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Produção, transporte e

distribuição de energia
eléctrica

Situação presente
 Os recursos energéticos são provenientes
de:
 Centrais termo-
termo-eléctricas;
 Centrais hidro
hidro--eléctricas;
 Parques eólicos;
 Centrais fotovoltaícas;
 Micro
Micro--geração;
 Importação directa;

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Centrais termo-
termo-eléctricas
 Tipos:
 Carvão (Pego, Sines, Carregado);
 Gás natural (Tapada do Outeiro, Pego,
Carregado);
 Fuel;
 Nafta;
 Outros.

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Centrais termo-
termo-eléctricas
 Independentemente do tipo, o processo
baseia--se sempre na queima de um
baseia
combustível (fóssil);
 Aquece
Aquece--se água para a produção do
vapor;
 O vapor expande numa turbina
produzindo movimento;
 A turbina está acoplada a uma alternador.

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Classificação das centrais termoeléctricas

Quanto ao produto
Centrais força Limitam
Limitam--se a produzir energia eléctrica.
Centrais força - calor Produzem energia eléctrica e aproveitam o vapor
ainda quente, à saída das turbinas, para a
distribuição de calor, quer a unidades industriais,
quer a cidades, para aquecimento doméstico.

Quanto ao motor térmico e ao combustível


Centrais clássicas (a carvão, fuel, gás, etc.)
Centrais nucleares (a urânio, plutónio, etc.)

Quanto ao serviço desempenhado


Centrais de ponta Quando funcionam para cobrir as necessidades
energéticas de certas pontas de consumo.
Centrais de base Quando funcionam em modo continuo.
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Centrais termo-
termo-eléctricas

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Centrais termo-
termo-eléctricas

Centrais hidroeléctricas
• Converte-se a energia potencial gravítica
da água em energia cinética;
• A energia cinética é convertida em energia
mecânica numa turbina hidráulica;
• A turbina está acoplada a um alternador.

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Centrais hidroeléctricas

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Turbina Pelton

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Turbina Francis

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Turbina Kaplan

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Cavitação

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Classificação das centrais/turbinas


 Classificam--se
Classificam Queda aproveitada

segundo: Alta queda h > 250 m


 A altura da queda Média queda 50 ≤ h ≤ 250 m

Baixa queda h < 50 m

Caudal
 O caudal turbinado Grande caudal Q > 100 m3/s
Médio caudal 10 ≤ Q ≤ 100 m3/s
Pequeno caudal Q < 10 m3/s

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Classificação das centrais hidroeléctricas

Tipo de aproveitamento
Centrais de fio de água Duração de esvaziamento < 100 horas
Centrais de albufeira Duração de esvaziamento ≥ 100 horas

S i desempenhado
Serviço d h d
Centrais de ponta Quando funcionam para cobrir as
necessidades energéticas de certas pontas de
consumo.
Centrais de base Quando funcionam em modo continuo.

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Parques eólicos
 Aproveitam a energia cinética das massas
de ar em movimento;
 Têm utilização ancestral (bombagem de
água na Pérsia
Pérsia, moagem de cereais
cereais,
navegação);
 A conquista do oeste americano deve
muito às torres eólicas de bombagem.

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Parques eólicos
 Desde a década de 60 do séc. 20 que
existem muitas aplicações de produção de
energia eléctrica no norte da Europa e nos
Estados Unidos;
 As políticas ambientais, os objectivos de
Kioto,, aliados a incentivos financeiros
Kioto
estatais permitem uma grande penetração
eólica.

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Parques eólicos
 Vantagens:
 Preço do “combustível”;
 Injecção de potência de forma distribuída;
 Melhorias da rede de transporte/distribuição
de energia;
 Melhorias das infra-
infra-estruturas rurais;

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Parques eólicos
 Vantagens:
 Redução de consumo de combustíveis
fósseis;
 Redução da dependência energética externa;
 Redução de emissões;
 Desenvolvimento do sector industrial;
 Imagem

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Parques eólicos
 Desvantagens:
 Tecnologia de ponta;
 Impactos ambientais
(discutíveis);
 Impactos visuais
(discutíveis);
 Imprevisibilidade.

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Centrais fotovoltaícas
 Conversão directa da
radiação solar em
corrente eléctrica.

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Transporte e distribuição
 Para transportar uma potência eléctrica
S=U.I, com o mínimo de perdas, a melhor
forma de o fazer é, sem dúvida, aumentar
o valor da tensão U.
U
 Exemplo:
 Para transportar 1000 VA podemos fazê-lo,
de entre outras soluções, com U=1000 V e
I=1 A ou com U=100 V e I=10 A.
 Qual terá mais perdas?
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Transporte e distribuição
 Sendo a potência de perdas por efeito de
Joule P=R.I2, no segundo caso as perdas
seriam 100 vezes superiores às
verificadas no primeiro.
primeiro
 Note-se também que, ao reduzir I, reduz-
se também a secção do condutor.

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Transporte e distribuição
 BT - Baixa Tensão (tensão entre fases cujo
valor eficaz é igual ou inferior a 1kV);
 MT - Média Tensão (tensão entre fases cujo
valor eficaz é superior a 1 kV e igual ou inferior
a 45 kV);
 AT - Alta Tensão (tensão entre fases cujo valor
eficaz é superior a 45 kV e igual ou inferior a
110 kV);
 MAT - Muito Alta Tensão (tensão entre fases
cujo valor eficaz é superior a 110 kV).

