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INSTRUÇÃO PARA EXECUÇÃO DE PEÇAS MOLDADAS EM

FIBERGLASS - PROCESSO MANUAL EM MOLDE


ABERTO MATERIAIS NORMALMENTE UTILIZADOS

Acelerador de cobalto - Líquido roxo, Finalidade acelerar o gel coat e a resina Usar
0,5% .

Catalizador mek - Forma líquida, incolor, Finalidade de endurecimento de resinas, massa


plástica e gel coat ; porcentagem de utilização de 0,5% a 4% (de acordo com a temperatura do
dia em que está sendo realizado o trabalho, quanto mais frio maior a quantidade a ser utilizado).

Dica: 40 gotas de catalizador = 01 grama aproximadamente

Cera desmoldante - Forma pastosa de fácil espalhamento. Finalidade de desmoldagem.

Desmoldante Líquido PVA - Líquido semi-viscoso - Finalidade de formar filme antiaderente


que garante o desmoldeo.

Gel coat - Resina formulada como tinta em diversas cores. Serve para dar acabamento e
resistência química as superfícies de peças, p/ molde usa-se o gel molde.

Estopa de primeira - Cor branca; Finalidade de dar polimento e limpeza.

Lixa - Cor cinza-grafite; Finalidade de dar acabamento, e limpar superfície para melhor
aderência .

Manta de Fibra de Vidro - Forma de fios de fibra de vidro cortados e emaranhados; cor
branca; finalidade de dar resistência mecânica a resina .

Dica : Cada camada de manta que pesa 450 g/m2 resulta em aproximadamente 1mm de
espessura.

Pincel - Finalidade de aplicação de resina e Gel coat .

Resina Pré-acelerada - Forma líquida viscosa; finalidade de laminados em geral, fundição de


peças transparentes, resistentes à corrosão, etc. Endurece com a mistura do catalizador
Com 1% a 25 ºC , permite um tempo de +- 15 minutos para aplicação .

OBS: Estas são informações exclusivamente práticas. Para informações mais detalhadas
consultar nosso técnico.

Solvente para limpeza thiner - Forma líquida; Incolor; Finalidade de limpar mãos, pincéis,
rolos para pintura, etc.

Rolete tira Bolha - Rolete de alumínio estriado com haste e cabo; Finalidade de eliminar
bolhas na resina e melhor espalhamento da fibra.
PROCESSO E EXECUÇÃO DE TRABALHO
CONCEPÇÃO / PROJETO
Podemos produzir peças em fiberglass a partir de outras já existentes ou simplesmente de uma
idéia a partir da qual será executado um projeto resultando num desenho que especifique com
clareza a forma e as medidas da peça .

Para peças mais complexas muitas vezes só será possível para profissionais experientes que são
projetistas, modeladores e laminadores . Por isso tomaremos com o exemplo uma bandeja
retangular sem abas e com as laterais inclinadas.

Execução do Modelo
Concluído o desenho fazemos então o modelo da peça que pode ser em qualquer material
moldável tais como madeira, massa plástica, gesso, etc. O importante é que necessitamos obter
apenas uma superfície acabada de nossa peça pois iremos copiar apenas esta superfície. Assim
sendo no nosso exemplo uma possibilidade para construirmos o modelo seria tomarmos uma
chapa de madeira com as dimensões do fundo, pregarmos e/ou colocarmos nas laterais sarrafos
na altura das laterais desejadas, e então com plaina ou lixadeira darmos o ângulo de abertura
das laterais bem como arredondar os cantos. Procedemos aí então o acabamento com massa
plástica, celadora , etc.. até obtermos a superfície o mais liso e isento de porosidade.

Execução do Molde
Fixamos então nosso modelo de boca para baixo sobre uma superfície lisa ( vidro, metal polido,
fórmica, etc) que seja ao menos 3 centímetros maior que a boca tomando-se o cuidado de
tapar com massa eventuais frestas. Se for maior demarcamos esta medida com fita crepe
aplicamos então demãos de cera desmoldante polindo entre cada demão ( o nº de demãos varia
conforme o acabamento do modelo p/ madeira selada ao menos cinco demãos) e em seguida
uma demão de desmoldante líquido PVA com uma esponja macia.

Após a secagem do desmoldante aplicamos sobre o modelo e bordas o que segue para
obtermos nosso molde.

