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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - UFAL

Nome: Jonhn Leno Mariano de Lima Prof: Cristina Viana


Disciplina: Organização de Trabalho Acadêmico - OTA Período: 2ª

Fichamento

Jonhn Lima1
Continuação do texto: Ensaio sobre o Entendimento Humano, de John Locke,
Livro II, capítulo 27, Da Identidade e Diversidade. ( parágrafos de 10-20)

§10. Locke afirma que a consciência constitui a identidade pessoal, mas ressaltando que deverá
investigar, que ela seria uma mesma substância idêntica, em que, poucos duvidavam, trazendo
em seguida um problema da consciência, o esquecimento, que rendemos pouco do que
vivermos em nosso passado, e também no sono, que há ausência de pensamento.

§11. Segundo o filósofo, todas as partes de nosso corpo, fazem construir um eu pensante, ou
seja, cada membro do corpo são para si mesmo, preocupando com eles, se por acaso
amputassem uma das mãos, aquela mão não iria sentir o que sentia antes, como frio ou calor,
pois a substância sofreu uma variedade de tempo.

§12.O filósofo, traz duas questões nesse parágrafo, a primeira é se a substância do corpo,
sofresse alguma mudança, ainda assim seria a mesma pessoa, e a segunda que se continuasse
sendo a mesma pessoa, pode ser distintas pessoas. O filósofo respondendo a primeira questão,
que a identidade pessoal é preservada de forma distinta da identidade da substância, bem como
em outros animais, que a identidade animal é preservada na identidade da vida, não na
substância, o filósofo estando em contraposição em relação aos cartesianos, que não aceitavam
ser comparados a animais.

§13. Locke, continua respondendo essa questão se a mesma coisa pensante possam muda, ela
pode ser a mesma pessoa, levando em consideração que a consciência seria uma representação
do presente de ações passadas, e que em relação às coisas pensantes, uma consciência possa
transferir substância imaterial para outra coisa pensante, seria possível duas substâncias ser
uma única pessoa.

§14.Para responder a segunda questão, na permanência da mesma substância imaterial, seria


duas pessoas diferentes. O filósofo responde que para solucionar a questão deverá entender
mesma substância imaterial, estando ciente do passado, bem como, pôde recuperar a
consciência passada no presente, a mesma substância imaterial sem a mesma consciência, não
iria forma a mesma pessoa, estando unida por outro corpo, nem tampouco a consciência unida
em outro corpo seria a mesma pessoa.

§15.Locke, em conclusão da segunda questão, se por acaso fosse apenas mudada a consciência
para outro corpo, seria difícil manter a mesma pessoa, exceção para quem acreditar que a
consciência seja a alma do indivíduo, exemplificou se por acaso, a alma de um Príncipe

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Graduando em Filosofia pela Universidade Federal de Alagoas - UFAL — Campus Ac. Simões.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - UFAL
Nome: Jonhn Leno Mariano de Lima Prof: Cristina Viana
Disciplina: Organização de Trabalho Acadêmico - OTA Período: 2ª

estivesse em um corpo de um sapateiro, para todos as outra pessoas ele continuaria como
um sapateiro, menos para si mesmo. O filósofo afirma que baseando em nossos conceitos, a
respeito de espírito, homem ou pessoa, podemos determinar se é a mesma pessoa ou não.

§16.Segundo Locke, a consciência iria forma a mesma pessoa, sendo alma ou substância de
material, porém dependendo de como e onde esteja, não constituir a mesma pessoa, a pessoa
não seria a mesma hoje como foi ontem, pois a sua consciência seria diferente, com efeito ao
que fui no passado, consciência do passado em relação ao que fiz no último momento.

§17.Para o filósofo, o eu seria depende da consciência, sendo o eu a coisa consciente pensante,


estando consciente da dor e do prazer, podendo ser feliz ou triste, ainda assim, está preocupada
com si mesma, se uma parte do corpo fosse retirada do corpo, não teria nada a ver com resto
do corpo, e a consciência não iria acompanhar o resto do corpo que foi retirada.

§18.Locke, inicia o estudo sobre o objeto de recompensa e punição, seria nessa identidade
pessoal fundada em direto de justiça dando para recompensas, bem como para punições, as
ações, consequentemente, seriam reconhecidas no presente, pois só na medida que, a parte do
corpo amputada pudesse mantê a consciência, estaria preocupada com si mesmo, como parte
isolada, não mais ao corpo.

§19.Continua o filósofo, que por meio disso, a identidade pessoal iria consiste não em
identidade de substância, que seria imaterial ou alma, mas em identidade de consciência.

§20.Locke finaliza o estudo sobre objeto de recompensa e punição, como em uma suposição
que caso, percamos a memória de algumas partes de vida, mesmo se eu não soubesse dos
acontecimentos que fiz, não teria feito os acontecimentos, aqui o eu se aplica, somente ao
homem, não a identidade da consciência, assim o homem em diferentes fases de seu tempo,
possui diferentes representações, pois compartilha distintas consciências, por exemplo as leis
jurídicas não puniram um louco pelos erros de um homem sensato e assim vice-versa, pois a
consciência o definiria como sensato, assim em termos ingleses, o homem está fora de si, pois
a consciência não está nele seria no caso duas pessoas: a sensatez e a insensatez.