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Índice

I. Introdução ......................................................................................................................... 2

1.1. Objectivo geral........................................................................................................... 2

1.2. Objectivos específicos ................................................................................................ 2

1.1. Metodologia................................................................................................................ 2

II. Actuadores hidráulicos..................................................................................................... 3

2.1. Conceitos básicos ....................................................................................................... 3

2.2. Classificação dos actuadores .................................................................................... 3

2.2.1. Quanto ao tipo de fluido empregado ................................................................ 3

2.2.2. Quanto ao movimento que realizam ................................................................ 3

2.2.2.1. Actuadores hidráulicos lineares ................................................................ 4

2.2.2.2. Actuador hidráulico rotativo ................................................................... 11

III. Conclusão ..................................................................................................................... 14

IV. Referências bibliográficas .......................................................................................... 15

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I. Introdução
O presente trabalho surge no âmbito do módulo de Sistemas Hidráulicos, que tem como tema
actuadores hidráulicos, basicamente os actuadores hidráulicos são os conversores da energia
hidráulica em trabalho linear ou rotativo, sendo sua função básica de transformar força,
potência ou energia hidráulica em força, potência ou energia mecânica.
O trabalho tem por finalidade, o estudo dos tipos de actuadores e sua área de aplicação, neste
caso usados no mundo indústria em geral, e estes actuadores hidráulicos podem ser divididos
basicamente em dois tipos, lineares e rotativos.

1.1. Objectivo geral


 Falar dos actuadores hidráulicos

1.2. Objectivos específicos


 Inferir conceitos básicos;
 Apresentar as classificações dos actuadores hidráulicos;
 Apresentar os diferentes tipos de actuador;
 Analisar os diferentes tipos de actuadores hidráulicos e suas aplicações;

1.1. Metodologia
Para o desenvolvimento do trabalho, usou-se as pesquisas, bibliográfica e documental, na
medida em que foram consultadas várias obras literárias, tais obras que foram citadas durante
o trabalho.

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II. Actuadores hidráulicos
Os actuadores hidráulicos são usados geralmente em sistemas onde se transforma força,
potência ou energia hidráulica em força, potência ou energia mecânica.

2.1. Conceitos básicos


Actuador é um dispositivo destinado a executar uma acção, esta acção é resultado do controlo
de um processo de produção, geralmente feito por um PLC (Prof. Jeferson L. Curzerl)

Hidráulica é uma parte da física que estuda o comportamento dos fluidos em repouso e em
movimento (Nestor Agostini, 2009, Pg.4).

Potência hidráulica é aquela fase da hidráulica que se refere ao uso dos fluidos para transferir
potência de um local para outro (Nestor Agostini, 2009, Pg.4).

O actuador hidráulico é um dispositivo mecânico capaz de converter a energia hidráulica em


energia mecânica com o intuito de gerar um movimento linear ou rotativo. A energia
mecânica produzida é geralmente utilizada para levantar e transportar objectos, geralmente
estes são usados em operações que requerem uma grande quantidade de força, potência ou
energia. Por exemplo, uma Grua é capaz de levantar várias toneladas de entulho através dos
actuadores encontrados em seu braço de elevação.
REXROTH, (1985 Pg. 34) afirma que, os actuadores hidráulicos convertem a energia de
trabalho em energia mecânica. Eles constituem os pontos onde toda a actividade visível
ocorre, são um dos principais itens a serem considerados no projecto da máquina.

2.2. Classificação dos actuadores


Segundo DRAPINSK, J, (1977) os actuadores que utilizam fluido sob pressão podem ser
classificados segundo dois critérios diferentes:

2.2.1. Quanto ao tipo de fluido empregado


 Pneumáticos: quando utilizam ar comprimido;
 Hidráulicos: quando utilizam óleo sob pressão.

2.2.2. Quanto ao movimento que realizam


 Lineares: quando o movimento realizado é linear (ou de translação);
 Rotativos: quando o movimento realizado é giratório (ou de rotação).

