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Agenda MACRO Relatório FOCUS Ibovespa 52 semanas 75.000 70.000 65.000 60.000 55.000 fev-10 mar-10 mai-10

Agenda

MACRO Relatório FOCUS

Ibovespa 52 semanas

75.000 70.000 65.000 60.000 55.000 fev-10 mar-10 mai-10 jun-10 ago-10 set-10 nov-10 dez-10 jan-11
75.000
70.000
65.000
60.000
55.000
fev-10
mar-10
mai-10
jun-10
ago-10
set-10
nov-10
dez-10
jan-11

Fonte: Bloomberg

Sumário

7 de fevereiro de 2011

MERCADO EMPRESAS E SETORES

BROOKFIELD Revisando estimativas com novo guidance SANTOS BRASIL Forte crescimento, com rentabilidade pouco abaixo do esperado COSAN Venda de operações da marca Da Barra ELETROBRAS Apagão no Nordeste prejudica 8 estados

MACROECONOMIA

Salário Mínimo Payroll nos EUA PIB da Espanha Crise nos Egito

Bolsa Brasil

Índice

Cot.

Dia

Mês

2011

Ibovespa

65.269

-2,2%

-2,0%

-5,8%

IBX-50

9.141

-2,1%

-1,5%

-5,1%

IBX

21.106

-2,1%

-1,7%

-5,1%

ITEL

1.523

-1,6%

-1,7%

5,5%

IEE

27.192

-0,9%

-0,7%

-0,2%

IGC

7.042

-2,2%

-2,8%

-7,7%

Performance setorial Ibovespa

 

Setor

Peso

Dia

Mês

2011

Energia

5,6%

-0,9%

-1,7%

0,1%

Finanças

13,3%

-3,4%

-3,6%

-10,8%

Mineração

16,0%

-1,8%

-1,6%

2,8%

Papel e Celulose

1,8%

-4,1%

-4,9%

-7,7%

Petróleo e Gás

19,3%

-2,2%

0,7%

-3,0%

Siderurgia

9,7%

-2,3%

1,6%

1,8%

Telecom

3,8%

-1,8%

-2,4%

7,1%

Transportes

3,8%

-2,3%

-3,3%

-8,8%

Construção

8,4%

-3,8%

-3,3%

-13,4%

Veículos e Peças

0,7%

-2,5%

0,1%

17,3%

Outros

5,4%

-2,9%

-3,8%

-9,8%

Varejo

8,7%

-1,8%

-2,9%

-11,4%

Maiores oscilações do dia Ibovespa

 

Empresa

Alta

Empresa

Queda

Redecard ON

3,9%

MRV

Cielo ON

2,7%

Brascan Residen. ON

Eletropaulo PNB

1,8%

MMX

Mineração ON

Pão de Açúcar PN

0,8%

Rossi Resid. ON

-5,2%

-4,8%

-4,8%

-4,5%

Empresa

Vol. R$mm

Empresa

Vol. R$mm

Petrobras PN

770,8

Bradesco PN

288,6

Vale PNA

659,2

Brasil

ON

284,0

OGX Petroleo ON

414,9

BMF

Bovespa ON

198,4

ItauUnibanco PN

348,8

PDG

Realt ON

193,5

ON 414,9 BMF Bovespa ON 198,4 ItauUnibanco PN 348,8 PDG Realt ON 193,5 Bolsas Internacionais
ON 414,9 BMF Bovespa ON 198,4 ItauUnibanco PN 348,8 PDG Realt ON 193,5 Bolsas Internacionais

Bolsas Internacionais

ON 414,9 BMF Bovespa ON 198,4 ItauUnibanco PN 348,8 PDG Realt ON 193,5 Bolsas Internacionais

Setor

Cot.

Dia

Mês

2011

DJ

12.092

0,2%

1,7%

4,4%

Nasdaq

2.769

0,6%

2,6%

4,4%

S&P

1.311

0,3%

1,9%

4,2%

México

37.468

-0,7%

1,3%

-2,8%

Russia

2.697

0,9%

3,7%

11,0%

Índia

18.008

-2,4%

-1,7%

-12,2%

China

2.799

0,0%

0,3%

-0,3%

Nikkei

10.544

1,1%

3,0%

3,1%

FTSE

5.997

0,2%

2,3%

1,7%

IBEX

10.855

-0,1%

0,5%

10,1%

Fonte: Bloomberg, Economática e Macrodados

Commodities

 

Índice

Cotação

Dia

Mês

2011

Petróleo WTI

89,0

-1,7%

-3,4%

-2,6%

Petróleo Brent**

99,9

-1,8%

-1,1%

5,4%

Celulose (NBSK)

