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Dados gerais da ação*

Título da ação:
Gestão cultural como visão estratégica para mobilização do desenvolvimento
sustentável
Ano: 2020
Período de Realização: 29/09/2020 à 31/12/2020
Área de Conhecimento CNPQ: Ciências Humanas
Abrangência: Cultura, Educação, Patrimônio histórico, Religião e Arte
Área: Ciências das Religiões - Literatura e Sagrado
Temática de Extensão/Aperfeiçoamento: Gestão Cultural
Coordenadora da Ação: profa. Dra. Suelma de Souza Moraes
Público Alvo do curso: Gestores culturais, agentes culturais, acadêmicos
graduandos e pós graduandos, professores, produtores na área cultural, artistas e
de modo geral a toda sociedade brasileira.
Local de Realização: UFPB- Campus I (João Pessoa/PB) Híbrido (MEET-
GOOGLE ACADÊMICO)
Formas de Financiamento do Projeto e Unidades Envolvidas na Execução:
b) Dados do projeto* -
Resumo:
O presente curso propõe buscar e desenvolver visões estratégicas para lidar com os
desafios contemporâneos do cenário cultural brasileiro, propiciando relações com a
sociedade de levantamento de conhecimentos para área da gestão cultural, em que tem
como objeto de trabalho importantes especificidades relacionadas as ODS1 4, 8, 10, 11,
13, 16 e 17. De acordo, com os objetivos de desenvolvimento sustentável, procuramos
mostrar a importância do papel da cultura para o alcance da sustentabilidade e assegurar
a educação inclusiva e equitativa, bem como promover oportunidades de aprendizagem
ao longo da vida para todos e do patrimônio histórico material e imaterial. A arte e a
cultura são consideradas como fatores de humanização e de desenvolvimento social e
sustentável. O curso, apresenta uma diversidade cultural e variedade das diversas etnias
que compõem nossa população. Para tanto ele apresenta uma dialética desde as
discussões entre o Armorial e o Barroco/ ou período colonial até a contemporaneidade
sob uma visão de fecunda “unidade de contrastes” que é o nosso Brasil. Propomos
trabalhar com três eixos temáticos: 1. ARTE E CRIATIVIDADE NA GESTÃO
CULTURAL; 2.; SUSTENTABILIDADE, SOCIEDADE E MERCADO
CULTURAL 3. POLÍTICAS CULTURAIS E GESTÃO DE EQUIPAMENTOS
                                                                                                                       
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 https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000252197  página  visitada  15/04/2020  às  22:25.  

 
CULTURAL;. O curso será pautado por ações educativas de diálogos interculturais
no âmbito: local, regional, nacional e internacional visando os aspectos de cidadania na
diversidade cultural, direitos humanos, inclusão e cultura de paz, contemplando assim
os ODS 42, 83, 104, 115, 136, 167 e 178 com as comunidades interna e externa à UFPB
com parcerias de professores da UEPA, USP, UEMG, UFCG (...) e artistas atuantes na
área da cultura.
Nosso curso é marcado pela mistura de aspectos estéticos, simbólicos-religiosos e
técnicos, trazendo reflexões sobre o pós colonialismo e diálogos internacionais9. Para
além de atuar na pesquisa no município de João Pessoa/PB. O curso oferece na área de
gestão cultural contribuições de pares profissionais alocados em universidades em
diferentes regiões do Brasil, artistas e produtores, que contemplam a diversidade
cultural e realidades distintas que contribuirão para a formação de profissionais na área
da cultura com diálogos interculturais, multiculturais e Internacional.
A ênfase do curso traz para o diálogo temas de relevância sociopolítico, religioso,
econômico, geográfico e cultural, cuja importância do tema se apresenta na formação da
gênese da cultura popular brasileira objetivando um aprendizado que valorize um
conjunto de manifestações interculturais indígenas, afro-brasileiras e ibéricas nas
representações da arte, da educação, da história sob o aspecto simbólico-religioso, bem
como de aspectos técnicos de restauração, que possibilitem redimensionar e valorizar a
                                                                                                                       