Com um pincel aplicamos uma camada de gel molde previamente acelerado(0,5% de Acelerador
de Cobalto) e catalizado(Catalizador Mek). Aguardamos então o gel começar a “endurecer” até
que ao tocarmos ainda marca a superfície mas não suja mais o dedo.

Aplicamos então com resina catalizada uma demão e logo depois colocamos a manta de fibra de
vidro previamente recortada a qual molharmos com a resina batendo o pincel encharcado. Com
o rolete Tira bolha eliminamos as bolhas e remonte de fibra, antes da resina começar a
endurecer ( a isto chamamos laminação)

Repetimos a operação acima para tantas camadas quanto necessária( cada manta 450 g/m2
resulta aproximadamente 1 mm de espessura).

Após a cura da resina (aproximadamente 4 horas) destacamos o modelo e abas, e então damos
acabamento no molde com lixa d’agua e polimento.

CONFECÇÃO DA PEÇA
Em todo Molde novo é necessário além de polimento cuidadoso algumas demãos de cera
desmoldante polida e uma (sempre uma só) demão de desmoldante pva .

Para confecção de nossa peça executaremos sobre o molde os mesmos procedimentos de


desmoldagem, aplicação de gel coat ( neste caso o gel que desejarmos para a peça) e resina e
manta (laminação) deixando na borda uma sobra.

Que antes de endurecer devemos cortar correndo uma faca encostada na aba do molde. Quando
a peça curar (Endurecer ) destacar a dar acabamento necessário que pode ser lixamento,
polimento, pintura, ETC.

OBS: Num Molde Novo sempre deve-se encerar muito bem e usar o desmoldante PVA.
Após algum tempo de udo do molde somente a cera poderá ser suficiente. Estas são
as técnicas básicas de fabricação de peças em fiberglass as quais podem variar tanto
quanto a nossa imaginação. Se for para fabricarmos poucas peças muitas vezes
construímos direto o molde de madeira, massa plástica e etc. e laminamos direto a
peça. Para maiores informações consultar nosso técnico.

INSTRUÇÕES PARA REPARO EM FIBERGLASS

O objetivo deste é apresentar as informações básicas para execução de um reparo num


laminado em “FIBERGLASS” (fibra de vidro), bem como remendos em outros materiais tais
como chapa, calhas, etc.. .

MATERIAIS NORMALMENTE UTILIZADOS

CATALISADOR MEK - Forma líquida, incolor, finalidade de endurecimento de resinas, massa


plástica e gel coat ; porcentagem de utilização de 0,5% a 4% (de acordo com a temperatura do
dia em que está sendo realizado o trabalho, quanto mais frio maior a quantidade a ser utilizado).

Dica: 40 gotas de catalisador = 01 grama aproximadamente

Estopa de primeira - Cor branca; Finalidade de dar polimento e limpeza.

Lixa - Cor cinza-grafite; Finalidade de dar acabamento, e limpar superfície para melhor
aderência .

Manta de Fibra de Vidro - Forma de fios de fibra de vidro cortados e emaranhados; cor
branca; Finalidade de dar resistência mecânica a resina.

Dica : cada camada de manta que pesa 450 g/m2 resulta em aproximadamente 1mm
de espessura.

Pincel - Finalidade de aplicação de resina e GEL COAT .

Resina Pré-acelerada - Forma líquida viscosa; Finalidade de laminados em geral, fundição de


peças transparentes, resistentes à corrosão, etc. Endurece com a mistura do catalisador Com
1% a 25 ºC , permite um tempo de +- 15 minutos para aplicação .

OBS: Estas são informações exclusivamente práticas para informações mais técnicas consultar
nosso técnico.

Solvente para limpeza thiner - Forma líquida; Incolor; Finalidade de limpar mãos, pincéis,
rolos para pintura, etc.
PROCESSO DE TRABALHO
1ª Etapa: Proceder um lixamento no local a ser reparado de forma a remover toda a parte
comprometida(quebrada, estilhaçada) e também a limpeza de uma região circundante de
largura mínima de 10 cm .

2ª Etapa: Nesta etapa prepara-se a resina pré acelerada somente com o catalisador, pois como
já foi escrito a resina já vem pré acelerada com o cobalto, Aplica-se uma camada desta resina
sobre a região a ser reparada com um pincel com se estivesse pintando.

