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HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO

1. Proteções

1.1 Guarda corpos rígidos e rodapés


Os guarda-corpos rígidos são normalmente constituídos por dois elementos horizontais,
montantes e elementos de fixação ao plano de trabalho.
Sempre que exista risco de queda de materiais ou ferramentas a partir do plano de trabalho,
deve prevenir-se esse risco com a instalação de um rodapé, assente naquele plano e com
altura não inferior a 0,15 m, solidamente fixado aos montantes do guarda-corpos.
Dos dois elementos horizontais referidos anteriormente, o mais elevado deve ficar com a parte
superior situada à altura mínima de 1,00 m acima do plano de trabalho, e o outro com a parte
superior à altura mínima de 0,45 m.

1.1 Guarda corpos flexíveis


Os guarda-corpos flexíveis diferem dos rígidos essencialmente por os elementos horizontais
serem substituídos por redes e ainda pelos dispositivos de fixação da rede aos montantes.

1.1 Guarda corpos/Resguardos inclinados


As plataformas de trabalho fixas devem dispor de um sistema de protecção colectiva contra
quedas em altura e uma estrutura de suporte solidamente fixada a elementos rígidos e
resistentes da edificação intervencionada.
Quando, numa plataforma de trabalho fixa, se pretender, em complemento da função de apoio
à execução dos trabalhos, assegurar protecção contra quedas em altura a partir de níveis
superiores, com intercepção e paragem do corpo em queda, o pavimento da plataforma deve
ser aumentado, no lado oposto à construção, por meio de uma pala inclinada, servindo de
resguardo e formando um conjunto rígido com o pavimento.
O resguardo deve formar com a horizontal um ângulo de cerca de 45º e atingir a altura mínima
de 0,90 m acima do plano do pavimento de trabalho, podendo incorporar painéis de rede se
não houver que precaver a queda de materiais ou objectos de dimensão inferior à malha de
rede.

1.1 Varões de Aço


Em várias situações da construção de estruturas de betão armado deparamo-nos com o risco
de perfuração que pode ser provocada por varões de aço em “espera”. Para fazer face a esta
situação perigosa deve rolhar-se os referidos varões com uma protecção designada por
“cogumelo”.

1.1 Arnês de Segurança


Os equipamentos anti-queda podem ser de diversos tipos mas, basicamente, compreendem
um arnês como elemento de suporte do corpo do trabalhador. O arnês é constituído por um
conjunto de correias primárias e secundárias, fivelas e acessórios, que devem estar
devidamente ajustados ao tronco e às pernas, ligados a um cabo de amarração, que, por sua
vez, está ligado, directa ou indirectamente, a um ponto de ancoragem resistente. O ponto de
ancoragem deve poder suportar uma força estática de 10 KN durante 3 minutos, sem
deformação permanente.

A partir de alturas de queda livre superiores a 1,50 m é obrigatório que o equipamento anti-
queda incorpore um dispositivo anti-quedas retráctil, destinado a absorver energia cinética
transmitida a todo o conjunto.
Antes da instalação do equipamento, deverá ser garantido que não existe qualquer obstáculo
permanente ou ocasional susceptível de ser adverso, quer para o utilizador, quer para o
equipamento, ao longo da queda ou movimento pendular.
Normalmente, este equipamento é ligado por intermédio de um cabo de amarração a uma
“linha de vida” ou a um dispositivo anti-queda.

4. Linhas de Vida

Nos trabalhos em coberturas, a utilização de uma linha de vida é uma solução contra quedas
em altura. Esta pode ser constituída por um cabo de aço, fixo nas extremidades, onde se
prende o mosquetão do cabo de amarração pertencente ao arnês de segurança utilizado pelo
trabalhador.
Como alternativa ao aço, as linhas de vida também podem ser materializadas por uma ou mais
fitas de fibra (nylon).

