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152 Versículos bíblicos de aniquilacionismo dos ímpios

A Bíblia, do início ao fim, não cansa de caracterizar o aniquilamento final dos


ímpios, cujo destino final é a destruição completa. São mais de 152 passagens
designando tal fato, as quais selecionei apenas algumas, contrastando o destino
final dos ímpios com o dos justos, tanto no Antigo como no Novo Testamento.

NO ANTIGO TESTAMENTO

“No dia em que te manifestares farás deles uma fornalha ardente. Na sua ira o
Senhor os devorará, um fogo os consumirá” (cf. Salmos 21:9)

“Passada a tempestade o ímpio já não existe, mas o justo permanece firme


para sempre”(cf. Provérbios 10:25)

“Aqueles que o Senhor abençoa receberão a terra por herança, mas os que ele
amaldiçoa serão eliminados” (cf. Salmos 37:22)

“Pois os maus serão exterminados, mas os que esperam no Senhor receberão a


terra por herança” (cf. Salmos 37:9)

“Um pouco de tempo, e os ímpios não mais existirão, por mais que você os
procure, não serão encontrados” (cf. Salmos 37:10)

“Mas todos os rebeldes serão destruídos, futuro para os ímpios nunca


haverá” (cf. Salmos 37:38)

“A desgraça matará os ímpios, os que odeiam os justos serão condenados” (cf.


Salmos 34:21)

“Mas os ímpios perecerão, os inimigos do Senhor murcharão como a beleza dos


campos,desvanecerão como a fumaça” (cf. Salmos 37:20)

“Até quando maquinareis o mal contra um homem? Sereis mortos todos vós,
sereis como uma parede encurvada e uma sebe prestes a cair” (cf. Salmos 62:3)

“E trará sobre eles a sua própria iniquidade; e os destruirá na sua própria malícia;
o Senhor nosso Deus os destruirá” (cf. Salmos 94:23)
“Sejam os pecadores da terra eliminados e deixem de existir os ímpios” (cf.
Salmos 104:35)

“O Senhor guarda a todos os que o amam; mas todos os ímpios


serão destruídos” (cf. Salmos 145:20)

“Mas àqueles que o desprezam, retribuirá com destruição; ele não demora em
retribuir àqueles que o desprezam” (cf. Deuteronômio 7:10)

“Porque o Senhor defenderá a sua causa em juízo, e aos que os roubam ele lhes
tirará a vida” (cf. Provérbios 22:23)

“O homem que muitas vezes repreendido endurece a cerviz, de repente


será destruído sem que haja remédio” (cf. Provérbios 1:29)

“Dos que justificam ao ímpio por suborno, e aos justos negam a justiça! Por isso,
como a língua de fogo consome a palha, e o restolho se desfaz pela chama,
assim será a sua raiz como podridão, e a sua flor se esvaecerá como pó;
porquanto rejeitaram a lei do Senhor dos Exércitos, e desprezaram a palavra do
Santo de Israel” (cf. Isaías 5:23,24)

“Mas julgará com justiça aos pobres, e repreenderá com eqüidade aos mansos da
terra; e ferirá a terra com a vara de sua boca, e com o sopro dos seus lábios
matará ao ímpio”(cf. Isaías 11:4)

“Porque, como vós bebestes no meu santo monte, assim beberão também de
contínuo todos os gentios; beberão, e sorverão, e serão como se nunca
tivessem existido” (cf. Obadias 1:16)

“Porque eis que aquele dia vem ardendo como fornalha; todos os soberbos, e todos
os que cometem impiedade, serão como a palha; e o dia que está para vir os
abrasará, diz o Senhor dos Exércitos, de sorte que lhes não deixará nem raiz
nem ramo” (cf. Malaquias 4:1)

“E pisareis os ímpios, porque se farão cinza debaixo das plantas de vossos


pés, naquele dia que estou preparando, diz o Senhor dos Exércitos” (cf. Malaquias
4:3)

“Aqueles que se opõem ao Senhor serão despedaçados. Ele trovejará do céu


contra eles; o Senhor julgará até os confins da terra. Ele dará poder a seu rei e
exaltará a força do seu ungido” (cf. 1ª Samuel 2:10)

“Todas as trevas são reservadas paro os seus tesouros; um fogo não assoprado
o consumirá, e devorará o que ficar na sua tenda. As rendas de sua casa ir-se-
ão; no dia da ira de Deus todas se derramarão. Esta, da parte de Deus, é a porção
do ímpio; esta é a herança que Deus lhe reserva” (cf. Jó 20:26-29)

“Pelo sopro de Deus são destruídos, pelo vento de sua ira eles perecem” (cf. Jó
4:9)

“Não é o caso dos ímpios! São como a palha que o vento leva. Por isso não
resistirão no julgamento, nem os pecadores na comunidade dos justos. Pois o
Senhor aprova o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios leva
a destruição!” (cf. Salmos 1:4-6)

“Voltem os ímpios ao pó, todas as nações que se esquecem de Deus!” (cf. Salmos
9:17)

“Mas os ímpios perecerão; os inimigos do Senhor murcharão como a beleza dos


campos;desvanecerão como fumaça” (cf. Salmos 37:20)

“Os ímpios serão varridos antes que as suas panelas sintam o calor da lenha,
esteja ela verdade ou seca. Os justos se alegrarão quando forem
vingados, quando banharem os seus pés no sangue dos ímpios. Então os
homens comentarão: De fato os justos têm a sua recompensa, de fato há um Deus
justo na terra” (cf. Salmos 58:9-11)

“Que tu dissipes assim como o vento leva a fumaça, como a cera derrete na
presença do fogo, assim pereçam os ímpios na presença de Deus” (cf. Salmos
68:2)

“Até que entrei no santuário de Deus, e então compreendi o destino dos ímpios.
Certamente os põe em terreno escorregadio e os fazes cair na ruína. Como
são destruídos de repente, completamente tomados de pavor! São como um
sonho que se vai quando acordamos, quando te levantares, Senhor, tu os farás
desaparecer” (cf. Salmos 73:17-20)

“Os ímpios que te abandonam sem dúvida perecerão; tu destróis todos os


infiéis” (cf. Salmos 73:27)

“O insensato não entende, o tolo não vê que, embora os ímpios brotem como a
erva e floresçam todos os malfeitores, eles serão destruídos para sempre” (cf.
Salmos 92:6,7)

“Deus fará cair sobre eles os seus crimes, e os destruirá por causa dos seus
pecados; o Senhor, nosso Deus, os destruirá!” (cf. Salmos 94:23)
“Sejam os pecadores eliminados da terra e deixem de existir os ímpios” (cf.
Salmos 104:35)

“Pois o resgate de uma vida não tem preço. Não há pagamento que o livre para
que viva para sempre e não sofra decomposição” (cf. Salmos 49:8,9)

