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FACULDADE SÃO FRANCISCO DE JUAZEIRO-BA

Credenciada pela Portaria nº 2.929 de 24/08/2005 – DOU do dia 26/08/2005


Sociedade Educacional do Vale do São Francisco Ltda.
Curso de Fisioterapia - Portaria no 324, de 8 de agosto de 2011

PLANO DE
DESENVOLVIMENTO
INSTITUCIONAL

JUAZEIRO
2015 - 2019

FACULDADE SÃO FRANCISCO DE JUAZEIRO - FASJ – PDI 2015 - 2019 1


FACULDADE SÃO FRANCISCO DE JUAZEIRO-BA
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SUMÁRIO

1 PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 06


1.1 Apresentação 06
2. IDENTIFICAÇÃO 06
2.1 Dados da Mantenedora 06
2.2 Dados da Instituição 07
2.3 Histórico 07
3. PERFIL INSTITUCIONAL 10
3.1 Missão 10
3.2 Visão 10
3.3 Princípios norteadores 10
3.4 Objetivos e metas 12
3.5 Metas 15
4. INSERÇÃO REGIONAL 16
4.1 Polo Petrolina - Juazeiro evolução e desenvolvimento 17
4.2 Fatores determinantes do desenvolvimento regional 20
4.3 Crescimento econômico 21
4.4 Eixo econômico Juazeiro/Petrolina 24
5 PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS E TEÓRICO-METODOLÓGICOS GERAIS 24
QUE NORTEIAM AS PRÁTICAS ACADÊMICAS DA INSTITUIÇÃO
5.1 Políticas de Gestão Acadêmica 24
5.2 Políticas de Ensino de Graduação 28
5.3 Políticas de Pesquisa e de Iniciação Científica 29
5.4 Políticas de Extensão 29
5.5 Políticas de Pós-Graduação 30
5.6 Educação Inclusiva 30
5.7 Responsabilidade Social 32
6 PLANO PARA O ATENDIMENTO ÀS DIRETRIZES PEDAGÓGICA 35
6.1 Organização Didático-pedagógicas 35
6.2 Perfil do Egresso e Perfil do Profissional 36
6.3 Seleção de Conteúdos 37
6.4 Princípios Metodológicos e Práticas Pedagógicas 38
6.5 Práticas Profissionais e Atividades Complementares 40
6.6 Estágios e Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) 42
6.7 Flexibilidade dos Componentes Curriculares 44
6.8 Oportunidades Diferenciadas de Integralização dos Cursos 44
6.9 Avanços Tecnológicos 45
6.10 Avaliação Da Aprendizagem 45
6.10.1 Formas de avaliação 46
6.10.2 Rendimento escolar 46
6.10.3 Revisão das avaliações 47
7 OFERTA E DESENVOLVIMENTO DOSCURSOS DE GRADUAÇÃO E PÓS 47
– GRDUAÇÃO, EXTENSÃO E INICIAÇÃO CIENTÍFICA
7.1 Graduação 47
7.2 Pós – Graduação Lato Sensu 47
7.3 Extensão 48
7.4 Programas de Iniciação Científica 48
8 COMUNICAÇÃO COM A SOCIEDADE 49

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8.1 Comunicação Interna 49


8.2 Comunicação Externa 49
8.3 Relações e Parcerias com e Comunidade, Instituições e Empresas 50
8.4 Cooperação e Parcerias com Instituições e Empresas 50
8.5 Ouvidoria 51
9 ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAL 51
9.1 Estrutura organizacional 52
9.2 Corpo Docente 52
9.2.1 Critérios de Seleção e Contratação de Docentes 70
9.2.2 Plano de Carreira e Regime de Trabalho 70
9.2.3 Política de Capacitação e Qualificação dos Docentes 71
9.3 Corpo Técnico-Administrativo 75
9.3.1 Plano de Cargos d Salários e Regime de Trabalho 76
9.3.2 Critérios de Seleção E Contratação 77
9.3.3 Política de Capacitação e Qualificação do Corpo Técnico-Administrativo 77
10 POLÍTICAS DE ATENDIMENTO AOS DISCENTE 77
10.1 Acesso, Seleção e Permanência 77
10.2 Políticas de Permanência nos Cursos 79
10.3 Nivelamento 81
10.4 Programas de Apoio ao Desenvolvimento Acadêmico dos Discentes 84
Referentes à Realização de Eventos
10.5 Organização Estudantil 86
11 ACOMPANHAMENTO DOS EGRESSOS E CRIAÇÃO DE 88
OPORTUNIDADES DE FORMAÇÃO CONTINUADA
12 PLANEJAMENTO DA INFRAESTRUTURA 88
12.1 Salas De Aula 89
12.2 Outros Espaços De Uso 90
12.3 Instalações Administrativas 90
12.4 Condições De Iluminação, Ventilação E Acústica 90
12.5 Cronograma De Expansão Das Instalações Físicas 91
12.6 Infra-Estrutura Planejada Para Portadores De Necessidades Especiais 91
Portaria Ministerial 1679/99
12.7 Política Para Infraestrutura 91
12.8 Biblioteca 92
12.9 Laboratórios 94
13 PLANO DE EXPANSÃO DA INFRAESTRUTURA FÍSICA 95
13.1 Política De Inovação 95
13.2 Políticas De Educação Inclusiva 96
13.3 Política De Informação E Comunicação Interna 98
13.4 Política De Informação E Comunicação Externa 99
13.4.1 Meios De Comunicação Institucional 99
13.4.2 Informação Ao Professor 100
13.4.3 Informação Ao Aluno 100
13.4.4 Webmail 101
13.4.5 Portal do aluno 101
14 METODOLOGIA, DIMENSÕES, PROCEDIMENTOS E INSTRUMENTOS 101
AVALIATIVOS
14.1 Programas de Acompanhamento e Avaliação 102
14.1.1 Avaliação do Ensino de Graduação 102
14.1.2 Avaliação Interna ou Autoavaliação 102
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14.1.3 Avaliação Externa 103


14.2 Diagnóstico das Condições de Ensino 103
14.3 Avaliação das Condições de Infraestrutura e Serviços 103
14.4 Cronograma de Implantação da Avaliação Institucional 103
14.5 Formas de Participação da Comunidade Acadêmica e Técnico-Administrativa 105
e Atuação da Comissão Própria de Avaliação (CPA)
14.6 Formas de Utilização dos Resultados das Avaliações 105
14.6.1 Planejamento e ações acadêmico-administrativas a partir dos resultados das 107
Avaliações
14.7 SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA, TENDO EM VISTA O SIGNIFICADO 108
SOCIAL DA CONTINUIDADE DOS COMPROMISSOS NA OFERTA DA
EDUCAÇÃO SUPERIOR
14.7.1 Compatibilidade entre a proposta de desenvolvimento da IES e o orçamento 108
previsto
14.7.2 Alocação de recursos para manutenção das instalações e atualização de 108
equipamentos e materiais
14.7.3 Alocação de recursos para a capacitação de pessoal docente e técnico- 108
administrativo
14.8 Previsão orçamentária e cronograma de execução 109
14.9 Valores dos Cursos da FASJ em 2017 114
14.10 Planos de Investimentos 114

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1. PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

1.1. Apresentação

De acordo com o Decreto n. 5.773, de 09/05/2006, e segundo as orientações do

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Ministério da Educação, o Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI é “Um documento em


que se definem a missão da instituição de ensino superior e as estratégias para atingir suas
metas e objetivos.” (MEC/SESU, 2009).
Para a Faculdade São Francisco de Juazeiro - FASJ, como faculdade privada, é
imperativo que sua ação decorra de um planejamento que leve em conta uma análise
situacional fundamentada em seu trajeto histórico, seus problemas, dificuldades e
possibilidades e, principalmente, na sua condição de instituição particular destinada a cumprir
uma finalidade com responsabilidade social. Desse modo, ao delinear o seu plano institucional,
a FASJ deve ser capaz de pensar estrategicamente o seu futuro, considerando os interesses,
as necessidades e demandas da maior parte da sociedade na qual está inserida e definir, com
clareza, as metas que pretende atingir.

2. IDENTIFICAÇÃO

2.1 Dados da Mantenedora

SOCIEDADE EDUCACIONAL VALE DO SÃO FRANCISCO


NOME
LTDA - ME
Rua do Paraíso, nº 800, Bairro Santo Antônio - CEP 48.903-
ENDEREÇO
050
CIDADE Juazeiro BA
Última Alteração Contratual registrada no 5º Ofício de Notas
ATOS LEGAIS Registro Civil e Protesto de Guara I - DF registrado sob o nº
97547858 em 29/02/2016.
CNPJ 16.682.807/0001-91
Educação, o Ensino, a Investigação e a Formação
FINALIDADE Profissional, bem como o Desenvolvimento Científico,
Tecnológico, Filosófico e Artístico.

2.2 Dados da Mantida

IES FACULDADE SÃO FRANSCISCO DE JUAZEIRO - FASJ


ENDEREÇO Rua do Paraíso, nº 800, Bairro Santo Antônio – CEP 48.903-050
CIDADE Juazeiro BA

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ATOS LEGAIS Credenciada pela Portaria nº 2.929 de 24/08/2005


FONE (74) 3611-7672
DIREÇÃO Profª. Letícia Lima Nogueira Coelho
GERAL:

2.3 Histórico

A Faculdade São Francisco de Juazeiro – FASJ está situada geograficamente ao norte


da Bahia, é uma das poucas cidades do Nordeste onde se pode conciliar desenvolvimento
econômico com qualidade de vida, pois tem uma localização privilegiada, o que lhe dá o mérito
de ser a principal cidade do norte baiano, tendo à margem direita o Rio São Francisco, a 504
quilômetros de Salvador.
O marco inicial da Faculdade São Francisco de Juazeiro – FASJ foi à fundação de sua
mantenedora no dia 14 em janeiro de 1994, intensificando, a partir de então. A FASJ é uma
instituição de Ensino Superior privada, autorizada a funcionar conforme parecer CES/CNE nº
1.610/2005, de 24/08/2005, Portaria Ministerial n.º 2.929 de Agosto de 2005 sendo ofertados os
seguintes cursos:

Quadro 1 – Cursos de graduação ofertados pela FASJ


CURSOS AUTORIZAÇÃO RECONHECIMENTO
Portaria 265 de 19/07/2011
Portaria 2.930 de
Administração Renovação de reconhecimento
24/08/2005
Portaria 574 de 30/09/2016
Portaria 2.931 de
Ciências Contábeis Portaria 301 DE 08 de julho de 2016
24/08/2005
Comunicação Social - Portaria 215 de 31/10/2012
Portaria 2.932 de
Publicidade e Renovação de reconhecimento do
24/08/2005
Propaganda curso Portaria 574 de 30/10/2016
Portaria 324 de
Fisioterapia Em processo de reconhecimento
08/08/2011
Portaria 202, de 02 de
Enfermagem -------------
junho de 2016

Portaria 463, de 09 de
Pedagogia -------------
setembro de 2016
Portaria 771, de 01 de
Engenharia civil -------------
dezembro de 2016
Gestão de Recursos Portaria 770, de 01 de
-------------
Humanos dezembro de 2016
Tecnologia em Gestão Portaria 770, de 01 de
-------------
Pública dezembro de 2016

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Considerando-se a força econômica e social pelo qual passa a região do médio São


Francisco, e a necessidade de novos profissionais e de novas tecnologias na área de saúde, a
Faculdade São Francisco de Juazeiro buscou se integrar nesse contexto, com vistas a fazer
parte de um processo contínuo de crescimento e valorização do ser humano, buscando junto a
esta comunidade o fortalecimento dos valores de ética, cidadania e preservação a saúde. A
FASJ implantou os cursos de Bacharelados em Enfermagem, Engenharia Civil, Fisioterapia, os
cursos de tecnólogos em Gestão Pública e Gestão de Recursos Humanos.e Licenciatura em
Pedagogia.
Após 03 (três) anos sem realizar processos seletivos, a FASJ retomou suas atividades a
partir do primeiro semestre de 2013. No primeiro semestre de 2014, em plena atividade
acadêmica, a FASJ passou por uma mudança de gestão, conforme processo de Transferência
de Mantença em trâmite no MEC sob o n° 201352822, protocolado em 16 de agosto de 2013. A
nova diretoria ao assumir a administração da FASJ, passou a transformar suas propostas em
um novo Projeto Institucional, o qual foi sendo ampliado e completado em um processo coletivo
de discussões realizadas com membros da comunidade acadêmica e com os seus principais
gestores, nos primeiros meses de gestão, e que teve como resultado uma nova proposta para
o Plano de Desenvolvimento Institucional, contextualizado em relação ao seu ambiente externo
e interno, à cultura institucional, às oportunidades e eventuais dificuldades, definindo uma
direção que adeque suas políticas e ações educacionais a novas demandas institucionais e
sociais.
O momento é de fortalecimento da FASJ, da busca pelo conhecimento de sua
excelência regional, investindo em novos cenários a partir dos múltiplos olhares dos atores que
constituem a Instituição, de maneira democrática, transparente e ética. O documento consolida
a definição da missão, das diretrizes e proposições políticas, do plano de gestão, evidenciando
os objetivos, metas globais e ações a serem alcançados no período 2015-2019, definidos com
base na análise situacional realizada pela CPA – Comissão Própria de Avaliação e na visão
dos diversos cenários possíveis para o Ensino superior no País.
Neste caminho o documento vem orientar a comunidade universitária e, sobretudo,
registrar o compromisso de uma gestão estratégica pautada no ambiente participativo e
sistemático. A FASJ entende que para contribuir com a transformação social sustentável, é
preciso valorizar e destacar as melhores práticas acadêmicas, do ensino, da iniciação
científica, da extensão e da gestão, atendendo à qualificação técnica, formal e social,
reafirmando sua missão de Instituição de Ensino Superior.
Voltada para a formação educacional superior, a FASJ é uma instituição que busca a

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excelência acadêmica. Ciente de sua responsabilidade como instituição formadora de recursos


humanos, atua, desde agosto de 2005, de forma sistêmica na formação de profissionais de
nível superior, colaborando assim com o processo de desenvolvimento econômico sustentável
regional e social.
A qualificação profissional da FASJ se expressa na formação de seu quadro docente,
constituído de professores experientes, com formação acadêmica de especialistas, mestres e
doutores. A Instituição possui um prédio com dois blocos locados com área construída total de
3.255,5 m2, com um terreno de 5,17 ha, sito à Rua do Paraíso, 800 – Bairro Santo Antônio, na
cidade de Juazeiro-BA. O imóvel teve seu contrato de locação renovado em 31 de janeiro de
2018 tendo como base o prazo de encerramento do contrato em 01 de junho de 2036. A
instituição ministra um ensino voltado para a interação entre teoria e prática, buscando a
interdisciplinaridade, a transversalidade e a multidisciplinaridade, mesclando conteúdos e
tendências de ensino necessário para a formação ampla de seus alunos.
Com essa estrutura e sempre buscando inovações pedagógicas e didáticas, a FASJ
tem como princípio adotar práticas metodológicas de ensino que levem ao preparo dos alunos
para a realidade de mercado que os espera, por meio de atividades que propiciem uma práxis
constante, já na própria base do eixo epistemológico da instituição. Assim, os alunos são
motivados a explorar a teoria e, através de simulação de casos concretos, aplicarem nas
atividades práticas dos cursos e nas do estágio supervisionado os conhecimentos acadêmicos
em situações de enfrentamento semelhantes às que farão parte do cotidiano profissional em
suas áreas de atuação, num constante aprender fazendo. Em 2003, foi iniciada a construção
do primeiro Plano de Desenvolvimento Institucional com vigência no quinquênio de 2005/2009.
Porém, quanto à diretriz acadêmica e pedagógica dos cursos autorizados, a FASJ logrou
cumprir a sua programação, tendo inclusive melhorado a sua estrutura física, ampliando seus
laboratórios e seu acervo bibliográfico.
Em 2013/2, a instituição elaborou o segundo Plano de Desenvolvimento Institucional,
devido a mudança de mantença e assim, para vigorar no quinquênio de 2015-2019,
processando alterações em sua missão, objetivos, metas, diretrizes pedagógicas, infraestrutura
e outros aspectos que possibilitam executar com qualidade os cursos autorizados e em
funcionamento.

Nesse período, a FASJ também pretende implementar os cursos de bacharelado em


Biomedicina, Direito, Agronomia, Arquitetura, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica,
Farmácia, Medicina, Nutrição, Odontologia, e cursos de Licenciatura em Educação Física,
Tecnologia em Gestão da Informação e Tecnologia em Gestão do Agronegócio.
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3. PERFIL INSTITUCIONAL

3.1 Missão

A missão da IES busca afirmar o que é a FASJ em termos de seus princípios essenciais
e permanentes. E ainda, expressa sua razão de ser em relação às outras instituições similares,
identificando sua história e a sua linha de ação no contexto das Instituições de Ensino Superior
que tem por missão institucional:

‘” Buscar, por meio do ensino, da iniciação científica, a formação do profissional


responsável dentro dos princípios da cidadania, dos direitos humanos, da
inclusão social, tendo em vista contribuir para o seu contínuo aprimoramento
ético-sócio-cultural e ambiental. O suporte operacional desta proposta
apoiando-se num tripé integrado por práticas educativas de nível superior,
valores ético-morais, conscientes de autossustentabilidade e totalidade crítica
do trabalho e dignidade da pessoa humana.”

3.2 Visão

Considerando a visão institucional como sendo a idealização de um sólido planejamento


e a articulação das aspirações das organizações a respeito de seu futuro, de onde a FASJ
pretende chegar e o que pretende conseguir em determinado tempo, esta IES tem por visão:
“Ser reconhecida nacionalmente como uma Instituição de Ensino
Superior de excelência em qualidade educacional”.

3.3 Princípios norteadores

No cumprimento de sua missão institucional, a FASJ tem como princípios norteadores:


a) Incentivo à paz, a inclusão social, a acessibilidade
b) Respeito ao princípio da dignidade da pessoa humana e à ética
c) Consciência para uma sociedade livre, justa e solidária
d) Desenvolvimento da cidadania, da fraternidade, solidariedade humana e respeito
às diferenças e ao direito de expressão, liberdade e consciência
e) Formação do profissional competente e responsável para o mercado de trabalho
f) Estímulo à criação científica e cultural, mediante o desenvolvimento do espírito

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crítico e reflexivo, promovendo a integração entre a ciência, a cultura e a arte


g) Criação de programas de educação continuada
h) Preservação do meio ambiente e da diversidade cultural
i) Prática de uma gestão democrática e participativa
j) Defesa do ensino privado de qualidade
k) Respeito aos princípios da legalidade, transparência, moralidade, publicidade,
eficiência, economicidade

A visão da FASJ é assumir a posição de um centro referencial na educação superior


em Juazeiro, visando dar respostas ágeis às necessidades da sociedade, a partir de novas
práticas pedagógicas. Para tanto deverá:
a) Cumprir os atos normativos determinados pelo MEC
b) Diversificar a oferta de cursos superiores de graduação, atendendo às contínuas
transformações da sociedade e do mercado de trabalho
c) Implementar a pesquisa, a iniciação científica e a extensão
d) Instituir cursos de pós-graduação
e) Estabelecer parcerias que organizem uma rede de interconexões entre o ensino
superior e as organizações empresariais correspondentes às áreas de atuação da
instituição
f) Firmar convênios com outras instituições de ensino superior no vale médio do São
Francisco, no Brasil e no exterior
g) Inovar suas práticas acadêmicas, pedagógicas e epistemológicas para um ensino
qualidade
h) Incentivar a qualificação continuada de seus profissionais
i) Planejar e executar a expansão da infraestrutura física
j) Proporcionar meios de integração da instituição com a sociedade

Assim, a FASJ, alinhada com a política educacional adotada no país e otimizando


seus recursos logísticos, materiais e humanos, pretende, de forma sistemática, adequar-se às
transformações tecnológicas da informação e aos interesses do contexto econômico, com o
compromisso de corresponder às demandas institucionais e sociais. Diante do contexto, a
FASJ elege como suas finalidades, ações para:
 Possibilitar o saber: compromisso com a busca do conhecimento, através do ensino e
pesquisa, comprometimento com a difusão, através da extensão, da cultura, historicamente
acumulada, e do conhecimento, tecnologia e arte produzida pela comunidade acadêmica .
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 Desenvolver o ser: comprometimento com a formação do ser humano capaz de exercer a


cidadania e pautar-se pelos princípios éticos adequados à sociedade brasileira.
 Fomentar o fazer: comprometimento com a formação de profissionais competentes no
exercício da própria profissão e capazes de assumir, com autonomia, o processo de formação
continuada; comprometimento com a formação do profissional dotado de responsabilidade
social e preparado para o trabalho em equipe.

3.4 Objetivos e Metas

Ao planejar as atividades a ser implementada no período de 2015 a 2019, a equipe que


compõe a FASJ define que suas ações terão como diretriz básica à integração e a
transformação regional, compreendendo que ao estimular a participação de variados atores
sociais na vida acadêmica terá perspectiva de discutir elementos de preocupação social com
possíveis soluções, além de identificar recursos potenciais a serem desenvolvidos com o intuito
de potencializá-los. Desta maneira fortalece o seu compromisso com a região na qual está
inserida.
A FASJ tem contribuído para o desenvolvimento da região do semiárido baiano, através
de ações educativas que vise à formação de profissionais de nível superior pautada em
preceitos éticos, conhecimentos técnicos e de valorização aos seres humanos.
O objetivo maior da Faculdade São Francisco de Juazeiro – FASJ é fazer com que os
diferentes cursos sejam acessíveis aos que habitam em uma região distante dos grandes
centros urbanos do país. É tornar possível que um número maior de pessoas tenha a
oportunidade de se qualificar e se sintam habilitados para atuar no mercado atual, competitivo
e seletivo.
A FASJ acredita no potencial humano, atravancado pelas mazelas e sofrimentos, frutos
do desenvolvimento econômico (e material) unilateral. Ela acredita no desenvolvimento da
maturidade e da capacidade de atuar humanamente.
Além dos cursos poderem potencializar a atuação em vários campos profissionais por
meio de uma melhor qualidade, eles se voltam para a construção do conhecimento nas
múltiplas atividades da vida e no exercício das profissões por meio de uma melhor qualidade
dos fenômenos e processos presentes em todo tipo de atividade humana. Neste sentido, os
cursos têm por finalidade mais específica o ensino de competências gerais que constituirão o
perfil básico dos profissionais formados.

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Tendo como objetivos:

 Contribuir com a transformação social sustentável a partir de políticas de melhoria das


atividades de ensino, iniciação científica e extensão;
 Valorizar e promover o envolvimento de todos que compõem a Instituição na contínua
construção de uma Faculdade de excelência, democrática, pluralista e transparente;
 Fomentar parcerias institucionais, promovendo a inovação, a construção e a
popularização de saberes científicos, tecnológicos e culturais;
 Promover a gestão estratégica valorizando a participação da comunidade acadêmica;
 Valorizar a imagem e a memória Institucionais;
 Modernizar a gestão da tecnologia da informação e comunicação;
 Adequar a infraestrutura e sua gestão às melhores práticas do ensino superior e à
busca pela excelência;
 Promover o Ensino Superior a padrões mais elevados de qualidade, visando capacitar o
indivíduo para atuar no mundo como cidadão e como profissional habilitado e
competente para encarar o competitivo mercado de trabalho atual;
 Avaliar periodicamente as condições de ensino dos cursos e programas, a partir de
indicadores fixados pela própria Faculdade e tendo como referência os indicadores
utilizados pelo MEC;
 Desenvolver estudos e programas que contribuam para o desenvolvimento sustentável
da região na qual está inserida, mediante cursos de graduação, pós-graduação,
iniciação científica e extensão;
 Incentivar a extensão e a iniciação científica, dentro das possibilidades, de maneira que
possam contribuir para o fortalecimento do ensino;
 Incentivar a qualificação continuada dos docentes;
 Consolidar implantação dos planos de capacitação e de carreira docente e o
desenvolvimento de estratégias para a divulgação dos trabalhos acadêmicos
produzidos por docentes e discentes;
 Estabelecer a aproximação com a comunidade local tendo em vista ações dialógicas em
prol do repensar a melhoria da qualidade de vida e desenvolvimento sustentável da
região;
 Estabelecer a integração teoria-prática por intermédio da aproximação empresa e
escola;

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Curso de Fisioterapia - Portaria no 324, de 8 de agosto de 2011

 Implementar os projetos pedagógicos dos novos cursos previstos neste PDI que
atendam as diretrizes curriculares nacionais fixadas pelo MEC e às peculiaridades
regionais, sustentados em princípios metodológicos inovadores e criativos, priorizando a
integração teoria-prática e processos de avaliação formativa e continuada da
aprendizagem;
 Manter e estabelecer novas relações com empresas e organizações da região, para a
realização de programas de estágios, curriculares e extracurriculares, iniciação
científica, extensão, colocação e recolocação profissional;
 Criar estratégias de fortalecimento financeiro com o intuito de promover a
sustentabilidade e o sucesso contínuo da Instituição;
 Desenvolver e manter um quadro de pessoal qualificado e motivado;
 Ampliar os laboratórios e o acervo bibliográfico;
 Ampliação das condições de consulta bibliográfica online, aumentando em 100% os
terminais de consulta;
 Ampliar os serviços de sistema de Biblioteca, bem como o número de máquinas
disponíveis para consulta on line dos alunos;
 Incrementar e institucionalizar, de maneira suficiente, o sistema comunicação interna e
externa;
 Fazer dos laboratórios um dos indicadores da qualidade de ensino da IES;
 Incrementar o sistema marketing institucional;
 Ampliar o quadro de docentes com nível de Mestrado e Doutorado;
 Estimular a produção cultural, o empreendedorismo, o desenvolvimento regional,
científico e tecnológico e o pensamento reflexivo;
 Implantar sistema de Gestão Integrado (Acadêmico e Financeiro);
 Divulgar a missão da IES para toda a comunidade acadêmica de modo de todos se
envolvam para que seja alcançado os seus objetivos;
 Realizar ações voltadas para o desenvolvimento Regional com foco no campo
econômico, social e ambiental;
 Promover a publicação de pelo menos um trabalho científico dos docentes por ano;
 Melhorar a qualidade e aumentar a quantidade de programas de capacitação docente e
do pessoal técnico-administrativo;
 Melhorar a infraestrura já existente;
 Expandir o espaço físico em conformidade com as necessidades da instituição;

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 Promover a educação continuada de pelos menos 5% dos egressos em programas


oferecidos pela FASJ;
 Criação de mecanismos que diminuam o número de evasões para, no mínimo, 10% no
semestre;
 Envolver os cursos na criação de projetos que tratam da sustentabilidade ambiental,
inclusive com aplicabilidade precípua na Instituição;
 Melhorar a acessibilidade das pessoas portadoras de necessidades especiais;
 Ampliar a inclusão social em um contexto geral;
 Definição de um programa de prestação de contas anual à comunidade, da execução
orçamentária/ financeira da Instituição dentro do seu programa de orçamento.

3.5 Metas

- Implantar o NUPEX – Núcleo de Pós-graduação e Extensão;


- Implantar, cursos de pós-graduação lato sensu e ampliar a oferta a partir de 2016;
- Incrementar as atividades da Comissão Própria de Avaliação Institucional;
- Implantar a Empresa Junior e Escritório Modelo Contábil;
- Implantar novos cursos de Graduação a partir de 2015 até 2019;
- Efetuar análise de mercado com intuito de identificar possíveis demanda para novos cursos a
partir de 2015;
- Ampliar o Quadro Docente com título de mestre e doutores até o final de 2019;
- Manter ativada permanentemente a Comissão Própria de Avaliação para realizar a auto
avaliação institucional todos os semestres;
- Estimular o envolvimento de discentes em projetos de extensão e iniciação científica;
- Estabelecer critérios para a disponibilização de apoio a atividades de extensão;
- Diagnosticar anualmente demandas de ofertas de ações de extensão, até 2019;
- Motivar docentes, discentes e funcionários para construírem, juntos à direção, uma instituição
educacional de referência na região;
- Continuar promovendo semestralmente e anualmente eventos e a participação de alunos em
atividades extracurriculares;
- Verificar e acompanhar a aplicabilidade do Projeto Pedagógico Institucional (PPI) articulado
com o PDI;
- Elaborar anualmente o Planejamento Estratégico Institucional conforme objetivos e metas
previstas no PDI – 2015 a 2019;
- Promover avaliações e adequação do PDI, PPI e Plano Estratégico – 2015 e 2019;

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- Aperfeiçoar o sistema de informação e comunicação;


- Viabilizar incentivo a participação continua em cursos de qualificação profissional para o corpo
técnico e corpo docente;
- Promover continuamente cursos de qualificação do corpo técnico da instituição;
- Realizar eventos interdisciplinares para os discentes, pelo menos uma a cada ano;
- Implementar novas concepções e metodologias a partir do Projeto Pedagógico Institucional
(PPI) e dos Projetos Pedagógicos de Cursos (PPC);
- Promover a Educação Continuada;
- Monitorar a dinâmica dos cursos a fim de que seus currículos estejam sempre atualizados
(permanente);
- Otimizar a infraestrutura física e os recursos humanos da FASJ;
- Criação do Congresso de Integração Acadêmica e Social (CONINTA), como Fórum de
discussão regional;
- Implantar política cultural que integre artes, patrimônio cultural, memória, editoração e
radiodifusão, a exemplo da futura Rádio Web;
- Motivar os coordenadores para que identifiquem fontes de financiamento compatíveis com a
natureza jurídica da FASJ;
- Discutir a política de prestação de serviço vinculada à política de Extensão, assegurando o
compromisso social da FASJ;
- Aprimorar projetos de treinamento para funcionários técnico-administrativos (atualização,
motivação e produtividade);
- Implantar novo sistema acadêmico.