Colocamos uma camada de manta de fibra de vidro previamente cortada sobre a superfície e
com o auxílio de um pincel vamos impregná-la batendo o pincel até ficar totalmente molhada
porém sem excesso de resina . Procurar não deixar bolhas de ar no meio da laminação, Colocar
camadas sobre camadas até atingir a espessura desejada, Não convém aplicar muitas camadas
em seguida para evitar o aquecimento da resina

3ª Etapa: Atingindo a espessura desejada, que não deve ser menor que da peça a ser
consertada, aguardar a secagem e procede-se um lixamento leve para eliminar pontas salientes
e/ou caroços .

4ª Etapa: Aplica-se na superfície lixada ao menos uma mão de resina(catalisada) como se


estivesse pintando para garantir que as fibras não terão contato com o agente agressor
(umidade, etc)

5ª Etapa: pode-se dar acabamento com massa plástica, massa rápida e pintura, Etc .

OBS: Cada vez que se prepara resina com catalisador, é necessário lavar o pincel com
solvente (THINER) sob o risco desta endurecer a perde-se o pincel.
Os Cuidados e Aplicações com Contoukore
Este é o nosso manual recomendado para procedimentos de aplicações com Contourkore em
cascos de embarcações, convés, cabines como aplicações industriais.

As aplicações individuais podem variar, mas para melhores resultados nós sempre
recomendamos.

Procedimento 1
Selecione o tipo de laminado e o Contourkore/PRFV adequado para cada tamanho e design do
projeto.

Para recomendações específicas entre em contato com um representante BALTEK através da


ABCol.

Comentário 1
O segredo para um ótimo desempenho é um desenho básico da estrutura do sanduíche.

Seu representante BALTEK estará sempre disponível para orienta-lo quanto a espessuras de
núcleos, tipos de vidro, espessuras de vidro e técnicas de aplicação.

Nossas recomendações são baseadas em 25 anos de experiência na Indústria Naval, junto de


sofisticados programas de computação que comparam tipos de estruturas cientificamente,
chegando a ótimos projetos.

Procedimento 2
Aloje o Contourkore sobre a manta de no mínimo 450 g/m2, ou
equivalente em fio picado.

A proporção de resina e vidro deve ser de 80 - 20% a 75 - 25% para


camada de alojamento, proporções normais em todas as outras
aplicações. Antes de aplicar o Contourkore, espalhe completamente o
revestimento (Use o rolete para bolhas).

Procedimento 3
Aplique uma camada de resina sobre o Contourkore antes da
acomodação deste.

Inclua esta quantidade de resina na proporção vidro-resina.

Procedimento 4
Ajuste a taxa de catalisador de modo que a resina da camada do alojamento obtenha gel de 20
a 40 minutos. O tempo do gel da camada do alojamento pode diferir ligeiramente do tempo do
gel do “copo”, especialmente quando a taxa do catalisador for menor que 0,75%.

Comentário 2, 3 e 4
A resistência de uma estrutura sanduíche é altamente dependente da integridade total do
material plástico laminado incluindo a ligação entre as paredes e o núcleo (meio).

As recomendações 2, 3 e 4 são uma base para conseguir a ligação apropriada.

De acordo com nossa experiência e muitos testes, nós identificamos que o melhor resultado de
aderência e a maior resistência (particularmente a resistência da lâmina interna) são alcançados
quando a manta ou fio picado são aplicados imediatamente após o núcleo.

A respeito do peso do vidro, uma determinada quantidade de amortecedor ou de uma certa


elasticidade, é desejável na camada de acomodação. Quanto menor de 1 ½ - OZ, de manta ou
fio picado é usado, há geralmente uma elasticidade insuficiente para assegurar um contato
profundo, devido a uma relativa rugosidade natural do revestimento em relação à superfície do
núcleo do material.

Pré Molhado
Resina suficiente é requerida no revestimento da camada de acomodação para prover a
elasticidade e também a adesão, para unir o núcleo ao revestimento da camada de acomodação.
Isto pode ser alcançado colocando o núcleo seco dentro da lâmina molhada ou a resina pode ser
aplicada atrás do núcleo antes da acomodação.

