do exercício da atividade econômica organizada de
fornecimentos de bens e serviços, denominada empresa”

Fontes do Dir Comercial


Constituição Federal; Leis; Doutrina; Jurisprudência; CÓDIGO COMERCIAL;
CÓDIGO CIVIL

Origem do Comércio
Produção para consumo
Produção voltada para a Mercância
Atividade de Fins Econômicos
Produção de Bens Para Serem Vendidos
Evolução do Direito Comercial no Brasil (Cód. Comercial Brasileiro 1850)

Do nome científico
Direito Comercial; Direito Empresarial; Direito Mercantil; Direito dos Negócios

PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DO DIREITO COMERCIAL


. A livre-concorrência
. A defesa do consumidor
. A função social da propriedade
. O tratamento privilegiado da empresa nacional
. O predomínio da iniciativa privada na atividade econômica
. A proteção à microempresa
. A vedação aos abusos do poder econômico
. Ao aumento arbitrário de lucros

Referências Bibliográficas
1. COELHO, Fábio Ulhoa. Manual de Direito Comercial. São Paulo: Saraiva. 2004.

2. REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito Comercial. Vol. 1 e 2. São Paulo: Saraiva.

3. DORIA, Dylson. Curso de Direito Comercial. Vol. 1 e 2. São Paulo: Saraiva.

4. FUHRER, Maximiliano Cláudio Américo. Resumo de Direito Comercial. Malheiros, 2004.

5. MARTINS, Fran. Curso de Direito Comercial: empresa comercial, empresários individuais,


microempresas, sociedades comerciais, fundo de comércio. Rio de Janeiro: Forense.

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ATIVIDADE EMPRESARIAL

Para refletir:
De que o ser humano e a sociedade precisam para sobreviverem?

Conceito de Empresario
“É o profissional exercente de atividade econômica organizada para a produção ou a
circulação de bens ou de serviços” (art. 966 do Código Civil/2002)

Características do Empresário
* Profissionalismo ( Habitualidade; Pessoalidade; “Monopólio das Informações”).

* Atividade (Princípio da preservação da Empresa)

* Economia

* Organizada

Fatores de Produção
Capital; Mão-de-obra; Insumos; Tecnologia

Atividades do Empresário
* Produção de Bens e Serviços (Indústria)
* Circulação de Bens ou Serviços (Comércio)
* Bens ou Serviços (Dar x Fazer)

E o Provedor de Internet: É produto ou serviço?

Distinções Importantes
Estabelecimento Empresarial; Empreendedores; Sociedade; Empresa/ Empresária/
Empreendimento

Preposto do Empresário
Conceito
Mão-de-Obra (CC/2002 arts. 1.169 a 1.178)
Obrigação do Preponente (CC/2002 art. 1.178)

Responsabilidade do Preposto

O Gerente e o Contabilista
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Atividades Econômicas Civis


Empresa não Organizada; Profissional Intelectual (CC/2002 art. 966); Empresário
Rural (CC/2002 art. 971); Cooperativas (C/C 2002 arts. 986, 1.093 a 1.096, Lei
5.764/71)

Empresário Individual
Pessoa Física
Não explora atividade econômica importante
Vedações
- Capacidade
- Proibidos de exercer o comércio

Proibidos de Exercer Empresa


Distinto de incapacidade jurídica
Falido não-reabilitado
- Não fraudulenta
- Fraudulenta
O leiloeiro
Funcionários Públicos
Devedores do INSS

INCAPACIDADE
Art. 3º São absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil:
I - os menores de dezesseis anos;
II - os que, por enfermidade ou deficiência mental, não tiverem o necessário
discernimento para a prática desses atos;
III - os que, mesmo por causa transitória, não puderem exprimir sua vontade.

CAPACIDADE RELATIVA
Art. 4º São incapazes, relativamente a certos atos, ou à maneira de os exercer:
I - os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos;
II - os ébrios habituais, os viciados em tóxicos, e os que, por deficiência mental,
tenham o discernimento reduzido;
III - os excepcionais, sem desenvolvimento mental completo;
IV - os pródigos.
Parágrafo único. A capacidade dos índios será regulada por legislação especial

CAPACIDADE
Art. 5º A menoridade cessa aos dezoito anos completos, quando a pessoa fica
habilitada à prática de todos os atos da vida civil.
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CAPACIDADE
Parágrafo único. Cessará, para os menores, a incapacidade:
I - pela concessão dos pais, mediante instrumento público, ou por sentença do juiz,
ouvido o tutor;
II - pelo casamento;
III - pelo exercício de emprego público efetivo;
IV - pela colação de grau em curso de ensino superior;
V - pelo estabelecimento civil ou comercial, ou pela existência de relação de
emprego, desde que, em função deles, o menor com dezesseis anos completos tenha
economia própria.

