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3ª SÉRIE

ENSINO MÉDIO

PORTUGUÊS
LÍNGUA PORTUGUESA – 1° Período
PROFA. NAYARA LIMA

CONTEÚDO 1° PERÍODO

Literatura
 A Linguagem do Modernismo em Portugal;
Portugal pág. 3
 As Revoluções Artísticas;
Artísticas pág. 5
 A Linguagem do Pré-Modernismo
Pré no Brasil; pág. 7
 A descoberta de Outro Brasil;
 A produção literária africana em língua portuguesa;
portuguesa pág. 8
 O início: Portugal e África.
África

Gramática
 A flexão do infinitivo;; pág. 11
 Relações de concordância com o verbo;
verbo pág. 14
 A posição dos pronomes pessoais átonos nas frases;
frases pág. 16
 Relações
ações estabelecidas entre as orações coordenadas
coordena s e subordinadas.
subordinadas pág. 17

AVALIAÇÃO
LÍNGUA PORTUGUESA – 1° Período
PROFA. NAYARA LIMA
1° PERÍODO – PORTUGUES
A LINGUAGEM DO MODERNIMO EM PORTUGUAL
O Modernismo representa a ruptura com padrões e a inovação.. A Escola Literária Modernista
surge no início do século XX, após o Pré-Modernismo,
Pré num período conturbado.
Em Portugal, berço do Modernismo no Brasil, seu marco inicial data de 1915 com a publicação
da Revista Orpheu.

Contexto Histórico
O Modernismo tomou lugar num período que permeia a Primeira
Primeira (1914-1918)
(1914 e a Segunda
(1939-1945) Guerras Mundiais.
Na mesma altura, surgia a Teoria da Relatividade de Einstein e a Psicanálise de Freud, bem
como transformações tecnológicas (eletricidade, telefone, avião, cinema). ‘Todas
Todas essas situações
influenciam
am os pensamentos da época e, consequentemente o estilo deste novo movimento literário.
Em Portugal, em 1910 era proclamada a república e surgem dois partidos políticos. O
Situacionista, numa proposta saudosista, pretendia resgatar os anos de glória vividos
vivido por Portugal. Os
Inconformados, por sua vez, almejavam uma ruptura de padrão e estilo, e propunham a inovação.
Assim, com o lançamento da Revista Águia, os Situacionistas tentam reviver o passado numa
pretensão de incutir nas pessoas o orgulho português oriundo das suas conquistas. Os Inconformados
rejeitam essa ideia, pretendendo trazer à tona o espírito crítico.

Principais Características
• Distanciamento do sentimentalismo.
• Espírito dinâmico, acompanhando as transformações tecnológicas.
• Espírito crítico e questionador.
• Linguagem cotidiana.
• Oposição às normas, numa atitude considerada “anárquica”.
• Originalidade e excentricidade.
• Ruptura com o passado, numa atitude inovadora.

Gerações Modernistas
De acordo com os seus autores e, consequentemente dos seus estilos, as gerações modernistas se
dividem em três grupos:
1. O Orfismo ou A Geração de Orpheu
A primeira geração modernista é assim chamada tendo em conta que é esse o nome da
publicação que demarca a fronteira com a anterior escola literária.
A revista, que e teve à frente Fernando Pessoa, Mário de Sá Carneiro e Almada
Negreiros (primeiro grupo modernista), foi um grande escândalo. Ela teve a duração de apenas um ano,
o que aconteceu em decorrência de problemas financeiros após o suicídio de Mário de Sá Carneiro.
Carne
O Futurismo e o Expressionismo (Vanguardas Europeias) influenciaram essa geração, cujos
principais autores são:
Fernando Pessoa (1888-1935): 1935): sendo o mais influente, é também a principal personalidade do
modernismo em Portugal. Escreveu "Mensagem" e criou criou os heterônimos Alberto Caeiro ("Pastor
Amoroso", "Poemas Inconjuntos"), Ricardo Reis ("Prefiro Rosas", "Breve o Dia") e Álvaro de Campos
("Ode Marítima", "Tabacaria");
Mário de Sá Carneiro (1890-1915): 1915): o mote da sua obra gira em torno da insatisfação psicológica.
p
Escreveu contos como "Princípio", "A Confissão de Lúcio", "Céu em Fogo", bem como poesias. São
exemplos "Dispersão", "Indícios de Oiro", "Poesias";
Almada Negreiros (1893-1970):1970): distinguiu-se
distinguiu se como artista plástico, no entanto escreveu manifestos
manifesto
futuristas, textos doutrinários, peças teatrais, entre outros.