849

0,0%

-0,1%

-0,1%

Metais (LMEX)

4.438

1,2%

2,7%

5,3%

Níquel (LME)

28.040

0,9%

3,5%

12,4%

Milho (CBOT)

679

2,4%

2,9%

7,9%

Soja (CBOT)

1.434

-0,1%

1,5%

2,2%

Açúcar (NYBOT)

32,6

1,9%

-3,9%

1,6%

Café (LIFFE)

4.061

0,7%

1,4%

6,6%

 

Moedas

 
 

Cotação

Dia

Mês

Ano

Real/Dólar

1,676

0,4%

0,7%

0,7%

Real/C. Moedas

96,3

0,2%

-5,5%

-5,5%

Dólar/Euro

1,358

-0,4%

-0,8%

1,5%

Peso/Dólar

4,016

0,0%

0,3%

0,9%

Yen/Dólar

82,220

0,7%

0,2%

1,4%

Yuan/Dólar

6,585

0,0%

-0,2%

-0,3%

 

Risco país (D-1)

 
 

Último

Dia

Mês

Ano

Brasil - Embi

165

0,0%

-7,8%

-12,7%

Argentina

522

1,0%

-5,4%

5,2%

Rússia

186

0,5%

-8,8%

-6,5%

Latinos

310

0,3%

-5,8%

1,3%

Emergentes

252

0,4%

-7,0%

1,6%

 

Economia

 
 

Expectativas*

Último

Penúltimo

2011 (E)

IPCA

0,79%

0,63%

0,83%

5,50%

IGP-M

0,79%

0,69%

1,45%

5,30%

Selic

11,75%

11,25%

10,75%

+2,0p.p

* Expectativas revisadas às terças e quintas-feiras

 
 

Renda Fixa

 
 

Cotação

Dia

Mês

Ano

DI

Jan11

10,7%

0,0%

0,0%

0,0%

DI

Jan12

12,4%

0,5%

0,3%

3,2%

DI

Jan13

12,9%

0,7%

0,2%

5,2%

Dólar Comercial

1,676

0,4%

0,7%

0,7%

Dólar Futuro

1,685

0,3%

-0,1%

0,0%

Global 40

134,8

-0,1%

-0,2%

0,1%

Cotações do dia

4/2/2011

**Atualizado às 18:30h

 
MERCADO Pressionado por dados fracos da economia norte-americana, o Ibovespa encerrou a sessão em baixa

MERCADO

Pressionado por dados fracos da economia norte-americana, o Ibovespa encerrou a sessão em baixa de 2,24% nesta sexta-feira, atingindo os 65.269 pontos, com um volume financeiro negociado de R$ 7,24 bilhões. No Egito, segundo reportagem do jornal New York Times, o governo americano tem negociado com autoridades locais a formação de um governo de transição apoiado pelos militares, com renuncia imediata do presidente Mubarak. Na Espanha, o PIB apresentou queda de 0,1% em 2010, acima da expectativa do próprio governo (-0,3%), enquanto no 4T10, houve alta de 0,2% QoQ. Nos EUA, o payroll veio bem abaixo da expectativa do mercado (136 mil), com a economia americana criando apenas 36 mil novos postos de trabalho. As maiores baixas do pregão foram MRV ON (-5,19%) e Brookfield ON (-4,82%). Na ponta positiva, lideraram Redecard ON e Cielo ON, cujas altas foram de 3,94% e 2,73%, respectivamente. O dólar encerrou o dia com valorização de 0,36% frente ao real, cotado à R$ 1,676.

EMPRESAS E SETORES

BROOKFIELD Revisando estimativas com novo guidance

 

Target

Empresa

Código

Rec.

price

(dez/11)

Cotação

(R$/Ação)

Upside

P/L 11E

EV/EBITDA

11E

Dividend

Yield 11E

Brookfield

BISA3

COMPRA

13,44

7,50

79,2%

7,3x

5,2x

3,4%

Armando Halfeld, CNPI

Revisamos as nossas estimativas para a Brookfield, incorporando novas premissas operacionais, principalmente o novo guidance 2011, e novas premissas macroeconômicas. O novo Preço Justo para BISA3 é de R$ 13,44/ação para dez/11 (ante R$ 12,11/ação anterior para dez/10) com potencial de valorização de 71%. Tendo em vista o upside atrativo, mantemos a nossa recomendação de COMPRA.

