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ESTM005-17

Materiais Metálicos

Prof. Dr. Anibal de Andrade Mendes Filho


Apresentação Próxima aula
ESTM005-17SA – Materiais Metálicos

TPI*: 4-0-4

Turma: Diurno

Teoria
Diurno –
3a feira (08:00 - 10:00) - Sala S 311-1
6a feira (10:00 - 12:00) - Sala S 302-1
• Nota (*): Cada disciplina possui uma carga horária semanal, que é informada por números entre parênteses no modelo (T-P-I), onde:
T = número de horas semanais de aulas teóricas presenciais; P = número de horas semanais de trabalho de laboratório, aulas práticas ou aulas de
exercícios, realizadas na Universidade, e I = estimativa do número de horas semanais de trabalho extraclasse, necessárias para o bom
aproveitamento da disciplina. A soma dos três dígitos representa a quantidade de horas semanais para se cursar determinada disciplina (H = T + P
+ I). A soma dos dois primeiros dígitos dá a quantidade de créditos de cada disciplina (C = T + P).
Bibliografia básica
• ABBASCHIAN, R.; ABBASCHIAN, I.; REED-HILL, R.; Physical metallurgy principles,
4th Edition, 750p., CL-Engineering,, 2008.

• SMALLMAN, R.E.; NGAN, A.H.W.; Physical Metallurgy and Advanced materials,


7th Edition, Butterworth-Heinemann, 2007.

• PORTER, D.A.; EASTERLING, K.E.; SHERIF, M.; Phase transformations in metals and
alloys. 3rd Edition, CRC Publisher, 2009
Bibliografia complementar
• CAHN, R.W.; HAASEN, P.; Physical metallurgy. Vols. 1, 2 e 3. 4th Ed., Editora North-
Holland, 1996.
• CALLISTER, W.D.; Materials science and engineering: an introduction. 7th Ed., Editora
John Wiley & Sons, 2007.
• POLMEAR, I.J.; Light alloys: from traditional alloys to nanocrystals. 4th Ed, Editora
Butterworth-Heinemann, 2006.
• COSTA E SILVA, A.; MEI, P.R.; Aços e ligas especiais. 2ª Ed., Editora Edgard Blucher,
2006.
• ASHBY, M.F.; Engenharia de Materiais, vol. 1 e 2, Editora Campus. 2007.
Calendário P1: 19/07/19
P2: 30/08/19
Substitutiva: 03/09/18
Recuperação: 1o sábado do 3Q/2019

* Não haverá
aula presencial -
Atividade extra-
classe.
*

*
*
Contato
Prof. Dr. Anibal de Andrade Mendes Filho

Sala 719-1 (7o andar, Torre 1), Bloco A


11 – 4996.8267

anibal.mendes@ufabc.edu.br
https://sites.google.com/view/anibalmendes/home
Da aula anterior...
• Ligações químicas;
• Ligação metálica;
• Teoria dos elétrons livres;
• Teoria dos elétrons quase livres;
Cristalina

Composição químic
Como os átomos se Quais os resultados esta
organizam nos metais? organização na
propriedades?

“A Boy and His Atom is a 2013


stop-motion animated short
film released on YouTube by
IBM Research. The movie tells
the story of a boy and a
wayward atom who meet and
become friends. It depicts a
boy playing with an atom that
takes various forms.”
Como os átomos se organizam nos metais?

Monocristal Policristal Amorfo


Como os átomos se organizam nos metais?

Monocristal Policristal Amorfo


Grãos

Roll-bonded aluminium
alloy diffusion couple
annealed for 60 minutes
at 600ºC.
System: Al-Fe-Mn/Al-Si,
Composition: Al, Fe 0.5,
Mn 1.0 / Al, Si 1.0 (wt%)
Tamanho de grão
e dureza

K. Lu ,NATURE REVIEWS | MATERIALS, doi:10.1038/natrevmats.2016.19


Tamanho de grão e
ductilidade

K. Lu ,NATURE REVIEWS | MATERIALS, doi:10.1038/natrevmats.2016.19


K. Lu ,NATURE REVIEWS | MATERIALS, doi:10.1038/natrevmats.2016.19
Orientação de grão
Macroestrutura
Olho nú
Microestrutura
Magnificações da ordem de 100 a 1000X
Nanoestrutura

D. Tytko et al. / Acta Materialia 60 (2012) 1731–1740


Estrutura cristalina

CCC (BCC) CFC (FCC) HC (HCP)


Estrutura cristalina
Cristalografia • ~início em 1910!!

CCC (BCC) CFC (FCC) HC (HCP)


Matemática! Rede 3D
Matemática! Rede 3D
•Se um ponto P é escolhido como origem, a
posição de qualquer outro ponto da rede é
definido por

•a,b, c – vetores de base


•u,v,w – inteiros positivos ou negativos
Matemática! Rede 3D
• O paralelepípedo formada pelos vetores de base a, b
e c define a célula unitária da rede, com
comprimentos de arestas de a0, b0 e c0.
• Parâmetros de rede ou parâmetros de célula unitária
– valores numéricos de comprimento de aresta da
rede e dos ângulos entre eles.
• Célula unitária
• Não é única
• Escolhida para demonstrar a simetria da rede cristalina
Sete sistemas cristalinos
14
redes
De
Bravais
Exemplo -> atividade!
Localização de pontos na Rede
Direções e planos cristalinos
• Direções : “ [ ] “
Direções e planos cristalinos
• Direções
• Numa posição ½ ½ ½, no centro do cubo
Direções e planos cristalinos
•Planos cristalinos
• Índices de Miller (h k l)

• A, B e C – Interceptos
Direções e planos cristalinos
• Planos
• Por exemplo, se os
interceptos forem ½ ½ ½,
teremos o plano (2 2 2)
Direções e planos cristalinos – rede cúbica
Rede Hexagonal
Índices de Miller – Bravais [uvtw]

• Direções • Planos
Rede Hexagonal
Índices de Miller – Bravais [uvtw]
• Direções - conversão do sistema de 3 eixos para o sistema de 4 eixos.
Estrutura cristalina
• Construídas a partir das redes de Bravais, substituindo pontos de rede por
átomos ou conjuntos de átomos.
• Célula unitária – menor agrupamento de átomos que mantém a simetria do
cristal que, a se repetir em todas as direções, forma a rede cristalina.

CCC (BCC) CFC (FCC) HC (HCP)


•Estrutura CFC
•Estrutura CFC
•Estrutura CCC
•Estruturas compactas
•Seqüência de empacotamento
•Estruturas compactas
•Seqüência de empacotamento
•Estruturas compactas
•Seqüência de empacotamento
•Estruturas compactas
•Seqüência de empacotamento
•Estruturas compactas
•Seqüência de empacotamento
•Textura e orientações preferenciais
Cristalina

Composição químic
Recomendação de leitura
Capítulo 2

https://www.doitpoms.ac.uk/tlplib/atomic-scale-structure/intro.php
Yet, serious shortcomings of the theory are apparent as well. It has been mentioned
in Sect. 1.2 that the perhaps most typifying property of a metal is that the electrical
and thermal conductivity decrease with increasing temperature.