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REGIME JURÍDICO DA LIVRE INICIATIVA

Pressupostos Constitucionais do Regime Jurídico-Comercial:

Ordem Econômica e Financeira


Art. 170 da CF
Iniciativa privada
O Estado participa : segurança nacional e relevante interesse coletivo
Princípio do Liberalismo Econômico

Proteção da Ordem Econômica e da Concorrência


1. Infrações contra a ordem econômica, ou abuso do poder econômico; e,
2. Crime de concorrências desleal

Abuso do poder econômico - Infrações contra ordem econômica –

Art. 173, § 4° da CF: A lei reprimirá o abuso do poder econômico que vise:
Dominação do mercado; Eliminação da concorrência; e, Aumento abusivo dos
lucros.

(Art. 20 da Lei 8.884/94) Prejudicar o mercado/ concorrência com:


- Limitar, Falsear, ou Prejudicar a livre concorrência;
- Dominar o mercado relevante
- Aumentar arbitrariamente os lucros
- Exercer de forma abusiva posição dominante

Abuso do poder econômico - Natureza da Conduta –


OBJETIVA
Independe da vontade do agente, basta que tenha feito.
Basta o resultado em potencial

Órgãos de Proteção Econômica


Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE
Secretaria de Direito Econômico - SDE

Sanções
Multas; Publicação pela imprensa do extrato da sentença condenatória; Proibição de
contratar com o Poder Público ou com Instituições Financeiras Oficiais; Inscrição no
Cadastro de Nacional Defesa do Consumidor; Negativa de parcelamento de tributes;
Cancelamento de benefício fiscal; Cisão ou tranferência de controle compulsórios

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Concorrência Desleal - Área Penal / Tipificação (LPI art. 195)-


Exemplos: Publicar falsa afirmação; Empregar meio fraldulento para desviar
clientela; Dar ou prometer dinheiro a empregado de concorrente

Sanções
No âmbito Civil: Dever de indenizar
No âmbito Penal: Detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano.

A problemática da Responsabilidade Civil


Segundo a teoria clássica: “A distinção entre a concorrência regular e a
concorrência desleal é bastante imprecisa e subjetiva.”
Você concorda com esta afirmação?
Meio utilizado x Fins almejados

Lei 9.279/96 - CAPÍTULO VI - DOS CRIMES DE CONCORRÊNCIA DESLEAL

Art. 195. Comete crime de concorrência desleal quem:

I - publica, por qualquer meio, falsa afirmação, em detrimento de concorrente, com o


fim de obter vantagem;

II - presta ou divulga, acerca de concorrente, falsa informação, com o fim de obter


vantagem;

III - emprega meio fraudulento, para desviar, em proveito próprio ou alheio, clientela
de outrem;

IV - usa expressão ou sinal de propaganda alheios, ou os imita, de modo a criar


confusão entre os produtos ou estabelecimentos;

V - usa, indevidamente, nome comercial, título de estabelecimento ou insígnia


alheios ou vende, expõe ou oferece à venda ou tem em estoque produto com essas
referências;

VI - substitui, pelo seu próprio nome ou razão social, em produto de outrem, o nome
ou razão social deste, sem o seu consentimento;

VII - atribui-se, como meio de propaganda, recompensa ou distinção que não obteve;

VIII - vende ou expõe ou oferece à venda, em recipiente ou invólucro de outrem,


produto adulterado ou falsificado, ou dele se utiliza para negociar com produto da
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mesma espécie, embora não adulterado ou falsificado, se o fato não constitui crime
mais grave;

IX - dá ou promete dinheiro ou outra utilidade a empregado de concorrente, para que


o empregado, faltando ao dever do emprego, lhe proporcione vantagem;

X - recebe dinheiro ou outra utilidade, ou aceita promessa de paga ou recompensa,


para, faltando ao dever de empregado, proporcionar vantagem a concorrente do
empregador;

XI - divulga, explora ou utiliza-se, sem autorização, de conhecimentos, informações


ou dados confidenciais, utilizáveis na indústria, comércio ou prestação de serviços,
excluídos aqueles que sejam de conhecimento público ou que sejam evidentes para
um técnico no assunto, a que teve acesso mediante relação contratual ou
empregatícia, mesmo após o término do contrato;

XIII - vende, expõe ou oferece à venda produto, declarando ser objeto de patente
depositada, ou concedida, ou de desenho industrial registrado, que não o seja, ou
menciona-o, em anúncio ou papel comercial, como depositado ou patenteado, ou
registrado, sem o ser;

XIV - divulga, explora ou utiliza-se, sem autorização, de resultados de testes ou


outros dados não divulgados, cuja elaboração envolva esforço considerável e que
tenham sido apresentados a entidades governamentais como condição para aprovar a
comercialização de produtos.