4. INSERÇÃO REGIONAL

Petrolina e Juazeiro formam um eixo de desenvolvimento econômico e social que


apresenta uma das maiores dinâmicas de crescimento nas últimas décadas no Brasil. Estão
situadas às margens do Rio São Francisco, no extremo Oeste de Pernambuco e Norte da
Bahia, clima semiárido, disponibilidade de água em grande quantidade, e ótima qualidade para
irrigação. Apresenta insolação de 3.000 horas/ano e um baixo nível de precipitações
pluviométricas, uma media anual de 401mm/ano, com longo período de estiagem de 8 meses
entre os meses de abril a novembro.
A região de Petrolina/Juazeiro é formada pelos seguintes municípios: Petrolina, Lagoa
Grande, Santa Maria da Boa Vista, Orocó, em Pernambuco; Juazeiro, Sobradinho, Casa Nova
e Curaçá, na Bahia. Situado no semiárido nordestino, no submédio São Francisco, o esta

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região (Petrolina/Juazeiro) tem apresentado acelerado crescimento da produção agrícola


irrigada. E é considerado, com razão, o maior e mais dinâmico polo de fruticultura irrigada do
Brasil. A transformação produtiva da região iniciou-se nos anos 70 e acelerou-se nos anos 80,
com base em ações do Governo Federal, via CODEVASF, com a intensificação da implantação
dos projetos de irrigação.
A iniciativa privada é dinâmica na região destacando-se as culturas de manga e uva, em
grande parte da produção voltada para a exportação. Além da uva e da manga, os pomares
irrigados da região são cobertos por outras 45 diferentes culturas irrigadas, com destaque para
banana, coco, goiaba e cítricas. A produção de grãos e culturas de ciclo curto são também
exploradas com vistas ao atendimento do mercado consumidor interno e ao processamento
agroindustrial, a exemplo do feijão, tomate industrial e de mesa, pimentão, melancia e abóbora
(dados do banco do Nordeste).
Com o avanço na produção de frutas a agroindustrialização está se expandindo,
especialmente na produção de concentrados e na produção de vinho. Imensas áreas de
vinhedos estão produzindo uvas de excelente qualidade para produção de vinhos que já estão
concorrendo com os vinhos produzidos no sul do país.
O Polo possui cerca de 100 mil hectares já irrigados, e é hoje, o maior produtor de frutas
do país, responsável por uma parcela de mais de 30% do valor das exportações brasileiras de
uvas finas e mangas.

4.1 Polo Petrolina - Juazeiro Evolução e Desenvolvimento

A Região Administrativa Integrada de Desenvolvimento do Polo Petrolina/PE e


Juazeiro/BA foi criada pela Lei Complementar nº 113, de 2001, e regulamentada pelo Decreto
nº 4.366, de 2002. É constituída pelos municípios de Lagoa Grande, Orocó, Petrolina, Santa
Maria da Boa Vista, no Estado de Pernambuco, e pelos municípios de Casa Nova, Curaçá,
Juazeiro e Sobradinho, no Estado da Bahia.
A RIDE Petrolina–Juazeiro foi definida pelo Congresso Nacional como região prioritária
para aplicação de investimentos que venham minimizar as desigualdades socioeconômicas. No
âmbito das ações da Secretaria de Programas Regionais, foram investidos diretamente na
RIDE recursos orçamentários voltados para o fortalecimento da atividade turística associada à
agricultura irrigada, à ciência e à tecnologia e, principalmente, à vitivinicultura. Como
potencialidades, a Região constitui-se hoje em um polo de desenvolvimento tecnológico da
fruticultura irrigada. Recentemente tornou-se o segundo polo vitivinicultor do Brasil, com

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produção anual de 7 milhões de litros de vinho – 15% da produção nacional, sendo que, desse
percentual, 30% são vinhos finos, premiados nacional e internacionalmente, produzidos nas
oito vinícolas instaladas nos municípios pernambucanos de Lagoa Grande e Santa Maria da
Boa Vista e em Casa Nova, na Bahia.

Figura 1: Localização geográfica do Polo Juazeiro-Petrolina


RIDE- Localização do Polo Juazeiro-Petrolina.

Fonte: Banco do Nordeste do Brasil - BNB (2005).

De um modo geral, as três principais formas de atuação que nortearam os


investimentos públicos no polo, foram:

1- Investimentos em infraestrutura: já que, apesar de apontado por vários cientistas como


área de alto potencial para a produção da agricultura irrigada, a infraestrutura de transporte,
energia, comunicação, etc., da microrregião era considerada insuficiente para a ampliação do
excedente local. Logo, desde 1900, e intensificando-se a partir de 1950, o Estado procurou
atuar sobre esta variável construindo, por exemplo, a ponte que une as cidades de Petrolina e
Juazeiro, o aeroporto de Petrolina, a barragem de Sobradinho, rodovias federais ligando o
Polo a todos os centros urbanos do país, etc. Portanto, todos estes gastos incentivaram as
primeiras mudanças significativas na economia da microrregião, viabilizando a implantação
dos perímetros públicos no Polo.

2- Investimentos em Irrigação: através da implantação de perímetros de irrigação. Este


investimento se deu pois, apesar de vários estudos já terem comprovado a viabilidade da
agricultura irrigada6 , até meados de 1960 a microrregião apresentava uma agricultura
extremamente tradicional e uma retrógrada estrutura fundiária. Neste sentido, a construção dos
perímetros de irrigação representou o maior exemplo do esforço feito visando solucionar tais

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problemas. Como consequência, o Estado não só viabilizou o desenvolvimento da agricultura


irrigada na microrregião, como também tornou o Polo um dos principais centros produtores de
frutas do país.
3- Políticas de incentivos ao setor privado: visando a atração deste setor ao Polo.
Destacam-se, nesta instância, os incentivos financeiros e fiscais dados, ainda no início dos
anos 1970, e intensificando-se durante a década de 1980. Neste contexto, dentre os vários
programas implantados, dois merecem destaque: i) o FINOR (Fundo de Investimentos do
Nordeste) e ii) o FNE (Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste) (SUDENE, 1995).
Portanto, analisando toda esta dinâmica, fica nítido que o atual dinamismo econômico
do Polo se deve, essencialmente, a fatores exógenos à região. Deste modo, o poder público
acabou focando excessivamente, durante vários anos, na geração de condições físicas locais
favoráveis à produção em grande escala da agricultura irrigada.
Hoje os projetos de irrigação apresentam um papel relevante como indutores do
desenvolvimento rural. No entanto, veremos aqui que estes investimentos apresentam também
um papel vital na atração da iniciativa privada à localidade, afetando, deste modo, a economia
da região e, em consequência, seus níveis de emprego não só no meio rural, como também no
meio urbano.

Quadro 2 - Estimativa Populacional 2017.

Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No Polo Petrolina/Juazeiro encontra-se o maior exemplo de desenvolvimento agrícola


em áreas irrigadas da região Nordeste. A modernização do padrão produtivo possibilitado pela

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irrigação vem transformando a economia desta região do semiárido nordestino. A partir da


implantação dos perímetros públicos e privados na região, no final dos anos 60, e dos
investimentos estatais em infraestrutura hídrica e elétrica, a agricultura irrigada torna-se a
principal atividade econômica da região produzindo impactos significativos sobre a renda e
emprego, inclusive de atividades não agrícolas.
Situado no Baixo Médio São Francisco, o Polo Petrolina / Juazeiro, tem sua economia
centrada na fruticultura irrigada, e, devido aos aspectos favoráveis, o Polo tornou-se a principal
região exportadora de frutas frescas com maior ênfase para a produção da manga e da uva. A
fruticultura no Polo Petrolina/Juazeiro se expressa em um conjunto de atividades
interrelacionadas, constituindo uma cadeia produtiva com um certo grau de complexidade.

4.2 Fatores determinantes do Desenvolvimento Regional

A região dispõe de uma larga infraestrutura que possibilita o avanço desse


desenvolvimento: A BR 235 e BR 122 que conecta a região à Recife e Salvador, capital de
cada Estado e porto marítimo para exportação da produção. Apesar do rio separar fisicamente
Juazeiro e Petrolina, as mesmas são cidades conurbadas, e estão ligadas a ponte Presidente
Dutra, que faz a ligação entre os dois estados, que dá acesso aos estados de Sergipe, Piauí,
Maranhão, Tocantins e Pará. A BR 407 liga a Bahia, Pernambuco e Piauí. Os municípios de
Juazeiro-BA e Petrolina-PE, juntas, formam o maior aglomerado urbano do semiárido.

Fonte:http://www20.caixa.gov.br

O aeroporto de Petrolina/Senador Nilo Coelho é um aeroporto que serve ao município


de Petrolina, Lagoa Grande, Afrânio e Dormentes, em Pernambuco, e também ao município de

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Juazeiro, Casa Nova, Sobradinho e Curaçá, na Bahia. O Aeroporto de Petrolina possui a


segunda maior pista de aterrisagem do Nordeste com 3.250 metros. Se firma como um dos
principais do Nordeste, impulsionado pela produção do Vale do São Francisco, maior
exportador de frutas do Brasil e responsável pela maior taxa de crescimento econômico da
Região. Os investimentos que a Infraero, administradora de 67 aeroportos, investido em
Petrolina, transformou o aeroporto no segundo maior do Nordeste.
São quatro as companhias aéreas que operam com voos regulares no aeroporto: a GOL
Linhas Aéreas, Avianca Brasil, TRIP Linhas Aéreas e a TAM Linhas Aéreas. O novo terminal de
passageiros do Aeroporto de Petrolina – Senador Nilo Coelho é totalmente climatizado, com
equipamentos de segurança modernos, como o circuito interno de TV e o sistema informativo
de voo, além de 18 pontos comerciais dentro do conceito de Aeroshopping. O aeroporto tem
lanchonetes, restaurante, lojas de artesanato e de produtos regionais, locadoras de veículos e
terminal de saque eletrônico. O Aeroporto de Petrolina atende a mais de 53 municípios nos
Estados de Pernambuco, Bahia e Piauí. Em 2008, o aeroporto recebeu mais de 207 mil
passageiros.
A hidrovia do Rio São Francisco com o lago de Sobradinho, um dos maiores lago
artificial do mundo, com eclusas na Barragem de Sobradinho e uma vasta capacidade de
atender as demandas energéticas em razão do crescimento industrial que vem sinalizando,
além de uma termelétrica com capacidade para geração de 138 megawatts de energia e um
parque de energia eólica.

4.3 Crescimento Econômico

A expansão agropecuária determina as dinâmicas econômica (nível de renda e


emprego) e demográfica (movimentos populacionais e urbanização) - e, consequentemente, de
bem-estar.
A relação existente entre crescimento agrícola, crescimento do comércio e da indústria
traz no seu bojo, um processo de crescimento populacional. A questão principal é associar os
efeitos do desenvolvimento e crescimento populacional; neste caso, um Indicador disponível é
o Índice de Condições de Vida, calculado por Bonelli. Este indicador identifica, em algumas
regiões do Brasil uma forte associação entre o ICV e a renda gerada no setor Agropecuário.
Dentro deste indicador visualizam-se relações entre consumo e renda, qualidade de vida,
evolução dos padrões de consumo. Estes dados são importantes para se determinar se a
região a ser estudada (Juazeiro/Petrolina) comporta um mercado consumidor capaz de

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absorver uma nova instituição educacional e principalmente condições de crescimento da


renda, que permitam ao investidor obter um retorno sustentável no tempo.
Assim, a expansão agropecuária determina uma melhoria das condições de vida; a
consequência lógica é que ela permita condições de inclusão social. Com a inclusão social o
mercado está recebendo potenciais consumidores que antes se encontravam à margem do
mercado. Renda agropecuária e demografia explicam boa parte das mudanças associadas à
inclusão social.
A irrigação no setor da fruticultura e suas dependências colocam a cidade de Juazeiro
no patamar das principais localidades de exportação e produção de frutas do Brasil. O setor de
fruticultura movimenta volumes elevados de dinheiro, a produção agrícola na cidade no ano de
2010, checou a cifra de um milhão quatrocentos e sessenta e dois mil, novecentos e trinta e
uma tonelada (1.462.931,00 t) por isso as cidades ao redor dessa região produtiva têm
mostrado tanto vigor econômico. O investimento por safra de manga, por exemplo, envolve R$
12 mil por hectare, o que representa, ao todo na fazenda de Juazeiro, um aporte anual de R$
7,2 milhões. Expandindo esse valor para toda a área cultivada do vale, chega-se à cifra de R$
427,56 milhões.
Os dados estatísticos apontam o crescimento considerável da economia da cidade, de
acordo com o IBGE, o crescimento do PIB, vem progredindo em um ritmo vertical. Isso se deve
principalmente a produção agrícola, através da técnica de irrigação considerada oficialmente
como elemento fomentador de desenvolvimento socioeconômico, e como atividade indutora
das atividades industriais e comerciais capaz de contribuir com o progresso da economia e com
geração de empregos. Em relação ao Produto Interno Bruto a região apresenta os seguintes
dados:
Tabela 1: Produto Interno Bruto
Ano PIB
2013 R$ 2.501.068.000
2012 R$ 2.135.551.000
2011 R$ 1.993.387.000
2010 R$ 1.919.843.000
2009 R$ 1.770.834.000
2008 R$ 1.471.189.000
2007 R$ 1.465.446.000
Fonte: IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística | VAB por setor de atividade em 2013

A partir da irrigação houve um forte desenvolvimento das agroindústrias na cidade,


fortes migrações, resultando no aumento populacional e o crescimento das unidades
hospitalares, bancos, comércios colocando assim o território do Vale do São Francisco
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localizado nos municípios de Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), em destaque no cenário nacional
no setor da agricultura irrigada. Sem dúvida quem passa pelo distrito industrial do São
Francisco, fica impressionado com a quantidade de novas indústrias se instalando e outras
sendo ampliadas. Depois do “pool” da Petrobrás, a Petrobahia S/A esta construindo uma nova
base em Juazeiro. Lembrando também que, Juazeiro tem uma das maiores usinas de álcool e
açúcar do Brasil (Agrovale) e o Curtume Campelo do grupo JBS. Depois do “Atacadão” do
grupo “Carrefour”,”Assaí” do “Pão de açúcar ” “Mercantil” do “GBarbosa” o” Atacadão Vitória”
inaugurou um grande centro aqui. “Arcellor Mittal” maior empresa de aço do mundo duplicou
suas instalações em Juazeiro e a brasileira “Gerdau” está aqui há muito tempo.
A transferência de renda se deu no eixo Juazeiro/ Petrolina, do agronegócio
(principalmente do setor frutícola) para os setores não agrícolas. As duas cidades também
oferecem um diversificado leque de opções para o entretenimento turístico e o lazer. O
Bodódromo, localizado em Petrolina, é o maior complexo gastronômico ao ar livre da América
Latina quando o assunto é carne de bode. No Bodódromo, os turistas podem apreciar o
principal prato típico da região: bode assado. Com mais de dez restaurantes, o local, situado na
Av. São Francisco, ainda dispõe de área para shows musicais, quiosques e lanchonetes.
Um agradável passeio por entre as marcas do passado, presentes em pertences de
vultos como Lampião - o rei do cangaço, Dom Malan - primeiro bispo de Petrolina, coronel
Quelê - patriarca da família Coelho, Joãozinho do Pharol - pioneiro da imprensa escrita do
interior do Nordeste e tantos outros. Um encontro também com as exposições permanentes
setorizadas conforme as temáticas: Sala das Carrancas, Casa Nordestina, Rio São Francisco,
Cangaço e Ícones nordestinos. Em cada espaço um detalhe novo salta aos olhos do visitante,
possibilitando a compreensão e o entendimento das transformações socioculturais e
econômicas ocorridas ao longo do tempo, na vida da terra e do homem destes sertões.
River Shopping é um shopping situado na região do Vale do São Francisco, na cidade
de Petrolina no estado de Pernambuco, Brasil. É o maior shopping do Sertão Pernambucano e
atende também a demanda de algumas cidades do norte da Bahia, como Juazeiro. Conta 100
lojas. Nele se encontram as únicas salas de cinema da região, 4 salas da Orient Cinemas.
Além das lojas âncora, o River Shopping também abriga algumas lojas de presença nacional
como Arezzo, Chilli Beans, Cacau Show, Colcci, Playtoy, Mundo Verde e O Boticário. Por todo
o shopping há espalhados quiosques diversos.
Juazeiro conta também com o Juá Garden Shopping, maior Shopping do Vale do São
Francisco e do Sertão, tendo em vista que atenderá o Norte da Bahia, o Sertão de Pernambuco
e o Sul do Piauí, englobando mais de 1 milhão de habitantes. É importante destacar que o Juá

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Shopping estará entre os 03 maiores do Interior da Bahia (juntamente com os de Feira de


Santana e Vitória da Conquista) além de ser um dos maiores do Interior de todo o Nordeste.
o Juá Garden Shopping já conta com grandes marcas do varejo nacional.  O
megacentro terá 40 mil metros quadrados (m²) de área construída, distribuídas em dois pisos.
Entre as mais de 160 lojas estão cinco âncoras, três megalojas, quatro salas de cinema com
tecnologia 3D, seis estabelecimentos de serviços e estacionamento com mais de 1.100 vagas.

4.4. Eixo Econômico Juazeiro / Petrolina

O eixo econômico Juazeiro/Petrolina apresenta vantagens de localização, se observado


seu posicionamento geográfico, com centros urbanos médios e grandes das Regiões
Norte/Nordeste. Há evidências da existência de uma infraestrutura básica adequada na região,
para o suporte de negócios e serviços no transporte e distribuição de bens. Por outro lado, a
equidistância do eixo Juazeiro/ Petrolina com as principais cidades do nordeste, permitem a
realização dessas operações de transporte, armazenamento e distribuição de produtos.
Desse modo, a existência de uma infraestrutura intermodal de transporte favorece
opções de transporte e escoamento da produção. Segundo dados do GEIPOT a malha
rodoviária, na maioria dos seus trechos se encontra em boas condições. O projeto em
andamento de modal hidroviário, desde que se mantenham as condições de navegação no Rio
são Francisco, permitiria a diminuição dos custos de fretes e tempo de viagem dos produtos. O
aeroporto possui condições de pouso e decolagem de aeronaves de grande porte (2000 metros
de pista).
O raio de influência do eixo Juazeiro /Petrolina influencia diretamente mais de 40
municípios em 3 Estados (Pernambuco, Bahia e Piauí), o que significa uma população de
quase 1 milhão quatrocentos mil habitantes. Os elevados índices de crescimento, a oferta de
empregos e as condições de vida que o vale do São Francisco apresenta são resultados de
uma política de manutenção da população imigrante. Esse cenário promoveu uma
transformação urbana e social na cidade que passou a ter centro de convenções, shopping
center, universidades federal e estadual, restaurantes, hospitais, áreas de lazer etc.

5. PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS E TEÓRICO-METODOLÓGICOS GERAIS QUE


NORTEIAM AS PRÁTICAS ACADÊMICAS DA INSTITUIÇÃO

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FACULDADE SÃO FRANCISCO DE JUAZEIRO-BA
Credenciada pela Portaria nº 2.929 de 24/08/2005 – DOU do dia 26/08/2005
Sociedade Educacional do Vale do São Francisco Ltda.
Curso de Fisioterapia - Portaria no 324, de 8 de agosto de 2011

5.1 Políticas de Gestão Acadêmica

As políticas de gestão acadêmica visando à adequação da FASJ as mudanças sociais


devem estar comprometidas com a formação de jovens e adultos que aspirem a melhores
condições de vida. O novo paradigma da educação pressupõe, entre outras mudanças, uma
política descentralizadora traduzida em alguns princípios fundamentais:
a) Autonomia com responsabilidade.
b) Gestão democrática.
c) Avaliação permanente dos processos da aprendizagem.
d) Valorização dos profissionais da educação.
e) Construção de proposta pedagógica pelo coletivo da comunidade escolar.
Nessa política, todos são convidados a assumir um papel mais efetivo na vida
acadêmica, partindo da construção coletiva do Projeto Pedagógico Institucional como
estratégia de uma gestão democrática. Uma gestão democrática tem que estar atenta às
mudanças aceleradas, à incerteza de rumos, à substituição de valores, à ausência de limites, à
violência, à falta de segurança, às barreiras e aos conflitos interpessoais,  enfim, atenta à falta
de preparo da faculdade para lidar com diversas situações.
Tudo isso traz para a gestão acadêmica da faculdade desafios na sua função social de
formar o cidadão criativo, competente, crítico e ético, exigindo dos gestores espírito de
liderança, competência e sensibilidade para dar concretude às políticas educacionais e
administrativas.
Estudos recentes mostram que a qualidade da educação oferecida está relacionada,
principalmente, ao modo como as faculdades são dirigidas. A abertura de espaços para
reflexões, estudos e decisões coletivas fortalece a instituição e reduzem os conflitos. Decisões
coletivas geram: maior envolvimento, maior compromisso, menos conflitos, maior integração,
maior satisfação no exercício das funções docentes e discentes, e, especialmente, um clima
prazeroso e acolhedor no relacionamento interpessoal.
Assim, a FASJ pretende atuar frente às demandas do conhecimento através da
ampliação de suas formas de atuação na sociedade, criando condições para o
desenvolvimento das potencialidades de todos os sujeitos para compreender a realidade
cultural, social, política e econômica do país com possibilidades à crítica e produção de
conhecimentos, à intervenção ética e à inserção cidadã dos futuros profissionais na sociedade.
Para tal missão, a FASJ deverá privilegiar alguns princípios básicos:
a) Institucionalizar uma estrutura que possibilite uma gestão colegiada, através de
um processo deliberativo democrático com competência para garantir sua autonomia
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acadêmica, política, administrativa e financeira, possibilitando a construção de uma


faculdade participativa e plural.
b) Implementar um projeto político-pedagógico que possibilite o alcance da missão
da FASJ e que atenda às especificidades de cada área do conhecimento. A
operacionalização desse projeto ocorre através da integração de elementos que
compõem a estrutura organizacional da instituição, quais sejam: direção, órgãos
colegiados, coordenações de cursos e os núcleos.
c) Nivelar as atividades-fim em uma estrutura que integre as ações de ensino,
iniciação científica e extensão em núcleos, incorporando os conhecimentos
socializados no ensino às atividades de iniciação científica e às ações comunitárias.
d) Aprimorar o sistema de planejamento acadêmico, assumindo-o como um processo
dinâmico, flexível, possível de ajustes quando necessário, como, por exemplo, a
conciliar o regime tradicional de ensino (qualidade de conhecimento) como regime de
ensino baseado em competências (qualidades profissionais).
e) Estabelecer uma relação adequada entre atividades-fim e atividades-meio (de
natureza burocrático-administrativa), desburocratizando os serviços, de modo que os
professores tenham condições favoráveis (recursos tecnológicos, humanos,
ambientais e materiais) para organização e difusão de atividades de ensino, iniciação
cientifica e extensão.
f) Desenvolver uma política integrada de formação continuada para docentes,
apoiando as diversas áreas na criação de espaços para reflexão permanente e
contínua sobre o próprio fazer, estimulando avaliações internas de suas atividades
pedagógicas.
g) Integrar as áreas de ensino com as demandas sociais, viabilizando novos
processos educacionais de ensino presencial e a distância.
h) Desenvolver um trabalho com ênfase no coletivo e na convivência humana, com
base, por exemplo, na representação de professores, funcionários e estudantes nos
órgãos colegiados da FASJ.
i) Estimular e programar atividades que intensifiquem o envolvimento e a
corresponsabilidade dos alunos, ampliando o processo de ensino e aprendizagem.
j) Estimular maior articulação com as sociedades científica e tecnológica.
k) Favorecer as relações da FASJ com o Estado e com a sociedade civil.
Para tanto, a FASJ terá que dar uma formação que garanta ao egresso uma
capacidade de criar, em cooperação com os demais, uma ordem social na qual, todos

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possam viver com dignidade, a partir de um projeto de sociedade como um todo,


caracterizando-se pelo desenvolvimento de determinadas competências mínimas que,
no caso específico da educação superior, pressupõem:
a) A construção de um profissional competente (dotado de uma ampla visão técnico-
científica), com uma visão da complexidade do mundo contemporâneo, apto a
trabalhar em equipe multiprofissional (visão sociopolítica) com o desenvolvimento da
tecnologia como condição de melhoria da qualidade da vida humana.
b) A implementação de planejamentos integrados participativos, interdisciplinar, que
incorporem a discussão das diretrizes curriculares estabelecidas pelos docentes,
discentes, técnicos administrativos.
c) A implantação de estratégias de ensino que levem em conta os projetos
pedagógicos de cursos da FASJ; a incorporação da interdisciplinaridade como uma
premissa básica e como pressuposto da inclusão de diversos conhecimentos e da
prática do ensino integrado, que exige uma reformulação da atuação docente e
discente.
Para desenvolver tais competências, a instituição deve mobilizar um conjunto de
recursos cognitivos (saberes, capacidades, informações etc.) a fim de solucionar uma série de
situações encontradas no mundo contemporâneo, tais como o trabalho em equipe e o
envolvimento dos alunos em suas aprendizagens e em seu trabalho; organização do currículo
baseado nas competências essenciais do profissional a ser formado; a necessidade de manter
atualizadas as novas metodologias de ensino e programar práticas pedagógicas eficientes.
Tais competências pretendem nortear a participação produtiva e a inserção social do ser
humano no campo profissional, com a formação de um sujeito com capacidade de
compreender e atuar no seu entorno social, analisando, sintetizando e interpretando dados,
fatos e situações, além de perceber criticamente os meios de comunicações e saber localizar,
acessar e usar melhor a informação acumulada com vistas a planejar, de forma integrada e
com responsabilidade ético-solidária, ações que tragam soluções para as problemáticas
identificadas. As ações da FASJ baseiam-se nos princípios norteadores da instituição, que são
fundados:
a) Na qualidade do nosso fazer educacional.
b) Na regionalidade da nossa ação institucional.
c) Na interação contínua e integrada com a comunidade.
d) Na comunicação permanente dos resultados alcançados.
A promoção da qualidade do fazer educacional passa, necessariamente, pela oferta
de professores profissionalmente experientes, capazes de trazer a realidade para a sala de
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aula e competentes para levar o egresso ao convívio harmônico e produtivo com a realidade da
Região do médio São Francisco. Ancora-se, também, na iniciação científica (atividades
investigativas), na extensão (atividades significativas e comunitárias) e nos processos de
aprendizagem (atividades cognitivas) e não pode prescindir da permanente apropriação e
adequada utilização da tecnologia educacional, no ensino presencial e no ensino pela via
digital.
Embora a formação acadêmica tenha caráter universal e o profissional formado tenha
caráter nacional, é indispensável fazer o atrelamento da ação acadêmica da FASJ aos
aspectos da regionalidade, de modo a produzir e oferecer ações e programas que respondam e
correspondam às efetivas demandas locais, tornando-os adequados, e por isso mesmo eficaz
no desenvolvimento do estado da Bahia.
Para tornar-se um polo de difusão de ideias e conhecimentos, uma referência na
região, a FASJ fará articulações com as organizações governamentais e não governamentais
locais, promovendo com elas o estudo da realidade e propondo as inovações necessárias, sem
perder jamais suas oportunidades de participação, por perceber que somente assim alcançará
a indispensável interação, contínua e integrada, com a comunidade na qual se insere, influi e é
influenciada.
Não basta realizar o planejado nem alcançar as metas propostas e os resultados
almejados. A obra deve corresponder igual e competente comunicação, interna e externa, sob
pena de não se alcançar visibilidade institucional, a prova concreta da escola como o
equipamento de maior relevo da sociedade.
Esses princípios fundamentam o modelo organizacional da FASJ e devem estar
permanentemente presentes na comunidade acadêmica, permeando todas as suas ações
diretas e indiretas.