2. O Presencismo ou A Geração de Presença


O segundo momento do Modernismo em Portugal inicia em 1927 com o lançamento da Revista
Presença. A revista foi fundada por Branquinho da Fonseca, João Gaspar Simões e José Régio.
O objetivo desse grupo era dar continuidade ao trabalho iniciado com a Revista Orpheu.
Principais autores e algumas obras:
• José Régio (1901-1969):
1969): além de escritor, foi diretor e editor da Revista Presença. Escreveu
"Poemas de Deus
eus e do Diabo", "Jogo da Cabra-Cega",
Cabra "Há mais Mundos";
• João Gaspar Simões (1903-1987):
(1903 1987): influente crítico e investigador literário. Escreveu "Romance
numa Cabeça", "Amigos Sinceros", "Internato";

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• Branquinho da Fonseca (1905-1974):
(1905 o autor usou também o pseudônimo
eudônimo de António Madeira.
Escreveu "Poemas", "Mar Coalhado", "Bandeira Preta".

3. Neorrealismo
O terceiro e último momento do Modernismo tem início em 1940 com a publicação de Gaibéus,
de Alves Redol.. Esse período carateriza-se
carateriza pela oposição ao ditador Antônio
tônio de Oliveira Salazar.
Salazar
Principais autores e algumas obras:
• Alves Redol (1911-1969):
1969): o primeiro romancista dessa nova tendência escreveu: "Glória", "Marés",
"A Barca dos Sete Lemes";
• Ferreira de Castro (1898-1974):
1974): é o autor mais importante dessa geração.
geração. Escreveu "Emigrantes",
"A Selva", "Eternidade";
• Soeiro Pereira Gomes (1909-1949):
(1909 1949): comunista, sua obra prima é "Esteiros". Escreveu, ainda,
"Contos Vermelhos", "Engrenagem".

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AS REVOLUÇÕES ARTÍSTICAS
EXPRESSIONISMO: Surgido em 1910, foi manifestação
manifestação de povos nórdicos, germânicos e
eslavos. Essa tendência expressou a angústia do período anterior à Primeira Guerra Mundial, voltando-
voltando
se para os produtos artísticos dos primitivos e para as manifestações do mundo interior, expressas no
uso aleatório
rio de cores intensas e distorção das formas, como atesta o quadro O grito, do norueguês
Edvard Munch.

CUBISMO: Em 1907, Pablo Picasso pintou Lês demoiselles d‘Avignon (As senhoritas de
Avignon) e inaugurou o Cubismo. Segundo essa tendência, as figuras, reduzidas
reduzidas a formas geométricas,
apresentam, ao mesmo tempo, o perfil e a frente, mostrando mais de um ângulo de visão. No quadros
cubistas. A literatura cubista, inaugurada por Apollinaire, preocupou-se
preocupou se com a construção física do texto:
valorizou o espaço da a folha e a camada significante das palavras e negou a estrofe, a rima, o verso
tradicional. Esse seria o embrião da nossa poesia concreta, da década de 50.

FUTURISMO: Essa estética celebrava os signos do novo mundo – a velocidade, a máquina, a


eletricidade,
de, a industrialização. Apregoando a destruição do passado e dos meios tradicionais de
expressão literária, o Futurismo (tendência que mais influenciou a primeira fase do Modernismo)
propunha:
• liberdade de expressão;
• destruição da sintaxe;
• abolição da
a pontuação
• uso de símbolos matemáticos e musicais;
• desprezo ao adjetivo e ao advérbio

DADAÍSMO: Este foi o mais radical e destruidor movimento da vanguarda européia. Fundado
por Tristan Tzara, negava o presente, o passado, passado, o futuro e defendia a ideia ide de
que qualquer combinação inusitada promove um efeito estético. O Dadaísmo refletiu um sentimento de
saturação cultural, de crise social e política.

SURREALISMO: Inaugurado com a publicação do Manifesto Surrealista, em 1924, este foi o


último movimento da vanguarda, sofrendo influências das teorias de Freud, o Surrealismo caracterizou-
caracterizou
se pela busca do homem primitivo através da investigação do mundo do inconsciente e dos sonhos. Na
literatura, o traço fundamental foi a escrita automática (o autor deixa-se
deixa e levar pelo impulso e registra,
sem controle racional, tudo o que o inconsciente lhe ditar, sem se preocupar com a lógica.

