Sie sind auf Seite 1von 1
Nº 224, quarta-feira, 23 de novembro de 2016 1 ISSN 1677-7042 35
Nº 224, quarta-feira, 23 de novembro de 2016
1 ISSN 1677-7042
35

PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL PROCURADORIA REGIONAL DA FAZENDA NACIONAL NA 1ª REGIÃO

ATO DECLARATÓRIO Nº 1, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2016

A PROCURADORA-REGIONAL DA FAZENDA NACIONAL DA 1ª REGIÃO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 15 da Lei

nº 12.688, de 18 de julho de 2012, e o art. 14 da Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 6, de 17 de agosto de 2012, e considerando o atendimento integral dos requisitos previstos em lei, declara:

Art. 1° Concedidos, na forma do art. 15 da Lei nº 12.688, de 18 de julho de 2012, e art. 14 da Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 6, de 17 de agosto de 2012, MORATÓRIA E PARCELAMENTO à instituição de ensino constante do Anexo Único a este Ato Declaratório. Art. 2º Este ato entre em vigor na data de sua publicação.

ANEXO ÚNICO

CRISTINA LUÍSA HEDLER

Instituição de Ensino

Categoria

CNPJ

Data de deferimento

Data de início dos efeitos

Instituto Mantenedor de Ensino Superior da Bahia LTDA - ME

Instituição de

04.670.333/0001-89

03/10/2016

04/10/2016

Ensino

PROCURADORIA DA FAZENDA NACIONAL EM MINAS GERAIS PROCURADORIA SECCIONAL DA FAZENDA NACIONAL EM JUIZ DE FORA

ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO N o - 3, DE 21 DE NOVEMBRIO DE 2016

Indefere pedido de reinclusão de pessoa jurídica ao Parcelamento da Lei 12.996 de 18 de junho de 2014.

A PROCURADORA SECCIONAL SUBSTITUTA DA FAZENDA NACIONAL EM JUIZ DE FORA/MG, abaixo identificada, no uso

da competência outorgada pelo art. 81 c/c art. 79 do Regimento Interno da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, aprovado pela Portaria 257,

de 23 de junho de 2009, publicada no DOU de 25 de junho de 2009, tendo em vista o disposto nos artigos 10 a 12 da Portaria Conjunta PGFN/RFB Nº 13 de 30 de julho de 2014, declara:

Art. 1º Fica indeferido o pedido de reinclusão ao Parcelamento da Lei 12.996 de 18 de junho de 2014, com fundamento nos artigos

10 a 12, da Portaria Conjunta PGFN/RFB Nº 13 de 30 de julho de 2014, que regulamenta o referido diploma legal, da empresa constante da

relação do Anexo Único deste Ato Declaratório, tendo em vista que não foram prestadas as informações para a consolidação do parcelamento no prazo legal. Art. 2º É facultado ao sujeito passivo, no prazo de 10 dias, contados da data da publicação deste Ato Declaratório Executivo, apresentar recurso administrativo dirigido à Procuradora Seccional Substituta da Fazenda Nacional em Juiz de Fora, no endereço Av. Barão do Rio Branco, 3.428, Centro, Juiz de Fora Minas Gerais, CEP 36025-020. Art. 3º Este Ato Declaratório entra em vigor na data de sua publicação.

MARIA APARECIDA DA SILVA

ANEXO ÚNICO

Relação da pessoa jurídica com o indeferimento do pedido de reinclusão ao Parcelamento da Lei 12.996 de 18 de junho de 2014, com base no número do CNPJ, nome/razão social, processo administrativo:

CNPJ/CPF

Nome/Razão Social

Processo Administrativo

26.129.148/0001-14

SILVEIRA GUIMARÃES E CIA LTDA

10640.722373/2016-29

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.671, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2016

Dispõe sobre a Declaração do Imposto so- bre a Renda Retido na Fonte relativa ao ano-calendário de 2016 e a situações es- peciais ocorridas em 2017 (Dirf 2017) e o Programa Gerador da Dirf 2017 (PGD Dirf

2017).

O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL,

no uso das atribuições que lhe conferem os incisos III, XVI e XXVI do art. 280 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012, e tendo em vista o disposto no art. 11 do Decreto-Lei nº 1.968, de 23

de novembro de 1982, nos arts. 16-A, 17, 18 e 19 da Lei nº 8.668, de

25 de junho de 1993, nos arts. 60 a 83 da Lei nº 8.981, de 20 de

janeiro de 1995, nos arts. 9º a 12 da Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995, nos arts. 3º a 6º, 8º, 30, 33 e 39 da Lei nº 9.250, de 26 de dezembro de 1995, nos arts. 64, 67, 68, 68-A, 69, 72, 85 e 86 da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996, nos arts. 11, 28 e 29 a 36 da Lei nº 9.532, de 10 de dezembro de 1997, nos arts. 4º, 5º, 7º a 9º, 15 e 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, nos arts. 25, 26, 55,