4. Redes de Proteção
As redes são elementos que devem impedir ou limitar com segurança a queda de pessoas ou
objectos, fazendo parte de um conjunto com suportes, ancoragens e acessórios, necessitando
de dimensionamento prévio.

4.1 Verticais
As redes verticais, caracterizadas por serem colocadas verticalmente ou com ligeira inclinação,
são utilizadas para a protecção de aberturas nas paredes e devem ser fixadas directamente a
elementos de construção rígidos ou a suportes metálicos verticais.

4.1 Horizontais
As redes colocadas horizontalmente devem ter dispositivos de fixação directa à edificação ou
uma estrutura de suporte permitindo o deslocamento da rede sem impedimentos que
provoquem o impacto do corpo em elementos rígidos.
Quando colocada a partir da fachada, a extremidade da estrutura de suporte da rede deve
estar afastada 3,70 m, para uma queda de 6,00 m, compreendendo o referido afastamento
uma folga de 0,50 m, para que seja garantida a queda do corpo na rede.
4.1 Grande extensão

4.2 Tipo Ténis


As redes tipo ténis, para protecção contra quedas por aberturas em pisos ou paredes, devem
ser colocadas cobrindo uma altura mínima de 1,00 m a partir do piso, fixadas a suportes de
resistência adequada.

4.4. Tipo Forca


As redes tipo forca, também conhecidas por redes tipo pescante, distinguem-se por estarem
suspensas de estruturas constituídas por suportes metálicos com consola de tipo forca.
A consola da estrutura de suporte situa-se acima do plano de queda e na parte inferior deve
haver um espaço livre para permitir o alongamento da rede resultante do impacto do corpo.
1.1 Aberturas de Pavimentos
As aberturas em pavimentos ou plataformas de trabalho devem dispor de guarda-corpos e
rodapé, salvo se estiverem instalados outros dispositivos de protecção com eficácia e
resistência pelo menos equivalentes às daqueles equipamentos, ou se estiverem obturadas
com uma tampa de protecção temporária ou um estrado provisório convenientemente fixado.

Vulgarmente conhecidas por “coretes”, as aberturas devem estar tapadas com madeira ou, se
a sua dimensão o justificar, delimitadas por guarda-corpos e rodapés.

1.1 Aberturas de Vãos


Todos os vãos e aberturas na fachada devem estar limitados por guarda-corpos e rodapés. A
utilização de tábuas em diagonal e de escoras na horizontal não é recomendável, dada a sua
deficiente protecção.

1.1 Atravessamento de valas


Para que o atravessamento das valas seja realizado em segurança, torna-se necessário
instalar passadiços, que poderão ser de madeira ou metálicos.

1.1 Escavações
As escavações em vala de paredes verticais ou quase verticais, com uma profundidade
superior a 1,20 m e uma largura igual ou inferior a dois terços da profundidade, devem ser
objecto de entivação.
A entivação deve ser definida e calculada para suportar os impulsos do terreno tendo em conta
eventuais sobrecargas de construções, depósitos de quaisquer materiais, equipamentos de
trabalho e circulação de veículos em vias próximas, com as inerentes vibrações.
Os painéis de entivação são um tipo de protecção, normalmente utilizado, nas valas ou
trincheiras.

5. Escadas de mão
Para atingir o fundo das escavações, devem utilizar-se escadas de acesso distanciadas entre
si, no máximo, 15 m, e garantir que estas ultrapassam o bordo superior da vala, no mínimo, em
1 m.

tipo de escadas muito utilizado nos estaleiros são as de madeira, de configuração clássica, que
devem respeitar os seguintes valores limite:
largura mínima da escada: 1,00 m, com excepção de escadas de uso esporádico e restringido
a trabalhadores especificamente autorizados, caso em que a largura poderá reduzir-se a 0,55
m;
largura mínima dos cobertores dos degraus: 0,15 m;
desnível máximo entre degraus sucessivos, correspondente à altura do espelho: 0,25 m;
desnível máximo a vencer por um tramo de escada, entre dois patamares: 3,70 m;
comprimento mínimo dos patamares intermédios: metade da largura da escada, com o limite
inferior de 1,00 m;
altura mínima livre do espaço de passagem sobre a escada: 2,20 m.

