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Medidas das Cidades - Dirce Koga

As aquisições humanas, quer dentro de um pais, quer entre vários países, são
condicionadas pela sociedade de mercado. O social subias à economia. Foi
essa a perversa conquista da globalização que exclui grandes parcelas da
população mundial de condições básicas para sobreviver, viver e acessar os
bens civilizatórios direcionados para a qualidade de vida humana.

Mais do que isso, a parcela desenvolvida e ascendente da sociedade, que, em


geral, constitui uma minoria, oculta os que menos têm sob uma genérica
condição de pobres ou de portadores de características da pobreza. Essa
pobreza se expressa de múltiplas formas que não só a ausência de renda,
construindo, ainda no terceiro milênio, condições de vida abaixo da dignidade
humana. Ausências, discriminações e sofrimentos se superpõem esmagando a
qualidade das condições de vida.

A tradicional visão genérica da pobreza alia-se a um outro legado da sociedade


brasileira que pouco tem se importado na sua história com a questão territorial, o
chão das relações entre os homens, onde se concretizam as peculiaridades, as
diferenças e desigualdades sociais, políticas, econômicas, culturais. No máximo,
até hoje, considera-se o âmbito das cidades e rara mente as parcelas internas
destes territórios. Aqui também prevalece o sentido genérico, em que as cidades
são conhecidas pelas suas médias e não pelas suas diferenças e desigualdades
internas. (Pag. 19)

Além disso, no que concerne à relação entre sujeitos e território, torna-se


imprescindível tratar da dimensão da cidadania, que se expressa a partirá na
dinâmica das populações em relação aos territórios vividos. A referencia entre
lugar e cidadão/cidadania é uma relação intrínseca ao conceito de cidadania.
(Pag.20)

Outra perspectiva aqui tratada é a particularização das políticas públicas em


contextos de altas desigualdades sociais, como é o caso brasileiro Pelo fato de 0
Brasil ser campeão mundial de desigualdades sociais numa curva em que a
pobreza se reduz, mas persiste, a alta concentração de riqueza exige a
introdução de novas dimensões às políticas públicas para que seus efeitos
sejam de rato redistributivos e inclusivos. Esta condição exige ações concretas
na perspectiva da inclusão social É na relação entre ter nos e inclusão
social/exclusão social que caminha esta reflexão. . (Pag.20)

Nesta relação colocada em debate, o território não se configurará como um


simples acidente de percurso' mas efetivamente um sujeito em ação, em que a
cidadania ganha vida. . (Pag.20)

Todos os conceitos com que representamos a realidade e à volta dos quais


construímos as diferentes ciências sociais e suas especializações, a sociedade
e o Estado, o individuo e a comunidade, a cidade e o campo, as classes sociais
e as trajetórias pessoais, a produção e a cultura, o direito e a violência, o regime
político e os movimentos sociais, a identidade nacional e o sistema mundial,
todos estes conceitos têm na contextura espacial, física e simbólica, que nos
tem escapado pelo fato de os nossos instrumentos analíticos estarem de costas
viradas para ela, mas que, vemos agora, é a chave da compreensão das
relações sociais de que se tece cada um destes conceitos. Sendo assim, o
modo como imaginamos o real espacial pode vir a tornar-se na matriz das
referendas com que imaginamos todos os demais aspectos da realidade.
(SANTOS, Boaventura de Sousa, 2000a:197)

É matéria de discussão, porém, por Milton Santos3 a análise territorial para além
da cartografia. Apresentando conceitualmente o espaço como oásis tema de
objetos e sistemas de ascese, Milton Santos defende a dinâmica dos territórios e
suas transformações, colocando em xeque os limites da representação
cartográfica...(Pag. 21)

Caminhar nessa direção significa também uma busca pelo rompimento do


processo de naturalização das situações de exclusão social e de pobreza que se
introjeta com facilidade no cotidiano da sociedade brasileira, pois mesmo os
debates em torno da pobreza normalmente a vinculam a um pro cesso auto-
explicativo. Conseqüentemente surge à preocupação persistente em
aprimoramento de medidas de pobreza, de definição de quantos são os pobres
no mundo, em cada país, ainda que se admita a concepção de pobreza para
além do indicador de renda da população.(Pag. 22)

Um dos efeitos nocivos da globalização é a conseqüente subordinação dos


países ao dito mercado global, restringindo-se o papel do Estado a uma lógica
monetarista, ao mesmo tempo que ele renuncia a suas funções de coesão e
regularão social.