61, 65 e 90 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001, no art. 7º da Lei nº 10.426, de 24 de abril de 2002, nos arts. 27,

29 a 31, 33 e 34 a 36 da Lei nº 10.833, de 29 de dezembro de 2003,

na Lei nº 11.482, de 31 de maio de 2007, no art. 10 do Decreto nº 6.761, de 5 de fevereiro de 2009, no art. 6º da Lei nº 11.945, de 4 de junho de 2009, no art. 60 da Lei nº 12.249, de 11 de junho de 2010, na Lei nº 12.780, de 9 de janeiro de 2013, e no art. 2º da Lei nº 13.315, de 20 de julho de 2016, resolve:

Art. 1º A apresentação da Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte relativa ao ano-calendário de 2016 e a si- tuações especiais ocorridas em 2017 (Dirf 2017), e a aprovação e utilização do Programa Gerador da Dirf 2017 (PGD Dirf 2017) serão realizadas com observância ao disposto nesta Instrução Normativa. CAPÍTULO I DA OBRIGATORIEDADE DE APRESENTAÇÃO DA DIRF 2017

Art. 2º Estarão obrigadas a apresentar a Dirf 2017 as se- guintes pessoas jurídicas e físicas:

I - que pagaram ou creditaram rendimentos sobre os quais

tenha incidido retenção do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte

(IRRF), ainda que em um único mês do ano-calendário, por si ou como representantes de terceiros:

a) estabelecimentos matrizes de pessoas jurídicas de direito

privado domiciliadas no Brasil, inclusive as imunes ou isentas;

b) pessoas jurídicas de direito público, inclusive os fundos

públicos de que trata o art. 71 da Lei nº 4.320, de 17 de março de

1964;

c) filiais, sucursais ou representações de pessoas jurídicas

com sede no exterior;

d) empresas individuais;

e) caixas, associações e organizações sindicais de empre-

gados e empregadores;

f) titulares de serviços notariais e de registro;

g) condomínios edilícios;

h) pessoas físicas;

i) instituições administradoras ou intermediadoras de fundos

ou clubes de investimentos; e

j) órgãos gestores de mão de obra do trabalho portuário; e

II - ainda que não tenha havido a retenção do imposto:

a) candidatos a cargos eletivos, inclusive vices e suplentes;

e

b) as pessoas físicas e jurídicas domiciliadas no País que

efetuarem pagamento, crédito, entrega, emprego ou remessa a pessoa

física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior, de valores referentes a:

1. aplicações em fundos de investimento de conversão de

débitos externos;

2. royalties, serviços técnicos e de assistência técnica;

3. juros e comissões em geral;

4. juros sobre o capital próprio;

5. aluguel e arrendamento;

6. aplicações financeiras em fundos ou em entidades de in-

vestimento coletivo;

7. carteiras de valores mobiliários e mercados de renda fixa

ou renda variável;

8. fretes internacionais;

9. previdência complementar;

10. remuneração de direitos;

11. obras audiovisuais, cinematográficas e videofônicas;

12. lucros e dividendos distribuídos;

13. cobertura de gastos pessoais, no exterior, de pessoas

físicas residentes no País, em viagens de turismo, negócios, serviço, treinamento ou missões oficiais;

14. rendimentos de que trata o art. 1º do Decreto nº 6.761, de

5 de fevereiro de 2009, que tiveram a alíquota do imposto sobre a

renda reduzida a 0% (zero por cento);

15. demais rendimentos considerados como rendas e proven-

tos de qualquer natureza, na forma prevista na legislação específica;

§ 1º Os rendimentos a que se refere o item 14 da alínea "b" do inciso II do caput são relativos a:

I - despesas com pesquisas de mercado e com aluguéis e

arrendamentos de estandes e locais para exposições, feiras e con- claves semelhantes, no exterior, inclusive promoção e propaganda no

âmbito desses eventos, para produtos e serviços brasileiros e para

promoção de destinos turísticos brasileiros, conforme o disposto no

inciso III do caput do art. 1º da Lei nº 9.481, de 13 de agosto de 1997, e no art. 9º da Lei nº 11.774, de 17 de setembro de 2008;

II - contratação de serviços destinados à promoção do Brasil

no exterior, por órgãos do Poder Executivo Federal, conforme o

disposto no inciso III do caput do art. 1º da Lei nº 9.481, de 1997, e

no art. 9º da Lei nº 11.774, de 2008;

III - comissões pagas por exportadores a seus agentes no

exterior, nos termos do inciso II do caput do art. 1º da Lei nº 9.481,

de 1997; IV - despesas de armazenagem, movimentação e transporte

de carga e de emissão de documentos realizadas no exterior, nos termos do inciso XII do caput do art. 1º da Lei nº 9.481, de 1997, e do art. 9º da Lei nº 11.774, de 2008;