A Brookfield, em dez/10, anunciou um agressivo guidance de lançamentos para 2011, no range de R$ 4.750 milhões R$ 5.250 milhões, representando um aumento em relação ao volume lançado de 2010 de 59%, considerando o ponto mínimo do range, ao qual utilizamos como premissa em nossas projeções. Com a nova meta, a incorporadora se consolida cada vez mais entre as maiores do setor, possuindo um reconhecido management e uma exposição expressiva na média renda (imóveis de até R$ 500 mil) que representa cerca de 50% dos seus lançamentos futuros.

 A Brookfield é uma incorporadora com foco de atuação nas cidades do Rio de

A Brookfield é uma incorporadora com foco de atuação nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e na região Centro-Oeste. Seus principais produtos são imóveis residenciais dentro do limite SFH (R$ 500 mil). Sua exposição a produtos da baixa renda é baixa, cerca de 15%, e acontece devido a uma joint venture com o IFC, braço privado do Banco Mundial.

Desconto por múltiplos. A Brookfield é negociada a 1,3x de P/BV ajustado, o que representa um desconto de 21% na comparação com a média das 5 grandes incorporadoras de capital aberto e também está abaixo de seu valor de liquidação, atualmente a um múltiplo de 0,8x de P/NAV. Com o novo guidance e a melhora dos resultados operacionais, esperamos que este gap diminua.

Crédito imobiliário e alta da taxa de juros. Apesar de ter se iniciado um ciclo de aumento de taxa de juros, acreditamos que a alta projetada pela nossa equipe macroeconômica de 2p.p. ao longo de 2011, terá impacto diminuto na demanda por crédito imobiliário, dado a baixa sensibilidade da TR em relação a Selic. Adicionalmente, vemos entidades do setor como a Abecip (formado pelos maiores bancos atuantes no Brasil) projetando alta expressiva de 50% YoY de cessão de crédito imobiliário no ano de 2011.

Identificamos como riscos à tese de investimentos da Brookfield: (i) capacidade de execução dos empreendimentos; (ii) elevação acima da expectativa na taxa de juros; (iii) baixa exposição ao segmento de baixa renda, o mercado com maior potencial de crescimento do Brasil.

SANTOS BRASIL Forte crescimento, com rentabilidade pouco abaixo do esperado

 

Target

Empresa

Código

Rec.

price

(dez/11)

Cotação

(R$/Ação)

Upside

P/L 11E

EV/EBITDA

11E

Dividend

Yield 11E

Santos Brasil

STBP11

COMPRA

31,03

23,31

33,1%

19,8x

8,2x

1,3%

Artur Delorme, CNPI

O total de contêineres movimentados pela Santos Brasil no 4T10 atingiu 274 mil TEUs, o que representa uma alta de 34,6% YoY e em linha com as nossas estimativas (+1,3%), acompanhando a forte expansão da demanda por produtos importados, beneficiada pela recuperação do comercio mundial e pela apreciação do real frente ao dólar. A receita bruta alcançou R$ 296 milhões no trimestre, 48,3% superior ao 4T09, enquanto a margem EBITDA foi 3,6 p.p. menor YoY, impactado por fatores não-recorrentes. O lucro líquido foi de R$ 39 milhões no trimestre, ante resultado negativo de R$ 3,1 milhões apresentado no 4T09. A Santos Brasil divulgou ainda o guidance de volume, EBITDA e de margem para 2011, e

espera crescer 13% em termos de volume, com margem EBITDA de 39%, apenas 1,0 p.p.

espera crescer 13% em termos de volume, com margem EBITDA de 39%, apenas 1,0 p.p. maior que em 2010.

Visão Ativa Positivo, em função do ótimo desempenho operacional da companhia no período, pouco acima do esperado, acompanhando a expansão da atividade econômica nacional e, consequentemente, o crescimento do volume de cargas movimentadas nos portos. Acreditamos que o crescimento de volume verificado, aliado ao guidance bastante satisfatório de crescimento para 2011 ratificam as perspectivas positivas para o setor de logística portuária como um todo e, por conseguinte, para Santos Brasil. Recomendamos COMPRA para STBP11, com Target Price de R$ 31,03/ação para dez/11.

Santos Brasil

4T10

4T10E 3T10 4T09 2010 2009 D % D % D % D %
4T10E
3T10
4T09
2010
2009
D
%
D
%
D
%
D
%

Contêineres Movimentados (mil TEUs)

Veículos Movimentados (mil unidades)

Contêineres Armazenados (mil unidades)

Resultado Fin. Líquido (R$mm)

296,5

Fonte: Santos Brasil e Ativa Research.