Comentário Crítico:
Percebe-se
se que os literatos brasileiros em algumas escolas literárias (como no Romantismo e
Realismo, por exemplo),
plo), desejavam mostrar o “verdadeiro” Brasil. E isso, evidentemente, não poderia
ser diferente, na nova estética literária brasileira, o que se percebe certa abertura e espaço, bem como
sua influência da literatura estrangeira ou de ideologias que vinham de fora. Parece que os autores
olham para o Brasil e fazem de sua literatura “palco de manifestações reais” do que realmente o Brasil é
expondo as variadas facetas ou realidade do nosso país. Alguns livros didáticos até afirmam que a
realidade verdadeira doo Brasil era ignorada pela Literatura até então.
As vanguardas como movimentos artísticos, estética literária ou correntes da Literatura
Europeia foram resultados ou consequências do que aconteceram no cenário europeu do século XX:
problemas políticos, conflitos
flitos entre países vizinhos, intercâmbio entre a Primeira e Segunda Guerra
Mundial...
A expressão vanguarda pode ser entendida como parcela dos intelectuais que exerce um papel
pioneiro, desenvolvendo técnicas, ideias e conceitos novos, avançados, especialmente
especia nas artes. O que
havia de comum era nada mais do que conflitos ou debates de uma herança do século passado. É um
grito do novo: os padrões da antiga estética literária e artística devem ceder lugar àquilo que estava por
vir: O Modernismo. Havia assim m manifestações desse “novo” em suas obras e divulgação de novas
estratégias formais do tempo.
Podemos, assim, refletir de uma desestruturação ou falta de uma literatura fixamente ou
realmente brasileira. E se assim o é, tem forte influência estrangeira: É então, como se diz da boca de
postulantes da Literatura um movimento que expressa pela arte o que é de fato o nosso país em dado
momento? Somos simplesmente consequência ou resultado do que acontece lá fora no cenário mundial
e reestruturados em um “quebra--cabeça”
cabeça” que na época foi apresentado como “Literatura Brasileira”.

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REFERÊNCIAS
ABAURRE, Maria Luiza; FADEL, Tatiana; PONTARA, Marcela Nogueira. Português: Língua, Literatura,
Produção de texto. São Paulo: Moderna, 2004.
OLIVEIRA, Ana Teresa Pinto de. Literatura Brasileira: Teoria e prática. São Paulo: Rideel, 2006.
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A LINGUAGEM DO PRÉ MODERNISMO NO BRASIL
A linguagem do pré-modernismo
modernismo é coloquial, simples, híbrida, libertária, social, crítica, regionalista,
histórica, política e marginal.

Contexto Histórico
O pré-modernismo
modernismo no Brasil foi um período de transição entre o simbolismo e o modernismo
que tem início no começo no século XX.
Nesse sentido não é considerada pelos estudiosos como uma escola literária, no entanto,
en o
momento apresenta algumas características singulares. O pré-modernismo
pré modernismo termina em 1922, quando
começa o Modernismo com a “Semana de Arte Moderna”.
No Brasil, o momento é de reforma, com a Belle Époque (influência francesa) e ainda, de
agitação política
ítica com o desenvolvimento de diversas revoltas (guerra de canudos, a política do café com
leite, revolta da chibata, dentre outros) que mudaram significativamente o cenário brasileiro. Na Europa,
ocorria a Primeira Guerra Mundial (1914-1918).
(1914

res e as obras mais significativas desse período são:


Os escritores
• Euclides da Cunha (1866-1909)
(1866 e “Os Sertões” (1902)
• Graça Aranha (1868- 1931) e “Canaã” (1902)
• Lima Barreto (1881-1922)
1922) e o “Triste Fim de Policarpo Quaresma” (1915)
• Monteiro Lobato (1882-1948)
1948) e “Urupês”
“Urup (1918)

Características do Pré-Modernismo
Modernismo
• Oposição ao parnasianismo
• Rompimento com o academicismo
• Linguagem simples e coloquial (informal)
• Descrição de paisagens e personagens
• Temática cotidiana, histórica, social
• Personagens marginais e estereotipadas
estereotipada
• Linguagem regionalista
• Literatura nacionalista

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A PRODUÇÃO LITERÁRIA AFRICANA EM LÍNGUA PORTUGUESA

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DEZ OBRAS FUNDAMENTAIS PARA CONHECER OU SE APROFUNDAR NA LITERATURA AFRICANA


AFRICA

Autor: Mia Couto (Moçambique)


Terra Sonâmbula
Narra a trajetória iniciática do menino Muidinga, auxiliado pelo mais velho Tuahir, em meio à devastação
da guerra civil pós-independência
independência em Moçambique. Duas narrativas se entrecruzam nesse romance: a
peregrinação
grinação de Muidinga e Tuahir em direção ao mar; e a composição dos cadernos de Kindzu, diário
encontrado nos escombros da guerra pelo menino Muidinga, cuja leitura devolve humanidade e
esperança às duas personagens em meio a tantas privações. O traço cultural cult moçambicano e o
elemento social e histórico é transposto pela linguagem poética de Mia Couto.

Estórias Abensonhadas
Os contos podem ser uma boa iniciação à literatura africana. Nesse livro, eles foram escritos depois da
guerra e, conforme o autor, “surgiram
rgiram entre as margens da mágoa e da esperança”. Em cada uma das
26 histórias é possível notar o traço inventivo e original da linguagem de Couto. Aspectos da tradição
oral africana recebem relevo na obra desse premiado autor.