V - operações de cobertura de riscos de variações, no mer-

cado internacional, de taxas de juros, de paridade entre moedas e de

preços de mercadorias (hedge), conforme o disposto no inciso IV do caput do art. 1º da Lei nº 9.481, de 1997;

VI - juros de desconto, no exterior, de cambiais de ex-

portação e as comissões de banqueiros inerentes a essas cambiais, nos

termos do inciso X do caput do art. 1º da Lei nº 9.481, de 1997; VII - juros e comissões relativos a créditos obtidos no ex-

terior e destinados ao financiamento de exportações, conforme o

disposto

no inciso XI do caput do art. 1º da Lei nº 9.481, de 1997;

e

VIII - outros rendimentos pagos, creditados, entregues, em-

pregados ou remetidos a residentes ou domiciliados no exterior, com

alíquota do imposto sobre a renda reduzida a 0% (zero por cento).

§ 2º O disposto na alínea "b" do inciso II do caput aplica-se

inclusive aos casos de isenção ou alíquota de 0% (zero por cento).

§ 3º As Dirf 2017 dos serviços notariais e de registros de- verão ser apresentadas:

I - no caso de serviços mantidos diretamente pelo Estado,

pela fonte pagadora, mediante o seu número de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ); e

II - nos demais casos, pelas pessoas físicas de que trata o art.

3º da Lei nº 8.935, de 18 de novembro de 1994, mediante os res-

pectivos números de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas

(CPF). § 4º Sem prejuízo do disposto no caput e no § 2º, ficam

também obrigadas à apresentação da Dirf 2017 as pessoas jurídicas

que tenham efetuado retenção, ainda que em um único mês do ano- calendário a que se referir a Dirf 2017, da Contribuição Social sobre

o Lucro Líquido (CSLL), da Contribuição para o Financiamento da

Seguridade Social (Cofins) e da Contribuição para o PIS/Pasep sobre pagamentos efetuados a outras pessoas jurídicas, nos termos do § 3º

do art. 3º da Lei nº 10.485, de 3 de julho de 2002, e dos arts. 30, 33

e 34 da Lei nº 10.833, de 29 de dezembro de 2003.

§ 5º Na hipótese de pagamentos efetuados pelos órgãos da

administração direta, autarquias e fundações dos estados, do Distrito

Federal e dos municípios, de que trata o art. 33 da Lei nº 10.833, de

2003, as retenções, os recolhimentos e o cumprimento das obrigações

acessórias deverão ser efetuados com observância do disposto na Instrução Normativa SRF nº 475, de 6 de dezembro de 2004.

Art. 3º Estarão, também, obrigadas a apresentar a Dirf 2017 as seguintes pessoas jurídicas de que trata a Lei nº 12.780, de 9 de janeiro de 2013, ainda que os rendimentos pagos no ano-calendário de 2016 não tenham sofrido retenção do imposto:

I - o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016 (RIO 2016);

II - as entidades nacionais e regionais de administração do

desporto olímpico; e

III - as seguintes pessoas jurídicas, estabelecidas no Brasil,

em caso de contratação de pessoas físicas, com ou sem vínculo empregatício, conforme previsto no inciso II do caput do art. 3º da Lei nº 12.780, de 2013:

a) o Comité International Olympique (CIO);

b) as empresas vinculadas ao CIO;

c) o Court of Arbitration for Sport (CAS);

d) a World Anti-Doping Agency (WADA);

e) os Comitês Olímpicos Nacionais;

f) as federações desportivas internacionais;

g) as empresas de mídia e transmissores credenciados;

h) os patrocinadores dos Jogos Olímpicos de 2016 e dos

Jogos Paraolímpicos de 2016;

i) os prestadores de serviços do CIO; e

j) os prestadores de serviços do RIO 2016.

Art. 4º Sem prejuízo do disposto na alínea "b" do inciso II

do caput do art. 2º, deverão ser prestadas informações relativas à

retenção do IRRF e das contribuições incidentes sobre os pagamentos

efetuados a pessoas jurídicas pelo fornecimento de bens ou prestação de serviços, nos termos do art. 64 da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996, nas Dirf 2017 apresentadas por:

ral;

I - órgãos públicos;

II - autarquias e fundações da administração pública fede-

III - empresas públicas;

IV - sociedades de economia mista; e

V - demais entidades de cujo capital social com direito a

voto, a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria, e que

recebam recursos do Tesouro Nacional e estejam obrigadas a registrar

a sua execução orçamentária e financeira no Sistema Integrado de

Administração Financeira do Governo Federal (Siafi).

Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 00012016112300035

Documento assinado digitalmente conforme MP n o - 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil.