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CASO PRÁTICO N.º 1

( Tipologia da acção; pedido; causas de pedir; valor da acção e forma de processo )

1. A., construtor civil, celebrou com B. um contrato de empreitada. Tendo em


conta que A. não cumpriu o negócio jurídico, B. instaurou-lhe uma acção
judicial pedindo uma indemnização pelos prejuízos sofridos, no valor de
Esc.:750.000$00.

2. A. instaura contra B. uma acção de divórcio, alegando a violação dos deveres


conjugais de fidelidade.

3. A. é proprietário de um imóvel no valor de Esc.:3.000.000$00, o qual foi


abusivamente ocupado por B., que para tanto destruiu a vedação e arrombou a
porta da casa. A. instaura contra B. uma acção para reconhecimento do seu
direito de propriedade e ressarcimento pelos danos sofridos, que ascendem à
quantia de Esc.:375.000$00.

4. A. instaura contra B. uma acção de reivindicação de um imóvel no valor de


Esc.:100.000.000$00.

5. A. celebrou com B. um contrato promessa de compra e venda de um imóvel no


valor de Esc.:30.000.000$00, o qual foi incumprido por este último. A.,
promitente-comprador, requer a execução específica do referido negócio
jurídico.

6. A. instaura uma acção de investigação da paternidade.

7. Na sequência de um acidente de viação, A. intenta contra B. uma acção judicial


na qual pede uma indemnização pelos danos sofridos, no valor de 3.000.001$00.

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CASO PRÁTICO N.º 3 *

A. e B. celebraram um contrato de compra e venda de um apartamento sito em


Lisboa pelo preço de Esc.:40.000.000$00, tendo ficado acordado que B. recebia as
chaves e pagava Esc.:35.000.000$00 na data da celebração do negócio e o
remanescente do preço no prazo de 30 dias.
Como B. não pagou aquela quantia no prazo convencionado, A. instaura contra B.
uma acção judicial na qual requer o cumprimento do contrato.

1. A. apresenta um documento escrito particular destinado a provar a realização do


contrato de compra e venda.
a) Qual o momento processual de apresentação do referido meio de prova ?
b) Quais os efeitos jurídico-processuais resultantes da falta de intervenção de B.
nesta acção judicial?
c) Qual deverá ser a decisão do Juiz se B. contestar nada referindo acerca da
celebração do contrato de compra e venda, mas alegar que o negócio é anulável
por coacção, que não consegue provar ?

2. Se A. apresentar uma escritura pública para provar a realização do contrato de


compra e venda. Quid iuris se B. alegar que:
a) não foi ele que assinou o contrato ?
b) pagou Esc.: 38.000.000$00 e A. nada disser; o Juiz considera a acção procedente
mas não fundamenta a sentença.

3. Imagine que A. junta aos autos a escritura pública de compra e venda do imóvel.
B. alega a nulidade do contrato por simulação, prontifica-se a restituir o imóvel e
pede ao tribunal a restituição do montante já pago, assim como o pagamento do valor
das obras entretanto aí realizadas. A. não responde. Como deverá o Juiz decidir ?

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CASO PRÁTICO N.º 4*

António habita num apartamento sito em Cascais do qual é proprietário Bernardo. No


mês passado, António colocou um anúncio no jornal no qual publicitava a venda do
referido apartamento. Bernardo leu o anúncio e instaurou de imediato uma acção
judicial contra António, na qual requereu a declaração de que Carlos não era o
proprietário do imóvel.

António alega a seu favor o disposto no artigo 1268º do Código Civil e solicita ao
tribunal que declare que ele é que é o verdadeiro proprietário do referido imóvel.
Bernardo apresenta a escritura de compra e venda do imóvel da qual consta como
comprador. António alega que esse contrato é nulo por simulação e Bernardo nega a
existência de qualquer simulação.

1 . Comente as seguintes decisões do Juiz:


a) Não considera provada a celebração do contrato de compra e venda nem a
existência de simulação, absolve António do pedido e declara-o proprietário do
imóvel.
b) Considera provada a celebração do contrato e da simulação e, em sentença não
assinada, declara que António não é proprietário do imóvel.
c) Conhece a usucapião a favor de Bernardo, absolve-o do pedido e declara-o
proprietário do imóvel.

2. Poderá António vir a alegar mais tarde que, entretanto, decorreu o prazo necessário
para adquirir a propriedade por usucapião e poderá Bernardo arrolar testemunhas para
provar que o decurso desse prazo foi interrompido porque há 6 meses António
reconheceu publicamente que não era proprietário do imóvel ?

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CASO PRÁTICO N.º 5

António, residente em Lisboa, proprietário do imóvel X, sito em Vilamoura, celebra um


contrato de compra e venda com Bento, residente em Loulé.
No dia 3 de Março de 1998, dia da celebração do contrato, A. recebeu a quantia de Esc.:
35.000.000$00, ficando B. de lhe entregar Esc.: 3.000.000$00 até final desse mesmo
mês.