O total de contêineres movimentados atingiu 274 mil unidades, que representa crescimento de 34,6% YoY. Este excelente resultado está atrelado à recuperação dos mercados internacionais (Europa e EUA), mas principalmente a forte expansão da demanda por produtos estrangeiros no mercado interno, beneficiado pelo aumento da renda da população, disponibilidade de crédito e apreciação do real frente ao dólar. O volume de contêineres armazenados ficou em 61 mil unidades, 55,1% maior YoY, em função da expansão do volume de cargas de importação, que normalmente ficam mais tempo em armazenagem, bem como pelo aumento da taxa de retenção de contêineres, para 53% ante 49% no 4T09;

O faturamento bruto com operações portuárias, segmento que representou 81% da receita total, registrou expansão de 47,2% YoY. Já a receita com operações logísticas (16,2% da receita total) foi 42,3% maior no 4T10, acompanhando a expansão do volume movimentado. O resultado do TEV (movimentação de veículos) apresentou faturamento de R$ 10 milhões, superior aos R$ 4,2 milhões no 4T09, beneficiado pela maior

participação de veículos pesados no período, em detrimento dos veículos leves. Neste sentido, o faturamento

participação de veículos pesados no período, em detrimento dos veículos leves. Neste sentido, o faturamento bruto total da companhia registrou expansão de 48,3% YoY, em R$ 296,5 milhões. No consolidado do ano de 2010, este apresentou crescimento de 32,1%, atingindo R$ 982,7 milhões;

A margem EBITDA foi apenas 2,6 p.p. maior que no 4T09, ficando em 33,1%, impactada por fatores não-recorrentes, em função do provisionamento de valores com despesas para realização de estudos de viabilidade do Complexo Barnabé-Bagres, no valor de R$ 12 milhões, além de R$ 5,9 milhões de despesas com reparo do armazém de carga que sofreu incêndio em out/10, contabilizado no CPV da operação de logística. Desconsiderando estes fatores, a margem EBITDA teria atingido 40,0%, beneficiada pelo aumento do volume movimentado no período e, por conseguinte, uma maior diluição dos custos fixos, além do forte aumento das cargas de importação, mais rentável em função do maior tempo de armazenagem;

Apesar do aumento das despesas, o lucro líquido atingiu R$ 38,6 milhões no 4T10, bastante superior ao resultado negativo de R$ 3,1 milhões no 4T09. Em 2010, este ficou em R$ 112 milhões, 72% maior que os R$ 65,1 milhões positivos registrados no ano de 2009, influenciado positivamente pelo crescimento vigoroso das operações;

A Santos Brasil divulgou o guidance de movimentação, EBITDA e margem para 2011. Desta forma, a companhia espera crescer em 13% o volume movimentado em 2011, apresentando maior rentabilidade e registrando margem EBITDA de 39%, 1,0 p.p. superior ao verificado em 2010;

Santos Brasil: Guidance de resultados para 2011

Santos Brasil

2011E

2010

D

%

STBP

Ativa

D %
D
%

Contêineres Movimentados (mil)

EBITDA (R$mm)

Mg EBITDA

CAPEX

1.600

407,0

39,0%

138,3

1.571

405,7

41,5%

108,0

1,8%

0,3%

-2,5p.p.

28,1%

1.416

328,1

38,0%

195,8

13,0%

24,0%

1,0p.p.

-29,4%

Fonte: Santos Brasil

A Companhia realizará conference call às 10h, desta sexta-feira, 04 de fevereiro, através do telefone: (11) 3127 4971, Senha: 89522513.

COSAN – Venda de operações da marca Da Barra   Target Empresa Código Rec. price

COSAN Venda de operações da marca Da Barra

 

Target

Empresa

Código

Rec.

price

(dez/11)

Cotação

(R$/Ação)

Upside

P/L 11E

EV/EBITDA

11E

Dividend

Yield 11E

Cosan

CSAN3

-

-

25,75

-

-

-

-

Ricardo Corrêa, CNPI

Segundo a imprensa, a Cosan acertou ontem a venda de quatro linhas de produtos da marca Da Barra para a Coroa Participações por R$ 25 milhões. Com o acordo, a Cosan deixará de ter produção de achocolatados, misturas para bolos, gelatinas e refrescos em pó com a marca Da Barra e ficará apenas com a marca para o açúcar e outros produtos que venha a desenvolver no futuro.

Visão Ativa Neutro. O volume da operação é pouco relevante e a operação já era esperada pelo mercado na medida em que o business não relacionado a açúcar e álcool agregava um diversificação indesejável ao negócio da empresa.