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ODS 4 – objetivos de aprendizagem cognitiva - O educando entende a importância do
papel da cultura para o alcance da sustentabilidade.
3
ODS 8 – Objetivos de aprendizagem comportamental - O educando é capaz de desenvolver
critérios e fazer escolhas de consumo responsável como um meio para apoiar condições de
trabalho justas e os esforços para separar a produção do impacto dos riscos naturais e da
degradação ambiental.
4
 ODS 10 – Objetivos de aprendizagem comportamental O educando é capaz de envolver-se no
desenvolvimento de políticas públicas e atividades sociais que reduzem as desigualdades.
5
ODS 11- Objetivos de aprendizagem comportamental - O educando entende as razões
históricas para padrões de assentamentos e, respeitando o patrimônio cultural, entende a
necessidade de consenso para desenvolver melhores sistemas sustentáveis.
6
ODS 13 - Ação contra a mudança global do clima . Objetivos de aprendizagem
socioemocional. O educando é capaz de reconhecer que a proteção do clima global é
uma tarefa essencial para todos e que é preciso reavaliar completamente a nossa visão de
mundo e comportamentos cotidianos à luz desse fato.
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ODS 16 - Paz, justiça e instituições fortes |Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o
desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à PAZ, JUSTIÇA EINSTITUIÇÕES
EFICAZES justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em
todos os níveis
8
ODS 17 -Parcerias e meios de implementação - Fortalecer os meios de implementação e
revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável.
9
http://www.dialogosinternacionais.com.br/2014/11/do-pos-colonial-decolonialidade.html
página visitada em 16/04/2020 às 9:19.
história e cultura presentes na construção arquitetônica, possibilitando uma análise e
dimensão urbanista do espaço e tempo, implícitas na história e na ficção para colocar
em discussão a reflexão e o reconhecimento como elemento de fruição à memória da
cultura paraibana e brasileira. Bem como discussões e reflexão com o Bem Viver e
Ecossocioecomia de correntes pós-desenvolvimentistas/ecologistas e neo-
desenvolvimentistas: Bem Viver, Transition Towns, Bem Viver e decrescimento.

Justificativa:
A relevância e originalidade da proposta deste curso: primeiro, é desenvolver visões
estratégicas para lidar com os desafios contemporâneos do cenário cultural brasileiro.
Atualmente em nosso século XXI necessitamos buscar uma reabilitação da pólis, diante
de um contexto marcado pelas dificuldades econômicas, culturais, sociais, políticas, que
de acordo com Ariano Suassuna10, vivemos com dois Brasis, um oficial e outro real,
estas diferenças resultantes das desigualdades sociais gritantes em todas as estruturas.
Desta maneira, buscamos estratégias que estejam diretamente ligadas as ODS, para o
planejamento da gestão cultural que estejam configuradas no processo de ensino-
aprendizagem, a partir da pesquisa e do curso de gestão cultural, que será oferecido para
qualificação do profissional, estudante e egresso. A partir desta estratégia, poderemos
contribuir de maneira efetiva e responsável para o bem-estar de seus munícipes de
forma indireta e direta que também possam contemplar a erradicação da pobreza com a
inclusão social, por meio de projetos na área da cultura. Em virtude disso, se justifica
trabalhar com o edital da UFPB em seu município tendo a cultura como eixo de
desenvolvimento sustentável, com a presença da UFPB com atuação efetiva e parte
integrante:
A presença do município na vida dos cidadãos, desde as
antigas reformulações da cidade-estado até as contemporâneas,
aponta para a importância de uma melhor gestão nessa esfera de
governo. Assim, a dinâmica do governo municipal, eficiente,
eficaz e democrático, se constitui ambição a alcançar (Fachin e
Chanlat, 1998).
Segundo, a ênfase do curso traz para o diálogo temas de relevância sociopolítico,
religioso, econômico, geográfico e cultural, cuja importância do tema se apresenta na
formação da gênese da cultura popular brasileira objetivando um aprendizado que
valorize um conjunto de manifestações interculturais indígenas, afro-brasileiras e
ibéricas nas representações da arte, da educação, da história sob o aspecto simbólico-
religioso.
Terceiro, aspectos técnicos de restauração, que possibilitem redimensionar e valorizar a
história, o simbólico-estético cultural presentes na construção arquitetônica,
possibilitando uma análise e dimensão urbanista do espaço e tempo, implícitas na

                                                                                                                       
10
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1306200007.htm página visitada em 18/04/2020
às 15:05.

 
história e na ficção para colocar em discussão a reflexão e o reconhecimento como
elemento de fruição à memória da cultura paraibana e brasileira.
Quarto, discussões e reflexão com o Bem Viver e Ecossocioecomia de correntes pós-
desenvolvimentistas/ecologistas e neo-desenvolvimentistas: Bem Viver, Transition
Towns, Bem Viver e decrescimento.

