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INICIAÇÃO AO ESTUDOS LITERÁRIOS

ATIVIDADE 01

AULA 1

Para que serve a Literatura?

A resposta a essa pergunta varia com o tempo e com as pessoas,


evidentemente, o valor e a necessidade de uma obra de arte literária depende
dos objetivos e intenções do autor. Mas os leitores também têm maneiras
diferentes de ler e são levados a abrir um livro por motivos diferentes.
A obra literária pode ser:
Enquanto ARTE, a Literatura é:

1) lúdica:
- tem por objetivo divertir, proporcionar prazer. Para os gregos a arte tinha uma
função hedonística, ou seja, devia causar prazer, retratando o belo. para eles, o
belo, na arte, ocorria na medida em que a obra era verossímil, isto é,
semelhante à verdade ou à natureza;
2) sintonizadora (política e social):
- tem por objetivo estabelecer ligação entre os homens de diferentes épocas;

Sendo a literatura a arte da palavra e esta, a unidade básica da língua,


podemos dizer que a literatura, assim como a língua que utiliza, é um
instrumento de comunicação e, por isso, cumpre também o papel social de
transmitir os conhecimentos e a cultura de uma comunidade.
3) paradigmática:
- tem por objetivo convencer, ensinar, denunciar. Como toda arte, a literatura
está vinculada à sociedade em que se origina;
4) cognitiva:
- como transcrição da realidade, a literatura não precisa, necessariamente,
estar presa a ela; tanto o escritor quanto o leitor fazem uso de sua imaginação:
o artista recria livremente a realidade, assim
como o leitor recria livremente o texto literário
que lê;
5) catártica:
- tem por objetivo liberar as pressões e as
emoções; é uma espécie de desabafo.
“Quando você me deixou, meu bem me disse
pra ser feliz e passar bem quis morrer de ciúme, quase enlouqueci mas depois,
como era de costume, obedeci quando você me quiser rever já vai me
encontrar refeita, pode crer...“(Chico Buarque de Holanda);
- reflete uma fuga da realidade por desajuste ou discordância. confunde-se com
a função catártica, sendo que o desabafo aqui ocorre de forma agressiva, com
o objetivo de chocar o leitor;

1. Marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso.


a) ( V ) A noção de belo pode ser representada por uma série de conceitos, de
acordo com a noção de cultura de cada um.
b) ( F ) A função catártica da literatura tem a ver com o conceito de belo.
c) ( V ) A função lúdica da literatura tem a ver com deleite e diversão.
d) ( F ) Pode-se afirmar que tudo aquilo que se escreve é literatura.

2. Relacione as funções da literatura com seus objetivos.


A – lúdica ( E ) vazão de sentimento
B – estética ( B ) apreciação do belo
C – política e social ( C ) retrato da realidade
D – cognitiva ( A ) entretenimento
E – catártica ( D ) conhecimento

3. Assinale a função da literatura que mais se explicita no poema abaixo, de


Mário Quintana (Antologia Poética):

Poeminho do Contra

Todos esses que aí estão Atravancando o meu caminho,


Eles passarão… a) política-social
Eu passarinho! b) estética
c) catártica
d) cognitiva
4. Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra
molécula e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré-
história e havia o nunca e havia o sim. Sempre houve. Não sei o quê, mas sei
que o universo jamais começou.
[...]
Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever.
Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? Se
antes da pré-pré-história já havia os monstros apocalípticos? Se esta história
não existe, passará a existir. Pensar é um ato. Sentir é um fato. Os dois juntos
– sou eu que escrevo o que estou escrevendo. [...] Felicidade? Nunca vi
palavra mais doida, inventada pelas nordestinas que andam por aí aos montes.
Como eu irei dizer agora, esta história será o resultado de uma visão gradual –
há dois anos e meio venho aos poucos descobrindo os porquês. É visão da
iminência de. De quê? Quem sabe se mais tarde saberei. Como que estou
escrevendo na hora mesma em que sou lido. Só não inicio pelo fim que
justificaria o começo – como a morte parece dizer sobre a vida – porque
preciso registrar os fatos antecedentes.
LISPECTOR, C. A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998;