5.2 Políticas de Ensino de Graduação

A proposta de ensino da FASJ é a prática docente reflexiva com compreensão ampla


e consistente da organização do trabalho pedagógico: planejamento, organização curricular,
execução e avaliação. Nesse sentido, o educador articulará ensino, pesquisa e extensão na
produção do conhecimento e na prática educativa para atuar de forma ética, profissional e com
responsabilidade social.
A FASJ se orientará, quanto à sua concepção e ação pedagógica e metodológica,
pelas seguintes diretrizes:

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a) Desenvolvimento de valores humanistas, de uma visão crítica da sociedade e do


homem como sujeito psicossocialmente constituído na integralidade das relações.
b) Contribuição para a melhoria da condição da empregabilidade e do espírito
empreendedor do educando.
c) Impulsionamento de uma cultura de educação permanente.
d) Emprego de metodologias que façam convergir teoria e prática.
e) Estabelecimento de um vínculo permanente entre a teoria e a prática.
f) Desenvolvimento de práticas educativas interdisciplinares que possibilitem aos
educandos referenciais que promovam o conhecimento integrado e significativo.
g) Preparação de profissionais capacitados para interpretar criticamente o mundo do
trabalho e enfrentar outras relações de trabalho oriundas das tecnologias.
h) Desenvolvimento de padrões novos de gestão, que contemplem a participação,
com responsabilidade e compromisso social.
i) Valorização do saber acumulado através da experiência de vida de cada
educando.
j) Busca de referenciais em vários campos do conhecimento.

5.3 Políticas de Pesquisa e de Iniciação Científica

Para atingir seus objetivos educacionais, a FASJ, em articulação com o corpo docente,
desenvolverá uma série de eventos abertos ao corpo discente e à comunidade, em que a
integração entre ensino, iniciação científica e extensão será amplamente discutida.
Pelo ensino, a FASJ atenderá à população pela oferta regular de cursos e programas
de educação superior, voltados para a formação do cidadão e do profissional com competência
técnica e política. A Iniciação Científica possibilita ao saber acadêmico à articulação com os
vários setores da sociedade, identificando aquilo que deve ser pesquisado, suas finalidades e
interesses, e como os novos conhecimentos podem participar da dinâmica das transformações
sociais.
As atividades de iniciação científica são aquelas relacionadas à produção de
conhecimentos científicos básicos, aplicados e tecnológicos. Os projetos serão coordenados
por professores com experiência acadêmica e em pesquisa, podendo contar com professores
colaboradores externos.
Uma das prerrogativas da FASJ visando à produção da iniciação científica é a adoção
do trabalho de conclusão de curso (TCC) com monografia, precedida de um projeto de
pesquisa, com orientação de professores e apresentação oral perante banca examinadora.
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5.4 Políticas de Extensão

Tendo em vista a relevância acadêmica e a ênfase na formação inicial, progressiva e


continuada, pautando-se pela relevância social, as atividades de extensão têm como objetivo
atender às demandas sociais, estudos, realização de projetos de natureza científica, técnica,
educacional, social e cultural, possibilitando a iniciativa de integração de diversos setores da
sociedade. Essas atividades serão desenvolvidas sob a forma de eventos culturais, cursos e
serviços de programas específicos.
A FASJ desenvolverá atividades extensionista e agregará valores à tradicional
maneira de prestar serviços, difundindo a cultura (eventos e toda uma vasta gama de
realizações artísticas ou culturais) e disseminando conhecimentos (cursos, seminários,
palestras, conferências), conferindo aos atores da escola (docentes e discentes) a tarefa de
difundir seus conhecimentos junto à comunidade (nela produzindo novas leituras do seu
cenário) e dela retirar subsídios, inspirações e adequações educacionais voltados para
encontrar soluções, num movimento de fluxo e refluxo realimentador do processo de ensino e
aprendizagem em sua totalidade.

5.5 Políticas de Pós-Graduação

A política de pós-graduação tem como finalidade a qualificação acadêmica, técnica e


científica dentro do cenário local, nacional e internacional, e busca a elevação de conceitos nos
programas lato sensu e stricto sensu na formação de especialistas, mestres e doutores. Os
programas lato sensu estão institucionalizados na modalidade de ensino presencial. Para os
programas stricto sensu, que visam à qualificação dos docentes da instituição, a FASJ buscará
convênios interinstitucionais com universidades e campos de pesquisas. Os professores
poderão receber ainda incentivos financeiros conforme a disponibilidade da IES para realização
de cursos de pós-graduação lato sensu e stricto sensu.
Os programas de pós-graduação objetivam a formação continuada, capacitando
profissionais e proporcionando aprimoramento nas diversas áreas do conhecimento, além de
atenderem a anseios da sociedade, democratizando-se o saber.
A implementação dos cursos de pós-graduação tem como requisitos necessários a
presente competência técnico-científica na área dos cursos, adequando à definição de

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propostas, buscando docentes qualificados para assegurar a qualidade da realização do ensino


e a iniciação científica.

5.6 Educação Inclusiva

A FASJ assume que as diferenças humanas são naturais e que, como consequência
desse pressuposto, a aprendizagem deve ser adaptada às necessidades do educando, em vez
de o educando adaptar-se ao processo de aprendizagem. Para isso adotar-se-ão as seguintes
medidas gerais:
a) Campanhas de sensibilização e de motivação para a aceitação das diferenças.
b) Parcerias com as corporações profissionais e com as entidades de classe
(sindicatos, associações, federações, confederações etc.) com o objetivo de ações
integradas entre escola/faculdade, empresas e sociedade civil organizada para o
reconhecimento dos direitos dos portadores de necessidades especiais como direitos
humanos universais.
c) Integração entre escola/faculdade e empresas para a oferta de estágios
profissionais com adequadas condições de atuação para os portadores de
necessidades especiais.
A FASJ, sabendo do seu papel como instituição responsável pela inclusão dos
portadores de necessidades especiais, pretende desenvolver as seguintes ações:
I) Para alunos com deficiência visual, a instituição pretende proporcionar, caso seja
solicitada, desde o acesso até a conclusão do curso, sala de apoio contendo:
a) Sistema de síntese de voz, impressora Braille acoplada a computador ou máquina
de datilografia Braille.
b) Fotocopiadora que amplie textos.
c) Aquisição gradual de acervo bibliográfico em fitas de áudio.
d) Lupas, réguas de leitura.
e) Aquisição gradual de acervo bibliográfico dos conteúdos básicos em Braille.
II) Para alunos com deficiência auditiva, a instituição pretende proporcionar, caso seja
solicitada, desde o acesso até a conclusão do curso:
a) Intérpretes de linguagem de sinais, especialmente quando da realização de
provas ou sua revisão, complementando a avaliação expressa em texto escrito ou
quando este não tenha expressado o real conhecimento do aluno.
b) Flexibilidade na correção das provas escritas, valorizando o conteúdo semântico.
c) Aprendizado da língua portuguesa, principalmente na modalidade escrita, para o
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uso de vocabulário pertinente às matérias do curso em que o estudante estiver


matriculado.
III) Para alunos com deficiência física, a instituição tem suas instalações adaptadas
com o fim de assegurar prioridades na integração da pessoa portadora de necessidades
especiais, garantindo-lhe o acesso autônomo, o ingresso e a permanência em todos os
serviços e instalações da faculdade, da seguinte forma:
a) Rampas com corrimãos que permitem o acesso do estudante com deficiência
física aos espaços de uso coletivo da FASJ.
b) Rampas com corrimãos que permitam o acesso do estudante com deficiência
física a todas as salas de aula e laboratórios da FASJ.
c) Banheiros adaptados, com portas largas e espaço suficiente para permitir o
acesso de cadeira de rodas.
d) Barras de apoio nas paredes dos banheiros.
e) Lavabos e bebedouros instalados em altura acessível aos usuários de cadeiras de
rodas
IV) Para alunos com Transtorno do Espectro Autista, a instituição pretende
proporcionar o incentivo à formação e à capacitação de profissionais especializados
no atendimento à pessoa com transtorno do espectro autista, bem como a pais e
responsáveis.

5.7 Responsabilidade Social

A FASJ adota como valor a adoção de atitudes éticas e socialmente responsáveis em


todas suas atividades. Compromisso que assume com a comunidade acadêmica frente ao
desafio de contribuir com o desenvolvimento, com inclusão social e garantia de qualidade para
as futuras gerações. Um dos mecanismos adotados pela FASJ que contribuem para a inclusão
social pode ser observado no seu processo seletivo. Essa Instituição adotou o sistema de
seleção unificada, cuja inscrição é integralmente gratuita e utiliza a nota do Exame Nacional do
Ensino Médio – ENEM.
A FASJ tem o compromisso de promover a inclusão social através da oferta de ensino
superior de qualidade ao maior número possível de pessoas. Ela também tem como propósito
a inclusão de profissionais da região. É uma instituição que tem por propósito oferecer uma
formação de qualidade na qual o ensino, a iniciação científica, a extensão e a prestação de
serviços se apresentam de forma integrada e comprometida com a realidade social.

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Assim, a política institucional da FASJ, em consonância com as necessidades e


expectativas da comunidade e em interface com o mercado de trabalho, pretende oferecer à
comunidade cursos que viabilizem o desenvolvimento do profissional que se adapte ao perfil
que a sociedade empresarial exige para a composição dos seus quadros, adequados ao novo
e emergente contexto socioeconômico, inclusive mediante convênios de cooperação e
parcerias com órgãos públicos e organizações do setor privado.
Para tanto, a FASJ investe na elaboração de novos projetos de curso que indiquem as
reais necessidades da sociedade de Juazeiro-BA e região. Além disso, a FASJ é parceira do
PROUNI e destina vagas aos alunos carentes, com bolsas integrais. A FASJ também auxilia a
inserção de alunos no Financiamento Estudantil (FIES).
Compreendendo que os programas de inclusão social devem ser amplos a fim de
atingir um grande número de pessoas, a FASJ vê na recém-sancionada Lei das Parcerias
Público-Privadas (PPP), outra oportunidade de potencializar sua ação social. Através de ações
que criem um elo entre o setor público, o empresariado e o terceiro setor, podem-se criar
projetos de pesquisa e de iniciação científica, com vista a aprimorar o processo de ensino e
aprendizagem.
Com esse objetivo, a FASJ busca articular parceria de trabalho em projetos com os
governos municipal, estadual e federal e empresários da região. Por um lado, o governo não
precisará despender grande monta de recursos, senão aqueles já destinados a projetos desse
fim; por outro lado, os empresários poderão contar com a bagagem teórica da instituição de
ensino superior e, ao mesmo tempo, a faculdade poderá contar com a prática e a experiência
das empresas. Dessa forma, todos os envolvidos serão beneficiados, quer pela troca de
experiências, quer pela otimização de recursos.
Por acreditar nas iniciativas sociais, a FASJ tem uma série de atividades de extensão
pelas quais os alunos aplicam seus conhecimentos em projetos sociais, principalmente na área
municipal. Essas atividades colocam o aluno empreendedor e cidadão em contato com a
realidade da sua comunidade, disponibilizando conhecimento e tecnologia para os projetos
sociais. A FASJ entende que é preciso conscientizar os alunos da importância do auxílio ao
próximo e da busca de uma sociedade melhor, porém o exemplo precisa ser dado na prática.
Por essa razão, a faculdade investe em projetos que contribuem para a redução das
desigualdades sociais e a favor da cidadania.
Os diretores da FASJ têm experiência em trabalhar com projetos sociais e sabem de
sua importância, pretendendo engajar o corpo docente e os alunos nessa ação. Convênios
serão firmados com instituições filantrópicas visando levar conhecimento técnico de informática
para pessoas carentes, além de disponibilizar os laboratórios de informática e a biblioteca para
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convênios com associações e com a Prefeitura de Juazeiro.


Pensando nas políticas ambientais de Sustentabilidade a FASJ pretende desenvolver
projetos buscando parcerias, bem como trabalhar com a conscientização. Sustentabilidade é
um termo usado para definir ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades
atuais dos seres humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações. Ou seja, a
sustentabilidade está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material sem
agredir o meio ambiente, usando os recursos naturais de forma inteligente para que eles se
mantenham no futuro. Seguindo estes parâmetros, a humanidade pode garantir o
desenvolvimento sustentável.
A adoção de ações de sustentabilidade garante a médio e longo prazo um planeta em
boas condições para o desenvolvimento das diversas formas de vida, inclusive a humana.
Garante os recursos naturais necessários para as próximas gerações, possibilitando a
manutenção dos recursos naturais (florestas, matas, rios, lagos, oceanos) e garantindo uma
boa qualidade de vida para as futuras gerações. Criação de atitudes pessoais e empresariais
voltadas para a reciclagem de resíduos sólidos. Esta ação além de gerar renda e diminuir a
quantidade de lixo no solo, possibilita a diminuição da retirada de recursos minerais do solo.
Pretende-se implantar um projeto no município nos moldes da Agenda 21 1, voltado
para a discussão do desenvolvimento sustentável da cidade. Serão trabalhados temas como:
agricultura sustentável, tratamento de lixo e resíduos tóxicos, desenvolvimento urbano
sustentável, redução das desigualdades sociais, gestão dos recursos naturais, educação,
ciência e tecnologia para o desenvolvimento sustentável e infraestrutura e integração com os
municípios limítrofes e região.
A instituição parte do princípio que, como promotora do ensino superior, deve ser
defensora de uma política de graduação rigorosa, sólida e articulada organicamente a um
projeto de sociedade e educação, comprometido com o desenvolvimento da pesquisa e com a
geração do saber, sem, contudo, confundir ação e responsabilidade social com filantropia.
A FASJ se dispõe também em discutir e trabalhar com projetos sobre o tema Direitos
Humanos, que tem sido livremente apropriado por movimentos e mesmo por governantes, o
que de certa forma contribui para a democratização do assunto tem gerado por um lado a
banalização do termo e mesmo o desvirtuamento de sua essência. Por essa razão, desde já se
faz necessário ressaltar a concepção de Direitos Humanos que aqui se vai defender e que se
1
A Agenda 21 foi um dos principais resultados da conferência Eco-92 ou Rio-92, ocorrida no Rio de
Janeiro, Brasil, em 1992. É um documento que estabeleceu a importância de cada país a se comprometer
a refletir, global e localmente, sobre a forma pela qual governos, empresas, organizações não-
governamentais e todos os setores da sociedade poderiam cooperar no estudo de soluções para os
problemas socioambientais.

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espera seja difundida por toda a Agenda 21.


Desde a França de 1789, onde se proclamaram os primeiros direitos individuais
advindos da luta da burguesia até a Declaração Universal de 1948 e posteriores Convenções
Internacionais, a melhor exegese dos Direitos Humanos concebe os mesmos como fruto de
conquistas sócio históricas da humanidade em busca da garantia de dignidade à vida humana,
e no dizer de Boaventura Sousa Santos 2, promovendo a igualdade quando a diferença
inferioriza e reconhecendo a diferença quando a igualdade descaracteriza, e nessa
perspectiva, os direitos humanos são universais, pois são inerentes a todos os seres humanos,
assim como interdependentes e indivisíveis, pois não se realizam em apenas uma ou outra
dimensão.
Assim como em diversas outras áreas afetas à política social, na política de direitos
humanos há um componente essencial a ser demonstrado: a participação dos movimentos
sociais. E nada mais relevante do que Instituições Educacionais promover e participar desses
movimentos, proporcionando a conscientização, bem como a defesa e promoção dos direitos
humanos e igualdade étnico-racial.
A FASJ admite que se faça necessário um trabalho constante nesse sentido,
objetivando lutar com firmeza para garantir a plena vigência dos direitos humanos em qualquer
circunstância, combater todas as formas de discriminação e incentivar e garantir a autonomia
dos movimentos populares. Desse modo, a Instituição busca contribuir com a sociedade
desenvolvendo vários projetos de responsabilidade social, como:
a) Reativação da Universidade da Maior Idade, oportunizando a integração de
pessoas por meio de atividades educativas que enfoquem os aspectos biopsicossociais do
envelhecimento;
b) Realização de Vestibulares solidários que visa arrecadação de materiais e alimentos
para doação;
c) Aplicação do Projeto Desenvolvendo Comunidades, o qual possibilita que pessoas de
diferentes bairros de Juazeiro - BA tenham acesso a conhecimentos com atuação dos
discentes apresentando o conhecimento adquirido em sala de aula e direcionando esse
compartilhar de conhecimentos a formação de um ser social e sujeito na sua comunidade;
d) Projeto Trote Solidário que tem como objetivo principal, além de desenvolver
momentos de integração entre os novos acadêmicos, despertar a consciência social de todos

2
Santos, Boaventura de Sousa. Reconhecer para libertar: os caminhos do cosmopolitanismo multicultural.
Introdução: para ampliar o cânone do reconhecimento, da diferença e da igualdade. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2003, p. 56.

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os alunos, permitindo maior socialização e possibilitando uma prática solidária a partir de


brincadeiras que envolvem arrecadação de materiais e alimentos para doação.
e) Desenvolver o projeto sobre os impactos ambientais causados pela destruição das
matas ciliares na região do Vale do São Francisco.

6. PLANO PARA ATENDIMENTO ÀS DIRETRIZES PEDAGÓGICAS

6.1 Organização Didático-Pedagógica

A organização didático-pedagógica do ensino a ser desenvolvida pela FASJ tem como


fundamento o modelo pedagógico do aprender fazendo, utilizando metodologias ativas em que
o aluno é familiarizado desde o início do curso com questões práticas, próprias da área
profissional.
A prática pedagógica deve estar ancorada no contexto sócio-histórico-cultural dos
aprendizes, tendo como horizonte a superação de consciências ingênuas e a busca de
consciências críticas, capazes de refletirem sobre a cultura em seu sentido amplo, assumindo
as incertezas de um projeto original, pluralista e transgressor das concepções pedagógicas
conservadoras, que relacione cultura formal e informal.
É sabido que a educação não é alavanca da transformação social, mas que sem esta
não haverá nenhum tipo de desenvolvimento. Daí a importância de ser assumida, pelos
educadores, a função social no processo de evolução da sociedade, a partir do contexto da
instituição escolar em que se atua, selecionando e reconstruindo metodologias e
conhecimentos que colaborem com a compreensão e desvelamento dos determinantes da vida
social, cultural e produtiva.
Outro enfoque da organização didático-pedagógica deverá ser a utilização de
metodologias dialógicas, inter-transdisciplinares, alicerçadas em conhecimentos científicos que
deverão estar relacionados às condições histórico-sócio-culturais dos estudantes, o que requer
planejamento sistemático e coletivo, que contemplem todos os envolvidos no processo
educacional da instituição. Faz-se importante lembrar também que para se viabilizar uma
prática pedagógica coerente, os recursos didáticos deverão ser diversificados; a avaliação
processual e formativa, o que supõe atividades pedagógicas diferenciadas, amparadas em
aprendizagens significativas, que consigam atender à diversidade de níveis de estrutura
cognitiva, resultada das diferentes condições de vida e de motivações dos estudantes.

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Sociedade Educacional do Vale do São Francisco Ltda.
Curso de Fisioterapia - Portaria no 324, de 8 de agosto de 2011

6.2 Perfil do Egresso e Perfil do Profissional

A FASJ ministrará um ensino superior visando à qualificação profissional e à formação


cidadã e ética do aluno. O formando deverá ter uma visão científica abrangente, estruturada
com base em currículo dotado dos fundamentos básicos gerais, porém com aprofundamento
técnico em sua área de formação profissional.
O perfil do profissional que a instituição pretende formar é delineado por meio da
identificação dos seguintes atributos, indispensáveis na pessoa do futuro profissional:
a) Demonstrar a capacidade de raciocínio lógico, crítico e analítico para intervir
criativamente em diferentes contextos organizacionais e sociais.
b) Desenvolver processos de criação, organização, acesso e uso de informações que
facilitem a gestão do conhecimento nas organizações.
c) Identificar, analisar, implementar e desenvolver novos negócios.
d) Desenvolver a capacidade de transferir conhecimentos de vida e das experiências
cotidianas para o ambiente de trabalho e do seu campo de atuação profissional para a
aplicação em diferentes contextos, revelando a capacidade de gestão de diferentes
configurações organizacionais e de processos de mudança, apresentando-se como
profissional flexível.
e) Desenvolver a capacidade de expressão e comunicação interpessoal necessário ao
exercício da profissão.
f) Apresentar uma postura ética e socialmente responsável na sua atuação
profissional.
g) Demonstrar senso de responsabilidade.
h) Demonstrar capacidade de identificar as próprias potencialidades e limitações.
i) Apresentar capacidade de envolvimento e participação em iniciativas de interesse
comum.
j) Revelar preocupação em manter-se atualizado em áreas sujeitas às alterações mais
frequentes.

6.3 Seleção de Conteúdos

Os conteúdos das matrizes curriculares a serem ministrados aos alunos serão


sistematizados nas respectivas ementas das disciplinas e nos conteúdos programáticos
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contidos nos planos de cursos e de aulas realizados pelos professores, sob a supervisão da
Coordenação do Curso e da Diretoria Acadêmica.
Os conteúdos estarão sempre adequados ao contexto da realidade local e regional,
vez que a instituição exerce um importante papel na região.
O planejamento e acompanhamento didático-pedagógico será realizado com o
objetivo de implementar e operacionalizar os projetos pedagógicos, reavaliando com a
comunidade acadêmica, no início de cada período letivo, as ementas e conteúdos dos
programas das disciplinas a serem desenvolvidas durante o semestre, com o acompanhamento
sistemático da Coordenação do Curso, que também será responsável pelo acompanhamento
do desempenho acadêmico.
Assim, o coordenador exercerá o papel de gestor do curso e trabalhará também com o
objetivo de motivar o aluno para que possa ter uma boa formação.
Dentre as ações a serem implantadas pela instituição, destacam-se:
a) Minicursos que ajudarão no enriquecimento do saber do aluno e propiciarão uma
formação profissional adequada às necessidades da comunidade em que vive;
b) Laboratório de informática com acesso à internet com vistas a que o egresso da
instituição possa desenvolver pesquisas para o desenvolvimento de seu aprendizado
no mundo globalizado;
c) Biblioteca informatizada com acesso à internet para que o aluno possa pesquisar
os títulos existentes em outras bibliotecas;
d) Implantação de salas de multimídia, com todos os equipamentos necessários para
apresentação de palestras, seminários ou aulas (TV, DVD, data show e computador
interligado à internet).
e) Implantação do Programa de Monitoria, que visa preparar futuros professores para
a Faculdade São Francisco de Juazeiro e outras IES, além de contribuir para a
melhoria do processo de ensino e aprendizagem.

6.4 Princípios Metodológicos e Práticas Pedagógicas

A direção da FASJ incentiva seus professores a adotarem metodologias inovadoras,


criativas e dialéticas como prática cotidiana. Por seu turno, a mantenedora compromete-se a
atender aos pleitos da instituição de ensino no aspecto de dotá-la dos equipamentos e recursos
necessários para a consecução dessa política metodológica de incentivo à criatividade. Dentre
as metodologias de ensino que a FASJ utiliza, podem-se destacar as seguintes:

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a) Interação total entre professor e aluno.


b) Uso da informática na sala de aula, através de programas específicos, inclusive com
a utilização de data show e da placa de super vídeo com saída para TV, instalado em
salas de multimídia.
c) Uso de projetor para apresentação de matéria, tanto por parte dos professores
quanto dos alunos, que serão avaliados inclusive pela participação efetiva nos grupos
e apresentação de trabalhos.
d) Visitas a empresas para ver de perto o seu funcionamento, sobretudo no que
concerne à sua direção.
e) Visitas a hospitais, clínicas para estabelecer relação teoria/prática.
f) Participações em campanhas educativas na área de saúde.
g) Visitas a construtoras e construções.
h) Participação em eventos educacionais em comunidades carentes ofertando: reforço
social, oficinas, palestras;
i) Dinâmicas de grupo em que os alunos são incentivados a falar em público.
j) Utilização de artigos técnico-científicos no ensino de disciplinas.
k) Utilização de vídeos técnicos, artísticos e culturais, com debates após as
apresentações.
l) Viagens de estudos a encontros, ou eventos de natureza técnica.
m) Participação efetiva em seminários, palestras e outros eventos.
n) Estágios em empresas, órgãos públicos e demais entidades ligadas à área do curso.
o) Pesquisas dos alunos na internet, disponibilizada no laboratório de informática, na
biblioteca e nas salas de multimídia.
p) Pesquisas dos alunos pelo sistema acadêmico que permite consultar bibliotecas do
país e solicitar artigos e teses publicados em periódicos.
q) Trabalho com casos concretos nas disciplinas que comportem tal metodologia
(estudos de casos).
r) Prática constante da interdisciplinaridade, de modo que se possam criar vasos
comunicantes entre as disciplinas.
s) Convênios com órgãos públicos de modo a permitir aos alunos um melhor
conhecimento sobre o funcionamento dos mesmos.
t) Convênios com empresas, de modo a trazer a realidade empresarial para dentro da
instituição.
u) Convênios junto a Secretaria Municipal de Educação para inserção dos educandos
de Pedagogia em eventos para estabelecer uma relação teoria-prática;
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v)Incentivo, em todas as disciplinas, da leitura por parte dos alunos, sobretudo de


livros técnicos e periódicos, inclusive como recurso de avaliação dos estudantes.
v) Incentivo aos alunos para apresentação, em sala de aula, de trabalhos, visitas
técnicas etc.
w) Apoio ao aluno que tenha dificuldade de aprendizagem, relacionamento, ou
motivacional quanto aos estudos, sobretudo através do Núcleo de Apoio Pedagógico
(NAP).
x) Apoio ao aluno em suas reclamações e sugestões através da Ouvidoria.
y) Programa de nivelamento dos alunos com maior dificuldade na assimilação dos
conteúdos de Língua Portuguesa e Matemática.
z) Assistência aos alunos, por parte dos professores, fora dos horários das aulas, para
ajudá-los a tirar dúvidas, reforço etc.
w)Palestras com profissionais e empresários dentro da sala de aula, em assunto
relacionado com o conteúdo da disciplina ministrada.
A FASJ desenvolve em seus cursos e programas de educação superior práticas
pedagógicas inovadoras, tendo por base especialmente:
a) Sensibilização dos educandos acerca da necessidade de preservar o meio ambiente
e buscar formas de desenvolvimento autossustentável para instauração de uma
racionalidade ética e equilibrada das relações entre homem e meio ambiente.
b) Desenvolvimento de padrões novos de gestão, que contemplem a participação e o
compromisso social.
c) Ênfase em todo o processo de ensino e aprendizagem no ambiente histórico,
cultural, social, natural, econômico e político, considerando a essência da
subjetividade social, o ecossistema e a herança cultural.
d) Acesso a recursos tecnológicos de ponta em cada área de atuação.
e) Valorização do saber acumulado através da experiência de vida de cada educando.
f) Criação de um espaço aberto e plural para a reflexão e o debate de ideias sobre
todas as questões ligadas à área de formação, transformando os espaços formativos
em um campo de exercício da cidadania.
g) Atuação e mudança de posturas e comportamentos que levem a novas relações
sociais, culturais, afetivas, éticas, familiares, de gênero e raciais.
h) Desenvolvimento de uma educação integral que leve em conta a
multidimensionalidade do ser humano, trabalhando a relação entre suas necessidades
e aspirações e o seu envolvimento na sociedade.

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i) Estabelecimento de um processo de construção coletiva do conhecimento e, ao


mesmo tempo, um processo que torne o aluno sujeito de sua existência e de sua
história individual e social.
j) Busca de referenciais em vários campos do conhecimento.
k) Os planos de cursos e de aulas contemplarão debates, estudos e pesquisas sobre
meio ambiente, responsabilidade social, ética e cidadania, temas relevantes para a
formação do cidadão e do profissional competente.

6.5 Práticas Profissionais e Atividades Complementares

A FASJ firmou convênios com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), com o Centro de
Integração Empresa-Escola (CIEE) e ainda com o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia de
modo a permitir que seus alunos busquem na prática profissional, atividade de estágio
(remunerado ou não). Além disso, programa uma política de contribuir efetivamente para a
colocação de alunos em estágios, como parte de sua metodologia de trabalho.
Com relação às Atividades Complementares, as mesmas fortalecerão o
desenvolvimento do tripé ensino-pesquisa-extensão e, sendo um componente do curso, terão
uma carga horária conforme o Projeto Pedagógico do Curso e deverão ser somadas ao
currículo do curso, podendo ser iniciadas a partir do primeiro semestre. Além de complementar
o currículo do curso, o discente deverá enriquecê-lo, participando de atividades como:
a) Cursos, palestras, seminários, congressos, conferências, oficinas, visitas técnicas,
pequenos estágios, promoção de estudos de casos, jogos de empresa e atividades na
Agência Experimental Base e na Empresa Júnior da FASJ, está ultima está sendo
implantada. Serão desenvolvidas em entidades educacionais, estudantis ou
profissionais, públicas ou privadas, reconhecidas pela instituição. Tais atividades
devem ser adequadas à formação complementar do aluno. Considera-se a
participação do aluno, na forma passiva ou ativa, ou seja, na condição de participante,
palestrante ou apresentador;
b) Atividades Complementares de iniciação científica, publicações e monitoria,
poderão ser desenvolvidas sob a forma de pesquisa, teórica e/ou prática, a fim de que
os alunos possam visualizar o conteúdo do curso em sua projeção social real, com a
finalidade de que a formação acadêmica não esteja dirigida apenas à aplicação e
interpretação do conhecimento, mas que sejam formados para também construí-lo.