Aspecto importante a considerar neste curso são as contribuições dos pares de


professores das universidades UFMT, UEPA, UEMG, UFABC, (Garret- Chicago) e
Pacific School of Religion (Califórnia), (Volkshochschule) Áustria; artistas culturais
(Zezita Matos, Francisco de Andrade, Manuel Dantas Suassuna (artista plástico e filho
de Ariano Suassuna), especialista do IPHAEP (Piedade Farias) e na área do Patrimônio
Histórico Cultural e (Omar Bradley – procurador Federal/PB), alocados em diferentes
regiões do país, possibilitando uma interação entre os programas de graduação e pós-
graduação, reunindo elementos para a reflexão e debates culturais, a partir dos eixos
temáticos, com o levantamento do retrato do país de maneira crítica e construtiva. Desta
maneira, a proposta do curso de gestão cultural, pode vir a propiciar uma melhor relação
do município com a sociedade, a partir do levantamento de conhecimentos para
contribuir com a gestão do município. Assim, a cultura passa a ser considerada como
eixo de desenvolvimento sustentável, e tem como objeto de trabalho, especificidades
relacionadas as ODS.
Assim, temos como base para a estratégia e reflexão da gestão cultural para promover e
fomentar a cultura do Bem Viver na perspectiva inter e multicultural na dimensão:
socioeconômica e ambiental que atenda as expectativas da sociedade do século XXI
pós-pandemia. O patrimônio histórico, a arte e a religião do ponto de vista das
humanidades e também em interlocuções teóricas interdisciplinares (bioantropologia,
etnobotânica, biodiversidade, a partir da dialética da própria cultura popular brasileira,
e tradições de cultura: indígenas, afro-brasileiras e ibéricas nas representações da arte e
práticas culturais, bem como, a valorização de episódios pouco estudados na história
sobre a inter-relação da arte literária e da obra de arte bem como, seus processos
técnicos de restauração presente nas paredes, tetos e pisos. Neste curso a cultura como
eixo de desenvolvimento sustentável em relação à arte desenvolve aspectos de
relevância sob o aspecto simbólico-religioso, bem como de aspectos técnicos, que
possibilitem redimensionar e valorizar a história e a cultura presentes na construção
arquitetônica, que possibilitem reorganizar estratégias para uma análise e dimensão
urbanista do espaço e tempo, implícitas na história para colocar em discussão a reflexão
e o reconhecimento da memória cultural como elemento de fruição para a cultura
paraibana e brasileira como processos de humanização e bem comum.
Resultados esperados de ensino-aprendizagem: No eixo 1- ARTE E
CRIATIVIDADE NA GESTÃO CULTURAL - capacidade de discutir e ampliar a
percepção sobre possibilidades e repercussões do tripé arte, cultura e criatividade no
campo da gestão cultural, por considerá-las como dimensões que juntas, podem
potencializar a não apenas a prática da gestão cultural, mas sobretudo, tornar-se um eixo
de desenvolvimento para um território, qualificando-o e marcando a diferença com
relação às formas gerenciais convencionais. Que os alunos/as possam apontar para
mudanças paradigmáticas, instigando e consolidando o avanço do conhecimento e da
prática no campo. No eixo 2 - E, SUSTENTABILIDADE, SOCIEDADE E
MERCADO CULTURAL - capacidade de debater as iniciativas dos atores sociais,
organizacionais e individuais, públicos e privados, em termos de sustentabilidade e
mercado cultural. Busca-se entender as práticas, desafios, dificuldades e potenciais de
mudança no comportamento das organizações no trato com as questões sociais e
ambientais. Além disso, pensar como a cultura se dá no território como instrumento de
transformação social e econômica, por exemplo, a partir dos centros culturais,
patrimônios, centros de memórias e valorização de identidades culturais são aspectos
importantes ao conjunto de reflexões do grupo, bem como a construção de novos
espaços e modelos de integração entre turismo, cultura e educação.
Deste modo, fazem parte deste debate: 1. Programas, projetos e outras experiências e