IMPORTANTE
O artigo 195 da Lei 9.279/96 é uma norma de eficácia plena, porém seu texto não é
taxativo, mas exemplificativo.

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REGISTRO DA EMPRESA

Órgãos do Registro de Empresa:

Federal: DNRC - Dep. Nacional do Registro do Comércio

Estadual: Junta Comercial

Atribuições
DNRC
- Supervisionar e coordenar a execução do registro de empresa;
- Orientar e fiscalizar as Juntas Comerciais;
- Promover ou providenciar medidas correicionais do Registro de Empresa;
- Organizar e atualizar o Cadastro Nacional das Empresas Mercantis

JUNTAS COMERCIAIS
- Execução do Registro de Empresa;
- Assentamento dos usos e práticas mercantis;
- Habilitação e nomeação de tradutores públicos e intérpretes comerciais;
- Expedição de carteira de exercício profissional de comerciante.
Obs: Não lhe compete negar a prática do ato registral, senão com fundamento em
vício de forma, sempre sanável.

SUBORDINAÇÃO HIERÁRQUICA das JUNTAS COMERCIAIS


Questões de Dir. Comercial
DNRC
Questões de Dir. Administrativo e Financeiro
Poder Executivo Estadual

ATOS DO REGISTRO DE EMPRESA


* Matrícula: Tradutores públicos, intérpretes comerciais, leiloeiros, administradores
de armazém gerais.

* Arquivamento

* Autenticação

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DECISÕES EM PROCESSOS ADMINISTRATIVOS


DECISÃO COLEGIADA
Plenário e Turmas das Juntas Comerciais
Composição: Presidente, Vice e os Vogais
Tem Prazo
Deliberações: S/A , etc.

DECISÃO SINGULAR
Composição: Presid., ou vogal designado.
Tem Prazo
Deliberações: Matrícula, arquivamento e autenticação

INATIVIDADE DA EMPRESA
Cancelamento do Registro;
Informação ao Fisco;
Reativação do Registro;
Irregularidade de Funcionamento

EMPRESÁRIO IRREGULAR
Ilegitimidade ativa para pedir falência;
Impossibilidade de autenticar os livros comerciais;
Responsabilidade Solidária e Ilimitada;
Impossibilidade de participação em licitações;
Impossibilidade de inscrição em Cadastro Fiscais (CNPJ…);
Impossibilidade de matrícula junto ao INSS

CONSTITUIÇÃO DA SOCIEDADE EMPRESÁRIA LIMITADA

- PASSO A PASSO -

LOCAIS DE ABERTURA
* FÁCIL
* OUTROS ÓRGÃOS

Secretaria Municipal de finanças – SMF –

Boletim de Cadastro Imobiliário – BCI: Documento emitido pela SMF


Taxa de Localização
Consulta de Situação: É um formulário adquirido no FÁCIL.
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Secretaria Municipal de Controle do Convívio Urbano - SMCCU


Termo de responsabilidade
Comprovante de direito de uso do imóvel
Croqui de localização
Consulta de Situação

Junta Comercial de Alagoas - JUCEAL


Capa de Processo
Pesquisa de Nome Empresarial
Contrato Social
Ficha de Cadastro Nacional - FCN fls. 1 e 2
Comprovantes de pagamento dos DAR/CB e DARF

JUCEAL - Documentação específica para os seguintes casos:


–No caso de sócios casados entre si
–Se a sociedade tiver participação societária de empresa estrangeira
–Se a sociedade tiver participação societária de pessoa física residente e domiciliada
no exterior
–Se a sociedade tiver participação societária de empresa pública, sociedade de
economia mista, autarquia ou fundação pública
–Se o sócio for estrangeiro sem visto permanente

Junta Comercial de Alagoas - JUCEAL


Capa Requerimento enquadramento ME ou EPP
Declaração de ME ou EPP

Secretaria da Fazenda – SEFAZ


FAC
Comprovante de pagamento do DAR
Comprovante de domicílio dos sócios e / ou responsáveis
Cartão de Autógrafo
Comprovante de direito de uso do imóvel
Croqui de localização

Receita Federal do Brasil


DBE – Documento Básico de Entrada
Disquete – CNPJ
Imprimir espelho do disquete
Pesquisa de situação fiscal e cadastral dos sócios

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Vigilância Sanitária
Termo de Responsabilidade Sanitária
Croqui de Localização

Corpo de Bombeiros
Protocolo de recebimento do Projeto de Segurança contra Incêndio e Pânico
Requerimento de solicitação para vistoria
Croqui de localização

Documentação Comum a Todos


Cópia autenticada da identidade dos Sócios;
Cópia autenticada do CPF dos Sócios;
Consulta de Situação;

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MODELO DE CONTRATO SOCIAL - Sociedade Limitada

CABEÇALHO

INSTRUMENTO CONTRATUAL PARTICULAR DE CONSTITUIÇÃO DE SOCIEDADE


EMPRESÁRIA LTDA.