“O Senhor cuida de todos os que o amam, mas a todos os ímpios destruirá” (cf.
Salmos 145:20)

“Quem obedece aos mandamentos preserva a sua vida, mas quem despreza os
seus caminhos morrerá” (cf. Provérbios 19:16)

“Pois não há futuro para o mau, e a lâmpada dos ímpios se apagará” (cf.
Provérbios 24:20)

“Tema ao Senhor e o rei, meu filho, e não se associe aos dissidentes, pois
terão repentina destruição, e quem pode imaginar a ruína que o Senhor e o rei
podem causar?” (cf. Provérbios 24:21,22)

“Mas os ímpios serão eliminados da terra, e dela os infiéis serão arrancados” (cf.
Provérbios 2:22)

“Quem permanece na justiça viverá, mas quem sai em busca do mal corre para
a morte” (cf. Provérbios 11:19)

“Há uma severa lição para quem abandona o seu caminho; quem despreza a
repreensão morrerá” (cf. Provérbios 15:10)

“Sião será redimida com justiça, com retidão aos que se arrependerem. Mas os
rebeldes e os pecadores serão destruídos, e os que abandonam ao
Senhor perecerão” (cf. Isaías 1:28)

“Por isso, assim como a palha é consumida pelo fogo e o restolho é


devorado pelas chamas, assim também as suas raízes apodrecerão, e as suas
flores, como o pó, serão levadas pelo vento: pois rejeitaram a lei do Senhor dos
Exércitos, desprezaram a palavra do Santo de Israel” (cf. Isaías 5:24)

“O opressor há de ter fim, a destruição se acabará e o agressor desaparecerá


da terra. Então, o amor será firmado em trono; em fidelidade um homem se
assentará nele a tenda de Davi, um juiz que busca a justiça e se apressa em
defender o que é justo” (cf. Isaías 16:4,5)
“Erguida está a tua mão, mas eles não a vêem! Que vejam o teu zelo para com o
teu povo, e se envergonhem; que o fogo reservado para os teus adversários
os consuma” (cf. Isaías 26:11)

“Mas os seus muitos inimigos se tornarão como o pó fino, as hordas cruéis,


como palha levada pelo vento. Repentinamente, num instante, o Senhor dos
Exércitos virá com trovões e terremoto e estrondoso ruído, como tempestade e
furacão e chamas de um fogo devorador” (cf. Isaías 29:5,6)

“Naquele dia os surdos ouvirão as palavras do livro, e não mais em trevas e


escuridão, os olhos dos cegos tornarão a ver. Mais uma vez os humildes se
alegrarão no Senhor, os necessitados exultarão no Santo de Israel. Será o fim do
cruel, o zombador desaparecerá e todos os de olhos inclinados para o mal
serão eliminados” (cf. Isaías 29:18-20)

“Ai de você, destruidor, que ainda não foi destruído! Ai de você, traidor, que não foi
traído! Quando você acabar de destruir, será destruído” (cf. Isaías 33:1)

“Todos os que o odeiam certamente serão humilhados e constrangidos; aqueles


que se opõe a você serão como o nada e perecerão. Ainda que você procure os
seus inimigos, você não os encontrará. Os que guerreiam contra você
serão reduzidos a nada” (cf. Isaías 41:11,12)

“Sem dúvida eles são como restolho; o fogo os consumirá” (cf. Isaías 47:14)

“Vocês deixarão seu nome como uma maldição para os meus escolhidos; o
Soberano, o Senhor, matará vocês, mas aos seus servos dará outro nome” (cf.
Isaías 65:15)

“Pois como o fogo e a espada o Senhor executará julgamento sobre todos os


homens, e muitos serão os mortos pela mão do Senhor” (cf. Isaías 66:16)

“Os que se consagram para entrar nos jardins indo atrás do sacerdote que está no
meio, comem carne de porco, ratos e outras coisas repugnantes, todos
eles perecerão, declara o Senhor” (cf. Isaías 66:17)

“Tu, porém, me conheces, Senhor; tu me vês e provas a minha atitude para


contigo. Arranca os ímpios como as ovelhas destinadas ao matadouro! Reserva-os
para o dia da matança!”(cf. Jeremias 12:3)

“Mas, se um ímpio se desviar de todos os pecados que cometeu e obedecer a todos


os meus decretos e fizer o que é justo e é direito, com certeza viverá, não
morrerá” (cf. Ezequiel 18:21)
“Teria eu algum prazer na morte do ímpio? Palavra do Soberano, o Senhor. Ao
contrário, acaso não me agrada vê-lo desviar-se dos seus caminhos e viver? Se,
porém, um justo se desviar de sua justiça, e cometer pecados e as mesmas
práticas detestáveis dos ímpios, ele deverá viver? Nenhum de seus atos de justiça
será lembrado! Por causa de sua infidelidade de que é culpado e por causa dos
pecados que ele cometeu, ele morrerá” (cf. Ezequiel 18:23,24)

“Se um justo desviar-se de sua justiça e cometer pecado, ele morrerá por causa
disso, por causa do pecado que ele cometeu ele morrerá. Mas, se um ímpio
se desviar de sua maldade e fizer o que é justo e direito, ele salvará a sua vida.
Por considerar todas as ofensas que cometeu e se desviar delas, ele com
certeza viverá, não morrerá” (cf. Ezequiel 18:16,28)

“Por isso serão como a neblina da manhã, como o orvalho que bem
cedo evapora, como a palha que num redemoinho vai-se de uma eira, como a
fumaça que sai pela chaminé” (cf. Oseias 13:3)

“Embora estejam entrelaçados como espinhos e encharcados de bebida como


bêbados, serão consumidos como a palha mais seca” (cf. Naum 1:10)

“Nem a sua prata nem o seu ouro poderão livrá-los no dia do Senhor. No fogo do
seu zelo o mundo inteiro será consumido, pois ele dará fim repentino a todos os
que vivem na terra” (cf. Sofonias 1:18)

NO NOVO TESTAMENTO

“Aquele que cair sobre esta pedra será despedaçado, e aquele sobre quem ela cair
será reduzido a pó” (cf. Mateus 21:44)

“Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não
servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens” (cf.
Mateus 5:13)

“Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele
que pode destruir no inferno tanto a alma como o corpo” (cf. Mateus 10:28)

“Faltava-lhe ainda um para enviar: seu filho amado. Por fim o enviou, dizendo: A
meu filho respeitarão. Mas os lavradores disseram uns aos outros: ‘Este é o
herdeiro. Venham, vamos matá-lo, e a herança será nossa’. Assim eles o
agarraram, o mataram e o lançaram para fora da vinha. O que fará então o dono
da vinha? Virá e exterminará aqueles lavradores e dará a vinha a outros” (cf.
Marcos 12:5-9)
“Comiam, bebiam, casavam, e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé
entrou na arca, e veio o dilúvio, e os consumiu a todos. Como também da mesma
maneira aconteceu nos dias de Ló: Comiam, bebiam, compravam, vendiam,
plantavam e edificavam; Mas no dia em que Ló saiu de Sodoma choveu do céu fogo
e enxofre, e os consumiu a todos” (cf. Lucas 17:27-29)