práticas organizacionais no trato de questões sociais e ambientais em direção a
sustentabilidade; 2. Responsabilidade socioambiental corporativa como estratégia de
negócios culturais e como modo de gerir; 3. Experiências inovadoras no setor que
imbriquem a sustentabilidade juntamente com a sociedade e o mercado cultural.
E, por fim, eixo 3 - POLÍTICAS CULTURAIS E GESTÃO DE EQUIPAMENTOS
– que o aluno/a esteja capacitado a discutir políticas culturais e a gestão de
equipamentos culturais. A proposta é criar um espaço de compartilhamento de
experiências, análises e reflexões sobre os desafios da institucionalização de políticas
culturais. A sistematização de metodologias de formação e pesquisa; de instrumentos de
planejamento e avaliação de ações públicas; e de iniciativas de mobilização, inovação e
comunicação na gestão social de territórios culturais contribuirão aos diálogos
propostos pelo curso.
Resultados esperados de âmbito geral:
1. Produção de material informativo e formativo para veiculação em mídias
digitais;
2. Visibilidade do curso de Ciências das Religiões e da PRAC/COEX UFPB
3. Promoção do interesse relacionado aos temas de tradições culturais, mítico e
místico-religiosa, em particular, entre os alunos do curso de Ciências das
Religiões.
4. Promoção de uma formação cultural e aprendizado que valorize o conjunto de
manifestações interculturais indígenas e afro-brasileiras a partir da literatura de
Ariano Suassuna e do Patrimônio Histórico Material e Imaterial (influência da
arquitetura no espaço simbólico da Fazenda Acauã/Aparecida/PB;
5. Divulgação dos estudos sobre as tradições mítico e místico-religiosas nas
comunidades e dos processos de interculturalidade na Paraíba e UFPB;
6. Propiciação de experiência acadêmica, de extensão e aperfeiçoamento
interdisciplinar, abordando a temática das abordagens e tradições culturais
mítico e místico-religiosas;
7. Capacitação dos alunos (as) para exercerem um lugar de destaque como agentes
culturais com respeito à cultura, à diversidade religiosa e a sacralidade do
espaço;
8. Contribuição com a preservação do patrimônio histórico, artístico e cultural da
Fazenda Acauã/Aparecida/PB
Fundamentação Teórica:
Em um momento onde novas tecnologias e pandemias se misturam, tornando o mundo
da produção e gestão cultural profundamente complexo e arriscado, o objetivo da
disciplina é o de auxiliar e instigar os participantes (artistas, produtores, agentes
culturais, gestores, entre outros) a organizarem suas ideias, seus diferenciais e suas
propostas de valor, bem como os melhores canais para atingir seus públicos-alvo e
parceiros-chave, para em seguida, sistematizá-los em um modelo de negócio criativo e
estabelecer objetivos e ações que alcancem uma situação desejada, com a mais efetiva
concentração de recursos e esforços possível. O Século XXI porta consigo a criação de
um espaço virtual, que por um lado, faz as trocas humanas aumentarem de forma
exponencial, e por outro, apresenta um mundo onde o barateamento das tecnologias, a
volatilidade, a incerteza e a ambiguidade, expressam toda a complexidade da sociedade
contemporânea. A era da 4a Revolução, da Indústria 7.0, e com ela uma nova ordem
para divisão internacional do trabalho, unindo mudanças socioeconômicas,
demográficas, provocando fortes impactos nos modelos de negócios e no mercado de
trabalho. Pesquisadores, especialistas e investidores como (SMITH e ANDERSON,
2014); (BENEDIKT e OSBORNE, 2013); (KHOSLA, 2012); (MARKOFF, 2011);
(HALLETT e HUTT, 2016) afirmam que o mercado de trabalho será afetado
dramaticamente, incluindo os trabalhos intelectuais mais repetitivos, que serão
substituídos pela robótica. São mudanças tão profundas, que da perspectiva da história
humana, nunca houve um tempo de maior promessa ou potencial perigo. Em
contraponto, se percebe que ativos intangíveis, como conhecimento tácito, explícito,
criatividade e habilidades apreendidas, assumem agora importância significativa na
competitividade de um país.