PREÂMBULO

Fulano de Tal (nome completo), nacionalidade, naturalidade, estado civil,


regime de bens (se casado), data de nascimento (se solteiro), profissão, nº do CPF, documento de
identidade, seu número, órgão expedidor e UF onde foi emitida (documentos válidos como
identidade: carteira de identidade, certificado de reservista, carteira de identidade profissional,
Carteira de Trabalho e Previdência Social, Carteira Nacional de Habilitação – modelo com base na
Lei nº 9.503, de 23.9.97), domicílio e residência (tipo e nome do logradouro, número,
bairro/distrito, município, Unidade Federativa e CEP); e

Beltrano de Tal ...,

têm, entre si, justo e contratado o presente contrato de sociedade empresária ltda., nos
termos e condições que seguem e, nas omissões, pela legislação específica que disciplina essa
forma societária:

DO NOME EMPRESARIAL (art. 997, II, CC/2002)

Cláusula 1ª - DO NOME EMPRESARIAL

A sociedade girará sob a denominação “HF INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA.”

Parágrafo único: A sociedade terá como nome fantasia: “HF”.

DO OBJETO SOCIAL

Cláusula 2ª - DO OBJETO SOCIAL

O Objeto Social, desta empresa, será a fabricação e comércio de tintas, massas, vernizes,
lacas e produtos químicos

Da Sede e Domicílio

Cláusula 3ª - DA SEDE

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A sociedade terá sua sede e domicílio na Rua Laranjeiras, n° 222, bairro do Farol, na cidade de
Bragança, Estado de Alagoas, CEP 57.999-999.

Parágrafo único: A sociedade poderá, a qualquer tempo, abrir filiais e outros estabelecimentos,
no país ou fora dele, por ato de sua administração ou por deliberação dos sócios.

DO CAPITAL SOCIAL

Cláusula 4ª - DO CAPITAL SOCIAL

O Capital Social é de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais), dividido em 1.000.000 (um


milhão) de quotas, no valor de R$ 1,00 (um real) cada uma, subscritas desta forma:

SÓCIO QUOTAS VALORES (R$)

Fulano 500.000 500.000,00

Beltrano 500.000 500.000,00

TOTAL 1.000.000 1.000.000,00

§ 1º – A integralização das quotas subscritas será feita em moeda corrente do País e em


duas etapas, 50% neste ato e 50% no prazo de 24 (vinte e quatro) meses, contados da data desta
assinatura, conforme quadro abaixo:

QUOTAS QUOTAS Á
SÓCIO
INTEGRALIZADAS INTEGRALIZAR
Fulano 250.000 250.000

Beltrano 250.000 250.000

TOTAL 500.000 500.000

§ 2º – As quotas de capital da sociedade são indivisíveis e não poderão ser cedidas ou


transferidas sem o expresso consentimento da outra sócia, cabendo a esta, em igualdade de preços
e condições, o direito de preferência.

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DA RESPONSABILIDADE DOS SÓCIOS

Cláusula 5ª - DA RESPONSABILIDADE DOS SÓCIOS

A responsabilidade de cada sócia é restrita ao valor de suas quotas, mas todas respondem
solidariamente pela integralização do capital social.

DA ADMINISTRAÇÃO

Cláusula 6ª - DA ADMINISTRAÇÃO E DO USO DO NOME EMPRESARIAL

A administração da sociedade será exercida pelo sócio FULANO, o qual compete a


administração geral de todas as operações comerciais e administrativas da empresa, inclusive a
assinatura, representando a sociedade ativa e passivamente, judicial e extrajudicialmente, ficando
vedada a concessão de avais em nome da sociedade em favor de terceiros, exceto em favor de
empresa que venha a ser coligada, controlada ou controladora desta sociedade.

DO NÃO IMPEDIMENTO

Cláusula 7ª - DO NÃO IMPEDIMENTO DA SÓCIA ADMINISTRADORA

O sócio administrador declara, sob as penas da Lei, que não está incursa em quaisquer dos
crimes previstos em Lei ou nas restrições legais que possam impedi-la de exercer atividades
mercantis. Nem está impedido de exercer a administração da sociedade, pôr lei especial ou em
virtude de condenação criminal, ou pôr se encontrarem sob os efeitos dela, a pena que vede, ainda
que temporariamente, o acesso a cargos públicos, ou crime falimentar, contra a economia popular,
contra o sistema financeiro nacional, contra as relações de consumo, fé pública ou a propriedade.

DO PRAZO SOCIAL

Cláusula 8ª - DO PRAZO SOCIAL

De acordo com as opções veiculadas nos dispositivos legais que disciplina essa forma
societária, o prazo de duração da sociedade será por tempo indeterminado.