“Ele, porém, lhes disse: Pensais que esses galileus eram mais pecadores do que
todos os outros galileus, por terem padecido estas coisas? Não eram, eu vo-lo
afirmo; se, porém, não vos arrependerdes, todos
igualmente perecereis” (cf. Lucas 13:2,3)

“Ou pensais que aqueles dezoito, sobre os quais caiu a torre de Siloé e os matou,
foram mais culpados do que todos os outros habitantes de Jerusalém? Não, eu vos
digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual
modo perecereis” (cf. Lucas 13:4,5)

“Mas os seus concidadãos o odiavam e enviaram após ele uma embaixada,


dizendo: Não queremos que este reine sobre nós. Quanto, porém, a esses meus
inimigos, que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui e executai-
os na minha presença” (cf. Lucas 19:14,27)

“Jesus olhou fixamente para eles e perguntou: Então, qual é o significado do que
está escrito? ‘A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular’.
Todo o que cair sobre esta pedra será despedaçado, e aquele sobre quem ela
cair será reduzido a pó” (cf. Lucas 20:17,18)

“Pois quem quiser salvar a sua vida a perderá; mas quem perder a vida por minha
causa, este a salvará” (cf. Lucas 9:24)

“Pois que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, e perder-se ou destruir a si


mesmo?” (cf. Lucas 9:25)

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho único, para que
todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (cf. João 3:16)

“Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna. Em
verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna. Vossos pais
comeram o maná no deserto e morreram. Este é o pão que desce do céu, para
que todo o que dele comer não pereça. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se
alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do
mundo é a minha carne” (cf. João 6:47-51)

“Eu lhes disse que vocês morrerão em seus pecados. Se vocês não crerem que Eu
Sou, de fato morrerão em seus pecados” (cf. João 8:24)
“Disse-lhes Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda
que morra, viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente” (cf.
João 11:28)

“Aquele que ama a sua vida, a perderá; ao passo que aquele que odeia a sua vida
neste mundo, a conservará para a vida eterna” (cf. João 12:25)

“Eu lhes dou a vida eterna, e eles jamais perecerão; ninguém as poderá arrancar
da minha mão” (cf. João 10:28)

“Pois Davi não subiu ao céu, mas ele mesmo declarou: O Senhor disse ao meu
Senhor: Senta-te à minha direita até que eu ponha os teus inimigos como estrado
para os teus pés” (cf. Atos 2:34,35)

“Acontecerá que toda alma que não ouvir a esse profeta será exterminada do
meio do povo” (cf. Atos 3:23)

“Cuidem para que não lhes aconteça o que disseram os profetas: Olhem,
escarnecedores, admirem-se e pereçam; pois nos dias de vocês farei algo que
vocês jamais creriam se alguém lhes contasse!” (cf. Atos 13:40,41)

“Embora conheçam o justo decreto de Deus, de que as pessoas que praticam tais
coisas merecem a morte, não somente continuam a praticá-las, mas também
aprovam aqueles que as praticam” (cf. Romanos 1:32)

“Todo aquele que pecar sem Lei, sem a Lei também perecerá, e todo aquele que
pecar sob a Lei, pela Lei será julgado” (cf. Romanos 2:12)

“Não sabem que, quando vocês se oferecem a alguém para lhe obedecer como
escravos, tornam-se escravos daquele a quem obedecem: escravos do pecado que
leva a morte” (cf. Romanos 6:16)

“Que fruto colheram então das coisas das quais agora vocês se envergonham? O
fim delas é a morte!” (cf. Romanos 6:21)

“E se Deus, querendo mostrar a sua ira e tornar conhecido o seu poder, suportou
com grande paciência os vasos da sua ira, preparados para a destruição?” (cf.
Romanos 9:22)

“Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito


mortificardes as obras do corpo, vivereis” (cf. Romanos 8:13)
“Que fruto vocês colheram então das coisas as quais agora vocês se
envergonham? O fim delas é a morte!” (cf. Romanos 6:21)

“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida


eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (cf. Romanos 6:23)

“Pois a palavra da cruz é uma estultícia para os que perecem, mas para nós que
somos salvos é o poder de Deus” (cf. 1ª Coríntios 1:18)

“Entretanto, falamos de sabedoria entre os que já têm maturidade, mas não da


sabedoria desta era ou dos poderosos desta era, que estão sendo reduzidos a
nada” (cf. 1ª Coríntios 2:6)

“Vocês não sabem que são santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em
vocês? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; pois o santuário
de Deus, que são vocês, é sagrado” (cf. 1ª Coríntios 3:16,17)

“Pois para Deus somos o bom cheiro de Cristo nos que são salvos e nos
que perecem. Para estes somos cheiro de morte; para aqueles, fragrância
de vida” (cf. 2ª Coríntios 2:15,16)

“Ele nos capacitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas
do Espírito; pois a letra mata, mas o Espírito vivifica” (cf. 2ª Coríntios 3:6)

“Se ainda um véu permanece sobre o nosso Evangelho, naqueles


que perecem está o véu”(cf. 2ª Coríntios 4:3)

“A tristeza segundo Deus não produz remorso, mas sim um arrependimento que
leva à salvação, e a tristeza segundo o mundo produz a morte” (cf. 2ª Coríntios
7:10)

“Quem semeia para a sua carne, da carne colherá destruição; mas quem semeia
para o Espírito, do Espírito colherá vida eterna” (cf. Gálatas 6:8)

“Sem de forma alguma deixar-se intimidar por aqueles que se opõe a vocês. Para
eles isso é sinal de destruição, mas para vocês, de salvação, e isso da parte de
Deus” (cf. Filipenses 1:28)

“Quanto a estes, o seu destino é a destruição, o seu deus é o estômago e têm


orgulho do que é vergonhoso; eles só pensam nas coisas terrenas” (cf. Filipenses
3:19)
“Ele punirá os que não conhecem a Deus e os que não obedecem ao evangelho de
nosso Senhor Jesus. Eles sofrerão a pena da destruição eterna, a separação da
presença do Senhor e da majestade do seu poder” (cf. 1ª Tessalonicenses 1:8,9)

“Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobre-virá


repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo
nenhum escaparão” (cf. 1ª Tessalonicenses 5:3)

“E com sinais e com prodígios mentirosos e com toda a sedução da injustiça para
aqueles que perecem, porque não receberam o amor da verdade, a fim de serem
salvos” (cf. 2ª Tessalonicenses 2:10)