É importante que o tempo de gel do revestimento da camada de acomodação seja o


recomendado para um período de tempo que assegure as propriedades mais favoráveis do
laminado. A maior parte das resinas de poliéster usadas na produção (manufatura) de barcos
são designadas para a formação de gel entre 20 a 40 min., No que pode resultar em boas
adesões (boa cura).

Algum desvio disso pode resultar em variações de algumas propriedades físicas do próprio
laminado. Isso pode reduzir a resistência da adesão que você esta tentando promover.

O tempo de cura da resina é obtido pela especificação da resina do barco.

Faça o seu teste antes de obter o tempo de gel. O teste correto para a própria cura da resina é
com durometro barcol.

Se não obtiver uma boa cura, então você pode checar ser sistema de resina.

Procedimento 5
Evite o excesso de pressão sobre o Contourkore (especialmente sobre
o laminado) enquanto o revestimento da camada esta curando. Isso
pode comprimir a resina sob os blocos do material utilizado e deixar
falhas. No entanto, algumas pressões positivas depois das resinas
“dar gel” são necessárias para assegurar uma boa adesão entre o
núcleo e o revestimento da camada. Use a pressão das mãos, rolete ou bolsa de vácuo. Se o
núcleo não permanecer em contato estreio, pode ser necessário abrir fendas em locais
apropriados para injetar resinas garantindo o contato do núcleo com a camada.

Procedimento 6
Aguarde a cura da camada de Contourkore e ainda quente
aplique uma camada de laminado evitando a possibilidade de
expansão de ar (por calor exotérmico) criando bolhas ou bolsas
na laminação, depois do revestimento da camada estar curado,
a qualidade da adesão pode ser facilmente na aplicação do
laminado nas paredes internas.

Comentários 5 e 6
Devido à natureza do núcleo quando você colocar pressão em um ponto, toda pressão estará
localizada. O caminho mais fácil para determinar a qualidade de adesão entre o revestimento da
camada e do núcleo é dar pequenas batidas no Contourkore depois da lâmina estar curada.

Algumas áreas onde o núcleo não estiver propriamente colado será facilmente detectado pela
mudança de som diferente do observador na maioria da camada (geralmente um som oco).

Investigar esta área para evitar possíveis problemas e repassar os procedimentos.

Procedimento 7
Nas extremidades do núcleo, faça a mudança gradualmente em
uma faixa adequada com o laminado especificado ou ainda lixando
o Contourkore na borda. A razão é eliminar degraus e as
constantes concentrações de tensão, resultante das diferenças
entre a espessura com núcleo e as áreas sem núcleo.
Isto também elimina bolsas de ar e concentrações de resinas
facilitando a laminação.

Procedimento 8
A fibra de vidro aplicada no interior do revestimento de PRFV deve começar com um mínimo de
¾ - OZ de manta ou fio picado equivalente.
Procedimento 9
Para melhores estruturas, os revestimentos de PRFV devem ter iguais espessuras, porém,
ligeiras variações são admissíveis em cada revestimento.

Comentários 8 e 9
Mesmo que o núcleo não esteja sendo acomodado no interior do revestimento de PRFV e o
revestimento esteja apenas em contato com o núcleo, nós recomendamos usar assim mesmo
uma manta ou fio picado. Porém a espessura não precisa ser igual das recomendadas para o
revestimento do fundo ou camada (Comentário 4) porque não precisamos de elasticidade para
acomodar o núcleo.

Normalmente em aplicações de barcos o revestimento é levemente mais grosso no lado externo


dando uma resistência adicional, resistência a abrasão, ao impacto e um melhor acabamento.
Porém é importante um razoável balanço entre as duas espessuras do revestimento. De outra
forma o sanduíche não desenvolve as boas condições estruturais características possíveis.

Procedimento 10
Todos materiais em laminados de poliéster são sensíveis a
umidade. Deve-se tomar cuidado assegurando-se que nenhuma
umidade entre no laminado por algum reforço.

Eles devem ser estocados em lugares secos.

O Contourkore estará mais protegido sendo envolvido em um


filme de polietileno e deve permanecer protegido até o seu uso.