ELETROBRAS Apagão no Nordeste prejudica 8 estados

 

Target

Empresa

Código

Rec.

price

(dez/11)

Cotação

(R$/Ação)

Upside

P/L 11E

EV/EBITDA

11E

Dividend

Yield 11E

Eletrobrás ON

ELET3

-

-

22,50

-

-

-

-

Eletrobrás PN

ELET6

-

-

26,90

-

-

-

-

Ricardo Corrêa, CNPI

Na madrugada da última quinta-feira, praticamente toda a região Nordeste sofreu um apagão entre 0h30 e 1h25. O apagão atingiu pelo menos oito estados: Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte e Piauí. Consultada pela imprensa, a Chesf afirmou que o problema foi derivado do desligamento de linhas de transmissão que provocou uma sobrecarga e conseqüente desligamento das usinas de Xingó, Sobradinho e Itaparica. As causas ainda não foram expostas pela Eletrobras.

Visão Ativa Potencialmente negativo. Eventos como este indicam que a manutenção, a segurança e o dimensionamento da malha de transmissão sob responsabilidade da Eletrobras têm uma deficiência crônica, tendendo a elevar no médio prazo o Capex de manutenção e o Opex da estatal.

MACROECONOMIA Salário Mínimo Terminou sem acordo a reunião das centrais sindicais e o governo a

MACROECONOMIA

Salário Mínimo Terminou sem acordo a reunião das centrais sindicais e o governo a respeito do salário mínimo. As centrais reivindicam um reajuste para o mínimo maior do que a inflação do INPC de 2010, além de reajuste da tabela do IRPF e aumento para os aposentados que ganham acima do mínimo. Segundo declarações do Ministro Mantega após a reunião, o governo continuará insistindo no mínimo de R$ 545. O novo governo tem dado algumas sinalizações positivas na parte fiscal nos últimos meses, mas a chance de cumprimento da meta cheia de superávit primário para o ano é remota, tendo em vista que isto exigiria grande contingenciamento de despesas, inclusive de investimentos, bandeira do governo Dilma.

Payroll nos EUA

A economia americana criou 36 mil novos postos de trabalho em janeiro, bem abaixo da

mediana das expectativas do mercado (136 mil). O mau tempo no país influenciou significativamente os setores de construção (-32 mil) e transportes (-38 mil), enquanto a indústria (49 mil) mostrou forte desempenho, o maior desde o agravamento da crise em 2008.

O setor privado contratou 50 mil, enquanto o setor público cortou 14 mil. Já a taxa de

desemprego recuou para 9% (ante 9,4%), sob influência da queda na força de trabalho; entretanto, a medida de desemprego que considera os trabalhadores part-time e os que desistiram de procurar emprego, continua em 16,1%. Embora o impacto do tempo ruim possa explicar parte do resultado, mais uma vez o payroll falha em coroar a seqüência positiva de dados da economia americana.

PIB da Espanha Segundo dados preliminares do BC espanhol, o PIB apresentou queda de 0,1% em 2010, marginalmente melhor do que a expectativa do próprio governo (-0,3%); no 4T10 houve alta de 0,2% QoQ. Para 2011 devemos continuar vendo um desempenho relativamente fraco, devido ao impacto dos ajustes fiscais sobre a demanda agregada e da continuidade da desalavancagem do setor privado, além do problema das C ajas , que ainda permanece obscuro.

Crise no Egito Segundo reportagem do jornal NYT, o governo americano tem negociado com autoridades egípcias a formação de um governo de transição apoiado pelos militares, com renúncia imediata do presidente Mubarak. Nos últimos dias houve acirramento da violência, e hoje deve haver mais uma rodada de grandes manifestações. Embora tudo indique na direção da iminente queda de Mubarak, o desfecho e a extensão que os protestos podem alcançar na região permanecem ainda incertos.

  a Código Cotação Variações (%)   52-sem   Volume Free Val. Merc.  
 

a

Código

Cotação

Variações (%)

 

52-sem

 

Volume

Free

Val. Merc.