“Portanto, deixemos os ensinos elementares a respeito de Cristo e avancemos sem


lançar novamente o fundamento do arrependimento de atos que conduzem
à morte” (cf. Hebreus 6:1)

“Nós, porém, não somos dos que retrocedem para a destruição; somos,
entretanto, da fé, para a conservação da alma” (cf. Hebreus 10:39)

“Se continuarmos a pecar deliberadamente depois que recebemos o conhecimento


da verdade, já não resta sacrifício pelos pecados, mas tão-somente uma terrível
expectativa de juízo e de fogo intenso que há de devorar os rebeldes” (cf. Hebreus
10:26,27)

“Mas quando este sacerdote acabou de oferecer, para sempre, um único sacrifício
pelos pecados, assentou-se à direita de Deus. Daí em diante, ele
está esperando até que os seus inimigos sejam colocados como estrado dos
seus pés” (cf. Hebreus 10:12,13)

“Há apenas um Legislador e Juiz, aquele que pode salvar e destruir. Mas quem é
você para julgar o seu próximo?” (cf. Tiago 4:12)

“Saiba que aquele que fizer converter do erro do seu caminho um pecador, salvará
da morte uma alma, e cobrirá uma multidão de pecados” (cf. Tiago 5:20)

“Aquele que pratica o pecado é do diabo, porque o diabo vem pecando desde o
princípio. Para isso o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do
diabo” (cf. 1ª João 3:8)

“Se alguém vir seu irmão cometer pecado que não leva à morte, ore, e Deus lhe
dará vida. Refiro-me àqueles cujo pecado não leva à morte. Há pecado que leva
à morte; não estou dizendo que se deva orar por este” (cf. 1ª João 5:16)
“No passado surgiram falsos profetas no meio do povo, como também surgirão
entre vocês falsos mestres. Estes introduzirão secretamente heresias destruidoras,
chegando a negar o Soberano que os resgatou, trazendo sobre si
mesmos repentina destruição” (cf. 2ª Pedro 2:1)

“Em sua cobiça, tais mestres os explorarão com histórias que inventaram. Há muito
tempo a sua condenação paira sobre eles, e a sua destruição não tarda” (cf. 2ª
Pedro 2:3)

“Mas eles difamam o que desconhecem e são como criaturas irracionais, guiadas
pelo instinto, nascidas para serem capturadas e destruídas; serão corrompidos
pela própria corrupção. Eles receberão retribuição pela injustiça que causaram” (cf.
2ª Pedro 2:12,13)

“Ora, os céus que agora existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido
entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos
homens ímpios” (cf. 2ª Pedro 3:7)

“O Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Pelo
contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que
todos cheguem ao arrependimento” (cf. 2ª Pedro 3:9)

“Também condenou as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-os as


cinzas, tornando-as como exemplo do que acontecerá com os ímpios” (cf.
2ª Pedro 2:6)

“Então a morte e o Hades foram lançados no lago de fogo. O lago de fogo é


a segunda morte. Se o nome de alguém não foi encontrado no livro da vida, este
foi lançado no lago de fogo” (cf. Apocalipse 20:14,15)

“E subiram sobre a largura da terra, e cercaram o arraial dos santos e a cidade


amada; e de Deus desceu fogo, do céu, e os consumiu” (cf. Apocalipse 20:9)

“As nações se iraram; e chegou a tua ira. Chegou o tempo de julgares os mortos e
de recompensares os teus servos, os profetas, os teus santos e os que temem o
teu nome, tanto pequenos como grandes, e de destruir os que destroem a
terra” (cf. Apocalipse 11;18)

Conclusão - Com todo o arsenal que a Bíblia usa retratando o destino final dos
ímpios, até um cego é capaz de notar todas as evidências: de que os ímpios
serão eliminados (cf. Pv.2:22; Sl.37:9; Sl.37:22; Sl.104:35; Is.29:18-
20), destruídos (cf. 2Pe.2:3; 2Pe.2:12,13; Tg.4:12; Mt.10:28;
2Pe.3:7; Dt.7:10; Fp.1:28; Rm.9:22; Sl.145:20; Gl.6:8;
1Co.3:16,17; 1Ts.5:3;2Pe.2:1; Sl.145:20; Sl.94:23; Pv.1:29; 1Ts.5:3; Jó 4:9;
Sl.1:4-6; Sl.73:17-20; Sl.92:6,7; Sl.94:23; Pv.24:21,22; Is.1:28; Is.16:4,5;
Is.33:1; Lc.9:25; Gl.6:8; 1Ts.1:8,9), arrancados (cf. Pv.2:22), mortos (cf.
Jo.8:24; Jo.11:28; Jo.6:47-51; Is.65:15; Rm.6:23; Is.11:4; Pv.11:19; Sl.34:21;
Rm.8:13; Sl.62:3; Pv.15:10; Tg.1:15; Rm.8:13; Pv.19:16; Is.66:16; Jr.12:3;
Rm.1:32; Ez.18:21; Ez.18:23,24; Ez.18:16,28; 2Co.7:10; Rm.6:16; 2Co.3:6;
Hb.6:1), exterminados (cf. Sl.37:9; Mc.12:5-9; At.3:23), executados (cf.
Lc.19:14,27), devorados (cf. Ap.20:9; Jó 20:26-29; Is.29:5,6; Sl.21:9), se farão
em cinzas (cf. 2Pe.2:6; Is.5:23,24; Ml.4:3), não terão futuro (cf. Sl.37:38;
Pv.24:20), perderão a vida (cf. Lc.9:24), serão consumidos (cf. Sf.1:18;
Lc.17:27-29; Is.47:14; Sl.21:9; Jó 20:26-29; Ap.20:9; Is.26:11; Naum 1:10;
Sl.21:9; Lc.17:27-29), perecerão (cf. Jo.10:28; Jo.3:16; Sl.37:20; Jó 4:9;
Is.66:17; Sl.37:20; Sl.68:2; Sl.73:27; At.13:40,41; Is.1:28; Is.41:11,12;
1Co.1:18; Rm.2:12; 2Co.4:3; 2Co.2:15,16; Lc.13:2,3;
Lc.13:4,5; 2Ts.2:10), serão despedaçados (cf.Lc.20:17,18; Mt.21:44;
1Sm.2:10), virarão estrado para os pés dos
justos (cf.At.2:34,35), desvanecerão como fumaça (cf. Sl.37:20; Sl.68:2;
Is.5:24), terão um fim repentino (cf. Sf.1:18; Pv.24:21,22;
Is.29:5,6; 1Ts.5:3; Is.29:18-20; 2Pe.2:1), serão como a palha que o vento
leva (cf. Sl.1:4-6; Is.5:24; Is.29:5,6), serão como a palha para ser pisada
pelos que vencerem (cf. Ml.1:1,3; Mt.5:13; Hb.10:12,13), serão reduzidos ao
pó (cf. Sl.9:17; Is.5:24; Is.29:5,6; Lc.20:17,18; Mt.21:44;
2Pe.2:6), desaparecerão (cf. Sl.73:17-20; Is.16:4,5; Is.29:18-20), deixarão de
existir (cf. Sl.104:35), serão apagados (cf. Pv.24:20), serão reduzidos a
nada (cf. Is.41:11,12; 1Co.2:6), serão como se nunca tivessem existido (cf.
Ob.1:16), serão evaporados (cf. Os.13:3), será lhes tirada a vida (cf.
Pv.22:23; Jo.12:25), e não mais existirão (cf. Sl.104:35; Pv.10:25).