Porém, na data aprazada, B. não entregou a A. a quantia em dívida. Preocupado com a


situação, A. telefona a B., tendo este último reafirmado que nunca lhe pagará os 3.000
cts, porquanto sempre considerou o preço do imóvel muito alto, comparando com os
preços que eram pedidos em Vilamoura, relativamente a imóveis idênticos.

Indignado, A. instaura a competente acção judicial no Tribunal da Comarca de


Vilamoura, na qual pede a entrega da quantia em dívida, bem como juros vencidos até
essa data, os quais ascendiam já a Esc.: 2.000.000$00, e ainda os juros vincendos até
integral pagamento.

Por esquecimento, A. não juntou aos autos o contrato de compra e venda.

Meses mais tarde, A. vem a saber que B. se ausentou do país, ninguém sabendo para
onde.

Procedeu-se à citação edital do Réu, e este nunca praticou qualquer acto na acção.

Quid iuris ?

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CASO PRÁTICO N.º 6

( Providências Cautelares )

António, residente em Sintra, proprietário de uma fracção autónoma sita em Cascais,


celebrou com Bento, residente em Cascais, um contrato-promessa de compra e venda
relativo à referida fracção autónoma, para aí exercer a sua actividade comercial de
Cabeleireiro.
No entanto, na data aprazada para a outorga da escritura pública de compra e venda,
a referida fracção autónoma não possuía a respectiva licença de utilização para fins
comerciais, vindo Bento a constatar que o imóvel apenas se destinava a fins
habitacionais.
Em face de tal situação, Bento resolveu o contrato por incumprimento contratual,
exigindo de António a título de indemnização o dobro do sinal, ou seja, Esc.:
10.000.000$00 ( dez milhões de escudos ), sendo certo que este último sempre se
recusou a pagar.

Em conversa com Carlos, Bento tomou conhecimento de que António pretendia


doar-lhe a supra citada fracção autónoma.

Quid iuris ?

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CASO PRÁTICO N.º 7

(Negócios Jurídico-processuais)

António, residente no Porto, proprietário do imóvel X, situado em Aveiro, com a área


de 1000 m2, intenta a competente acção judicial contra Bento, residente em Loulé,
na qual pretende o reconhecimento do seu direito de propriedade sobre o referido
imóvel, porquanto Bento aclama em público que tal imóvel sempre pertenceu a sua
família.

a) Se for proferida uma sentença condenatória, poderá o réu confessar o pedido ?

b) Se for proferida uma sentença absolutória, poderá o Autor desistir da instância?

c) António e Bento estão dispostos a chegar a um acordo nos seguintes moldes:


Bento reconhece a propriedade de António sobre uma parcela do imóvel X,
nomeadamente sobre 750 m2, e este último aceita a propriedade de Bento sobre o
restante. Analise a admissibilidade de um acordo feito nestes moldes.

d) No negócio processual referido na alínea b), o mandatário judicial do Autor agiu


ao abrigo de uma procuração forense que lhe concedia poderes gerais. Quando o
Autor é notificado da sentença homologatória de tal acordo, fica bastante
indignado pois não pretendia desistir da instância.

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CASO PRÁTICO N.º 8*

(Competência dos Tribunais)

1. A., cidadão português, domiciliado em Madrid, celebrou um contrato de


fornecimento de materiais com B., cidadão português, domiciliado em Caracas, nos
termos do qual A. se comprometia no dia 1 de Março de 1999 a enviar 100
ventoinhas a B., à razão de 30.000$00 cada, com a qualidade XPTO. Ficou
igualmente acordado que B. pagaria o respectivo preço no dia 5 de Março de 1999,
altura que aproveitaria para visitar Portugal, tendo ficado de entregar a quantia
acordada na casa de férias de A. em Portugal, sita em Faro.
No dia 5 de Março, B. não procede ao pagamento do preço, tendo antes enviado um
fax a A., informando-o de que só lhe pagaria as ventoinhas em tribunal.
De imediato, A. intenta a respectiva acção judicial, pedindo o integral cumprimento
do contrato de fornecimento de materiais.

a) Determine qual o Tribunal competente para a presente acção.


b) Admita que B. vem responder na contestação que nunca celebrou nenhum contrato
com A., e aproveita para pedir ao tribunal que declare o seu direito de propriedade
sobre o imóvel X., sito na República Dominicana.

2. A., cidadão português domiciliado na Guarda, intenta acção de indemnização contra


B., empresa de transportes brasileira, com sede em Curitiba e sucursal em Santarém,
em virtude de um acidente de viação que ocorreu em Estocolmo, e do qual
resultaram danos no valor de Esc.:3.000.001$00. A. intenta a respectiva acção
judicial no Tribunal de Comarca da Guarda.