Tal evolução leva, como no caso brasileiro, a uma verdadeira supressão do


discurso territorial na retórica do Estado e à desconsideração dos processos
espaciais como dado tanto da dinamita da sociedade e da economia quanto da
formulação de políticas públicas (SANTOS e SILYEIR-2001 305), (Pag.23).

Está mais do que patente que a justiça social esta além da Ética da economia. É
preciso que o desenvolvimento seja social, participativo, susto rentável,
preservacionista como defensor do meio ambiente e afiançador de novas
condições de cidadania e dignidade.

Os direcionamentos das políticas públicas estão intrinsecamente vinculados à


própria qualidade de vida dos cidadãos. É no embate relacional da política
pública entre governo e sociedade que se dará a ratificação ou o combate ao
processo de exclusão social em curso. As conseqüências destas decisões
políticas nas vidas das pessoas são diretas, seja pela decisão da não
intervenção seja pela decisão de como ela se dará ao longo do processo.(Pag
25)

Tratar esta vertente territorial traz novos elementos para ^0 debate d ética e da
cidadania nas políticas públicas e de enfrentamento da exclusão social.
Implicam considerar a dimensão cultural das populações, suas particularidades
locais, os lugares onde vivem, os seus anseios e não somente s ^4
necessidades. Neste sentido, assumir a dimensão cultural das políticas públicas
significa, por sua vez, considerar o território onde as pessoas vivem e #
relacionam.

A simples presença de uma política pública pode não revelar sua capa cidade de
interferência nas situações de exclusão social, visando colocar os sujeitos na
condição de protagonistas a caminho da inclusão social. Faz- fundamental 0
modo pelo qual a política pública opera, levando em conta a cultura, a geografia
da própria população com a qual trabalha ....

Pensar na política pública a partir do território exige também um exercício de


revisita à história, ao cotidiano, ao universo cultural da população que vive nesse
território, se o considerarmos para além do espaço físico, isto é, como toda
gama de relações estabelecidas entre seus moradores... (Pag. 28)

Esta dimensão plural traz novos desafios às políticas públicas, e é d alguns


desses desafios que trato neste trabalho que busca inter-relacionar cidadania,
redistribuição e territórios de pobreza e exclusão social em cidades brasileiras.
Para além da critica ao recorte neoliberal que fragiliza; políticas públicas, ao
quebrar a universalidade trocando-a pela focalização e que submete os
compromissos do Estado a uma agenda mínima ao deixar permanecer em
sociedades como a brasileira um alto grau de desigualdade social, aqui se
destaca a exigência democrática em instrumentar a vigilância da sociedade
sobre o avanço/retrocesso da redistribuição de renda, de boi e de serviços,
afiançando a universalidade da cidadania. (Pag 29)

O que se constata, porém, é que as novas situações se acumulam ou dispersam


dentre os territórios que compõem uma cidade, pelo próprio processo de
especulação fundiária e de péssimo redistribuição de bens e serviços públicos.
(Pag 32)