 

Ação

R$

Dia

Semana

Mês

Ano

52-sem

Mínimo

Máximo

(R$ mil)

Méd. 3m

Méd. 6m

Float

R$ mm

Índices

 

Ibovespa

IBOV

65.269

-2,2

-2,1

-2,0

-5,8

4,0

57.633

73.103

7.240.000

128,4%

126,0%

-

-

IBX-50

IBRX50

9.141

-2,1

-1,7

-1,5

-5,1

4,5

8.025

10.067

-

-

-

-

-

IGC

IGC

7.042

-2,2

-3,3

-2,8

-7,7

10,7

5.894

7.958

-

-

-

-

-

Açúcar e Álcool

 

Cosan

CSAN3

25,75

-1,9

-0,9

-1,1

-6,7

12,2

17,45

29,20

23.760

74,5%

77,5%

39,1%

10.474

Tereos

TERI3

3,27

-2,4

-2,7

-2,1

0,9

-

2,99

4,74

1.408

42,6%

-

27,6%

2.232

São Martinho

SMTO3

22,89

-0,7

-3,8

-4,6

-13,6

39,2

12,36

26,97

1.550

63,9%

67,7%

35,4%

2.583

Agrícola

 

Fer Heringer

FHER3

8,37

-1,4

8,6

8,1

-9,7

-19,5

5,98

11,70

4.260

393,0%

298,1%

32,2%

406

Fosfertil

FFTL4

18,10

-2,4

-1,8

-5,0

-4,7

8,1

12,76

19,98

5.224

93,9%

87,1%

30,0%

11.792

SLC Agrícola

SLCE3

19,60

1,0

2,1

-1,0

-10,9

20,5

12,84

23,71

1.977

70,2%

70,5%

42,9%

1.914

Alimentos

 

JBS

JBSS3

6,08

-3,9

-5,3

-3,5

-15,2

-32,3

5,98

9,71

25.556

84,0%

78,1%

46,8%

15.339

Marfrig

MRFG3

13,77

-0,1

3,1

2,2

-10,6

-34,8

12,80

22,80

26.405

114,7%

106,1%

34,2%

4.772

Minerva

BEEF3

6,53

-1,1

-0,9

-0,3

-6,4

-1,1

5,61

7,92

2.087

103,1%

104,6%

26,7%

683

BRF Foods

BRFS3

27,25

-1,1

-0,6

-0,4

-0,3

25,2

20,58

29,45

53.923

100,7%

107,5%

71,9%

23.754

M

Dias Branco

MDIA3

36,50

0,0

-3,9

-1,1

-7,6

-21,2

34,50

48,06

4.368

42,9%

79,4%

18,5%

4.140

Autopeças

 

Fras-Le

FRAS4

3,80

-1,8

0,0

-1,3

-5,9

55,6

2,45

4,46

246

107,0%

124,9%

15,1%

380

Iochpe Maxion

MYPK3

19,50

-2,6

-3,9

-3,0

-19,1

36,5

13,25

26,15

11.184

147,8%

171,3%

46,0%

1.850

Marcopolo

POMO4

5,97

-2,1

1,5

-0,7

-14,6

70,8

3,30

7,32

6.177

64,2%

74,5%

70,0%

2.639

Plascar

PLAS3

3,32

0,6

0,9

0,6

-9,0

-4,6

2,86

4,15

319

29,5%

18,8%

37,5%

553

Randon

RAPT4

10,95

-2,2

-8,8

-5,2

-10,9

15,2

8,28

15,16

12.617

124,7%

139,6%

56,9%

2.502

Aviação

 

Embraer

EMBR3

13,53

-2,5

0,1

0,1

14,7

47,7

8,88

14,23

18.997

101,8%

104,6%

27,5%

9.791

Gol

GOLL4

22,67

-2,2

-7,5

-4,8

-9,7

2,9

19,45

30,84

23.290

88,1%

83,8%

35,3%

6.116

TAM

TAMM4

35,21

-0,7

-10,7

-3,8

-9,6

12,5

23,35

43,50

15.797

67,3%

48,5%

53,8%

5.479

Bens de Capital

 

Ind. Romi

ROMI3

12,15

-2,6

1,2

0,0

-16,2

-7,7

9,41

15,35

5

4

8,4%

9,9%

52,6%

908

Lupatech

LUPA3

16,59

-1,5

-6,0

-5,2

-14,0

-35,2

16,59

28,19

2.655

75,7%

66,8%

70,4%

792

Metalfrio

FRIO3

12,35

-1,1

-2,4

-4,3

-11,7

11,6

8,42

14,40

111

27,8%

25,8%

40,4%

512

Weg

WEGE3

19,06

-0,9

-3,5

-4,0

-12,6

14,1

14,77

24,10

8.793

83,5%

95,7%

31,7%

11.834

Bolsas

 

BM&F Bovespa

BVMF3

11,27

-3,8

-5,1

-3,3

-14,2

2,8

9,56

15,54

198.376

131,2%

116,2%

97,9%

22.489

Cetip

CTIP3

22,00

-0,1

-2,2

-0,4

-6,8

60,6

11,75

26,00

7.776

40,6%

66,9%

21,0%

5.490

Calçados

 