A elaboração de uma voz narrativa peculiar acompanha a trajetória literária de


Clarice Lispector, culminada com a obra A hora da estrela, de 1977, ano da
morte da escritora. Nesse fragmento, nota-se essa peculiaridade porque o
narrador
a) observa os acontecimentos que narra sob uma ótica distante, sendo
indiferente aos fatos e às personagens.

b) relata a história sem ter tido a preocupação de investigar os motivos que


levaram aos eventos que a compõem.

c) revela-se um sujeito que reflete sobre questões existenciais e sobre a


construção do discurso.

d) admite a dificuldade de escrever uma história em razão da complexidade


para escolher as palavras exatas.

5. Das características dos texto literários, a afirmação que não se aplica é:


a) Possui grande compromisso com a clareza e a objetividade, comumente
encontrada em reportagens, notícias, manuais de instrução e outros textos cuja
principal característica seja a informatividade.

b) O discurso literário, diferentemente do discurso adotado em nosso dia a dia,


pode apresentar diversos recursos estilísticos capazes de oferecer múltiplas
leituras e interpretações.

c) Uma das principais características da linguagem literária é a liberdade


criativa, permitindo que o artista desvincule-se dos padrões convencionais da
língua, bem como da gramática normativa que a rege.

d) A complexidade da linguagem literária é notada no uso de conotações e


metáforas, nas quais as palavras extrapolam seu nível semântico.

ATIVIDADE 01

AULA 2

15 de março de 1877

Mais dia menos dia, demito-me deste lugar. Um historiador de quinzena,


que passa os dias no fundo de um gabinete escuro e solitário, que não vai às
touradas, às câmaras, a Rua do Ouvidor, um historiador assim é um puro
contador de histórias.
E repare o leitor como a língua portuguesa é engenhosa. Um contador
de histórias é justamente o contrário de um historiador, não sendo um
historiador, afinal de contas, mais do que um contador de histórias. Por que
essa diferença simples, leitor, nada mais simples. O historiador foi inventado
por ti, homem culto, letrado, humanista; o contador de histórias foi inventado
pelo povo, que nunca leu Tito Lívio, e entende que contar o que se passou é só
fantasiar.
O certo é que se eu quiser dar uma descrição verídica da tourada de
domingo passado, não poderei, porque não a vi.
Não sei se já disse alguma vez que prefiro comer o boi a vê-lo na praça.
Não sou homem de touradas; e se é preciso dizer tudo, detesto-as. Um
amigo costuma dizer-me:
— Mas já as viste?
— Nunca!
— E julgas do que nunca viste?
Respondo a este amigo, lógico, mas inadvertido, que eu não preciso ver
a guerra para detestá-la, que nunca fui ao xilindró, e, todavia não o estimo. Há
coisas que se prejulgam, e as touradas estão nesse caso.
E querem saber por que detesto as touradas? Pensam que é por causa
do homem? Ixe! É por causa do boi, unicamente do boi. Eu sou sócio
(sentimentalmente falando) de todas as sociedades protetoras dos animais. O
primeiro homem que se lembrou de criar uma sociedade protetora dos animais
lavrou um grande tento em favor da humanidade; mostrou que este galo sem
penas de Platão pode comer os outros galos seus colegas, mas não os quer
afligir nem mortificar. Não digo que façamos nesta Corte uma sociedade
protetora de animais; seria perder tempo. Em primeiro lugar, porque as ações
não dariam dividendo, e ações que não dão dividendo... Em segundo lugar,
haveria logo contra a sociedade uma confederação de carroceiros e brigadores
de galos. Em último lugar, era ridículo. Pobre iniciador! Já estou a ver-lhe a
cara larga e amarela, com que havia de ficar, quando visse o efeito da
proposta! Pobre iniciador! Interessar-se por um burro! Naturalmente são
primos? — Não; é uma maneira de chamar a atenção sobre si. — Há de ver
que quer ser vereador da Câmara: está-se fazendo conhecido. — Um
charlatão.
Pobre iniciador!
ASSIS, Machado de. História de quinze dias . Disponível em:
<http://machado.mec.gov.br/obra-completa-lista/itemlist/category/26-cronica>. Acesso
em: 14 ago. 2020.