O território também representa o chão do exercício da cidadania, pois cidadania


significa vida ativa no território, onde se concretizam as relações faciais, as
relações de vizinhança e solidariedade, as relações de poder. É no território que
as desigualdades sociais tornam-se evidentes entre os cidadãos, as condições
de vida entre moradores de uma mesma cidade moam-se diferenciados, a
presença/ausência dos serviços públicos se faz senil a qualidade destes
mesmos serviços apresentam-se desiguais. (Pag.33)
A noção de território hoje ultrapassa os limites do campo da geografia, sendo
concebidas e utilizadas pelas ciências sociais, políticas, econômicas. Uma
definição consensual, à primeira Vista, parece tarefa quase impossível dada a
heterogeneidade de concepções percorridas. Por que este conceito tem
ganhado interesse e força na contemporaneidade? Que significados e
representações ele traz consigo que faz mobilizar estudos, pesquisas, políticas
públicas em tomo de si? Referências como, “lugar”, “espaço”, “pedaço” também
são utilizadas no contexto do território. Teriam elas diferenças inter-relações
sinônimas?

O território em si, para mim, não é um conceito. Ele só x toma um conceito


utilizável para a análise social quando o consideramos a partir do seu uso, .
partir do momento em que o pensamos juntamente com aqueles atares que dele
utilizam. (SANTOS, Milton, 2000:22) (Pag 35)

Territorializar é construir e reconstruir sem cessar pelo comportamento do ator


social, materialmente e em suas representações: pelo individuo e seu grau de I
poder ou de influencia; para o individuo é uma alquimia entre o pessoal e o
coletivo, onde nosso aparelho cognitivo não pode inventar tudo. (Ibid.:21) (Pag
37)

Na vida de todos os dias, a sociedade global vive apenas por intermédio das
sociedades localmente enraizadas, interagindo com o seu próprio entorno,
refazendo todos os dias essa relação e, também, sua dinâmica interna, na qual,
de um modo ou de outro, todos agem sobre todos. (SANTOS, Milton, 2000:1 22)
(Pag 37)

A apropriação do território diz respeito ao aspecto interventivo realizado pelos


homens, criando e recriando significados em torno dessa apropriacão cotidiana.
Neste sentido, utilizasse também o termo territorialidade como uma maneira
singular de se apropriar, fazer uso da terra, do território (Pag 38)

Dessa forma, o território diz respeito não somente aos aspectos objetivos da
realidade vivida pelas populações, mas envolve igualmente sua dimensão
subjetiva, que aparece de forma também concreta através das manifestações de
sofrimentos, desejos, expectativas etc. (Pag 39)

O traço da família patriarcal se enraíza juntamente com outros traços da casa


grande, como as relações de intimidade e cordialidade que se está tendem à
senzala". A personificação da família patriarcal mostra, por um lado, sua força e
domínio através de uma oligarquia econômica, política e | social; por outro lado,
este mesmo poder mostra-se como o grande protelar I dos fracos e subjugados.
(Pag 40)

Segundo Raymundo Faoro, o patrimonialismo fecha-se em si próprio com o


estamento, sendo este de caráter marcadamente burocrático. Neste sentido, a
burocracia significa não um aparelhamento racional, mas "da apropriação do
cargo - cargo carregado de poder próprio, articulado com o príncipe, sem a
anulação da esfera própria de competência" (FAORO, 1 987:o4). (Pag 41)

Nesse universo de precariedade, o direito transforma-se em mérito e exceção.


Poder-se-ia perguntar aqui se a tendência ao focalismo das políticas públicas no
sentido de segmentar cada vez mais seu público-alvo não estaria reforçando
este estigma de direito transformado em exceção, já que, ao incluir determinada
população, automaticamente excluem outras. A universalidade dos direitos
encontra-se cada vez mais longe de ser factível. (Pag 43)

A tecnosfera se adapta aos mandamentos da produção e do intercâmbio, e


desse modo, freqüentemente, traduz interesses distantes; porém, desde que se
instala, substituindo o meio natural ou o meio técnico que a precedeu, constitui
um dado local, aderindo ao lugar como uma prótese. A psicosfera, reino das
idéias, crenças, paixões e lugar da produção de um Sentido, também faz parte
desse meio ambiente, desse entorno da vida, j fornecendo regras à
racionalidade ou estimulando o imaginário. Ambas tecnosfera e psicosfera são
locais, mas constituem o produto de uma sociedade bem mais ampla e mais
complexa (SANTOS, Milton, 1997a:204). (Pag 51).

