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conversas com

VOLUME 1

• Quem Ama, Educa!


• Seja Feliz, Meu Filho
• Ensinar Aprendendo
conversas com

VOLUME
1

■ QUEM AMA, EDUCA!

■ SEJA FELIZ, MEU FILHO

■ ENSINAR APRENDENDO
Copyright © 2008 Içami Tiba
Copyright © 2008 Integrare Editora Ltda.
Publisher
Maurício Machado
Assistente editorial
Luciana M. Tiba
Coordenação editorial
Miró Editorial
Organização de texto
Luciana Nicoleti e Márcia Lígia Guidin
Revisão
Cid Camargo / Carla Bitelli
Projeto gráfico de capa e miolo
Alberto Mateus
Diagramação
Crayon Editorial
Foto da capa
André Luiz M. Tiba

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)


(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Conversas com Içami Tiba : volume 1 / Içami Tiba. -- São Paulo :
Integrare Editora, 2008.
Bibliografia.
ISBN 978-85-99362-19-8
1. Crianças - Criação 2. Educação - Finalidades e objetivos 3.
Educação de crianças 4. Felicidade 5. Pais e filhos 6. Professores e
estudantes 7. Psicologia infantil I. Título.
08-00864 CDD-155.422
Índice para catálogo sistemático :
1. Crianças : Psicologia 155.422
2. Psicologia : Crianças 155.422

Todos os direitos reservados à INTEGRARE EDITORA LTDA.


Rua Tabapuã, 1123, 7º andar, conj. 71/74
CEP 04533-014 – São Paulo – SP – Brasil
Tel: (55) (11) 3562-8590
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SUMÁRIO
Apresentação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9

QUEM AMA, EDUCA!


Gente gosta de gente . . . . . . . . . . . . . . . . . .13
Infância: aprendendo com os outros . . . . . . . .14
Criança precisa brincar com criança . . . . . . . .15
Puberdade: buscando a identidade sexual . . . . . .16
Adolescência: procurando a identidade social . . . .17
Maturidade: educando os pequenos . . . . . . . . .18
Senescência: adolescência da velhice . . . . . . . .19
Velhice: crepúsculo da vida . . . . . . . . . . . . .20
Religiosidade ou religião? . . . . . . . . . . . . . .20
Auxílio de terceiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . .22
Babás: a importância de orientar bem . . . . . . . .22
Televisão e videogames . . . . . . . . . . . . . . .24
Creches . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .24
Avôs e avós: salvadores ou vilões? . . . . . . . . . .25
Dia dos avós . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .26
A parte que cabe à escola . . . . . . . . . . . . . .27
A escola na educação infantil . . . . . . . . . . . .29
Pais & escola: bela parceria . . . . . . . . . . . . .30
Qual é a melhor escola? . . . . . . . . . . . . . . .31
A arrumação da mochila escolar . . . . . . . . . . .32
Evitando a repetência na escola . . . . . . . . . . .33
Estudar é obrigação . . . . . . . . . . . . . . . . .33
Lição de casa e auto-estima . . . . . . . . . . . . .35
Por que pais e mães fazem a lição
de casa dos filhos? . . . . . . . . . . . . . . . . . .35
Pequeno manual de pai e mãe . . . . . . . . . . . . . .36
Preceitos gerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . .36
Exigência e gratidão . . . . . . . . . . . . . . . . .38
Erros e aprendizados . . . . . . . . . . . . . . . . .38
Papos e comida . . . . . . . . . . . . . . . . . . .39
Hora de estudar . . . . . . . . . . . . . . . . . . .39
Entre irmãos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .40
Cidadania . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .41
Ética . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .41
Auto-estima . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .42

