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Otimização do cérebro para um rendimento melhor em estudos

Em “ terrae brasilis” não raras vezes a justiça é olvidada por mor motivos
espúrios. Contudo, o que não torna um óbice de perseverar com resiliência
minhas palavras ao final de cada turma como docente em Direito.

“Ser como o beija-flor que pinga a gota na floresta em candeia” ou ainda a


citação de Beccaria em sua obra “Dos delitos e das penas”:

“Afortunado serei eu se puder, obter os secretos agradecimentos dos


obscuros e pacíficos adeptos da razão e se puder inspirar aquele doce
frêmito com o qual as almas sensíveis respondem a quem luta pelos
interesses da humanidade.”

Estabeleça suas motivações ao acordar:

1- Gratidão a Deus pelas oportunidades que ao raiar de cada sol que são
propiciadas como instrumento de seu amor e misericórdia.

2- Cronograma diário

3- Metas alcançáveis, objetivos, meios e ações.

4- Além de assistir as aulas teóricas, necessárias apara a atualização.


Diariamente dedicar um período a execução de simulados e provas
anteriores.

5- Não se compare a ninguém, cada ser humano goza de uma


individualidade diferente. Até mesmo gêmeos idênticos não são iguais,
as interações sociais que tiveram, causaram interpretações de
sistemas de crenças que os tornaram diferentes. Observando o
mundo, cada um por um prisma diferente, mesmo genética e
fenotipicamente idênticos.
Esqueça o passado, viva o presente e prepare-se para o futuro.
Compare-se a você mesmo, como foi do início e como estará um mês
após e assim subsequentemente.
Este é o combustível da motivação, você se superar e não ficar melhor
do que ninguém.

6- Crie impressões positivas o tempo todo, saia da inércia, nada é


impossível para quem busca com garra e preparo. ACOMODAÇÃO
NUNCA!
Metas estabelecidas, “Plano “B”, Deus e preparo incessante.

Como melhorar a confiança

1- Confiar em que? Em você mesmo e no processo da vida.

2- Ter evidências que o estudo está rendendo.


Estabelecer:

 Quais as disciplinas mais importantes a focar.

 Quais os tópicos destas disciplinas são mais cobrados.

 Quais disciplinas já encerrou.

 Quais tópicos de cada disciplina já encerrou.

 Quantos exercícios fez por disciplina.

 Quantas horas tem estudado por dia/semana.


CONTABILIZAR É A PALAVRA CHAVE!

Neutralizar crenças limitantes/negativas:


- Estou disposto a aprender!

- Vou me aprimorar cada vez mais a cada dia!

- Estou conseguindo!

- Estou agindo com disciplina consciente!

- ESTOU DANDO O MEU MÁXIMO!

Como melhorar a concentração?

1- Concentração é centralizar uma ação. Nossa mente é randômica e


tende a dispersar-se com o tempo. Então, desligar-se de qualquer
meio que possa desvirtuar sua atenção.

2- Organização – Planejamento escrito. ROTEIRO!

3- Aceitação do estudo, QUERER ESTUDAR E GOSTAR DE ESTUDAR!

4- Primeiro a obrigação, depois a diversão, lazer e descanso que


devem ser programados.

5- Classificação de tarefas

1- Tarefas elimináveis – RISCA!

2- Adiáveis – Programar quando.


3- Delegáveis – Terceiros que podem realizar aquelas tarefas com
responsabilidade e eximindo-o desta obrigação.

4- Executáveis – Estabelecer uma ordem de prioridade entre elas.

5- Programar horas de estudo e intervalo de 5 a 15 minutos para


relaxar, alongar, fazer uma prece, meditar, etc.

Como melhorar a memória?

Primeiro precisamos conhecer os processos de memorização:

Não há dúvida de que a memória tem um papel fundamental na preparação


e busca da aprovação no concurso público. Aliás, muitas vezes este papel é
superestimado, com a paralela subestimação da importância de outras
funções cognitivas, também relevantes ao êxito nas provas.

Mas considerando o papel que a memória exerce, geralmente a trabalhamos


apenas na sua dimensão conceitual, perdendo as possibilidades de trabalhar
a memória de natureza episódica.

Primeiramente, precisamos partir da compreensão de que, em termos de


classificação, quanto ao objeto, temos dois grupos de modalidades de
memórias, as quais consistem nas implícitas ou procedurais e nas explícitas
ou declarativas.