Segundo esse autor, trata-se de esferas redutíveis uma à outra: Da tecnosfera é


o mundo dos objetos, a psicosfera é a esfera da ação... assim cada lugar, cada
subespaço, tanto se define por sua existência corpórea quanto I por sua
existência relacional" (ibid.:204-2051.
(Pag 51)

Esse território que expande sua definição para além dos limites geográficos
alcançando as gamas de relações nas suas formas objetivas e subjetivas, de
vida individual e coletiva, literalmente ganhas espaço à medida que se
complexifica e faz voltar a reflexão sobra a comunidade.(Pag. 52)

A proteção social, antes de se fundar no Estado Providência, se demarca na


sociedade providencia, quer pelas relações vicinais, de parentes co e
compadrio, quer por movimentos e organizações solidárias, em geral religiosas.

Como diz Castel, é o vinculo de relações primárias que os sistema europeus


(principalmente o alemão) organizaram através das prestações d âmbito
paroquial. Para além do convivial, o sistema alemão estabelece con potências e
responsabilidades do Circuito local do Estado.(Pag. 56)

Para agir, os homens não saem do mundo, mas, ao contrário, é dele que retiram
as possibilidades, a serem realizadas nos lugares. Nestes, eventos simples são
amalgamados, formando situações. Por isso, mediante sua realização concreta,
os eventos são localmente solidários. As diversas situações são resultantes do
acontecer solidário. ~ assim que a integração entre o universal e o individual
Banha um novo conteúdo histórico em nosso mundo atual. (SANTOS, Milton,
1997a:130) (Pag. 71)
Assim, parece se fazerem necessárla5 novas formas de resgatar o
pertencirnento ao lugar, a cidade Neste sentido, as metodologias de
representação das desigualdades e, ao mesmo tempo, de totalidade da cidade
contribuem para uma identificação maior dos Cidadãos com o lugar as qual
pertencem, permitindo-lhes, ao menos, acesso ao conhecimento do lugar. (Pag
106)

O parcelamento do território de uma cidade representa um processo Político,


cuja autoria normalmente se restringe aos atares técnicos e políticos. Quando #
decide por uma metodologia de indicadores intra urbe nos, esta definitivo
territorial é o ponto de partida determinante não somente do ponto de vista da
possibilidade de obtenção dos dados, mas, principal mente, da transformação
destes dados em informações que sejam do interesse público. (Pag.136)

Probabilidade de todos os cidadãos de uma sociedade melhor desenvolverem


seu potencial com menor grau possível de privação e de sofrimento; a
Possibilidade da sociedade poder usufruir coletivamente do mais alto grau da
capacidade humana. (SPOSATI, 1996a:597) (Pag152)

A lógica da territorialização é buscar as diferenças dentro de um espaço urbano,


para que a gente possa buscar uma inversão da lógica da alocação de recursos
públicos. Porque a experiência tem mostrado que onde tem menos problemas
há mais recursos públicos. Onde há mais crimes contra o patrimônio na cidade
de São Paulo, que é roubo e furto, há mais alocação de recurso público, no caso
viatura e policial, do que onde há mais violência contra ar pessoas. Ou seja,
onde há mais crime contra o patrimônio, é nas
regiões mais ricas da cidade. (Depoimento Marco Akerman). (Pag 190)

Considerar os aspectos das experiências vividas pelos cidadãos de uma Cidade


não significa negar os dados estatísticos sobre a mesma, mas enrique-los,
confrontá-los, dinamizá-los. Esta perspectiva permite um novo olhar sobre os
territórios, principalmente daqueles considerados mais violentos. (Pag. 192)

O limite aponta para mais um dos desafios da pesquisa: conhecer Universo


cultural dos territórios da cidade. A heterogeneidade revelada pelas estatísticas e
referendada no senso comum dos moradores que sabem diz I que pedaço da
cidade é melhor do que outro escamoteia a heterogeneidade que existe em cada
um dos pedaços da cidade tidas como melhores a piores do que outros. (Pag.
194)