Autor: Pepetela (Angola)


Mayombe
Escrito quando Pepetela participava como guerrilheiro na guerra de libertação de Angola, o autor
constrói uma estrutura narrativa complexa e trabalhada pela alternância de vozes a relatar os fatos. O
leitor tem acesso, assim, a diferentes pontos de vista a respeito da organização do Movimento Popular
de Libertação de Angola (MPLA) a partir do contato com os combatentes em plena guerrilha, no interior
da floresta que dá nome ao romance.

A Sul. O sombreiro
Trabalho mais recente de Pepetela, é ambientado
ambientado em Angola nos séculos XVI e XVII, portanto, no início
da ?colonização
nização portuguesa naquele país. O núcleo narrativo desdobra-se
desdobra se novamente. Desta feita,
Pepetela dá voz a três narradores que se revesam no intuito de contar a história dos primórdios do que
viria a ser a Angola atual.

Autor: Ondjaki (Angola)


A Bicicleta Que Tinha Bigodes
É um romance infantojuvenil do jovem autor. Ambientado em Luanda, o livro tem como enredo a busca
de três crianças por uma boa história que seja uma forte concorrente
concorrente em um concurso de redação cujo
prêmio, muito desejado, é uma bicicleta. As personagens adultas, como o tio Rui, que tem bigodes
mágicos, acompanham a busca das crianças e compartilham a vida cotidiana da rua no bairro simples da
cidade de Luanda.

Bom Dia Camaradas


A temática da infância é novamente trabalhada em Bom Dia Camaradas, publicado em 2003. Desta feita
o desafio do autor é narrar o momento histórico da independência de Angola pelo olhar da criança.
Nascido em 1977, dois anos após a independência, Ondjaki maneja elementos da história e suas
memórias infantis para construir o romance.

Autor: Naguib Mahfouz (Egito)


O Ladrão e os Cães
Escritor egípcio, Nobel de Literatura em 1988, Mahfouz publicou O Ladrão e os Cães em 1961. O
romance mistura suspense,
pense, fábula moral e alegoria política. A história de Said, presidiário que acaba de
ser libertado, é ambientada no Cairo e narrada, alternativamente, em terceira e em primeira pessoa para
dar vazão aos monólogos interiores de Said.

Noites das Mil e Uma Noites


Tradição e modernidade atualizam a vida de Xerazade, grande contadora de histórias do mundo árabe.
O romance começa onde termina o clássico As Mil e Uma Noites. Ao estabelecer esse diálogo, Mahfouz
rompe as expectativas ocidentais em torno da descrição
descrição de uma cultura exótica e insere elementos
sobre suas expectativas em relação à literatura, cultura e história.

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Autor: Nadine Gordimer (África do Sul)


A Arma da Casa
A obra publicada em 1998 traz a história de assassinato cometido por um filho da elite
eli branca sul-
africana e os desdobramentos morais e legais desse ato. Aspectos do preconceito racial e social da
sociedade pátria de Nelson Mandela são trabalhados pela autora para questionar a presença da
violência e da culpa na África do Sul pós-apartheid.
pós

Beethoven era 1/16 negro


Ganhadora do Prêmio ?Nobel de Literatura em 1991, a autora utiliza como base para suas histórias o
contexto histórico de uma sociedade dividida pelo apartheid e as consequências morais e psicológicas
dessa divisão.

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INFINITIVO
O infinitivo é uma das formas nominais dos verbos. Pode ser classificado em:
• Infinitivo pessoal (infinitivo flexionado);
• Infinitivo impessoal (infinitivo não flexionado).
Sendo uma das formas nominais dos verbos, juntamente com o gerúndio e o particípio, não está
relacionado com nenhum modo ou tempo verbal.
Quando usar o infinitivo pessoal?
O infinitivo é usado na sua forma flexionada quando há um sujeito claramente definido, quando se
pretende definir o sujeito através da desinência verbal e quando o sujeito da segunda oração é diferente
do da primeira.
Exemplos de uso do infinitivo pessoal:
• Por ele vir atrasado, decidimos ir sem ele.
• Por eles virem atrasados, decidimos ir sem eles.
• A diretora pediu para ra tu esperares na sala.
• A diretora pediu para todos esperarem na sala.
• É essencial ouvirmos o professor.
• É essencial ouvirem o professor.
Formação do infinitivo pessoal
O infinitivo pessoal é formado com as seguintes terminações:
1.ª conjugação (-ar) 2.ª conjugação (-er) 3.ª conjugação (-ir)
(
(Eu) radical + -ar (Eu) radical + -er (Eu) radical + -ir
(Tu) radical + -ares (Tu) radical + -eres (Tu) radical + -ires
(Ele) radical + -ar (Ele) radical + -er (Ele) radical + -ir
(Nós) radical + -armos (Nós) radical + -ermos (Nós) radical + -irmos
(Vós) radical + -ardes (Vós) radical + -erdes (Vós) radical + -irdes
(Eles) radical + -arem (Eles) radical + -erem (Eles) radical + -irem