Diante de tudo isso, apenas alguém bem mal entendido ou mal intencionado achará
que Deus condena pessoas a terem seus corpos (que, ao contrário dos justos, não
serão incorruptíveis – cf. Gl.6:8; Rm.2:7) queimando em um tormento eterno que
não acaba nunca, em um processo de destruição eterno e inconclusivo. A Bíblia nos
mostra um quadro claro de consumo total pelo fogo, não de um tormento eterno.

CONTRASTE ENTRE VIDA ETERNA E MORTE ETERNA NA BÍBLIA

“Quem obedece aos mandamentos preserva a sua vida, mas quem despreza os
seus caminhos morrerá” (cf. Provérbios 19:16)
“Quem permanece na justiça viverá, mas quem sai em busca do mal corre para
a morte” (cf. Provérbios 11:19)

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho único, para que
todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (cf. João 3:16)

“Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito


mortificardes as obras do corpo, vivereis” (cf. Romanos 8:13)

“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida


eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (cf. Romanos 6:23)

“Que fruto vocês colheram então das coisas as quais agora vocês se
envergonham? O fim delas é a morte! Mas agora que vocês foram libertados
do pecado e se tornaram escravos de Deus, o fruto que colhem leva à santidade,
e o seu fim é a vida eterna” (cf. Romanos 6:21,22)

“Pois para Deus somos o bom cheiro de Cristo nos que são salvos e nos que
perecem. Para estes somos cheiro de morte; para aqueles, fragrância
de vida” (cf. 2ª Coríntios 2:15,16)

“Quem semeia para a sua carne, da carne colherá destruição; mas quem
semeia para o Espírito, do Espírito colherá vida eterna” (cf. Gálatas 6:8)

O Apocalipse e o tormento eterno


Lucas Banzoli20:12 5 comentários
O Apocalipse e o tormento eterno – Sem base bíblica nos 65 livros canônicos da
Bíblia que descrevem os acontecimentos de forma literal, os imortalistas se veem
obrigados a buscarem refúgio no alegórico livro do Apocalipse, o qual é considerado
em grande parte figurado, simbólico e hiperbólico por praticamente todos os
teólogos e eruditos bíblicos na história. Todos sabem o quão perigoso é
fundamentar doutrinas bíblicas tendo por base exclusivamente o Apocalipse, pois,
como vimos, há diversas mensagens que João escreve de modo enigmático,
figurativo ou hiperbólico, como Cristo no Céu como cordeiro ensanguentado (cf.
Ap.5:6) e com sete chifres e sete olhos (cf. Ap.5:6), estrelas caindo sobre a terra
(cf. Ap.6:13), cavalos com cabeça de leão (cf. Ap.9:17) que soltam fogo e enxofre
pela boca (cf. Ap.9:17), gafanhotos com coroa de ouro na cabeça e com rosto
humano e dentes de leão (cf. Ap.9:7,8), um dragão perseguindo em um deserto
uma mulher grávida (cf. Ap.12:13) que tem asas e voa (cf. Ap.12:14), trovões
falantes (cf. Ap.10:3), altares falantes (cf. Ap.16:7), duas oliveiras que soltam fogo
pela boca (cf. Ap.11:4,5), dentre diversas outras linguagens claramente
metafóricas, sem nada de literal.

Se é assim em todo o Apocalipse, por que razão a linguagem de um tormento


eterno teria que ser necessariamente literal? Os imortalistas demonstram completa
falta de critério em estabelecerem doutrinas em cima de livros que são
abertamente não-literais. A maioria dos eruditos bíblicos das mais diversas frentes
escatológicas concordam que o Apocalipse é literal do capítulo 1 ao 3, ao enviar as
cartas para as sete igrejas em uma linguagem clara e não-enigmática, passando a
fazer amplo e rico uso de simbolismos durante todo o curso e descrição da grande
tribulação, do capítulo 4 até o capítulo 20, voltando a ser literal nos últimos dois
capítulos, com a descrição da nova ordem na nova terra. Não obstante, os
imortalistas pegam duas passagens em contexto alegórico para fundamentar sua
tese no tormento eterno dos ímpios, uma delas que inclusive nada fala de tormento
eterno! Ela se encontra em Apocalipse 14:9-11, no texto que diz:

“E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e
a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, também este beberá
do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será
atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. E a
fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia
nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que receber o sinal
do seu nome” (cf. Apocalipse 14:9-11)

Nestes versos, existem três coisas que eles destacam. São elas:

1º “...e será atormentado com fogo e enxofre” (v.10)

Este texto diz apenas que serão atormentados, não diz que o tormento será sem
fim como em um processo infindável. A Bíblia não diz que Deus irá deixar os ímpios
sem castigo, mas que esse castigo será respectivo e proporcional aos pecados de
cada um, e não eterno a todos indiscriminadamente. Foi por isso que o próprio
Senhor Jesus disse:

“Aquele servo que conhece a vontade de seu senhor e não prepara o que ele
deseja, nem o realiza, receberá muitos açoites. Mas aquele que não a conhece e
pratica coisas merecedoras de castigo, receberá poucos açoites” (cf. Lucas 12:47-
48)

Cada um será castigado com o tanto proporcional aos seus pecados. Os justos
herdarão a vida eterna por graça através da fé, e não por merecimento. Os ímpios,
contudo, que não alcançaram a graça, serão castigos por aquilo que mereceram. É
por isso que uns levam “muitos açoites”, enquanto outros levam
apenas “poucos açoites”. Note que ninguém é castigo com “infinitos açoites”.
Logicamente, o eterno não pode ser considerado “pouco”. Sendo assim, o castigo
aos pecadores é bíblico. O que não é bíblico é o horror que é pregado em muitos
lugares sobre um tormento eterno. Portanto, sim, os ímpios serão atormentados,
mas não: não será eternamente pelo processo, mas pelos efeitos irreversíveis de
sua destruição final e completa.