1. Qual acontecimento do cotidiano carioca serve de pretexto para o


desenvolvimento da crônica?
A realização de touradas na cidade.
2. Machado de Assis surpreende o leitor do século XXI com uma opinião
extremamente atual. Que opinião é essa?
O autor se diz contrário às touradas por discordar da crueldade com os
animais, tema muito discutido atualmente.

3. Releia este fragmento, extraído do décimo parágrafo:

O primeiro homem que se lembrou de criar uma sociedade protetora


dos animais lavrou um grande tento em favor da humanidade; mostrou
que este galo sem penas de Platão pode comer os outros galos seus
colegas, mas não os quer afligir nem mortificar.

Depreende-se desse trecho que:


(X) a figura do galo sem penas é uma metáfora do filósofo Platão a
respeito do ser humano.
(X) o autor defende ser um ato de humanidade tratar os animais sem
crueldade.
( ) o autor sugere que o homem, embora superior em força aos
animais, pode protegê-los de maus-tratos e optar por não comer carne.
(X) o autor não se opõe à ingestão de carne, desde que os animais não
sofram.

4. Segundo o cronista, caso alguém tomasse a iniciativa de fundar uma


sociedade protetora dos animais no Rio de Janeiro do século XIX, enfrentaria
diversas reações negativas. Relacione os fragmentos a suas respectivas
explicações.
(A) “Interessar-se por um burro!
Naturalmente são primos?”

(B) “[...] é uma maneira de (B) Desqualifica a iniciativa,


chamar a atenção sobre si. – Há duvidando de suas reais intenções.
de ver que quer ser vereador da (A) Demonstra sarcasmo e ironia.
Câmara: está-se fazendo (C) Classifica a iniciativa como
conhecido.” enganadora,
(C) “Um charlatão.”
ATIVIDADE 2

AULA 3

Os Textos Literários e as Figuras de Linguagem


O escritor/poeta/compositor sempre tenta buscar sentidos diferentes
para contar algo. Atribuir novas maneiras e conceitos às palavras. Só no
mundo literário observamos a “Lua indo ao cinema” ou dizendo “Pane no
sistema, alguém me desconfigurou”. Dois casos impossíveis, mas que são
criativos e fogem do lugar comum. Para tanto, se valem entre outras, da
gradação, personificação, hipérbole, do eufemismos, da ironia e antítese.
Nos espaços abaixo, escreva qual figura de linguagem está sendo
mencionada.

1. Antítese ____: Consiste na aproximação de termos com sentidos opostos.


“Sol e lua,
Noite e dia.
Sou o fui
E o serei…” >>O sol e a lua não se encontram, são distintos, noite e dia
também. Sou, retrata o hoje, fui,o passado. Parece retratar alguém com uma
personalidade diversa, que não precisa ser algo definido. (Carlos Queiroz Telles).
2. Gradação_____: consiste em dispor as ideias em ordem crescente ou
decrescente. Quando o encadeamento das ideias se faz na ordem crescente
temos o "clímax", o inverso é o anticlímax.
[...]. Cotejava o passado com o presente. Quem era há um ano? Professor.
Que é agora? Capitalista. Olha para si, para as chinelas (umas chinelas de
Tunis, que lhe deu recente amigo, Cristiano Palha), para a casa, para o jardim,
para a enseada, para os morros e para o céu; e tudo, [...]. (ASSIS, Machado. Quincas
Borba. São Paulo: Editora Globo, 1997).
3. Eufemismo____: é atenuação, a substituição - por motivos religiosos, éticos,
supersticiosos ou emocionais - de uma palavra ou expressão de sentido rude,
desagradável, por outra de sentido agradável ou menos chocante.
4. Ironia __: gera um efeito de sentido contrário ao significado da palavra
e/ou expressões utiliza no contexto com a finalidade de criticar ou ridicularizar o
elemento (ou realidade) em questão.
Os presidentes, os ditadores e os reis da Espanha que se cuidem porque os
donos da comunicação duram muito mais. Os ditadores abrem e fecham a
imprensa, os presidentes xingam a TV e os reis da Espanha cassam o rádio,
mas, quando a gente soma tudo, os donos da comunicação ainda estão por
cima. Mandam na economia, mandam nos intelectuais, mandam nas moças
fofinhas que querem aparecer nos shows dos horários nobres e mandam no
society que morre se o nome não aparecer nas colunas. (Millôr Fernandes. Que
país é este?, 1978.)
5. Personificação__: é a atribuição de características humanas a seres não
humanos ou inanimados.
As Borboletas