Conjugação de verbos no infinitivo pessoal


Verbos da 1.ª conjugação no infinitivo pessoal
p
Por…
Verbo estudar Verbo falar Verbo amar
(Eu) estudar (Eu) falar (Eu) amar
(Tu) estudares (Tu) falares (Tu) amares
(Ele) estudar (Ele) falar (Ele) amar
(Nós) estudarmos (Nós) falarmos (Nós) amarmos
(Vós) estudardes (Vós) falardes (Vós) amardes
(Eles) estudarem (Eles) falarem (Eles) amarem
Verbos da 2.ª conjugação no infinitivo pessoal
Por…
Verbo escrever Verbo entender Verbo conhecer
(Eu) escrever (Eu) entender (Eu) conhecer
(Tu) escreveres (Tu) entenderes (Tu) conheceres
(Ele) escrever (Ele) entender (Ele) conhecer
(Nós) escrevermos (Nós) entendermos (Nós) conhecermos
(Vós) escreverdes (Vós) entenderdes (Vós) conhecerdes
(Eles) escreverem (Eles) entenderem (Eles) conhecerem
Verbos da 3.ª conjugação no infinitivo pessoal
Por…
Verbo dividir Verbo partir Verbo sentir
(Eu) dividir (Eu) partir (Eu) sentir
(Tu) dividires (Tu) partires (Tu) sentires
(Ele) dividir (Ele) partir (Ele) sentir
(Nós) dividirmos (Nós) partirmos (Nós) sentirmos
(Vós) dividirdes (Vós) partirdes (Vós) sentirdes
(Eles) dividirem (Eles) partirem (Eles) sentirem

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Quando usar o infinitivo impessoal?


O infinitivo é usado na sua forma sem flexão quando não há um sujeito claramente definido, quando o
verbo é regido por uma preposição, em locuções verbais e com alguns verbos causativos e sensitivos,
mesmo sem formar locução verbal (mandar, deixar, fazer, ver, sentir, ouvir,…).
Exemplos de uso do infinitivo impessoal:
• Eu não quero completar a tarefa agora.
• Eles não querem completar a tarefa agora.
• Ele gostou de saber a novidade.
• Nós gostamos mos da saber a novidade.
• A aluna pedir para sair mais cedo.
• Todos pediram para sair mais cedo.

Formação do infinitivo impessoal


O infinitivo impessoal é formado com as seguintes terminações:
1.ª conjugação (-ar) 2.ª conjugação (-er) 3.ª conjugação (-ir)
(
radical + -ar radical + -er radical + -ir

Conjugação de verbos no infinitivo pessoal


Verbos da 1.ª conjugação no infinitivo impessoal:
impessoal
• estudar;
• falar;
• amar;
• andar;
• começar;
• …
Verbos da 2.ª conjugação no infinitivo impessoal:
impessoal
• escrever;
• entender;
• conhecer;
• viver;
• esquecer;
• …
Verbos da 3.ª conjugação no infinitivo impessoal:
impessoal
• dividir;
• partir;
• sentir;
• cair;
• ouvir;
• …
Uso facultativo do infinitivo pessoal e do infinitivo impessoal
Existem duas situações principais em que a concordância com o infinitivo flexionado
flexi ou sem flexão é
facultativa.
1) Quando o sujeito da segunda oração é igual ao sujeito da primeira oração:
• Nós viemos a este seminário para mostrar a todos sinalizações de segurança.
• Nós viemos a este seminário para mostrarmos a todos sinalizações de segurança.
2) Na voz passiva, com verbo pronominal ou de ligação.
• Foram assinalados os erros a ser corrigidos na publicação.
• Foram assinalados os erros a serem corrigidos na publicação.
Infinitivo composto
Não só na sua forma simples, mas também na sua forma forma composta, o infinitivo pode ser classificado em
pessoal e impessoal. Indicam acontecimentos passados já concluídos.
Infinitivo pessoal composto
O infinitivo pessoal composto é formado pelo infinitivo pessoal do verbo ter mais o particípio do verbo
principal.
ipal. Além do verbo ter, pode ser formado também com o verbo haver como verbo auxiliar.
Por…
(Eu) ter + particípio do verbo principal
(Tu) teres + particípio do verbo principal
(Ele) ter + particípio do verbo principal
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(Nós) termos + particípio do verbo principal
pr
(Vós) terdes + particípio do verbo principal
(Eles) terem + particípio do verbo principal