DO PRÓ-LABORE

Cláusula 9ª - DO PRÓ-LABORE

Os sócios poderão, de comum acordo e a qualquer tempo, fixar uma retirada mensal pelo
exercício do labor, a título de Pró-labore, respeitadas as limitações legais vigentes.

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LUCROS E/OU PREJUÍZOS


Cláusula 10ª - LUCROS E/OU PREJUÍZOS

Em 31 de dezembro de cada ano, após o término do exercício social, os Lucros ou


Prejuízos apurados em Balanço, a ser realizado, serão repartidos entre os sócios,
proporcionalmente às quotas de cada um no capital social, podendo os sócios, todavia, optarem
pela formação de Reservas de Lucro, de acordo com a legislação em vigor, ou permanecer nos
Lucros Acumulados para futura destinação.

DA DISSOLUÇÃO DA SOCIEDADE
Cláusula 11ª – DA DISSOLUÇÃO DA SOCIEDADE
No caso de falecimento, interdição, inabilitação ou qualquer outra situação que implique a
exclusão de uma dos sócios, a sociedade continuará suas atividades com os herdeiros ou sucessores
e, sendo estes incapazes, desde que legalmente autorizados.

§ 1º- Inexistindo interesse do sócio remanescente, ou não sendo possível a sucessão das quotas, o
valor de seus haveres será liquidado, com base na situação patrimonial da sociedade, apurada à
data da resolução, verificada em balanço especialmente levantado para esta finalidade. Tal
procedimento permitirá a admissão de novos sócios na sociedade.

§ 2º - O sócio que desejar ou necessitar, por algum motivo, se retirar da sociedade, terá que
comunicar por escrito ao sócio remanescente.

DO FORO
Cláusula 12ª - DO FORO

Fica eleito o Fórum desta Comarca de Maceió, capital de Alagoas, para o exercício e
cumprimento dos direitos e obrigações resultantes deste contrato.

DA CONCLUSÃO E PACTO
E por estarem assim, justas e contratadas, assinam, na presença das duas testemunhas
abaixo, o presente instrumento contratual em 03 (três) vias de igual teor e forma, destinando-se 01
(uma) via ao arquivamento na Junta Comercial do Estado de Alagoas.

Maceió, 28 de Janeiro de 2007.

___________________________
FULANO DE TAL
___________________________ _______________
BELTRANO OAB

TESTEMUNHAS
______________________ ____________________________
Nome: Nome:
CPF: CPF:

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Livros Comerciais

Obrigações dos Empresários


* Registrar-se no Registro de Empresa antes de iniciar suas atividades;
* Escriturar regularmente os livros obrigatórios;
* Levantar balanço patrimonial e de resultado econômico a cada ano.

Espécies de Livros Empresariais


* Obrigatórios
- Comuns
- Especiais
* Facultativos

Espécies de Livros Empresariais e Fiscais


Caixa, Razão, Diário, Registro de Duplicatas, Registro de Atas, Reg. Ações
Nominativas, Presença dos acionistas, LMC, Registro de Inventário, Registro de
Empregados, Inspeção do Trabalho, Entrada, Saída, etc.

Regularidade na Escrituração
* Requisitos Intrínsecos e Extrínsecos

Usuários da Escrituração
Empresário; Empreendedor; Credor; Investidor; Fisco; Administração Pública;
Poder Judiciário; Estado, etc.

Conseqüências da Irregularidade na Escrituração


* Civil - Impossibilidade de propor ação de verificação de contas
- Ineficácia probatória
- Presunção de veracidade das alegações feitas contra o empresário

* Penal - Crime falimentar

Exibição Judicial: Parcial x Total

Balanços Anuais
* Obrigatoriedade anual: - Balanço Patrimonial - Balanço de Resultado Exercício
- DOAR – DLPA
Irregularidade na escrituração dos Balanços Anuais
* Reponsabilidade dos administradores (S.A.)
* Dificuldade de acesso ao crédito
* Impossibilidade de participação de licitação pública
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Propriedade Industrial

Bens Imateriais Protegidos:

Invenção;

Modelo de Utilidade;

Desenho Industrial;

Marca.

Órgão Responsável: * Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI


* Processo Administrativo - “período de graça”
* Ato administrativo Constitutivo, e não declarativo

Patentes: Invenção; e Modelo de Utilidade.

Requisitos da Patentes: Novidade; Atividade Inventiva; Aplicação Industrial; e Não-


Impedimento

PRAZO das Patentes: Invenção; e Modelo de Utilidade

Registro Industrial: Desenho Industrial “Design”; e Marca..