Brancas Borboletas.
Azuis As amarelinhas
Amarela Borboletas brancas São tão bonitinhas!
E pretas São alegres e francas.
Brincam E as pretas, então...
Na luz Borboletas azuis Oh, que escuridão!
As belas Gostam muito de luz. (Vinicius de Moraes)

6. Hipérbole : se caracteriza pelo exagero proposital em uma declaração.


Ela pode ser identificada em falas do cotidiano, em textos literários ou artísticos
e também na propaganda.
Exagerado
Amor da minha vida [...]
Daqui até a eternidade
Nossos destinos Eu nunca mais vou respirar
Foram traçados na maternidade Se você não me notar
Eu posso até morrer de fome
Paixão cruel, desenfreada Se você não me amar
Te trago mil rosas roubadas
Pra desculpar minhas mentiras [...]
Minhas mancadas (Cazuza, Leoni e Ezequiel Neves, do álbum
Exagerado, de 1985).

ATIVIDADE 2

AULA 4

A última crônica

A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café


junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A
perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais
um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu
pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo
humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao
circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer um flagrante
de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico,
torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada
para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se
repete na lembrança: “assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta
e Estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os
assuntos que merecem uma crônica.
Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das
últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da
humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acentuar pela
presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda
arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa
balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao
redor. Três seres esquivos que compõem em torno da mesa a instituição
tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para
algo mais que matar a fome.
Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que
discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na
cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se
a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação
do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta
para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da
naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do
freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-
o no pratinho — um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia
triangular.
A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de coca-cola e o
pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo
que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno da mesa um pequeno ritual. A
mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai
se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta
como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta
caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a coca-cola, o pai risca
o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa
o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente
põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os
pais se juntam, discretos: “parabéns pra você, parabéns pra você…”
Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha
agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A
mulher está olhando para ela com ternura — ajeita-lhe a fitinha no cabelo,
limpa o farelo de bolo que lhe cai no colo. O pai corre os olhos pelo botequim,
satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. De
súbito, dá comigo a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba,
constrangido — vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o
olhar e enfim se abre num sorriso.
Assim eu quereria a minha última crônica: que fosse pura como esse
sorriso.
(Fernando Sabino. In: Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1979-1980.)

1. Identifique:
a) Foco narrativo: 1ª pessoa :narrador-personagem
b) Cenário: um botequim na Gávea
c) Tempo: alguns minutos (a cena se passa enquanto o narrador toma um café).
d) Personagens principais: narrador, família(pai, mãe, menina)

2. Releia o trecho “Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a


instituição tradicional da família, célula da sociedade.”
a) Quem são esses “três esquivos”? Um homem, sua mulher e a filhinha de
uns três anos, uma família simples e pobre.
b) O que eles estão fazendo ali? Queriam comemorar o aniversário da
menina.

3. Observe o início do 2º parágrafo.


a) Que termo usado pelo narrador tem um tom pejorativo? O casal senta-se no
fundo do botequim. Qual seria o motivo?
Pretos. Porque eram pessoas muito simples e realizariam algo simplório
demais para a sociedade.

4. No desfecho, o que sente o narrador quando o pai sorri para ele.


Ele se sentiu muito feliz e preferiu que a sua última crônica: fosse pura como
aquele sorriso

5. Qual das alternativas melhor define o tema dessa crônica:


( ) Botequim não é lugar para festas de crianças.
( ) O preconceito racial e social.
(X) Uma família humilde, mas que não deixa a dura realidade da pobreza afetar
o amor, o carinho familiar.
( ) As grandes dificuldades para se escrever uma crônica.