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2.2.2.1. Actuadores hidráulicos lineares
Os cilindros lineares hidráulicos transformam trabalho hidráulico em energia mecânica linear,
a qual é aplicada a um objecto resistivo para realizar trabalho.
O lado para o qual a haste opera é chamado de lado dianteiro ou "cabeça do cilindro". O lado
oposto sem haste é o lado traseiro.
Os orifícios de entrada e saída estão localizados no lado dianteiro e traseiro do cilindro.

Fig1: actuador linear


Fonte: Nestor Agostini. Sistemas hidráulicos industriais (2009, Pg.52)

Por se tratar de um actuador, a função básica de um cilindro hidráulico é transformar força,


potência ou energia hidráulica em força, potência ou energia mecânica. O cilindro hidráulico
é composto de diversas partes. A figura 1 define bem os diferentes elementos que, unidos,
compõe esse equipamento.

Componentes do actuador linear


1. Êmbolo 2. Vedação do êmbolo
3. Haste 4. Guia da haste

5. Vedação da haste 6. Anel raspador


7. Flange dianteiro 8. Conexão

9. Cilindro 10. Câmara da haste

11. Câmara do êmbolo 12. Conexão

13. Entrada ou saída do óleo

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Fig2: figura ilustrativa da composição de um cilindro linear
Fonte: Profº Engº Francisco Alves de LimaJúnior
engenheirofranciscojunior@yahoo.com.br

Os amortecimentos têm como função, proteger os cilindros contra choques hidráulicos


excessivos. O amortecimento diminui o movimento do cilindro antes que chegue ao fim do
curso, e estes podem ser instalados em ambos os lados de um cilindro.
Como regra geral, os amortecimentos são colocados em cilindros cuja velocidade da haste
exceda a 600 cm/min.

O choque hidráulico dá-se quando a energia de trabalho hidráulica que está movendo um
cilindro encontra um obstáculo (como o final de curso de um pistão), a inércia do líquido do
sistema é transformada em choque ou batida, denominada de choque hidráulico. Se uma
quantidade substancial de energia é estancada, o choque pode causar dano ao cilindro.

Conforme o pistão do cilindro se aproxima do seu fim de curso, o batente bloqueia a saída
normal do líquido e obriga o fluido a passar pela válvula controle de vazão. Nesta altura,
algum fluxo escapa pela válvula de alívio de acordo com a sua margem de regulação.
O fluido restante adiante do pistão é expelido através da válvula controle de vazão e retarda o
movimento do pistão. A abertura da válvula controle de vazão determina a taxa de
desaceleração.

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Fig3: sistema de amortecimento do cilindro
Fonte: http://www2.feg.unesp.br/home/paginaspessoais/nestorproenzaperez/sfm-
2014-aula-36.pdf

Podemos encontrar cilindros:


 Sem amortecimento: são adequados para cursos completos com baixa velocidade
 Com amortecedor fixo: usado para serviços leves em cilindro de pequenos diâmetros.
 Com amortecedor ajustável: a haste desacelera progressivamente na parte final do
curso, segundo a margem de regulação do ajuste.

Tipos de cilindros hidráulicos lineares


Pode-se encontrar:
 Cilindros de acção simples;
 Cilindros de dupla acção;
 Cilindros de haste passante;
 Cilindro duplo ou dúplex;
 Cilindro telescópico;
 Cilindros dúplex contínuo ou cilindro tandem.

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i. Cilindro de simples acção
O cilindro de simples acção é usado em circuitos hidráulicos, ondo o esforço é aplicado em
apenas um sentido.
O fluido entra no tubo do actuador pelo lado do êmbolo (alimentação de fluido apenas de um
lado), a resistência do êmbolo estabelece no fluido uma pressão (pressão de movimento), que
ao vencer a resistência do êmbolo, desloca a haste (movimento de avanço ou recuo). Ao
chegar no final de seu curso, a pressão aumenta até o valor predeterminado (pressão de
trabalho). Para o êmbolo retomar (movimento de recuo ou avanço), será necessária a
comutação da válvula direccional e, com a ajuda da força externa ou por mola de reposição, o
fluido retoma para o reservatório.