Modelagens e Reparos em Fibra de Vidro


Uma ótima solução para modelagem de
Devido as suas propriedades físicas e químicas, a fibra de vidro possui inúmeras
variedades de utilização, sendo as principais características a alta resistência
mecânica e a grande estabilidade dimensional. Possui também resistência química,
excepcionais qualidades de isolamento elétrico, mobilidade, resistência a
combustão e boa compatibilidade com resinas de Silicone, Epoxi, Poliester,
Fenólicas, etc. Devido a estas propriedades novos usos são encontrados
constantemente. Entre as aplicações da fibra, estão : Reforços plásticos e abrasivos
, Materiais esportivos, Indústria naval e aeronáutica, Isolantes elétricos e térmicos,
Revestimentos anti-corrosivos, Reforços abrasivos, Filtragem de materiais de
baixo ponto de fusão, Isolação elétrica, Ancoragem de mármores, Tecidos
técnicos, Isolação térmica, Isolantes elétricos, Reforços e proteção de cabos
telefônicos de fibra ótica, Revestimento externo de mangueiras, etc.

Para a robótica, têm-se na fibra um poderoso material para a confecção de bases e


"carcaças" para robôs. Devido a grande facilidade e excelente relação
custo/benefício, pode-se contruir peças de forma rápida e eficiente.

As 12 Características mais importantes da Fibra de Vidro

Leveza: partes de plástico reforçadas ajudam a economizar peso comparadas às partes de aço (até
30% mais leves) com propriedades termo-mecânicas semelhantes.

Reciclagem: Devido a métodos técnicos diferentes, reciclagem de fibra de vidro é


agora possível, como também o reciclagem de termoplásticos ou reforços de vidro
de thermoset.

Não apodrecimento: Filamento de vidro não deteriora e não apodrece. Não é


afetado pela ação de insetos e roedores.Baixa condutividade térmica: Esta
característica é altamente estimada na indústria de construção civil, onde o uso de
compostos de fibra de vidro torna possível eliminar passagens térmicas
possibilitando economia de calor.

Higiene: não é poroso

Resistência alta a agentes químicos: Quando combinada com resinas


apropriadas,compostos com esta característica podem ser feitos de filamento de
vidro.

Força mecânica: Filamento de vidro tem uma resistência específica mais alta
(resistência à tensão/massa volumétrica) do que a do aço. Esta característica é o
ponto de partida para o desenvolvimento de fibra de vidro para produzir
compostos de alto desempenho.
Características elétricas: Suas propriedades como um isolador elétrico excelente,
até mesmo a espessuras pequenas, combinadas com sua força mecânica e
comportamento a temperaturas diferentes, formou a base das primeiras aplicações
para o filamento de vidro.

Incombustibilidade: Como um material mineral, fibra de vidro é naturalmente


incombustível. Nem propaga nem mantêm uma chama. Quando exposta ao calor,
não emite fumaça nem produtos tóxicos.

Estabilidade dimensional: Filamento de vidro é insensível a variações em


temperatura e higrometria e tem um baixo coeficiente de expansão linear.

Compatibilidade com matrizes orgânicas: A habilidade da fibra de vidro para


aceitar tipos diferentes de tamanho cria uma liga entre o vidro e a matriz,
possibilitando que seja combinada com muitas resinas sintéticas, como também,
com certas matrizes minerais (gesso, cimento).

Permeabilidade de Dielétricos: Isto é essencial em aplicações como radomes,


janelas eletromagnéticas, etc.

Integração de funções: Material composto de fibra de vidro pode ser usado para
produzir partes de uma peça que integram várias funções e substituir diversas
partes monta

Instrução Para Execução De Peças Moldadas Em Fiberglass - Processo Manual Em


Molde Aberto Materiais Normalmente Utilizados

Acelerador de cobalto - Líquido roxo, Finalidade acelerar o gel coat e a resina


Usar 0,5% .

Catalizador - Forma líquida, incolor, Finalidade de endurecimento de resinas,


massa plástica e gel coat ; porcentagem de utilização de 0,5% a 4% (de acordo
com a temperatura do dia em que está sendo realizado o trabalho, quanto mais frio
maior a quantidade a ser utilizado).
Dica: 40 gotas de catalizador = 01 grama aproximadamente

Cera desmoldante - Forma pastosa de fácil espalhamento. Finalidade de


desmoldagem.

Desmoldante Líquido PVA - Líquido semi-viscoso - Finalidade de formar filme


antiaderente que garante o desmoldeo.

Gel coat - Resina formulada como tinta em diversas cores. Serve para dar
acabamento e resistência química as superfícies de peças, p/ molde usa-se o gel
molde.