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Nesse caso, também os alunos ajustarão com os docentes o objeto da pesquisa


teórica e/ou prática, as condições de sua realização, a avaliação e o registro. As Atividades
Complementares incluem projetos envolvendo implementação prática, pesquisa teórica,
oficinas, formação de grupos de estudo e grupos de interesse com produção intelectual ou
projeto com implementação real. Os docentes atestarão a atividade realizada e as
Coordenações de Cursos ou Coordenação de Estágio definirão sobre a validade dos
documentos apresentados pelos alunos.
Atividades Complementares sob a forma comunitária poderão ser efetivadas pela
instituição na modalidade de extensão, que consiste na prestação de serviços em questões
ligadas à cidadania, família, saúde, educação, moradia, a fim de que os alunos experimentem a
função social do conhecimento produzido. Os alunos poderão participar dessas atividades
através da Coordenação de Estágio, conforme orientação específica do curso, que programará,
coordenará e controlará o cumprimento das mesmas.
Ao desenvolver atividades dessa natureza, o discente amplia seus horizontes
cognitivos e participa da vida social, proporcionando a valorização da própria formação
curricular, integrando-se melhor à sociedade, ao mesmo tempo em que leva a esta os
benefícios da ação da instituição de ensino. Ao ter opções, o discente participa de forma
democrática da escolha de atividades compatíveis a suas habilidades e aptidões, tornando a
complementação de seu currículo um ato produtivo, criativo e de natureza contextual. Ao
mesmo tempo em que estuda, exercita sua cidadania, enquanto a faculdade, por meio da ação
acadêmica, fortalece seus compromissos sociais.
As Atividades Complementares, componente curricular obrigatório, por outro lado,
serão um espaço curricular propício ao desenvolvimento da interdisciplinaridade e ao
atendimento das individualidades do educando.

6.6 Estágios e Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC)

Será criada na FASJ a Coordenação de Estágios com o objetivo de orientar o estágio


curricular supervisionado e estágio extracurricular, que, por sua vez, proporcionará ao aluno
uma melhoria no processo de ensino e aprendizagem.
Entre as inúmeras vantagens e benefícios que a política de estágio traz, podem-se
enumerar as seguintes:
a)Oferece subsídios à revisão de currículos e adequação de programas, de modo a

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permitir à instituição uma postura adequada quanto à sua contribuição ao


desenvolvimento regional.
b)Proporciona ao aluno uma visão prática do funcionamento de uma organização
empresarial ou órgão público, familiarizando-o com o ambiente de trabalho do seu
curso.
c)Facilita o recrutamento e seleção de profissionais na organização, com os perfis
adequados a seus interesses, além de estimular a criação de canais de cooperação
com a instituição na solução de problemas de mútuo interesse.
O Estágio Supervisionado, quando exigido no Projeto Pedagógico do Curso, deve
proporcionar complementação da formação pessoal e profissional do discente, considerando-
se essa formação em termos de treinamento prático, de aperfeiçoamento técnico-cultural e de
relacionamento humano em ambiente genuíno de trabalho, de forma a desenvolver
conhecimentos, habilidades e competências pertinentes ao desempenho de sua profissão.
O Estágio Supervisionado, quando exigido, será realizado por meio de atividades
práticas em empresas parceiras, devendo representar a complementação das competências
focadas no perfil profissional estabelecido no Projeto Pedagógico do Curso, sendo aprovado o
aluno que alcançar média igual ou superior a 7,0.
O Estágio Supervisionado terá sua duração de acordo com o Projeto Pedagógico do
Curso e que seja realizado nos últimos quatro semestres do curso, com sua carga horária
acrescida ao mínimo estabelecido para a área profissional, observando-se ainda:
a)A jornada diária deverá estar em consonância com a legislação vigente.
b)O discente que comprovar haver exercido, por dois ou mais anos, funções
relacionadas com as competências técnicas e/ou tecnológicas na área, ou ainda em
área afim, poderá ser dispensado da realização do estágio supervisionado desde que
apresente requerimento contendo a descrição das funções que realizaram
consideradas como de responsabilidade para o nível de seu curso, acompanhado de
carta da empresa/órgão atestando que realizou as referidas funções, os quais serão
avaliados pela Coordenação de Estágio.
c)As atividades realizadas pelo discente sob a forma de bolsa de trabalho ou micro
estágio que estiverem relacionadas com a graduação cursada e forem desenvolvidas
ao longo do curso poderão ser aproveitadas como parte do Estágio Supervisionado,
ficando seu aproveitamento condicionado à entrega de um relatório, previamente
aprovado pela Coordenação do Curso.
d) O Estágio Supervisionado será avaliado pela empresa e pela FASJ, observando os
critérios e procedimentos estabelecidos no Regulamento de Estágio Supervisionado.
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e) A FASJ manterá à disposição dos discentes e das Empresas/Órgãos, o


Regulamento de Estágio Supervisionado com a indicação dos procedimentos
necessários para a efetivação do Estágio Supervisionado.

O Manual do Estágio, que se encontra na FASJ, contém todas as informações e


procedimentos necessários para a implementação do programa.
Quanto ao Trabalho de Conclusão de Curso, quando exigido no Projeto Pedagógico
do Curso, será um componente curricular com carga horária definida no projeto e com sua
duração acrescida ao mínimo estabelecido para a área profissional.
O TCC será desenvolvido pelo discente sob a forma de artigo, monografia ou produto
midiático, oriunda de um projeto de pesquisa teórica e/ou de pesquisa aplicada, relacionada às
várias disciplinas, de sua livre escolha, podendo ser realizado tanto em ambiente escolar
quanto de trabalho, observando-se criteriosamente a metodologia do trabalho científico e o
regulamento da instituição.
A matrícula no Trabalho de Conclusão de Curso, quando exigido, deverá ser realizada
de acordo com o que determina o Projeto Pedagógico de Curso, devendo o discente alcançar
um grau de aproveitamento final igual ou superior a cinco (7,0) para sua aprovação.
Esse trabalho deverá ser iniciado nos últimos quatro semestres letivos, com a
matrícula respectiva, devendo ser desenvolvido concomitante ou posteriormente ao último ano
letivo.
As Coordenações de cursos, observando a proposta de trabalho, designarão os
docentes que atuarão como orientadores dos discentes no TCC.

6.7 Flexibilidade dos Componentes Curriculares

As diretrizes pedagógicas adotadas conduzem à flexibilização dos componentes


curriculares. Os projetos pedagógicos dos cursos devem contemplar as inovações que
possibilitem essa flexibilidade.
O regime seriado semestral, adotado pela FASJ, permitirá a oferta, em cada semestre
letivo, de um bloco fixo de disciplinas e outro flexível, com disciplinas ofertadas pela instituição
para a escolha do aluno.
Os currículos dos cursos de graduação devem estar de acordo com as diretrizes
curriculares nacionais, fixadas pelo Ministério da Educação, que permite essa flexibilidade e
atualização pelos colegiados de cursos.

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6.8 Oportunidades Diferenciadas de Integralização dos Cursos

A integralização dos cursos de bacharelados pelos discentes deve obedecer aos


prazos mínimos e máximos estabelecidos no Projeto Pedagógico do Curso. Entretanto, a
FASJ permite o aproveitamento de estudos cursados em outra instituição. O aproveitamento
das disciplinas ou adaptação curricular é realizado mediante estudo do currículo. Para estudo
de currículo das disciplinas cursadas em outra instituição, é necessária a apresentação de
Atestado de Graus e carga horária dos programas das disciplinas cursados. O aproveitamento
de disciplinas se faz mediante análise de conteúdo desenvolvido e carga horária.
Outra oportunidade diferenciada que permite ao discente integralizar o seu curso são
as condições para o aproveitamento de disciplinas ou aceleração de estudos, curso de férias,
dispensa e transferência. Os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos,
demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por
banca examinadora especial, poderão ter abreviada a duração de seus cursos, de acordo com
as normas dos sistemas de ensino.
É facultado ao discente o aproveitamento de competências profissionais, com vistas à
aceleração de estudos anteriormente desenvolvidos, para fins de prosseguimento de estudos
em cursos tecnológicos ou bacharelados, observada a legislação pertinente. As competências
profissionais adquiridas em cursos regulares serão reconhecidas mediante análise detalhada
dos programas desenvolvidos, à luz do perfil profissional de conclusão do curso.
As competências profissionais adquiridas no trabalho serão reconhecidas através da
avaliação individual do discente. O discente ingresso, portador de certificado de conclusão de
disciplinas nos cursos superiores de tecnologia ou bacharelados ou com competências
adquiridas no mundo do trabalho que desejar solicitar dispensa de alguma disciplina, deverá
apresentar à Secretaria Acadêmica, no prazo estipulado em calendário escolar, o seu
requerimento acompanhado do histórico escolar e dos programas das disciplinas, sendo o
caso, para fins de análise e parecer das Coordenações de Cursos. A dispensa será concedida
após estudos comparativos das disciplinas com a aplicação de instrumentos formais, como
provas escritas e orais, trabalhos práticos para avaliar as habilidades e competências do
discente nas disciplinas solicitadas, devendo ser aplicadas pelos professores da disciplina e
homologada pela Coordenação do Curso.

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6.9 Avanços Tecnológicos

Os avanços técnicos e tecnológicos na área da tecnologia da informação serão


incorporados aos equipamentos de informática e à tecnologia da comunicação.
Os equipamentos (hardware) e os programas (software) usados nos laboratórios de
informática, laboratórios específicos e nos serviços de apoio técnico-administrativo da
instituição serão atualizados permanentemente, com a periodicidade indicada pelos técnicos da
área e pelos professores.

6.10 Avaliação da Aprendizagem

A avaliação dos alunos da FASJ é feita de modo a tornar o processo o menos


traumático possível. Assim, os professores procuram avaliar constantemente os alunos,
inclusive aplicando atividades diversas para compor a média final de cada bimestre, de forma
processual. A preocupação maior será se o aluno está compreendendo o conteúdo da
disciplina, se está em condições de interpretar e analisar criticamente as situações.

6.10.1 Formas de avaliação

De acordo com o Regimento da FASJ a verificação da aprendizagem será expressa em


notas, de zero a dez, por disciplina cursada. A FASJ utiliza os seguintes instrumentos de
avaliação: “prova com questões discursivas”, “trabalho individual e em grupo”, “seminários”,
“relatórios”, “análise crítica de textos e artigos científico”, “estudo de casos”, “avaliação prática”,
“avaliação dos atendimentos à comunidade”, “visitas técnicas”, “atividades de extensão” e a
“atividade interdisciplinar”. Além desses instrumentos, a apuração do rendimento escolar
também é realizada abrangendo os aspectos de frequência e postura ética. Nesse sentindo, o
professor tem a autonomia Didático-Pedagógica para decidir sobre os instrumentos didáticos a
serem adotados em sua prática docente, devendo ter clareza sobre a necessidade e viabilidade
destes recursos, como promotores da qualidade no processo de ensino-aprendizagem.

6.10.2 Rendimento escolar

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A proposta de avaliação da Faculdade São Francisco de Juazeiro é de caráter


processual atendendo as determinações regimentais da FASJ. Além dos instrumentos de
avaliação acima citados a FASJ orienta os professores a realizar no mínimo duas avaliações
escritas, denominadas A1 e A2, respectivamente conforme os critérios do professor, sendo:

• Avaliação (A1) com nota na escala de 0 (zero) a 10 (dez) pontos,


correspondente à 1ª (primeira) etapa de notas;
• Avaliação (A2) com nota na escala de 0 (zero) a 10 (dez) pontos,
correspondente à 2ª (segunda) etapa de notas.

A avaliação escrita é presencial e pautada nas avaliações do ENADE. A Média


Parcial (MP) será obtida pela média aritmética simples das avaliações (A1 + A2) e atividades
realizadas e deverá ser igual ou superior a 7,0 (sete) pontos para o discente lograr a
aprovação sem a necessidade do Exame Final (A3). Se a MP obtida for inferior a 3,0 (três)
pontos, o aluno estará reprovado.
Desde que atendido o requisito mínimo de frequência, o aluno que alcançar MP igual ou
superior a 3,0 (três) e inferior a 7,0 (sete) terá o direito de prestar o Exame Final ao término do
período letivo. Neste caso, considera-se aprovado o aluno que obtiver a Média Final (MF)
obtida mediante a média aritmética da MP + EF igual ou superior a 5,0 (cinco), desprezadas as
notas anteriores conforme segue:

MF = MP + EF MF = média final
2 MP = média parcial
EF = prova final

O aluno poderá ainda optar para a avaliação substitutiva realizada antes do exame final
aplicada no prazo estabelecido no calendário acadêmico ou conforme estipulada pelo
professor. Neste caso, o professor irá elaborar uma avaliação que substituirá a menor nota (A1
ou A2), sendo que, se a nota for inferior prevalecerá a maior alcançada pelo estudante.

6.10.3 Revisão das avaliações

O aluno pode requerer, através de ofício a ser protocolado junto à secretaria geral da
IES, revisão de notas seguindo o regimento interno da FASJ. Nesse caso, a secretaria geral
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encaminha para a coordenação de curso para aprovação (ou não) da solicitação. A revisão das
avaliações, seguirá o regimento interno da FASJ, que estabelece as normas e critérios. Depois
de solicitado, a coordenação de curso convocará o professor da referida disciplina, para análise
e verificação do resultado no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. Caso o requerente continue
discordando do resultado, terá direito a recorrer, sendo constituída uma comissão por 2 (dois)
professores da área para uma nova revisão, que, através de parecer fundamentado,
apresentará resultado.

7. OFERTA E DESENVOLVIMENTO DOS CURSOS E PROGRAMAS EDUCACIONAIS

7.1 Graduação

Desde 2005, a FASJ vem oferecendo Cursos de Administração e Comunicação Social.


Em 2013 iniciaram a oferta dos cursos autorizados de Ciências Contábeis e de Fisioterapia.
Este último ainda em processo de reconhecimento. Em 02 de junho de 2016 foi publicado a
portaria de autorização do Curso de Enfermagem.
Há ainda os projetos protocolizados dos Cursos de bacharelado em Engenharia Civil,
Odontologia, os Cursos Tecnólogos em Gestão Pública e em Gestão de Recursos Humanos,
bem como o curso de Licenciatura em Educação Física e Licenciatura em Pedagogia Tendo
também os projetos a serem protocolizados dos Cursos de bacharelado em Biomedicina,
Engenharia Agronômica, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Direito, Farmácia,
Medicina, Nutrição, bem como o curso de Licenciatura em Educação Física, Tecnologia em
Gestão da Informação e Tecnologia em Gestão do Agronegócio.

7.2 Pós-Graduação Lato Sensu

Com vista à qualificação profissional e de docentes, a FASJ já tem disponível cursos


de pós-graduação lato sensu, em nível de especialização, com o fim de avançar na criação de
programas institucionais e interinstitucionais de pós-graduação stricto sensu. Os programas de
Pós-graduação foram implantados a partir do segundo semestre de 2014 são: Pós- Graduação
em Fisiologia do exercício, Pós-Graduação em Marketing e Comunicação, Pós-Graduação de
Ensino Superior e Pós-Graduação em Gestão Empresarial. Visando atender as demais áreas,
foram ofertados os seguintes cursos em 2015: Gestão Ambiental, Controladoria e Finanças,
Comunicação e Mídias Digitais.

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7.3 Extensão

Na complementação de suas atividades pedagógicas, a FASJ, através do Núcleo de


Pós graduação e Extensão – NUPEX, implantará a partir de 2015 diversos cursos de extensão,
como: Empreendedorismo Prático, Excel Básico e Avançado, Aperfeiçoamento em HP12C,
Mediação e Conciliação, Finanças Pessoais, Libras, Cálculos Financeiros, Auditoria Básica,
Planejamento Estratégico para Micro e Pequenas Empresas, Escrituração Fiscal, Cargos e
Salários como Ferramentas Estratégicas de Remuneração, Implementação da Série ISSO
9001, ISSO 14000, Marketing Digital, Vendas, Cálculo e Administração de Medicamentos.
A FASJ desenvolve o Congresso de Integração Acadêmica e Social (CONINTA) que
integra o Projeto Interdisciplinar da instituição realizado bienal. O projeto Interdisciplinar ocorre
preferencialmente no primeiro semestre de cada ano e tem como principal objetivo Integrar os
conteúdos disciplinares e despertar a curiosidade científica na construção do conhecimento,
estabelecendo rede de significação interdisciplinar por meio da iniciação à pesquisa onde os
resultados compõe a Revista Expansão Acadêmica com edições semestrais.
O NUPEX está também desenvolvendo o CINE DEBATE cujo principal objetivo é
estimular, através da utilização do meio cinematográfico, o debate e a construção de
conhecimento interdisciplinar, constituindo um espaço privilegiado para o desenvolvimento da
capacidade crítica em torno das questões éticas, políticas e sociais que permeiam a atuação
profissional, os desafios na formação acadêmica e as questões cotidianas da sociedade em
que vivemos, para que possamos contribuir com o desenvolvimento crítico e consciente do
corpo discente da instituição e o envolvimento desta com a comunidade local.
Além destes, existe outros cursos e eventos de extensão direcionados às áreas dos
cursos de graduação, o que permite aos alunos participarem e adquirirem a carga horária para
utilizar como atividade complementar.
Os cursos de extensão serão ministrados mediante programação da instituição para
atender a interesse científico, educacional e cultural junto à sociedade local. O aluno com a
certificação do curso de extensão poderá requerer aproveitamento do período como carga
horária das Atividades Complementares, desde que o tema tenha correspondência com os
componentes curriculares do seu curso, a critério das Coordenações de Cursos.

7.4 Programas Iniciação Científica

O programa de pesquisa em nível de iniciação científica será coordenado pelo Núcleo


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de Pós-Graduação e Extensão (NUPEX) da FASJ, ambos com regulamentos próprios, sob a


orientação de professores com experiência em iniciação científica.
.
8. COMUNICAÇÃO COM A SOCIEDADE
A comunicação da FASJ com a sociedade dá-se no plano interno e externo.

8.1 Comunicação Interna

A comunicação interna na comunidade acadêmica, envolvendo todas as suas


instâncias, ocorre com a interlocução entre os órgãos institucionais e entre estes e professores
e alunos. A comunicação interna, em relação aos professores, dá-se pela interação entre estes
e as Coordenações de Cursos, podendo ainda os professores buscar informações necessárias
na Secretaria e/ou na Diretoria Acadêmica; dá-se também por meio de reuniões, boletim, jornal
eletrônico, site e e-mails (professores, coordenadores, secretaria e diretores possuem
endereços eletrônicos próprios e institucionais, estes divulgados na comunidade acadêmica e
aqueles apenas às Coordenações de Cursos, Diretoria e Secretaria Acadêmica), circulares
sobre serviços e eventos acadêmicos, murais em locais apropriados como salas de aula,
biblioteca, corredores etc. Em relação aos alunos, a comunicação interna ocorre mediante
avisos em sala de aula, murais, site e e-mails (cada turma possui um endereço eletrônico e
respectiva senha e cada aluno individualmente apresenta na abertura de seu registro escola
seu e-mail pessoal), reuniões com representantes de turma, atendimento individualizado pelo
Núcleo de Apoio Pedagógico (NAP) e pelos Coordenadores de Cursos.
Ainda internamente, além desses mecanismos, professores e alunos são incentivados
a procurar a Secretaria, a Diretoria Acadêmica e outros espaços acadêmicos em quaisquer
circunstâncias, para qualquer fim.
Para o desenvolvimento dos planos institucionais e dos projetos de cursos, a FASJ
divulga calendário acadêmico semestral e agenda de eventos pedagógicos e acadêmicos, com
datas cívicas, culturais e de avaliação e prazos institucionais de requerimentos, trancamentos,
rematrículas etc. Para acompanhar e avaliar as atividades institucionais, a Comissão Própria de
Avaliação (CPA) é encarregada de divulgar os trabalhos por ela desenvolvidos, bem como
apresentar planos de ações que visem à melhoria da instituição em seu todo.

8.2 Comunicação Externa

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No plano externo, a FASJ, por meio de site próprio, veicula informações institucionais
com diversos links sobre as suas atividades acadêmicas, além de estabelecer relações
bilaterais por meio de parcerias e convênios com outras instituições, com órgãos e
organizações empresariais do setor público e privado. Usam-se ainda meios de comunicação
em rádio e TV local, para divulgação de eventos acadêmicos, vestibulares, entre outros.

8.3 Relações e Parcerias com a Comunidade, Instituições e Empresas

A FASJ manterá uma relação muito próxima com a comunidade da região em que
atua em especial de Juazeiro, onde está localizada.
Para o quinquênio abrangido por este PDI (2014-2019), pretende-se atuar com os
seguintes projetos em benefício da comunidade:
a) Realização de cursos de treinamento e aperfeiçoamento de mão de obra, visando à
colocação no mercado de trabalho, destinado exclusivamente a pessoas desempregadas.
b) Patrocinar atividades culturais e esportivas, de forma a contribuir para a plena
realização dessas atividades.
c) Utilizar a biblioteca da FASJ para atender às demandas dos estudantes do ensino
médio e do ensino fundamental.
d) Utilizar os laboratórios de informática como instrumento para a inclusão digital da
comunidade.
e)Parceria com o SEBRAE/BA desenvolvendo programa de empreendedorismo na
região.
f) Parceria com a Prefeitura de Juazeiro para o treinamento e qualificação de mão de
obra.

8.4 Cooperação e Parcerias com Instituições e Empresas

A FASJ realizará diversos eventos em parceria com o poder público, com entidades da
sociedade empresarial organizada e com as empresas. Como exemplo de algumas das
atividades de parceria e cooperação com instituições e empresas que a instituição irá
empreender, consoante regulamentos próprios:
a)Parceria com o SEBRAE/BA para realização de cursos e treinamentos empresariais
em Juazeiro.

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b)Parceria com o posto do SENAC em Juazeiro para realização de eventos comuns.


c)Visitas técnicas a empresas.
d)Parceria com a Secretaria Estadual de Segurança Pública em projetos de prevenção
ao uso de drogas e combate ao trote violento nas instituições de ensino.
e)Parceria com o Município de Juazeiro na organização de eventos e apoio técnico.
f)Convênios com empresas visando aproximá-las da instituição, permitindo-se assim
uma maior interação entre teoria e prática, além de facilitar a colocação de alunos da
FASJ no Estágio Supervisionado ou em estágios remunerados e até promovendo a
empregabilidade.

8.5 Ouvidoria

A ouvidoria é um serviço especial de comunicação interna e externa com identificação


ou anonimamente, que tem o fim de ouvir e receber queixas, informações, críticas e sugestões.
A FASJ disponibiliza esse serviço por meio de site com link próprio, e através de recipiente
específico colocado na entrada da instituição e ainda por meio de contato direto com os órgãos
diretivos. O acatamento de considerações e as devidas respostas à comunidade interna e à
sociedade são oferecidos pelos órgãos diretivos e pela Comissão Própria de Avaliação (CPA),
que tentam atender a todos na medida das possibilidades, visando à melhoria da instituição e
às suas atividades acadêmicas e serviços terceirizados.

9. ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAL

9.1 Estrutura Organizacional


A organização e gestão da FASJ são realizadas com a participação dos segmentos da
comunidade acadêmica e da sociedade civil, os processos decisórios são executados mediante
a representatividade dos órgãos colegiados, os quais mantêm a sua independência e
autonomia em relação a sua mantenedora. A estrutura organizacional, a composição, as
atribuições e as competências dos membros de seus órgãos colegiados, bem como o
funcionamento, a representação e a autonomia dos Conselhos Superiores e dos Colegiados de
Curso, são aqueles definidos nas disposições contidas no Regimento da FASJ e que integram
este Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). A estrutura administrativa organizacional da
FASJ e as suas instâncias de decisão estão delineadas conforme organograma institucional e
acadêmico:

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ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL E ACADÊMICO

No Capítulo I do Regimento Interno, a estrutura administrativa organizacional da FASJ


e as suas instâncias de decisão estão assim delineadas:

Art. 11 São órgãos deliberativos e normativos de administração da Faculdade FASJ.


I – Diretoria Geral;
II – Diretoria Acadêmica;
III - Diretoria Administrativa;
§ 1º A Diretoria Geral é integrada por órgãos e setores complementares, destinados ao
desenvolvimento e apoio às atividades administrativas e pedagógicas, sendo estes:
I - Conselho Administrativo Superior - CAS;
II - Coordenadorias dos Cursos;
III - Colegiados de cursos;
IV - Coordenadorias do Núcleo de Pós-Graduação e Extensão - NUPEX;
V - Coordenadoria do Núcleo de Apoio Pedagógico – NAP
VI - Comissão Própria de Avaliação – CPA.

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Art. 12 A Direção Geral é órgão executivo da Faculdade FASJ, é exercida pelo Diretor Geral
(presidente da Mantenedora). A Direção Acadêmica é órgão executivo da Faculdade FASJ, é
exercida pelo Diretor Acadêmico, que será indicado pela Mantenedora. A Direção
Administrativa é órgão executivo da Faculdade FASJ, é exercida pelo Diretor Administrativo,
que será indicado pela Mantenedora.

§ 1º A Diretoria Acadêmica é encarregada de superintender, coordenar e fiscalizar as


atividades pertinentes ao funcionamento da Instituição, assessorada pelos Coordenadores dos
Cursos de graduação, pelo Coordenador do Núcleo de Pós-Graduação e Extensão; pelo
Coordenador do Núcleo de Apoio Pedagógico – NAP, em trabalho harmônico e conjunto,
distribuídos entre si, designados pela Entidade Mantenedora.

§ 2º A Diretoria Administrativa é encarregada de superintender, coordenar e fiscalizar as


atividades pertinentes ao funcionamento da Instituição, assessorada pela Secretaria
Acadêmica, Biblioteca e Informática, em trabalho harmônico e conjunto, distribuídos entre si,
designados pela Entidade Mantenedora.

Art. 13 O Diretor Acadêmico e o Diretor Administrativo serão indicados, para mandato de 4


(quatro) anos, pela entidade mantenedora, cuja escolha recairá sempre em pessoa de notórios
conhecimentos dos problemas educacionais e de administração, em nível superior, possuidora
de idoneidade moral comprovada e insuspeita, podendo ser reconduzido.

§ 1º O Diretor Acadêmico e o Diretor Administrativo serão nomeados por Portaria da


presidência da Mantenedora.
§ 2º A Entidade Mantenedora poderá, a qualquer tempo, substituir o Diretor Acadêmico e o
Diretor Administrativo.
§ 3º O Diretor Acadêmico e o Diretor Administrativo, no impedimento do exercício de suas
funções, serão substituídos por indicação da mantenedora e, em suas ausências, por alguém
por ele designado.

Art. 14 Compete ao Diretor Acadêmico:


I - Coordenar e superintender todas as atividades acadêmicas promover a articulação entre as
atividades de ensino, iniciação científica e extensão, coordenando-as e supervisionando-as;

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II - representar a Faculdade FASJ interna e externamente, em juízo ou fora dele, no âmbito de


suas competências ou por delegação da Entidade Mantenedora;
III - promover, juntamente com os Coordenadores dos Cursos, a integração e harmonização de
todas as atividades acadêmicas;
IV - tomar decisões relativas a assuntos de caráter pedagógico, mas que envolvam
providências de caráter administrativo e financeiro;
V - coordenar o processo de seleção de docente, de elaboração de grades horárias, buscando
aperfeiçoar o oferecimento de disciplinas comuns aos diversos cursos, de modo a evitar-se que
sejam constituídas turmas com número de alunos inferior ao mínimo estabelecido pela
Instituição;
VI - coordenar e supervisionar as atividades acadêmicas da Instituição, a fiel execução do
regime didático, especialmente no que diz respeito à observância do horário, dos programas e
das atividades dos professores, alunos e funcionários a ela ligados;
VII - zelar pela fiel observância da legislação e educacional, deste Regimento Unificado e dos
atos normativos emanados dos órgãos competentes;
VIII - assinar, juntamente com o Secretário da Secretaria de Registro Acadêmico, os Diplomas
e Certificados;
IX - convocar e presidir as reuniões do Conselho Administrativo Superior - CAS, com direito a
voz e voto, além do voto de desempate;
X - expedir Portaria para regulamentar matéria de sua competência e fazer publicar as
Resoluções do Conselho Acadêmico;
XI - firmar acordos, contratos e convênios, com a anuência da Mantenedora;
XII - autorizar qualquer pronunciamento público ou publicação que envolva, de qualquer forma,
o nome da FASJ;
XIII - conferir graus;
XIV - propor alterações e reformas neste Regimento e em quaisquer outros regulamentos;
XV - nos casos de urgência, decidir, ad referendum do Conselho Administrativo Superior -
CAS, matérias de competência deste Conselho;
XVI - resolver os casos omissos neste Regimento, propondo, se for o caso, alteração do
mesmo;
XVII - prestar, semestralmente, conta de sua administração a Entidade Mantenedora, ou
sempre que lhe forem solicitadas, através de relatórios pormenorizados que abranjam todas as
atividades desenvolvidas no âmbito da Faculdade FASJ;
XVIII - superintender, coordenar e fiscalizar as atividades administrativas, financeiras e
contábeis da Instituição de Educação Superior, observadas as determinações da Mantenedora;
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XIX - resolver questões relativas à administração e ao encaminhamento orçamentário dos


processos seletivos, matrículas, exames e outras atividades escolares, observadas as
determinações da Mantenedora;
XX - manter relacionamento com a Entidade Mantenedora para implementação e
racionalização de seus objetivos e planos;
XXI - encaminhar ao Diretor Geral as propostas de ampliação e de realização de planos de
expansão relacionados à implantação de novos cursos;
XXII - articular-se com a Mantenedora, para a tomada de decisões relativas a assuntos de
caráter administrativo e financeiro, mas que produzam ou venha produzir reflexos de caráter
pedagógico;
XXIII - opinar sobre o processo de admissão, promoção, transferência ou dispensa do corpo de
funcionário técnico-administrativo, docente e de demais funções vitais ao pleno funcionamento
da Instituição;
XXIV - exercer as demais atribuições inerentes ao cargo.

Subseção Única
Órgãos Suplementares de Apoio a Diretoria

Art. 15 Para a execução de suas atividades, a Diretoria conta com as coordenadorias de


cursos, Colegiados de cursos, Coordenadorias do Núcleo de Pós graduação e Extensão-
NUPEX, Coordenadoria do Núcleo de Apoio Pedagógico – NAP, Secretaria de Registro
Acadêmico, Biblioteca e Informática como órgãos de apoio acadêmico.

Parágrafo único. Para definição e condução do processo seletivo, a Diretoria Administrativa,


conta, em grau de assessoria com a Comissão de Processo Seletivo.

Art. 16 A Secretaria de Registro Acadêmico é o órgão executivo responsável pelo registro,


arquivo, controle e certificação dos dados pessoais e acadêmicos referentes aos membros dos
corpos docente e discente da Faculdade FASJ, observadas as normas determinadas pela
Mantenedora.

Parágrafo único. A Secretaria de Controle e Registro Acadêmico é coordenada por um


Secretário, escolhido pela Diretoria de Recursos Humanos da Mantenedora, e cuja escolha
deve recair em profissional de comprovada competência técnica e administrativa, conhecedor

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da legislação do ensino superior, devendo, obrigatoriamente, ser portador de diploma de nível


superior.

Art. 17 A Biblioteca da Faculdade FASJ é mantida com o objetivo de facilitar o ensino e


aprendizagem, possibilitando o acesso e o uso das fontes de informações bibliográficas
adequadas para os estudantes, professores e para a comunidade, desenvolvendo o hábito e a
capacidade de leitura, consulta bibliográfica, proporcionando a atualização do acervo,
adequando-o às necessidades surgidas.

§ 1º A Biblioteca é dirigida por profissional habilitado em Biblioteconomia, escolhido pela


Diretoria de Recursos Humanos da Mantenedora.
§ 2º A organização e funcionamento da Biblioteca estão normatizados no Regulamento da
Biblioteca emanado da Mantenedora.

Seção II
Das Coordenadorias de Cursos

Art. 18 A Coordenadoria de Curso é o elo entre o aluno, a Instituição e os professores,


ajustando, facilitando e administrando a execução de todos os procedimentos técnico,
administrativos e acadêmicos para o pleno funcionamento do curso sob sua responsabilidade.

Art. 19 Cabe à Coordenadoria de Curso promover a organização didático-científica e de


distribuição de pessoal do respectivo curso, congregando professores para os objetivos
comuns de ensino, iniciação científica e extensão.

Art. 20 A Coordenadoria de Curso é exercida pelo Coordenador de Curso, nomeado pelo


Diretor, dentre pessoas de notório conhecimento das questões educacionais e da legislação do
ensino, com mandato de 2 (dois) anos, podendo ser reconduzido.

Parágrafo único. O Coordenador de Curso deve possuir habilitação na área específica do


curso a ser coordenado, estar devidamente registrado no seu respectivo conselho profissional
e ter o seu nome aprovado pela Mantenedora.

Art. 21 São atribuições do Coordenador de Curso:

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I - coordenar a elaboração, em cada período letivo, do plano de atividades de ensino, iniciação


científica e extensão do respectivo Curso;
II - analisar os programas e calendários para a realização de atividades de extensão e iniciação
científica, e encaminhá-los à aprovação final do órgão competente;
III - aprovar projetos de ensino, extensão, e iniciação científica, no âmbito da área de
conhecimento do curso, e remeter parecer à aprovação dos órgãos competentes;
IV - coordenar atividades de ensino, iniciação científica e extensão do curso de sua
competência;
V - coordenar o planejamento e a implementação do Projeto Pedagógico do curso, tendo em
vista as diretrizes definidas no Plano de Desenvolvimento Institucional;
VI - organizar a estrutura curricular do curso, ouvido o respectivo Colegiado de Curso e
observadas a legislação em vigor e as normas para alteração curricular da Instituição;
VII - aprovar, no âmbito de sua competência, plano e programas de ensino elaborados pelos
professores;
VIII - decidir sobre assuntos de ordem técnica-administrativa, didática no âmbito do curso;
IX - orientar, coordenar e supervisionar os estágios profissionais exigidos pela legislação do
ensino em vigor;
X - elaborar horário de aulas e demais atividades curriculares e extracurriculares do curso;
XI - supervisionar a integralização curricular e orientar alunos sobre os procedimentos de
frequência e de aproveitamento escolar;
XII - deliberar sobre recursos ou representações de alunos a respeito de matéria didática e
trabalhos escolares, no âmbito do curso;
XIII - orientar e coordenar a execução do sistema de avaliação do corpo discente e docente;
XIV - convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso;
XV - dar encaminhamento e despacho às decisões do Colegiado de Curso;
XVI - coordenar, controlar e avaliar as atividades docentes e discentes;
XVII - acompanhar a assiduidade dos docentes e do pessoal técnico-administrativo vinculado
ao curso, auxiliando a Diretoria na fiscalização da observância do regime escolar e do
cumprimento dos planos de ensino e projetos do curso;
XVIII - avaliar o desempenho do docente, do aluno e do técnico-administrativo segundo
propostas dos Colegiados superiores;
XIX - estabelecer, observadas as normas baixadas pelo Conselho Acadêmico, critérios para
matrícula e aproveitamento de estudos, adaptações, dependências eavaliação da

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aprendizagem e deliberar sobre pedidos de transferências internas e externas, bem como de


retorno ao curso;
XX - apresentar, mediante sugestões dos professores, propostas para aquisição de material
bibliográfico;
XXI - elaborar, anualmente, e encaminhar à Diretoria a relação de material didático-
pedagógico, assim como outros equipamentos necessários para o bom desempenho do
ensino, da iniciação científica e extensão;
XXII - deliberar sobre organização e administração de laboratórios e outros materiais didáticos,
quando esses constituírem parte integrante do ensino, iniciação científica e extensão;
XXIII - tomar as medidas necessárias para o aperfeiçoamento e interdisciplinaridade das
atividades de ensino, em todas as disciplinas do Curso;
XXIV - responsabilizar-se pelo material e patrimônio da Instituição que estiver sob sua guarda;
XXV - exercer a autoridade disciplinar conforme as normas deste Regimento e legislação
vigente;
XXVI - apresentar ao Diretor, no prazo que for por este fixado, relatório das atividades do curso;
XXVII - propor admissão de monitor na forma deste Regimento e normas específicas da
Diretoria;
XXVIII - zelar pela legalidade, regularidade e qualidade do ensino ministrado pelo curso;
XXIX - assinar termos de compromisso de estágios como interveniente de alunos do Curso sob
sua responsabilidade;
XXX - avaliar, periodicamente, o andamento e os resultados dos projetos de iniciação científica
e de extensão sob sua responsabilidade;
XXXI - participar, como membro pleno, das reuniões do Conselho Administrativo Superior;
XXXII - coordenar a organização de eventos, semanas de estudos, ciclos de debates e outros
no âmbito do curso;
XXXIII - cumprir e fazer cumprir as disposições deste Regimento e as deliberações dos Órgãos
Colegiados;

XXXIV - exercer outras atribuições que, pela sua natureza, recaiam dentro de sua competência,
ou que lhe sejam delegadas pelo Diretor ou pelos demais órgãos superiores.

Parágrafo único. Sempre que entender necessário, poderá o Coordenador de Curso, em


matérias de sua competência, editar Portarias específicas submetendo-as à aprovação do
Colegiado de Curso, ad referendum do Conselho Administrativo Superior.

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Seção III
Da Administração do Núcleo de Pós-Graduação e Extensão - NUPEX

Art. 22 O Núcleo de Pós-Graduação e Extensão contará com as mesmas instâncias de


administração formalmente constituídas para a Faculdade FASJ.

CAPÍTULO II
DO NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO - NUPEX

Seção I
Da finalidade e Objetivos

Art. 23 O Núcleo de Pós-Graduação e Extensão - NUPEX constitui-se numa unidade


acadêmica, inserida na estrutura organizacional da Faculdade FASJ.

Art. 24 O NUPEX tem por finalidade formar e qualificar profissionais, nos vários níveis e
modalidades de ensino, para os diversos setores da economia, produtos e serviços, em estreita
articulação com os setores produtivos e a sociedade, oferecendo mecanismos para a educação
continuada.

Art. 25 O Núcleo de Pós-Graduação e Extensão - NUPEX tem como objetivos:

I - Viabilizar e fomentar o desenvolvimento de atividades de iniciação científica e extensão,


criando condições institucionais propícias para a articulação satisfatória e equilibrada do tripé
de sustentação da dinâmica de uma IES: ensino, iniciação científica e extensão.
II - Sistematizar e acompanhar projetos em andamento, bem como fomentar o desenvolvimento
de novos projetos voltados a realidade histórica, geográfica, educacional, social e cultural da
região norte da Bahia, com vistas à sua sustentabilidade;
III - Oportunizar a discussão coletiva de todos os projetos, com vistas ao aprofundamento e
aperfeiçoamento das suas concepções teóricas e procedimentos metodológicos;
IV - Estreitar as relações entre a FASJ e outras IES, bem como com a comunidade, através da
divulgação de trabalhos, realização de eventos acadêmicos ou atividades extensivas;

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V - Incentivar alunos e professores e outros interessados para o desenvolvimento de projetos


de iniciação científica nas diversas áreas referentes aos cursos oferecidos pela FASJ.
VI - Disseminar a iniciação científica a nível local, regional e nacional enfatizando temas de
relevância social.
VII - Promover iniciação científica com o objetivo de auxiliar o desenvolvimento regional
sustentável.
VIII - Ministrar ensino superior nos diferentes níveis e modalidades, visando à formação,
aperfeiçoamento e à especialização de profissionais;
IX - Ofertar educação continuada, por diferentes mecanismos, visando à atualização, o
aperfeiçoamento e à especialização de profissionais;
X - Ministrar cursos de formação de profissionais e especialistas, bem como programas
especiais de formação pedagógica.

Seção II
Da Coordenadoria do Núcleo de Pós-Graduação e Extensão e da Coordenadoria de
Curso

Art. 26 O Núcleo de Pós-Graduação e Extensão terá uma coordenação formalmente


constituída, a qual será responsável por articular todas as atividades desenvolvidas do NUPEX.

Parágrafo único. O Coordenador do Núcleo Pós-Graduação e Extensão – NUPEX será


designado pela Mantenedora, por indicação do Diretor.

Art. 27 O NUPEX contará com um conselho próprio do qual fará parte a direção acadêmica e
Administrativa da FASJ.

Art. 28 Cada Curso de Pós-Graduação será dirigido por Coordenador da área do curso
ofertado e assistido pelo Colegiado do Curso.

§ 1º A Coordenadoria de Pós-Graduação reger-se-á pelas mesmas normas e incumbências


atribuídas às coordenadorias de cursos previstas no Artigo 21 deste Regimento.

CAPÍTULO III
DO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO – NAP
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Art. 29 O Núcleo de Apoio Pedagógico – NAP constitui-se numa unidade acadêmica, inserida
na estrutura organizacional da Faculdade FASJ, com o objetivo de apoio pedagógico e
psicopedagógico à comunidade acadêmica da Instituição.

Art. 30 O Núcleo de Apoio Pedagógico – NAP tem por finalidade prestar apoio pedagógico a
coordenação e direção da FASJ, com acompanhamento psicopedagógico aos discentes e
docentes em conformidade com as diversas atividades desenvolvidas nos cursos da Instituição,
contribuindo para a melhoria dos processos de ensino e aprendizagem, bem como auxiliar na
interação entre a comunidade acadêmica e a realidade social.

Parágrafo único. Compete ao Núcleo de Apoio Pedagógico:

I – Realizar atendimento aos discentes de forma individual e em grupo visando auxiliar o


processo de ensino-aprendizagem;
II – Realizar atendimento aos docentes de forma individual e em grupo, visando auxiliar o
processo de ensino-aprendizagem;
III - Auxiliar os professores, na elaboração de projetos de intervenção em sala de aula;
IV - Orientar os docentes quanto à delimitação dos métodos de ensino mais eficientes que
deverão ser empregados em sala de aula;
V - Orientar os professores quanto à definição dos critérios de avaliação e a escolha dos
instrumentos avaliativos;
VI - Organizar, juntamente com a direção acadêmica, as jornadas pedagógicas da Instituição;
VII - Propor alternativas de busca de soluções, dos problemas que impedem a construção do
conhecimento, no cotidiano da sala de aula;
VII - Participar das reuniões dos colegiados, pedagógicas e do Conselho Administrativo;
IX - Diagnosticar as dificuldades de aprendizagem dos discentes da FASJ por meio de relatos,
questionários e conversas;
X - Traçar e realizar estratégias interventivas que permitam a superação das dificuldades de
aprendizagem diagnosticadas nos discentes da FASJ;
XI - Integrar a banca examinadora da seleção de docentes da FASJ com o intuito de auxiliar
nas observações de cunho pedagógico dos candidatos;
XII - Acompanhar os acadêmicos no processo de construção das atividades interdisciplinares;
XIII - Participar da avaliação institucional;

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XIV – Manter comunicação constante com os coordenadores de cursos e diretoria acadêmica


visando acompanhamento permanente dos processos de ensino e aprendizagem.

CAPÍTULO IV
DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS

Art. 31 São órgãos colegiados de administração da Faculdade FASJ:

I - o Conselho Administrativo Superior - CAS; e


II - os Colegiados de Curso.

Art. 32 Os órgãos colegiados têm por finalidade democratizar a administração da Instituição e


favorecer a participação coletiva na gestão do Plano de Desenvolvimento Institucional e do
Projeto Político Pedagógico de cada curso.

Seção I
Das disposições comuns aos órgãos colegiados

Art. 33 Os órgãos colegiados reunir-se-ão, em primeira convocação, com a maioria absoluta de


seus integrantes e, em segunda, no mínimo 30 (trinta) minutos após, com qualquer número.

Art. 34 As deliberações serão tomadas pela maioria dos presentes, salvo quando este
Regimento, estabelecer quorum qualificado.

§ 1º As alterações deste Regimento devem ser aprovadas por no mínimo dois terços dos
membros do Conselho Administrativo Superior.

§ 2º As deliberações relativas à criação, alteração de órgãos, aprovação de normas ou


regulamentos devem ser aprovadas pela maioria absoluta dos membros do colegiado
competente.

Art. 35 A convocação dos membros dos colegiados deverá ser feita com antecedência mínima
de 3 (três) dias úteis, por escrito, podendo ser remetida via impressa ou por meio eletrônico, da
mesma devendo constar a pauta a ser discutida.
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§ 1º A convocação pode ser feita, em caso de urgência, a critério do presidente do colegiado,


com até 24 (vinte e quatro) horas de antecedência, por qualquer meio, dando-se ciência da
pauta aos convocados.

§ 2º A ausência eventual de membros natos ou representantes de órgãos ou categorias não


impede o funcionamento dos órgãos colegiados, nem invalida as decisões tomadas.

§ 3º O comparecimento espontâneo da totalidade dos membros do órgão colegiado supre a


falta de convocação.

Art. 36 O comparecimento dos membros às sessões dos órgãos colegiados é obrigatório e a


respectiva convocação prevalece sobre qualquer outra funcional.

Art. 37 Os representantes do corpo docente, corpo discente e do pessoal técnico-


administrativo nos órgãos colegiados são eleitos por seus pares, em eleição organizada pela
Diretoria.

§ 1º Os representantes do corpo docente e pessoal técnico-administrativo a que se refere o


caput deste Artigo, tem mandato de 2 (dois) anos, sendo permitida a sua recondução.

§ 2º Os representantes do corpo discente, a que se refere o caput deste artigo, tem mandato
de 1 (um) ano, não sendo permitida a recondução.

Art. 38 Das reuniões dos órgãos colegiados lavrar-se-á a respectiva ata circunstanciada,
assinada pelo presidente e pelo secretário que a lavrar, sendo o texto submetido à aprovação
na sessão seguinte ou na mesma sessão, se necessário ou mais conveniente for.

Parágrafo único. O Presidente do órgão colegiado nomeará, dentre os membros presentes,


um para secretariar a reunião e lavrar a ata respectiva.

Art. 39 As deliberações de caráter normativo serão consolidadas sob a forma de Resolução,


indexadas anualmente em sequência numérica, devendo uma cópia ser remetida para arquivo
sob a responsabilidade da Secretaria de Registro Acadêmico.

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Art. 40 Das deliberações dos órgãos singulares ou colegiados, em processos administrativos,


caberá recurso ao órgão Colegiado hierárquico superior, a saber:

I - do Coordenador de Curso para o Colegiado de Curso;


II - dos Colegiados de Cursos para o Conselho Administrativo Superior;
III - da Diretoria para o Conselho Administrativo Superior.

Seção II
DO CONSELHO ADMINISTRATIVO SUPERIOR – CAS

Art. 41 O Conselho Administrativo Superior, órgão de natureza deliberativa, normativa e


consultiva é constituído por:

I - Diretor Geral, seu Presidente


II - Diretor Acadêmico da Faculdade
III - Coordenadores de Curso
IV - Coordenador do Núcleo de Pós Graduação e Extensão - NUPEX
V - 02 (dois) representantes discente eleitos pelos seus pares
VI - 02 (dois) representantes do pessoal técnico-administrativo eleitos pelos seus pares
VII - 02 (dois) representantes docente eleitos pelos seus pares

Parágrafo único. Para os cursos desenvolvidos nas modalidades a distância e presencial


haverá a representação de 2 (dois) alunos de cada modalidade.

Art. 42 Ao Conselho Administrativo Superior compete:

I - exercer, como órgão consultivo, deliberativo e normativo a jurisdição superior nas questões
acadêmicas, disciplinares e de planejamento das Instituições;

II - analisar a política geral das Instituições no que se refere ao desenvolvimento e expansão,


bem como os planos anuais;

III - referendar, no âmbito de sua competência, atos do Diretor, praticados na forma da lei;

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IV - deliberar sobre assuntos de caráter didático e científico, extensão e planejamento cultural


no interesse dos alunos e das Instituições;

V - apreciar o relatório geral de atividades da Instituição, apresentado pelo Coordenador de


Curso e Secretário de Registro Acadêmico, que será apresentado ao Diretor e encaminhado à
Mantenedora anualmente para aprovação;

VI - propor alterações a este Regimento Unificado, bem como às competências dos órgãos da
administração acadêmica e de apoio;

VII - aprovar, anualmente, o Calendário Escolar da Instituição elaborado e apresentado pelo


Secretário da Secretaria de Registro Acadêmico;

VIII - apreciar e decidir em matéria didático-científica e disciplinar, originariamente ou em grau


de recurso, sobre casos omissos neste Regimento Unificado e nas demais normas internas que
lhes sejam afeta;

IX - apreciar e decidir os recursos interpostos de decisões dos demais órgãos colegiados


docentes e discentes de curso ofertado na Instituição, em matéria didático-científica e
disciplinar;

X - apurar a responsabilidade do Diretor, do Coordenador de Curso, do Secretário da


Secretaria de Registro Acadêmico e dos professores, quando, por omissão e tolerância,
permitir (em) ou favorecer (em) o não cumprimento da legislação do ensino, deste Regimento,
ou de outras normas complementares;

XI - fixar as “Normas Gerais de Graduação” no que se referem às estruturas curriculares,


programas e projetos de iniciação científica, extensão e iniciação científica, matrículas,
transferências, avaliação de rendimento escolar, aproveitamento de estudo, regime especial
para compensação de faltas, processos seletivos, além de outras que se incluam no âmbito de
sua competência;

XII - deliberar sobre os recursos submetidos a sua consideração;

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XIII - instituir símbolos, bandeiras e flâmulas no âmbito das Instituições;

XIV - aprovar projetos de iniciação científica, programas de extensão e iniciação científica


observadas as Normas da Diretoria Acadêmica da Faculdade FASJ;

XV - deliberar e aprovar modificações do presente Regimento, submetendo-as à aprovação da


Mantenedora para posterior encaminhamento ao Órgão Federal Competente;

XVI - apreciar e decidir sobre os processos e resultados de Avaliação Institucional, levando em


conta Padrões de Qualidade para Avaliação de Cursos;

XVII - aprovar regulamentos específicos para atividades complementares, monitorias, estágios


supervisionados; ofertas de pós-graduação; elaborações, apresentações e avaliações de
Trabalhos de Conclusão de Curso, observadas a legislação em vigor e normas da Faculdade
FASJ;

XVIII - homologar os resultados dos processos disciplinares referentes à suspensão e


desligamentos de membros do corpo discente e docente;

XIX - homologar os atos dos Colegiados de Curso aprovados pela maioria de seus membros, a
respeito de alteração de estruturas curriculares e regulamentos internos;

XX - deliberar sobre processo administrativo para a destituição de seus próprios membros, por
votação mínima de 2/3 (dois terços) da totalidade coletiva;

XXI - opinar sobre os casos omissos neste Regimento;

XXII - exercer as demais atribuições de sua competência, por força da legislação em vigor e
deste Regimento.

Parágrafo único. As deliberações do Conselho Administrativo Superior - CAS, de caráter


normativo, assumirão a forma de Resoluções.

Art. 43 O Conselho Administrativo Superior reúne-se, ordinariamente, duas vezes a cada


semestre, sempre no início e término dos períodos letivos, convocado e presidido pelo Diretor
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ou seu representante legal e, extraordinariamente, quando se fizer necessário, mediante


iniciativa desta autoridade ou solicitação da maioria absoluta de seus membros.

Art. 44 O Conselho Administrativo Superior, qualquer que seja a natureza da matéria da


ordem do dia ou dos fins da convocação, deliberará validamente com a presença de 2/3 (dois
terços) de seus membros e suas decisões serão tomadas pela maioria simples de votos.

Parágrafo único. O Presidente do Conselho Administrativo Superior tem, além de seu voto, o
de qualidade.

Art. 45 A convocação do Conselho Administrativo Superior faz-se por escrito, com


antecedência de, pelo menos, 72 horas, mencionando-se o assunto que será tratado, salvo se
for considerado secreto pelo Presidente.

Parágrafo único. É dispensado o prazo para a convocação de reuniões em caráter de


urgência.

Art. 46 As reuniões do Conselho Administrativo Superior serão secretariadas pelo Secretário


da Secretaria de Registro Acadêmico da Instituição a quem competirá dar cumprimento a todos
os atos de expediente e decisões tomadas.

Parágrafo único. De todas as reuniões do Conselho Administrativo Superior lavrar-se-ão atas,


que serão assinadas pelo Secretário, pelo Presidente ou seu representante legal e por todos os
outros membros presentes.

Seção III
Do Colegiado de Curso

Art. 47 O Colegiado de Curso é órgão colegiado de administração básica da Faculdade FASJ.

Art. 48 Cada Curso contará com um Colegiado próprio.

Art. 49 Compõem os Colegiados de Curso:

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I - o Coordenador do Curso, que o preside;

II - os docentes responsáveis pelas disciplinas que estejam vinculadas a um determinado


curso;

III - 2 (dois) representantes dos alunos regularmente matriculados no Curso, eleitos por seus
pares.

Parágrafo único. Para os cursos desenvolvidos nas modalidades a distância e presencial


haverá a representação de 1 (um) aluno de cada modalidade.

Art. 50 O Colegiado de Curso reunir-se-á através de convocação do Coordenador de curso,


ordinariamente, uma vez a cada bimestre; e, extraordinariamente, quando se fizer necessário.

Art. 51 Compete ao Colegiado de Curso;

I - deliberar sobre providências destinadas a resoluções do Conselho Administrativo Superior;

II - deliberar sobre medidas de natureza preventiva, corretiva ou repressiva no âmbito de sua


competência;

III - proceder às reformulações da estrutura curricular, observadas as determinações dos


Núcleos de Áreas, submetendo-as à aprovação do Conselho Administrativo Superior;

IV - avaliar, a cada período letivo, a proposta pedagógica do curso e planejar as atividades


acadêmicas do curso;

V - pronunciar-se sobre o projeto pedagógico do curso, programação acadêmica e seu


desenvolvimento nos aspectos de ensino; iniciação científica e extensão, articulados com os
objetivos das Instituições e com as normas deste Regimento;

VI - pronunciar-se quanto à organização didático-pedagógica dos planos de ensino de


disciplinas do curso, elaboração e ou reformulação de ementas, definição de objetivos,
conteúdos programáticos, procedimentos de ensino e de avaliação e a bibliografia indicada;

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VII - analisar os resultados do desempenho acadêmico dos alunos e seu aproveitamento nas
disciplinas, com vistas à avaliação e à melhoria didático-pedagógico dos respectivos cursos.

VIII - analisar, avaliar e articular projetos de iniciação científica e extensão;

IX - conhecer e discutir as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso, bem como as normas


expedidas pelos conselhos e/ou associações específicas da profissão;

X - apreciar programação acadêmica que estimule a concepção e prática interdisciplinar;

XI - propor e aprovar, quando for o caso, regulamento específico do curso ad referendum do


Conselho Acadêmico.

§ 1º Cada disciplina tem plano de ensino articulado à proposta pedagógica do curso elaborado
e discutido pelos professores e aprovado pelo respectivo Colegiado de Curso, para o período
subsequente na reunião de planejamento que se dá ao final de cada semestre letivo.

§ 2º As deliberações dos Colegiados de Cursos, de caráter deliberativo, assumirão a forma de


pareceres.

Art. 52 As reuniões do Colegiado de Curso serão secretariadas por um secretário designado


pelo Coordenador do Curso respectivo a quem incumbirá dar cumprimento a todos os atos de
expediente e decisões tomadas.

Art. 53 De todas as reuniões do Colegiado de Curso lavrar-se-ão atas que serão assinadas
pelo secretário, pelo Coordenador do Curso e por todos os membros presentes.

9.2 Corpo Docente


A FASJ tem procurado por meio de sua política institucional melhorar a composição de
seu quadro docente, aumentando o quantitativo de docentes com formação/titulação em
mestrado e doutorado para ministrar os conteúdos de seus cursos. O corpo docente constitui
fator decisivo na excelência de suas atividades, no compromisso com o desenvolvimento e
ampliações das ações que são realizadas no contexto dos cursos ministrados pela FASJ.
Os requisitos de titulação, fundamentais para a admissão e contratação de

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professores pela FASJ, são os mesmos já conhecidos e divulgados em todas as instituições de


ensino superior do país, aferidos e respaldados pela idoneidade das instituições de ensino
superior com programas stricto sensu, reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC). Além
da exigência da titulação, deverá haver correspondência entre a habilitação e o componente
curricular a ser ministrado pelo docente, ou seja, deverá aderência entre a titulação (formação)
e a disciplina a ser ministrada.

9.2.3 Critérios de Seleção e Contratação de Docentes

O corpo docente da FASJ será selecionado com base na titulação e na experiência no


magistério superior e na área profissional em que atuar, mantendo a congruência com a
disciplina a ser lecionada. O corpo docente da FASJ será estruturado em carreira, contratado
sob o regime jurídico da CLT, com carga horária que vai de horista a dedicação de tempo
integral, com professores doutores, mestres, docentes de notório saber e especialistas. A
contratação de professores adotará o critério de tempo de docência mínima de 02 (dois) anos
de atuação em instituição de ensino superior ou currículo relevante de atuação em área
profissional do curso.

9.2.2 Plano de Carreira e Regime de Trabalho

O Plano de Carreira Docente da FASJ visa incentivar à constituição de quadro docente


com maior titulação e melhor qualificação por meio da realização de cursos de pós-graduação,
aperfeiçoamento, etc. O Plano de Carreira dos Docentes da FASJ está estruturado de forma a
privilegiar o professor com maior formação acadêmica.
Requisitos para o enquadramento e progressão, conforme o disposto no Plano de
Carreira Docente da FASJ:
1. DO CORPO DOCENTE
Art. 5º O corpo docente será constituído pelo pessoal que nele exerça
atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Parágrafo único. O corpo docente atuará nas diversas disciplinas e
componentes curriculares desenvolvidos nos cursos e programas
oferecidos pela Instituição.

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Art. 6º O corpo docente integrará o Quadro de Pessoal da Faculdade


São Francisco de Juazeiro cumprindo regularmente as orientações e
Portarias do MEC e Ministério do Trabalho e Emprego.
Parágrafo 1º. A competência final para implantação do disposto no
parágrafo anterior será, sempre da Mantenedora, associada às
determinações do MEC, visto que resultam em alteração dos seus
custos operacionais.

2. DA CLASSIFICAÇÃO E FIXAÇÃO DOS CARGOS


Art. 7º A carreira do pessoal docente será constituída por 03 cargos com
designativos funcionais abaixo descritos:
. Professor Doutor;
. Professor Mestre;
. Professor Especialista

3. DO INGRESSO E ACESSO
Art. 8º O pessoal docente da Instituição será contratado pela
Mantenedora, de acordo com a solicitação de contratação e formulário
de Recrutamento e Seleção, do Depto. de Recursos Humanos, além de
acompanhar as normas constantes neste item por indicação do
Gestor/Coordenador do Curso que fará o exame da aptidão profissional
dos interessados.
Parágrafo 1º. Cabe aos Gestores / Coordenadores de Cursos
comprovarem a necessidade da contratação de docentes junto a
Direção Acadêmica para avaliação, análise e aprovação final do Diretor
Financeiro e demais diretores da Instituição.
Parágrafo 2º. São condições fundamentais para o ingresso e
permanência no magistério superior da Instituição:
a) A idoneidade profissional;
b) A capacidade didática;
c) A integridade moral;
d) A boa conduta pública e privada;

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e) Habilitação profissional de acordo com a área de atuação, com


registro no órgão competente ou no Ministério da Educação e Cultura –
MEC.
Parágrafo 3º. A admissão de pessoal docente far-se-á mediante
contrato de trabalho celebrado com a Mantenedora e aceitação por
meio do contratado, nos termos das Normas Administrativas e dos
Procedimentos do Depto. de Recursos Humanos da Instituição.
Parágrafo 4º. A seleção de candidatos será feita com observância dos
seguintes critérios:

a)Currículo adotado pelo Conselho Nacional de Pesquisa (CNPQ);


a) Comprovação dos títulos obtidos pelo candidato;
b) Comprovação da produção científica;
c) Demonstração de experiência profissional docente na área da
disciplina e não docente na área de formação;
d) Consulta de referência profissional a ser realizada pelo depto. de
Recursos Humanos.
e) Desempenho na aula-teste ministrada pelo candidato á “Banca de
Avaliação de Docente” a ser definida pela Direção Acadêmica,
observando o seguinte:
- A banca de Avaliação Docente será presidida pela Direção
Acadêmica e deverá ser composta, ainda, pelo Gestor / Coordenador de
Curso, Recursos humanos, substituídos por seus representantes;
- Para ser realizada a Banca de Avaliação de Docente deve ter a
presença de, no mínimo, (3) três, dos componentes previstos neste
Plano de Carreira.
Art. 9º O professor contratado será enquadrado de acordo com a
nomenclatura e salário da vaga disponível, conforme indicadores da
tabela de salários abaixo mencionada:

Grade Sal.1 em Sal.2 em SAL3 em R$ Sal.4 Em R$ Sal. 5 Em


Salarial R$ por Hora R$ por Hora por Hora por Hora R$ por Hora
3 37,90 39,03 40,20 41,41 42,65
2 33,07 34,06 35,08 36,13 37,22
1 27,55 28,37 29,22 30,09 30,99

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Art. 10º São requisitos mínimos para ingresso nas grades dos docentes:
a) Professor Doutor: ser portador de diploma de Doutor ou Pós
Doutor, conferido por cursos reconhecidos e credenciados pelo órgão
governamental competente, na área em que irá atuar;
b) Professor Mestre: ser portador de, no mínimo, diploma de Mestre,
conferido por cursos reconhecidos e credenciados pelo órgão
governamental competente, na área em que irá atuar;
c) Professor Especialista: ser portador de, no mínimo, diploma de
lato sensu, em nível de especialização ou aperfeiçoamento, conferido
por cursos reconhecidos e credenciados pelo órgão governamental
competente, na área em que irá atuar;
d) Professor Docente: ser portador de, no mínimo certificado de
graduado, obtido em cursos de graduação reconhecido pelas
autoridades competentes, com experiência profissional comprovada e
relevante que atenda os requisitos da legislação pertinente.

Art. 11º Para fins de ascensão a uma nova grade mais elevada, os
critérios são:
a) Existência da vaga: A Competência para indicação do numero de
vagas do corpo docente, distribuídos nas grades e classes salariais
contempladas neste plano, será da Diretoria Acadêmica com a anuência
das demais diretorias e realizado após o enceramento de cada período
letivo;
b) Tempo de serviço prestado a Instituição de acordo com a sua data
de admissão;
c) Titulação do professor.

Art. 12º Os requisitos para progressão de um nível para outro são:


a) O decurso de tempo entre os níveis será de 02 (dois) anos,
contados a partir do último enquadramento, observadas as condições
estabelecidas neste Plano;
b) Através da análise dos indicadores de “Avaliação de Desempenho
e das Competências”, com critérios firmados pela Direção Acadêmica,
Gestores/Coordenadores de curso, Recursos humanos, com

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aproveitamento mínimo de 75% (setenta e cinco) por cento nos últimos


02 anos;

c) Através de avaliação positiva dos discentes, realizada pela CPA –


Comissão Permanente de Avaliação;
d) Através do aproveitamento dos alunos nas disciplinas lecionadas;
e) Participação comprovada nas atividades de extensão da FASJ,
pontuada conforme formulário de “Avaliação de Desempenho e
Competências” do docente.
Art. 13º Para fins de progressão de um nível para outro o professor
deverá comprovar, além dos itens do Art. 12º, no mínimo 50% de
produção científica e participação em atividades de extensão nos
últimos 03 anos.
Art. 14º O pedido de enquadramento poderá ser feito ao final de cada
semestre letivo, desde que atendido ao tempo mínimo para mudança de
nível, devidamente fundamentado com a documentação pertinente,
dirigido á área de Recursos Humanos a qual verificará junto á Direção
Acadêmica e Diretoria Financeira a existência de vaga e disponibilidade
orçamentária para aprovação da mantenedora.
Parágrafo 1º. O depto. de Recursos Humanos , deverá receber a
proposta de promoção ou enquadramento salarial até o dia 24 do mês
de competência, com as justificativas da Direção Acadêmica e do
Gestor/Coordenador do curso em questão.

Parágrafo 2º. Os resultados das “Avaliações de Desempenho e


Competência” serão interpretados e processados sempre nos meses de
Maio e Outubro de cada ano.
Parágrafo 3.º Os benefícios das promoções previstas neste plano serão
creditados ao professor em relação a carga horária atribuída para o
exercício do docente na Instituição.
Art. 15º A constatação de qualquer irregularidade no enquadramento ou
na comprovação da documentação apresentada implica no
cancelamento do referido enquadramento ou ascensão aprovada,
independentemente de outras sanções legais.

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Art. 16º O docente fará jus ao recebimento da remuneração


correspondente á sua promoção ou enquadramento salarial, a partir do
1º dia do período letivo subsequente a aprovação do reajuste pleiteado
e aprovado junto a Diretoria Financeira e Acadêmica.

9.2.3 Política de Capacitação e Qualificação dos Docentes

A FASJ possui plano de capacitação e qualificação pedagógica que oferece aos


docentes a oportunidade de reciclar seus conceitos pedagógicos e práticas do dia a dia da sala
de aula. O projeto procura melhorar a condição pedagógica do professor, oportunizar aulas
mais dinâmicas e com mais qualidade. A FASJ ao empreender a ideia de capacitação periódica
do corpo docente reconhece o singular papel do professor como mediador do processo ensino
aprendizagem. A qualidade e busca constante pela aprendizagem significativa são as bases
funcionais dessa iniciativa.
Esse plano é organizado pelo departamento de gestão de pessoas em parceria com a
gestão acadêmica.
A política de capacitação e qualificação docente da FASJ estará calcada no mérito e
em critério de antiguidade, bem como no estímulo que se dará ao docente para que possa se
aperfeiçoar, mediante a realização não somente de cursos de pós-graduação lato sensu e
stricto sensu, mas também na participação de eventos, seminários, congressos, etc. No que
tange e se relaciona à pós-graduação, a FASJ participará da seguinte forma:
a)Procurará colocar o professor em horário de aula que não prejudique a sua
frequência aos cursos e, caso o professor ocupe uma função administrativa, o liberará
da frequência ao trabalho no dia do curso, sem prejuízo de sua remuneração.
b)Contribuirá, na medida da disponibilidade de recursos financeiros, com pagamento
de parte das mensalidades devidas, em percentual que é definido de acordo com o
interesse do curso para a instituição, podendo chegar até a 50% do valor devido, para
os casos em que os estudos são pagos.
c)No caso de o professor cursar pós-graduação (sobretudo mestrado e doutorado) em
instituições públicas gratuitas, a instituição pagará a taxa de matrícula, bem como o
transporte para o professor e também o liberará do horário, se for o caso.
d)Para os professores que procurarem se qualificar melhor haverá um incentivo
pecuniário em sua remuneração, previsto no plano de carreira docente.
e)Trabalhará com a conscientização do professor sobre a importância de obter títulos

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de mestrado e doutorado, inclusive oferecendo ao mesmo a relação dos possíveis


cursos existentes no país. As metas serão alcançadas com a previsão no orçamento
da mantenedora dos recursos necessários para cobrir os gastos com a qualificação
docente.
f)Realização de curso de qualificação continuada aos docentes para a disciplina
Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), com incentivos pecuniários para realização de
programas e eventos específicos sobre LIBRAS (fórum, conferência, palestra,
seminário, etc.).

9.3 Corpo Técnico-Administrativo

9.3.1. Plano de Cargos e Salários e Regime de Trabalho

Os empregados técnico-administrativos, regidos pela CLT, passarão por constantes


treinamentos, em diversas áreas (comunicação, informática, etc.), pois o bom atendimento de
serviços favorece a qualidade de ensino da FASJ.
A carreira dos empregados será estruturada de forma a oferecer-lhes um incentivo
pela boa atuação, e será baseada no mérito e na antiguidade. Tanto a mantenedora quanto a
entidade de ensino buscam construir um bom ambiente organizacional.

9.3.2. Critérios de Seleção e Contratação

O corpo técnico-administrativo da FASJ será constituído por todos os empregados não


docentes, contratados pela entidade mantenedora e regidos pela Consolidação das Leis do
Trabalho (CLT), que dá suporte ao desenvolvimento das atividades acadêmicas e pedagógicas.
A contratação do pessoal técnico-administrativo será feita mediante processo seletivo
simplificado, no qual são observadas as qualidades necessárias, em especial a facilidade de
comunicação, ou seja, se a pessoa possui condições de ter um bom relacionamento
interpessoal, habilidade e competências.
O quadro de empregados técnico-administrativos será por área de atuação e formação
escolar.

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9.3.3 Política De Capacitação e Qualificação do Corpo Técnico-Administrativo

O corpo técnico-administrativo, além dos constantes treinamentos e desenvolvimento


de pessoal, também será incentivado mediante concessão bolsa estudo de até 30%, para
aquele empregado que for estudar na FASJ.

10. POLÍTICAS DE ATENDIMENTO AOS DISCENTES

Constituem o Corpo Discente da FASJ os alunos regulares e não regulares,


matriculados conforme a natureza dos cursos a que estejam vinculados. O Aluno regular é
aquele matriculado em qualquer um dos cursos sequenciais, graduação, pós graduação latu
senso oferecido pela FASJ. O Aluno não regular é aquele matriculado em qualquer um dos
cursos de especialização, de aperfeiçoamento e de extensão, em disciplina ou módulo isolado
dos cursos oferecidos regularmente pela FASJ.

10.1 Acesso, Seleção e Permanência

Ao delinear esta Política a FASJ visualizou a necessidade de implementar ações para


ampliar o acesso de estudantes aos cursos por ela oferecidos, assim como garantir a
permanência bem sucedida destes estudantes na Instituição. Complementarmente fez-se
necessário compreender os motivos que levam aos altos índices de evasão verificados na
maioria das instituições brasileiras e buscar medidas que possam minimizar este problema.
Este posicionamento é coerente com a legislação brasileira segundo a qual “A
educação será desenvolvida com base, entre outros, no princípio da igualdade de condições
para o acesso e permanência na escola” - Artigo 206, Inciso I da Constituição da República
Federativa do Brasil e Artigo 3, Inciso I da Lei de Diretrizes e Bases da Educação.
Esta preocupação situa-se, ainda, no cenário delineado mais fortemente a partir da
segunda metade da década de 1990, quando a política governamental relativa à educação
assinalava a necessidade de uma revisão nas formas de acesso ao Ensino Superior brasileiro.
Evidentemente, a democratização do acesso alterou significativamente o perfil dos estudantes
que ingressam nos diferentes cursos do sistema superior de ensino, que tem sofrido sensíveis
mudanças em decorrência de fatores sociais e econômicos.
As discussões realizadas sobre esta temática geraram, em várias instituições, formas
alternativas para o ingresso nos cursos de graduação, dentre as quais se destacaram o uso do

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ENEM, a adoção de cotas (estudantes de escolas públicas, negros, índios) a seleção


previamente agendada e o Programa de Avaliação Seriada. As Diretrizes que norteiam a
política de acesso, seleção e permanência do alunado da FASJ são:
- Democratizar as formas de acesso ao ensino de graduação, oferecendo
oportunidades de permanência e melhorar o desempenho acadêmico do estudante
matriculado na Faculdade;
- Estimular a realização de ações destinadas a reduzir a seletividade social
ampliando as condições de acesso aos cursos da FASJ de estudantes de condição
socioeconômica desfavorável;
- Rever a natureza dos critérios de seleção;
- Realizar estudos permanentes visando à equalização das oportunidades de
acesso;
- Promover debates sobre o processo de seleção da Faculdade;
- Promover programa de recepção ao calouro, com atividades acadêmicas e
culturais com o objetivo de socializar o estudante na vida universitária;
- Criar condições de acesso dos estudantes às novas tecnologias da informação;
- Estimular a participação estudantil nas atividades de ensino, extensão e iniciação
científica;
- Garantir o apoio necessário à plena realização do estudante como universitário
(acadêmico, cultural, social e político);
- Identificar, junto ao estudante, os problemas que o levariam à desistência do curso
e, ainda, a possibilidade de descontentamento com os diversos níveis de
relacionamento, visando manter ou superar as expectativas discentes;
- Desenvolver, para os estudantes de baixa renda, mecanismos que promovam
condições sócio-econômicas que viabilizem a permanência e o sucesso dos
mesmos na Faculdade;
- Realizar pesquisas, estudos e análises para identificar em detalhes os dados sobre
ingressantes, evasão/abandono, tempos médios de conclusão, formaturas, relação
docente/estudante para tentar reduzir ou diminuir estes índices e, também, acelerar
os processos de preenchimento das vagas, tendo em vista a melhoria das
atividades educativas;
- Buscar por meio do desenvolvimento de mecanismos pertinentes, formas que
viabilizem o resgate do alunado.

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10.2 Políticas de Permanência nos Cursos

As políticas de permanência de estudantes no ensino superior fundamentam-se em


critérios de acompanhamento pedagógico, em espaço de participação e de convivência direta
dos alunos com os demais integrantes da comunidade acadêmica, familiarizando-os ao
ambiente acadêmico com estímulos à valorização do conhecimento e, quando necessário, por
meio de incentivos financeiros, como bolsas do FIES, PROUNI, bolsas de estudos da própria
instituição ou bolsas decorrentes de convênios com órgãos públicos ou empresas do setor
privado, em consonância com o contexto social da cidade e região.
As transformações ocorridas ao longo dos últimos anos determinaram o
redimensionamento da ação educativa em geral, com repercussão nas instituições de ensino
superior, que passam a buscar a melhor forma de difundir e compreender a nova dinâmica
educacional em que o aluno é levado a vários saberes –aprender a ser, a conhecer, a fazer e a
conviver em grupo – e ainda a colaborar com a sociedade mediante as competências e
habilidades obtidas no ambiente escolar.
A FASJ, atenta às mudanças pedagógicas ocorridas e às demandas do mercado
globalizado, adotará políticas de estímulos de inventivos aos estudos e à permanência dos
alunos nos cursos superiores, tendo em vista a seu compromisso com a educação e a
profissionalização de seus egressos. Para tanto, uma dos recursos com que ela conta é a
utilização de uma metodologia dinâmica e inovadora.
Todas as disciplinas, na medida da programação dos conteúdos, compreenderão
aulas expositivas e dialogadas de modo contextualizado; aulas práticas laboratoriais;
seminários que fomentem a participação e a desenvoltura do aluno; visitas técnicas
operacionais às empresas; análise e estudos de casos ocorridos nas empresas; pesquisa
bibliográfica e análises de textos e artigos científicos da área; análise e estudos para a gestão
empresarial e para o desenvolvimento e implementação de um projeto em cada área de
atuação, fazendo-se uso dos conhecimentos e habilidades desenvolvidas no curso, bem como
agregando novas abordagens e inovações tecnológicas às soluções propostas (acesso a
banco de dados na internet, comut, web site, entre outros recursos da informática).
Serão utilizadas técnicas de ensino que possibilitem o intercâmbio e a visualização
prática de cada item estudado de forma interdisciplinar. A metodologia cria oportunidades de
levar o aluno a obter as competências, habilidades e a fortalecer a cultura e o conhecimento de
valores da sociedade.

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Outra metodologia a ser implementada é a de situações-problema, em que o


planejamento do processo de ensino e aprendizagem é construído através de resolução de
problemas criados para que os alunos encontrem a solução, compreendendo a realidade e as
questões teóricas estudadas. Essa metodologia tem como objetivo enfatizar a ideia de
aplicação da teoria à prática, conduzindo o aluno a raciocínios autônomos.
Dentro de sua política educacional de pleno atendimento ao aluno, a FASJ
implementou programas de nivelamentos com aulas de reforço e oficinas específicas nas áreas
de matemática, língua portuguesa, informática e outros conteúdos que surgirem de acordo com
demandas institucionais ou sociais.
Constituirá ainda estímulo à permanência do aluno na instituição o Núcleo de Apoio
Pedagógico - NAP, órgão destinado a apoiar o aluno em suas necessidades de aprendizagem
e de integração no meio acadêmico.
É facultado também ao discente o aproveitamento de competências profissionais, com
vistas à aceleração de estudos anteriormente desenvolvidos, para fins de prosseguimento de
estudos em cursos tecnológicos, bacharelados e/ou licenciaturas, observada a legislação
pertinente.
As competências profissionais adquiridas em cursos regulares serão também
reconhecidas mediante análise detalhada dos programas desenvolvidos, à luz do perfil
profissional de conclusão do curso. As competências profissionais adquiridas no trabalho serão
igualmente reconhecidas através da avaliação individual do discente.

10.3 Nivelamento

O momento histórico que estamos atravessando é aquele em que o conhecimento


setorizado exige do cidadão uma gama de conhecimentos cada vez mais diversificado e
aprimorado. As fontes de conhecimento são diversas e disponíveis das mais diversas
maneiras, no entanto o estudante que frequenta os ciclos básicos de educação, ou não
consegue assimilar a enorme quantidade de informação ou não recebe orientação adequada,
entre tantos outros fatores que impedem uma aprendizagem satisfatória para embasar os
conhecimentos que devem ser agregados aos que deveria trazer da formação anterior. O fato é
que, dos alunos que ingressam no curso superior, grande parte não traz em sua bagagem
intelectual os conhecimentos básicos que sirvam para alicerçar a construção do saber que o
ensino superior exige.

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É certo que alguns valores estão se deteriorando, e há uma crise nas instituições de um
modo geral. Junta-se a isto o fato da sociedade sofrer os reflexos das instabilidades políticas,
econômicas e sociais. Neste contexto, a educação é um setor que lentamente reconstrói suas
bases e valores. Por isso, quando se fala em qualidade na educação, na construção de valores
culturais, em formação crítica, é necessário pensar que não se tem formação de consciência
crítica sem construir primeiramente uma base sólida.
Por outro lado, analisando a nossa realidade, percebemos que ao final de 11 anos de
estudo da língua materna (Ensino Fundamental e Médio), os alunos têm, de modo geral,
enormes dificuldades para ler e interpretar textos do seu dia-a-dia porque a leitura que deveria
ser uma herança da escola em suas vidas, muito poucas vezes foi valorizada durante seus
anos de estudo dentro da escola, que reforça ainda a tão desgastada tradição gramatical.
Sendo assim, e pensando que os cidadãos excluídos de conquistas sociais, como
educação e cultura, serão também excluídos da conquista dos bens materiais, e que a
escolarização está ligada à qualidade de vida da população e ao grau de desenvolvimento de
um país, a FASJ buscará ações, todas prementes e urgentes, no sentido de dinamizar a leitura
em nosso contexto universitário e formar uma base mais sólida para que os egressos tenham
condições de ler e entender textos mais complexos e fundamentais para sua formação.
Para isso a FASJ possui projeto de nivelamento em Língua Portuguesa, nos três ( 03)
primeiros períodos dos cursos de graduação, e no quarto (04) período desses cursos tem se o
nivelamento em Raciocínio Lógico, ambos obrigatórios em frequência e notas, as quais fazem
parte da composição das notas para a média final.
Conscientes de que as oportunidades devem ser múltiplas para atender as diferentes
necessidades dos egressos, a FASJ oferecerá também cursos básicos nas áreas de
Matemática e Informática com o intuito de proporcionar aos nossos acadêmicos a recuperação
de conceitos, técnicas e informações que serão o suporte para as disciplinas do curso superior.
Assim, este projeto, implantado na FASJ a partir de 2014, tem como meta principal a
conquista da cidadania por meio da leitura, da escrita, do raciocínio lógico, dos conhecimentos
matemáticos e da interação com os recursos multimídia de que dispõe a instituição. Essas
ações fazem parte de um conjunto de atuações da faculdade para formação cidadão e crítica
de seu público. Salienta-se que para os cursos de Tecnologias há uma formatação específica
que depende do período de conclusão do curso, contudo os acadêmicos desses cursos terão
nivelamento em Língua Portuguesa e Raciocínio Lógico.
Formar um profissional crítico e um indivíduo participante de sua construção histórica,
capaz de interferir em sua realidade sociocultural, usufruindo seus direitos e deveres de

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cidadão, bem como despertar o ato prazeroso da leitura, a capacidade de participar sem
nenhuma defasagem de conhecimento na comunidade universitária, melhorando a qualidade
da educação em nosso meio e tendo como consequência a elevação do nível de satisfação de
todos os beneficiários do processo educativo.
A criação do Projeto de Nivelamento visa, fundamentalmente, instituir, no âmbito da
FASJ, o estudo como prática diária e fundamental para o cotidiano dos alunos, tanto na
disciplina específica do Projeto, que faz parte do Programa de Prática de Estudos, quanto no
contexto das disciplinas curriculares de cada curso oferecido pelas referidas Instituições. Como
fundamento teórico e prático, cada professor da disciplina deverá apresentar o planejamento de
seu curso e de suas aulas.
É tendo em vista os pressupostos teóricos, as discussões e as análises dos planos dos
professores que o Projeto espera, a médio e longo prazos, nivelar os alunos que entrarem para
a instituição sem os conhecimentos básicos para a sequência de seus estudos, bem como
conscientizá-los de que também são produtores de conhecimento, ao incentivar e viabilizar a
produção de trabalhos de pesquisa e projetos de Trabalhos de Conclusão de Curso.
Os alunos que ingressam no curso superior, grande parte, não trazem em sua bagagem
intelectual os conhecimentos básicos que sirvam para alicerçar a construção do saber que o
ensino superior exige. A formação básica dos discentes impede uma aprendizagem satisfatória
para embasar os conhecimentos que devem ser agregados aos que deveriam trazer da sua
formação anterior. Trata-se de uma deficiência principalmente em Língua Portuguesa, o que
dificulta o processo ensino aprendizagem. Dessa forma, surge a execução da política de
intervenção pedagógica através de Nivelamento dessa disciplina, visando propiciar ao aluno
ingressante no curso de graduação um conhecimento fundamental aos seus estudos
acadêmicos.
A formação qualitativa é fundamental, sendo necessário investir em instrumentos que
possam ampliar habilidades e competências dos acadêmicos ingressantes, proporcionando um
melhor aproveitamento dos mesmos no transcorrer de sua vida acadêmica.
Contudo, busca-se pelo projeto de Nivelamento ações, todas prementes e urgentes, no
sentido de dinamizar a leitura em nosso contexto universitário e formar uma base mais sólida
para que os egressos tenham condições de ler, entender e produzir textos mais complexos e
fundamentais para sua formação.
O programa de Nivelamento em Língua Portuguesa já é realizado em estilo modular. As
aulas são ofertadas, gratuitamente em finais de semana. São abertas inscrições para
participação de todas as turmas ou para os alunos com maiores dificuldades no desempenho

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das disciplinas, os quais são encaminhados pelo Núcleo de Apoio Pedagógico –NAP e tem
vaga garantida no programa de Nivelamento.
Assim, o projeto de Nivelamento em L. Portuguesa tem como meta principal minimizar
as deficiências em leitura, escrita e interpretação de textos por meio da recuperação de
conceitos, técnicas e informações que serão o suporte para o seu desenvolvimento nas
disciplinas do curso superior.
Já o Nivelamento em Matemática Trata-se de um projeto, também, de intervenção cuja
finalidade é de aproximar as condições de estudos dos estudantes, que já estão no processo,
aos objetivos esperados pelos cursos de Ensino Superior da IES. Tanto no que se refere ao
confronto com as dificuldades de aprendizagem como na superação das barreiras que
impedem o desempenho das operações matemáticas básicas assim como as principais regras
matemáticas e da postura acadêmica adequada ao atendimento do perfil profissional dos
egressos esperados pelo curso. Ocorrerá a partir de 2015, priorizando alunos dos cursos de
Administração e ciências Contábeis.
Ao final de cada semestre a coordenação do NUPEX, responsável pela aplicação dos
projetos de nivelamento, deverá apresentara direção um relatório, constando o plano de
ensino, as atividades desenvolvidas e os resultados alcançados.
Nesse relatório deverão ser descriminados os seguintes pontos:
- Número de participantes envolvidos no Projeto de Nivelamento;
- Percentual médio de desistência;
- Número de trabalhos realizados pelos participantes do Projeto como um todo e
pelos alunos (número de textos produzidos por semestre);
- Descrição das reformulações feitas no Programa em termos de conteúdo, corpo
docente, carga horária e outras;
- Relato das ações e outras informações sobre o aproveitamento dos alunos;
- Resultado do simulado aplicado como avaliação do ultimo módulo;
Com o objetivo de expandir e melhorar a leitura, a escrita e interpretação de texto e a
capacidade de relacionar informações na perspectiva da lógica para fazer frente aos desafios
que encontrarão no Ensino Superior, a FASJ desenvolve um Programa de Revisão de
Conteúdos Elementares aos ingressantes através do Processo Seletivo.
As normas gerais e os planos pedagógicos dos programas de nivelamento da FASJ são
apresentados para os alunos sempre no início de cada semestre, no qual os alunos são
convidados a participarem.

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10.4 Programas de Apoio ao Desenvolvimento Acadêmico dos Discentes Referentes a


realização de Eventos

Os programas de apoio ao desenvolvimento acadêmico dos discentes referentes à


realização de atividades científicas, técnicas e culturais e produção acadêmica são realizados
mediante projetos institucionais com a participação das Coordenações de Cursos e de Estágio,
Coordenação do Núcleo de Apoio Pedagógico (NAP), da Diretoria Acadêmica, dos professores
e alunos, com vista a promover eventos que enriqueçam a formação dos alunos.
A programação esportiva é um projeto em fase de amadurecimento entre
Coordenações de Cursos e de Estágio e alunos.
A FASJ vem desenvolvendo atividades e eventos acadêmicos e culturais com o
envolvimento e participação efetiva da sociedade e alunos em projetos de ensino e negócios.
Especialmente entendendo ser imprescindível a aplicação da interdisciplinaridade nos cursos
da FASJ, busca-se garantir a importância e a eficiência da qualidade da aprendizagem dos
alunos, por meio da aplicação de uma forma de ensino que facilite e conduza o aluno à
interação dos conteúdos.
O cenário de atuação das categorias profissionais também buscam indivíduos que
desenvolvam a competência de agir diante da multiplicidade de conhecimentos constantemente
atualizados, conseguindo associar e adequar o novo ao anterior conhecimento adquirido
durante a academia e os espaços de trabalho.
Este exercício de associação do conhecimento deve ser despertado ainda durante a
graduação. Mediante essa afirmação, a prática educacional precisa ser entendida e trabalhada
de forma interdisciplinar, na qual o discente é agente ativo, capaz de planejar ações, assumir
responsabilidades e desenvolver atitudes diante dos fatos.
Nesse contexto a interdisciplinaridade surge como uma proposta de mudança que
pretende substituindo a visão fragmentada e a barreira existente entre as disciplinas por uma
visão mais abrangente que permita formação integral do estudante, a partir de relações
compartilhadas com outra área de saber bem como suas relações afetivas, sociais e
profissionais.
Compreendendo essa realidade, a Faculdade São Francisco de Juazeiro (FASJ)
desenvolve o projeto interdisciplinar uma vez ao ano, o qual envolve todos os cursos
trabalhando em sintonia no desenvolvimento de estudos de determinada temática selecionada
a partir de interesse dos alunos. A implementação desta estratégia através da inter-relação
entre as disciplinas foi construída baseada numa necessidade conceitual e de mercado.
Assim, por meio da interdisciplinaridade, constrói-se um procedimento metodológico
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participativo e integrado das práticas acadêmicas e dos conteúdos programáticos das


disciplinas, onde o aprendizado teórico - prático é continuamente expandido ao vincular o
ensino teórico-prático e a pesquisa científica enquanto estratégia de formação.
O CONINTA, Congresso de Integração Acadêmica e Social do Vale do São Francisco
é outro evento de grande importância que se justifica pela imensa necessidade do discente
perceber a importância das teorias aprendidas na academia com as atividades exercidas no
mercado de trabalho, pois hoje o mercado passa a exigir profissionais competentes, proativos á
mudança, flexíveis, dotados de iniciativa e criatividade para lidar com problemas inesperados,
capazes de exercer uma comunicação escrita e oral e dispostos a aprender cada vez mais.
Sendo assim, a palavra de ordem deste congresso é o aprendizado contínuo, reforçar
a ideia de que, se deixar de investir no seu próprio aprendizado, o aluno estará a mercê da
desatualização, aumentam dessa forma os riscos na manutenção do emprego e diminuem as
oportunidades de inserção no mercado.
Dessa forma, capacitar, treinar e preparar os acadêmicos para as atividades
profissionais a serem executadas após o término do curso superior é um dos grandes objetivos
da Faculdade São Francisco de Juazeiro-FASJ, acreditando que ultimamente essa exigência
passa a ser cobrada pelos já atuantes profissionais que passam a recrutar os recém-formados
como também pelos próprios acadêmicos na busca incessante por uma oportunidade no
competitivo mercado de trabalho.
O Objetivo principal do CONINTA é promover enlaces entre o conhecimento
acadêmico/teórico e a prática profissional, estabelecendo as pontes que facilitam a
aproximação entre ambas, reconhecendo a importância da aprendizagem como rota principal
para aquisição dessa competência e habilidade profissional.
Além destes eventos, são ainda realizados eventos nos dias comemorativos do
profissional dos cursos vigentes da FASJ. Entre outros eventos propostos pelos colegiados,
coordenadores e alunos (representantes de turma), normalmente eventos de relevância cultural
que somente se realizam após aprovação do conselho da FASJ.
As atividades culturais também ocorrem com a participação da comunidade
acadêmica em eventos promovidos por órgãos e empresas do setor público e privado da
comunidade local e região (o que se dá sempre que a instituição é convidada a integrar algum
movimento sociocultural). As atividades técnicas serão programadas para se realizarem
conforme demandas e futura implantação dos cursos de tecnologia.

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10.5 Organização Estudantil

O corpo discente da FASJ terá como órgão de representação o Diretório Central dos
Estudantes - DCE, regido por regulamento próprio e aprovado conforme a legislação vigente,
considerando-se que a representação estudantil é para promover a cooperação da comunidade
acadêmica e o aprimoramento da faculdade. A representatividade discente é feita por um aluno
eleito de cada turma do semestre letivo. O funcionamento do Diretório Central dos Estudantes
está previsto para o segundo semestre de 2014.
O Diretório Acadêmico será composto por discentes, que representarão os interesses
estudantis. Os representantes terão direito à voz e voto nos órgãos colegiados da faculdade.
São considerações importantes para o DCE:
a) A elegibilidade de representantes apenas para alunos regulares, implicando perda
do mandato, o não cumprimento dessa condição.
b) O exercício da representação não exime o aluno do cumprimento de suas
obrigações escolares.

11. ACOMPANHAMENTO DOS EGRESSOS E CRIAÇÃO DE OPORTUNIDADES DE


FORMAÇÃO CONTINUADA

Dentre os vários indicadores de qualidade de uma instituição de ensino superior,


destacam-se os resultados de investigações empíricas sobre o acompanhamento da vida
profissional e educacional de seus ex-alunos.
Esse programa expressará o compromisso da instituição com o seu egresso numa
relação de mão dupla, em que alunos e a instituição manterão um contato direto para troca de
informações das diversas áreas de formação, discutindo sobre informações e inovações
técnico-científicas, eventos (jornadas, congressos, cursos de atualização, etc.), atividades de
formação continuada por meio de pós-graduação e outras modalidades de aprimoramento e
especialização. Tal programação representará um feedback do desempenho acadêmico
científico e profissional dos egressos, que é fundamental para a instituição em seu processo
dinâmico e contínuo de auto avaliação, inovação e acompanhamento de sua atuação no
mercado. Assim, o programa tem como principais objetivos:
a) Criar um banco de dados de ex-alunos.
b) Promover a manutenção do intercâmbio entre a faculdade e os egressos dos
seus cursos.
c) Estimular e desenvolver a formação de cooperativas de profissionais.
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d) Avaliar o nível de satisfação dos egressos com a formação acadêmica adquirida.


e) Avaliar a qualidade do ensino e adequação dos currículos à demanda do
mercado.
f) Levantar e analisar trajetórias profissionais.
g) Levantar e avaliar situações profissionais.
h) Acompanhar os alunos dos cursos de graduação da instituição que já estão em
contato com o mercado de trabalho.
i) Saber da inserção, ou não, em programas de educação continuada (pós-
graduação, atualização, aperfeiçoamento, cursos sequenciais e cursos de curta
duração, mestrado, doutorado, etc.).
Os mecanismos de acompanhamento dos egressos poderão auxiliar a instituição a
conhecer as opiniões dos ex-alunos a respeito da formação recebida, tanto curricular quanto
ética, como também a verificar seus índices de ocupação no mercado de trabalho,
estabelecendo uma relação entre a formação profissional e a sua ocupação, além de colher
informações de seus empregadores ou da condição empreendedora e autônoma de cada um,
tendo em vista que tais aspectos também poderão servir como indicadores para rever os
planos curriculares e os programas institucionais, bem assim propiciar a elaboração de
programas de atualização e formação continuada dos egressos.

12. PLANEJAMENTO DA INFRAESTRUTURA


Atualmente, o espaço físico está formatado da seguinte forma:

Tabela 1 - Espaços Físicos utilizados pela FASJ no Bloco A


EXTENSÃO
EXTENSÃO
NATUREZA Nº INDIVIDUAL
TOTAL (m2)
(m2)
Rol de Entrada e Recepção 01 62,96 62,96
Sala de aula no. 15 a 21 06 59,40 415,80
Sala de Reunião e do NDE 01 19,24 19,24
Sala dos Professores 01 21,70 21,70
Sala de Atendimento individual 01 09,00 09,00
Laboratório de Informática 01 59,40 59,40
Secretaria Acadêmica 01 57,52 57,52

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Diretoria Acadêmica 01 17,20 17,20


Coordenações de curso 01 45,00 45,00
Diretório Acadêmico 01 16,75 16,75
Laboratório de Histologia e Embriologia 01 32,00 32,00
Laboratório de Anatomia e Neuroanatomia 01 59,40 59,40
Laboratório de Cinesioterapia I e II e de 01 59,40 59,40
Pilates
Laboratório Multifuncional – Eletroterapia / 01 59,40 59,40
Radiologia / Anatomia Palpatória /
Cinesiologia
Área de convivência 01 156,00 156,00
Banheiros 04 11,40 45,60

Tabela 2 - Espaços Físicos utilizados pela FASJ no Bloco B


EXTENSÃO
EXTENSÃO
NATUREZA Nº INDIVIDUAL
TOTAL (m2)
(m2)
Salas de aula no. 1 a 4 02 57,52 230,08
Sala de aula no. 5 a 14 10 59,40 594,00
Departamento Financeiro 01 26,58 26,58
NUPEX - Núcleo de Pós Graduação e 01 20,34 20,34
Extensão
Biblioteca 01 113,73 113,73
Diretoria Administrativa Financeira 01 10,33 10,33
Mantenedora 01 14,83 14,83
CPA 01 12,62 12,62
FIES - 01 09,01 09,01
Setor de Recursos Humanos 01 09,01 09,01
Ouvidoria 01 09,01 09,01
BASE – Agência Experimental 01 19,66 19,66
Sala do Pesquisador Institucional 01 17,63 17,63
Núcleo de Apoio Pedagógico 01 17,63 17,63
Empresa Junior 01 21,00 21,00
Escritório Contábil experimental 01 21,00 21,00
Setor de Reprografia 01 13,07 13,07
Área de convivência 01 156,00 156,00
Banheiros 02 11,40 22,80
Banheiros portadores de necessidades 02 03,30 06,60
especiais
Laboratório de TV 01 44,00 44,00
Laboratório de Fotografia 01 18,87 18,87
Laboratório de Rádio 01 35,00 35,00
Cantina 01 16,03 16,03
Fonte: Diretoria Administrativa

Tabela 3 – Outros Espaços Físicos utilizados pela FASJ

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EXTENSÃO
EXTENSÃO TOTAL
NATUREZA Nº INDIVIDUAL
(m2)
(m2)
Área de convivência (entre os blocos 01 467,40 467,40
A e B)
Quadra poliesportiva 01 950,72 950,72
Fonte: Diretoria Administrativa.

Destaca-se que as instalações são inteiramente adequadas às funções didático


pedagógicas propostas. As dependências são amplas, arejadas e com luminosidade ideal,
além de contarem com a racionalidade da disposição do espaço e facilidade em seu acesso.

12.1 Salas de Aula


As salas de aula disporão de:
- Sistema de ar-condicionado
- Amplo espaço para os alunos
- Cadeiras anatômicas
- Quadro branco
- data shows
- TV 29’ e
- DVD
Equipamentos Multimeios disponíveis atualmente na IES:
PREVISÃO DE AQUISIÇÃO ATÉ
QUANTIDADE DESCRIÇÃO
2016
07 Data Shows 07
02 TV 29‘ -
01 DVD -

12.2 Outros Espaços de Uso

Nas circulações internas da faculdade existem vários espaços para que as pessoas
possam sentar, murais, locais para demonstração de livros ou exposições diversas. Há também
bebedouros de água em diversos locais. Existe uma cantina, onde se encontra alimentação e
bebidas disponíveis.
O laboratório de informática, com computadores modernos, está todo interligado em
rede e internet. Ainda neste local temos quadro branco e possibilidade de utilização de

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televisão, vídeo e datashows. O ambiente é climatizado com aparelhos de ar condicionado. A


sala dos professores é climatizada e possui computadores interligados em rede e à internet.

12.3 Instalações Administrativas

Os departamentos acadêmicos são subdivididos em várias salas, as quais estão assim


distribuídas: Direção Acadêmica e Direção Geral, Secretaria Acadêmica, Coordenações de
cursos, Núcleo de Pós-graduação e Extensão e Núcleo de Apoio Pedagógico. Todas as salas
aqui descritas possuem computadores interligados em rede e à internet, climatizadas com ar
condicionado, mesas, cadeiras e demais utensílios.

12.4 Condições de Iluminação, Ventilação e Acústica

Todos os espaços físicos da faculdade, além de estarem numa região de ótima


iluminação natural, possuem iluminação com lâmpadas fluorescentes bem projetadas e
atendendo à norma de projeto luminoso técnico da ABNT. As circulações e banheiros são bem
arejados, recebendo ventilação natural.
As salas de aula, salas administrativas, laboratórios, biblioteca, etc., são climatizadas
com aparelhos de ar condicionados, dimensionados conforme o volume de ar a ser refrigerado,
número de pessoas nas salas e clima local. As paredes são todas de alvenaria e rebocadas
nos dois lados, portas de madeira e forro de gesso.

12.5 Cronograma de Expansão das Instalações Físicas

A IES já possui um projeto de expansão que prevê a construção de novas salas de aula,
além de melhorias em toda a estrutura atual, sendo esse um dos focos da mantenedora:
melhorar continuamente as condições estruturais para o bom funcionamento dos cursos que a
IES oferece, sem perder de vista a qualidade no processo de ensino, iniciação cientifica e
extensão.
Posto isso, frisamos que estamos implementando o projeto de expansão do prédio,
considerando a previsão de implantação de novos cursos listados no PDI e a melhor

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adequação para os já existentes. Dessa forma, já possuímos as plantas de ampliação,


especialmente no que se referem à biblioteca, laboratórios de informática e auditório.

12.6 Infra-Estrutura Planejada para Portadores de Necessidades Especiais Portaria


Ministerial 1679/99

No estacionamento da faculdade existem 02 vagas sinalizadas para uso exclusivo de


portadores de necessidades especiais. Além disso, a IES possui 02 banheiros, sendo 01
feminino e 01 masculino com a porta larga com abertura para fora, barras de apoio fixadas às
paredes e em altura ideal, os vasos distanciados das paredes e lavatórios em altura acessível,
tendo ainda boa ventilação e iluminação.
Todas estas instalações são executadas conforme as normas vigentes da ABNT
(Associação Brasileira de Normas Técnicas).

12.7 Política para Infraestrutura

A expansão das instalações físicas está ocorrendo conforme necessidade de


crescimento da Instituição.
No sentido de buscar a melhoria e qualificação de toda a sua infraestrutura a FASJ
estabelece as seguintes diretrizes:
- melhorar e expandir o espaço físico em geral;
- implementar um processo de modernização da infraestrutura organizacional, com
vistas à melhoria da qualidade de vida e do trabalho no âmbito interno, incluindo o
atendimento a portadores de necessidades especiais;
- Assegurar as condições de infraestrutura física, de equipamentos, laboratórios,
biblioteca especializada, serviços informacionais que assegurem e garantam o
desenvolvimento sistemático, harmônico e permanente dos programas de pós-
graduação;
- dimensionar o espaço físico adequadamente considerando-se o número de usuários e
o tipo de atividade desenvolvida;
- garantir o isolamento de ruídos externos e boa audição interna com o uso de
equipamentos proporcionando condições acústicas adequadas;
- implementar melhorias nas condições de luminosidade e ventilação adequadas às
necessidades climáticas locais;

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- adquirir e manter mobiliário e aparelhagem específica para proporcionar condições


ergonômicas adequadas e suficientes aos usuários;
- manter todo o espaço físico limpo e arejado em todas as unidades garantindo para
isso pessoal habilitado;
- consolidar o programa de coleta e armazenamento seletivo de lixo;
- assegurar uma boa infraestrutura de segurança de pessoal e de propriedade contando
com pessoal habilitado;
- manter recursos audiovisuais e de multimídia em quantidade adequada às
necessidades;
- garantir a manutenção permanente das instalações físicas e dos equipamentos.

12.8 Biblioteca

A FASJ possui, de maneira bem consolidada, a sua política para a atualização e


expansão do acervo, a qual tem como objetivo subsidiar o processo de aquisição e de permuta
de materiais informacionais.
Tal política foi concebida a partir do entendimento de que é fundamental que as
solicitações de livros, periódicos, etc, sejam atendidas de forma a permitir que o alunado possa
utilizar-se do material bibliográfico necessário tanto para o ensino, quanto para a pesquisa e a
extensão.
A biblioteca possui ambientes necessários ao estudo e pesquisas, tais como, área para
a disponibilização do acervo, salas para estudos individuais e em grupo, acesso à pesquisa via
Internet, além dos espaços para administração do acervo e ao atendimento, com um ambiente
tranquilo, adequado ao estudo e em tamanho e quantidade compatíveis ao pleno atendimento
às necessidades da comunidade universitária.
Com o intuito de garantir uma permanente e racional utilização dos recursos
disponibilizados pela biblioteca, há uma política para a expansão periódica do acervo da
biblioteca, explicitando, inclusive, um percentual de comprometimento do lucro líquido anual da
mantenedora para esses fins. Em síntese, as diretrizes adotadas visam:
- assegurar a expansão, modernização e otimização dos serviços prestados pelo
Sistema de Bibliotecas à comunidade universitária e à sociedade;
- destinar recursos para atualização e complementação das coleções de livros,
periódicos e outros documentos (mapas, filmes, bases de dados em CD-ROM e outros);

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- expandir o acesso on-line às informações científicas, tecnológicas, artísticas e culturais


produzidas em Instituições de renome nacional e do exterior;
- dotar as bibliotecas setoriais (se houver) de instalações e equipamentos condizentes
com as suas necessidades.
- assegurar a expansão, modernização e otimização dos serviços prestados pelo
Sistema de Bibliotecas;
- destinar recursos para atualização e complementação das coleções de livros,
periódicos e outros materiais;
- expandir o acesso online às informações científicas, tecnológicas, artísticas e culturais
produzidas no Brasil e no exterior;
- dotar as Bibliotecas Setoriais de instalações e equipamentos condizentes com as suas
necessidades.
A Biblioteca da FASJ possui estrutura física que garante aos alunos portadores de
necessidades especiais condições adequadas e seguras de acessibilidade autônoma às suas
edificações. Contudo, a biblioteca será ainda mais estruturada até 2016, para melhor, atender a
Portaria nº 3.284, de 7 de novembro de 2003, que dispõe sobre acesso de pessoas com
necessidades especiais e ao Decreto 5.296/2004 da Casa Civil, que estabelece normas gerais
e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou
com mobilidade reduzida.
O acervo abrange diversas áreas do conhecimento, além de ser especializado nas
áreas de Administração, Comunicação Social habilitada em Publicidade e Propaganda,
Ciências Contábeis e Fisioterapia. Compondo-se de: livros, TCCs, Dissertações, dicionários,
enciclopédias, periódicos, DVD e CD-ROM. Possui aproximadamente 5.500 exemplares em
seu acervo, atendendo a mais de 700 usuários.
Desse modo, a biblioteca da FASJ conta com numero plenamente satisfatório de títulos
com quantidade também satisfatória de exemplares de cada titulo e periódicos. Atende muito
bem aos alunos, professores e funcionários da Instituição e à comunidade. Há serviço de
empréstimo para alunos, com possibilidade de renovação desde que não esteja reservado. A
renovação pode ocorrer on-line.
A biblioteca conta hoje com espaço físico de aproximadamente 120 metros quadrados,
com 2 cabines para estudos individuais, salas para leitura e trabalhos em grupo, 4
computadores a disposição para pesquisa ao acervo e acesso à internet. A administração da
Biblioteca está a cargo de profissional habilitado (01 bibliotecário) para o exercício no setor,
contando ainda com 3 auxiliares de biblioteca.

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12.9 Laboratórios

A FASJ acompanha as necessidades de atendimento da área acadêmica e


administrativa oferecendo espaço físico destinado aos laboratórios, os quais têm regulamento
próprio e atendem plenamente as necessidades dos cursos qualificando o atendimento aos
seus professores e alunos. Considera a expansão e manutenção de equipamentos e mobiliário
como prioridade e ponto fundamental no sentido de acompanhar o crescimento da IES com
qualidade.
Atualmente os laboratórios têm o objetivo, não somente de desenvolver atividades de
ensino a estudantes da graduação, como também, têm representado, em várias Instituições de
Ensino, verdadeiros locais de pesquisa e prestação de serviços à comunidade.
Para que tais premissas sejam colocadas em prática, são necessárias mudanças nos
hábitos da comunidade acadêmica, na visão sociocultural da Faculdade. Estas mudanças são
provocadas pela apreensão de novos valores, conhecimentos e crenças, novas concepções e
maturação. Neste processo, há a necessidade da tomada de consciência destas
transformações e modificações por parte dos docentes, acarretando também mudanças no
próprio conteúdo e técnicas de ensino. Sendo assim, a principal ideia é que o estudante seja
atuante ao invés de permanecer passivo, independente do método de ensino-aprendizagem
utilizado.
As principais diretrizes para os laboratórios se referem a:
 Ampliar o número de laboratórios, de modo a atender as necessidades dos
programas de ensino e pesquisa;
 Reequipar os laboratórios, de modo a possibilitar sua modernização e efetivo
funcionamento;
 Assegurar a manutenção dos equipamentos e fornecimento regular do material de
consumo específico, imprescindíveis à continuidade dos trabalhos nos laboratórios;
 Assegurar condições adequadas de iluminação, ventilação, instalações hidráulicas e
elétricas e limpeza;
 Manter os equipamentos em perfeitas condições de funcionamento, adequação e
atualização;
 Manter mobiliário adequado e suficiente para arquivo, guarda e exposição de
material de consumo, reagentes, vidrarias e equipamentos em geral;

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 Atender totalmente as necessidades de atividades práticas de ensino, pesquisa e


extensão desenvolvidas na IES;
 Estabelecer normas e prover equipamentos de segurança mantendo-os em plenas
condições de funcionamento;
 Contratar e qualificar pessoal técnico em quantidade suficiente para executar as
atividades laboratoriais;
 Destinar, de 2% a 8%, de sua receita líquida auferida para a atualização do seu
acervo bibliográfico e das instalações de laboratório.

13. PLANO DE EXPANSÃO DA INFRAESTRUTURA FÍSICA

Para que haja implantação de novos cursos, a IES tem um planejamento de


crescimento de sua expansão física investindo em melhorias nas instalações gerais,
Realocação de todo setor administrativo para o bloco A (novo), como parte da política de
melhoria dos serviços de atendimento à comunidade estudantil, docentes e sociedade civil.
Reforma e adequação do bloco B, cuja infraestrutura encontra-se totalmente projetada
para dispor de acessibilidade, climatização e mobília nos ambientes em que ocorrem
atividades.

13.1 Política de Inovação

Além da permanente revisão das técnicas pedagógicas, na busca constante da


inovação no processo educacional, com vistas ao aperfeiçoamento na formação dada aos
acadêmicos, é igualmente necessário flexibilizar a ministração dos conteúdos focando o
desenvolvimento de competências, permitindo que os alunos possam atender às suas
vocações e interesses particulares. A FASJ, ao adotar as suas políticas inovadoras, dá as
seguintes ênfases:
 Controle institucional das avaliações acadêmicas, feitas pelas Coordenações de
Cursos, visando a eliminar distorções no processo de avaliação do aproveitamento
acadêmico;
 Apoio técnico-pedagógico aos professores, dando suporte técnico aos
professores, para melhor enfrentarem as dificuldades do processo ensino-
aprendizagem;

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 Parcerias empresariais e institucionais, que permitam um contato maior e efetivo


do alunado com as questões práticas e profissionais que envolvem seus cursos;
 Parcerias internacionais, com universidades estrangeiras, que permitam um
intercâmbio cultural entre alunos e docentes, democratizando e internacionalizando
o conhecimento.

13.2 Políticas de Educação Inclusiva

Um dos grandes desafios do sistema educacional é a Educação Inclusiva. Os


pressupostos da Educação Inclusiva foram criados na década de 70 e fundamentam vários
programas e projetos da educação.
Consciente de sua atuação e responsabilidade junto à comunidade, a Faculdade
determina-se a promover e disseminar valores de conscientização para gerar uma
transformação na realidade social. Para tanto, tem ações que promovem a sensibilização de
todos os envolvidos sobre a importância do papel de cidadania e estimular a prática de uma
conduta socialmente responsável.
A par disso, a IES está devidamente estruturada e adequada às normas legais vigentes
com vistas a assegurar aos portadores de deficiência física e sensorial condições básicas de
acesso ao ensino superior, no que diz respeito à mobilidade e utilização de equipamentos e
instalações da Instituição de Ensino.
Foram construídas rampas de acesso destinadas aos portadores de deficiência
locomotora e os sanitários possuem porta com largura especial, para acesso de cadeirantes,
com corrimão lateral para apoio dos deficientes e bebedouros em altura compatível estão
sendo instalados.
Na faculdade inexistirem barreiras arquitetônicas que possam dificultar o acesso de
pessoas portadoras de necessidades especiais, conforme disposto no inciso I do § 1° do artigo
2° da Portaria MEC N° 3.284, de 07/11/2003.
Quanto ao disposto no inciso II dos referido parágrafo e artigo, a Faculdade está
devidamente consciente, caso solicitado e até a conclusão do curso pelo solicitante, de dotar a
Instituição de:
 Sala de apoio equipada com máquina de datilografia braile, impressora braile acoplada
a computador, sistema de síntese de voz, gravador e foto-copiadora que amplie textos,
software de ampliação de tela, equipamento para ampliação de textos para atendimento

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a aluno com visão subnormal, lupas, réguas de leitura e scanner acoplado a


computador;
 Adotar um plano de aquisição gradual de acervo bibliográfico em braile e de fitas
sonoras para uso didático.
 Em relação aos alunos portadores de deficiência auditiva, a IES igualmente se
compromete, em caso de solicitação e, até que o aluno conclua o curso, a proceder da
seguinte forma:
 Propiciar, quando necessário, intérprete de língua de sinais/língua portuguesa
(LIBRAS), especialmente quando da realização e revisão de provas, complementando a
avaliação expressa em texto escrito ou quando este não tenha expressado o real
conhecimento do aluno;
 Adotar flexibilidade na correção das provas escritas, valorizando o conteúdo semântico;
 Estimular o aprendizado da língua portuguesa, principalmente na modalidade escrita,
para o uso do vocabulário pertinente às matérias do curso em que o estudante estiver
matriculado;
 Propiciar aos professores acesso à literatura e informações sobre a especificidade
linguística do portador de deficiência auditiva.
Além da estrutura física adequada a FASJ implantou em 2014.2 o Programa de
atendimento ao aluno com necessidades especiais, o qual tem como principal zelar pelo
cumprimento da Lei de Diretrizes e Bases Nº 9.394/96, no que se refere ao tratamento do aluno
que apresenta necessidades educativas especiais, através de um trabalho educativo,
psicossocial e profissional, envolvendo toda a comunidade da FASJ, em especial os
professores e a comunidade em geral.
Nos objetivos específicos busca-se:
 A formação continuada ou permanente dos profissionais envolvidos com o ensino do 3º grau
no âmbito interno e externo à Faculdade, de modo a ampliar a compreensão relativa às
necessidades educativas especiais dos alunos;
 Garantir elementos para uma formação profissional que seja adequada aos alunos que
apresentam necessidades educativas especiais através de orientação, adequação e
redimensionamento das disciplinas, ementas e grades curriculares dos cursos de graduação,
fundamentando-se em referenciais teóricos e práticos em consonância com as propostas de
educação inclusiva preconizadas pela UNESCO;
 Incluir os alunos que apresentam necessidades educativas especiais, na comunidade
acadêmica, orientando no seu desenvolvimento educativo, psicossocial e profissional,

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construindo neles uma cidadania consciente, produtiva e participativa por meio de um modelo
pedagógico apoiado por profissional competente na questão especifica;
 Manter atualizado o cadastro de alunos que apresentam necessidades educativas especiais;
 Proporcionar um ambiente físico necessário e uma educação de qualidade que atenda não
apenas o mínimo, mas o máximo possível de necessidades.
 Aplicar o modelo de avaliação diferenciado, de acordo com a especificidade do caso.