Conjugação de verbos no infinitivo pessoal composto


Por…
Verbo estudar Verbo ler Verbo sair
(Eu) ter lido (Eu) ter saído
(Eu) ter estudado
(Tu) teres lido (Tu) teres saído
(Tu) teres estudado
(Ele) ter lido (Ele) ter saído
(Ele) ter estudado
(Nós) termos lido (Nós) termos saído
(Nós) termos estudado
(Vós) terdes lido (Vós) terdes saído
(Vós) terdes estudado
(Eles) terem lido (Eles) terem saído
Exemplos com infinitivo pessoal composto:
composto
• Ter aprendido alemão foi essencial para conseguir este emprego.
• Terem aprendido alemão foi essencial para conseguirem este emprego.
• Termos aprendido alemão foi essencial para conseguirmos este emprego.

Infinitivo impessoal composto

O infinitivo impessoal composto é formado pelo infinitivo impessoal do verbo ter mais o particípio do
verbo principal. Além do verbo ter, pode ser formado também com o verbo haver como verbo auxiliar.
Por…
ter + particípio do verbo principal
Conjugação
ação de verbos no infinitivo pessoal composto:
composto
Por…
Verbo estudar Verbo ler Verbo sair
ter estudado ter lido ter saído
Exemplos com infinitivo impessoal composto:
composto
• Eu gostei de ter aprendido alemão.
• Eles gostaram de ter aprendido alemão.
• Nós gostamos de ter er aprendido alemão.
Infinitivo com função de nome
O infinitivo é uma forma nominal porque pode desempenhar tanto a função de um verbo como a função
de um nome. Assim, pode ser usado como um substantivo:
• O aceitar ideias diferentes nem sempre é fácil.
• Todoss os dias acordo com o cantar do galo.
Além do infinitivo, existem outras formas nominais, como o gerúndio e o particípio.

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RELAÇÕES DE CONCORDÂNCIA COM O VERBO
Concordância verbal ocorre quando o verbo se flexiona em número (singular
(singular ou plural) e em pessoa (1.ª,
2.ª ou 3.ª pessoa), concordando com o sujeito gramatical.
Exemplos de concordância verbal
• Eu sou feliz.
• Nós somos felizes.
• Mariana já tomou banho.
• Mariana e Alice já tomaram banho.
Embora pareça uma regra simples, existem diversos
diversos casos específicos que confundem o falante,
podendo levar ao erro.

Ca s o s e sp ec ífic o s d e c onc or d ânc ia v er b al


Embora haja a regra básica de concordância verbal com o sujeito gramatical, existem diversos casos
específicos.

Co nc o r d ân c i a v er b a l c o m s u jei to s imp le s

O sujeito é considerado simples quando apresenta apenas um núcleo. É com esse núcleo que o verbo
deverá concordar em número e pessoa.
• A criança gosta de jogar videogame.
• As crianças gostam de jogar videogame.
• Eu vi o incêndio.
• Nós vimos o incêndio.

Co nc o r d ân c i a v er b a l c o m s u jei to c om p o s t o

O sujeito é considerado composto quando apresenta dois ou mais núcleos. O verbo deverá concordar
em número e pessoa com todos os núcleos, aparecendo sempre no plural.
• O Paulo e a Helena estão namorando.
• Ele e ela estão namorando.

Co nc o r d ân c i a v er b a l c o m v er b o s imp e ss o ai s

Quando os verbos não apresentam sujeito, sendo chamados de impessoais, a concordância verbal
deverá ser feita sempre com a 3.ª pessoa do singular.
• Havia mesas e cadeiras suficientes para todos (verbos haver)
• Faz cinco anos que eu o conheci. (verbo fazer)
• Chovia todos os dias.. (verbos de fenômenos atmosféricos)

Co nc o r d ân c i a v er b a l c o m a p a rt íc u l a s e

Quando a palavra se é uma partícula apassivadora, a concordância verbal é estabelecida com o sujeito
paciente, variando em número.
• Vende-se apartamento.
• Vendem-se se apartamentos.
Quando a palavra se é uma partícula indeterminadora do sujeito, a concordância verbal é estabelecida
sempre com a 3.ª pessoa do singular.
• Precisa-sese de empregado.
• Precisa-sese de empregados.