SEJA FELIZ, MEU FILHO


Escolhendo os próprios rumos . . . . . . . . . . . . . .45
A difícil opção profissional . . . . . . . . . . . . . .47
Carreiras que dão ibope . . . . . . . . . . . . . . .49
Manifestações iniciais da vontade . . . . . . . . . . . .50
A oposição declarada . . . . . . . . . . . . . . . .52
Opções extravagantes . . . . . . . . . . . . . . . .53
Como lidar com elas . . . . . . . . . . . . . . . . .55
O namoro com tipos estranhos . . . . . . . . . . .56
A felicidade não está pronta... . . . . . . . . . . . .57
Cada filho é único . . . . . . . . . . . . . . . . . .57
Comparações e individualidades. . . . . . . . . . .58
Permitir ou proibir na adolescência . . . . . . . . .59
ENSINAR APRENDENDO
Um novo caminho para a educação . . . . . . . . . . .67
Insatisfação geral com a Educação presente . . . . .67
Indisciplina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .70
Ensinar... aprendendo . . . . . . . . . . . . . . . .71
Novo paradigma: de professor a orientador . . . . .73
O método da pesquisa . . . . . . . . . . . . . . . .74
Teoria Integração Relacional . . . . . . . . . . . . . . .75
Os passos da sabedoria . . . . . . . . . . . . . . . . .78
Primeiro passo: a ingenuidade . . . . . . . . . . . .78
Segundo passo: a descoberta . . . . . . . . . . . .79
Terceiro passo: o aprendizado . . . . . . . . . . . .79
Quarto passo: a sabedoria . . . . . . . . . . . . . .79
As dificuldades da jornada . . . . . . . . . . . . . .80
Anorexia do saber . . . . . . . . . . . . . . . . . .81
A curiosidade é sua aliada!. . . . . . . . . . . . . .85

Sobre Içami Tiba. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .89


con
versas
APRESENTAÇÃO

P
ara atender às solicitações de inúmeros
leitores e admiradores que buscam uma
leitura rápida, precisa e de fácil enten-
dimento, escrevi “Conversas com Içami
Tiba”, uma coleção de bolso criada especialmente
para você, caro leitor(a). Este volume contém as
partes essenciais e práticas de 3 dos meus 22 livros:
Quem Ama, Educa!, Seja Feliz, Meu Filho! e En-
sinar Aprendendo.
Como educação é um processo de longo prazo,
sugiro aos que quiserem aprofundar seus conheci-
mentos a ler os meus livros nos quais este volume
se baseia.
Uma das mais importantes realizações do ser hu-
mano é ter filhos. Por isso, a educação dos filhos
passa a ser também uma das mais nobres funções
dos pais. E tão importante quanto os aspectos gené-
ticos são os aprendizados do nenê assim que nasce.
Assim como todas as crianças falam a língua
que os pais usam em casa, o nenê já vai registran-
do a qualidade e conteúdos, bons e ruins, dos re-
lacionamentos que os pais e o mundo estabelecem
com ele.
Vivemos uma época realmente difícil. Quando
os adultos pensam que já sabem tudo (o que é
impossível), surgem avanços na vida de todos. O

9
sonho mais saudável hoje não é mais ter “tudo”
para ser feliz, mas conseguir aprender sempre e
continuar aproveitando o que de melhor a vida
pode lhe oferecer.
Fica difícil acreditar que ainda hoje possamos
educar nossos filhos só porque já fomos filhos e
vimos como funcionaram nossos pais. Estes nasce-
ram no milênio passado e são, como nós, meros
migrantes para a internet e para o celular multi-
funções. Enquanto isso, os filhos, hoje, não vivem
sem o teclado nas mãos...
Só uma pequena comparação: os pais, quando
crianças, iam de castigo para o quarto. Hoje, ficar
de castigo no quarto é o que os filhos mais querem,
pois ficam longe dos pais e têm tudo o que ganha-
ram e de que precisam.
Por isso, a educação é prioridade e obriga os pais
a se atualizar, lendo tudo o que possa torná-los edu-
cadores mais competentes...
E é por tudo isso que convido você a ler este
livro Conversas com Içami Tiba, para atualizar os
princípios e práticas educativas aprovados hoje para
a formação das diferentes personalidades dos seus
filhos, dos seus alunos, dos jovens em geral.
Todos os pais que amam seus filhos desejam
que estes sejam felizes e para isso fazem o máximo,
mas felicidade não se dá, não se compra e muito
menos se empresta. É preciso que os pais ajudem
os filhos a construír sua própria felicidade.
Estes são alguns dos muitos recados que eu lhe
passo para que você as coloque em prática, para
que todos nós possamos ter qualidade de vida mui-
to melhor para você, seus filhos e toda a família.
Sua família pertence à sociedade e fazendo a
sua parte, você está melhorando também a socieda-
de... assim, todos nós seremos melhores e mais fe-
lizes.

Mãos à obra!

