Sie sind auf Seite 1von 7

AÇÃO MONITÓRIA

Foi inserido em 1994. Art. 1102 ABC e parágrafo único do Código de Processo
Civil.

Preocupação com o credor com documentos sem força executiva que precisam
submeter ao processo de conhecimento.

Ela possibilita ao credor munido de documento escrito que comprove o crédito


sem força executiva, possa se valer de uma ação a forçar o devedor a pagar, sem
necessidade do Processo de Conhecimento. Abreviando o processo de conhecimento
com a obtenção imediata de um titulo executivo extrajudicial.

Natureza Mista – inicia como execução, pode transmudar-se em processo de


conhecimento, ou ainda, abrirá a execução de um titulo executivo judicial para uma
sentença.

Há necessidade que tenha prova escrita de seu crédito, documento que estampe
seu crédito sem força executiva, pois se tiver força executiva promove a execução
direta.

Documento sem força executiva – Aquele que não se enquadra no artigo 585 do
CPC, ou faz parte do rol, mas perdeu a executividade (prescrito).

Natureza Mista – Inicia com a ordem de pagamento e vai cumprir por execução.

Objeto – Soma em dinheiro ou a entrega de coisa certa (gênero e quantidade)

Não é possível na Ação Monitória, obrigação de fazer ou executar de entregar


um imóvel.

Se o Réu cumprir a obrigação em 15 dias da juntada do mandado aos autos, fica


isento de custas e honorários, o próprio autor arca com as despesas.
Porém se não pagar e não oferecer resistência (defesa), o credor obtém de
imediato um titulo executivo judicial, independente de qualquer pronunciamento
judicial. Art. 1102 CPC, e cumprimento de Sentença pelo 475 – M, já não pode mais
discutir a divida em si. (PRECLUSÃO)
No prazo de 15 dias o réu pode oferecer embargos monitórios, como peça de
defesa, cai nas próprias custas, com liberdade de discutir a relação processual. (Mérito e
Processual)
Fazendo assim, que se converta o processo em ação de conhecimento, se não
oferecer Embargo, não se transforma em Ação de Conhecimento.
A prescrição antes era de 20 anos, só que com o Código Civil de 2002, artigos
205 e 206 §3º e § 5º - Ação Monitória – 10 anos (205) e no artigo 206 em 5 anos para
casos de documento publico ou particular, pois não é mais titulo de crédito, pois o
crédito é exigível com a sentença (mandado).
Se tratando de cheque, 30 dias após a data de apresentação do cheque, mais 6
meses (180 dias).
A legitimidade ativa é do portador do título ou daquele que estiver indicado no
título.
A legitimidade passiva é daquele que estiver indicado como devedor (obrigado)
ou terceiro (fiador).
A sentença é suscetível de apelação.

EMBARGOS DE TERCEIROS (Artigo 1046 e seguintes do CPC)

Responsabiliza o devedor ou terceiro com essa responsabilidade (garantidor de


dívida ou aquele a quem a lei estabelece fazer cumprir a dívida) responde com o
patrimônio pessoal.
Mas se por ventura houver uma constrição para um terceiro que não tem haver
com a dívida.
Os Embargos de Terceiro é remédio legal para aquele que não sendo parte na
obrigação, venha a ter seus bens atingidos por uma ordem judicial, lhe sendo
possibilitado sanar essa constrição através de Embargos de Terceiro.
Ex.: penhora, busca e apreensão, arresto, seqüestro, arrecadação de bens, ordem
indisponibilidade, ordem desbloqueio.

Objetivo – Turbação ou Esbulho dos bens por ordem judicial.


Terceiro – conjugue, para defender sua meação, quando a constrição será a todos
os bens do casal.

* Fraude contra Credores – Alienação de bens entre a data da constituição da


divida e o ingresso da Ação de Cobrança. Para conseguir a anulação deste ato, deve-se
promover Ação Pauliana, que é uma ação de conhecimento para anular o “ato lesivo”.

* Fraude à Execução – Alienação de bens após a citação para a execução.

Então o Réu pode argüir fraude a execução pelos Embargos de Terceiros,


tornando ineficaz a venda. Já a fraude contra credores não pode ser usada em Embargos
de Terceiros.
O conhecimento da fraude de execução torna ineficaz a alienação, voltando para
o patrimônio do devedor.
Para ser reconhecido como terceiro não pode ter participado do processo
principal. Portanto a legitimidade ativa é ter bens atingidos por ato judicial e não fazer
parte do processo principal.
A legitimidade passiva pode ser do autor ou do réu a execução, vai depender do
ato praticado, se o bem for indicado pelo credor, ele será o réu. Se for indicado pelo
devedor, ele é o réu dos Embargos de Terceiro.
Quando o ato é praticado de oficio (Oficial de Justiça), o credor que será o réu ,
pois caberá a ele rejeitar o bem.
Os Embargos de Terceiros são Ação Autônoma, mas corre em apenso ao
processo principal, ante a prevenção do juízo.
O Juízo competente é aquele que determinou a pratica do ato. Qual o juiz
competente em caso de carta precatória? Nesse caso o juiz que determinou o ato, este
que fixa a competência, aquele que determina a pratica do ato.
Os Embargos suspendem o processo principal.
Se for demonstrada a prova da condição de terceiro e de que estava na posse do
bem, o juiz pode conceder a liminar de manutenção de posse ou restituição do bem,
caso tenha sido apreendido, normalmente condicionado a prestação de caução.
A liminar é suscetível de agravo.
PRAZO DEFESA : 10 DIAS
Propositura dos Embargos: 2 momentos
Processo Conhecimento – Transito e Julgado
A execução ou cumprimento de sentença, 10 dias após a arrematação ou
adjudicação, mas sempre antes da expedição da carta – documento de transmissão de
propriedade.
Execução Normal – avaliado o bem, pode credor adjudicar o bem, antes da hasta
pública ou apresentar um comprador direto. (não precisa de
hasta pública).