" Para além do Estado, novas configurações do espaço público se fazer


presentes na realidade brasileira associadas ao território, e embora limitadas e
sujeitas às criticas na sua forma de gestão, ainda assim representam importante
papel no desenho das políticas públicas. Trata-se de novas contratualidades não
necessariamente vinculadas ao aparato jurídico da lei, mas base. das na
necessidade do estabelecimento de relações sociais mais democráticas e de
uma efetiva participação nas decisões de gestão da coisa pública. .(Pag. 234)

Assim o conhecimento que se processa sobre esta população, demandátiria


restringe-se à sua condição de individuo necessitado ou família necessitada.
Não se vislumbra uma lógica que coloque num mesmo patamar, de critério os
recursos disponíveis e as condições de vida das populações (dos municípios,
dos bairros dos municípios) e não antecipadamente o N corte dos seus mais
necessitados.(Pag. 234)

Conclusão

A discussão partiu do pressuposto de que a questão da desigualdade territorial


ainda não inclui no universo da sociedade brasileira com a necessária presença
e forca. Esta questão se agudiza quando se trata da análise dos sítios urbanos
onde a topografia construída pelo homem e pelas relações sociais distam das
análises da natureza. Os efeitos deste reducionismo territorial fez da terra objeto
de negócio e especulação e não raiz de vida e das zelações humanas. Ser da
terra faz parte da identidade cultural e familiar. Não é só uma questão de
endereço, atestado de residência ou condi^Sao de enquadramento nos controles
policiais.

Este processo desvinculador entre homem e terra, homem e lugar levou a


conseqüências, como a destruição e desterritorializaçao de tribos indo Senas, a
expulsão de trabalhadores da terra, e resulta ainda numa lógica excludente das
políticas das cidades, que divide os territórios entre cidade e não-cidade,
precarizando cada vez mais as condições de vida dos moradores incrustando-os
em áreas de fronteiras, franjas, periferias, onde o Estado se fez ausente.

Sob esse cenário excludente, onde o território ocupa mais um lugar de Acidente
de percurso e não um percurso de fato, delinei o caminho para um novo olhar
sobre o chio das desigualdade sociais ... (Pag.261)

“... As medidas numéricas apresentam papel importante na visualizarão de


diferenças e desigualdades entre parcelas mais gerais, como cidades, estados,
países. Porém, em realidades onde imperam altos índices de discrepâncias
entre as condições de vida da população, como é o caso da realidade brasileira,
os cálculos pelas médias a que chegam as configurações dos territórios mais
gerais são Insuficientes para abarcar a complexidade que se passa no interior
dos territórios.
Nesta construção metodológica, não somente ocorreu um encontro das
metodologias de indicadores intra-urbanos com a técnica do geoprocessamento,
mas também o geoprocessamento encontrou neste campo um desafio:
aprimorar sua técnica originalmente identificada com fenômenos naturais, em
busca de uma apreensão da dinâmica da realidade presente nos fenômenos
sociais.

O casamento entre geoprocessamento e estudos territoriais intra-urbanos


configura-se cada vez mais como uma relação intrínseca e instiga a importância
da transdisciplinaridade neste processo de conhecimento da dinâmica urbana.”
(Pag. 263)

“O território permite esta consideração das fatalidades dos lugares e pessoas,


das diferenças e das desigualdades, das necessidades e das potencialidades.
Esta visão traz conseqüentemente à tona a questão da intersetorialidade não
simplesmente como uma soma de programas e projetos m; fundamentalmente
como um instrumento de mobilização de recursos e potências locais
considerados na sua totalidade territorial.

Entre o fio da navalhas da exclusão/inclusão social coloco em debate o papel do


território enquanto um possível "fio da meadas que possa d inicio a uma nova
trama de tecer as políticas públicas brasileiras em direção. à justiça social.”(Pag.
266)