Fig4: cilindro de acção simples (adaptado)


Fonte: Profº Engº Francisco Alves de Lima Júnior (actuador e hidráulico)

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ii. Cilindros de dupla acção
O cilindro de dupla acção é usado em sistemas hidráulicos, quando for necessário esforço em
ambos os sentidos. Isto significa que podemos obter força em qualquer dos lados do
movimento (movimento de avanço e retomo).
Para o movimento de avanço, o fluido sob pressão entra pela tomada (1) no cilindro,
actuando no lado do êmbolo fazendo a haste sair. O fluido sob pressão, que se encontra no
lado da haste, é deslocado, fluindo pela tubulação ao reservatório. Ao chegar no final do
curso, a pressão de trabalho é atingida.
No movimento de retomo, o fluido sob pressão entra pela tomada (2) no cilindro. O êmbolo é
deslocado e a haste recua, fazendo com que o fluido que se encontra no outro lado do êmbolo
seja deslocado para o reservatório.

Fig5: cilindro de dupla acção (adaptado)


Fonte: Profº Engº Francisco Alves de Lima Júnior (actuador e hidráulico)

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iii. Cilindros de haste passante
Um cilindro com um pistão simples e uma haste ligada a cada lado, e estes possibilitam
realizar trabalho nos dois sentidos, sem contar que apresentam uma força igual nos dois
sentidos.

Fig6: cilindro de haste passante


Fonte: Profº Engº Francisco Alves de Lima Júnior (actuador e hidráulico)

iv. Cilindro duplo ou dúplex


Consiste de dois cilindros montados em linha e com hastes múltiplas (uma para cada
cilindro).
As guarnições são montadas entre os cilindros para permitir dupla acção de cada cilindro. Os
cilindros dúplex dão uma capacidade de três posições.

Fig6: cilindro duplo ou dúplex

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v. Cilindro telescópico
Usa-se este cilindro quando o comprimento da camisa precisa ser menor do que se poderia
conseguir com um cilindro padrão e é empregado quando se faz necessário um grande curso,
como por exemplo em pequenos elevadores, empilhadoras ou máquinas de terraplenagem de
carga, sendo usado preferencialmente na posição vertical.
Assim, quando o cilindro está retraído, ocupa menos espaço, e é próprio para locais de difícil
acesso, difíceis para o cilindro padrão.
Na maioria das vezes, este cilindro é de simples acção, porém também podemos encontrar de
dupla acção.

Fig7: cilindro telescópico


Fonte: Profº Engº Francisco Alves de Lima Júnior
engenheirofranciscojunior@yahoo.com.br

vi. Cilindros dúplex contínuo ou cilindro tandem


Consiste de dois ou mais cilindros acoplados mecanicamente em série com pistões
interligados por uma haste comum.
Um cilindro Tandem fornece uma força resultante maior quando o diâmetro do pistão é
limitado, ou seja, Exerce grande força com pequeno diâmetro.

Fig7: cilindro Tandem


Fonte: Profº Engº Francisco Alves de Lima Júnior
engenheirofranciscojunior@yahoo.com.br

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2.2.2.2. Actuador hidráulico rotativo
Os actuadores rotativos são mais conhecidos como motores pneumáticos ou hidráulicos,
conforme o fluido que os accione seja ar comprimido ou óleo. Esses mecanismos são
compactos, simples e eficientes, Eles produzem um torque alto e requerem pouco espaço e
montagem simples.

Actualmente, o actuador hidráulico rotativo é indispensável em qualquer indústria, devido a


sua gama de aplicações nos mais diversos segmentos. Entre as actividades de automação, o
actuador hidráulico rotativo tem a função de dar mais agilidade, competitividade e precisão.
O actuador hidráulico rotativo é utilizado para levantar, baixar, fechar e abrir objectos. A sua
função é gerar energia mecânica sobre máquinas, utilizando fluidos sob pressão. No caso do
actuador hidráulico rotativo o seu movimento, como o próprio nome diz, é de rotação,
podendo girar num ângulo limitado ou em várias direcções.

Campo de aplicação
O actuador hidráulico rotativo pode ser aplicado na robótica, em equipamentos da indústria
de plástico e borracha, na produção de automóveis, na linha de produção de electrónicos,
entre outros.

i. Motores hidráulicos
Os motores hidráulicos transformam a energia de trabalho hidráulico em energia mecânica
rotativa, que é aplicada ao objecto resistivo por meio de um eixo.
Todos os motores consistem basicamente de uma carcaça com conexões de entrada e saída e
de um conjunto rotativo ligado a um eixo.