Grande abraço do
Tiba

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con
versas
QUEM AMA, EDUCA!
Gente gosta de gente

Ao contrário de muitos seres vivos, já nascemos


predispostos a ter companheiros. Nossa condição
ao nascer é de total dependência da mãe. Precisa-
mos que ela (ou um substituto dela) nos dê os cui-
dados básicos, sem os quais não sobrevivemos. Não
somos como os animais, que já nascem pratica-
mente capazes de andar e de se alimentar. Nós nas-
cemos já nos relacionando com nossos geradores e
cuidadores. Nenhum ser humano é indiferente a
outro ser humano. Ele se aproxima, agride, finge
não ligar ou se afasta, mas percebe sua presença.
Sempre!

A força relacional é praticamente


instintiva na espécie humana.

O feto quase sempre é o produto do amor entre


duas pessoas. Depende totalmente da mãe para de-
senvolver-se. Mesmo depois, fora do útero, a crian-
ça prossegue dependendo integralmente da mãe ou
de quem a substitua. À medida que cresce e vai se
tornando auto-suficiente, ela conquista aos poucos
sua independência.

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conversas com

A arte de ser mãe e pai


é desenvolver os filhos para que
se tornem independentes
e cidadãos do mundo.

Quanto mais competentes os pais forem, menos


necessários eles se tornarão para os filhos, mas o
vínculo afetivo será mantido eternamente, em
nome da saudável integração relacional.

INFÂNCIA: APRENDENDO COM OS OUTROS


Ainda bem que os bebês nascem totalmente de-
pendentes dos pais e prontos para aprender. O que
aconteceria se uma criança já nascesse falando ou
discutindo valores sociais? Talvez não aceitasse o
nome que escolheram para ela com tanto cuidado,
ou se expressasse numa língua incompreensível
para os pais...
O fato é que assim como elas aprendem o idio-
ma, absorvem também os costumes e os padrões de
valores. Não é porque o bebê não sabe o que é fu-
mar ou brigar que tais comportamentos podem
ocorrer na frente dele. E todos sabemos, a criança
é muito sensível aos efeitos da nicotina, que ela ab-
sorve passivamente. Brigas, por exemplo, transmi-
tem emoções negativas que ficam registradas na
memória vivencial, mesmo que o bebê ainda não
esteja amadurecido neurologicamente para ter me-
mória consciente.

14 • QUEM AMA, EDUCA!


conversas com

A criança, então, aprende pelo relacionamento


afetivo que outro ser humano estabelece com ela e
também com o que presencia do relacionamento
entre seus pais. Por isso, todo cuidado é pouco.

CRIANÇA PRECISA BRINCAR COM CRIANÇA


Esse é um alerta necessário, num momento em
que o número de filhos diminuiu bastante em rela-
ção ao das gerações anteriores e há muitos milhares
de filhos únicos no Brasil: apesar de as crianças se
divertirem muito com os adultos, a convivência so-
mente com eles, por mais preparados que sejam,
não é a ideal, pois não oferece referências sobre as
próprias crianças.
É, ao contrário, através do convívio com outras
crianças que elas se vêem, trocam olhares e se
identificam, formando uma imagem de si mesmas.
Crianças maiores costumam brincar no cor-
po-a-corpo, até mesmo brincar de brigar. Estão se
avaliando, formando padrões comparativos com
outros do mesmo tamanho. É bastante comum uma
das crianças exagerar na força e a outra, ao sentir-se
atingida, reagir: “Ah, é? É para valer? Agora você vai
ver!”, e partir para a agressão. O limite entre a brin-
cadeira e a briga foi rompido. E isso é ter referên-
cias infantis.

15
N este primeiro livro da série
Conversas com Içami Tiba,
você encontra uma cuidadosa
seleção e adaptação dos me-
lhores textos já publicados
pelo autor, que é médico psi-
quiatra, psicoterapeuta, psico-
dramatista e autor de vários
best-sellers, entre eles: Quem
Ama, Educa! e Adolescentes:
Quem Ama, Educa!
Aqui, são comentados as-
suntos cotidianos, presentes
em todas as famílias brasi-
leiras, resumidos de maneira
prática para consulta, num
formato de livro que você po-
derá levar a qualquer lugar!
No primeiro volume o autor
aborda os seguintes temas:

• Quem Ama, Educa!


• Seja Feliz, Meu Filho
• Ensinar Aprendendo

Nesta excelente obra, Dr. Tiba


orienta pais, professores e fa- 62792
ISBN 978-85-99362-19-8
miliares a educar as crianças
em casa, na escola e para a
vida. Leia também o volume 2
desta coleção! 9 788599 362198

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