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TESTE DE COMPONENTES ELECTRÒNICOS COM O MULTÌMETRO.

Resistências

 Quando se medem valores muito elevados (aproximadamente 1 MΩ ou mais), há que ter o


cuidado de não colocar a resistência do corpo (que é geralmente de 2 MΩ ) em paralelo com
o do componente que se pretende medir.

 Os multímetros mais baratos só podem medir resistências até aproximadamente 1 MΩ


(enquanto nos equipamentos electrónicos se medem resistências que podem atingir os 20
MΩ ).

 As resistências de muito baixo valor (menos de 1 Ω ) também podem ser difíceis de medir, e
estão fora da possibilidade de alguns multímetros. Este é um dos aspectos em que os
multímetros analógicos parecem ser, de uma maneira geral, superiores aos digitais.

 A medição de resistências num circuito pode ser problemática, já que frequentemente podem
existir outras (resistências, indutâncias, transformadores, semicondutores) em paralelo com a
que se quer medir. Para combater o problema das resistências em paralelo deve-se desligar
um dos terminais da resistência a medir.

 A maioria dos aparelhos de medida de resistências funciona com uma tensão de teste que é
superior à tensão de polarização directa de uma junção de silício (0,6 - 1 V) ou de germânio
(0,2 - 0,4 V).
N

P + Qualquer junção PN polarizada directamente que


Ω esteja em paralelo com a resistência a medir pode
N colocar em derivação a referida resistência da junção
_ PN e fornecer uma leitura baixa.

P _ Um semicondutor polarizado inversamente (através das


pontas de prova) ficará com uma resistência muito elevada e

obtém-se assim uma leitura correcta.
N
+

 Resistências em paralelo só podem originar leituras menores.


Se ao medir uma resistência num circuito a leitura obtida for demasiado elevada, o
componente deverá estar defeituoso.

 Não se deve ligar a alimentação ao circuito enquanto se faz este tipo de ensaios.

 No multímetro analógico é necessário ajustar o zero sempre que se muda de


campo de medida.

 Circuito básico analógico para a


medida de resistências.
Condensadores

 Se dispomos de um multímetro digital com escala de capacidade, não devemos ter


dificuldade no teste da maioria dos condensadores.

 Quando estes componentes se avariam praticamente produzem um curto-circuito.


A comprovação dos curto-circuitos pode fazer-se pelas escalas de resistência dos
multímetros.

 Uma má ligação entre um dos terminais de saída e o seu eléctrodo


parece ser um dos defeitos mais frequentes.

 Quando de liga inicialmente o multímetro (como ohmímetro) é muito provável


que se obtenha uma leitura baixa (da resistência) - carga do condensador → corrente
elevada, mas a resistência rapidamente subirá até um nível muito elevado (quando a
tensão no condensador = tensão na fonte → I = 0 logo R = ∞).
O tempo que o condensador demora a carregar-se por completo depende:

- da escala de resistência empregue (se a escala R é elevada → I é fraca → T


de carga é grande).

- do valor da capacidade do condensador (C↑ → T carga ↑).

 Se o condensador tem: Na realidade pode


não existir um
período apreciável
não importa a escala que sede carga no caso dos
C ↓ (centenas de nF ou menos) ⇒ utiliza pois R = ∞. condensadores de
baixa capacidade.

C ↑ ⇒ empregar uma escala de baixa resistência, para que o tempo de carga seja pequeno.

 Se o condensador é electrolítico (de alumínio ou de tântalo) as pontas de prova


devem ser ligadas ao componente com a polaridade correcta.

+

_
_

Díodos e rectificadores
 Alguns multímetros dispõem de um meio de teste de díodos incorporado, embora
quando não exista, se possam utilizar as escalas de resistência.

 Podem existir dificuldades na utilização de multímetros digitais, que se baseiam


em tensões de 0,2 V para o teste de díodos, já que a tensão está bastante abaixo da tensão
de polarização directa de uma junção de silício (0,6 / 1 V). Os multímetros deste tipo têm
quase sempre um meio próprio de comprovação de díodos.

 No multímetro analógico:

 Análise de um díodo rectificador:

Polarização directa. Polarização inversa.

Ω Ω

_ _ +
+
A K A K

R ↓ (bom) RGe < RSi R = ∞ nos de silício (bom) nos de


germânio R ≅ 100 KΩ
R ↑ ou ∞ (o componente está em
circuito aberto) R ↓ (díodo estragado)

Transístores bipolares
√ Há multímetros que têm uma função de teste de transístores incorporado.

√ Podemos utilizar um ohmímetro (na escala x 100) para identificar se o transístor é


PNP ou NPN, bem como para a identificação dos seus terminais.

Apenas para estas identificações podemos considerar o transístor como dois díodos em
oposição.
NPN PNP

E C E C

B B

1ºIdentificação da base: Devemos encontrar um par de terminais em que, medindo a


resistência num e noutro sentido, esta seja muito elevada. Estamos em presença do
Emissor e do Colector (entre C e E díodos em oposição R ≅ ∞). Por exclusão de partes, o
outro terminal é a base.

2ºTransístor PNP ou NPN ? : Coloque a ponta de prova + ou - no terminal da base e a


outra ponta de prova num dos outros terminais.

+ na base ⇒ se R é pequeno, temos polarização directa da junção ⇒ o transístor é NPN.


+ na base ⇒ se R é grande, temos polarização inversa da junção ⇒ o transístor é PNP.

- na base ⇒ se R é pequeno, temos polarização directa da junção ⇒ o transístor é PNP.


- na base ⇒ se R é grande, temos polarização inversa da junção ⇒ o transístor é NPN

3ºIdentificar o Emissor e o Colector : Entre o terminal de Base e qualquer um dos outros


terminais medimos a resistência ( no transístor NPN - positivo na Base, no PNP - negativo
na Base). A resistência entre a Base e o Colector é sensivelmente menor que a resistência
entre a Base e o Emissor.

√ Teste de fugas : ( A corrente de fuga de um transístor de silício é inferior a 1 µ A, no entanto,


num transístor de germânio a corrente de fuga já é significativa). Para este teste coloca-se o
multímetro na escala de resistência mais elevada.

Ω R≈ ∞
.
E C