Co nc o r d ân c i a v er b a l c o m o v e r bo se r
O verbo ser estabelece concordância com o sujeito gramatical, conforme a regra base de concordância
verbal. Contudo, sendo um verbo de ligação, em alguns casos estabelece concordância com o
predicativo do sujeito.
• Quem são os pais desta criança?
• São nove da manhã.
• Até parece que tudo são rosas. rosas

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Co nc o r d ân c i a v er b a l c o m o v e r bo p ar ec e r

Nas construções em que o verbo parecer aparece conjugado com um verbo no infinitivo pode ocorre
apenas a flexão do verbo
erbo parecer ou apenas a flexão do verbo no infinitivo. O erro ocorre quando é feita
a flexão dos dois verbos em simultâneo.
• Os cachorros pareciam entender a dona. (flexão do verbo parecer)
• Os cachorros parecia entenderem a dona. (flexão do verbo no infinitivo)

Co nc o r d ân c i a v er b a l c o m o s v e r bo s dar , b at er e s o ar

Com os verbos dar, bater e soar, a concordância verbal é feita com o sujeito da oração se for dada
ênfase ao substantivo. Sendo dada ênfase ao verbo, a concordância verbal é feita com o numeral.
• O relógio da torre deu onze horas.
horas (concordância com o sujeito)
• Deram onze horas no relógio da torre. (concordância com o numeral)

Co nc o r d ân c i a v er b a l c o m v er b o s n o i nfi n itiv o

Os verbos no infinitivo podem ser utilizados de forma flexionada (infinitivo pessoal)


pessoal) ou de forma não
flexionada (infinitivo impessoal).
A concordância verbal deverá ser feita com o infinitivo pessoal sempre que houver um sujeito definido ou
quando se quiser definir o sujeito. Também quando o sujeito da segunda oração for diferente do da
primeira e para indicar uma ação recíproca.
• Este lanche é para nós comermos.
comermos
• Acho importante finalizares o projeto.
• A mãe não viu os filhos entrarem em casa.
A concordância verbal deverá ser feita com o infinitivo impessoal quando não houver um sujeito
sujei definido,
quando o sujeito da segunda oração for igual ao da primeira oração em locuções verbais e com alguns
verbos que não formam locução verbal (ver, sentir, mandar,…)., quando o verbo tiver regência de uma
preposição e quando o verbo apresentar um sentido
s imperativo.
• Apenas os especialistas conseguiram ler as escrituras.
• Fui obrigada a saber essas datas de cor.
• Ser feliz é o mais importante!

Co nc o r d ân c i a v er b a l c o m h aj a v i s ta

Com a expressão haja vista são aceitos dois tipos de concordância verbal. Ou a expressão se mantém
inalterada, sempre no singular, ou ocorre flexão do verbo haver em número, ficando haja ou hajam vista.
Ambas as formas devem ser consideradas corretas.
• É necessária uma mudança de mentalidades, haja vista a injustiça social que ainda ocorre.
• É necessária uma mudança de mentalidades, haja vista as injustiças sociais que ainda ocorrem.
• É necessária uma mudança de mentalidades, hajam vista as injustiças sociais que ainda
ocorrem.

Co nc o r d ân c i a v er b a l e c o nc or d â nc i a no min a l

Numa frase,
e, além de concordância verbal, ocorre também concordância nominal, ou seja, concordância
em gênero e número entre o substantivo e os diversos termos da oração que se relacionam com ele.

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LÍNGUA PORTUGUESA – 1° Período
PROFA. NAYARA LIMA
A POSIÇÃO DOS PRONOMES PESSOAIS ÁTONOS NAS FRASES
Estudar sobre a colocação dos pronomes átonos (próclise, mesóclise e ênclise) é saber sobre as
posições que os pronomes oblíquos átonos (me, te, se, o, a, lhe, nos, vos, os, as, lhes) ocupam em
relação ao verbo, as quais, podem ser três: antes do verbo (próclise), no
no meio do verbo (mesóclise) e
depois do verbo (ênclise).

Próclise

Usa-se
se a próclise nos seguintes casos:
• Palavras ou expressões negativas (não, nunca, jamais, nada, ninguém, nem, de modo algum)
puxam o pronome para antes do verbo. Exemplo: Não me faça essaessa desfeita!
• As conjunções subordinativas (quando, se, porque, que, conforme, embora, logo, que) também
puxam o pronome para antes do verbo. Exemplo: É necessário que o coloque na mesa.
• Com os advérbios também ocorrem à próclise. Exemplo: Talvez o conheça disso. Obs:
Aparecendo a vírgula depois do advérbio deixará de atrair o pronome. Exemplo: Aqui, casaram-
casaram
se ( não se começa o período com o pronome oblíquo átono).
• Com pronomes relativos, demonstrativos e indefinidos. Exemplo: Isso me faz bem!
• Em frases interrogativas.
errogativas. Exemplo: Quando me falará sobre aquilo?
• Em frases exclamativas. Deus lhe guarde!
• Com o verbo no gerúndio antecedido de preposição “em”. Exemplo: Em se tratando comer, ela
entende!
• Com formas verbais proparoxítonas. Exemplo: Nós o amávamos!