Requisitos Desenho Industrial “Design”:

Novidade:
Originalidade:
Desimpedimento:

PRAZO:

Desing X obra de arte

Tipos de Marca
Produtos ou Serviços:

Certificação:

Coletiva:
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Requisitos de Marca
Novidade Relativa:

Não-colidência com marca notória:

Não-impedimento:

PRAZO:

União de Paris:

Processo Administrativo: Depósito; Publicação: Exame; e Decisão.


Ato administrativo Constitutivo
Período de graça

Extinção da Propriedade Industrial: Término do Prazo de Duração; Caducidade;


Renúncia aos Direitos Industriais; Falta de Pagamento ao INPI; Falta de
Representante no Brasil.

Comércio Eletrônico x Marca:

Propriedade Industrial: Passível de transmissão de titularidade (Licença e Cessão)

LICENÇA: Contrato intuitu persona; Licenciador x Licenciado; Licença


Compulsória;

CESSÃO: Total ou parcial; Responsabilidade Civil; Cedente x Cessionário;


Aperfeiçoamento do invento.

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ESTABELECIMENTO EMPRESARIAL

Conceito
* É a reunião de bens necessários ao desenvolvimento da atividade econômica.
* “Complexo de bens organizado, para o exercício da empresa, por empresário, ou
sociedade empresária.” (art. 1.142 do CC)

Exemplos: Prédio, instalações, tecnologia, mercadorias, móveis, etc.

Características:
* Centralizado: Único ponto
* Descentralizado: Filiais, depósitos isolados, agências, etc.
* Não compreende o patrimônio do Empresário (Ex: Investimento em coligadas,
Participação em outras sociedades, etc.)

* Bens Corpóreos: Mercadorias, utensílios, etc. (Amparo legal: Direito Civil e


Penal)
* Bens Incorpóreos: Registros, patentes, direitos, etc.(Amparo: Direito Industrial e
Comercial)

* Sobrevalor
* Goodwill
* Fundo de comércio
* Fundo de empresa

* Desapropriação = Indenização dos proprietários e inquilinos.

ATENÇÃO:
* “Estabelecimento empresarial é diferente de fundo de empresa”

* “Estabelecimento empresarial não é sujeito de direito”

* FORO para acionar o empresário


* FORO para pedido de falência

PROTEÇÃO AO PONTO:
Ponto é o local específico onde se encontra o estabelecimento.
Imóvel Próprio: protegido pelo Dir Civil
Imóvel alheio (locação não-residencial): protegido pela LL.
Direito a renovação compulsória do contrato de locação
Ação Renovatória
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Renovação compulsória:
Renova-se compulsoriamente a locação empresarial que:
* O locatário deve ser empresário
* Pacto (ESCRITO E POR PRAZO DETERMINADO) de, no mínimo, 5 anos.
* Mesma atividade econômica em 3 anos ininterruptos
* São os requisitos materiais, formais e temporais

Exceção de Retomada:
* Conceito
* Renovação compulsória x Direito a Propriedade
* Texto exemplificativo x Texto taxativo
* Insuficiência da proposta de renovação
* Proposta melhor de terceiros (Com indenização pela perda do ponto)
* Reforma substancial no prédio
* Uso próprio ou da família

Ação Renovatória
Prazo
Decadencial ou prescricional?
Mérito da contestação
–Desatendimento aos requisitos
–Perda do prazo
–Exceção da retomada

INDENIZAÇÃO PELO PONTO


Exceção da retomada x Enriquecimento indevido

Não dão ensejo: desatendimento aos requisitos e perda do prazo


Dão ensejo: algumas exceções de retomadas.
E na Locação Gerência?
E na Locação em shopping?

* Indenização = prejuízo + lucros cessantes

ALIENAÇÃO DO ESTABELECIMENTO
Formalidades:
–Deve ser escrito (Trespasse)
–Publicado pela imprensa oficial
Aprovação dos Credores: Tácita ou expressa (Exceção: Patrimônio > Débitos )
–Arquivado na Junta Comercial
–Cláusula de não reestabelecimento implícita
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Conseqüências da ausência de um requisito

Sucessão

*Adquirente x alienante

*Responsabilidades:

– COMERCIAIS (Código Civil/2002)


Possibilidades de acordos mútuos
Ação de regresso

– TRABALHISTAS (CLT)

– TRIBUTÁRIAS (CTN)
Adquirente em outro ramo
Adquirente no mesmo ramo
– Resp. direta x Resp. imediata

Título de Estabelecimento:
Caracteriza o ponto.
É diferente de nome empresarial, que identifica o sujeito de direito empresário.
É diferente de marca, que identifica o produto.
Protegido por regras de responsabilidades civil e penal.