2º “...e a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre” (v.11)

Curiosamente, este texto fala da fumaça e não do fogo propriamente dito, e muito
menos do tormento daqueles que lá estariam. Como os eruditos bíblicos anglicanos
John Stott e David Edwards assinalam:

“O fogo mesmo é chamado ‘eterno’ e ‘inextinguível’, mas seria muito estranho se


aquilo que nele fosse jogado se demonstrasse indestrutível. Esperaríamos o oposto:
seria consumido para sempre, não atormentado para sempre. Segue-se que é o
fumo (evidência de que o fogo efetuou seu trabalho) que ‘sobe para todo o
sempre’ (Ap.14:11)”[1]

Novamente, vemos que este texto, como os demais, está ressaltando os efeitos da
destruição, e não um processo eterno e sem fim de tormento. O que é eterno ou
inextinguível não é o tormento dos ímpios, mas sim o fogo que nos casos de
Sodoma e Gomorra causou a destruição completa e irreversível das cidades e seus
habitantes, condição esta que permanece para sempre (cf. Jd 7). Apocalipse 14:11
não descreve um processo infinito, mas um ato cujos resultados serão
permanentes, irreversíveis.
Compare, por exemplo, Apocalipse 14:11 com Isaías 34:9-10, que fala o
seguinte sobre Edom:

“E os seus ribeiros se tornarão em pez, e o seu pó em enxofre, e a sua terra em


pez ardente.Nem de noite nem de dia se apagará; para sempre a sua fumaça
subirá; de geração em geração será assolada; pelos séculos dos séculos ninguém
passará por ela” (cf. Isaías 34:9,10)

Ambos os textos falam de condenações divinas, de fogo e enxofre e de uma fumaça


que sobe para sempre. Mas em Edom não há nenhuma fumaça literalmente
“subindo para sempre” até os dias de hoje, e muito menos pessoas ímpias
queimando até hoje naquele lugar. Evidentemente, a descrição de Isaías e João é
hiperbólica, relatando os efeitos destrutivos irreversíveis do fogo, que é para
sempre, e não de uma fumaça que literalmente não apaga nunca ou de um fogo
que literalmente está aceso para todo o sempre. Se com Edom não existe nenhum
fogo ou fumaça literalmente em atividade desde aqueles dias até hoje, por que
deveríamos pensar o contrário sobre o destino final dos ímpios, ainda mais
levando-se em conta que o Apocalipse é ainda mais alegórico que Isaías?[2]

3º “...e não tem repouso nem de dia nem de noite” (v.11)

Essa frase (“não tem repouso”) tem sido interpretada como uma evidência para o
tormento eterno. Infelizmente, tal “evidência” só existe para aqueles que não
sabem ou não querem ler o contexto, pois dois versos depois o próprio João
explica o que era esse “descanso” que ele se referia contextualmente[3]:

“E ouvi uma voz do céu, que me dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que
desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das
suas obras, e as suas obras os seguem” (cf. Apocalipse 14:13)

Como vemos, para João o “descanso” do cristão é o descanso celestial, como ele
deixa claro nos versos seguintes a esse usado pelos imortalistas. Sendo assim, a
descrição apocalíptica acerca dos ímpios “não terem descanso” está no mesmo
sentido expresso em Apocalipse 14:13 – do descanso das suas obras, a Jerusalém
celestial. Se o sentido de “ter descanso” é de descansar das suas obras no Paraíso
celestial, então “não ter descanso” é não descansar de suas obras (cf. Ap.14:13),
precisamente porque as suas obras foram más.

O texto bíblico está simplesmente refutando a crença na salvação universal


(também conhecida como universalismo) que ensina que todos os ímpios terão por
fim o descanso eterno do Paraíso, após sofrerem por certo tempo. Eles não terão
esse descanso eterno do Paraíso nem de dia nem de noite. O texto, portanto, não
está tratando do tormento eterno, mas sim de serem “eternamente banidos da face
do senhor e da glória do seu poder” (cf. 2Ts.1:9). Portanto, absolutamente nada
em Apocalipse 14:9-11 constitui uma prova conclusiva a favor do tormento eterno
dos ímpios. Vamos, então, para o outro texto apocalíptico utilizado pelos
imortalistas para sustentar essa doutrina:

“E o Diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde estão a
besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados pelos séculos dos
séculos” (cf. Apocalipse 20:10)
Em primeiro lugar, uma importante observação deve ser feita sobre este
versículo, que o difere essencialmente dos demais: nele, não há qualquer
menção aos não-salvos, mas apenas ao diabo, a besta e o falso profeta. Em
outras palavras, ainda que tomássemos esse verso literalmente e sem qualquer
hipérbole ou alegoria caracteristicamente apocalíptica, no máximo o que este texto
poderia provar seria o tormento eterno do diabo, mas não o tormento eterno de
todos os humanos que foram condenados. Usar este verso como “prova” do
tormento eterno dos pecadores é não observar o contexto óbvio da passagem –
mais uma vez, a tirar de seu contexto.

Em segundo lugar, este texto nada mais é senão uma hipérbole empregada por
João, assim como outras várias que ele emprega ao longo de todo o livro. Hipérbole
é “uma figura de estilo que incide quando há exagero ou demasia propositada num
conceito, expressa de modo a definir de forma dramática aquilo que se ambiciona
vocabular, transmitindo uma ideia aumentada do autêntico. Em palavras mais
simples, hipérbole é ‘expressar uma ideia de forma exagerada’”[4]. Em nosso
cotidiano é muito comum expressarmos hipérboles, como quando dizemos que
“isso me matou de rir”, que “chorei rios de lágrimas”, que “estou morrendo de
fome” ou que “já te disse mil vezes para não fazer isso”. João, por estar escrevendo
um livro apocalíptico, não hesita em fazer amplo uso de hipérboles e alegorias,
como quando ele diz que uma estrela caiu na terra:

“E as estrelas do céu caíram sobre a terra, como quando a figueira lança de si


os seus figos verdes, abalada por um vento forte” (cf. Apocalipse 6:13)

Hoje em dia já se sabe que as estrelas possuem um tamanho maior que o do nosso
planeta, e se uma delas caísse na Terra era o fim da vida de todos que aqui
vivemos, o Apocalipse teria terminado neste capítulo 6 e nem existiria um capítulo
7 para contar outros acontecimentos posteriores na tribulação! Se isso aconteceria
com uma única estrela caindo, imagine estrelas, no plural, como diz João!
Obviamente essa é uma clara hipérbole empregada por ele, para algo que de fato
vem a ser pequenos meteoritos ou mera alegoria ou figura de linguagem.