Determine se o tribunal de Comarca da Guarda é o competente para a presente acção


e diga que consequências decorrem de uma eventual incompetência.

3. A., francês domiciliado na Guarda, intenta acção de indemnização contra B.,


empresa de transportes francesa, com sede em Paris, e sucursal no Porto, em virtude
de um acidente de viação que ocorreu em Espanha, e do qual resultaram danos no

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valor de Esc.:750.000$00. O A. colocou a respectiva acção no tribunal de Círculo da
Guarda.

Determine se o tribunal de Círculo da Guarda é o competente para a presente acção


e diga que consequências decorrem de uma eventual incompetência.

4. A., francês domiciliado no México, intenta acção de divórcio contra B., francesa
domiciliada no Canadá, a qual se encontra actualmente a viver em Vilar Formoso. O
divórcio tem como fundamento o adultério cometido por B. em Vilamoura.

a) Determine se o Tribunal de Lisboa é o competente para a presente acção e diga que


consequências decorrem de uma eventual incompetência.
b) Imagine que B. contesta os factos alegados por A. relativos ao adultério e requer ao
tribunal o decretamento do divórcio com culpa exclusiva de A., com base no facto
de A. ter partido para o México e nunca mais ter regressado à casa de morada de
família, sita no Canadá.

5. A., cidadão português domiciliado em Londres, intenta acção de reivindicação


contra B, mexicano domiciliado em Lisboa, relativa a um imóvel seu sito em
Estremoz. A acção foi intentada no Tribunal de Lisboa.

6. Dois franceses domiciliados em Paris pretendem divorciar-se em Portugal. O A.


invoca como fundamento o adultério cometido pelo Réu em Faro, razão pela qual
intenta a respectiva acção judicial no Tribunal Cível de Faro.

7. A., brasileiro domiciliado em Setúbal, intenta acção de falência contra B., empresa
brasileira com sede no Rio de Janeiro e sucursal em Tavira.

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8. A., português domiciliado em Faro, intenta contra B., francesa domiciliada em Paris,
acção de anulação do casamento, com base em vício do contrato de casamento,
sendo certo que este fora celebrado em Lisboa.

9. A., inglês domiciliado em Paris, intenta contra B., irlandês residente em Viseu,
acção de indemnização no valor de Esc.:2.500.000$00 por cumprimento defeituoso,
porquanto na decorrência de um contrato de fornecimento de materiais celebrado
entre ambos no dia 1 de Março de 2000, a mercadoria que B. se obrigara a entregar
no porto de Londres no dia 15 de Março de 2001, só foi efectivamente entregue no
dia 30 de Março desse ano.

a) Determine qual o Tribunal competente para a presente acção.


b) Admita que B. alega em sua defesa que as mercadorias só foram entregues no dia 30
de Março desse ano, porquanto A., que se comprometera a pagar o preço na data da
celebração do contrato, só veio a efectuar o pagamento no dia 29 de Março, após o
que B. deu ordens para se efectuar o dito fornecimento, tendo junto recibo
comprovativo do pagamento do preço no dia 29 de Março de 2001.

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CASO PRÁTICO N.º 9*

( Pressupostos processuais e Coligação )

1. A e B., casal de recém casados, no regime da comunhão de adquiridos, compraram


a C. diversos electrodomésticos, no valor de 3.000 cts, tendo de ficado de os pagar
depois da Lua de Mel.
Porém, como gastaram todas as suas economias na referida viagem, não têm agora
como pagar os ditos electrodomésticos.
Ao saber desta notícia, C. intenta de imediato a competente acção judicial contra o
cônjuge marido, A.

a) Aprecie a legitimidade activa e passiva.


b) E se a dívida tivesse sido contraída apenas por B. e se destinasse a ocorrer aos
encargos normais da vida familiar ?
c) Suponha que a dívida tinha sido contraída apenas por A., destinando-se a ocorrer
aos encargos normais da vida familiar, mas que A. e B. estavam casados no regime de
separação de bens ?

2. A., B. e C. são comproprietários do prédio X.


A. propõe contra B. acção de divisão de coisa comum.

Aprecie a legitimidade activa e passiva.