Comércio Eletrônico:
Estabelecimento empresarial virtual
*São três as espécies de estabelecimentos virtuais:
B2B (Direito Civil);
B2C (Direito do Consumidor); e,
C2C (Dir. Civil e do Consumidor)

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Do Fornecimento, Publicidade e Pactos sobre Produtos e Serviços

Responsabilidade dos empresários

Lei 8.078/90
Qualidade dos Produtos e Serviços
Empresários Responsáveis

QUALIDADE DO FORNECIMENTO: fornecimento perigoso, defeituoso e viciado.

FORNECIMENTO PERIGOSO

Conceito
Características
Riscos normais e previsíveis
Alto grau de periculosidade
Consumidor Padrão x Padrão Geral de Consumidor Brasileiro
Informações claras e em português
Dever de Pesquisar
Estado da Arte

FORNECIMENTO DEFEITUOSO

Conceito
Características
Espécies de Defeito: Concepção, execução e de comercialização.
Concepção x Custo Benefício

FORNECIMENTO VICIADO
Conceito
Características

Teoria tradicional do Vícios Redibitório (vínculo contratual, ocultação da


impropriedade, apreciação econômica e má-fe).

RESPONSABILIDADE DO FORNECEDOR
Objetiva
Exceção: comerciantes com produtos perecíveis; profissionais liberais
Sujeito Passivo: fornecedor primário ou secundário (aparente)
OBS: Merchandising, Franqueador e grupos societários
Sujeito Ativo: Vítimas, independente da relação de consumo.
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Obs.: passível de alterações e atualizações

Prazo para reparação do vício


Direito de Regresso

Argumentos de defesa:
Ilegitimidade passiva, inexistência de defeito e culpa exclusiva do consumidor ou de
terceiros.

Direitos do Consumidor para solucionar os vícios


* Prazo decadencial
* SUBSTITUIÇÃO DO PRODUTO (Ação executória específica)
* RESCISÃO DO CONTRATO (Ação redibitória)
* ABATIMENTO (Ação estimatória)

ATIVIDADE EMPRESARIAL E A PUBLICIDADE

CBAP – Código Brasileiro de Auto-regulamentação Publicitária


CNAR – Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária
CDC – Código de Defesa do Consumidor

Sanções impostas pelo CONAR: Advertência; Recomendações de retificação;


Recomendações de suspensão; Divulgação da posição do CONAR.

A Publicidade no CDC: Publicidade Simulada; Publicidade Enganosa; Publicidade


Abusiva

Publicidade Simulada
Merchandinsing
Carência de sanções legais
Possibilidade de responsabilidade civil genérica

Publicidade Enganosa
Potencialidade de causar erro ao consumidor (ludibriar).
Perfil de consumidor padrão
Publicidade com duas interpretações, sendo uma enganosa
Notas de esclarecimentos minúsculas.
Linguagem descritiva

Publicidade Abusiva
* Linguagem persuasiva
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Obs.: passível de alterações e atualizações

* Elenco exemplificativo da Lei ( Discriminação, Incitação à violência, Exploração


do medo, Valores ambientais, Saúde e Segurança).
* Publicidade dirigida a Criança
* Valores Sociais x Individuais

Responsabilidade do anunciante
ADMINISTRATIVA (Contrapropaganda)
CIVIL (Resp. Objetiva e Inversão do ônus da prova)
PENAL: -- Resp. Subjetiva = dolo
– Crime formal = 3 meses a 1 ano e multa
– Crime material = 2 a 5 anos ou multa

Responsabilidade das Agências de propagandas


Civil e Administrativa: Não responde
Penal: Pode responder

PROTEÇÃO CONTRATUAL do CONSUMIDOR

Irrenunciabilidade de direitos

Equilíbrio Contratual

Transparência

Interpretação favorável ao consumidor

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Obs.: passível de alterações e atualizações

NOME EMPRESARIAL

CONCEITO
“Título que se dá a Pessoa Jurídica, representando as relações de fundo
econômico.”
“ Nome que caracteriza a Pessoa Jurídica Empresária, Sociedade ou
Empresário.”

CARACTERÍSTICAS
Não se coincide com o nome civil dos sócios.
Não se confunde com: Marca; Nome de domínio; e Título do estabelecimento.
Expressões idênticas não têm relevância jurídica.

ESPÉCIES: FIRMA e DENOMINAÇÃO


– Estrutura (elementos linguísticos)
– Função (utilização)
– As vezes é o Contrato Social quem distingue a espécie.

FIRMA
Função: identidade e assinatura
No Contrato Social encontra-se a assinatura = Firma.
Cláusula Especial = firma por quem de direito.
Ex: P. Ferreira & L. Brandão Ltda.
Paulo Ferreira & Cia Ltda.
Cerveja do Ferreira & Cia Ltda.

DENOMINAÇÃO
Função: identidade
No Contrato Social encontra-se a assinatura civil (PF) sobre o nome empresarial.
Ex: Cerveja & Cia Ltda.
Cerveja do Ferreira & Cia Ltda.