A fundamentação teórica da gestão cultural está pautada na visão estratégica para


mobilização do desenvolvimento sustentável, da seguinte maneira: conteúdos, das aulas
que abordam a literatura, políticas culturais, economia criativa, legislação e direito
cultural, planejamento, educação-ensino aprendizagem e mediação; e organização de
instituições e identidades culturais e diversidades culturais e aprendizado básico na área
de restauração.
Esta fundamentação está colocada em interconexão, com os eixos culturais e os
objetivos das disciplinas a serem ministradas possibilitando assim, contemplar as
estratégias de planejamento para as ODS citadas no projeto e correlacionadas ao
objetivo de cada disciplina.
Conteúdos das aulas que abordam políticas culturais: no âmbito da economia criativa
serão discutidos os problemas tecnológicos e as diferentes características que possam
avaliar uma direção de mudança tecnológica futura e seus impactos e riscos na
materialização dessas tecnologias11. No âmbito da educação de qualidade, às relações
inter e multiculturais, que apresentam reflexão, a partir da perspectiva do
empoderamento das pessoas, via soerguimento de autoestima, o que pode contribuir
com saída da pobreza, da contribuição para o bem estar - afinal estamos tratando de arte
(alimento da alma, da subjetividade humana e do corpo), gerando postos de trabalho
decentes, contribuindo para a redução das desigualdades e, sempre com a temática do
consumo consciente.12
No aspecto cultural e educacional priorizamos a discussão dos conflitos sociais e a
valorização tanto aos aspectos materiais quanto imateriais relacionados ao aspecto
sociocultural e simbólicos-religiosos, que movimentam o imaginário simbólico de
identidades são considerados para reflexão em nossa abordagem cultural.
O curso também promove uma análise nos mais distintos contextos socioeconômico e
ambiental, são privilegiados os indicadores de bem estar e de qualidade de vida,
baseados em informações qualitativas e quantitativas sob a dimensão espaço-tempo. O
objetivo deste artigo é apresentar uma proposta, no âmbito teórico-metodológico, de um
sistema de indicadores de Bem Viver relacionado ao bem-estar subjetivo, superando os
limites da mera quantificação econômica. A metodologia é bibliográfica com descrição
narrativa. Sob os pontos de vista teórico e contextual, consiste de análise de referências
da literatura, com interpretação e análise crítica. Apesar de o conceito estar em processo
de construção, requerendo avanço no que se refere à conceptualização e
operacionalização, propõe-se uma matriz de indicadores que sugerem utilidade para a
medição das dimensões do Bem Viver, e que buscam uma complementaridade entre
aspectos subjetivos, objetivos e intersubjetividade.
O curso de Gestão Cultural apresenta preocupação de temas atuais que haja vista o
elemento da arte Barroca nos apresenta uma confluência de culturas, sincretismo
religioso e questões de resistência social e cultural.
O que nos leva a refletir sobre a cultura, a memória e o patrimônio são os processos de
transculturalidade, isto pode-se perceber de forma clara através dos espaços das
edificações das igrejas locais, do museu, do teatro e das comunidades que
experimentaram o cotidiano, do material e imaterial tanto urbanísticos como de
tradições.
Elementos em sua ornamentação possuem grande valor simbólico e sua arquitetura o
espaço de nascimento de representação artística e paisagística, em virtude da integração
da edificação que compõe um cenário que integra processos transculturais e trans-
históricos guardando em sua concepção a representação de vários e diferentes estilos e
épocas na sua construção.

                                                                                                                       
11
http://www.oxfordmartin.ox.ac.uk/downloads/academic/The_Future_of_Employment.pdf >.
Acessado em 20/03/2019.
FIRJAN (2016).  
12
   
A arte em si, não é apenas , o político, e o econômico, mas ela traz uma linguagem
subliminar de experiências na própria construção e no espaço vivenciado,
experimentado. É sob este aspecto subliminar que encontramos a mesma concepção do
período do Renascimento presente como proporção divina a obra de arte. O maior bem
era o valor teológico que suplantava a autoria.
(Benjamin, 1994 b: 171) “O que é de importância decisiva é que esse modo de ser
aurático da obra de arte nunca se destaca completamente de sua função ritual. Em outras
palavras: o valor único da obra de arte ‘autêntica’ tem sempre um fundamento
teológico, por mais remoto que ele seja: ele pode ser reconhecido, como ritual
secularizado, mesmo nas formas mais profanas do culto do Belo.” Dado importante a
considerar foi a mão de obra na construção dos templos barrocos por negros que
provavelmente foram cedidos por seus senhores, e o modo como o processo de
construção se revelam pelos artífices a partir de uma ideologia e cosmologia marcada na
arte da construção, em que o próprio homem se revela antagônico diante da criação da
obra de arte.
E, por este motivo queremos dar luz à riqueza simbólica como elemento de fruição e
reconhecimento no processo e diversidade cultural brasileira..
Junto à esse contexto histórico de enorme relevância para a compreensão do processo de
transculturação (PERESSON, 2006) entre a Europa e o Brasil, que ocorreu no âmbito
religioso durante a colonização portuguesa do Brasil. Essa abordagem visa auxiliar no
entendimento público da cosmovisão que, em última instância, é reveladora da
interculturalidade mantida entre a Europa e diversas outras partes do mundo antes e
durante a colonização da América e que, em terras brasileiras e, mais propriamente,
paraibanas, originará o “barroco brasileiro popular”, um traço essencial da nossa
expressão cultural. Almeja-se, por meio dessa ação de extensão cultural, promover o
resgate e a valorização do patrimônio cultural da sociedade paraibana. Peresson (2006,
p. 58) caracteriza a pedagogia como ciência crítica e projetiva “tendente a dar sentido,
redefinir e oferecer uma fundamentação permanente às práticas educativas”. No
contexto desse projeto, as ações a serem implementadas visam a uma “pedagogia da
interculturalidade” junto à sociedade a fim de reconhecer, compartilhar e valorizar os
componentes históricos e culturais que moldaram a Paraíba atual.
Metodologia:
A metodologia a ser utilizada será do ensino híbrido, ou seja, aulas on-line e off-line. As
aulas on-line serão ministradas em salas virtuais pela RNP (Rede Nacional de Ensino e
Pesquisa) em que oferece um serviço de conferência web que poderemos utilizar o
meet-google com o e-mail institucional da coordenadora de curso. Exposição do
conteúdo, solicitação de leituras para acompanhamento das aulas, debates e reflexões.
Utilização de vídeos digitais. Pesquisa bibliográfica, utilização do sistema de periódicos
CAPES; livros, etc.
Definição de plano de trabalho de pesquisa para os alunos/as voluntários
O trabalho a ser desenvolvido está pautado na adoção de práticas de construção e
divulgação de saberes do campo das Artes, das Religiões e da tradição mística que
promovam a educação intercultural conforme caracterizada por Peresson (2006, p. 78):
Quando duas ou mais culturas, encontrando-se em relação a alteridade, à igualdade e à
reciprocidade, sabem reconhecer e valorizar, em cada uma, sua identidade, que a
diferencia, fomentando um diálogo profícuo e, por influência mútua, uma fecunda
interação e enriquecimento, fala-se de interculturalidade ou diálogo intercultural.
As seguintes atividades serão desenvolvidas:
1. Constituição de grupos de estudos para orientações quanto ao embasamento
teórico que subsidiará o conteúdo e a forma da educação intercultural que se irá
praticar;
2. Levantamento de informações sobre temáticas pertinentes à execução do
projeto, a partir das seguintes fontes:
2.1.Pesquisa e consulta bibliográfica;
2.2.Pesquisa e consulta nos meios tecnológicos digitais de informação e
comunicação;
2.3. Reconhecimento dos espaços citados de pesquisa por obtenção de registros
iconográficos, fílmicos, orais, escritos etc.
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SANTOS, Idelette Muzart Fonseca dos. Em demanda da poética popular: Ariano


