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O QUE A ESCOLA DEVERIA APRENDER ANTES DE ENSINAR?

Primeiramente faz uma comparação entre as escolas e seu funcionamento com


fábricas e suas linhas de produção. Ao fazer este paralelo, cita características que
ambas possuem, tais como: o sinal sonoro, a carga horária e a divisão de
disciplinas. Com isso, deixa claro que esse modelo de escola tem um formato
mecânico de ensino, ou seja, como deve ocorrer esse ensinamento dentro da escola
pré-estabelecido.

O que chama mais atenção é o questionamento da contextualização dos conteúdos,


pois na escola, que ela cita, o professor ensina o conteúdo programático mesmo que
esse conteúdo não faça sentido algum para os alunos. Na realidade, esse professor
está mais preocupado em dar conta de terminar todo o conteúdo, como ela mesma
diz, o importante é decorar, e depois, nas provas, o aluno provar que sabe e pronto!

Isso nos leva a um questionamento muito importante: O que ensinar, e como ensinar
os conteúdos para nossos alunos? Pois bem, antes de tudo devemos ter em mente
que a escola é um lugar para formar seres pensantes e autônomos de ideias, e é
exatamente, por isso, que nem tudo vai ter resposta certa ou errada. Na verdade,
haverão possibilidades a serem exploradas; enigmas a serem desvendados; ideias
a serem defendidas.

Só é possível formar cidadãos em convívio social, pois devemos estar inseridos em


uma sociedade e a escola com toda certeza deve contextualizar essa experiência
para que o aluno saiba como é viver em sociedade, dando o devido valor e respeito
a cada membro que compõe essa sociedade em que está inserido.

A escola não pode ser um local isolado, ela tem que ser algo que faz sentido para
que o aluno compreenda a sua função. Mas, para que isso aconteça, a escola tem
que ser um ambiente prazeroso e seu contexto fazer sentido na vida de seus
frequentadores (professores e alunos). Não que as disciplinas não devam ser
ensinadas, elas apenas têm que ter significação na vida dos alunos.

A escola tem que parar de ser um lugar de “punição” e “obrigação” e passar a ser
um lugar de aprendizado mútuo e significativo. Seus frequentadores não podem
sentir-se coagidos a aprender por medo de uma punição, mas, pelo contrário, se
sintam estimulados a buscar conhecimento e convívio social para aprimorar seus
relacionamentos intrapessoais e interpessoais e aquisição de conhecimentos.

CONCLUSÃO

Ao assistir o vídeo percebemos que a escola ainda está bem longe de ser de fato o
que deveria, pois desde sua criação, ela tem fins de “alienar” e direcionar as
pessoas para aquilo que serão quando crescerem. Entretanto, os tempos mudaram
e a função da escola também, mas, isso infelizmente só na teoria, pois na prática a
escola ainda não perdeu suas características de raiz.

Em nossa concepção, a escola deve passar por uma grande mudança para se
adequar aos tempos atuais, pois entendemos que na escola formamos cidadãos
críticos e pensantes, e é exatamente assim que deve ser.

O ambiente escolar não deve ser um lugar de apenas absorção de conhecimentos,


mas sim, um lugar de troca de ideias, de convívio social e de respeito mútuo. Afinal,
é na escola que as crianças e jovens passam a maior parte do tempo, e se for um
lugar agradável, se tornará bem mais atrativo, tanto para os professores, que estão
ali para fazerem seu trabalho, quanto para os alunos, que se sentirão mais atraídos
a aprender.

Ao analisar todo o contexto, percebemos que a escola (tanto espaço físico, quanto
corpo docente), tem o dever de promover um ambiente agradabilíssimo e
contextualizado, para que o aprendizado faça sentido para o aluno. Assim, mostrará
o quão importante será aquele conteúdo em sua vida. Portanto, acreditamos que
para que isso ocorra, a mudança deve partir de dentro para fora, ou seja, com
professores mais motivados a fazerem a diferença. A partir do momento que uma
pessoa se dispôs a ser um educador, é porque assim como nós, tem vontade de
fazer a diferença em alguém, e acima de tudo, gerar mudança. Para isso, buscar
condições melhores para a educação já é o início de uma mudança.