As escadas inclinadas devem ser dotadas, do(s) lado(s) do vazio, de guarda-corpos ou outros
dispositivos de protecção, de eficácia pelo menos equivalente.

As escadas portáteis, ou de mão, são um tipo de escada que provoca um elevado índice de
acidentes de trabalho. Facilita-se muito na sua utilização e o improviso, muitas vezes, é fatal.
Para este tipo de equipamento existem regras que importa observar com rigor.

Devem ter uso restrito para acessos de carácter ocasional e apoio a serviços de pequena
envergadura e duração.
É recomendável o uso de escadas com comprimento até 7,00 m, largura útil entre os
montantes não inferior a 0,30 m, e degraus com espaçamento não superior a 0,30 m.
Para uma conveniente utilização, as escadas devem ser colocadas de forma a garantir a sua
estabilidade, formando um ângulo com a horizontal próximo dos 75º, com os montantes
apoiados num suporte suficientemente resistente, de dimensões adequadas e imóveis, de
modo a que os degraus se mantenham na posição horizontal.
O deslizamento do apoio inferior das escadas deve ser impedido durante a sua utilização, quer
pela fixação da parte superior ou inferior dos montantes, pela utilização de um dispositivo anti-
derrapante ou ainda por qualquer outro meio de eficácia equivalente.
Nos trabalhos com escadas duplas, de abrir, o tensor entre os dois ramos deve estar
completamente estendido a fim de evitar qualquer afastamento acidental e consequente
instabilidade da escada.

Não são permitidas em estaleiro escadas de mão emendadas, danificadas ou que apresentem
sinais de deterioração.
As escadas de enganchar com distintos segmentos e as escadas telescópicas devem ser
utilizadas de forma a garantir a imobilização do conjunto dos segmentos.
A menos que sejam tomadas medidas de protecção e vigilância adequadas, não devem ser
utilizadas escadas portáteis:
nas proximidades de portas e quaisquer áreas de circulação de pessoas ou veículos; onde
houver riscos de queda de materiais, ferramentas ou quaisquer outros objectos;
nas proximidades de aberturas em pavimentos e vãos em paredes;
junto de linhas e equipamentos eléctricos desprotegidos.

As escadas portáteis não devem ser utilizadas por mais que um trabalhador em simultâneo,
nunca se devendo mover uma escada com um trabalhador sobre a mesma.
As escadas devem ultrapassar o nível do local a que dão acesso em, pelo menos, um metro.
A subida, a descida e a execução de trabalhos sobre escadas devem efectuar-se de frente
para as mesmas e, quando os trabalhos a mais de 3,50 m de altura exijam movimentos ou
esforços que façam perigar o trabalhador, este deve usar um arnês com um cabo de
amarração a um ponto de ancoragem, a menos que sejam adoptadas medidas de protecção
alternativas adequadas.

6. Andaimes

Os elementos de apoio do andaime devem ser colocados de modo a evitar os riscos


resultantes de deslizamento, através da fixação à superfície de apoio de um dispositivo
antiderrapante ou outro meio eficaz que garanta a estabilidade do mesmo.
As plataformas do andaime devem ser presas aos respectivos apoios de modo que não se
desloquem em condições normais de utilização.

As partes do andaime que não estejam prontas a ser utilizadas, nomeadamente durante a
montagem, desmontagem ou reconversão do andaime, devem ser assinaladas, nos termos da
legislação aplicável, e convenientemente delimitadas, de modo a impedir o acesso à zona de
perigo.
O acesso aos diferentes pisos dos andaimes far-se-á por meio de escadas com características
regulamentares.