Estopa de primeira - Cor branca; Finalidade de dar polimento e limpeza.

Lixa - Cor cinza-grafite; Finalidade de dar acabamento, e limpar superfície para


melhor aderência .

Manta de Fibra de Vidro - Forma de fios de fibra de vidro cortados e


emaranhados; cor branca; finalidade de dar resistência mecânica a resina .

Dica : Cada camada de manta que pesa 450 g/m2 resulta em aproximadamente
1mm de espessura.

Pincel - Finalidade de aplicação de resina e Gel coat .

Resina Pré-acelerada - Forma líquida viscosa; finalidade de laminados em geral,


fundição de peças transparentes, resistentes à corrosão, etc. Endurece com a
mistura do catalizador Com 1% a 25 ºC , permite um tempo de +- 15 minutos para
aplicação .

Solvente para limpeza thiner - Forma líquida; Incolor; Finalidade de limpar


mãos, pincéis, rolos para pintura, etc.

Rolete tira Bolha - Rolete de alumínio estriado com haste e cabo; Finalidade de
eliminar bolhas na resina e melhor espalhamento da fibra.

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Processo E Execução De Trabalho

>> Concepção / Projeto

Podemos produzir peças em fiberglass a partir de outras já existentes ou


simplesmente de uma idéia a partir da qual será executado um projeto resultando
num desenho que especifique com clareza a forma e as medidas da peça .

Para peças mais complexas muitas vezes só será possível para profissionais
experientes que são projetistas, modeladores e laminadores . Por isso tomaremos
com o exemplo uma bandeja retangular sem abas e com as laterais inclinadas.

Execução do Modelo
Concluído o desenho fazemos então o modelo da peça que pode ser em qualquer
material moldável tais como madeira, massa plástica, gesso, etc. O importante é
que necessitamos obter apenas uma superfície acabada de nossa peça pois iremos
copiar apenas esta superfície. Assim sendo no nosso exemplo uma possibilidade
para construirmos o modelo seria tomarmos uma chapa de madeira com as
dimensões do fundo, pregarmos e/ou colocarmos nas laterais sarrafos na altura das
laterais desejadas, e então com plaina ou lixadeira darmos o ângulo de abertura das
laterais bem como arredondar os cantos. Procedemos aí então o acabamento com
massa plástica, celadora , etc.. até obtermos a superfície o mais liso e isento de
porosidade.

Execução do Molde
Fixamos então nosso modelo de boca para baixo sobre uma superfície lisa ( vidro,
metal polido, fórmica, etc) que seja ao menos 3 centímetros maior que a boca
tomando-se o cuidado de tapar com massa eventuais frestas. Se for maior
demarcamos esta medida com fita crepe aplicamos então demãos de cera
desmoldante polindo entre cada demão ( o nº de demãos varia conforme o
acabamento do modelo p/ madeira selada ao menos cinco demãos) e em seguida
uma demão de desmoldante líquido PVA com uma esponja macia.

Após a secagem do desmoldante aplicamos sobre o modelo e bordas o que segue


para obtermos nosso molde.

Com um pincel aplicamos uma camada de gel molde previamente acelerado(0,5%


de Acelerador de Cobalto) e catalizado(Catalizador). Aguardamos então o gel
começar a “endurecer” até que ao tocarmos ainda marca a superfície mas não suja
mais o dedo.

Aplicamos então com resina catalizada uma demão e logo depois colocamos a
manta de fibra de vidro previamente recortada a qual molharmos com a resina
batendo o pincel encharcado. Com o rolete Tira bolha eliminamos as bolhas e
remonte de fibra, antes da resina começar a endurecer ( a isto chamamos
laminação)

Repetimos a operação acima para tantas camadas quanto necessária( cada manta
450 g/m2 resulta aproximadamente 1 mm de espessura).

Após a cura da resina (aproximadamente 4 horas) destacamos o modelo e abas, e


então damos acabamento no molde com lixa d’agua e polimento.

>>Confecção Da Peça

Em todo Molde novo é necessário além de polimento cuidadoso algumas demãos


de cera desmoldante polida e uma (sempre uma só) demão de desmoldante pva .