As memórias implícitas ou procedurais contam com natureza psicomotora. É


aquela que mobilizamos quando dirigimos o veículo, ao nos lembrar o
movimento para freio e aceleração. Este tipo de memória conta com
mecanismos e procedimentos de formação específicos.
Já as memórias explícitas ou declarativas são aquelas que não contam com
um sentido psicomotor. Estas se dividem em dois subgrupos, que
correspondem às semânticas e às episódicas.

As memórias semânticas contam com uma natureza conceitual. É ela que


adotamos quando vamos nos apropriar de conceitos e informações ao
estudarmos determinada matéria por determinada fonte de estudo.

Já as memórias episódicas contam com um sentido factual. Ou seja, são as


lembranças de fatos, eventos e experiências que vivenciamos.

Quando interrogo uma testemunha, estou a provocando a evocar memórias


episódicas. Se a testemunha estiver mentindo, reproduzindo uma informação
que não foi vivenciada, mas foi dita por outra pessoa, para que fosse
reproduzida como se tivesse sido vivenciada ou presenciada, na realidade ela
estaria evocando uma memória declarativa-semântica, e não declarativa-
episódica. E detalhe, praticando conduta altamente reprovável e criminosa,
tipificada no art. 342 do Código Penal.

Portanto, ao nos prepararmos para o concurso, geralmente, ou praticamente


sempre, desenvolvemos estratégias de estudos para a construção de
memórias semânticas. Isto muitas vezes de forma não consciente, até porque
muitos não têm a menor noção dos esclarecimentos trabalhados aqui sobre
as modalidades de memórias.

Mas o ponto é que também podemos tentar construir estratégias baseadas


em memórias episódicas. Estas podem ser estabelecidas em dois sentidos.

Primeiramente, ao associarmos as memórias episódicas às memórias


semânticas. Um exemplo: vamos imaginar uma multa de trânsito, aplicada de
forma presencial pelo agente, o que foi uma experiência desagradável, tendo
lhe causado um transtorno. Agora tente imaginar aquela experiência a partir
dos atributos do ato administrativo. Imagine que a autoridade tivesse lhe
dito, “vou aplicar esta multa, que é um ato administrativo, no exercício do
Poder de Polícia”, e “este ato tem presunção de legitimidade, pois estou
investido no cargo”, imperatividade, e “você deve se sujeitar a ele”, bem
como autoexecutoriedade, de modo que “você terá que pagar esta multa,
sem depender de nenhuma decisão judicial”.
A outra possibilidade é de tentarmos trabalhar a formação de memórias
semânticas durante as experiências que vivenciamos, também promovendo
uma espécie de associação, isto é, quando estamos vivenciando uma
experiência que pode nos trazer conceitos.

Por exemplo, está começando um julgamento no Supremo Tribunal Federal


de um processo que vem sendo tratado pela grande imprensa e setores
políticos interessados como histórico, ao qual se deu o apelido de
“mensalão”. Como está sendo dado uma grande importância midiática ao
julgamento, é possível que muitas informações úteis em provas de concursos
possam ser que sejam extraídas. E daí, se for acompanhar as sessões ou as
notícias, você pode estar usando esta associação de memórias episódicas
com semânticas.

Bem como, a utilização de processos mnemônicos, facilitadores na


assimilação de conceitos, normas, princípios e regras. Como o faz o
tradicional “LIMPE” em Direito Administrativo.

Mas o fundamental é que compreenda os conceitos aqui trabalhados e, a


partir desta compreensão, esteja atento para as oportunidades de
construção de memórias e apropriação de informações que possam ter
utilidade na hora da prova.

Prática

1- Revisão periódica sistematizada;

2- Revisão diária – Leitura, exercícios;

3- Revisão semanal – Exercícios de todos os tópicos já estudados;

4- Utilizar processos mnemônicos, associação e prática.


Atividade física e a melhora do hipocampo

Estudos mais recentes com métodos de avaliação mais precisos como a


tomografia computadorizada e análises bioquímicas avançadas estão
demonstrando que o exercício pode fazer você ter maior desempenho
cognitivo. Transformando em dados, você pode aprender 20% mais rápido
imediatamente após se exercitar.

Entende-se ainda como desempenho cognitivo aquele compreendido pelas


fases do processo de informação cerebral, como a percepção, a atenção, a
vigilância, a aprendizagem, a memória, o raciocínio e solução de problemas.

Qual a explicação fisiológica?

Cada vez que você se exercita, a musculatura esquelética envia sinalizadores


bioquímicos que atravessam a barreira do cérebro para estimular a produção
de fator neurotrófico derivado do cérebro ou BDNF (Brain-Derived
Neurotrophic Fator).