Dificilmente também alguém pensaria que “o sol tornou-se negro como saco de
cilício, e a lua tornou-se como sangue” (cf. Ap.6:12) sem ser isso uma hipérbole,
ou que “o Céu retirou-se como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas
foram removidos dos seus lugares” (cf. Ap.6:14). Imagine o que aconteceria se o
Céu fosse literalmente “retirado” e se todos os montes que existem em todo o
planeta fossem removidos dos seus lugares! Por acaso seria possível existir vida na
terra durante todo o restante da tribulação? Lógico que não!

A questão aqui é simples. Se João pôde ser hiperbólico ao extremo ao tratar desses
acontecimentos, por que não teria sido ao falar sobre o destino do diabo em
Apocalipse 20:10? Ainda mais se levássemos em consideração que nem sempre na
Bíblia o termo aion é utilizado para designar necessariamente algo sem fim – e isso
até mesmo quando os escritores bíblicos não estão usando hipérbole e não estão
escrevendo livros alegóricos(!) – como é que bem no Apocalipse, repleto de
alegorias e hipérboles, aion deveria significar literalmente um período sem fim?
Vemos, por exemplo, Davi descrevendo no Salmo 23:6 que “habitarei na casa do
Senhor para sempre”. Em linguagem semelhante, Jonas afirma: “Desci até à terra,
cujos ferrolhos se correram sobre mim para sempre, contudo fizestes subir da
sepultura a minha vida” (cf. Jn.2:6). Contudo, este “para sempre” não poderia ser
mais breve: durou apenas três dias! Também vemos que a lepra que atingiu a
Geazi (servo do profeta Eliseu) “se pegará a ti e à tua descendência para
sempre” (cf. 2Rs.5:27). Será que nos dias de hoje existem leprosos sofrendo de tal
enfermidade pelo fato de serem descendentes do problemático servo do profeta?
Se a lepra alcançaria “a ti... para sempre”, será que após 2900 anos Geazi continua
leproso?

Ana relata ao seu marido Elcana: “Depois que o menino for desmamado, eu o
levarei e o apresentarei ao Senhor, e ele morará ali para sempre” (cf. 1Sm.1:22).
Contudo, o “para sempre” aqui duraria até o tempo de sua dedicação, ou seja, até
o término de vida dele. O Novo Testamento segue a mesma linha do Antigo, já que
a palavra grega usada, “aion”, nem sempre significa “eterno” no sentido absoluto
da palavra, mas “perdurado por um tempo”, tendo assim um sentido de tempo
indeterminado, como aponta a Concordância de Strong, um “período de tempo,
idade, geração”[5]. Ou seja: não necessariamente eterno!

Em Mateus 13:40, o texto grego diz: “sunteleia tou aion”. A palavra sunteleia quer
dizer “consumação” – e logo em seguida vem o aion! É óbvio que o eterno (que
não tem fim) não pode ser consumado (ter um fim). A referência é simplesmente
ao fim de uma era, o mesmo que acontece com o destino final dos ímpios. Paulo
escreve que “tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso
nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos” (cf. 1Co.10:11). Aqui a
palavra traduzida por “séculos” é a mesma palavra grega aion, mas vemos que
o aion pode chegar ao fim [katantao]!

A mesma linguagem é empregada pelo autor de Hebreus: “Mas agora


na consumação dos séculos uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo
sacrifício de si mesmo” (cf. Hb.9:26). Novamente os tradutores verteram o aion por
“séculos”, porque o texto diz que o “aion” já foi chegado na primeira vinda de
Cristo, então ele não é necessariamente eterno. Aliás, o termo “consumação dos
séculos”, originalmente sunteleia aionios, aparece bastante nas Escrituras, sempre
se referindo ao fim deste mundo, antes de chegar novos céus e nova terra:

“Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação


deste século [sunteleia tou aiônos]” (cf. Mateus 13:40)

“Assim será na consumação dos séculos [sunteleia tou aiônos]: virão os anjos, e
separarão os maus de entre os justos” (cf. Mateus 13:49)

Nessas referências, fica claro que o aion tem um fim, que é no final desta era, ou
no fim do mundo, como vertem algumas traduções, dando lugar depois aos novos
céus e nova terra. Em outras palavras, o aion nestes textos se estende apenas até
o fim desta terra, antes de chegar a nova terra. Isso prova que o aion pode ser
perfeitamente colocado quando a referência diz respeito apenas até o fim desta
terra, sem se prolongar à nova terra. Se é assim em tantos exemplos bíblicos,
por que o mesmo não poderia se repetir em Apocalipse 20:10? Se em
Mateus 13:40 e 13:49 o aion pode ter um fim com a criação da nova terra, por que
em Apocalipse 20:10 o aion também não pode ter um fim com a criação da nova
terra, ainda mais estando em contexto alegórico e hiperbólico?

Vemos que é frequente o uso do aion onde, de fato, existe um fim. O erudito Henry
Feyerabend faz as seguinte ponderações sobre o aion e suas durações:

“51 vezes no Novo Testamento, aionios se aplica à eterna alegria dos redimidos, o
que, é claro, não possui limitação de tempo. Pelo menos 70 vezes na Bíblia,
essa palavra qualifica objetos de uma natureza limitada e temporária;
assim, indica apenas uma duração indeterminada. Quando lemos que Deus é
‘eterno’, isso é verdadeiramente eterno, como entendemos o termo. Quando lemos
que as montanhas são ‘perpétuas’, significa que duram tanto quanto possível durar
uma montanha”[6]

Isso porque a Bíblia fala sobre “colinas eternas” (cf. Gn.49:26), de “outeiros
eternos” (cf. Dt.33:15) e de “montes perpétuos” (cf. Hc.3:6). Evidentemente, as
colinas, outeiros e montes terrenos tem um fim de suas existências, não são
absolutamente “eternos”, no sentido mais pleno da palavra. Igualmente, o aspergir
do sangue na festa da páscoa era “ordenança eterna” (cf. Êx.12:24), tanto quanto
era a herança de Calebe (cf. Js.14:9), a lepra de Geazi (cf. 2Rs.5:27) e a duração
do serviço de um escravo (cf. Êx.29:9; 40:15; Lv.3:17). Todas essas coisas
tinham, naturalmente, um fim temporal.

A Bíblia diz que Arão devia “queimar incenso diante do Senhor, para o servir e para
dar a bênção em seu nome, eternamente” (cf. 1Cr.23:13). Este “eternamente”,
contudo, durou menos de 123 anos, período de vida de Arão. Semelhantemente, o
templo construído por Salomão seria uma “eterna habitação” (cf. 1Rs.8:12,13) para
Deus, que, todavia, durou apenas alguns séculos antes de ser destruído pelos
babilônicos. Davi relata que Deus o escolheu para que fosse eternamente rei de
Israel (cf. 1Cr.28:14). Isso foi equivalente a um período de quarenta anos (cf.
1Rs.2:10,11). O apóstolo Paulo se refere ao escravo Onésimo dizendo que este
deveria voltar a servir a seu senhor “a fim de que o possuísseis para sempre” (cf.
Fm.15,16), ainda que esse “para sempre” significasse somente até o fim da vida do
escravo.