Mesóclise

• Usa-se
se o pronome oblíquo átono quando o verbo estiver no futuro do presente ou no futuro do
pretérito. Exemplo: Oferecer-me-ão
Oferecer uma promoção./Convidar-me-iam iam para o evento.
Obs.: Aparecendo uma palavra atrativa, a próclise será obrigatória. Exemplo:
Exemplo: Não (palavra atrativa) me
convidarão para o evento.

Ênclise

É usada principalmente nos seguintes casos:


• Quando o verbo inicia a oração. Exemplo: Trouxe-me um copo d’água.
• Quando o verbo estiver no imperativo afirmativo. Exemplo: Arrependa-se agora!
• Quandondo o verbo estiver no infinitivo impessoal. Exemplo: Eu não quis exaltar-me.
exaltar
• Quando o verbo estiver no gerúndio (sem a preposição em). Exemplo: Ela foi segurando-a até o
quintal.

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LÍNGUA PORTUGUESA – 1° Período
PROFA. NAYARA LIMA
AS RELAÇÕES ESTABELECIDAS ENTRE AS ORAÇÕES SUBORDINADAS E COORDENADAS
No português, segundo a gramática, um período é uma frase formada por uma ou mais orações com
sentido completo. Cada oração apresenta apenas uma ação verbal, quer esteja representada por um
único verbo ou por uma locução verbal.
Os períodos podem ser classificados
cados em simples ou compostos, conforme o número de orações que
apresentam.
Período simples
Os períodos simples são formados por apenas uma oração, transmitindo apenas uma ação verbal.
Sendo um enunciado com sentido completo, um período simples pode ser também
também chamado de oração
absoluta.
Exemplos de período simples:
• O dia amanheceu frio.
• O bebê ainda não adormeceu.
• Estuda, filho!
Período composto
Os períodos compostos são formados por duas ou mais orações. Essas Essas orações estabelecem
entre si relações de coordenação ou de subordinação.
Período composto por coordenação
Nos períodos compostos por coordenação, as orações são sintaticamente independentes, estando
apenas unidas pelo sentido. Assim, embora estejam unidasunidas por conjunções ou vírgulas, apresentam
sentidos individuais completos e podem ser igualmente entendidas se estiverem separadas.
As orações coordenadas podem transmitir uma ideia de adição, de oposição, de alternância, de
conclusão e de explicação em relaçãorelação à oração anterior. São assim classificadas em aditivas,
adversativas, alternativas, conclusivas e explicativas.
Oração coordenada aditiva:: Mariana estudou e passou na prova.
Oração coordenada adversativa:
adversativa Mariana estudou, mas não passou na prova.
Oração
ação coordenada alternativa:
alternativa Ou Mariana estuda ou não passa na prova.
Oração coordenada conclusiva:
conclusiva Mariana estudou, logo passou na prova.
Oração coordenada explicativa:
explicativa Mariana passou na prova porque estudou.
Período composto por subordinação
Nos períodos compostos por subordinação, uma das orações é sintaticamente dependente da outra,
sem a qual o seu sentido fica incompleto. Assim, não podem ser entendidas separadamente. As orações
subordinadas estão divididas em substantivas, adjetivas e adverbiais, conforme a função sintática que
possuem na oração.

ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS:


Oração subordinada substantiva subjetiva: Foi anunciado que Helena será a nova coordenadora.
Oração subordinada substantiva objetiva direta: Eu não sabia que isso seria necessário.
Oração subordinada substantiva objetiva indireta: Eu preciso de que todos colaborem no planejamento do
evento.
Oração subordinada substantiva completiva nominal: Tenho esperança de que as coisas melhorem.
Oração subordinada substantiva predicativa: O importante é que você está bem.
Oração subordinada substantiva apositiva: Apenas desejo isto: que você concretize
ize seus sonhos.

ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS:


Oração subordinada adverbial causal: Não posso esperar porque estou atrasada.
Oração subordinada adverbial consecutiva: Eu esperei tanto que fiquei irritada.
Oração subordinada adverbial final: Nós ficamos esperando para que você não se perdesse.
Oração subordinada adverbial temporal: Mal fui embora, você chegou.
Oração subordinada
bordinada adverbial condicional: Se você vier rápido, eu espero por você.
Oração subordinada adverbial concessiva: Embora eu esteja chateada, continuarei esperando por você.
Oração subordinada adverbial comparativa: Eu me sentia como se tivesse esperado a vida toda.
Oração subordinada adverbial conformativa: Ficarei esperando, conforme você pediu.
Oração subordinada adverbial proporcional: Quanto mais eu esperava, mais me sentia irritada.

ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS:


Oração subordinada adjetiva explicativa: A Ana, que é a melhor aluna da turma, não conseguiu fazer a prova.
Oração subordinada adjetiva restritiva: Todos os alunos que estudaram conseguiram fazer a prova.

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