Para confecção de nossa peça executaremos sobre o molde os mesmos


procedimentos de desmoldagem, aplicação de gel coat ( neste caso o gel que
desejarmos para a peça) e resina e manta (laminação) deixando na borda uma
sobra.

Que antes de endurecer devemos cortar correndo uma faca encostada na aba do
molde. Quando a peça curar (Endurecer ) destacar a dar acabamento necessário
que pode ser lixamento, polimento, pintura, ETC.

OBS: Num Molde Novo sempre deve-se encerar muito bem e usar o desmoldante
PVA. Após algum tempo de udo do molde somente a cera poderá ser suficiente.
Estas são as técnicas básicas de fabricação de peças em fiberglass as quais podem
variar tanto quanto a nossa imaginação. Se for para fabricarmos poucas peças
muitas vezes construímos direto o molde de madeira, massa plástica e etc. e
laminamos direto a peça
Os links seguintes, referem-se a um tutorial ilustrado de como proceder para
fazer um molde em fibra de vidro de uma determinada peça. Este tutorial foi
retirado da Enciclopedia Salvat do Bricolage.

Página 1 - (201Kb) / Página 2 - (165Kb)

Instruções Para Reparo Em Fiberglass

O objetivo deste é apresentar as informações básicas para execução de um reparo


num laminado em “FIBERGLASS” (fibra de vidro), bem como remendos em
outros materiais tais como chapa, calhas, etc.. .

>> Materiais Normalmente Utilizados

Catalisador - Forma líquida, incolor, finalidade de endurecimento de resinas,


massa plástica e gel coat ; porcentagem de utilização de 0,5% a 4% (de acordo
com a temperatura do dia em que está sendo realizado o trabalho, quanto mais frio
maior a quantidade a ser utilizado).

Dica: 40 gotas de catalisador = 01 grama aproximadamente

Estopa de primeira - Cor branca; Finalidade de dar polimento e limpeza.

Lixa - Cor cinza-grafite; Finalidade de dar acabamento, e limpar superfície para


melhor aderência .

Manta de Fibra de Vidro - Forma de fios de fibra de vidro cortados e


emaranhados; cor branca; Finalidade de dar resistência mecânica a resina.

Dica : cada camada de manta que pesa 450 g/m2 resulta em aproximadamente
1mm de espessura.
Pincel - Finalidade de aplicação de resina e GEL COAT .

Resina Pré-acelerada - Forma líquida viscosa; Finalidade de laminados em geral,


fundição de peças transparentes, resistentes à corrosão, etc. Endurece com a
mistura do catalisador Com 1% a 25 ºC , permite um tempo de +- 15 minutos para
aplicação .

Solvente para limpeza thiner - Forma líquida; Incolor; Finalidade de limpar


mãos, pincéis, rolos para pintura, etc.

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Processo De Trabalho

1ª Etapa: Proceder um lixamento no local a ser reparado de forma a remover toda


a parte comprometida(quebrada, estilhaçada) e também a limpeza de uma região
circundante de largura mínima de 10 cm .

2ª Etapa: Nesta etapa prepara-se a resina pré acelerada somente com o catalisador,
pois como já foi escrito a resina já vem pré acelerada com o cobalto, Aplica-se
uma camada desta resina sobre a região a ser reparada com um pincel com se
estivesse pintando.

Colocamos uma camada de manta de fibra de vidro previamente cortada sobre a


superfície e com o auxílio de um pincel vamos impregná-la batendo o pincel até
ficar totalmente molhada porém sem excesso de resina . Procurar não deixar
bolhas de ar no meio da laminação, Colocar camadas sobre camadas até atingir a
espessura desejada, Não convém aplicar muitas camadas em seguida para evitar o
aquecimento da resina

3ª Etapa: Atingindo a espessura desejada, que não deve ser menor que da peça a
ser consertada, aguardar a secagem e procede-se um lixamento leve para eliminar
pontas salientes e/ou caroços .

4ª Etapa: Aplica-se na superfície lixada ao menos uma mão de resina(catalisada)


como se estivesse pintando para garantir que as fibras não terão contato com o
agente agressor (umidade, etc)

5ª Etapa: pode-se dar acabamento com massa plástica, massa rápida e pintura, Etc
.

OBS: Cada vez que se prepara resina com catalisador, é necessário lavar o pincel
com solvente (THINER) sob o risco desta endurecer a perde-se o pincel.