Suassuna e o Movimento Armorial. 2ª ed. Campinas-SP: Editora da Unicamp, 2009.

TOLEDO, B. L. Esplendor do barroco luso-brasileiro. Cotia: Ateliê Editoral, 2012.


WÖLFFLIN, H. Renascimento e Barroco: estudo sobre a essência do estilo barroco e a
sua origem na Itália. 2 ed. São Paulo: Perspectiva, 2012.

Objetivo Geral: Contemplar os eixos 1,2 e 3 com os ODS 413, 1014,1615 das ODS)
Específicos:
1. CULTURA, ARTE E CRIATIVIDADE NA GESTÃO CULTURAL
OBJETIVO: explorar, discutir e ampliar a percepção sobre possibilidades e
repercussões do tripé arte, cultura e criatividade no campo da gestão cultural, por
considerá-las como dimensões que juntas, podem potencializar a não apenas a
prática da gestão cultural, mas sobretudo, tornar-se um eixo de desenvolvimento
para um território, qualificando-o e marcando a diferença com relação às formas
gerenciais convencionais. Vale salientar, que apesar dos campos da arte, da
cultura e da criatividade serem abundantes em produção acadêmica, quando
integrados ao campo da gestão cultural, podem apontar para mudanças
paradigmáticas, instigando e consolidando o avanço do conhecimento e da
prática no campo.
                                                                                                                       
13
 ODS  4  -­‐  Educação  de  qualidade  
14
 ODS  10  -­‐  Redução  das  desigualdades  
15
 ODS  16  -­‐  Paz,  justiça  e  Instituições  eficazes  
2. SUSTENTABILIDADE, SOCIEDADE E MERCADO CULTURAL
OBJETIVO: debater as iniciativas dos atores sociais, organizacionais e individuais,
públicos e privados, em termos de sustentabilidade e mercado cultural. Busca-se
entender as práticas, desafios, dificuldades e potenciais de mudança no comportamento
das organizações no trato com as questões sociais e ambientais. Além disso, pensar
como a cultura se dá no território como instrumento de transformação social e
econômica, por exemplo, a partir dos centros culturais, patrimônios, centros de
memórias e valorização de identidades culturais são aspectos importantes ao conjunto
de reflexões do grupo, bem como a construção de novos espaços e modelos de
integração entre turismo, cultura e educação.Deste modo, fazem parte deste debate:
Programas, projetos e outras experiências e práticas organizacionais no trato de questões
sociais e ambientais em direção a sustentabilidade;Responsabilidade socioambiental
corporativa como estratégia de negócios culturais e como modo de gerir; Experiências
inovadoras no setor que imbriquem a sustentabilidade juntamente com a sociedade e o
mercado cultural.
3. POLÍTICAS CULTURAIS E GESTÃO DE EQUIPAMENTOS:

OBJETIVO: capacitar e discutir políticas culturais e a gestão de equipamentos culturais.