Sentença que julgar os Embargos de Terceiro => APELAÇÃO

• Imóvel para moradia – transito próprio de execução.

AÇÃO DE ALIMENTOS

Lei 5.478/1968

Veio estabelecer meios para quem podia receber, conseguir valer esse direito.
Essa lei é para quem faz jus a esses direitos por laço de parentesco.
Pode ser prestado de ascendente para descendente.
Se tratando de menor a necessidade é presumida, porém comporta exceções, por
exemplo quando o menor tem renda, por isso é presumida.
Os maiores quando pleiteiam alimentos precisa demonstrar a necessidade,
provando que não tem condições de se sustentar (impossibilidade de trabalhar, não tem
previdência, doença).
Nas decisões judiciais precisa de parentesco, é prova, pois ninguém é obrigado a
sustentar pessoas capazes.
Peculiaridade => Audiência UNA => (conciliação, instrução e julgamento,
contestação).

Petição Inicial => Recebida => Fixa no despacho inicial alimentos


provisórios/tutela antecipada => Sendo Reversível.
Verossimilhança (prova inequívoca) + parentesco
Perigo de dano irreparável para menos é presumido.
Uma vez fixados são devidos desde esta data.
Na fixação dos alimentos provisórios o valor fixado é de acordo com o binômio:
“Necessidade x Possibilidade” (não existe regra, deve ser analisado caso a caso).
O Réu é citado para audiência e se não houver conciliação tem que apresentar
defesa. Pode cada parte levar 3 (três) testemunhas (OAB). Se tem menor é obrigatória a
intervenção do Ministério Público. O juiz prolata sentença em audiência.
A sentença faz coisa julgada formal, mas pode ser modificada a qualquer tempo
para mais ou para menos, e também pode haver a cessação de obrigação
(maioridade/término de curso superior se o curso o impeça de trabalhar), ou seja, capaz
de se auto sustentar.
A decisão de concede alimentos provisórios => cabe Agravo.
A decisão final => Apelação.
Se tem acordo evita 50% da sucumbência.
Quem paga alimentos não pode pedir restituição.
Ação de Exoneração de Pensão => caso não concorde com a extinção da
obrigação.

CURATELA

Quando nascemos somos sujeitos de direto inerentes a personalidade,


indisponíveis, para exercitá-lo tem que ter capacidade plena.
Até os dezesseis anos é representado pelos pais, caso não tenha pai o Estado
nomeia um representante para representá-lo ou assisti-lo, este será o TUTOR.
Quando atinge os dezoito anos adquire a capacidade plena, se tem uma
determinada moléstia e não tem discernimento o Estado nomeia um representante ao
maior que não tem discernimento => CURADOR.
As pessoas que estão sujeitas: doentes mentais, surdo e mudo que não
freqüentaram a escola e não sabem se expressar, acometido de traumas e doenças
mentais degenerativas, pródigos e tóxicamos.
Ação de interdição ou curatela => quem avalia é o médico psiquiatra
(habilitação para isto). => doentes mentais quem não tem discernimento.
Idade não é motivo para ser interditado, precisa não ter discernimento.
Os pródigos é uma doença.
Os atos praticados a partir dos dezoito anos são anuláveis, seu efeito é ex nunc,
só atinge atos futuros. Os atos anteriores terão que ser anulados (não são nulos).
Quem pode pleitear:
O Cônjuge
Ascendente e Descendente
Ministério Público

Se houver necessidade o juiz pode antecipar a interdição, nomeando um curador.


O réu é citado para ser interrogado, independente de situação recebida, será
citado e é valido.
O juiz pode dispensar o interrogatório se for evidente que não pode se expressar.
Não existe revelia no processo de interdição, pois sempre vai ter um defensor. O
defensor não pode concordar e faz a contestação com negativa geral. Ele não tem poder
para confessar.
Obrigatória a participação do Ministério Público sob pena de nulidade. Artigo
814 do Código de Processo Civil.
Após apresentar defesa e vistas do Ministério Público – Juiz determina perícia,
as partes podem indicar assistentes técnicos.
A decisão não faz coisa julgada no tribunal, pode ser revista a qualquer
momento, cessando a interdição.

HIPOTECA LEGAL => Torna indisponível o patrimônio.


O curador aceita se quiser, porém pode responder por abandono.
O curador pode ser substituído a qualquer tempo, destituído nos próprios autos.

A interdição tem que ser averbada no registro público e ser publicada em edital e
na imprensa.
A decisão que defere ou indefere => APELAÇÃO

O Curador Especial – 5 dias para defesa contado do dia subseqüente da


intimação.

SEPARAÇÃO / DIVÓRCIO

Separação: Tem um projeto de lei aprovado para por fim a separação, ela
desobriga o dever de co-habitação e fidelidade.
Lei 6.515/77 – Divórcio => Rompe Dogmas Religiosos.

CC – tem um dispositivo que fala de manter o casamento se for prejudicial para


a família.