Esse BDNF é determinante para a melhora da atividade cerebral.

O BDNF é uma espécie de “adubo” para a neuroplasticidade causando a


formação de novos neurônios, facilitando a comunicação com os outros,
melhorando os processos cognitivos, como a memória e o raciocínio.

O BDNF é uma proteína que está presente no cérebro que se liga aos
receptores dos neurônios através de sinapses, aumentando
subsequentemente a força da transmissão do sinal no cérebro, fazendo com
que ele trabalhe com em uma maior capacidade.

Existe uma ligação entre hormônios de crescimento e a função do cérebro. O


hipocampo é o centro da memória e aprendizagem, e ele é facilmente
afetado por certos hormônios, como o fator neurotrófico derivado do
cérebro (BDNF), o fator de crescimento endotelial vascular (VEGF) e a fator
de crescimento semelhante à insulina-1 (IGF-1).
Quando o sujeito se exercita há maior produção do BDNF, o VEGF e o IGF-1,
que também aumenta a função de memória no hipocampo.

Além da maior produção de BDNF, o exercício físico também, produz maior


serotonina, que é um neurotransmissor essencial para o foco, concentração,
além de maior a autoestima e bem-estar emocional.

Um estudo conduzido por Leckie, demonstrou que idosos que caminharam


por 40 minutos tiveram melhora significativa nos níveis de BDNF e da função
cognitiva.

Uma análise de 18 estudos que investigaram a relação entre atividade física e


inteligência mostrou que o funcionamento cognitivo foi significativamente
melhorado, independentemente do tipo de exercício aeróbico realizado.

A principal conclusão foi que o exercício é uma chave para aumentar os


níveis de BDNF no hipocampo em uma área vital para a memória, resolução
de problemas e aprendizagem.

Mais pesquisas também parecem apoiar a ideia de que o exercício físico


estimula o crescimento de células neurais dos lobos frontais do cérebro,
áreas responsáveis pela organização de multitarefas, tomada de decisões,
planejamento futuro.

Cabe salientar que apenas os exercícios físicos aeróbicos foram associados à


uma melhor cognição. Foi o que pesquisadores suecos mostraram com mais
de 1 milhão de jovens entre 15 e 18 anos (Aberg) e por pesquisadores
americanos, que publicaram em um dos jornais mais conceituados do
mundo: a Nature (Hillman).

Para os pesquisadores, somente exercícios aeróbicos demonstraram


promover maior oxigenação do cérebro, causada por um melhor
condicionamento cardiopulmonar.

Exercícios de força, como musculação, não demonstraram o mesmo efeito na


melhora cognitiva.

Estudos recentes também indicaram que a realização de testes padronizados


de matemática foi altamente correlacionada com maior nível de aptidão
física aeróbica.
E não precisa correr longas distâncias ou em grande tempo. Um caminhada
ou corrida moderada de 30 minutos, 3 vezes por semana, já provoca impacto
positivo logo no primeiro mês.

Regularidade

O cérebro é como um músculo, metaforicamente dizendo, se você não se


exercita a tendência é que ocorra a perca de massa muscular, da mesma
forma, o cérebro, ou use-o ou perca-o. Se você faz exercício regularmente,
mas passa um mês sem realizar nenhum exercício, essa pausa pode causar
um efeito deletério e consequentemente a redução dos neurônios.

Portanto, o mito de permanecer o maior tempo possível estudando, sob o


pseudo escopo de sobrepor uma vantagem em relação a outros que dedicam
uma parcela de seu dia ao exercício físico. É melhor quebrar esse falso
paradigma e repensar seus conceitos.

A ansiedade do concurseiro e seus fatores negativos, como quebrar esse mal


do século.

Ansiedade é a aflição caracterizada pela expectativa de algum perigo que se


revela indeterminado ou impreciso e diante do qual o indivíduo se julga
indefeso.

Técnica para otimização e minimizar ou reduzir a zero esta pedra no


caminho.

1- Trabalhe com dados e não com dispersões e comentários negativos,


mantenha um filtro sempre em alerta.

2- Planejamento escrito – Consciência que contempla que suas tarefas e


sua parte está sob controle

3- Tenha evidências de que o estudo está rendendo, que vai conseguir,


que já conseguiu, por meio dos estudos, o progresso dos exercícios e
simulados.
4- Ferramenta – Há algo a fazer?
Trocar o “Será que dá para passar?” pelo “O que eu preciso fazer para
passar?

Bons Estudos!