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Transporte e distribuição
• Os alternadores fornecem energia a
tensões não superiores a 20/25 kV;
• Para reduzir as perdas nas linhas há
necessidade de aumentar a tensão
eléctrica para Muito Alta Tensão (M.A.T.)
à saída da central, por meio de
subestações elevadoras;

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Transporte e distribuição
• Visto que o consumidor, por motivos
económicos e de segurança, não utiliza a
energia a tensões tão elevadas, torna-se
necessário, junto aos centros de consumo,
reduzir a tensão para níveis mais adequados:
• Alta e Média Tensão para consumidores industriais;
• Baixa Tensão para a generalidade dos consumidores
domésticos.

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Transporte e distribuição
M
20/25 KV

150, 220, 400 KV M.T/.

10 15
10, 15, 30 / 60 KV

230 / 400 V

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Isolador

Postes de alinhamento Suportar os condutores em linha recta.


Postes de derivação Quando a partir deles há derivação de linha.
Postes de ângulo Suportam a linha nos pontos em que ela muda de
direcção.
Postes de amarração São postes de fim de linha.
Postes de cruzamento São utilizados para efectuar cruzamentos com outras
linhas.
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Linhas eléctricas de Alta Tensão


 São normalmente aéreas podendo, no
entanto, ser subterrâneas.
 As redes aéreas são de instalação e
conservação mais económicas que as
redes subterrâneas, por outro lado, são
mais susceptíveis de avarias.

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Linhas eléctricas de Alta Tensão
 As linhas aéreas são
suportadas por postes,
normalmente metálicos,
sendo os condutores nus,
nus
de cobre ou alumínio,
suspensos ou apoiados
por isoladores.

Paulo Marques - Formador Poste reticulado usado


em A.T.

Linhas eléctricas de Média Tensão


• Podem ser aéreas ou
subterrâneas. As aéreas são
normalmente em cabo nu,
apoiadas em postes de
betão (mais comum) ou
metálicos, sendo os
condutores suspensos ou
apoiados por isoladores.

Paulo Marques - Formador Poste de betão armado


usado em B.T. e M.T.

Linhas eléctricas de Baixa Tensão


• Podem ser aéreas ou
subterrâneas.
• As linhas aéreas podem ser em
condutores nus ou isolados em
feixe (cabo torçada).
• As linhas em condutor nu estão
fixas sobre isoladores e apoiados
em postes de betão, ou sobre
suportes metálicos (postaletes)
fixos na fachada dos edifícios.
Paulo Marques - Formador Poste de betão armado
usado em B.T. e M.T.

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Configurações de rede
 As linhas de transporte e de distribuição
ser classificadas em linhas abertas e
linhas fechadas.
 As linhas são abertas quando têm apenas
um ponto de alimentação.
 As linhas são fechadas quando podem ser
alimentadas por vários centros de
alimentação.
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Linha aberta

Rede
simples

Rede
radial

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Linha fechada
Subestação de
seccionamento Rede em anel
Em Portugal, o
Central Subestaçã grande transporte
o
de energia é feito
essencialmente
através de redes
em anel.

Rede
malhada

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As linhas abertas de distribuição em A.T. e M.T
podem ser simples e radiais.

A rede simples é
pouco usada devido à
fraca qualidade de
serviço.

A rede radial é muito


usada nos meios
rurais.

S – Subestação
P.T. – Posto de transformação
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As linhas fechadas de distribuição em A.T. e


M.T. podem ser em anel e malhadas.

P.T.
A rede em anel é o tipo de
S
rede mais frequente.
Existem dois caminhos
possíveis para a alimentação.

P.T.
A rede em malha tem elevada
S
qualidade de serviço.
É pouco usada devido ao alto custo
de implantação e exploração.

S – Subestação
P.T. – Posto de
transformação Paulo Marques - Formador

Posto de transformação (PT)


 Ponto de destino das linhas em M.T. que
constituem a rede secundária de distribuição.
 A partir dos PTs faz-se a distribuição final em
B.T. q
que vai alimentar directamente os
consumidores.
 Num P.T. existem, além dos órgãos de
protecção, de seccionamento e medida,
transformadores que fazem a redução de M.T.
para B.T.

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Posto de transformação (PT)
 O primário do transformador é alimentado
pelo cabo trifásico em M.T. e pelo
secundário sai um cabo (ou uma linha
aérea) com três fases e neutro em B.T.,
BT o
qual vai alimentar um conjunto de
consumidores.

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Posto de transformação (PT)

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Rede de distribuição BT
• Os cabos de distribuição de baixa tensão,
sejam aéreos ou subterrâneos, são
normalmente constituídos por cinco
condutores
condutores.
• Três condutores de fase;
• Neutro;
• Iluminação pública.

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Rede de distribuição BT

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Iluminação pública
• O condutor destinado à
iluminação pública é
ligado, dentro do PT, a
uma das três fases
através de um
interruptor horário, que
se regula de forma a
apagar e a acender a
horas determinadas.
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Iluminação pública
• Normalmente os postes de iluminação pública
estão equipados com lâmpadas de vapor de
mercúrio (brancas/levemente azuladas) ou
vapor de sódio (amarelas).
• A sua operação é automática
automática, podendo ser
controlado através de uma célula fotoeléctrica
que liga a alimentação das lâmpadas no
momento em que a luminosidade ambiente
diminui para baixo de um nível pré-estabelecido
(por exemplo, 4 lux).
.
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Instalação colectiva

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