A proposta é criar um espaço de compartilhamento de experiências, análises e reflexões
sobre os desafios da institucionalização de políticas culturais. A sistematização de
metodologias de formação e pesquisa; de instrumentos de planejamento e avaliação de
ações públicas; e de iniciativas de mobilização, inovação e comunicação na gestão
social de territórios culturais contribuirão aos diálogos propostos pelo curso.

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS


MÓDULO EIXO 1 – ARTE E CRIATIVIDADE NA GESTÃO CULTURAL

Disciplina: Ariano Suassuna e a Ideia de Cultura


Ementa: Ariano Suassuna vida e obra. Literatura enquanto cultura. Visões do Sertão por
Ariano Suassuna. Ilumiara: conceitos e sentidos.
Carga horaria: 8h
Ministrante: profa. Dra. Lucimara Andrade

Disciplina: Arte Rupestre e pintura brasileira


Ementa: Arte do povo primordial brasileiro; Tradição do Siridó/RN; Tradição Nordeste;
Agreste; Itaquatiara
Carga horaria: 8h
Ministrante: Manoel Dantas Suassuna
Disciplina: Mosaico Nordestino: História, Cultura Popular e Música em Mário de
Andrade e Ariano Suassuna
Ementa: Pensar a música brasileira em sua perspectiva histórica e cultural.
Compreender a atuação de Mário de Andrade e Ariano Suassuna como pensadores e
gestores culturais, respectivamente, décadas de 1920 e 1930, e décadas de 1970 e 1990.
A pesquisa musical do nordeste enquanto projeto para se pensar o Brasil. Possíveis
diálogos entre o movimento modernista e armorial: resistência cultural, rupturas e
continuidades.
Carga horaria: 8h
Ministrante: Aluno voluntário (doutorando) Francisco Andrade
Disciplina: Religiosidade Popular: Sincretismo e Cultura da Paz
Ementa: O módulo aborda diferentes expressões pacifistas presentes nas práticas
religiosas populares brasileiras, realizando uma leitura do sincretismo religioso como
potencializador da acolhida, diálogo e respeito a diferentes visões de mundo, no
fomento de uma cultura de paz e não-violência. Para tanto, o estudo propõe chaves de
leitura que aproximem estas expressões a partir de características em comum, como as
tradições ou matrizes religiosas de origem ou as práticas concretas destas expressões
por similaridade. Com isso, o módulo pretende dialogar com o ODS 16.16
Carga horaria: 8h
Ministrante: Profº Dr. Renato Ferreira Machado
Disciplina: Arte e a crise na pandemia e pós pandemia
Ementa: Desenvolver umareflexão coletivaacerca da arte e asua necessidade à cultura
de um povo com foco no momento da pandemia e pós pandemia.
Carga:8h
Ministrante: Profª Zezita Matos

                                                                                                                       
16
ODS 16 - Paz, justiça e instituições fortes |Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o

desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à PAZ, JUSTIÇA EINSTITUIÇÕES


EFICAZES justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em
todos os níveis.

 
MÓDULO EIXO 2 – SUSTENTABILIDADE, SOCIEDADE E MERCADO
CULTURAL

Disciplina: Bem Viver e Ecossocioeconomias


Ementa: Alternativas ao desenvolvimento. Correntes pós-
desenvolvimentistas/ecologistas e neo-desenvolvimentistas: Bem Viver,
Desenvolvimento a Escala Humana e Decrescimento.
Carga horaria: 8h
Ministrante: Profª Dra. Liliane Cristine Schlemer Alcântara
Disciplina: Cenário Cultural e Novas Tecnologias em Contextos de Crise
Ementa: Cenário cultural e novas tecnologias em contextos de crise e riscos. Inovação
orientada para a produção e gestão cultural. Desenho de negócios criativos. Gestão de
mudanças e adaptabilidade no setor criativo.
Carga horaria: 8h
Ministrante: Profº Dr. Alberto Cabral
Ministrante: Profª Dra. Daniela Rocco
Disciplina: Justiça e Desenvolvimento Sustentável
Ementa: Ética, moral e justiça. Éticas Deontológicas, Éticas Teleológicas e Éticas da
Autenticidade. Debate contemporâneo sobre o Conceito de Justiça. Implicações éticas
da Justiça. Ética, Justiça e Cidadania. Justiça e desenvolvimento econômico.
Carga horaria: 8h
Ministrante: Profº Dr. Flamarion Caldeira Ramos
Disciplina: História, Memória e Identidade: Ariano Suassuna e Manoelito Vilar e
as cabras nos caminhos do sertão
Ementa: A estética das cabras e os desafios do sertão do cariri
Carga horaria: 8h
Ministrante: Manoel Dantas Vilar
Disciplina: Emergência Climática: Arte, Criatividade Corporal e Tradições
Espirituais
Ementa: Arte, espiritualidades e criatividade corporal para pensar o colapso ambiental,
práticas extrativistas e resistência ameríndias
Carga horaria: 8h
Ministrante: profa. Dra. Yohana Agra Junker
MÓDULO EIXO 3 – POLÍTICAS CULTURAIS E GESTÃO DE EQUIPAMENTOS