Devem instalar-se guarda-corpos (compostos por duas barras, uma 0,45 metros e a outra 1
metro acima da plataforma) para impedir a queda de pessoas, e guarda-cabeças ou rodapés
(uma tábua com 0,15 metros de altura) para evitar a queda de materiais e ferramentas.

Não é permitida a utilização dos andaimes durante os temporais que comprometam a sua
estabilidade ou a segurança dos operários.

6.1 Andaimes de Pés Fixos


6.2 Andaimes de Pés Móveis
Antes de alguém subir a um andaime móvel, deve-se proceder ao travamento dos rodízios e,
se necessário, colocar estabilizadores. Neste tipo de andaimes, torna-se também indispensável
a colocação de guarda-corpos e rodapé.
Assiste-se com frequência à utilização de uma só prancha como plataforma de trabalho. Este
procedimento, para além de incorrecto, faz aumentar largamente a probabilidade de queda dos
trabalhadores.
A movimentação deve ser lenta, sobre superfícies desimpedidas, sem pessoas nem materiais
na sua plataforma. Se a altura ultrapassar três vezes a largura da base, é necessário alargar a
superfície da base ou lastrar o andaime.

7. Plataformas de Trabalho

7.1 Fixas

torna-se necessário incluir guarda-corpos e rodapés e as tábuas de pé deverão estar em bom


estado de conservação e bem acasaladas.

7.1 Móveis (ex. baileu)


Nas plataformas móveis, o comando deverá ser único, para garantir uma horizontalidade
permanente, e terá obrigatoriamente trincos de segurança, nos sentidos ascendente e
descendente do movimento.
Os cabos, correntes e outras peças metálicas principais das plataformas e seus acessórios
deverão ser devidamente protegidos contra a oxidação.

7.1 Acopladas a painéis de cofragem


Os painéis de cofragem de elementos verticais com plataformas acopladas são um bom
exemplo de segurança integrada. As plataformas de trabalho devem dispor de um sistema de
protecção colectiva contra quedas em altura e o pavimento deve ser horizontal, antiderrapante
e resistente às cargas a que está sujeito. O acesso à plataforma de trabalho deve ser garantido
por meio de escadas ou rampas.

9. Equipamentos/Máquinas de Trabalho
9.1 Gruas
No caso das gruas, estas devem ser montadas por pessoal especializado e deve exigir-se da
entidade instaladora um certificado de conformidade e exame de ensaio.
Um diagrama de cargas deverá estar afixado, de modo bem visível, contendo a capacidade
máxima de carga correspondente às diferentes distâncias.

De primordial importância é a existência de uma lista de verificações que garanta a revisão


periódica dos elementos mais sensíveis do equipamento, tais como cabos, roldanas, freios e
electrofreios, cremalheira, etc., independentemente das revisões periódicas realizadas pela
assistência (feitas por uma empresa especializada). O registo destas verificações deverá ser
feito em impresso próprio e arquivado junto dos restantes documentos do equipamento.
O condutor-manobrador dos equipamentos de elevação deverá estar habilitado para a função e
possuir as características físicas e psicológicas exigidas para o desempenho da sua profissão,
submetendo-se periodicamente a exames médicos.

Todo o movimento de transporte deve ser acompanhado em permanência por um sinaleiro,


que será a única pessoa que dirigirá as manobras.

9.2 Máquinas
algumas máquinas deverão possuir uma estrutura de protecção em caso de capotamento (a
chamada 'ROPS', do inglês roll-over protective structure) de acordo com Portaria n.º 933/91, de
13 de Setembro, bem como uma estrutura de protecção contra a queda de objectos (designada
'FOPS', do inglês falling objects protective structure), no âmbito da Portaria n.º 934/91, também
de 13 de Setembro.
'ROPS' de uma motoniveladora.

'FOPS' de uma empilhadora telescópica.

As máquinas abrangidas pela legislação referida são as seguintes:


- pás-carregadoras de rastos e pás-carregadoras de rodas;
- tractores de rasto, tractores de rodas e escavadoras-carregadoras;
- motoniveladoras, motorscrapers e camiões articulados.