Fig8: funcionamento e simbologia do motor hidráulico (adaptado)


Fonte: Profº Engº Francisco Alves de Lima Júnior
engenheirofranciscojunior@yahoo.com.br

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Funcionamento
O rotor do motor é montado em um centro que está deslocado do centro da carcaça. O eixo
do rotor está ligado a um objecto que oferece resistência.
Conforme o fluido entra pela conexão de entrada, a energia de trabalho hidráulica atua em
qualquer parte da palheta exposta no lado da entrada. Uma vez que a palheta superior tem
maior área exposta à pressão, a força do rotor fica de balanceada e o rotor gira.
Conforme o líquido alcança a conexão de saída, onde está ocorrendo diminuição do volume,
o líquido é recolocado.

ii. Motores de engrenagem


Um motor de engrenagem é um motor de deslocamento positivo que desenvolve um torque
de saída no seu eixo, através da acção da pressão hidráulica nos dentes da engrenagem.
Um motor de engrenagem consiste basicamente de uma carcaça com aberturas de entrada e
de saída e um conjunto rotativo composto de duas engrenagens.
Uma das engrenagens, a engrenagem motora, é ligada a um eixo que está ligado a uma carga.
A outra é a engrenagem movida.

Fig9: Motor de engrenagem hidráulico


Fonte: Profº Engº Francisco Alves de Lima Júnior
engenheirofranciscojunior@yahoo.com.br

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Osciladores hidráulicos
Convertem energia hidráulica em movimento rotativo, sob um determinado número de graus.
O oscilador hidráulico é um actuador rotativo com campo de giro limitado. Um tipo muito
comum de actuador rotativo é chamado de actuador de cremalheira e pinhão.
Esse tipo especial de actuador rotativo fornece um torque uniforme em ambas as direcções e
através de todo o campo de rotação.
Nesse mecanismo, a pressão do fluido accionará um pistão que está ligado à cremalheira que
gira o pinhão.

Fig9: Osciladores hidráulicos (adaptado)


Fonte: Profº Engº Francisco Alves de Lima Júnior
engenheirofranciscojunior@yahoo.com.br

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III. Conclusão
Durante o desenvolvimento do trabalho pode-se observar que os actuadores hidráulicos eles
são a peça fundamentar, quando fala-se de sistemas hidráulicos pois é através deles que nós
podemos ver a realização do trabalho de todo processo hidráulico. Estes são responsável por
transformar a força, potência ou energia hidráulica concebida pelo fluido hidráulico, em
força, potência ou energia mecânica.

Aplicação dos actuadores hidráulicos fariam consoante o tipo de trabalho que deseja-se
realizar, consequentemente influenciará no tipo de actuador, sendo estes rotativos e/ou
lineares.

Os motores hidráulicos comparados a motores eléctricos, estes têm certas vantagens tais
como: Reversão instantânea do eixo do motor; podem ficar carregados por períodos muito
grandes e não apresentarem danos; e possibilitam um controle de torque em toda a sua faixa
de velocidade.

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IV. Referências bibliográficas
 PARKER HANNIFIN CO., Tecnologia hidráulica industria, Centro Didático de
Automação Parker Hannifin – Divisão Schrader Bellows;
 REXROTH, Treinamento hidráulico – curso thr, Rexroth Hidráulica Ltda, 1985;
 PALMIERI, A.C., Manual de hidráulica básica, Albarus;
 DRAPINSK, J., Hidráulica e pneumática industrial e móvel, São Paulo, SP, Mac
Graw Hill do Brasil, 1977, 287p.

 http://www2.feg.unesp.br/home/paginaspessoais/nestorproenzaperez/sfm-2014-aula-
36.pdf

 Profº Engº Francisco Alves de LimaJúnior


 engenheirofranciscojunior@yahoo.com.br

 Nestor Agostini cca@cca.ind.br. Sistemas hidraulicos industriais (2009, Pg.52) Rio


do Sul 2009

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