Disciplina: Políticas Públicas Culturais – Ilumiara da Pedra do Reino como


elemento de fruição para uma ecossocioeconomia do Movimento Armorial
Ementa: Fomentar Políticas Públicas de Cultura no Estado da Paraíba
concomitantemente com políticas internacionais, a partir da década de 70 do
Movimento Armorial pelo escritor Ariano Suassuna
Carga horaria: 40h
Ministrante Coord. profa. Dra. Suelma de Souza Moraes
Disciplina: Análises e Reflexões sobre os Desafios da Lei Emergencial Aldir
Ementa: A finalidade é apresentar, discutir, acordar, orientando orientar pessoas de
diferentes competências que se propõem a escrever um projeto cultural, como: agentes,
artistas, técnicos, gestores públicos, professores, produtores, estudantes e fazedores de
cultura em geral, assim como informá-los sobre formas e possibilidades de
financiamento da cultura em especial com o foco sobre o uso dos recursos da lei nº
14.017 de 29 de junho de 2020, conhecida como Lei Aldir Blanc.
Carga horaria: 8h
Ministrante: Silvio Portugal
Disciplina: Conhecimentos Básicos para Restauração de Bens Artísticos
Ementa: A arte como referência cultural; Estado de conservação do bem artístico-
histórico-cultural; Diagnóstico do estado de conservação; Proposta de intervenção
técnica: restauro.
Carga horaria: 8h
Ministrante: Aluna voluntária Maria da Piedade Farias
Disciplina: Patrimônio Cultural e Artístico Brasileiro
Ementa: Direito Ambiental e meio ambiente cultural. Proteção do patrimônio cultural
material e imaterial. Tombamento. Unidade ou conjunto arquitetônico, urbanístico,
artístico, histórico e paisagísticos como bens protegidos. Licenciamento ambiental do
patrimônio cultural. Artes clássicas e contemporânea. Cultura popular,
desenvolvimento, fomento e tutela.
Carga horaria: 8h
Ministrante: Omar Bradley Oliveira de Sousa
Disciplina: Políticas e Estratégias Culturais Brasil- Áustria
Ementa: Viver da arte e pela arte é algo cada vez mais desafiador. O intercambio
cultural internacional, através de eventos, aparece como uma importante ferramenta na
troca de saberes e fomento de estratégias que garantam a sustentabilidade e retroação de
novos projetos.
Carga horária: 8h
Ministrante: Profª Verônica Schell
Disciplina: Religiões e Cultura na Amazônia
Conhecer, Discutir e Compreender as Dimensões Geográficas, Arqueológicas,
Ancestrais, Tradicionais e Dinâmico-Culturais na Amazônia Brasileira, a partir de
teorias e expressões sócio-culturas locais. O estudo se propõe introdutório às
investigações humanas na Amazônia, considerando enfoques sobre às religiões do ponto
de vista das humanides e também em interlocuções teóricas interdisciplinares
(bioantropologia, etnobotânica, biodiversidade etc.).
Carga horaria: 8h
Ministrante: Profº Dr. Manoel Ribeiro de Moraes Junior

Disciplina: Tecendo Pedagogias Emancipatórias – Perspectivas do Sul Global


Ementa: A pedagogia proposta pelo educador Paulo Freire materializa-se como uma
ação cultural em benefício da equidade social. Sua pedagogia construída por meio do
diálogo e do respeito mútuo elabora conceitos fundamentais para a criação de uma
pedagogia emancipatória intrinsicamente conectada aos princípios da EDS que visam a
ação, participação, transdisciplinaridade e desenvolvimento sustentável. O curso
refletirá sobre a importância da criação de ações político-cultural-pedagógicas que
possibilitem a compreensão de seres humanos autônomos, éticos, críticos e conscientes
de seu papel como sujeito politico e transformador social da história construída
coletivamente.
Carga horaria: 8h
Ministrante: Profª Dra. Débora Barbosa Agra