É necessário ter muito cuidado com as adaptações improvisadas. É de privilegiar o contacto


com a empresa que comercializou ou alugou o equipamento.

Se necessário, deve efectuar-se o reabastecimento de combustível com todos os cuidados


inerentes à tarefa (por exemplo, não fumar).
Deve proceder-se à limpeza do equipamento, bem como à sua lubrificação. Os desperdícios e
produtos provenientes desta operação devem ser removidos para recipientes adequados e
devidamente identificados e assinalados.

O livro de registos deverá ser actualizado após qualquer operação de manutenção e/ou
reparação. Se o manobrador detectar alguma anomalia no funcionamento normal da máquina,
esta deve ser parada de imediato e a ocorrência deverá ser comunicada ao respectivo
responsável.

As máquinas para trabalhar madeira são fabricadas com protecções já incorporadas. Estes
dispositivos destinam-se a evitar o contacto das mãos com as peças (componentes) que
efectuam o corte.
Retirar as protecções é contribuir para o aumento da probabilidade de ocorrência dos
acidentes. Para além das protecções, já que se incluem nas máquinas, dispositivos de
paragem rápida. No entanto, por vezes, a paragem não é tão rápida como se pretende pois
estes equipamentos funcionam com rotações elevadas.

O operador destes equipamentos nunca deverá usar vestuário solto ou largo, relógios,
pulseiras, anéis e fios ao pescoço. Se tiver cabelos compridos, torna-se necessário prendê-los.
O pavimento em redor das máquinas deve ser mantido limpo e desobstruído. A manutenção e
limpeza dos equipamentos far-se-á sempre com estes desligados da corrente eléctrica. É
indispensável que as máquinas tenham ligação à terra.
Antes de se ligar os equipamentos, torna-se necessário verificar a existência de algum objecto
ou ferramenta sobre a mesa de trabalho. É extremamente importante nunca abandonar os
equipamentos em funcionamento, pois é elevada a probabilidade de ocorrer um acidente. A
mesa de trabalho deve manter-se sempre desimpedida de ferramentas, pedaços de madeira
ou outros utensílios susceptíveis de serem projectados.
Nas peças curtas ou pouco espessas, é aconselhável utilizar um punho ou empurrador,
evitando assim a aproximação das mãos ao disco.
Ao mesmo tempo, torna-se indispensável a utilização de equipamentos de protecção individual,
tais como:
- óculos (protegem os olhos de possíveis projecções de partículas);
- respirador (que protege as vias respiratórias das poeiras);
- protectores de ouvidos (que protegem os ouvidos do ruído).

9.3 Serras

12. Cofragens

13. Vedação
Sempre que os limites físicos da obra confinem com uma via pública, a obra deve ser dotada
de um sistema de protecção dos utentes da via contra os efeitos da queda de quaisquer
produtos, materiais, ferramentas ou outros objectos.
Se a via pública confinante com a obra tiver trânsito automóvel e a funcionalidade do passeio
for prejudicada por ocupação parcial ou total pelo estaleiro, deve ser executado um corredor de
passagem de peões, com uma largura útil mínima de 0,90 m, dotado de um sistema que
estabeleça uma separação com a faixa de rodagem. Se a edificação confinante com a via
pública tiver altura superior a 3,00 m ou ocorrer qualquer outra situação que prefigure o risco
de queda de materiais ou de objectos, o corredor de passagem de peões deve ser coberto.
Ao implantar a vedação de modo correcto deve ter-se o cuidado de não deixar chapas
salientes, pontas de ferro ou qualquer outro material pontiagudo que possa vir a constituir
elemento agressivo para terceiros.
Todas as vedações metálicas deverão ser ligadas à terra de modo que não sejam, em nenhum
caso, significativas as diferenças de potencial entre a chapa metálica e a terra.

14. Instalações Social


15. Índices de Sinistralidade