EMPRESÁRIO INDIVIDUAL
Somente FIRMA
Pode abreviar
Pode agregar o ramo de atividade
Ex: Antônio Pereira do Santo
A. P. dos Santos
Santos, Livros Técnicos.

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Obs.: passível de alterações e atualizações

SOCIEDADE EM NOME COLETIVO


Somente FIRMA
Deve conter o nome de um ou mais sócios, Por extenso ou abreviado
Pode agregar o ramo de atividade
Na omissão de sócio, deve conter a expressão “& Cia“
Ex: Antônio Santo & Túlio Prado
A. Santos & T. Prado
Santos & Cia
Santos & Cia , Livros Técnicos

SOCIEDADE EM COMANDITA SIMPLES


Somente FIRMA
Deve conter o nome de um ou mais sócios comanditados, por extenso ou abreviado
Pode agregar o ramo de atividade
Obrigatoriedade da expressão “& Cia“
Ex: Antônio Santo, Túlio Prado & Cia.
Santos, T. Prado & Cia
Santos & Companhia
Santos & Cia , Livros Técnicos.

SOCIEDADE LIMITADA
* Pode ser FIRMA
Obrigatoriedade da expressão “Ltda“.
Deve conter o nome de um ou mais sócios, por extenso ou abreviado
Pode agregar o ramo de atividade
Na omissão de sócio, deve conter a expressão “& Cia“
Ex: Antônio Santo & Túlio Prado Ltda.
Santos & T. Prado Ltda.
Santos & Companhia Limitada.
Santos & Cia , Livros Técnicos Ltda.

* Pode ser DENOMINAÇÃO


Obrigatoriedade da expressão “Ltda“.
Deve agregar o ramo de atividade
Pode agregar o nome civil, ou “elemento fantasia”.
Ex: Cosméticos Ltda.
Nativa Cosméticos Ltda.
Cosméticos Santos Limitada.

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Obs.: passível de alterações e atualizações

SOCIEDADE EM COMANDITA POR AÇÕES


* Pode ser FIRMA
Obrigatoriedade da expressão: “comandita por ações“.
Deve conter o nome de um ou mais sócios com responsabilidade ilimitada, por
extenso ou abreviado.
Pode agregar o ramo de atividade
Deve conter a expressão “& Cia“
Ex: Santo, Prado & Cia C.A.
Santos & Cia. Comandita por ações.
C.A. Santos & Cia
Santos & Cia , Livros Técnicos C.A.

* Pode ser DENOMINAÇÃO


Obrigatoriedade da expressão “C.A.“.
Deve agregar o ramo de atividade
Pode agregar o nome civil, ou “elemento fantasia”.
Ex: Cosméticos C.A.
Nativa Cosméticos C.A.
C.A. Cosméticos Santos

SOCIEDADE ANÔNIMA
Somente DENOMINAÇÃO
Obrigatoriedade da expressão:
“S/A” (início, meio ou fim do nome); ou
“ Cia” (início ou meio do nome empresarial).
Deve agregar o ramo de atividade
Pode agregar o nome civil, ou “elemento fantasia”.
Ex: Cosméticos Sociedade Anônima.
Nativa S/A Cosméticos.
Santos – Cia. Cosméticos.
Companhia Energética de Alagoas

SOCIEDADE EM CONTA DE PARTICIPAÇÃO


Sociedade secreta
NÃO PODE ADOTAR NOME EMPRESARIAL

ME e EPP
Ao se registrar como microempresário ou empresário de pequeno porte, terá
acrescido ao seu nome a respectiva locução.

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Obs.: passível de alterações e atualizações

ALTERAÇÃO DO NOME EMPRESARIAL:


* VOLUNTÁRIA
* OBRIGATÓRIA
–Alteração do quadro societário (FIRMA)
–Alteração da responsabilidade do sócio (FIRMA)
–Alienação do estabelecimento por ato entre vivos
–Exceção: S/A com nome do fundador.
–Transformação da espécie societária
–Lesão a direito de outro empresário

PROTEÇÃO AO NOME EMPRESARIAL


* FIRMA e DENOMINAÇÃO: Exclusividade de uso do nome empresarial completo
Ex: A. Santos, Pereira & Cia. Ltda
Compatível com:
B. Santos, Pereira & Cia Ltda.
Incompatível com:
B. Santos, Pereira & Cia Ltda.

* DENOMINAÇÃO com expressões de fantasia incomuns: Exclusividade de uso do


núcleo do nome empresarial.
Ex: TIRATORA Ind. e Com. de bolsas Ltda.
Compatível com:
CORTUREX Ind. e Com. de bolsas Ltda.
Incompatível com:
Companhia Exportadora CORTUREX.

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