Alpargatas

ALPA4

10,00

0,2

-9,8

-6,5

-7,3

72,4

5,64

13,10

1.868

29,1%

39,3%

41,8%

3.493

Grendene

GRND3

8,75

-3,0

-7,2

-4,7

-6,1

7,3

7,02

10,39

1.036

66,3%

83,9%

25,1%

2.631

Cartões

 

Redecard

RDCD3

19,54

3,9

-4,7

-5,2

-7,2

-18,0

18,01

31,68

65.264

151,6%

123,9%

50,0%

13.146

Cielo

CIEL3

11,67

2,7

-6,6

-5,7

-13,2

-12,9

11,02

17,42

83.891

190,3%

162,2%

41,0%

15.874

Concessões Rodoviárias

 

CCR

CCRO3

45,06

-3,4

-1,2

-2,1

-3,9

24,2

33,03

50,45

47.187

80,5%

93,6%

34,8%

19.889

Ecorodovias

ECOR3

12,75

-3,0

-2,7

-1,9

-0,2

-

8,02

14,74

23.276

124,1%

155,5%

25,8%

7.123

OHL

OHLB3

55,85

-2,0

-2,9

-3,4

-6,9

64,3

33,23

62,30

7.924

139,3%

158,1%

40,0%

3.847

Construção Civil

 

Br

Brokers

BBRK3

7,98

-0,9

-2,7

-1,5

-16,4

-2,2

4,85

9,95

53.021

754,1%

720,5%

45,8%

1.333

BR Properties

BRPR3

16,10

-3,0

-4,7

-4,0

-11,3

-

10,11

19,50

3.723

30,6%

36,4%

70,3%

2.244

Brookfield

BISA3

7,50

-4,8

-3,5

-2,3

-13,3

-0,9

6,26

10,23

22.530

114,5%

105,5%

47,2%

3.256

Camargo Des Imob

CCIM3

7,03

-3,4

-4,0

-5,3

-11,7

40,4

4,47

9,20

987

136,0%

134,5%

33,9%

794

CR2

CRDE3

6,27

-5,4

-12,9

-14,0

-15,8

29,1

4,29

8,00

359

47,0%

78,0%

54,4%

289

Cyre Com. Prop.

CCPR3

13,91

0,0

-1,3

-1,3

-4,1

28,3

9,50

15,00

8

6

55,8%

30,7%

63,4%

1.201

Cyrela

CYRE3

17,61

-3,8

-4,7

-4,4

-19,4

-14,6

16,58

26,15

53.419

85,5%

82,9%

63,4%

7.448

Direcional

DIRR3

13,10

-1,9

1,6

0,4

-0,6

20,2

8,89

14,13

516

99,8%

112,2%

39,5%

1.747

Even

EVEN3

7,41

-2,9

-7,0

-6,2

-13,8

17,8

5,06

10,11

9.063

72,6%

69,5%

43,4%

1.729

Eztec

EZTC3

13,07

-4,0

-5,4

-3,0

-6,8

71,0

6,90

15,83

5.282

165,7%

179,5%

26,9%

1.873

Gafisa

GFSA3

9,73

-3,3

-5,6

-4,7

-19,2

-15,3

9,31

14,83

59.909

102,2%

102,4%

86,1%

4.193

Helbor

HBOR3

18,90

-2,6

-1,0

-3,1

-10,0

59,8

10,39

21,50

1.571

115,1%

111,3%

44,4%

1.230

Inpar

INPR3

3,22

-1,5

-1,2

-0,3

-6,7

3,9

2,18

3,69

2.512

82,2%

80,3%

29,5%

919

JHSF

JHSF3

3,22

0,6

-0,6

-0,6

-8,0

6,9

2,11

3,55

3.554

247,7%

270,1%

18,6%

1.372

Lopes Brasil

LPSB3

34,02

3,1

-5,5

-5,8

-12,8

52,4

18,45

42,00

6.560

163,4%

158,3%

50,2%

1.874

MRV

MRVE3

13,70

-5,2

-2,8

-2,8

-12,2

17,6

9,57

18,50

90.290

127,4%

152,9%

57,2%

6.609

PDG Realty

PDGR3

8,95

-2,7

-1,6

-2,9

-11,9

23,8

6,16

11,43

193.454

191,9%

205,2%

71,4%

9.901

Rodobens

RDNI3

16,90

-2,0

0,3

0,4

1,3

10,2

10,95

19,06

464

63,8%

39,1%

47,4%

821

Rossi Resid.