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3. António, Barnabé e César, todos residentes no Porto, são comproprietários de


uma fracção autónoma, no Saldanha Residence, em Lisboa, avaliada em
Esc.:100.000.000$00, e que se encontra arrendada a Daniel. Porém, este último
decide ir viver para o Brasil, e deixou as chaves do imóvel com Evaristo, seu
amigo de infância.
Evaristo prometera a Daniel que entregaria as chaves do referido andar aos
seus proprietários, mas na verdade, decidiu instalar-se no mesmo.
César, que já preparara tudo para se mudar para a referida fracção, resolve
intentar de imediato uma acção de reivindicação contra Evaristo no tribunal de
família do Porto.

a) Determine se o Tribunal de família do Porto é o competente para julgar a


presente acção, e diga quais as consequências que decorrem de uma eventual
incompetência.
b) Poderá C. intentar essa acção judicial ?
c) C., estudante da Faculdade de Direito de Lisboa, assina a petição inicial.
d) Poderá C. chamar A. a intervir na mesma acção ?
e) B. gostaria de intervir na acção intentada por C. contra E. Poderá fazê-lo ?

4. A. instaura contra B. e C., casados em separação de bens, acção de despejo da sua


casa de morada de família.

a) Aprecie a legitimidade activa e passiva.


b) Quid iuris se o A. não constituir Advogado ?

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5. A., proprietário do imóvel X, sito em Guimarães, arrenda-o a um jovem casal, B.


e C., casados em regime de comunhão de adquiridos, no qual estabeleceram a sua
casa de morada de família.
A. decide vender o referido imóvel a D., casado com E. em regime de separação
de bens, sem no entanto dar o direito de preferência a B. e C. ( art. 57º do RAU ).
C., indignada, até porque estava interessada em comprar o imóvel que habitava,
intentou acção de preferência contra A..

Aprecie a legitimidade activa e passiva.

6. A. e B, irmãos, venderam um imóvel a C. tendo convencionado um direito de


preferência de A. e B.
No entanto, C. vende a casa a D., pelo que A. intentou acção judicial contra C.

Aprecie a legitimidade activa e passiva.

7. A., domiciliado em Viseu, celebra com B., com domicílio na Guarda, um contrato
de mútuo, pelo qual o primeiro mutuou ao segundo a quantia de 3.800 cts., sendo
C., residente em Munique, o fiador deste último.
Na data agendada para o pagamento do referido mútuo, B. nada paga, e ainda
divulga entre os amigos que tal contrato nunca tinha existido.
A. propõe a competente acção judicial contra B.

a) Aprecie a legitimidade activa e passiva.

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b) Poderá C. intervir na acção ?
c) Suponha que A. não constituiu Advogado e pretende intentar a acção judicial
somente contra C. Quid iuris?

8. A. celebrou um contrato de mútuo com B. e C., mediante o qual lhes mutuou a


quantia de 600 cts. B. e C. não pagaram no prazo acordado, razão pela qual A.
intentou acção judicial contra C..

a) Aprecie a legitimidade activa e passiva.


b) Quid iuris se o A. não constituir Advogado ?

9. A. celebrou contrato de compra e venda com B., sob coacção de C.


A. colocou acção contra B. e C., pedindo a anulação do contrato que celebrou com
B., e uma indemnização a C..

10. A., residente em Ourém, celebrou com B. e C., residentes em Coimbra, um


contrato de fornecimento de rádios, no valor de 3.000 cts, os quais seriam entregues
em Portimão.
O A. celebrou ainda com D., um outro contrato de fornecimento de leitores de
cassetes, no valor de 500 cts, a entregar em Leixões.
Os 1ºs ( B. e C. ) passaram um cheque sem provisão sobre a conta bancária do seu
Banco, onde ambos têm conta solidária, e o 2º ( D. ) nunca pagou.
Em face desta situação, A. colocou acção judicial contra B. e D. no tribunal judicial
de Ourém.
Quid iuris ?

11. A., proprietário de um prédio lisboeta, propõe uma acção de despejo contra B. e C.,
arrendatários do mesmo prédio, alegando que B. não pagava as rendas, nos termos do art.
64º, al. 1) do RAU, e que C. não habitava o andar há mais de um ano, ao abrigo do art.
64º.al. i) do RAU.

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a) Poderá A. intentar a competente acção judicial contra B. e C. ?


b) Quid iuris se A. não constituir Advogado ?

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CASO PRÁTICO N.º 10*

Alberto, residente em Beja, proprietário da herdade “Bovinos da Alentejo”, sita em


Évora, celebrou um contrato com Bento, pelo qual este lhe ficou de entregar 30 vacas
da raça “Loucura”, ou 15 novilhos da raça “Sãos”.
Alberto comprou também a Carlos a produção do pomar sita na herdade deste, em
Álcacer do Sal, pelo valor de 750 cts.
Porém, nas datas acordadas, Bento e Carlos não cumpriram o contrato.
Assim sendo, Alberto resolve instaurar uma acção judicial no Tribunal Judicial da
Comarca de Beja, pedindo a condenação de Bento na entrega de 30 da raça “Loucura”,
ou 15 novilhos da raça “Sãos” e a condenação de Carlos nos prejuízos causados pela
falta de entrega atempada dos frutos.

Analise a admissibilidade da acção judicial intentada nos termos acima expostos.

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