Onde queremos chegar com tudo isso? Simplesmente que, se o “para sempre”
(aion) é muitas vezes empregado por escritores bíblicos em um contexto natural e
não-alegórico e em livros fundamentalmente literais, e mesmo assim tem um fim,
por que João, ao escrever um livro basicamente alegórico e em um contexto
hiperbólico deveria dar um sentido pleno e literal ao aion? Ora, à luz do contexto
vemos que o fogo os consumiu: “E subiram sobre a largura da terra, e cercaram o
arraial dos santos e a cidade amada; e de Deus desceu fogo, do céu, e os
consumiu” (cf. Ap.20:9). Portanto, é totalmente compreensível que, diante do
contexto, o aion equivale até serem consumidos os seus corpos, que foram
“devorados” pelo fogo, conforme a própria descrição apocalíptica.

Assim como as montanhas, outeiros e montes são eternos até o dia em que “eles
perecerão”(cf. Hb.1:11) junto com a terra, que o reinado de um rei era
eterno até o dia de sua morte, que um escravo seria para sempre de seu
senhor até o fim desta vida, que o templo seria uma eterna habitação até a
destruição futura pelos babilônicos, que o aspergir do sangue era perpétuo até a
celebração da páscoa cristã, dentre tantos outros exemplos semelhantes,
igualmente o sofrimento de Satanás e dos ímpios será “eterno” (aion) até que os
seus corpos sejam completamente consumidos pelo fogo (cf. Ap.20:9) e Deus fazer
novos céus e nova terra (cf. Ap.21:1), onde o mar já não existe (cf. Ap.21:1) –
e, presumivelmente, o lago de fogo também não!

Em todos aqueles casos, eles são eternos “até que” se dê um outro acontecimento.
No caso de Apocalipse, o “eterno-aion” vai “até que” sejam criados novos céus e
nova terra, e “o mar já não existe” (cf. Ap.21:1) – nem o “lago de fogo”! Isso nos
mostra claramente que, aqui, o aion equivale até ao momento em que os seus
corpos (que não são incorruptíveis como os dos justos – cf. Gl.6:8; Rm.2:7)
pereçam completamente até ao ponto de virar cinzas (cf. Ml.4:1-3; 2Pe.2:6).

Embora na nossa língua possa parecer esquisito que exista um “para sempre... até
que” ocorra alguma outra coisa, isso não é incomum quando tratamos de língua
grega e hebraica: “O palácio será abandonado; a cidade populosa ficará deserta;
Ofel e a torre da guarda servirão de cavernas para sempre, até que se derrame
sobre nós o Espírito lá do alto: então o deserto se tornará em pomar e o pomar
será tido por bosque” (cf. Is.32:14,15). Aqui vemos o "para sempre" sendo
imediatamente sucedido pelo "até que", em contexto imediato. Portanto, o “para
sempre” pode ter um fim, dependendo do contexto em que está inserido, e vimos
que Apocalipse 20:10 está em um contexto hiperbólico.

Com efeito, basear a crença no tormento eterno em cima de uma hipérbole


apocalíptica que em si mesma não implica necessariamente em algo eterno, que o
contexto descreve aniquilamento e não prosseguimento eterno de vida e onde o
autor frequentemente emprega figuras de linguagem é no mínimo querer amputar
a exegese. O que podemos inferir dos acontecimentos relatados por João no
capítulo 20 em seu contexto é que:

1º Os ímpios serão ressuscitados no último dia (cf. Ap.20:5).

2º O diabo irá reunir todos eles na marcha contra o Cordeiro e os Seus santos (cf.
Ap.20:7,8).

3º Irá cair fogo do Céu até consumi-los completamente (cf. Ap.20:9).

4º Os efeitos dessa destruição duram eternamente (cf. Ap.20:10).

5º O tormento como um processo dura até que Deus crie novos céus e nova terra
(cf. Ap.21:1), pois este fogo consumidor se passa na superfície desta terra (cf.
Ap.20:9) e logo em seguida é dito que Deus criará uma “nova terra” (cf. Ap.21:1),
sem qualquer menção de os ímpios do verso 9 terem sido “transferidos” para outro
ponto do Universo onde continuariam a queimar eternamente.

6º Nessa nova criação de Deus já não mais haverá o “inferno” (lago de fogo),
porque não mais haverá morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, porque essas
são coisas da criação passada (cf. Ap.21:4), a que vivemos hoje.

7º Portanto, se não há morte, não pode haver um processo eterno de pecadores


sofrendo morte eterna consciente; se não há tristeza, não há parentes e amigos
nossos que estarão ardendo literalmente em um lago de fogo e enxofre, o que nos
causaria no mínimo tristeza; se não há choro, então o local de choro e ranger de
dentes já chegou ao fim; e, se não há dor, então não há pessoas queimando e
sofrendo dores horríveis para sempre em um lago de fogo.

Todas essas coisas – dor, morte, tristeza, choro e luto – são características
presentes nesta criação, mas não na nova criação de Deus. Essas novas promessas
de Deus com o estabelecimento de novo Céu e nova terra entram em direto
contraste com a “antiga ordem” (cf. Ap.21:4), isto é, a ordem presente. A
promessa de Deus é que nessa nova criação, diferentemente desta criação atual,
não haverá mais nada disso! Mas se existisse inferno eterno, pecadores pecando
eternamente, criaturas murmurando e blasfemando contra Deus para todo o
sempre, choro e ranger de dentes sem fim, tristeza e angústia da parte daqueles
que veem os seus amigos e parentes sendo torturados sem perdão e das próprias
pessoas que estão sofrendo horrivelmente... então nada de diferente em relação a
essa ordem presente existiria na prática.

Para sempre haveria um ponto negro no universo, para sempre haveria o mal, o
pecado, os pecadores, o diabo, a blasfêmia, a morte, a dor, o pranto, a tristeza, o
sofrimento, o inferno. A única forma de destruir o mal para estabelecer uma nova
ordem que seja totalmente diferente da atual é eliminando os que praticam o mal.
Só assim teríamos uma nova ordem repleta de paz e de harmonia. Só assim a
natureza teria a gloriosa revelação dos filhos de Deus. Só assim o bem teria uma
vitória definitiva e conclusiva sobre o mal. Só assim que o mal e o pecado seriam
definitivamente e eternamente extintos da criação de Deus. Em conclusão,
Apocalipse 20:10 está em um contexto hiperbólico, onde o aion dura até a criação
da nova ordem de Deus, com novos céus e nova terra, onde o mar (e o lago de
fogo) já não existe, mas apenas os justos brilhando no Reino de Deus.