13. 3 Política de Informação e Comunicação Interna

A comunicação é indispensável em qualquer ambiente onde exista pessoas e é uma


ferramenta essencial e poderosa para o desenvolvimento de qualquer empresa. Porém,
desencontros nessa informação pode ter força contrária, bloqueando ações e gerando mal
entendidos.
Toda instituição precisa unificar suas informações e estabelecer um meio de
comunicação com informações concretas com credibilidade visando maior envolvimento,
participação e coesão por parte dos colaboradores.
A proposta do Acesso Livre – Digital é ser um meio de comunicação rápido, prático e
que mantenha o colaborador informado mensalmente. Os principais objetivos do newsletter
são:
 Unificar a comunicação institucional da FASJ com seu quadro técnico,
administrativo e docente.
 Estreitar os laços entre colaborador e instituição
 Disseminar a missão, visão, valores institucionais e informações estratégicas
que devam ser de conhecimento de todos;
 Facilitar a compreensão da estrutura e funcionamento da instituição, através da
divulgação de questões referentes ao dia-a-dia, mudanças e inovações em processos,
divulgação de normas criadas, comemoração de eventos especiais, dentre outros.
É utilizada a linguagem jornalistica direta e rapida de facil compreensão evitando
segmentação dentro das editoriais, sendo assim, uma forma unificada de informação. A maioria
dos eventos são divulgados por notas, para facilitar a comunicação. É responsabilidade do
Departamento de Comunicação da FASJ coletar e selecionar as informações e conteúdos que
serão divulgados no newsletter. A edição e diagramação do material será feita por empresa
terceirizada especializada nesse tipo de serviço.

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13.4 Política de Informação e Comunicação Externa

A FASJ promove ações que mantem a comunidade informada de suas atividades de


ensino, iniciação científica e extensão, personalizando suas informações internas e externas,
tais como informativos FASJ, Rádio, informativo impresso, site, murais, propaganda volante,
jornal local e revistas.
Procura estabelecer uma comunicação de informação e formação com a sociedade,
oferecendo informações que contribua para a satisfação da sociedade com suas atividades. A
instituição visa manter um padrão de qualidade educacional com as informações prestadas a
comunidade, para isso propõe algumas metas, conforme está explícito no quadro metas desse
documento.
Para desenvolver as referidas metas propõe-se a implementar as ações a seguir:
• Formular um projeto que padronize a comunicação interna e externa, objetivando
a personalização das informações, como: informativos FASJ (rádio), informativo impresso, site,
murais, propaganda volante, jornal local;
• Promoção de treinamentos para o atendimento ao público nos diversos setores;
• Criar e desenvolver um Projeto de Marketing Educacional;
• Manutenção do departamento de Marketing Educacional;
• Disponibilizar equipamentos tecnológicos em pontos estratégicos cobrindo toda
a Instituição;
• Disponibilizar especialistas para dar o suporte técnico.

13.4.1 Meios de Comunicação Institucional

A internet é um importante meio de comunicação, sendo atualmente o meio que mais


cresce em todo o mundo. Características como interatividade, rápida atualização, globalidade e
baixo custo de implantação, tornam este veículo de comunicação bastante atrativo.
A FASJ publica através do endereço www.fasj.edu.br na internet conteúdos que
aproveitam muitas das características da internet para promover a produtividade, o
conhecimento e a inclusão digital do corpo discente, docente e administrativo.

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O site da FASJ na internet encontra-se organizado e em atualização contínua das


informações que são destinadas à comunidade em geral. Possibilita acesso ao e-mail
institucional para uma melhor, mais rápida comunicação e segura entre os colaboradores da
instituição. Os conteúdos nela dispostos no site também visam promover um o direcionamento
da informação quando necessário a um público alvo.
Existe também no site um canal direto para comunicação com a ouvidoria. E estará
sendo implantado o sistema via portal eletrônico a partir de 2015.
Através do site pode-se consultar o Acervo Bibliográfico que compõe a busca de livros,
apostilas, folhetos, trabalhos técnicos, relatórios, obras de referências e outros materiais
multimeios cadastrados em uma base de dados.
Estão também disponibilizados conteúdos variados, uma quantidade vasta de
informações sobre a Instituição e as ações desenvolvidas.

13.4.2 Informação ao Professor

A proposta de trabalho da FASJ é baseada na ação de uma equipe comprometida,


onde todos devem estar envolvidos ao máximo e buscando dar o melhor de si para garantir a
qualidade necessária ao trabalho que é desenvolvido na instituição. Desse modo, busca-se
constante aperfeiçoamento de todos os envolvidos, atualização permanente. Objetivando
facilitar o dia-a-dia na Faculdade, foi elaborado e é disponibilizado o “Manual do Professor”
onde se contempla as diretrizes, normas, subsídios e informações que o ajuda a melhor
direcionar seu trabalho, possibilitando-lhe consulta imediata e maior segurança no
desenvolvimento de suas atividades acadêmicas. Ressaltamos que as informações nele
contidas contemplam as bases do Ensino e o Regimento Interno da Instituição.
O Manual do professor da FASJ traz como principal objetivo padronizar as ações
acadêmico-pedagógicas dos professores colaboradores da Instituição (FASJ), como também
de dirimir as dúvidas mais frequentes, além de oferecer uma visão mais abrangente dos
procedimentos acadêmicos relacionados ao professor. As informações contidas no manual
podem ser alteradas caso haja necessidade de mudanças nos procedimentos, mediante
aprovação do Conselho Administrativo Superior-CAS.
Além das atualizadas informações afixadas no mural do professor e no mural da
secretaria acadêmica.

13.4.3 Informação ao Aluno

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No mesmo proposito de dirimir dúvidas, tonar claro os procedimentos e normas da


FASJ, o Manual do Aluno é um instrumento de informação das normas acadêmicas e do
funcionamento da FASJ. Trata-se de um resumo dos principais pontos que regem a Faculdade.
Assim sendo, ao surgir qualquer dúvida, o acadêmico deverá consultar o Manual que se
encontra na Biblioteca e no site da IES. Além das atualizadas informações afixadas no mural
do curso e no mural da secretaria acadêmica.

13.1.4 Webmail

A IES disponibilizará um e-mail institucional a todos os professores e funcionários


administrativos. Esta ferramenta ajuda na comunicação interna facilitando processos como a
publicação de portarias e convocações para reuniões e outras utilidades.

13.4.5 Portal do Aluno

A FASJ está em fase de implantação do Portal Universitário onde alunos e professores


irão interagir trocar informações, elaborar análises e construir conhecimentos.

14. METODOLOGIA, DIMENSÕES, PROCEDIMENTOS E INSTRUMENTOS AVALIATIVOS

O processo de avaliação institucional da FASJ visa ao aperfeiçoamento da qualidade


acadêmica de seus cursos de graduação e à melhoria da sua gestão, sendo realizado por meio
da avaliação das atividades acadêmicas, de iniciação a pesquisa e extensão, dos recursos
humanos e da infraestrutura física.
A avaliação institucional é uma realidade no campo das políticas universitárias, dos
governos e de vários organismos internacionais de financiamento da educação, e uma das
necessidades estruturais do ensino superior brasileiro, tanto no plano acadêmico-pedagógico,
quanto no das exigências legais, sendo uma das prioridades do Governo Federal, realizada
pelo SINAES, objetivando: a melhoria da qualidade da educação superior; a orientação da
expansão da sua oferta; o aumento permanente da eficácia institucional; a efetividade
acadêmica e social por meio da valorização de sua missão pública, tendo vista a promoção dos
valores democráticos, do respeito à diferença e à diversidade, da afirmação da autonomia e
identidade institucional.
A Lei 10.861/2004dispõe sobre a constituição de uma Comissão Própria de Avaliação

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(CPA), que tem como funções principais aprovar as políticas e as diretrizes para a
autoavaliação da instituição, sistematizar e coordenar os processos de avaliação interna,
prestar as informações solicitadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
(INEP).
As necessidades advindas da avaliação institucional vêm desencadeando estudos,
reflexões e propostas em busca de modelos e programas educacionais apropriados, em
consonância com o contexto a que se destinam, estando voltados para a utilização das
tecnologias de informação e comunicação.

14.1 Programas de Acompanhamento e Avaliação

O processo de avaliação institucional da FASJ possuem as seguintes formas


avaliativas: do ensino de graduação, avaliação interna e externa.

14.1.1 Avaliação do Ensino de Graduação

A avaliação do ensino de graduação envolve procedimentos de avaliação interna e de


avaliação externa.

14.1.2 Avaliação Interna ou Autoavaliação

As atividades de avaliação institucional interna da FASJ tiveram início no primeiro


semestre de 2008, quando, através da Comissão Permanente de Avaliação Institucional (CPA),
promoveu-se uma avaliação dos serviços educacionais prestados pela instituição, incluído seu
corpo docente.
O processo de avaliação institucional interna, de responsabilidade da CPA, abrange os
dados de diagnóstico das condições de ensino e de avaliação dos cursos de graduação. É
também função da CPA identificar os fatores que influenciam o processo de evasão.
A avaliação dos cursos de graduação se faz por meio da análise do projeto
pedagógico proposto para os cursos de graduação e seu andamento, incluindo-se também a
avaliação feita pelos alunos e pelos professores sobre o curso, a instituição, as disciplinas
ministradas, atividades curriculares e extracurriculares desenvolvidas.
Dentro da avaliação interna, o Núcleo Docente Estruturante (NDE) dos cursos da
instituição desempenha também uma atividade avaliativa quanto ao aprimoramento do
currículo dos cursos e ao seu desenvolvimento pedagógico, analisando e atualizando a matriz
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curricular dos cursos às demandas institucionais e sociais.

14.1.3 Avaliação Externa

A avaliação institucional externa da FASJ, realizada pelo MEC/INEP e demais órgãos


institucionais da educação, caracteriza-se como um processo de acompanhamento da
implantação dos cursos de graduação e do cumprimento do currículo do projeto pedagógico
dos cursos.

14.2 Diagnóstico das Condições de Ensino

A FASJ, quanto às condições da prestação de serviços educacionais, é avaliada


conforme indicadores instituídos pelo MEC, estabelecidos em instrumentos de credenciamento,
autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento, com vista a definir o
cumprimento e a efetividade do ensino.

14.3 Avaliação das Condições de Infraestrutura e Serviços

A infraestrutura e os serviços oferecidos pela FASJ são verificados no processo de


avaliação interna e externa, com as seguintes finalidades:
a) Alcançar uma visão global da instituição a partir do exame de todos os elementos
que a compõem.
b) Construir o processo avaliativo de forma gradativa, ampliando e refinando
constantemente suas estratégias de ação e procedimentos de coleta de dados.
c) Criar mecanismos que possibilitem uma participação efetiva de todos os envolvidos
no processo avaliativo, especialmente o interno.
d) Criar oportunidades para a divulgação e discussão dos resultados em todos os
segmentos avaliados.

14.4 Cronograma de Implantação da Avaliação Institucional

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Cronograma de implantação da avaliação institucional


ANO/TRIMESTRE
ESPECIFICAÇÃO 2015 2016 2017 2018 2019
1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4
Constituição/instalação da
CPA
Elaboração/aprovação do
PAI
Aprovação das
metodologias
Aprovação de
indicadores/padrões
Aprovação
instrumentos/proced.
Sensibilização
Desenvolvimento:
 Missão e PDI
 Ensino de graduação
 Ensino de pós-graduação
 Pesquisa (iniciação
científica)
 Extensão
 Responsabilidade social
 Comunicação com a
sociedade
 Políticas de pessoal
 Organização e gestão
 Infraestrutura
 Planejamento e avaliação
 Atendimento ao aluno
 Sustentabilidade
financeira
 Avaliação por pares
externos
Consolidação:
 Relatório
 Divulgação
 Balanço crítico
 Análise e avaliação do
processo
Revisão e atualização do
PAI

14.5 Formas de Participação da Comunidade Acadêmica e Técnico-Administrativa e


Atuação da Comissão Própria de Avaliação (CPA)

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A Comissão Própria de Avaliação (CPA) da FASJ compõe-se por representante do


corpo docente, do corpo discente, Corpo técnico administrativo e também de um representante
da sociedade civil organizada, além do seu Coordenador. O processo de avaliação institucional
foi estabelecido desde a primeira elaboração de seu PDI até o atendimento das novas
exigências do Ministério da Educação através do Sistema Nacional de Avaliação da Educação
Superior (SINAES).
Em fevereiro de 2010, constituiu-se a CPA da FASJ com os seguintes membros:

a) Um representante da mantenedora, indicado pelo Instituto Avançado de Ensino


Superior de Barreiras – IAESB.
b) Um representante dos professores, indicado pelo corpo docente.
c) Um representante dos empregados, indicado pelo corpo técnico-administrativo.
d) Dois representantes do corpo discente, indicados pelo Diretório Central dos
Estudantes, ou dois representantes de turmas.
e) Um coordenador de curso, indicado pela instituição.
f) Um representante da sociedade civil organizada, indicado pelo IAESB./FASJ.

Atualmente a comissão própria de avaliação da FASJ é formada por: Um


Representante do corpo docente; Um Representante do corpo técnico; Um Representante da
sociedade civil; Um Representante do corpo Discente e o Coordenador (presidente).
O trabalho realizado pela CPA envolve alunos, professores, técnicos administrativos.
Promove a avaliação do desempenho pedagógico dos professores, a auto avaliação dos
alunos e a avaliação dos serviços diretos e indiretos da FASJ, utilizando-se como instrumento
de coleta de dados questionários contendo questões fechadas objetivas.

14.6 Formas de Utilização dos Resultados das Avaliações

A CPA encaminha à direção superior da instituição os resultados das avaliações


periódicas, nelas incluindo as avaliações das condições de ensino, realizadas pelo MEC,
indicando possíveis ações corretivas de pontos fracos e de fortalecimento dos aspectos
positivos do ensino, da pesquisa e da extensão.
Periodicamente, de acordo com os ciclos avaliativos internos previstos no Programa
de Avaliação da FASJ, a CPA tem a incumbência de emitir relatórios, com sugestão de ações a
serem desenvolvidas pelos órgãos diretivos da instituição, com base nos seguintes processos

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avaliativos:

a) Auto avaliação institucional.


b) Auto avaliação dos cursos e programas de educação superior.
c) Avaliação externa por pares da IES.
d) Avaliação institucional externa, conduzida pelo INEP.
e) Avaliação de cursos, promovida pelo INEP.
f) ENADE.

A Diretoria Acadêmica e Administrativa da FASJ analisa os relatórios e as sugestões


neles contidas e adota as ações necessárias para o saneamento de deficiências identificadas e
o fortalecimento de outras ações para consolidar cursos e programas com pontos fortes.
Após a apuração dos resultados obtidos nos processos de avaliação institucional, que
acontece a cada semestre, nos diversos segmentos institucionais, desenvolvem-se as como
principais ações:

I) Para os cursos de graduação:

a) Atualização e melhoria dos projetos pedagógicos, trabalhando-se cada curso de


acordo com o perfil desejado para o seu egresso.
b) Atualização do acervo da biblioteca, seguindo-se a orientação dos docentes,
coordenadores de cursos e sugestões dos alunos.
c) Desenvolvimento de parcerias para o desenvolvimento de atividades de estágio
supervisionado e atividades complementares.

II) Para os projetos de pesquisa e extensão:

a) Integração do corpo discente e docente em projetos de programas de iniciação


científica, incentivando-se a pesquisa.
b) Integração do corpo discente e docente em projetos voltados para a comunidade,
destacando-se a responsabilidade social de todos os agentes que integram a
instituição.
c) Desenvolvimento de atividades como cursos profissionalizantes, palestras,
atividades cívicas voltadas para a comunidade local.
d) Desenvolvimento de atividades como palestras, workshop e seminários, tendo
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como objetivo fornecer informações ao corpo discente, levando-se em consideração


sugestões apresentada pelos discentes, docentes e coordenadores de cursos.

III) Para o corpo docente:

a) Maior integração entre o corpo docente, coordenação e corpo discente de cada


curso.
b) Maior adequação da disciplina com a formação docente.
c) Incentivo aos docentes para a participação como expositores em eventos de
divulgação cultural e científica.
d) Incentivo aos docentes para a atualização profissional através da liberação para a
participação de cursos, congressos, seminários.

14.6.1 Planejamento e Ações Acadêmico-Administrativas a partir dos resultados das


Avaliações

O planejamento e as ações acadêmico-administrativas são realizados de forma


preventiva e em razão dos resultados das auto avaliações com a participação de três grandes
segmentos institucionais (corpo docente, corpo discente e corpo técnico-administrativo) e das
avaliações externas da instituição e dos seus cursos (INEP/MEC), de modo a buscar sempre
melhoria na oferta do ensino, em nível de qualidade exigida pelos parâmetros educativos do
país.
Tanto o planejamento quanto as ações envolvendo critérios de avaliação interna
buscam atender aos indicadores nos instrumentos avaliativos e regulatórios do Ministério da
Educação (avaliação externa), mediante planos de ações sugeridos pela Comissão Própria de
Avaliação (CPA) e pelas Comissões Avaliadoras do INEP/MEC.

14.7 SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA, TENDO EM VISTA O SIGNIFICADO SOCIAL DA


CONTINUIDADE DOS COMPROMISSOS NA OFERTA DA EDUCAÇÃO SUPERIOR

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14.7.1 Compatibilidade entre a proposta de desenvolvimento da IES e o orçamento


previsto

A política financeira, orçamentária e de investimento da FASJ têm como premissa


divulgar o entendimento e a percepção dos colaboradores quanto à importância do
planejamento financeiro (orçamento, racionalização dos gastos e otimização de investimentos),
bem como transformá-lo efetivamente em ferramenta gerencial, permitindo planejar de forma
mais precisa suas despesas e receitas e a melhor utilização dos recursos disponíveis. A
elaboração do orçamento permite saber o custo dos recursos necessários para a realização do
Projeto Institucional. É preciso definir metas, discutir estratégias, ter clareza das necessidades,
ter equilíbrio entre o desejado e o possível, aceitar os limites na utilização dos recursos, aceitar
o orçamento como instrumento de orientação e fazer revisões periódicas.
Assim, a ampliação da base de Receitas deve levar em conta a flexibilização dos
currículos, a adequação dos preços, a implantação de um programa amplo de educação
continuada, o incremento de parcerias, bem como a atualização do acervo da biblioteca e
investimento na manutenção e aquisição de materiais de laboratório.

14.7.2 Alocação de recursos para manutenção das instalações e atualização de


equipamentos e materiais
Os gastos efetuados com manutenção e conservação dos bens gerais, tais como:
manutenção de bens imóveis: conservação e reformas, manutenção de bens móveis,
manutenção de equipamentos e laboratórios, instalações e veículos são previstos no
planejamento econômico-administrativo da Instituição.

14.7.3 Alocação de recursos para a capacitação de pessoal docente e técnico-


administrativo
Os gastos efetuados com bolsas de estudo e subsídios aos funcionários referem-se à
capacitação do pessoal técnico-administrativo e corpo docente. Os gastos com remuneração
aos funcionários são compostos por: salários e horas extras.

14.8 Previsão orçamentária e cronograma de execução

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a) Folha de Pagamento:
Considerar a seguinte previsão: reajuste de 5% referente à Convenção Coletiva de
Trabalho.
Os departamentos deverão prever a variação (para mais ou para menos) das despesas
de pessoal decorrentes de alterações de carga horária, rescisões e admissões.
Notas: Décimo Terceiro Salário: não deve ser considerado como gastos porque já está
previsto no percentual relativo aos encargos sociais.
Previsão de Férias: deduzir dos salários do mês previsto para o gozo de férias dos
empregados.
b) Despesas Operacionais:
Os departamentos poderão utilizar a média mensal dos valores realizados dos últimos
três meses.
c) Receitas de Graduação:
Terá como base de cálculo as mensalidades de semestre 2017/2. Os coordenadores de
cursos farão os ajustes de acordo com suas propostas de oferta de disciplinas. Na base de
cálculo semestre 2017/2, já está considerada a redução de mensalidades das disciplinas
individuais (estágios, orientações, monografias, atividades cumprimentares, etc.).
d) Margens de Contribuições de cada Curso:
Considerar o planejamento até o mês de Dezembro de 2018, projetando margem de
contribuição igual ou maior que o percentual indicado.

e) Gastos da Diretoria:
Os gastos previstos devem no exercício de 2017, deve ser diminuídos em 2018 ou
sofrer alteração em reunião da diretoria.
 Elaborar e Aprovar o orçamento anual
a) Propor à Mantenedora a fixação dos encargos educacionais, das taxas e
emolumentos a serem cobrados pelos serviços prestados, respeitando a legislação pertinente.
b) Dispor sobre as formas de seleção, admissão, promoção, licenças, substituições
e dispensa do pessoal docente e técnico-administrativo, bem como estabelecer seus direitos e
deveres.
c) Executar o orçamento anual, após aprovação da Mantenedora.
d) Aprovar e executar planos, programas, projetos de investimentos referentes a
obras, serviços e aquisições em geral, bem como administrar rendimentos conforme
dispositivos institucionais, incluídos no orçamento anual.

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e) Os recursos financeiros da FASJ, são obtidos por meio de:


 Dotações financeiras da Mantenedora;
 Dos encargos educacionais, representados por mensalidades, anuidades, taxas
contribuições.
Os recursos gerados ou obtidos pela Mantida são utilizados na consecução de seus
objetivos.
 Execução Orçamentária
Com base no PDI, o planejamento econômico-financeiro da FASJ foi elaborado a partir
das seguintes informações:
 Levantamento dos custos operacionais e dos investimentos necessários ao
cumprimento do plano de expansão, melhoria e consolidação das modalidades de
ensino (curso de graduação e pós-graduação);
 Financiamento das atividades e de extensão;
 Contratação de pessoal docente e não docente, e implementação dos planos de
carreira docente e de cargos e salários;
 Investimentos na ampliação e melhoria do acervo da biblioteca;
 Investimentos na ampliação e atualização tecnológica de equipamentos e aparelhos
para o laboratório e serviços técnicos;
 Investimentos na ampliação e reforma da infraestrutura física e de apoio inclusive na
adaptação da infraestrutura física aos requisitos de acessibilidade a pessoas
portadoras de necessidades especiais e atendimento às normas de biossegurança;

A Instituição prevê em seu planejamento econômico-financeiro um investimento da


ordem de 2% da sua Receita Liquida anual para dos itens adiante; Capacitação Docente –
aperfeiçoamento e treinamento; atividades de extensão; projetos de pesquisa; programas de
iniciação cientifica.

 Gastos com Encargos Sociais


São gastos legais sobre a folha de pagamento. São compostos por:
 Encargos Sociais com Férias;
 Encargos Sociais com 13º salário;
 Encargos Sociais com PIS;
 Encargos Sociais com Fundo de Garantia Por Tempo de Serviços;
 Encargos Sociais com Previdência Social.

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 Encargos com Serviços Profissionais


Gastos efetuados com profissionais contratados para serviços de consultoria,
assessoria, serviços terceirizados, assistência técnica e Professores pagos com notas fiscais.
São compostos por:
 Encargos com Serviços de Consultoria / Assessoria;
 Encargos com Serviços de Assistência Técnica (Laboratórios, Copiadoras,
impressoras e computadores);
 Encargos com serviços de Terceiros (honorários advocatícios, honorários
contábeis).

 Encargos do Trabalho
Gastos efetuados com benefícios sociais previstos em lei, convenção coletiva ou espontânea.
São compostos por:
 Encargos com Gastos de Funcionário (Exemplo: uniforme para os funcionários)
 Encargos com refeição; são beneficiados;
 Ajuda de custos com corpo docente.

 Encargos Filantrópicos
Gastos efetuados com bolsas de estudo, atendimento a pessoas carentes, doações a outras
entidades e subsídio da EIS para funcionários e dependentes no pagamento de
mensalidades, como também os gastos efetuados com mensalidades para aperfeiçoamento
dos funcionários.
 Filantropia com Bolsa de Estágio: valor de R$ 400,00 por bolsista;
 Gratuidades: ex: bolsas de estudo concedidas a alunos carentes;
 Doações e Contribuições: Restrito a Diretoria;
 Capacitação do pessoal técnico-administrativo;
 Capacitação do Corpo Docente;

 Gastos com Divulgação


Gastos efetuados com impressos, publicações e campanhas de processos seletivos,
etc.
 Feiras e Exposições;

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 Presentes e Brindes;
 Material Publicitário;
 Processo Seletivo;

 Encargos com Serviços Públicos


Gastos efetuados com consumo de:
 Energia elétrica;
 Correio;
 Telefone;
 Água;
 Esgoto;
 IPTU;
 Taxas Judiciais.

 Encargos com Materiais


Gastos efetuados com produtos consumidos nas atividades educacionais e
administrativas, tais como:
 Materiais de Aplicação: (ex: reagentes, corantes, vidraria, gesso, gazes, etc.);
 Materiais de Expediente: (ex: papel, caneta, chips, cola, cartucho para impressora,
bolas de basquete, futebol, etc.);
 Materiais de Consumo: (ex: material de limpeza, café, açúcar, etc.);
 Ferramentas de Desgaste (ex: instrumentos de pequeno valor como: martelo,
alicate, serrote, grampeador etc.);

 Encargos com Transportes


 Fretes e carretos: transporte de cargas. Ex: Serviço de frete para móveis e
utensílios, equipamentos para exposição e outros;
 Condução contratada: com transporte contratado (ônibus);
 Combustíveis e lubrificante para os veículos da própria frota;
 Despesas com Veículos: reembolso das despesas efetuadas pelos diretores com a
utilização do seu próprio veículo, a serviço da instituição, comprovação com
documento fiscal.
 Encargos Patrimoniais

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Gastos efetuados com:


 Encargos com Prêmios de Seguro (prédio, máquinas, veículos, estagiários etc);
 Encargos com Aluguéis (prédios, casas, máquinas etc.);
 Encargos com Segurança do Campus.

 Encargos com Conservação de Bens


Gastos efetuados com manutenção e conservação dos bens gerais que não afetam o
valor final do bem, tais como:
 Manutenção de Bens Imóveis: conservação e reformas sem ampliação significativa;
 Manutenção de Bens Móveis: manutenção de equipamentos utilizados pela unidade;
 Manutenção de Laboratórios: manutenção dos equipamentos usados nos
laboratórios;
 Manutenção de Instalações: manutenção de rede de esgoto, fiação, telefonia etc;
 Manutenção de Veículos: manutenção e conservação mecânica e elétrica dos
veículos da frota própria.

 Encargos com Representação


Gastos efetuados com viagens, (estadia, passagens e alimentação), recepção e
alimentação.
 Estadas e hospedagens;
 Homenagens e recepções;
 Refeições e lanches;
 Despesas com passagens aéreas;
 Outras despesas com passagens (ônibus);
 Seminários;
 Treinamentos;

 Receita Líquida
Resultado obtido pela diferença entre a receita bruta contratada a inadimplência.
a) Receita Bruta
É a receita contratada. Obtém-se da seguinte forma:

116 FACULDADE SÃO FRANCISCO DE JUAZEIRO - FASJ – PDI 2015 - 2019


FACULDADE SÃO FRANCISCO DE JUAZEIRO-BA
Credenciada pela Portaria nº 2.929 de 24/08/2005 – DOU do dia 26/08/2005
Sociedade Educacional do Vale do São Francisco Ltda.
Curso de Fisioterapia - Portaria no 324, de 8 de agosto de 2011

 Cursos de Graduação: valor da mensalidade x número de alunos. O valor será


estimado previamente pelo departamento/diretoria financeira, cabendo a diretoria
sugerir as possíveis alterações;
 Cursos de Pós-Graduação: valor estimado da mensalidade x número de alunos;
 Extensão: estimar o valor dos serviços prestados pela unidade;
 Programas e Projetos: valor estimado da mensalidade x o número de
clientes, ou o valor acordado pela prestação dos serviços ofertados pela Empresa.
Os programas e projetos a serem executados, estão em fase de aprovação e liberação
de recursos.

14.9 Valores dos Cursos da FASJ em 2017

CURSOS MENSALIDADES
Administração 847,86
Ciências Contábeis 847,86
Comunicação Social-Publicidade Propaganda 847,86
Fisioterapia 1.065,26
Pedagogia 847,86
Engenharia Civil 1.400,00
Enfermagem 1.100,00
Gestão Pública 847,86
Gestão de recursoa Humanos 847,86

14.10 Planos de Investimentos

O orçamento de investimento deverá ser elaborado pelo Diretor Geral, discriminando


os valores por projeto e por mês, considerando os valores previstos e atualizados em seu
respectivo Planejamento Financeiro para os anos de vigência deste PDI.
Os investimentos são aplicações de recursos em empreendimentos e/ou melhorias
que beneficiarão exercícios futuros, por exemplo: reformas, aquisições de imóveis, parcerias
com novas IES, etc.

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