RSID3

12,43

-4,5

-6,0

-5,2

-16,0

-5,8

10,65

18,50

42.523

123,6%

122,4%

62,2%

3.308

São Carlos

SCAR3

22,50

6,6

6,1

5,9

-3,2

50,9

14,25

23,51

337

38,6%

51,8%

53,0%

1.299

Tecnisa

TCSA3

9,74

0,2

-3,5

-2,6

-12,1

10,5

6,95

12,00

19.733

568,0%

843,3%

38,0%

1.416

Trisul

TRIS3

6,35

-0,2

6,7

1,8

-9,9

9,3

5,45

8,28

129

38,2%

42,4%

35,0%

519

  Código Cotação Variações (%)   52-sem   Volume Free Val. Merc. Ação R$
 

Código

Cotação

Variações (%)

 

52-sem

 

Volume

Free

Val. Merc.

Ação

R$

Dia

Semana

Mês

Ano

52-sem

Mínimo

Máximo

(R$mil)

Méd. 3m

Méd. 6m

Float

R$ mm

Índices

 

Ibovespa

IBOV

65.269

-2,2

-2,1

-2,0

-5,8

4,0

57.633

73.103

7.240.000

128,4%

126,0%

- -

IBX-50

IBRX50

9.141

-2,1

-1,7

-1,5

-5,1

4,5

8.025

10.067

-

-

-

- -

IGC

IGC

7.042

-2,2

-3,3

-2,8

-7,7

10,7

5.894

7.958

-

-

-

- -

Consumo

 

Ambev

AMBV4

43,52

-1,8

-4,1

-2,8

-13,9

35,8

31,37

51,85

52.184

77,3%

78,3%

28,9%

123.205

Hypermarcas

HYPE3

18,05

-1,6

-9,1

-9,0

-19,9

-17,5

18,01

30,25

47.536

50,8%

66,0%

31,6%

11.297

Natura

NATU3

40,60

-1,0

-6,8

-4,9

-14,9

27,7

30,88

50,27

69.787

173,6%

179,0%

39,5%

17.490

Souza Cruz

CRUZ3

76,00

-1,3

-6,1

-4,6

-15,9

33,2

56,66

92,90

25.947

132,5%

106,5%

24,7%

23.232

Educacional

 

Anhanguera

AEDU3

35,60

1,6

-0,6

0,7

-11,0

-

34,21

43,54

15.676

-

-

43,6%

5.187

Estácio

ESTC3

23,00

-3,3

-7,1

-4,2

-14,8

11,6

17,38

27,35

7.012

107,8%

95,3%

26,9%

1.535

Kroton

KROT11

20,19

-2,2

-11,8

-12,9

-7,6

10,9

12,51

23,69

2.067

51,3%

60,7%

43,0%

1.319

Energia

 

AES

Tietê

GETI4

23,40

-0,2

1,4

-0,3

-2,5

41,5

16,51

24,98

7.747

75,7%

78,7%

39,5%

8.368

Celesc

CLSC6

38,75

0,4

0,1

-0,6

2,2

20,6

30,32

39,50

684

54,5%

80,4%

70,0%

1.793

Cemig

CMIG4

26,25

-2,8

-3,4

-4,2

-1,7

6,7

22,82

29,85

32.985

92,4%

79,5%

76,6%

16.179

Cesp

CESP6

28,10

-1,3

-0,7

-1,3

4,1

17,7

20,43

30,30

25.612

121,4%

122,0%

59,4%

8.527

Coelce

COCE5

29,71

-1,0

2,4

1,6

5,2

16,3

23,99

30,50

3.230

171,3%

186,0%

13,9%

2.231

Copel

CPLE6

41,80

-0,6

-1,4

-1,7

0,7

14,2

32,14

45,55

39.525

149,0%

163,9%

45,0%

10.888

CPFL Energia

CPFE3

40,18

-1,6

-2,2

-2,1

-2,5

21,1

32,90

43,45

13.088

110,9%

78,9%

30,5%

19.332

Eletrobrás ON

ELET3

22,50

0,0

1,2

0,5

1,2

-5,0

20,42

26,83

28.933

125,5%

129,1%

21,0%

31.602

Eletrobrás PN

ELET6

26,90

-0,2

0,6

-0,2

0,7

-3,2

24,57

31,92

20.329

114,2%

101,9%

84,0%

31.602

Eletropaulo

ELPL4

32,46

1,8

1,4

-0,1

1,1

14,4

26,21

34,54

32.690

170,4%

135,9%

56,2%

5.601

Energias do BR

ENBR3

37,01

-0,6

0,7

-1,2

-4,4

17,9

30,50